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Médico sofre ataque cardíaco e morre enquanto fazia parto na Bahia

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Um médico brasileiro morreu enquanto realizava um parto no Hospital Nair Alves de Souza, em Paulo Afonso, na Bahia, na última segunda-feira. Francisco Xavier do Carmo, de 78 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória enquanto estava de plantão. Ele era um obstetra experiente e estava acompanhado por uma equipe médica, incluindo seu filho, que fazia parte do time responsável pelo procedimento. O filho tentou, sem sucesso, salvar a vida do pai durante a emergência.

 

A morte de Francisco Xavier gerou uma onda de homenagens nas redes sociais, com colegas e pacientes lembrando a dedicação do médico ao longo de sua carreira. “Sua presença marcante, generosidade e compromisso com a saúde pública transformaram muitas vidas e deixaram uma marca profunda em nossa história”, escreveu uma pessoa nas redes sociais.

O obstetra, que deixa três filhos, era muito respeitado pela comunidade médica e pela população local.

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Gisele Bündchen e Joaquim Valente fotografados em momento de ‘paixão’

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Gisele Bündchen e Joaquim Valente foram flagrados aproveitando um passeio romântico de barco em Miami no último domingo. A modelo de 44 anos e o instrutor de jiu-jitsu de 37 passaram um tempo a sós após a chegada do primeiro filho do casal.

 

De acordo com o Daily Mail, os dois almoçaram juntos antes de trocarem carinhos, incluindo um beijo apaixonado, que foi registrado pelos paparazzi. As imagens rapidamente começaram a circular nas redes sociais.

Além do bebê recém-nascido, fruto de sua relação com Valente, Gisele é mãe de Benjamin, de 15 anos, e Vivian, de 12, do casamento anterior com o ex-jogador de futebol Tom Brady.

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STF julga se Bolsonaro vira réu por trama golpista e deixa aliados de ex-presidente divididos

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(FOLHAPRESS) – A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa nesta terça-feira (25) o julgamento que pode tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) réu sob acusação de liderar uma tentativa de golpe de Estado em 2022.

 

A sessão ocorre após um trâmite acelerado da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) e em meio a divergências entre aliados do ex-presidente sobre como ele deve lidar com a situação.

Alvo de ataques frequentes de Bolsonaro, que escalaram no último ano, o STF decidiu reforçar sua segurança para a deliberação.

A expectativa no Supremo é que a denúncia seja recebida por unanimidade na turma, composta pelo ministro-relator, Alexandre de Moraes, e pelos ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux.

Além de Bolsonaro, serão julgados outros sete integrantes do que a PGR classificou como núcleo central na articulação de uma ruptura institucional para impedir a posse de Lula (PT) nas eleições presidenciais de 2022.

Estão nele o deputado federal pelo PL e ex-chefe da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) Alexandre Ramagem; o ex-comandante da Marinha Almir Garnier; o ex-ministro da Justiça Anderson Torres; o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid; o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira; e o ex-ministro da Casa Civil e da Defesa Walter Braga Netto.

As defesas dos acusados negam que eles tenham articulado uma tentativa de golpe e questionam aspectos como a participação de Moraes, Dino e Zanin no julgamento, além da deliberação pela Primeira Turma e não pelo plenário.

Os advogados de Bolsonaro pretendem se concentrar em questões técnicas e processuais para justificar a inocência do ex-presidente, mantendo contato nos bastidores com ministros do Supremo.

A reação pública do ex-presidente ao processo, no entanto, divide seus aliados.

As divergências vão desde a estratégia em relação às acusações quanto à conduta antes do julgamento.

A decisão de Bolsonaro de participar de entrevista na noite desta segunda-feira (24), em São Paulo, para um podcast com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi criticada por pessoas próximas ao ex-presidente.

Elas argumentam que a agenda beneficia mais Tarcísio do que Bolsonaro, que deveria focar a preparação de discursos e entrevistas para depois do julgamento. A programação é que ele volte a Brasília entre a noite desta segunda e a manhã de terça.

Na capital federal, Bolsonaro deve assistir ao julgamento na casa do deputado Luciano Zucco (PL-RS), líder da oposição no Congresso.

Mas a agenda não é consenso entre os principais auxiliares do ex-presidente e a equipe que o defenderá no Supremo, que passou esta manhã em conversas de telefone cogitando alterações de roteiro.

Prevendo um potencial de embates, o tribunal preparou um plano de segurança especial para os dias de julgamento da denúncia da trama golpista. O esquema envolve a limitação do acesso ao edifício sede e aos anexos, a manutenção dos gradis que cercam a corte e o monitoramento de possíveis ameaças.

O nível das restrições é estabelecido após análise de risco da Secretaria de Polícia Judicial. Desde o atentado a bomba em novembro de 2024, o Supremo tem sido mais rígido na definição dos planos de segurança, com barreiras de checagem próximas à entrada da sede, por exemplo.

Só será autorizado o acesso de servidores da corte e de jornalistas e advogados credenciados para acompanhar o julgamento.

A Segunda Turma do Supremo cancelou sua sessão de julgamento prevista para esta terça após pedido do ministro Cristiano Zanin. A expectativa era colocar um telão na sala e abrir o espaço para a transmissão do recebimento da denúncia contra Bolsonaro.

O plano acabou descartado pela segurança do STF. A ideia é restringir ao máximo o acesso do público ao tribunal diante das peculiaridades do julgamento e das ameaças diárias aos ministros detectadas pela Secretaria de Polícia Judicial.

A segurança do Supremo também já ativou na segunda-feira sistemas para a segurança cibernética do tribunal, prevendo um aumento de ameaças às estruturas digitais da corte. No sistema do peticionamento do STF foi acionada uma barreira para evitar sobrecarga de acesso de robôs ao site. Ferramentas semelhantes são usadas para garantir o funcionamento das plataformas da TV Justiça.

COMO SERÁ O JULGAMENTO

Na atual etapa, os ministros do Supremo devem avaliar se a denúncia da PGR levanta indícios de materialidade e autoria contra os acusados.

É um passo ainda inicial no processo. Se a denúncia for recebida, Bolsonaro e as outras sete pessoas que serão julgadas pelo caso nesta terça-feira passarão à condição de réus e, assim, responderão a ações penais no tribunal.

Zanin deverá abrir a sessão às 9h30. A previsão é que Moraes leia o relatório e, na sequência, comecem as sustentações orais. O procurador-geral Paulo Gonet falará por 30 minutos, e as defesas terão duas horas para expor suas posições -serão oito defesas com 15 minutos cada.

Somente após as falas das defesas é que Moraes deve apresentar seu voto.

Em um primeiro momento, ele vai decidir sobre argumentações preliminares apontadas pelos denunciados, como os pedidos de anulação da delação de Mauro Cid e de envio do julgamento para o plenário do Supremo, composto por 11 ministros.

Só depois de concluídas as preliminares é que Moraes apresentará seu voto definitivo sobre o recebimento ou rejeição da denúncia. Os demais ministros vão debater esses pontos e apresentar seus votos na sequência.

Após o voto de Moraes, será seguida a ordem de antiguidade: Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia. O último a votar será o presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin.

O julgamento deve continuar à tarde, e o término está previsto para a manhã de quarta-feira (26).

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Hamas divulga vídeo de reféns israelenses após mais de 500 dias presos

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O grupo islamita palestino Hamas divulgou um vídeo mostrando dois reféns israelenses, conforme reportado pelos meios de comunicação israelenses.

 

Os dois homens, Yosef Haim Ohana e Elkana Bohbot, foram sequestrados no dia 7 de outubro de 2023 e estão em cativeiro na Faixa de Gaza há 535 dias.

O vídeo, com pouco mais de três minutos de duração, apresenta os reféns sentados e conversando em hebraico com um refém já libertado, pedindo que ele compartilhasse sua experiência no cativeiro.

Os reféns falaram sobre os perigos enfrentados desde o recomeço dos ataques israelenses na Faixa de Gaza, que ocorreram na madrugada de terça-feira passada.

Elkana Bohbot, de 36 anos, foi sequestrado durante o ataque ao festival de música eletrônica. No dia do ataque, ele fazia parte da equipe de produção do evento e ajudou a evacuar o local e a prestar socorro aos feridos. Bohbot é pai de um filho de quatro anos.

Yosef-Chaim Ohana, de 24 anos, também foi sequestrado enquanto ajudava os feridos durante o ataque no festival Nova, auxiliando os feridos a chegarem às ambulâncias. Sua família, antes da divulgação do vídeo, afirmou ter recebido um sinal de vida, conforme reportado pela mídia local.

O Fórum das Famílias dos Reféns israelenses pediu aos meios de comunicação que não publiquem o vídeo ou as imagens sem a aprovação das famílias dos reféns.

Os meios de comunicação israelenses citaram os nomes dos dois homens, mas optaram por não divulgar o vídeo, que é considerado uma “prova de vida” dos reféns.

Israel rompeu o cessar-fogo em Gaza na terça-feira, 18 de março, e, desde então, os ataques israelenses causaram mais de 600 mortos e mais de mil feridos.

Esses ataques interromperam uma trégua entre o Hamas e Israel que havia começado em 19 de janeiro, após mais de 15 meses de ofensiva. A trégua não conseguiu avançar para as próximas etapas do acordo de cessar-fogo.

O número de mortos na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em outubro de 2023, ultrapassou 50 mil no fim de semana, devido aos últimos bombardeios israelenses, de acordo com as autoridades locais.

Dos 251 reféns sequestrados em outubro de 2023, 58 ainda permanecem em cativeiro, e pelo menos 34 foram declarados mortos pelo exército israelense.
 

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Família de refém lança apelo a Netanyahu e Trump após vídeo do Hamas

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A família de Elkana Bohbot, refém israelense, fez um apelo ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece ao lado de outro prisioneiro. O vídeo foi compartilhado pelo Hamas, grupo islamita palestino, nesta segunda-feira.

 

No comunicado, os familiares pedem: “Por favor, imaginem que este é o vosso filho, o pai do vosso neto, à espera para ver a luz do dia, ouvindo sobre as bombas das Forças de Defesa Israelenses e vivendo em constante medo pela sua vida”, como relatado pela CNN.

O vídeo, com mais de três minutos de duração, mostra os dois reféns conversando em hebraico com um refém já libertado, pedindo-lhe para contar sobre sua experiência em cativeiro. A gravação, que não tem a data confirmada, parece ter sido feita sob coação e pode ter ocorrido após o fim do cessar-fogo entre Israel e o Hamas, na semana passada, conforme indicado no vídeo.

Os reféns falaram sobre os perigos que enfrentam desde o recomeço dos ataques israelenses em Gaza na madrugada de terça-feira.

Elkana Bohbot, de 36 anos, foi sequestrado durante um festival de música eletrônica em 7 de outubro de 2023. Ele estava ajudando na evacuação do evento e no atendimento aos feridos quando foi capturado. Bohbot é pai de um filho de quatro anos.

Yosef-Chaim Ohana, de 24 anos, também foi sequestrado no mesmo ataque enquanto ajudava os feridos e os direcionava para as ambulâncias. Sua família afirmou ter recebido um sinal de vida antes da divulgação do vídeo.

A família de Bohbot autorizou a divulgação do vídeo, mas a família de Ohana não se pronunciou. A família de Bohbot relatou que ele sofre de problemas respiratórios e de pele, além de ser asmático, e está em condições precárias, tendo perdido muito peso devido à fome constante.

O cessar-fogo foi rompido por Israel na terça-feira, 18 de março. Desde então, os ataques israelenses já causaram mais de 600 mortos e mais de mil feridos em Gaza.

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Bruce Willis é flagrado em público após celebrar 70 anos; veja

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Bruce Willis foi visto em Los Angeles no último domingo, após celebrar seu 70º aniversário e 16 anos de casamento com Emma Heming. O ator apareceu em um estilo mais descontraído, usando um boné bege, e estava sentado ao lado do banco do motorista, conforme mostram as imagens divulgadas pelo Daily Mail e que circulam nas redes sociais.

 

O ator se afastou da carreira de atuação após ser diagnosticado com afasia em 2022. Em 2023, recebeu o diagnóstico de demência frontotemporal, condição que tem impactado sua vida nos últimos anos.

 

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Scaloni desvaloriza palavras de Raphinha: “É um jogo de futebol”

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Lionel Scaloni, técnico da seleção argentina, reagiu nesta segunda-feira às declarações de Raphinha, atacante da seleção brasileira, que prometeu “porrada” no clássico contra a Argentina pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. O confronto acontecerá na madrugada de terça para quarta-feira.

 

“Não entrei em detalhes, mas me falaram. É um jogo importante para a Argentina e para o Brasil, mas no final das contas, é um jogo de futebol. Lembro da imagem pós-Copa América 2021, de Leo (Messi) sentado ao lado de Neymar nos degraus do Maracanã. Essa é a imagem que deve permanecer. Eles querem vencer, mas não precisam ir além disso”, afirmou Scaloni, em entrevista à TyC Sports.

O treinador também fez um apelo aos torcedores que irão ao Estádio Monumental. “A questão do racismo está fora de cogitação. Em nossas cabeças, isso não existe. Esperamos que as pessoas apoiem a Seleção Argentina”, completou.

Sobre o confronto com o Brasil, Scaloni destacou a importância do controle da posse de bola. “Queremos ser protagonistas com a bola. Acreditamos que podemos disputar a posse com eles. Com os jogadores que temos, nosso objetivo é ganhar o controle da bola para sermos eficazes”, finalizou o técnico campeão do mundo em 2022.

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Trump chama George Clooney de “fracassado” após críticas ao governo

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disparou contra o ator vencedor do Oscar, George Clooney, chamando-o de “fracassado” e “estrela de cinema de segunda categoria”. A crítica foi feita em sua rede social, Truth, após o astro de Hollywood expressar publicamente suas opiniões sobre o governo de Trump.

 

Em uma entrevista ao programa de TV “60 Minutes”, Clooney criticou o comportamento do presidente, especialmente a alegação de que Trump estaria intimidando jornalistas. Durante a conversa, Clooney, que estava promovendo sua versão teatral do filme “Boa noite e Boa Sorte”, comentou sobre o atual conflito entre o governo e a imprensa.

“O conflito entre o governo e a imprensa é um conflito de época”, afirmou Clooney, citando exemplos do Los Angeles Times e do Washington Post, que, segundo ele, proibiram suas equipes editoriais de se posicionarem politicamente. “Quando os outros três poderes falham conosco, a imprensa deve ser a última linha de defesa. E os governos não gostam da liberdade de imprensa, não importa se você é conservador ou liberal”, completou o ator.

Trump, por sua vez, reagiu à entrevista dizendo que a reportagem era “totalmente exagerada”. “Por que o já desacreditado ’60 Minutes’ estaria fazendo uma ‘matéria de propaganda enganosa’ sobre George Clooney, um ‘astro’ de cinema de segunda categoria e comentarista político fracassado?”, escreveu Trump em sua rede social. Ele ainda alfinetou Clooney, afirmando: “E agora George Clooney de novo? Seu agente de imprensa deveria estar ganhando uma fortuna.”

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Gilmar Mendes diz que Judiciário vive desordem com profusão de penduricalhos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou os supersalários do Judiciário. Ele afirmou que o país vive um quadro de desordem, com a profusão de gratificações para juízes, promotores e desembargados, além de seus penduricalhos, como são conhecidos os repasses aos servidores que vão além do teto remuneratório. Segundo Gilmar, é preciso que os repasses ocorram dentro parâmetros legais.

 

“Nós devemos ter um posicionamento em relação à remuneração. Nós estamos vivendo um quadro de verdadeira desordem. A toda hora os jornais estampam o que chamam de um novo penduricalho, a gratificação disso, a gratificação daquilo. É preciso que se estabeleçam regras e normas para isso”, disse ele, em um evento na capital paulista, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), sobre a reforma administrativa.

“Estamos numa fase preocupante, porque não sabemos bem o critério que deve prevalecer. É fundamental que haja uma discussão sobre essa temática. Ninguém nega a necessidade da revisão da remuneração, mas que se faça dentro de parâmetros legais.”

Em 2024, o governo federal apresentou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para regulamentar os supersalários da Justiça. A Constituição Federal já impede o pagamento de salários superiores ao teto do funcionalismo -R$ 46,3 mil.

Os penduricalhos não são contabilizados para o cálculo do teto salarial do funcionalismo público. Eles incluem gratificações, indenizações e vantagens pessoais ou eventuais, todas permitidas pelo STF. Como a Folha mostrou, Gilmar e Alexandre de Moraes já receberam penduricalhos retroativos de órgãos onde trabalharam antes da magistratura.

No ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) aumentou em mais de 50% os gastos com o pagamento de penduricalhos, a seus cerca de 380 desembargadores da ativa.

Ao longo do ano passado, a remuneração média desses magistrados foi de R$ 75 mil por mês. Nessa semana, um corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) limitou, em um caso referente à Justiça de Sergipe, o pagamento de penduricalhos em R$ 46,3 mil.

No mesmo evento, Gilmar criticou a presença de militares da ativa em cargos políticos. O governo Lula (PT) também apresentou uma PEC sobre o tema, mas que está parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desde novembro de 2023.

“Não é mais compreensível que nós tenhamos militares atuando em funções administrativas sem terem ido para a reserva, ou indo para a política e voltando para a corporação”, disse Gilmar. Para o ministro, os militares que desejam seguir carreira política devem deixar, antes, a corporação, com transparência.

Aliados pressionam agenda de Bolsonaro na véspera de julgamento do STF

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Às vésperas de o STF (Supremo Tribunal Federal) decidir se Jair Bolsonaro (PL) vira réu sob acusação de liderar uma trama golpista de 2022, aliados divergem sobre como ele deve encarar o julgamento da Primeira Turma do tribunal nesta terça-feira (25). As divergências vão desde a estratégia em relação às acusações quanto na estratégia antes do julgamento.

 

O plano traçado inclui uma entrevista na noite desta segunda-feira (24), em São Paulo, para um podcast com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), seguida de um retorno a Brasília à noite ou nos primeiros voos da terça.

Na capital federal, Bolsonaro deve assistir ao julgamento na casa do deputado Luciano Zucco (PL-RS), líder da oposição no Congresso.

Mas a agenda não é consenso entre os principais auxiliares do ex-presidente e a equipe que o defenderá no Supremo, que passou esta manhã em conversas de telefone cogitando alterações de roteiro.

Parte de sua equipe considera um erro participar do podcast Inteligência LTDA, que pode durar mais de duas horas. Avaliam que a agenda beneficia mais Tarcísio do que Bolsonaro, que deveria focar a preparação de discursos e entrevistas para depois do julgamento, que pode se estender até quarta (26).

Tarcísio é apontado como possível candidato à Presidência caso a inelegibilidade de Bolsonaro seja mantida, embora ambos neguem que isso possa acontecer.

O tempo gasto no podcast seria mais bem aproveitado, para este grupo, com Bolsonaro se preparando para falar ao país após ser declarado réu oficialmente.

Entre os aliados que defendem a agenda conjunta, a ideia é que o ex-presidente demonstraria força política ao lado do governador paulista, dirigente de oposição do maior estado da federação.

A defesa do ex-presidente será feita pelo criminalista Celso Vilardi. Inicialmente, segundo aliados, ele desaconselhou Bolsonaro a ir ao STF. Mas o advogado tem sido pressionado a mudar de posição e sinalizou que não se opõe à presença do cliente caso Bolsonaro decida ir.

Parte da equipe acredita que uma fala do ex-presidente na porta do tribunal teria mais impacto do que uma declaração na casa de algum aliado político, enquanto outros auxiliares defendem que ele faça uma declaração em um ambiente controlado, cercado de aliados.

O entorno de Bolsonaro dá como certa que a aceitação da denúncia será por unanimidade entre os ministros da primeira turma. Ela é composta por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

Embora sua defesa se concentre em questionamentos processuais, como a anulação de provas e da delação de Mauro Cid, seus auxiliares dizem acreditar que Bolsonaro precisará enfatizar a seus apoiadores que o julgamento é “político” quando for comentar o resultado.

Essa ênfase teria de ser feita destacando a série de embates entre Moraes e os bolsonaristas e também a proximidade dos ministros Zanin e Dino ao governo Lula (PT), conforme a avaliação de parte dos aliados.

Além disso, esses mesmos aliados buscam nestas falas evitar a repetição de críticas recentes à corte, como a possibilidade de prisão por 14 anos da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, acusada de tentativa de golpe e responsável pela pichação da estátua “A Justiça”, na sede do Supremo.

Além de Bolsonaro, são acusados nesta etapa o general Braga Netto, os ex-ministros Anderson Torres (Justiça), general Heleno (GSI) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa), o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-chefe da Abin, e o ex-comandante da Marinha Almir Garnier.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou 34 pessoas. O STF analisará primeiro o grupo de Bolsonaro. Nesta fase, os ministros apenas avaliam se a denúncia tem base jurídica para ser aceita. A análise de mérito ocorrerá em outra etapa.

Ucrânia e Rússia ignoram trégua enquanto negociam com os EUA

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Enquanto os Estados Unidos buscavam fazer avançar as negociações de paz para encerrar a Guerra da Ucrânia com nova rodada de conversas nesta segunda (24), Ucrânia e Rússia seguiram ignorando o cessar-fogo parcial a que ambos se comprometeram com Donald Trump.

 

Teoricamente, ambos os lados deveriam evitar ataques à infraestrutura energética do vizinho, mas durante a noite domingo (23) até esta manhã as ações continuaram de forma indiscriminada.

A Rússia disse ter abatido 227 drones ucranianos, sem revelar quantos haviam sido lançados. Alguns deles miraram uma estação de bombeamento de petróleo em Krasnodar (sul), que já havia sido atingida na semana passada ao lado de centrais de trânsito de gás.

Mais importante, ainda que aí não entre no escopo proposto pelos EUA para a trégua, foi o emprego de mísseis americanos Himars com munições de fragmentação contra um campo de aviação em Belgorodo, no sul russo. Segundo as Forças Especiais da Ucrânia, dois helicópteros de ataque e dois de transporte foram destruídos na noite de domingo.

A questão aqui é outra: antes de assumir, Trump criticou a autorização dada pelo então presidente Joe Biden para ataques com armas de longo alcance americanas a alvos no território da Rússia. Não se falou mais nisso, mas o ataque na região fronteiriça não deverá ser bem recebido pela Casa Branca.

Na mão inversa, Moscou lançou 99 drones contra alvos em toda a Ucrânia, com a Força Aérea local relatando a derrubada de 57 deles.

Ao menos quatro pessoas morreram, disse Kiev. Em Sumi (nordeste), uma ação com mísseis feriu 88 pessoas, segundo a prefeitura. O Kremlin diz que a ordem para não atacar infraestrutura energética está valendo, mas os ucranianos relataram danos à distribuição elétrica.

Nesta segunda, uma delegação russa encontrou-se com o time negociador americano em Riad, a capital saudita. É a terceira vez que isso ocorre: houve uma reunião de mais alto nível, com os chefes da diplomacia dos dois lados presentes, na mesma cidade há mais de um mês, e depois um encontro de nível técnico na Turquia.

Ainda que oficialmente todos os itens de uma eventual paz possam estar na mesa, o foco segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, é a volta da chamada Iniciativa de Grãos do Mar Negro. Não houve anúncios, que poderão ser feitos nesta terça (25).

O arranjo mediado pela Turquia e pela ONU permitiu, de julho de 2022 a julho de 2023 que a Ucrânia escoasse sua produção de grãos até o Mediterrâneo e, dali, para mercados globais. A Rússia queria o mesmo para seus fertilizantes, mas sempre se queixou que Kiev não cumpria sua parte, atacando com drones marítimos seus navios.

Vladimir Putin determinou a saída do acordo, mas na prática Kiev tem mantido suas exportações, usando principalmente portos da foz do Danúbio, onde seus navios podem sair rapidamente para o mar territorial da Romênia, membro da aliança militar ocidental Otan.

Os ataques aos portos, contudo, continuam. Odessa, o principal da Ucrânia, foi alvo de ataques duros na semana passada, por exemplo. Para os russos, a retomada do uso do mar Negro para sua exportação de fertilizantes pode baratear o custo do escoamento por outros pontos e países.

Depois da conversa com os russos, a equipe americana se encontrou com um grupo ucraniano, hospedado no mesmo local, o hotel Ritz-Carlton. Não houve relatos objetivos sobre o que foi debatido.

Coube a Trump, em Washington, repetir a repórteres sua lista de desejos já citada anteriormente, além de afirmar que o acordo para exploração de minerais estratégicos com Kiev estava pronto para ser assinado.

“Nós estamos falando sobre território agora. Estamos falando sobre linha de demarcação, sobre energia, propriedade de usinas de energia”, afirmou, numa provável referência à planta nuclear de Zaporíjia, ocupada por Moscou e que ele sugeriu ser transferida para os EUA.

São encontros em tese mais técnicos, sem altas autoridades, embora o enviado americano para o conflito, Steve Witkoff, esteja presente. O ministro da Defesa da Ucrânia, Rustem Umerov, também tenha ido a Riad.

Na véspera, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, havia se encontrado com o poderoso chefe de gabinete de Volodimir Zelenski, Andrii Iermak, em Jiddah, também na Arábia Saudita. O teor das conversas não transpareceu ainda, mas ambos os lados disseram o protocolar “foram produtivas”.

Palestino vencedor do Oscar é sequestrado por militares de Israel

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Nesta segunda-feira (24), o codiretor do documentário ‘Sem Chão’, vencedor do Oscar 2025 de melhor documentário, Hamdan Ballal, foi agredido por um grupo de colonos israelenses e sequestrado por militares das Forças de Defesa de Israel que atuam na Cisjordânia. 

 

De acordo com o jornal israelense “Haaretz”, Ballal foi levado para um lugar desconhecido.

No ‘X’ (antigo Twitter), Yuval Abraham, jornalista israelense que também participa do documentário, o veículo onde Ballal seguia caiu em um emboscada: “Eles o espancaram e ele está com ferimentos na cabeça e no estômago, sangrando. Soldados invadiram a ambulância que ele chamou e o levaram. Não há sinal dele desde então”, contou.

Dirigido por israelenses e palestinos, o documentário premiado ‘Sem Chão’ mostra a vida de palestinos da Cisjordânia que convivem com a violência de colonos e militares israelenses.

O documentário também venceu dois prêmios no Festival de Berlim do ano passado e Abraham recebeu ameaças de morte após o seu discurso de agradecimento, em que condenou a “situação de apartheid” em Gaza e clamou pelo cessar-fogo.

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Avião com destino a China volta aos EUA por piloto não ter passaporte

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Um voo da companhia aérea United Airlines, que partiu de Los Angeles, nos Estados Unidos, com destino à China, teve de voltar para trás, este fim-de-semana, após ser descoberto que um dos pilotos tinha decolado sem o seu passaporte.

 

A informação foi confirmada, em comunicado, pela companhia aérea à CNN, que apontou que o voo 198 partiu do aeroporto de LAX às 15h00 (hora de Brasília, no sábado, com destino a Xangai. Seguiam 257 passageiros e 13 tripulantes a bordo.

Após duas horas de viagem sobre o Oceano Pacífico, o avião teve de voltar para trás e foi até São Francisco, onde fez o pouso cerca das 18h00 (hora de Brasília), de acordo com o site FlightAware, informou a CNN.

“O piloto não tinha o seu passaporte a bordo”, informou a United em comunicado. A companhia aérea reitera que tratou de arranjar uma “nova equipe para levar os clientes ao seu destino”, tendo os passageiros recebido compensações pelo ocorrido.

A nova tripulação saiu cerca de quatro horas depois e chegaram ao destino com pelo menos seis horas de atraso. 

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Megaoperação contra imigrantes prende cinco brasileiros em Massachusetts

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WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Em mais uma ofensiva do governo Donald Trump, ao menos cinco brasileiros foram presos em Massachusetts numa megaoperação que deteve 370 imigrantes em situação irregular no estado. Segundo o ICE, o serviço de imigração dos Estados Unidos, as detenções ocorreram entre 18 e 23 de março com foco no combate ao crime organizado nos arredores de Boston.

 

O estado e a cidade são considerados santuários, locais que protegem os imigrantes em situação irregular. O governo local tem tentado manter esse status, mas, além de receber críticas do governo federal, a região tornou-se alvo preferencial de Trump para as batidas do ICE.

A ação teve a participação do FBI, a polícia federal americana, e do departamento de combate ao tráfico de drogas. Ao menos 205 presos tinham “condenações criminais significativas”, segundo o ICE.

As autoridades também informaram a apreensão de 44 kg de metanfetamina, 5 kg de fentanil, 1,2 kg de cocaína, três armas de fogo e munições. O governo não divulgou o nome dos brasileiros alvos da operação, mas informou que os cinco teriam condenações por crimes graves.

Um deles foi acusado de homicídio culposo, por ter dirigido alcoolizado, e de invadir uma casa noturna e ter tentado cometer furtos, em Worcester. Três eram procurados por assassinato no Brasil, além de tráfico de drogas e posse ilegal de armas. Eles foram detidos nas cidades de Milford, Lowell e Marlborough.

O quinto também seria procurado no Brasil por tráfico, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa e foi preso em West Yarmouth.

Imigrantes em situação irregular de diversas nacionalidades foram alvos, como chilenos, hondurenhos, salvadorenhos e um russo. De acordo com o serviço de imigração, alguns dos detidos seriam supostos membros de gangues internacionais que estão na mira do governo americano, como a venezuelana Tren de Aragua e a salvadorenha MS-13.

A suposta participação no Tren de Aragua, inclusive, foi o que levou o governo a deportar na semana passada mais de 200 venezuelanos, depois que Trump invocou a Lei dos Inimigos Estrangeiros. A ordem acabou bloqueada pela Justiça, mas os voos com os imigrantes pousaram em El Salvador mesmo assim.

O diretor do serviço de imigração americano, Tom Homan, afirmou nesta segunda-feira (24) que a ação era necessária em Massachusetts justamente pelo status de santuário. “Eles preferem liberar esses animais de volta à comunidade em vez de honrar as detenções do ICE”, afirmou. “A governadora Maura Healy e a prefeita [Michelle] Wu deveriam se envergonhar de apoiar políticas de santuário. Liberar ameaças à segurança pública de volta ao público, em vez de trabalhar com o ICE nas prisões, coloca o público em grande risco.”

Na semana passada, a prefeita de Boston voltou a criticar as tentativas de interferência do governo federal na cidade. “Ninguém diz a Boston como cuidar dos nossos, nem reis, nem presidentes que se acham reis. Boston nasceu enfrentando valentões”, disse Wu durante um discurso.

Mariah Carey vence caso de plágio em All I Want For Christmas Is You

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Mariah Carey, 55, foi inocentada após ser acusada de plágio na música “All I Want for Christmas Is You”.

 

A canção natalina, sucesso atemporal da cantora, não foi roubada de outros compositores, segundo a determinação de uma juíza federal em Los Angeles (EUA). O processo, que pedia US$ 20 milhões em indenização, baseava-se em análises de especialistas que apontavam “semelhanças isoladas” entre as canções.

A juíza Mónica Ramírez Almadani, além de rejeitar o processo por violação de direitos autorais, ordenou que os dois compositores que moveram a ação paguem, ao menos, a parte dos honorários advocatícios de Mariah Carey e Walter Afanasieff. Walter é coautor da música e co-réu no caso.

A juíza concluiu que os especialistas não conseguiram contextualizar essas semelhanças alegadas. Com isso, os autores da ação não conseguiram exibir as semelhanças substanciais entre as músicas.

Os compositores que moveram o processo, Andy Stone (também conhecido pelo nome artístico Vince Vance) e Troy Powers, escreveram sua versão de “All I Want for Christmas Is You” em 1988, conforme mostram os documentos judiciais. A canção, lançada em 1989, foi gravada por Vince Vance and the Valiants.

Em 1994, a música tornou-se um sucesso, aparecendo na parada Hot Country da Billboard. Ao longo doa anos 90, ela retornou ao ranking diversas vezes.

A versão de Mariah Carey foi lançada no final de 1994. Na época, a faixa era do álbum “Merry Christmas”.

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Dono da SAF do Cruzeiro diz que Gabigol prometeu 20 gols no Brasileiro

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Dono da SAF do Cruzeiro, Pedro Lourenço esteve na eleição da CBF na manhã desta segunda-feira (24) e revelou que Gabigol lhe prometeu 20 gols no Campeonato Brasileiro.

 

“Eu tenho plena confiança nele, esperança que ele vai dar o retorno. O Gabriel é um cara bacana, está engajado e eu estou esperando que ele me dê muito gol. Ele me prometeu fazer 20 gols no Brasileiro, viu?”, disse Lourenço.

CONFIANÇA EM JARDIM

Pedrinho, como é chamado, também demonstrou confiança no técnico Leonardo Jardim. O executivo garante que o treinador português tem feito um bom trabalho neste período de treinos antes da estreia no Campeonato Brasileiro.

“O Jardim está 30 dias treinando, só treinando, vai começar a competição, mas a gente tem uma deposição de esperança enorme nele, um trabalho diferente que ele está fazendo. Eu estou muito feliz, o nosso pessoal está feliz”, disse o cartola.

Xuxa diz não ter partido e relembra polêmica com Bolsonaro

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A apresentadora Xuxa Meneghel causou polêmica ao comentar um episódio envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Foi durante uma aparição no SBT no domingo (23), quando foi homenageada no Programa Silvio Santos.

 

Sem citar nominalmente o ex-presidente, ela relembrou uma fala de Bolsonaro durante uma entrevista dada em 2022, quando era candidato à reeleição. Na época, ele contou que andava de moto por uma comunidade em Brasília quando viu três meninas, com idades entre 14 e 15 anos.

“Pintou um clima, voltei. ‘Posso entrar na sua casa?’ Entrei. Tinha umas 15, 20 meninas, sábado de manhã, se arrumando, todas venezuelanas. Para quê? Ganhar a vida”, relatou Bolsonaro na ocasião.

No SBT, Xuxa recordou o episódio ao ser perguntada sobre política, assunto sobre o qual disse não gostar de falar pela apresentadora Patricia Abravanel. “Não sou de nenhum partido nem de nenhum lado, mas quando vejo alguém falando que olhou para uma criança de 13, 14 anos e diz ‘pintou um clima’… Aí dá vontade de pegar e dar um soco”, afirmou.

Xuxa também deu sua opinião sobre o número cada vez maior de artistas entrando na política. “Não embarcaria nessa onda de cantores e apresentadores querendo ser presidente, porque nunca foi a minha intenção”, disse.

“Quero fazer a política da criança sem precisar entrar na política formal, que, na verdade, já é algo que faço e gosto de fazer”, prosseguiu. “Mas queria defender mais e continuar lutando pelos direitos das crianças.”

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Trump chama George Clooney de ‘estrela de segunda categoria’ e ‘fracassado’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o ator vencedor do Oscar George Clooney, 63, de “fracassado” e “estrela de cinema de segunda categoria” em uma declaração em sua rede social, Truth.

 

Os xingamentos acontecem após o astro de Hollywood fazer críticas públicas ao comando do presidente, sobretudo ao fato de ele supostamente intimidar jornalistas.

Ao programa de TV 60 minutes, Clooney falou sobre sua versão teatral do filme “Boa noite e Boa Sorte” e acabou se referindo ao atual governo americano.

“O conflito entre o governo e a imprensa é um conflito de época”, disse ele ao se referir ao que ocorre no Los Angeles Times e no Washington Post, cujos proprietários impediram a equipe editorial de tomar partido em nome do jornal.

“Quando os outros três poderes (o executivo, o legislativo e o judiciário) falham conosco, a imprensa deve ter sucesso. Os governos não gostam da liberdade de imprensa”, comentou. “E isso vale se você for conservador ou liberal ou qualquer lado em que esteja. Eles não gostam da imprensa”, disse o ator.

Para Trump, a entrevista foi “totalmente exagerada”. “Por que o agora altamente desacreditado 60 Minutes estaria fazendo uma ‘matéria de propaganda enganosa’ sobre George Clooney, um ‘astro’ de cinema de segunda categoria e comentarista político fracassado?”, começou na rede social.

“E agora George Clooney de novo? Seu agente de imprensa deveria estar ganhando uma fortuna”, concluiu o presidente americano.

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Campos tem previsão de semana com chuvas intensas

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Foto: Chuva
Foto: Chuva

A cidade de Campos, terá uma semana marcada por chuvas e possibilidade de tempestades. De acordo com a previsão meteorológica desta segunda-feira (24), a chuva será constante nos próximos dias, com risco moderado para tempestades.

A noite desta segunda-feira será de chuva fraca, com temperatura de 25°C e sensação térmica de 26°C. Para os próximos dias, há previsão de trovoadas e alta precipitação, especialmente na terça-feira (25/03) e na quarta-feira (26/03), quando o acumulado de chuva pode ultrapassar os 8 mm. A temperatura máxima deve atingir os 33°C, enquanto as mínimas variam entre 21°C e 23°C.

Os dados apontam que o tempo permanecerá instável até o final da semana, com chuvas leves e temperatura máxima girando em torno de 30°C. O vento será calmo, variando entre 10 km/h e 35 km/h ao longo dos dias.

A previsão destaca a necessidade de atenção aos alertas meteorológicos, principalmente para regiões vulneráveis a alagamentos e deslizamentos. A recomendação é evitar áreas de risco e ficar atento às atualizações do clima.

FMS promove capacitação para equipe de enfermagem e hotelaria

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Foto: Isabella Corrêa / Divulgação
Foto: Isabella Corrêa / Divulgação
A Fundação Municipal de Saúde (FMS) inicia, nessa terça-feira (25), um curso de capacitação voltado para as equipes de Enfermagem e Hotelaria. Ministrado por Fabiana Antenesca, o treinamento terá duração de três meses, com encontros mensais, sempre das 13h às 18h, no Hospital Geral de Guarus (HGG), em frente à direção.
O curso tem como público-alvo os profissionais que atuam como coordenadores, equipe técnica do Centro de Material e Esterilização (CME) e setor de Hotelaria. Durante os encontros, serão abordados temas essenciais para a qualificação dos profissionais, como conceitos e legislação de CME, limpeza e desinfecção de instrumentais e superfícies, além de técnicas modernas e inovações tecnológicas.
A iniciativa tem um papel fundamental na qualificação dos profissionais, garantindo que os processos de esterilização e higienização sigam padrões rigorosos de segurança e eficiência. A correta limpeza e desinfecção de materiais e ambientes hospitalares são fatores essenciais para a prevenção de infecções, proteção dos pacientes e otimização do trabalho das equipes de saúde. Além disso, a adoção de técnicas modernas e o conhecimento sobre novas tecnologias contribuem para a melhoria contínua dos serviços prestados.
O presidente da FMS, Arthur Borges, destacou a importância da iniciativa para aprimorar os serviços prestados nas unidades de saúde do município.
“A capacitação contínua é essencial para garantir um atendimento de qualidade e segurança para pacientes e profissionais. Esse curso, que inicia no dia 25 de março e segue pelos próximos três meses, reforça o compromisso com a qualificação da equipe e a modernização dos processos. Estamos investindo no conhecimento para oferecer um serviço cada vez mais eficiente e humanizado”, afirmou.