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Jovem acusado de matar a irmã tem prisão decretada pela Justiça

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Pedro Luiz de Oliveira Diogo, de 24 anos, apontado pela Divisão de Homicídios (DH) como o assassino de sua irmã, a produtora de elenco Maria Luana Diogo Oliveira, de 34, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. O crime ocorreu em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, na casa onde os dois moravam. Pedro foi preso sete horas após o crime, num imóvel da família no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte.

O juiz Guilherme Schilling, da Central de Custódia, disse que a prisão preventiva visa a proteger os dois filhos de Luana, de 8 e 11 anos — as crianças moravam com a mãe e Pedro. “Desconhecendo-se o verdadeiro propósito e caso confirmada a autoria, existe dúvida se a soltura prematura do custodiado seja capaz de colocar em risco aquelas crianças”, escreveu o magistrado em sua decisão.

Luana foi encontrada morta em casa, na Rua Cardoso Junior, nesta segunda-feira à tarde, mas a polícia acredita que o crime tenha sido cometido dois dias antes. Na residência foi encontrado um martelo que teria sido usado no assassinato. Segundo a DH, Pedro foi “identificado, perseguido e preso em flagrante (…) por ter matado, com agressões na cabeça, na região do pescoço e das costas (utilizando instrumento perfuro-cortante), a própria irmã”.

Além dos golpes, a produtora de elenco tinha também marcas de queimaduras no corpo. Para os policiais, Pedro teria tentado queimar o cadáver da irmã. O rapaz, no momento em que foi detido pelos agentes, apresentava no corpo ferimentos que a polícia acredita terem sido feitos por Luana, ao tentar se defender do ataque do irmão. Pedro também estava com o celular da irmã.

Em depoimento, o rapaz negou ter cometido o crime. Ele disse que a irmã foi “eliminada” porque era “impura” por não frequentar uma seita. Pedro alegou também saber quem e que sabia quem a matou, mas não falaria quem seria essa pessoa.

Plano de fuga

De acordo com a DH, Pedro tinha elaborado um plano de fuga. Durante a prisão, os policiais encontraram com ele uma nota fiscal referente à compra de material que seria estocado na casa onde estava. Isso, para os agentes, é indício de que o jovem pretendia ficar algum tempo no imóvel no Lins de Vasconcelos.

Fonte: Extra

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