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Governo Arce diz que Evo Morales é investigado por estupro de adolescente

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Ministério da Justiça da Bolívia disse nesta quinta-feira (3) que o ex-presidente Evo Morales, líder da oposição e adversário político do presidente Luis Arce, é investigado por supostamente estuprar uma adolescente em 2014 com quem teria tido uma filha.

 

De acordo com o ministro da Justiça, César Siles, a adolescente tinha cerca de 15 anos na época. Siles fez a revelação durante uma entrevista coletiva.

“Observamos com indignação crimes graves que pretendem ficar na impunidade. Refiro-me concretamente a uma menina estuprada aos 15, 16 anos”, afirmou.

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Pai de Jade Picon processa estudante que o denunciou por apologia do nazismo

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(FOLHAPRESS) – Em 2022, a influenciadora Jade Picon entrou no BBB. Como de praxe, telespectadores do reality começaram a vasculhar seu passado, levantando informações sobre o início da carreira, a família e os affairs até então -como Neymar e João Guilherme, por exemplo. Em uma pesquisas sobre as origens de Jade, chamou a atenção o logotipo da empresa de seu pai, Carlos Picon.

 

Internautas afirmavam que o símbolo da marmoraria Pantanal, fundada por Carlos em 1982, remetia a uma suástica. A suposta semelhança deu início a um rebuliço nas redes sociais. Indignados, usuários do X, então Twitter, começaram a cavucar outros supostos indícios de simpatia ao nazismo no site da empresa, como o número 88 -ele simbolizaria a saudação ‘Heil Hitler’, já que a letra H é a oitava do alfabeto. Um desses jovens que foram às redes era o bancário e estudante de TI Bruno Leite.

Em poucos cliques, ele abriu uma denúncia formal contra Carlos Picon no site do Ministério Público de São Paulo por apologia do nazismo. Segundo Bruno, outros tuiteiros fizeram denúncias semelhantes naquela noite, mas de forma anônima.

O MP-SP acolheu as acusações e chegou a abrir investigação contra a marmoraria, mas o inquérito foi arquivado por falta de provas. A mera semelhança do logo com o símbolo nazista não atesta que Carlos teve alguma intenção ao utilizá-lo. Com o inquérito arquivado, o empresário decidiu contra-atacar e prestou uma queixa-crime contra Bruno por denunciação caluniosa.

Ele tinha 21 anos à época, a mesma idade de Jade. “Fui a pessoa mais ingênua do mundo. Achei que pudesse dar mais credibilidade se a denúncia fosse nominal”, diz à reportagem. “Fui caçar sarna para me coçar”.

‘MOVIDO PELA RAIVA’

Há duas semanas, os avós de Bruno, com quem ele mora na zona Leste de São Paulo, foram surpreendidos por um oficial de Justiça. “Até explicar que eu não fiz nada de errado…”, diz o estudante.

Sem sequer saber que estava sendo processado, Bruno já tinha sido absolvido em primeira instância. Os advogados de Carlos recorreram e o caso foi para a segunda instância. Só agora é que o jovem foi intimado pela Justiça. Precisou, às pressas, constituir advogado e apresentar sua defesa.

Tiago Noronha, que topou defender Bruno no caso, alega que a denunciação caluniosa parte do pressuposto de que quem denuncia o faz sabendo que o denunciado é inocente. “Bruno não tinha como saber que o Carlos é inocente”, explica. “O que meu cliente fez foi correto, viu um símbolo suspeito e denunciou. Cabe à Justiça investigar”.

Noronha diz acreditar que o empresário pode ter agido por emoção. “Na minha visão, ele foi movido pela raiva. Quis mostrar força contra alguém que é hipossuficiente em relação a ele.”

O advogado de Picon, Guilherme Francisco, discorda. “Carlos não é do litígio”, diz. Segundo ele, seu cliente “até evitou se desgastar” com outras acusações de simpatia ao nazismo, que se multiplicaram contra ele na época. Decidiu ir adiante somente com o caso de Bruno. “Esse caso ultrapassou a barreira da legalidade. Provocou a máquina do Estado sabendo que não havia crime para ser investigado”, diz Francisco.

“Tenho certeza absoluta de que não há referência nenhuma a símbolo nazista”, afirma o advogado, citando ainda o assédio jurídico, termo em voga na área. “É utilizar a máquina do Judiciário para constranger alguém que por algum motivo você não compactua com os pensamentos”, explica.

APOLOGIA DO NAZISMO

O crime de apologia do nazismo é previsto na lei 7.716/89 e descrito como “fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos nazistas”. Pode acarretar em dois a cinco anos de prisão e multa.

Já a denunciação caluniosa é um crime contra a administração da Justiça, previsto no artigo 339, e diz respeito a “iniciar procedimento investigativo ou punitivo, atribuindo crime a pessoa que sabe que é inocente.”

Apesar do susto, Bruno se diz confiante e afirma não se arrepender da denúncia. “Só exerci meu direito de cidadão”, diz. Sobre o fato de Carlos ter mantido o logotipo, ele dá de ombros: “Continuar usando o símbolo é direito dele. Ele deve achar bonito. Ele teve a oportunidade de refletir, mas pelo jeito não fez muita diferença”.

A reportagem procurou Carlos Picon, mas ele disse que não tinha nada a comentar sobre o assunto. “Meu advogado está cuidando disso”, limitou-se a afirmar. O MP-SP afirma que “o processo está no TJ para julgamento do recurso interposto por Carlos Picon.”

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Fifa cria nova janela de transferências de olho no Mundial de Clubes de 2025

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A Fifa decidiu, nesta quinta-feira, pela criação de uma nova janela de transferências a fim de incentivar a movimentação no mercado do futebol durante a realização do Mundial de Clubes do ano que vem. O período onde as transações vão estar autorizadas vai ser entre os dias 1º e 10 de junho.

 

O torneio, que vai contar com 32 times, e terá um novo formato, terá início em 15 de junho e a final está prevista para 13 de julho. A competição terá como sede os Estados Unidos. O Brasil tem Palmeiras, Flamengo e Fluminense como representantes.

A ideia de criar essa janela é dar oportunidade aos clubes de reforçar suas equipes e também a possibilidade de renovar os contratos que venham a expirar durante a realização da competição.

A opção de adotar essa novidade vai ficar a cargo de cada associação membro da Fifa. Essa regra vai valer tanto para as equipes que vão disputar o Mundial de Clubes e também para os times que quiserem usufruir da janela.

A Fifa anunciou os 12 estádios que vão receber os jogos do torneio. Este novo formado de torneio, que será disputado de quatro em quatro anos, vai ter 32 equipes divididas em oito chaves de quatro equipes. Os dois melhores de cada grupo se classificam para a disputa das oitavas de final.

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Jardim São Benedito fechado neste domingo devido às eleições em Campos

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Jardim São Benedito/Foto: Divulgação Ascom

O Jardim São Benedito, no Centro, ficará fechado neste domingo (6) por causa das eleições municipais. A decisão foi tomada pela Prefeitura, por meio da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca), por questões de segurança e logística.

Com isso, os brinquedos, a academia e as quadras de esporte, que são abertos ao público, não poderão ser utilizados até a próxima segunda-feira (7), quando as atividades retornarão ao normal.

Neste sábado (5), segundo a Codemca, o espaço vai funcionar normalmente, das 7h às 19h. De segunda à sexta-feira, o horário de funcionamento é das 7h às 21h, e aos domingos e feriados, das 7h às 19h, mesmo horário de sábado.

O Jardim foi reaberto em outubro de 2021 pela Prefeitura, após ser totalmente revitalizado. Recentemente, ele ganhou uma academia ao ar livre para a Terceira Idade e um novo parque infantil, além de uma nova quadra poliesportiva, que recebeu piso de polipropileno em variadas cores.

Fonte: Secom

Luto e raiva consomem parentes de mortos e de reféns do Hamas

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(FOLHAPRESS) – Evento que impactou diretamente quase 1 em cada 1.500 habitantes de Israel, contando mortos, feridos e reféns tomados pelo Hamas, o massacre do 7 de Outubro consome de formas múltiplas esses sobreviventes.

 

Luto, raiva e até culpa estão no vocabulário e na expressão corporal de pessoas afetadas com quem a Folha falou nas duas últimas semanas no país. O modo com que lidam com a dor, por sua vez, varia.
“Eu estou exausta de falar com jornalistas. Ainda estou explicando, me desculpando, chorando um ano depois. Mas parece que eles foram embora, que sumiram, que ninguém mais se lembra deles”, diz a arquiteta Yfat Zaila, 37.

Ela foi a representante de uma das famílias mais emblemáticas da tragédia, os Bibas, judeus que emigraram da Argentina e do Peru e se concentravam no kibutz Nir Oz, o local proporcionalmente mais afetado há um ano.

Ali, um quarto da população de cerca de 400 pessoas foi afetada: 40 morreram, e 71 foram sequestrados, inclusive todos os Bibas: Yarden, Shiri, Ariel e Kfir –os dois últimos, respectivamente com 4 anos e 9 meses no dia do ataque.

“Não tenho ideia se alguém está vivo. Essas crianças não tinham um ponto de vista político, uma opinião. Eram apenas crianças, que mereciam viver”, afirma Yfat, prima dos dois meninos. Em novembro, o Hamas disse que todos, menos o pai, haviam morrido num ataque de Israel, mas não há evidências disso.

“O Ariel tinha comemorado o Ano-Novo judaico aqui nesse jardim de infância em que estamos. Olhe agora”, diz, mostrando o local com todo o interior coberto de fuligem das granadas ali jogadas.

O que ocorreu em Nir Oz e no vizinho Kfar Aza, ambas comunidades a cerca de 1 km de Gaza, é particularmente perverso, pois eram pontos de população majoritariamente simpática à coexistência com os palestinos.

“Eu sou do Estrada para a Recuperação, uma ONG que pegava doentes de Gaza no posto de Erez. Levávamos a hospitais em Israel e depois os deixávamos lá. Agora eu cuido da segurança aqui”, conta o advogado Zohar Shpak, 53.

Morador de Kfar Aza, ele passou dois dias escondido no quarto seguro de sua casa. “O sonho acabou”, afirma, relatando como ajudou equipes forenses a detalhar estupros de vítimas vivas e mortas no local. “É repulsivo.”

Yfat vai pelo mesmo caminho, num tom mais de confronto. “Eu fui criada para acreditar na solução de dois Estados, que tem gente do outro lado que só queria coexistir. Mas alguma coisa quebrou em mim. Posso dizer que acredito naquilo agora? Uma nova geração vai crescer para ter ou ódio ou medo.”

Ela afirma, contudo, sentir empatia pelas vítimas em Gaza, que segundo o Hamas são 140 mil nesses 12 meses, entre mortos (41,6 mil) e feridos, embora o grupo não diga quantos desses são seus integrantes –Tel Aviv calcula que são cerca de metade.

Em Gaza, a guerra tocou 1 em cada 15 habitantes diretamente. Isso decorre da intensidade dos ataques israelenses, do ano todo de conflito, da densidade populacional e do fato de que o Hamas está imiscuído na vida civil, misturado aos moradores. É outra tragédia.

“Eu choro por toda criança morta nessa guerra”, diz, voltando ao tom de indignação com quem apoia o ataque palestino. “Eu me pergunto a quem justifica isso: vocês sabem algo sobre Kfir e Ariel? Vocês viram o vídeo deles sendo levados no colo da mãe? As caras aterrorizadas deles?”.

Ela e Shpak querem voltar de forma permanente para suas casas, mas isso não é consenso. “Por que eu gostaria de voltar para [o campo de extermínio nazista de] Auschwitz?”, compara uma das vizinhas de Yfat em Nir Oz, Bat-Sheva Yahalomi, 50.

Dona de uma das poucas casas abertas a visitação no local, onde tudo está como ficou no dia 7 de outubro, ela faz um ritual algo catártico na frente de repórteres, apontando para onde seu marido Ohad foi visto pela última vez, sangrando.

“Eles me levaram numa moto com meu filho menor. Quando pararam porque havia três tanques israelenses chegando, aproveitei para correr para o mato”, afirma. “Mas eles levaram Ohad e Eitan”, referindo-se também ao outro filho, de 12 anos.

O garoto foi solto 52 dias depois, na única troca de reféns por prisioneiros do Hamas em Israel. Ele ficou seis dias sozinho com os terroristas e, depois, com outras crianças no hospital Nasser, em Khan Yunis.

“Ele só comia um pão e um pepino por dia. Hoje, não falamos muito. Tenho que tentar ir em frente, mas só vamos nos curar quando soubermos o que aconteceu com o Ohad”, relata. “Nunca mais me sentirei segura, não durmo direito.” O governo israelense oferece ajuda psicológicas às vítimas, mas em sessão coletivas. “Eu tentei, mas não deu certo.”

Para Sigal Manzuri, 47, a terapia possível é a da preservação da memória. Ao menos é o que a designer de Hod HaSharon vem tentando fazer ao abrir com amigos uma “casa dos sonhos” em que meninas poderão viver um dia como estilistas de moda.

“Era o que a Norelle queria fazer”, diz ela, sobre a filha de 25 anos assassinada na rave Nova ao lado da irmã Roya, 22, e do namorado Amit Cohen, 25. O lugar concentrou 383 mortes na ação.

A tragédia veio em prestações para Sigal e o marido, Manny. O corpo de Norelle foi encontrado e enterrado no dia 12 de outubro do ano passado, mas a família seguiu com esperanças de que Roya pudesse estar viva, escondida ou mesmo como refém.

Isso durou só três dias. “Eu perdi quase tudo em um só dia, não sinto mais nada”, afirma, relembrando como Norelle e Amit se conheceram quando, como quase todo jovem israelense, foram mochilar após os anos de serviço militar obrigatório.

Os jovens se conheceram na Argentina e eram loucos pela região, tendo visitado o Brasil e outros países. “Eles voltaram de uma segunda viagem em julho”, conta. Sobreviveu com Sigal também o filho Chaim, 15. Segundo a mãe, ele evita falar do assunto, após passar quase um ano sem ir à escola.

Compartilhando a percepção de moradores de kibutzim, ela declara que o “o governo os abandonou”. É a tônica de objetos e faixas amarelos espalhados por todo Israel e o tema da campanha das famílias: “Tragam eles de volta para casa agora”.

Pensa em sair de Israel, ainda mais com a guerra no Líbano e talvez com o Irã? “As meninas nasceram em Los Angeles, moramos lá e em Nova York. Mas não, meu trabalho nessa longa jornada é honrar a memória delas.”

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Mulher é curada de diabetes tipo 1 após transplante com células reprogramadas em laboratório

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(FOLHAPRESS) – Pesquisadores chineses conseguiram usar células reprogramadas em laboratório para reverter a diabetes tipo 1 de uma mulher de 25 anos. Se o feito for replicado com sucesso em mais pacientes, será o maior avanço obtido até agora contra a doença, que hoje costuma exigir o uso constante de insulina por parte dos pacientes.

 

As células empregadas pelos cientistas realizam a mesma função dos componentes do pâncreas que, em pessoas sem diabetes tipo 1, produzem naturalmente a insulina, hormônio que regula os níveis de glicose (açúcar) no sangue. Em pessoas com esse problema de saúde, ocorre uma reação autoimune, ou seja, o sistema de defesa do organismo se volta contra ele. As vítimas do processo são justamente as células do pâncreas que liberam insulina, que acabam sendo destruídas.

Detalhes sobre o estudo saíram em edição recente do periódico especializado Cell, um dos mais prestigiosos do mundo.

A coordenação do trabalho coube a Deng Hongkui, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Pequim. Hongkui declarou ao site da revista científica britânica Nature que mais dois pacientes também passaram pelo transplante celular, com resultados igualmente positivos, e que a equipe chinesa espera ampliar os testes para um grupo com até 20 pessoas a partir do fim de 2024.

O trabalho publicado na Cell corresponde à chamada fase 1 de testes clínicos, cujo objetivo principal é demonstrar a segurança de um medicamento ou procedimento médico. Dados sobre eficácia, ainda que bem-vindos, não são considerados conclusivos.

O grande diferencial do trabalho é o uso das chamadas células iPS (sigla inglesa de células-tronco pluripotentes induzidas). Para criá-las, é como se os cientistas colocassem células normais da pele ou de outras regiões do corpo de uma pessoa adulta numa máquina de tempo do desenvolvimento celular.

Usando um coquetel de substâncias, os especialistas fazem com que elas retornem a um estado muito semelhante ao das células de um embrião de poucos dias de vida. Isso significa que elas adquirem um caráter genérico, que lhes permite dar origem a todos os tipos celulares que formam o organismo adulto, como neurônios, células do coração ou componentes dos ossos.

Portanto, também é possível ensinar as células iPS a se transformarem nas células beta, responsáveis pela produção de insulina. E com a possível vantagem de evitar rejeições: caso as iPS tenham sido derivadas do próprio paciente, reinserir células beta produzidas a partir delas não traria os problemas causados por um transplante de células vindas de outra pessoa.

Esse aspecto ainda não foi testado no caso da mulher chinesa, porque ela já usava drogas imunossupressoras (que diminuem a ação do sistema de defesa do organismo), por conta de um transplante de fígado que recebeu anteriormente. Da mesma maneira, ainda não é possível saber, no caso da mulher, se seu sistema imune atacaria as novas produtoras de insulina, assim como fez com o pâncreas natural dela anteriormente. Em tese, isso poderia anular, com o passar do tempo, os benefícios do transplante.

Esse é um problema que outros pesquisadores estão tentando contornar, buscando fazer transplantes de células produtoras de insulina protegidas por um invólucro que evite ou minimize o ataque contraproducente do sistema imune da pessoa receptora.

A transplantada chinesa passou a produzir sua própria insulina menos de três meses depois da operação, que inseriu as células em seus músculos abdominais. Hoje, seu metabolismo é praticamente igual ao de uma pessoa saudável. “Agora consigo comer açúcar”, declarou ela à Nature, pedindo para não ser identificada.

Ainda não está claro até que ponto a abordagem poderia ser útil para pessoas com diabetes tipo 2, o tipo mais comum do problema, que surge principalmente por conta de má alimentação e sedentarismo (a diabetes tipo 1 parece estar mais ligada a fatores genéticos e costuma aparecer mais cedo). Na diabetes tipo 2, além de uma possível falta de insulina, as células do paciente também se tornam resistentes à insulina que o corpo continua produzindo.

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Após alta, Tom Zé vai receber cuidados em casa por 2 meses

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Tom Zé, 88, recebeu alta hospitalar na terça-feira (1º) após passar 20 dias internado no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, mas continua sob cuidados.

 

Ele informou nesta quarta-feira que permanecerá sob cuidados em casa, por 2 meses. “Alta não quer dizer cura. Serão 2 meses de cuidados para os quais os médicos acharam melhor o ambiente de casa, com procedimentos de fortes resguardos”, diz publicação no Instagram.

O músico agradeceu ao Hospital da Beneficência Portuguesa e à equipe chefiada pelo Dr. Feres Haddad. “A cada dia da internação eu me surpreendia mais positivamente com médicos, enfermeiros, funcionários de toda natureza, por sua dedicação à saúde do próximo”.

Este agradecimento vai para todos aqui nomeados ou aos quais faço menção coletiva. Gratidão profunda deste que está convalescendo, não pode receber visitas e sente muita saudade de cada pessoa que faz parte de sua vida! Tom Zé

Tom Zé foi admitido na unidade no dia 11 de setembro. A notícia da internação, porém, só foi divulgada em 23 de setembro, por meio das redes sociais do artista.

Ele sofreu uma queda em casa e foi hospitalizado após reclamar de dor de cabeça intensa e persistente.

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Atletas enfrentam perrengues e gastam do bolso para eleger oposição no COB

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(UOL/FOLHAPRESS) – Esportistas membros da comissão de atletas do COB enfrentaram perrengues e gastaram do próprio bolso para eleger o candidato de oposição Marco La Porta à presidência da entidade. Ao final, tiveram peso decisivo na derrota do presidente Paulo Wanderley.

 

A Comissão de Atletas do COB tem 19 votos do total de 55 do colégio eleitoral. Decidiram fechar uma apoio unânime à oposição.

A eleição, no entanto, foi marcada em um período em que há competições em curso. Além disso, um dos membros da comissão, Jade Barbosa, tinha casado e estava em lua de mel.

Era possível substituir dois atletas com suplentes. Mas, ainda assim, havia esportistas fora do Brasil. O COB só paga passagens nacionais para os eleitores.

Um dos que teve de bancar a viagem com recursos próprios foi o jogador de polo aquático Gustavo Guimarães, o Grummy, que está disputando o Sul-Americana em Cali, na Colômbia.

Ele viajou durante a madrugada do dia da eleição em um trajeto de oito horas via Bogotá para chegar de manhã ao COB. À noite, ele pegaria os voos para retornar a Cali.

“Foi no meio do Campeonato Sul-americano, mas é por um bem maior. Não podia deixar meus companheiros na mão. Eu tinha um compromisso com quem votou em mim”, disse.

“Não sei como escolheram a data, mas tiveram alguns casos desses. É um período complicado.”

Jacqueline Mourão, que já competiu no mountain bike e em esqui cross country, mora no Canadá.

“Eu moro no Canadá para estar em contato com a neve o máximo possível. Então, foi uma escolha minha vir e exercer o meu papel, para o qual fui eleita para representar os atletas na Comissão de Atletas, e também participar desse momento tão histórico. Todas as cadeiras da assembleia estão tomadas nesta sexta-feira (4), todo mundo está aqui. É uma eleição muito importante, e nossas ações refletem no futuro. Então, foi um investimento, mas senti que era o meu deve estar aqui e representar os atletas e nossa categoria”, analisou.

A ex-atleta também considerou a data da eleição complicada. “Sim. Para alguns, está tendo eleição [municipal], e foi difícil. Rodrigão, por exemplo, chegou nesta sexta-feira (4) de manhã. Foi uma data complicada, e ela foi marcada muito em cima da hora”, contou.

A decisão de apoiar a oposição da comissão de atletas teve bastante relação com o fato de Paulo Wanderley tentar uma segunda reeleição. Há questionamentos jurídicos sobre a legalidade de sua candidatura já que a legislação proíbe mais de dois mandatos em confederações olímpicas. Mas o COB aprovou sua postulação a considerando legal.

“Reconhecemos o trabalho (do Paulo Wanderley). O que a gente entende é que o melhor para o esporte olímpico era o La Porta. A gente, na Comissão de Atletas, entende que a governança do COB estaria em risco com essa reeleição. É um ponto. Além disso, pesou a competência do La Porta e da Yane”, disse Fabiano Peçanha, presidente da Comissão de Atletas.

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Ajustes na sinalização da BR-101 provocará bloqueios temporários, em Campos

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Foto: Divulgação

A Arteris Fluminense informa que a partir da próxima segunda-feira, 7 de outubro, realizará uma série de intervenções nas sinalizações e nos dispositivos de segurança entre o km 66,6 e o km 67,5 da BR-101/RJ, região entre o Trevo do Índio e o Shopping Estrada, com bloqueios temporários no fluxo de veículos durante o horário noturno. As mudanças visam ordenar o fluxo de veículos que acessam a rodovia, estabelecimentos comerciais e condomínios residenciais da região.

A programação dos trabalhos prevê a substituição dos quatro quebra-molas existentes por redutores de velocidades eletrônicos – que exibirão a velocidade dos veículos em tempo real. As movimentações das equipes começarão na manhã da segunda-feira (7), com trabalhos fora das faixas de rolamento e sem impactar o fluxo de veículos no período.

Concessionária priorizará as modificações nas pistas durante o período noturno

A remoção dos quebra-molas e a pavimentação da pista exigirão uma operação especial de tráfego para minimizar o impacto no trânsito da região. Os bloqueios temporários da via estão previstos para ocorrer a partir das 20h de segunda-feira (7) – conforme avaliação fluxo de veículos no local – e se estenderão, de forma intermitente, no decorrer das madrugadas de terça-feira (8) e quarta-feira (9). Os motoristas devem programar seu deslocamento pela rodovia e, se possível, buscar rotas alternativas durante o período.

As intervenções serão de caráter experimental e, se constatada a eficiência, será mantida.

A programação dos trabalhos poderá ser ajustada dependendo da condição meteorológica e das condições operacionais do tráfego no local. Nos trechos com movimentação de máquinas e trabalhadores, o motorista deve aumentar a atenção ao fluxo, respeitar a velocidade indicada e manter distância segura do veículo que vai à frente.

Acompanhe as condições de tráfego da via pelo telefone gratuito 0800 282 0101.

Israel mata 18 na Cisjordânia e mira líder do Hezbollah em Beirute

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(FOLHAPRESS) – Em mais uma noite de intensa atividade militar na guerra que trava em várias frentes no Oriente Médio, Israel matou 18 pessoas em um raro ataque na Cisjordânia e mirou o herdeiro presumido do líder do Hezbollah em um bombardeio em Beirute.

 

O ataque contra o alvo palestino ocorreu no fim da noite em Tulkarem. Segundo as IDF (Forças de Defesa de Israel), foi morto no bombardeio o líder do Hamas na cidade palestina, Zahi Yasser Abd al-Razeq Oufi.

Diferentemente do usual na região, ações por terra ou usando drones e helicópteros, um caça F-16 executou o bombardeio.

O prédio, segundo o Ministério da Saúde da Autoridade Nacional Palestina, tinha um café em seu térreo, e ainda há vítimas soterradas nos escombros.

Não se sabe quantas das vítimas eram do Hamas. O grupo terrorista baseado em Gaza chamou a ação de crime, mesmo termo usado pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, que lidera a facção Fatah.

Esta foi a ação mais mortífera contra um único alvo desde que o Hamas perpetrou o mega-ataque a Israel em 7 de outubro do ano passado, detonando a atual guerra. Como a Folha de S.Paulo mostrou na quarta (2), a Cisjordânia tem sido a fronteira esquecida do conflito.

O Estado judeu busca terroristas de diversas organizações palestinas por lá. Já a Autoridade Nacional Palestina diz que as operações são indiscriminadas, coalhadas de abusos e que favorecem o que chama de projeto de expulsão dos árabes da região, em favor dos colonos judeus ilegais.

Já no Líbano, onde está operando em terra no sul do país, Israel promoveu um intenso bombardeio em Beirute nessa madrugada. Militares disseram de forma anônima que o alvo era Hashem Safieddine, o provável sucessor de Hassan Nasrallah como líder do grupo fundamentalista libanês, aliado do Hamas.

Nasrallah foi morto há uma semana, marcando o auge da campanha militar israelense para dizimar a chefia do Hezbollah. Safiedinne não chegou a assumir oficialmente o posto de secretário-geral, e estava em um bunker na mesma região em que o chefe havia sido alvejado, no sul da capital libanesa.

Também no país árabe, um ataque noturno criou uma cratera de quatro metros de diâmetro no posto fronteiriço de Masnaa, o principal ponto de ligação com a vizinha Síria. Segundo as IDF, o objetivo é impedir a entrada de armas para reforçar o Hezbollah -a ditadura de Bashar al-Assad é integrante do eixo de rivais de Israel liderado pelo Irã.

Segundo disse à agência Reuters o ministro dos Transportes do Líbano, Ali Hamieh, desde que a guerra causada pelo Hamas migrou de vez para o Líbano, há duas semanas, 300 mil pessoas já haviam fugido do país rumo ao vizinho, a maioria delas síria.

Ao todo, o país árabe conta 1 milhão de deslocados internos devido à intensificação dos combates.

Na mão contrária, além dos enfrentamentos em vilas no sul libanês, o Hezbollah retomou sua rotina de lançar foguetes contra o norte de Israel nesta manhã (madrugada no Brasil). Foram ao menos 20 projéteis na direção de Haifa, principal cidade da região, sem danos relatados.

Enquanto o conflito se desenrola, segue a tensão acerca da retaliação de Israel contra o ataque com mísseis balísticos sofrido na terça (1º) pelo Irã. O presidente americano, Joe Biden, disse que está discutindo com o aliado a reação “mais proporcional”, e afirmou ser contra a destruição das instalações do programa nuclear da teocracia.

Já o embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, disse que tal ação é uma opção válida. Há um temor em Israel de que o Irã esteja aproveitando o final da gestão Biden, que desistiu de disputar a reeleição contra Donald Trump, para acelerar a construção de uma bomba nuclear.

O Estado judeu é dono de 90 ogivas atômicas, mas, diferentemente de Teerã, não tem a extinção do Irã como política de Estado. Os iranianos também temem um vitória de Trump em novembro, dado que o ex-presidente é visto com mais duro em relação ao país do que a rival, a atual vice, Kamala Harris.

Com tudo isso, o tamanho da resposta israelense deverá determinar os próximos passos da guerra. O Irã tentou jogar para seu público, com um ataque com armas poderosas, embora não tenha logrado nenhum objetivo militar, e já disse estar satisfeito.

Já Tel Aviv, não, e o premiê Binyamin Netanyahu promete que Teerã irá “pagar um preço alto”, que pode também ser na forma de danos à sua indústria petrolífera.

O Irã produz cerca de 4% do petróleo do mundo, e ocupa toda a margem oriental do golfo Pérsico, de onde sai ao todo quase um terço do produto por navios. Qualquer conflito lá pode influir no mercado. Questionado, Biden recusou-se na quinta a comentar isso.

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Wesley Safadão recebe alta hospitalar após cirurgia na coluna

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Wesley Safadão, 36, teve alta hospitalar após passar por uma cirurgia na coluna. Nesta quinta-feira (3), o cantor avisou que já se recupera em casa.

 

“Passando para dizer que já estou em casa, que a recuperação está boa e a primeira parte já foi. Agora é seguir o tratamento em casa”, celebrou o artista, deitado na cama.

Em 1º de outubro, Safadão postou, em suas redes sociais, uma foto no hospital, o que deixou os fãs preocupados. Ele então contou que teve que passar por uma nova cirurgia na coluna. “Vim dar um oi aqui para vocês. Ontem fiz mais uma cirurgia de coluna, hérnia de disco.”

Wesley explicou o ocorrido. “Da outra vez, foi na vértebra L3 e L4. Agora foi na L4 e L5. Uma cirurgia tranquila, graças a Deus! Já levantei aqui, já dei uma caminhada, acabei de tomar meu banho, já almocei, minha esposa [Thyane Dantas] está aqui do lado e [estou] tomando os remédios. Já, já nós já estamos pulando, com fé em Deus”, concluiu, na ocasião.

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Novorizontino defende a liderança em Manaus e Série B tem outros três jogos

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Defendendo uma série de seis jogos sem derrota, o Novorizontino tem mais um desafio importante para se manter isolado na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro. Nesta sexta-feira, pela 30ª rodada, o time paulista visita o Amazonas, fora de casa, na Arena da Amazônia, em Manaus, às 21h30 (horário de Brasília). Outros três jogos estão previstos.

 

O Novorizontino vem de vitória por 2 a 1 em cima da Ponte Preta e segue isolado na primeira colocação com 54 pontos. O Santos, segundo colocado, vem logo atrás, na caçada, com 53. Já o Amazonas vive um momento totalmente diferente. Vindo de duas derrotas seguidas, tendo perdido para Chapecoense (2 a 0) e Brusque (1 a 0), está na parte intermediária da tabela com 39 pontos.

As emoções da noite, porém, começam mais cedo, às 19h, com um confronto direto para se aproximarem do G-4, zona de acesso, entre América-MG e Coritiba, na Arena Independência, em Belo Horizonte (MG). Após perder por 2 a 1 para o CRB, o time mineiro é sétimo colocado com 44 pontos, enquanto o rival vem logo atrás em oitavo, com 41, após empatar sem gols, em casa com o Goiás. O Mirassol, primeiro dentro da zona de acesso, tem 47.

O Avaí, que também está na parte intermediária da tabela, busca a reabilitação após dois jogos de jejum para voltar sonhar com o G-4. Empatou, por 0 a 0, com o Guarani e perdeu por 1 a 0 para a Chapecoense. Na nona colocação com 41, faz um duelo catarinense contra o Brusque, no estádio da Ressacada, também às 21h30. O rival vem de derrota para o Ceará, por 1 a 0, e amarga a zona de rebaixamento com 29 pontos.

CRB e Paysandu fazem um confronto contra a zona de rebaixamento, no estádio Rei Pelé, em Maceió (AL), às 20h. Apesar de vir de vitória sobre o Ituano (1 a 0), o visitante aparece na 14ª colocação com 33 pontos. O rival, por sua vez, abre a zona de rebaixamento, é o 17º colocado com 30, mas na última rodada venceu por 2 a 1 o América-MG e quebrou um jejum de 13 jogos sem vitória. Curiosamente o técnico do CRB é Hélio dos Anjos, ex-Paysandu.

Por conta das eleições municipais no domingo, a rodada será completada com jogos no sábado e segunda-feira. Ponte Preta e Guarani têm duelos diretos na briga contra a zona de rebaixamento. Enquanto isso, o Santos visita o Goiás tentando seguir na cola do Novorizontino.

Confira os jogos da 30ª rodada da Série B:

SEXTA-FEIRA

19h

América-MG x Coritiba

20h

CRB x Paysandu

21h30

Avaí x Brusque

Amazonas x Novorizontino

SÁBADO

17h

Ponte Preta x Botafogo-SP

Ituano x Guarani

18h

Mirassol x Vila Nova

SEGUNDA-FEIRA

21h

Goiás x Santos

Sport x Ceará

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Polícia investiga disparos de arma de fogo contra carro de vereadora candidata à reeleição

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Polícia investiga disparos de arma de fogo contra carro de vereadora candidata à reeleição
Polícia investiga disparos de arma de fogo contra carro de vereadora candidata à reeleição

Polícia Civil investiga disparos de arma de fogo contra o carro de uma vereadora candidata à reeleição em São Paulo. O caso ocorreu na noite desta quinta-feira (3) no Jardim São Luiz, Zona Sul da capital paulista.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 27º DP/Capão Redondo, dois criminosos numa moto atiraram 11 vezes no veículo de Janaína Lima (PP), que estava estacionado em frente a uma residência.

Como a política não estava no automóvel no momento dos disparos, ela não se feriu. Apesar disso, segundo os policiais, a vereadora foi levada a um hospital “por se sentir mal”.

Homem é preso em Campos com mandado de prisão em aberto

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Foto: Divulgação Operação Segurança Presente

Um homem foi preso na manhã desta quinta-feira (03), por volta das 9h45, durante uma ação dos agentes da Operação da Segurança Presente na Avenida José Alves de Azevedo, esquina com a Rua 28 de Março, em Campos.

De acordo com a equipe policial, o suspeito foi abordado enquanto andava de bicicleta, levantando suspeitas devido a um volume grande na cintura. Após a abordagem, verificou-se que o volume era apenas um boné escondido debaixo da blusa, e nada de ilícito foi encontrado. No entanto, ao consultar o sistema Hórus, os agentes descobriram que havia um mandado de prisão em aberto contra o suspeito.

Ele foi conduzido à 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde o mandado foi confirmado, e permaneceu preso.

Homem é detido ao ser flagrado regando pé de maconha em Guarus

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Delegacia de Guarus / foto: Arquivo Click Campos
Delegacia de Guarus / foto: Arquivo Click Campos

Um homem foi detido ao ser flagrado regando um pé de maconha na manhã desta sexta-feira (4), na Rua Tenente Laurentino Nunes, no bairro do Fundão em Guarus, subdistrito de Campos de Goytacazes.

Durante patrulhamento, os policiais militares observaram que um suspeito fugiu ao notar a presença da viatura. O homem entrou em uma área de mata e conseguiu fugir. Durante as buscas por esse suspeito, os PMS avistaram um outro homem e ao se aproximarem, flagraram o mesmo regando um pé de maconha.

O caso foi registrado na 146ª Delegacia de Polícia de Guarus.

Líder do Irã defende ataques e pede união contra Israel

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(FOLHAPRESS) – O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, apresentou uma retórica desafiadora em seu primeiro sermão público em cinco anos nesta sexta (4). Defendeu tanto o ataque terrorista do Hamas contra Israel quanto o lançamento de mísseis de Teerã contra o Estado judeu, na terça passada (1º).

 

Em um momento crucial de seus 35 anos de governo, Khamenei instou muçulmanos do mundo todo a lutar contra os israelenses na guerra que se espalha pelo Oriente Médio.

O discurso do aiatolá ocorreu nas preces de sexta-feira na mesquita Grande Mosalla, em Teerã, algo raríssimo: ele costuma falar em eventos fechados e rede de TV. Enquanto isso, Israel estuda planos para retaliar o ataque de terça, que envolveu quase 200 mísseis balísticos.

A ação não causou danos substanciais, ao menos segundo a versão oficial israelense, e a única vítima fatal foi um palestino atingido pelo primeiro estágio de um míssil em Jericó, na Cisjordânia.

“A brilhante operação das nossas forças armadas algumas noites atrás foi totalmente legal e legítima”, disse o líder, emulando palavras do presidente do país, Masoud Pezeshkian, que está abaixo dele na hierarquia da teocracia. “Nós não vamos nem procrastinar, nem correr em nossos deveres” no conflito com Israel, disse.

Ele também fez a defesa mais aberta do ataque terrorista em que o Hamas enviou 6.000 homens pela fronteira em 7 de outubro do ano passado, matando 1.170 pessoas e sequestrando 251. “Foi um ato legítimo”, disse.

A escalada militar que permeia toda a região agora decorreu do ataque. O Hamas é bancado por Teerã, assim como o Hezbollah, o principal ativo de Khamenei no Oriente Médio. Há dez dias, Israel interrompeu a rotina de atritos na sua fronteira com o Líbano e promoveu uma ação forte contra os rivais.

Matou lideranças e o chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, elogiado no sermão do líder iraniano, invadiu o sul do vizinho e segue sua campanha de bombardeios. “Israel não pode machucar seriamente o Hezbollah ou o Hamas”, disse Khamenei, jogando para a plateia.

O grupo palestino foi bombardeado até torna-se uma força insurgente nas ruínas de Gaza, e também perdeu seu líder: Ismail Haniyeh foi morto enquanto era hóspede do Irã na posse de Pezeshkian, no fim de julho.

Ainda assim, o aiatolá insistiu que “Israel finge que está vencendo por meio de assassinatos e morte de civis”. Disse que sua salva de mísseis foi “a punição mínima pelos crimes” de Tel Aviv.

Novamente, ele usou a causa palestina. “O povo palestino tem o direito legal de se defender, de enfrentar esses criminosos”, disse, pedindo que as “nações muçulmanas apertem o cinto de defesa do Afeganistão ao Iêmen, do Irã a Gaza e ao Líbano”.

Khamenei voltou-se também ao seu maior rival, os Estados Unidos, dizendo que as ações de Israel visam entregar os recursos energéticos de todo o Oriente Médio para Washington.

Por toda sua retórica, o aiatolá está em apuros. “O ataque de Israel ao Hezbollah está fazendo o regime desmorona”, diz o analista Kamram Bokhari, da consultoria americana Geopolitical Futures.

Em sua visão, ao mirar o principal ativo de Teerã na região, Tel Aviv coloca em risco toda a estratégia montada pelos iranianos, que visava evitar um conflito direto com Israel. O Estado judeu, potência nuclear, tem capacidade militares mais sofisticadas do que as do rival, e uma arma nada secreta: o apoio dos EUA.

Não são poucos observadores em Israel que acreditam que a execução de Nasrallah foi uma armadilha para o Irã atacar, abrindo o caminho para uma ação mais incisiva de Israel contra seu principal inimigo.

A questão é modular isso com os americanos. O crepuscular presidente Joe Biden disse ser contra o principal objetivo do premiê Binyamin Netanyahu, o avançado programa nuclear iraniano. Os rumores apontam, como alternativa, um ataque a refinarias e terminais petrolíferos do país.

Outros fatores colocam o Irã na encruzilhada: a obscura morte do sucessor presumido de Khamenei, o linha-dura Ebrahim Raisi, em abril, as dificuldades econômicas e a insatisfação social, demonstrada em protestos intensos nos últimos anos.

Com 85 anos e saúde fragilizada, Khamenei tem a sucessão incerta, momento ideal para que grupos mais radicais no governo advoguem por uma guerra de consequências funestas para todos.

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Piloto morre em queda de caça F18 na Espanha

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Um caça F18 da Força Aérea Espanhola caiu na manhã desta terça-feira na região de Teruel. O acidente ocorreu por volta das 13h30, no horário local (8h30 no Brasil).

 

Inicialmente, fontes do exército espanhol indicaram que a sobrevivência do piloto seria improvável, e seu falecimento foi posteriormente confirmado oficialmente.

“Com grande pesar, informamos que nosso colega, o tenente-coronel Pablo Estrada Martín, destacado na 12ª Ala, faleceu no acidente com o F18”, anunciou a Força Aérea.

As causas do acidente ainda estão sob investigação.

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Fernanda Bande será jurada de programa culinário na Globo

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(FOLHAPRESS) – Fernanda Bande dá mais um passo na carreira televisiva ao assumir o posto de jurada da próxima temporada do Que Seja Doce (GNT). A ex-BBB vai poder usar seus dotes culinários para julgar as receitas e preparações dos competidores do programa.

 

Apesar de não ter saído do BBB 24 como campeã, a Loba conseguiu alavancar a carreira na Globo. Primeiro, ganhou programa de entrevistas no Multishow com Giovanna Pitel, o Na Cama com Pitanda. No último mês de setembro, ela foi apresentadora na transmissão do Rock in Rio da emissora.

O Que Seja Doce é apresentado por Felipe Bronze e tem também Michele Crispim, Lucas Corazza e Tábata Romero como jurados. A cada episódio, bolos, doces ou chocolate são o ingrediente obrigatório do que os participantes devem preparar. A ex-BBB terá a responsabilidade de analisar a criatividade e habilidade dos competidores.

“É uma honra, um privilégio, um sonho realizado, estou muito feliz. Acredito que será uma temporada incrível”, comemorou Fernanda.

Antes do BBB, ela ganhava a vida como confeiteira.

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Palmeiras cita ‘surpresa’ após Esportes da Sorte ser barrada pelo governo

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(UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras se manifestou nesta quinta-feira (3) sobre sua relação com a Esportes da Sorte, patrocinadora máster do futebol feminino e presente nos banners de entrevistas do masculino.

 

O Palmeiras diz que recebeu com “surpresa” a informação sobre a ausência da empresa Esportes da Sorte na lista de bets autorizadas a operar no Brasil. A patrocinadora do Alviverde não estava na lista de bets autorizadas a funcionar legalmente no Brasil, divulgada na última terça-feira (1º) pelo Ministério da Fazenda. Ela também não consta na relação atualizada nesta quinta.

Além disso, o clube informou que o Departamento Jurídico está cuidando do caso. O acordo entre Palmeiras e Esportes da Sorte vai até o fim de 2024.

Ministério da Fazenda explica ausências na relação atualizada. Sem citar o nome de nenhuma empresa ou site de apostas, a pasta afirma que foram barradas empresas que “colocam em questão elementos fundamentais para o desempenho de uma atividade”. Entre as irregularidades avaliadas aparecem a “idoneidade das pessoas físicas e jurídicas envolvidas, bem como a origem e utilização dos recursos”.

A Esportes da Sorte afirma que cumpriu com todas as exigências e entregou a documentação a tempo.

Veja o posicionamento do Palmeiras:

“A Sociedade Esportiva Palmeiras recebeu com surpresa a informação sobre a ausência da empresa Esportes da Sorte, patrocinadora da equipe feminina do clube, na lista de bets autorizadas a operar no Brasil. Nosso Departamento Jurídico está cuidando do caso.”

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Mulher morre atropelada por ônibus no BRT

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Ônibus atropela ocupantes em motocicleta — Foto: Luana Nunes/TV Globo

Um motorista que dirigia um ônibus da linha 4150 (Shopping Del Rey/BH Shopping) atropelou duas pessoas em uma motocicleta, no bairro Caiçara, na Região Noroeste de Belo Horizonte, na manhã desta quarta-feira (2). A mulher da garupa morreu.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a moto descia a Rua Belmiro Braga e, ao virar à direita para a Rua Minerva, foi atingida pelo coletivo que atravessava o cruzamento.

A vítima da garupa foi arrastada pelo ônibus e morreu no local. O homem teve uma fratura na perna, estava consciente e foi socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital João XXIII.