Putin quer exercício militar com Coreia do Norte e China contra os EUA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo de Vladimir Putin afirmou nesta segunda (4) estar estudando exercícios militares inéditos com a Coreia do Norte, ditadura aliada do Kremlin e da China, que poderá participar das manobras que farão frente à crescente assertividade bélica dos Estados Unidos na região.

A afirmação foi feita pelo ministro Serguei Choigu (Defesa) à agência estatal Tass. Ressaltando que falava em caráter pessoal, o embaixador russo em Pyongyang, Alexander Matsegora, afirmou que “a necessidade de alguma resposta conjunta parece apropriada”, à luz dos “constantes exercícios conduzidos pelos EUA e seus aliados” Coreia do Sul e Japão.

Nos últimos meses, a cooperação militar entre Moscou e Pyongyang aprofundou-se, gerando críticas dos EUA. Para a Casa Branca, a visita que Choigu fez ao país de Kim Jong-un para celebrar os 70 anos do armistício da guerra que dividiu a península coreana prova que os norte-coreanos estão prontos para ajudar Putin em seu esforço de guerra na Ucrânia.

Pyongyang tem amplos estoques e capacidade produtiva de munição para artilharia, vital para a as operações russas, com a vantagem da comunalidade dos padrões bélicos empregados pelos dois países: a Coreia do Norte usa material de origem soviética e chinesa.

É uma via de duas mãos, com os russos podendo auxiliar os norte-coreanos em seu ambicioso programa de mísseis balísticos para uso convencional e nuclear. Analistas apontam indícios de que Moscou forneceu motores para um modelo capaz de atingir os EUA testado em 2017, embora nenhum dos lados confirme isso.

A aproximação entre os países ocorre em meio ao momento de maior tensão na península nos últimos anos. Após Kim acelerar seus testes com mísseis balísticos, assustando particularmente o Japão, o governo de Joe Biden respondeu de forma diferente da usual: em vez de abrir negociações, escalou o enfrentamento militar.

Assim, os EUA criaram com Seul um grupo de trabalho para o caso de guerra nuclear e enviaram pela primeira vez desde 1981 um submarino equipado com ogivas atômicas para o Sul. Biden, que já havia promovido o renascido militarismo de Tóquio, realizou uma cúpula inédita com líderes japonês e sul-coreano no mês passado.

De lá para cá, aumentaram o número de manobras militares com os parceiros, como junto à costa da ilha sul-coreana de Jeju semana passada, ao mesmo tempo em que fazia um grande exercício com Seul, inclusive simulando ataques com bombardeiros estratégicos B-1B.

Isso levou Pyongang a protestar e a realizar duas simulações de ataque nuclear tático contra os sul-coreanos, com lançamento de mísseis reais desarmados. Agora é a vez de a crise se ampliar no escopo da Guerra Fria 2.0 entre Pequim e Washington, com os lados bem definidos.

A influência do conflito na Ucrânia já havia se refletido na região do Indo-Pacífico, com o grupo Quad (EUA, Japão, Índia e Austrália) admoestando Xi Jinping a não se animar a fazer o mesmo contra Taiwan, apesar das diferenças históricas entre a ilha autônoma e o país independente europeu.

Xi segue como o maior apoiador de Putin, e tem estreitado laços militares com patrulhas conjuntas e exercícios. No ano passado, como é usual a China participou da maior manobra anual russa, que sempre ocorre em setembro em uma das principais regiões militares russa –no caso, o jogo de guerra Vostok (Oriente).

Neste ano, seria a vez pela rotação do exercício Zapad (Ocidente), que ocorreu a última vez em 2021 e envolve forças russas e de Belarus. Com 200 mil militares, aquela manobra foi vista como um ensaio para a invasão subsequente da Ucrânia.

Mas Choigu afirmou à Tass que a guerra impede sua realização, de forma jocosa. “Não, este ano nós estamos fazendo exercícios na Ucrânia”, afirmou.

Além de necessitar de homens e equipamento, uma manobra no momento em que Belarus, aliada de Moscou e seu títere militar, se estranha com os vizinhos da Otan [aliança militar ocidental] na Polônia e nos Estados Bálticos poderia gerar atritos potenciais perigosos.

Ainda assim, eles seguem, com manobras frequentes da Rússia na região de Kaliningrado, exclave ensanduichado entre Polônia e Lituânia. No próximo sábado (9), a Otan fará, por sua vez, o primeiro exercício visando deter um ataque russo com forças navais no mar Báltico.

Fique por dentro!

Para ficar sabendo de tudo que acontece em Campos e região, siga o nosso instagram @ClickCampos

SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS

ClickCampos: Um portal de notícias de Campos 24 horas por dia

ClickCampos é conhecido por sua cobertura abrangente de eventos locais e outros temas significativos. Além disso, este resumo abordará a estrutura, conteúdo e relevância do site, com atualizações de Campos 24 horas por dia.

Estrutura do ClickCampos

O site desempenha um papel crucial na comunicação regional, servindo como a principal fonte de notícias para Campos dos Goytacazes 24 horas por dia. Portanto, abrange temas variados como política, economia, cultura e esportes, estabelecendo-se como um ponto de referência essencial para os residentes e interessados em notícias locais.

Interface e Usabilidade

A interface do ClickCampos é projetada para facilitar a navegação. Ela apresenta categorias de notícias de maneira clara e inclui uma função de busca eficiente. Consequentemente, a usabilidade do site é vital para seu sucesso, impactando diretamente na experiência do usuário.

Conteúdo e Engajamento com notícias de Campos 24 horas por dia.

O conteúdo do ClickCampos é constantemente atualizado, garantindo que as informações sejam sempre pertinentes e atuais. Além disso, o site proporciona uma variedade de artigos, editoriais e uma seção de vídeos, que enriquecem a oferta de conteúdo e aumentam o engajamento dos usuários de Campos 24 horas por dia. Por outro lado, a seção de comentários estimula a formação de uma comunidade ativa.

Redes Sociais

A presença de ClickCampos nas redes sociais é crucial para ampliar seu alcance e eficácia. Ademais, as redes sociais modernizam o acesso às informações, aumentam a visibilidade das notícias e facilitam o engajamento direto com a comunidade.

Ampliação do Alcance

As redes sociais permitem que ClickCampos alcance uma audiência mais ampla e diversificada. Por exemplo, ao compartilhar notícias no Facebook e no Twitter, o site consegue atrair especialmente os jovens, que talvez não o acessassem diretamente.

Engajamento e Interatividade

As redes sociais oferecem uma plataforma para engajamento direto com o público. Usuários podem comentar, compartilhar e interagir, o que não só aumenta a visibilidade das notícias, mas também promove discussões valiosas para a comunidade.

Resposta Rápida e Cobertura em Tempo Real

ClickCampos utiliza as redes sociais para fornecer atualizações rápidas e cobertura de eventos ao vivo, sendo essencial durante emergências. Essa prática reforça sua posição como uma fonte de notícias locais confiável. Notícias de Campos 24 horas por dia

Conclusão

ClickCampos é mais do que um simples site de notícias com atualizações de Campos 24 horas por dia; é uma plataforma integral para a comunidade de Campos dos Goytacazes. Além disso, a dedicação à reportagem local não só informa, mas também molda a interação comunitária. Finalmente, a otimização contínuaque o site expanda seu impacto e mantenha sua relevância na era digital.