Acusados pelo assassinato de Letycia Peixoto em Campos vão a júri popular

Até o momento, o ex-companheiro da vítima, o professor do IFF, Diogo Viola de Nadai não admitiu ter encomendado a execução

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A 1ª Vara Criminal determinou que os acusados pelo crime de grande repercussão em Campos, envolvendo o assassinato da grávida Letycia Peixoto Fonseca, de 31 anos, serão levados a júri popular. Letycia foi fatalmente baleada dentro de um veículo, diante de sua mãe, no Parque Aurora, em 2 de março do ano anterior. Grávida de oito meses, Letycia recebeu cinco tiros na Rua Simeão Schremeth, no bairro Parque Aurora, e embora tenha sido socorrida pela família, faleceu ao chegar ao hospital. O bebê que ela carregava, Hugo, nasceu com vida, mas veio a óbito na manhã seguinte, em 3 de março.

O ex-companheiro da vítima, Diogo Viola de Nadai, de 37 anos, professor do Instituto Federal Fluminense (IFF), é acusado de ser o mandante do crime e foi detido cinco dias após o assassinato, permanecendo sob custódia em uma unidade prisional. Até o momento, ele não admitiu ter encomendado a execução.

Além de Diogo, serão julgados por envolvimento no caso Fabiano Conceição Silva, Dayson dos Santos Nascimento e Gabriel Machado Leite, acusados de execução e intermediação.

Os defensores dos acusados interpuseram um recurso contra a decisão, que será avaliado pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ).

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