Na última quinta-feira (23), o chefe de Gabinete, o diretor de Treinamento e Ensino e o Coordenador de Ações Mitigatórias da Secretaria Municipal de Defesa Civil, acompanhados do subsecretário da pasta, major Edson Pessanha, participaram de um simulado de carga com produtos perigosos na BR-101, na localidade de Caxeta, promovido pela Arteris Fluminense com participação da Polícia Rodoviária Federal, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Corpo de Bombeiros, Instituto Estadual do Ambiente (INEA), Esquadrão Antibombas da Polícia Civil (CORE), São Francisco Resgate, Transportadora Predileto Expresso e Concremat Ambiental.
O evento simulou colisão traseira entre um automóvel e um caminhão transportando carga explosiva durante um fluxo lento na rodovia. O Centro de Controle Operacional da Arteris Fluminense acionou as equipes e os recursos especializados para esse tipo de atendimento. Após a identificação do tipo de carga, o local foi isolado com demarcações definindo as zonas de atendimento (quente, morna e fria).
A equipe pré-hospitalar trabalhou no atendimento às vítimas, sendo duas graves e inconscientes no automóvel, além do condutor do caminhão com ferimentos leves. Também participou do simulado, o diretor de Treinamento e Ensino, Leônio Rocha, que destacou: “A operação simulada tem como propósito criar um cenário o mais próximo possível da realidade. Com várias rodovias federais na cidade, o foco é aprimorar a comunicação entre órgãos interligados, como Corpo de Bombeiros, Arteris Fluminense, Inea, visando melhorar a eficácia na resposta. O treinamento é fundamental para capacitar os agentes constantemente expostos a diversas situações, tornando-os aptos a agir de maneira adequada em situações envolvendo explosivos”, afirmou.
O Subsecretário da Defesa Civil, Major Edson Pessanha, destacou: “A Defesa Civil hoje dispõe de recursos essenciais, como retroescavadeira e caminhão basculante para, em situações de emergência, oferecer uma contribuição eficaz e proporcionar uma resposta rápida, salvaguardando vidas”.
Fonte: Ascom

