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Delegado morto em SC não investigava a morte de Zavascki, diz PF

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A Polícia Federal divulgou na manhã desta quarta-feira 31 uma nota oficial na qual afirma que o delegado Adriano Antônio Soares, assassinado em Florianópolis na terça-feira 30 em circunstâncias não esclarecidas, não era o responsável pelas investigações da morte do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki. Notícias veiculadas nesta quarta dão conta de que Soares investigava a morte do ministro.

De acordo com a PF, a morte de Adriano Antônio Soares e de outro delegado “decorreu de uma troca de tiros em um estabelecimento na capital catarinense.” O caso ainda está sendo investigado, mas segundo testemunhas, o delegado teria participado de uma briga em uma boate de Florianópolis.

Soares trabalhava na delegacia de Angra dos Reis (RJ) e foi responsável pela abertura do inquérito, uma vez que o município fluminense foi o local da morte do ex-ministro, em acidente aéreo. Depois, o caso foi para Brasília. “A PF esclarece que o inquérito que apura o caso encontra-se em Brasília/DF, presidido por outro delegado, e apenas foi registrado em Angra dos Reis, local do fato”, diz a PF.

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