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Trump autoriza prender imigrantes em hospitais, escolas e igrejas

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou seu novo mandato com uma série de medidas voltadas ao endurecimento das políticas de imigração. Nesta terça-feira (21), ele revogou um regulamento implementado pelo governo anterior de Joe Biden, que impedia a prisão de imigrantes em situação irregular em locais considerados sensíveis, como escolas, hospitais e igrejas.

 

Com a mudança, agentes do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) ficam autorizados a realizar operações em instituições anteriormente protegidas. Benjamine Huffman, diretor interino do DHS, justificou a decisão afirmando que “criminosos não poderão mais se esconder nas escolas e igrejas do país”.

Além disso, Trump também assinou decretos para acelerar deportações de imigrantes que não possuam status legal nos EUA, que tenham entrado no país de forma irregular ou que não consigam comprovar residência de pelo menos dois anos em território americano. A nova diretriz amplia o escopo de atuação dos agentes federais, permitindo que qualquer imigrante com ordem de deportação, independentemente de acusações criminais, seja alvo das operações.

Entre as mudanças mais polêmicas está a suspensão automática da cidadania para filhos de imigrantes ilegais nascidos em território americano. A medida, considerada inconstitucional por especialistas, gerou forte reação. Pelo menos 22 estados governados por democratas já entraram com ações judiciais contra o governo federal, buscando barrar a nova política.

O governo Biden havia estabelecido uma série de moratórias para proteger centenas de milhares de imigrantes, garantindo sua permanência no país. Com a revogação dessas proteções, muitas dessas pessoas estão novamente sujeitas a deportações.

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Cerca de 230 mil brasileiros correm o risco de serem deportados dos EUA

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A recente posse de Donald Trump como 47º presidente dos Estados Unidos trouxe à tona uma série de medidas rigorosas relacionadas à imigração, impactando diretamente os imigrantes brasileiros em situação irregular no país.

 

De acordo com dados do Pew Research Center, o número de brasileiros vivendo ilegalmente nos EUA aumentou de 130 mil em 2016 para 200 mil em 2021, representando um crescimento de 54%. Estima-se que atualmente cerca de 230 mil brasileiros residam de forma clandestina no país.

O que Trump pretende fazer?

Em seu primeiro dia no cargo, Trump assinou decretos que revogaram políticas implementadas pelo governo Joe Biden. Entre as mudanças, destacam-se:

Fim das áreas protegidas: Antes consideradas zonas seguras, escolas, hospitais e igrejas passam a ser acessíveis para agentes de imigração conduzirem operações. Segundo o diretor interino do Departamento de Segurança Interna (DHS), Benjamine Huffman, o objetivo é garantir que “criminosos não possam mais se esconder nesses locais.”

Revogação de moratórias: Medidas que permitiam a permanência de imigrantes com processos pendentes foram eliminadas, afetando centenas de milhares de pessoas.

Aceleração das deportações: Trump ordenou que imigrantes que:

Entraram ilegalmente nos EUA,
Não possuem status regularizado,
Não podem provar que moram no país há pelo menos dois anos, sejam alvos prioritários de deportação imediata.

Suspensão da cidadania por nascimento: O decreto, que contradiz a Constituição dos EUA, impede que filhos de imigrantes ilegais nascidos no país tenham direito à cidadania americana. Essa medida gerou forte reação, com 22 estados governados por democratas já entrando na Justiça contra o governo federal.

Impacto para os brasileiros

Com essas medidas, os brasileiros em situação irregular nos EUA enfrentam um risco aumentado de deportação. Em 2024, 1.648 brasileiros foram deportados dos EUA, número que pode crescer significativamente sob as novas políticas. Além disso, a possível revogação da cidadania por nascimento afetaria diretamente filhos de imigrantes brasileiros nascidos no país. 

Reações e Desafios Legais

As ações de Trump já geraram respostas de diversos estados e organizações. Pelo menos 22 estados governados por democratas entraram na Justiça contra o governo federal para contestar a medida que busca eliminar a cidadania por nascimento

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Grávida, Lexa é internada em SP e se afasta do Carnaval: “caso delicado”

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A cantora Lexa, de 29 anos, está internada em São Paulo devido a um quadro de pré-eclâmpsia. Grávida de seis meses de sua primeira filha, Sofia, fruto do relacionamento com o ator Ricardo Vianna, de 32 anos, Lexa optou por se afastar temporariamente de suas atividades para priorizar a saúde. Pessoas próximas confirmaram a informação ao jornalista Lucas Pasin.

 

“É um momento delicado. Ela se afastou momentaneamente da Unidos da Tijuca para cuidar exclusivamente da saúde da Sofia”, disse uma fonte. O estado de saúde da bebê requer atenção especial.

A pré-eclâmpsia é uma condição que pode ocorrer após a 20ª semana de gestação, caracterizada pela hipertensão arterial, que pode surgir de forma nova ou como agravamento de uma hipertensão já existente. A doença pode levar ao desprendimento da placenta e, em casos mais graves, resultar em um parto prematuro, colocando em risco a saúde da mãe e do bebê.

Em meio à internação, Lexa também anunciou que não desfilará como rainha de bateria da Unidos da Tijuca no Carnaval 2025. A decisão foi comunicada pela cantora na noite de terça-feira (21), por meio de suas redes sociais.

Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

“No momento, o meu maior sonho é ter a minha filha em segurança. Após muitas conversas e avaliações, decidi me afastar do desfile deste ano. A vida de uma mãe começa nas escolhas e renúncias, e hoje minha maior prioridade é a Sofia”, escreveu Lexa.

A cantora, que sempre demonstrou paixão pelo Carnaval, destacou a importância de priorizar a saúde nesse momento delicado. Lexa vinha desempenhando um papel de destaque como rainha de bateria da escola de samba carioca, mas agora concentra suas energias na recuperação e na chegada de sua filha.

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Leo DiCaprio perde mansão, carros e obras de arte nos incêndios em LA

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Leonardo DiCaprio sofreu uma perda significativa devido a um incêndio de grandes proporções que atingiu Los Angeles no início de janeiro de 2025. De acordo com o canal Ibrat News, o ator perdeu uma mansão avaliada em US$ 70 milhões (aproximadamente R$ 420 milhões), além de uma valiosa coleção de obras de arte e veículos de luxo

 

A propriedade, que já era imponente, recebeu investimentos adicionais de US$ 8 milhões (cerca de R$ 48 milhões) em reformas e mobília, incluindo marcenaria italiana, pisos de mármore, uma ampla piscina e um cinema particular. Entre os itens destruídos pelo fogo estava uma obra original de Jackson Pollock, avaliada em US$ 5 milhões (aproximadamente R$ 30 milhões). Além disso, sua coleção de carros de luxo, incluindo modelos como uma Ferrari de US$ 800 mil (cerca de R$ 4,8 milhões), um Bentley de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 6 milhões) e um Pagani Huayra de US$ 1,1 milhão (cerca de R$ 6,6 milhões), também foi perdida.

A evacuação emergencial da área, agravada pelo intenso trânsito, impossibilitou o resgate dos veículos. DiCaprio deixou Los Angeles às pressas em um jato particular devido à gravidade da situação. Segundo estimativas do Ibrat News, o prejuízo total do astro ultrapassou US$ 120 milhões (aproximadamente R$ 720 milhões). 

Os incêndios em Los Angeles afetaram diversas propriedades de alto valor na região. Recentemente, uma das casas que serviu de cenário para a série “Succession” foi devastada pelo fogo. Trata-se da mansão mais cara de Pacific Palisades, avaliada em US$ 125 milhões (cerca de R$ 750 milhões). A residência de design futurista possuía quatro andares, 18 suítes, seis banheiros, cinema particular com 20 lugares, adega e mirante.

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Ministro de Bolsonaro tem punição anulada e será julgado de novo no caso de pastores no MEC

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A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu, no fim do ano passado, anular uma sanção que havia aplicado a Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação de Jair Bolsonaro, pelo caso do “gabinete paralelo” dos pastores que atuavam no ministério, revelado pelo Estadão em 2022. A decisão foi tomada na última reunião do colegiado de 2024, em 16 de dezembro, mas, por ser um processo em andamento, foi divulgada sem o nome da autoridade escrutinada.

 

A sanção anulada foi uma censura ética. A medida não tem o efeito concreto de uma multa, por exemplo, mas funciona como uma espécie de mancha no currículo. Um novo julgamento deverá ser realizado na próxima reunião do colegiado, marcada para 27 de janeiro.

O caso que ficou conhecido como “gabinete paralelo” consistia na influência exercida na pasta por dois pastores, Gilmar Silva dos Santos e Arilton Moura, sem vínculo com o ministério. As reportagens da época mostraram que eles facilitavam o acesso de pessoas ao ministro. Uma gravação vazada naquele período registrava Milton Ribeiro dizendo que daria preferência a atender “a todos os que são amigos do pastor Gilmar” – e que isso teria sido um pedido do então presidente, Jair Bolsonaro.

O caso também incluiu, por exemplo, um prefeito acusando um dos pastores de ter pedido pagamentos em ouro para liberar recursos para creches no ministério. A Comissão de Ética, porém, foca na declaração gravada do então ministro. O relator do processo no colegiado foi Manoel Caetano, que preside a comissão. No voto em que recomendou a censura ética, ele afirmou que a declaração “colocou em dúvida a integridade e a clareza de posições da administração pública, em claro desvio de caráter ético-jurídico, bem como revelou o descumprimento do compromisso moral e dos padrões qualitativos estabelecidos para a conduta da alta administração”.

A defesa de Milton Ribeiro negou irregularidades tanto na época em que o caso foi divulgado quanto no processo da Comissão de Ética. Argumentou que a distribuição de recursos para municípios era realizada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e que não poderia interferir nos critérios de repasse. Também disse que o áudio não menciona nenhuma contrapartida para o envio de recursos e que as notícias que embasavam a representação eram inverídicas. Milton Ribeiro deixou o Ministério da Educação por causa do escândalo. Depois, ainda em 2022, ele chegou a ser preso durante a investigação da Polícia Federal sobre o caso.

A anulação da censura ética teve origem em embargos de declaração, tipo de recurso que pede esclarecimentos ou correções sobre uma decisão. Os representantes de Milton Ribeiro pediram a nulidade do julgamento sob o argumento de não ter havido intimação no fim da investigação e na designação do julgamento, o que teria reduzido o direito de defesa do ex-ministro.

“Nem sequer foram concedidos ao embargante e sua defesa técnica o prazo para apresentar as alegações finais e a oportunidade para sustentar oralmente. Até mesmo porque, o embargante apenas tomou conhecimento da sanção que lhe fora imposta, quando já havia sido emitida e formalizada a conclusão do Colegiado”, afirmou a defesa de Milton Ribeiro.

Em seu novo voto, o presidente da Comissão de Ética, Manoel Caetano, disse não ter havido prejuízo à defesa porque o ex-ministro teria tido oportunidade para se manifestar sobre todas as provas produzidas. Apesar disso, concordou com a nulidade do julgamento porque a publicação da pauta da reunião que decidiria pela censura ética não incluiu o nome do advogado de Milton Ribeiro, Daniel Bialski. Também determinou a inclusão de novo julgamento do processo na próxima reunião do colegiado, com intimação dos interessados.

“Os advogados do ex-ministro Milton Ribeiro explicitam que ninguém pode ser julgado sem observância e respeito aos princípios constitucionais do devido processo, contraditório e ampla defesa. E no caso, isso ocorreu e por isso o procedimento foi anulado pela própria Comissão de Ética Pública da Presidência. Aguarda-se o correto andamento do processo e a marcação dos demais atos processuais para possibilitar que se possa comprovar a plena inocência das acusações apresentadas, bem como evidenciar a conduta sempre proba, ética e correta de Milton Ribeiro enquanto Ministro da Educação”, afirmou a defesa do ex-ministro em nota enviada à reportagem.

“A decisão foi anulada por nulidade decorrente de falta de regular intimação do advogado do acusado. Suprida essa nulidade, o processo deve entrar na pauta de janeiro”, afirmou o presidente da Comissão de Ética, Manoel Caetano, que também é relator do processo.

Mega-Sena acumula e concurso pode pagar R$ 10 milhões na quinta (23)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O prêmio da Mega-Sena acumulou. A Caixa Econômica Federal sorteou, nesta terça (21), o concurso 2818. O valor principal era de aproximadamente R$ 7 milhões. A previsão é de que o próximo sorteio, na quinta-feira (23), pague R$ 10 milhões. Os números sorteados foram: 07, 10, 12, 15, 25, 47.

 

O sorteio ocorre no Espaço da Sorte, na avenida Paulista, em São Paulo, com transmissão ao vivo pela RedeTV! e pelos canais da emissora e da Caixa no YouTube e Facebook.

A aposta simples para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser feita até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio em uma casa lotérica ou pela internet, por meio do aplicativo Loterias Caixa ou pelo site de loterias da Caixa.

A probabilidade de acerto para quem faz uma aposta de seis números (no valor de R$ 5) da Mega-Sena é de uma em mais de 50 milhões. Na aposta com sete números (que custa R$ 35), a chance sobe para uma em 7,1 milhões.

VEJA COMO JOGAR

Pelo site

  • Acesse o site Loterias Online
  • Confirme se tem mais de 18 anos. Depois, clique em “acessar”, no canto superior direito. Se for o primeiro acesso, cadastre-se. Caso contrário, faça seu login usando CPF e senha
  • Role a tela para baixo e, na opção da Mega-Sena, clique no ícone “Aposte Agora!”
  • Escolha as dezenas que quer apostar Informe se quer apostar com mais números e se quer ativar a surpresinha e/ou a teimosinha
  • Quando acabar tudo, clique em “colocar no carrinho”, logo abaixo
  • Quando o valor total da compra for superior a R$ 30, selecione a opção “ir para pagamento”, do lado direito
  • Informe os dados do seu cartão de crédito e confirme a compra
  • Após o sorteio, entre no site, faça login e clique em “minha conta”
  • Em seguida, em “apostas” e, depois, em “conferir apostas”
  • Se você tiver ganhado, irá aparecer o prêmio que receberá e os procedimentos para retirada

Pelo aplicativo

  • Baixe o aplicativo Loterias Caixa, disponível gratuitamente para Android e iOS
  • Após a introdução, faça login ou cadastre-se
  • Na tela inicial, localize a Mega-Sena e clique em “aposte”
  • Selecione as dezenas desejadas e informe se quer usar mais números e se pretende ativar a teimosinha e a surpresinha
  • Quando acabar, selecione “adicionar ao carrinho de apostas”, na parte de baixo da tela
  • Assim como no site, o valor mínimo é de R$ 30. Se não deu esse valor, volte ao início e faça outros jogos até atingir a quantia. Ao terminar, clique em “carrinho de apostas”
  • Confira as apostas e, se estiver tudo certo, vá em “avançar para a forma de pagamento”
  • Informe os dados do cartão e clique em “apostar e autorizar cobrança”
  • Depois do sorteio, acesse o aplicativo. Abra o menu, clicando no botão no canto superior esquerdo e escolha “minha área” e, em seguida, “minhas apostas”. Nessa área irá aparecer se você ganhou ou não

Pelo Internet Banking

  • Acesse a plataforma do Internet Banking com seu login e senha
  • Clique em loterias
  • Escolha Mega-Sena e depois apostar (o limite para esta forma de aposta é de R$ 500 por dia, das 7h às 22h, limitado ao horário limite para fechamento das apostas)
  • Selecione a quantidade de números do seu jogo (de 6 a 9 por cartela)
  • Escolha suas dezenas e clique em “incluir aposta”
  • Se quiser, repita essa operação para completar três jogos e então clique em “finalizar”
  • Então, é só digitar os seis números de sua senha eletrônica para confirmar o pagamento
  • Depois é só voltar à tela inicial das loterias e clicar em “minhas apostas” para confirmar os jogos realizados.

 

Lexa anuncia que não vai desfilar no Carnaval de 2025

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Rainha de bateria da Unidos da Tijuca, Lexa, 29, anunciou nesta terça-feira (21) que não irá participar do desfile de Carnaval de 2025. Grávida de seis meses, a cantora explicou que tomou a decisão após várias conversas e avaliações sobre sua saúde com médicos e familiares. “A vida de uma mãe começa nas escolhas e nas renúncias, e hoje minha maior prioridade é a minha filha”, começou a funkeira.

 

Lexa, que espera uma menina chamada Sofia, fruto do seu relacionamento com o ator Ricardo Vianna, lamentou ter deixado a escola faltando pouco mais de um mês para o desfile na Sapucaí. “São muitos anos como rainha de bateria, e acho que imaginam a minha dor… O meu maior sonho era passar barriguda na avenida, mas hoje, o meu maior sonho é ter a minha filha em segurança.”

A cantora aproveitou para agradecer à escola, onde está desde 2019: “Venho agradecer publicamente à Unidos da Tijuca por todo amor e parceria. Sempre me entreguei de corpo e alma para essa escola que tem o meu coração. Obrigada, Presidente Fernando Horta, por me abraçar e me entender (recebi seu recado, obrigada pelas palavras, estamos juntos). O meu amor para toda a comunidade tijucana.”

Por fim, Lexa reforçou que sua decisão é motivada pela maternidade: “Quando nos tornamos mãe, tudo se faz novo! Louvo a Deus pela dádiva da vida, por me fazer mãe da Sofia e agora… esse é o meu maior foco.”

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Denúncia colocou na mira da PF assessor do deputado Antônio Doido preso com R$ 1 milhão

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Uma denúncia anônima colocou o assessor parlamentar Jacob Aarão Serruya Neto, servidor no gabinete do deputado Antônio Leocádio dos Santos, mais conhecido como Antônio Doido (MDB-PA), na mira da Polícia Federal (PF). Ele foi exonerado depois que as suspeitas vieram a público.

 

O Estadão pediu manifestação do deputado e busca contato com a defesa do assessor, o que não havia ocorrido até a publicação deste texto.

O informante alertou as autoridades sobre um saque vultuoso – mais de R$ 1 milhão – da conta da empresa A. C. da Silva Comércio de Gêneros que estava previsto para acontecer no dia 17 de janeiro, na agência do Banco do Brasil na rua Senador Lemos, em Belém, para cobrir propinas a servidores públicos.

Policiais federais à paisana seguiram a pista e, no dia informado, fizeram campana na frente do banco. Descobriram que o representante comercial Wandson de Paula Silva recebeu o dinheiro em uma sala reservada na agência e armazenou a quantia em uma mochila preta.

Os agentes seguiram o carro de Silva, uma Hilux branca, depois que ele deixou o banco. Viram o momento em que o representante comercial estacionou o veículo e embarcou em outro carro, um Corolla preto, com a mochila de dinheiro – notas de R$ 200 acondicionadas em sacolas plásticas – contendo R$ 1 milhão. Foi nesse momento que a PF anunciou o flagrante. Ao inspecionar os carros, os federais encontraram mais R$ 100 mil, no porta-luvas da Hilux.

Serruya e Silva foram conduzidos à superintendência da Polícia Federal em Belém. Ambos ficaram em silêncio nos depoimentos. A reportagem pediu posicionamento da defesa do representante comercial, o que não havia ocorrido até a publicação deste texto.

A PF busca agora identificar os destinatários do dinheiro. Para isso, pediu autorização para acessar conversas nos celulares apreendidos com o assessor parlamentar e com o representante comercial. A expectativa é a de que as mensagens levem a novos suspeitos.

Serruya e Silva conseguiram autorização para aguardar a conclusão das investigações em liberdade. A juíza plantonista Thatiana Cristina Nunes Campelo considerou que não havia necessidade de mantê-los presos, desde que pagassem R$ 40 mil de fiança cada. A decisão afirma que eles têm endereço fixo, ocupação lícita, não cometeram crimes violentos e não têm antecedentes criminais.

“Não vislumbro in concreto a necessidade de segregação cautelar dos conduzidos a fim de proteger a ordem pública, a ordem econômica, a conveniência da instrução processual ou mesmo assegurar a aplicação da lei penal”, escreveu.

A juíza também estabeleceu medidas cautelares, como o comparecimento periódico no fórum e a proibição de se ausentar de Belém. Segundo a magistrada, “considerando o modus operandi empregado, isto é, posse e saque de vultosa quantia em espécie, típico da prática da fase de ocultação de ativos financeiros característicos das condutas tipificadas como delito de lavagem de capitais, bem ainda o possível envolvimento de servidor público federal integrante dos quadros da Câmara de Deputados”, há indícios dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Jacob Aarão Serruya Neto foi nomeado para o cargo comissionado de secretário parlamentar no gabinete do deputado Antônio Doido em abril de 2023. O servidor foi exonerado dois dias após o flagrante da PF. Serruya também trabalhou no Tribunal de Contas do Pará entre 2007 e 2010.

Criada em 2020, A. C. da Silva Comércio de Gêneros venceu 33 licitações municipais no Pará. Levantamento feito pela PF aponta que a maior parte dos contratos foi custeada com recursos federais – mais de R$ 24 milhões. Os investigadores suspeitam que o CNPJ tenha sido registrado em nome de um laranja. A empresa foi procurada pelo Estadão.

Como mostrou o Estadão, Antônio Doido está entre os deputados que mais direcionaram emendas parlamentares em 2024. Ele conseguiu mandar R$ 37,8 milhões para diversas prefeituras paraenses.

COM A PALAVRA, OS CITADOS

A reportagem pediu posicionamento do deputado Antônio Doido, da empresa A. C. da Silva Comércio de Gêneros e da defesa do representante comercial Wandson de Paula Silva, mas não teve retorno até a publicação deste texto. O Estadão busca localizar a defesa de Jacob Aarão Serruya Neto. O espaço está aberto para manifestação de todos os citados ([email protected]).

PF pede ao STF que investigação sobre desvio de emendas fique com Dino

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A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que as investigações da Operação Overclean sobre o desvio de emendas parlamentares sejam transferidas ao gabinete do ministro Flávio Dino.

 

O inquérito foi distribuído por sorteio ao ministro Kassio Nunes Marques no dia 17. Os investigadores defendem que Dino tem preferência para conduzir o caso porque ele é relator de outros processos sobre irregularidades na liberação de emendas parlamentares.

Como regra geral, os relatores no STF são definidos por sorteio. Uma ação ou investigação só é direcionada a um ministro quando ele já atua em casos que têm ligação direta com o novo processo – é a chamada distribuição por prevenção.

Quando o inquérito da Operação Overclean chegou ao STF, em 16 de janeiro, o ministro Edson Fachin, vice-presidente da Corte, estava à frente do plantão judiciário. Ele considerou que não era o caso de prevenção.

Cabe agora ao ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal, analisar o pedido da PF e decidir se o inquérito deve ser transferido ao gabinete de Flávio Dino.

Nesta terça, 12, Barroso pediu que a Secretaria Judiciária apresente parecer técnico sobre “eventual prevenção”. O presidente do STF também solicitou que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, diga se concorda com a redistribuição.

Flávio Dino conduz com rigor a investigação sobre a distribuição das emendas parlamentares. O ministro congelou repasses e vem cobrando mais transparência na indicação dos recursos.

A Operação Overclean foi enviada ao STF por suspeita de envolvimento de parlamentares com prerrogativa de foro. O STF é a instância competente para investigar deputados e senadores. O processo tramita em segredo de Justiça.

Cisjordânia é novo alvo de Israel após cessar-fogo em Gaza

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Dois dias após o início do cessar-fogo com o Hamas na Faixa de Gaza e na sequência da posse de Donald Trump como novo presidente americano, o governo de Israel lançou uma grande operação militar na Cisjordânia ocupada.

 

“Estamos agindo sistematicamente e de forma resoluta contra o eixo iraniano em qualquer lugar no qual ele estenda seus braços, em Gaza, Líbano, Síria, Iêmen, Judeia e Samaria”, disse o premiê Binyamin Netanyahu, usando a nomenclatura israelense para a Cisjordânia nas duas últimas citações.

Assim como ocorreu com o Hezbollah no dia em que Israel começou a destruição de sua liderança, em setembro passado, a ação na Cisjordânia foi incluída no rol de objetivos de guerra do gabinete de segurança de Israel.

A informação foi dada pelo ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, último integrante da ultradireita religiosa no colegiado de dez pessoas depois que o radical Itamar Ben-Gvir (Segurança) deixou o governo em protesto contra o cessar-fogo em Gaza.

A ação é centrada em Jenin, foco de grupos de resistência armada ao Estado judeu na região. Para líderes locais, contudo, o objetivo é outro: tornar a vida insustentável para os palestinos e abrir caminho para mais assentamentos judaicos ilegais na Cisjordânia.

Segundo nota das Forças de Defesa de Israel, a operação envolve militares, forças especiais do serviço de segurança interna Shin Bet e policiais de fronteira. O Ministério da Saúde palestino disse que morreram ao menos 9 pessoas, e outras 35 foram feridas.

A Folha falou com um líder comunitário no campo de refugiados da cidade, que disse haver “um enxame de soldados” na rua. Ele, que pediu anonimato, disse que a operação começou na manhã desta terça (21), madrugada no Brasil, com explosões. Foram empregados drones e helicópteros de ataque Apache na operação. Depois, vieram os soldados, alguns blindados e escavadeiras militares.

Segundo o Exército israelense, a “operação antiterrorismo” terá “duração indeterminada”. Não é a primeira do tipo: desde 2022 houve um aumento dessas ações, com diversas mortes relatadas do lado palestino. No ano passado, ficou notório o caso em que soldados jogaram o corpo de um jovem morto do telhado de uma casa em Jenin.

O campo de refugiados da cidade, o mais importante e empobrecido dos 19 da Cisjordânia, também serve de base para lideranças de grupos como o Jihad Islâmico, como a reportagem pôde constatar durante visitas em setembro passado.

A terminologia em si é enganosa: trata-se de um bairro urbanizado, que se mistura à cidade, tendo crescido ao redor das tendas de refugiados árabes nos anos 1950.

Moram lá cerca de 15 mil dos 50 mil habitantes de Jenin, terceira maior cidade da Cisjordânia, território que é administrado na teoria pela ANP (Autoridade Nacional Palestina) -o rival Hamas dominava Gaza desde 2007, mas agora é incerto o que irá acontecer na faixa arrasada pela guerra iniciada depois que os terroristas do grupo atacaram Israel em 7 de outubro de 2023.

O emprego de escavadeiras permite prever a repetição daquilo que a Folha viu quando esteve em Jenin: a destruição de ruas inteiras sob o pretexto de procurar explosivos escondidos. O resultado prático é a obliteração do próprio conceito de ir e vir.

O contexto agora é diferente. O cessar-fogo de seis semanas em Gaza, ainda em sua etapa embrionária de troca de reféns do Hamas por prisioneiros palestinos, permite ao governo de Netanyahu voltar seus olhos e armas com mais atenção à Cisjordânia.

É música para os ouvidos da ultradireita que o apoia no Parlamento, mas que protesta contra o cessar-fogo por considerar que o acordo liberta assassinos e bloqueia a possibilidade de ocupar o norte de Gaza com colônias judaicas.

Como citou Netanyahu em sua nota, o Oriente Médio é outro depois do 7 de Outubro. Hamas e Hezbollah foram muito degradados, a ditadura síria caiu e Tel Aviv ocupou mais território do vizinho, e Israel ataca os rebeldes houthis do Iêmen. Em comum, todos são adversários do Estado judeu bancados pelo Irã, que está em retirada estratégica.

A situação também explicita a precariedade da ANP, que os EUA querem ver reformada para cuidar também da Faixa de Gaza. Os palestinos nada podem fazer contra a presença militar israelense, que vai além daquilo que foi permitido pelos acordos de paz dos anos 1990.

E há o fator Trump. Em conversa com jornalistas enquanto assinava sua sequência de decretos na noite de segunda (20), o americano suspendeu sanções impostas contra colonos israelenses na Cisjordânia e disse que não “está confiante” nas chances de o cessar-fogo em Gaza sobreviver às suas três fases previstas.

“Não é nossa guerra, é deles. Não estou confiante. Mas acho que eles estão bastante enfraquecidos do outro lado”, disse, referindo-se ao Hamas. A fala faz crescer a suspeita de que Netanyahu, um aliado que foi forçado por Trump a aceitar o cessar-fogo, não pretende cumprir todo o acordo mediado pelos EUA, Qatar e Egito.

Sob essa visão, após os 98 reféns, vivos ou não, serem libertados, a guerra recomeçaria. Este é inclusive o desejo da ultradireita de Ben-Gvir e Smotrich. O ministro que deixou o governo, levando outros dois companheiros de partido, não rompeu o apoio parlamentar ao premiê.

Até aqui, foram libertados três reféns do 7 de Outubro e 90 prisioneiros palestinos. No fim de semana, mais trocas deverão acontecer.

Engrossando o caldo, a indicada de Trump para o cargo de embaixadora dos EUA na ONU, a deputada republicana Elise Stefanik, disse nesta terça em sua audiência de confirmação no Senado que concorda que Israel tem “direitos bíblicos” sobre a Cisjordânia.

Os efeitos colaterais da longa crise continuam em curso. Também nesta terça, o chefe do Estado-Maior das forças israelenses, Herzi Halevi, anunciou que deixará o posto em 6 de março. Segundo ele, o motivo é o fracasso dos militares em prevenir o 7 de Outubro.

Ele é a mais graduada autoridade israelense a renunciar devido ao que chamou de “meu fracasso” em evitar o ataque do Hamas. Outros oficiais também deverão seguir o mesmo caminho, que já era previsto havia alguns meses.

Xuxa Meneghel é internada em SP e passa por cirurgia no joelho

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Xuxa Meneghel, 61, foi internada nesta terça-feira (21), no hospital Vila Nova Star, em São Paulo, e passou por uma cirurgia no joelho.

 

Equipe da apresentadora informou para Splash que Xuxa Meneghel passou por uma artroscopia de joelho. O procedimento médico já estava agendado para artista poder se recuperar 100% para a turnê “A Última Nave”.

“Já estava agendada essa cirurgia no joelho. A Xuxa tem treinado todos os dias, ela está super no auge da atividade física, e temos uma turnê grande no segundo semestre. Então, a Xuxa achou melhor fazer logo essa cirurgia para estar 100% até lá”, disse Tati Maranhão, assessora de Xuxa Meneghel.

Em contato com a reportagem, o Hospital Vila Nova Star detalhou que o procedimento médico durou 20 minutos e não houve intercorrências. Ela se encontra bem, já caminha e está se alimentando normalmente.

Artista tem previsão de alta médica nesta quarta-feira (22). O tempo de recuperação de uma artroscopia no joelho pode variar de 1 a 2 semanas e 6 a 12 semanas para retomada de exercícios físicos.

Xuxa Meneghel irá realizar a turnê “A Última Nave” no segundo semestre de 2025. O projeto irá percorrer o Brasil para celebrar os 40 anos de carreira da artista.

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Medina e John John desfalcam WSL em 2025 e brincam sobre surfar juntos

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Mundial de surfe da World Surf League (WSL) terá um desfalque de peso na temporada de 2025: o havaiano John John Florence, tricampeão do mundo.

 

John John anunciou em suas redes que vai se “concentrar no surfe de uma maneira diferente”. O surfista deu a entender que irá realizar um projeto de filmagens pessoal em locais a serem explorados.

Pouco tempo depois, a WSL confirmou em nota seu afastamento. A organização afirma que John John receberá um “wildcard” para disputar a temporada de 2026.

O anúncio do afastamento fez com que Medina comentasse na postagem. O brasileiro -que sofreu uma lesão e, a princípio, está fora das três primeiras etapas- brincou dizendo que irá acompanhá-lo nas viagens: “Vou me juntar a você em uma viagem de surfe”, disse no comentário em inglês.

Com a desistência de John John, o mexicano Alan Cleland herda a vaga. O havaiano dá um tempo no circuito como o atual campeão, já que venceu em 2024.

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“Decidi me concentrar no surfe de uma maneira diferente este ano. Quero criar tempo para explorar, encontrar novas ondas e traçar linhas diferentes. Pretendo competir com força total por outro título mundial em 2026, mas, no momento, essa ideia de aventura e de levar meu surfe o mais longe possível de forma criativa é realmente empolgante! O oceano é tão grande e há tantos tipos diferentes de ondas para explorar. Estou muito feliz por estar filmando em alguns novos projetos e planejando compartilhar os lugares incríveis que visitamos ao longo do caminho”

GILMORE SEGUE FORA NO FEMININO

Na categoria feminina, a australiana Stephanie Gilmore segue fora do circuito. A octacampeã mundial de 36 anos já havia desfalcado o tour ano passado, e diz que agora focará na recuperação de lesões.

Com a ausência mantida, a brasileira Luana Silva foi confirmada no Championship Tour. Na semana passada ela sagrou-se campeã mundial pró júnior.

Ministério da Saúde prorroga vacinação contra gripe no norte até o fim de janeiro

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (21) que a imunização contra a gripe na região Norte do país foi prorrogada até dia 31 de janeiro. De acordo com a pasta, a iniciativa considera a situação epidemiológica local, os estoques disponíveis e as estratégias definidas pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.

 

A vacina utilizada é trivalente e protege contra os principais vírus em circulação no Brasil. A estimativa é que 6,6 milhões de pessoas sejam imunizadas na região.

Por conta das particularidades climáticas e maior transmissão do vírus da influenza, a estratégia de imunização adotada pelo Ministério da Saúde no Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins começou em 2023 e 2024 no segundo semestre do ano.

Para a ministra da Saúde, Nísia Trindade, a ampliação da vacinação contra a gripe na região reforça o compromisso em proteger a população contra doenças imunopreveníveis considerando desafios específicos locais.

Segundo a pasta, foram aplicadas 2.881.622 doses da vacina contra a influenza na região desde o início da mobilização.

O Ministério da Saúde informou ainda que, anualmente, são distribuídas cerca de 300 milhões de doses de vacinas para todos os 5.570 municípios brasileiros.

 

Intolerância religiosa: Disque 100 registra 2,4 mil casos em 2024

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O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) divulgou, nesta terça-feira (21), que foram registradas em todo o país, em 2024, 2.472 denúncias de casos de  intolerância religiosa pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100), coordenado pela pasta.

O número representa uma alta de 66,8% em relação às denúncias deste tipo feitas em 2023 (1.481). São quase 1 mil denúncias a mais em 2024, anunciou o MDHC. Se considerados os dados registrados entre 2021 e 2024, o crescimento das denúncias de violações foi de 323,29%.

A divulgação dos números ocorreu no Dia do Combate à Intolerância Religiosa, em memória da Iyalorixá baiana, Gildásia dos Santos, conhecida como Mãe Gilda de Ogum, que fundou em 1988, o terreiro da Nação Ketu/Nagô, Ilê Asé Abassá de Ogum, no bairro de Itapuã, em Salvador.

O painel interativo de dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos revela os números de violações relativas à intolerância religiosa.

Durante todo o ano de 2024, as pessoas violadas com mais frequência são pertencentes aos segmentos: umbanda (151), candomblé (117), evangélico (88), católico (53), espírita (36), outras declarações de religiosidades afro-brasileiras (21), islamismo (6), judaísmo (2). Em 1.842 denúncias, não houve indicação da religião.

A maioria das vítimas da discriminação religiosa são mulheres (1.423). Outras 826 violações foram sofridas por homens. Os demais registros não tiveram o gênero informado ou a questão não se aplica porque a denúncia se refere a uma família ou a uma comunidade.

De acordo com a plataforma governamental, as unidades da federação com os maiores números de denúncias são: São Paulo (618), Rio de Janeiro (499), Minas Gerais (205), Bahia (175), Rio Grande do Sul (159), além do Distrito Federal (100).

Em Brasília, durante o evento “O Papel da Religião para a Promoção da Paz: Construindo Pontes e Entendimentos Mútuos”, nesta terça, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, reforçou que o Estado brasileiro é laico.

“Reafirmar a laicidade do Estado não é dizer que não está nem aí para as religiões. Pelo contrário, é reconhecer que temos formas plurais de nos relacionarmos com o sagrado, que temos no nosso país uma pluralidade religiosa e o Estado brasileiro respeita, protege e zela pelo direito das pessoas de exercerem sua religiosidade”, frisou a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo.

O Dia do Combate à Intolerância Religiosa foi oficializado pela Lei Federal nº 11.635/2007, para marcar a data de falecimento da Mãe Gilda de Ogum, com o objetivo de lembrar a garantia da liberdade religiosa, no país, prevista no artigo 5º  inciso VI da Constituição Federal de 1988. “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

A homenageada pela lei federal, Mãe Gilda de Ogum teve a casa e o terreiro de candomblé invadidos por um grupo de outra religião. Após perseguições, agressões físicas e difamação, a ativista social morreu vítima de infarto fulminante, em 21 janeiro de 2000.

Nesta terça-feira, em sua rede social, a ministra do MDHC, Macaé Evaristo, comentou que a data marca a luta contra a intolerância religiosa e destacou a diversidade religiosa do país. “É assim nas nossas famílias. A gente tem uma mãe do candomblé, um irmão que é católico, outro irmão que é evangélico. E a gente preza pela nossa convivência, que cada um seja respeitado na sua religiosidade. Seguimos firmes na luta contra a intolerância religiosa”.

No Brasil, os casos de atitudes ofensivas contra as pessoas por causa das suas crenças, rituais e práticas religiosas podem ser registrados pelo Disque 100.

O serviço gratuito funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive feriados, e pode ser acionado pelo telefone 100.

Para denunciar as ocorrências de intolerância religiosa, o MDHC ainda disponibiliza outros canais: WhatsApp, no número (61) 99611-0100; no Telegram (digitar “direitoshumanosbrasil” na busca do aplicativo); no site do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania para videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A pasta esclarece que em todas as plataformas as denúncias são gratuitas, anônimas e recebem um número de protocolo para que o denunciante acompanhe o andamento da denúncia diretamente por meio de número de protocolo.

O Disque 100 não atua na apuração de denúncias. Sua função é encaminhar aos órgãos competentes para que avaliem se a denúncia constitui um crime ou não.

Para que a denúncia seja encaminhada da maneira mais eficaz possível, apresente o máximo de dados que possui e conte tudo o que ocorreu de maneira detalhada.

 

Justin Baldoni, acusado por Blake Lively de assédio, posta vídeo para desmenti-la

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A equipe do ator e diretor Justin Baldoni, acusado de assédio sexual por Blake Lively, divulgou um vídeo sem edição para rebater acusações.

 

A atriz processa Baldoni, com quem contracenou no filme “É Assim que Acaba”, lançado em agosto. Segundo informações publicadas pelo TMZ, o colega de cena teria praticado assédio sexual e ainda feito um esforço para destruir a reputação de Lively.

No processo contra Baldoni, Lively cita a cena para o acusar de ter se comportado de forma estranha com comentários sobre o perfume que ela estava usando.

No vídeo divulgado por Baldoni, em meio à gravação de uma cena, os dois dançam de forma íntima e lenta com os rostos colados enquanto fazem piadas e riem.

No início eles falam sobre casais que têm o hábito de se olhar por muito tempo, sem dizer nada. O ator diz que tem momentos de silêncio com sua companheira enquanto a atriz diz que fala o tempo todo com o seu marido.

Num segundo corte, Lively brinca sobre o tamanho do nariz do ator e diretor. Num momento de maior proximidade, Baldoni pergunta se está raspando a barba no rosto de Lively, e a atriz responde que ela deve estar o sujando de auto bronzeador. Baldoni então diz que o cheiro é bom.

Baldoni também processa Lively e sua assessora de orquestrarem uma campanha difamatória para tomar controle do filme “É Assim Que Acaba”.

O diretor também processou o jornal The New York Times por veicular as alegações feitas contra ele e sua equipe.

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Mbappé responde à crítica de Neymar, mas evita polêmica

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O craque francês Kylian Mbappé evitou criar uma polêmica com Neymar ao responder à crítica que astro brasileiro fez sobre as razões pelas quais, na visão dele, o trio MNM no Paris Saint-Germain, formado por Mbappé, Neymar e Messi, não deu certo.

 

Em entrevista ao ex-jogador Romário, que lançou um canal no Youtube, Neymar indicou que se dava bem com Mbappé até a chegada de Messi. Depois disso, o francês teria ficado “enciumado”, afirmou o jogador do Al Hilal e da seleção brasileira.

Ao comentar a declaração, Mbappé disse que tem muito respeito por Neymar, o definiu como “um jogador único” e afirmou que pretende “lembrar do positivo”.

“Agora, eu estou em Madri [no Real Madrid], quero aproveitar. E sorte para Neymar, a sua família e amigos”, disse o francês ao canal TNT Sports.

Na entrevista para Romário, Neymar comentou, ainda, que o que impediu o PSG de conquistar mais títulos relevantes com seu poderoso ataque foi justamente o ego dos atletas.

“Ego é bom, só que você tem que saber que você não joga sozinho. Tem que ter o outro cara do lado. Ego era de quase todo mundo. Não tem como dar certo. Se ninguém correr e ninguém se ajudar, é impossível ganhar alguma coisa”, opinou.

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Trump demite indicados de Biden por rede social e executa plano de retaliação

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WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Donald Trump tomou posse e poucas horas depois colocou em prática uma série de promessas de campanha, entre elas a de retaliar membros do governo Joe Biden e de demitir o que ele chama de burocratas para substituí-los por aliados.

 

O republicano demitiu nesta terça (21) pelo menos quatro funcionários seniores da gestão Biden -e fez o anúncio no estilo Trump, com uma publicação na sua plataforma, a Truth Social.

“O meu Escritório de Pessoal Presidencial está ativamente no processo de identificar e remover mais de mil nomeações presidenciais da administração anterior, que não estão alinhados com nossa visão de tornar a América grande novamente”, afirmou Trump, mencionando o seu principal slogan. “Que isto sirva como notificação oficial de demissão para esses quatro indivíduos, com muitos mais a caminho.”

Foram demitidos Brian Hook, ex-funcionário do Departamento de Estado e que trabalhava no conselho do think tank Wilson Center; José Andrés, que atuava no Conselho do Presidente sobre Esportes, Fitness e Nutrição; Mark Mille, general aposentado do Conselho Consultivo de Infraestrutura Nacional; e Keisha Lance Bottoms, ex-prefeita de Atlanta que estava no Conselho de Exportação do Presidente.

“Vocês estão demitidos!”, escreveu Trump na mensagem, emulando uma frase clássica que ele usava quando apresentava o programa “O Aprendiz” na televisão.

As exonerações ocorreram pouco depois de Trump ter assinado, na noite de segunda, uma ordem que retoma uma medida de seu primeiro governo (2017-2020) e diminui a proteção de certos funcionários federais de carreira, o que facilita a demissão.

Nos EUA, essa iniciativa é chamada de “Schedule F” (agenda F) e foi revertida por Biden no início do mandato anterior. O democrata ainda pediu regulamentos claros estabelecendo proteção civil a cerca de 4 mil funcionários federais.

Na prática, a regra de Trump tira a estabilidade de servidores que atuam em áreas políticas para que o novo presidente possa indicar pessoas de confiança. A decisão está em sintonia com o que ele prometeu durante a eleição. Já durante a campanha, o republicano havia defendido a necessidade de desburocratizar o Estado.

Ao assinar a ordem facilitando as demissões, Trump afirmou: “Estamos nos livrando de todo o câncer, o câncer causado pela administração Biden”.

Embora diga não ter relação com o Projeto 2025, documento elaborado por ultraconservadores com propostas para o governo Trump, o aparelhamento do Estado é um dos elementos do texto.

Trump demitiu neste início de governo a comandante da Guarda Costeira dos EUA, Linda Lee Fagan, a primeira e única mulher a chefiar um órgão das Forças Armadas americanas. O presidente a culpa por problemas na fronteira com o México.

Ela também teria sido demitida por encobrir a Operação Fouled Anchor -uma investigação que apontou casos de agressão sexual na Academia da Guarda Costeira. Fagan teria falhado em reportar as denúncias às autoridades competentes, de modo que um dos argumentos usados em sua exoneração foi a “erosão da confiança”.

Em outra frente, o presidente assinou ordem que revoga a autorização para que 51 ex-funcionários da inteligência dos EUA tenham direito a serviços especiais de segurança. Esses ex-funcionários assinaram uma carta em 2020 na qual afirmavam que emails então atribuídos a Hunter Biden, filho de Joe Biden, tinham marcas do governo da Rússia, indicando que se trataria de um movimento de desinformação.

Os emails em questão traziam mensagens segundo as quais Hunter teria apresentado o pai a um executivo da área de energia da Ucrânia, num episódio negativo para a então campanha de Biden devido ao suposto conflito de interesses.

Trump acusa os agentes de terem tramado com a campanha do democrata para impactar a eleição, na qual o republicano foi derrotado -e até hoje não admite ter perdido. “Eles deveriam ser processados pelo que fizeram”, disse Trump durante a campanha. Agora, o presidente coloca em prática o plano de retaliação.

O republicano ainda cumpriu a promessa de mandar de volta aos escritórios os funcionários federais que atuam em trabalho remoto ou híbrido. Ele assinou uma ordem determinando o fim desse esquema de trabalho.

Nos EUA, em novembro do ano passado, 23,3% dos trabalhadores fizeram home office em tempo integral (10,9%) ou parcial (12,4%), segundo dados da Agência de Estatísticas do Trabalho do país.

Isso corresponde a 36,6 milhões das 157 milhões de pessoas analisadas no escopo da pesquisa. Entre os funcionários federais, grupo alvo de Trump, esse índice foi de 35,4% em novembro, dos quais 21,3% trabalharam em sistema híbrido, e 14,1% atuaram todo o tempo de forma remota.

A flexibilidade foi permitida entre os funcionários do governo graças a um acordo feito por Biden.

Unicamp antecipa e divulga primeira chamada de aprovados no vestibular 2025

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) decidiu antecipar e divulgou na tarde desta terça-feira (21) a primeira chamada de aprovados no vestibular 2025. Os candidatos podem consultar a lista de aprovados na página da Comvest, comissão responsável pelo vestibular da Unicamp.

 

Nessa primeira chamada, foram convocados 2.574 candidatos aprovados pelo vestibular da Unicamp, 365 candidatos na modalidade Enem-Unicamp e 122 candidatos para as vagas olímpicas. Todos os convocados nesta chamada deverão realizar sua matrícula não presencial, das 9 horas do dia 27 de janeiro até as 17h do dia 28 de janeiro.

A confirmação é feita exclusivamente pela internet na página da Comvest.

A universidade ressalta que candidatos convocados para a matrícula em mais de uma modalidade deverão escolher em qual processo fazer matrícula e efetivá-la usando a senha específica da modalidade, criada no momento daquela inscrição. Os candidatos convocados em primeira opção que não realizarem a matrícula eletrônica ficam excluídos da modalidade.

A segunda chamada do Ingresso Unicamp 2025 será divulgada no dia 03 de fevereiro. Estão previstas oito chamadas para o vestibular da Unicamp e cinco chamadas para as outras duas modalidades.

BANCAS DE HETEROIDENTIFICAÇÃO

Os candidatos selecionados pelo sistema de cotas étnico-raciais aprovados na primeira chamada, que autorizaram o uso da fotografia como parte do processo de validação pela Comissão de Averiguação e foram validados pelas bancas na etapa inicial do procedimento, receberão um email com a indicação de sua validação e instruções para a matrícula.

Os candidatos que não autorizaram, assim como aqueles que precisam do processo complementar, receberão por email as orientações para comparecer à banca online antes de iniciar o processo de matrícula.

A validação da autodeclaração apresentada pelos candidatos optantes pelas cotas étnico-raciais somente ocorrerá após a avaliação realizada pela comissão.

 

Justin Bieber deixou de seguir Hailey… mas ‘se arrependeu’

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Problemas no paraíso? Foi esta a questão colocada pelos fãs de Justin Bieber depois de terem reparado que o músico deixou de seguir a esposa Hailey Bieber no Instagram.

 

Tal aconteceu semanas depois de ter negado os rumores de problemas do casamento. 

Na manhã desta terça-feira, dia 21, conforme mostra a imagem divulgada pelo Page Six, Justin não seguia Hailey.

Contudo, ele fez um esclarecimento mais tarde afirmando que “alguém entrou na sua conta e deixou de seguir a mulher”. 

Notícias ao Minuto
© Instagram – Justin Bieber  

Entretanto, este voltou a segui-la. 

Apesar do esclarecimento houve quem duvidasse desta justificativa, questionando se tudo não foi fruto de um climão entre o casal. 

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Medida de Trump deve retirar bilhões do combate a doenças como poliomielite e Aids

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A saída dos Estados Unidos da OMS (Organização Mundial da Saúde), assinada pelo presidente americano Donald Trump nesta terça (21), deve prejudicar o financiamento na prevenção e combate de doenças como a poliomielite, Aids e Mpox em todo planeta. O país era o maior doador e um dos fundadores da organização criada em 1948.

 

Entre 2022 e 2023, os americanos repassaram 1,2 bilhões de dólares para a OMS, ou cerca de R$ 7 bilhões. Cerca de 42% dos recursos eram destinados ao controle de doenças no continente africano, com países com altos índices da Aids e surtos recentes de Mpox.

A organização de saúde é financiada por países ligados à ONU (Organização das Nações Unidas). Os membros fazem contribuições obrigatórias, mas os doadores se tornaram a principal fonte de renda, com poder para sugerir o destino dos investimentos.

Do valor enviado à OMS, 14,8% do repassado pelos EUA entre 2022 e 2023 foi para a erradicação da poliomielite no mundo. A paralisia infantil é uma doença viral, atinge membros inferiores e voltou a ser uma emergência global da OMS em 2014.

A retirada do financiamento americano deve afetar o combate à doença em zonas de conflito armado na África e Oriente Médio, locais com dificuldade para manter o programa de vacinação, afirma a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo) e vice-presidente do Instituto de Relações Internacionais na universidade, Deisy Ventura.

Nos cálculos da especialista, atualmente dois terços do financiamento da OMS são fruto de doadores.

Além dos EUA, entre os que mais doam estão a Alemanha (em segundo lugar) e instituições privadas, como a Fundação Bill & Melinda Gates, encabeçada pelo fundador da Microsoft e pela ex-mulher, a filantropa Melinda Gates.

Segundo a especialista, a decisão também pode dificultar a participação oficial do estado americano em negociações diplomáticas sobre o tema da saúde.

Ainda há incerteza se Trump também pode dificultar a participação de profissionais de saúde do próprio país na instituição. De acordo com a OMS, os americanos são mais da metade dos voluntários em missões de saúde em 100 nações.

As mudanças de Trump só serão consolidadas a partir do próximo ano em respeito às regras do próprio país.

A saída da OMS, porém, envolve um cálculo político planejado desde o primeiro mandato do republicano. “A OMS nos roubou, todo mundo rouba os Estados Unidos. Isso não vai mais acontecer”, afirmou Trump enquanto assinava a ordem executiva para saída da agência.

Para Ventura, a saúde serve para manter mobilizada a base do republicano. “O que interessa é ter um espaço absolutamente aberto para fazer política a partir da saúde de acordo com os interesses eleitorais, a partir de posições ideológicas, de religiões, que são as forças mais influentes no momento”, explica.

“Tudo indica que vai acontecer um ataque muito importante à regulação em saúde, com uma diminuição no papel de controle do estado”, acrescenta.

Atualmente, a OMS tem 42 emergências em saúde pelo mundo -17 delas em estágio 3, o índice mais grave, em países como Síria, Líbano, Ucrânia, Iêmen, República Democrática do Congo, Afeganistão e no território da Palestina.

Em comunicado, a OMS afirmou que lamenta a saída dos Estados Unidos e destaca que o país foi um dos principais articuladores da instituição após o fim da Segunda Guerra Mundial.

“Nós esperamos que os Estados Unidos reconsiderem a decisão para que possamos, juntos, manter um diálogo construtivo e de parceria em benefício da saúde e bem-estar de milhões de pessoas ao redor do globo”, acrescentou a instituição.