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Criança de 2 anos resgatada após prédio desabar; veja as imagens

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Um hotel no vale vinícola de Moselle, na Alemanha, desabou na noite de terça-feira, resultando na morte de duas pessoas. Além das vítimas fatais, há três feridos graves ainda presos nos escombros, e cinco pessoas foram resgatadas, incluindo uma criança de apenas dois anos.

 

De acordo com a agência de notícias Reuters, que citou Joerg Teusch, chefe das operações de resgate, o corpo de uma mulher foi retirado dos escombros na manhã desta quarta-feira, enquanto o corpo de um homem ainda não foi localizado.

Durante a “operação extremamente complexa,” cinco pessoas foram resgatadas sem ferimentos graves. As duas vítimas que ainda estão soterradas no edifício estão gravemente feridas, mas mantêm contato com os socorristas.

Entre os resgatados está uma criança de dois anos, que não ficou ferida, juntamente com seus pais. “Nunca fiquei tão feliz por ver o filho de um estranho,” disse Teusch.

Catorze pessoas estavam no hotel no momento em que um dos andares desabou, e cinco conseguiram sair ilesas.

O hotel, localizado na cidade de Kröv, foi construído no século XVII e renovado na década de 1980. As causas do desabamento ainda são desconhecidas, e segundo o procurador estadual Peter Fritzen, a investigação começará somente após a conclusão das operações de salvamento.

A polícia, citada pela estação estatal DW, informou que o alerta foi dado às 22h55 locais (21h55 em Lisboa), momento em que 14 pessoas estavam no hotel.

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Acadêmicos divulgam carta de apoio a levantamento que contesta vitória de Maduro

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um grupo de quase 20 acadêmicos e pesquisadores especializados no estudo das democracias e da integridade eleitoral assinou uma carta em apoio à ONG AltaVista -que apontou a vitória do candidato de oposição Edmundo González na eleição presidencial da Venezuela em um levantamento baseado em amostragem- e a outras pesquisas independentes sobre a votação.

 

O CNE (Conselho Nacional Eleitoral) proclamou a reeleição de Nicolás Maduro na madrugada do dia seguinte à votação. Segundo o órgão, com 80% das urnas apuradas, o ditador tinha vencido com 52% dos votos, contra 43% de González -a entidade confirmou o resultado na semana passada, já com 97% das cédulas apuradas.

O resultado é, porém, considerado fraudulento pela oposição e por alguns países como os Estados Unidos, que reconheceram a vitória do opositor ao regime.

O estudo da AltaVista desmente o resultado apresentado pelo CNE. Aponta, em vez disso, que González obteve mais de 66% dos votos, e Maduro, 31%.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e de uma instituição da Venezuela cujo nome foi mantido em sigilo, foi feito a partir da análise de quase mil atas de votação recolhidas por voluntários no dia da eleição.

A carta divulgada pelo grupo de acadêmicos nesta quarta tem como objetivo mobilizar a comunidade internacional a apoiar o povo da Venezuela e promover uma transição pacífica e democrática.

Ela é assinada por nomes como os americanos Francis Fukuyama, que cunhou a ideia de que o término da Guerra Fria representaria “o fim da história”, e Steven Levitsky, coautor de “Como as Democracias Morrem”, além dos brasileiros Maria Hermínia e Matias Spektor e de muitos outros.

“Como acadêmicos dedicados ao estudo da democracia e da integridade eleitoral, estamos profundamente preocupados com as implicações [da crise atual] para o futuro da Venezuela e com a violência generalizada e a repressão após as eleições”, afirma o documento.

“Condenamos a resposta brutal das forças de segurança, que resultou em inúmeras mortes e centenas de prisões. Exigimos total transparência e responsabilidade na contagem dos votos.”

O texto ainda lembra que a maioria dos países da América Latina condenou a falta de transparência do regime de Maduro e cobram a divulgação dos dados da votação de modo que possam ser checados de forma independente. Cinco países da região inclusive reconheceram a vitória de González.

A carta dos acadêmicos pode ser lida e assinada por outros apoiadores neste link.

QUEM ASSINA A CARTA

Alberto Diaz-Cayeros – pesquisador sênior do Centro para a Democracia, o Desenvolvimento e o Estado de Direito, da Universidade Stanford (EUA)

Beatriz Magaloni – professora de ciência política da Universidade Stanford (EUA)

Cristóbal Rovira Kaltwasser – professor da Pontifícia Universidade Católica do Chile

Francis Fukuyama – diretor do programa de mestrado em relações internacionais da Universidade Stanford (EUA)

Jennifer Cyr – professora e diretora da pós-graduação em ciência política da Universidad Torcuato Di Tella (Argentina)

Julieta Suarez-Cao – professora de política da Pontifícia Universidade Católica do Chile

Kati Marton – ex-diretora e atual integrante do conselho do Comitê de Proteção a Jornalistas

Kenneth Roberts – professor de sistemas de governo na Universidade Cornell (EUA)

Larry Diamond – pesquisador sênior da Instituição Hoover, think tank ligado à Universidade Stanford (EUA)

Laura Gamboa – professora da Universidade Notre Dame (EUA)

Maria Hermínia Tavares – professora emérita de ciência política da USP, a Universidade de São Paulo (Brasil)

Maria Victoria Murillo – diretora do Instituto para Estudos Latino-Americanos e professora de ciência política e relações internacionais na Universidade Columbia (EUA)

Matias Spektor – professor de política e de relações internacionais da Fundação Getulio Vargas (Brasil)

Michael Albertus – professor da Universidade de Chicago (EUA)

Pedro Telles – professor-adjunto da Fundação Getulio Vargas (Brasil) e pesquisador sênior na London School of Economics (Reino Unido)

Simon Cheng Man-kit – ativista honconguês e ex-analista de comércio e investimento do Consulado-Geral do Reino Unido em Hong Kong

Steven Levitsky – professor de sistemas de governo e diretor do Centro David Rockefeller para Estudos Latino-Americanos da Universidade Harvard (EUA)

Susan Stokes – professora de ciência política da Universidade de Chicago (EUA)

Tulia Falleti – professora de ciência política da Universidade da Pensilvânia (EUA)

Técnica de Enfermagem é presa dentro de hospital por tortura de bebê recém-nascido

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Foto: Divulgação/ Grupo Meridional

Uma técnica de Enfermagem de 31 anos foi presa em um hospital de Cariacica, na Grande Vitória. Ela é investigada por torturar um bebê de dois meses de vida. A polícia não divulgou o nome dela. Segundo a Polícia Civil do Espírito Santo, ela levantava a criança pelo pescoço e chegou a tentar sufocá-la em algumas ocasiões.

A ação, que culminou na prisão foi no último dia 30 de julho, foi cumprida pela PC, por meio da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), mas divulgada apenas na terça-feira (6).

Durante alguns dias da semana, a técnica trabalhava na UTI pediátrica de um hospital, cujo nome também não foi informado pela polícia. Ela foi contratada por um casal de Vitória para trabalhar nos cuidados de um bebê, em dias intercalados, quando a criança tinha uma semana de nascimento.

A mãe do bebê começou a desconfiar de algo errado com a criança após ouvir choros do menino de madrugada e descobrir hematomas pelo corpo do bebê. Segundo a polícia, os atos de tortura foram constatados por meio de câmeras.

“Diante disso, somado ao fato dela trabalhar em UTI pediátrica, representamos pela prisão preventiva. Efetuamos a prisão no hospital que trabalha. Em sede policial, ela não quis se manifestar”, disse a delegada.

Ainda segundo a delegada, a suspeita sabia das câmeras que havia em casa e praticava os atos de costas para elas. Após o caso ser descoberto, ela foi demitida pela família. Desde então, o bebê passa por avaliações para descartar sequelas ou outras lesões, conforme explicou o delegado-geral da PCES, delegado José Darcy Arruda, que descreveu a situação como “um caso de psicopatia perversa”.

A mulher foi autuada pelo crime de tortura e está presa desde então. Agora, a polícia também investiga se houve algum ato semelhante no hospital em que a atuava. A instituição teria aberto um processo administrativo contra a profissional.

O que diz o hospital

Embora a polícia não tenha informado em qual hospital a técnica atuava e foi presa, a reportagem apurou que a situação ocorreu no Hospital Meridional Cariacica. Em nota encaminhada pela assessoria, a instituição confirmou que a técnica de Enfermagem era contratada desde abril e trabalhava na empresa há 4 meses.

O hospital informou que “se solidariza com a família da criança e reafirma seu compromisso com a justiça, aguardando a conclusão das investigações pela polícia e a aplicação das devidas punições. Ressalta, ainda, que a ocorrência não aconteceu nas dependências do hospital”.

Conselho também apura

O Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo (Coren-ES) foi notificado. Em nota, informou que está tomando todas as medidas necessárias.

“Se a denúncia for considerada admissível, a profissional será julgada pela conduta de seu exercício profissional, podendo receber censura, suspensão e/ou até a cassação do direito de exercer a profissão”.

Fonte: G1

Augusto Akio, o Japinha, fatura bronze no skate park na Olimpíada de Paris

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O Brasil conquistou mais uma medalha no skate nesta Olimpíada de Paris-2024. Depois de Rayssa Leal faturar o bronze no street feminino, Augusto Akio repetiu o feito no park masculino nesta quarta-feira. Pedro Barros, medalhista de prata nos Jogos de Tóquio, e Luigi Cini também disputaram a final, sem conseguir a vaga no pódio.

 

Trata-se da 14ª medalha brasileira nesta edição da Olimpíada, sendo a segunda no skate. No total, o Brasil soma agora cinco pódios na modalidade, incluindo Tóquio, quando o skate passou a fazer parte do programa olímpico.

 

Augusto Akio, mais conhecido como Japinha, obteve 91,85 como melhor nota em suas três tentativas na final do Park. Só foi superado pelo australiano Keegan Palmer, medalhista de ouro, com 93,11, e pelo americano Tom Schaar, com 92,23. Atual campeão olímpico, Palmer confirmou o favoritismo e se sagrou bicampeão ao buscar o primeiro lugar logo em sua primeira volta.

 

Depois de ser vice-campeão olímpico há três anos, Pedro Barros passou perto de subir ao pódio novamente. Ele terminou em quarto lugar, com 91,65. Luigi Cini ficou em sétimo entre os oito finalistas, com 76,89.

 

Os skatistas sabiam que precisariam arriscar para conseguirem subir ao pódio devido a qualidade dos adversários e por isso a final foi marcada por muitas quedas. O brasileiro Luigi Cini, por exemplo, não conseguiu completar nenhuma volta.

Espanhola desdenha da seleção brasileira após derrota no futebol e tem perfil ‘invadido’

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A atacante espanhola Jenni Hermoso fez uma declaração polêmica após a eliminação da Espanha para o Brasil no futebol feminino dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. A jogadora acusou a seleção brasileira de “não jogar futebol”. Após a repercussão, torcedores a provocaram no perfil da atleta no Instagram.

 

O motivo que levou Hermoso a fazer tal avaliação foi, segundo ela, a “cera” feita pelas brasileiras para “matar” tempo de jogo. A árbitra inglesa Rebecca Welch, porém, compensou nos acréscimos, com 15 minutos somados ao tempo regulamentar no segundo tempo.

“Souberam como nos machucar, jogar nas nossas costas. Para mim, não é futebol. Não gosto desse futebol. Obviamente, ganham minutos, te fazem perder tempo. Para elas, isso valeu. Elas estão na final, e nós vamos pelo bronze”, avaliou a jogadora à rádio espanhola Cope.

“Tínhamos muitas esperanças, depois de um ano super bonito. Seria muito bonito jogar uma final de Olimpíada, mas sabemos que hoje não jogamos um bom futebol. No final, o que contam são os gols. Creio que foram falhas nossas. Tampouco, não jogamos nosso futebol”, ressalvou antes da fala polêmica.

Hermoso lamentou ter participado menos minutos durante a Olimpíada em relação à Copa do Mundo 2023, quando a Espanha foi campeã, com o controverso técnico Jorge Vilda. “Tenho um papel diferente e estou aceitando que é isso que me cabe”, lamentou a jogadora de 34 anos, sobre a escolha da técnica Montse Tomé.

No portal da rádio Cope, uma análise pós-jogo também criticou o comportamento do Brasil. Mais especificamente, da atacante Priscila, que abriu o placar após falha da goleira Catalina Coll. A comemoração da brasileira, gritando em direção à goleiro, foi um “ato antidesportivo”, na avaliação do veículo. A publicação também critica a seleção espanhola, mas sem elogios ao Brasil, diferente de outros veículos espanhóis como Marca e Mundo Deportivo, que chegaram a definir a vitória brasileira como “baile”.

HERMOSO SOFRE ATAQUES APÓS FALA SOBRE BRASIL

Os torcedores brasileiros, empolgados com a vitória, não pouparam Jenni Hermoso assim que a fala da jogadora começou a viralizar nas redes sociais. O perfil da atleta no Instagram conta com inúmeras respostas com provocações e piadas sobre a derrota espanhola. “Ainda bem que a França fica pertinho da Espanha… dá tempo de chorar em casa”, diz um comentário em meio a emojis de risadas e bandeiras do Brasil.

A própria página da seleção brasileira fez uma publicação alusiva ao que disse Hermoso. “O jogo é jogado e o lambari é pescado. Jogando futebol!”, publicou o perfil.

Jenni Hermoso é uma das principais jogadoras do futebol feminino mundial. Em 2023, após o título da Copa do Mundo, ela ficou em segundo lugar na disputa pela Bola de Ouro, ficando atrás da também espanhola Aitana Bonmatí.

A Espanha disputa o bronze na sexta-feira, 9, contra a Alemanha, às 10h (horário de Brasília), em Lyon. Já a final ocorre no sábado, às 12h, no estádio Parque dos Príncipes, em Paris.

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Ana Vergutz vai à semi do K1 500m da canoagem; Vagner Souta e Matheus Santos são eliminados

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Além de Isaquias Queiroz, outros três brasileiros competiram nesta quarta-feira na canoagem velocidade nos Jogos Olímpicos de Paris. Ana Paula Vergutz avançou às semifinais do K1 (caiaque individual) 500m ao terminar em quinto lugar sua série nas quartas com 1min56s09. A canoísta brasileira volta a competir neste sábado, às 5h50 (de Brasília).

 

Ana Paula Vergutz tem 35 anos e disputa sua segunda Olimpíada após estrear nos Jogos do Rio-2016, quando terminou na 23ª colocação em duas provas, o K1 200m e 500m.

Vagner Souta disputou o K1 1000m e parou nas quartas de final. Ele finalizou a prova com o tempo de 3min50s72 e terminou sua bateria em sexto lugar. Apenas os dois primeiros garantiram vaga nas semifinais. Mais cedo, nas eliminatórias, o brasileiro havia sido mais rápido, com 3min46s17, mas o tempo não foi suficiente para levá-lo diretamente às semifinais.

Na mesma prova em que o campeão olímpico Isaquias avançou à semifinal, a C1 (canoa individual) 1000m, Matheus Santos também foi eliminado nas quartas ao marcar 4min08s50 no quinto lugar em sua bateria. O tempo foi pior do que o registrado na eliminatórias, quando o brasileiro completou o percurso em 3min52s60.

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Por que seleção feminina de futebol teve mais de 100 minutos de acréscimos nos Jogos?

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Com a classificação para a decisão do futebol feminino na Olimpíada de Paris, a seleção brasileira disputará seu sexto jogo oficial, mas na prática será o sétimo. Isto porque, somando os acréscimos nos jogos da fase de grupos e mata-mata, o Brasil enfrentou 114 minutos de tempo extra – equivalente a uma partida inteira e quase uma prorrogação. O motivo para isso é uma aplicação mais rigorosa de uma recomendação da Fifa, que se iniciou na Copa do Mundo do Catar.

 

A tese da Fifa, passada para os árbitros, é de combater a perda de tempo no futebol, como substituições, atendimentos médicos, comemorações de gol e checagens de VAR, com acréscimos. Tudo que atrapalhar o andamento da partida – e nisso entra também a “cera” de jogadores para passar o tempo – deve ser acrescido pelo árbitro ao fim do jogo.

 

Somando futebol masculino e feminino na Olimpíada, o tempo extra passa da casa dos 800 minutos. No Catar, que iniciou essa tendência, 676 minutos foram acrescidos ao final dos tempos regulamentares – uma média de 10,5 a mais por partida. No início da Copa, Pierluigi Collina, ex-árbitro da entidade, afirmou que a alteração fez com que o jogo tivesse, em média, 59 minutos da bola em campo. Na goleada da Inglaterra sobre o Irã por 6 a 2 – comandada pelo juiz brasileiro Wilton Pereira Sampaio – 27 minutos de acréscimo foram acrescidos aos 90 inicialmente previstos.

O que era exceção virou regra em Paris. Contra a Espanha, na semifinal, foram 30 minutos de tempo extra. Nas quartas, diante da França, foram 25. O Brasil enfrentará os Estados Unidos na decisão do torneio feminino no sábado. Com os acréscimos elevados, a seleção terá jogado quase o mesmo tempo que a rival, que precisou de duas prorrogações para avançar até a decisão. Até aqui, foram 12 dias de competições.

Árbitros ouvidos pela reportagem do Estadão se mostram contrários às orientações da Fifa. Carlos Eugênio Simon, ex-árbitro Fifa, que apitou em três Copas do Mundo, e comentarista da ESPN, entende que o esporte já tem mecanismos na regra que inibem o antijogo – não sendo necessário esses acréscimos extraordinários. “O árbitro controla o tempo de jogo. É necessário manter o bom senso para isso. Mas há uma orientação da Fifa em relação a isso. Acho ruim esses acréscimos justamente porque há mecanismos para prevenir o antijogo”, afirma.

Antijogo, neste caso, se refere às quedas dos jogadores, simulando faltas duras, demorando para repor a bola em campo, entre outras situações. São esses casos que a Fifa tenta coibir ao adicionar o tempo ao final do jogo. Na vitória sobre a Espanha por 4 a 2, o Brasil recebeu críticas das rivais. “Levamos quatro gols de uma equipe que, para mim, não joga futebol, mas, no final, o que conta são os gols. Creio que foram falhas nossas, não jogamos o nosso futebol. Gostei do nosso segundo tempo, mas já era difícil”, disse Jenni Hermoso, jogadora da seleção espanhola, em entrevista para a rádio Cope.

Wilson Seneme, chefe da comissão de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol, esteve presente no último Mundial. “Nós vimos acréscimos de seis, sete, oito, até dez minutos, tanto na Série A do Campeonato Brasileiro, quanto nos jogos da Série D, por exemplo. Isso é muito importante porque é uma instrução universal”, afirmou, ao Estadão em 2023.

“A regra não estabelece que haja um cronômetro paralisando o jogo como se fosse futebol de salão, nem na cabine do VAR”, pontua Manoel Serapião Filho, ex-árbitro Fifa e autor do projeto VAR, adotado pela Fifa na última década, à reportagem. “A regra estabelece que as perdas de tempo anormais sejam acrescidos ao final de cada período, não os tempos naturais, de reposição de bola, de cobrança de tiro de meta, de arremesso laterais. As Olimpíadas são o exemplo de como as coisas estão erradas”.

Por outro lado, Arnaldo Cezar Coelho, ex-árbitro e ex-comentarista da TV Globo, diz compreender os acréscimos na Olimpíada. “O Brasil abusou de ‘cera’, com a goleira principalmente. Não cronometrei, mas não se justifica fazer comício, sem a explicação. A regra é clara. Se fosse o Brasil perdendo, estaríamos reclamando de antijogo”, disse ao Estadão. Para ele, os atendimentos médicos em campo permitem que as atletas se utilizem desses meios para “queimar” tempo de partida.

Não há uma confirmação da Fifa se os árbitros estão cronometrando o tempo perdido nos jogos da Olimpíada. Para Arnaldo, no entanto, isso ocorre. “Eles podem estar comunicando ao delegado e eles, de fora, segurando o cronômetro quando há alguma paralisação em campo”, afirma. “Antes de criticar os acréscimos, fiquem com um cronômetro na mão. A regra mudou e as instruções mudaram.”

Confira os acréscimos dos jogos do Brasil na Olimpíada:

Brasil 1 x 0 Nigéria: 10 minutos (1º tempo) e 9 minutos (2º tempo) – 19 minutos no total

Brasil 1 x 2 Japão: 5 minutos (1º tempo) e 11 (2º tempo) – 16 minutos no total

Brasil 0 x 2 Espanha: 10 minutos (1º tempo) e 20 minutos (2º tempo) – 30 minutos no total

Brasil 1 x 0 França: 6 minutos (1º tempo) e 19 minutos (2º tempo) – 25 minutos no total

Brasil 4 x 2 Espanha: 6 minutos (1º tempo) e 18 minutos (2º tempo) – 24 minutos no total

Total: 114 minutos

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Augusto Akio é bronze no skate park nas Olimpíadas

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Augusto Akio na final do skate park nas Olimpíadas de Paris 2024 — Foto: Reuters
Augusto Akio na final do skate park nas Olimpíadas de Paris 2024 — Foto: Reuters

Augusto Akio é medalhista de bronze no skate park. Na final da categoria nas Olimpíadas de Paris 2024, o Japinha cravou a última volta e faturou a medalha, com 91.85, nesta quarta-feira, na Arena La Concorde. Pedro Barros, prata em Tóquio 2020, terminou em quarto lugar, muito próximo do pódio, com 91.65. E Luigi Cini foi o sétimo, com 76.89.

O australiano Keegan Palmer conquistou o bicampeonato olímpico, tirando 93.11 na primeira volta. O americano Tom Schaar levou a prata, com 92.23 na segunda rodada.

Augusto Akio melhorou seu desempenho em relação à eliminatória. Da oitava posição com o 88.98 mais cedo, o paranaense de 23 anos pulou para o bronze com o 91.85. Isso depois de ter tirado 2.66 e 81.34 nas voltas anteriores.

Pedro Barros, por sua vez, por pouco não conseguiu sua segunda medalha olímpica. Prata em Tóquio 2020, o catarinense de 29 anos minimizou ter ficado fora do pódio em Paris:

– Eu fiz a minha volta, andei de skate com toda a minha energia que podia. Sei que tenho muito mais dentro de mim, também é um dia e três voltas. Isso daqui não vai definir os meus 29 anos de skate. Só tenho a agradecer por estar aqui (nas Olimpíadas de Paris) – disse Pedro Barros.

Foi a segunda vez do skate nos Jogos Olímpicos, e foi a segunda final do park masculino com três brasileiros. Em Tóquio 2020, edição realizada em 2021, Pedro Barros levou a prata em uma disputa que também contou com Luiz Francisco (4º lugar) e Pedro Quintas (8º).

A equipe de skate do Brasil termina a participação nas Olimpíadas de Paris com duas medalhas. Assim como Augusto Akio, Rayssa Leal conquistou o bronze no street feminino – a Fadinha e o surfista Gabriel Medina prestigiaram a final do park masculino.

A final

Oito atletas participaram da final, aqueles com o melhor desempenho nas eliminatórias. Também na sessão decisiva, cada um teve três voltas, e apenas a melhor nota foi levada em consideração.

Como ficaram nas últimas colocações dentre os classificados da eliminatória, os brasileiros foram os primeiros em cada volta. Na primeira descida, Augusto Akio errou a primeira manobra (2.66), Luigi Cini caiu ao tentar um flip 540º (19.70), e Pedro Barros também com um heelflip (22.10). Penúltimo na lista, Tom Schaar foi o primeiro a completar os 45 segundos (90.11). Keegan Palmer foi melhor e tirou 93.11.

Augusto Akio caprichou na segunda rodada e a queda no fim da volta não o impediu de tirar 81.34. Luigi Cini caiu na primeira manobra (2.36). E Pedro Barros voou pela pista a ponto de fazer 86.41.

Os brasileiros foram para a última tentativa todos fora do pódio – a linha da medalha era o 91.17 de Tate Carew. Mostrando criatividade, Augusto Akio enfileirou manobras, como o flip 360° no pudim, acertou onde havia errado na descida anterior, e tirou 91.85, entrando na zona do pódio.

Luigi Cini fez uma grande terceira volta, até errar na última manobra, o que lhe tirou qualquer chance de medalha (76.89). Pedro Barros impôs muita velocidade e altura, se esforçou para se manter em pé, foi ovacionado com belas manobras e tirou 91.65, bem colado em Augusto Akio, mas também fora do pódio.

Tate Carew e Alex Sorgente sofreram quedas na sequência, o que decretou o bronze para o Japinha.

Confira o resultado final do skate park masculino:

  1. Keegan Palmer (Austrália) – 93.11
  2. Tom Schaar (Estados Unidos) – 92.23
  3. Augusto Akio (Brasil) – 91.85
  4. Pedro Barros (Brasil) – 91.65
  5. Tate Carew (Estados Unidos) – 91.17
  6. Alex Sorgente (Itália) – 84.26
  7. Luigi Cini (Brasil) – 76.89
  8. Keefer Wilson (Austrália) – 58.36

Homem confessa que deu bombom envenenado a amigo e tentou matá-lo a facadas

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Foto: Reprodução

Policiais Civis da 59ª DP (Duque de Caxias) prenderam em flagrante na terça-feira (6), Edimar Barbosa, que confessou ter tentado matar um amigo com um bombom envenenado com chumbinho e depois esfaqueá-lo. O caso ocorreu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A investigação começou depois que a polícia foi informada de que um homem foi internado ferido a facadas e da necessidade de lavagem estomacal no paciente por causa da suspeita de envenenamento.

O motivo da tentativa de homicídio teria sido a aproximação da vítima e de uma ex-namorada do homem que confessou o crime. Após ser levado para a delegacia durante as investigações, Edimar admitiu que tentou dar um bombom envenenado para a vítima, que comeu apenas um pedaço do doce, mas reclamou do gosto e não comeu o restante.

Então, Edimar desferiu golpes de faca contra a vítima, que conseguiu se desvencilhar e fugir do local. Ele deu entrada para atendimento na UPA do bairro Parque Lafaiete, em Duque de Caxias, onde se encontra internado com quadro de saúde considerado estável.

A polícia apreendeu o bombom envenenado com chumbinho e um bilhete em que a vítima é jurada de morte. Ao oferecer o doce, o homem disse para a vítima que era um presente da mulher para ele.

Após a confissão, Edimar foi encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

Fonte: G1

Construção irregular é localizada às margens do Rio Paraíba do Sul

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Foto: Divulgação

A partir de uma denúncia recebida pelo Linha Verde, policiais militares do Comando de Polícia Ambiental, realizaram nessa terça-feira (06), uma fiscalização em um terreno localizado no Campo de Semente, no município de Itaocara, no Noroeste Fluminense, onde identificaram uma construção irregular às margens de um curso hídrico.

Segundo os agentes, no local se depararam com uma construção em alvenaria em fase inicial, a cerca de 45 metros de distância do leito do Rio Paraíba do Sul. Foram realizadas buscas pelo local com intuito de localizar o proprietário, mas sem sucesso. Diante dos fatos e com base no artigo 60 da lei 9605/98 e artigo 4º da lei 12651/12, os policiais militares procederam a 135ª Delegacia de Polícia da cidade, onde a ocorrência foi registrada.

Para denunciar crimes ambientais ao Linha Verde, a população pode ligar 24 horas, sete dias da semana, para o telefone (21) 2253-1177 e para o 0300 253 1177, ambos com WhatsApp anonimizado – técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa, ou então pelo App “Disque Denúncia RJ”. É possível denunciar ainda pelo site do Disque Denúncia (www.disquedenuncia.org.br) ou ainda pela FanPage do Linha Verde no facebook (www.facebook.com/linhaverdedd).

Fonte: Ascom

STF marca audiência para possível acordo entre PGR e Nikolas Ferreira

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Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, marcou uma audiência para oferecer um acordo ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), acusado do crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reunião será no dia 14 de agosto. Fux é o relator do caso.

O benefício foi oferecido no mês passado após a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciar o parlamentar ao Supremo. A medida é adotada em crimes cuja punição é baixa. Pelo Código Penal, a injúria é punida com pena que varia de um e seis meses de prisão, que pode ser convertida por penas alternativas.

A denúncia envolve o discurso do deputado durante uma reunião na Organização das Nações Unidas (ONU), em 2023. Nikolas chamou Lula de “ladrão” e publicou a fala em suas redes sociais.

Na audiência, um representante da PGR vai oferecer ao deputado uma transação penal, espécie de acordo no qual o acusado se compromete a cumprir medidas determinadas pela procuradoria em troca do encerramento do processo. Com o eventual arquivamento, o parlamentar não será condenado. Se o deputado não aceitar o acordo, o processo seguirá a tramitação normal.

Morre ex-vereador, Dário Marques de Almeida, aos 80 anos

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Ex-vereador Dário Marques de Almeida morre aos 80 anos — Foto: Maycon Morano/Câmara Municipal de Presidente Prudente (SP)
Ex-vereador Dário Marques de Almeida morre aos 80 anos — Foto: Maycon Morano/Câmara Municipal de Presidente Prudente (SP)

O radialista e ex-vereador de Presidente Prudente (SP), Dário Marques de Almeida, morreu nesta terça-feira (6), aos 80 anos.

Conforme a Câmara Municipal, Almeida exerceu seu mandato durante a 10ª legislatura, entre os anos de 1989 e 1992, e foi um dos autores da Lei Orgânica do Município (LOM), elaborada após a Constituição Federal de 1988.

Já na 12ª Legislatura, então suplente, exerceu a vereança de março de 1998 a abril de 2000, quando um dos parlamentares titulares se licenciou para ocupar um cargo no Poder Executivo.

A Casa de Leis manifestou pesar e condolências aos amigos e familiares, nesta quarta-feira (7), pela morte do ex-parlamentar.

A Prefeitura de Presidente Prudente decretou luto oficial de três dias e ressaltou que, “além da atuação política, ele foi um conceituado farmacêutico prudentino e também atuou como radialista por mais de 40 anos”.

“O executivo municipal manifesta profundo pesar pelo falecimento de Dario Marques, e expressa sua solidariedade e condolências à família e aos amigos”, finalizou a Prefeitura.

O ex-vereador foi sepultado, na tarde desta quarta-feira, no Cemitério Municipal Campal, no Residencial Anita Tiezzi.

Suspeito de envenenar ex com milkshake foi encontrado graças a aplicativo de transporte e foto de bar no Whatsapp

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil chegou a Deivid Nascimento Santana, preso pela morte de Vitória Conceição, de 23 anos, por meio do cruzamento de informações sobre uma identidade falsa que era usada por ele para dar golpes. A busca envolveu uma foto mandada por Whatsapp e até uma viagem feita em um aplicativo de mensagens. O nome era de um amigo com o qual se apresentou na lanchonete onde a vítima tomou um milkshake que estaria envenenado.

O homem contou aos agentes da 82ª DP (Maricá) que não sabia que o nome dele era usado por outra pessoa e colaborou com as investigações. Ele foi conduzido até a delegacia e contou que conhecia Deivid pelo apelido de “Baiano”.

“No curso da investigação, tentamos descobrir se esse nome com o qual ele se apresentava era uma pessoa real ou uma pessoa inventada. E descobrimos que era uma pessoa real, um morador de Maricá. O Deivid usava o nome dele sem saber para aplicar os golpes”, afirmou o delegado Bruno Gilaberte.

Os policiais afirmaram que Deivid chegou a aplicar outros golpes, como a venda ilegal de um terreno para várias pessoas.

Os investigadores o descrevem como sendo uma pessoa simples que teve os documentos levados pelo suspeito para que ele pudesse ser inscrito no CRAS mais próximo em programas sociais.

Localização

O homem que teve a identidade usada afirmou aos policiais que Deivid dormia em um terreno dele, próximo de onde ele mora.

Após a morte de Vitória, Deivid sumiu da região. Depois do crime, o amigo recebeu pelo Whatsapp a foto de um bar com a legenda “malicia”. Os agentes interpretaram que era uma grafia incorreta da palavra “milícia”.

No celular, analisado com a autorização do dono, os policiais encontraram instalado um aplicativo de transporte que tinha apenas uma corrida cujo destino era Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

“Pedimos que ele mostrasse a mensagem, ele autorizou, inclusive por escrito, para mostrar que não tinha nada com a história”, disse o delegado.

A foto do perfil do Whatsapp que enviou a mensagem foi encaminhada para o Instituto Félix Pacheco, que identificou o dono do celular, que realmente vivia em Rio das Pedras.

Policiais fizeram buscas no endereço e encontraram Deivid sozinho no local. Ele foi preso na terça-feira (6), e não manifestou resistência. O amigo que o abrigava na Zona Oeste do Rio será investigado. Em depoimento aos policiais, Deivid ficou calado.

Fonte: G1

TSE lança canal para receber denúncias de desinformação nas eleições

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Foto: Marcelo Camargo

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, informou na terça-feira (6), que os eleitores poderão denunciar casos de desinformação durante a campanha eleitoral.

A Justiça Eleitoral vai disponibilizar o número telefônico 1491, pelo qual o cidadão poderá informar à Justiça Eleitoral qualquer tipo de desinformação que tiver presenciado. A ligação é gratuita.

Ao receber a denúncia, o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia, órgão do TSE, vai verificar a procedência da informação e encaminhar o caso para a Polícia Federal ou o Ministério Público Eleitoral (MPE) para as providências cabíveis. O serviço estará disponível a partir desta quarta-feira (7).

Além disso, a Polícia Federal terá um painel de acompanhamento do andamento das denúncias recebidas.

“Será devidamente encaminhado para que, em tempo e velocidade recorde, a gente possa ter a resposta devida a essa denúncia, essa desconfiança, para que a pessoa não se engane daquilo que é passado”, afirmou a presidente.

A ministra também informou que as plataformas de internet assinaram acordos com o TSE para combater a desinformação durante o pleito. De acordo com a presidente, as redes sociais deverão colaborar com a Justiça Eleitoral para garantir o voto livre e sem contaminação por mentiras.

“Esses acordos foram assinados nos últimos dias e já estão em vigor”, completou a ministra.

Campanha eleitoral

Na terça-feira (6), o TSE também lançou uma campanha informativa em parceria com a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner) para evitar a disseminação de mentiras durante o pleito. Com o slogan “Jornalismo é confiável”, a campanha trará anúncios informativos para esclarecer o eleitor e evitar a propagação de mentiras que possam abalar o pleito.

Cientistas descobrem fósseis de ‘hobbit’ que viveu em ilha na Indonésia há 700 mil anos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pesquisadores encontraram novos fósseis de um homininío de apenas um metro, conhecido como “hobbit”, que vivia na ilha de Flores, na Indonésia. O osso da parte superior do braço e dois dentes agora se juntam a outras raras amostras do Homo floresiensis. O estudo publicado na revista Nature nesta terça-feira (6) também traz novas pistas sobre os ancestrais da espécie.

 

A primeira descoberta de fósseis de H. floresiensis ocorreu em 2003, quando pesquisadores localizaram um indivíduo quase completo de cerca de 100 mil anos atrás na caverna de Liang Bua, também na ilha de Flores. Já os fósseis recém-encontrados foram escavados do sítio Mata Menge e são ainda mais antigos, de 700 mil anos atrás.

O estudo concluiu que as novas evidências mostram um indivíduo adulto com seis centímetros a menos do que o descoberto em Liang Bua. De acordo com Yousuke Kaifu, autor do artigo e professor da Universidade de Tóquio, a pesquisa aponta para um cenário de dramática redução do tamanho nos primeiros 300 mil anos da presença dos homininíos na ilha.

Ferramentas encontradas no local datam de um milhão de anos atrás. Uma hipótese provável é que esses foram produtos dos primeiros homininíos do local, que deram origem ao H. floresiensi -hominínios correspondem aos humanos e seus ancestrais.

À rápida redução de tamanho se seguiu um longo período de estabilidade da baixa estatura. “Isso provavelmente significa que o pequeno tamanho corporal era ‘ok’ para o H. floresiensis até sua extinção”, explica Kaifu. O fim desses hominínios coincide com a chegada do Homo sapiens à região.

A redução drástica de tamanho pode ser explicada por meio da “regra das ilhas”. Segundo essa ideia, animais que colonizam espaços com recursos limitados têm vantagens ao diminuir de tamanho. Indivíduos menores não precisam se alimentar tanto e levam menos tempo para crescer e começar a se reproduzir.

Os fósseis que resultaram no estudo publicado nesta terça-feira não foram os primeiros encontrados de H. floresiensis no sítio Mata Menge. Dentes e fragmentos de mandíbulas já haviam sido escavados do local. No entanto, descobrir o osso do braço superior de um indivíduo adulto permitiu calcular a altura dele.

“O osso do braço superior não é uma porção ideal em comparação ao fêmur, mas ainda podemos calcular a estatura possível usando as relações conhecidas entre o braço e a estatura para humanos e primatas”, disse Kaifu. Não é possível, contudo, concluir que a espécie de 700 mil anos atrás era mais baixa do que a de 60 mil, já que a amostra disponível é pequena.

Para os pesquisadores Mercedes Okumura e José Alexandre Diniz-Filho, uma das principais contribuições do artigo é validar o H. floresiensis como espécie -eles não participaram do estudo.

Por ter características atípicas, o primeiro fóssil descoberto em 2003 suscitou discussões de que o osso pertencia a um Homo sapiens com alguma patologia, como microcefalia. Entretanto, o local em que o fóssil foi encontrado sofreu uma mudança na datação e passou de 30 a 14 mil anos atrás para 100 mil anos atrás. Nessa época, o H. sapiens ainda não havia chegado ao sudeste asiático.

“[O estudo] reforça a ideia de que essa espécie já existia há muito tempo e já era uma espécie anã, reforçando a ideia da regra das ilhas”, analisa o professor de ecologia e evolução José Alexandre Diniz-Filho, da Universidade Federal de Goiás (UFG).

DE ONDE VIERAM OS H. FLORESIENSIS?

A origem dos H. floresiensis também é bastante debatida na ciência. O estudo recém-publicado corrobora a hipótese mais aceita hoje, segundo a qual a espécie veio do Homo erectus, os primeiros hominínios a deixar a África. Mas, quando ocupou a Ilha das Flores, essa espécie já era quase tão alta quanto o H. sapiens, além de contar com um crânio com cerca do dobro do tamanho do H. floresiensis.

Alguns cientistas defendem que os “hobbits” vieram do Homo habilis, já que tinham uma estatura similar. Os h. habilis também tinham um volume craniano menor do que o H. erectus. Porém ainda não foram encontrados restos de H. habilis fora da África. No novo estudo, os pesquisadores concluíram que as características dos dentes e do osso são mais parecidos com o do H. erectus.

“A vantagem é que o H. habilis e o H. erectus têm muitos exemplares”, explica a professora de biociências da Universidade de São Paulo (USP) Mercedes Okumura. “Quando você encontra uns pouquinhos, como o do H. floresiensis, dá para comparar com certa segurança.”

Rainha Elizabeth II ganhará jardim póstumo em comemoração ao centenário

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Para celebrar o que seria o centenário da rainha Elizabeth II, um projeto ambicioso está em andamento em Londres. Um jardim será criado em Regent’s Park, com design inspirado nos gostos da monarca e utilizando plantas que faziam parte de seus jardins privados.

 

O espaço de 8 mil m² contará com um paisagismo exuberante, com destaque para os lírios-do-vale, flores que marcaram presença em momentos importantes da vida da rainha. Além da beleza, o projeto também tem foco na sustentabilidade, reutilizando materiais e criando um habitat para diversas espécies de animais.

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Após acabar casamento, pai de Viih Tube admite ‘erro’ e implora a volta

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Na última terça-feira (06), o empresário Fabiano Moraes surpreendeu seus seguidores ao anunciar o término do relacionamento com Salete Muraro. Ele admitiu que o fim do romance foi causado por um “erro” seu e ainda pediu uma nova chance para reconciliação.

 

Fabiano publicou um vídeo mostrando uma surpresa romântica que havia preparado para Salete em um quarto de hotel. Nas imagens, Salete entra na suíte e encontra o chão coberto de rosas, visivelmente emocionada. “Apesar de muitas pessoas terem tentado nos prejudicar, só nós sabemos o que vivemos longe das redes sociais. Aliás, no Instagram, todos parecem felizes, não é? Reconheço meus erros e peço desculpas apenas à minha família e aos meus filhos, que sempre me apoiaram. Sinto falta de todos”, afirmou Fabiano.

Ele então pediu uma reconciliação, expressando seu amor: “Todo ser humano merece uma segunda chance. Você é a mulher que eu mais amei nesta vida.”

Fabiano também enviou um recado para aqueles que supostamente interferiram no relacionamento: “Não vou mais tolerar que falem de mim com base em mentiras, e não ficarei em silêncio! O recado está dado, e eu descubro o que preciso na hora que desejar. Sou homem suficiente para assumir minhas ações, mas sou ainda mais homem para cobrar daqueles que me acusam sem provas e prejudicam um amor verdadeiro.”

Salete e Fabiano estavam juntos desde 2019. Atualmente, os dois deixaram de se seguir nas redes sociais, e até o momento, Salete não respondeu ao post de Fabiano.

Blake Lively usa vestido de Britney Spears com mais de 20 anos

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Nas últimas semanas, Blake Lively tem se dedicado à divulgação de seu novo filme, “Isto Acaba Aqui” (originalmente “It Ends With Us”), baseado no livro de Colleen Hoover.

 

Na terça-feira, 6 de agosto, a atriz surpreendeu ao comparecer à estreia da produção em Nova Iorque usando um vestido que Britney Spears havia usado há 22 anos. O modelo é da Versace, da coleção primavera/verão 2002.

Blake expressou sua admiração a Britney em um post no Instagram: “Britney, nós, millennials, todos temos uma história de como você nos fez brilhar e nos inspirou com sua força, alegria e dedicação imensa.”

Ela continuou: “Obrigada pelo seu exemplo e pelo seu papel em encorajar as mulheres a contar suas próprias histórias.”

Veja as imagens do visual na galeria. 

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Empresa responsável pela alimentação na Vila Olímpica se manifesta

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 O nadador britânico Adam Peaty fez uma revelação chocante nos últimos dias, afirmando que atletas nos Jogos Olímpicos encontraram vermes no peixe servido na Vila Olímpica.

 

A declaração rapidamente se espalhou nas redes sociais, gerando uma onda de críticas à organização dos Jogos. Em resposta, a empresa responsável pelo fornecimento das refeições aos atletas, Sodexo Live, se pronunciou ao portal americano TMZ, negando as alegações e afirmando que não há evidências que comprovem a presença de minhocas.

“Não houve nenhuma prova da veracidade dessa declaração, o que obviamente levanta uma alegação bastante séria. Não há nenhuma informação que possa dar validade a essa afirmação sensacionalista”, afirmou um representante da Sodexo Live.

A empresa ressaltou que os 550 pratos oferecidos no refeitório foram desenvolvidos em conjunto com os Comitês Olímpicos Nacionais (CONs) e o COI ao longo de mais de um ano.

“Nós sempre ouvimos os atletas e levamos seus comentários muito a sério. A organização de Paris 2024 continua em contato próximo com os nutricionistas dos Comitês Olímpicos Nacionais e está pronta para fazer quaisquer ajustes adicionais necessários ao serviço de alimentação”, concluiu o representante.

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Como a skatista Rayssa Leal virou amuleto do Brasil na Olimpíada de Paris

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Desde que conquistou a medalha de bronze no skate street, Rayssa Leal está aproveitando a estada em Paris para acompanhar outros esportes na Olimpíada. E a atleta de 16 anos tem dado sorte para o Brasil. Via de regra, quando ela está nas arquibancadas assistindo a algum brasileiro na competição, o resultado é positivo.

 

A exceção foi na derrota para a Espanha, por 2 a 0, pela última rodada da fase de grupos do futebol feminino. Rayssa Leal, porém, não estava acompanhada da pelúcia da “Sininho” – a fada do desenho Peter Pan.

Depois que passou a carregar a pelúcia, a “Fadinha” do skate brasileiro trouxe sorte. Acompanhada da família, Rayssa viu a seleção eliminar a França nas quartas de final e, na terça-feira, esteve em Marselha, onde o Brasil garantiu vaga na final ao ganhar da Espanha, atual campeã mundial, por 4 a 2.

“Essa fada aqui (mostrando a pelúcia), não eu, essa aqui tem alguma coisa. No jogo que fui contra a Espanha, em Bordeaux, que nós perdemos de 2 a 0, eu estava sem ela. Foi o único jogo que perdemos. Depois que eu fui com ela, que me deram, que é da Disney, dizem que é mágico né. Tá explicado. É Brasil na final”, disse a skatista em seu perfil no Instagram.

Nas redes sociais, as jogadoras da seleção postaram stories tietando Rayssa Leal. Autora do gol da classificação sobre a França e de um na vitória diante da Espanha, a atacante Gabi Portilho exaltou a “Fadinha”. “Minha vida mudou depois que toquei nela, toquei mais uma vez só para garantir, o ouro vai vir”, escreveu Portilho em publicação em que aparece abraçando a skatista.

A sorte de Rayssa Leal se estende para o vôlei feminino. Ela acompanhou as vitórias sobre a Polônia, ainda na fase de grupos, e República Dominicana, nas quartas de final.

Rayssa Leal aproveitou para tietar as jogadoras. E também ser tietada. Em seu Instagram, a meio-de-rede Thaisa Daher postou uma foto carregando a skatista no colo e a chamou de “pé quente”.

No vôlei feminino, o Brasil faz a semifinal contra os Estados Unidos na quinta-feira, às 11h (horário de Brasília). Já no futebol, a final também será diante das americanas, no sábado, às 12h.