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Organização leiloa jantar com Julia Roberts e encontro com George Clooney

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VITOR MORENO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As celebridades estão empenhadas em ajudar a recuperar a cidade de Los Angeles, atingida por fortes incêndios florestais nos últimos tempos. Várias delas estão colaborando com a SoCal Fire Fund, uma organização que está arrecadando fundos com essa finalidade.

 

Uma das iniciativas é um leilão que terá encontros com diversos astros de Hollywood como itens. Será possível, por exemplo, arrematar um almoço com Julia Roberts ou um encontro com George Clooney nos bastidores da peça “Good Night and Good Luck” na Broadway, em Nova York (dois ingressos para a estreia da produção também estão incluídos).

“O SoCal Fire Fund é uma organização incrível dedicada a fornecer iniciativas de recuperação e apoio vital para aqueles afetados por esta tragédia”, declarou Julia Roberts em um comunicado distribuído à imprensa. “Quero fazer minha parte para ajudar a amplificar sua missão e reunir apoio para as famílias que mais precisam.”

“Para isso, estou convidando um de vocês (e um convidado!) para almoçar comigo!”, continuou a atriz. “Vamos desfrutar de boa comida e conversa, e será uma chance de passarmos um tempo de qualidade juntos.”

Outros itens do leilão são um encontro com Scarlett Johansson na estreia de “Jurassic World: Recomeço”, uma viagem a Las Vegas em voo particular com a banda The Chainsmokers, um encontro com Colin Farrell no set do seriado “Sugar”, uma experiência na grande final do reality RuPaul’s Drag Race, um jogo de golfe com Larry David e Doc Rivers e um encontro com Andy Cohen no estúdio do programa Watch What Happens Live.

O SoCal Fire Fund é uma iniciativa da CAA Foundation, o braço filantrópico da agência de talentos Creative Artists Agency; da Core (Community Organized Relief Effort), organização fundada por Sean Penn e Ann Lee; e da Fundação Educacional do Distrito Escolar Unificado de Los Angeles.

Segundo a entidade, o dinheiro arrecadado vai ajudar estudantes, profissionais de escolas e famílias impactadas pelos incêndios.

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Jornal espanhol diz que futuro de Vini Jr. no Real é ‘incógnita’ diante de interesse saudita

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O jornal Marca, da Espanha, afirmou neste domingo que o futuro de Vinicius Júnior no Real Madrid é uma “incógnita”. A publicação destacou que o atacante brasileiro é alvo do futebol da Arábia Saudita.

O Fundo Público de Investimento do governo saudita (PIF) tem a intenção de tornar Vini Jr. o embaixador da Copa do Mundo de 2034, que ocorrerá na Arábia Saudita. O desejo do PIF seria que o brasileiro vestisse a camisa do Al-Hilal.

O atacante tem contrato com o Real Madrid até o mês de junho de 2027. Segundo o Marca, o clube espanhol deve propor uma renovação do vínculo no fim da atual temporada. Os valores de rescisão de contrato chegam perto de R$ 6,4 bilhões.

O CEO da liga da Arábia Saudita, Omar Mugharbel, disse ao jornal espanhol que a possível transferência de Vinicius Júnior é uma realidade. “Vinicius? Não temos sonho. É questão de tempo e negociação”, afirmou Mugharbel ao periódico.

De acordo com o também jornal espanhol As, Vinicius Júnior espera uma robusta compensação financeira para ampliar o vínculo com o Real Madrid. O veículo disse no fim de dezembro que o brasileiro tem a intenção de ganhar mais de R$ 60 milhões por temporada.

O Real Madrid volta a campo neste domingo, em casa, contra o Las Palmas, pelo Campeonato Espanhol. Vinicius Júnior, suspenso, irá desfalcar o time merengue no Santiago Bernabéu.

Empresário morto em acidente de helicóptero é sepultado no Butantã

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O corpo do empresário André Feldman, de 50 anos, será sepultado neste domingo, 19, no Cemitério Israelita do Butantã, na zona oeste da capital, a partir das 14h. Ele e a esposa morreram na queda de um helicóptero em Caieiras, na Grande São Paulo, na noite da quinta-feira, 16. O corpo da também empresária Juliana Feldman, de 49 anos, foi velado e enterrado no sábado, 18, no Cemitério da Saudade, em Americana, na região de Campinas.

 

 

Duas pessoas sobreviveram ao acidente de helicóptero: o piloto Edenilson de Oliveira Costa e Bethina Feldman, filha do casal, que completou 12 anos na sexta-feira, 17. De acordo com nota divulgada no sábado pela empresa na qual André era CEO, a menina estava bem e em observação. O piloto tinha quadro estável e passava por avaliação médica. A reportagem tentou contato com o Hospital das Clínicas para atualizar o quadro de saúde dos dois, mas não teve resposta.

 

O tenente Maxwel de Souza, da Defesa Civil do Estado de São Paulo, informou ao Estadão que Edenilson cuidou de Bethina durante as 9h que se passaram desde o último sinal da aeronave até a localização das vítimas. “Foi um ato heroico deste piloto”, disse.

 

Empresário era CEO de empresa de ‘bet’

 

André Feldman está relacionado na Receita Federal como um dos quatro sócios da empresa Big Brazil Tecnologia e Loteria S.A., aberta em abril de 2021, com sede em Americana. No cadastro consta que a empresa tem como finalidade a exploração de jogos de azar e apostas.

 

Licenciada da Caesars Sports Book Brazil, a Big Brazil foi uma das cinco empresas que iniciaram um processo junto ao Ministério da Economia para operar legalmente no mercado de apostas esportivas no Brasil. O pedido de licença incluía apostas online, como o Fortune Tiger, conhecido como ‘jogo do tigrinho”. Em seu cadastro, a empresa informa que tem licença federal para atuar no Brasil.

 

Juliana era formada em economia e sócia da empresa Bem Participações e Gestão S.A., com atuação na locação e administração de imóveis.

 

Além de Bethina, o casal André e Juliana Feldman deixa os filhos gêmeos Enrico e Manoela, de 9 anos, que não estavam na aeronave.

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David Lynch estava trabalhando em minissérie para a Netflix

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David Lynch estava trabalhando em uma minissérie para a Netflix, como revelou Ted Sarandos, co-CEO do serviço de streaming.

 

Ao homenagear o diretor em uma publicação no Instagram, Ted Sarandos contou que David Lynch estava desenvolvendo um projeto que acabou não sendo concluído. Vale lembrar que o cineasta faleceu no dia 15 de janeiro, poucos dias antes de completar 79 anos.

“Nos meus primeiros dias na Netflix, quando ainda enviávamos DVDs nos Estados Unidos, tive a incrível experiência de conhecer um dos meus cineastas favoritos de todos os tempos”, começou Sarandos na publicação, relembrando que na época visitou a casa de David.

“Um dos meus filmes preferidos, ‘Eraserhead’, não estava disponível comercialmente. Entrei em contato com David e pedi uma reunião. Durante o jantar, concordamos em adquirir ‘Eraserhead'”, contou. Ele também lembrou que David o mostrou sua casa, onde passaram o dia inteiro.

Sarandos revelou que teve algumas conversas com o diretor, que estava planejando lançar uma minissérie na Netflix. “Era uma produção típica de David Lynch, cheia de mistérios e riscos, mas queríamos embarcar nessa jornada criativa com esse gênio. Primeiro a Covid, depois algumas questões de saúde, fizeram com que o projeto nunca fosse realizado, mas deixamos claro que, assim que ele estivesse pronto, todos estaríamos”, disse.

“A última vez que falei com David foi tão emocionante quanto a primeira. Ele veio à minha casa com minha amiga e sua musa, Laura Dern, e tivemos uma longa e incrível conversa sobre projetos, cinema, vida, arte e minhas janelas (ele adorava minhas janelas). David Lynch era um gênio. […] Sempre me perguntei o que ele tinha em mente para nós com aquele que teria sido seu último projeto”, concluiu.

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Famosos que sofrem com doenças graves e incuráveis

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Alguns famosos passaram por momentos difíceis quando souberam dos seus diagnósticos de doenças crônicas, em sua maioria raras e incuráveis. No entanto, apesar do susto inicial, essas estrelas vêm combatendo essas condições com ajuda de tratamentos específicos e mudanças nas rotinas para seguirem com suas vidas.

 

Na galeria, conheça celebridades brasileiras e internacionais que convivem (e sofrem) com enfermidades que não têm cura.

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Barra Náutica movimenta Beira Rio de Barra do Itabapoana

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Barra Náutica movimenta Beira Rio de Barra do Itabapoana

A terceira edição do Barra Náutica movimenta a Beira Rio de Barra do Itabapoana, desde a manhã deste domingo (19). O evento conta com apoio da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI).

Cerca de 40 condutores participam do evento, que está movimentando a orla com famílias e amantes do esporte tanto da região como de outras cidades.

Cimar Ribeiro é um dos participantes. Ele é de Marataízes, no Espírito Santo.

— Pela primeira vez, estou visitando Barra. Fiquei sabendo pelas redes sociais e resolvi participar. Estou gostando muito da estrutura, o lugar lindo. Muito bacana toda essa organização e a prefeitura está de parabéns — contou.

Village People é atração em evento que marca a posse de Trump

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O grupo Village People, que cantará durante as festividades da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, só tem um integrante de sua formação original. Victor Willis, agora com 73 anos, é o compositor da maioria dos sucessos da trupe de música disco, que foi um fenômeno nos anos 1970.

 

Willis, que costuma a se apresentar com roupa de policial ou marinheiro, está entre os autores de “Macho Man” e de “Y.M.C.A”, música que virou a trilha sonora dos comícios republicanos, nas eleições de 2024. Em um percurso improvável, “Y.M.C.A” deixou de ser um hit gay, como era conhecido nos anos 1970, quando os membros do grupo ostentavam, nos shows, seus bigodes e músculos, e virou um símbolo conservador.

Na visão de especialistas, essa trilha sonora representa uma volta ao passado, o que agrada o eleitorado republicano. Na década de 1980, ele deixou e voltou a fazer parte do Village People algumas vezes, enquanto tratava sua dependência química. Embora o juramento esteja marcado para a segunda-feira (20), os eventos relacionados à posse começam neste sábado, com um espetáculo de fogos de artifício num clube de golfe na Virgínia e se estendem pelos próximos quatro dias.

A apresentação do Village People está marcada para o domingo (19), num comício que será realizado numa arena, em Washington. Além do grupo de disco, Carrie Underwood cantará, na posse, a música patriota “America The Beautiful”, acompanhada do Coral das Forças Armadas e também do Clube Glee da Academia Naval.

Também se apresentarão, nos próximos dias, o cantor country Lee Greenwood, o tenor lírico Christopher Macchio, que entoará o hino nacional, além do rapper Nelly. Completam a lista de atrações Kid Roch,Billy Ray Cyrus, pai da cantora Miley Cyrus, Jason Aldean, Rascal Flatts, Parker McCollum, Gavin DeGraw e o coro gospel LU Praise.

As posses presidenciais, nos Estados Unidos, costumam mostrar as relações entre cultura e política. Por isso, chama a atenção que Trump, em sua volta à Casa Branca, não terá ao seu lado grandes nomes da indústria do entretenimento. Em geral, as estrelas da música pop, como Beyoncé e Lady Gaga, estão do lado democrata. Ao mesmo tempo, essa mesma indústria tende a ver, agora, Trump como um aliado. Uma reportagem da Folha mostra que o apoio político do presidente americano pode significar a sobrevivência de Hollywood, em crise, como indicam as sucessivas quedas nas receitas das bilheterias pelo mundo.

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Canção de Bad Bunny vira protesto para imigrantes da América Latina nas redes

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MAYARA PAIXÃO
BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – Bad Bunny não a escreveu para eles, mas venezuelanos, cubanos e nicaraguenses se identificaram. A canção “Lo que le Pasó a Hawaii” (algo como “O que Aconteceu no Havaí”) foi escrita pensando em sua terra natal, o arquipélago de Porto Rico, mas virou uma espécie de música de protesto para as diásporas latino-americanas.

 

A faixa compõe o novo álbum do porto-riquenho, “Debí Tirar Más Fotos”, lançado há apenas dez dias. Desde então, nas redes sociais, imigrantes e refugiados de países sob o jugo de autocracias na região passaram a compartilhá-la junto a imagens de suas nações.

A referência é a uma passagem da música que fala sobre a dor do exílio. “Aqui ninguém quis ir [embora], e os que foram sonham em voltar”, diz o trecho. Há quase 8 milhões de migrantes e refugiados venezuelanos que deixaram o país governado pelo ditador Nicolás Maduro.

“Então Bad Bunny escreveu ‘Hawaii’, e fez com que nós, venezuelanos, chorássemos”, diz uma venezuelana no TikTok. “Bad Bunny escreveu a canção para Porto Rico, mas todos os venezuelanos nos sentimos identificados”, diz outra, em vídeos com bandeiras da Venezuela.

São vídeos que mostram paisagens como o imponente monte El Ávila, que contorna a capital Caracas, ou então o piso de pastilhas coloridas do saguão do Aeroporto de Maiquetía, que marca a memória de tantos imigrantes no momento de partir.

Benito Antonio (nome de batismo) não escreveu para esses imigrantes, mas fez da faixa uma manifestação política.

No caso, contra a gentrificação e perda da cultura de Porto Rico, esse estado associado dos Estados Unidos conhecido pelo turismo mas com um vácuo de direitos e com uma forte carga de racismo impregnado –inclusive partindo de figuras próximas ao futuro presidente do país, o republicano Donald Trump.

A faixa fez muitos se questionarem sobre o que está acontecendo no território. E sobre o motivo para as comparações com o Havaí. Um dos 50 estados americanos, o Havaí foi anexado em 1898, mas só se tornou um estado de fato em 1959. A região teve sua cultura profundamente transformada.

Em seu álbum mais porto-riquenho da carreira, como a produção vem sendo descrita, Bad Bunny fala sobre os problemas que afetam a ilha onde nasceu, especialmente a gentrificação. Ex-colônia espanhola e há mais de 120 anos sob propriedade de Washington, a ilha tem sistemas Legislativo e Judiciário próprios, mas suas fronteiras, sua defesa e suas relações exteriores estão nas mãos da Casa Branca.

Nos últimos anos, para evitar a bancarrota, algumas leis no território atraíram investidores do exterior, muitos deles do ramo da tecnologia, que buscavam incentivos fiscais ofertados para a compra de casas. Como resultado, houve uma grande migração dos habitantes da ilha, que já havia sido intensificada pelo Furacão Maria em 2017.

Benito faz menção a termos muito típicos do arquipélago, como le-lo-lai (“ni olvide el lelolai”, ou “não se esqueça do lelolai), um tipo de canto da área rural; e jíbaro (“se oye al jíbaro llorando, otro más que se marchó”, ou “se escuta o jíbaro chorando, outro que foi embora”), maneira de se referir a camponeses e agricultores, que também têm se visto forçados a deixar suas terras.

Ele escreveu uma mensagem sobre os efeitos de um modelo ainda visto como colonizador, mas acabou expressando os sentimentos de cada vez mais pessoas que se veem forçadas a deixar seus países de origem, seja pelo medo, pela repressão ou pela falência econômica dos regimes.

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Kate Middleton viaja até aos Alpes com William e os filhos

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Kate Middleton tirou um tempo para aproveitar a neve com a família. A princesa de Gales viajou para os Alpes com o marido, o príncipe William, e os filhos do casal, George, de 11 anos, Charlotte, de nove, e Louis, de seis.

 

“Foi maravilhoso ver Kate relaxando e se divertindo. Eles pareciam uma família inglesa comum, e muitas pessoas nem os reconheceram. Não foi a primeira vez que os vimos aqui. Eles vêm para cá há anos. Acho que eles gostam deste lugar. Também vemos frequentemente a irmã de Kate, Pippa”, contou uma fonte ao Mail on Sunday, que acrescentou que a família visitou o restaurante La Cave des Creux, em Courchevel, nos Alpes Franceses.

A viagem ocorreu poucos dias após Kate Middleton revelar que o câncer está em remissão. A princesa, de 43 anos, vale lembrar, passou por uma cirurgia e quimioterapia.

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Bets inflacionam mercado de patrocínio esportivo, e clubes se veem dependentes

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LUCIANO TRINDADE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Nos últimos anos, a frase “o clube fechou o maior patrocínio de sua história” virou motivo de orgulho entre dirigentes brasileiros. Por trás desse fenômeno, os sites de apostas esportivas passaram a dominar o mercado, sobretudo nos espaços nobres das camisas, inflacionando contratos e criando uma relação de dependência financeira.

 

Atualmente, 16 dos 20 clube que vão disputar a Série A do Campeonato Brasileiro em 2025 têm uma casa de apostas como seu maior parceiro. Essa presença deverá aumentar em breve e alcançar 90% das equipes, uma vez que Grêmio e Internacional negociam atualmente com empresas do setor–até dezembro de 2024, a dupla gaúcha mantinha vínculo com o banco Banrisul.

Só Bragantino (Red Bull) e Mirassol (Guaraná Poty) continuarão com outra empresa como principal patrocinadora. O dado reforça uma tendência no Brasil. De 2023 para 2024, saltou de 11 para 14 o número de equipes que estampam casas de apostas no centro dos seus uniformes.

Neste ano, o Palmeiras deixou de ser uma das raras exceções do futebol brasileiro. Depois de dez temporadas, o clube da zona oeste paulista encerrou a parceria com a Crefisa e fechou com a Sportingbet. O acordo, de três anos, renderá R$ 100 milhões fixos por temporada, corrigidos pela inflação, e o número pode subir para R$ 170 milhões com bônus por metas atingidas.

O valor fixo representa um aumento de 23% em relação aos R$ 81 milhões fixos que pagava a empresa de crédito –da qual a presidente da agremiação alviverde, Leila Pereira, é dona.

No discurso em que apresentou o novo parceiro, a dirigente elogiou sua “credibilidade e capacidade econômica”. Esse segundo aspecto citado por ela é o que faz dos sites de apostas esportivas o tipo de parceiro mais buscado pelos clubes.

“Quanto mais disputado é um segmento, mais concorrência pelos principais clubes, e por consequência, maiores preços”, afirmou Ivan Martinho, professor de marketing esportivo da ESPM.

Para ele, não é possível prever se algum segmento poderá, no futuro, ocupar o lugar das bets. “A história nos mostra que outras eras podem surgir.”

No histórico recente, nenhum outro segmento entrou no futebol com o mesmo apetite. As bets dominam com folga o ranking dos maiores patrocínios do futebol brasileiro. Entre os dez primeiros dessa lista, todos os acordos são de ao menos R$ 42 milhões anuais –valor embolsado por Cruzeiro e Fluminense, respectivamente, de Betfair e Superbet.

No pódio, estão Flamengo (R$ 105 milhões, Pixbet), Corinthians (R$ 103 milhões, Esportes da Sorte) e Palmeiras (R$ 100 milhões, Sportingbet). O clube do Parque São Jorge é o único que fechou recentemente um contrato com valor fixo menor do que o que recebia de seu parceiro anterior.

Isso aconteceu porque o time alvinegro rompeu o contrato de R$ 120 milhões com a VaideBet em meio à investigação da Polícia Civil e do Conselho do clube, ambas ainda sem conclusão, sobre o pagamento de R$ 25 milhões para uma empresa pela intermediação do negócio. A suspeita da polícia, no entanto, é que o intermediário era um laranja –o clube diz ser vítima.

De qualquer maneira, o dinheiro que o Corinthians passou a receber representa um grande salto em relação ao que se viu até 2023. Naquele ano, a Hypera Pharma pagou R$ 22 milhões por ano para estampar um de seus produtos, as Vitaminas Neo Química, na camisa.

Ainda considerando os dez maiores patrocínios do país, nove times tiveram aumentos exponenciais com o último contrato que firmaram, com destaque para o Santos, que passou a receber R$ 55 milhões fixos por ano com seu novo parceiro, a Blaze, representando um aumento de 358,33% em relação ao acordo anterior.

Para calcular a valorização dos patrocínios máster de cada equipe, a reportagem corrigiu os valores de acordo com a inflação do período.

“Nos últimos anos, vimos o desinteresse de áreas da indústria, do comércio e dos serviços em patrocinar o esporte. Tanto que havia antes a dependência a bancos e empresas públicas”, disse José Francisco Manssur, sócio do escritório CSMV Advogados. Ele participou da elaboração das regras para o setor de apostas como assessor especial da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda.

Mesmo que o cenário atual indique uma dependência dos clubes desse setor, Manssur vê aspectos positivos. “Quando a gente encontra um segmento privado com alto poder de investimento, disposto a entender que o esporte é uma ótima ferramenta para atingir o seu público […], temos que considerar isso como uma externalidade positiva”.

A oferta de sites de apostas esportivas é liberada no Brasil desde 2018, mas a atividade começou a ser regulamentada no país apenas no ano passado.

A partir da regulamentação, iniciou-se uma corrida entre as bets para obter a licença para operar de forma regular no país. As bets autorizadas para atuar em âmbito nacional precisam se adequar ao conjunto de normas aprovadas pelo Congresso e detalhadas em portaria da Secretaria de Prêmios e Apostas, ligada à Fazenda. Cada uma das empresas teve que pagar R$ 30 milhões pela licença para atuar no país.

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Abel vê Palmeiras como celular sem bateria e diz até quando vai mudar time

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Com o objetivo de que os jogadores do Palmeiras atinjam a melhor forma física o mais rapidamente possível, Abel Ferreira seguirá escalando dois times diferentes nas próximas rodadas do Paulistão.

 

O técnico do Palmeiras explicou que não está ‘poupando’ os jogadores. Abel Ferreira entende que é necessário alternar os titulares até que todos estejam 100% fisicamente.

Quatro ou cinco jogos é o tempo necessário, na opinião de Abel, para que os atletas recuperem o ritmo de jogo. O treinador comparou os atletas a um celular sem bateria, que está sendo recarregado no início do ano.

“Não estou poupando ninguém. Os jogadores que ficaram lá [em São Paulo] estão treinando. Infelizmente, em função do calendário, não tem outra forma. E, mesmo assim, vocês viram a debilidade física dos jogadores. Vamos continuar assim porque temos que continuar a preparar a equipe e a competir. Em quatro ou cinco jogos, nossos jogadores devem estar próximos das capacidades físicas. Falta ritmo de competição – e isso só se ganha jogando. Um jogador de futebol é como um celular, quando descarrega a bateria, temos que voltar com a carga. É isso que estou fazendo com os jogadores”, disse Abel Ferreira, técnico do Palmeiras.

O treinador português admitiu que prejudicou o Palmeiras diante do Noroeste por priorizar a parte física dos atletas. Ele apontou que Facundo Torres jogou fora da posição em que rende mais no primeiro tempo – o que foi corrigido na segunda etapa.

“Reconheço que hoje, talvez, o Facundo tenha sido prejudicado em relação à posição que ele mais gosta de jogar – e eu coloquei Giay e Mayke abertos. No segundo tempo, eu troquei. Pensei mais na parte física do que nas posições em que os jogadores podem render mais. A partir do momento em que o Facundo foi para o lado esquerdo, com o Mayke para trás e para a frente, o Rômulo com o lado direito, a equipe melhorou. Estamos aqui para que a equipe cresça fisicamente’, completou o técnico do Palmeiras.

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Famílias participam do Esporte Verão 2025, em Santa Clara

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Famílias participam do Esporte Verão 2025, em Santa Clara

Vôlei, beach tennis, futevôlei e funcional são algumas das ações promovidas ao longo deste final de semana pelo “Esporte Verão 2025”. O projeto é da Secretaria Municipal de Esporte de São Francisco de Itabapoana (SFI).

Além de esporte, as quatro arenas de Santa Clara também recebem ações recreativas que envolvem o público infantil.

— Até fevereiro, vamos promover estas atividades aos sábados e domingos, sempre a partir das 8h. Em cada dia, contamos com a participação de cerca de 500 pessoas de todas as idades e esperamos aumentar ainda mais este número. Nossos instrutores esperam por vocês — convidou o secretário da pasta, Luiz Eduardo Nascimento.

Para Luma Carneiro, que é moradora de SFI, a “estrutura é muito bacana e as atividades contribuem para saúde e mente”.

— Estou gostando muito. Pratico funcional e vôlei e agradeço a prefeitura por proporcionar este projeto para nós moradores e os visitantes — observou.

A iniciativa prossegue nesta segunda-feira (20), a partir das 9h, em Barra do Itabapoana, com uma oficina de vôlei, dentro da festa de São Sebastião.

Posse de Trump leva clima de incerteza a brasileiros e imigrantes nos EUA

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JULIA CHAIB
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – A palavra incerteza passou a ser uma constante entre brasileiros e outros imigrantes nos Estados Unidos às vésperas da posse de Donald Trump, que ocorre nesta segunda-feira (20).

 

O republicano foi eleito com a bandeira de fazer a maior deportação da história do país e de restringir alguns tipos de vistos a cidadãos estrangeiros. A promessa gera receio em quem está em situação irregular, mas também em quem está com os papéis em dia.

A Folha conversou na última semana com uma dúzia de imigrantes, além de pessoas que atuam em associações de apoio a refugiados e asilados. Os nomes citados na reportagem são fictícios, justamente porque eles temem o cancelamento de vistos e a deportação.

O medo de cruzar com o serviço de imigração também cresceu, e existem associações que estudam retomar serviços usados no passado para alertar em tempo real sobre a proximidade dos agentes do governo. A equipe de Trump planeja grandes operações pelo país para apreender imigrantes já na semana que vem.

“Tem gente dentro de casa que não quer abrir a porta porque tem medo de que seja o ICE [Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas, em inglês]. Eles pedem os documentos e, em vários casos, a pessoa é deportada”, conta Paula, 46, cabeleireira que mora em Maryland -segundo pesquisa da Pew Research, um dos estados com maior número de imigrantes em situação ilegal.

Ela embarcou de Maceió para os EUA há sete anos com o visto de turista e ficou no país. Hoje, vive com o marido Juan, 49, que saiu de El Salvador há 15 anos para cruzar a fronteira do México com os EUA numa tentativa de conseguir uma vida melhor.

Paula ficou anos em situação irregular, mas, há pouco tempo, deu entrada em um pedido de asilo político e aguarda a audiência na corte que definirá seu destino. Ela diz que sofria abusos do ex-marido e teme voltar a Alagoas por isso. O pedido garante que ela possa ficar no país. Uma autorização permanente, porém, poderá ser concedida só depois do julgamento de seu caso.

Em seu primeiro mandato, Trump dificultou a permanência temporária ao exigir que o imigrante apresentasse o pedido de asilo no país natal para ter acesso à categoria nos EUA. Esse tipo de visto continua na mira do republicano, que afirma haver abusos nas solicitações -embora não haja evidências que sustentem essa afirmação.

“Eu fico um pouco receosa, mas isso não tem me paralisado. Eu vim para cá porque eu era missionária, e o senhor falou ao meu coração”, afirma ela, que também é pastora.

Paula relata, no entanto, que viu crescer o sentimento de incerteza desde a eleição de Trump. Segundo ela, já houve situações, sobretudo no primeiro mandato do republicano, em que agentes do ICE chegaram a locais de trabalho com imigrantes para fazerem detenções e, depois, deportações. “Eles levaram pessoas que faziam coisas erradas, mas gente de bem também”, diz.

O marido dela trabalha em restaurantes e permanece sem nenhum tipo de documento. Diferentemente da esposa, Juan teme ser deportado por Trump. Nenhum dos dois quer voltar ao país de origem.

Pesquisa da Pew Research Center divulgada em julho passado aponta que, em 2022, eram cerca de 11 milhões os imigrantes em situação irregular no país. Desse total, 230 mil saíram do Brasil -um salto em relação à década passada. Em 2012, havia por volta de 100 mil brasileiros em situação irregular nos EUA.

A grande maioria dos imigrantes não legalizados é proveniente do México: 4 milhões. Há um volume alto de pessoas que saem de países das Américas do Sul e Central em busca do sonho americano. El Salvador, país de origem de Juan, tinha 730 mil imigrantes em situação irregular nos EUA em 2022.

Mesmo com a insegurança, Clara, 32, não quer sair do país de Donald Trump. Ela chegou há dois anos com o então namorado, Mehmet, de origem turca -eles depois se casaram em solo americano, e hoje têm um restaurante na Califórnia.
O marido precisou viajar à Turquia quatro vezes no período e, na última delas, acabou detido na imigração do aeroporto por cinco dias acusado de abusar do visto de turista. À beira de ser deportado, solicitou asilo. Hoje, Clara e a filha estão listadas como dependentes no visto do asilo de Mehmet.
O maior receio dela é uma eventual decisão de Trump de dificultar o acesso ao asilo. Por isso, ela agora diz preferir que a audiência na Justiça demore para acontecer, o que significaria mais tempo de permanência garantido. “No dia que ele ganhou a eleição, nós consideramos tudo: até divórcio e casamento com um americano”, diz.

Associações e igrejas que trabalham com refugiados e asilados têm promovido palestras na tentativa de combater o medo com informação. Uma dirigente da Liga dos Cidadãos Latino-Americanos Unidos (Lulac, na sigla em inglês), por exemplo, tem atuado para informar haitianos em Ohio sobre as garantias que eles têm caso sejam refugiados -status da maior parte deles.

O advogado Felipe Alexandre, sócio da ALFA Alexandre Law Firm & Associates, tem sido acionado para dar palestras e explicar como os imigrantes devem proceder para tentar se regularizar. “A eleição trouxe uma certa ansiedade para as pessoas. Quem vai ter que estar bem preocupada é a pessoa completamente ilegal, que nunca fez nenhuma solicitação e que tem antecedentes criminais ou ordem de deportação”, explica.

Apesar do clima, há também um grupo de brasileiros mais esperançosos, que apoiam Trump e acreditam que ele vai mirar apenas imigrantes que tenham cometido crimes, deixando de fora outros que estão em situação irregular.

O sonho americano e a expectativa de mudar de vida foi o que atraiu o catarinense Décio Dassoler, 44, aos EUA. Ele desembarcou em Pittsburgh, na Pensilvânia, há dez anos e depois se mudou para Maryland. Formado em administração, ele aprendeu técnicas de construção nos EUA e abriu uma empresa na área, mesmo sem documentos que o autorizassem a trabalhar ou a permanecer de maneira legal no país.

“Os impostos eu pago normalmente e sigo nessa luta para tentar conseguir o green card [que autoriza a permanência no país]”, conta.
Ao contrário do temor pela promessa de deportações de Trump, ele diz que está otimista. “A economia no mandato dele foi ótima e beneficiou a área de construção.”

Agora, diz esperar situação semelhante. “Zero medo. Eu já vi muita gente deportada, mas alguma coisa errada fizeram. É sempre gente que tem antecedentes criminais. Na minha cabeça, eles vão atrás desse povo primeiro, e é muita gente. Estou tranquilo em relação a isso porque eles [os americanos] precisam da gente. E não é pouco”, diz.

Segundo o American Immigration Council, um grupo de defesa dos imigrantes, custaria US$ 315 bilhões (R$ 1,8 trilhão) para prender, deter e deportar todos os 13,3 milhões que vivem nos EUA ilegalmente ou sob um status temporário revogável.

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Após divulgar BBB 25 na Globo, Christina Rocha vai ser comentarista de reality shows no Kwai

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GABRIEL VAQUER
ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – Christina Rocha terá sua primeira experiência como apresentadora de um programa nas plataformas digitais. Após ser convidada pela Globo para comentar o BBB 25 e ser elogiada, a ex-SBT terá uma atração para comentar reality shows no Kwai, plataforma de vídeos curtos.

 

Trata-se do Arrocha, Christina!, um talk show cujo tema principal serão os reality shows no ar na televisão. Ela vai falar sobre as grandes tretas que embalam e dão caldo aos programas de confinamento mais famosos da TV brasileira.

A ideia do Kwai é usar o fato de Christina ser conhecida como boa mediadora de problemas pessoais. De fato, ela tem experiência: por 12 anos, ficou à frente do Casos de Família, exibido nas tardes do SBT.

Com Christina, estarão grandes personalidades que já passaram por reality shows e também membros de torcidas dos confinados, como familiares ou amigos próximos. A estreia está marcada para quinta-feira (23), às 18h, no perfil da apresentadora no Kwai.

Na estreia, estarão o personal trainer Gilsão, que participou da edição mais recente de A Fazenda na Record e teve um relacionamento com Gracyanne Barbosa, atualmente no BBB 25; Monsueto, cover do cantor Belo; e Marcelo, da banda Tchakabum.

À coluna, Christina diz que está empolgada com o novo projeto e diz que a ação é um momento marcante da carreira. “Quero ficar cada vez mais perto do pessoal da web, que sempre gostou de mim e sempre me dá força”, afirma. “É um novo momento da minha carreira, então essa hora chegou!”

“A minha ideia é levar a experiência, as altas doses de bom humor e jogo de cintura que sempre tive na televisão para o meu novo programa no Kwai”, comenta. “Estou pronta e animadíssima com esse novo projeto!”

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Galvão Bueno manda recado para Neymar: ‘Rivaldo tem muito mais história que você’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma fala recente de Neymar está movimentando as redes sociais. Em entrevista a Romário, o jogador do Al-Hilal disse que, entre Ronaldo Fenômeno, Rivaldo ou Ronaldinho Gaúcho, jogaria no lugar de Rivaldo em 2002. Muitos se revoltaram com a resposta e até Galvão Bueno resolveu dar pitaco.

 

“Calma, Neymar! Você é bom demais! Mas Rivaldo tem muito mais histórias que você”, escreveu o ex-narrador da Globo em postagens nas redes sociais neste sábado (18). “Duas finais de Copa, 98 e 2002! Melhor do mundo em 1999, pentacampeão e melhor jogador da Copa em 2002! E parabéns, Rivaldo, você foi muito educado na resposta!”

A “resposta” a qual Galvão refere-se é uma publicação feita pelo próprio Rivaldo sobre a fala de Neymar. Mais cedo, o camisa 10 da seleção que conquistou o pentacampeonato discordou do ex-jogador do Santos em uma postagem nas redes.

“Sinceramente, reconheço o talento e a qualidade dele [Neymar], e até acredito que teria condições de estar naquela seleção, mas jogar no meu lugar seria outra história”, escreveu Rivaldo.

“Com todo o respeito e admiração que tenho por ele, posso afirmar com 100% de certeza que isso não aconteceria. Naquela época, eu estava tão focado, determinado e faminto por conquistar o título mundial que ninguém, por melhor que fosse no auge da carreira, conseguiria tirar minha posição”, complementou.

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Antony está próximo de se juntar a Vitor Roque em time espanhol, diz jornal

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante Antony, do Manchester United, está próximo de trocar de clube na Europa e atuar com Vitor Roque no Real Betis, da Espanha.

 

Em baixa na Inglaterra, Antony tem negociações avançadas com o Betis, e pode deixar o Manchester United já na atual janela de transferências.

O ponta brasileiro desperta o interesse de outros clubes na Europa, mas a equipe espanhola surge como a favorita no momento a contratar o jogador.

Contratado a peso de ouro do Ajax: 95 milhões de euros – cerca de R$ 480 milhões à época – Antony não conseguiu atingir as expectativas de ser um protagonista no United.

Em 95 jogos pelo clube, tem apenas 12 gols e 5 assistências, números distantes do bom desempenho que teve no futebol holandês.

O Betis mira Antony para ocupar a vaga deixada pelo jovem Assane Diao, que se transferiu para o Como, da Itália.

Antony poderá formar uma dupla de ataque brasileira, com Vitor Roque, emprestado pelo Barcelona ao Bétis.

As informações são do jornal espanhol ‘As’.

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Alcaraz e Djokovic avançam e se enfrentam nas quartas de final no Aberto da Austrália

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O espanhol Carlos Alcaraz e o sérvio Novak Djokovic irão se enfrentar por uma vaga nas semifinais do Aberto da Austrália. O aguardado duelo foi confirmado com as vitórias do terceiro (Alcaraz) e do sétimo do mundo nas oitavas de final do primeiro Grand Slam da temporada.

Maior vencedor do Aberto da Austrália, com 10 títulos, Djokovic venceu o checo Jiri Lehecka, 29º do mundo, por 3 sets a 0, parciais de 6/3, 6/4 e 7/6 (7/4) em 2h39min e igualou o recorde de Roger Federer de 15 quartas de final no torneio em Melbourne. Novamente contra um grande sacador, Djokovic teve exibição sólida.

Assim como já havia feito na terceira rodada contra o checo Tomas Machac (25º), Djokovic dominou a partida na linha de base e foi melhor principalmente em momentos-chave do confronto. O sérvio cometeu apenas 21 erros não forçados contra 44 do adversário.

Após vencer os dois primeiros sets com tranquilidade, o sérvio teve seu serviço quebrado pela primeira vez no jogo no começo da terceira parcial, mas como estava na frente no placar a consequência foi prolongar o duelo até o tie-break em que foi dominante. Em diversos momentos da partida, Djokovic conseguiu bolas vencedoras que levantaram a torcida, e uma das mais espetaculares aconteceu no desempate.

O sérvio causou surpresa ao deixar a quadra sem conceder a tradicional entrevista. Fez apenas um rápido pronunciamento agradecendo o apoio da torcida. Jim Courrier, ex-número um do mundo, não teve chance de fazer perguntas.

Aos 37 anos, Djokovic terá como rival por vaga na semifinal será o espanhol de 21 anos que busca de se tornar o mais jovem tenista a completar o Career Grand Slam (vencer Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open).

Alcaraz teve missão mais simples para avançar na chave. Ele vencia por 7/5 e 6/1 quando o britânico Jack Draper, 18º do mundo, deixou a quadra. Nas três primeiras rodadas em Melbourne, Draper disputou cinco sets e mais tarde ele informou que vinha tratando de uma tendinite no quadril durante a semana.

“Não é assim que quero vencer o jogo”, disse Alcaraz na sua entrevista em quadra. “Estou feliz por jogar mais uma quartas de final na Austrália, mas um pouco triste por Jack.”

Alcaraz e Djokovic devem se enfrentar na quarta-feira. O sérvio leva vantagem no confronto direto com 4 vitórias em 7 jogos, mas o espanhol triunfou em duas das três partidas válidas por Grand Slam.

SABALENKA PERDE SÓ 3 GAMES NAS OITAVAS

Atual bicampeã do Aberto da Austrália e número um do mundo, Aryna Sabalenka precisou de apenas 62 minutos para derrotar a adolescente Mirra Andreeva, de 17 anos e 15ª do ranking, por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 6/2.

“Hoje entrei em quadra e a bola voava como um foguete. Fiquei super feliz com o meu nível de hoje”, afirmou Sabalenka que chegou a 18ª vitória consecutiva no Aberto da Austrália.

Sabalenka enfrentará nas quartas de final a russa Anastasia Pavlyuchenkova, 32ª do ranking. Finalista em Roland Garros em 2021, Pavlyuchenkova está em sua quarta quartas de final do Aberto da Austrália e a primeira desde 2020. No confronto direto com Sabalenka, ela leva vantagem por 2 a 1.

Mutirão de limpeza prossegue neste domingo no Centro e nas praias

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Mutirão de limpeza prossegue neste domingo no Centro e nas praias

Servidores e maquinários da Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos de São Francisco de Itabapoana (SFI) atuam neste domingo (19), com ações de limpeza na área central e no litoral.

Os trabalhos acontecem na Praça dos Três Poderes, no canteiro central da RJ 224 e no litoral.

— Além de garantir o conforto dos nossos moradores, queremos acolher bem nossos turistas que vem para o litoral são franciscano neste período. Dando sequência as ações, na próxima terça-feira (21), promoveremos um grande mutirão de limpeza em Gargaú — informou o secretário municipal de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos, Luiz da Fazenda.

Caixinha busca evolução do Santos contra a Ponte Preta para engatar 2ª vitória no Paulistão

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O Santos tem um novo desafio pela frente em seu processo de resgate do futebol ofensivo com a chegada do técnico Pedro Caixinha. Neste domingo, o time enfrenta a Ponte Preta, às 20h30, no Moisés Lucarelli, pelo Campeonato Paulista, atrás de sua segunda vitória no torneio. Após uma estreia com resultado positivo, o novo comandante já deixou claro o que quer de sua equipe em Campinas: “evolução”.

“Vamos ter sempre que dar mais. A cada jogo, temos que evoluir. No próximo compromisso vamos ter de melhorar mais. É dessa maneira que vai ser o nosso trabalho. Os jogadores entenderam o que queremos e a nossa filosofia vai ser sempre essa”, afirmou o treinador Pedro Caixinha, que depende de uma conversa com o departamento médico para definir o time que vai encarar a Ponte Preta em Campinas.

O desgaste provocado pela intensidade da partida obrigou o treinador a fazer algumas alterações que não estavam planejadas, como a saída do venezuelano Soteldo na etapa final. JP Chermont e João Basso também sentiram o desgaste. No entanto, esses atletas deverão estar em campo contra o rival de Campinas.

A ideia para o segundo confronto pelo Campeonato Paulista passa muito pela postura que o time apresentou no primeiro tempo diante do Mirassol. Dominante, o Santos encurralou o rival e foi para o intervalo com a vantagem de 1 a 0 no marcador.

“A intensidade e a busca pela bola é o que queremos”, afirmou o treinador após o triunfo sobre o Mirassol. Para o compromisso diante da Ponte Preta, atletas como Thaciano e Leo Godoy podem ganhar mais minutagem. E vai ser em meio à disputa do Paulistão que ele vai moldar a equipe ao seu estilo.

“Mostramos agressividade, mas corremos riscos e sabemos que isso vai acontecer mais vezes. Os treinamentos vão servir para ajustarmos a coordenação dos movimentos”, completou o comandante que prevê mais um confronto equilibrado em Campinas.

Sobre o jogo, Gabriel Brazão, destaque do time com defesas importantes, deve ser mantido mais uma vez como titular. O goleiro deixou o campo com dores musculares, mas garantiu estar pronto para atuar no domingo. “Credito isso ao cansaço pelo início da temporada. Mas o grupo mostrou muita união para conseguir a vitória sobre o Mirassol”, disse o goleiro.

O desfalque para essa partida fica por conta de Soteldo, que sofreu uma entorse no tornozelo e o departamento médico resolveu deixar o atleta em tratamento. Thaciano deve iniciar como titular e o ataque deve contar com Lucas Braga, Wendel Silva e Guilherme

Do outro lado, o técnico Alberto Valentim vai poder contar com uma importante opção para escalar a Ponte Preta diante do Santos. O atacante Victor Andrade treinou normalmente, foi liberado pelo departamento médico e deve ficar no banco de reservas como opção.

O desfalque fica por conta do volante Dudu, que cumpre suspensão pela expulsão contra o Novorizontino. Em seu lugar, Alberto Valentim deve optar pela escalação de Leo Oliveira para dar mais consistência na marcação.

FICHA TÉCNICA

PONTE PRETA X SANTOS

PONTE PRETA – Diogo Silva; Maguinho, Saimon, Artur e Danilo Barcelos; Léo Oliveira, Emerson e Lucas Cândido (Guilherme Andrade); Serginho e Pedro Vilhena; Jean Dias. Técnico: Alberto Valentim.

SANTOS – Gabriel Brazão; JP Chermont, João Basso, Luan Peres e Escobar; Rincón, Diego Pituca e Thaciano; Lucas Braga, Guilherme e Wendel Silva. Técnico: Pedro Caixinha.

ÁRBITRO – Vinícius Gonçalves Dias Araújo.

LOCAL – Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP).

Rivaldo rebate Neymar sobre ocupar sua vaga no penta em 2002: ‘Isso não aconteceria’

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Uma resposta de Neymar em um bate-papo com Romário no podcast do ex-atacante gerou contrariedades no mundo do futebol. O jogador do Al-Hilal foi questionado sobre no lugar de quem atuaria em cada uma das três conquistas mais recentes da seleção brasileira na Copa. Sobre 2002, ele disse que poderia atuar na vaga de Rivaldo, formando trio com Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho.

 

 

Neste sábado, Rivaldo contestou a fala de Neymar em uma publicação em suas redes sociais. O ex-atleta foi ponderado em sua fala, mas foi firme ao respondê-lo.

 

“Ouvi o Neymar dizer que, no auge dele, poderia ter jogado no meu lugar na Copa do Mundo de 2002. Sinceramente, reconheço o talento e a qualidade dele, e até acredito que teria condições de estar naquela seleção, mas jogar no meu lugar seria outra história. Com todo o respeito e admiração que tenho por ele, posso afirmar com 100% de certeza que isso não aconteceria”, iniciou Rivaldo em seu comentário.

 

Na sequência, Rivaldo enfatiza as razões pelas quais acredita que não teria qualquer jogador capaz de substituí-lo naquele Mundial. “Naquela época, eu estava tão focado, determinado e faminto por conquistar o título mundial que ninguém, por melhor que fosse no auge da carreira, conseguiria tirar minha posição. Digo isso com muito amor e respeito, mas também com a confiança de quem viveu aquele momento e sabe o quanto lutou para ser campeão do mundo”.

 

A proposta de Romário era que Neymar se colocasse no lugar de um determinado trio elencado pelo ‘Baixinho’. Sobre o Mundial de 1970, Neymar disse que entraria na vaga de Tostão, ao lado de Pelé e Jairzinho. Em 1994, encaixaria uma parceria com Romário e Bebeto, dispensando o volante Dunga.

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