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Cid disse que Michelle e Eduardo Bolsonaro compunham ala mais radical da trama golpista

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RANIER BRAGON
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Chefe da Ajudância de Ordens de Jair Bolsonaro (PL), o tenente-coronel Mauro Cid afirmou no primeiro depoimento de sua colaboração premiada que a ala “mais radical” do grupo que defendia um golpe de Estado no Brasil no final de 2022 incluía a então primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

 

A íntegra do depoimento de Cid, datada de 28 de agosto de 2023, foi obtida pelo colunista Elio Gaspari. Em novembro daquele ano, o UOL revelou que a delação de Cid apontava Michelle e Eduardo como incitadores do golpe.

“Tais pessoas conversavam constantemente com o ex-presidente, instigando-o para dar um golpe de Estado, afirmavam que o ex-presidente tinha o apoio do povo e dos CACs [Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores] para dar o golpe”, diz a transcrição do depoimento de Cid, que agora vem a público.

O relatório final da investigação da Polícia Federal sobre a trama golpista, concluído em 21 de novembro de 2024 –ou seja, um ano e três meses após o depoimento inicial de Cid–, não traz Michelle nem Eduardo entre os 40 indiciados.

O nome da ex-primeira-dama nem é mencionado no documento. Eduardo é citado apenas de forma lateral, no contexto de que seu nome aparecia como contato no telefone celular de um dos investigados.
À época em que vazaram esses pontos da delação de Cid, Eduardo e Michelle negaram ao UOL envolvimento em ações pró-golpe.

As afirmações são “absurdas e sem qualquer amparo na verdade”, disse a defesa de Michelle à época, acrescentando que Bolsonaro ou seus familiares “jamais estiveram conectados a movimentos que projetassem a ruptura institucional do país”. Eduardo disse que a delação de Cid não passava de “devaneio” e “fantasia”.

O relatório da PF está sob análise da Procuradoria-Geral da República, a quem cabe oferecer denúncia ao STF contra os 40 suspeitos ou arquivar os indiciamentos.

Michelle e Eduardo são atualmente cotados para disputar a Presidência em 2026, no lugar de Jair Bolsonaro, que está inelegível até 2030.

No depoimento dado em agosto de 2023, Cid disse que havia três grupos distintos em torno de Bolsonaro no final de 2022, momento em que o país vivia com acampamentos de bolsonaristas em frente a quartéis do Exército pedindo um golpe de Estado.

De acordo com o tenente-coronel, o primeiro trabalhava para convencê-lo a admitir a derrota e se tornar “o grande líder da oposição”. Entre eles estariam o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o comandante da Aeronáutica, Baptista Júnior, entre outros.

O segundo grupo, segundo Cid, não concordava com os rumos que o país estava tomando, mas também se colocava contra medidas de ruptura. Fariam parte dele, entre outros, o comandante do Exército, Freire Gomes.

Já o terceiro grupo, favorável a medidas golpistas, era formado por duas alas nas palavras de Cid. Uma “menos radical”, que buscava encontrar indícios de fraudes nas urnas para justificar uma virada de mesa. Outra, mais radical, “a favor de um braço armado”.

Esse grupo mais belicoso defendia assinatura de decretos de exceção, de acordo com ele.

No depoimento, Cid diz que essas pessoas “gostariam de alguma forma incentivar um golpe de Estado”, queriam que Bolsonaro assinasse um decreto de exceção e “acreditavam que quando o presidente desse a ordem ele teria apoio do povo e dos CACs”.

“Quanto a parte mais radical”, prossegue o relato do depoimento de Cid feito pela PF, “não era um grupo organizado, eram pessoas que se encontravam com presidente, esporadicamente, com a intenção de exigir uma atuação mais contundente do então presidente”.

Nessa ala, Cid cita nominalmente Felipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, que ocupou quatro ministérios na gestão Bolsonaro, Gilson Machado, ex-ministro do Turismo, o general Mario Fernandes, secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, e os senadores Jorge Seif (PL-SC) e Magno Malta (PL-ES), além de Eduardo e Michelle.

Desse grupo, apenas Felipe Martins e Mario Fernandes acabaram sendo indiciados pela PF no relatório final da trama golpista.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, é citado por Cid nessa ocasião como integrante da ala “menos radical” que buscava o golpe, a que buscaria indicativos de fraude eleitoral que justificassem a virada de mesa.
Valdemar está entre os indiciados pela PF.

De acordo com a investigação, ele é suspeito de ter ingressado com questionamento do resultado eleitoral em que Bolsonaro foi derrotado por Lula mesmo ciente de que eram falsos os argumentos que usava para sugerir fraude nas urnas eletrônicas.

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Passageira viraliza ao mostrar comida servida em voo

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Uma passageira da United Airlines chamou atenção nas redes sociais ao compartilhar imagens que mostram a diferença na qualidade das refeições servidas a bordo em um intervalo de apenas uma semana. Em 13 de janeiro, ela recebeu um prato com macarrão ao molho de queijo, salada de alface e sobremesa. No dia 20, a refeição foi servida com o mesmo cardápio, mas a apresentação estava muito inferior.

 

No primeiro registro, o prato parecia bem montado e apetitoso, mas no segundo, o macarrão estava amassado e a salada visivelmente menos fresca. Apenas a sobremesa industrializada manteve o mesmo aspecto. Internautas reagiram com indignação e comentários irônicos: “Não poderia haver um aviso de ‘não seguro para comer’ na segunda imagem?”, escreveu um usuário.

A United Airlines não comentou o caso até o momento. Episódios envolvendo a qualidade da comida a bordo não são novidade. Em julho, uma passageira da EasyJet viralizou ao compartilhar a decepção com um penne ao molho de tomate, que chegou seco e mal preparado. Na ocasião, a empresa pediu desculpas e informou que repassaria o feedback ao fornecedor responsável.

Para muitos usuários, a qualidade da comida de avião é imprevisível. “Às vezes é bem decente, outras vezes, é uma porcaria”, comentou um internauta. Já outro ironizou: “Eu não esperaria nada e, mesmo assim, ficaria decepcionado.”

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Passeio Ciclístico Infantil agitou Santa Clara neste sábado (25

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Passeio Ciclístico Infantil agitou Santa Clara neste sábado (25

A Secretaria de Esportes de São Francisco de Itabapoana promoveu o Passeio Ciclístico Infantil “Gente Miúda” em Santa Clara na tarde de sábado (25), envolvendo crianças e adolescentes. A proposta foi incentivar o esporte para toda a família.

O ciclista Júnior Bailão, um dos idealizadores do projeto, garante que muitos pais passaram a pedalar incentivados pelos filhos, que participam dos passeios ciclísticos.

-O passeio ciclístico foi criado em 2019, com a ideia de incentivar as crianças no ciclismo. Hoje temos crianças que já participaram de vários campeonatos em outros estados. Os pais também acabam participando, pois são motivados pelos filhos – afirmou o ciclista.

CICLISMO INFANTIL Personagem

Myrella Gonçalves, de 14 anos, é filha de Júnior e é a prova viva de que vale a pena investir no esporte. “Eu comecei como uma brincadeira e depois passei a levar o ciclismo como um esporte mesmo. Já venci um campeonato federal e outros estaduais”, destacou.

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Criança fica à deriva em bolha inflável no mar no ES

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Um menino de 10 anos foi resgatado no mar da praia de Ubu, em Anchieta, Sul do Espírito Santo, neste sábado (25), após a bolha inflável em que brincava se soltar e ser levada pela correnteza. Segundo a mãe do garoto, Flávia Murta, a corda que segurava o brinquedo se desprendeu, e o menino chegou a ficar cerca de um quilômetro distante da costa. O resgate foi realizado por banhistas com o auxílio de uma lancha, um caiaque e uma banana boat.

 

O acidente ocorreu por volta das 14h30, quando a família alugou a bolha inflável para o menino brincar próximo à areia. Ao perceber que o brinquedo estava sendo levado para alto-mar, o responsável pelo equipamento tentou nadar para alcançar a bolha, mas não conseguiu. Banhistas que estavam na praia se uniram para ajudar, formando uma força-tarefa com embarcações para resgatar a criança. O menino foi retirado da água sem ferimentos após cerca de 30 minutos à deriva.

A mãe relatou que o proprietário da bolha afirmou nunca ter enfrentado esse tipo de incidente e que havia reforçado o nó da corda na manhã do sábado. Apesar do susto, Francisco achou a experiência divertida, enquanto o irmão mais novo ficou desapontado por não conseguir brincar no equipamento. “Ele estava lá dentro abanando os braços e depois disse que estava se divertindo muito”, contou a mãe.

BRASIL Um menino de 8 anos precisou ser resgatado em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, de dentro de uma bolha inflável que ficou à deriva no mar por horas.

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Após foto de luto, Lívian Aragão afirma ter sido hackeada

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A atriz Lívian Aragão, filha de Renato Aragão, gerou comoção nas redes sociais neste sábado (25) ao publicar um “comunicado de luto” com fotos dela e do pai, utilizando a logomarca da Rede Globo. No entanto, o texto anunciava uma ferramenta de investimentos bancários, descrita por Lívian como uma “estratégia de marketing”. Horas depois, ela publicou um vídeo explicando que sua conta foi hackeada.

 

Segundo Lívian, o ataque ocorreu após ela vincular seu perfil a um site falso que acreditava pertencer a uma loja virtual de uma amiga. Ela aproveitou para alertar seus seguidores sobre a importância de evitar links suspeitos e usar aplicativos de autenticação para proteger contas online.

A explicação, no entanto, não convenceu todos os internautas. Alguns usuários questionaram a veracidade da história, apontando que Lívian chegou a bloquear os comentários na postagem original. “É ridículo e muito decepcionante”, criticou um usuário do X.

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Brasileiros deportados dos EUA dizem ter sido agredidos em voo de volta ao Brasil

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DEBORAH LIMA, RANIER BRAGON E GUILHERME BOTACINI
CONFINS, MG, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Brasileiros deportados dos Estados Unidos disseram ter sido agredidos por agentes americanos durante voo de repatriação do país até Manaus, local da primeira parada da aeronave, na noite desta sexta (24). Eles desembarcaram no aeroporto de Confins, em Minas Gerais, neste sábado (25).

 

Os migrantes afirmam que as agressões ocorreram no Panamá, quando a aeronave pousou no país centro-americano. De acordo com eles, um dos motores apresentou problema e demorou a voltar a funcionar. Neste ínterim, os migrantes não foram autorizados a deixar a aeronave, que passou por períodos com o ar-condicionado desligado.

Eles relataram falta de ar e pessoas passando mal, inclusive mulheres e crianças, além de dificuldade para serem autorizados a ir ao banheiro e conseguir se alimentar ou beber água. Protestos dos presentes para que agentes americanos deixassem que os migrantes saíssem da aeronave resultaram em discussão e, neste momento, teriam ocorrido as agressões.

Em seguida, a aeronave decolou e pousou em Manaus. Relatos de imigrantes dão conta de que, após o pouso, a Polícia Federal entrou na aeronave e ordenou que os imigrantes deixassem o avião e as algemadas fossem retiradas.

A Força Aérea Brasileira foi acionada pelo governo Lula para buscar os deportados em Manaus e levá-los ao destino final, Belo Horizonte.

Na noite deste sábado, o Itamaraty publicou em suas redes sociais a informação de que pedirá explicações ao governo Trump sobre “o tratamento degradante dispensado aos passageiros no voo”.

A pasta informou que para obter informações o ministro Mauro Vieira reuniu-se em Manaus com o delegado Sávio Pinzón, superintendente interino da Polícia Federal no Amazonas, e com o major-brigadeiro Ramiro Pinheiro, comandante do 7º Comando Aéreo Regional.

Na chegada no Aeroporto de Confins, os deportados falaram a jornalistas sobre o retorno e denunciaram as agressões.

Vários deles confirmam as agressões e mostraram marcas de algemas apertadas e de agressões nas costas. Um deles afirma que alguns dos agredidos fizeram exame de corpo de delito ainda em Manaus.

“Eu não fui agredido, mas os meninos foram. Eles estavam algemados, meteram o porrete neles sem dó. Desumano. Chutes, jogando os moleques no chão. Em um deles, um cara deu um mata-leão”, disse Luiz Fernando Caetano Costa, um dos imigrantes retornados, que estava havia um ano e meio nos EUA.

“Alguns rapazes mais novos começaram a ver as crianças passando mal, eles estavam falando para tirar as crianças. Os agentes dos Estados Unidos não queriam deixar a gente sair. Agrediram um dos meninos, derrubaram ele no chão e deram um chute nele”, afirmou Mario Henrique Andrade Mateus, 41, que diz ter ficado três meses detido na imigração americana.

“Após a chegada da Polícia Federal, depois de muita discussão, muita briga, com a presença da Polícia Federal, eles não queriam deixar a gente descer. E quando aceitaram, eles queriam tirar as algemas para que a Polícia Federal não visse que nós estávamos algemados em território brasileiro”, disse Mario Henrique no aeroporto.

“Nós não aceitamos isso e começou um novo atrito, até que o delegado da Polícia Federal, o superintendente-geral, conseguiu entrar na aeronave. Forçou lá e conseguiu entrar e obrigou a retirada da gente de dentro da aeronave e deu todo o suporte necessário para nós”, afirmou.

“Os oficiais de migração bateram em nós, falaram que iam derrubar o avião, que nosso governo não era de nada. A gente que se rebelou, iam nos matar. Eles falaram que se eles quisessem eles fechavam a porta da aeronave e matavam todos nós”, disse Carlos Vinicius de Jesus, 29.

O carioca Marcos Vinicius Santiago de Oliveira, 38, confirmou as agressões em outros deportados e contou a respeito da pane que teria ocorrido no avião.

“Quando parou no Panamá, o avião não queria funcionar. Estava muito ruim de funcionar, depois funcionou. Mas a gente ficou horas sem ar condicionado e algemado. Era horrível. Até para ir no banheiro, para beber água, aquilo era difícil”, disse.

“Depois que [o voo] chegou a Manaus foi isso, foi abastecer e não funcionou mais o avião. Alguma turbina não estava funcionando. A gente viu fumaça em uma turbina. Todo mundo ficou com medo, apavorado. E aí a gente ficou horas e horas lá, sem respirar, tudo fechado. Como é que faz? Ninguém aguentou, todo mundo algemado”, afirmou ele, que disse não ter sido agredido, mas confirmou que viu agressões a outras pessoas.

“A grande questão é que os países têm suas políticas imigratórias, mas as suas políticas imigratórias não podem violar os direitos humanos. O Brasil sempre tratou com muito respeito toda a população, tanto refugiados que chegam no Brasil, quanto pessoas que nós temos que repatriar. As denúncias das pessoas que chegaram, elas são muito graves de violação [de direitos]”, afirmou a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, no aeroporto. Segundo a ministra, o presidente Lula orientou que houvesse a recepção dos migrantes.

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Trump confiante que EUA “vão ter” Groenlândia: “Querem estar conosco”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu que o país “vai ter” o controle da Groenlândia porque os habitantes da ilha autônoma da Dinamarca “querem”.

 

“Acho que vamos consegui-la”, disse Trump aos jornalistas quando questionado sobre a Groenlândia a bordo do avião presidencial Air Force One, no sábado.

“Penso que as pessoas querem estar conosco”, acrescentou, citado pela BBC. “Não sei que direito a Dinamarca tem sobre ela, mas seria um ato muito hostil se não permitissem que isso acontecesse, porque é para a proteção do mundo livre”.

O republicano ainda afirmou que “a Groenlândia será conquistada porque isso tem a ver com a liberdade do mundo”. E explicou: “Não tem nada a ver com os Estados Unidos, exceto pelo fato de que somos nós que podemos proporcionar a liberdade. Eles [Dinamarca] não podem”.

As declarações de Trump surgem após notícias de que o presidente norte-americano teve uma “conversa acalorada” com a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, sobre a Groenlândia.

Segundo o Financial Times (FT), cinco altos funcionários europeus afirmaram que a conversa telefônica de 45 minutos entre Trump e Frederiksen, na semana passada, “não foi nada bem”.

O líder norte-americano respondeu “de forma agressiva e confrontadora” aos comentários da primeira-ministra dinamarquesa, após ela ter enfatizado que a ilha, uma parte autônoma da Dinamarca, “não está à venda”.

“Ele (Trump) foi muito firme. Foi um banho de água fria. Era difícil levá-lo a sério antes, mas agora acho que ele está falando sério e que é potencialmente muito perigoso”, disse um dos funcionários europeus ao FT.

Outro ex-funcionário dinamarquês, também informado sobre a chamada, disse ao FT que Trump ameaçou tomar “medidas específicas contra a Dinamarca, como tarifas específicas”.

Vale lembrar que, antes de sua chegada à Casa Branca, Trump afirmou que não descartaria o uso de força militar ou sanções econômicas para se apoderar da Groenlândia.

Os EUA mantêm uma base no norte da ilha sob um acordo de defesa ampliado com a Dinamarca, assinado há sete décadas, que inclui a possibilidade de uma maior presença militar americana.

A ilha, com dois milhões de quilômetros quadrados (80% cobertos por gelo) e uma população de apenas 56 mil habitantes, tem um novo estatuto desde 2009 que reconhece o seu direito à autodeterminação.

A maioria dos partidos e da população defende a separação da Dinamarca, mas metade do orçamento da ilha depende da ajuda anual de Copenhague, e as tentativas de obter receitas das suas riquezas minerais e petrolíferas falharam até agora devido às dificuldades e ao elevado custo da extração.

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CIA: “Mais provável” que Covid tenha tido origem em laboratório chinês

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Esse é o resultado de um relatório elaborado durante a administração do ex-presidente norte-americano Joe Biden e publicado no sábado, a pedido do Congresso dos Estados Unidos, pelo novo diretor da CIA, John Ratcliffe, nomeado pelo atual presidente Donald Trump.

 

“A CIA acredita, com pouca certeza, que é mais provável que a pandemia de covid-19 tenha uma origem relacionada à pesquisa do que uma origem natural, com base no conjunto de relatórios disponíveis”, disse um porta-voz da CIA em comunicado.

“A CIA continua avaliando que tanto os cenários relacionados à pesquisa quanto os de origem natural para a pandemia de covid-19 permanecem plausíveis”, acrescentou.

Cinco anos após o início da pandemia que causou a morte de pelo menos sete milhões de pessoas em todo o mundo, a origem do coronavírus SARS-CoV-2, que causa a covid-19, ainda é um mistério.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) continua exigindo mais informações da China, enquanto Pequim afirma que forneceu todos os dados disponíveis.

As principais hipóteses são que a doença tenha sido transmitida aos seres humanos por animais vendidos em um mercado de Wuhan, capital da província de Hubei, no centro da China — com morcegos ou pangolins sendo mencionados desde o início —, ou que tenha ocorrido uma fuga de um laboratório de pesquisa chinês na mesma cidade.

Os serviços de inteligência dos Estados Unidos têm opiniões divergentes sobre a origem da pandemia.

Ratcliffe, o novo diretor da CIA sob a administração Trump, há muito defende que o vírus surgiu de uma fuga no Instituto de Virologia de Wuhan.

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Brasileiros deportados dos EUA chegam ao Brasil algemados

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O governo brasileiro reagiu imediatamente após a chegada de um voo em Manaus com brasileiros deportados dos Estados Unidos usando algemas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, ordenou que a Polícia Federal retirasse as algemas dos deportados ainda no aeroporto. Segundo o Ministério da Justiça, o caso foi relatado ao presidente Lula, que considerou o episódio um “flagrante desrespeito aos direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros”.

 

Lewandowski havia determinado que brasileiros deportados pelos Estados Unidos não seriam transportados com correntes ou algemas.

Leia Aqui: Lewandowski proíbe algemas em brasileiros deportados dos EUA

Ao todo, 79 passageiros estavam a bordo, incluindo 11 mulheres, 62 homens e seis crianças. A Polícia Federal informou que os brasileiros foram acolhidos na área restrita do aeroporto, onde receberam comida, bebida, colchões e acesso a banheiros. “A Polícia Federal proibiu que os brasileiros fossem novamente detidos pelas autoridades americanas”, destacou a corporação.

O presidente Lula determinou que uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) fosse mobilizada para transportar o grupo até seus destinos finais. A medida, segundo o Ministério da Justiça, teve como objetivo garantir que o retorno ao Brasil ocorresse com dignidade e segurança.

A deportação segue um acordo firmado com os Estados Unidos em 2017, durante o governo Michel Temer, que permite o repatriamento de imigrantes ilegais sem mais recursos judiciais nos EUA. O Itamaraty esclareceu que a operação não está relacionada a novas medidas migratórias do governo Trump, mas sim ao objetivo de evitar que essas pessoas permaneçam presas nos Estados Unidos.

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Rapper DJ Unk morre aos 43 anos

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O rapper DJ Unk, mais conhecido pela música “Walk It Out”, lançada em 2006, morreu aos 43 anos, revelou sua esposa, Sherkita Long-Platt, nesta sexta-feira, dia 24.

 

“Por favor, respeitem a mim e à minha família. Acabei de perder meu marido e meus filhos perderam o pai. Nossa vida nunca mais será a mesma. Amo você para sempre, Anthony”, escreveu ela no Facebook.

A causa da morte do artista ainda não foi divulgada.

“Walk It Out”, vale lembrar, faz parte do álbum de estreia do músico, “Beat’n Down Yo Block!”. A música alcançou o 10º lugar na Billboard Hot 100.

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Festival de Música: Inscrições seguem abertas para últimas etapas

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Festival de Música: Inscrições seguem abertas para últimas etapas

As inscrições para o Festival de Música de São Francisco de Itabapoana (SFI) continuam abertas para as duas últimas etapas classificatórias. Os interessados ainda podem se inscrever para participar na próxima quinta-feira (30), em Guaxindiba, ou em Santa Clara, no dia 6 de fevereiro.

As inscrições podem ser realizadas por meio de formulário on-line ou diretamente no Departamento de Cultura, localizado na Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia (SMECT), ao lado do Núcleo de Prevenção e Apoio ao Paciente com Câncer e Familiares (Nuprapac).

Para se inscrever, é necessário apresentar documentos pessoais e a letra da música escolhida para a apresentação. Podem participar pessoas a partir de 16 anos, moradores ou não do município. A participação pode ser individual, em dupla ou em grupo. Além disso, os participantes terão à disposição uma banda para ensaio no dia da apresentação.

Primeira fase

Na última quinta-feira (23), Gargaú recebeu a primeira etapa classificatória do festival. A comissão julgadora escolheu os finalistas: Vitor Hugo Ayres, Júnior Silva e Soraya de Souza, que avançaram para a grande final, marcada para o próximo dia 13, em Manguinhos. Os vencedores do festival serão premiados com dinheiro.

​Gargaú recebe segundo Sábado da Família com várias atividades

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​Gargaú recebe segundo Sábado da Família com várias atividades
A localidade de Gargaú, em São Francisco de Itabapoana​, recebeu na tarde deste sábado (25), o evento Sábado da Família promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Tecnologia (SMECT). A ação faz parte da programação de “Verão 2025 do Seu Jeito” e contou com muita recreação para as crianças, gincana com os pais, desfile de pets, além de música ao vivo. 
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O Sábado da Família ofereceu uma programação totalmente gratuita, com o cantor Gustavo Alves, brinquedos, pintura facial, distribuição de pipoca e algodão doce, animação, além de desfile de pets e distribuição de amostras e brindes para os pets.
 
A Diretora de Cultura, Maenilse Gonçalves, ressaltou que a maior preocupação da prefeita Yara Cinthia, é inserir a família nos eventos. “Nós estamos promovendo interação e o resgate da família em participar dos eventos​, voltados para todos os membros da casa”, disse. 
 
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Moradora de Gargaú, a professora Raiza Batista Valério, mãe do Luiz Fernando de cinco anos, enfatizou que o evento é muito importante para a localidade.
 
 – Eu achei muito interessante​, porque geralmente não tem atividades assim aqui na nossa localidade​, e meu filho estava muito ansioso para participar. – disse a professora. Luiz Fernando, que estava participando da pintura facial era só alegria, “eu estou gostando muito e o que eu mais gostei, foi do brinquedo do tigre”, se referindo ao brinquedo inflável que fez a alegria da criançada. 
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Lewandowski proíbe algemas em brasileiros deportados dos EUA

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O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, determinou que brasileiros deportados pelos Estados Unidos não sejam transportados com correntes ou algemas, ressaltando que, no Brasil, ninguém pode ser tratado dessa forma. A ordem partiu do presidente Lula, que classificou a questão como uma defesa da soberania nacional. Para garantir o transporte dos deportados, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) foi enviado para resgatá-los em Manaus e levá-los até Confins, em Belo Horizonte.

 

A situação ocorreu após o primeiro voo dos Estados Unidos, com 158 passageiros, sofrer problemas técnicos no sistema de ar-condicionado, forçando uma manutenção em Manaus. Os americanos queriam aguardar uma nova aeronave dos EUA para seguir até Minas Gerais, mas, após aviso à Polícia Federal e ao Ministério da Justiça, decidiu-se pelo envio do avião da FAB. Em nota, o Ministério da Justiça destacou que “a dignidade da pessoa humana é um princípio basilar da Constituição Federal”, reafirmando que o uso de algemas está proibido para os cidadãos em solo brasileiro.

Segundo o Itamaraty, dos passageiros deportados, 88 são brasileiros. Os motivos para a deportação ainda não foram esclarecidos, e o governo está investigando as circunstâncias. A chegada da nova aeronave a Manaus está prevista para a tarde deste sábado (25).

De acordo com o Ministério da Justiça, a decisão trouxe alívio aos passageiros, que comemoraram ao serem informados de que seriam transportados sem algemas. O delegado da Polícia Federal Sávio Pinzon confirmou o andamento da operação de transferência e a continuidade do atendimento humanitário aos deportados.

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Vídeo mostra momento que raio atinge avião no aeroporto de Guarulhos

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Um avião modelo Airbus A350-1000 da companhia British Airways foi atingido por um raio enquanto estava estacionado no pátio do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na tarde desta sexta-feira (24). O incidente ocorreu durante uma tempestade e foi registrado em vídeo por pessoas no Terminal 3. A aeronave, identificada pela matrícula G-XWBE, seguia para o Aeroporto de Heathrow, em Londres, e estava sem passageiros no momento do impacto. O voo sofreu um atraso de 6h30 para a realização de inspeções de segurança.

 

Especialistas do site Aeroin explicaram que a incidência de raios em aviões comerciais é relativamente comum e as aeronaves são projetadas para dissipar a carga elétrica de forma segura. Na construção, a fuselagem metálica funciona como uma “gaiola de Faraday”, permitindo que a energia se distribua pela parte externa, minimizando impactos internos.

Apesar do atraso, o procedimento de inspeção é uma prática padrão após eventos desse tipo para garantir a segurança do voo. Nenhum dano significativo à aeronave foi relatado, e a operação seguiu normalmente após a liberação técnica.

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Menina de 5 anos morre no HFM após acidente na Baixada Campista

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Faleceu na tarde desta sexta-feira (24), no Hospital Ferreira Machado (HFM), a menina Odara Soares Souza Barreto de Azevedo, de 5 anos, vítima de um grave acidente ocorrido pela manhã na RJ-208, no distrito de Coqueiro de Tocos, na Baixada Campista.

O acidente aconteceu após o carro em que Odara estava com sua mãe colidir contra uma árvore e tombar. O Corpo de Bombeiros foi acionado e, ao chegar ao local, encontrou o veículo tombado.

A criança foi levada ao HFM em estado grave, passou por cirurgia e ficou em observação na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP), mas não resistiu e morreu às 12h55.

A mãe de Odara, de 32 anos, também foi socorrida com ferimentos moderados e permanece internada na unidade.

Juiz pede indenização de R$ 50 mil por ‘provocações e falas deselegantes’ de promotora

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A animosidade entre um juiz e uma promotora de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo, foi parar na Justiça. Depois de uma série de desentendimentos, inclusive em audiências, o magistrado Orlando Gonçalves de Castro Neto, titular da 1.ª Vara Criminal da cidade, deu entrada em uma ação por danos morais. Ele pede R$ 50 mil de indenização.

 

 

O juiz assumiu a 1.ª Vara Criminal em maio do ano passado. Desde então, tomou uma série de decisões que desagradaram a promotora de Justiça Fernanda Aliperti Coelho Prado Neubern. De perfil legalista, o magistrado revogou prisões e rejeitou denúncias oferecidas por Fernanda, o que deteriorou a relação entre eles.

 

Em seus recursos, a promotora passou a criticar abertamente o juiz. Disse que, ao rejeitar as denúncias, ele buscava pressionar o Ministério Público a fechar acordos com réus, “talvez para que não tenha que realizar o árduo trabalho de instruir uma ação penal”. Também chamou seus argumentos de “absurdos”.

 

Fernanda entrou com uma reclamação disciplinar na Corregedoria do Tribunal de Justiça de São Paulo. Foi a gota d’água para o juiz, que decidiu processar a promotora. A reportagem pediu manifestação de Fernanda.

 

“A intenção, de fato, foi de fazer instaurar procedimento disciplinar em face do autor para apurar situações não condizentes com a realidade e discursivamente manipuladas pela ré Fernanda Aliperti apenas para prejudicar a reputação do magistrado”, alega o juiz no processo.

 

Neto afirma que foi vítima de “ironias, excesso de linguagem, provocações, falas deselegantes e ofensas”. Também diz que, ao dar entrada na reclamação disciplinar, a promotora imputou a ele os crimes de desobediência e prevaricação.

 

Uma audiência de conciliação foi marcada para junho.

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Bolsonaro devia estar chateado por posse de Trump quando me criticou, diz Astronauta Marcos Pontes

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THAÍSA OLIVEIRA
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Candidato avulso à presidência do Senado, o Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) diz que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) devia estar chateado quando o criticou, no começo da semana, por ter sido impedido de ir à posse do aliado Donald Trump, nos Estados Unidos.

 

Bolsonaro disparou contra seu ex-ministro dizendo que a decisão dele de concorrer contra Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à revelia do PL era “lamentável”. Pontes minimiza o desgaste e afirma inclusive ter se inspirado no ex-presidente -derrotado quatro vezes à presidência da Câmara.

“Ele devia estar chateado, lógico, eu também estaria chateado. É igual quando você come alguma coisa que bate mal”, diz o senador à reportagem.

*PERGUNTA – Por que resolveu se candidatar ao Senado contra um candidato tido como quase unânime?
MARCOS PONTES – Primeiro que unanimidade é ruim para a democracia. Eu tive 11 milhões de votos no Senado em 2022, a maior votação do Brasil e uma das maiores da história. Eu ouço a população o tempo todo e sentia falta de ter um candidato de direita que representasse justamente esses anseios da população, coisas que a gente defende desde a campanha: contra drogas, aborto, jogos, a favor de democracia verdadeira, liberdade, anistia, de colocar os processos de impeachment [contra ministros do STF] para votar.

P – O sr. anunciou a candidatura no mesmo dia em que Bolsonaro declarou o apoio do PL a Alcolumbre, o que demonstrou que o sr. estava isolado e sem respaldo. É isso mesmo?
MP – Respeito a posição do partido, sem problema nenhum, faz parte. Eu tive todo o cuidado de não afetar o partido, falei com o Valdemar [Costa Neto], presidente do partido antes. Falei: vou fazer uma candidatura independente de forma a não ter retaliação [ao PL]. O partido mantém o acordo [com Alcolumbre].
E antes de me apresentar eu fui falar com o Davi também. Falei: Davi, nada contra você, você tem as suas ideias, eu tenho as minhas. Vou apresentar a minha candidatura porque eu acho que tem que ter uma candidatura da direita. Aí ele, pô, mas… Tudo bem, faz parte, isso aí é prerrogativa de um senador. O fato de ser uma candidatura independente não prejudica o partido.

P – Mas o sr. realmente acredita que pode ganhar? O que todo mundo diz é que Alcolumbre será o próximo presidente do Senado.
MP – Nasci na periferia, sem saneamento, sem calçamento, sem nada. Eu falava para o pessoal que queria ser piloto, olhavam para mim e davam risada. E eu fui não só piloto, como fui astronauta. Ou seja, você tem que acreditar nas coisas.

P – O que Valdemar disse?
MP – Ele falou assim: ah, não tem problema, vai lá, [de forma] independente não tem problema nenhum, é uma prerrogativa do senador. Mas você vai ficar decepcionado. Eu falei assim: mas é melhor eu ficar decepcionado com os outros do que ficar decepcionado comigo.
E sabe quem que me inspirou bastante nisso também? Bolsonaro. Ele foi candidato quatro vezes à presidência da Câmara dos Deputados [perdeu em todas as ocasiões].

P – Bolsonaro deixou claro que está está contrariado com o sr.
MP – Eu vi. Eu conheço o Bolsonaro há mais de 20 anos, considero meu amigo. E amigo é aquela coisa, pode concordar contigo ou discordar de você. Faz parte da amizade. O importante é a gente estar pensando no mesmo sentido, em trabalhar para ajudar o Brasil.
Tem que considerar também que foi exatamente o dia que era pra ele estar lá na posse do Trump. E ele devia estar chateado, lógico, eu também estaria chateado. É igual quando você come alguma coisa que bate mal, assim, né? Não tem problema não, tranquilo, a gente continua na luta.

P – Há um incômodo com a candidatura também no PL e no entorno de Alcolumbre. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) chamou de ingratidão e traição.
MP – A opinião da pessoa só serve pra gente conhecê-la. No mais, não serve para muita coisa. O fato de eu ter ido ao espaço me deu mais visão de vida e mais capacidade de avaliar muita coisa do que as pessoas que nunca foram. Isso me dá a serenidade para poder olhar isso aí [e pensar], um dia vai aprender um pouco mais. Com relação à traição, isso não existe.
Continuo a fazer a mesma coisa que eu prometi para os meus eleitores. Não mudei em nada. E vou continuar assim. Eu estava lá fazendo campanha em 2018. Tem que checar, eu não lembro onde estava o Ciro em 2018. Mas eu estava lá fazendo campanha, bastante, para o Bolsonaro, em São Paulo. Mas isso também não vem ao caso; isso está lá no passado, né?

*RAIO-X | MARCOS PONTES, 61
É senador por São Paulo e ex-ministro da Ciência e Tecnologia do governo Bolsonaro (PL). Engenheiro aeronáutico e astronauta, tornou-se o primeiro brasileiro a ir ao espaço, em 2006, por meio da Missão Centenário.

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Depois do sucesso em 2022, ator de ‘Stranger Things’ anuncia novo álbum

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A música “End of Beginning”, de Joe Keery (que assina artisticamente como Djo), conquistou as redes sociais em 2024. Antes de investir na carreira musical, o ator ficou conhecido por interpretar Steve Harrington na série “Stranger Things”, da Netflix.

 

Em 2022, ele lançou o álbum “Decide”, que rapidamente se tornou um sucesso. Agora, o cantor está se preparando para lançar um novo álbum. “The Crux” será lançado no dia 4 de abril.

Para antecipar o lançamento, Djo revelou, nesta sexta-feira, 24 de janeiro, o primeiro single do disco, intitulado “Basic Being Basic”. A música já está disponível em todas as plataformas de streaming.

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Björk, com filme de sua turnê, lamenta descaso de Trump com crise climática

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DIOGO BERCITO
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Quando Björk tinha dez anos, sua mãe lhe explicou que uma energia passava pelo corpo da francesa Édith Piaf. Era a música. Era também a natureza. “Minha mãe conhecia o potencial visceral do corpo”, diz à reportagem. É um potencial que Björk explora há décadas, eviscerando música, natureza, artes visuais e tecnologia, parindo inesperadas quimeras.

 

A cantora islandesa lança na sexta-feira (24) o filme “Cornucopia”, em que registra sua turnê de mesmo nome. “Cornucopia” foi um de seus palcos mais complexos, a exemplo da estrutura dos fungos. Björk contava com um coral, flautistas, harpistas e uma câmara de eco construída sob medida para ampliar sua inconfundível voz. O show, gravado em Lisboa em 2023, estará na plataforma de streaming Apple TV+.

A preocupação com a natureza aparece desde o início da carreira de Björk, que estreou nos anos 1970, quando ainda era criança. Mas essa mensagem está particularmente clara na turnê “Cornucopia”, em que ela fala –pela música– sobre a necessidade impreterível de proteger o mundo.

Björk, de 59 anos, conversou com a reportagem por email logo após o presidente americano Donald Trump anunciar, no dia 20, a retirada dos Estados Unidos dos acordos climáticos de Paris. A medida, a cantora afirma, reforçou sua crença de que a discussão é “mais urgente do que nunca”.

Como tudo o que faz, a artista injeta sua personalidade no email. Quase se ouve seu sotaque islandês reforçando a letra L e arrastando o R. O texto biórquico está centralizado na página, colorido com um azul-arroxeado e todo grafado em minúsculas, com espaços antes e depois de cada pontuação. Parece até, de certo modo, o encarte de algum de seus discos.

Björk fala da luta climática como uma “utopia” –nome, aliás, do álbum que lançou em 2017. A islandesa sugere que o caminho que enxerga rumo a esse mundo ideal pode ser construído com harmonias e melodias. “Os músicos trabalham com a imaginação, e temos facilidade em criar coisas que não existiam antes”, afirma. “É um músculo que usamos bastante.”

É um músculo especialmente forte no corpo de Björk, com o qual ela esgarça o potencial da tecnologia na música. No álbum “Biophilia”, de 2011, a islandesa chegou a criar novos instrumentos e deixou que a natureza os tocasse. Havia uma harpa gravitacional, acionada por pêndulos, e um mecanismo que produzia som a partir de cargas elétricas.

Existe alguma tensão nessa relação. A mesma tecnologia que facilita sua música, afinal, pode ser usada também para devastar a natureza. “As ferramentas sempre existirão. Se elas vão destruir ou criar, isso depende de nós”, diz. “É importante que exista não apenas a voz que representa o progresso e o lucro, mas também a voz que mostra que podemos expressar a alma humana e suas emoções utilizando as mesmas ferramentas.”

Nos últimos anos, Björk militou no combate à pesca industrial do salmão na Islândia. Foi a esses rosados peixes que ela dedicou a canção “Oral”, lançada em 2023 em parceria com a cantora espanhola Rosalía. É uma causa “grande o bastante para fazer diferença e pequena o bastante para ser factível”, diz. “No ativismo, precisamos ter esperança.”

Os lucros da faixa foram doados à Aegis, a organização ambiental que Björk criou com outros ativistas para lutar contra a pesca predatória. Sua meta, conta, é manter a Islândia como uma das maiores regiões preservadas da Europa. Quer ser um de seus guardiões. O país é mais do que a sua casa -é também sua musa, sua inspiração, seu laboratório, seu instrumento.

Björk explora as paisagens islandesas desde sua estreia com “Debut”, em 1993. Isso se acentuou ainda mais com “Homogenic”, de 1997. Suas faixas soam como os túneis de lava, as cachoeiras frias, as praias de areia negra e o atrito das placas tectônicas. “O espaço é importante para mim”, diz. Costuma fazer longas caminhadas na natureza, durante as quais tem “a sensação de algo intocado, de ser uma coisa muito pequena em um mundo muito grande”.

Utopias são, por definição, inalcançáveis, mas isso não impede que Björk tente chegar até elas. “Sinto que temos um lugar dentro de nós que representa o ideal e um outro lugar que é o real”, a cantora explica, à sua maneira. “Existe uma conversa entre esses dois lugares. É algo sobre o qual você dialoga durante toda a sua vida, com você mesmo e com os outros.”

Sua conexão com a natureza foi recentemente celebrada por cientistas, que batizaram uma nova espécie em sua homenagem. Trata-se de uma enorme borboleta -Pterourus bjorkae- pintada com um delicado padrão amarelo, laranja, preto e azul. Sobre o novo bichinho, a islandesa diz apenas que se sente “muito honrada”. A cantora costuma evitar se deslumbrar com a fama, que por vezes parece até incomodá-la.

Björk inspirou seu álbum mais recente, “Fossora”, nas profundezas da terra e nos fungos. Como o disco saiu em 2022, a pergunta é inevitável: o próximo já está a caminho, e o quanto vai tomar emprestado do mundo natural desta vez? Mas Björk diz que é cedo demais para falar. “Não quero agourar.”

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Aline e Vinícius, Vitória e Mateus e Camilla e Thamiris estão na mira dos líderes do BBB 25

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LUÍSA MONTE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Aline e Vinícius, Camilla e Thamiris, Vitória e Mateus foram as três duplas escolhidas por Diogo e Vilma na dinâmica Na Mira do Líder, no BBB 25. Uma delas será indicada ao paredão pelo ator e pela mãe no próximo domingo (26).

 

Diogo e Vilma haviam sido colocados na mira dos líderes anteriores, Aline e Vinícius. Contudo, o ator e a policial tiveram clima romântico na festa da última quarta (22).

Diogo justificou o voto em Camilla e Thamiris dizendo que as duplas tiveram atrito na última semana. Assim também aconteceu com Vitória e Mateus.

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