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Proposta israelense para o fim da guerra em Gaza viola “linhas vermelhas”

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O Hamas recebeu uma nova proposta de trégua temporária na Faixa de Gaza, apresentada por Israel por meio de mediadores egípcios, informou nesta segunda-feira (14) uma fonte do grupo palestino. Segundo o movimento, uma das condições impostas por Israel para o fim definitivo da guerra — o desarmamento do Hamas e de outras facções armadas — é considerada “inaceitável” e viola suas “linhas vermelhas”.

 

De acordo com a proposta, Israel estaria disposto a libertar metade dos reféns em poder do Hamas na primeira semana após o acordo, em troca de um cessar-fogo de pelo menos 45 dias e da entrada de ajuda humanitária no território palestino. No entanto, a exigência de que o Hamas entregue suas armas é rejeitada pelo grupo. “As armas da resistência não são objeto de negociação”, afirmou o porta-voz do movimento à agência AFP.

Uma delegação do Hamas está no Cairo para conversas com autoridades do Egito e do Catar, com mediação também dos Estados Unidos, na tentativa de avançar em um acordo de cessar-fogo.

Mais cedo, Taher al-Nounou, dirigente do Hamas, afirmou que o grupo está disposto a libertar todos os reféns israelenses em troca de garantias firmes de que Israel encerrará a guerra. Ele acusou o governo israelense de impedir avanços nas negociações. “O problema não é o número de reféns, mas o fato de Israel estar voltando atrás em seus compromissos e bloqueando a implementação do cessar-fogo”, disse.

Durante a primeira fase da trégua, entre 19 de janeiro e 17 de março, 33 reféns foram libertados — oito deles mortos — em troca da liberação de cerca de 1.800 prisioneiros palestinos por Israel. As negociações atuais esbarram principalmente na discordância sobre quantos reféns o Hamas deverá libertar.

O conflito foi desencadeado em 7 de outubro de 2023, quando o Hamas lançou um ataque sem precedentes contra o sul de Israel, matando 1.218 pessoas, a maioria civis, segundo dados oficiais israelenses reunidos pela AFP. Das 251 pessoas sequestradas na ocasião, 58 continuam em cativeiro em Gaza, sendo 34 consideradas mortas, de acordo com o exército israelense.

No último domingo (14), o Ministério da Saúde controlado pelo Hamas informou que ao menos 1.574 palestinos morreram desde a retomada das operações militares israelenses em 18 de março. Desde o início da ofensiva de Israel, há 18 meses, o total de mortos na Faixa de Gaza chegou a 50.944, segundo o órgão.

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Harvard recusa exigências da Administração Trump e perde financiamento

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A administração do ex-presidente Donald Trump cumpriu, nesta segunda-feira (14), a ameaça de suspender o financiamento federal à Universidade de Harvard. A medida veio horas após a instituição se recusar a aceitar uma série de exigências impostas pelo governo, que alegava combater o antissemitismo nos campi universitários.

 

O congelamento afeta cerca de US$ 2,2 bilhões em subsídios plurianuais, segundo informou um grupo de trabalho do Departamento de Educação criado para enfrentar o antissemitismo. A decisão foi tomada após o presidente interino de Harvard, Alan Garber, declarar que a universidade não abriria mão de sua independência nem de seus direitos constitucionais.

“A declaração de Harvard reforça a mentalidade preocupante de que universidades de elite acreditam que o investimento federal não exige responsabilidade no cumprimento das leis de direitos civis”, afirmou o grupo de trabalho em nota.

No mês passado, a administração Trump já havia anunciado uma revisão de até US$ 9 bilhões em contratos e subsídios federais destinados à universidade, como parte de uma ofensiva para conter o antissemitismo nos campi. Harvard passou a ser um dos principais alvos da Casa Branca após os protestos estudantis pró-palestinos que se espalharam por diversas instituições norte-americanas após o ataque do Hamas a Israel, em 7 de outubro de 2023, e a subsequente ofensiva israelense em Gaza.

Embora Harvard já tivesse adotado medidas para enfrentar o antissemitismo, como investigações disciplinares e afastamento de professores, Garber afirmou que as novas exigências do governo eram inaceitáveis. Em nota publicada no site oficial da universidade, ele explicou que, na sexta-feira anterior, o governo impôs condições mais severas que as anteriores como requisito para manter o financiamento.

As novas exigências incluíam: reestruturação da governança da universidade, fim dos programas de diversidade, equidade e inclusão, mudanças em políticas de admissão e contratação, e redução da influência de estudantes, professores e administradores com base em suas posições ideológicas.

“Isso deixa claro que a intenção não é cooperar conosco para combater o antissemitismo de forma construtiva”, escreveu Garber. “Embora algumas das demandas tenham esse objetivo, a maioria representa uma tentativa direta de controle governamental sobre as condições intelectuais em Harvard.”

Em fevereiro, a gestão Trump criou uma força-tarefa interagências para “erradicar o antissemitismo” nos campi universitários e anunciou visitas a dez instituições, incluindo Harvard e Columbia. No caso da Universidade de Columbia, que teve US$ 400 milhões em verbas federais suspensas, a instituição aceitou parte das exigências, como o aumento do poder policial no campus e a nomeação de um vice-reitor para supervisionar o departamento de estudos sobre o Oriente Médio, Sul da Ásia e África.

Em resposta, os escritórios de advocacia que representam Harvard — Quinn Emanuel Urquhart & Sullivan e King & Spalding — enviaram uma carta às agências envolvidas na força-tarefa afirmando: “Nem Harvard, nem qualquer universidade privada, pode permitir-se ser controlada pelo governo federal

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Vice-presidente derruba parte de troféu em cerimônia na Casa Branca; veja

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O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, protagonizou um momento inusitado nesta segunda-feira (14), durante uma cerimônia na Casa Branca. Ao participar da recepção de uma equipe campeã de futebol americano universitário, Vance acabou deixando cair parte do troféu, gerando constrangimento e bom humor nas redes sociais.

 

O evento celebrou a conquista da equipe da Universidade Estadual de Ohio, vencedora do Campeonato Nacional de Futebol Americano Universitário. Os atletas foram recebidos por Vance e pelo presidente Donald Trump, que posou para fotos com uma camisa personalizada com o número 47, em alusão à possibilidade de se tornar o 47º presidente dos Estados Unidos em um eventual novo mandato.

O incidente ocorreu logo após a entrega da camisa. Vance tentou erguer o troféu para a tradicional foto oficial, mas a base do objeto se soltou e caiu no chão. O vice-presidente rapidamente pegou a peça e seguiu com a foto, segurando apenas a parte superior da taça.

Mais tarde, nas redes sociais, Vance — que é natural do estado de Ohio — levou a situação com bom humor. “Não queria que ninguém mais ganhasse esse troféu depois da vitória da minha equipe. Então, decidi quebrá-lo”, brincou em publicação feita na rede X (antigo Twitter).

Veja o momento nos vídeos abaixo e na fotogaleria acima algumas imagens.

 

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Atleta fica paraplégico após tropeçar e cair durante aquecimento

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Um estudante de 18 anos do estado de Illinois, nos Estados Unidos, ficou paralisado após sofrer um grave acidente enquanto se aquecia para uma prova de atletismo. Dylan Wescott se preparava para competir no salto triplo em 15 de março, quando tropeçou e bateu a cabeça contra um muro.

 

De acordo com o treinador Eric Bontz, o jovem teria tropeçado “nos próprios pés ou na areia” pouco antes da prova. Ele ficou inconsciente por alguns instantes e, ao recobrar a consciência, relatou que não sentia as pernas. “Soubemos imediatamente que era algo sério”, contou uma tia do atleta.

Dylan foi levado ao hospital Javon Bea, onde os exames revelaram uma fratura em uma vértebra do pescoço e outras duas pressionando a medula espinhal, o que causou a paralisia.

Apesar da gravidade do quadro, o jovem vem apresentando progressos com o apoio da fisioterapia. A recuperação de Dylan está sendo acompanhada e compartilhada por sua família nas redes sociais, onde ele tem recebido mensagens de apoio e solidariedade.

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Ministério Público denuncia Marçal sob acusação de difamação eleitoral contra Tabata

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Ministério Público Eleitoral de São Paulo denunciou o ex-candidato a prefeito de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) sob acusação de difamação eleitoral contra a também ex-candidata e deputada federal Tabata Amaral (PSB).

 

Segundo o promotor eleitoral Cleber Rogério Masson, ao afirmar que Tabata teria abandonado o pai em seu leito de morte, o influenciador e empresário tinha intenção de abalar a reputação de sua concorrente política e angariar votos em seu favor.

A denúncia foi apresentada nesta segunda-feira (14). Em nota, a defesa de Marçal afirma que não há qualquer elemento que configure crime eleitoral na fala em questão e que, posteriormente, durante um debate, o então candidato se retratou.

“A defesa técnica reforça que não houve dolo, ofensa pessoal ou qualquer tentativa de obter vantagem eleitoral por meio da declaração”, afirma nota assinada pelos advogados Paulo Herschander e Paulo Hamilton Siqueira Júnior.

Diz ainda que Marçal “se retratou publicamente em setembro de 2024, durante debate promovido por veículo de imprensa, pedindo desculpas por eventuais interpretações equivocadas de sua fala, em gesto que demonstra boa-fé, espírito democrático e absoluto respeito à vida pessoal de seus adversários”.

Em julho de 2024, em meio a pré-campanha à Prefeitura de São Paulo, Marçal deu uma entrevista a um podcast da revista IstoÉ, em que sugeriu que Tabata abandonou o pai quando se mudou para os Estados Unidos para estudar na Universidade Harvard.

“Eu também tive um pai que foi alcoólatra, mas a família ajudou ele e ele deixou o alcoolismo. O pai dela, ela foi para Harvard e o pai dela acabou morrendo. Igual imagino o que ela pode fazer com o povo de São Paulo”, disse Marçal na ocasião.

Meses mais tarde, em debate em setembro, Marçal pediu perdão a ela pelo episódio. “Eu realmente fui injusto com a Tabata, eu passei do limite”, disse na ocasião.

O Código Eleitoral prevê a pena de detenção de três meses a um ano, além do pagamento de multa, para a conduta de “difamar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação”.

Prevê também que a pena aumenta de um terço até metade, quando o crime é cometido por meio da internet ou de rede social ou com transmissão em tempo real.

Consta ainda na denúncia um pedido de fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados à vítima.

Segundo o promotor, com tais palavras, Marçal “ofendeu a honra objetiva de Tabata, com o indisfarçável propósito de convencer um número indeterminado de pessoas de que ela não preza sequer pela próprio pai, razão pela qual, se eleita Prefeita, não iria zelar pela população de São Paulo”.

Diz ainda que a conduta “visava a fins de propaganda eleitoral”, pois Marçal “almejava abalar a reputação de Tabata perante o eleitorado paulistano, angariando, em seu favor, votos que poderiam ser a ela destinados”.

Ele também argumenta que a transmissão teve ampla repercussão, contando com mais de 850 mil visualizações até o momento da denúncia, sem contar divulgações nas redes sociais e na imprensa.

O promotor diz ainda que, apesar de se tratar de uma infração de menor potencial ofensivo, não caberia no caso concreto o oferecimento de um acordo de transação penal. Entre outras argumentações, ele cita denúncia apresentada contra Marçal no mês passado referente a episódio no Pico dos Marins.

“Fica nítido, portanto, que a conduta social e a personalidade do agente, além das circunstâncias do crime ora imputado, no qual ele, em busca de prestígio eleitoral, atacou valores familiares alheios, de forma deplorável e apelativa, impedem a incidência do benefício”, diz.

Lula cumprimenta presidente reeleito do Equador

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva emitiu nota nesta segunda-feira (14) em que reconhece a vitória do presidente do Equador, Daniel Noboa, reeleito neste fim de semana para o segundo mandato.  

 

“Saúdo o povo equatoriano e o presidente reeleito, Daniel Noboa, pelas eleições de domingo, 13 de abril. O Brasil seguirá trabalhando com o Equador em defesa do multilateralismo, pela integração sul-americana e o desenvolvimento sustentável da Amazônia”, escreveu Lula, em nota oficial publicadas em suas redes sociais.

O resultado oficial deu ao atual presidente, do partido direitista Ação Democrática Nacional, 55,6% dos votos válidos, contra 44,3% para a candidata da esquerda Luísa González. Foram mais de 1 milhão de votos de diferença em favor do atual mandatário. 

Luisa González, no entanto, contesta o resultado e apresentou denúncia de fraude.

Davi diz que Mani não tem direito a prêmio do BBB

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LONDRINA, PR (UOL/FOLHAPRESS) – Davi Brito, 22, afirmou considerar que Mani Reggo, 42, não tem direito a nada do que ele ganhou participando do BBB 24 (Globo).

 

O ex-motorista de aplicativo entende que o mérito de ter vencido o reality é dele, e não da ex-companheira. “Eu ganhei através dos meus esforços, do que eu fiz lá dentro e minha dedicação. Você acha que as pessoas me deram o prêmio porque Mani era minha namorada? No Sincerão, então eu ia ficar assim: ‘Mani é minha namorada’. As pessoas me deram o prêmio porque eu joguei lá dentro do início ao final. Eu venci todos os brothers e passei por todos eles. Cheguei no final campeão por causa do meu jogo”, analisou ele, em entrevista a Leo Dias, 49.

Davi contou que fez uma procuração para sua irmã Raquel Brito, 26, ser sua representante legal no período em que esteve confinado. “Fui ea um cartório antes de ir para o Big Brother e registrei minha irmã Raquel Brito de Oliveira como responsável para responder por tudo meu aqui fora. Ela ficou como titular, não foi a Mani, até porque a gente não era casado.”

Ele pensa que Mani já se beneficiou o suficiente de sua passagem pelo BBB para, agora, querer parte do prêmio do programa. “Eu acho que ela não tem direito de nada que eu ganhei no Big Brother. Ela foi minha namorada, soube aproveitar o momento, ganhou essa visibilidade que tem hoje, fez diversas publicidades, ganhou muito dinheiro e está com a vida deslanchada. Para que ela quer mais? Ela quer o quê, se não tem direito a nada?”

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Palmeiras lucra com zoeira a Memphis após o Dérbi

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras contabilizou mais de mil contas abertas em seu banco digital graças a uma brincadeira com o atacante Memphis Depay após a vitória no Dérbi do fim de semana.

 

Após a vitória por 2 a 0 sobre o arquirrival, os perfis oficiais do Palmeiras publicaram uma arte com o mascote Gobbato vestindo uma faixa com a frase “De Pay a gente entende”. O post teve grande engajamento: no Instagram, por exemplo, já são mais de 173 mil curtidas, 7,5 mil comentários e 35 mil compartilhamentos.

No fim de semana, mais de 1 mil contas foram abertas no Palmeiras Pay, o que representa um crescimento de mais de 50% em relação à média da semana anterior. Atualmente, o banco digital do Alviverde conta com 925 mil contas abertas.

Lançado em 2023, o Palmeiras Pay é um dos grandes responsáveis pelo crescimento do Avanti, atualmente o programa líder em número de sócios-torcedores no futebol brasileiro, com cerca de 180 mil adeptos. Além de serviços bancários, oferece descontos na compra de produtos oficiais e experiências exclusivas aos correntistas palestrinos.

Quem cria uma conta no Palmeiras Pay e ativa o cartão de crédito ganha uma “degustação” do Plano Verde do Avanti por seis meses -durante este período, o clube trabalha para retê-lo dentro do programa. Quem ativa o cartão de débito degusta o Plano Verde do Avanti pelo período de um mês.

No início da gestão da presidente Leila Pereira, ainda sob efeito da pandemia, o Avanti tinha 40 mil adeptos. Em agosto do ano passado, o programa chegou à marca de 200 mil.

Pedidos de isenção de taxa no Enem 2025 começam nesta segunda (14)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Começa nesta segunda-feira (14), às 10h, o prazo para solicitar a isenção da taxa de inscrição para o Enem 2025. O benefício é voltado a candidatos que se enquadram aos critérios definidos pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).
Mesmo com o começo do período para solicitação da isenção da taxa, o calendário do Exame Nacional do Ensino Médio deste ano ainda não foi totalmente divulgado.

 

O Inep, instituto responsável pela prova, não divulgou as datas oficiais para abertura das inscrições gerais e da realização das provas.

Segundo o edital publicado no último dia 31 de março, os pedidos de isenção da taxa podem ser feitos entre os dias 14 e 25 de abril, no Página do Participante. O resultado sairá em 12 de maio. Em 2024, a taxa cobrada foi no valor de R$ 85 -o valor deste ano não foi divulgado.

De acordo com o Inep, a publicação do edital com as regras e com o valor da taxa de inscrição será publicado em breve.

QUEM PODE SOLICITAR A ISENÇÃO DA TAXA DO ENEM 2025?

Segundo o Inep, os seguintes participantes terão direito a isenção:

– Alunos matriculados no terceiro ano do ensino médio em escola pública em 2025
– Bolsistas integrais em escola privada e que se enquadre em uma renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio (R$ 2.277)
– Estudantes registrados no CadÚnico (cadastro único dos programas sociais do governo federal)

ONDE SOLICITAR A ISENÇÃO DA TAXA DO ENEM 2025?

A solicitação deve ser feita na Página do Participante, no site oficial do Enem. O candidato deverá preencher o formulário e informar CPF, data de nascimento, email válido e número de telefone.

QUAL É O CALENDÁRIO PARA SOLICITAR A ISENÇÃO?

– Solicitação de isenção da taxa: 14 a 25 de abril
– Resultado das solicitações de isenção da taxa: 12 de maio
– Período de recursos: 12 a 16 de maio
– Resultado dos recursos: 22 de maio

O QUE É A JUSTIFICATIVA DE AUSÊNCIA?

Os candidatos que foram isentos da taxa e não compareceram à edição do Enem 2024 deverão justificar a ausência para ter direito ao benefício da isenção deste ano.

A justificativa deve ser apresentada com a documentação exigida entre os dias 14 e 25 de abril, no site oficial do exame.

QUANDO COMEÇAM AS INSCRIÇÕES PARA O ENEM 2025?

O Inep ainda não divulgou a data de abertura das inscrições gerais.

QUANDO AS PROVAS DO ENEM 2025 SERÃO APLICADAS?

As datas das provas ainda não foram confirmadas pelo Inep. Porém, nas últimas edições, o exame foi aplicado nos dois primeiros domingos do mês de novembro.

 

MC Daniel é diagnosticado com transtorno e desabafa: ‘Mudou minha vida’

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – MC Daniel, 26, contou para seus seguidores que foi diagnosticado com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).

 

Em seu Instagram, o cantor compartilhou que recebeu há dois meses o diagnóstico. O transtorno afeta o funcionamento do cérebro, sendo marcado pela dificuldade de concentração, impulsividade e agitação.

Nos Stories, Daniel afirmou ser um grande alívio descobrir o transtorno após se consultar com um psiquiatra. “Há dois meses, eu fui diagnosticado com TDAH, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Fui a um psiquiatra e isso mudou a minha vida. Hoje eu sou um cara mais calmo, tenho um pouco mais de clareza das coisas que me atrapalhavam antes”, relatou.

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Thiago Silva sofre lesão e desfalca Fluminense por pelo menos um mês

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O zagueiro Thiago Silva, do Fluminense, sofreu uma lesão muscular na coxa direita e só voltará aos treinos em um mês.

 

O defensor se machucou durante a vitória sobre o Santos, pelo Brasileirão, neste domingo (13).

O clube fez exames nesta segunda (14) e confirmou a previsão de pelo menos quatro semanas para volta às atividades.

Thiago Silva é capitão e um dos principais jogadores do Fluminense.
Sem o jogador, Renato Gaúcho pode recorrer a Ignacio ou Thiago Santos para formar a dupla com Freytes.

O próximo jogo do Fluminense é contra o Corinthians, pelo Brasileirão.

Trump culpa Putin, Zelenski e Biden por ‘milhões de mortes’ na Ucrânia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em nova declaração controversa sobre a Guerra da Ucrânia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, responsabilizou nesta segunda-feira (14) os seus homólogos ucraniano e russo, Volodimir Zelenski e Vladimir Putin, respectivamente, além de seu antecessor na Casa Branca, Joe Biden, pelo conflito em curso, sem muita distinção entre agressores e agredidos.

 

Como de praxe, o republicano exagerou em suas declarações. Ele acusou os três de serem responsáveis pela morte de “milhões de pessoas”, número acima do apontado por especialistas. Não há estimativa oficial do total de óbitos no conflito, mas a partir de declarações feitas por autoridades de Moscou e Kiev, é mais correto pressupor que o total está na casa das dezenas de milhares.

“Putin como [responsável] número um. Biden, que não tinha ideia do que estava fazendo, como número dois, e Zelenski”, afirmou Trump na Casa Branca, em Washington, durante reunião com o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, ao atribuir responsabilidades no conflito.

Trump tem sido criticado por seus posicionamentos relacionados à guerra, que com frequência são alinhados aos objetivos de Putin. O republicano ainda tem relacionamento conturbado com Zelenski. Em fevereiro, eles bateram boca sobre os rumos do conflito, numa cena nunca vista em público no Salão Oval da Casa Branca, e não assinaram acordos que estavam sendo costurados.

O caso foi considerado um desastre para Kiev e jogou fora o esforço de líderes europeus de aproximar os presidentes dias depois de Trump ter chamado Zelenski de ditador. Críticos do americano afirmam que a reunião não passou de uma “emboscada planejada” para o ucraniano.

Nesta segunda, Trump insinuou que Zelenski não tem interesse em alcançar a paz. “Ele está sempre querendo comprar mísseis”, afirmou, num tom depreciativo. “Quando você começa uma guerra, você precisa ter certeza de que pode vencer a guerra. Você não começa uma guerra contra alguém que é 20 vezes maior e depois espera que as pessoas lhe deem alguns mísseis”, continuou Trump.

A Guerra da Ucrânia começou em 24 de fevereiro de 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia, iniciando a mais grave crise militar na Europa desde a Segunda Guerra (1939 – 1945).

As relações entre Trump e Zelenski têm sido tensas desde que o presidente dos EUA surpreendeu a todos ao abrir negociações bilaterais com a Rússia, em fevereiro. Desde então, Zelenski tem tentado se aproximar do republicano. Na semana passada, por exemplo, ele enviou uma delegação a Washington para discutir um acordo que daria aos EUA acesso aos recursos naturais ucranianos.

O governo Trump pede a devolução do que diz serem US$ 350 bilhões dados em apoio a Kiev nos três anos da guerra, no escopo do novo acordo conjunto de exploração mineral do subsolo do país.

Os termos irritam os negociadores ucranianos. Zelenski já havia dito que não “venderia o país” e que considerava o valor empregado pelos aliados uma doação, não uma dívida. As contas de Trump de novo parecem infladas, dado que análises independentes colocam em cerca de US$ 120 bilhões o apoio americano, 56% disso em armas.

Enquanto isso, as negociações para um acordo de cessar-fogo amplo continuam travadas. Neste domingo (13), as forças russas fizeram um dos mais mortíferos ataques contra civis, matando ao menos 34 pessoas em Sumi, capital da província homônima no nordeste do país invadido pelas forças de Putin.

Nesta segunda, Trump também subiu o tom em relação ao Irã. O presidente americano voltou a ameaçar Teerã caso o país não abra mão, nas palavras do republicano, do “sonho de ter armas nucleares”.

Representantes dos EUA e do Irã fizeram no sábado (12) a primeira reunião de alto nível entre os países sobre o programa nuclear de Teerã em anos. Uma segunda rodada de diálogos será realizada em Muscat, no Omã, informou nesta segunda a agência de notícias estatal iraniana Irna, sem dar mais detalhes.

O objetivo americano é o de evitar que os aiatolás desenvolvam a bomba atômica. Já Teerã quer o fim das sanções econômicas que a estrangulam. “O Irã precisa se livrar do conceito de arma nuclear. Eles não podem ter uma arma nuclear”, disse Trump nesta segunda.

Confira o público-alvo de cada imunizante da campanha de vacinação nas escolas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Governo Federal está com uma campanha de vacinação nas escolas públicas. A partir desta segunda (14) até 25 de abril, o objetivo é imunizar 27,8 milhões de estudantes de até 15 anos. A iniciativa, parte do programa Saúde na Escola (PSE), busca aumentar a cobertura vacinal deste público que costuma frequentar menos as unidades de saúde.

 

Serão oferecidas cinco vacinas: febre amarela (protege contra a doença viral transmitida por mosquitos); tríplice viral (previne sarampo, caxumba e rubéola, doenças altamente contagiosas); DTP (protege contra difteria, tétano e coqueluche, infecções bacterianas graves); meningocócica ACWY (evita meningites e infecções generalizadas causadas pela bactéria Neisseria meningitidis); e HPV (previne infecções por papilomavírus humano, associado a cânceres e verrugas genitais).

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), informa que todos os imunizantes disponíveis na campanha fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação, conforme a faixa etária e grupo elegível.

COMO VAI FUNCIONAR O ESQUEMA DE VACINAÇÃO?
Até 15 anos as vacinas disponíveis são:

Febre amarela

A vacina contra febre amarela é a principal forma de prevenção da doença e segue o esquema de dose única válida por toda a vida, conforme recomendação da OMS. Para crianças menores de cinco anos, o imunizante contra a é aplicado em duas doses: aos 9 meses e aos 4 anos. A dose zero é aplicada entre 6 e 8 meses de idade apenas em crianças que residem ou viajarão para áreas com circulação confirmada do vírus.

Tríplice viral

A vacina tríplice, que previne sarampo, caxumba e rubéola, doenças altamente contagiosas, é indicada a partir dos 12 meses de idade e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. O Ministério da Saúde recomenda duas doses, até 29 anos e uma dose de 30 a 59 anos, em pessoas não vacinadas.

Tríplice bacteriana

A tríplice bacteriana infantil, também conhecida como vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP), é um imunizante combinado que protege contra difteria, tétano e coqueluche – doenças graves e imunopreveníveis que ainda causam morbimortalidade infantil.

O iminuzante é administradao como dose de reforço no calendário vacinal infantil, complementando o esquema primário realizado com a vacina penta (aos 2, 4 e 6 meses de vida). O público-alvo da DTP são crianças de 1 a menores de 7 anos, com duas doses de reforço: a primeira aos 15 meses (com intervalo mínimo de 9 meses após a última dose da penta) e a segunda aos 4 anos de idade (com intervalo de 3 anos após o primeiro reforço).

Acima de 7 anos, é aplicada a vacina dT (dupla bacteriana contra difteria e tétano), com esquema de 3 doses e reforços a cada 10 anos (ou 5 anos em casos de ferimentos graves), conforme o histórico vacinal. Essa continuidade garante proteção prolongada contra essas doenças.
Maiores de 5 anos e menores de 15 anos:

Meningite

A meningite é uma doença endêmica no Brasil, caracterizada pela inflamação das meninges (membranas que revestem o cérebro e medula espinhal), podendo ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, além de fatores não infecciosos como câncer ou traumatismos. A vacina Meningocócica ACWY (Conjugada) protege contra a doença meningocócica causada pelos sorogrupos A, C, W e Y. Esquema vacinal: uma dose em adolescentes de 11 e 12 de idade.

HPV

O HPV (Papilomavírus Humano) é a infecção sexualmente transmissível mais comum, com mais de 200 tipos, alguns causando verrugas genitais e outros associados a cânceres como colo do útero e garganta.

A vacina contra o HPV, oferecida pelo SUS, oferece prevenção contra os tipos mais perigosos do vírus (6, 11, 16 e 18). O esquema vacinal é recomendado para meninas e meninos de 9 a 14 anos, pessoas vivendo com HIV, transplantados, pacientes oncológicos (9-45 anos), vítimas de abuso sexual (15-45 anos), usuários de PrEP para HIV (15-45 anos) e pacientes com Papilomatose Respiratória Recorrente (a partir de 2 anos).

 

Irmão de Bruno Gagliasso deseja parabéns ao ator após ‘7 anos sem abraçá-lo’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ao completar 43 anos no domingo (13), Bruno Gagliasso recebeu diversas felicitações de aniversário nas redes sociais. Uma delas foi do irmão mais novo, Thiago Gagliasso, que expôs estar há sete anos com a relação familiar entre eles rompida por divergências políticas.

 

“Temos ideologias distintas, lá na frente se Deus quiser vamos resolver essa situação, ele sabe que sempre poderá contar comigo independente de qualquer coisa, assim como eu sempre contei com ele”, escreveu ele na legenda de uma foto em que publicou ao lado do ator.

Thiago é deputado, apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e engajado em pautas conservadoras.

Ele também disse que irmão mais novo dificilmente tem razão, mas que, quando tem convicção de algo, não abaixa a cabeça. “Feliz aniversário”, completou.

Nos comentários, seguidores de Thiago lamentaram o afastamento dos irmãos. “Só quem tem irmão sabe. Brigam, mas se amam. Bruno, vem pro nosso lado logo”, comentou um perfil que apoia e divulga notícias da direita brasileira.

O influenciador Leo Picon afirmou que família é maior que tudo. “O tempo é rei!”.

“Espero que tudo se resolva”, escreveu internauta que se identifica como Thiago Gonçalves Costa.

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Punição da CBF para quem subir na bola une jogadores contra ‘futebol cada vez mais chato’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O que poderia ter sido apenas uma provocação restrita à rivalidade de Corinthians e Palmeiras deu origem a uma insatisfação de jogadores de diversas equipes contra a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

 

Nomes como Neymar e Gabigol, por exemplo, ecoaram uma crítica feita por Memphis Depay sobre a nova regra imposta pela entidade, com a orientação para punir com cartão amarelo quem subir na bola.

O ato foi visto recentemente nos minutos finais da decisão do Campeonato Paulista, quando o holandês usou o recurso para ganhar tempo e segurar um empate sem gols que assegurou o título estadual para o clube do Parque São Jorge sobre o rival verde -o lance provocou uma confusão generalizada, que logo foi controlada pela arbitragem.

Pouco mais de uma semana após o histórico clássico, a CBF anunciou a nova determinação aos árbitros para partidas do Campeonato Brasileiro.

Embora a entidade tenha argumentado que está seguindo uma orientação já presente em competições da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), isso não evitou as críticas.

“Vamos nos concentrar em quais regras podem melhorar o esporte e focar no lado comercial do futebol, o que beneficia os clubes, os fãs e os jogadores, em vez desses anúncios bobos”, escreveu Depay no X.

As palavras do holandês do Corinthians ganharam espaço em vários veículos estrangeiros. O jornal AS, da Espanha, ironizou a CBF e batizou a regra de Lei-Anti-Memphis. “Punir os protagonistas dessa forma pode dar início a uma disputa com os jogadores mais criativos”, escreveu o periódico.

Neymar também se incomodou e disse que o futebol brasileiro tem “muito nhênhênhê” e que está ficando “cada vez mais chato”, conforme postou no Instagram o atacante do Santos.

Gabigol aproveitou a onda para criticar o nível da arbitragem no Brasil. Após os diversos erros na segunda rodada do Brasileiro, que provocaram o afastamento dos profissionais que atuaram nos jogos entre Sport x Palmeiras e Internacional x Cruzeiro, o atacante ironizou. “Enquanto isso, a preocupação é subir na bola”, postou nas redes sociais o jogador do Cruzeiro.

Ainda que baseada em uma orientação da Conmebol, a regra imposta pela CBF não tem referência direta como uma infração passível de punição no código da IFAB (International Football Association Board), a entidade que gera as normas do futebol. O órgão, contudo, estabelece meios para punir atletas por gestos considerados como “comportamento antidesportivo”.

A IFAB também afirma que um tiro livre indireto poderá ser concedido se um jogador “cometer qualquer outra infração não mencionada nas leis, pela qual o jogo seja interrompido”.

Historicamente, a entidade fez poucas mudanças nas regras do esporte para coibir lances em que atletas tentam ganhar tempo ou provocar rivais. A mais emblemática nesse sentido talvez tenha sido a proibição de o goleiro pega a bola com a mão após um recuou deliberado de um companheiro.

A regra foi instituída no começo dos anos 90, como forma de evitar a famosa “cera”.

Em 2010, por recomendação da Fifa (Federação Internacional de Futebol), um nova regra para cobranças de pênalti também alterou a dinâmica dos jogos. Naquele ano, a entidade passou a proibir as “paradinhas” durante as penalidades.

De acordo com a norma, os jogadores não poderiam mais ameaçar chutar a bola uma vez que tenham completado a corrida. A infração é considerada um ato antidesportivo e, assim como subir na bola, deve ser punida com cartão amarelo.

Embora enquadrados da mesma forma, a “paradinha” e o recurso de subir na bola são vistos de maneiras diferentes pelos boleiros. Rivaldo, de vitoriosa carreira com as camisas de Palmeiras, Barcelona, Milan e seleção brasileira, concorda com a proibição relacionada ao pênalti, mas discorda da regra sobre subir na bola.

“Essas jogadas fazem parte da essência do nosso futebol, da nossa cultura. São sinais de técnica, talento, personalidade. O que a CBF está tentando fazer agora é limitar justamente o que nos diferencia no cenário mundial”, afirmou o ex-jogador, campeão do mundo com a seleção em 2002 e, atualmente.

Para ele, a regra para os pênaltis ajustou uma desigualdade de forças entre o batedor e o goleiro.

“O cobrador já tem uma grande vantagem nos pênaltis, com quase 80% de chances de fazer o gol. Com a paradinha, essa diferença ficava ainda mais injusta”, opinou.

Isso, na opinião do ex-atleta, é bem diferente de tentar limitar recursos como subir na bola. “Estão querendo transformar o futebol em algo engessado, sem graça, tirando a arte de campo.”

Jornal revela ameaça a jogador por dívida

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Nicolò Fagioli, meio-campista emprestado pela Juventus à Fiorentina, sofreu ameaças após se envolver com agiotas enquanto fazia parte de uma rede de apostas eletrônicas ilegais e criar dívidas.

 

Fagioli foi ameaçado por um agiota identificado como Nelly. Em prints de conversas divulgados pelo jornal Corriere dela Sera, da Itália, o jogador foi ameaçado de ter de encerrar a carreira e virar pedreiro. O caso aconteceu em 2023.

“Vou fazer você desistir [do futebol]. Vou fazer você virar pedreiro”, diz trecho de mensagem de Nelly a Fagioli

Fagioli devia cerca de 1,5 milhão de euros (R$ 9,9 milhões) a Nelly. Ele teria pegado a quantia como um empréstimo que tinha cerca de 7% de juros e não conseguiu pagar.

O caso foi investigado pela Federação Italiana de Futebol, e Fagioli foi punido. O meio-campista ainda estava na Juventus quando cumpriu suspensão entre outubro de 2023 e maio de 2024 por fazer apostas esportivas, algo proibido pela entidade.

Fagioli foi emprestado à Fiorentina após a suspensão. O volante, que tem 24 anos, está na equipe desde fevereiro deste ano. Além da Viola e da Juventus, ela já defendeu a Cremonese e a seleção italiana, onde já disputou sete jogos.

Sob ameaça de cortes, Harvard diz que não cumprirá exigências do governo Trump

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CAMBRIDGE, EUA (FOLHAPRESS) – A Universidade Harvard, uma das mais prestigiosas dos Estados Unidos, tem se recusado a ceder às investidas de Donald Trump para adequar linhas de pesquisa a um discurso determinado pelo governo, sob pena de perder financiamento.

 

Nesta segunda-feira (14), a universidade rejeitou demandas do governo Trump para manter o financiamento à instituição. Trata-se da primeira universidade de elite no país a rechaçar a ofensiva do republicano.

“A universidade não renunciará a sua independência nem abrirá mão de seus direitos constitucionais. As demandas do governo vão além do poder da gestão federal”, afirmou o reitor da universidade, Alan Garber.

Segundo Garber, Trump propôs “controlar a comunidade de Harvard”, ao exigir requisitos com o objetivo de fiscalizar os pontos de vista do corpo discente e docente, e para “reduzir o poder” de estudantes, professores e gestores “visados por causa de suas visões ideológicas”.

A proteção assegurada pela instituição, porém, não é suficiente para poupar os alunos estrangeiros da universidade de ações recentes da gestão republicana que miram estudantes.

Ainda assim, as ações e o clima de perseguição posto em prática pela gestão Trump já afeta os corredores. A Folha conversou com alunos brasileiros da universidade nos últimos dias -todos com status migratório regular nos EUA. Os relatos são de receio de ter o visto revogado, a despeito da postura de Harvard.

Os estudantes não querem se expor e por isso evitam críticas públicas às demandas de Trump. A conduta tem sido a mesma de integrantes de outras instituições, como a Folha mostrou: ficar atento às redes sociais, apagar posts que podem ser considerados polêmicos e adotar discrição.

O escritório internacional de Harvard relatou que três alunos de graduação da universidade tiveram seus vistos revogados. Por questões de privacidade, a faculdade não divulgou quem são, mas as encaminhou para assistência legal.

“Não estamos cientes dos detalhes das revogações ou das razões para elas, mas entendemos que números comparáveis de estudantes e acadêmicos em instituições por todo o país experimentaram mudanças de status semelhantes em aproximadamente o mesmo período de tempo”, escreveu a universidade em comunicado.

Na mesma nota, o escritório afirma que valoriza profundamente os estudantes e acadêmicos que lá atuam. Diz que eles agregam com talento e criam relações positivas e discursos que “expandem os horizontes das pessoas em toda a nossa comunidade”. “Estamos comprometidos em continuar a apoiá-los”, afirma o texto.

Estudantes que participaram no último final de semana da Brazil Conference, evento organizado pela comunidade brasileira de Harvard e do MIT, não souberam dizer se há brasileiros entre aqueles com vistos revogados. Mas citaram exemplos de dificuldade para conseguir visto de pesquisadores para viajar aos EUA como um fator que assusta.

Uma pesquisadora que foi convidada a participar da conferência e que, portanto, teve o visto patrocinado por um convite de Harvard e pago pelo evento, foi recusada duas vezes antes de conseguir autorização para viajar. Um dos participantes disse que a pessoa precisou ir a consulados de estados diferentes para conseguir a aprovação.

Outro caso mencionado é o do pesquisador brasileiro Rodrigo Nogueira, fundador da Maritaca AI. O pesquisador foi convidado a participar de um evento no MIT que começa semana que vem e discutirá o desenvolvimento de inteligência artificial no Brasil, mas não obteve autorização.

À Folha no mês passado, Nogueira afirmou que passou pela entrevista para renovação do visto no dia 27 de fevereiro no consulado dos EUA em São Paulo e obteve a aprovação. No entanto, no dia seguinte, foi informado de que seu visto estava temporariamente bloqueado para análise pelas autoridades americanas.

Harvard tem promovido diversas reuniões para instruir os alunos sobre suas prerrogativas, em sessões conhecidas como “saiba seus direitos”. Ainda colocou à disposição dos alunos e pesquisadores internacionais a Iniciativa de Representação de Harvard (HRI), uma clínica jurídica que oferece serviços gratuitos.

A universidade está localizada no estado de Massachusetts, que tem alto número de imigrantes, entre eles muitos brasileiros, e adota uma postura de cooperação com os estrangeiros. Cambridge, cidade onde fica a instituição, e sua vizinha, Boston, são consideradas cidades-santuário (municipalidades que adotam políticas mais favoráveis a migrantes).

Nesta segunda, o presidente de Harvard escreveu uma carta na qual explica a decisão de não ceder às investidas de Trump. “Nas últimas semanas, o governo federal ameaçou suas parcerias com várias universidades, incluindo Harvard, devido a acusações de antissemitismo em nossos campi. Essas parcerias estão entre as mais produtivas e benéficas da história americana”, escreveu Garber.

“Fica claro que a intenção não é trabalhar conosco para abordar o antissemitismo de maneira cooperativa e construtiva. Embora algumas das exigências delineadas pelo governo visem combater o antissemitismo, a maioria representa uma regulamentação governamental direta das ‘condições intelectuais’ em Harvard.”

MPF instaura procedimento para investigar resolução do CFM sobre jovens trans

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Ministério Público Federal instaurou nesta segunda (14) procedimento para apurar a legalidade da resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) que altera normas sobre o atendimento e a realização de procedimentos em crianças e adolescentes transgênero.

 

O processo foi aberto a partir de denúncia da Associação Mães pela Diversidade e de Nota Técnica da Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais).

A nova resolução do CFM, ainda não publicada oficialmente, proíbe o bloqueio hormonal para crianças ou adolescentes trans -que impede o desenvolvimento de características físicas inadequadas à identidade de gênero. Além disso, estabelece que a hormonização só poderá ser iniciada a partir dos 18 anos, antes era permitido a partir dos 16.

O procurador regional dos Direitos do Cidadão no Acre, Lucas Costa Almeida Dias, expediu ofício ao conselho para que, no prazo de 15 dias, preste informações sobre os fundamentos técnicos e jurídicos que fundamentaram tal decisão normativa. Ele aponta decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) em sentido contrário.

A resolução do CFM não vale para quem já usa as terapias. A Folha de S.Paulo teve acesso ao documento, que justifica a publicação por suposto aumento da “destransição”, mas não apresenta dados que comprovem crescimento.

Uma meta-análise de 2021 que avaliou os resultados de 27 estudos científicos que mediram o grau de arrependimento de cerca de 8.000 transgêneros homens e mulheres mostrou que menos de 1% se arrependiam de procedimentos para afirmação sexual.

 

Ministro confirma voto que barra depoimento de Deolane na CPI das Bets

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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta segunda-feira (14) para manter sua própria decisão que barrou o depoimento da influenciadora Deolane Bezerra na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets no Senado.  

 

A oitiva estava prevista para a última quinta-feira (10), mas foi inviabilizada por uma decisão proferida pelo ministro. 

Na semana passada, Mendonça concedeu liminar solicitada pela defesa e entendeu que Deolane é investigada pela Polícia Civil de Pernambuco. Dessa forma, a influenciadora não está na condição de testemunha, como definiu a CPI.Pelo entendimento, a influenciadora pode exercer o direito a não se autoincriminar  e deixar de comparecer à CPI.

Após a decisão, a CPI entrou com recurso no Supremo, e o julgamento virtual foi iniciado hoje na Segunda Turma do STF.

Até o momento, somente Mendonça votou e reafirmou seu posicionamento sobre a questão. 

“Ressalto que as posições de investigado e testemunha não podem se reunir em uma única pessoa no mesmo contexto investigatório”, afirmou o ministro. 
Faltam os votos dos ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin e Nunes Marques. Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar o caso. A votação será finalizada amanhã (15), às 23h59.

No ano passado, André Mendonça também barrou o depoimento de Deolane em outra comissão, a CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas do Senado.

Deolane é investigada pela Operação Integration, da Polícia Civil de Pernambuco. Ela é acusada de criar um site de apostas para lavar dinheiro de jogos ilegais. A ação foi desencadeada contra uma quadrilha suspeita de movimentar cerca de R$ 3 bilhões em um esquema de lavagem de dinheiro de jogos de azar.  A influenciadora nega as acusações. 

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Hungria aprova emenda para fixar gênero masculino e feminino na Constituição

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Parlamento da Hungria prosseguiu nesta segunda-feira (14) com sua ofensiva contra pessoas LGBTQIA+, ao aprovar uma emenda para fixar na Constituição a existência de apenas dois gêneros, masculino e feminino.

 

O primeiro-ministro nacionalista, Viktor Orbán, que anunciou em março uma “grande limpeza de Páscoa”, também conseguiu aprovar uma emenda contra cidadãos com dupla nacionalidade considerados “traidores da nação”.

Orbán tem também reprimido o financiamento estrangeiro de mídias independentes e organizações não governamentais na Hungria, ao mesmo tempo em que intensifica a campanha política contra a comunidade LGBTQIA+.

No poder desde 2010, Orbán disputará eleições em 2026, com a economia em dificuldades e um novo partido de oposição representando o maior desafio ao seu governo até o momento. As emendas constitucionais fazem parte da campanha política do premiê para reforçar sua base eleitoral e também atrair votos da ultradireita, segundo analistas.

As medidas ecoam decreto assinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A Constituição passará a especificar que uma pessoa é “ou um homem ou uma mulher”. Desde 2019, a Carta já determina que o casamento só é possível entre um homem e uma mulher.

As emendas constitucionais foram facilmente aprovadas graças à maioria de dois terços do partido governista Fidesz e ao apoio de parlamentares de ultradireita. Antes da votação, que terminou com 140 votos a favor do governo e 21 contra, centenas de manifestantes bloquearam a entrada do Parlamento, em Budapeste, e foram rapidamente dispersos pela polícia.

As alterações na Carta reforçam legislação aprovada em 18 de março que proíbe a realização da marcha anual do Orgulho LGBT, restringindo a liberdade de reunião.

“Os parlamentares do governo veem essa mudança como uma salvaguarda constitucional contra influências ideológicas que, segundo eles, ameaçam o bem-estar das crianças, particularmente no contexto de eventos como as Paradas de Orgulho [gay]”, disse o porta-voz do governo, Zoltan Kovacs, na rede X.

Dentro do Parlamento, alguns deputados exibiram uma faixa de protesto, enquanto do lado de fora do edifício os manifestantes gritavam que não permitiriam a Hungria se tornar a “Rússia de Putin” -aliado de Budapeste.

A comunidade LGBTQ+ tem sido alvo do partido governista há anos, dizem os organizadores do Pride em seu site. Eles afirmam que, se o partido do governo tenta banir uma manifestação pelos direitos desse grupo, não há garantia de que não tentará também proibir protestos pacíficos de outros segmentos da sociedade

A outra emenda mira cidadãos húngaros que também possuam cidadania de outro país fora da União Europeia -esta “poderá ser suspensa por um período determinado”. “Essa mudança faz parte de um esforço mais amplo para combater o que autoridades descrevem como redes de pressão política financiadas por estrangeiros que minam a democracia e a soberania húngaras”, afirmou o porta-voz do governo no X.