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Chega a 14 número de feridos após incêndio em plataforma da Petrobras

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A Petrobras divulgou nota nesta tarde informando que mais 13 trabalhadores ficaram feridos após o incêndio na Plataforma PCH-1 (Cherne 1), na Bacia de Campos, a cerca de 130 quilômetros da costa de Macaé, no Rio de Janeiro.

 

Com isso, o número de feridos chega a 14. Mais cedo, a empresa havia informado que um prestador de serviço da companhia sofreu queimaduras leves e estava consciente. O funcionário caiu no mar durante o acidente.

“O trabalhador resgatado no mar se encontra em atendimento hospitalar em terra, consciente e estável. Outros 13 trabalhadores que prestam serviço para a companhia foram classificados como feridos e também estão recebendo atendimento em hospital da região”, diz a nota divulgada agora à tarde pela empresa.

 

Segundo a Petrobras, desde o ano de 2020, a Plataforma PCH-1 (Cherne 1) não produz petróleo.

De acordo com o coordenador-geral do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) e diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Sergio Borges Cordeiro, 176 trabalhadores estavam a bordo da plataforma.

“O escoamento de gás foi interrompido, as comunicações da plataforma caíram e embarcações de emergência foram acionadas. O Sindipetro-NF acompanha o caso e cobra providências urgentes”, escreveu Cordeiro nas redes sociais.

A Petrobras informou que as demais pessoas que estão na plataforma estão bem e que “uma comissão será formada para apurar as causas do incidente”.

Acidentes em 2024

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as atividades de exploração e produção de petróleo no país registraram 731 acidentes no ano passado.

De acordo com os dados, 183 pessoas ficaram feridas, sendo 78 com gravidade, e uma morte foi registrada.

A Petrobras divulgou nota nesta tarde informando que mais 13 trabalhadores ficaram feridos após o incêndio na Plataforma PCH-1 (Cherne 1), na Bacia de Campos, a cerca de 130 quilômetros da costa de Macaé, no Rio de Janeiro.

Com isso, o número de feridos chega a 14. Mais cedo, a empresa havia informado que um prestador de serviço da companhia sofreu queimaduras leves e estava consciente. O funcionário caiu no mar durante o acidente.

“O trabalhador resgatado no mar se encontra em atendimento hospitalar em terra, consciente e estável. Outros 13 trabalhadores que prestam serviço para a companhia foram classificados como feridos e também estão recebendo atendimento em hospital da região”, diz a nota divulgada agora à tarde pela empresa.

Segundo a Petrobras, desde o ano de 2020, a Plataforma PCH-1 (Cherne 1) não produz petróleo.

De acordo com o coordenador-geral do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) e diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Sergio Borges Cordeiro, 176 trabalhadores estavam a bordo da plataforma.

“O escoamento de gás foi interrompido, as comunicações da plataforma caíram e embarcações de emergência foram acionadas. O Sindipetro-NF acompanha o caso e cobra providências urgentes”, escreveu Cordeiro nas redes sociais.

A Petrobras informou que as demais pessoas que estão na plataforma estão bem e que “uma comissão será formada para apurar as causas do incidente”.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as atividades de exploração e produção de petróleo no país registraram 731 acidentes no ano passado.

De acordo com os dados, 183 pessoas ficaram feridas, sendo 78 com gravidade, e uma morte foi registrada.

 

Tralli e jornalistas da Globo embarcam rumo à Itália para cobrir morte do papa Francisco

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MARIA PAULA GIACOMELLI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Globo prepara uma cobertura especial sobre a morte de papa Francisco, nesta segunda-feira (21), aos 88 anos. César Tralli, apresentador do Jornal Hoje, embarcou rumo à Itália no início da tarde.

 

O jornalista afirmou em vídeo publicado nas redes sociais que, além dele, profissionais do Rio de Janeiro e de Londres se encaminham para Roma.

“Levo na bagagem um farto material de leitura e muita disposição para colaborar com nosso jornalismo neste momento histórico da perda do papa Francisco. A gente se vê logo mais então direto de Roma”, completou.
Na cobertura do conclave em 2013, que definiu a escolha do novo papa após a renúncia de Bento 16, Patrícia Poeta, então âncora do Jornal Nacional, foi enviada a Roma para reforçar a cobertura ao lado de Ilze Scamparini, correspondente da Globo na Itália.

A CNN Brasil também vai enviar jornalistas para a cobertura, como Márcio Gomes, que fica em São Paulo. Américo Martins, sediado em Londres, também está a caminho de Roma.

Descontrole fiscal interessa a tiranos, diz Zema em crítica indireta a Lula

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ARTUR BÚRIGO
OURO PRETO, MG (FOLHAPRESS) – Em cerimônia de entrega da medalha da Inconfidência Mineira, o governador Romeu Zema (Novo) citou Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, para afirmar que a gastança e o descontrole fiscal interessam apenas a governos tiranos.

 

Apesar de não ter citado diretamente o presidente Lula (PT), Zema tem criticado com frequência o governo federal durante discursos públicos e em publicações nas redes. Ele é tido como um dos pré-candidatos às eleições presidenciais de 2026.

“Tiradentes é a nossa inspiração e, assim como ele, nós sabemos que só interessa a governos tirânicos os altos impostos, a gastança e o descontrole fiscal, que escravizam e impedem o exercício da liberdade”, disse Zema.

Nesta segunda, Dia de Tiradentes (21), a capital de Minas Gerais é transferida simbolicamente para Ouro Preto, cidade histórica onde o maior símbolo da Inconfidência foi enforcado, esquartejado e teve sua cabeça exibida em praça pública no dia 21 de abril de 1792.

O movimento foi um levante separatista liderado pela elite socioeconômica de Minas Gerais contra a cobrança de dívidas e impostos pela coroa portuguesa no fim do século 18. Tiradentes era um dos únicos participantes de origem popular.

Na data, o governo de Minas tradicionalmente também entrega honrarias a personalidades que se considera que contribuem com o estado. A principal delas é o “grande colar”, concedido a chefes de Estado, de governo e dos demais Poderes da União. Ela foi criada em 1952 pelo então governador Juscelino Kubitschek.

Neste ano, o homenageado foi o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Ele foi o escolhido por um conselho formado por autoridades dos três Poderes do estado, além de universidades e outras instituições.

Na leitura do discurso de pouco mais de cinco minutos, Motta também lembrou Tiradentes e disse que a democracia brasileira foi construída após rupturas e retrocessos.

“Nossa democracia é jovem, ainda imperfeita, mas viva. É fruto da resistência, da coragem, do trabalho incansável de tantos brasileiros. E é também [alvo de] uma vigília constante”, disse o presidente da Câmara.

Após seu discurso, ele deixou a cerimônia para ir a São João del Rei, onde participou de homenagens aos 40 anos da morte de Tancredo Neves, primeiro civil eleito após 21 anos da ditadura militar (1964-1985) e que faleceu em 21 de abril de 1985.

O presidente da Câmara foi ao evento a convite do deputado Aécio Neves (PSDB-MG).

As participações são as primeiras de Motta após o recesso informal de uma semana instituído por ele para a Casa. Durante a semana da Páscoa, a Câmara realizou apenas sessões virtuais, e as reuniões das comissões foram canceladas.

A ausência foi interpretada por aliados como uma tentativa de diminuir a pressão para que seja pautado o projeto de anistia aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Motta não citou o projeto em seu discurso.
O governador de Minas é um defensor da proposta e chegou a publicar um vídeo em tom religioso em que relaciona a anistia ao perdão dos cristãos.
Ele também apoia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), réu sob acusação de liderar uma tentativa de golpe de Estado em 2022.

Após o STF (Supremo Tribunal Federal) aceitar a denúncia contra o ex-mandatário em março, Zema o chamou de “maior liderança da oposição”.
“Espero que a Justiça seja feita e que ele recupere seus direitos políticos”, escreveu em rede social.

Nesta segunda, em seu discurso, no qual Motta não estava presente, o governador disse que os governantes devem entender a liberdade em seu sentido mais amplo.

“Embora o Brasil tenha um regime democrático consolidado, com garantias asseguradas pela Constituição, a liberdade -infelizmente- não está assegurada. Sinto confiança que Motta tem a mesma percepção sobre o que é a liberdade”, disse Zema, que também não citou diretamente o projeto de anistia.

Veja as palavras finais do testamento de Papa Francisco

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JOSÉ HENRIQUE MARIANTE
BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – O Vaticano divulgou o testamento do papa Francisco. Ele traz a data de 29 de junho de 2022, quando o pontífice sentiu “que o ocaso de minha vida terrena está se aproximando”.

 

O documento versa apenas sobre seu local de sepultamento. “Minha vida e meu ministério sacerdotal e episcopal sempre confiei à Mãe de Nosso Senhor, Maria Santíssima. Peço, portanto, que meus restos mortais repousem à espera do dia da ressurreição na basílica papal de Santa Maria Maggiore”, escreveu Jorge Bergoglio, que será o primeiro papa em 122 anos a ser sepultado fora do Vaticano.

O pontífice deu instruções sobre onde deveria ser enterrado dentro da nave e, coerente com seu papado, dispensou ostentações: “O sepulcro deve ser na terra, simples, sem decoração especial e com a única inscrição: Franciscus”.
O testamento termina com um agradecimento às pessoas que rezaram por ele: “O sofrimento que se tornou presente na última parte de minha vida eu ofereci ao Senhor pela paz no mundo e pela fraternidade entre os povos”. 

Por que o papa Francisco criticou exposição com Jesus crucificado em avião militar

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Papa Francisco, morto nesta segunda-feira (21), aos 88 anos, censurou uma exposição de arte em Buenos Aires, sua cidade natal. Se tratava da mostra “León Ferrari: Obras 1954-2004”, que reunia obras do artista argentino. Entre elas, uma peça controversa, que irritou Francisco, mostrava Jesus crucificado em um avião militar americano, numa crítica ao uso da religião para justificar violência.

 

À época, em 2004, Francisco ainda era cardeal, e era conhecido apenas como Jorge Bergoglio. Escreveu uma carta pastoral, onde disse que a exposição era uma blasfêmia e que estava triste por ver uma mostra daquele tipo num espaço cultural “sustentado pelo dinheiro que cristãos e pessoas de boa vontade contribuem por meio de seus impostos”.

Ferrari, o artista, disse que as críticas foram um excelente tipo de publicidade para seu trabalho, e que a polêmica fez bem a ele. Apesar disso, a controvérsia levou ao fechamento da exposição.

Várias das obras de Ferrari criticam a Igreja Católica. Ele uniu, por exemplo, imagens de santos a objetos como raladores de queijo. À Folha, o artista disse que Jesus foi intolerante e fascista.

Parte do acervo da mostra criticada pelo papa Francisco foi exibido na exposição “León Ferrari: Entre Ditaduras”, no Masp, em São Paulo, há dez anos.
O anúncio da morte do papa foi feito pelo cardeal Kevin Farrell, por meio de uma mensagem de vídeo do Vaticano, nesta segunda. “Queridos irmãos e irmãs, é com profunda tristeza que devo anunciar a morte de nosso Santo Padre Francisco”, disse Farrell. “Às 7h35 desta manhã (2h35 de Brasília), o bispo de Roma, Francisco, retornou à casa do Pai.”

Cursinhos populares abrem inscrições a partir de 22 de abril

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A partir de terça-feira (22), o Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), abre as inscrições para a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP). A iniciativa selecionará 130 propostas de cursinhos populares gratuitos voltados a preparar estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros vestibulares que dão acesso às instituições de ensino superior. 

 

O edital foi publicado no site da Fiocruz. 

As inscrições poderão ser feitas no portal Prosas até o dia 6 de maio. Terão prioridade os cursinhos populares que não recebem apoio financeiro direto ou indireto. A relação com todos os inscritos deverá ser divulgada em 7 de maio, no

portal do MEC.

 

O objetivo da CPOP é garantir suporte técnico e financeiro para a preparação dos estudantes da rede pública socialmente desfavorecidos, em especial negros, indígenas e pessoas com deficiência, que buscam ingressar no ensino superior. 

As propostas dos cursinhos deverão estar alinhadas às Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio e ao conteúdo programático do Enem, com carga horária mínima de 20 horas semanais. Também é necessário contemplar atividades complementares de promoção da saúde e de formação antirracista, anticapacitista e de promoção da cidadania. 

Segundo o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Hugo Silva, os cursinhos populares são trincheiras de resistência e de luta pela democratização do acesso ao ensino superior

“Em um país marcado pela desigualdade, são nesses espaços, em conjunto com a política de cotas, que se constroem estratégias e ferramentas para avançar na educação superior para juventude periférica”, afirma.

“Por isso, é urgente que esses cursinhos sigam existindo e se inscrevam no edital da Rede Nacional de Cursinhos Populares, para obter apoio didático, financeiro e de capacitação para professores”, acrescenta Hugo.

Com um investimento inicial de R$ 24,8 milhões para o ciclo 2024-2025, a rede apoiará 130 cursinhos já no primeiro ano, beneficiando até 5.200 estudantes do Brasil. Até 2027, o valor global chega a R$ 99 milhões, com cerca de 324 cursinhos populares apoiados.  

CPOP

Os principais objetivos da Rede Nacional de Cursinhos Populares são: 

  • fortalecer cursinhos pré-vestibulares populares e comunitários; 
  • elaborar orientações focadas no Enem para a estruturação e a implementação de ações de formação nos cursinhos da Rede; 
  • preparar os estudantes, ampliando a possibilidade de acesso ao ensino superior, principalmente de pessoas negras e indígenas; 
  • contribuir para retomada do interesse do jovem brasileiro pelo Enem, que voltou a crescer em 2023; 
  • e contribuir para a ocupação de vagas em cursos de graduação de instituições federais.  

* Colaborou a repórter Daniella Almeida

A partir de terça-feira (22), o Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), abre as inscrições para a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP). A iniciativa selecionará 130 propostas de cursinhos populares gratuitos voltados a preparar estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros vestibulares que dão acesso às instituições de ensino superior. 

O edital foi publicado no site da Fiocruz. 

As inscrições poderão ser feitas no portal Prosas até o dia 6 de maio. Terão prioridade os cursinhos populares que não recebem apoio financeiro direto ou indireto. A relação com todos os inscritos deverá ser divulgada em 7 de maio, no portal do MEC.

O objetivo da CPOP é garantir suporte técnico e financeiro para a preparação dos estudantes da rede pública socialmente desfavorecidos, em especial negros, indígenas e pessoas com deficiência, que buscam ingressar no ensino superior. 

As propostas dos cursinhos deverão estar alinhadas às Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio e ao conteúdo programático do Enem, com carga horária mínima de 20 horas semanais. Também é necessário contemplar atividades complementares de promoção da saúde e de formação antirracista, anticapacitista e de promoção da cidadania. 

Segundo o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Hugo Silva, os cursinhos populares são trincheiras de resistência e de luta pela democratização do acesso ao ensino superior

“Em um país marcado pela desigualdade, são nesses espaços, em conjunto com a política de cotas, que se constroem estratégias e ferramentas para avançar na educação superior para juventude periférica”, afirma.

“Por isso, é urgente que esses cursinhos sigam existindo e se inscrevam no edital da Rede Nacional de Cursinhos Populares, para obter apoio didático, financeiro e de capacitação para professores”, acrescenta Hugo.

Com um investimento inicial de R$ 24,8 milhões para o ciclo 2024-2025, a rede apoiará 130 cursinhos já no primeiro ano, beneficiando até 5.200 estudantes do Brasil. Até 2027, o valor global chega a R$ 99 milhões, com cerca de 324 cursinhos populares apoiados.  

Os principais objetivos da Rede Nacional de Cursinhos Populares são: 

* Colaborou a repórter Daniella Almeida

 

Rebeca vence prêmio do ‘Oscar do esporte’ e quebra tabu para o Brasil

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ALEXANDRE ARAUJO E BRUNO MADRID
MADRI, ESPANHA E SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Rebeca Andrade voltou a escrever seu nome na história do esporte brasileiro. A ginasta foi a vencedora da categoria “Retorno do Ano” no Laureus World Sports Awards, o “Oscar do Esporte”.

 

Rebeca quebrou um tabu de duas décadas: é a primeira mulher brasileira a ganhar uma estatueta no Laureus. O evento ocorre anualmente desde 2000 e, desta vez, tem Madri como sede.

A ginasta superou cinco concorrentes para conseguir o feito inédito: o nadador americano Caeleb Dressel, a esquiadora suíça Lara Gut-Behrami, o motociclista espanhol Marc Márquez, o jogador de críquete indiano Rishabh Pant e a nadadora australiana Ariarne Titmus.

O “Retorno do Ano” homenageia esportistas que superaram desafios, voltaram a competir em alto nível e conseguiram resultados expressivos. Rebeca, por exemplo, empilhou medalhas nas últimas Olimpíadas após passar por três cirurgias complexas no joelho.

O Brasil já havia sido premiado no Laureus em diferentes segmentos, mas sempre na categoria masculina: Bob Burnquist (melhor atleta de esportes de ação do ano), seleção brasileira (equipe do ano após vencer a Copa do Mundo), Ronaldo (Retorno do Ano) e Daniel Dias (Paratleta do ano).

“Houve momentos na minha carreira em que temi nunca mais voltar ao que era antes -e, para todos nós, não há nada maior do que os Jogos Olímpicos. Quando olho para as quatro medalhas que trouxe de Paris, vejo o apoio que recebi da minha família, dos meus companheiros de equipe e dos meus treinadores durante minha jornada”, disse Rebeca.

Vaticano confirma morte do papa por AVC e colapso cardiovascular

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Um boletim médico oficial divulgado nesta segunda-feira (21) pela Santa Sé informa que o papa Francisco foi vítima de um acidente vascular cerebral (AVC), seguido por coma e colapso cardiovascular irreversível.

 

O relatório de óbito é assinado pelo professor Andrea Arcangeli, diretor da Direção de Saúde e Higiene do Estado da Cidade do Vaticano. A morte foi constatada por meio de registro eletrocardiotanatográfico, método que identifica o momento exato da parada cardíaca (7h35 no horário local; 2h35 no horário de Brasília).

O documento também informa que o papa apresentava histórico clínico de insuficiência respiratória aguda, pneumonia multimicrobiana bilateral, bronquiectasias múltiplas, hipertensão arterial e diabetes tipo 2.

 

“Declaro que as causas da morte, segundo meu conhecimento e consciência, são aquelas indicadas acima”, afirmou Arcangeli no relatório.

A Santa Sé ainda não divulgou detalhes sobre as cerimônias fúnebres nem sobre os próximos passos do Vaticano com relação à sucessão papal.

Um boletim médico oficial divulgado nesta segunda-feira (21) pela Santa Sé informa que o papa Francisco foi vítima de um acidente vascular cerebral (AVC), seguido por coma e colapso cardiovascular irreversível.

O relatório de óbito é assinado pelo professor Andrea Arcangeli, diretor da Direção de Saúde e Higiene do Estado da Cidade do Vaticano. A morte foi constatada por meio de registro eletrocardiotanatográfico, método que identifica o momento exato da parada cardíaca (7h35 no horário local; 2h35 no horário de Brasília).

O documento também informa que o papa apresentava histórico clínico de insuficiência respiratória aguda, pneumonia multimicrobiana bilateral, bronquiectasias múltiplas, hipertensão arterial e diabetes tipo 2.

“Declaro que as causas da morte, segundo meu conhecimento e consciência, são aquelas indicadas acima”, afirmou Arcangeli no relatório.

A Santa Sé ainda não divulgou detalhes sobre as cerimônias fúnebres nem sobre os próximos passos do Vaticano com relação à sucessão papal.

Dinheiro acaba e eu não sou de economizar, diz Maria Gladys

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LEONARDO VOLPATO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em dificuldades financeiras, a atriz Maria Gladys contou em entrevista ao Domingo Espetacular (Record) que nunca teve como hábito guardar dinheiro para fazer o famoso “pé de meia”. A arista, de 85 anos, tem mais de 60 anos dedicados à arte.

 

“Dinheiro acaba e eu não sou de economizar, é para gastar. Eu como bem, (tomo) boa bebida. Nunca o dinheiro deu para comprar uma casa. É caro e eu não sou herdeira”, disse.

Atualmente, Maria mora de permuta numa pousada em Santa Rita de Jacutinga, no interior de Minas Gerais. Mas ela já esteve bem melhor. A atriz contou que já morou na Avenida Atlântica, de frente para o mar, em Copacabana, num dos endereços mais caros do Rio.

Mas tudo mudou e hoje sua única renda fixa é uma aposentadoria de pouco mais de R$ 2.800. Segundo a filha Maria Thereza, a mãe “não entende que não tem dinheiro”. “Vire e mexe a gente está fazendo vaquinha para ela.”

Na semana passada, Maria Thereza havia usado as redes sociais para afirmar que a mãe estaria nas ruas e precisando de ajuda financeira.

No último dia 14, a atriz negou estar em situação de vulnerabilidade: “Estou lúcida, estou ótima, cheia de gás!”.

Após 20 anos na Globo, Carol Barcellos cria videocast com Maria Clara Salgado

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LEONARDO VOLPATO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Videocasts, programas de entrevistas na internet, não são novidade. Mas Carol Barcellos, 43, uniu-se à amiga e e ex-jogadora de vôlei de praia Maria Clara Salgado, 41, com a proposta de fazer um programa diferente.

 

A jornalista diz que a ideia de criar o Muito Além do Esporte foi fruto de uma inquietação, da vontade de fazer coisas novas, depois de 20 anos na Globo. A proposta é promover conversas sobre esporte e vida entre pessoas de diferentes áreas de atuação. “O critério para a escolha dos convidados é ter uma pessoa do esporte e outra não, mas cujos papos se conectem. Tem uma certa ousadia nisso. Vira um mergulho profundo num tema. Ouvir algumas pessoas já vale a pena”, diz.

A primeira temporada do Muito Além do Esporte terá ao todo oito episódios, lançados quinzenalmente no YouTube, Spotify, Deezer e Apple Music. No programa de estreia, em 8 de abril, participaram o jogador do Flamengo Danilo e o jornalista Tiago Rogero. Ao lado das apresentadoras, os convidados abordaram o tema “chegada ou recomeço” e contaram um pouco sobre seus projetos, conquistas e desafios.

O episódio que deve ir ao ar nesta terça (22) terá a campeã mundial de wrestling (luta livre) Aline Silva e a escritora Conceição Evaristo. Já o terceiro, previsto para ser veiculado no dia 6 de maio, terá o encontro entre Ney Matogrosso e o ator Gabriel Leone, que interpretou Ayrton Senna na série da Netflix.

“Os papos acabam se entrelaçando em encontros que ninguém imaginaria, mas que são necessários. O Ney, por exemplo, é um daqueles convidados dos sonhos. Nem acreditei quando ele aceitou”, comenta ela, que se diz esperançosa para que o programa vá em frente e ganhe uma segunda temporada. Até o último episódio, a nadadora Joanna Maranhão, a ex-jogadora de vôlei Fabi Alvim e a chef Kátia Barbosa marcarão presença no videocast.

SAÍDA DA GLOBO E NOVOS PLANOS
Foi após concluir seu trabalho nos Jogos Olímpicos de Paris, em agosto do ano passado, que Carol pediu demissão da Globo, onde trabalhava desde 2004. Segundo ela, essa decisão não foi tomada de uma hora para a outra e foi fruto de uma inquietação.

“Entrei na emissora como estagiária e por lá fiz minha vida profissional inteira. Aprendi muito. Mas acabou o ciclo. Deixei o canal sem saber quais seriam os próximos passos. Fiquei tanto tempo empregada que nem sabia como era estar disponível no mercado de trabalho”, diz.

A jornalista rapidamente acertou sua entrada para a CNBC Brasil, onde comanda o programa de lifestyle Planeta, aos sábados, às 21h30, e aos domingos, às 20h30.

Carol conta que um dia percebeu que já tinha vivido todas as experiências possíveis no canal. Não seria exagero afirmar que a tal zona de conforto a deixou desconfortável, de certa forma. “Estava na hora de me arriscar, e o videocast é um exemplo disso. Nele, não sou só uma apresentadora, mas uma produtora. Nunca tinha feito algo tão intenso. É como um programa de TV”, aponta.

O pedido de demissão aconteceu em agosto, mas alguns meses antes, em fevereiro, Carol e o repórter Marcelo Courrege assumiram que estavam namorando. A partir disso, a vida particular dos jornalistas começou a virar assunto, sobretudo após ambos serem acusados de traição por Renata Heilborn, ex-repórter da Globo e ex-esposa de Courrege.

Sem entrar a fundo no mérito da questão, Carol explica que sua saída não teve a ver com esse episódio. “São decisões diferentes. Minha vida pessoal nunca fez parte da minha trajetória profissional e nem fará. Na vida, todos passam por turbulências, e eu sempre me apego ao mundo real.”

A jornalista, que durante o Campeonato Paulista trabalhou na Cazé TV como âncora de alguns dos pré-jogos transmitidos no YouTube, afirma que esse ano tem o intuito de fazer mais reportagens especiais para seu programa da CNBC, incluindo viagens, e que não se vê deixando o esporte de lado. “Faz parte da minha rotina, mas tenho desejo de experimentar outras áreas ainda”, explica.

Chuva intensa alaga ruas e invade casas em São Fidélis

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Foto: Divulgação SFNOTICIAS

Uma tempestade com fortes rajadas de vento, raios e trovões provocou alagamentos em diversas ruas de São Fidélis entre a noite de sábado (19) e a madrugada deste domingo (20). O temporal surpreendeu moradores e visitantes, já que a cidade está em clima de festividade, e muitos veículos circulavam pelas vias no momento da chuva.

De acordo com a estação pluviométrica da Agência Nacional das Águas (ANA), foram registrados 45 milímetros de chuva em menos de 40 minutos, o maior volume em curto período desde janeiro. Em alguns pontos, a água chegou a invadir residências e causou transtornos a motoristas, com carros danificados pelos alagamentos.

Alcolumbre decreta luto de sete dias no Senado em homenagem ao papa Francisco

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) decretou nesta segunda-feira (21) luto de sete dias no Senado em homenagem ao papa Francisco.

 

“Como presidente do Senado Federal, decretei luto oficial de 7 dias em respeito ao Papa Francisco. Essa é uma forma de reconhecer sua trajetória de dedicação ao próximo, sua grandeza moral, espiritual e humanitária, que deixa um legado que transcende fronteiras e religiões”, escreveu Alcolumbre em uma rede social.

Leia Também: Apesar de diferenças, conhecê-lo foi uma honra, diz Milei sobre papa; veja repercussão da morte

Moraes nega pedido de Filipe Martins para circular em Brasília

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CAROLINA NOGUEIRA
BRASÍLIA, DF (UOL/FOLHAPRESS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido de Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do governo Jair Bolsonaro (PL), para circular livremente em Brasília na próxima semana, durante o julgamento da denúncia contra ele por tentativa de golpe de Estado.

 

O julgamento está marcado para ocorrer na terça (22) e quarta-feira (23). A defesa de Martins havia solicitado que ele pudesse circular pela capital durante o dia, mas Moraes negou o pedido e reiterou a decisão anterior, que autorizava apenas sua presença no STF durante o julgamento.

O ministro já havia permitido a vinda de Martins a Brasília, mas restringiu os deslocamentos ao trajeto entre o aeroporto, o hotel e a sede do Supremo.

Segundo Moraes, “a autorização para acompanhar o julgamento corresponde a uma excepcional alteração da situação do denunciado, em respeito ao princípio da ampla defesa, mas não significa uma verdadeira licença para fazer turismo ou atividades políticas em Brasília, uma vez que o denunciado encontra-se no cumprimento de diversas medidas cautelares diversas da prisão”.

Martins integra o núcleo dois da denúncia do golpe, composto por autoridades de segundo escalão do governo Bolsonaro que, segundo a acusação, atuaram para manter o ex-presidente no poder mesmo após sua derrota para Lula (PT). De acordo com a denúncia, coube a Martins levar a Bolsonaro a primeira versão da minuta golpista, além de oferecer apoio jurídico à trama.

Há um mês, o advogado de Martins, Sebastião Coelho, causou tumulto durante a sessão que analisava a denúncia contra Bolsonaro. Ele tentou entrar no plenário sem estar inscrito e foi barrado pela segurança do STF. Do lado de fora da sala, gritou, atrapalhou os trabalhos e acabou detido por desacato, sendo liberado pouco tempo depois.

O núcleo dois, do qual Martins faz parte, é classificado como “gerencial” pela PGR (Procuradoria Geral da República). O grupo teria atuado na organização do plano para reverter o resultado das eleições e impedir a posse de Lula (PT).

Incêndio em motor obriga avião a fazer pouso de emergência nos EUA

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Um avião da companhia aérea norte-americana Delta Air Lines precisou fazer um pouso de emergência, nesta segunda-feira, no Aeroporto Internacional de Orlando, nos Estados Unidos, após um dos motores pegar fogo.

 

O Airbus A330 havia acabado de decolar com destino ao Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson Atlanta, com 200 passageiros a bordo, quando o motor entrou em chamas. A aeronave retornou ao aeroporto de Orlando, e os passageiros desembarcaram na pista por meio dos escorregadores de emergência (você pode ver o momento no vídeo no topo do texto).

Segundo a CNN Internacional, a Administração Federal de Aviação está investigando o incidente.

“A tripulação do voo da Delta seguiu os procedimentos para evacuar a cabine de passageiros quando foram observadas chamas no tubo de escape de um dos dois motores do avião”, explicou a Delta AirLines, num comunicado.

Aos passageiros, a companhia aérea agradeceu a “cooperação” e pediu “desculpas por esta experiência”.

“Nada é mais importante do que a segurança e as equipes da Delta vão trabalhar para levar os nossos clientes aos seus destinos finais o mais rapidamente possível”, garantiu a companhia aérea norte-americana.

Enquanto as equipes de manutenção estiverem examinando o avião, a Delta vai garantir o transporte dos passageiros para os destinos finais em outros aviões.

Leia Também: Francisco será o primeiro papa em 122 anos enterrado fora do Vaticano

Trump reitera homenagem ao papa Francisco e diz que trará ‘religião de volta para a América’

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou condolências ao papa Francisco, que morreu nesta segunda-feira, 21. “Acabei de assinar uma ordem executiva para posicionar as bandeiras em homenagem ao papa Francisco”, disse o republicano, complementando comentário feito mais cedo em sua rede social.

 

 

A fala foi feita em discurso de abertura para evento de Páscoa na Casa Branca.

 

Trump acrescentou que pretende “trazer a religião de volta para a América” e desejou que os americanos aproveitem os próximos “quatro bons anos” de comemorações sob a sua gestão.

 

O presidente norte-americano comentou ainda sobre o aumento nos números de recrutamento do exército militar e da política dos EUA, afirmando que os resultados mostram que “algo especial acontece com o país”.

Leia Também: Charles III reage à morte do Papa: “Compaixão e compromisso incansável”

México vai proibir publicidade estrangeira após anúncio dos EUA

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“Hoje ou amanhã serão enviadas [as medidas] ao Congresso para que nenhum governo estrangeiro ou qualquer entidade de qualquer governo estrangeiro possa pagar. A questão é que estão pagando para poder divulgar esses anúncios, essa propaganda, que tem uma mensagem discriminatória”, declarou a Presidente, em uma coletiva de imprensa.

 

A líder mexicana acrescentou que o anúncio circula na televisão há “alguns meses” e foi exibido no fim de semana durante os jogos de futebol, no qual Noem transmite uma “mensagem do presidente Donald Trump para o mundo: se estão pensando em entrar ilegalmente nos Estados Unidos, nem pensem nisso”.

“Vou ser clara: se vierem para o nosso país e violarem nossas leis, nós os processaremos. Criminosos não são bem-vindos nos Estados Unidos”, afirmou Kristi Noem, no anúncio.

Sheinbaum, dessa forma, pretende reativar um trecho da Lei Federal de Telecomunicações que foi revogado em 2014, durante o governo de Enrique Peña Nieto (2012–2018).

Com essa medida, governos estrangeiros não poderão pagar a veículos de comunicação tradicionais ou redes sociais para divulgar propaganda no México.

“Os concessionários de rádio e televisão no país não poderão transmitir propaganda política, ideológica ou comercial de governos ou entidades estrangeiras, nem permitir que os meios de comunicação que operam sob sua concessão sejam utilizados para fins que possam influenciar assuntos internos”, afirmou.

Claudia Sheinbaum informou que o Conselho Nacional para Prevenção da Discriminação (Conapred) enviou uma carta aos veículos de comunicação pedindo a retirada do anúncio de Noem, por “conter uma mensagem discriminatória, atentar contra a dignidade humana e poder incentivar atos de rejeição ou violência contra migrantes”.

“Por essa razão, convidamos vocês a retirar o ‘spot’, a fim de contribuir para a construção de uma sociedade sem discriminação, como estabelecido em nossa Constituição”, concluiu o órgão vinculado ao Ministério do Interior (Segob).

A mensagem de Noem, que visitou o México em 28 de março, reflete a crescente pressão de Trump sobre o governo mexicano para conter o fluxo de drogas e migrantes.

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Apesar de diferenças, conhecê-lo foi uma honra, diz Milei sobre papa; veja repercussão da morte

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente da Argentina, Javier Milei, lamentou, assim como outros líderes mundiais, a morte do papa Francisco, o primeiro líder da Igreja Católica latino-americano. O argentino Jorge Mario Bergoglio morreu aos 88 anos semanas após internação prolongada causada por um quadro de pneumonia. Veja abaixo a repercussão.
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“É com profunda dor que tomo conhecimento nesta triste manhã que o papa Francisco, Jorge Bergoglio, morreu hoje e se encontra descansando em paz. Apesar de diferenças, que hoje são menores, ter podido conhecê-lo em sua bondade e sabedoria foi uma verdadeira honra para mim.”
Javier Milei
Presidente da Argentina

“Descanse em paz, papa Francisco! Que Deus o abençoe e todos aqueles que o amavam!”
Donald Trump
Presidente dos Estados Unidos

“Fiquei feliz em vê-lo ontem, embora ele estivesse evidentemente muito doente. Mas sempre me lembrarei dele pela homilia que ele proferiu logo nos primeiros dias da COVID. Foi realmente muito bonito.”
J. D. Vance
vice-presidente dos EUA

“O Papa Francisco retornou à casa do Pai. Esta é uma notícia que nos entristece profundamente, pois um grande homem e um grande pastor nos deixa. (…) Saudamos o Santo Padre com o coração cheio de tristeza, mas sabemos que ele agora está na paz do Senhor.”
Giorgia Meloni
Primeira-ministra da Itália

“Sua Santidade será lembrado por sua compaixão, sua preocupação com a unidade da Igreja e por seu compromisso incansável com as causas comuns de todas as pessoas de fé e com aquelas de boa vontade que trabalham em benefício dos outros.”
Rei Charles 3º
Monarca do Reino Unido

“De Buenos Aires a Roma, o Papa Francisco queria que a Igreja levasse alegria e esperança aos mais pobres. Que ela una as pessoas entre si e com a natureza. Que essa esperança cresça continuamente além dele.”
Emmanuel Macron
presidente da França

“Estou profundamente entristecido com a morte de Sua Santidade, o papa Francisco. Seus esforços incansáveis na defesa de um mundo mais justo deixarão um legado duradouro.”
Keir Starmer
Primeiro-ministro do Reino Unido

“Minhas mais sinceras condolências pela morte da Sua Santidade, o papa Francisco. Ao longo dos anos de seu papado, ele promoveu o diálogo entre as Igrejas Ortodoxa Russa e Católica Romana, bem como cooperação construtiva entre a Rússia e a Santa Sé.”
Vladimir Putin
Presidente da Rússia

“O Papa Francisco sempre será lembrado como um farol de compaixão, humildade e coragem espiritual. Ele serviu fielmente aos pobres e oprimidos e acendeu um espírito de esperança. Seu afeto pelo povo da Índia sempre será reconhecido. Que sua alma encontre paz junto a Deus.”
Narendra Modi
Primeiro-ministro da Índia

“Ele sabia como dar esperança, aliviar o sofrimento por meio da oração, e promover a união. Ele rezou pela paz na Ucrânia e pelos ucranianos. Lamentamos a morte do papa Francisco junto de todos os católicos que se apoiavam nele. Memória eterna!”
Volodimir Zelenski
Presidente da Ucrânia

“Lamentamos profundamente o falecimento do inesquecível papa Francisco. Os gestos de afeto e proximidade que transmitiu a nossos compatriotas sempre foram valorizados pelos cubanos.”
Miguel Díaz-Canel
Dirigente de Cuba

“Com profunda tristeza em nosso corações, nos despedimos de Sua Santidade, o papa Francisco, um líder espiritual que dedicou sua vida à humildade e à Justiça. Seu legado de compaixão, de luta pelos mais vulneráveis, seu chamado incansável pela paz e seu amor por nossa pátria permanecerão para sempre como farol de esperança.”
Nicolás Maduro
Ditador da Venezuela

“O papa Francisco era aquele líder raro que nos fazia querer ser pessoas melhores. Em sua humildade e gestos simples e profundos, como abraçar os enfermos, pregar aos sem-teto, lavar os pés de presos, ele nos sacudiu de nossa apatia e nos lembrou que todos estamos unidos por obrigações morais para com Deus e uns aos outros.”
Barack Obama
Ex-presidente dos EUA

“Morre o papa Francisco, um humanista que optou pelos pobres, a paz e a igualdade. Deixa um grande legado de verdadeiro amor ao próximo. Para os católicos e os não-católicos, é uma grande perda. Tê-lo conhecido foi uma grande honra e privilégio. Descanse em paz.”
Claudia Sheinbaum
Presidente do México

“É com grande pesar que Jill e eu recebemos a notícia do falecimento de Sua Santidade, o papa Francisco. Ele não era como os que o antecederam, e será lembrado como um dos líderes mais importantes do nosso tempo. Sou uma pessoa melhor por tê-lo conhecido (..) acima de tudo, ele era um papa para todos. Era o papa do povo, uma luz de fé, esperança e amor.”
Joe Biden
Ex-presidente dos EUA

“Hoje, o mundo lamenta o falecimento do papa Francisco. Ele inspirou milhões, muito além da Igreja Católica, com sua humildade e amor pelos desafortunados. Que todos aqueles que sentem essa perda profunda encontrem conforto no fato de que o legado de Francisco nos guiará para um mundo mais justo e pacífico.”
Ursula von der Leyen
Presidente da Comissão Europeia

“Durante seus doze anos de pontificado, foi inabalável em sua preocupação com aqueles que não podiam levantar suas vozes. Ele não tinha medo de se sentir desconfortável. Nas conversas que tive com ele, defendeu enfaticamente a construção de pontes mesmo em conflitos aparentemente intransponíveis. Sempre tinha em mente o mundo em toda a sua diversidade.”
Angela Merkel
Ex-primeira-ministra da Alemanha

“Era o rosto de uma igreja mais humana, com os pés no chão, sem deixar de olhar para o céu. Sentiremos a sua falta, Francisco, a tristeza que temos é infinita”
Cristina Kirchner
Ex-presidente da Argentina

Fiéis depositam buquês na porta da casa onde Francisco viveu na juventude

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DOUGLAS GAVRAS
BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – Fiéis depositaram buquês na porta da casa onde viveu o papa Francisco em sua juventude, no bairro de Flores, em Buenos Aires.

 

Para o contador Julián Xavier, 54, o papa foi um exemplo de bondade e empatia. “É o argentino mais importante da história e em sua memória devemos ser pessoas mais gentis.”

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Fiéis lotam Catedral da Sé em missa para homenagear papa Francisco

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Os bancos e corredores da Catedral da Sé, no centro da capital paulista, ficaram lotados no início da tarde desta segunda-feira (21) para acompanhar a missa em homenagem ao papa Francisco, que morreu pela manhã. A missa, que teve início às 12h, foi celebrada pelo cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo.

 

No altar, ao lado de muitas flores, estava uma foto do papa. “Hoje fomos surpreendidos com a notícia do falecimento do papa Francisco. O papa Francisco, se eu pudesse dizer, escolheu um belo dia para morrer: uma segunda-feira da Páscoa, para dizer que a morte é redimida pela vida e pela ressurreição”, disse o cardeal aos fiéis ao iniciar a celebração.

Durante a homilia, o cardeal exaltou a vida de Francisco e sua missão junto à Igreja Católica. “O papa Francisco deixou uma marca importante na vida da Igreja e da humanidade. Naturalmente, nesses dias se farão muitas análises sobre a vida e o pontificado do papa Francisco. Mas uma coisa é certa: primeiramente, ele foi uma pessoa muito

 humana. E assim foi até o final. Nunca escondeu sua condição humana, mesmo em sua fragilidade. Não escondeu sua condição de cadeirante, quando não pôde mais caminhar. Não escondeu sua condição de enfermo, quando já tomava medicamentos muito fortes para as dores que sofria e suas artroses. E, mesmo no hospital, durante as semanas de internação, ele pediu que não fosse escondida sua condição de enfermo”, disse o cardeal.

Para dom Odilo, o papa deixa um grande exemplo de vida para a humanidade.

“Desde os pobres, os idosos, as crianças não desejadas, passando pelos migrantes indesejados, pelos refugiados, por aqueles que economicamente não contam e por aqueles que, ideologicamente ou religiosamente, pensam ou fazem diferente de nós, o papa Francisco deixou muito forte essa mensagem: não podemos descartar a pessoa humana. Todos são sempre filhos de Deus e, quanto mais sofre ou quanto mais é frágil, tanto mais merece nossa atenção e nosso cuidado. A condição humana é sim, também uma questão de fragilidade, não só de força ou eficiência. Creio que essa é uma mensagem do papa Francisco, de que esse mundo precisa estar presente para não ficar um mundo desumano.”

A fala de dom Odilo foi acompanhada por uma multidão presente na Catedral da Sé para homenagear o papa. Entre esses fiéis estava Elza Rosa, de 74 anos. Em pé, esperando pelo início da missa, ela disse à reportagem que o papa “era uma pessoa excelente”.

“Está doendo muito. A gente ama muito ele. Ele era uma pessoa santa e muito querida. Ele foi muito bom para nós, para o Brasil e para o mundo”, disse.

 “Ele era tão humilde que ficou sempre ao lado dos mais necessitados. Ele deu a vida pela unidade e pela paz no mundo. É uma grandeza muito infinita.”

 

“O papa Francisco não tinha preconceito com nada”, ressaltou a consultora óptica Dina Cavallari, 60 anos.

“Desde a pessoa mais humilde, independente de crença ou de sexualidade, ele sempre teve uma mente muito aberta. Gostava dele porque ele apoiava todas as classes. A igreja lotada hoje dá uma demonstração de muito carinho e de uma perda muito grande para nós”, lamentou Dina Cavallari.

Para a consultora, o novo papa, que será escolhido em conclave, deve “ter um pensamento mais atual para dar seguimento ao que está acontecendo no mundo hoje e ser um papa atualizado com a situação em que o mundo se encontra”.

Coletiva

Pouco antes de celebrar a missa na Sé, o cardeal dom Odilo Scherer conversou com jornalistas e falou sobre a importância do papa Francisco para a Igreja Católica. “Nós temos muito agradecer a Deus pela vida do papa Francisco que foi escolhido como pontífice no Conclave 2013 e deu uma grande contribuição para a Igreja dar passos adiante na linha da prática do Concílio Vaticano II”, exaltou. “Um dos destaques desse pontificado foi a continuidade da implantação do Concílio Vaticano II no que diz respeito à própria Igreja, de tornar a Igreja realmente mais missionária, não voltada para dentro ou apenas cuidando de si, mas uma Igreja para o mundo.”

 

Outro aspecto que ele citou como importante desse pontificado foi o de ter “coragem em tomar medidas novas, drásticas e fazer legislações novas para corrigir uma chaga moral existente no meio de membros do clero”.

Essas chagas, explicou depois o cardeal, se referem a denúncias de abusos e de pedofilia dentro da Igreja Católica. “O papa Bento XVI já levou muito a sério essas questões, por exemplo, de corrupção moral, pedofilia e abusos sexuais dentro do clero. O papa Francisco prosseguiu nisso e fez uma legislação para claramente limpar essas situações que, naturalmente, atingem uma porcentagem muito pequena no clero. Mas acaba que todo o clero leva a fama”, disse.

“O papa Francisco, justamente, pôs a mão nessa chaga e, felizmente, também com bastante firmeza e êxito. Mas isso não significa que isso está resolvido porque essa é uma condição humana que sempre pode voltar. Por isso mesmo requer tanto um cuidado com a escolha dos candidatos quanto cuidado na formação para que os sacerdotes não caiam nessa situação, não caiam nessa tentação”, completou.

Segundo ele, o papa Francisco também será lembrado por ter deixado como legado a escolha por cardeais de fora do eixo europeu. “O papa escolheu muitos cardeais de regiões mais periféricas da Igreja, até mesmo em países onde a presença da Igreja é mínima para dar ocasião de ouvir e de participar”, disse. “O papa Francisco se preocupou com as periferias do mundo. As periferias sociais, as geográficas e, até mesmo, as periferias econômicas e também dentro da igreja”, acrescentou.

Os bancos e corredores da Catedral da Sé, no centro da capital paulista, ficaram lotados no início da tarde desta segunda-feira (21) para acompanhar a missa em homenagem ao papa Francisco, que morreu pela manhã. A missa, que teve início às 12h, foi celebrada pelo cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo.

No altar, ao lado de muitas flores, estava uma foto do papa. “Hoje fomos surpreendidos com a notícia do falecimento do papa Francisco. O papa Francisco, se eu pudesse dizer, escolheu um belo dia para morrer: uma segunda-feira da Páscoa, para dizer que a morte é redimida pela vida e pela ressurreição”, disse o cardeal aos fiéis ao iniciar a celebração.

 

Durante a homilia, o cardeal exaltou a vida de Francisco e sua missão junto à Igreja Católica. “O papa Francisco deixou uma marca importante na vida da Igreja e da humanidade. Naturalmente, nesses dias se farão muitas análises sobre a vida e o pontificado do papa Francisco. Mas uma coisa é certa: primeiramente, ele foi uma pessoa muito humana. E assim foi até o final. Nunca escondeu sua condição humana, mesmo em sua fragilidade. Não escondeu sua condição de cadeirante, quando não pôde mais caminhar. Não escondeu sua condição de enfermo, quando já tomava medicamentos muito fortes para as dores que sofria e suas artroses. E, mesmo no hospital, durante as semanas de internação, ele pediu que não fosse escondida sua condição de enfermo”, disse o cardeal.

Para dom Odilo, o papa deixa um grande exemplo de vida para a humanidade.

“Desde os pobres, os idosos, as crianças não desejadas, passando pelos migrantes indesejados, pelos refugiados, por aqueles que economicamente não contam e por aqueles que, ideologicamente ou religiosamente, pensam ou fazem diferente de nós, o papa Francisco deixou muito forte essa mensagem: não podemos descartar a pessoa humana. Todos são sempre filhos de Deus e, quanto mais sofre ou quanto mais é frágil, tanto mais merece nossa atenção e nosso cuidado. A condição humana é sim, também uma questão de fragilidade, não só de força ou eficiência. Creio que essa é uma mensagem do papa Francisco, de que esse mundo precisa estar presente para não ficar um mundo desumano.”

A fala de dom Odilo foi acompanhada por uma multidão presente na Catedral da Sé para homenagear o papa. Entre esses fiéis estava Elza Rosa, de 74 anos. Em pé, esperando pelo início da missa, ela disse à reportagem que o papa “era uma pessoa excelente”.

“Está doendo muito. A gente ama muito ele. Ele era uma pessoa santa e muito querida. Ele foi muito bom para nós, para o Brasil e para o mundo”, disse.

 

Também em pé, próximo ao altar, estava Milton Moreira, 80 anos, que destacou  a humildade do papa. “Ele era tão humilde que ficou sempre ao lado dos mais necessitados. Ele deu a vida pela unidade e pela paz no mundo. É uma grandeza muito infinita.”

“O papa Francisco não tinha preconceito com nada”, ressaltou a consultora óptica Dina Cavallari, 60 anos.

“Desde a pessoa mais humilde, independente de crença ou de sexualidade, ele sempre teve uma mente muito aberta. Gostava dele porque ele apoiava todas as classes. A igreja lotada hoje dá uma demonstração de muito carinho e de uma perda muito grande para nós”, lamentou Dina Cavallari.

Para a consultora, o novo papa, que será escolhido em conclave, deve “ter um pensamento mais atual para dar seguimento ao que está acontecendo no mundo hoje e ser um papa atualizado com a situação em que o mundo se encontra”.

Pouco antes de celebrar a missa na Sé, o cardeal dom Odilo Scherer conversou com jornalistas e falou sobre a importância do papa Francisco para a Igreja Católica. “Nós temos muito agradecer a Deus pela vida do papa Francisco que foi escolhido como pontífice no Conclave 2013 e deu uma grande contribuição para a Igreja dar passos adiante na linha da prática do Concílio Vaticano II”, exaltou. “Um dos destaques desse pontificado foi a continuidade da implantação do Concílio Vaticano II no que diz respeito à própria Igreja, de tornar a Igreja realmente mais missionária, não voltada para dentro ou apenas cuidando de si, mas uma Igreja para o mundo.”

 

Outro aspecto que ele citou como importante desse pontificado foi o de ter “coragem em tomar medidas novas, drásticas e fazer legislações novas para corrigir uma chaga moral existente no meio de membros do clero”.

Essas chagas, explicou depois o cardeal, se referem a denúncias de abusos e de pedofilia dentro da Igreja Católica. “O papa Bento XVI já levou muito a sério essas questões, por exemplo, de corrupção moral, pedofilia e abusos sexuais dentro do clero. O papa Francisco prosseguiu nisso e fez uma legislação para claramente limpar essas situações que, naturalmente, atingem uma porcentagem muito pequena no clero. Mas acaba que todo o clero leva a fama”, disse.

“O papa Francisco, justamente, pôs a mão nessa chaga e, felizmente, também com bastante firmeza e êxito. Mas isso não significa que isso está resolvido porque essa é uma condição humana que sempre pode voltar. Por isso mesmo requer tanto um cuidado com a escolha dos candidatos quanto cuidado na formação para que os sacerdotes não caiam nessa situação, não caiam nessa tentação”, completou.

Segundo ele, o papa Francisco também será lembrado por ter deixado como legado a escolha por cardeais de fora do eixo europeu. “O papa escolheu muitos cardeais de regiões mais periféricas da Igreja, até mesmo em países onde a presença da Igreja é mínima para dar ocasião de ouvir e de participar”, disse. “O papa Francisco se preocupou com as periferias do mundo. As periferias sociais, as geográficas e, até mesmo, as periferias econômicas e também dentro da igreja”, acrescentou.

Cristina Buarque, irmã de Chico Buarque, é velada no Rio

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Cristina Buarque, irmã de Chico Buarque, está sendo velada nesta segunda-feira (20) no Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro.

 

Amigos e familiares se despedem da Cristina. Ela faleceu aos 74 anos.

Cristina é filha do sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, autor do clássico “Raízes do Brasil”, e de Maria Amélia Alvim Buarque de Holanda. Ela é irmã de Chico Buarque, Miúcha e Ana de Hollanda.

CARREIRA
Começou a carreira na música nos anos 1960. Em 1974, ela gravou o primeiro álbum, “Cristina”, que conta com o sucesso “Quantas Lágrimas”.

Durante a trajetória profissional, a cantora sempre fez questão de perpetuar a obra de grandes sambistas, como Dona Ivone Lara, Noel Rosa, Wilson Batista e Candeia.

Avessa aos holofotes, Cristina era chamada de “Chefia” e considerada uma enciclopédia do gênero musical. Nos últimos anos, ela comandou uma roda de samba em Paquetá, no Rio de Janeiro, onde morava.