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LeBron revela relação distante com Michael Jordan

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(UOL/FOLHAPRESS) – LeBron James revelou em entrevista no programa Pat McAfee Show que sua relação com Michael Jordan não é das mais próximas.
O astro do Los Angeles Lakers acredita que muito disso se deve à mentalidade competitiva de MJ, ainda considerado por muitos o melhor jogador da história da NBA.

 

O QUE ACONTECEU

Indagado se tem uma boa relação com Jordan, LeBron respondeu que sim, mas que não se falam. Para o astro dos Lakers, a “culpa” disso é a competitividade de Jordan que, mesmo aposentado do basquete desde 2003, supostamente ainda vê LeBron como um rival em quadra.

“Sim, temos [uma boa relação]. Nós não nos falamos. Acho que é porque ainda estou jogando. Todos nós conhecemos MJ, Ele é o competidor mais implacável que existe”, disse o astro do basquete.

LeBron acredita que a relação entre os dois pode melhorar assim que ele também se aposentar.

“Até eu me aposentar e ele não precisa me ver correndo com o número 23, e toda vez que falarem meu nome mencionarem o nome dele junto, até lá ele deve estar ‘Eu não quero falar com você'”, disse.

Maior nome do basquete na atualidade, LeBron James é constantemente comparado com Jordan, considerado por muitos o GOAT (maior da história na sigla em inglês) da modalidade.

Com passagens por Cleveland Cavaliers, Miami Heat e Los Angeles Lakers, LeBron é o maior pontuador da história da NBA, com mais de 40 mil pontos somente na temporada regular. O jogador usa a camisa 23 em homenagem a Jordan, que eternizou o número atuando no Chicago Bulls.

No duelo comparativo entre ambos, pesa o fato de Jordan ter seis títulos da NBA, dois a mais que LeBron, e nunca ter perdido uma final. Jordan também tem mais prêmios de melhor jogador das finais (MVP), também em vantagem por seis a quatro na comparação.

Mulher que pichou “Perdeu, mané” pede perdão em depoimento ao STF

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A cabelereira Débora Rodrigues dos Santos, acusada de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e de pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, pediu perdão e disse que se arrependeu de ter participado dos atos. 

 

As declarações foram feitas durante depoimento prestado em novembro do ano prestado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que foi anexado ao processo a que a ré responde na Corte.

Ela está presa e responde a uma ação penal pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada. O julgamento que vai decidir se Débora será condenada começou na semana passada, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro Luiz Fux.

Antes da suspensão do julgamento, o relator do caso, Alexandre de Moraes, votou para condenar Débora a 14 anos de prisão em regime fechado.

Depoimento

No depoimento prestado a um juiz auxiliar de Alexandre de Moraes, Débora Rodrigues disse que saiu de Paulínia (SP) e chegou a Brasília no dia 7 de janeiro de 2023, um dia antes dos atos golpistas, permanecendo em frente ao quartel do Exército, local onde se concentravam manifestantes a favor da intervenção militar no país.

Ela confessou que pichou a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, que está localizada em frente ao STF, mas afirmou que foi induzida por um desconhecido e que, “no calor do momento”, praticou o ato e utilizou um batom.

“Não foi nada premeditado. Sou uma cidadã do bem. Fui aos atos e não imaginava que seria tão conturbado desse jeito que foi. Fui por conta própria, de ônibus. Quando me deparei, não fazia ideia do bem financeiro simbólico daquela estátua. Quando eu estava lá, já tinha alguém fazendo a pichação. Faltou um pouco de malícia da minha parte”, disse Débora no depoimento.

A frase “Perdeu, mané” foi dita pelo presidente do Supremo, Luís Roberto Barroso, em novembro de 2022, após ser importunado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro durante um evento em Nova York, nos Estados Unidos.

Em outro trecho da oitiva, a ré declarou que não participou da depredação das instalações do STF, do Congresso e do Palácio do Planalto.

“Não adentrei em nenhum dos prédios do STF, nem no Congresso, nem no Planalto. Eu só fiquei naquela praça [dos Três Poderes]. Eu estava tirando fotos porque eu nunca tinha ido para Brasília. Eu nunca fiz nada de ilícito na minha vida”, afirmou.

Perdão

A acusada também pediu perdão e disse que não vai mais participar de manifestações políticas. Ela declarou que “pegou repulsa de política”.

“Queria pedir perdão para o Estado Democrático de Direito. Estar aqui [na prisão] me fez refletir muita coisa. Saber que tudo tem um processo, o país depende de hierarquias, que precisam ser respeitadas. Eu entendi isso. O Estado Democrático de Direito foi ferido com meu ato, jamais tive essa intenção. Foi algo isolado, que não vou repetir”, disse.

Filhos

Débora Rodrigues disse ainda que os filhos estão recebendo tratamento psicológico devido à ausência dela. Ela é mãe de dois meninos, um de 10 e outro de 12 anos.

“Eu sou uma mãe e nunca me afastei de meus filhos. Essa separação tem feito eles sofrerem demais. Isso tem feito minha família sofrer. No calor do momento, eu me senti diferente da pessoa que eu sou. Eu lembro que, uma semana antes, meu filho fez uma pergunta, coincidentemente, sobre escrita em um muro. Eu falei, filho isso é ilegal e não se faz porque é uma poluição visual”, completou.

Por que 14 anos?

O ministro Alexandre de Moraes votou para condenar Débora Rodrigues do Santos a 14 anos de prisão ao somar as penas de cinco crimes denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A pena ficou na média das demais condenações dos acusados de participar do 8 de janeiro. As penas variam entre 14 e 17 anos.

Conforme o voto pela condenação, os investigados pelos atos golpistas cometeram crimes multitudinários, ou seja, de autoria coletiva. Dessa forma, eles respondem conjuntamente pelos cinco crimes.

A soma para chegar à pena de 14 anos foi feita da seguinte forma:

Abolição violenta do Estado Democrático de Direito (4 anos e 6 meses);Golpe de Estado: (5 anos);Associação criminosa armada (1 anos e 6 meses);Dano qualificado: (1 ano e 6 meses);Deterioração do patrimônio tombado (1 ano e 6 meses);

Regime Fechado: Penas maiores que oito anos começam em regime fechado.

Indenização de R$ 30 milhões: Todos os condenados pelo 8 de janeiro terão que pagar o valor solidariamente pelos dados causados com a depredação.

Defesa

Após o voto de Alexandre de Moraes pela condenação, os advogados Hélio Júnior e Tanieli Telles afirmaram que receberam o voto do ministro com “profunda consternação”. Segundo a defesa, o voto pela condenação a 14 anos de prisão é um “marco vergonhoso na história do Judiciário brasileiro”.

Os advogados também afirmaram que Débora nunca teve envolvimento com crimes e classificaram o julgamento como “político”.

“Condenar Débora Rodrigues por associação armada apenas por ter passado batom em uma estátua não é apenas um erro jurídico – é pura perversidade. Em nenhum momento ficou demonstrado que Débora tenha praticado atos violentos, participado de uma organização criminosa ou cometido qualquer conduta que pudesse justificar uma pena tão severa”, disse a defesa.

Confira o resultado do concurso 2845 da Mega-Sena sorteado nesta quinta (27)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Caixa Econômica Federal sorteou na noite desta quinta-feira (27) o concurso 2845 da Mega-Sena, que tem o prêmio principal de R$ 31.555.392,81. Os números sorteados no Espaço da Sorte, em São Paulo, foram: 10 – 31 – 40 – 52 – 54 – 56.

 

A aposta simples para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser feita até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio em uma casa lotérica ou pela internet, por meio do aplicativo Loterias Caixa ou pelo site de loterias da Caixa.

A probabilidade de acerto para quem faz uma aposta de seis números (no valor de R$ 5) da Mega-Sena é de uma em mais de 50 milhões. Na aposta com sete números (que custa R$ 35), a chance sobe para uma em 7,1 milhões.

 

Xuxa diz que gostaria de ter acreditado menos nas pessoas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Completando 62 anos nesta quinta-feira (27), Xuxa foi convidada para celebrar o aniversário no programa de Ana Maria Braga.

 

Mesmo após quatro décadas de carreira, a apresentadora disse não entender porque os fãs a admiram. “Não entendo porque eles gostam de mim, não é questão de costume. Só aceito e recebo, mas não entendo.”

Perguntada por Ana sobre o que falaria para a Xuxa de 20 anos, a “rainha dos baixinhos” respondeu: “‘fale menos e acredite menos nas pessoas, não ache que todo mundo é igual a você’. E também namoraria mais, não beijei muito. Deveria ter ouvido menos as pessoas.”

O programa relembrou antigas celebrações de aniversário dela na atração e disputas de guerra de bolo entre as duas apresentadoras. “Hoje não podemos fazer isso porque estou com cabelo novo”, afirmou Xuxa sobre o implante capilar.

Ela afirmou que só tomar remédio não estava resolvendo, por isso passou pelo procedimento, que demorou de oito a 10 horas. “É um trabalho minucioso, muito tempo, trabalho artesanal.”

XUXA SÓ PARA BAIXINHOS

A aniversariante relembrou que o álbum educativo, lançado em 2000, não teve o patrocínio de ninguém. Para viabilizar a produção, ela disse ter precisado bancar do próprio bolso.

“Ninguém acreditava, tive que pagar. Achavam que não ia dar certo, que não ia ter público, mas até hoje acredito nisso. Mães comentam até hoje.” Agora, o álbum já está na 14ª edição, após um hiato de dez anos.

A atração exibiu um vídeo de Angélica, de quem é amiga. “Falei para ela que o táxi dela virou minha nave. Ela é muito especial.”

Junno Andrade e Sasha, marido e filha, também homenagearam a apresentadora. “Três pessoas muito importantes para mim.

Sem Raphinha, Barcelona vence Osasuna e mantém liderança do Espanhol

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Sem Raphinha, o Barcelona venceu o Osasuna nesta quinta-feira (27) por 3 a 0, em jogo pela 27ª rodada do Campeonato Espanhol.

 

Os gols da partida foram marcados por Ferran Torres, Dani Olmo, de pênalti, e Lewandowski. Com a vitória, o Barça se mantém líder com 63 pontos e, mesmo que o Real Madrid vença no próximo jogo, não pode ultrapassar o rival por ter duas vitórias a menos e 60 pontos no torneio. O Osasuna ocupa a 14ª posição, com 33.

Raphinha não atuou no confronto após ter sido convocado pela seleção brasileira, contra Colômbia e Argentina. O jogador não esteve nem no banco de reservas do Barcelona nesta quinta, após a vitória por 2 a 1 no primeiro duelo e a derrota por goleada para os maiores rivais, por 4 a 1, nas partidas pelas Eliminatórias.

As equipes voltam a campo no próximo domingo: o Barcelona enfrenta o Girona às 11h15 (de Brasília), enquanto o Osasuna duela contra o Athletico de Bilbao, às 13h30.

O primeiro gol da partida saiu aos 10 minutos de jogo, quando Ferran Torres deslizou para colocar no fundo da rede. O duelo começou dominado pelo Barça, que soube trabalhar com calma para obter a oportunidade que abriu o duelo. Após bela jogada trabalhada, Baldé cruzou para dentro da grande área e o espanhol finalizar.

O segundo tento aconteceu após Dani Olmo ser derrubado pelo goleiro Sergio Herrera. O atacante tentou encobrir o arqueiro e acabou caindo na grande área. O goleiro do Osasuna agarrou a penalidade, mas o árbitro do duelo pediu para que fosse cobrada novamente, após revisão do VAR. O camisa 20 bateu novamente e converteu, aos 20 minutos de partida.

Com 30 minutos do segundo tempo, o artilheiro Lewandowski marcou o último da equipe da casa e consagrou a vitória. Após belo contra-ataque do Barcelona, Fermín foi lançado em velocidade pela direita e cruzou para o polonês anotar de cabeça.

O Osasuna pouco criou novamente e não ofereceu perigo para o Barcelona. Os donos da casa controlaram o placar até os momentos finais da partida, quando ainda conseguiram ampliar o placar e perderam boas oportunidades de golear o Osasuna.

Gonet pede para arquivar investigação contra Bolsonaro por fraude em cartão de vacina

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu nesta quinta-feira (27) ao STF (Supremo Tribunal Federal) o arquivamento de investigações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso que apura a falsificação de certificados de vacinas contra a Covid-19.

 

De acordo com ele, não há elementos suficientes para justificar a responsabilização do ex-presidente.

Bolsonaro, o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, o deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ) e outras 14 pessoas foram indiciados pela Polícia Federal há um ano.

Cid foi preso por causa dessa investigação, deflagrada pela PF em maio de 2023. O ex-auxiliar de Bolsonaro passou quatro meses detido à época e deixou a cadeia após firmar um acordo de colaboração premiada.

A medida do Ministério Público ocorre um dia após Bolsonaro se tornar réu no STF no caso da trama golpista.

Defesa consegue habeas corpus, e ex-bailarina do Faustão deixa a prisão após quatro meses

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Depois de quatro meses presa na Cadeia Pública Feminina de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Natacha Horana está prestes a deixar o local. A defesa da ex-bailarina do Faustão conseguiu o habeas corpus, e agora ficará em prisão domiciliar.

 

Natacha é acusada de participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico de drogas. Segundo a denúncia da Justiça do Rio Grande do Norte, feita em novembro de 2024, a também empresária comprou itens de luxo e pagou viagens com dinheiro de organizações criminosas. Teriam sido movimentados R$ 15 milhões em dez anos sem origem comprovada.

O juiz Roberto Guedes Lima do TJ-RN (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte) foi quem concedeu o habeas corpus e a ex-bailarina deve sair da prisão na manhã desta sexta-feira (28). Após a soltura, ela ficará submetida a uma série de medidas cautelares estabelecidas pela Justiça, como o bloqueio das contas bancárias, a obrigatoriedade de comparecer aos atos do processo, a necessidade de comunicar viagens previamente e a proibição de contato com outros réus.

Em nota enviada à reportagem, o advogado Daniel Bialski celebrou a revogação da prisão, mas lamentou a “demora excessiva da Justiça em reconhecer a inexistência de indícios contra Natacha Horana”. A defesa ainda reconheceu que o processo seguirá e reforçou: “Temos plena convicção de que, ao final, a nossa cliente será inocentada das imputações que lhe recaem”.

Leia Também: Promotoria pede 18 meses de prisão e multa de R$ 123 mil contra Depardieu

Conmebol cria força-tarefa contra racismo liderada por Ronaldo

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A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou a criação de uma força-tarefa, liderada pelo ex-jogador Ronaldo Nazário, para trabalhar exclusivamente no combate ao racismo, discriminação e violência no futebol.

 

A iniciativa foi adotada nesta quinta-feira (27) após reunião na sede da entidade em Luque (Paraguai) com representantes de governo brasileiro, de associações afiliadas à Conmebol, de grêmios de jogadores de futebol e personalidades do futebol. Além de Ronaldo, a força-tarefa contará também com Fatma Samoura, ex-secretária-geral da Fifa e Sérgio Marchi, presidente da Federação Internacional de Jogadores Profissionais ( FIFpro).

 

 

O encontro de hoje na Conmebol ocorre após episódios reiterados de racismo contra atletas brasileiros, como o sofrido pelo atacante Luighi, de 18 anos, jogador do Palmeiras, durante partida pela Copa Libertadores Sub 20, no Paraguai, no início do mês. Ele foi alvo de ofensas racistas proferidas por um torcedor do Cerro Porteño, à beira do gramado. 

“Estamos agindo aqui hoje com responsabilidade e unidade para enfrentar os desafios futuros, superá-los e continuar no caminho do crescimento. Não queremos um debate sobre o passado, mas sim discutir o futuro. Tudo o que for dito aqui é para somar e melhorar o nosso esporte”, disse Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol, na abertura da reunião.

Após a reunião também foram anunciadas algumas medidas. Será criada uma lista de pessoas de pessoas proibidas de entrar nos estádios – entre elas os envolvidos em atos de racismo – em qualquer torneio na América do Sul e em outras competições pelo mundo. Também serão implementados programas educacionais voltados a jogadores, árbitros, clubes e torcedores, com o intuito de prover a conscientização e prevenção do racismo no futebol.

 

Léo Índio, réu por 8/1, diz que está na Argentina, e Moraes cobra explicações

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SÃO PAULO, SP, E BRASÍLIA, DF (UOL/FOLHAPRESS) – Réu acusado de golpe de Estado por causa dos ataques aos Três Poderes e com o passaporte apreendido, Léo Índio anunciou ontem que está na Argentina. A defesa do primo dos três filhos mais velhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), então, foi intimada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a dar explicações.

 

Leonardo Rodrigues de Jesus virou réu em 5 de março acusado de crimes relacionados aos ataques do 8 de Janeiro, como golpe de Estado e associação criminosa armada. Ainda em janeiro de 2023, o ministro Alexandre de Moraes determinou a apreensão e cancelamento de seus passaportes.

Léo Índio foi embora do país nos últimos dias. Ele vivia no sudoeste do Paraná, perto da fronteira com a Argentina –os países do Mercosul só exigem identidade para se cruzar a fronteira.

Em vídeo divulgado na quarta-feira (26), ele aparece ao lado de um corretor condenado pelo STF. Gilberto Ackerman está foragido na Argentina desde abril de 2024, como mostrou o UOL.

A ordem de Moraes não proíbe expressamente o réu de sair do país, e não há mandado de prisão contra ele. No entanto, um juiz criminal consultado pelo UOL entende que essa proibição estava implícita quando Moraes mandou apreender seus passaportes. De toda a forma, ele entende que, nos próximos dias, o STF vai ordenar um mandado de prisão, momento em que Léo Índio seria considerado fugitivo ou foragido.

Após a divulgação do caso, Moraes determinou que a defesa se explique em até 48 horas. “Intimem-se os advogados regularmente constituídos por Leonardo Rodrigues de Jesus para que prestem esclarecimentos, no prazo de 48 horas, sobre as notícias de que o réu teria se evadido do país.”

A defesa de Léo Índio disse ao UOL que só pode comentar o caso ao final do dia. No processo, os advogados dele negaram todos os crimes apontados na denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República). Eles sustentam que o réu “não financiou ou patrocinou” os ataques para um golpe de Estado, como demonstrou a quebra de sigilo bancário do sobrinho do presidente.

“O acusado, Leonardo Rodrigues de Jesus, em 8 de janeiro de 2023, não adentrou os prédios públicos vandalizados e, por conseguinte, não os vandalizou”, disseram os advogados dele, Rafael Castro Alves e Clarice Pereira.

A PGR sustenta que Léo Índio tinha intenção criminosa ao participar dos movimentos. Ele mesmo divulgou uma fotografia sua em que aparece na rampa do Congresso Nacional, do lado de fora. Para exemplificar, o Ministério Público relata conversas dele com interlocutores defendendo uma bomba no Supremo.

EUA cancelam mais de 300 vistos de estudantes que participaram de protestos anti-Israel

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A detenção da estudante turca Rumeysa Ozturk, 30, que reforçou atos pró-Palestina em uma universidade dos Estados Unidos, motivou novos protestos, agora contra o governo de Donald Trump. Esse movimento, entretanto, não impediu o secretário de Estado, Marco Rubio, de anunciar nesta quinta-feira (27) o cancelamento dos vistos de aproximadamente 300 manifestantes, aos quais chamou de lunáticos.

 

Com a documentação em dia, de acordo com seus advogados, a muçulmana Ozturk estava inscrita no programa de pós-graduação da Universidade Tufts, em Massachussets, e foi levada por agentes na terça (25). Os motivos da detenção continuam nebulosos, mas seus colegas dizem que podem ter tido relação com um artigo escrito por ela para o jornal estudantil sobre o conflito entre Israel e Hamas.

Questionado sobre o caso nesta quinta, Rubio foi evasivo. Sem explicar quais são as acusações contra Ozturk, ele se limitou a dizer mais ações do tipo estão em curso. “Toda vez que encontro um desses lunáticos, eu tiro os seus vistos”, afirmou ele, que confirmou a revogação do visto da aluna turca e de centenas de outros. “Procuramos todos os dias por esses lunáticos que estão destruindo as coisas.”

Em outras ocasiões o secretário de Estado prometeu revogar o visto de alunos que participaram de atos de vandalismo, violência ou que “criaram tumultos”. Mas Rubio não disse se Ozturk esteve envolvida em alguma dessas ações. Também não explicou quem são os 300 estudantes que já teriam sido punidos.

Os advogados da aluna turca entraram com uma ação argumentando que a detenção é ilegal, uma vez que ela não foi acusada de nenhum crime. Ainda na noite de terça, um juiz federal emitiu uma ordem impedindo a retirada da estudante de Massachusetts sem aviso prévio de 48 horas. Mas o Departamento de Justiça informou nesta quinta que, antes da determinação vir a público, ela já havia sido levada para o estado de Louisiana, onde os tribunais têm sido menos acolhedores aos migrantes.

O paradeiro exato de Ozturk ainda é desconhecido, contudo. Grupos que atuam com direitos humanos acreditam que ela esteja no mesmo centro de detenção para onde foram levados outros manifestantes estrangeiros, caso de Mahmoud Khalil, recém-formado pela Universidade Columbia e líder de atos pró-Palestina no campus. O local fica na cidade de Jena.

Críticos dizem que essas operações representam um ataque à liberdade de expressão. O governo Trump, por sua vez, afirma coibir manifestações antissemitas que poderiam prejudicar a política externa dos EUA.

Ozturk estava saindo para quebrar seu jejum de Ramadã com amigos quando foi detida por agentes do Departamento de Segurança Interna perto de seu apartamento em Somerville, O reitor da Tufts se disse surpreso e afirmou que a ação provocaria angústia na comunidade internacional da instituição.

À revista Newsweek uma colega de Ozturk a descreveu como pacífica e disse que a detenção “não faz sentido algum”. Uma professora da Universidade Istanbul Sehir, instituição no qual a aluna turca fez a graduação, por sua vez, disse ao jornal The New York Times que ela tinha bom relacionamento com os outros estudantes e não possuía perfil do tipo ativista ou líder política.

No artigo para a publicação estudantil, a aluna defendeu o reconhecimento de que há um “genocídio palestino” em curso e o corte do financiamento de empresas ligadas a Israel. “Parece que a única coisa pela qual ela está sendo alvo é por seu direito à liberdade de expressão”, disse Mahsa Khanbaba, uma das advogadas.

Santos mantém tratamento de Neymar e não dá prazo para retorno

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SANTOS, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Santos informou nesta quinta-feira (27) que Neymar seguirá em processo de transição física. Dessa forma, o camisa 10 vai desfalcar a equipe na estreia do Brasileirão, contra o Vasco, no domingo, às 18h30 (de Brasília), e não tem prazo para retorno.

 

O QUE ACONTECEU

A decisão foi tomada junto com o atleta e seus staff e tem como objetivo “evitar afastamentos maiores”. O jogador passou por nova avaliação.

O clube informou que Neymar será reavaliado semanalmente para definir a progressão das atividades. O clube não informou quando o camisa 10 voltará a estar à disposição do técnico Pedro Caixinha.

Não podemos esquecer o longo tempo de inatividade, que ele joga com uma explosão e intensidade tamanha, não sabe atuar de outra maneira e quer sempre jogar, ganhar. Ele passou pelo ciclo de jogo e participou de mais partidas do que fez nesses últimos anos. Agora estamos a prepará-lo para o ciclo de treino e depois vamos prepará-lo para o ciclo e treino e de jogo. É um processo com paciência para que esteja pronto. Pedro Caixinha, técnico do Santos

O departamento médico do Santos e os profissionais que cuidam de Neymar entendem que problemas musculares são normais por causa do período de inatividade. O astro ficou mais de um ano fora pela cirurgia no joelho.

Brasil chegou perto de voltar à ditadura, diz New York Times

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Os jornais mais influentes do mundo repercutiram o julgamento que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro réu por tentativa de golpe de Estado e várias publicações relembraram o passado ditatorial do Brasil.  

 

O New York Times (NYT), dos Estados Unidos (EUA), disse que a investigação revelou que o Brasil chegou perto de voltar à ditadura e o francês Le Figaro destacou que a decisão é histórica para um país ainda “assombrado pela memória da ditadura militar (1964-1985)”.  

O NYT escreveu que “a investigação revelou o quão perto o Brasil chegou de retornar a uma ditadura militar quase quatro décadas depois de sua história como uma democracia moderna” e que “Bolsonaro também parece estar apostando no apoio do Sr. Trump”. 

Já o jornal ligado ao mercado financeiro de Wall Street, o The Wall Street Journal, destacou que o julgamento desferiu “um golpe em um dos aliados mais próximos do presidente Trump na América Latina” 

O The Washington Post, principal jornal da capital dos EUA, destacou que a acusação afirma que os investigados “buscavam manter Bolsonaro no poder ‘a todo custo’, em um esquema de várias etapas que se acelerou depois que o político de extrema direita perdeu para o atual presidente”.

O jornal de Washington lembrou ainda que Bolsonaro era conhecido por “expressar nostalgia pela ditadura passada do país, desafiou abertamente o sistema judicial do Brasil durante seu mandato de 2019-2022”. 

Além disso, a publicação citou que Bolsonaro tem apelado à mobilização de apoiadores e ao projeto de lei da anistia no Congresso Nacional para tentar escapar da condenação.

América Latina

O jornal argentino Clarín também deu destaque ao julgamento que tornou Bolsonaro réu nessa quarta-feira (26).

“O juiz Alexandre de Moraes, responsável pelo caso do Supremo Tribunal Federal contra Bolsonaro e inimigo declarado do ex-presidente, foi o primeiro a votar a favor da abertura de um processo criminal, e um segundo juiz acompanhou seu voto”, disse o Clarín.

O mexicano El Universal fez uma reportagem para repercutir a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o julgamento, destacando ainda os argumentos de Moraes e do Bolsonaro sobre a trama golpista.

“O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou Jair Bolsonaro o primeiro ex-presidente a ser julgado por tentativa de golpe de Estado desde o retorno da democracia”, disse o El Universal. 

“Durante seu discurso, o juiz mostrou imagens dos eventos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, quando uma horda de apoiadores do líder de extrema direita destruiu as três sedes dos Poderes”, disse a publicação mexicana. 

Europa

O tradicional jornal inglês The Guardian destacou que a decisão que tornou Bolsonaro réu “deixa o populista de extrema direita, que governou o Brasil de 2019 até o final de 2022, enfrentando o esquecimento político e uma possível pena de prisão de mais de 40 anos”. 

Ainda segundo o Guardian, “enquanto muitos no Brasil se regozijam com a queda prevista do ex-presidente, outros temem quem pode seguir seus passos de extrema direita”. 

O jornal espanhol El País disse que não é incomum que um ex-presidente seja julgado criminalmente no Brasil, “o que é inédito é que ele será levado a julgamento por um golpe”. 

Um dos principais periódicos da França – o Le Figaro – destacou que a condenação “minaria as ambições de retornar ao poder” de Bolsonaro.  

“A decisão é histórica em um país ainda assombrado pela memória da ditadura militar (1964-1985), recentemente revivida pelo fenomenal filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, vencedor do Oscar de melhor filme internacional”, escreveu o Le Figaro.

Americanos não acharam morador da Groenlândia que recebesse segunda-dama dos EUA, diz mídia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Nos últimos dias, funcionários americanos bateram de porta em porta na capital da Groenlândia, Nuuk, na tentativa de encontrar um morador disposto a receber a segunda-dama dos Estados Unidos, Usha Vance -em vão, segundo a dinamarquesa TV 2.

 

De acordo com o gabinete de Usha, ela visitaria a ilha para “aprender sobre o patrimônio” da região. “Em todos os lugares, a resposta foi a mesma: ‘Não, obrigado'”, disse Jesper Steinmetz, correspondente da emissora, que revelou a história nesta quarta-feira (26). O veículo atribui recentes mudanças de planos na viagem à rejeição da população.

A ideia inicial era que Usha passasse por pontos históricos e participasse de Avannaata Qimussersu, a tradicional corrida nacional de trenós puxados por cães. “A Sra. Vance e a delegação estão animados para testemunhar esta corrida monumental e celebrar a cultura e a unidade da Groenlândia”, disse seu gabinete em um comunicado, na semana passada.

Protestos contra a visita e, segundo a TV 2, o fracasso em encontrar quem recebesse a segunda-dama, no entanto, fizeram o governo de Donald Trump, que repetidamente tem ameaçado tomar a ilha, mudar os planos. Agora, o vice-presidente americano, J. D. Vance, e sua esposa devem apenas visitar a base americana de Pituffik, no norte do território.

O novo cronograma deve poupar o casal de ser recebido com protestos -nas últimas semanas, manifestantes organizaram alguns dos maiores atos já vistos na ilha. No fim de janeiro, uma pesquisa encomendada pelo jornal dinamarquês Berlingske e pela publicação groenlandesa Sermitsiaq apontou que 85% da população local (a ilha tem 57 mil habitantes) não querem fazer parte dos EUA.

Outra possível razão para a alteração da agenda é a pressão da Dinamarca. A intenção de comparecer à corrida de trenó abriu uma disputa diplomática entre Washington e Copenhague, que acolheu a decisão final de cancelar os planos -para o ministro das Relações Exteriores dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, a mudança representou uma desescalada da situação.

Nesta quinta-feira (27), a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, elogiou a população groenlandesa por demonstrar resiliência diante das investidas dos EUA.

“A atenção é esmagadora e a pressão é grande, mas é em momentos como estes que vocês mostram do que são feitos”, escreveu Frederiksen no Facebook. “Vocês não se intimidaram. Vocês defenderam quem são -e mostraram pelo que lutam. Isso tem o meu mais profundo respeito.”

A fala ocorre um dia após Trump reiterar seu desejo de adquirir a ilha. “Precisamos da Groenlândia para a segurança nacional e internacional. Então, acho que vamos tão longe quanto for necessário. Precisamos da Groenlândia e o mundo precisa que tenhamos a Groenlândia, incluindo a Dinamarca”, disse Trump a jornalistas no Salão Oval, na Casa Branca. Mais cedo, em entrevista ao podcaster Vince Coglianese, declarou que a população local tem de ser convencida sobre a necessidade da anexação. “Odeio dizer isto, mas vamos ter de tomar posse deste vasto território ártico.”

O ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, criticou as declarações do republicano. “Essas declarações sobre um aliado próximo não são adequadas para o presidente dos EUA”, disse ele a jornalistas em Copenhague, nesta quinta. “Preciso falar claramente contra o que vejo como uma escalada por parte dos americanos.”

Banca para professor da USP é contestada após aprovado apresentar cartas de ministros

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) suspendeu a confirmação do resultado de um concurso para professor depois de receber contestação sobre o candidato aprovado, Rafael Campos Soares da Fonseca, que é filho do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Reynaldo Soares da Fonseca.

 

Escolhido para preencher uma vaga de professor doutor do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário, ele incluiu nos documentos apresentados à banca avaliadora uma série de cartas de referência assinadas por ministros de tribunais superiores.

As cartas levantaram questionamentos sobre uma tentativa de pressão política, e uma das candidatas entrou com recurso pedindo a desclassificação de Rafael por descumprir as regras do edital.

O processo seletivo tem diversas etapas: prova escrita, prova didática, avaliação do projeto de pesquisa e apresentação de um memorial. Foi nesse último que Rafael incluiu dez cartas de referência, apesar de o edital do concurso não prever esse tipo de documento.

O regulamento estabelece que o “memorial terá a forma de breve narrativa da trajetória acadêmica do candidato, com destaque para as cinco produções que julgar mais relevantes, acompanhado de elementos integrantes de seu currículo”.

O edital especifica ainda que os documentos a serem avaliados são os que comprovem produção científica, atividade didática universitária, atividades relacionadas à prestação de serviços à comunidade, atividades profissionais e diplomas ou outras dignidades universitárias.

Das 152 páginas do memorial, 24 foram dedicadas para a apresentação dessas cartas.

Os textos são assinados pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, Dias Toffoli, Edson Fachin e Gilmar Mendes. Ele também apresentou cartas dos ministros Ribeiro Dantas e Gurgel de Faria, colegas de seu pai no STJ, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, entre outros.

Os ministros do STF falam das passagens de Rafael como assessor de seus gabinetes e de relações acadêmicas. Gilmar foi orientador do mestrado dele na UnB e relatou já o ter indicado para outra vaga, a de professor no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa) -faculdade da qual o ministro é sócio.

“Contando com minha recomendação, Rafael tornou-se efetivamente professor em 2017, desta feita no IDP, vínculo mantido até hoje. Na instituição, a excelência de seus trabalhos na pesquisa acadêmica e em processos judiciais transladou-se para a docência”, diz a carta do ministro.

Já Fachin destacou que o trabalho de Rafael em seu gabinete ia “em átimos de segundo, do prêt-à-porter à haute couture”, ou seja, do trivial ao sofisticado. Mendonça se referiu ao candidato como “um dos melhores juristas” que já conheceu.

Toffoli contou que já colaborou em três ocasiões para a trajetória profissional de Rafael. Na primeira, o autorizou a se afastar de um cargo público para ir estudar no exterior, depois ao convidá-lo para ser assessor em seu gabinete e ao recomendá-lo para trabalhar com Mendonça.

“Tive a oportunidade de testemunhar ao ministro André Mendonça sobre suas qualidades e singularidades enquanto luminoso servidor da Suprema Corte”, escreveu Toffoli.

Procurado pela reportagem por mensagem e ligação telefônica, Rafael não respondeu até a publicação.

Um dos professores da banca, Gilberto Bercovici, deu nota zero para Rafael na avaliação do memorial. Os outros quatro professores deram votos favoráveis a Rafael, o que o levou a superar os outros cinco candidatos e ser selecionado.

O resultado precisava ser homologado pela Congregação da Faculdade de Direito, etapa que estava prevista para a manhã desta quinta-feira (27), mas foi retirada da pauta após uma candidatas recorrer.

O presidente da congregação e diretor da faculdade, professor Celso Campilongo, disse à Folha de S.Paulo que a homologação foi suspensa até que seja avaliado o caso. Um relator foi nomeado para apurar se os “ritos e formalidades regimentais” foram cumpridos -o parecer será submetido aos membros da congregação.

O recurso foi impetrado pela procuradora do TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) Élida Graziane Pinto, que também concorria à vaga. Ela argumenta que a estratégia de Rafael viola os princípios constitucionais da impessoalidade, isonomia e da moralidade administrativa.

Élida vê ainda um “precedente perigoso para futuras seleções”, já que será inaugurada a possibilidade de os candidatos priorizarem angariar cartas de autoridades em vez de méritos acadêmicos.

 

Gestão Nunes faz estudo sobre teleférico para Brasilândia, em SP, orçado em R$ 1 bilhão

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Prefeitura de São Paulo concluiu um estudo de viabilidade técnica de um projeto-piloto para a instalação de teleférico na região da Brasilândia, na zona norte paulistana.

 

A proposta prevê um teleférico de aproximadamente 4,6 km de extensão, com cabines para até dez pessoas e velocidade média de 18 km/h, que integraria a a futura estação Brasilândia da linha 6-laranja do metrô (prevista para ser inaugurada em outubro de 2026), a avenida Cantídio Sampaio e a região do CEU (Centro Educacional Unificado) Paz.

O orçamento estimado é de R$ 1 bilhão. Se a obra sair do papel, deve ficar pronta a partir de 2029.

A estimativa é que o transporte público leve cerca de 3.000 pessoas por hora em cada um dos sentidos, entre estações na avenida Cantídio Sampaio e o CEU Paz, no Jardim Paraná.

A Brasilândia, de acordo com a prefeitura, tem uma população estimada de 243 mil habitantes, é o sétimo distrito mais populoso do município e o quinto com mais famílias em situação de extrema pobreza.

O documento mostra 16 pontos possíveis de instalações de estações e equipamentos associados a elas, como de saúde, assistência social ou cultura.

“Os estudos de demanda irão apontar quais serão efetivamente incorporadas ao modelo”, diz a SPUrbanismo (empresa municipal vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano), responsável pela elaboração do documento. Há a possibilidade de instalação de painéis solares nas cabines e estações.

Como em outros meios de transporte, caso o teleférico seja implantado, será feita a cobrança de tarifa, que poderá ser a mesma dos ônibus que rodam na cidade de São Paulo, atualmente de R$ 5.

Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a SPTrans (estatal que gerencia o transporte público municipal) irá fazer um estudo mais aprofundado de demanda, que deve levar mais 30 dias para ser entregue, e aí a administração municipal decide se vai ou não avançar com o assunto e desenvolver um projeto.

Será somente após esse aval que começará a ser elaborado o projeto executivo e posteriormente a licitação das obras.

Na campanha eleitoral do ano passado, Nunes chegou a dizer que a criação de um “cinturão de teleféricos”, propagada pelo então adversário Pablo Marçal (PRTB), estava entre “coisas impossíveis” de serem realizadas.

“[O teleférico da Brasilândia] é um caso pontual, em uma área de muita altitude. Para um transporte apropriado [até a região do CEU Paraná] teríamos de fazer uma escada rolante ou um teleférico, que neste caso é uma alternativa possível”, disse o prefeito à Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (27).

A região do CEU fica a cerca de 900 metros de altura e, por isso, ônibus não conseguem chegar até lá, apenas vans.

“As pessoas precisam caminhar mais de 20 minutos entre escadões até um ponto de ônibus e conseguir chegar ao terminal Cachoerinha [o mais próximo] e ir ao centro”, afirma a vereadora Sandra Santana (MDB), autora de um projeto de lei protocolado no início do ano na Câmara Municipal que autoriza a inclusão de teleféricos no transporte coletivo municipal em áreas de difícil acesso.

O estudo de viabilidade técnica do teleférico aponta que 126 mil pessoas se deslocam diariamente a pé pelo distrito. Ele foi apresentado pelo prefeito em uma reunião com a parlamentar nesta semana, conforme vídeo publicado pela vereadora.

A parlamentar afirma que discute a possibilidade de se implantar um teleférico na Brasilândia com a prefeitura desde 2023 e que deixou para protocolar seu projeto neste ano, quando viu o avanço na análise da SPUrbanismo.

“É uma alternativa importante para promover transformação urbana, atraindo investimentos e desenvolvimento local”, afirma a parlamentar. “Não é um teleférico turístico, mas pode levar pessoas e cultura até a Brasilândia.”

O estudo entregue pela prefeitura avaliou a implantação de teleféricos em Guayaquil (Equador), Santo Domingo (República Dominicana) e La Paz (Bolívia).

 

Promotoria pede 18 meses de prisão e multa de R$ 123 mil contra Depardieu

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LONDRINA, PR (UOL/FOLHAPRESS) – Gérard Depardieu, 76, pode ser condenado a 18 meses de prisão por agressão sexual contra duas funcionárias da equipe técnica de seu filme “Les Volets Verds”.

 

A promotoria do caso quer que, além do tempo detido, o ator seja multado em 20 mil euros – cerca de R$ 123 mil, na cotação atual – e tenha de indenizar as vítimas. As informações são do jornal O Globo.

A defesa de Depardieu, por sua vez, pediu a suspensão condicional da pena de detenção. Isso significa que ele pode escapar do período na prisão, desde que cumpra determinadas condições a serem estipuladas até o termo final.

As autoras do processo são uma figurinista de 54 anos e de uma assistente de direção de 34. Elas acusam Gérard de apalpar suas nádegas sem consentimentos, nos bastidores do longa de Jean Becker, 91, filmado em 2021.

Pagamento dos servidores na conta nesta sexta (28)

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Pagamento dos servidores na conta nesta sexta (28)

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI) mais uma vez cumpre seu compromisso com o servidor público, depositando o salário dentro do próprio mês, proporcionando a valorização do profissional. Com o dinheiro na conta, os servidores têm a garantia de que seus direitos são respeitados, o que também beneficia o comércio local, aquecendo a economia do município.

Este pagamento imediato não só valoriza os servidores, mas também impacta positivamente a economia de SFI, já que o comércio local ganha com o aumento da circulação de recursos. E, com a Festa do Padroeiro São Francisco de Paula, o município se prepara para uma movimentação ainda maior no comércio e em diversos setores.

A Prefeitura de SFI reafirma seu compromisso com a transparência, a valorização dos servidores e o fortalecimento da economia local, sempre buscando o bem-estar da população e o desenvolvimento da cidade.

Banca para professor da USP é contestada após aprovado apresentar cartas de ministros do STF

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) suspendeu a confirmação do resultado de um concurso para professor depois de receber contestação sobre o candidato aprovado, Rafael Campos Soares da Fonseca, que é filho do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Reynaldo Soares da Fonseca.

 

Escolhido para preencher uma vaga de professor doutor do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário, ele incluiu nos documentos apresentados à banca avaliadora uma série de cartas de referência assinadas por ministros de tribunais superiores.

As cartas levantaram questionamentos sobre uma tentativa de pressão política, e uma das candidatas entrou com recurso pedindo a desclassificação de Rafael por descumprir as regras do edital.

O processo seletivo tem diversas etapas: prova escrita, prova didática, avaliação do projeto de pesquisa e apresentação de um memorial. Foi nesse último que Rafael incluiu dez cartas de referência, apesar de o edital do concurso não prever esse tipo de documento.

O regulamento estabelece que o “memorial terá a forma de breve narrativa da trajetória acadêmica do candidato, com destaque para as cinco produções que julgar mais relevantes, acompanhado de elementos integrantes de seu currículo”.

O edital especifica ainda que os documentos a serem avaliados são os que comprovem produção científica, atividade didática universitária, atividades relacionadas à prestação de serviços à comunidade, atividades profissionais e diplomas ou outras dignidades universitárias.

Das 152 páginas do memorial, 24 foram dedicadas para a apresentação dessas cartas.

Os textos são assinados pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, Dias Toffoli, Edson Fachin e Gilmar Mendes. Ele também apresentou cartas dos ministros Ribeiro Dantas e Gurgel de Faria, colegas de seu pai no STJ, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, entre outros.

Os ministros do STF falam das passagens de Rafael como assessor de seus gabinetes e de relações acadêmicas. Gilmar foi orientador do mestrado dele na UnB e relatou já o ter indicado para outra vaga, a de professor no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa) -faculdade da qual o ministro é sócio.

“Contando com minha recomendação, Rafael tornou-se efetivamente professor em 2017, desta feita no IDP, vínculo mantido até hoje. Na instituição, a excelência de seus trabalhos na pesquisa acadêmica e em processos judiciais transladou-se para a docência”, diz a carta do ministro.

Já Fachin destacou que o trabalho de Rafael em seu gabinete ia “em átimos de segundo, do prêt-à-porter à haute couture”, ou seja, do trivial ao sofisticado. Mendonça se referiu ao candidato como “um dos melhores juristas” que já conheceu.

Toffoli contou que já colaborou em três ocasiões para a trajetória profissional de Rafael. Na primeira, o autorizou a se afastar de um cargo público para ir estudar no exterior, depois ao convidá-lo para ser assessor em seu gabinete e ao recomendá-lo para trabalhar com Mendonça.

“Tive a oportunidade de testemunhar ao ministro André Mendonça sobre suas qualidades e singularidades enquanto luminoso servidor da Suprema Corte”, escreveu Toffoli.

Procurado pela reportagem por mensagem e ligação telefônica, Rafael não respondeu até a publicação.

Um dos professores da banca, Gilberto Bercovici, deu nota zero para Rafael na avaliação do memorial. Os outros quatro professores deram votos favoráveis a Rafael, o que o levou a superar os outros cinco candidatos e ser selecionado.

O resultado precisava ser homologado pela Congregação da Faculdade de Direito, etapa que estava prevista para a manhã desta quinta-feira (27), mas foi retirada da pauta após uma candidatas recorrer.

O presidente da congregação e diretor da faculdade, professor Celso Campilongo, disse à Folha de S.Paulo que a homologação foi suspensa até que seja avaliado o caso. Um relator foi nomeado para apurar se os “ritos e formalidades regimentais” foram cumpridos -o parecer será submetido aos membros da congregação.

O recurso foi impetrado pela procuradora do TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) Élida Graziane Pinto, que também concorria à vaga. Ela argumenta que a estratégia de Rafael viola os princípios constitucionais da impessoalidade, isonomia e da moralidade administrativa.

Élida vê ainda um “precedente perigoso para futuras seleções”, já que será inaugurada a possibilidade de os candidatos priorizarem angariar cartas de autoridades em vez de méritos acadêmicos.

 

Piovani diz que está ‘totalmente assexual’ e se sente anestesiada em relação aos homens

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quando passou férias no Brasil no início de janeiro, Luana Piovani reclamou de que os homens não estavam mais visualmente interessantes, e sim velhos e acabados.

 

Agora, a atriz, que mora em Portugal, disse passar por uma fase assexual e anestesiada em relação ao sexo masculino, e comparou sua vida amorosa à um jogo de caça. “Sabe quando você está com muita fome, a barriga está fazendo barulho, mas você está tão ocupada que de repente fala: ‘caraca, eu não comi nada e minha fome passou’?”

Luana afirmou em entrevista à revista Marie Claire que sempre foi caçadora em se tratando de relacionamentos, mas que ultimamente, não vinha achando opções.

“Quando saía para caçar, não encontrava mais presas, e isso estava me frustrando. Não é só uma questão de libido. É como se eu estivesse anestesiada. Não penso mais em homem, estou super tranquila.”

Mas o período, inédito para ela, está sendo bom. “Tenho me estudado, olhado para dentro, tentando entender se o que eu quero agora é sexo ou um companheiro.”

Na mesma entrevista, a atriz contou se preocupar com a criação do filho Dom, fruto do antigo relacionamento com Pedro Scooby. O menino chegou a morar com ela na Europa, mas não se adaptou, e agora vive com o surfista no Brasil.

Luana disse que ele, aos 13 anos, está na fase de admirar e se inspirar em personalidades como Neymar e Oruam, por isso ora constantemente por ele.

“Gente que só pensa em dinheiro, em coisa de marca, e só escuta música que fala mal de mulher. Toda essa coisa da masculinidade tóxica começa agora, nessa idade que ele está, e me preocupa muito, mas não está mais nas minhas mãos.”

Neymar não quer Jorge Jesus como técnico da seleção, diz jornalista

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(UOL/FOLHAPRESS) – Jorge Jesus é um dos técnicos mais especulados para comandar a seleção brasileira, mas seu nome teria sido “vetado” por Neymar. A informação é do jornalista Mauro Beting.

 

O QUE ACONTECEU

A informação foi revelada durante o Arena SBT desta quarta-feira (26) à noite. O programa comandado por Benja debatia sobre o novo técnico da seleção brasileira em uma eventual queda de Dorival Júnior, algo que se tornou questão de tempo.

“Isso é verdade, o Neymar vetou [Jorge Jesus] mesmo?”, pergunta Benja, que recebe uma resposta positiva de Mauro Beting com a cabeça. Ele complementa: “Pegou muito mal para o Neymar aquelas declarações finais do Jorge Jesus, e o Neymar apita tanto quanto o Ednaldo [Rodrigues, presidente da CBF]”.

Mauro Beting não vê o técnico do Al-Hilal em condições de assumir a seleção brasileira. Ele aponta outros dois nomes como preferidos para comandar a equipe canarinha.

O Jorge Jesus fez um trabalho bárbaro no Flamengo, mas não tem condições de assumir a seleção. Aqui o Abel me parece melhor e o Filipe Luís me parece melhor ainda

Dorival Júnior está na berlinda após perder por 4 a 1 para a Argentina. Ednaldo Rodrigues fará uma reunião na sexta-feira com o treinador para avaliar tanto o resultado quanto seu trabalho à frente da seleção. O encontro servirá para definir se o técnico fica ou sai do comando do time brasileiro, segundo informações do colunista do UOL, Rodrigo Mattos.

JORGE JESUS NEGA ATRITO COM NEYMAR

Jorge Jesus afirmou não ter problemas com Neymar. O técnico enviou mensagem ao jornalista Venê Casagrande após assistir a um trecho do programa SBT Sports em que o repórter comenta sobre a relação entre os dois. “Acho que você tem que contratar o Jorge Jesus independente da relação dele com o Neymar”, afirmou o jornalista.

NEYMAR X JORGE JESUS

Neymar saiu do Al-Hilal magoado com Jorge Jesus. O craque santista não gostou das declarações dadas pelo técnico, que questionou sua capacidade de acompanhar a equipe do Al-Hilal após uma goleada de 9 a 0 sobre o Al-Fateh, pelo Campeonato Saudita, no dia 16 de janeiro.

É um jogador que não deixa dúvidas a ninguém, de top mundial. Mas a verdade é que fisicamente não tem conseguido acompanhar a equipe Jorge Jesus, em entrevista coletiva

O camisa 10 do Santos admitiu não ter gostado das declarações e relembrou as palavras ditas pelo técnico português após a sua reestreia no Brasil.

“Eu estou pronto para jogar. Não vou conseguir jogar 90 minutos, venho de bom tempo machucado, lesão grave, voltei e machuquei de novo. A base de treino eu tinha, mas eu precisava de jogo, onde me sinto feliz. Foram essas as discussões que eu tive recentemente. Fiquei muito chateado com as palavras do Jorge Jesus, quando ele disse que eu não estava em condição igual à equipe [do Al-Hilal]”, disse Neymar.

“Nos treinamentos era completamente diferente, eu demonstrava que estava apto a jogar, igual aos atletas. Quando fazia coletivo, quem decidia era eu. Eu colocava um monte de minhoca na cabeça dele. Não gosto de falar sobre isso, de criar polêmica, mas é a realidade. eu sabia que quando eu entrasse em campo eu ia mostrar uma coisa diferente. Então, fica aí. O campo fala. O campo é o único lugar onde eu consigo me defender”, completou o jogador em entrevista à CazéTV.