EUA ameaçam Venezuela com “sanções severas” se recusar deportações

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ameaçou nesta terça-feira (18) impor “sanções severas e crescentes” à Venezuela, caso o país se recuse a receber um “fluxo consistente de voos de deportação” de venezuelanos provenientes dos Estados Unidos.

 

“A Venezuela tem a obrigação de receber seus cidadãos [deportados] dos Estados Unidos. Isso não é um assunto para debate ou negociação. Nem merece qualquer recompensa”, escreveu Rubio na rede social X.

“Se o regime de [Nicolás] Maduro (presidente venezuelano) não aceitar um fluxo consistente de voos de deportação, sem mais desculpas ou atrasos, os EUA irão impor novas sanções severas e crescentes”, acrescentou.

Centenas de venezuelanos foram expulsos dos Estados Unidos desde a posse do presidente norte-americano, Donald Trump, em 20 de janeiro.

A administração dos EUA, alegando que a Venezuela não respeitou o ritmo rápido de repatriamentos acordado, retaliou suspendendo a autorização da petrolífera Chevron para operar na Venezuela, o que privou Caracas de uma importante fonte de recursos.

Na segunda-feira, as autoridades dos EUA deportaram 238 venezuelanos para El Salvador, onde foram detidos em uma prisão de segurança máxima.

Os deportados são acusados de pertencer à organização criminosa Tren de Aragua, o que, segundo a imprensa local, é contestado por familiares de alguns deles.

No sábado, um tribunal tentou impedir a deportação de imigrantes que o governo norte-americano havia decidido expulsar, mas as autoridades dos EUA alegaram não ter recebido a ordem judicial a tempo de evitar a deportação em andamento.

Trump invocou a lei de 1798, que não era usada desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), para acelerar as deportações dos supostos membros do gangue internacional.

Em fevereiro, o presidente Donald Trump classificou o Tren de Aragua e o MS-13, um gangue originado em Los Angeles nos anos 1980, como “organizações terroristas globais”.

Voos de deportação de migrantes venezuelanos foram adiados duas vezes na semana passada.

Quase oito milhões de venezuelanos fugiram da grave crise econômica e política que o país enfrenta desde 2014.

Esses migrantes inicialmente se dirigiram para países da América Latina, especialmente Colômbia, Peru e Chile, mas começaram a migrar para os Estados Unidos, atravessando a perigosa selva de Darien, entre Colômbia e Panamá.

A maioria dos venezuelanos recebeu um status especial (TPS) do ex-presidente Joe Biden, que os protegeu da deportação.

Trump suspendeu o TPS para os venezuelanos em 29 de janeiro.

O governo da Venezuela recomendou hoje aos seus cidadãos que não viajem para os Estados Unidos, alertando sobre os riscos que enfrentam.

“Nos últimos meses, houve um aumento das medidas arbitrárias de controle da migração e das políticas de assédio contra os venezuelanos. Foram documentados casos de detenções arbitrárias, deportações sem motivo, confisco de bens e documentos, além de tratamento discriminatório e humilhante por parte das autoridades norte-americanas”, informou o governo venezuelano em comunicado.

O documento, divulgado pelo Ministério de Relações Exteriores, destacou que “essas ações incluem detenções sem processo legal e sequestros em prisões de países terceiros, em clara violação dos direitos humanos”.

A Plataforma Unitária Democrática (PUD), que reúne os principais partidos da oposição venezuelana, pediu hoje aos Estados Unidos que não discriminem os venezuelanos.

“A migração venezuelana é uma dor que está presente em todos os lares da nossa nação. Milhões de venezuelanos foram obrigados a emigrar (…) para contribuir com trabalho e talento para o desenvolvimento de cada país, devido à complexa crise humanitária em nosso país, cuja responsabilidade é do regime de Nicolás Maduro, que, com suas políticas, levou o país à ruína, empobrecendo a população venezuelana”, afirmou a oposição em um comunicado divulgado nas redes sociais.

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