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Jornalista relata infecção por micobactéria após cirurgia plástica em GO

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A jornalista Mariana Martins relatou ter contraído uma infecção por micobactéria após uma cirurgia plástica em Goiânia. Ela aponta o hospital como responsável pela contaminação.

 

Mariana realizou um procedimento para trocar as próteses de silicone mamárias. Ela publicou o relato pelas redes sociais na última quinta-feira (31) como um alerta aos seguidores.

Segundo a jornalista, os primeiros dias de pós-operatório foram tranquilos.

Depois disso, começou a sentir a mama direita mais quente e pesada, e acreditou que pudesse ser algum problema na cicatrização.

Do peito jorrava secreção e uma fístula foi se abriu na lateral. O médico Luiz Carlos Borba, responsável pela cirurgia, enviou uma amostra do tecido para o laboratório, que concluiu ser uma infecção por micobactéria.

Mariana disse não ter sido um ”erro médico”, mas uma contaminação do ambiente hospitalar. Ela denunciou a situação para a Vigilância Sanitária da cidade. Segundo a jornalista, o órgão apurou não ser o primeiro caso nesse mesmo hospital. O UOL tenta confirmar.

A jornalista foi recomendada a retirar as próteses. Além da retirada, ela segue fazendo um tratamento com antibiótico que pode durar mais de um ano. ”Foram muitos dias de dor, preocupação e incerteza”, contou emocionada.

As micobactérias são conhecidas por serem muito resistentes. A transmissão em hospital pode estar relacionada à má higiene de instrumentos e aparelhos cirúrgicos, ou até mesmo, à água e comida contaminadas.

O UOL tenta contato com o hospital e com a Secretaria Municipal de Saúde. Ainda não houve retorno, mas o espaço segue aberto para manifestação.

Leia Também: Especialista sugere três exercícios simples para tonificar os abdominais

 

Jornalista relata infecção por micobactéria após cirurgia plástica em GO

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A jornalista Mariana Martins relatou ter contraído uma infecção por micobactéria após uma cirurgia plástica em Goiânia. Ela aponta o hospital como responsável pela contaminação.

 

Mariana realizou um procedimento para trocar as próteses de silicone mamárias. Ela publicou o relato pelas redes sociais na última quinta-feira (31) como um alerta aos seguidores.

Segundo a jornalista, os primeiros dias de pós-operatório foram tranquilos.

Depois disso, começou a sentir a mama direita mais quente e pesada, e acreditou que pudesse ser algum problema na cicatrização.

Do peito jorrava secreção e uma fístula foi se abriu na lateral. O médico Luiz Carlos Borba, responsável pela cirurgia, enviou uma amostra do tecido para o laboratório, que concluiu ser uma infecção por micobactéria.

Mariana disse não ter sido um ”erro médico”, mas uma contaminação do ambiente hospitalar. Ela denunciou a situação para a Vigilância Sanitária da cidade. Segundo a jornalista, o órgão apurou não ser o primeiro caso nesse mesmo hospital. O UOL tenta confirmar.

A jornalista foi recomendada a retirar as próteses. Além da retirada, ela segue fazendo um tratamento com antibiótico que pode durar mais de um ano. ”Foram muitos dias de dor, preocupação e incerteza”, contou emocionada.

As micobactérias são conhecidas por serem muito resistentes. A transmissão em hospital pode estar relacionada à má higiene de instrumentos e aparelhos cirúrgicos, ou até mesmo, à água e comida contaminadas.

O UOL tenta contato com o hospital e com a Secretaria Municipal de Saúde. Ainda não houve retorno, mas o espaço segue aberto para manifestação.

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Defensora pública e pais morrem em acidente com quatro óbitos em MT

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Quatro pessoas morreram após dois carros baterem de frente na BR-158, em Ribeirão Cascalheira (MT).

 

Em um dos carros, estava uma defensora pública e seus pais. Safira Vanessa Carneiro Costa, 26, Maria Socorro De Jesus Carneiro Costa, 66, e Carlos Luiz Fonseca Costa, 78, morreram na hora. Safira dirigia no momento do acidente.

Em outro veículo havia uma passageira de 45 anos que também morreu. O nome dela era Ana Julia Barth. O acidente foi registrado na tarde da quinta-feira (1º).

O motorista do veículo que colidiu contra o carro da defensora sobreviveu. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal de Ribeirão Cascalheira e não corre risco de morte. Além dele, outras três pessoas estavam nos bancos de trás e sobreviveram sem ferimentos.

Safira acompanhava a mãe a uma consulta médica quando o acidente aconteceu. A família era natural de São Luís (MA).

Caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor. A Polícia Judiciária não detalhou, porém, qual dos veículos teria causado o acidente.

Defensoria Pública lamentou morte. Safira atuava na comarca de São Félix do Araguaia e estava na instituição desde dezembro de 2023.

Leia Também: Dois morrem em queda de ultraleve no litoral de SC

 

Defensora pública e pais morrem em acidente com quatro óbitos em MT

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Quatro pessoas morreram após dois carros baterem de frente na BR-158, em Ribeirão Cascalheira (MT).

 

Em um dos carros, estava uma defensora pública e seus pais. Safira Vanessa Carneiro Costa, 26, Maria Socorro De Jesus Carneiro Costa, 66, e Carlos Luiz Fonseca Costa, 78, morreram na hora. Safira dirigia no momento do acidente.

Em outro veículo havia uma passageira de 45 anos que também morreu. O nome dela era Ana Julia Barth. O acidente foi registrado na tarde da quinta-feira (1º).

O motorista do veículo que colidiu contra o carro da defensora sobreviveu. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal de Ribeirão Cascalheira e não corre risco de morte. Além dele, outras três pessoas estavam nos bancos de trás e sobreviveram sem ferimentos.

Safira acompanhava a mãe a uma consulta médica quando o acidente aconteceu. A família era natural de São Luís (MA).

Caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor. A Polícia Judiciária não detalhou, porém, qual dos veículos teria causado o acidente.

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Astros e estrelas que são Quakers (e quase ninguém sabe)

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A Sociedade Religiosa dos Amigos, também conhecida como Movimento Quaker, foi fundada na Inglaterra no século XVII. Os Quakers (ou “amigos”, como os Quakers se autodenominam) acreditam que os humanos podem experimentar Deus através da “luz interior” sem a necessidade de cerimônias religiosas e clero. Eles também acreditam na igualdade de direitos para homens e mulheres na religião e defendem a paz. Os Quakers então se mudaram para os Estados Unidos, onde o movimento cresceu. Muitos desses homens e mulheres tornaram-se abolicionistas influentes que desempenharam papéis-chave no movimento antiescravista, no sufrágio feminino e nos direitos civis.

 

Nesta galeria, você conhecerá alguns dos Quakers mais influentes da história, bem como celebridades e outras pessoas famosas que você nem imagina que sejam Quakers. Clique e descubra.

Leia Também: Grosseiros? Famosos que perderam a paciência com os fãs

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Harry e Meghan Markle não foram convidados para férias da Família Real

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O príncipe Harry e a mulher Meghan Markle continua sendo excluídos de eventos e mais uma vez não foram convidados para passar as férias de verão com a família real no Castelo de Balmoral, na Escócia. 

 

De acordo com a People, o rei Charles III está dando continuidade à tradição da falecida rainha Elizabeth em ir para a propriedade, mas os duques de Sussex não estão (mais uma vez) incluídos nos planos da família este ano. 

Embora Harry tenha feito com várias visitas a Balmoral, acredita-se que a mulher, Meghan, nunca visitou o castelo da realeza, relata ainda a revista. 

A propriedade, vale lembrar, foi onde a rainha Elizabeth morreu em setembro de 2022, e é todos os anos um ponto de encontro da família real – onde se reúnem longe dos olhares públicos e desfrutam de atividades ao ar livre. 

Leia Também: Vini Jr sobe no palco em show de Travis Scott em Madri; veja

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De acordo com a People, o rei Charles III está dando continuidade à tradição da falecida rainha Elizabeth em ir para a propriedade, mas os duques de Sussex não estão (mais uma vez) incluídos nos planos da família este ano. 

Embora Harry tenha feito com várias visitas a Balmoral, acredita-se que a mulher, Meghan, nunca visitou o castelo da realeza, relata ainda a revista. 

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Seleção brasileira de basquete se garante nas quartas da Olimpíada após triunfo da Grécia

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A seleção brasileira masculina de basquete não precisou esperar muito tempo para saber se conseguiria uma das vagas como melhor terceiro colocado nas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Bastou a vitória da Grécia sobre a Austrália, por 77 a 71, para que os brasileiros respirassem aliviados e garantidos nos mata-matas.

 

Após bater o Japão por 102 a 84 no que foi o seu melhor jogo na Olimpíada, a seleção aguardava outros resultados. E logo na primeira partida, com a vitória da Grécia contra a Austrália, por 77 a 71, veio a confirmação da vaga. Agora, resta aguardar Sérvia e Sudão, neste sábado, às 16h, para saber a posição na classificação geral – O Brasil pode terminar como melhor terceiro.

Com a vitória desta sexta-feira, a seleção brasileira confirmou a terceira posição do Grupo B, com 4 pontos, atrás de França e Alemanha, já classificadas. O saldo de pontos marcados, que era 25 negativo subiu para 7 negativo. Esse é o critério que desempata a disputa entre os melhores terceiros colocados – dos três, dois avançam.

A vitória deixará os gregos na terceira posição, com saldo -8 – estão em segundo, provisoriamente, antes do último jogo da chave. Caso a Espanha perca do Canadá, ainda nesta sexta-feira, o Grupo A teria os canadenses em primeiro, Austrália em segundo e Grécia em terceiro após tríplice empate. Entretanto, o Brasil superaria os gregos no saldo de pontos (-7 a -8).

Caso o Canadá perca na última rodada, a Espanha sobe à primeira colocação (ganhando o confronto direto), os canadenses caem para o segundo lugar, e os gregos permanecem em terceiro, com a mesma situação, já que venceram o duelo direto com os australianos.

Sudão do Sul e Sérvia disputam a segunda posição do Grupo C, com jogo no sábado, às 16h. O resultado dessa partida definirá o outro terceiro colocado que irá às quartas de final e também a posição do Brasil na classificação geral. Com – 6 de saldo, o time africano pode até perder por um ponto que se garante. A Grécia torce por revés de 3 ou mais.

A última vez que o Brasil disputou o mata-mata do basquete em uma Olimpíada foi em Londres-2012. O time foi eliminado pela Argentina nas quartas de final e ficou em quinto na classificação geral. No Rio-2016, a eliminação foi na fase de grupos. Em Tóquio, disputado em 2021, a seleção não conseguiu se classificar.

O Brasil tem cinco medalhas no basquete olímpico. São três bronzes no masculino (Londres-1948, Roma-1960 e Tóquio-1964) e uma prata (Atlanta-1996) e um bronze (Sydney-2000) no feminino.

Leia Também: Brasil derrota Japão no basquete e ‘seca’ rivais de outros grupos na Olimpíada

Seleção brasileira de basquete se garante nas quartas da Olimpíada após triunfo da Grécia

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A seleção brasileira masculina de basquete não precisou esperar muito tempo para saber se conseguiria uma das vagas como melhor terceiro colocado nas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Bastou a vitória da Grécia sobre a Austrália, por 77 a 71, para que os brasileiros respirassem aliviados e garantidos nos mata-matas.

 

Após bater o Japão por 102 a 84 no que foi o seu melhor jogo na Olimpíada, a seleção aguardava outros resultados. E logo na primeira partida, com a vitória da Grécia contra a Austrália, por 77 a 71, veio a confirmação da vaga. Agora, resta aguardar Sérvia e Sudão, neste sábado, às 16h, para saber a posição na classificação geral – O Brasil pode terminar como melhor terceiro.

Com a vitória desta sexta-feira, a seleção brasileira confirmou a terceira posição do Grupo B, com 4 pontos, atrás de França e Alemanha, já classificadas. O saldo de pontos marcados, que era 25 negativo subiu para 7 negativo. Esse é o critério que desempata a disputa entre os melhores terceiros colocados – dos três, dois avançam.

A vitória deixará os gregos na terceira posição, com saldo -8 – estão em segundo, provisoriamente, antes do último jogo da chave. Caso a Espanha perca do Canadá, ainda nesta sexta-feira, o Grupo A teria os canadenses em primeiro, Austrália em segundo e Grécia em terceiro após tríplice empate. Entretanto, o Brasil superaria os gregos no saldo de pontos (-7 a -8).

Caso o Canadá perca na última rodada, a Espanha sobe à primeira colocação (ganhando o confronto direto), os canadenses caem para o segundo lugar, e os gregos permanecem em terceiro, com a mesma situação, já que venceram o duelo direto com os australianos.

Sudão do Sul e Sérvia disputam a segunda posição do Grupo C, com jogo no sábado, às 16h. O resultado dessa partida definirá o outro terceiro colocado que irá às quartas de final e também a posição do Brasil na classificação geral. Com – 6 de saldo, o time africano pode até perder por um ponto que se garante. A Grécia torce por revés de 3 ou mais.

A última vez que o Brasil disputou o mata-mata do basquete em uma Olimpíada foi em Londres-2012. O time foi eliminado pela Argentina nas quartas de final e ficou em quinto na classificação geral. No Rio-2016, a eliminação foi na fase de grupos. Em Tóquio, disputado em 2021, a seleção não conseguiu se classificar.

O Brasil tem cinco medalhas no basquete olímpico. São três bronzes no masculino (Londres-1948, Roma-1960 e Tóquio-1964) e uma prata (Atlanta-1996) e um bronze (Sydney-2000) no feminino.

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Campista condenado a 22 anos de prisão consegue provar inocência

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Após 10 anos cumprindo pena, um morador de Campos, conseguiu provar inocência e foi absolvido pela Justiça. Everton Rodrigues da Silva foi acusado e condenado por latrocínio, que é o roubo seguido de morte, em 2014.

Everton conta detalhes de como tudo aconteceu. Ele estava com a família em uma casa alugada na Praia do Farol de São Tomé, para passar o carnaval daquele ano. A chegada da Polícia Civil à casa onde eles estavam deu início ao pesadelo que duraria uma década.

“Eles chegaram com a foto de duas pessoas, perguntando se a gente as conhecia. Eu disse que não. O inspetor de plantão no dia perguntou se ele podia tirar uma foto minha e eu deixei, porque eu não devia nada. Eles tiraram a foto e imediatamente disseram: ‘Olha, reconheceram você como autor de um crime. Mas eu não tenho mandado aqui. Você pode me acompanhar até a delegacia?’. E assim eu fiz. Acompanhei eles até a delegacia”, explica Everton Rodrigues.

Na delegacia, o rapaz foi colocado com outras duas pessoas em uma sala, onde teriam feito um reconhecimento. Depois, foi liberado. Antes, deixou o contato com o inspetor [Jonas]. Três dias depois, o inspetor ligou para ele dizendo que havia havia um mandado de prisão contra Everton e caso não fosse, ia ser considerado foragido da Justiça.

“Eles falaram que tinha uma filmagem e que eu aparecia cometendo o crime. Por isso, eu compareci. Porque eu tinha plena certeza de que eu não tinha cometido crime nenhum. Depois, eles alegaram que a filmagem estava com defeito e que só ia abrir no dia da audiência. E eu ia ter que aguardar custodiado”, explica.

Uma vez em custódia, Everton Rodrigues ficou detido por três meses. Por duas vezes, as audiências foram adiadas. Quando chegou o dia de se apresentar, ele perguntou à autoridade local da época, onde estariam os vídeos de monitoramento que os policiais civis disseram que existia e que estaria no processo.

A autoridade então disse que não havia nenhum vídeo anexado ao processo. Depois ele foi liberado e voltou para casa. Everton disse que acreditava que tudo já havia acabado e que poderia seguir a vida em liberdade. Mas o pesadelo só estava apenas começando. Dois meses depois, ele conta que chegou uma sentença para ele de 22 anos de prisão.

A base da acusação foi o depoimento de dois adolescentes, na época, que teriam sido obrigados a reconhecer Everton como o autor do crime. Mas as descrições apresentadas não batiam com as características físicas de Everton.

O verdadeiro autor do crime, conforme ele explica, seria um homem de cor parda e de cavanhaque. Everton é de cor preta e na época não tinha barba. Ele acredita que tudo foi uma tentativa de achar um culpado a qualquer custo e abafar o caso.

“Se você parar pra pensar quantos recursos eu tentei e a Justiça só jogava meu caso da primeira para a segunda instância, sem mover nada? E você briga o tempo todo com sua mente, porque sabe que não cometeu nada. Você vive a sua infância inteira se desviando do crime, se desviando das drogas, para eles te pegarem de um lugar, te jogar na cadeia e falarem que foi você [que cometeu o crime]. Porque pra mim isso foi para abafar o caso. Porque o próprio inspetor virar e dizer: ‘Eu sei quem foram os verdadeiros autores do crime.’ E por que não me soltaram?”, desabafa Everton.

Everton perdeu muitos sonhos e realizações durante o tempo que ficou preso. Na época ele estava terminando os estudos, já com formatura marcada para a segunda-feira (dia em que foi preso), mas não conseguiu sequer pegar o diploma. Porém a maior perda foi a convivência com a filha.

Quando foi preso, a esposa dele estava grávida de três meses. Ele não pôde acompanhar a gestação, o nascimento, nem o crescimento da primeira filha. Os momentos que tinham juntos eram apenas nas visitas feitas a ele na prisão.

“A vida toda, eu sempre cuidei dos meus sobrinhos. E quando a minha esposa engravidou, era meu maior sonho acompanhar a gravidez dela e o crescimento da minha filha. Mas é algo que eu perdi, eles tiraram de mim. Então, foi uma parte difícil e muito dolorosa para mim, dentro do cárcere, porque eu não pude nem acompanhar o nascimento da minha filha. Quando ela nasceu, eu já estava preso há sete meses, já sentenciado. E a via através de visita. Imagina uma criança recém-nascida tendo que visitar o pai que, por ventura, nem criminoso é”, lamenta.

Atualmente, Everton não tem mais o relacionamento com a mãe da filha. Eles compartilham a guarda da criança.

SOFRIMENTO DA FAMÍLIA

A tia de Everton, Roseli Silva Rodrigues, conta que no dia da prisão do sobrinho alguns familiares da vítima de latrocínio estavam na delegacia e gritavam de forma provocativa e intimidadora.

“O pai do falecido mesmo falava: ‘Eu não quero saber quem matou, eu só quero dizer que meu filho tem que ser vingado, doa a quem doer, a morte do meu filho não vai ficar assim’. Aí o menino [testemunha adolescente] falou que ele ia falar a verdade. Quando saíram, eles falaram assim: ‘Infelizmente, não pude falar a verdade, porque meu pai não deixou’, disse Roseli Rodrigues.

As visitas ao sobrinho também eram marcadas pela burocracia e por humilhações de alguns agentes penitenciários.

“Fora a revista, na época não tinha scanner. Era uma coisa pavorosa. A gente saía de casa 2h da manhã pra entrar 12h, era a coisa mais triste. A gente sofreu um bom pedaço, tanto eu como a mãe dele. A mãe dele ainda mais, porque veio a Covid e eu fiquei doente. Eu fiquei um tempo sem poder ir e ela ficou ainda um tempão indo sozinha”, explica.

A família contratou advogados para representar o sobrinho e provar a inocência dele. Mas acabaram sendo enganados por três advogados. Segundo ela, nenhum deles aceitava chamar testemunhas para depor a favor do rapaz e a causa dele não avançava na Justiça.

Além disso, ela conta que a alguns profissionais da imprensa local taxavam Everton como criminoso de forma exagerada e desrespeitosa. Segundo ela, a família chegou a procurar o veículo de comunicação para contar a versão deles sobre os fatos, mas foram ignorados.

Mesmo diante de todas as situações, ela sempre acreditou na inocência do sobrinho.

“Eu nunca tive dúvida. Quando saiu da barriga da minha irmã, eu saía do Jardim Carioca pra vir aqui dar banho nele, pra cuidar de umbigo do meu sobrinho. Ele nunca teve uma passagem, nem de criança, nunca teve mau comportamento”, diz.

A PROMESSA DE UMA AMIZADE

A esperança de provar a inocência estava firmada em uma promessa feita por um amigo de infância. A de que quando se formasse em Direito iria assumir a causa de Everton e provar que ele não era um criminoso. E assim fez o advogado Patrick Benedito.

“Em em 2014, no ano que ele foi preso, eu estava no Exército e nem sonhava em fazer Direito.[…]. Depois, decidi entrar para a faculdade e fui inteirando dos assuntos. Um dia eu fui visitar ele e falei assim: ‘Irmão eu quero pegar seu caso quando me formar, porque eu sei que você é inocente e tem muitas coisas que eu olhei no seu processo e dá pra resolver’. E aí quando eu me formei, eu falei: ‘Agora eu sou advogado, vou pegar seu caso’, conta o amigo.

Patrick Benedito explica que identificou algumas ilegalidades no processo e conseguiu uma nova prova. A primeira ilegalidade estava relacionada aos depoimentos dos adolescentes, porque foram desacompanhados, mesmo sendo menores de idade. A segunda ilegalidade foi a prisão em flagrante, que só aconteceu três dias depois dos fatos.

“Tempos depois, em 2020, eles [os adolescentes] foram presos junto com Everton. Então, decidiram, a partir daí, contar toda a verdade. Aí eu fiz um termo de depoimento retificando a fala deles e entramos com uma revisão criminal. O desembargador pediu pra ouvir esses dois meninos e, em juízo, eles contaram toda a verdade. Que nunca viram o Everton na cena do crime. Então esse foi o meu contexto com a situação do Everton e hoje nós conseguimos a absolvição dele”, explica.

Agora inocentado, Everton já não usa mais a tornozeleira e está trabalhando como motoboy. Ele pretende ir atrás de reparação pelo julgamento errado e prisão injusta.

“Eu não quero nada de ninguém eu só quero o que eles me tiraram. Meu foco não é dinheiro. Se eu dependesse da Justiça a minha vida estava acabada. Quem lutou comigo foi minha família mesmo, porque dentro do cárcere, você só pode contar com a sua família. E é uma luta diária, porque que as portas não se abrem assim da noite pro dia. Ainda mais pra você que já ficou preso tanto tempo e as pessoas sem conhecer a tua história, então não é fácil”, enfatiza.

Mesmo sabendo das dificuldade, Everton não deixou de sonhar.

“O meu sonho é poder concluir a prova da minha inocência toda. Arquivar meu processo, que falta pouco, e poder viver bem com a minha família, estudar, fazer uma faculdade. É isso”, finaliza Everton Rodrigues.

Fonte: g1

Família denuncia que jovem com problemas psiquiátricos foi agredido com barra de ferro

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Foto: Arquivo pessoal

A família de um jovem de 22 anos denuncia que ele foi agredido por homens em situação de rua no Parque Madureira, na Zona Norte do Rio, na tarde de quinta-feira (1º).

Diogo Antônio Campos Guerra estava caminhando no parque, como de costume. Segundo testemunhas, os homens estavam usando drogas e se incomodaram com a presença do jovem, que sofre de esquizofrenia e crises de ansiedade. Por conta disso, segundo as testemunhas, o jovem foi arrastado e agredido.

Policiais militares foram acionados para o local, e o jovem, levado em estado grave para o Hospital Carlos Chagas.

Segundo a família, ele sofreu ferimentos sérios na cabeça, rosto e braço. A irmã destaca que ele vai precisar de uma transferência para outro hospital, porque no Carlos Chagas não teria suporte para a cirurgia que ele precisa.

“Foi uma covardia, quebraram os dentes dele, tá com a cabeça aberta. Pelo que o policial passou, arrastaram ele para uma mata e bateram muito nele”, conta a irmã, Sara Campos.

A Polícia Militar informou que homens do 9º BPM (Rocha Miranda) foram acionados para prestar apoio a um homem vítima de agressões, em uma das saídas do Parque Madureira. “De acordo com o comando da unidade, a vítima procurou uma guarnição que estava nas imediações da saída 07 do parque, relatando que havia sido agredido por pessoas em situação de rua e dependentes químicos”, diz a nota.

A PM destacou que realiza “um trabalho preventivo de revistas e abordagens a pessoas visando à apreensão de materiais perfurocortantes e a coibir o cometimento de roubos e furtos a patrimônio público e privado na área do Parque Madureira”.

A 40ª DP (Honório Gurgel) determinou a instauração de procedimento para apurar o crime. Agentes realizam diligências para identificar a autoria das agressões.

Fonte: G1

Seis pessoas são baleadas em tiroteio em bar; criança está entre os feridos

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Foto: Reprodução/Google Maps

Seis pessoas que estavam em um bar em Coelho da Rocha, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, foram baleadas durante um tiroteio na noite de quinta-feira (1º). Entre os feridos está uma criança, de 7 anos.

De acordo com as primeiras informações repassadas por uma das vítimas, dois homens armados teriam se aproximado do carro do policial penal Gustavo Vale de Oliveira, 35 anos, e anunciado um assalto. Gustavo teria corrido e começado a atirar contra os bandidos.

Os criminosos revidaram e houve uma intensa troca de tiros. O policial penal foi baleado no abdômen, na lombar e no pé direito. Em seguida, os bandidos fugiram.

Algumas pessoas que estavam no bar perto do local da tentativa de assalto acabam feridas por balas perdidas. Todos os baleados no estabelecimento foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jardim Íris.

Waxell Augusto Ferreira Barbosa das Dores, de 29 anos; Jader Gomes, de 35; e Leonardo Campos Cordeiro Moutinho, de 34, foram atendidos e liberados durante a noite.

No entanto, Gustavo Vale e Maria da Glória Paulo da Silva, 72, precisaram ser transferidos para o Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, em Duque de Caxias.

A criança também foi transferida para o Hospital Infantil do Éden, em São João de Meriti e por conta dos ferimentos, aguardava transferência para uma unidade de grande porte.

Um morador que estava dentro de casa foi baleado de raspão no braço e procurou a UPA de Jardim Íris. Ele recebeu atendimento médico e foi liberado. Ele seria a sétima vítima, mas não consta no balanço informado pela Polícia Civil.

Em nota, a Secretaria de Saúde de São João de Meriti disse que a criança deu entrada na UPA de Jardim Íris, ferido por estilhaços de bala na perda direita. De acordo com o município, o menino foi atendido e transferido para a UPA Pediátrica de Éden. Ele está estável e sob acompanhamento médico.

A Secretaria de Saúde de Duque de Caxias informou que Gustavo Vale está entubado no Centro de Terapia Intensivo (CTI) do Hospital Adão Pereira Nunes, após uma cirurgia para corrigir uma fratura exposta.

Ainda de acordo com a pasta, Maria da Glória Paulo da Silva está com um dreno no tórax, lúcida e seu estado de saúde é estável.

O caso foi registrado na 64ª DP (Meriti). A polícia investiga o caso como tentativa de assalto.

Polícia Civil apreende cerca de R$ 300 mil em operação contra investigados pela morte de empresário

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil apreendeu cerca de R$ 300 mil em espécie em uma operação na quinta-feira (1º), para o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra os investigados pela morte do empresário Marlon Márcio Mendes Alvarenga, em dezembro do ano passado.

O dinheiro estava na casa de um dos investigados. Além do dinheiro, os agentes apreenderam 2 carros de luxo, 1 notebook e 4 celulares. Na casa de outro alvo, os policiais apreenderam 1 veículo de luxo, 3 celulares e documentos.

As investigações que levaram à Operação Nicoti, como foi chamada, mostraram que os executores de Marlon usaram um carro clonado no crime. O empresário foi executado em Bangu, na Zona Oeste do Rio, quando chegava à sua empresa.

O assassinato foi cometido por um homem armado que desceu do carro e disparou contra a vítima.

Os alvos da operação também são investigados por integrar uma organização criminosa que explora a fabricação e venda ilegal de cigarros.

Todo o material apreendido será analisado pelos investigadores da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

Investigado por golpe milionário

Marlon era investigado como um dos chefes de uma quadrilha que aplicou um golpe de R$ 7,8 milhões em uma distribuidora de ferro e aço.

De acordo com as investigações da 62ª DP (Imbariê), a firma foi enganada numa compra de maquinário em abril deste ano — depósitos foram feitos, mas nada foi entregue. Depois da fraude, o grupo se reuniu e alugou um barco para comemorar na Ilha Grande.

Além da anotação criminal por formação de quadrilha, Marlon tinha ainda passagens pelos crimes de lesão corporal decorrente de violência doméstica e lesão corporal. Ao todo, são 6 passagens pela polícia.

Fonte: G1

Fiscais retiram de circulação 50 toneladas de sabão em pó falsificado

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Foto: Reprodução

Fiscais de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado do Rio (Procon-RJ) apreenderam cerca de 30 toneladas de sabão em pó falsificado na quinta-feira (1º), no Centro de Abastecimento do Rio (Ceasa), em Irajá. No dia anterior, também foram recolhidas 20 toneladas de sabão em pó falsificado. Em dois dias, quase 50 toneladas do produto foram retiradas de circulação.

Os fiscais chegaram até o principal centro de abastecimento do Rio depois de verificar uma denúncia de venda do produto adulterado em um supermercado de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O dono do comércio apresentou uma nota fiscal e explicou que comprou o produto de um distribuidor do Ceasa.

No Ceasa, os fiscais localizaram toneladas do sabão em pó na área de estoque da central de abastecimento. Em outro distribuidor, o representante disse que já tinha separado o sabão em pó para não ser comercializado.

O Procon já tinha recebido informação da indústria produtora de que o sabão em pó original vinha sendo falsificado. Há dois meses, o fabricante ofereceu treinamento aos fiscais do Procon para que eles identificassem com mais facilidade produtos falsificados vendidos no mercado.

Identificação

Com a capacitação, a fiscalização aprendeu a identificar características como ausência da marca d’água na caixa do produto, verificada apenas por luz negra, e a facilidade na abertura das caixas de sabão em pó por estarem coladas de forma manual, após a falsificação. Na verdadeira, a aplicação é feita por pentes aplicadores na linha de produção.

No dia anterior (31), fiscais da Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor (Sedcon) – em ação conjunta com agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial – apreenderam 20 toneladas de sabão em pó falsificado.

Só no Supermercado Megabox, de Olaria, na zona norte do Rio, foram retiradas de circulação 18 toneladas do produto das gôndolas. Foram apreendidos também mais duas toneladas em pequenos mercadinhos na Baixada Fluminense.

O presidente do Procon-RJ, Cássio Coelho, disse que “o consumidor muitas das vezes não tem conhecimento da origem falsa do produto, sendo atraído por preços mais baratos ou pela aparência similar ao original. O consumidor que adquire um produto falsificado perde dinheiro, pois este não possui a mesma qualidade e durabilidade do original”, avaliou.

Homem é preso por morte de amigo que teria se envolvido com ex-mulher do suspeito

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Foto: Reprodução

A polícia prendeu nesta sexta-feira (2), em Rio Preto, na Zona da Mata mineira, um homem acusado de planejar e matar o amigo porque ele se relacionava com sua ex-namorada. De acordo com as investigações, Wallace Marques da Silva, de 21 anos, assassinou o entregador e mototaxista, Lilton Rodrigues Capelet Costa, de 26, em julho do ano passado, e jogou o corpo no Rio Guandu, em Japeri, na Baixada Fluminense. Os restos mortais da vítima nunca foram encontrados.

Segundo a Polícia Civil, no dia do crime, Wallace ligou para Lilton – que estava em uma festa no bairro Barcelona – e pediu uma corrida para o bairro Guandu, em Japeri.

Após fazer a corrida, o mototaxista nunca mais foi visto. Testemunhas contaram que viram o suspeito e a vítima juntos em uma moto e em seguida Wallace teria sido visto voltando com as mãos ensanguentada.

Após o assassinato, Wallace teria confessado para conhecidos que matou o amigo. A polícia sustenta que o crime teria sido cometido por ciúmes, já que Lilton mantinha um relacionamento com a ex do agressor.

A ex-namorada de Wallace chegou a enviar mensagens para a família de Lilton dizendo que o suspeito planejava matar a vítima. Após o crime, Wallace saiu do Rio de Janeiro. Ele teria dito para a ex, com quem teve um filho, que havia assassinado o então namorado dela a facadas por não aceitar que ela se relacionasse com ele.

Em janeiro, a Justiça do Rio decretou a prisão preventiva de Wallace pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Há dois meses, agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) identificaram que o homem estava escondido em Minas Gerais. Nesta sexta, o suspeito foi encontrado e preso.

Fonte: G1

MPRJ visita Estação de Tratamento de Água em Campos para apurar causas de contaminação da água

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Foto: Divulgação MPRJ

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo Temático Temporário para atuação em Saneamento Básico, Desastres Socioambientais e Mudanças do Clima (GTT-Ambiental/MPRJ), da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Campos dos Goytacazes e da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Campos dos Goytacazes, visitou, nesta quinta-feira (01/08), a Estação de Tratamento de Água (ETA) Coroa, em Campos dos Goytacazes. O objetivo da visita foi apurar as causas que deram origem ao aparecimento e à proliferação da substância geosmina na água que é captada no Rio Paraíba do Sul e distribuída pela concessionária Águas do Paraíba no município, além de verificar a conduta adotada para resolver o problema.

Os promotores de Justiça Gisela Pequeno, Victor Miceli e Tiago Veras, do GTT-Ambiental/MPRJ, Fabiano Rangel, da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Campos, e Marcelo Carvalho Melo, da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Campos, além da técnica pericial do Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE/MPRJ), Patricia Finamore, vistoriaram a ETA e o local de captação de água bruta para tratamento.

Acompanhados de representantes do INEA, da UENF, do Comitê de Bacia da Região Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana, da comunidade acadêmica e da sociedade civil, os representantes do MPRJ ouviram da concessionária os procedimentos que vêm sendo adotados para combater e prevenir novas florações de alga nas águas do Rio Paraíba do Sul, bem como para garantir que a água distribuída à população receba o tratamento adequado, que assegure os padrões de potabilidade. A vistoria teve objetivo de colher informações para eventual responsabilização do poluidor e acompanhar a política pública de tratamento e abastecimento de água no município.

Após vistoriarem a ETA, os membros do MPRJ foram à sede do Comitê de Bacia da Região Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana, onde discutiram questões macro da Bacia do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana, além de iniciativas que envolvem o Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, que abrange múltiplas bacias hidrográficas.

Fonte: MPRJ

Pepê Gonçalves faz ótimo tempo na prova contrarrelógio do caiaque cross

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Pepê Gonçalves terminou a classificatória do caiaque cross com o segundo melhor tempo na prova contrarrelógio (66s41) da categoria masculina, atrás apenas do britânico Joseph Clarke, que fez 66s08, nesta sexta-feira (2).

 

Por enquanto, o tempo apenas determina as chaves de cada bateria da próxima fase, que acontece neste sábado (3) às 11h40.

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Beatriz Souza vence e conquista primeiro ouro do Brasil em Paris

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PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – A judoca brasileira Beatriz Souza venceu a israelense Raz Hershko na final do judô, na categoria +78 kg, e conquistou o primeiro ouro do Brasil em Paris-2024.

 

Ela conseguiu um wazari logo no começo do embate e segurou o resultado até o fim do tempo.

Para chegar à final, a brasileira passou pela francesa Romane Dicko, líder do ranking mundial.
Beatriz tem 26 anos.

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Homem fica ferido após colidir em barreira no trevo da Estrada dos Ceramistas

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Na manhã desta sexta-feira (2), um homem, cuja identidade não foi divulgada, ficou ferido ao colidir e capotar o veículo Ford Fiesta em uma barreira no trevo da BR-101 com a Estrada dos Ceramistas, em Campos.

O homem perdeu o controle da direção, colidiu com a barreira de terra que bloqueia o acesso à Estrada dos Ceramistas e capotou. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e o homem foi socorrido com ferimentos leves, sendo levado para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

Esse é o segundo acidente registrado no mesmo local em 24 horas. Na manhã de quinta-feira (1º), duas mulheres também ficaram feridas no mesmo ponto.