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Aposta única de Petrolina (PE) ganha os R$ 52 milhões do concurso 2783 da Mega-Sena

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(FOLHAPRESS) – Um único apostador vai embolsar os R$ 52.087.219,70 do prêmio principal do concurso 2783 da Mega-Sena, sorteado na noite deste sábado (5).

 

Segundo a Caixa Econômica Federal, o apostador é da cidade de Petrolina, em Pernambuco, e fez um jogo simples de nove números nos canais eletrônicos do banco.

Os números sorteados no Espaço da Sorte, em São Paulo, foram: 07 – 30 – 38 – 39 – 43 – 54.

Outras 76 apostas marcaram cinco números e cada uma receberá R$ 55.341,23. Já 4.607 acertaram quatro dezenas e ganharão R$ 1.304,20 cada.

O próximo concurso (2784) sorteará R$ 3,5 milhões na próxima terça-feira (8).

A aposta simples para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser feita até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio em uma casa lotérica ou pela internet, por meio do aplicativo Loterias Caixa ou pelo site de loterias da Caixa.

A probabilidade de acerto para quem faz uma aposta de seis números (no valor de R$ 5) da Mega-Sena é de uma em mais de 50 milhões. Na aposta com sete números (que custa R$ 35), a chance sobe para uma em 7,1 milhões.

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Linha direta para vítimas de Diddy recebeu 12 mil denúncias em um único dia

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A linha exclusiva para denúncias contra Sean ‘Diddy’ Combs, 54, vem batendo recordes de contatos desde que foi criada pelo advogado Tony Buzbee, um dos principais responsáveis por apurar os supostos crimes cometidos pelo rapper.

 

Entre terça (1º) e quarta-feira (2), foram recebidas 12 mil chamadas em um espaço de 24 horas, segundo o advogado. O recorde aconteceu depois de uma coletiva de imprensa realizada por Buzbee, na qual ele destacou a existência do canal.

Nos primeiros dez dias de criação da linha, 3,2 mil chamadas haviam sido computadas. “Nossa responsabilidade é examinar cada ligação e assegurar que estamos identificando as vítimas e testemunhas, além de coletar evidências”, afirmou o advogado, que conta com uma equipe de cerca de cem pessoas para receber e apurar as denúncias.

Buzbee afirma já ter reunido evidências suficientes para abrir 120 processos contra Diddy por abuso sexual. 25 desses denunciantes tinham entre 9 e 15 anos quando os crimes teriam ocorrido.

Um dos casos relatados vem de um homem que, aos 9 anos, teria sido abusado por Diddy. “Um indivíduo, que tinha 9 anos na época, foi levado para uma audição na cidade de Nova York com a Bad Boy Records. Ele foi abusado sexualmente por Sean Combs e várias outras pessoas no estúdio, em troca da promessa de um contrato com a gravadora.”

Reféns não são prioridade, diz irmão de morto pelo Exército de Israel em Gaza

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IGOR GIELOW
TEL AVIV, ISRAEL (FOLHAPRESS) – O governo de Binyamin Netanyahu não considera que resgatar os 97 reféns tomados pelo Hamas há quase um ano é prioridade e quer que a guerra no Oriente Médio continue para se manter no poder com o apoio de extremistas.

 

A avaliação, corrente em Israel, é adensada aqui pelo seu autor: Yonatan Shamriz, 34, irmão de 1 dos 3 reféns que foram mortos pelo Exército de Israel no fim do ano passado, quando fugiam do cativeiro na Faixa de Gaza.

O episódio aumentou o trauma nacional causado pelo 7 de Outubro, o mais brutal ataque terrorista sofrido nos 76 anos do Estado judeu. Alon Sharmiz tinha 26 anos e era sócio do irmão em uma empresa que fazia caixotes de madeira para clientes militares e comerciantes, em Kfar Aza.

O kibutz, visitado pela reportagem, foi um dos mais atingidos pelo Hamas. Com Gaza a cerca de 1 km de lá, os terroristas mataram 79 pessoas e sequestraram 19 –incluindo Alon e o colega Yotam Haim, 26. Desses cativos, 11 foram soltos na trégua de novembro, e 5 ainda estão com os palestinos.

Alon e Yotam, não. No dia 15 de dezembro, eles e o árabe-israelense Samer el-Talalka, 24, que trabalhava no galinheiro do kibutz Nir Am quando foi sequestrado, conseguiram fugir do cativeiro no leste de Gaza e se depararam com um ambiente de combate.

Uma patrulha do Exército os viu correndo e atirou, matando os três, apesar de a investigação constatar que eles carregavam uma bandeira branca. Protestos ocorreram em sequência em Israel.

“A verdade é que eles não foram preparados para a missão. Os soldados não tinham uma foto do meu irmão. Não se trata de culpar os baixos escalões, e sim responsabilizar a cúpula. O governo tem de pagar”, afirma Shamriz.

Netanyahu pediu desculpas em rede social, culpando a névoa da guerra pelo erro. Coube a seu ministro da Defesa, Yoav Gallant, ligar para as famílias sobreviventes. A conversa com Shamriz foi longe de ser amistosa.

“Eu disse que ele ia ver a foto do meu irmão quando fechasse os olhos na hora de dormir todos os dias, para o resto de sua vida, e o xinguei”, disse, num café no centro de Tel Aviv. “Achei que iria ser preso no dia seguinte, mas ele ouviu sem falar nada.”

Ele poderia ter sido uma vítima. Morador de Kfar Aza, estava acostumado a sirenes devido aos foguetes de Gaza, mas em 7 de outubro de 2023 Shamriz percebeu que havia algo mais errado do que de costume.

“Nós recebemos mensagens no grupo de WhatsApp do kibutz falando que havia terroristas nas ruas, invadindo casas. Meu irmão mandou um emoji de coração para mim às 10h02. Foi a última vez que ele falou comigo”, conta.

A filha de Yonatan Shamriz, Yali, completara dois anos naquela manhã. Ele e sua mulher pegaram a criança, o bolo da festinha e se esconderam. Ele disse à criança que era um jogo, ao estilo do personagem de Roberto Benigni no filme “A Vida é Bela”, que fantasia a realidade em um campo nazista, prometendo balões se ela ficasse quieta.

Funcionou, apesar de ele temer que a mulher, grávida de quase nove meses, desse à luz. Vinte e oito horas depois, soldados de uma equipe de resgate chegaram, mas ele achou que fossem terroristas. Começou a conversar pela porta para entender se o sotaque hebraico era genuíno.

No 7 de Outubro, pelas contas algo flutuantes do governo, 1.170 pessoas foram mortas, e 251, levadas a Gaza. Dessas, 154 voltaram, e acredita-se que 64 dos reféns ainda estão vivos.

O episódio fez Shamriz esquecer a ideia de acomodação com a vizinhança em Gaza. “As pessoas celebraram lá o que aconteceu. Levaram nossos parentes e os desfilaram nas ruas, estupraram as mulheres. Eu não quero viver com eles”, afirma.

Novamente, ele culpa o governo. “Sabíamos que havia um problema militar com o Hamas, mas preferimos dar milhões de dólares para eles”, disse, em referência à política de Netanyahu de tentar dividir as facções palestinas, dado que o Hamas era o principal rival do Fatah, que comanda a Cisjordânia.
Agora, Shamriz, que tenta tocar à distância seu negócio, mas mora ao lado de Tel Aviv, quer incentivar a mudança. Criou com outros impactados pelo atentado o movimento Levante-se!, que reuniu 40 mil apoios online. “É preciso achar novos líderes”, disse, negando querer entrar na política.

“Eu só quero viver em paz”, concluiu, ponderando que a ampliação do conflito no Líbano e com o Irã vai tornar isso impossível no horizonte visível.

Dificuldade no diagnóstico atrasa tratamento de neuromielite óptica, doença que pode cegar

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RAFAELA MALVEZI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Rara, sem cura e pode causar danos permanentes, como cegueira e paralisia. Essa é a neuromielite óptica, doença autoimune ainda pouco conhecida e divulgada, mas que pode afetar quase 5.000 brasileiros, segundo estimativas da Academia Brasileira de Neurologia e da associação Crônicos do Dia a Dia.

 

Os sinais mais comuns são perda de visão, fraqueza muscular (especialmente nas pernas e nos braços), alterações de sensibilidade (dormência, formigamentos, descontrole da bexiga e do intestino) e surtos de soluços, náuseas e vômitos que não param e não têm motivo aparente.

O diagnóstico rápido e o tratamento adequado melhoram a qualidade de vida para os pacientes. Mas esse ainda é um desafio. Rafaele Maria, 26, esperou dez anos para ser diagnosticada. Nesse período, conviveu com crises recorrentes de neurite óptica, uma inflamação no nervo dos olhos, e fortes dores de cabeça.

“Desde a primeira vez, quando tinha 14 anos, fui perdendo alguns pontos definitivos da visão”, conta. Aos 22, a dormência e o formigamento nas pernas apareceram sutilmente. Aos 23, com dores nos membros inferiores e inflamação nos rins, foi internada e ficou três dias sem conseguir andar.

A doença afeta principalmente o nervo óptico e a medula espinhal. Os sintomas ocorrem individualmente ou combinados. Sem o tratamento correto, as crises continuam ao longo do tempo de maneira imprevisível.

No caso de Rafaele, os ataques foram controlados de forma paliativa antes do diagnóstico, que só veio aos 24 anos. Com as recorrências, os médicos conectaram as diversas crises, pediram novos exames e identificaram a doença.

Dificuldades do diagnóstico
Os sintomas não indicam de forma óbvia a origem da neuromielite óptica que, além de ser rara, é desconhecida por médicos que não sejam neurologistas.
“Às vezes, um sintoma abrupto e que parece não relacionado ao cérebro é interpretado como um outro problema”, explica Rodrigo Thomaz, neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein. “Se o paciente tem uma neurite óptica, isso acaba sendo tratado pelo oftalmologista com um corticoide. E passa.”

Nesses casos, a fase aguda é controlada, mas a doença, não. Cada crise pode deixar sequelas. Rafaele, por exemplo, já perdeu a visão periférica dos dois olhos.

Outro obstáculo é o acesso aos especialistas, sobretudo para a população que precisa do sistema público de saúde. De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em 2019, 7 em cada 10 brasileiros dependem exclusivamente do SUS (Sistema Único de Saúde) para tratamentos, atendimento hospitalar e outros serviços.

No caso de Rafaele, que mora no interior de Pernambuco, os centros de referência a que tem acesso ficam em Recife, a cerca de 180 km de distância de Belo Jardim, sua cidade natal. A cada quatro meses, ela tem que se deslocar para fazer o acompanhamento clínico na capital do estado.

A doença atinge principalmente mulheres. A incidência nelas é nove vezes maior do que nos homens. Além disso, estudos internacionais indicam que as populações negras e asiáticas são as mais afetadas.

O número de pessoas com a doença no país deve ser maior que o estimado, porque a mistura de etnias pode ser um fator de impacto. “O indivíduo de pele branca às vezes tem genes negros e vice-versa”, diz Marco Aurélio Lana-Peixoto, presidente do conselho do BCtrims, comitê brasileiro que estuda a doença na América Latina.

Um dos objetivos da instituição é entender como a neuromielite óptica se comporta na variedade racial. “As manifestações e as respostas ao tratamento no Brasil podem ser diferentes daquelas em países europeus e nos Estados Unidos”, explica.

ACESSO AO TRATAMENTO
Após receber o diagnóstico, Rafaele começou o tratamento com prednisona, que tem ação anti-inflamatória, e azatioprina, que regula o sistema de proteção e defesa do organismo. Os remédios estabilizam a doença e reduzem a possibilidade de novos ataques.

Esses medicamentos, porém, não são específicos para neuromielite óptica. Há drogas mais eficazes para a doença, como o ravulizumabe, o satralizumabe e o inebilizumabe. Apesar de serem registrados pela Anvisa, eles ainda não estão incluídos no SUS.

Em junho, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) negou a incorporação do inebilizumabe. O alto custo -muito acima do limite estabelecido no caso de doenças raras, de até R$ 120 mil- foi uma das justificativas.

“Esperar a pessoa ter um surto e ficar debilitada é mais custoso, porque vai precisar de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez”, afirma Cleide Lima, presidente da Associação Brasileira de Neuromielite Óptica. “É melhor dar o medicamento e a pessoa continuar bem, sem sofrimento e produtiva.”

A Conitec também identificou a necessidade de incorporar o teste diagnóstico aquaporina-4 (AQP4-IgG) antes mesmo do remédio. “Esse exame ajuda a definir boa parte dos casos de neuromielite óptica”, diz a neurologista Raquel Vassão, que ajudou a elaborar o pedido de inclusão do teste no SUS. A iniciativa foi da associação Crônicos do Dia a Dia, e o documento foi submetido à Conitec em 27 de agosto, com prazo de análise de 180 dias.

No fim do ano passado, com a doença estabilizada, Rafaele conseguiu estudar para se tornar comissária de voo. A expectativa é que, no ano que vem, ela passe no exame físico para ingressar na profissão.

Esta reportagem foi produzida durante o 9º Programa de Treinamento em Jornalismo de Ciência e Saúde da Folha de S.Paulo, que contou com o patrocínio do Laboratório Roche e do Hospital Israelita Albert Einstein.

 

Cristiano Ronaldo pede a Al Nassr que ‘perca a cabeça’ por craque do City

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O mercado de transferências fechou há pouco mais de um mês, mas o Al Nassr — ou melhor, Cristiano Ronaldo — já está de olho na próxima janela de verão, com a intenção de reforçar a equipe com um grande nome do futebol mundial.

 

Segundo o jornal britânico Mirror, Cristiano já estaria tentando convencer a diretoria do clube saudita a investir pesado em Kevin De Bruyne. O meia do Manchester City tem contrato até junho de 2025 e, a partir desse período, poderia sair sem custos de transferência.

O Manchester City tem tentado renovar o contrato do jogador belga, mas as negociações não avançaram, especialmente porque De Bruyne não estaria disposto a aceitar uma redução em seu salário atual, que gira em torno de 375 mil libras (cerca de quase 3 milhões de reais) por semana.

Diante disso, Cristiano Ronaldo estaria pressionando para que o Al Nassr faça uma oferta “astronômica” a De Bruyne, com um salário de um milhão de libras (aproximadamente 7 milhões de reais) por semana, para convencer o jogador a se transferir para o futebol saudita.
 
 

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Você conhece as cidades mais poderosas do mundo?

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As cidades e metrópoles que atuam como centros culturais, industriais e financeiros do mundo têm suas próprias forças e fraquezas. Embora uma cidade possa ser economicamente superior, ela pode ter uma baixa qualidade de vida para seus habitantes. Outra pode ser considerada uma das mais ecológicas do mundo, mas ser simultaneamente uma das menos diversas culturalmente. Com todos esses fatores e complexidades, é difícil obter uma medida sobre o efeito geral que uma cidade tem sobre o resto do mundo. Felizmente, existem instituições que reconhecem a importância de tal classificação e dedicam tempo para classificar meticulosamente todas as cidades do mundo (através de um oceano de variáveis) em números simples. Um desses institutos é a Mori Memorial Foundation, que vem determinando a influência global e o poder das cidades anualmente desde 2008 com seu Global Power City Index (GPCI).

 

Continue lendo para descobrir quais são as cidades mais poderosas do mundo. Será que a sua está entre elas?

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Por que polícia vai usar avião que está em nome de Gusttavo Lima?

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O avião que foi de Gusttavo Lima e está apreendido pela Polícia Civil do Pernambuco agora poderá ser utilizado pela força policial do Estado. A apreensão se deu por causa da Operação Integration, que mira suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo jogos de apostas online, as bets. O cantor é suspeito de estar envolvido no esquema de lavagem de dinheiro e de ser sócio de uma das plataformas de apostas, a Vai de Bet. O sertanejo nega as acusações e diz ter atuado em transações regulares.

A liberação para uso da aeronave pela polícia foi decidida esta semana pela 12ª Vara Criminal da Capital de Pernambuco, onde ocorrem os tramites judiciais da operação.

A decisão envolve o uso das aeronaves que compõem os bens apreendidos dos investigados. Entre os itens, está essa aeronave em nome de empresa do Gusttavo Lima, mas que teria sido vendida para o dono do site de apostas Vai de Bet (leia mais abaixo).

A juíza Andréa Calado, da 12ª Vara da Capital de Pernambuco, escreveu que “o objetivo da medida é garantir o funcionamento eficaz das atividades da Polícia Civil deste Estado, refletindo assim um interesse público na sua implementação”.

De quem, afinal, é o avião?

Um dos jatinhos apreendidos pela Operação Integration está registrado em nome da empresa Balada Eventos, que pertence a Lima. O avião, porém, é operado pela empresa JMJ Participações, de José André da Rocha Neto, também dono da Vai de Bet, empresa de apostas online que até junho era patrocinadora máster do Corinthians.

A assessoria do sertanejo afirma que o avião foi vendido para a JMJ, mas no registro ainda o nome da empresa de Gusttavo Lima porque eles aguardam a documentação de transferência sair.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diz que a parte vendedora (a Balada Eventos) ainda detém a propriedade e posse indireta do avião enquanto o pagamento integral não é concluído pela JMJ.

Tanto Rocha Neto, quanto Gusttavo Lima são investigados pela operação. A Vai de Bet, registrada em Curaçao (onde muitas empresas de apostas esportivas mantêm sede), tem Gusttavo Lima como patrocinador oficial e garoto-propaganda.

Quando o avião foi apreendido, a Vai de Bet informou, em nota, que acompanha a operação e se coloca à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos que forem solicitados quanto à atuação da empresa e de seus sócios”.

Investigação

A Polícia Civil de Pernambuco investiga desde 2023 um grupo ligado a bets. Conforme o inquérito, a organização criminosa usava várias empresas de eventos, publicidades, casas de câmbio, seguros e outras para lavagem de dinheiro feita por meio de depósitos e transações bancárias.

A suspeita é de que a quadrilha use tanto as casas de apostas online regulares, quanto os jogos de azar ilegais (principalmente o jogo do bicho) para as práticas criminosas.

Bruno Mars, aclimatado com o Brasil, conquista público com as mesmas fórmulas de um ano atrás

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AMANDA CAVALCANTI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O setlist de Bruno Mars, que fez seu primeiro show de 14 apresentações no Brasil nesta sexta-feira (4), mudou pouco desde a última aparição do músico no país, há cerca de um ano. Mas a efusividade do público do MorumBIS mostrou que o cantor tampouco precisava de alterações em sua fórmula de sucesso.

 

Há pouco mais de um ano, Mars fez a cabeça dos fãs presentes no The Town, festival onde se apresentou duas vezes. O cantor foi capaz de esgotar em horas os ingressos para os dias do evento em que era headliner. Ele, então, devolveu o carinho na mesma moeda, falando português e cantando “Evidências” no meio de seu set.

Dessa vez, o mega hit de Chitãozinho e Xororó não fez parte do repertório – foi substituído pelo tecladista tocando um trecho de “Cheia de Manias”, do Raça Negra -, mas Bruno se mostrou tão aclimatado com o Brasil quando estava há treze meses.

Antes do show começar, pouco depois das 21h, os telões exibiram um vídeo que o havaiano gravou nas ruas do Rio de Janeiro em sua última visita, junto com imagens de suas apresentações no The Town. Assim que subiu ao palco, soltou, em português: “Bruninho voltou, porra!”, referenciando o apelido que ganhou dos fãs brasileiros.

Grande parte do apelo do show, é claro, tem a ver com os tantos hits do cantor – muitos com mais de um bilhão de execuções no Spotify -, que encarnam um retrofuturismo particular. Inspirados no funk e soul das décadas de 70 e 80, as faixas não soam tão nostálgicas pela produção polida e influenciadas pelos graves do hip hop e R&B contemporâneos. O resultado é que Mars agrada todas as gerações das famílias que marcaram presença no MorumBIS.

O carisma do cantor também é indiscutível. Durante os 120 minutos de apresentação, ele canta com primor, toca guitarra e piano e dança coreografias com os outros membros do Hooligans, banda que o acompanha na estrada há anos e também esteve aqui em 2023.

Mas todas as gracinhas do show são as mesmas que deram as caras no ano passado. No outro estendido de “Billionaire”, ele alterou o refrão para dizer “I see my name in bright São Paulo lights”, como fez nos dois shows do The Town. A ligação telefônica que ele simula durante “Calling All My Lovelies” permaneceu a mesma, com o cantor dizendo “oi, gostosa, aqui é o Bruninho” – com o adendo de que, dessa vez, ele adicionou um “last time, you called me Brunão” (“da última vez, você me chamou de Brunão”).

Mars sabe que nada disso são deméritos. Pelo contrário, a consistência do cantor só aumenta sua popularidade entre o público que estava lá, afinal, para ouvir hits e sentir uma conexão com o cantor. O público vibrou com cada hit e cada interação, com destaque para “Billionaire” e a romântica “Marry You”. Mesmo na mesmice, o show é inegavelmente contagiante e divertido.

Na reta final do show, o cantor vai para o piano e canta um medley de faixas de sucesso, como “Grenade”, “Talking to the Moon” e “Leave the Door Open”, de seu álbum em parceria com o músico Anderson.Paak, de 2021. O havaiano não lançou novos trabalhos desde então, com exceção de “Die With a Smile”, com Lady Gaga, que ele tocou ao final do pout-pourri.

A sequência de hits é uma lembrança da potência de Mars, que já foi chamado de “o novo rei do pop” – tanto por suas belas perfomances quanto por sua inspiração em ícones como Michael Jackson e Prince.

Encerrando o show com a enérgica “Locked Out of Heaven” e a romântica “Just the Way You Are”, antes do bis com “Uptown Funk”, “Bruninho” e sua trupe mostraram ao Brasil que o carisma e o suingue do havaiano ainda ficará intocado nos próximos 13 shows que fará no Brasil.

William revela a atividade surpreendente que George experimentou e adorou

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Quando se trata de hobbies, o príncipe William e a princesa Kate são verdadeiros entusiastas. O casal já experimentou diversas atividades e incentiva seus filhos a seguirem o mesmo caminho.

 

Nesta semana durante um evento em que conheceu nadadores paralímpicos, William revelou um hobby inesperado que seu filho mais velho, o príncipe George, adorou experimentar.

“Catherine e eu amamos nadar. O George adora mergulhar”, contou o herdeiro do trono britânico.

Apesar de terem pensado que o garoto, de 11 anos, ficaria com medo, William e Kate perceberam que não seria um problema.

“Ele tinha 10 anos quando o levamos pela primeira vez. Pensamos que ele ficaria nervoso, mas ele adorou. Foi uma experiência incrível que o apresentou ao mundo subaquático”, destacou William.

Tanto William quanto Kate são mergulhadores experientes. Em 2022, o casal foi fotografado explorando o fundo do mar durante uma viagem ao Caribe.

 

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Famosos que ninguém reconhece sem seus visuais marcantes

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Quando se trata de beleza, muitas celebridades são aventureiras com seus cabelos e maquiagem. Mas há também aqueles famosos que mantêm um visual icônico por anos e quando se aventuram fora desse visual, ficam quase irreconhecíveis! às vezes é uma mudança simples no visual, como deixar de usar um batom vermelho e… pronto, ninguém reconhece a pessoa de cara!

 

Clique nesta galeria para ver algumas das maiores estrelas sem seus visuais marcantes!

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Al Hilal vence Al Ahli de virada com dois gols de Mitrovic e mantém lider

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O Al Hilal suou, mas saiu com a vitória na partida contra o Al Ahli, vencendo por 2 a 1 neste sábado, pela sexta rodada da liga saudita.

 

O time da casa abriu o placar aos 12 minutos com um gol do espanhol Gabri Veiga, e manteve a vantagem durante a maior parte do jogo. O Al Hilal, comandado por Jorge Jesus, só conseguiu empatar aos 56 minutos, com Mitrovic. Foi o próprio sérvio que garantiu os três pontos ao converter um pênalti aos 78 minutos, após a primeira cobrança ser anulada e repetida por ordem do árbitro.

Com o resultado, o Al Hilal segue na liderança isolada do campeonato com 18 pontos, três a mais que o Al Ittihad. Já o Al Nassr, de Cristiano Ronaldo e Otávio, encerra a rodada na terceira posição, com 14 pontos.

 

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Às vésperas da eleição, Armando sobe novamente, chega a 56,69% em votos válidos e lidera corrida a prefeitura de Quissamã

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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Pesquisa do R&9 Produções e Marketing sobre corrida pela prefeitura de Quissamã mostra o ex-prefeito Armando Carneiro na liderança da corrida a prefeitura de Quissamã. De acordo com os dados disponíveis para divulgação a partir de hoje, sábado dia 5, Armando soma 54%, contra 39,75% de Marcelo Batista no voto induzido. Simone Flores tem 1,50%. Brancos e nulos somam 1,25% enquanto 3,50% não sabem ou não responderam.
A pesquisa entrevistou 400 pessoas presencialmente e está registrada no TSE com o número RJ02147/2024, tendo a Rede Hits como sua contratante. A margem de erro é de 4,8%.
Veja os números:

ESTIMULADA
ARMANDO CARNEIRO – 54%,
Marcelo Batista – 39,75%
Simone Flores 1,50%
Não sabe ou não responderam – 3,50%
Branco Nulo – 1,25%

VOTOS VÁLIDOS
Armando 56,69%
Marcelo 41,73%
Simone 1,58%

Queda de asteroide que pôs fim aos dinossauros levou formigas a cultivar fungos

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REINALDO JOSÉ LOPES
SÃO CARLOS, SP (FOLHAPRESS) – Há 66 milhões de anos, um grupo de sobreviventes inventou a agricultura para enfrentar o inverno que se abateu sobre toda a Terra -uma longa escuridão provocada pela queda do meteorito que extinguiu a maior parte dos dinossauros.

 

Essa invenção do cultivo não coube, é claro, a seres humanos, que ainda estavam longe de surgir nessa época, mas a formigas, afirma um estudo internacional com participação de brasileiros. O trabalho, que contou com apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), reconstruiu em detalhes as ramificações da “árvore genealógica” de centenas de espécies dos insetos agricultores, bem como a dos fungos que eles aprenderam a cultivar debaixo do solo.

Segundo a pesquisa, o passo a passo da diversificação dos insetos e de seus fungos, um dos mais importantes exemplos de coevolução (evolução conjunta) da história do planeta, encaixa-se de modo bastante consistente com um início durante a extinção em massa que encerrou a Era dos Dinossauros.

Detalhes da análise foram publicados na última quinta-feira (3) no periódico especializado Science. Entre os autores do estudo está um quarteto de pesquisadores ligados ao Instituto de Biociências da Unesp de Rio Claro, no interior de São Paulo. Pepijn Kooij, André Rodrigues, Quimi Montoya e Mauricio Bacci Júnior assinam o trabalho junto com outros pesquisadores do Brasil e do exterior.

Apesar da tremenda importância ecológica e econômica da agricultura praticada pelas formigas -em especial no caso das saúvas, cujo impacto histórico como praga agrícola no Brasil é registrado desde ao menos o século 19-, ainda havia poucos dados sobre o parentesco entre os diferentes tipos de fungos que elas “plantam” nos formigueiros.

Essa é uma das principais lacunas preenchidas pelo novo trabalho, que usou mais de 2.000 regiões do DNA de quase 500 espécies de fungos para montar um “álbum de família” evolutivo, combinando com uma árvore evolutiva similar com 276 espécies de formigas.

É muita coisa, sem dúvida. A enorme massa de dados comparativos, contudo é necessária porque não existe um único tipo de agricultura praticado por formigas, mas quatro formas distintas.

Todos os fungos cultivados pertencem ao grupo denominado Agaricales, e os insetos agricultores, a grupos de formigas também aparentados. Porém há diferentes níveis de complexidade no “plantio”.

Um dos subgrupos de formigas cultiva fungos semelhantes a leveduras (como as do fermento biológico usados pelos seres humanos); há ainda as que consomem os chamados fungos corais (que lembram uma versão em miniatura dos invertebrados marinhos); e há, por fim, a chamada agricultura superior, com fungos extremamente especializados para fornecer nutrientes e a estratégia de cortar folhas frescas de plantas e usá-las como substrato para o cultivo. Essa é a versão da prática adotada pelas saúvas.

O fato de que tanto a origem das linhagens de formigas cultivadoras quanto a de fungos “plantados” convergem para a época do sumiço dos dinossauros não avianos (ou seja, excluindo as aves, que também são dinossauros) provavelmente tem um motivo simples: fungos não precisam de luz solar para crescer, ao contrário dos vegetais.

Precisam apenas de matéria orgânica que eles consigam decompor, e isso havia em abundância no mundo pós-apocalíptico daquela época. A ideia é que as formigas reuniam essa matéria orgânica em seus ninhos e os fungos ancestrais usavam seu arsenal bioquímico para digeri-la, permitindo que os insetos se alimentassem do produto desse processo.

Antes disso, porém, era preciso que a relação entre as espécies se estabelecesse. Segundo Pepijn Kooij, o início pode ter sido acidental.

“Podemos imaginar que as formigas estavam trazendo material vegetal para comer dentro de seus ninhos, criando um estoque. Tal como acontece na agricultura humana, esse acúmulo vai atrair pragas, assim como um celeiro de trigo vai atrair ratos”, compara ele. “Provavelmente fungos começaram a crescer ali, e as formigas passaram a comer os fungos.” Em alguns casos, a coisa deu tão certo que os insetos passaram a propagar os antigos invasores.

Os pesquisadores identificaram ainda uma provável fase de aumento da complexidade da agricultura de formigas há 27 milhões de anos, na América do Sul, quando surgiu o cultivo mais elaborado das saúvas.

Trata-se de uma fase de clima mais seco, com perda de florestas fechadas. Com o aumento das savanas (ancestrais do atual cerrado e outras áreas abertas), as protosaúvas teriam selecionado fungos antes adaptados ao crescimento na umidade das florestas tropicais, tornando-os totalmente dependentes do crescimento dentro de seus formigueiros.

 

Boatos (bizarros) sobre famosos que todo mundo acreditou nos anos 90

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Nos anos 1990, ouvimos muitas histórias cabeludas sobre as celebridades. Como a internet ainda não era amplamente acessível, havia pouca verificação de fatos e muitos desses boatos estranhos não eram desmentidos publicamente.

 

Que tal relembrar algumas dessas lendas urbanas envolvendo famosos? Na galeria, desmascaramos rumores bizarros que muita gente acreditou serem verdadeiros!

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Cão invade campo e devolve bola durante partida de golfe de Gareth Bale

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Quase dois anos após ter se aposentado do futebol, Gareth Bale segue tentando construir uma carreira no golfe, mas a jornada não tem sido tão tranquila.

 

Nesta sexta-feira, durante sua participação no Alfred Dunhill Links Championship, na Escócia, o ex-jogador galês protagonizou uma cena inusitada: logo após fazer uma tacada, um cachorro invadiu o campo e devolveu a bola para ele.

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Falta de Ozempic em farmácias leva pacientes a utilizar outro remédio

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Farmácias e drogarias têm relatado a falta do medicamento Ozempic e, para não interromperem o tratamento, pacientes estão adquirindo outro remédio, o Wegovy, mas a troca não é recomendada sem orientação médica.

 

Endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Paulo Rosenbaum conta que tem recebido reclamações dos pacientes sobre o desabastecimento nas farmácias e explica que tanto o Ozempic quanto o Wegovy contêm a semaglutida como princípio ativo. “As diferenças entre os dois medicamentos são a indicação clínica e a dose.”

No caso do Ozempic, as versões disponíveis no Brasil são: 0,25 mg, 0,5 mg e 1 mg. “A indicação principal é para o tratamento de diabetes. Como efeito secundário, ele pode ajudar a perder peso, mas a indicação é para o tratamento do diabetes”, enfatiza.

Rosenbaum diz que, enquanto outros medicamentos não chegavam ao país, o Ozempic foi a alternativa adotada por alguns médicos para tratar a obesidade e a “fama” do remédio fez com que ele começasse a ser comprado sem receita – o que não é recomendado.

O Wegovy, por sua vez, é indicado diretamente para pessoas com obesidade. Ele é vendido com as mesmas concentrações do Ozempic – 0,25 mg, 0,5 mg e 1 mg – e mais duas opções, 1,7 mg e 2,4 mg, que devem ser definidas com orientação médica.

“Quem usa esses medicamentos precisa ser acompanhado por médicos, nutricionistas, realizar exames frequentemente, checar exames de sangue, absorção de vitaminas, entre outros”, orienta.

Conforme Rosenbaum, em tese, não há problemas em trocar um pelo outro, desde que seja aplicada exatamente a mesma dose. Ainda assim, a substituição requer acompanhamento porque, além de provocarem perda de peso, esses medicamentos podem causar perda de massa muscular e outros efeitos colaterais.

Outro fator, ressalta o endocrinologista, é o fato de Ozempic ser indicado para diabetes e qualquer alteração não prevista poder alterar o nível de açúcar no sangue do paciente.

Indisponibilidade de Ozempic

A farmacêutica Novo Nordisk, que comercializa os dois produtos, emitiu uma nota nesta sexta-feira, 4, informando que “não recomenda que pacientes com diabetes tipo 2, na ausência de obesidade, substituam o tratamento com Ozempic por Wegovy”.

“Embora os medicamentos possuam o mesmo ingrediente ativo (semaglutida), foram desenvolvidos para tratar condições diferentes e possuem dosagens, dispositivos de aplicação e aprovações distintas. Cada medicamento foi estudado para atender necessidades específicas de cada comorbidade, garantindo um controle adequado da titulação e segurança do paciente”.

Segundo a empresa, a distribuição de Wegovy está ocorrendo normalmente, mas de fato há uma “indisponibilidade intermitente” de Ozempic nas farmácias devido à demanda superior ao esperado.

“Dada a complexidade envolvida na cadeia de distribuição de medicamentos a nível nacional, é esperado que o estoque do produto no mercado se restabeleça de forma gradual e não de imediato, uma vez que a disponibilização do medicamento compreende etapas que não podem ser aceleradas”, comunicou a farmacêutica.

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Cantor de reggaeton m estado crítico após ser ferido a tiro na cabeça

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O artista cubano de reggaeton El Taiger, cujo nome verdadeiro é Jose Manuel Carbajal Zadivar, está em estado crítico após ter sido baleado na cabeça nesta quinta-feira, dia 3, conforme informou a polícia de Miami em comunicado.

 

Os policiais foram acionados por volta das 7h (horário local) e encontraram o cantor inconsciente dentro de seu carro. Zadivar foi imediatamente levado ao Jackson Memorial Hospital, onde permanece internado na UTI, sob cuidados intensivos e com suporte de vida.

“Estamos investigando porque acreditamos que o incidente não ocorreu em Miami. Temos certeza de que não foi no local onde o veículo foi encontrado”, afirmou um dos policiais à imprensa.

O representante do músico também se manifestou: “Ninguém da equipe acredita na hipótese de suicídio, com base nas informações sobre a trajetória da bala.”

Diante disso, as autoridades trabalham com a possibilidade de uma tentativa de assassinato, embora ainda não haja suspeitos identificados

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Motociclista morre após colidir com carro na BR-101, em Campos

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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Um motociclista, morreu em uma colisão ocorrida na BR-101, em Campos, na noite dessa sexta-feira (04), na altura do km 48,5.

Segundo informações da Arteris Fluminense, as equipes de resgate foram acionadas por volta de 20h06 para atender o acidente no sentido Espírito Santo. A colisão envolveu um veículo GM Ônix azul, que transportava o motorista e três passageiros, todos saíram ilesos, e uma motocicleta Honda CG 150, de cor preta, pilotada pela vítima fatal. O acostamento precisou ser interditado para o atendimento da ocorrência.

O corpo do motociclista, foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Campos.

Voo da FAB com 229 brasileiros deixa Beirute rumo ao Brasil

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A aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou de Beirute, capital libanesa. às 13h18 (horário de Brasília) deste sábado (5) com 229 brasileiros e 3 pets a bordo.

 

De acordo com nota do governo federal, está prevista uma escala em Lisboa (Portugal) para reabastecimento antes da decolagem para o Brasil. 

O voo faz parte da primeira fase da Operação Raízes do Cedro, do governo federal, de repatriação de brasileiros. 

A aeronave chegou a Beirute às 11h22 (no horário de Brasília). O avião, partiu de Lisboa, em Portugal, no início da manhã. 

Estima-se que 20 mil brasileiros morem em território libanês. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) contabiliza cerca de 3 mil brasileiros que desejam deixar o país, em meio à escalada das operações militares das Forças Armadas de Israel.

A repatriação estava prevista para sexta-feira (4), mas foi adiada para análise das condições de segurança. Na noite de quinta, os bombardeios israelenses em direção ao Líbano foram intensificados. Até mesmo áreas próximas do aeroporto de Beirute chegaram a ser atingidas.

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Israel diz que 12 dos 18 mortos na Cisjordânia eram terroristas

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O exército israelense identificou como supostos terroristas palestinos pelo menos 12 dos 18 mortos no ataque realizado na sexta-feira a um campo na cidade de Tulkarem, na Cisjordânia, elevando o número de vítimas divulgadas anteriormente.

 

Em uma atualização divulgada hoje, as Forças de Defesa de Israel (FDI) listaram mais nove supostos membros do Hamas entre os mortos: Majdi Salem, Ayman Tangi, Basel Naafa, Ahmad Gamal Obaid, Issam Kouzakh, Mahmoud Harwish, Tair Majdi Hussein Al-Lwisi, Anwar Muhammad Mousa Masimi e Ma’moun Anabtawi.

Esse ataque, considerado o mais mortal na Cisjordânia desde a Segunda Intifada (2000-2005) e condenado pela ONU, também incluiu a morte de um membro da Jihad Islâmica, identificado como Rakan Bilal. O Hamas e a Jihad Islâmica são grupos armados responsáveis pelos ataques em Israel no dia 7 de outubro, que resultaram na morte de 1.200 pessoas.

Entre as vítimas, as FDI identificaram Ghaith Radwan, apontado por Israel como um importante membro da Jihad Islâmica. No entanto, a mídia palestina sugere que ele fazia parte das Brigadas dos Mártires de Al Aqsa, o braço armado dissidente da Fatah, o principal partido da Autoridade Palestina.

O exército israelense destacou que o principal alvo da operação era Zahi Yasser Abdelrazaq Ufi, comandante do Hamas, que estaria planejando um ataque para o aniversário do início da ofensiva israelense contra Gaza em 7 de outubro. A morte de Ufi foi confirmada pelos serviços secretos, que o descreveram como uma “bomba-relógio”, de acordo com o jornal The Times of Israel.

As FDI afirmaram que Israel permanece em alerta para novos ataques do Hamas, tanto em Gaza quanto na Cisjordânia, especialmente no período próximo ao aniversário do ataque de 7 de outubro.

As autoridades palestinas estimam que 18 pessoas morreram no último ataque israelense a Tulkarem. O jornal Filastin, ligado ao Hamas, confirmou a morte de um líder das Brigadas Al Qassam, apelidado de “O Dilúvio”, e informou que duas crianças também morreram nos bombardeios.

O porta-voz da presidência da Autoridade Palestina, Nabil Abou Rudeina, condenou o que chamou de “massacre” e responsabilizou o governo de Benjamin Netanyahu pelas “graves repercussões” desse ataque.

A ONU criticou a operação, qualificando-a como “ilegal” e mencionando o uso excessivo da força pelas forças israelenses na Cisjordânia, o que causou muitos feridos entre palestinos e destruiu edificações e infraestruturas.

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