Mais um capítulo da novela envolvendo o secretário Marcão Gomes e o deputado estadual Rodrigo Bacellar.
O ex-presidente da Câmara de vereadores foi metralhado na tarde de ontem por Rodrigo, em o que já séria uma réplica. Em entrevista ao jornal Folha, eis que nasce a tréplica do braço direito político de Rafael Diniz, que não exitou, inclusive, ao citar o próprio pai do parlamentar, Marcos Bacellar, pra cutuca-lo.
Marcão respondeu: “Se a urna pune, não foi a mim. Fui o candidato a deputado federal de Campos mais votado, com 40,9 mil votos. Rodrigo, no total, teve 26,1 mil a deputado estadual. No município, fiz mais de 20 mil votos, enquanto ele não passou dos 13,2 mil”, avaliou. Sobre as críticas da sua gestão como presidente da Câmara disse: “Ao contrário do que ele (Rodrigo) diz, eu deixei quase R$ 1 milhão nas contas do Legislativo. No contrato de porteiros e vigilantes, reduzimos drasticamente os valores em relação a gestões anteriores”, finalizou.
O secretário não perdoou o que chamou de ingratidão por parte de Rodrigo.
“Triste é se beneficiar do apoio do governo e depois negar, jurando de pé junto. Além do seu pai, (o hoje ex-vereador) Marcos Bacellar, ele teve também o do edil Jairinho e diversas outras lideranças da administração. Não é todo mundo que tem gratidão. Rodrigo não deve nada a mim, mas ao governo. Todo mundo que está na política sabe que ele foi ajudado. Mas pode ser mais cômodo negar e tentar mostrar um cacife que, na verdade, o deputado não tem”.
Será que teremos novos capítulos dessa novela?


