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Polícia Civil prende homem por descumprimento de medidas protetivas e apreende arma de fogo

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Foto: Divulgação Polícia Civil

A Polícia Civil de Itaperuna prendeu, na tarde desta segunda-feira (17), um homem suspeito de descumprir medidas protetivas e ameaçar sua ex-companheira. A prisão foi realizada por agentes da 143ª DP, sob a coordenação do delegado titular, Carlos Augusto Guimarães da Silva. O suspeito, identificado como E.G.A., foi localizado em sua loja de automóveis no município.

De acordo com as investigações, desde fevereiro, após a justiça conceder medidas protetivas em favor da vítima, ele passou a persegui-la, ameaçá-la e praticar violência psicológica em diferentes ocasiões.

Durante a operação, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão, encontrando na residência do suspeito uma pistola Taurus calibre 9mm, municiada e registrada em seu nome.

E.G.A. foi preso sem oferecer resistência e conduzido à 143ª DP para os procedimentos legais.

Linn da Quebrada é internada para tratar abuso de substâncias e depressão

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RIO DE JANEIRO, RJ E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Intérprete da cabeleireira Bibiana no recém-lançado filme “Vitória”, Linn da Quebrada voltou a ser internada para tratar da saúde mental.

 

A assessoria de imprensa da artista informou à reportagem que ela tem “enfrentado desafios relacionados à saúde mental que resultaram no abuso de substâncias e no agravamento da depressão.”

Nos últimos dias, circulou nas redes um vídeo em que uma mulher, supostamente a ex-BBB, aparece ao lado de um homem em frente a um comércio na avenida São João, no centro de São Paulo. O local, próximo à Cracolândia, é conhecido pela presença de usuários de drogas.

A assessoria de imprensa não confirma que a pessoa do vídeo seja Linn e fala apenas em “afastamento temporário das atividades profissionais”. No último sábado (15), a artista cancelou um show que faria na Casa Natura Musical, “Linn da Quebrada e Giovani Cidreira cantam Secos & Molhados”.

No comunicado, a equipe ressalta ainda que Linn “vem recebendo o apoio de pessoas próximas e de profissionais especializados para priorizar o processo de recuperação e fortalecimento”.

“Pedimos a todos que respeitem sua privacidade e ofereçam o espaço necessário para que ela possa se dedicar totalmente a esse processo. Agradecemos o carinho, a compreensão e o apoio”, conclui o texto.

Em junho de 2024, a também cantora deu entrada em uma clínica de reabilitação para tratar uma depressão.

Conmebol sorteia grupos da próxima edição da Libertadores

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A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) sorteou, na noite desta segunda-feira (17) em Luque (Paraguai), os grupos da próxima edição da Copa Libertadores. O atual campeão Botafogo ficou no Grupo A, ao lado de Estudiantes (Argentina), Universidad de Chile (Chile) e Carabobo (Venezuela).

 

Outro forte candidato ao título é o Flamengo, que é acompanhado no Grupo C por LDU (Equador), Deportivo Táchira (Venezuela) e Central Córdoba (Argentina). O São Paulo aparece no Grupo D, junto com Libertad (Paraguai), Talleres (Argentina) e Alianza Lima (Peru).

 

O Grupo E também tem um represente do Brasil, o Fortaleza, que medirá forças com Racing (Argentina), Colo-Colo (Chile) e Atlético Bucaramanga (Colômbia). Um dos grupos mais interessantes desta primeira fase deve ser o F, que conta com a presença do Nacional (Uruguai), do Atlético Nacional (Colômbia) e de dois brasileiros: Bahia e Internacional.

O último brasileiro na competição é o Palmeiras, que terá pela frente Bolívar (Bolívia), Sporting Cristal (Peru) e Cerro Porteño (Paraguai).

A fase de grupos da Copa Libertadores será disputada a partir do dia 2 de abril. A final da principal competição de clubes do continente está marcada para o dia 29 novembro. A sede ainda não foi definida.

STF julgará se afasta Dino, Zanin e Moraes de denúncia contra Bolsonaro

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BRASÍLIA, DF (UOL/FOLHAPRESS) – O STF (Supremo Tribunal Federal) realizará uma sessão extraordinária para decidir se os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino devem ou não ser excluídos do julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados por tentativa de golpe de Estado.

 

Presidente do tribunal, ministro Luis Roberto Barroso decidiu abrir uma sessão plenária virtual extraordinária. Ela será realizada entre a quarta e quinta-feira. Os ministros vão analisar os pedidos das defesas de Bolsonaro, do ex-ministro Braga Netto e do general da reserva Mário Fernandes. A defesa de Bolsonaro pediu o afastamento de Dino e Zanin, enquanto as defesas de Braga Netto e de Fernandes pediram que Moraes e Dino sejam excluídos do julgamento.

Os pedidos já foram negados por Barroso individualmente em fevereiro. Agora, diante da “excepcional urgência do caso”, o presidente do tribunal decidiu submeter as decisões a todos os demais ministros. Medida ocorre uma semana antes do julgamento na 1ª Turma para analisar se aceita a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República).

No mês passado, Barroso afirmou que não se comprovou minimamente nenhum fato novo ou circunstância inédita relevante que pudesse impedir a atuação de Moraes, que é relator do processo. “A simples alegação de que o ministro Alexandre de Moraes seria vítima dos delitos em apuração não conduz ao automático impedimento de Sua Excelência para a relatoria da causa”, declarou.

No caso de Zanin, a defesa alegou que, antes de chegar ao STF, o ministro foi advogado de Lula e entrou com ações contra a chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022. Argumento parecido foi usado no caso de Dino, que entrou com queixa-crime contra Bolsonaro em 2020, quando era governador do Maranhão. Barroso também considerou que esse motivo não impede a atuação dos ministros no caso.

Defesa de Braga Netto argumenta que delação de Cid evidenciou “parcialidade” de Moraes. Barroso disse, no entanto, que os advogados já tinham ciência de todos os fatos, então não é possível acatar a tese de que os “elementos caracterizadores da suspeição” surgiram somente com denúncia ou o levantamento do sigilo.

Primeira Turma marcou sessões extras para analisar denúncia. Colegiado formado por cinco ministros vai analisar se aceita ou não a denúncia da PGR em sessões marcadas na terça e na quarta-feira da semana que vem. Nestas sessões devem ser ouvidos os advogados de todos os oito denunciados, além da PGR. Após as manifestações, os ministros apresentam seus votos.

Núcleo de Bolsonaro tem ex-ministros e cúpula militar. Além do ex-presidente, integram esse grupo de denunciado os ex-ministros Augusto Heleno (GSI), Braga Netto (Casa Civil), Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) e Anderson Torres (Justiça), além do ex-comandante da Marinha Almir Garnier e do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que à época era diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

Governo Trump aprofunda desafio à Justiça com voos de deportação para El Salvador

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo de Donald Trump desafia novamente a Justiça dos Estados Unidos ao deportar mais de 200 supostos membros de uma gangue venezuelana para El Salvador no fim de semana apesar de ordem que bloqueia temporariamente a medida.

 

Os voos de deportação com supostos integrantes do Tren de Arágua para o país centro-americano aconteceram no sábado (15), com base em uma lei de 1798 que autoriza a detenção e deportação de estrangeiros dos EUA em períodos de guerra declarada. O governo Trump afirma que a gangue vem “conduzindo uma guerra irregular e tomando ações hostis contra os Estados Unidos”.

A medida, no entanto, foi suspensa horas depois pela Justiça federal americana, o que não impediu os voos. “Este governo agiu dentro da lei”, afirmou nesta segunda-feira (17) a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
Além de defender a legalidade da ação, o governo do republicano argumenta que os voos já estavam em trânsito e fora dos EUA quando a Justiça deu ordem para interromper a deportação.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou nesta segunda que, caso venezuelanos deportados para El Salvador não sejam membros do Tren de Arágua, San Salvador poderia deportá-los para a Venezuela, em admissão velada de que o governo americano não tem certeza sobre eventuais crimes dos deportados.

Leavitt afirmou que um total de 261 pessoas foram deportadas, incluindo 137 removidas sob a lei do século 18 e mais de cem outras removidas através de procedimentos padrão de imigração. Havia também 23 membros salvadorenhos da gangue MS-13, segundo ela.

Um desses salvadorenhos parecia ser o suposto líder da MS-13, Cesar Lopez-Larios, de acordo com documentos judiciais americanos recentemente revelados.

O Departamento de Justiça dos EUA decidiu retirar a acusação contra Lopez-Larios em 11 de março, segundo os arquivos, “devido a preocupações geopolíticas e de segurança nacional.” Consta em um documento judicial de 16 de março que Lopez-Larios foi removido para El Salvador.

Ele havia sido preso pelas autoridades americanas em junho de 2024 sob múltiplas acusações em Nova York por supostamente liderar atos de violência, assassinato, sequestro, extorsão e tráfico de drogas.

A gestão Trump tem descrito venezuelanos deportados como membros de gangues, monstros ou “terroristas estrangeiros”, mas não costuma fornecer evidências para apoiar suas afirmações. Grupos de direitos humanos como a União Americana para Liberdades Civis (ACLU) criticam o governo por aplicar o rótulo aos imigrantes sem providenciar as evidências de cada caso.

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, um dos principais aliados políticos do ditador Nicolás Maduro, afirmou nesta segunda-feira que os deportados não tiveram direito ao devido processo legal. Segundo ele, Caracas não identifica os deportados como pessoas que teriam cometidos crimes nem nos EUA nem em El Salvador, e o regime fará o possível para levá-los de volta à Venezuela.

“O que está sendo cometido contra os venezuelanos sequestrados em El Salvador e contra os migrantes venezuelanos nos EUA é um crime contra a humanidade”, disse Rodríguez. “Não vale a pena o suposto sonho americano transformado em pesadelo salvadorenho. É um sequestro vulgar o que está ocorrendo”, afirmou.

Rodríguez também disse que pedirá ao regime que emita um aviso para que venezuelanos não viajem para os EUA e instou compatriotas que migraram para lá a retornarem.

Ainda nesta segunda, o juiz federal James Boasberg, de Washington marcou uma audiência para que o governo detalhasse a linha do tempo dos voos e fosse possível, assim, determinar se eles ocorreram após a ordem judicial bloqueando a medida. Foi Boasberg o responsável pelo bloqueio no sábado, após ação da ACLU.

No tribunal, o juiz afirmou ainda que quaisquer voos já em rota deveriam retornar aos EUA. No domingo (16), o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, publicou no X imagens mostrando homens sendo retirados de um avião no meio da noite. “Ops… tarde demais,” escreveu Bukele acima de uma notícia sobre a ordem do juiz bloqueando a ação.

Especialistas em direito ouvidos pela agência Reuters dizem que a localização do avião era irrelevante para a ordem de bloqueio.

Michael Gerhardt, professor de direito constitucional na Escola de Direito da Universidade da Carolina do Norte, afirma que o argumento “beira o absurdo” e é “contrário ao direito constitucional estabelecido”, que sustenta que os funcionários federais estão sujeitos à Constituição, independentemente de onde estejam.

“Um avião do governo em missão governamental não está em uma zona sem leis”, disse Gerhardt. “Se esse não for o caso, então o governo pode simplesmente fazer o que quiser, desde que não esteja mais operando em solo americano.”

Com o Congresso controlado pelo Partido Republicano, que apoia amplamente a agenda de Trump, os juízes federais têm sido a única restrição aos decretos do presidente, suspendendo muitos deles enquanto consideram se a medida é legal ou não. Em alguns casos, grupos ativistas afirmam que o governo está se recusando a cumprir ordens judiciais.

Desde que assumiu o cargo em janeiro, Trump tem tentado empurrar os limites do Executivo, cortando gastos já autorizados pelo Congresso, desmantelando agências federais e demitindo dezenas de milhares de trabalhadores do governo.

Na sexta-feira (14), o republicano foi ao Departamento de Justiça, onde acusou o órgão de persegui-lo na gestão anterior, de Joe Biden, e prometendo investigar o que chamou de abusos e corrupção. Primeiro presidente condenado criminalmente na história do país, Trump também demitiu dez advogados de carreira do órgão que trabalharam nos processos contra ele.

Homem recebe R$ 285 milhões por ter partes íntimas queimadas com chá

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Um homem que trabalhava como entregador de delivery ganhou o processo que movia contra a maior rede de cafeterias do mundo. Em 2020, Michael Garcia teve as partes íntimas queimadas por chá quente, causando danos permanentes na região, e a empresa agora foi condenada a pagar US$ 50 milhões, o equivalente a 285 milhões de reais em indenização.

 

No vídeo divulgado pela defesa e que viralizou recentemente nas redes sociais, é possível ver o momento em que o homem recebe o chá quente da atendente e, em seguida, o derruba acidentalmente no colo. Garcia sofreu queimaduras de terceiro grau no pênis, na virilha e na parte interna das coxas, precisando realizar vários tratamentos médicos para amenizar os danos causados pelo calor.

Na ação, a defesa do ex-entregador de Los Angeles, Estados Unidos, alegou negligência por parte da funcionária da Starbucks, que não teria fixado corretamente a bebida no suporte de papelão. “Nenhuma quantia de dinheiro pode desfazer o dano catastrófico permanente que ele sofreu. Mas este veredito do júri responsabiliza a empresa por seu flagrante desrespeito à segurança do cliente e por sua falha em aceitar responsabilidade”, disse o advogado Nick Rowley.

A Starbucks, por sua vez, informou que pretende recorrer da decisão. “Nós simpatizamos com o Sr. Garcia, mas discordamos da decisão do júri de que fomos culpados por este incidente e acreditamos que os danos concedidos foram excessivos”, disse a empresa em nota.

Réu por estelionato, Nego Di lança biografia chamada ‘Volta por $ima’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ex-BBB Nego Di, réu por estelionato e fraude eletrônica, está lançando sua biografia com direito a um cifrão no título: “Volta por $ima”.

 

Nego Di está em liberdade provisória desde novembro do ano passado, quando recebeu habeas corpus após quatro meses preso preventivamente em Canoas (RS). Ele é acusado de lesar mais de 370 clientes de sua loja virtual, via eletrodomésticos vendidos e nunca entregues (nem ressarcidos).

Para realizar o sonho de publicar sua biografia, Nego Di contratou a publisher Carol Diaz, que tem clientes como Sonia Abrão, Rodriguinho e Samara Felippo.

“A vida não é apenas cancelamento. Há muito mais para se deixar no mundo, como uma grande construção de legado”, diz Nego Di em nota enviada à imprensa para divulgar o livro.

“As pessoas não podem decidir quando as outras têm que se calar ou não. A internet e o mundo precisam ser uma democracia. Se eu quiser falar, tenho que poder ter voz”, diz ele, que é proibido pelo Superior Tribunal de Justiça de frequentar as redes sociais.

A decisão faz parte das medidas cautelares que foram impostas ao acusado nas condições do habeas corpus. Nego Di tinha mais de sete milhões de seguidores quando foi preso. A Justiça entende que ele teria usado a própria imagem para aumentar o alcance dos anúncios de sua loja virtual, a Tadizuera.

Ele também teve o passaporte recolhido, está proibido de viajar e mudar de endereço sem autorização judicial e é obrigado a comparecer periodicamente em juízo para justificar suas atividades.

RELEMBRE O CASO

Nego Di e seu sócio, Anderson Boneti, preso desde julho de 2023, são acusados de criar um esquema de fraude através da loja virtual Tadizuera, que vendia eletrodomésticos e eletrônicos. Mais de 370 supostas vítimas teriam comprado produtos como televisores, celulares e aparelhos de ar condicionado, que nunca foram entregues nem ressarcidos. Os crimes teriam ocorrido entre 18 de março e 26 de julho de 2022.

A apuração da Polícia Civil indica que a movimentação financeira em contas bancárias ligadas a Nego Di na época passavam de R$ 5 milhões.

Em dezembro, a Justiça do Rio Grande do Sul autorizou o acusado a mudar de estado, para Santa Catarina. Ele vive atualmente em um bairro nobre de Florianópolis.

Moraes nega saidinha de Páscoa ao ex-deputado Daniel Silveira

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (17) negar pedido do ex-deputado federal Daniel Silveira para saída temporária de Páscoa. Silveira está preso no sistema penitenciário do Rio de Janeiro.   

 

No início deste mês, a defesa de Silveira pediu autorização ao ministro para passar os dias festivos com a família. Para os advogados, o ex-parlamentar tem direito ao benefício por estar cumprindo regime semiaberto de prisão.

Na decisão, Alexandre de Moraes seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) e negou o pedido de “saidinha de Páscoa”. 

A PGR ressaltou que Silveira teve liberdade condicional revogada após a acusação de violar medidas cautelares da pena.

“Ainda que essas faltas não produzam efeitos sob o regime disciplinar a que ele se encontra internamente submetido, impedem, sobretudo quando se considera a proximidade do fato, que se lhe reconheça, no presente momento, o comportamento adequado ou a própria compatibilidade do benefício com a recente reversão do seu status e, portanto, com os objetivos da sua pena”, disse a procuradoria. Em 2023, Silveira foi condenado pela Corte a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos poderes e coação no curso do processo ao proferir ofensas e ameaças contra os ministros do STF.

Em dezembro de 2024, ele perdeu o livramento condicional após quebrar as cautelares determinadas pelo ministro, como cumprir recolhimento noturno após às 22h. 

Daniel Silveira foi condenado em processo criminal pela acusação de incitar à invasão da Corte e sugerir agressões físicas aos ministros do Supremo. Os fatos ocorreram em 2020 e 2021, por meio das redes sociais. 

Juíza argentina confronta decreto de Milei que proibiu hormonização em menores

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BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – Uma juíza de Buenos Aires confrontou o recente decreto do presidente Javier Milei que proibiu os procedimentos de hormonização em menores de 18 anos transgêneros na Argentina e ordenou que o governo da capital, hoje com Jorge Macri (direita), garanta esse direito.

 

A magistrada Elena Liberatori comunicou na madrugada de sábado (15) que o governo da capital, por meio do sistema público de saúde, deve garantir continuidade dos tratamentos que já haviam tido início antes da decisão de Milei, bem como o acesso de novos menores.

A resolução argumenta que o decreto fere de forma “gravíssima” o direito à identidade de gênero e à não discriminação de crianças e adolescentes e foi motivada por uma medida cautelar apresentada pela Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trans, a FALGBT+.

A decisão da juíza Liberatori, conhecida por apoiar temas da agenda LGBTQIA+, vale apenas para a capital do país, mas seu peso cresce à medida que famílias de outras partes da Argentina podem optar por levar seus filhos a Buenos Aires para dar continuidade ao tratamento.

Na resolução a magistrada também pede desculpas a todos aqueles que possam ter sido afetados pelo decreto. A normativa da administração de Javier Milei foi publicada em 6 de fevereiro deste ano e modificou a Lei de Identidade de Gênero no país.

Sob o argumento de que crianças estariam sendo “prejudicadas de forma irreversível com tratamentos hormonais e mutilações”, a Casa Rosada apelou para um decreto de necessidade de urgência (DNU), mecanismo da lei argentina que permite contornar o Congresso, e modificou a legislação para impedir que menores de idade, mesmo com autorização dos pais, passassem por cirurgias de redesignação sexual e por hormonização. No caso das cirurgias, também era necessário autorização de um juiz com conhecimento no caso.

A juíza Liberatori diz a demora do atendimento é um grave perigo. “O tempo sem tratamento gera consequências irreversíveis. E merece um parágrafo à parte o sofrimento dos que sabem que existe um tratamento adequado às suas necessidades mas se veem impedidos de acessá-lo sem razões médicas que fundamentem a decisão.”

A FALGBT+ apresentou medidas cautelares semelhantes por todo o país aos fóruns judiciais locais e aguarda as respectivas avaliações. A decisão na capital foi celebrada pela federação como “um grande avanço na defesa de nossos direitos”.

Em especial, o grupo chamou a atenção para o fato, segundo eles sem precedentes, de a a juíza ter feito um pedido público de desculpas aos adolescentes trans e a todas as pessoas afetadas pelo decreto de Milei.

A decisão em Buenos Aires poderia significar a abertura de uma disputa judicial com a gestão do ultraliberal para frear a agenda conservadora do governo, que a descreve como uma cartilha “anti-wokismo” (“woke” é um termo pejorativo comumente associado por conservadores a pautas de diversidade).

A disputa nos tribunais não seria uma realidade apenas na Argentina. Algo semelhante ocorre nos Estados Unidos de Donald Trump, aliado de primeira hora de Milei.

No começo deste mês, uma liminar emitida por um juiz distrital de Maryland bloqueou a tentativa da Casa Branca de reter todo o financiamento federal a hospitais que oferecem tratamento de transição de gênero para pessoas menores de 19 anos de idade.

A gestão Milei não se manifestou sobre a recente decisão judicial até a publicação deste texto. A reportagem questionou o governo da cidade de Buenos Aires, que disse que não comentaria o tema.

Argentina anuncia convocados para Eliminatórias da Copa do Mundo 2026

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A seleção da Argentina divulgou nesta segunda-feira (17) a lista de convocados para os jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo 2026.

 

A novidade do selecionado argentino é que Lionel Messi não está entre os convocados. O jogador sofreu uma lesão muscular no último jogo com o Inter Miami.

A Argentina enfrenta o Uruguai, fora de casa, no dia 21 de março, e recebe o Brasil no Monumental de Núñez, no dia 25.

OS CONVOCADOS

Goleiros: Emiliano Martínez (Aston Villa), Gerónimo Rulli (Olympique de Marseille), Walter Benítez (PSV).

Defensores: Nahuel Molina (Atlético de Madrid), Juan Foyth (Villareal), Cristian Romero (Tottenham), Germán Pezzella (River Plate), Leonardo Balerdi (Olympique de Marseille), Nicolás Otamendi (Benfica), Facundo Medina (Lens), Nicolás Tagliafico (Lyon).

Meias: Leandro Paredes (Roma), Enzo Fernández (Chelsea), Rodrigo De Paul (Atlético de Madrid), Exequiel Palacios (Bayer Leverkusen), Alexis Mac Allister (Liverpool), Máximo Perrone (Como), Giuliano Simeone (Atlético de Madrid), Benjamín Domínguez (Bologna), Thiago Almada (Lyon).

Atacantes: Nicolás González (Juventus), Ángel Correa (Atlético de Madrid), Nicolás Paz (Como), Julián Álvarez (Atlético de Madrid), Lautaro Martínez (Inter de Milão), Santiago Castro (Bologna).

Fugitivas do 8/1 são presas ao entrar nos EUA um dia após posse de Trump

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BRASÍLIA, DF (UOL/FOLHAPRESS) – Ao menos quatro fugitivas dos ataques de 8 de janeiro foram presas ao tentar entrar ilegalmente nos EUA- três delas no dia seguinte à posse de Donald Trump, em janeiro.

 

A informação foi confirmada ao UOL pela ICE, a Polícia de Imigração e Alfândega dos EUA, que também afirmou que as foragidas “aguardam a expulsão para seus países de origem”.

As mulheres -três condenadas por crimes no 8/1, entre eles, tentativa de golpe de Estado, e uma ré com mandados de prisão no Brasil- estão detidas em solo americano há mais de 50 dias.

O serviço de patrulhamento das fronteiras não detalhou “por questões de privacidade” em que condições foram detidas -se em postos de imigração ou se em locais na fronteira onde a travessia costuma ser feita com coiotes.

As quatro fugitivas fazem parte do grupo de militantes que deixou o Brasil a partir do primeiro semestre de 2024 e se fixou na Argentina. No final do ano, ameaçadas por pedidos de extradição do STF (Supremo Tribunal Federal), fugiram novamente, rumo aos EUA. O objetivo era conseguir refúgio político com o governo de Donald Trump, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Raquel Souza Lopes, de Joinville (SC), tentou entrar nos EUA em 12 de janeiro. Está presa na detenção da ICE em Raymondville, no Texas.

Rosana Maciel Gomes, de Goiânia (GO); Michely Paiva Alves, de Limeira (SP), e Cristiane da Silva, de Balneário Camboriú (SC), tentaram entrar nos EUA em 21 de janeiro. Estão presas na detenção da ICE em El Paso, no Texas.

Na véspera da prisão do trio, Trump prometeu -ao assumir a presidência- fazer deportações em massa de imigrantes ilegais. “Toda entrada ilegal será imediatamente interrompida e começaremos o processo de devolver milhões e milhões de criminosos estrangeiros aos lugares de onde vieram.”

Outros foragidos do 8/1 continuam na Argentina, Colômbia e Peru, entre outros países da América Latina, segundo informaram policiais estrangeiros e fontes ao UOL.

Eles se dizem perseguidos políticos por defenderem Bolsonaro, derrotado nas urnas em 2022. Alegam que não praticaram os crimes de tentativa de golpe de Estado e nem de dano ao patrimônio público na invasão das sedes dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

“Criou-se uma narrativa de que os atos de 8 de janeiro não se trataram de meras ações de vandalismo, mas da tentativa de deposição do atual governo”, diz relatório da associação dos investigados no episódio, a Asfav.

Para a entidade, penas de prisão de até 17 anos são “duríssimas”.

GOVERNO DOS EUA DIZ PREPARAR DEPORTAÇÃO

Raquel tentou entrar pela cidade de La Grulla (leste da fronteira do Texas), segundo informou a ICE ao UOL. Nove dias depois, foi a vez de Rosana, Michely e Cristiane tentarem ingressar por El Paso, a mais de 1.100 km a oeste de La Grulla.

Segundo a ICE, as quatro prisões foram feitas pelo patrulhamento de fronteira porque elas “entraram ilegalmente no país”.

“A Patrulha de Fronteira dos EUA prendeu as […] estrangeiras no mesmo dia e as processou como expulsões aceleradas”, diz nota da ICE ao UOL.

As chamadas “expulsões aceleradas” são processos mais rápidos de deportação. A medida é usada “para deportar muitos estrangeiros sem uma audiência diante de um juiz de imigração”, afirma a ONG norte-americana Liberdade para os Imigrantes, que trabalha para acabar com as prisões por imigração.

O Itamaraty disse ao UOL que, por razões legais, “não fornece informações detalhadas sobre assistência a cidadãos brasileiros”.

Raquel de Souza Lopes, 51, de Joinville

Foi condenada a 17 anos de prisão por cinco crimes no 8/1, como golpe de Estado, associação criminosa e dano a patrimônio público. Tem mandado de prisão em aberto no Brasil. Raquel nega ter destruído bens.

Em abril passado, saiu do país com um grupo de militantes por meio da fronteira que Santa Catarina tem com a Argentina. Permaneceu até 17 de novembro no país vizinho, quando fugiu de Buenos Aires com outro grupo de militantes após a Justiça argentina mandar prender foragidos alvos de pedidos de extradição do STF.

No Chile, cruzou o deserto do Atacama e chegou ao Peru pela cidade de Santa Rosa. Rumou para a Colômbia e chegou ao México. Em 12 de janeiro, tentou entrar nos EUA pela cidade de La Grulla, no Texas. No dia 19, foi transferida para a Unidade de Detenção da ICE El Valle, em Raymondville.

Sua advogada no STF abandonou o caso em dezembro. Em conversa com o UOL, o filho de Raquel, Acenil Francisco, disse que a família “está correndo atrás de um advogado para fazer a defesa dela”.

Rosana Maciel Gomes 51, de Goiânia

Rosana foi condenada a 14 anos de prisão por cinco crimes no 8/1. Tem dois mandados de prisão em aberto e uma ordem de extradição na Argentina.

Fugiu do Brasil em janeiro de 2024, quando chegou ao Uruguai. Em abril, estava em Buenos Aires. Em novembro, deixou a Argentina com um grupo rumo aos EUA. Passou pelo Peru, Colômbia e chegou ao México. Foi presa em El Paso (EUA), em 21 de janeiro. Em 27 de janeiro, foi transferida para a detenção da ICE na mesma cidade.

Segundo sua defesa no STF, “quando [Rosana] entrou no Palácio do Planalto viu que os bens públicos estavam danificados e não danificou qualquer bem, tanto que ficou em estado de choque de ver uma situação daquela”. A defesa dela disse que não poderia comentar sua situação no exterior.

Amigos de Rosana Maciel procuraram ajuda do consulado brasileiro em Houston, no Texas.

Michely Paiva Alves, 38, de Limeira

A comerciante Michely é ré por cinco crimes no 8/1. Chegou a se candidatar a vereadora de sua cidade pelo Podemos enquanto respondia a processo criminal no STF. Tem mandado de prisão em aberto.

A PF encontrou provas de que ela organizou e financiou um ônibus com 30 pessoas, de Limeira para Brasília, para ir aos ataques de 8/1. O frete custou R$ 12 mil, dos quais R$ 6.500 pagos por Michelle. Ela admitiu o negócio aos investigadores e disse que chamou pessoas que estavam em frente à unidade do Exército em Limeira.

A defesa dela disse que “não há provas de que a acusada depredou o Congresso Nacional, bem como [de que] participa de movimentos criminosos”.
Em setembro, fugiu para a Argentina. No mês seguinte, embarcou com militantes para os EUA. Passou pelo Peru, Colômbia e México. Foi presa em El Paso em 21 de janeiro e se encontra detida na mesma cidade.

O UOL procurou seus advogados, mas não obteve esclarecimentos.

Cristiane da Silva, 33, de Balneário Camboriú (SC)

A garçonete foi condenada pelo STF a um ano de prisão por associação criminosa e incitação ao crime no 8/1. Tem mandado de prisão no Brasil.

A defesa dela afirmou ao STF que Cristiane “não estava envolvida no protesto e sequer esteve acampada durante dias” para incitar as Forças Armadas a darem um golpe. Ela disse que foi a Brasília “para passear”. À PF afirmou que pagou R$ 500 na passagem de um coletivo que transportou militantes.

Cristiane fugiu em junho de 2024 para Buenos Aires. Em novembro, juntou-se a outros militantes e fugiu para os EUA. Passou por Peru, Colômbia e México. Foi presa em El Paso e está detida na mesma cidade.

A defesa de Cristiane afirma que estão sendo tomadas medidas para resolver a situação dela nos EUA.

Fabio Porchat elege as cinco melhores histórias já contadas em seu programa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ouvir histórias engraçadas, peculiares e curiosas. É essa a rotina profissional do humorista Fabio Porchat, 41, que, por onde passa, é abordado por alguém disposto a lhe contar alguma experiência inusitada. Desde 2019, com a estreia do Que História É Essa, Porchat? (GNT), mais de mil pessoas, entre famosos e anônimos, já lhe fizeram confidências -muitas delas viralizaram nas redes.

 

Não é uma tarefa fácil para ele escolher as suas favoritas. A reportagem perguntou quais seriam, e Porchat nem titubeou ao apontar a melhor de todas: a de Heloísa Périssé que ligou por engano para um homônimo de seu ginecologista e tirou dúvidas bastante pessoais, até perceber que estava falando com outra pessoa.

“A da Heloísa Périssé é imbatível, perfeita do início ao fim, com viradas, surpresas. Teria que existir o Prêmio Heloísa Périssé de melhor história”, brinca ele.

Porchat fala ainda sobre as estratégias para manter o programa em alta após sete temporadas, sobre os planos para 2025 e da recente saída de Antonio Tabet do Porta dos Fundos.

PERGUNTA – Este ano você celebra 20 anos de carreira. Que trabalhos destacaria nessa trajetória?

FABIO PORCHAT – Em 2005 foi minha estreia no teatro com o Paulo Gustavo (1978-2021), mas ninguém me conhecia. Se pudesse eleger os principais momentos da minha carreira, seriam o Porta dos Fundos, em 2012; quando ganhei meu primeiro talk show [na Record], em 2016, e o Que História É Essa, em 2019. São três pontos de virada. O Porta me divulgou para as pessoas; o talk show fez todos perceberem que eu podia ser apresentador; e o programa de histórias se tonou um supersucesso.

P – Nesta segunda (17) você apresenta um prêmio de humor criado por você. Qual a importância?

FP – O Prêmio I Love PRIO do Humor acontece dia 17, em São Paulo, e 25, no Rio. Sinto que ele entrou no gosto da classe artística porque comédia nunca recebe as glórias. Quando somos indicados já é uma alegria. A tendência é sempre premiar o drama. A comédia é o gênero que gera mais receita, leva mais público ao teatro e ao cinema, faz pessoas voltarem às salas. Comédia precisa ser celebrada, e um prêmio como esse acaba exaltando nomes já consagrados e outros novos no cenário.

P – Recentemente, Antonio Tabet e Ian SBF deixaram o quadro de sócios do Porta. Houve briga?

FP – Não houve briga nenhuma, o que é ótimo, porque numa sociedade às vezes tem briga. São só caminhos diferentes sendo tomados. Eles foram por um lado e nós (eu, o João Vicente e o Gregorio Duvivier) por outro. Agora temos o Porta nas mãos para uma nova fase, fortalecer ainda mais o que temos.

P – Você se vê nesse projeto até quando? Pensa em um dia sair também?

FP – Porta dos Fundos é um lugar seguro para mim, onde posso desenvolver projetos ousados, diferentes. Esse canal conquistou credibilidade nesses 13 anos, o público sabe que dali sairá algo novo. Às vezes erramos, é assim quando falamos em criação, mas estamos sempre nos testando. Mais do que um canal, o Porta virou um produtor de conteúdo com filmes, séries e esquetes.

P – O Que História É Essa, Porchat? é um sucesso. Quais suas cinco histórias favoritas?

FP – Que pergunta difícil, já tivemos mais de 1.000 delas no programa. Mas creio que a do ginecologista da Heloísa Périssé é imbatível, perfeita do início ao fim, com viradas, surpresas. Teria que existir o Prêmio Heloísa Périssé de melhor história.

P – Poderia citar mais algumas?

FP – Gosto da que foi contada pelo Kiko Mascarenhas, a nossa primeira história de cocô (risos). Ela é surpreendente, engraçada, diferente. Não tem como deixar de lado a da Fernanda Torres, ‘totalmente drogada’, que virou até meme. E gosto dos anônimos. Uma moça que contou uma história que não conseguiu perder a virgindade na lua de mel. Foi cativante. Tem a do exorcismo do boneco Melocoton que me divirto demais.

P – Crê na longevidade do programa? Algo que queira mudar, melhorar?

FP – Sinto que o programa tem vida longa, porque contar e ouvir histórias é básico e funciona. Claro que, na sétima temporada, temos que sempre nos ligar nas melhores histórias para não descer o sarrafo e deixar umas mais ou menos entrarem. Esse ano vamos testar sair do estúdio, ir na casa das pessoas, fazer especiais fora da emissora, na minha casa com amigos. Isso dá um gás.

P – Como é feita a seleção das histórias?

FP – Para anônimos temos um grupo de pesquisa que vai atrás, mas recebemos muitas pela internet por vídeo. Na rua me param e falam que têm algumas boas. Alguns falam: ‘essa história tem que guardar para contar no Porchat’. Virou uma referência. Eu adoro, porque são 120 histórias de famosos e 80 de anônimos por ano. Já as celebridades mandam por áudio, mas precisa saber contar. Já tivemos algumas que não entraram porque o famoso não sabia contar.

P – E quais seus planos para esse ano?

FP – Tem a minha peça cômica de histórias de viagens que vou levar para o Brasil e o mundo. Passarei por Cabo Verde, Londres, Japão. Dia 20 de abril será a última vez em São Paulo. Também vai estrear em abril o reality LOL do Prime com o pessoal do Porta dos Fundos. Vou rodar um filme para o mesmo streaming. E, claro, novidades no Porta dos Fundos.

Tempestade dificulta dia de competição do Circuito Mundial de Surfe em Portugal

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A terceira etapa do Circuito Mundial de Surfe teve um dia turbulento nesta segunda-feira (17), em Portugal. Após quatro horas de espera pela melhora das condições, a competição começou com as quartas de final femininas. No entanto, a tempestade que se aproximava trouxe chuva forte, ventos intensos e um mar em crescimento, obrigando a organização a interromper o evento após apenas três baterias do Round de 32 masculino.

 

CONDIÇÕES EXTREMAS

O início do dia foi promissor, mas conforme a maré subia, as ondas ficaram cada vez mais desordenadas. Com a formação comprometida pelo vento, a WSL optou por suspender a competição, aguardando melhores condições para retomar o evento.

A próxima chamada está marcada para terça-feira (18), às 3h45 da manhã (horário de Brasília), na esperança de melhores condições para dar continuidade às disputas em Supertubos – que pode acontecer até dia 25.

DUELO BRASILEIRO NA TEMPESTADE

Os únicos brasileiros a competirem no dia foram Yago Dora e Samuel Pupo, que se enfrentaram em uma disputa apertada. No fim, Yago levou a melhor com 7,57 contra 7,10 do compatriota, justamente na última bateria do dia.

“Sinto muito pelo Samuel, é muito ruim competir com essas condições, mas faz parte do jogo. Felizmente, eu consegui avançar, já que normalmente eu perco nessa situação. O mar ficou muito difícil, entrou a ondulação, mas muita tempestade. Foram 40 minutos quase sem achar uma onda boa”, disse Yago Dora.

Nas baterias anteriores, Jack Robinson venceu Ian Gentil, e Liam O’Brien superou Crosby Colapinto.

NOVATA BATE CAMPEÃ MUNDIAL

Já sem as brasileiras Luana Silva e Tatiana Weston-Webb na disputa, a jovem canadense Erin Brooks, de apenas 17 anos, brilhou ao eliminar a atual campeã mundial Caitlin Simmers.

Agora, Erin encara Gabriela Bryan na semifinal, enquanto Caroline Marks, que venceu Johanne Defay, enfrentará Molly Picklum, responsável por eliminar a bicampeã mundial Tyler Wright.

Procon fecha acesso do Corcovado após morte de turista no Cristo Redentor

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Procon do Rio de Janeiro interditou na manhã desta segunda-feira (17) o trem do Corcovado que dá acesso ao Cristo Redentor, após a morte de um turista, ontem, nas escadarias do monumento, que é um dos principais pontos turísticos da cidade. Os demais acessos seguem funcionando.

 

Procon determinou o fechamento do transporte por tempo indeterminado. O órgão orienta aos turistas que já compraram passagens que solicitem a restituição do valor ou aguardem até a liberação para funcionamento -o que não foi informado quando será.

Decisão do Procon foi resultado da morte de um turista de 54 anos, natural do Rio Grande do Sul. O homem, identificado como Jorge Alex Duarte, se sentiu mal nas escadarias que levam ao Cristo, não resistiu e morreu no local.

Turista passou mal logo cedo, por volta das 7h39. Por meio de nota, o Santuário do Cristo Redentor informou que o Samu foi acionado e chegou por volta das 8h13, mas o homem já estava morto.

Procon disse que no horário em que o turista passou mal não havia profissional de saúde no posto médico do Trem do Corcovado. Conforme o órgão, o posto começa a funcionar a partir das 9h e fecha às 17h. No entanto, o monumento é aberto para visitas a partir das 7h e fecha por volta das 19h.

Por meio de nota, o ICMBio/Parque Nacional da Tijuca informou que o atendimento médico é de responsabilidade do Trem do Corcovado, conforme estabelecido no contrato de concessão. “Informamos que a manutenção e o pleno funcionamento do Posto de Primeiros Socorros no Alto do Corcovado é de responsabilidade da empresa concessionária Trem do Corcovado, conforme previsto no contrato fiscalizado pelo Instituto Chico Mendes. Diante do ocorrido, será aberta uma apuração para verificar as circunstâncias dessa triste fatalidade”.

Trem do Corcovado afirmou por nota que mantém um posto de enfermaria em funcionamento no Alto do Corcovado. Conforme a nota, os profissionais são treinado e habilitados para atuarem em atenção aos primeiros socorros, com manuseio de desfibrilador. Ainda de acordo com a empresa, no caso do turista que morreu ele chegou a ser atendidos por profissionais, mas “não houve possibilidade alguma de salvamento, apesar de os socorristas chegarem com o desfibrilador no mesmo instante e, em seguida, o Samu”.

Já a administração do Santuário, responsável pelo monumento, disse que o posto é de responsabilidade do ICMBio. “O único posto médico que deveria atender os visitantes fica boa parte do dia fechado. A Arquidiocese do Rio de Janeiro busca a todo momento colaborar com o desenvolvimento do Alto Corcovado, mas esbarra nos entraves burocráticos impostos pelo ICMBio. Diversos projetos estão sem o devido andamento sem nenhuma justificativa legal para tal, inclusive o de colocar uma ambulância de prontidão no Alto Corcovado”, diz nota do Santuário.

Procon vai propor TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). Segundo o órgão, a proposta prevê melhorias para a retomada de funcionamento do Cristo, o que inclui presença de atendimento médico em todo o período que o monumento permanecer aberto para visitas.

 

Ed Motta critica Maria Bethânia por bronca com músicos em show

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A irritação de Maria Bethânia, 78, com os músicos durante a penúltima apresentação da turnê com o irmão, Caetano Veloso, no sábado (15), no Rio de Janeiro, ainda repercute. O cantor Ed Motta, 53, fez um desabafo ao relembrar uma situação parecida no festival Rock The Mountain, em novembro do ano passado, em Petrópolis, também no Rio, quando se desentendeu com um técnico da equipe em meio ao show. O cantor chegou a ser vaiado por parte do público devido à exposição do funcionário.

 

Motta não menciona o nome de Maria Bethânia no relato e explica as razões pelas quais acha que as pessoas o perseguem, enquanto aplaudem o comportamento da irmã de Caetano Veloso, 82, no palco. “Presenciei uma famosa cantora da música brasileira enfrentando um problema no palco, algo recorrente na carreira dela. É sabido como ela trata os músicos e os colaboradores”, começa.

O intérprete de “Fora da Lei” e “Manuel” reforça que nunca teve problemas com seus músicos e que “o problema infeliz” aconteceu com uma pessoa que estava em período de teste na equipe. “Cometi um erro crasso durante meu concerto. Pelo fato de eu reclamar, tenho pago um preço na minha vida que não para.”

Logo em seguida, Motta afirma que se sente perseguido no Brasil: “As pessoas me perseguem. O país… Eu tenho público no mundo inteiro. Poderia me mudar para qualquer lugar, mas não tenho vontade. Quero viver aqui. É absolutamente nojento e covarde o tratamento que me é dirigido”, destaca.

Ele também reclama do tratamento que recebe da imprensa brasileira. “As pessoas têm cabeça fraca, se influenciam por tudo. Botam pessoas inocentes na cadeia por influência da imprensa. Então, estou dentro dessa seara, das pessoas perseguidas pela imprensa cultural do Brasil.”

Por fim, o cantor, que já havia feito críticas a Raul Seixas em 2022, agora se volta contra Bethânia. “A plateia aplaude: ‘Maravilhosa’, ‘necessária’… Uma pessoa que não sabe tocar nem piano. Não sabe harmonia, não estudou música, nada. Eu sei tocar piano, eu estudei música. Mas, infelizmente, não tenho o respeito necessário no país do feijão e do futebol.”

Fonseca é confirmado no top-60 do mundo; Brasil tem três no top-100

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Após conquistar o título do Challenger de Phoenix, nos Estados Unidos, João Fonseca foi confirmado nesta segunda (17) como o número 60 do ranking da ATP.

 

O tenista brasileiro foi quem mais subiu entre os 100 melhores do mundo. Ele conquistou 205 pontos na semana e escalou vinte posições.

Além da escalada de João Fonseca, o novo ranking passa a ter três brasileiros no top-100, um a mais que na última semana. Além de Fonseca, Thiago Wild (96) e Thiago Monteiro (99) também aparecem entre os 100 melhores do mundo.

A semana foi especialmente boa para Thiago Monteiro, vice-campeão do Challenger de Santiago – ele era o número 105 do mundo. Thiago Wild foi eliminado na primeira rodada do Challenger de Cap Cana e caiu cinco posições no ranking.

Leia Também: Fonseca alcança melhor ranking da carreira e mira Masters de Miami para consolidar boa fase

Governo Milei propõe lei que define torcidas organizadas como associações ilícitas

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BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – Ainda no rescaldo dos confrontos que marcaram o mais recente protesto no Congresso da Argentina, o governo de Javier Milei encampou nesta segunda-feira (17) uma controversa medida: propôs um projeto de lei para criminalizar as torcidas organizadas de futebol.

 

A apresentação do projeto contra as chamadas “barra bravas” ficou a cargo da ministra da Segurança, Patricia Bullrich, um dos principais nomes dessa administração. O projeto busca classificar as torcidas como um tipo de associação ilícita (grupo de três ou mais pessoas destinado a cometer delitos, segundo o Código Penal).

O objetivo final é agravar as penas para os envolvidos. A lei local prevê de cinco a até 20 anos de prisão a pena para aqueles que fizerem parte de uma associação cujo objetivo seja “aterrorizar a população ou obrigar o governo a realizar um ato ou se abster de realizá-lo”.

A tentativa da gestão Milei ocorre após algumas das torcidas nacionais manifestarem apoio e participarem da tradicional marcha feita pelos aposentados, sempre às quartas-feiras. O último ato, no dia 12, teve confrontos, ao menos uma pessoa ferida gravemente (o fotojornalista Pablo Grillo, 35) e mais de cem pessoas detidas.

Muitos críticos das ações de Milei argumentam que a convocação para o protesto e para a incitação à violência não partiu necessariamente do comando das torcidas, mas de torcedores específicos, mais envolvidos com a militância política. Para o governo, não coube o discernimento.

Uma investigação do jornal La Nacion mapeou que os torcedores que estavam presentes na manifestação não eram do alto escalão das torcidas organizadas nem tinham protagonismo. Eram pessoas que ocupam funções marginais nas organizações e papéis secundários.

Enquanto isso, o governo afirma que essas pessoas compareceram ao ato em coordenação com dirigentes da esquerda regional com o propósito de causar desordem.

Ainda segundo anunciou a ministra Bullrich, a apelidada “Lei Anti-Barras” vai estabelecer uma responsabilização criminal de dirigentes dos clubes de futebol que colaborarem com as torcidas organizadas de alguma maneira. Bullrich diz que o fornecimento de ônibus para as torcidas ou a ajuda financeira entrariam na tipificação dessa colaboração.

Há ainda um terceiro elemento na leiL pleiteado pela Casa Rosada: o impedimento de que pessoas que respondem a qualquer acusação judicial relacionada a violência possam entrar em estádios de futebol. Já nesta segunda-feira a pasta da Segurança publicou no Boletim Oficial (versão argentina do Diário Oficial) um decreto para proibir 26 pessoas que diz ser membros de torcidas organizadas de entrar nos estádios.

Os 26 são parte do grupo que foi acusado na última sexta-feira (14) também pelo ministério comandado por Patricia Bullrich do crime de sedição (insurreição) por participar do protesto da última quarta-feira.

Horas antes de fazer o anúncio sobre a proposta de lei, o governo também formalizou uma denúncia contra a juíza que na semana passada liberou os 114 detidos pelos policiais durante o protesto. A Casa Rosada a acusa de prevaricação (dar resoluções contrárias à lei), cuja pena é a inabilitação perpétua para exercer a profissão.

Como a reportagem detalhou, a juíza de primeira instância Karina Giselle Andrade disse em sua resolução que os detidos haviam sido enviados às dezenas para a delegacia, sem especificação do que cada um teria feito e onde havia sido preso. Da forma como as prisões foram operadas e apresentadas, disse ela no mesmo tempo, o caso corria o risco de ferir o direito ao protesto e à liberdade de expressão. Os detidos foram liberados cerca de seis horas após serem apreendidos.

Quatro pessoas, porém, seguiram presas, ainda que delas se fale menos. Uma porque tinha uma ordem de captura, e as outras três porque foram detidas portando armas. Agora o governo de Milei diz que Andrade agiu com fins políticos e ideológicos, e apoiadores da gestão afirmam que a magistrada pertenceria ao La Cámpora, agrupação militante ligada ao kirchnerismo, o que Andrade nega.

Algumas das torcidas organizadas possuem um histórico de violência na Argentina, como por exemplo na cidade de Rosário, a terra natal dos astros do futebol Lionel Messi e Ángel Di María, onde as relações entre o narcotráfico, as torcidas e a violência são notoriamente conhecidas.

Nesta quarta-feira (19), um novo protesto foi convocado em Buenos Aires.

Esposa de Gene Hackman fez ligação um dia após suposta data de sua morte

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – De acordo com autoridades, Betsy Arakawa teria morrido no dia 11 de fevereiro, em decorrência do hantavírus. Um médico refuta essa teria com a alegação de que a pianista ligou para sua clínica no dia seguinte.

 

Josiah Child, responsável por dirigir a clínica Cloudberry Health, em Santa Fé, no Novo México, garantiu que a esposa de Gene Hackman entrou em contato para marcar uma consulta. “A Sra. Hackman não morreu em 11 de fevereiro porque ligou para minha clínica em 12 de fevereiro”, afirmou ao jornal The Mail on Sunday.

Betsy desejava se consultar com um médico ainda naquele dia, no período da tarde, mas de acordo Child, não era nada relacionado a um problema respiratório -um dos sintomas do hantavírus. “Ela havia me ligado algumas semanas antes da sua morte para perguntar sobre a realização de um ecocardiograma para o seu marido. Ela não era minha paciente, mas uma das minhas pacientes recomendou Cloudberry a ela. Ela marcou uma consulta para si mesma em 12 de fevereiro. Era para algo não relacionado a nada respiratório”.

Apesar disso, a pianista não compareceu à consulta e não retornou os diversos contatos da clínica. “Marcamos uma consulta para ela, mas ela nunca apareceu. Ela não apresentou nenhum sintoma de dificuldade respiratória. A consulta não era para nada relacionado ao hantavírus. Tentamos ligar para ela algumas vezes, mas não obtivemos resposta”.

Há algumas semanas, as autoridades divulgaram que Betsy Arakawa teria morrido no dia 11 de fevereiro, uma semana antes de Gene Hackman. De acordo com imagens de segurança e movimentações online, as últimas atividades da pianista foram registradas até às 17h15 daquele dia.

A causa da morte do ator foi devido a uma grave doença cardíaca, além do Alzheimer, que foi considerado um fator contribuinte significativo. O ator vencedor do Oscar tinha 95, enquanto Bete Arakawa tinha 65.

As alegações do médico colocam em dúvida o que, de fato, aconteceu antes das mortes. As respostas para os acontecimentos ainda devem influenciar na disputa pela herança na Justiça, visto que, caso seja comprovado que eles não morreram simultaneamente, a família de Betsy Arakawa não terá direito aos bens.

Leia Também: Revelada causa da morte da cadela de Gene Hackman e Betsy Arakawa

MotoGP anuncia data de retorno ao Brasil, com corrida em Goiânia

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GOIÂNIA, GO (FOLHAPRESS) – A MotoGP anuciou nesta segunda-feira (17) a data em que a categoria marcará seu retorno ao Brasil. Será em 29 de março de 2026, quando o Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, vai receber a primeira corrida no país depois de 22 anos.

 

A última vez que as motos correram por aqui foi em 2004, no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, que sediou corridas entre 1995 e 2004, com exceção a 1998.

A capital de Goiás também já havia sido palco do Mundial em três edições, entre 1987 e 1989. O retorno à região centro-oeste ocorre a partir de um movimento feito pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).

Além do político, estiveram presentes no evento Carmelo Ezpeleta, CEO da Dorna Sports, dona da MotoGP, Alan Adler, CEO da Brasil Motorsport, responsável por promover diversos eventos esportivos no país, como a F1 em São Paulo e o Rio Open, agora também encarregado da corrida em Goiânia, e quatro pilotos: Franco Morbidelli, Luca Marini, Diogo Moreira e Eric Granado.

Embora o quarteto tenha sido bastante assediado para tirar fotos e ovacionado quando deu algumas voltas na pista, quem parecia ser a estrela do evento era o governador do estado, cotado para lançar uma chapa para concorrer a presidência em 2026 ao lado do cantor Gusttavo Lima.

Apoiadores de Caiado gritavam “presidente” a cada uma de suas falas. A apresentação organizada pela MotoGP nesta segunda-feira teve entrada gratuita. Boa parte da arquibancada central ficou ocupada, inclusive com apoiadores de Caiado e outros políticos.

Em discurso, o governador conseguiu emendar o tema da segurança pública do estado ao convidar turistas. “Aqui ninguém vai roubar seu celular”, disse.

O contrato com a MotoGP é de cinco anos. Para receber o Mundial, o autódromo passará por algumas reformas, com melhorias em setores como arquibancadas, boxes, acessos gerais, torres de comando, postos médicos, camarotes, além da pista. O custo estimado é de R$ 100 milhões.

De acordo com o governo goiano, o investimento promovido por Goiás para receber a corrida retornará ao estado por meio de impostos gerados com a promoção do evento, estimados em cerca de R$ 170 milhões por edição.

Além do retorno para o estado de Goiás, a MotoGP espera movimentar a indústria ligada às motos no país. “O Brasil é um mercado importantíssimo para nossas marcas”, disse à Folha Carmelo Ezpeleta. “É o país mais importante da América do Sul e um polo importante para o mundo”, acrescentou o CEO da Dorna.

De acordo com Alan Adler, a possibilidade de movimentar a indústria foi determinante para a vinda da categoria ao país. “O mercado para os fabricantes de motocicletas é muito importante. Todas as grandes marcas querem estar no Brasil”, disse o CEO da Brasil Motorsport.

Motociclista é detido e autuado por adulteração de placa em Campos

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Foto: Divulgação Operação Segurança Presente

Na manhã desta segunda-feira (17), agentes da Operação Segurança Presente abordaram um motociclista na Avenida José Alves de Azevedo, próximo à rodoviária de Campos, após notarem que a placa do veículo estava parcialmente encoberta por um elástico, dificultando a visualização da numeração.

Durante a abordagem, nada de ilícito foi encontrado com o condutor. Questionado sobre a irregularidade, ele afirmou que utilizava o elástico para segurar a placa há aproximadamente uma semana.

Diante da situação, os agentes conduziram o motociclista à 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde ele foi autuado pelo crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, conforme o artigo 311 do Código Penal. A motocicleta foi apreendida e passará por perícia.