Rússia e Ucrânia trocam ataques e se acusam sobre trégua

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – De forma previsível, Rússia e Ucrânia passaram as horas iniciais de seu primeiro cessar-fogo na guerra iniciada em 2022 trocando acusações e bombardeios com drones. Ainda há muita confusão e desconfiança, mas também pequenos avanços.

 

Começando por eles, aparentemente ambos os lados respeitaram em grande medida o primeiro item acordado com a mediação dos Estados Unidos na terça (25), a suspensão dos ataques mútuos contra a infraestrutura energética.

Aparentemente porque Moscou disse ter havido uma tentativa de ação contra uma estação de distribuição de gás em Kursk, que foi evitada por baterias antiaéreas. Já em Briansk, uma subestação de transmissão de eletricidade foi atingida por destroços de drones, deixando consumidores sem luz no distrito de Komarichski.

Já a Ucrânia alegou ter havido um blecaute no porto do mar Negro de Mikolaiv, mas depois explicou que ele foi programado para evitar sobrecarga na sua combalida rede elétrica em meio a um ataque.

Isso dito, não houve os apagões maciços que a Ucrânia se acostumou a sentir no inverno deste ano, nem a Rússia teve de apagar incêndios em refinarias no sul do país. Os avanços param por aí.

Os russos lançaram, segundo Kiev, 117 drones contra o país, a maioria contra Krivii Rih, a terra natal do presidente Volodimir Zelenski, e Mikolaiv. Foram abatidos 58, disse a Força Aérea. A Rússia não divulgou o total de aeronaves-robôs usadas contra seu território.

Nesta manhã, Zelenski disse que os ataques mostram que Vladimir Putin não quer a paz e pediu para que Donald Trump aplique mais sanções a Moscou, como forma de pressionar a implementação de um cessar-fogo mais amplo.

“Lançar tais ataques em larga escala após uma negociação de cessar-fogo é um sinal claro a todo o mundo de que Moscou não vai perseguir a paz verdadeira”, escreveu o ucraniano no X.

O Kremlin respondeu dizendo que os ataques respeitaram os termos acertados com os EUA, evitando centrais elétricas, linhas de transmissão, refinarias, usinas hidrelétricas ou nucleares. Pode parecer cínico, mas é o que está no papel.

Por outro lado, os russos insistiram que só vão colocar em vigor o cessar-fogo no mar Negro, a outra provisão do acordo da véspera, se sua capacidade de exportação de fertilizantes e outros produtos agrícolas pela região for plenamente restabelecida.

Aí vem o pulo do gato: para isso ocorrer, é necessário que sejam levantadas sanções a algumas instituições que azeitam tais negócios, a começar pelo Rosselkhozbank (Banco Agrícola Russo).

Na terça, Trump havia dito que iria examinar a possibilidade, o que pode abrir a porta para o primeiro fim de uma punição econômica a Moscou desde o começo do conflito. Isso está sendo visto em Kiev e na Europa como uma concessão gratuita aos russos, já telegrafada anteriormente pelo presidente americano.

Em encontro com Emmanuel Macron no qual a França se comprometeu a doar mais € 2 bilhões a Kiev, Zelenski disse esperar que os EUA não cedam a Putin nesse quesito. A seu lado, o líder francês disse que “é muito cedo parar levantar sanções” contra a Rússia. Já o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, repetiu o chefe e disse que estava analisando a questão.

A ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, que está de saída do cargo, disse que o Ocidente não pode se deixar enganar. “É bom que os EUA estejam tentando mediar. Ao mesmo tempo, nós não devemos nos enganar e, acima de tudo, não devemos nos deixar cegar pelo presidente russo.”

A jogada do Kremlin é astuta, pois neste momento o mar Negro não é um teatro vital da guerra como já foi. Apenas uma fração dos ataques aéreos contra a Ucrânia parte de navios e submarinos lá postados, e mesmo isso tem sido raro.

Logo, Moscou pode vender a adesão ao cessar-fogo como uma concessão sem perder muito militarmente, e potencialmente ganhando bastante do ponto de vista econômico. Do ponto de vista de Kiev, o fim de ataques a portos pode facilitar a vida de seus exportadores.

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