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Donald Trump assina ordem executiva para retirar Estados Unidos da OMS

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva nesta segunda-feira, poucas horas após sua posse, formalizando a saída do país da Organização Mundial da Saúde (OMS). A medida ocorre após reiteradas críticas de Trump à entidade, que ele acusou de má gestão da pandemia e de ser excessivamente influenciada pela China.

 

“A OMS nos defraudou”, declarou o presidente ao assinar o decreto, justificando a decisão pela diferença nas contribuições financeiras entre os EUA e a China. No texto, Trump determinou que as agências federais “suspendam a futura transferência de quaisquer fundos, apoios ou recursos do governo dos EUA para a OMS” e procurem “parceiros norte-americanos e internacionais de confiança” para assumir as atividades anteriormente realizadas pela organização.

Os Estados Unidos são o maior contribuinte da OMS, financiando a organização com base no Produto Interno Bruto, além de contribuições voluntárias. A saída do país pode gerar uma reestruturação significativa na entidade e impactar negativamente os esforços globais de saúde pública, incluindo a vigilância e a resposta a surtos de doenças.

“A decisão enfraquece a influência dos Estados Unidos, aumenta o risco de pandemias mortais e nos torna mais vulneráveis”, afirmou Tom Frieden, ex-diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) durante a administração Obama.

Especialistas também alertam que, sem acesso privilegiado aos dados da OMS, os EUA podem perder informações cruciais para a vigilância epidêmica global. Isso poderia prejudicar a capacidade do país de prevenir ameaças de saúde pública vindas do exterior.

“Agências de saúde e empresas farmacêuticas norte-americanas dependem da OMS para obter dados necessários ao desenvolvimento de vacinas e terapias”, explicou Lawrence Gostin, professor de Direito da Saúde Pública na Universidade de Georgetown. Gostin ainda enfatizou: “Essa decisão nos coloca no final da fila no acesso a vacinas e representa uma ameaça à segurança e inovação dos EUA.”

A retirada marca a segunda tentativa de Trump de abandonar a organização. Durante seu primeiro mandato, ele já havia anunciado a decisão, mas o processo foi revertido pelo então presidente Joe Biden antes de se tornar efetivo, devido à exigência de um período de um ano entre o anúncio e a saída formal.

Além disso, a medida ocorre em um momento crítico: os EUA enfrentam preocupações com a alta circulação do vírus da gripe aviária, que recentemente causou a primeira morte humana no país relacionada ao vírus H5N1. A saída da OMS pode prejudicar a capacidade de resposta dos Estados Unidos a surtos globais de doenças.

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Morre John Sykes, guitarrista do Whitesnake e Thin Lizzy, aos 65 anos

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John Sykes, renomado guitarrista que marcou sua carreira nas bandas Whitesnake e Thin Lizzy, faleceu aos 65 anos após uma longa batalha contra o câncer. A notícia foi confirmada em um comunicado divulgado nesta segunda-feira, 20 de janeiro, na página oficial do artista.

 

“Com grande pesar, compartilhamos que John Sykes faleceu após enfrentar corajosamente o câncer. Ele será lembrado por muitos como um músico de talento excepcional, mas para aqueles que o conheceram de perto, era um homem atencioso, bondoso e carismático, cuja presença iluminava qualquer ambiente em que estivesse”, diz o comunicado.

O texto também destacou a gratidão de Sykes por seus fãs: “Nos seus últimos dias, John falou sobre o amor e a gratidão sinceros que sentia pelos fãs que o apoiaram ao longo de todos esses anos. Embora sua perda seja profundamente sentida, esperamos que a luz de sua memória brilhe mais forte do que a sombra de sua ausência.”

De acordo com a Forbes, John Sykes foi coautor de quase todas as músicas do icônico álbum homônimo do Whitesnake, lançado em 1987, que inclui sucessos como “Still of the Night” e “Is This Love”. Apesar do sucesso do disco, ele foi dispensado da banda logo após o lançamento.

Após deixar o Whitesnake, Sykes fundou a banda Blue Murder, onde permaneceu até a dissolução do grupo em 1994. Dois anos depois, ingressou nos Thin Lizzy, onde assumiu os vocais e a guitarra até 2009.

 

De Melania a Hillary; os looks que chamaram atenção na posse de Trump

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Donald Trump assumiu oficialmente a presidência dos Estados Unidos pela segunda vez nesta segunda-feira, 20 de janeiro, em uma cerimônia pública no Capitólio, em Washington. Trump sucede a Joe Biden, marcando seu retorno à Casa Branca após um primeiro mandato entre 2017 e 2021.

 

A posse também trouxe Melania Trump de volta ao papel de primeira-dama, com seu visual atraindo grande atenção. A ex-modelo usou um vestido-casaco azul escuro assinado por Adam Lippes, combinado com um chapéu de Eric Javits. O momento mais comentado foi a tentativa de beijo entre o casal, que rapidamente viralizou nas redes sociais

 

Entre os convidados ilustres, Ivanka Trump, filha do presidente, optou por um conjunto verde-esmeralda da Dior, composto por saia e casaco com assimetria. Já a ex-primeira-dama Jill Biden apostou em um look azul elétrico da Ralph Lauren, que incluía sobretudo, luvas e sapatos combinando.

Hillary Clinton, presente no evento, escolheu um traje azul-marinho desenhado pela estilista Stella McCartney.

A cerimônia reuniu líderes políticos, empresários e personalidades internacionais, sendo marcada também pelos estilos escolhidos pelos participantes.

Confira os visuais das personalidades presentes na galeria.

 

Lewis Hamilton visita a sede da Ferrari e realiza sonho de infância; veja

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O piloto britânico Lewis Hamilton, que recentemente completou 40 anos e assinou contrato com a Ferrari, esteve nesta segunda-feira (21) em Maranello, sede da lendária equipe italiana de Fórmula 1. Foi a primeira visita de Hamilton à sua nova casa, onde ele conheceu as instalações e os profissionais que farão parte de sua equipe.

 

A Ferrari compartilhou imagens do piloto durante o dia, destacando o clima descontraído e a alegria de Hamilton. Sempre sorridente, ele não escondeu a emoção de realizar um sonho de infância. “Estar aqui é a realização de algo que sempre desejei. Um verdadeiro privilégio”, declarou o heptacampeão mundial em entrevista à equipe de comunicação da Ferrari.

O britânico, que passou a maior parte de sua carreira na Mercedes, inicia uma nova etapa ao vestir as cores da icônica equipe italiana, conhecida por sua tradição e prestígio no automobilismo.

Confira as imagens do dia especial de Hamilton no vídeo acima.

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Incêndio em resort de esqui na Turquia deixa pelo menos 10 mortos

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Pelo menos dez pessoas morreram e 32 ficaram feridas após um incêndio atingir um resort de esqui em Kartalkaya, na província de Bolu, Turquia, durante a madrugada desta terça-feira (21). As informações foram divulgadas pela agência de notícias Associated Press (AP), com base em declarações das autoridades locais.

 

Segundo o ministro do Interior turco, Ali Yerlikaya, o incêndio ocorreu no resort Kartalkaya, um destino turístico muito frequentado nas montanhas de Koroglu, localizado a cerca de 300 quilômetros de Istambul.

Entre as vítimas, duas pessoas morreram após pularem de uma janela em uma tentativa desesperada de escapar das chamas. Outras usaram lençóis para tentar sair dos quartos.

No momento do incidente, havia 234 hóspedes no hotel, informou Abdulaziz Aydin, governador da província. A operação de resgate envolveu 30 veículos dos bombeiros e 28 ambulâncias.

Embora a causa do incêndio ainda não tenha sido confirmada, as autoridades suspeitam que o revestimento de madeira no exterior do hotel tenha contribuído para a rápida propagação das chamas.

Kartalkaya é uma popular estação de esqui que atrai turistas especialmente durante as férias escolares, período em que os hotéis da região costumam operar com capacidade máxima.

As investigações sobre o incidente continuam, enquanto as autoridades trabalham para esclarecer os fatores que levaram à tragédia.

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Trump concede perdão para 1.500 acusados por ataque ao Capitólio

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumpriu sua promessa e emitiu nesta segunda-feira (20) um decreto presidencial em que perdoa uma série de pessoas acusadas de crimes relacionados à invasão do Capitólio. No total, cerca de 1.500 réus foram contemplados, segundo o jornal The New York Times.

 

Trump repetiu ao longo de toda a sua campanha presidencial que perdoaria os insurgentes, que em 6 de janeiro de 2021 irromperam na sede do poder americano para impedir a certificação da vitória de Joe Biden depois de o republicano acusar, sem evidências, as eleições presidenciais nas quais foi derrotado de terem sido fraudadas.

A última vez em que Trump tinha feito uma declaração nesse sentido foi na véspera da posse, em um comício na One Capital Arena -mesmo local de onde milhares de pessoas acompanharam a transmissão de seu juramento depois que a cerimônia de investidura, prevista para acontecer ao ar livre, foi transferida para o interior do Capitólio devido ao frio intenso.

“Vocês vão ficar muito felizes com a minha decisão sobre os reféns [como ele se refere aos invasores] do J6 [sigla para o 6 de janeiro]”, disse o republicano no evento no domingo (19).

Cerca de 1.500 pessoas foram acusadas de cometer crimes durante a invasão do Capitólio, incluindo invasão de propriedade, agressão a policiais e conspiração sediciosa. Ao menos 600 delas foram condenadas.

O decreto desta segunda corrobora o que pessoas com conhecimento sobre o tema tinham afirmado à ABC News mais cedo. Segundo elas, Trump planejava anular as condenações dos que não tinham cometido violência durante a invasão e atenuar as sentenças dos que foram julgados culpados por agredir policiais. A última medida, especificamente, poderia fazer com que alguns dos invasores atualmente presos fossem libertados.

Além do perdão, Trump ainda pretendia assinar uma série de ordens executivas assim que assumisse. Algumas delas foram citadas em seu discurso de posse.

Ele afirmou por exemplo, que declararia emergência nacional na fronteira com o México para combater a imigração ilegal; classificaria os cartéis de drogas do país vizinho de organizações terroristas internacionais; revogaria as medidas relacionadas ao estímulo à energia limpa implementadas por Biden; imporia tarifas a importações; restauraria o que chamou de eficácia governamental; e acabaria com a censura, referindo-se à desregulação das big techs.

Por fim, em um avanço contra a parte da esquerda que defende políticas identitárias, disse que só reconheceria só duas categorias de gênero, masculino e feminino.

Trump não foi o único a emitir indultos nesta segunda. Faltando menos de 20 minutos para o fim de seu mandato, o agora ex-presidente Joe Biden concedeu indultos para uma série de pessoas, incluindo funcionários públicos e familiares seus, que segundo ele poderiam ser alvo de retaliação de seu sucessor.

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Medicamento para distrofia de Duchene chega ao Brasil e pode custar até R$ 20 mi

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Medicamento disponível para tratamento da DMD (distrofia muscular de Duchenne), o Elevidys (delandistrogeno moxeparvoveque) chegou ao Brasil e poderá custar, a preço de fábrica, até R$ 20 milhões.

 

O valor do medicamento é variável e depende do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) de cada estado brasileiro. O Maranhão é o estado com o imposto mais alto, onde o produto poderia atingir os R$ 20 milhões. Em regiões como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o fármaco poderá custar, entre R$ 18 e R$ 19 milhões.

Para estados com alíquota em 17% do ICMS, como é o caso de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, o medicamento custa a partir de R$ 18 milhões.

O preço de fábrica, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), é o valor máximo de venda que deve ser praticado por empresas produtoras, importadoras ou distribuidoras de medicamentos para farmácias, drogarias, hospitais, clínicas e para os governos.

O preço máximo ao consumidor ainda não foi definido pela agência.

A Anvisa concedeu o registro do Elevidys no Brasil no início de dezembro para a farmacêutica Roche.

O Elevidys é o primeiro medicamento de terapia gênica aprovado no Brasil para tratar crianças de 4 a 7 anos com DMD. Até então, o uso de alguns corticoides para retardar a progressão da fraqueza muscular era o único tratamento disponível no país.

Segundo a publicação no Diário Oficial da União, a concessão é em caráter excepcional e está sob condições de monitoramento a longo prazo dos pacientes tratados com o fármaco.

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Shakira é acusada de plágio por compositores brasileiros da música ‘Tu Tu Tu’

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DAVI GALANTIER KRASILCHIK
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os compositores brasileiros Ruan Prado, Luana Matos, e Calixto Afiune acusaram a cantora Shakira e o DJ Bizarrap por plágio na canção “Bzrp Music Sessions vol. 53”, lançada pela colombiana e o argentino em 2023. Os dois teriam plagiado a música “Tu Tu Tu”, canção lançada em 2020 por Mariana Fagundes e Léo Santana e regravada pela dupla May e Karen.

 

Segundo documentos enviados por Fredímio Biasotto Trotta, advogado dos quatro compositores, Shakira, Bizarrap, a Sony Music Group, a Sony Music Brasil, a Dale Play Records e outros artistas envolvidos na criação de “Bzrp Music Sessions vol. 53” foram notificados extrajudicialmente sobre o caso em dezembro do ano passado.

Prado, Matos, Graue e Afiune requisitaram o reconhecimento de sua autoria sobre a canção e o recebimento de porcentagens sobre o lucro da música. A canção traria um refrão, ritmo e temática semelhantes aos de “Tu Tu Tu”.

Na notificação, o advogado dos compositores, Fredímio Biasotto Trotta, reuniu uma série de informações técnicas, como um comparativo entre as partituras e um clipe de sobreposição das duas músicas. “Agora fala com tu tu tu tu/ Foi me trair tomou no tu tu tu”, diz a música brasileira, enquanto Shakira canta, em espanhol: “Para tipos como tú, uh, uh, uh, uh”.

O vídeo abaixo compara as duas canções:
Segundo Trotta, o diretor jurídico da Sony Music Publishing Brasil, João Diamantino, afirmou que a empresa tinha interesse em tentar um acordo e evitar um processo semelhante ao que envolve a cantora Adele, acusada de plagiar a canção “Mulheres” pelo artista brasileiro Toninho Geraes. O escritório de Trotta também faz a defesa do brasileiro neste caso.

Diamantino teria participado de uma reunião com os agentes dos artistas acusados, onde teriam discutido um possível reconhecimento do plágio, a extensão para coautoria e um percentual sobre a receita da faixa em questão.
A Sony e o escritório Veirano Advogados -também responsável pela defesa de Adele-, porém, não responderam com uma contraproposta até a data estipulada de 15 de janeiro. Procuradas pela Folha de S.Paulo, a Sony Music e a Veirano, mas não se manifestaram até a publicação deste texto.

Os compositores e o advogado estudam seguir com uma ação judicial.

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Viih Tube decide colocar DIU para não engravidar; Eliezer comemora

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Eliezer compartilhou que a esposa Viih Tube colocou DIU para não engravidar mais, ao menos por enquanto. Influenciadora afirmou que procedimento foi tranquilo. Casal já é pai da Lua e do Ravi.

 

Quem falou sobre a escolha de Viih Tube foi Eliezer: “Cara de marido feliz porque a mulher vai colocar DIU. Gratidão kkkkk! Vamos ser feliz e sem novos filhos, pelo menos por enquanto”, escreveu sorridente no Instagram nesta segunda-feira (20).

A brincadeira durou pouco quando uma seguidora disse para Eliezer que ela foi uma “filha do diu”: “Misericórdia”, respondeu ele escrevendo que seu brilho sumiu ao saber da possibilidade.

DIU é o dispositivo intrauterino (DIU) e se caracteriza como um método contraceptivo, ou seja, que impede gravidez com uma taxa de segurança de mais de 99%.

Após o marido contar nos Stories do Instagram, foi a vez de Viih Tube falar da decisão: “Coloquei o DIU, nem avisei vocês porque nem sabia se ia sobreviver, não sabia se eu ia arregar no meio. Porque eu decidi colocar em consultório normal, não anestesiei”, contou.

“Muitas mulheres escolhem anestesiar no hospital, mas eu tô tão assim [com ambiente hospitalar], meu parto foi muito recente, o Ravi ficou 20 dias lá então eu não quis”, explicou.

Ela descreveu que o procedimento foi tranquilo: “Foi super tranquilo e vou dar esse depoimento, porque quando eu fui pesquisar sobre o procedimento eu só vi coisa negativa, coisas horríveis. Não sei se foi tranquilo porque eu tive a dilatação do parto normal [recente], mas acho que é de mulher para mulher, devido a sensibilidade do útero”.

“Eu tava com tanto medo que quase esganei a mão do Eliezer. Mas no final foi mais medo do que dor, doei super pouco e estou com uma cólica super leve, mas na hora foi zero”, relatou.

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José Mourinho lança sua própria marca de vinho: ‘The Special One’

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O multivencedor técnico português José Mourinho decidiu se aventurar agora no universo dos vinhos. Atualmente no comando do Fenerbahçe, da Turquia, Mourinho anunciou em seu perfil do Instagram uma marca própria da bebida, que leva o nome do termo em inglês pelo qual ele ficou conhecido no futebol, ‘The Special One’ (o especial).

“Finais, eu venci. Ligas, eu conquistei. Eu nunca fui mais um na garrafa. Eu faço a garrafa. Prefiro não falar. As minhas conquistas, o meu sucesso, o meu trabalho, falam por si. Isto é o ‘The Special One'”, diz o treinador no vídeo publicado nas redes sociais. A bebida, produzida na região do Douro, em Portugal, está disponível para reserva por mais de R$ 700.

“Como alguém que valoriza a precisão, a qualidade e a excelência em todos os desafios, tenho o orgulho de apresentar o meu próprio vinho: ‘The Special One’. Escolhido a dedo de uma das minhas regiões favoritas em Portugal, este vinho reflete o espírito da minha terra natal e o meu desejo incansável de desfrutar de cada momento na vida. Criado com paixão e cuidado, é um presente de uma pessoa especial para outra”, diz ainda a publicação.

Mourinho assumiu o Fenerbahçe no meio de 2024, depois de ser dispensado do comando da Roma. Ele carrega no currículo dois títulos da Liga dos Campeões (um com o Porto e outro com a Inter de Milão), três títulos ingleses com o Chelsea, dois italianos com a Inter, um espanhol com o Real Madrid, entre outras conquistas.

‘Posso fugir agora, qualquer um pode’, diz Bolsonaro ao criticar Moraes por barrá-lo em posse de Trump

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LUCAS LEITE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), por ter barrado a sua participação na posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ocorre nesta segunda-feira (20). A declaração foi dada ao canal AuriVerde Brasil no YouTube.

 

“Um juiz que é o dono de tudo aqui no Brasil. É o dono da sua liberdade. Ele abre inquérito, ele te ouve, ouve o delator. Ele é o promotor, ele é o julgador, ele encaminha o seu juiz para fazer paz de audiência de custódia, tudo ele! Tira teu passaporte. Ele pode fugir. Eu posso fugir agora. Qualquer um pode fugir”, afirmou Bolsonaro.

Na última quinta-feira (16), Moraes negou o pedido do ex-presidente para viajar aos Estados Unidos. Na decisão, o ministro do STF mencionou a existência de risco de fuga do ex-mandatário, indiciado em casos como o da trama golpista de 2022.

Bolsonaro reafirmou nesta segunda que havia sido formalmente convidado para o evento em Washington.

Moraes disse na semana passada que não foram apresentados documentos que comprovassem a veracidade do convite feito por Trump para participar da cerimônia de posse na capital americana.

“Eu fui convidado. Toda a imprensa do mundo todo divulgou isso aí. Como a imprensa do mundo todo está divulgando que eu fui proibido de ir para lá por causa de uma decisão de um juiz”, afirmou Bolsonaro.

O magistrado, na semana passada, também justificou sua decisão com base no histórico de declarações públicas de Bolsonaro em favor da fuga de condenados.

Na entrevista, Bolsonaro questionou os motivos de sua inelegibilidade eleitoral e afirmou que, caso não seja candidato nas eleições de 2026, isso será um indicativo de que “não há democracia” no Brasil.

“Já tá difícil falar em democracia hoje em dia, né? Mas eleições, sem oposição, não é democracia. Deixa o povo decidir. Isso não é democracia? Alguns falam, ‘quem seria o seu reserva para 2026 se você não vier?’ Se eu não vier, é sinal que não tem democracia”, afirmou.

No último sábado (18), o ex-presidente afirmou que espera contar com o apoio de Donald Trump para reverter sua inelegibilidade. “Com toda certeza, se ele [Trump] me convidou, ele tem a certeza que pode colaborar com a democracia do Brasil afastando inelegibilidades políticas, como essas duas minhas que eu tive.”

No entanto, Bolsonaro não explicou de que forma essa situação poderia ser feita. “Só a presença dele, o que ele quer, só ações. Não vai admitir certas pessoas pelo mundo perseguindo opositores, o que chama de lawfare, que ele sofreu lá. Grande semelhança entre ele e eu. Também sofreu atentado.”

Durante a participação no canal no YouTube nesta segunda-feira, o ex-presidente afirmou que se emocionou ao se despedir da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro no aeroporto de Brasília, no fim de semana, e expressou o desejo de estar com a esposa nos Estados Unidos.

“Logicamente queria estar do lado dela. Por isso a gente chora, né? Por que não chorar? Ou eu sou uma máquina? Eu tenho as minhas fraquezas. Eu queria estar com ela. Infelizmente não pude estar presente, mas ela foi para lá”, afirmou.

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Trump anuncia que EUA sairão do Acordo de Paris

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GIULIANA MIRANDA
MADRI, ESPANHA (FOLHAPRESS) – Horas após voltar oficialmente à Presidência dos EUA, Donald Trump anunciou que irá retirar seu país do Acordo de Paris, pacto assinado pela comunidade internacional em 2015 com o objetivo de reduzir as emissões de gases-estufa que agravam o aquecimento global.

 

A decisão, comunicada menos de uma semana depois de a ONU (Organização das Nações Unidas) confirmar que 2024 foi o ano mais quente já registrado, era uma promessa desde a campanha eleitoral do republicano, que tomou a mesma atitude em seu primeiro mandato.

Desta vez, contudo, a saída efetiva do entendimento será mais rápida: em um ano após a formalização do pedido pela via oficial.

Quando Trump anunciou a intenção de deixar o pacto pela primeira vez, em 2016, foi preciso esperar mais tempo, uma vez que uma regra impede que os pedidos de saída ocorram menos de três anos após a entrada em vigor do acordo.

Com isso, a decisão só entrou em vigor no em 4 de novembro de 2020, um dia após a eleição presidencial daquele ano. Ao assumir o cargo, Joe Biden anunciou a reintegração dos EUA ao Acordo de Paris ainda no dia da posse, em 20 de janeiro de 2021.

Especialistas consideram que a saída do maior emissor histórico de gases-estufa e vice-líder dos dias atuais, atrás apenas da China, trará consequências negativas para os esforços para controlar as mudanças climáticas, ainda que as dimensões dessas mudanças ainda não estejam claras.

“Com o retorno de Trump à Casa Branca, enfrentamos uma renovada incerteza e desafios significativos no enfrentamento da crise climática global. Seu mandato anterior resultou em uma pausa perigosa nos esforços para mitigar as mudanças climáticas. Outro atraso é algo que não podemos nos dar ao luxo de suportar”, diz Johan Rockström, diretor do PIK (Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático).

Para Ani Dasgupta, presidente do think thank WRI (World Resources Institute), a saída dos EUA do pacto acaba reduzindo o posicionamento dos EUA no mundo.

“Todos os anos, muitas comunidades americanas são bombardeadas por incêndios florestais, inundações e furacões que não conhecem fronteiras. Ao mesmo tempo, a transição para uma economia de baixo carbono já está em curso. Abandonar o Acordo de Paris não protegerá os americanos dos impactos climáticos, mas dará à China e à União Europeia uma vantagem competitiva na florescente economia da energia limpa e resultará em menos oportunidades para os trabalhadores americanos”, avaliou.

Com a decisão, os EUA voltarão a ser o único país que já saiu do acordo. Ambientalistas temem, porém, que o posicionamento americano possa incentivar outras nações com lideranças de ultradireita, como a Argentina e a Turquia, a replicarem a manobra.

Trump também anunciou a intenção de declarar uma situação de “emergência energética”. O objetivo é acelerar a extração de petróleo e gás nos EUA, o que contribuiria para a redução dos preços da energia para os consumidores.

Em seu discurso de posse, Trump voltou a exaltar os combustíveis fósseis, que são responsáveis pela maior parte dos gases acumulados na atmosfera que, nas condições atuais, colocam o planeta em uma trajetória de aquecimento superior a 2,4°C.

“Temos algo que nenhuma outra nação manufatureira jamais terá: a maior quantidade de petróleo e gás de qualquer país na Terra, e nós vamos usá-los,” afirmou. “Nós vamos perfurar, baby, perfurar”, completou, repetindo um dos slogans usados em seus comícios.

Fatores econômicos tornam improvável, contudo, que Trump consiga reverter inteiramente a trajetória de descarbonização da matriz energética do país. Há muitos americanos, incluindo em Estados comandados por republicanos, faturando alto com a transição.

Por isso, é possível que o novo presidente encontre resistências, inclusive dentro de seu partido, para esvaziar a Lei de Redução da Inflação (IRA, na sigla em inglês), sancionada por Biden em 2022 e responsável por injetar US$ 400 bilhões em projetos de energia limpa nos EUA.

No primeiro mandato de Trump na Casa Branca, Estados progressivas se uniram para manter viva as ambições climáticas dos EUA, além de sua presença no cenário do multilateralismo climático global.
O mesmo aconteceu com representantes do Congresso, que organizaram delegações paralelas para as COPs, as conferências mundiais do clima, da ONU.

Realizada daqui a menos de um ano, a próxima cúpula, a COP30, que acontece em novembro em Belém (PA), ainda contará com a presença dos EUA como membros formais do Acordo de Paris.

Os palpites sobre a possível conduta dos negociadores climáticos norte-americanos, contudo, vão da indiferença à obstrução total.

Apesar do cenário pouco otimista, o governador do Pará, Helder Barbalho, usou as redes sociais saudar Donald Trump e “reforçar o convite” para que ele compareça à conferência em Belém. “Esperamos contar com sua presença na COP30 para discutir o futuro do planeta.”

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Fora da Globo, Sergio Chapelin surge com visual barbudão e choca internautas

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ANAHI MARTINHO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Aposentado desde 2019, Sergio Chapelin abandonou o visual “certinho” que marcou sua imagem durante os 50 anos que trabalhou na Globo.

 

Em recente aparição nas redes sociais, o jornalista foi visto com um look mais tranquilo, de cabelo longo, preso em um rabinho para trás, e barba cheia.
Chapelin, 83, gravou um vídeo lamentando a morte do colega Léo Batista, no último domingo (19).

O novo visual do jornalista rendeu elogios nas redes. “Achei estilosaço”, escreveu um seguidor. “Gente, que sorte dele envelhecer de forma natural”, comentou outra.

“O nome disso é liberdade”, elogiou outra. “Décadas tendo que ficar impecável e agora aproveitando a aposentadoria e relaxando. Em todo o tempo, um grande jornalista”, acrescentou outro.

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Neymar quer voltar ao Santos para recuperar bom futebol, retornar à seleção e ‘ser feliz’

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Neymar quer voltar ao Santos, que deseja mais ainda que o atleta retorne após 12 anos fora do País. Nos últimos dias, as conversas se intensificaram e os cartolas santistas, sobretudo Marcelo Teixeira, se animaram. O presidente fala quase todo dia com o pai de Neymar, que foi seduzido pelo tão falado projeto oferecido pelo clube, que prevê um contrato curto, de seis meses, com a possibilidade de prorrogação até a Copa do Mundo de 2026.

 

 

Na semana passada, o Santos exibiu um vídeo, com inteligência artificial, no qual a voz de Pelé elenca as razões pelas quais o atleta deveria retornar à equipe que o lançou para o futebol. O conteúdo deixou o pai de Neymar emocionado. Marcelo Teixeira sempre diz que o projeto apresentado ao jogador é “ambicioso” e que a relação entre as duas partes “continua forte”.

 

Pessoas próximas ao jogador detalharam, ao Estadão, quais são esses motivos de Neymar querer regressar ao primeiro time de sua carreira: poder voltar jogar futebol e, consequentemente, ser feliz, o que não tem feito no Al-Hilal porque sequer foi inscrito no Campeonato Saudita; desejo de ser convocado à seleção brasileira; e o tratamento de ídolo que tem no Santos, o que sente sempre que vai à Vila Belmiro assistir a uma partida.

 

Técnico do Al-Hilal, o português Jorge Jesus admitiu recentemente que a situação de Neymar “não é fácil” e que ele não tem conseguido “acompanhar a equipe fisicamente”. O atleta considera que, no Santos, será mais bem tratado e conseguirá reaver sua melhor forma física em pouco tempo, entrando mais vezes em campo e disputando um campeonato mais competitivo que os torneios na Arábia, o Brasileirão.

 

O desejo é mútuo, as duas partes se entenderam. O problema é que Neymar está empregado. Tem contrato com o Al-Hilal e, para ser jogador do Santos neste momento, precisa se desvincular do time árabe que pagou 90 milhões de euros para tirá-lo do PSG e que paga mensalmente, de salário, 13 milhões de euros – cerca de R$ 80 milhões ao jogador.

 

Ele não gostaria, mas já admite que, para romper seu contrato, deve ter de abrir mão de parte dos 65 milhões de dólares (aproximadamente R$ 390 milhões) que ainda tem a receber em seu contrato.

 

No Santos, evidentemente, o atacante de 32 anos não receberá nem perto disso de salário. Os valores ainda não foram discutidos, só serão quando – e se – o atleta rescindir com o Al-Hilal. Mas há o entendimento de que o jogador não irá exigir um vencimento fora da realidade do time paulista, que terá receitas mais altas em relação à temporada passada, mas continua com profundos problemas financeiros.

 

Neymar jogou apenas sete partidas na Arábia Saudita. Uma grave lesão no joelho o tirou do gramado por mais de um ano. No começo de novembro, na segunda partida depois de seu retorno aos gramados, o atacante sofreu mais uma contusão, desta vez muscular, e desde então nunca mais entrou em campo.

 

Oficialmente, o discurso entre os santistas é de que não há nada encaminhado nem fechado com Neymar, embora as conversas indiquem o contrário. “O Neymar tem um contrato com o clube dele. Se eles se resolverem por lá, a gente avalia como que pode ficar essa possível vinda para cá”, limitou-se a dizer o CEO Pedro Martins.

 

O técnico Pedro Caixinha afirmou o óbvio. “Qualquer treinador gostaria de ter o Neymar no seu elenco. Ainda não há nenhuma notícia oficial disso, se isso se concretizar, terei o maior prazer de falar disso e se não concretizar, isso nunca terá acontecido para mim”, disse ele.

 

Neymar disputou 225 partidas com a camisa do Santos. Entre 2009 e 2013, foram 136 gols, 64 assistências e seis títulos: três do Paulistão (2010, 2011 e 2012), um da Copa do Brasil (2010), um da Copa Libertadores (2011) e um da Recopa Sul-Americana (2012).

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Biden sai da Casa Branca com aprovação quase 40% menor do que quando entrou

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CLARA BALBI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma pesquisa da CBS publicada neste domingo (19), véspera da posse de Donald Trump, apontou que o índice de aprovação do agora ex-presidente Joe Biden é não só bem menor do que o de seu antecessor republicano ao terminar o mandato, como a pior que ele registrou ao longo de todo o seu tempo de governo.

 

Segundo o levantamento, Biden, que tinha 61% de apoio quando assumiu a Presidência, deixa o cargo com uma taxa de 37%.

O recorde negativo anterior dos últimos 12 mandatos pertence a George W. Bush. Ao passar o poder para Barack Obama, em 2009, ele tinha 22% de aprovação. Em seguida, está Trump, cuja popularidade era de 41% quando ele deixou a liderança dos EUA, em 2021.

Em seguida vêm, de acordo com a pesquisa, Jimmy Carter (1977-1981), com 44% de aprovação; George Bush pai (1989-1993), com 54%; Bill Clinton (1993-2001) e Ronald Reagan, empatados com 68%; e Obama (2009-2017), com 62%.

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Passageiro de 67 anos morre ao cair de escada em desembarque de avião no interior de SP

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SIMONE MACHADO
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP (FOLHAPRESS) – O auditor fiscal Marco Antonio D’Amico, de 67 anos, morreu após cair da escada de um avião durante o desembarque em São José do Rio Preto (a 440 km de São Paulo), no domingo (19).

 

Segundo testemunhas, o homem era um dos primeiros passageiros a descer da aeronave e teria tropeçado em um dos degraus enquanto desembarcava pela porta dianteira. Na queda, bateu a cabeça no chão e teve uma parada cardiorrespiratória.

Um passageiro fez os primeiros atendimentos, com manobras de massagem cardíaca até a chegada dos profissionais da Seção Contra Incêndio, da concessionária ASP (Aeroportos Paulistas), que administra o local.

Na sequência, Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) foram chamados e seguiram com as manobras de ressuscitação, porém, a morte foi constatada no local.

“Apesar dos esforços de reanimação, o passageiro já estava sem sinais vitais. A concessionária ASP lamenta profundamente o ocorrido e expressa suas sinceras condolências aos familiares e amigos neste momento de dor”, disse em nota a concessionária.

O caso foi registrado pela Polícia Civil como morte suspeita.
D’Amico estava no voo 3082 da Latam, que decolou do aeroporto de Congonhas às 17h35, e desembarcou no interior paulista, onde morava. O voo foi marcado por turbulências.

A reportagem procurou a Latam, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

D’Amico era auditor fiscal da Delegacia Regional Tributária de São José do Rio Preto e também era representante sindical do Sinafresp (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de São Paulo).

”Marco Antonio foi um exemplo de compromisso com o serviço público e com a categoria dos auditores fiscais, atuando com dedicação incansável para fortalecer a união e defender os interesses de todos nós. Ao longo de sua trajetória, conquistou o respeito e a admiração de seus colegas, deixando um legado que seguirá como inspiração para as futuras gerações. Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando força e conforto para atravessar essa difícil perda. A memória de Marco Antonio D’Amico permanecerá viva em nossos corações e na história do Sinafresp”, escreveu o sindicato em nota.

O corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) para exame. O velório ocorre até as 20 horas desta segunda-feira (20) na Capela Prever. O corpo será cremado.

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Trump diz que Panamá quebrou promessas e que vai tomar o Canal do Panamá de volta

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Donald Trump afirmou em seu discurso de posse que o Panamá teria quebrado promessas do acordo que resultou na entrega da infraestrutura que havia sido construída pelos EUA.

 

“A China está operando o canal e nós o demos para Panamá, não para China, disse Trump, afirmando que os EUA vão “pegá-lo de volta”.

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Rafael Bittencourt, do Angra, escreve laudo para atestar plágio em música de Adele

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cantor, compositor e guitarrista Rafael Bittencourt, da banda de rock Angra, entregará nesta segunda-feira (20) um laudo, afirmando que Adele plagiou o sambista Toninho Geraes ao lançar, há nove anos, a canção, “Million Years Ago”, no álbum “25”.

 

Encomendado pela advogada Deborah Sztanjberg, que defende Geraes, o laudo será incorporado ao processo, de fevereiro do ano passado, que acusa a artista britânica e o outro compositor da faixa, o americano Greg Kurstin, de plágio.

Procuradas pela Folha, as gravadoras Sony e Universal, que representam a artista britânica no país, não se manifestaram sobre o caso até a publicação deste texto.

Bittencourt diz que “Million Years Ago” tem sincronicidade com “Mulheres”, a composição de Geraes, famosa na voz de Martinho da Vila.

“As duas canções têm os mesmos acordes, as mesmas harmonias e o desenho melódico, com o uso de colcheias”, afirma o músico, que aceitou fazer o laudo por ser amigo da advogada. Em sua visão, o plágio nem sempre acontece de maneira intencional, já que os músicos são influenciados, a todo momento, por melodias.

Ao mesmo tempo, a sincronicidade indica que a probabilidade de um acidente é baixa. Afinal, ele diz que os compositores de “Million Years Ago” tentaram disfarçar as semelhanças com “Mulheres”. “A música não me impactou imediatamente, porque eles modificaram algumas notas, mas os acordes e a harmonia continuaram idênticos”, afirma o músico.

Com visibilidade internacional, a banda Angra é uma das principais dedicadas ao metal em atividade no Brasil. Bittencourt, ele próprio, diz já ter sido plagiado. Há duas décadas, a composição “Stand Away”, do primeiro disco do grupo, “Angels Cry” foi copiada por duas bandas de forró: Mala Sem Alça e Moleca Sem Vergonha.

No início do mês, a Justiça do Rio de Janeiro manteve a liminar que suspende a reprodução e comercialização, no Brasil e no exterior, da música de Adele. A determinação deve ser acatada pelas plataformas digitais, que deverão retirar a música imediatamente de seus catálogos. A medida, no entanto, só tem validade após os serviços serem notificados oficialmente, em um prazo que a decisão judicial não deixa claro.

Além disso, na segunda-feira (13), a Polícia Civil abriu um inquérito para investigar suposta falsificação da assinatura da artista britânica, em procurações relacionadas ao processo.

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Douglas Luiz, da Juventus, está na mira do Manchester City, afirma site

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O volante brasileiro Douglas Luiz, da Juventus, é um dos nomes analisados pelo Manchester City para reforçar o elenco do técnico Pep Guardiola. A informação foi divulgada pelo site The Athletic, que pertence ao jornal The New York Times.

 

Segundo o portal, o Manchester City tem a intenção de contar com o jogador da Juventus por empréstimo, sem obrigação de compra. No entanto, a equipe italiana só estaria disposta a negociar o atleta de forma definitiva, ou, no caso de empréstimo, com a obrigação de compra.

Na atual temporada, Douglas Luiz contabiliza 16 partidas pela Juventus. O brasileiro não marcou nenhum gol e não deu assistências até o momento. O Nottingham Forest, da Inglaterra, é outro clube que demonstrou interesse no meio-campista nas últimas semanas.

O Manchester City prioriza a contratação de um jogador para reforçar o meio-campo. O espanhol Rodri, vencedor da Bola de Ouro em 2024, ainda se recupera de uma grave lesão no joelho e não atuará nesta temporada.

O jogador foi revelado pelo Vasco e já fez parte do elenco do Manchester City, que o contratou junto ao time carioca em 2017. Mas o clube inglês o emprestou para o Girona, da Espanha. Posteriormente, Douglas Luiz foi negociado com o Aston Villa. Ele chegou à Juventus no ano passado.

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No STF, Fachin suspende pagamento de R$ 233 mi a advogado em acordo da Vale com indígenas

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O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, suspendeu uma decisão do Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA) que fixava o pagamento de R$ 233 milhões em honorários a um escritório de advocacia que atuou em nome de indígenas da etnia Xikrin em ações contra a mineradora Vale. A decisão do TJ-PA também determinava a retenção de 10% de cada parcela mensal paga pela Vale aos indígenas em decorrência de acordo firmado com a empresa para compensar os danos causados pela mineração à Terra Indígena Cateté, no Pará. O acordo prevê o repasse de mais de R$ 2,3 bilhões às comunidades indígenas até 2067.

 

As associações indígenas que representam a etnia Xikrin haviam contratado o advogado José Diogo de Oliveira Lima para representá-las nas ações, mas revogaram o mandato do advogado antes do fim do processo.

O escritório entrou na Justiça para cobrar o pagamento dos honorários por sua atuação, e obteve uma decisão favorável na primeira instância para receber R$ 3,3 milhões. Ele recorreu e, na segunda instância, o TJ-PA aumentou o valor para R$ 233 milhões.

Fachin estava no exercício da presidência da Corte em regime de plantão até o domingo, 19. A decisão, proferida no dia 16, atendeu a pedido formulado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

O órgão argumentou que casos sobre direitos indígenas devem ser julgados pela Justiça Federal, e não pela estadual, e que a decisão do TJ-PA traz perigo de danos irreparáveis às comunidades indígenas – já que suprime parte do valor que seria destinado ao povo Xikrin.

Fachin considerou que “compete à Justiça Federal o julgamento de questões, ainda que reflexas, de terras indígenas”.

Ele ainda destacou que há risco de lesão à segurança pública e citou ameaça de “iminente recrudescimento de conflitos” na área, em razão do não repasse integral dos valores pactuados no acordo.