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Textor manda recado à torcida do Flamengo

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Dono da SAF do Botafogo, John Textor colocou em exposição as taças da Libertadores e Brasileiro e mandou um recado para a torcida do Flamengo. O episódio aconteceu logo depois da apresentação de Renato Paiva como novo técnico do Alvinegro.

 

“Essa é uma mensagem aos nossos torcedores. Aproveitem a jornada, vocês são campeões, vocês não têm motivo algum para ficar com vergonha. Digam aos seus amigos [torcedores] do Flamengo que vocês estão no topo da montanha. Vocês não podem ser derrubados do topo da montanha na pré-temporada. Você precisa ganhar muitos jogos para conquistar o Brasileirão. Você precisa ganhar um enorme torneio continental para conquistar a Libertadores. Você não pode aparecer quando estamos em transição, nos vencer em um jogo e falar m… sobre nós, está bem? Nós somos os campeões. Venham nos pegar”, disse Textor.

O QUE ACONTECEU
Textor chamou as taças de “amigas” e as colocou em cima da mesa de coletiva. “Pedi para duas amigas entrarem e nos ajudarem na última parte da conversa”, disse ele, pouco antes de funcionários do Botafogo entrarem com os troféus na sala.

O dono da SAF fez um discurso motivacional e brincou com Renato Paiva. Ele ressaltou que o novo treinador assume após o ano vitorioso de 2024.

“Treinador, você tem uma grande tradição à sua frente. Esse não é apenas o escolhido, ele é o treinador que quis vir depois de 2024 e dizer que, de alguma forma, vai fazer melhor. Então, Renato, agora o navio é seu, você é o capitão. Você está chegando depois do ano mais importante da história desse clube. Nós somos o Glorioso, nós somos o Mais Tradicional, nós somos os campeões da América do Sul, nós somos os campeões do Brasil. Nossos torcedores devem estar orgulhosos e devem apoiar esse homem, porque agora é o seu clube.”

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Cavaliers reagem no fim e batem os Celtics no TD Garden; Lakers vencem a 5ª consecutiva na NBA

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O jogo mais aguardado da rodada contou com uma vitória, de virada, do Cleveland Cavaliers sobre o Boston Celtics por 123 a 116 em um TD Garden lotado na madrugada deste sábado. Após um início hesitante, os visitantes buscaram uma reação heroica no último quarto e consolidaram a liderança na temporada regular da NBA.

Com 49 vitórias em 59 partidas, a franquia de Cleveland não poderia estar melhor. Com o resultado positivo, o time chegou aos nove triunfos seguidos e igualou o confronto direto contra o atual campeão. Em quatro duelos, cada um ganhou dois.

Em um jogo que apresentou alta intensidade, principalmente no final, Donovan Mitchel foi um dos protagonistas. Com 12 pontos anotados só no último quarto, ele ainda converteu uma cesta de três e uma bandeja no apagar das luzes para definir o encontro. O armador foi ainda o maior pontuador de sua equipe (41). Evan Mobley também se destacou no confronto. Com 17 pontos e 12 rebotes, ele ajudou os Cavs a dominar o garrafão para buscar a reação.

Alegria de um lado, frustração do outro. O Boston Celtics, que chegou a abrir uma vantagem de 25 a 3 no início, não conseguiu frear o ímpeto dos visitantes e amarga a segunda derrota consecutiva na temporada regular.

O vice-líder do lado Leste contou com uma atuação soberba de Jason Tatum, cestinha do confronto com 46 pontos, mas apresentou falhas na marcação e se precipitou em vários lances de contra-ataque que custaram a derrota.

Valente, Tatum obteve ainda 16 rebotes e contribuiu com nove assistências. O seu desempenho, no entanto, não foi o suficiente para garantir a vitória diante de sua torcida no TD Garden.

Já na partida que reuniu as duas franquias de Los Angeles, também pela rodada desta sexta-feira da competição, os Lakers levaram a melhor sobre os Clippers ao bater o rival por 106 a 102 em uma Crypto Arena lotada.

Aniversariante do dia, Luka Doncic vem se sentindo cada vez mais à vontade em sua nova equipe. Ele foi o cestinha do duelo com 31 pontos e ainda deu cinco assistências. Os Lakers contaram também com mais uma boa atuação de LeBron James. Além dos arremessos certeiros (28), ele foi quem mais pegou rebotes em sua equipe (13).

Com cinco vitórias seguidas, a equipe aparece na cola do Memphis Grizzlies, terceiro colocado na Conferência Oeste. Ainda na zona de classificação (6ª colocação), os Clippers tiveram como destaque Ivica Zubac, que deixou a quadra com 27 pontos.

Confira os resultados da noite desta sexta-feira:

Detroit Pistons 119 x 134 Denver Nuggets

Atlanta Hawks 119 x 135 Oklahoma City Thunder

Boston Celtics 116 x 123 Cleveland Cavaliers

Brooklyn Nets 102 x 121 Portland Trail Blazers

Miami Heat 125 x 120 Indiana Pacers

Chicago Bulls 125 x 115 Toronto Raptors

Memphis Grizzlies 113 x 114 New York Knicks

Phoenix Suns 125 x 108 New Orleans Pelicans

Utah Jazz 117 x 116 Minnesota Timberwolves

Los Angeles Lakers 106 x 102 Los Angeles Clippers

Acompanhe os resultados deste sábado:

Charlotte Hornets x Washington Wizards

Detroit Pistons x Brooklyn Nets

Houston Rockets x Sacramento Kings

Memphis Grizzlies x San Antonio Spurs

Philadelphia 76ers x Golden State Warriors

Dallas Mavericks x Milwaukee Bucks

Lula escolhe Gleisi, presidente do PT, para comandar a articulação política

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Em uma reviravolta de última hora, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou nesta sexta-feira, 28, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, para comandar a Secretaria de Relações Institucionais. É o ministério mais estratégico do núcleo de governo, que faz a articulação entre o Palácio do Planalto e o Congresso, negociando até mesmo emendas parlamentares, pivô da atual crise política. Gleisi vai substituir Alexandre Padilha, que foi transferido para o Ministério da Saúde no lugar de Nísia Trindade.

 

 

No mês passado, Lula conversou com Gleisi em duas ocasiões sobre sua ida para o Ministério. Como mostrou o Estadão, o convite inicial havia sido para ela assumir a Secretaria-Geral da Presidência, que cuida dos movimentos sociais, hoje ocupada por Márcio Macêdo. Nos últimos dias, porém, Gleisi deixou claro que gostaria de auxiliar o presidente na articulação política do governo.

 

Após semanas de idas e vindas, Lula bateu o martelo e ontem chamou a deputada para comandar a Secretaria de Relações Institucionais. Uma das principais missões de Gleisi será construir alianças com partidos para o presidente disputar a reeleição, em 2026.

 

A entrada de Gleisi no Planalto cria mais um polo de poder neste terceiro mandato de Lula, uma vez que ela sempre se destacou por fazer um contraponto à política econômica adotada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tentando puxar o governo para a esquerda. Em resolução política de dezembro de 2023, o PT chegou a definir o pacote de corte de gastos proposto por Haddad como “austericídio fiscal”.

 

Após ser confirmada como ministra, porém, Gleisi telefonou para Haddad e disse que quer conversar com ele depois do carnaval. Considerada na Esplanada dos Ministérios como uma pedra no sapato do chefe da equipe econômica, a deputada também ligou ontem para líderes de siglas no Congresso.

 

Na prática, a escolha da presidente do PT para a cadeira antes ocupada por Padilha surpreendeu até mesmo a cúpula do partido. Por ter um estilo combativo, de enfrentamento, Gleisi comprou muitas brigas no Congresso, não apenas com o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas também com o Centrão. Criticou, por exemplo, o que chamou de “forças conservadoras e fisiológicas” desse grupo de partidos que, na sua avaliação, foi beneficiado nas últimas eleições pela “absurda norma do orçamento impositivo num regime presidencialista”.

 

Dívida

 

Apesar de desaconselhado a nomear Gleisi por alguns interlocutores com quem conversou recentemente, Lula disse que tinha uma dívida de gratidão com a deputada. Observou ainda que Gleisi, sempre vista como muito radical, era uma “grande articuladora política” e já tinha dado provas disso quando foi ministra da Casa Civil no governo Dilma Rousseff, de 2011 a 2014.

 

À frente do PT na época em que Lula estava preso, Gleisi também organizou a vigília “Lula Livre”, que permaneceu 580 dias diante do prédio da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Na coordenação da campanha de 2022, foi ela quem também negociou com os partidos, da esquerda ao centro, o apoio ao então candidato petista.

 

Nos bastidores, porém, aliados do governo, principalmente do Centrão, temem que a ida de Gleisi para a chamada “cozinha do Planalto”, onde são tomadas as principais decisões sobre os rumos do governo, piore ainda mais as relações com o Congresso num momento em que a popularidade de Lula tem despencado.

 

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), trabalhava para que o deputado Isnaldo Bulhões (AL), líder do MDB, assumisse a pasta. Nas fileiras do Centrão, outro nome citado era o do ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho (Republicanos).

 

O Estadão apurou que, antes de Gleisi, Lula sondou o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), para o lugar de Padilha. Wagner, porém, não aceitou a tarefa. O deputado José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara, chegou a ser considerado favorito para o posto. Sob reserva, interlocutores do presidente disseram que o nome dele foi descartado porque apareceu em áudios de deputados, obtidos pela PF, envolvendo negociações de emendas. Não há, porém, qualquer investigação sobre Guimarães.

 

A posse de Gleisi está marcada para 10 de março. Logo após o carnaval haverá reunião da Executiva Nacional do PT para definir quem ficará no lugar da deputada na presidência do partido. O mandato dela termina em 6 de julho, quando haverá eleições internas, com voto dos filiados, para a escolha da nova cúpula petista. Até lá o comando do PT ficará com um interino. O senador Humberto Costa (PE), um dos vice-presidentes do PT, é o mais cotado para assumir o mandato-tampão. Mesmo depois da decisão da Executiva, porém, o nome do indicado terá de passar pelo crivo do Diretório Nacional do partido em, no máximo, 60 dias.

 

Nas redes sociais, Lula elogiou Gleisi e disse que ela “vem para somar na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, na interlocução do Executivo com o Legislativo e demais entes federados”.

 

Pouco depois, a nova ministra fez uma postagem nas redes dizendo esperar corresponder à confiança de Lula em uma “construção conjunta” com partidos aliados, Congresso e demais instituições. “O exercício da política é o caminho para avançarmos no desenvolvimento do País e melhorar a vida do nosso povo”, escreveu ela. “É com este sentido que seguirei dialogando democraticamente com partidos, governantes e lideranças políticas.”

 

Apesar de integrar a corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), vista como centro político do PT, Gleisi sempre teve um perfil mais à esquerda. A CNB é a mesma tendência de Lula, Haddad e Padilha.

 

Preterida

 

No comando do PT há quase oito anos, a deputada esperava integrar o governo Lula em janeiro de 2023. Já naquela ocasião o desenho do primeiro escalão previa Gleisi na Secretaria-Geral da Presidência. Mas, na última hora, Lula pediu a ela que permanecesse mais tempo na presidência do PT por avaliar que a sigla estava muito dividida e não havia encontrado, naquele momento, outro nome habilitado para conduzir o partido. Agora, o presidente quer emplacar o ex-prefeito de Araraquara Edinho Silva no comando do PT.

 

Com Gleisi na equipe, o Ministério de Lula terá dez mulheres e 28 homens. A entrada da presidente do PT na segunda metade do governo era esperada. O que surpreendeu o mundo político foi a mudança da pasta escolhida para ela.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Nordeste do Japão é devastado pelo pior incêndio florestal desde 1992

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O incêndio, que começou na quarta-feira, atualmente tem várias frentes ativas, já danificou mais de 80 edifícios e forçou a evacuação de áreas ao redor da cidade de Ofunato, na região florestal de Iwate.

 

De acordo com a Agência Japonesa de Resposta a Desastres e Incêndios (FDMA, na sigla em inglês), as chamas já devastaram 1.200 hectares.

“Ainda estamos tentando determinar a área afetada, mas é a maior desde 1992”, afirmou hoje um porta-voz da FDMA à agência de notícias France-Presse.

Em 1992, um incêndio destruiu 1.030 hectares em Kushiro, na ilha de Hokkaido, no norte do Japão.

Cerca de 1.700 bombeiros foram mobilizados em todo o país para tentar conter as chamas, que continuam a se espalhar, conforme mostram imagens aéreas da emissora pública japonesa NHK.

A causa do incêndio ainda não foi determinada, mas acredita-se que tenha começado em um barracão de trabalho e se espalhado para uma área arborizada, onde as condições meteorológicas secas favoreceram sua propagação.

Este é o terceiro incêndio em uma semana a atingir as áreas costeiras do sul de Iwate, que estão sob alerta para tempo seco desde 18 de fevereiro.

O último incêndio na região foi intensificado por “ventos fortes”, afirmou na quarta-feira o prefeito de Ofunato, Kiyoshi Fuchigami.

Em 2023, o Japão registrou cerca de 1.300 incêndios florestais, concentrados no período de fevereiro a abril, quando o ar se torna mais seco e os ventos aumentam.

O ano de 2024 também foi o mais quente já registrado no Japão, segundo a agência meteorológica nacional, refletindo o aumento de eventos climáticos extremos ao redor do mundo devido às mudanças climáticas.

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Após tensão, Europa apoia “corajoso” Zelensky e Rússia dá “razão” a Trump

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Tudo dava a entender que a ida do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, à Casa Branca, na sexta-feira, poderia significar um bom avanço nas negociações pela paz na Ucrânia. O plano era o líder ucraniano aceitar assinar o acordo de exploração de minerais com os Estados Unidos, e a seguir realizar uma coletiva de imprensa conjunta com Donald Trump. Mas nada saiu como esperado.

 

O clima na Sala Oval foi de grande tensão e terminou com a coletiva de imprensa cancelada e com Zelensky deixando a Casa Branca.

O presidente dos Estados Unidos acusou Zelensky de “ingratidão” diante de toda a ajuda que os EUA já teriam dado a Kyiv e afirmou que o ucraniano “está brincando com a Terceira Guerra Mundial”. Também presente, o vice-presidente JD Vance apontou o dedo para Zelensky, afirmando que ele “desrespeita” os norte-americanos.

Diante das acusações dos dois norte-americanos, Zelensky se recusou a fazer concessões com “o assassino” Vladimir Putin, e o encontro terminou com Trump rejeitando novas conversas com o presidente ucraniano até que Zelensky estivesse “pronto para a paz”.

Logo após sair da Casa Branca, o ucraniano recorreu às redes sociais para agradecer aos Estados Unidos por todo o “apoio”, mas reforçou que a Ucrânia “precisa de uma paz justa e duradoura”.

A reação da embaixadora ucraniana nos Estados Unidos, Oksana Markarova, ainda durante o encontro, refletiu a decepção e se tornou viral nas redes sociais.

Europa ao lado do “forte e corajoso” Zelensky

Ainda em solo português, onde esteve por dois dias em visita de Estado, o presidente francês, Emmanuel Macron, foi um dos primeiros líderes europeus a reagir, lembrando que “a Rússia é o agressor e o povo agredido é a Ucrânia”. Pouco depois, em uma entrevista transmitida pela RTP, o chefe de Estado francês voltou ao tema, destacando que o único líder que “brinca com a Terceira Guerra Mundial se chama Vladimir Putin”.

Mensagem semelhante foi dada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que prometeu trabalhar com o presidente da Ucrânia por uma “paz justa e duradoura” após a discussão pública em Washington, recomendando que Zelensky “seja forte, corajoso e destemido”.

Em nome do Conselho Europeu, o presidente António Costa afirmou que Zelensky “nunca estará sozinho”, enquanto a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, deixou a mesma garantia, assim como o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, declarou apenas: “Ucrânia, a Espanha está com você”, mensagem que repetiu em espanhol, inglês e ucraniano.

Seguindo a mesma linha, a Alemanha, através da ministra das Relações Exteriores, Annalena Baerbock, declarou-se “unida ao lado da Ucrânia e contra a agressão russa”. Já o atual chanceler alemão, Olaf Scholz, ressaltou que “ninguém deseja mais a paz do que o povo da Ucrânia”, e o líder conservador vencedor das últimas eleições, Friedrich Merz, reafirmou seu “apoio” a Zelensky.

Os líderes dos países bálticos – Lituânia, Letônia e Estônia – também reafirmaram que a “Ucrânia nunca caminhará sozinha”.

Fora da Europa, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, prometeu continuar apoiando a Ucrânia por uma “paz justa e duradoura”, reforçando a luta pela “democracia, liberdade e soberania” diante do invasor russo.

Na Itália, Giorgia Meloni, uma das poucas líderes europeias elogiadas publicamente por Donald Trump, sugeriu uma cúpula urgente entre os Estados Unidos, países europeus e aliados para discutir desafios comuns como a guerra na Ucrânia, a fim de evitar “divisões que enfraquecem o Ocidente”.

Já o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, conversou tanto com Trump quanto com Zelensky após a reunião na Sala Oval e garantiu a Kyiv um “apoio inabalável”.

O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, declarou que o país “apoiará a Ucrânia” pelo tempo que for necessário, pois “essa é a luta de uma nação democrática contra um regime autoritário”.

“O povo ucraniano não está apenas lutando por sua soberania nacional, mas também para afirmar o respeito pelo direito internacional”, disse o chefe de governo australiano aos jornalistas em Sydney, no sudeste do país.

Hungria defende Trump, enquanto Rússia insulta Zelensky: “Palhaço”

Na Europa, contrariando a maioria dos líderes europeus, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, defendeu que Donald Trump lutou “bravamente pela paz”.

Já do lado russo, o enviado especial nas negociações russo-americanas, Kirill Dmitriev, e o ex-presidente Dmitri Medvedev saudaram o confronto “histórico” e insultaram Zelensky, chamando-o de “porco insolente” e “palhaço da cocaína”.

Representando o Kremlin, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia destacou que o presidente norte-americano e o vice-presidente demonstraram contenção ao lidar com “o canalha” Volodymyr Zelensky, enquanto a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, acusou o ucraniano de ser “desagradável com todos”.

Trump cogita suspender apoio militar

Após o embate registrado na Casa Branca com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, o governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, está considerando suspender o envio de equipamentos militares para a Ucrânia, segundo noticiou o jornal Washington Post na sexta-feira.

De acordo com o Post, que cita uma alta autoridade norte-americana, o governo está cogitando “suspender todos os envios em andamento” para a Ucrânia devido à inflexibilidade de Zelensky em relação ao processo de paz com a Rússia.

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Papa Francisco passou “uma noite tranquila” e está “descansando”

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O Papa Francisco dormiu bem e passou a primeira parte da manhã descansando, informou a Sala de Imprensa da Santa Sé neste sábado, 1º de março.

 

“Após uma noite tranquila, o Papa está descansando”, diz o comunicado que atualiza seu estado de saúde.

Na sexta-feira, o Vaticano anunciou que o Santo Padre sofreu, durante a tarde, “um episódio isolado de broncoespasmo que resultou em vômitos por inalação e em uma piora repentina do quadro respiratório”.

O Papa Francisco recebeu ventilação “não invasiva” e permaneceu “vigilante e orientado”.

Francisco foi inicialmente hospitalizado em 14 de fevereiro devido a uma bronquite, que evoluiu para uma pneumonia dupla.

A internação – a quarta e mais longa desde o início de seu pontificado, em 2013 – levanta sérias preocupações, já que o Papa já enfrentava um histórico de problemas de saúde nos últimos anos, incluindo cirurgias no cólon e abdômen, além de dificuldades para caminhar.

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Dragões, Mancha e Camisa se destacam com o público no primeiro dia de desfiles em SP

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FÁBIO PESCARINI E EVERTON LOPES BATISTA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Paradinha no samba, efeito especial criando ventania de Iansã, carro alegórico quebrado, homenagem a neto de carnavalesco e um Mário Bros gigante, estes foram alguns dos momentos mais marcantes do primeiro dia do desfile do Grupo Especial das Escolas de Samba de São Paulo.

 

Quando se trata do público, Dragões da Real, Mancha Verde e Camisa Verde e Branco foram as escolas que mais agitaram as pessoas presentes no Sambódromo do Anhembi.

A Dragões emocionou o público com tema inspirado na música “Aquarela”, sucesso da MPB, mais conhecida na voz de Toquinho. Mancha levou à avenida a cultura baiana e o Camisa animou cantando a história de Cazuza.

Colorado do Brás, Barroca Zona Sul, Acadêmicos do Tatuapé e Rosas de Ouro foram as outras escolas que estiveram na avenida no final da noite de sexta (28) e madrugada deste sábado (1).

O destaque negativo ficou pela Barroca Zona Sul que teve problemas com carro alegórico e terminou apresentação no limite de tempo. Um buraco entre as alas, por conta do carro travado, prejudicou a evolução da escola.

As rainhas de bateria das escolas de samba do Grupo Especial de SP foram um destaque a parte desta primeira noite de desfiles.

Viviane Araújo, rainha da Mancha Verde, entrou no Sambódromo do Anhembi usando uma luva vermelha e outra azul, em referência aos acessórios usados por Daniela Mercury na capa do álbum “O Canto da Cidade”, de 1992. Em 2025, Viviane completou 20 anos como rainha da escola.

Rainha de bateria da Barroca Zona Sul, Juju Salimeni usou uma fantasia que representava Iansã, tema do enredo da escola de samba. Segundo assessoria da modelo, a vestimenta tinha led, 30 mil cristais e peças banhadas a ouro.
Já a bateria da Colorado do Brás teve à frente Camila Prins, a primeira rainha de bateria trans do Carnaval de São Paulo.

Ana Beatriz Godói, rainha de bateria da Rosas de Ouro, a sexta escola a entrar na avenida, usou uma fantasia que muda de cor e exala perfume.

O prefeito de SP, Ricardo Nunes (MDB), esteve no Anhembi e disse que esse é o “Carnaval mais seguro do Brasil”. Nunes afirmou ainda que “São Paulo está se colocando como maior e melhor Carnaval do Brasil”.

Recentemente ele foi ironizado pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), pela comparação sobre o tamanho da festa paulistana.

“Temos aqui 853 policiais municipais”, disse Nunes. Além dos GCMs, a região do sambódromo estava com 54 câmeras de reconhecimento facial.
No camarote, onde circulou por 1h30, Nunes foi bastante assediado para fotos, principalmente por servidores municipais.

A Colorado do Brás, escola que abriu os desfiles, celebrou os 75 anos do Filhos de Gandhy com o enredo “Afoxé Filhos de Gandhy, no ritmo da fé”. O bloco homenageado é apontado como maior afoxé do Carnaval baiano, em que homens saem vestidos de branco e azul em homenagem a Oxalá e a Ogum.
Durante o desfile, ritmos e figuras baianas, como o Axé e Gilberto Gil, receberam homenagens. A escola também colocou na avenida um carro alegórico simbolizando o Pelourinho.

A Barroca Zona Sul foi a segunda escola a passar pelo Anhembi. A escola trouxe uma representação de Iansã na Comissão de Frente, orixá homenageada no enredo. Com ajuda de efeitos especiais, a personificação da orixá fez uma ventania artificial sobre um carro alegórico.

Mas o segundo carro travou e a escola ficou com um buraco na avenida, o que gerou problemas na evolução. Com o atraso, a bateria passou direto pelo recuo e o final do desfile teve apreensão.

A escola saiu da avenida faltando 1 segundo para atingir o limite de 65 minutos.

Com 15 anos de Carnaval, a maioria deles como baiana, Vera Lúcia Coimbra ensaiava na concentração da Barroca Zona Sul e não via a hora de o desfile de sua escola começar.

“Ali é uma adrenalina que não dá para explicar”, disse ela, quase duas horas antes de a Barroca iniciar sua apresentação.

Fantasiada de iansã, com dois potes de barro nos ombros, ela está há 4 anos na Barroca, mas desfilou por dez anos no Vai-Vai – maior campeã do Carnaval, com 15 títulos e que encerra o Grupo Especial na madrugada do domingo (3).
A Dragões da Real coloriu o Anhembi na madrugada deste sábado (1º). A escola, a terceira a entrar na avenida em 2025, cantou um enredo baseado em “Aquarela”, sucesso da MPB mais conhecida na voz de Toquinho.

Balões vermelhos foram distribuídos para apresentação, por causa das cores tricolor -preto, vermelho e branco- da agremiação.

A balconista e torcedora do São Paulo Gisele Flores, 19, cantava o samba da escola na ponta da língua. “É lindo”, afirmou.

Numa paradinha da bateria, a arquibancada cantou o refrão do samba à capela, num dos momentos mais emocionantes do desfile.

A inspiração também veio do drama pessoal do carnavalesco Jorge Freitas, que perdeu o neto de 8 anos há cerca de dez meses.

A escola fez um desfile focado tecnicamente, sem engasgos significativos na evolução e sem grandes surpresas.

A bailarina Yasmine Zaitune, 35, não parava de cantar o enredo da Dragões da Real, mesmo depois que o portão da avenida foi fechado, com o encerramento do desfile.

Fantasiada de pintora, ela não escondia a emoção. “Essa escola é pura alegria”, disse.

Quarta escola a se apresentar na primeira noite de desfiles no Anhembi, a Mancha Verde se destacou pelo tamanho de seus carros alegóricos.
O primeiro, com tartarugas que se moviam em um enorme aquário, onde os peixes se mexiam, deixou o professor Enzo Antônio de Luca, 23, impressionado.

“Como pode funcionar tudo direitinho”, disse ele, que estava em um camarote, grudado na grade que separa a pista, filmando tudo com um celular.

A artista plástica Luiza Guerino elogiou o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, formado por Marcelo Silva e Adriana Gomes.
O desfile da Mancha Verde celebrou a mistura de religiões que está refletida em festas populares da Bahia.

O enredo “Bahia, da fé ao profano” foi inspirado em documentário homônimo, que retrata festas populares do estado. A mescla entre cristianismo e religiões de matriz africana esteve presente durante todo o desfile.

Um dos carros alegóricos levou fitas do Senhor do Bonfim, um dos maiores símbolos baianos de fé, em tamanho gigante. O desfile também contou com um grupo de capoeiristas e um carro alegórico representando um trio elétrico.
Com enredo inspirado no ativista norte-americano Martin Luther King Jr. (1929 – 1968), a Acadêmicos do Tatuapé fez um pedido por justiça e fim do ódio.
Um dos carros alegóricos da agremiação trazia uma representação gigante de uma mulher sendo queimada sobre uma bíblia -uma crítica à intolerância religiosa que se repetiu em outros elementos do cortejo.

O mesmo carro trouxe ainda a figura de dois homens enforcados e pendurados que impressionou o público.

A agremiação trouxe também um carro que fez referência à Brasília, dividido em lados pintados de verde e amarelo; um deles (verde) repleto de lixo e o outro com elementos em dourado em alusão ao dinheiro.
A Rosas de Ouro, sexta escola a desfilar, encerrou sua apresentação com o céu já avermelhado pela alvorada.

Com o enredo “Rosas de Ouro em uma Grande Jogada”, a escola mostrou a história dos jogos na avenida -desde os tradicionais jogos de tabuleiro, como o xadrez, até os caça-níqueis e os videogames, com os irmãos Mario e Luigi em destaque no último carro alegórico.

O enredo da agremiação fez referência a jogos de azar e apostas e a gana de vencer.

A Comissão de Frente da escola entrou com um caça-níquel gigante encimado por uma grande roleta.

Cazuza foi o tema da Camisa Verde e Branco, escola que encerrou a primeira noite de desfiles do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo.

O enredo “O tempo não para! Cazuza – o poeta vive!” teve trechos de letras de músicas que ficaram famosas na voz do ex-vocalista do Barão Vermelho.
Maria Lúcia da Silva Araújo, a Lucinha, 88, não conseguia esconder a emoção pela homenagem ao filho.

“Acho que não preciso nem falar o quanto estou emocionada”, disse à Folha de S.Paulo, na concentração da escola.

Sem saber cantar o samba enredo direito, “porque é muito difícil”, ela também não acompanhou os ensaios, porque estava no Rio de Janeiro, onde mora. Mas estava muito feliz por sair em um dos carros.

“Ele ser lembrado 35 anos depois [de sua morte] é mais do que merecido.”
Pouco antes do desfile, Lucinha foi abraçada pela rainha de bateria, Sophia Ferro, e pela mãe dela, Érica Ferro, presidente da escola.

Patrícia Guimarães, diretora do documentário de Cazuza, puxou Lucinha pelo braço quando amanhecia o dia. “Pro dia nascer feliz”, afirmou, sobre a música de Cazuza e nome do enredo da escola.

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Mãe de Cazuza se diz emocionada com homenagem ao filho

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FÁBIO PESCARINI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com voz baixa, Maria Lúcia da Silva Araújo, a Lucinha, 88, não conseguia esconder a emoção pela homenagem ao filho.
Cazuza, morto por causa do vírus da Aids em 1990, é o homenageado do Carnaval da escola Camisa Verde e Branco, a última a se apresentar no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo.

 

“Acho que não preciso nem falar o quanto estou emocionada”, disse à Folha, na concentração da escola.

Sem saber cantar o samba enredo direito, “porque é muito difícil”, ela também não acompanhou os ensaios, porque estava no Rio de Janeiro, onde mora. Mas estava muito feliz por sair em um dos carros.

“Ele ser lembrado 25 anos depois [de sua morte] é mais do que merecido.”

Pouco antes do desfile, Lucinha foi abraçada pela rainha de bateria, Sophia Ferro, e pela mãe dela, Érica Ferro, presidente da escola.

Patrícia Guimarães, diretora do documentário de Cazuza, puxou Lucinha pelo braço quando amanhecia o dia. “Pro dia nascer feliz”, afirmou, sobre a música de Cazuza e nome do enredo da escola.

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Repórter da Globo tem celular furtado por foliões ao vivo no Rio; vídeo

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O repórter Josué Amador, 37, da Inter TV RJ, afiliada da Globo, teve o celular furtado enquanto fazia uma transmissão ao vivo na cobertura do Carnaval carioca, na noite de sexta-feira (1º). Durante a entrada ao vivo, ele foi atacado com spray de espuma e teve dificuldades para segurar o aparelho, que foi levado por um grupo de foliões. A transmissão foi interrompida e a âncora do jornal classificou o ocorrido como “inadmissível”.

 

Momentos depois, seguranças da escola de samba União de Maricá conseguiram recuperar o telefone do jornalista. “Uma colega jornalista chamou os seguranças e recebi apoio de pessoas presentes. Eles me deram água e me acalmaram. No fim, deu tudo certo”, disse Amador.

 

 

A Inter TV RJ divulgou uma nota de repúdio ao ocorrido, afirmando que “qualquer ataque a um jornalista é um ataque à liberdade de imprensa”. A emissora destacou que a violência contra profissionais da comunicação representa uma ameaça à liberdade de expressão.

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Millie Bobby Brown usa vestido inspirado em famosa atriz

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Millie Bobby Brown marcou presença no tapete vermelho da estreia de seu novo filme, The Electric State, em Madri, na última quinta-feira.

 

A atriz estava acompanhada do marido, Jake Bongiovi, e chamou atenção com o look escolhido.

O vestido transparente, com bordados prateados, é semelhante ao que Gwyneth Paltrow usou na estreia do filme Shakespeare Apaixonado, em 1998.

Nas redes sociais, Millie fez questão de compartilhar uma foto de sua “musa inspiradora” e recebeu inúmeros elogios dos fãs.

Notícias ao Minuto 

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STF forma maioria para confirmar decisão de Dino que liberou emendas parlamentares

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O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na manhã desta sexta-feira, 28, para confirmar a decisão do ministro Flávio Dino que destravou as emendas parlamentares. O placar estava em 6 a 0 por volta das 10h45. O julgamento começou à 0h desta sexta-feira. Os ministros Luís Roberto Barroso, Kássio Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Edson Fachin já se alinharam a Dino. A análise é feita no plenário virtual que vai até 5 de março.

 

Moraes publicou voto escrito e afirmou que o plano de trabalho apresentado pelo Executivo e Legislativo indica uma “aprendizagem institucional” de conciliar a realidade política e administrativa do orçamento público com o cumprimento da Constituição.

Ele também avaliou que, na relatoria de Dino, o processo sobre emendas “assumiu, de modo adequado, feições dialógicas e colaborativas, chamando-se todos os órgãos envolvidos a apresentarem explicações sobre a realidade das execuções de emendas parlamentares”.

Para Moraes, os esforços de conciliação resultaram no “amadurecimento” de critérios e procedimentos para a execução das emendas que, em geral, “atentam para os vetores principiológicos afirmados pela Corte”.

O ministro ainda ressaltou que a homologação do plano de trabalho não interfere em “providências relacionadas a fatos concretos, em apuração nessa Corte”. O Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, mostrou nesta quinta-feira que o Supremo tem cerca de 80 inquéritos que apuram suspeitas de irregularidades na destinação das emendas parlamentares.

A decisão de Dino foi proferida na última quarta-feira, 26, após o Executivo e Legislativo apresentarem um plano de trabalho conjunto para dar mais transparência e rastreabilidade aos repasses. As emendas seguem bloqueadas em algumas situações, como recursos destinados à saúde que não estejam em contas específicas, “emendas Pix” sem plano de trabalho aprovado e emendas de comissão e de bancada aprovadas sem identificação da autoria.

O plano de trabalho encerra um impasse entre os Poderes que se arrastava desde agosto do ano passado, quando o Supremo bloqueou a execução de todas as emendas impositivas. Em dezembro, Dino chegou a autorizar o pagamento de parte dos recursos, mas com exigências que desagradaram os parlamentares. Agora, o Congresso cedeu em um dos pontos mais sensíveis: a identificação dos autores das emendas de comissão e de relator.

“Ao observar o caminho percorrido, constato avanços relevantes no que se refere à promoção da transparência e da rastreabilidade na execução de emendas parlamentares”, disse Dino na decisão. Entre os principais resultados já alcançados, ele elencou a reformulação do Portal da Transparência, a abertura de contas específicas para transferências fundo a fundo de recursos para a saúde e a realização de auditorias pela CGU e pelo TCU.

Trump assinará decreto para tornar inglês o idioma oficial dos EUA, diz imprensa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinará um decreto para estabelecer o inglês como o idioma oficial do país, com objetivo de “promover a unidade” nacional, segundo um documento fornecido por um funcionário da Casa Branca nesta sexta-feira (28).

 

Segundo o membro do alto escalão americano, o governo considera que já era hora de o idioma ser reconhecido como o oficial dos EUA. As informações publicadas pelo Wall Street Journal ainda não indicam detalhes sobre um possível cronograma para a assinatura do decreto.

Os EUA nunca tiveram uma língua oficial em nível federal, mas a questão tem sido problemática para certos estados. O uso do espanhol na vida pública gerou controvérsia ao longo dos últimos anos, inclusive no Texas, onde um senador estadual exigiu em 2011 que um ativista dos direitos dos imigrantes falasse inglês, e não seu espanhol nativo, em uma audiência legislativa.

Isso reacendeu um debate de décadas sobre se é apropriado falar espanhol no Texas, que já foi parte do México e, antes disso, parte do Império Espanhol.

A medida é defendida pelos republicanos como uma forma de fortalecer a identidade nacional, críticos apontam, no entanto, que a decisão poderá marginalizar comunidades de imigrantes e agravar tensões em estados onde o espanhol desempenha um papel cultural e histórico significativo.

A implementação da política ainda é incerta e pode enfrentar desafios práticos e legais, especialmente em áreas com grande população hispânica, como os estados mais ao sul do país.

85% dos russos apoiam negociações entre Trump e Putin

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A população russa apoia de forma maciça as negociações iniciadas por Donald Trump com Vladimir Putin para tentar acabar com a Guerra da Ucrânia e normalizar as relações entre Estados Unidos e Rússia.

 

Segundo o Centro Levada, que ouviu 1.615 adultos de 20 a 26 de fevereiro em todo o país, 85% dos entrevistados são favoráveis à iniciativa do novo presidente americano. A margem de erro média é de dois pontos para mais ou menos.

Em 12 de fevereiro, Trump ligou para Putin, iniciando o processo. Ele virou do avesso a política americana para a guerra, com Trump declarando-se alinhado às demandas russas de neutralidade militar de Kiev e sugerindo cessões territoriais ucranianas como inevitáveis.

De lá para cá, houve uma dança diplomática, com o americano primeiro chamando Volodimir Zelenski de ditador e, depois, convencendo-o a assinar um acordo de exploração mineral nesta sexta (28) em Washington.

As negociações russo-americanas, contudo, seguem firmes. Uma segunda rodada presencial, após o encontro histórico em Riad no dia 18 passado, ocorreu nesta quinta (27) na Turquia. Estão avançando conversas sobre o fim do isolamento econômico e diplomático da Rússia, parcerias comerciais e, claro, os termos para o fim do conflito iniciado em 2022.

Apenas 3% dos entrevistados dizem ser contra os contatos, enquanto 12% se mostram indiferentes. A invasão da Ucrânia, por sua vez, segue com altíssimo grau de apoio: 80% aprovam as ações das Forças Armadas no vizinho, a mesma média dos últimos meses -e idêntica à taxa aferida no primeiro mês do conflito.

A noção de que Putin está tendo sucesso em sua empreitada vem crescendo. Em setembro, 60% achavam que a guerra era bem-sucedida, e agora já são 72%.

Apesar disso, como já vinha sendo apontado em rodadas anteriores, 59% preferem que haja negociações de paz. O motivo principal, citado por 54%, são as perdas humanas na guerra.

Assim como Trump e Putin ignoraram de saída Zelenski e seus parceiros europeus, os russos vão na mesma linha: 70% acham que os EUA são prioritários à mesa negociadora, enquanto 49% citam a Ucrânia e 39%, países da Europa.

O rumo das negociações também é impactado pelas visões do Kremlin sobre a guerra. Apenas um terço dos entrevistados considera que a Rússia deva fazer concessões à Ucrânia quando for negociar seus termos de paz, ante 60% que rejeitam a ideia.

Os itens de negociação que os russos consideram inaceitáveis também batem com a retórica oficial de Putin, que os declarou no meio do ano passado pela primeira vez. Para 81% entrevistados, a Ucrânia nunca poderá ingressar na aliança militar ocidental, a Otan.

Já 77% rejeitam a noção de devolver a Kiev as duas áreas russófonas que compõem o Donbass, no leste da Ucrânia: Donetsk e Lugansk. A convicção cai para 71% quando o assunto são os outros dois territórios anexados por Putin em setembro de 2022, Zaporíjia e Kherson, ambos no sul.

Os dois últimos são essenciais ao objetivo russo de manter a Crimeia, anexada em 2014, ligada por terra ao Donbass e à Rússia, mas são áreas em que a presença étnica russa é menos evidente. Quando visitou as quatro províncias no ano passado, a Folha relatou as dificuldades maiores das autoridades de ocupação nessas regiões ao sul.

Por fim, o Levada mostrou que a ideia de uma força de paz para salvaguardar o que for negociado, que Trump e líderes aliados defendem ser composta por europeus, o que o Kremlin rejeita, divide opiniões. Para 39%, não deve haver tal expediente, enquanto 29% o aprovam e 16%, dizem ser contrários, mas tolerantes à proposta.

O Levada é o principal instituto de pesquisa de opinião pública independente da Rússia. É insuspeito de ser usado pelo Kremlin, tanto que foi classificado como um agente estrangeiro por receber fundos do exterior, sofrendo grande pressão econômica.

Confrontado com a sugestão de que os russos aprovam as políticas de Putin por medo, o diretor de pesquisas do Levada, Denis Volkov, sustenta que isso não é real porque a opinião acompanha uma tendência aferível ao longo dos 25 anos de poder do líder -e usualmente as expectativas econômicas dos cidadãos.

Neymar diz que ficou nervoso ao conhecer Didi

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Neymar afirmou que poucas vezes ficou nervoso ao conhecer famosos nos bastidores de eventos. O jogador brasileiro disse que se tremeu de nervoso apenas três vezes na vida.

 

Um dos encontros que o fez suar foi quando conheceu Renato Aragão, o intérprete do famoso personagem Didi. “Na época eu namorava, fomos em um jantar e comecei a apertar a mão dela. Fui cumprimentar o cara tremendo, fiquei todo suado. Ela perguntou por quê. Eu falei ‘é o Didi, mano'”, disse ele em entrevista ao podcast PodPah.

“Estava em Las Vegas quando conheci o Jordan.Estava no hotel, e o assessor meu na época falou ‘ele quer te conhecer, está lá embaixo te esperando’. Eu fui lá e conheci ele tremendo, uma suadeira.”

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Palmeiras fecha três compras históricas em menos de dois meses

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Com a chegada de Vitor Roque, o Palmeiras fechou as três maiores compras de sua história nesta janela de transferência -tudo isso em menos dois meses.

 

No dia 20 de dezembro de 2024, o Palmeiras anunciou a contratação de Facundo Torres por 12 milhões de euros e se tornou a contratação mais cara da história do clube. Mas isso só durou 11 dias.

No dia 31 de dezembro, o Palmeiras fez o anúncio da compra de Paulinho junto ao Atlético-MG por 18 milhões de euros. Superando assim a marca do uruguaio.

Já nesta sexta-feira (28), o Alviverde oficializou a chegada de Vitor Roque por 25,5 milhões de euros + 5 milhões de euros em bônus. E além de ser o mais caro da história do Palmeiras, se tornou a contratação mais cara do futebol brasileiro.

Reforços milionários são uma resposta da diretoria do Palmeiras. A presidente Leila Pereira e o diretor de futebol são cobrados constantemente por não investirem em contratações de peso, mas agora são “pais” de quatro das cinco maiores compras da história alviverde.

VEJA O TOP 5 MAIORES COMPRAS DA HISTÓRIA DO PALMEIRAS

Vitor Roque – 25,5 milhões de euros + 5 milhões de euros em bônus
Paulinho – 18 milhões de euros
Facundo Torres – 12 milhões de euros
Borja – 12 milhões de euros*
Mauricio – 10,5 milhões de euros
*contratação de 2017, na gestão de Mauricio Galiotte.

A DUPLA CONCRETIZOU TAMBÉM QUATRO DAS CINCO MAIORES VENDAS DA HISTÓRIA PALMEIRENSE:

Endrick – 72 milhões de euros, sendo 35 milhões de euros fixos
Estevão – 61,5 milhões de euros, sendo 45 milhões de euros garantidos
Vitor Reis – 37 milhões de euros fixos
Gabriel Jesus – 32 milhões de euros*
Luiz Guilherme – 30 milhões de euros
*contratação de 2017, na gestão de Mauricio Galiotte.

Trânsito intenso é esperado a partir desta sexta-feira (28) em SFI

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Trânsito intenso é esperado a partir desta sexta-feira (28) em SFI

A partir desta sexta-feira (28), o fluxo de veículos para São Francisco de Itabapoana (SFI) deve triplicar, principalmente pela RJ 224, conforme informações do Comando de Policiamento Rodoviário (CPRV). O movimento intenso vai seguir durante todo o Carnaval.

“Vamos reforçar o efetivo, com atenção especial à RJ 224, nas regiões de Imburi, Ponte da Integração e Ponte da Amizade, além de pontos na RJ 196, em Sossego e Gargaú”, informou o sargento Paravidino.

28 02 2025 MOVIMENTO CHEGADA SÃO FRANCISCO 1

A orientação para motoristas é redobrar a atenção à segurança pessoal e coletiva. Uso de cinto de segurança, cadeirinha para crianças, capacetes e não ingerir bebida alcoólica ao dirigir são essenciais. Além disso, é importante estar com os documentos do veículo e a carteira de habilitação em dia.

A Prefeitura de SFI está preparada para o aumento da movimentação nas praias e áreas centrais. A programação diversificada de shows e blocos de rua promete animar foliões e turistas, e a colaboração de todos é fundamental para garantir uma festa segura e tranquila.

Edney Silvestre comemora após procedimento no coração

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SALVADOR, BA (UOL/FOLHAPRESS) – Edney Silvestre comemorou nesta sexta (28), por estar vivo após ter passado por uma cirurgia no coração.

 

O jornalista e escritor compartilhou uma selfie em suas redes sociais para dizer como está se sentindo. “Em recuperação: 5 km caminhados a passos enérgicos na areia. Que privilégio e quanto prazer estar vivo hoje, aqui e agora.”

Na imagem, o escritor aparece sem camisa na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Edney Silvestre realizou uma ablação do átrio esquerdo no último sábado (22).

O jornalista demonstrou otimismo pós-cirurgia. “Saber que estou bem escudado contra AVCs e isquemias – entre outros inimigos invisíveis – me deixou eufórico.”

Lula decide nomear Gleisi Hoffmann ministra da articulação política do governo

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo Lula (PT) anunciou Gleisi Hoffmann como nova ministra da SRI (Secretaria de Relações Institucionais) nesta sexta-feira (28).

 

A atual presidente do PT assume o cargo no lugar de Alexandre Padilha, que foi remanejado para o Ministério da Saúde no lugar de Nísia Trindade. A posse da nova ministra está marcada para o dia 10 de março.

Segundo interlocutores, o presidente tem se queixado de falta de disputa política na relação com o Congresso Nacional. Nas conversas sobre a sucessão na SRI, Lula disse que deve a Gleisi a oportunidade de mostrar capacidade articulação.

Lula afirmou ainda que a opção por ela no ministério seria um reconhecimento ao seu trabalho no comando do PT, onde está desde 2017.

A SRI é responsável pela relação do Executivo com o Legislativo e ficará vaga com a ida de Alexandre Padilha para o Ministério da Saúde.

A aliados, Lula lembrou que a deputada trabalhou para construção de palanques nas eleições presidenciais de 2018 e 2022, tendo conversado com todos os partidos que compuseram a aliança em torno de sua candidatura.

Ele também ressaltou o bom relacionamento de Gleisi com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Ainda segundo aliados do presidente, ele já vinha apontando o nome dela para a função. Mas deu sinais mais enfáticos ao convidá-la para a viagem desta sexta-feira (28) ao Uruguai e ao afirmar que precisa de maior agressividade na política.

Ao discursar na festa de aniversário do PT, Lula defendeu a habilidade de negociação de Gleisi como uma prova de que ela não é estreita politicamente.

Em 2022, após ser eleito presidente, o petista fez o mesmo discurso durante jantar na residência oficial do presidente do Senado. Ele perguntou qual dos senadores presentes nunca tinha conversado com ela, em uma tentativa de mostrar a amplitude de Gleisi. Naquele ano, ela assumiu a coordenação da campanha de Lula e da transição do governo.

Em 2018, Gleisi atuou pela neutralidade do PSB na corrida presidencial, o que impediu que o partido se aliasse a Ciro Gomes (PDT). Após eleição de Jair Bolsonaro (PL), articulou a recomposição do campo de esquerda para formação da frente de oposição.

Além de atuar na articulação da aliança em 2022, defensores do nome de Gleisi lembram que, sob sua condução, o PT aprovou com 84% de votos o nome de Geraldo Alckmin (PSB) para a vice de Lula.

A expectativa é que, na SRI, ela trabalhe para compor uma aliança em torno de Lula com vistas a 2026.

Aliados interpretaram esses elogios de Lula como um sinal de que não tinha desistido de nomeá-la para a SRI, apesar de ter sido aconselhado a optar por um nome com maior capacidade de articulação no Congresso Nacional.

Antes mesmo de ser anunciada por Lula, a nomeação de Gleisi já tinha causado incômodo entre ministros do PT e de partidos da base aliada. A cúpula da Câmara trabalha para colocar no posto o líder do MDB, Isnaldo Bulhões Jr. (AL).

O ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), deputado licenciado pelo Republicanos, e Motta fizeram chegar ao presidente a preferência dos dirigentes partidários por Isnaldo.

Silvio Costa Filho chegou a ser lembrado para a função. Ele tem a confiança de Lula. Mas aliados do petista afirmam ser difícil deslocá-lo da pasta que ocupa hoje por resistências do Republicanos, partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (SP).

Essa resistência de partidos aliados a se comprometerem com o governo, a ponto de entrarem no Palácio do Planalto, é apontada como um dos motivos pelos quais Lula buscaria uma alternativa caseira.

Na quinta-feira (27), dias após a demissão de Nísia, Lula afirmou ter demitido a socióloga da Saúde por querer “mais agressividade”.

“Nísia era uma companheira da mais alta qualidade, minha amiga pessoal, mas eu estou precisando de um pouco mais de agressividade, mais agilidade, mais rapidez, por isso estou fazendo algumas trocas”, disse em entrevista ao programa Balanço Geral Litoral (SP), da Record.

Argentina sob Milei recua após classificar deficientes como “idiotas”

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Resolução da Agência Nacional da Pessoa com Deficiência (Andis) da Argentina, publicada nesta quinta-feira (27), causou revolta entre entidades e famílias de pessoas com deficiência intelectual por ter classificado essas pessoas pelos termos “imbecil”, “idiota” e “débil mental” de acordo com o grau da incapacidade cognitiva.  

 

Após a repercussão negativa, a entidade que cuida do tema, sob a gestão do governo de Javier Milei, afirmou que a resolução publicada no Diário Oficial do país foi um erro derivado do uso de conceitos obsoletos e que a resolução será refeita.

“Os regulamentos incluíam um anexo contendo termos que historicamente foram usados ​​na medicina psiquiátrica para descrever graus profundos de déficit intelectual, mas que agora foram descontinuados”, informou a Andis.  

A resolução publicada descrevia os critérios para classificação do grau de deficiência intelectual para a concessão de benefícios para pessoas com incapacidade para o trabalho.

Segundo a norma, ainda em vigor, o “idiota” é aquele que “não lê, nem escreve, não conhece o dinheiro”, além de “não atender suas necessidades básicas, não conseguir subsistir sozinho”. Já o “imbecil” seria aquele que “atende suas necessidades elementares, podem realizar tarefas rudimentares”.

O documento classifica ainda o “débil mental” como leve, moderado e profundo, sendo o profundo aquele que “somente assina, tem vocabulário simples, não maneja dinheiro, pode realizar tarefas rudimentares”.Por meio de nota, a Associação Síndrome de Down da Argentina (Asdra) repudiou a mudança na classificação realizada pelo governo. Para a entidade, a classificação é discriminatória e estigmatizante contra as pessoas com deficiência intelectual.

“Essas expressões, além de inaceitáveis ​​do ponto de vista ético e de direitos humanos, reforçam preconceitos e concepções arcaicas que violam a dignidade das pessoas com deficiência intelectual. Essas são expressões introduzidas em 1912 e substituídas há mais de 70 anos”, destacou a associação argentina.

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‘Nova Sharapova’ já ganhou R$ 22 milhões sem ter conta bancária própria

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A tenista russa Mirra Andreeva desponta como a próxima grande estrela do tênis. Com apenas 17 anos, a “nova Sharapova” já venceu dois títulos WTA, entrou no top 10 e faturou mais de R$ 22 milhões em prêmios, mas ainda não tem uma conta bancária própria.

 

Andreeva ganhou quase US$ 600 mil (R$ 3,5 milhões) pelo título do Masters 1000 de Dubai, na última semana. Ela derrotou a dinamarquesa Clara Tauson (#38) na final e se sagrou campeã de torneio do circuito profissional pela segunda vez -sua primeira taça foi no WTA 250 de Iasi, na Romênia, em julho do ano passado.

A russa revelou que todo o dinheiro vai para o pai dela, já que ainda não tem idade para possuir uma conta bancária própria. O novo fenômeno brincou que espera que receba um pouco do valor para “comprar batatas fritas e Coca-Cola”.

Todas as perguntas [sobre o que fará com o prêmio] para meu pai. Tudo vai no cartão dele porque eu ainda não tenho o meu. Não posso ter minha própria conta porque não tenho 18 anos. Espero que ele me deixe um pouco para eu gastar em algo, como comprar batatas fritas e Coca-Cola.

Andreeva, À WTA

Ela já recebeu aproximadamente US$ 3,8 milhões (R$ 22,1 milhões) em bônus antes mesmo de atingir a maioridade. A tenista, que fará 18 anos em 29 de abril, compete profissionalmente desde os 15 e foi eleita como atleta revelação da WTA em 2023. Já chegou à semifinal de Roland Garros e caiu nas oitavas do Australian Open deste ano, perdendo para a vice-campeã Sabalenka.

Andreeva também é medalhista olímpica e furou o top 10 pela primeira vez. Ela conquistou a prata nas duplas dos Jogos de Paris e se tornou, na última segunda, a mais jovem a ocupar o topo do ranking internacional nos últimos 18 anos -desde Nicole Vaidisova, em 2007.

Seus feitos a fizeram ser comparada à lenda Maria Sharapova. A ex-tenista russa, 20 anos mais velha que Andreeva, terminou a carreira com 36 títulos, sendo cinco Grand Slams. Sharapova passou ao todo 21 semanas como a número 1 do mundo e é um dos maiores nomes da história da modalidade.