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Estados Unidos encaram campanha decepcionante na natação nos Jogos de Paris

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Primeira mulher negra a conquistar uma medalha de ouro olímpica individual na história da natação, a velocista Simone Manuel não conseguiu vaga nem entre as 16 melhores dos 50m livre e escreveu mais um capítulo da decepção dos EUA na piscina da Arena La Defense nos Jogos de Paris.

Campeã nos 100m livre nos Jogos do Rio-2016, Manuel registrou apenas o 18º tempo nas eliminatórias da prova mais rápida da natação neste sábado. Ela marcou 24s87, bem distante de seu melhor tempo: 23s97. Ela ficou a 15 centésimos da marca que avançou às semifinais e mais de segundo da sueca Sarah Sjöström, a favorita ao ouro e mais rápida das eliminatórias (23s85).

A americana saiu furiosa da área de competição e passou direto pelos repórteres. Solicitada a parar para uma entrevista, ela respondeu um seco “não” e seguiu em frente.

Os Estados Unidos entraram no penúltimo dia de disputas da natação com 21 medalhas, mas apenas 4 ouros, um desempenho que muito aquém das expectativas do país dominante na natação. Nos Jogos de Tóquio, em 2021, foram 30 pódios no total com 11 ouros, marcas que dificilmente serão igualadas em Paris.

Assim como Simone Manuel, outras estrelas ficaram pelo caminho em alguns dos seus melhores eventos. Caeleb Dressel, que brilhou intensamente nos Jogos de Tóquio, com cinco medalhas de ouro, parou nas semifinais dos 100m borboleta, prova em que é recordista olímpico e mundial, e caiu no choro ao deixar a área de competição. Nos 50m livre, em que também defendia o título olímpico, o velocista terminou na sexta colocação.

Ryan Murphy, campeão nos Jogos do Rio-2016 nos 100m e 200m costas e prata (200m) e bronze (100m) no Japão, conseguiu o bronze nos 100m costas em Paris e foi eliminado nas semifinais dos 200m.

Fogo no pantanal se espalha por fazendas de Corumbá (MS) após acidente de caminhão; veja fotos

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LALO DE ALMEIDA E JORGE ABREU
CORUMBÁ, MS, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Incêndios de grandes proporções se alastram no pantanal sul-mato-grossense, de Aquidauana (MS) até a fronteira com a Bolívia. Em uma das áreas mais atingidas, no distrito de Nhecolândia, em Corumbá (MS), um caminhão pegou fogo após atolar em uma área de lama e mata seca. O incidente foi registrado em vídeo (assista abaixo).

 

Há uma semana, as chamas oriundas do veículo se espalham pela vegetação, invadem fazendas e queimaram até agora cerca de 80 mil hectares (área maior que o Distrito Federal), segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul. A causa do incêndio no caminhão está em investigação.

O coronel Adriano Noleto Rampazo, subcomandante geral do Corpo de Bombeiros, afirma que o incêndio logo tomou grandes proporções, devido à seca somada à força dos ventos na região, que chegam a ter rajadas de 60 km/h, o que tem impossibilitado o combate direto desde então.

“Tivemos mais focos de calor antes do início da temporada. Mas, na medida do possível, estamos controlando. Temos sete aeronaves contratadas, mais a nossa aeronave, todas de combate a incêndio. Helicóptero também. Além de viaturas, caminhões, caminhonetes e embarcações, estamos com uma estrutura grande”, diz o militar.

Um santuário de onças-pintadas e a Estância Caiman, na Reserva Natural Santa Sofia, são algumas das propriedades atingidas pelo fogo nos últimos dias. Também foram alvos as fazendas Paraíso, Tupaceretã e Porto do Ciríaco, na região da Nhecolândia, entre outras. Nesta quinta (1º) e sexta-feira (2), a Folha percorreu áreas críticas próximas a esses locais.

De acordo com a ONG SOS Pantanal, o fogo voltou forte em algumas regiões do bioma após a recente e efêmera frente fria que passou pelo Brasil. A alta temperatura reacendeu focos extintos, assim como trouxe outros novos.
“Desde o primeiro dia desse incidente [com o caminhão], estamos operando em nove frentes. Esse fogo atingiu sete fazendas da região da Nhecolândia e continua se propagando em algumas regiões sem controle”, diz Leonardo Gomes, diretor-executivo da SOS Pantanal, em vídeo publicado nas redes sociais da organização.

A temporada de seca ainda não chegou no seu auge, ressalta a ONG, por isso a situação crítica pode se manter no próximos meses. Tradicionalmente, o pico das queimadas no pantanal ocorre em setembro, mas, em 2024, a temporada de fogo está antecipada.

Na área mais crítica da Nhecolândia, onde há uma concentração maior de pessoal e maquinário neste momento, o acesso aos locais em chamas é o principal desafio, conta Gustavo Figueiroa, biólogo e porta-voz da SOS Pantanal, que atua nas ações da força-tarefa.

“A percepção é que o fogo está espalhando muito rápido. Mesmo com várias equipes em campo aqui, é difícil controlar todas as frentes porque espalham várias frentes novas. Os principais desafios são o calor e a logística. É muito complicado chegar na linha do fogo. São muitas horas de carro, um terreno muito difícil de acessar. Os carros atolam, é bem complicado”, relata à Folha.

A integração de combate aos incêndios conta com PrevFogo do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Exército, Corpo de Bombeiros Militar (de MS, GO e PR), brigadas voluntárias e ONGs, além da colaboração de moradores.

Maquinários abrem aceiros para tentar bloquear as chamas. Aeronaves despejam água pelo ar. Os veículos terrestres e as embarcações transportam os grupos para a linha de frente.

De janeiro até esta quinta-feira (1º), o pantanal contabilizou 4.997 focos de calor, o que representa um aumento de 1.593% em comparação ao ano passado, que teve 295 no mesmo período, segundo o programa BDQueimadas, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O índice é o maior desde 1998, quando foi iniciada a série histórica do sistema.

A quantidade de focos de calor já supera, portanto, a de 2020, quando foram registrados 4.331 até a mesma data. Naquele ano, a destruição foi recorde: cerca de 30% do bioma foi consumido pelas chamas.

De acordo com relatório do MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima), até 28 de julho, a área queimada neste ano está na faixa de 635.005 hectares a 907.150 hectares (cerca de 4,2% a 6,01% do pantanal).

Na última quarta-feira (31), o presidente Lula (PT) sobrevoou as áreas atingidas por incêndios na região de Corumbá (MS), que concentra dois terços (67,3%) do total do fogo registrado neste ano no pantanal, conforme o boletim mais recente da pasta ambiental.

No local, Lula também sancionou a lei que institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. O texto reúne ações que podem guiar a prevenção a incêndios no país.

A visita do presidente foi acompanhada pela chefe da pasta do Meio Ambiente, Marina Silva. Ela também deu destaque à força-tarefa para o combate aos incêndios, mas voltou a ressaltar que a maioria deles é causada pela ação humana.

“Eu faço um apelo: se não parar de colocar fogo, não tem quantidade de pessoas e equipamento que o vença”, afirmou a ministra.
Em reação à nova onda de fogo no pantanal, a ONG WWF-Brasil, em nota nesta sexta-feira, ressalta que desde abril especialistas já alertavam que o bioma poderia passar neste ano por uma de suas piores secas, já que, mesmo em plena temporada de cheias, o bioma enfrentou estiagem.

“As queimadas no pantanal não afetam apenas a biodiversidade e a população local, mas o país e o mundo perdem a maior área úmida do planeta. É preciso ações efetivas, pois já estamos com áreas maiores que as queimadas registradas em 2020”, disse Cyntia Santos, analista de conservação do WWF-Brasil.

Em junho, a Folha esteve em Corumbá enquanto a cidade se preparava para comemorar as festas juninas, cercada de fogo e fumaça. Um vídeo da celebração do Arraial do Banho de São João com labaredas queimando a vegetação ao fundo viralizou à época.

 

Bifurcação de língua de Andressa Urach não tem indicações e oferece riscos à saúde

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A modelo e atriz de filmes adultos Andressa Urach decidiu realizar uma modificação corporal pouco comum: a bifurcação da língua. O procedimento gerou curiosidade nas redes sociais, mas oferece diversos riscos à saúde.

Sergio Monteiro Lima, coordenador do Serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial da Rede Mater Dei, explica que, no meio da língua, há a artéria lingual e qualquer perfuração pode causar hemorragias tanto durante o procedimento quanto no pós-operatório.

Além disso, ele chama atenção para os riscos de infecções graves, incluindo a angina de Ludwig, que ocorre na base da língua e no assoalho bucal (ou “chão” da boca) e pode levar à morte.

Há ainda a possibilidade de afetar as glândulas salivares. “Se inadvertidamente o cirurgião cortar uma glândula submandibular, a saliva pode começar a vazar para o assoalho da boca e causar outros tipos de infecção e intercorrências”, acrescenta o médico. Andressa Urach tem relatado aos fãs um aumento na salivação.

Outros riscos estão relacionados à perda da funcionalidade. A língua é necessária para enviar o bolo alimentar para a garganta e, se o limite de corte for ultrapassado, podem surgir complicações na deglutição dos alimentos.

O órgão também é responsável pelo sabor. Assim, modificações na ponta da língua, onde captamos o sabor doce, podem fazer a pessoa sentir menos esse gosto e passar a utilizar mais açúcar e adoçantes para compensar a perda de sensibilidade.

Somado a isso, pode haver prejuízo em uma das funções mais importantes da língua: a fala. Diversos sons são formados a partir de posições desse órgão, como a letra L, e podem soar de maneira diferente após a bifurcação.

Por isso, os especialistas destacam que o interessado deve ter certeza da vontade de fazer a modificação e, caso decida realizá-la, busque o profissional adequado.

Endrigo Bastos, cirurgião plástico e craniomaxilofacial, lembra que procedimentos cirúrgicos devem ser feitos com profissionais habilitados. “Uma pessoa que saiba lidar com as complicações envolvidas e consiga controlar hemorragias ou infecções, por exemplo, que sempre podem acontecer”, ressalta o membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Procedimento é reversível?

As duas partes separadas da língua podem ser costuradas de volta, mas isso não implica no retorno das funções.

“É reversível, mas não volta ao normal. Posso juntar as duas cicatrizes do corte, mas isso formaria uma nova cicatriz. Toda cicatriz tende a ser mais dura, resistente, com um tecido mais fibroso, o que pode gerar outros problemas de movimentação”, alerta Lima. “São poucos ganhos, na maioria estéticos, para muitas complicações.”

Putin usa superbomba planadora contra a Ucrânia

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IGOR GIELOW
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRES) – A Força Aérea da Rússia começou a usar sua maior bomba de queda livre, transformada em um modelo planador com um kit de guiagem para armas “burras”, contra alvos na Guerra da Ucrânia.

 

Um vídeo divulgado no mês passado pelo Ministério da Defesa do país de Vladimir Putin mostrou uma superbomba FAB-3000, maior modelo aéreo não nuclear do arsenal regular russo, sendo carregada em um avião de ataque Su-34 em ação no norte da Ucrânia.

O local e a data exatos da ação não foram divulgados, mas ela foi bem documentada: é possível ver o carregamento do armamento, seu lançamento filmado por outro avião, as asas de seu kit abrindo e ela em voo, até atingir o solo de forma avassaladora.

A FAB-3000 pesa 3 toneladas, 1.000 kg a mais do que um SUV grande. Dessa massa, 1.387 kg são de altos explosivos. É um antigo modelo soviético que remonta aos anos 1950, e do qual a Rússia dispõe de amplos estoques.
Os russos ainda têm um modelo termobárico, cuja explosão suga o oxigênio na região atingida e maximiza seu efeito, conhecido como Pai de Todas as Bombas. Ela carrega 7 toneladas de explosivos, mas só foi testada, nunca empregada em combate.

Os russos já vinham usando, com efeito devastador, bombas de menor potência da mesma forma. Os modelos FAB-500, de 500 kg (300 kg explosivos), começaram a ser empregados em toda a frente de batalha já no ano passado, provocando pesadas perdas aos ucranianos.

Em 2024, o recurso às armas aumentou. Nos três últimos meses, Kiev disse que em média 3.500 dessas armas guiadas foram jogadas em seu território a cada 30 dias. Segundo o presidente Volodimir Zelenski, essas bombas planadoras têm permitido os lentos avanços do Kremlin neste ano.

Para combatê-las, ou melhor, os aviões que as lançam, ele pediu ao Ocidente até 25 sistemas de defesa aérea americanos Patriot. Até aqui, recebeu 3 da Alemanha e 1, dos EUA, e ao menos 1 foi destruído em ataque russo.

Com a FAB-3000, ainda que e em escala reduzida, o jogo é outro. Segundo pilotos russos, ela tem uma acurácia razoável de talvez 10 a 30 metros, compensada por seu alto poder destrutivo: se cair um pouco fora do alvo, tanto faz.

Ela, como suas irmãs menores, são bombas “burras”, desenhadas para serem lançadas em queda livre. Mas a adoção de uma gambiarra estreada pelos americanos nos anos 1990: um kit que faz a bomba girar no próprio eixo, abrir asas e, guiada pelo Glonass, o GPS de Moscou, ir até seu alvo.

Com isso, o avião fica mais protegido de defesas antiaéreas: em vez de voar até o alvo, a lança a muitos quilômetros. No caso das FAB-500, até 70 km, enquanto nas FAB-300 o alcance é um pouco menor devido a seu peso. A bomba maior também teve adaptado um sistema aerodinâmico mais robusto do que o das menores.

Isso é particularmente importante no caso dos Su-34, um dos modelos mais preciosos do arsenal de Putin, que vinha sofrendo pesadas baixas no conflito.
Seja como for, isso custa uma fração de um míssil de precisão. As bombas sobram em estoques e são produtos que não requerem muita tecnologia para produzir. Os kits, cerca de R$ 100 mil cada um. Quando comparados aos R$ 5 milhões estimados para um míssil de cruzeiro Kalibr, que carrega 500 kg de explosivos, a conta fecha.

Ministério da Saúde confirma primeira morte de feto por oropuche no Brasil

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BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – O Ministério da Saúde confirmou na última sexta-feira (2) a morte de um feto de 30 semanas causada pela transmissão de oropuche a partir da gestante, uma mulher de 28 anos. O caso aconteceu em Pernambuco e foi confirmado a partir de exames que descartaram outras hipóteses, informou o Ministério da Saúde neste sábado (3).

 

A pasta ainda disse que estão em investigação oito casos de transmissão vertical de oropouche, em que quatro resultaram em óbito fetal e os outros apresentaram anomalias congênitas, como a microcefalia.

De acordo com dados do governo, até o dia 28 de julho o país registrou 7.286 casos de febre oropuche, com dois óbitos confirmados, na semana passada, de mulheres do interior da Bahia.

O Ministério da Saúde afirmou que elas tinham menos de 30 anos, não possuíam comorbidades e tiveram sinais e sintomas semelhantes a um quadro de dengue grave.

A febre oropouche é uma doença viral transmitida principalmente por mosquitos do gênero Culicoides paraensis (diferente do Aedes, transmissor da dengue e chikungunya).

O vírus oropouche é endêmico em algumas regiões da América Latina, especialmente na Amazônia. A doença se manifesta com sintomas que podem incluir febre alta, dor de cabeça intensa, dores no corpo e nas articulações e, em alguns casos, erupções cutâneas.

Em julho, o Ministério da Saúde já havia divulgado uma nota relatando preocupação com os possíveis riscos para grávidas pela infecção do oropouche, com possibilidade de danos ao feto.

A pasta recomenda como medidas de proteção evitar ou reduzir a exposição às picadas dos insetos, com uso de roupas compridas, de sapatos fechados e de repelentes, principalmente nas primeiras horas da manhã e ao final da tarde.

As pessoas também podem adotar medidas como limpeza de terrenos e de locais de criação de animais, recolhimento de folhas e frutos que caem no solo, uso de telas de malha fina em portas e janelas.

 

Boxeadora italiana ganhará prêmio de campeã olímpica após desistir de luta polêmica; entenda

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A polêmica luta entre Angela Carini e Imane Khelif ainda segue dando o que falar. A Associação Internacional de Boxe (IBA) anunciou que vai premiar a italiana como se ela tivesse conquistado a medalha de ouro na Olimpíada de Paris-2024. Apesar de ter abandonado a luta contra a argelina depois de apenas 45 segundos, Angela Carini vai receber US$ 50 mil (cerca de R$ 286,5 mil) de premiação da IBA.

O presidente da entidade, Igor Kremlev, comunicou a decisão. “Não conseguia olhar para as lágrimas dela. Não sou indiferente a tais situações, e posso garantir que vamos proteger cada pugilista. Não entendi porque eles estão matando o boxe feminino. Apenas atletas elegíveis devem competir no ringue por uma questão de segurança”, disse Kremlev.

No Mundial de Boxe do ano passado, organizado pela IBA, a argelina Imane Khelif foi desclassificada – assim como a taiwanesa Lin Yu-ting – após ser reprovada nos testes de DNA. O presidente da entidade, Igor Kremlev, disse que “elas tinham cromossomos XY”.

Por outro lado, as duas pugilistas foram liberadas para disputarem a Olimpíada de Paris. O Comitê Olímpico Internacional (COI) afirmou que elas tinham todas as “normas médicas aplicáveis estabelecidas pela PBU (Unidade de Boxe de Paris 2024)”.

EMBATE ENTRE COI E IBA

As relações entre o COI e a IBA, entidade que desclassificou as pugilistas, estão cortadas desde o ano passado, quando a instituição de boxe deixou de ser reconhecida pelo comitê olímpico. Sobre a decisão da IBA de barrar Imane Khelif e Lin Yu-ting do Mundial de Boxe, o COI afirmou que foi uma ação arbitrária.

“Esta decisão foi inicialmente tomada unicamente pelo secretário-Geral e CEO da IBA. O Conselho da IBA apenas a ratificou posteriormente e somente depois solicitou que um procedimento a ser seguido em casos semelhantes no futuro fosse estabelecido e refletido nos Regulamentos da IBA. As atas também dizem que a IBA deve “estabelecer um procedimento claro sobre testes de gênero”, explica.

O COI também insiste que ambas boxeadoras já atuaram em competições de alto nível na categoria feminina e que as regras de elegibilidade “não devem ser alteradas durante uma competição em andamento”, completa a carta.

A IBA já havia deixado de organizar o torneio de boxe olímpico desde 2019 por falhas recorrentes em integridade e transparência na governança da associação, acusada de manipulação de resultados e corrupção. A modalidade correu o risco de deixar o programa, mas o COI fez uma força-tarefa para tomar frente da organização do boxe nos Jogos.

Filhos de espiões não falam russo e nem sabiam quem era Putin

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Não sabiam quem era Vladimir Putin, desconheciam a sua verdadeira nacionalidade e não sabem falar russo. Os filhos de um casal de espiões russos que voltaram para casa, na quinta-feira (1), na maior troca de prisioneiros entre o Ocidente e a Rússia desde a Guerra Fria, só conheceram a sua verdadeira nacionalidade a caminho de Moscou. 

 

Artem Viktorovich Dultsev e Anna Valerevna Dultsev viviam na Eslovênia, onde fingiram ser um casal argentino. Sofia, de 11 anos, e Gabriel, de 8, já nasceram na Argentina e descobriram que eram russos quando o avião decolou de Ancara para o Aeroporto de Vnukovo, segundo revelou o Kremlin.

“Os filhos dos agentes secretos perguntaram aos pais quem os tinha recebido ontem [quinta-feira]”, disse o porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov, que acrescentou ainda que as crianças ” nem sabiam quem era Putin”.

Quando chegaram a Moscou, a família foi recebida pelo presidente russo. “Buenas noches”, disse Putin aos filhos dos espiões enquanto os cumprimentava em espanhol, noticiou a BBC. Conforme relatado pela mídia argentina, o casal era conhecido como María Mayer e Ludwig Gisch e chegou à Eslovênia, em 2017, com passaportes argentinos. 

Dultsev criou uma empresa de informática, enquanto a mulher tinha uma galeria de arte online. O casal foi preso em 2022, acusado de espionagem e condenado a 19 meses de prisão. No final da pena deveria abandonar a Eslovênia.

Vale salientar que Putin recebeu oito cidadãos russos libertados no âmbito de uma grande troca de prisioneiros entre Moscou e o Ocidente. Uma operação de troca de prisioneiros entre a Rússia e vários países ocidentais permitiu a libertação de 26 pessoas, a maior troca desde 1985, noticiou a agência de notícias Efe.

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Médica e estudante morrem após caminhão-tanque esmagar carro deles em AL

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SÃO PUALO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Uma médica e um estudante de medicina morreram na sexta-feira (2) após um caminhão-tanque tombar sobre o carro em que eles estavam no km 40 da BR-101 em Flexeiras, no Alagoas. Uma outra médica sobreviveu.

 

Eles estavam indo trabalhar no município Joaquim Gomes na manhã de sexta (2). O motorista do caminhão diz que perdeu o controle da direção depois que seu pneu desceu no acostamento, que tem um nível mais baixo que a rodovia, informou a PRF à TV Globo.

Caminhão tentou voltar à pista, tombou e esmagou carro. As vítimas ficaram presas às ferragens e foram necessários dois guinchos de grande porte para levantar o caminhão.

Única sobrevivente é a médica Lizianny Tenório Toledo, 26. Ela foi levada ao Hospital Geral do Estado com ferimentos leves, fez exames de imagens e recebeu alta, informaram a Prefeitura de Joaquim Gomes e a Secretaria Estadual de Saúde.

A médica Flavia Alves França, 27, morreu no local. Ela trabalhava no Hospital Ana Anita Gomes Fragoso e na UBS Laércio Dias.

O estudante Lucas Queiroz Silva também não resistiu aos ferimentos. O Sindicato dos Médicos de Alagoas afirmou que os três estavam em suas primeiras experiências profissionais e foram alunos de destaque da Uncisal.

 

Ataques de gato tornam família refém da própria casa

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O comportamento violento de um gato fez com que uma família se tornasse refém na própria casa em São Paulo. Thor tem sete anos e já deixou o braço da dona cheio de cortes num dos seus ataques surpresa. 

 

Luciana Nascimento, de 49 anos, vive com as duas filhas, de 22 e 16 anos, e adotou Thor quando o gato tinha apenas 10 dias. Os comportamentos agressivos com a família ou até com visitas começou durante o primeiro ano do felino, segundo o G1.

O ataque mais recente ocorreu quando Luciana estava dando comida a Thor. O animal agarrou-se ao braço da mulher e depois à perna. Após alguns minutos, os membros da mulher estavam repletos de cortes e arranhões. 

“A casa [ficou] ensanguentada, e eu praticamente desmaiei por causa da dor”, lembrou Luciana. As filhas da mulher estão sempre em divisões da casa separadas do animal. Luciana assume que é uma forma de preservar a “vida da família”.

Apesar da situação complicada, Luciana garante que “ama Thor” e por isso está à procura de um tratamento que melhore a convivência entre o felino e humanos. Luciana já tentou várias alternativas, como sessões de Reiki. No entanto, até o momento, nada teve sucesso. 

Ainda assim, Luciana garante que não se vai “desfazer” de Thor. 

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Laboratório na África do Sul abriga amostras de Ebola e outros vírus letais

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ANA BOTTALLO
JOANESBURGO, ÁFRICA DO SUL (FOLHAPRESS) – Imagine um espaço onde são guardadas centenas, até milhares, de amostras de vírus altamente letais. Qualquer descuido pode gerar um acidente fatal. O controle rigoroso de quem entra e de quem sai e estruturas especiais de contenção do ar contaminado são necessários para evitar os chamados vazamentos.

 

Alguns vazamentos já aconteceram na história, a exemplo de um em 1977. Naquele ano, uma cepa altamente transmissível de influenza H1N1 que estava sendo estudada para o chamado ganho de função escapou e provocou vários casos de doença respiratória em humanos.

Por isso mesmo, a segurança em laboratórios que trabalham com vírus, bactérias e outros patógenos capazes de provocar surtos em humanos deve ser reforçada. Os laboratórios de microbiologia e parasitologia são classificados conforme o nível de segurança biológica, sendo quatro o último e mais seguro deles.

O Instituto Nacional de Doenças Comunicáveis (Nicd, em inglês), em Joanesburgo, na África do Sul, abriga o único laboratório de biossegurança quatro em todo o continente africano.

Fundado em 1979 e o segundo do mundo criado na categoria de biossegurança nível quatro, o Laboratório de Virologia do Centro de Estudos em Doenças Zoonóticas e Parasitárias Emergentes, ligado ao Nicd, tem um papel fundamental para conduzir pesquisas com patógenos já erradicados ou ainda circulantes, explica Jacqueline Weyra, diretora do centro.

“Atualmente, por exemplo, a divisão está trabalhando no surto de Mpox, que não é uma virose endêmica, então está na categoria de emergente. Zoonótico significa doenças que são transmitidas entre animais e humanos, como é o caso das arboviroses [entre as quais dengue e febre amarela] e doenças transmitidas por carrapatos. Já parasitários se referem principalmente à malária, e também temos um programa para combater a resistência do parasito”, afirma.

Lá, amostras de vírus da febre do Nilo ocidental, vírus Lassa (da família Arenaviridae) e Ebola são armazenadas e podem ajudar em uma resposta rápida frente a novos surtos, como o que ocorreu recentemente na República Democrática do Congo e em Uganda.

“Um dos vírus que temos é da febre bovina, que foi erradicada, mas pode voltar. Outros são febres hemorrágicas com letalidade elevada [80%]. Por isso é fundamental ter a segurança máxima”, diz.

A principal diferença entre um laboratório de nível três -equipado com um sistema de controle para evitar contaminação tanto do que vem de fora para as amostras em estudo quanto dos profissionais trabalhando, para evitar surtos de doença- para o de nível quatro é que os funcionários contam com uma fonte externa de ar, para evitar respirar o ar potencialmente contaminado.

Os cientistas do laboratório de virologia utilizam roupas protetoras especiais e são treinados para evitar acidentes laboratoriais com vírus altamente patogênicos Reprodução/Centro de Doenças Zoonóticas e Parasitárias Emergentes “O vírus Ebola precisa ser contido em um laboratório de nível quatro. Se você tiver uma estrutura inferior [como o nível três, muito utilizado para coronavírus e outros vírus respiratórios], pode ter problemas com as agências internacionais de controle”, brinca ela.

Ao entrarem no local, os trabalhadores usam um EPI (equipamento de proteção individual) semelhante ao que era indicado para os profissionais da saúde durante a pandemia de Covid: macacão, máscara, luvas, touca e óculos) acrescido de uma roupa especial conectada com um duto de ar e semelhante à de astronautas.

“Você fica parecendo o boneco ‘Michelin’, porque a roupa infla, ela precisa ter pressão positiva. Essa é a principal diferença”, diz Edison Durigon, professor do departamento de microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

“No nível três, o pesquisador pode trabalhar respirando o ar do laboratório. No quatro, não. É como se fosse uma concha”, continua o docente. “Existem dutos para saída do ar para uma outra câmara, impedindo a contaminação com os outros laboratórios. No processo de limpeza depois do nível três, o pesquisador retira o EPI e toma uma ducha para trocar de roupa. Já no quatro ele recebe um ácido [hipoclorito a 5%] na roupa por cinco minutos, depois ele sai e toma uma ducha e só então ele pode remover o EPI. É uma camada a mais de proteção.”

Há hoje uma concentração desses estabelecimentos no Hemisfério Norte, afirma Durigon. “O Brasil não dispõe de um laboratório de nível quatro. Na verdade, a América Latina inteira carece de um, não temos nenhum no Brasil, nem no México, nem em outro lugar. Os custos de laboratórios como esses são muito elevados, e essa é uma das razões por que países pobres não têm.”

Durigon criou o primeiro laboratório de nível três no país em 2017, acoplado ao seu departamento em São Paulo, com apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Na pandemia de Covid, o centro alcançou protagonismo ao isolar o vírus e criar exames de diagnóstico para a doença.
Isso pode mudar, já que há planos do governo brasileiro de construir o único laboratório de nível quatro acoplado a um acelerador de partículas do mundo. Batizado de Orion, o projeto é ligado ao CNPEM (Centro Nacional de Pesquisas em Energia e Materiais), em Campinas (SP), e tem apoio principalmente do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação.

No começo de julho deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um aporte de R$ 1 bilhão para a obra até 2026. Mas recentemente o governo anunciou uma série de congelamentos de gastos.

Procurada, a assessoria do CNPEM disse que o Orion é financiado com recursos do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e que desconhece informações sobre contingenciamento.
O professor do ICB afirma que o custo para erguer um laboratório desse tipo é alto. “Se para construir um laboratório nível três são necessários cerca de R$ 6 milhões a R$ 10 milhões por metro quadrado, no nível quatro esse custo sobe para R$ 300 milhões a R$ 600 milhões pelo mesmo espaço, e o orçamento total é de R$ 1 bilhão.”

Segundo ele, se o país deseja se inserir como um local estratégico para pesquisas de vírus e doenças emergentes nos próximos anos, é preciso investir em novos espaços de segurança máxima. “O ideal é que tivesse, no mínimo, um por região, mas idealmente, pensando na dimensão continental do Brasil, o Sudeste, por ser uma área densamente populosa e por abrigar as maiores universidades e instituições do país, poderia ter três.”

A jornalista viajou para a África do Sul pelo ICFJ (International Center for Journalists) através do edital de Inovação em Saúde

 

Influencer é preso por suspeita de desvio de doações e constrangimento

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O influenciador digital Igor Viana, de 24 anos, foi preso na sexta-feira, 2, por suspeita de cometer crimes envolvendo a filha de 2 anos que tem paralisia cerebral. Ainda de acordo com a Polícia Civil de Goiás, a prisão ocorreu por indícios de que aplicava golpes e de que estaria atrapalhando o andamento das investigações. A defesa de Viana não foi localizada.

Conforme a polícia, Igor vinha sendo investigado pelos crimes de estelionato, desvio de proventos de pessoa deficiente, discriminação de pessoa com deficiência, constrangimento de criança e maus-tratos contra a própria filha.

A mãe da criança, Ana Vitória Alves dos Santos, de 20 anos, também é investigada pelo desvio e pode ser enquadrada por omissão, caso fique provado que, ciente dos maus-tratos supostamente praticados pelo marido, ela não agiu para impedi-los de serem cometidos.

“Diante de novos elementos que cristalizaram a prática do crime de estelionato, e ainda de indícios de que os investigados estariam atrapalhando as investigações, foi representado pela Polícia Civil pela prisão preventiva dos genitores da criança”, disse a polícia.

O influencer foi preso em Goiânia, quando estava em um apartamento alugado na companhia da mãe da criança. Na ocasião, a mulher, que também é investigada, não foi presa, já que teve o pedido de prisão indeferido pela justiça.

A Polícia Civil de Goiás disse que concluirá o inquérito nos próximos dias, estando Igor, desde já, à disposição do Poder Judiciário, após ser recolhido na Unidade Prisional de Anápolis.

A criança segue sob a responsabilidade da avó paterna, onde permanece desde 24 de junho, quando foi retirada dos cuidados do pai pelo Conselho Tutelar de Anápolis em razão de denúncias de maus-tratos e divulgação de áudios em que Viana reclama e debocha da filha.

Recentemente, Viana, que tem mais de 78 mil seguidores nas redes sociais, publicou vídeos relatando que estava impedido de ver a filha, e alegou que tentou dar o melhor tratamento para a filha. Ele se apresenta como ‘o pai de Soso’.

No entanto, em diversas respostas seguidas ao post, internautas criticaram a postura do influencer e disseram que ele humilhou a filha, até em momentos em que alimentava a criança. Há internautas também citando que ele xingava a filha, em diversos momentos. As publicações já não aparecem no perfil dele.

Procurada, a defesa de Viana não foi localizada. O espaço permanece aberto para manifestação.

Denúncia contra influenciador e mãe da criança

Desde junho, a polícia investiga a conduta do casal e diz que a fonte de renda dele era campanha de doação para tratamento da filha, que tem paralisia cerebral. Na ocasião, pai e mãe negaram o crime.

Ainda segundo a polícia, o casal estava separado e a criança morava com o pai, com anuência da mãe, antes de ser entregue aos cuidados da avó paterna. /FÁBIO GRELLET

Snoop Dogg rouba a cena em prova de hipismo

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Snoop Dogg voltou a chamar à atenção nos Jogos Olímpicos em Paris. Este sábado, dia 3 de agosto, o rapper esteve nas finais do hipismo e vestiu-se a caráter para a ocasião. 

 

O artista pode ser visto nas bancadas com um look completamente inspirado nos cavaleiros. 

Além de ter roubado a cena com o seu visual, Snoop Dogg também se destacou quando foi levado num carrinho de golf durante a prova. Veja tudo nas imagens que estão na galeria. 

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"Humanamente impossível": recorde mundial em Paris levanta suspeitas

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Mais uma polêmica surge nos Jogos Olímpicos. Brett Hawke, ex-nadador australiano, recorreu às redes sociais, este sábado (3), para questionar o recorde mundial alcançado por Pan Zhanle nos 100 metros livres da natação, considerando mesmo que a marca alcançada pelo atleta chinês é “humanamente impossível”.

 

“Estudei este esporte durante 30 anos e posso dizer que aquela velocidade não é real. Não podes vencer um grupo como este com uma vantagem destas. Eles são os melhores da história. É humanamente impossível”, apontou após ter tido conhecimento da marca inédita de 46,40 segundos.

Vale lembrar que tudo isto acontece na sequência dos polêmicos casos que abalaram a natação chinesa, conhecidos apenas no passado mês de abril, em torno dos 23 nadadores acusaram positivo no controle antidoping em 2021, quando os Jogos Olímpicos foram realizados em Tóquio.

Nos Jogos Olímpicos de Paris, a China já arrecadou seis medalhas na natação, sendo que quatro delas foram de ouro.

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Rebeca Andrade só perde para Simone Biles e faz história em Paris-2024

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Rebeca Andrade elevou o nível da disputa da final do salto d Olimpíada de Paris-2024, mesmo sem arriscar o inédito Yurchenko com tripla pirueta, e ficou com a medalha de prata, com nota final de 14,966, neste sábado. Acima dela, assim como aconteceu no individual geral, apenas o fenômeno Simone Biles, que somou 15,300 para ficar com o ouro. O bronze ficou com a americana Jade Carey, com 14,466.

Ao colocar mais essa medalha no pescoço, a guarulhense de 25 anos chega ao quinto pódio e iguala os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael como maior medalhista do País na história dos Jogos Olímpicos. Presente também nas finais de trave e do solo, ambas marcadas para segunda-feira, ela pode se isolar em primeiro lugar nesta lista.

Em Paris, o canoísta Isaquias Queiroz, dono de quatro medalhas, é o único que pode ultrapassá-la ou alcançá-la, já que compete em duas provas. Isaquias, aliás, foi alcançado por Rebeca como maior medalhista do Brasil em uma única edição dos Jogos Olímpicos, com três pódios.

Mesmo com o favoritismo de Biles, havia alta expectativa de que Rebeca poderia vencê-la, até pelo fato de a brasileira ser atual campeã olímpica da prova. A americana não competiu a final nos Jogos de Tóquio, em 2021, já que desistiu da disputa porque estava sofrendo com um bloqueio mental e forte ansiedade, a ponto de ter tirado, em seguida, um tempo sem competir para cuidar da saúde mental. Depois que voltou a participar de competições, em 2023, foi superada por Rebeca na final do salto no Mundial de Ginástica da Antuérpia, ao anotar 14,433 contra 15,000 da brasileira, que ficou com o ouro.

Na final deste sábado, em que cada ginasta teria uma nota média após dois saltos diferentes, Rebeca era a sexta a se apresentar na lista de oito finalistas, e Simone Biles era a quarta. Portanto, a brasileira saberia a nota necessária para superar a rival.

Quando a americana foi para seus saltos, a maior nota era o 14,216 da norte-coreana An Chang-Ok. Ela acertou com precisão o “Biles 2”, salto mais difícil da atualidade, para receber 15,700 das juízas. O segundo salto foi o cheng quase perfeito, com um pequeno pulo para trás na aterrissagem. Com nota 14,900, teve 15,700 de média e assumiu a liderança.

Entre as duas grandes estrelas, apresentou-se a canadense Elsabeth Black, com média final de 13,933. Então, veio Rebeca, vestida em seu collant especial para o momento, branco ornado com cristais azuis. No primeiro salto, ótima execução do cheng, seguida por saída precisa, deu à brasileira nota 15,100.

Existia a expectativa de que ela executasse o Yurchenko com tripla pirueta, acrobacia que nunca foi executada em uma competição oficial e levaria o seu nome em caso de execução sem falhas graves, mas o risco era grande. Por isso, na segunda apresentação, a brasileira deu duas piruetas e meia para sair com firmeza da mesa, acertando o Amanar, salto de alta dificuldade no qual tem mais segurança, recebendo 14,833 para ficar com a nota final de 14,966.

Hospital faz ‘blindagem total’ do estado de saúde de Silvio Santos

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Internado desde quinta-feira no hospital Albert Einstein, em São Paulo, o apresentador Silvio Santos continua sob cuidados médicos neste sábado, conforme informação do site O GLOBO. O estado de saúde de Silvio é considerado preocupante pela equipe médica, e a direção do hospital assumiu a condução do caso na sexta-feira, em um esquema de “blindagem total”, segundo uma fonte próxima à internação.

 

No dia da internação, o SBT informou que o comunicador, em recuperação de um quadro de H1N1, faria apenas exames de imagem. Contudo, uma nova condição de saúde o impediu de deixar o hospital. “Não há novidades por enquanto”, declarou a assessoria do SBT ao GLOBO neste sábado.

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Judoca usa mesmo esteroide de Ben Jonhson e é o 1º caso de doping durante Jogos de Paris

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O judoca Mohammad Samim Faizad, do Afeganistão, protagonizou o primeiro caso de doping durante os Jogos de Paris-2024. Teste realizado na terça-feira apontou o uso do esteroide anabólico estanozolol, o mesmo com o qual o velocista Ben Johnson foi flagrado na Olimpíada de Seul-1988.

No dia o teste, Faizad perdeu sua estreia na categoria até 81kg para Wachid Borchashvili, da Áustria. O judoca foi banido da Olimpíada. Ele tem 21 anos e é o único atleta baseado no Afeganistão na delegação do país de três homens e três mulheres em Paris.

Antes do início das disputas na França, outros dois atletas cometeram violação de regras antidoping do Comitê Olímpico Internacional (COI) para os Jogos Olímpicos de Paris-2024 e não puderam competir.

O judoca iraquiano Sajjad Sehen testou positivo em exame realizado no dia 23 de julho para metandienona e boldenona, que são esteroides anabólicos, e a boxeadora nigeriana Cynthia Temitayo Ogunsemilore, cujo teste de 25 de julho apontou a presença do diurético furosemida, foram suspensos provisoriamente e ficaram fora da Olimpíada.

Pai de pugilista hiperandrógena desabafa: "minha filha é uma menina"

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O pai de Imane Khelif, Omar Khelif, quebrou, este sábado (3), o silêncio a sobre a polêmica em que a pugilista se viu envolvida, fruto da participação nos Jogos Olímpicos de Paris.

 

A argelina estreou na competição com uma vitória fácil, obrigando a italiana Angela Carini a desistir do duelo em apenas 46 segundos. Isto, depois de, no último ano de 2023, a Federação Internacional de Boxe (IBA) a ter desqualificado do Campeonato do Mundo, reprovando-a no exame de gênero.

No entanto, em entrevista concedida à estação televisiva Sky Sports, o pai da atleta de 25 anos de idade recusou qualquer tipo de discussão em torno do sexo dela, lamentando a maneira como a filha tem sido tratada nos meios de comunicação.

“A minha filha é uma menina. Ela foi criada como menina. Ela é uma menina forte. Eu criei-a para ser uma trabalhadora árdua e corajosa. Ela tem uma vontade forte de trabalhar e de treinar”, começou por afirmar Omar Khelif.

“A adversária italiana que ela enfrentou não conseguiu derrotar a minha filha porque a minha filha foi mais forte, e ela foi mais suave”, completou.

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Lulu Santos cancela show após suspeitas de dengue

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ANA CORA LIMA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Lulu Santos, 71, está internado no Hospital São Vicente, na zona sul do Ri. O cantor passou mal nesta tarde de sexta-feira (2) e, após uma bateria de exame, os médicos optaram por uma internação para averiguar melhor o seu estado de saúde. O intérprete de “Toda Forma de Amor” e “Tempos Modernos” apresenta um quadro viral compatível com os sintomas da dengue. Ele ainda não tem previsão de alta.

 

A equipe de Lulu Santos informou em uma nota oficial que o cantor está bem e lúcido mas, por enquanto, segue internado. Já o show do artista neste sábado (3) no festival de inverno, na Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá, capital do Mato Grosso, foi cancelado: “Lamentamos o ocorrido e desejamos uma breve recuperação ao nosso Hitmaker. Agradecemos o carinho e a compreensão de todos”.

Essa não é a primeira vez que Lulu Santos precisou ser internado neste ano. Em junho, o cantor precisou ser internado após ser diagnosticado com influenza A, gastroenterite aguda e dengue. Na época ele também teve que cancelar várias apresentações da turnê “Barítono”.

Chegava ao set bêbado, diz Daniel Radcliffe sobre filmagens de Harry Potter

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CLEO GUIMARÃES
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Onde você estava em julho de 2011? No início daquele mês, Daniel Radcliffe participava da premiére de “Harry Potter e as Relíquias do Morte – Parte 2”, em Londres. A maratona de pré-estreias do último longa da franquia botava fim ao seu protagonismo na versão para o cinema da saga de J.K. Rowling, que rendeu oito filmes ao longo de dez anos. No último, o intérprete do bruxinho foi trabalhar algumas vezes alcoolizado.

 

“Nunca bebi no estúdio, mas chegava ainda bêbado. Há muitas cenas em que vejo que estou fora de mim”, disse Daniel, em entrevista à rádio BBC. O ator, hoje com 35 anos, contou que a incerteza sobre seu futuro profissional o levou a beber.

Uma das dificuldades que disse ter enfrentado foi a incômoda sensação de estar sempre sendo observado. “A maneira mais rápida de esquecer que estavam me observando era me embriagar. Mas claro, quando você está muito bêbado, pensa: ‘Ah, agora as pessoas estão me olhando porque estou muito bêbado, então talvez eu devesse beber mais para ignorá-las'”.

“Era uma maneira de não enfrentar o futuro, de como ia lidar com minha vida após Harry Potter. Sentia pânico sobre qual seria meu próximo passo. Tive problemas com o álcool, especialmente durante meus últimos anos de adolescente, quando comecei a sair à noite”, revelou.

Brasileiros ficam fora da disputa por medalha nos 100m rasos no atletismo

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THIAGO ARANTES VICINIUS BUENO
PARIS, FRANÇA, E SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Os representantes brasileiros Felipe Bardi, Paulo André e Erik Cardoso não avançaram para a próxima fase da prova dos 100 metros rasos masculino de Paris.

 

Os três primeiros colocados de cada série e os próximos três melhores tempos vão às semifinais. Atletas que conseguirem menores segundos de corrida, ainda que não fiquem dentre os três da parte de cima de sua série, avançam.

As Olimpíadas não terminaram para os brasileiros, que voltam a correr pelo revezamento 4×100 metros. “Não acabou, só começou. Vamos juntar todos aí, pra que a gente consiga fazer uma grande prova e que a gente consiga levar o Brasil pra final, né? Que isso é o nosso principal objetivo”, disse Felipe Bardi, após o encerramento da prova dos 100 metros rasos.

O que aconteceu
Felipe, que já correu em 9s96, finalizou na quarta posição na primeira série. Com 10s18 segundos, o atleta precisou esperar pelas outras baterias para descobrir se disputaria a medalha na finalíssima, na tentativa de ser um dos três melhores tempos fora do pódio de cada série.

A segunda série contou com Erik Cardoso, que ficou com a sexta colocação. O corredor, que tem recorde pessoal de 9s97, fez um tempo de 10s35, sem possibilidade de se classificar para a próxima fase.

Paulo André disputou a quinta série, e terminou na última posição. O brasileiro acabou não atingindo um bom tempo, de 10s46, e não teve chances de ir às semifinais, onde esteve em Tóquio, em 2021.

Bardi, que tinha chances de ir à próxima fase, acabou ficando de fora da finalíssima. O tempo do atleta não foi o suficiente para assegurar sua vaga na fase seguinte como um dos três melhores tempos, fora dos três melhores de cada série.