A morte da bebê Rhaylla Beatriz, de 2 meses, ocorrida no último dia 20 de junho, segue cercada por questionamentos da família, que acusa o Hospital Ferreira Machado (HFM) de negligência médica. No entanto, a unidade de saúde afirma que todos os procedimentos necessários foram realizados e que o caso já foi devidamente esclarecido aos familiares e às autoridades competentes.
Segundo o hospital, a criança recebeu atendimento multiprofissional desde a admissão, sendo acompanhada por diferentes especialistas. A direção da unidade informou ainda que todos os exames e protocolos assistenciais indicados para a investigação do quadro clínico foram executados durante o período de internação.
A unidade destacou que o caso foi comunicado à Polícia Civil e ao Conselho Tutelar, órgãos responsáveis pela apuração dos fatos, e ressaltou que todas as informações disponíveis já foram repassadas tanto aos familiares quanto às autoridades.
Familiares da bebê alegam que ela deu entrada na unidade com uma fratura na perna, causada por um acidente doméstico, e que teria apresentado agravamento do quadro durante a internação. Eles afirmam ainda que a criança sofreu complicações relacionadas ao tratamento e contestam a origem de outras lesões identificadas posteriormente.
O HFM, por sua vez, sustenta que a paciente foi assistida por diversos profissionais de saúde e submetida a todos os exames necessários para avaliação do caso, seguindo os protocolos médicos estabelecidos. As circunstâncias da morte seguem sob análise dos órgãos competentes.

