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China transforma escada a 1.500 metros do chão em atração turística

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A China é um dos países com mais quilômetros quadrados de terra para explorar, mas há um interesse crescente em ver o país do alto. Prova disso é a nova atração turística chamada ‘Tianti’ (“Escada do Céu”, em português). Localizada entre dois penhascos a 1.500 metros de altura, a estrutura tem 168 metros de comprimento.

 

A atração fica no Monte Qixing, no Parque Natural de Zhangjiajie, na província de Hunan, no sudoeste da China, uma região conhecida pelas suas formações geográficas únicas. A “Escada do Céu” está presa à parede rochosa de uma montanha e conta com corrimões de aço, apoios para os pés, amarras e cabos que permitem aos visitantes escalar as íngremes paredes rochosas.

Segundo a emissora estatal chinesa CCTV, a atração recebe, em média, mais de 1.200 turistas por dia e já se tornou tão popular que chegou a causar “engarrafamentos de pessoas” no ar. Yuan Xiaorui, responsável pelo marketing da Qixing Adventure, empresa que opera a atração, revelou que a experiência dura três horas e custa 580 yuan (cerca de R$ 400).

“Todo o processo é acompanhado por especialistas, e os clientes recebem capacetes, cintos de segurança e mochilas de caminhada”, explicou Yuan Xiaorui à CNN Internacional. Ele também garantiu que a “Escada do Céu” é inspecionada regularmente, e “quaisquer problemas encontrados são resolvidos prontamente”.

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Sem Testamento: A luta pelas heranças dos famosos

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Você logo pensaria que fazer um testamento era uma prioridade para qualquer indivíduo rico, mas especialmente para uma celebridade de sucesso cujo patrimônio pode valer dezenas ou centenas de milhões (se não mais). Mas há muitas estrelas que morreram sem deixar uma manifestação formal de seu último desejo sobre o destino dos seus bens, seja porque esqueceram, não quiseram ou mesmo por serem jovens demais para já pensarem em suas mortes (apesar delas terem inevitavelmente acontecido). E isso causou muitas dores de cabeça, brigas e batalhas legais na justiça entre filhos, membros de família e companheiros que reivindicaram fatias dessas heranças.

 

Então, curioso para saber dos famosos que faleceram sem deixar testamento ou até mesmo os que fizeram, mas não tiveram seus documentos validados por questões jurídicas? Clique a seguir na galeria!

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Eliezer fala pela 1ª vez sobre o estado de saúde de filho: ‘doença rara’

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Eliezer usou as redes sociais para falar sobre o estado de saúde do filho recém-nascido, Ravi, de seu relacionamento com Viih Tube. O bebê que nasceu no dia 11 de novembro, está internado desde o dia 24, em um hospital na cidade de São Paulo.

 

Em vídeos, ele agradece o carinho, e explica a situação, informando que o filho possui uma doença rara e desafiadora para os médicos. “Estou aqui para agradecer todas as orações, todas as mensagens, todo o amor e carinho. O Ravi está melhorando, ele está bem, e essa é a melhor notícia que eu poderia dar”, começa ele.

“O caso dele tem sido desafiador para a gente e os médicos. É uma doença rara para um bebê a termo, e grave. Bebê a termo significa que ele não é prematuro. Nem consido explicar aqui, estamos cada dia aprendendo um pouco, mas o importante é que ele está bem. Mesmo sendo grave e rara, ele está bem. E isso é até um espanto para os médicos. Bebês com a mesma doença que ele ficam bem piores”, continua, visivelmente abalado.

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Luciana Curtis e família ficaram em cativeiro com cobras e escorpiões

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A modelo Luciana Curtis, o fotógrafo Henrique Gendre e uma das filhas do casal foram sequestrados e mantidos em um barraco precário na região da Brasilândia, na zona norte de São Paulo. As vítimas passaram a noite no local após terem o carro roubado e serem obrigadas a realizar transações bancárias. O sequestro durou cerca de 12 horas e terminou com o resgate pela Polícia Civil, que utilizou o GPS do celular de uma das vítimas para localizar o cativeiro.

 

De acordo com informações da Polícia Civil, o barraco estava em condições insalubres, com lixo acumulado, entulhos e telhas quebradas. Durante o cativeiro, as vítimas foram ameaçadas com armas de fogo e mantidas ao lado de cobras e escorpiões. A construção estava situada em uma área isolada, entre árvores e outros barracos, conforme mostrado em imagens divulgadas pela polícia.

A polícia ainda investiga se um veículo carbonizado encontrado na Vila Penteado, também na zona norte, pertence a Luciana Curtis. Até o momento, ninguém foi preso. A Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas está conduzindo as investigações, conforme nota enviada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Luciana Curtis, de 46 anos, é uma modelo de renome internacional, nascida em São Paulo. Filha de um corretor de seguros inglês e de uma professora de História da Arte, ela é casada com o fotógrafo Henrique Gendre há 22 anos e tem duas filhas.

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Brasileiros dizem ter resolvido problema centenário, mas matemáticos contestam solução

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PHILLIPPE WATANABE
BOGOTÁ, COLÔMBIA (FOLHAPRESS) – Um problema de matemática com mais de cem anos foi finalmente resolvido, clamaram recentemente pesquisadores brasileiros. Mas, procurados pela reportagem, matemáticos familiarizados com a questão apontam possíveis erros na resolução e, consequentemente, afirmam que o 16º problema de Hilbert permanece sem resposta.

 

No final de agosto deste ano, pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) publicaram na revista Entropy, do grupo MDPI, uma investida -usando um método chamado GBT (teoria da bifurcação geométrica) para a solução de um dos famosos problemas de Hilbert.

Colocando em poucas linhas, em 1900, no Congresso Internacional de Matemática, em Paris, o matemático David Hilbert (1862-1943) propôs 23 problemas matemáticos, alguns dos quais permanecem sem solução. Um deles é o 16º, o problema de topologia (área da matemática relacionada à geometria) de curvas algébricas e superfícies, que, em sua segunda parte, diz respeito à topologia dos ciclos limite de sistemas dinâmicos.

O problema questiona o número de ciclos limite que um sistema de equações diferenciais ordinárias pode ter.

A reportagem procurou matemáticos para comentar a hipótese levantada pelos brasileiros. A reação foi de ceticismo, com afirmações de que a solução apontada pelos pesquisadores não é uma resolução para o 16º problema de Hilbert.

“O trabalho tem uma prova matemática irrefutável. Podem falar o que quiser, foi provado. Não há o que se falar mais a respeito disso”, diz Vinicius Barros da Silva, físico que realizou seu doutorado na Unesp, do qual resultou a suposta solução para o 16º problema.

“O trabalho está colocado, ele é público”, acrescenta João Peres Vieira, professor do departamento de matemática da Unesp, que assina, com Barros da Silva e o físico Edson Denis Leonel, também da Unesp, o trabalho. “As pessoas estão lendo, aliás, estão tendo um acesso grande de leitura. E, em cima disso, é que vai se validando o resultado, enquanto você não tenha nenhuma contestação.”

A contestação, porém, já existe e foi publicada por uma dupla de matemáticos brasileiros, em um repositório preprint (ainda sem revisão por pares).

“De cara a gente consegue ver que não está correto”, afirma Douglas Duarte Novaes, matemático da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que assina, com o também matemático Claudio Buzzi, da Unesp, a nota que contesta a suposta solução do 16º problema de Hilbert.

“Tem um professor de Barcelona com o qual estávamos conversando que falou que não passou do resumo [do estudo dos brasileiros], porque leu e viu que estava errado, que o resultado não era condizente com aquilo que é clássico, estabelecido e sabido [sobre o problema de Hilbert em questão]”, diz Novaes.

“O resultado deles fala que para todo n ‘é isso’ que acontece. Então, para esse resultado ser falso, basta encontrar um n em que não vale”, acrescenta Novaes, que com Buzzi apontou haver exemplos clássicos na literatura matemática que demonstram o erro da suposta resolução do problema secular. “Temos contraexemplos para o resultado em si, sem entrar no mérito do desenvolvimento das ideias deles.”

Buzzi é da Unesp, assim como os pesquisadores que dizem ter solucionado o 16º problema, e diz que chegou a ser procurado por um dos autores, antes da publicação. Mas por questões de tempo, segundo ele, recusou-se a analisar o trabalho.

De acordo com Buzzi, ao tentar detectar onde está o erro, eles perceberam que os autores da suposta solução não usam a definição padrão de ciclo limite.
Os pesquisadores da Unesp que afirmam ter resolvido o 16º problema de Hilbert dizem ter tomado conhecimento do questionamento e que, em breve, responderão.

PUBLICAÇÃO EM REVISTA DO GRUPO MDPI
A reportagem questionou os pesquisadores da Unesp em relação à escolha do periódico Entropy, do MDPI. O grupo, que apesar de grande e responsável por diversas revistas, é visto com algumas ressalvas e cuidados por pesquisadores. O MDPI já foi listado em meio a periódicos predatórios -que, em linhas gerais, possuem baixos critérios de revisão e, a partir de convites e pagamentos, publicam estudos.

“Dizer que ‘ah, porque a Entropy é uma avaliação rápida’. Eu discordo”, diz Vinicius Barros da Silva.

A página inicial da Entropy destaca quanto preza por um rápido processo de publicação. “Publicação Rápida: os manuscritos são revisados por pares e uma primeira decisão é fornecida aos autores aproximadamente 22,4 dias após a submissão; a aceitação para publicação é realizada em 2,8 dias”, diz o site.
Edson Denis Leonel, físico da Unesp que também assina o trabalho, diz que havia recebido um convite do editor da Entropy para publicar na revista uma revisão de mecânica estatística.

“Como a gente conseguiu finalizar esse trabalho [a tentativa de solucionar o 16º problema] em tempo, nós submetemos esse trabalho em vez de fazer a revisão. Foi um trabalho original, nesse sentido, que teve um tratamento relativamente célebre, comparado com outras revistas”, diz Leonel. “Tivemos a satisfação de ter esse trabalho publicado por zero fee [pagamento]. Não pagamos absolutamente nada.”

Os dados da publicação apontam que ela foi submetida ao periódico em 19 de junho deste ano e que, em 24 de agosto, já estava revisada.

É comum, no meio de publicações acadêmicas, que artigos passem longos períodos no processo de revisão por pares e que a publicação ocorra após inúmeros meses da submissão.

Apesar de apontar possíveis erros na solução do 16º problema de Hilbert, Novaes, da Unicamp, afirma que a atenção atraída pelo caso acaba servindo como uma forma de divulgação da pesquisa matemática brasileira.

A solução para o problema, porém, ainda parece distante, na visão dele. “É muito provável que não existam as ferramentas matemáticas para resolvê-lo. Pode ser que as ferramentas ainda estejam por ser desenvolvidas.”

A ideia ressoa as palavras do próprio Hilbert. “A convicção de que todo problema matemático pode ser resolvido é um poderoso incentivo para o pesquisador. Escutamos dentro de nós o chamado perpétuo: Aqui está o problema. Busque a solução. Você pode encontrá-la pela razão pura, pois em matemática não existe ‘não sei’.”

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Transplante de medula óssea não tem lista de espera e doação pode vir do exterior

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GABRIEL ALVES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A executiva do mercado financeiro Amanda Kai, 42, não tinha qualquer sintoma, apenas um certo cansaço que até então podia ser explicado pela correria no trabalho e em casa, com a família e os filhos. Ao fazer exames de rotina, porém, evidenciou-se uma estranheza no resultado do hemograma. Ginecologista encaminha para hematologista, que, depois de pedir para repetir os exames, interna Amanda e pede uma punção aspirativa de medula óssea. A notícia: leucemia mieloide aguda. Todo o turbilhão em apenas uma semana.

 

“Foi um susto muito grande. Ninguém espera estar com leucemia, né? Dizia que esse resultado não podia ser meu, que deveria ter sido trocado com o de alguém. Foi um momento muito tenso da minha vida”, relata Amanda.

Logo durante o início do tratamento com quimioterapia, com a imunidade prejudicada, foi infectada por uma bactéria multirresistente, que provocou uma pneumonia severa. “Aí eu fiquei intubada por uns cinco dias, não me lembro exatamente, até que os antibióticos começaram a fazer efeito. Foi tudo muito complexo e tinha um risco grande de morte”, conta.

Para que o sistema imunológico pudesse ser restaurado, apenas com um transplante de medula óssea -que é responsável pela produção das diversas células do sangue, entre as quais as células de defesa, como neutrófilos, que combatem bactérias. Mesmo com a infecção atrapalhando o cronograma, durante a etapa de quimioterapia um potencial doador chegou a ser identificado, mas infelizmente ele ou ela tinha alguma condição de saúde que impedia o procedimento naquele momento.

Especialmente no caso de transplante de medula óssea, é fundamental realizar uma análise de compatibilidade imunogenética entre doador e receptor, baseada no chamado HLA, o antígeno leucocitário humano. O HLA é um conjunto de genes altamente polimórfico, o que significa que varia muito entre as pessoas, tornando cada perfil genético praticamente único.

O HLA permite que o corpo reconheça o que é próprio e o que é estranho, para que o sistema imunológico aponte seu poder de fogo na direção certa. No caso do transplante de medula óssea, a ideia é impedir que o novo sistema imunológico, advindo do doador, ataque o organismo, numa doença conhecida como reação do enxerto contra o hospedeiro, uma espécie de rejeição ao contrário que atinge boa parte dos pacientes, algo como 40%, em intensidade variada.

O doador é identificado a partir de uma análise detalhada do HLA, especialmente de cinco pares de genes. Com base nessa análise, calcula-se o grau de compatibilidade entre doador e receptor. Quanto maior a compatibilidade, melhores são as chances de sucesso do transplante e menores os riscos de complicações.

Depois de algum tempo, veio a notícia de um novo possível doador, com 90% de compatibilidade, notícia que Amanda recebeu com um um otimismo mais comedido do que da vez anterior. Mas dessa vez tudo deu certo e o transplante, que se dá na forma de infusão, aconteceu em agosto no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Foram 17 dias até a nova medula “pegar”, ou seja, as células-tronco do doador se estabelecerem na medula óssea do receptor e começarem a produzir novas células sanguíneas.

Diferentemente do que acontece em órgãos como pulmão e coração, não existe uma lista de espera no caso do transplante de medula óssea. Existe a chamada disponibilidade de vaga para o indivíduo poder realizar o transplante.

“A chance de encontrar um doador de medula não aparentado é de 1 para 20 mil a 1 para 100 mil, e a busca por esse doador demanda um prazo que varia de dois a três meses. Não é uma competição por um único doador, como acontece com rim ou fígado -aquele doador não aparentado é único”, explica Nelson Hamerschlak, coordenador do programa de transplantes de medula óssea do Einstein.

No Brasil a entidade responsável pela conexão doador-receptor é o Redome (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea). Com quase 6 milhões de pessoas cadastradas e 30 anos de história, é o terceiro maior registro do mundo e fica sediado no Inca (Instituto Nacional de Câncer), no Rio de Janeiro.

Para maximizar a probabilidade de encontrar um doador, a colaboração entre registros de doadores de diferentes países é fundamental. A World Marrow Donor Association (WMDA) facilita a cooperação conectando os diversos registros, num universo de 42 milhões de potenciais doadores, aumentando as chances de encontrar uma correspondência perfeita.

Em 2023, segundo o Registro Brasileiro de Transplantes, o Brasil realizou 1.694 transplantes de medula óssea que dependiam de doações (alogênicos). Desses, cerca de 30% são internacionais, de países como França e Estados Unidos. No sentido contrário, o país exportou no período cerca de 100 doações, notadamente para os Estados Unidos, mas também para países como Inglaterra, Alemanha, Austrália e Argentina

Como explica Danielli Oliveira, coordenadora do Redome, além das características genéticas, essa exportação também está correlacionada ao volume da atividade transplantadora nos países. “O grande valor do Redome para o cenário internacional, além do número de doadores, é a diversidade genética deles”, afirma.

Ela explica que, no momento, mais do que ampliar o tamanho do banco de doadores do Redome, o objetivo é ampliar ainda mais sua diversidade genética e a chance de sucesso das doações.

“Há publicações que mostram que nós somos um registro diverso, comparado a outros no mundo, mas nós ainda precisamos aumentar a diversidade. O problema é que a diversidade no Brasil é uma questão muito peculiar. Por exemplo, a pessoa pode se declarar branca e ter marcadores de ancestralidade e de HLA de origem africana. Quando a gente vai separar os nossos marcadores com base no HLA, assim, o branco, preto, pardo, está tudo muito misturado.”

Dessa forma, segundo Oliveira, com esse enfoque será possível começar atenuar algumas iniquidades, que não são geradas, mas reveladas pelos dados do Redome: descontando registros sem informação, 59% dos doadores se declaram brancos, assim como 62% dos receptores.

Outra questão é a idade. “Diversas publicações começaram a mostrar que quanto mais jovem o doador, melhor para o doador e também para o paciente -o produto é melhor. Aí alguns registros no mundo começaram a reduzir a idade de entrada de novos doadores. O doador pode doar até 60, mas ele só poderia entrar até 30, 35, 40.”

Apesar de tanto esforço na busca, estima-se que para entre 10% e 15% dos pacientes não se encontre um doador compatível. Ainda que encontre, é preciso ter alguma sorte, especialmente se depender de vaga no setor público.
“Uma vez encontrado o doador, é preciso transplantar, e nem sempre há leito disponível. O nível de atendimento nos hospitais públicos na área de transplante de medula óssea é tão bom quanto nos hospitais privados, mas há maior disponibilidade nos hospitais privados e menor nos públicos. Um dos esforços atuais do Ministério da Saúde é tentar ampliar as vagas por meio do melhor financiamento no sistema público”, diz Hamerschlak.

Segundo levantamento da SBTMO (Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea) de julho deste ano e que foi publicado no periódico científico Journal of Bone Marrow Transplantation and Cellular Therapy, mantido pela própria sociedade, 598 pacientes aguardavam transplantes alogênicos -aqueles que precisam de um doador.

E 1.164 aguardavam vagas para autólogos, aqueles advindos do próprio paciente e que é parte do tratamento de condições específicas, como mieloma múltiplo e alguns linfomas, turbinando a imunidade e permitindo que o paciente possa receber altas doses de quimioterapia, aumentando as chances de cura.

Entre os que aguardavam vaga para transplante, 1.015 esperam por uma em centros públicos, 191, em privados, e 556, em centros mistos.

Samir Nabhan, chefe da unidade de transplante de medula óssea do Complexo do Hospital de Clínicas da UFPR (Universidade Federal do Paraná), primeiro centro a realizar um transplante de medula óssea no Brasil, em 1979, lembra da disparidade regional: muitos estados conseguem atender apenas a uma fração da demanda por transplantes.

“Há uma centralização desses leitos no Sudeste e no Sul, e uma dificuldade de acesso mesmo aqui para os pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). Há estados que não conseguem atender nem a 10% ou 20% da necessidade. E nossa fila não é pelo doador, já que cada um tem o seu, é pelo leito. Se o doador é encontrado, mas não há leito, o paciente fica esperando. A doença volta, e a condição em que ele chega ao transplante é muito pior. Isso quando chega.”

Na raiz disso, ele explica, está uma baixa remuneração pelo serviço, que requer longos períodos de internação. A defasagem se torna mais evidente quando há intercorrências ao longo do tratamento, como no caso da infecção de Amanda.

Neste domingo (1º), aliás, ela completa o crítico período dos 100 dias pós-transplante, no qual teve que ficar relativamente isolada para evitar infecções enquanto o sistema imunológico se restabelece. “Quero ver meus amigos, o restante da minha família, e comer uma pizza de boa qualidade. Esse vai ser meu presente de Natal”, brinca. “Estou em remissão completa da doença, mas sei que tem chão pela frente.”

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Aeroporto de Congonhas tem operação normalizada após cancelamentos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O aeroporto de Congonhas em São Paulo teve a operação normalizada na manhã deste sábado (30), um dia após amanhecer lotado e com voos cancelados devido a condições climáticas. A concessionária que opera o aeroporto, Aena Brasil, informou que opera normalmente para pousos e decolagens, e que não há mais impactos das chuvas da última quinta-feira (28).

 

“Nesta manhã, houve três chegadas canceladas por questões operacionais das companhias aéreas em outros aeroportos”, diz a Aena.

Congonhas teve ao menos 115 voos cancelados entre quinta e sexta, considerando pousos e decolagens. Devido à chuva, e por ajuste de malha das companhias aéreas em consequência das condições meteorológicas, houve 35 chegadas e 37 partidas canceladas na quinta. Outras 15 partidas e 28 chegadas foram canceladas na sexta.

Alguns passageiros passaram a noite no aeroporto à espera de uma nova data para viajar. Alguns improvisaram espaços no chão para as crianças dormirem. Adultos e idosos tiveram de aguardar sentados em cadeiras de restaurantes e lanchonetes.

Muitos reclamaram de falta de informações e de assistência das companhias aéreas. Alguns clientes foram transferidos de ônibus para outros aeroportos, como o Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo, para seguir viagem.
A região metropolitana de São Paulo foi atingida por forte chuva na quinta, às 16h20, segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) municipal. Além do cancelamento de voos, o temporal causou alagamentos e deixou milhares de domicílios sem energia elétrica.

A previsão é de que a chuva continuará na região durante todo o final de semana.

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Bete Mendes diz ter sofrido represálias na carreira por posicionamento político

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ANA CORA LIMA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – São mais de 50 anos de carreira e cerca de 30 produções só na Globo. Bete Mendes, 75, vai citando algumas e tenta lembrar outras, mas não sabe precisar quantos trabalhos fez na emissora. Pouco importa. O fato é que ela está comemorando sua volta às novelas após sete anos afastada. O último trabalho foi em “Tempo de Amar” (2017), como a Irmã Imaculada.

 

Bete interpreta a costureira Arlete de “Garota do Momento” e ultimamente vinha sendo abordada nas ruas por seu sumiço da telinha. “As pessoas me perguntavam se eu tinha me aposentado. Jamais! Vou me aposentar quando morrer. Quero fazer ainda muitas avós, bisavós”, diz.

Bete conta que só deixou de trabalhar, de fato, durante a pandemia da Covid. “Foram meses muito difíceis. Centenas de pessoas sem trabalho, projetos cancelados… Horrível”, relembra a atriz, que não poupa críticas ao governo Bolsonaro. “Destruiu a educação, a cultura, muita coisa… Então ficava muito difícil trabalhar”, comenta.

Bete é uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980, e foi deputada federal por São Paulo entre 1983 e 1987. Elegeu-se novamente, pelo PMDB, para a legislatura seguinte (1987-1991).

Ao ser questionada se poderia ter sido preterida em algum trabalho por causa do seu posicionamento político, nem pensa duas vezes: “Com certeza, mas isso nunca me fez recuar. Sempre defendi a democracia, a cultura e as mulheres. Quem defende seus direitos, seus princípios, permanece de pé”, diz.
Bete também estará no ar na reprise de “Tieta”, no Vale a Pena Ver de Novo, e aguarda os lançamentos de dois projetos para 2025: “Espécie Invasora”, escrita por Rosane Svartman e Claudia Sardinha, para o Globoplay, e “Vítimas do Dia”, com direção de Bruno Safadi e produção dos Estúdios Globo. “E que venham mais trabalhos”, comemora.

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Zubeldía quer camisa 10 para ter variação no São Paulo de 2025

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EDER TRASKINI
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico Luis Zubeldía quer ter uma alternativa ao esquema 4-2-4 em 2025 e para isso deseja um meia de criação como reforço.

 

Zubeldía pediu à diretoria um meia com características de camisa 10. O presidente Julio Casares já tinha antecipado a busca, mas a reportagem apurou que o pedido partiu do treinador argentino.

O técnico não se convenceu com nenhuma das opções do elenco para essa função. Depois de testar algumas alternativas, ele optou por armar o time com Luciano como segundo atacante e utilizar os corredores para criação com Lucas e Ferreirinha.

Se ganhar um camisa 10, a tendência é que Zubeldía mude o esquema para encaixar o jogador no time. O técnico não deve descartar o 4-2-4, mas alternar entre os sistemas a depender do desempenho e resultados.

O treinador deu pistas sobre sua avaliação do elenco na última coletiva de imprensa quando evitou responder sobre a ausência de criação pelo meio. “Gostaria de poder te responder abertamente sobre essa situação, mas prefiro falar portas a dentro com quem tenho que falar”, disse o treinador.

O que Zubeldía preferiu não falar por respeito aos atletas, segundo apurou a reportagem, é que ele não vê nenhum jogador atuando na função de meia de criação pelo centro. Hoje, o elenco do São Paulo dispõe das seguintes opção que poderiam fazer a função: Galoppo, Nestor, Michel Araujo e Rodriguinho -dos quatro, só o uruguaio deve permanecer em 2025.

O exemplo buscado pela diretoria é o de James Rodríguez, que fracassou no Tricolor. A cúpula são-paulina procura um atleta com as mesmas características, mas que se consiga se adaptar ao time e ao futebol brasileiro.

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Ancelotti defende Mbappé, que enfrenta má fase no Real Madrid: ‘O problema está na equipe’

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O técnico do Real Madrid, Carlo Ancelotti, foi contundente ao afirmar que a má fase do atacante francês Mbappé não é um problema individual, mas coletivo. Ele acrescentou que, assim como o jogador, não está contente. “O problema que Mbappé tem é o problema que todos nós temos. Procuramos encontrar a nossa melhor versão. Ele pode jogar melhor, mas todos nós podemos fazer isso”, afirmou.

 

 

“O problema está na equipe, que não conseguiu dar continuidade. Não estou feliz, só estou preocupado. Estou convencido de que vamos resolver”, completou o técnico sobre a principal contratação do Real Madrid para a temporada.

 

O desempenho de Mbappé está longe de ser bom. O atacante francês enfrenta muitas dificuldades para apresentar seu futebol tanto na Espanha quanto na Liga dos Campeões. Mbappé soma 18 partidas pelo time espanhol, com nove gols e duas assistências. Na quarta-feira, na derrota de 2 a 0 para o Liverpool, pela Liga dos Campeões, desperdiçou um pênalti e foi bastante criticado pela mídia espanhola.

 

“Ele tem consciência de que deve fazer melhor, mas não só ele. Todos nós. É um problema coletivo, não individual. A dinâmica da equipe no Espanhol melhorou muito nos últimos dois jogos, devemos ter em mente que estamos sentindo falta de muitos jogadores”, completou Ancelotti.

 

O treinador italiano analisou ainda o posicionamento tático do francês e seu entrosamento com os companheiros de ataque. “Acho que Mbappé está mais acostumado a jogar pela esquerda e o Vini está percebendo que é muito perigoso por dentro. Não sei o que vou fazer, mas eles sabem que podem mudar.”

 

O técnico demonstra confiança na melhora da equipe com o regresso dos jogadores contusão, como o brasileiro Rodrygo, que enfrenta o Getafe neste domingo após se recuperar de lesão muscular. “Amanhã Rodrygo volta, o próximo jogo será Tchouaméni e Camavinga fará isso em breve. O Getafe é uma equipe que defende muito bem, a ideia é atacar bem e ter o controle da partida para vencê-la.”

 

Ancelotti também foi questionado sobre a situação do atacante brasileiro Endrick, que está sendo pouco utilizado no Real, e foi sucinto. “Se eu achar que Endrick é o jogador ideal para buscarmos a vitória, ele jogará.”

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Perdão de Hulk e paz nas ruas marcam Atlético x Botafogo antes da final

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BRUNO BRAZ
BUENOS AIRES, ARGENTINA (UOL/FOLHAPRESS) – A paz no campo e nas ruas foi a grande marca em Buenos Aires nos dias que antecederam a final da Libertadores, marcada para este sábado (30), entre Atlético-MG e Botafogo, às 17h, no estádio Monumental de Nuñez.

 

O clima na capital argentina contrastou com o que ocorreu no último duelo entre as equipes em Minas Gerais, quando empataram por 0 a 0, pelo Brasileiro, e ocorreram muitas discussões, ofensas, acusações e quase chegaram às vias de fato.

Nas ruas de Buenos Aires só se viu festa por todos os lados e houve um convívio pacífico até aqui. Atleticanos e botafoguenses confraternizaram desde a última segunda (25) sem nenhum tipo de incidente.

“Está tudo ótimo. Galera curtindo junto, bebendo junto. Paz total”, disse um botafoguense que estava num grupo com torcedores das duas equipes na Fan Zone oficial da Conmebol.

A polícia local também cumpriu seu papel sem excessos ou agressividade. A situação era motivo de preocupação por causa da onda de revolta de argentinos, uruguaios e demais latinos com o tratamento dado pelos policiais brasileiros em jogos em território tupiniquim.

Os argentinos também interagiram nas festas. Era comum vê-los nas regiões de Puerto Madero brincando com os brasileiros e escolhendo suas preferências para quem torcer na final.

“Nós temos um amigo botafoguense. Estamos aqui para isso, torcendo para o Botafogo”, disse o argentino Bryan, torcedor do Boca Juniors.

‘ESTÁ PERDOADO’, DIZ HULK
O ambiente tranquilo seguiu para dentro de campo com o perdão de Hulk a Luiz Henrique. O experiente atacante do Atlético-MG aceitou o pedido de desculpas do jogador do Botafogo após a troca de farpas em Belo Horizonte.
“Ele tem muito talento, sim, muita qualidade, é jovem, tem tudo para ser craque. Perdão a gente aprende a perdoar diariamente. Eu fui defender o clube, ele falou do nosso clube, mas está perdoado. Que ele possa aprender, crescer como jogador e representar muito bem a seleção. Que Deus abençoe a carreira dele”, afirmou o jogador.

TORCIDAS PREPARAM MOSAICOS
As duas torcidas preparam mosaicos para a final. A ação foi liberada pela Conmebol, além de outros adereços como bandeirinhas de mão.
As principais organizadas dos dois clubes chegaram em Buenos Aires entre esta sexta (29) e sábado (30). Elas vieram em caravanas de ônibus.
São esperados cerca de 70 mil torcedores no Monumental de Nuñez. A grande tendência é a de que os botafoguenses sejam maioria no estádio.

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Fifa aponta Santiago Bernabéu e Camp Nou como possíveis sedes da final da Copa de 2030

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A Fifa apresentou a intenção de realizar o jogo inaugural e a final da Copa do Mundo de 2030 nos badalados Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid, e Camp Nou, do Barcelona. O Grande Estádio Hassan II, ambicioso projeto para erguer a maior arena do mundo em Marrocos, também é candidato para abrigar uma dessas duas partidas do Mundial.

 

 

Espanha, Marrocos e Portugal ancoram a candidatura única para abrigar a Copa do Mundo de 2030. O projeto lista de 20 estádios para a competição: 11 em Espanha, 6 em Marrocos e 3 em Portugal. O requisito mínimo da Fifa para o Mundial são de 14 arenas. Dos 20 estádios, um está construído e vários passarão por reformas.

 

Além oferecer o Santiago Bernabéu e o Camp Nou, a Espanha propõe fazer amplas reformas de outros cinco estádios (La Coruña, Las Palmas, Málaga, Sevilla e Zaragoza). Cinco dos seis estádios apresentados por Marrocos irão sediar jogos da Copa das Nações Africanas de 2025. Já as três arenas de Portugal acolheram jogos da Euro de 2004.

 

A candidatura conjunta de Espanha, Marrocos e Portugal propôs 17 possíveis cidades-sede: 9 em Espanha, 6 em Marrocos e 2 em Portugal. O projeto afirma que a viagem entre as diferentes localidades não excede, em nenhum caso, 3 horas de duração.

 

O Santiago Bernabéu foi construído em 1947, passou recentemente por uma grande reforma que incluiu a instalação de uma cobertura retrátil e um campo que pode ser guardado no subsolo, o que permite a utilização do espaço para outros fins.

 

Já o Camp Nou é de 1957 e está passando por uma grande reforma que aumentará sua capacidade para mais de 100 mil espectadores. O mínimo exigido pela Fifa para um estádio de abertura ou final de Mundial é de 80 mil lugares.

 

O terceiro candidato a sediar o primeiro jogo ou a final da Copa, o Grande Estádio Hassan II, tem conclusão está prevista para o final de 2028. A capacidade prevista é de 115 mil torcedores. O estádio é localizado entre Casablanca e Rabat.

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Reflorestamento em áreas privadas ajuda a preservar Mata Atlântica

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Em 2020, o sítio de Mário Honorio Teixeira Filho em Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, ficou sem água. A propriedade já havia sido usada para plantação de mandioca e inhame. Quando adquiriu as terras, Honório quis realizar o sonho de criar gado, transformando o local em pasto. Localizada em uma área originalmente de Mata Atlântica, sem a vegetação nativa, e com cada vez menos árvores, a fonte não resistiu e secou.

 

Esse foi o alerta necessário para que Honório cedesse à pressão do filho, Mário Bruno Teixeira, de reflorestar ao menos parte do terreno. Em menos de um ano, com a nova vegetação, a água voltou.

“A gente não está plantando árvore. A gente está plantando água, na verdade. É disso que a gente precisa”, diz Leonardo de Mattos, que mora no sítio. Leonardo e Bruno produzem juntos, na propriedade, a Pi Kombucha Tropical, bebida fermentada feita a partir de chá, vendida na cidade do Rio de Janeiro e em São Paulo. “Esses dias avistamos um tamanduá. Nunca imaginamos que fossemos ver um animal desses por aqui”, conta. 

Após a morte do pai, o sítio passou a ser administrado por Bruno, que expandiu a área de reflorestamento. Com 1 hectare, o equivalente a um campo de futebol oficial, em um ano, a água já voltou a brotar do solo. Agora, o reflorestamento está chegando a mais 3,8 hectares. “O ar está mais puro, os animais estão voltando, a gente está vendo muito pássaro voltando, o que a gente não tinha dez anos atrás. É uma alegria muito grande”, diz Leonardo.

O reflorestamento do sítio foi feito como parte do projeto Guapiaçu, realizado pelo Ação Socioambiental (Asa) em parceria da Petrobras. O desafio do projeto é reflorestar propriedades privadas, como a de Bruno, mostrando aos produtores e proprietários que ter uma área de floresta, melhora tanto a qualidade da produção quanto a qualidade de vida local e de todo o entorno.

A Mata Atlântica é o bioma brasileiro com maior número de espécies de plantas e animais ameaçados de extinção no país. O bioma está distribuído em 17 estados (Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe).

Cerca de 70% da população brasileira vive em áreas de Mata Atlântica. Mas, isso pode passar desapercebido porque segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 71,6% foi desmatada. Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, quase 80% das áreas remanescentes do bioma estão em propriedades privadas.

“O nosso trabalho de mobilização de áreas é feito com dos proprietários da região. Nós visitamos, insistimos, conversamos. Temos muito tempo de cadeira, tomando cafezinho com os proprietários”, diz a presidente do Ação Socioambiental e Coordenadora executiva do Projeto Guapiaçu, Gabriela Viana. 

Segundo Viana, os benefícios são muitos. “A gente tá aqui, na sombra, ali do lado tem sol, ninguém quer ficar no sol. A gente está usufruindo dessa sombra porque é um serviço do ecossistema. É o primeiro que a gente sente. Quando a gente entra na floresta, fora a quantidade e a qualidade da água e a biodiversidade. É um valor que nem todo mundo percebe ou consegue tangibilizar o que a gente tem de biodiversidade principalmente na Mata Atlântica”.

De acordo com Viana, nos últimos seis anos, o projeto visitou mais de um mil propriedades em Cachoeiras de Macacu, onde atua. A equipe foi recebida em apenas 200 delas e 16 de fato aceitaram a parceria. Ao todo, até o momento, foram plantadas mais de 500 mil mudas em 300 hectares.

Os proprietários cedem o terreno e o projeto se encarrega de todo o plantio, selecionando espécies nativas da Mata Atlântica – atendendo também aos pedidos dos produtores, caso desejem alguma espécie específica, desde que estejam na lista da flora local. Também realiza a manutenção, cuidando para que as árvores consigam se estabelecer, e a floresta seja capaz de se manter por conta própria. O custo é R$ 60 mil a R$ 90 mil por hectare, que ficam a cargo do projeto Guapiaçu.

As ações em Cachoeiras de Macacu têm uma especificidade, lá está o Parque Estadual dos Três Picos, o maior parque estadual e também local de preservação da Mata Atlântica – que se estende também por Nova Friburgo, Teresópolis, Guapimirim e Silva Jardim. É na porção de Cachoeiras de Macacu que estão dois terços das florestas e 60% das águas do parque.

O município é conhecido pelo potencial hídrico. Próximo dali, na Serra dos Órgãos, a cerca de 1,7 mil metros de altitude, nasce o rio Macacu, que é o principal rio que desagua na Baía de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. A bacia hidrográfica do rio Guapi-Macacu – formada pela união do rio Macacu com o rio Guapimirim – é responsável pelo abastecimento de água de cerca de 2 milhões de pessoas nos munícipios de Cachoeiras de Macacu, Guapimirim, Itaboraí, São Gonçalo e Niterói.

Segundo o Projeto Guapiaçu, reflorestar propriedades que estão às margens do parque, como a de Bruno, aumenta a área de floresta. Ao invés de se criar ilhas de reflorestamento em áreas afastadas umas das outras, cria-se um corredor de floresta, unindo áreas de preservação e áreas de reflorestamento, permitindo que os animais e também as plantas tenham mais espaço para se estabelecer. O mesmo ocorre quando diversas propriedades vizinhas optam pelo reflorestamento.

“Quando você faz justamente essas conexões entre os fragmentos [de floresta] você permite que esses animais circulem, permite o fluxo gênico, permite que a genética ali aconteça em uma variabilidade maior. Você tem um maior número de animais que estão se reproduzido entre si, não são ilhas isoladas, né? Por isso que ter diversas propriedades que façam essa adequação ambiental é muito interessante, porque ganha todo mundo”, explica a coordenadora operacional do Projeto Guapiaçu, Tatiana Horta.

De acordo com Gabriela Viana, em Cachoeiras de Macacu, 99% das propriedades são pequenas propriedades e apenas cerca de dez fazendas são consideradas grandes, com mais de um mil hectares. Mesmo pequenas áreas, como a de Bruno, podem fazer a diferença. Um hectare replantado, foi suficiente, por exemplo, para que a fonte voltasse a jorrar. O projeto acompanha o reflorestamento por três anos, tempo geralmente suficiente para a floresta se estabelecer. Em 20 anos, já é possível ter uma floresta com uma animais, com fauna e flora recompostas.

“Eu acho que plantar uma árvore é um ato muito generoso”, diz Viana. “Eu plantei um jequitibá com as cinzas do meu avô e eu, muito provavelmente, não vou sentar embaixo desse jequitibá para usufruir da sombra, mas eu vou deixar o jequitibá para os meus filhos e meus netos”.

Diante da crise climática, perguntado se acredita que ainda dá tempo de salvar os seres humanos, e as florestas, Viana afirma: “Eu acredito que dá tempo”.

*A equipe viajou a convite da Petrobras

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Anel Rodoviário de BH: ônibus perde o freio e provoca engavetamento

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Um acidente envolvendo vários carros e um ônibus deixou ao menos quatro pessoas feridas na tarde de sexta-feira, 29, no Anel Rodoviário, no bairro Betânia, em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Conforme o Corpo de Bombeiros, nenhuma delas ficou presa às ferragens.

 

 

Segundo a corporação, aproximadamente 20 pessoas estiveram envolvidas no engavetamento, mas a maioria, com ferimentos leves, acabou buscando socorro por meios próprios.

 

No vídeo, é possível ver o ônibus trafegando pela rodovia no momento em que perde o controle e atinge vários carros que estavam a sua frente na via parados em razão de lentidão na via. Ele chega a mudar de faixa, mas mesmo assim atinge diversos veículos.

 

Ainda de acordo com os bombeiros, o ônibus perdeu o freio e colidiu com vários veículos no local, sendo que três deles acabaram capotando.

 

Quatro vítimas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “Duas delas foram avaliadas e liberadas pelo médico responsável. Outras duas foram encaminhadas para atendimento em hospital da região”, disse a corporação. Não há detalhes do estado de saúde delas.

 

As causas do acidente serão investigadas pelas autoridades policiais.

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Corinthians faz acordo com Balbuena e ficará livre do transfer ban

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BRUNO MADRID E LIVIA CAMILLO
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians costurou um acordo com o zagueiro Balbuena, que atuou pelo clube até 2023, para encerrar a punição do transfer ban dada pela Fifa.

 

O clube quitou um valor total que ultrapassa R$ 6 milhões em direitos de imagem. A informação inicial foi divulgada pela Itatiaia e confirmada pela reportagem.

Diante do pagamento, o Corinthians se livrará do transfer ban aplicado pela Fifa — o alvinegro está impedido de registrar novos jogadores diante da pendência com o paraguaio.
A dívida somava R$ 1,9 milhão para o Balbuena e R$ 4,3 milhões para a The General Sports Ltda, empresa da qual o jogador é sócio.

O zagueiro, que hoje atua pelo Dínamo Moscou, teve duas passagens defendendo o Corinthians: a primeira durou entre 2016 a 2018 e ficou marcada por títulos, enquanto a segunda, menos marcante, começou em 2022 e acabou no ano seguinte.

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Ex-namorada expõe detalhes da genitália de Fiuk e compara a Kid Bengala

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Ex-namorada de Fiuk, Maia Lozano, revelou detalhes do órgão sexual do ator e ex-BBB.

 

Em fala divulgada pelo UOL, Lozano contou que o ator é bem dotado, mas não tão grande quanto Kid Bengala. “Não é um Kid Bengala, mas é grande, bem dotado, rosinha e bem gostoso”, declarou.

A influenciadora e Fiuk se relacionaram por cerca de dois anos.

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Morre Bob Bryar, ex-baterista da banda My Chemical Romance, aos 44 anos

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Bob Bryar, ex-baterista da banda My Chemical Romance, morreu aos 44 anos.

 

O músico foi encontrado sem vida na sua casa, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos da América, na última terça-feira, 26 de novembro.  Apenas este sábado, 30 de novembro, a informação chegou aos sites norte-americanos.

O artista foi visto pela última vez no dia 4 de novembro. 

Segundo o site de notícias TMZ, que tem informações exclusivas, não existe suspeita de crime “porque todas as armas e equipamentos musicais de Bryar na casa foram deixados intocados” e foi ainda noticiado que “o corpo já estava em estado avançado de decomposição.”  A causa da morte está agora sendo investigada. 

Bob Bryar começou a fazer parte da banda de rock em 2004, ao substituir Matt Pelissier. Em 2010 acabou por abandonar o projeto para se dedicar ao ramo imobiliário. 

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É hoje! Atlético-MG e Botafogo decidem Libertadores em final bilionária

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Em 2021, o Botafogo era praticamente insolvente financeiramente e estava perto da falência. Passados três anos, o clube carioca se transformou em SAF (Sociedade Anônima do Futebol), foi comprado pelo magnata John Textor e está a 90 minutos de ser campeão da Libertadores pela primeira vez em sua história. O adversário na decisão neste sábado, em Buenos Aires, é o Atlético Mineiro, outro que migrou do modelo associativo sem fins lucrativos para o empresarial. A bola rola às 17h no Mâs Monumental.

 

 

Aprovada por meio de projeto de lei e em vigor desde agosto de 2021, a Lei da SAF permite que um clube se estruture como empresa e tenha dono. O modelo é adotado, geralmente, com o pensamento de salvar as agremiações de graves crises financeiras e torná-las competitivas, liberando a renegociação de dívidas.

 

Antes à beira da falência, o Botafogo hoje está a um passo da glória graças ao então desconhecido magnata americano, que comprou 90% das ações do clube e se comprometeu a investir ao menos R$ 400 milhões. No ano anterior à venda, o time disputava a Série B.

 

“No Botafogo, ressuscitamos um clube histórico da falência na 2ª divisão para lutar por campeonatos no topo da Série A”, disse o empresário quando anunciou o desejo de vender sua participação no Crystal Palace, da Inglaterra.

 

Ele é proprietário da Eagle Football Holdings, um conglomerado de clubes a nível mundial que conta com participações majoritárias, além do Botafogo, no Lyon, da França, RWD Molenbeek, da Bélgica, e uma participação minoritária no Crystal Palace, da Inglaterra.

 

O empresário fez do Botafogo o caso esportivo de maior sucesso das SAFs no Brasil, ainda que o trabalho não tenha sido coroado com um título por enquanto. Foi o único dos clubes do qual é dono que prosperou.

 

Foi montado um elenco competitivo com alguns atletas pouco conhecidos e estrelas como Thiago Almada e Luiz Henrique, as duas mais caras contratações da história do futebol brasileiro. O meia argentino custou R$ 137,4 milhões e o atacante brasileiro, R$ 106,6 milhões.

 

Segundo o relatório da consultoria Convocados, o Botafogo apresentou receita de R$ 355 milhões em 2023, com gastos em R$ 444 milhões. Em 2024, a SAF alvinegra investiu R$ 373,2 milhões somando as duas janelas de transferências.

 

“O torcedor queria mudança. E não mudança cultural, isso é imutável, numa história de um clube que tem 100 anos, mas mudança de comportamento. Nosso torcedor precisava de uma injeção de ânimo, de uma forma diferente de ver o clube, de sentir o clube. E a gente está entregando isso para eles”, acredita Thairo Arruda, CEO do Botafogo. Braço direito de Textor, foi ele um dos responsáveis por convencer o americano a investir na agremiação.

 

“Essa mudança comportamental do clube foi importante para nosso crescimento. Foram 30 anos horríveis no clube. O torcedor tem um sentimento ruim, de angústia, eles querem mudança, querem coisas novas. Não é mudar a marca, mas moldar a história de forma mais positiva possível”, considera o executivo.

 

O Atlético Mineiro alterou seu modelo administrativo em julho do ano passado, quando vendeu 75% das ações por R$ 913 milhões ao Galo Holding, conglomerado formado pelos 4Rs – Rubens e Rafael Menin, Ricardo Guimarães e Renato Salvador. O Centro de Treinamento e a Arena MRV foram transferidos para a SAF. Os quatro investidores, que participam da administração atual do Atlético-MG, fizeram um aporte inicial de R$ 600 milhões e se comprometeram a assumir 100% das dívidas, o que deixou a associação, que detém 25% das ações, sem déficit.

 

No início do ano, o Conselho Deliberativo do Atlético aprovou o aumento de capital, com mais R$ 200 milhões, aplicados 100% pelo FIP Galo Forte, que já detinha participação na sociedade. O novo aporte fez com que o capital social total da SAF aumentasse para R$ 1,422 bilhão. Rubens Menin, conhecido empresário dono de um conglomerado de empresas em diferentes setores, é o acionista majoritário e quem mais se destaca. Para ele, a SAF atleticana “está um pouco à frente das outras” porque combina gestão do futebol com gestão empresarial.

 

“Independentemente da conquista da Libertadores, o modelo de gestão adotado com a SAF terá continuidade e será permanentemente aperfeiçoado. É um caminho sem volta, que vem sendo traçado com planejamento e cuidado”, diz ao Estadão Bruno Muzzi, CEO da SAF atleticana. “Claro que um clube estruturado fora de campo tem mais chances de conquistar títulos, mas os resultados esportivos não dependem somente dessa organização administrativa.”

 

O elenco do Atlético, antes da transformação em SAF, já era estrelado, com Hulk, Guilherme Arana e Paulinho. Neste ano, foi reforçado com a repatriação de figuras importantes, casos de Gustavo Scarpa e Bernard, os dois meia-atacantes que vieram do futebol grego.

 

Muzzi crê ser possível que o Atlético se coloque como uma das principais potências no continente. “O clube já vem disputando os principais títulos nacionais e internacionais nos últimos anos. Na medida em que as coisas caminham bem fora das quatro linhas, a tendência é que isso reflita dentro de campo.”

 

E O FAIR PLAY FINANCEIRO?

Há queixas, porém, por partes de cartolas de clubes que se mantêm no modelo associativo. Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, time mais rico do País, reclama com frequência e diz que é urgente a implementação de um Fair Play Financeiro no futebol brasileiro, em referência às despesas do Botafogo, superiores à arrecadação. Leila Pereira, reeleita presidente do Palmeiras, cobra a mesma medida.

 

As queixas fizeram Thairo Arruda responder a Landim com uma analogia sobre financiamento imobiliário e reconheceu que as reclamações são resultado da ida agressiva do Botafogo ao mercado.

 

“Imagina um profissional que ganha R$ 20 mil por mês. Como ele vai comprar um apartamento de 500 mil reais? Ele paga à vista uma parte e financia o resto. Daqui a três quatro anos eu ganho 30 mil, posso vender o apartamento e comprar um melhor”, iniciou a explicação.

 

“Isso é o que fazemos no Botafogo. O Botafogo ganha 400 milhões e não pode gastar 600 milhões? Existe financiamento pra isso, para honrar os compromissos e ter fluxo de pagamento”, argumentou o braço direito de Textor. Na visão de Arruda, a forma correta de instituir o fair play financeiro é controlar o pagamento. “Não precisa controlar o quanto pode gastar, mas sim a capacidade de pagar os compromissos assumidos.”

 

O Atlético, diz Muzzi, desenhou o Galo 2030, projeto que prevê times competitivos que disputem títulos e, ao mesmo tempo, um clube que se mantenha saudável financeiramente. “Há vários exemplos de clubes que gastaram muito mais do que arrecadaram para buscar o sucesso esportivo e que, em curto espaço de tempo, tiveram muitos problemas. Não há mais espaço para gestões não profissionais no futebol porque a conta sempre chega”, afirma o CEO atleticano.

 

FICHA TÉCNICA

 

ATLÉTICO-MG X BOTAFOGO

 

ATLÉTICO-MG – Everson; Lyanco, Battaglia, Alonso; Fausto Vera, Alan Franco, Scarpa e Arana; Paulinho, Hulk e Deyverson. Técnico: Gabriel Milito.

 

BOTAFOGO – John; Vitinho, Adryelson, Barboza e Alex Telles; Gregore, Marlon Freitas e Thiago Almada; Luiz Henrique, Savarino e Igor Jesus. Técnico: Artur Jorge.

 

ÁRBITRO – Facundo Tello (Argentina).

 

HORÁRIO – 17h (de Brasília).

 

LOCAL – Mâs Monumental, em Buenos Aires, na Argentina.

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Cientista anuncia descoberta de nova espécie humana na Ásia

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O professor Christopher J. Bae, do Departamento de Antropologia da Escola de Ciências Sociais da Universidade do Havaí em Manoa, estuda os ancestrais humanos em toda a Ásia há mais de 30 anos.

 

Sua pesquisa mais recente, publicada na Nature Communications, ajudou a esclarecer algumas dúvidas sobre as diferentes espécies antigas semelhantes aos humanos que coexistiram na região durante o Pleistoceno Médio Superior e o Pleistoceno Superior Inferior, um período que abrange aproximadamente de 300.000 a 50.000 anos atrás.

O Homo juluensis viveu há cerca de 300 mil anos no Leste Asiático, caçando cavalos selvagens em pequenos grupos, fabricando ferramentas de pedra e possivelmente processando peles de animais para sobreviver, antes de desaparecer há cerca de 50 mil anos.

A pesquisa sugere que essa nova espécie inclui os enigmáticos denisovanos, uma população conhecida principalmente por meio de análises de DNA de restos humanos encontrados na Sibéria, além de alguns fósseis localizados no Tibete e no Laos.

Mais estudos são necessários para confirmar essa relação, que atualmente se baseia em semelhanças entre fósseis de mandíbulas e dentes encontrados nesses diferentes locais, conforme detalhado em um comunicado sobre o estudo, divulgado na sexta-feira pela agência Europa Press.

Bae atribui o avanço no estudo a uma nova abordagem para organizar os achados fósseis. Ele e sua equipe desenvolveram um sistema mais claro para classificar e compreender os antigos fósseis humanos encontrados na China, Coreia, Japão e Sudeste Asiático.

“Este estudo esclarece um registro fóssil de hominídeos que geralmente inclui qualquer coisa que não pode ser facilmente atribuída ao Homo erectus, Homo neanderthalensis ou Homo sapiens”, destacou Bae.

“Embora tenhamos iniciado este projeto há vários anos, não esperávamos propor uma nova espécie de hominídeo (ancestral humano) e, posteriormente, organizar os fósseis de hominídeos da Ásia em diferentes grupos. Isso, no final das contas, deverá facilitar a comunicação científica”, afirmou.

Este trabalho é significativo porque ajuda os cientistas a compreender melhor a complexa história da evolução humana na Ásia, preenchendo lacunas importantes no entendimento dos ancestrais humanos, de acordo com os autores da pesquisa.

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Ator de Harry Potter é condenado a pagar quantia milionária

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Rupert Grint, conhecido ator de ‘Harry Potter’, onde interpreta o papel de Rony Weasley, o melhor amigo do protagonista do filme, foi condenado pela justiça britânica.

 

O artista terá que entregar 1.8 milhões de libras (cerca de 12 milhões de reais) ao estado devido a impostos que não foram pagos. 

Segundo a BBC, o ator deveria ter regularizado esta quantia em 2019 já que o HMRC, entidade britânica responsável pelo pagamento de impostos, começou a investigar o valor que Rupert recebia vindo de uma empresa onde era o único acionista. Esta mesma empresa era taxada de forma desadequada e com valores irregulares. 

Durante este processo, os advogados do ator defenderam que este dinheiro tinha sido declarado como um ativo de capital, justificação rejeitada pelo juiz.

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