Israel ataca Faixa de Gaza em meio a travas em acordo de cessar-fogo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Exército de Israel anunciou nesta sexta-feira (17) uma série de novos ataques a alvos do Hamas na Faixa de Gaza, à medida que negociações para as próximas fases do cessar-fogo e troca de reféns israelenses por prisioneiros palestinos pararam de avançar.

 

Médicos em Gaza relatam ao menos 40 mortos e 150 feridos após diversos ataques aéreos em várias áreas do território palestino, o episódio mais agudo de violência no conflito desde que a trégua entrou em vigor, no dia 19 de janeiro.

Uma autoridade sênior do Hamas afirmou à agência Reuters que os ataques significavam o rompimento unilateral, por parte de Israel, do acordo de cessar-fogo.

Três casas foram atingidas em Deir al-Balah, no centro de Gaza, além de um edifício na Cidade de Gaza e alvos em Khan Yunis e Rafah, no sul do território, de acordo com médicos e testemunhas.

A escalada da violência ocorre em meio a um desacordo entre Israel e o Hamas sobre como avançar com o cessar-fogo, inicialmente com três fases previstas.

Mediadores de países árabes, apoiados pelos Estados Unidos, não conseguiram resolver as diferenças entre as duas partes em conflito nas negociações realizadas nas últimas duas semanas. A Casa Branca afirmou nesta segunda que Israel consultou os EUA antes de realizar os ataques.

O gabinete do primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirma que o Hamas “rejeitou todas as ofertas que recebeu” do enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e dos outros mediadores.

“Por orientação do escalão político, as Forças de Defesa de Israel e o Shin Bet [serviço de segurança interna] estão atacando extensivamente alvos terroristas do Hamas em toda a Faixa de Gaza”, disseram as duas organizações em uma declaração conjunta.

As negociações estancaram em discordâncias a respeito de como continuar a trégua. Inicialmente, a previsão era de que as forças de Israel se retirassem completamente de Gaza na fase 2, que deveria ter começado no início de fevereiro.

Embora Israel tenha assinado o acordo, Netanyahu insiste que o país não encerrará a guerra até que as capacidades de governo e militares do grupo terrorista sejam destruídas.

De acordo com o jornal The Times of Israel, Tel Aviv se recusou a realizar conversas sobre os termos da segunda fase, que deveriam começar em 3 de fevereiro.

O cessar-fogo, no entanto, permaneceu em vigor por pouco mais de duas semanas, enquanto os mediadores trabalhavam para negociar novos termos para extensão do trato.

Outros episódios de violência ocorreram nesse meio tempo, demonstrando a fragilidade da trégua que agora cai por terra. No último dia 8, um ataque aéreo israelense matou dois palestinos em Rafah –o Exército israelense afirmou que os aviões atacaram um drone que cruzou de Israel para o sul de Gaza e que “vários suspeitos” teriam tentado recolher o material.

No dia 2 de março, Netanyahu propôs o plano “para estender o cessar-fogo temporário por 50 dias”, com o objetivo de rediscutir a segunda fase do pacto. O plano previa a libertação de metade dos reféns restantes imediatamente, com o restante solto caso um acordo fosse alcançado.

O Hamas não concordou com as mudanças, e Israel bloqueou a entrada de ajuda humanitária em Gaza para pressionar o grupo terrorista.

Com duração de 42 dias, a primeira fase do acordo previa, além da trégua temporária das hostilidades, a libertação de 33 do total dos cerca de 100 reféns israelenses que continuavam nas mãos do Hamas, parte deles mortos –outros 5 tailandeses também foram sendo soltos pela facção no período.

Em troca, 2.000 palestinos detidos em prisões israelenses foram libertados, e Israel retirou suas tropas de algumas de suas posições em Gaza durante esse período.

Mais cedo, o Exército de Tel Aviv anunciou também ataques em locais no sul do Líbano e no sul da Síria.

Ao menos 2 pessoas morreram e 19 ficaram feridas após ataques aéreos israelenses em Daraa, no sul da Síria, segundo a agência estatal de notícias síria Sana.

O Exército de Israel confirmou os ataques e afirmou que os alvos eram quartéis-generais militares e locais contendo armas e equipamentos militares.

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