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UTIs: 84% dos brasileiros internados conseguem alta médica

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Quase nove em cada dez brasileiros que passam por uma unidade de terapia intensiva (UTI) conseguem alta, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

Os números fazem parte do Projeto UTIs Brasileiras, que monitora mais de 50% das admissões de adultos em UTIs no país, e mostram que a taxa de sobrevivência nesses ambientes chega a 84%.

“Se, por um lado, a taxa de mortalidade global nas UTIs brasileiras foi registrada em 16%, o levantamento evidencia algumas desigualdades que preocupam os médicos”, destacou a entidade, por meio de nota.

A Região Nordeste, por exemplo, tem a maior taxa de mortalidade hospitalar (24,5%), seguida pelo Sudeste (23,2%), enquanto o Sul apresenta a menor taxa (14,7%).

Além disso, hospitais públicos, por exemplo, apresentam taxas de mortalidade mais elevadas (27%) quando comparados a hospitais privados (11%). “Em todos os cenários, é possível observar um aumento significativo em 2020, chegando a aproximadamente 35% devido à pandemia, seguido por uma diminuição nos anos seguintes”, destacou a associação.

Popularmente conhecida como infecção generalizada, a sepse continua respondendo como principal causa de internação não cirúrgica em UTIs brasileiras. Quase um terço dos pacientes que chegam a essas unidades o fazem devido a complicações infecciosas graves.

O quadro é uma resposta inflamatória sistêmica a uma infecção que pode levar rapidamente à falência de múltiplos órgãos e à morte quando não tratada prontamente.

Entre as cirurgias eletivas, as cirurgias ortopédicas são a principal causa de internação em UTIs no país, representando 14,7% dos casos, seguidas por procedimentos invasivos cardíacos e endovasculares (10%). Entre as cirurgias de urgência, as cirurgias ortopédicas também lideram, com 15,2% das internações, seguidas por cirurgias abdominais (12,6%).

Os dados divulgados pela Amib revelam um perfil equilibrado entre pacientes adultos de UTIs, com homens e mulheres representando aproximadamente metade de todas as internações ao longo dos anos. A distribuição etária indica uma concentração significativa de internações entre idosos, sendo que a idade média dos pacientes internados é 63 anos.

As comorbidades mais frequentes entre pacientes internados em UTIs incluem a hipertensão arterial, presente em 66,6% dos casos, e o diabetes, diagnosticado em 33,9% dos pacientes. Outras comorbidades classificadas como significativas são tumores sólidos, insuficiência renal crônica e insuficiência cardíaca.

Por meio da campanha Orgulho de Ser Intensivista, a Amib pretende reconhecer e valorizar o papel de médicos intensivistas na recuperação de pacientes críticos, além de sensibilizar a sociedade e os gestores de saúde sobre o trabalho em um dos ambientes mais desafiadores da medicina.

A entidade considera a presença de intensivistas capacitados fator decisivo para a redução das taxas de mortalidade em UTIs, “o que demonstra a importância de investimentos contínuos na formação e valorização dos especialistas para melhorar ainda mais os resultados nas UTIs em todo o Brasil”.

 

Pepê Gonçalves erra na semifinal e é eliminado no K1 da canoagem slalom

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O canoísta Pepê Gonçalves perdeu um portão na semifinal do K1 (caiaque) da canoagem slalom nesta quinta-feira no Estádio Náutico de Vaires-sur-Marne e está fora da disputa de medalhas. A final, que reúne 12 competidores, acontece às 12h30 (de Brasília).

 

O brasileiro de 31 anos não passou pelo 21º dos 23 portões do percurso, o que resultou em uma penalidade de 50 segundos, tirando qualquer chance de classificação. Ele completou a descida com um bom tempo (91s09), mas mesmo sem os 50 segundos de penalização não avançaria à final, já que teve três toques anteriores (resultando em seis segundos de acréscimos) e terminaria com 97s09. O 12º e último classificado foi o espanhol Pau Echaniz, com 96s11.

“A gente fez uma preparação incrível”, afirmou Pepê ao Sportv. “Mais uma vez perdi para mim, para minhas faltas. Saio com a cabeça erguida”, completou o brasileiro, acrescentando que, com três toques, assumiu a estratégia de arriscar no final da descida para tentar se garantir entre os 12 melhores.

O esloveno Peter Kauzer, vice-campeão olímpico nos Jogos do Rio-2016, e o neozelandês Finn Butcher também perderam portões e foram penalizados com 50 segundos. Com um total de 147s09, o brasileiro terminou na 20ª e última posição da semifinal. Em sua terceira participação olímpica, ele foi o 19º colocado nos Jogos de Tóquio, em 2021, e sexto na Olimpíada do Rio-2016.

Pepê, que não passou das eliminatórias no C1 (canoa) em Paris, ainda disputa o caiaque cross, cujas disputas começam nesta sexta-feira com o contrarrelógio. “A gente tem pouco tempo para virar a chave e entrar no cross com tudo”, afirmou Pepê. “O cross permite você cerrar os dentes e colocar toda essa raiva na remada.”

Ana Sátila, quarta colocada no K1 e quinta no C1 nos Jogos de Paris-2024, também representa o Brasil na disputa do caiaque cross.

Calor extremo no começo de agosto poderá atingir até 40ºC no Brasil

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No meio do inverno, o começo de agosto será marcado por dias de forte a extremo calor em Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, segundo previsão da MetSul. “A temperatura passará dos 30ºC mais ao Sul do País e ficará ao redor dos 40ºC no Centro-Oeste”, prevê a empresa de meteorologia.

 

Segundo a MetSul, uma massa de ar quente predomina sobre grande parte do País neste início de mês, mantendo os dias quentes, principalmente à tarde. Na região amazônica, a expectativa é de temperaturas acima dos 35ºC.

Extremo calor no Centro-Oeste

A primeira semana do mês será extremamente quente na região brasileira. Conforme a MetSul, para Cuiabá, em Mato Grosso, e Corumbá, em Mato Grosso do Sul, a expectativa é de vários dias com máximas perto ou até acima dos 40ºC nas duas cidades.

Calor na região Sudeste

Embora grande parte do Sul e do Sudeste ainda estejam sob influência de uma massa de ar frio que se deslocou no começo da semana, a previsão indica que a condição climática já se afasta para o mar, dando lugar ao ar quente.

Em São Paulo, a projeção da MetSul indica que os primeiros dias do mês devem ser mais quentes no oeste e norte do Estado, com máximas variando entre 31ºC e 34ºC. No sul e leste paulista, o calor será mais intenso a partir de domingo, 4, com possibilidade de atingir marcas acima de 30ºC em regiões do litoral.

Depois da passagem de uma frente fria neste início de semana que trouxe chuva e também derrubou drasticamente os termômetros na terça-feira, 30, a cidade de São Paulo voltou a registrar temperaturas em leve elevação.

Nesta quinta-feira, 1º, o sol voltou a predominar na capital paulista, favorecendo a elevação dos termômetros ao longo do dia.

Conforme a empresa de meteorologia Meteoblue, além do aumento das temperaturas, com a máxima chegando aos 28ºC entre domingo, 4, e segunda-feira, 5, não há expectativa de chuva nos próximos dias.

Veja a previsão para os próximos dias:

Quinta-feira: entre 14ºC e 23ºC;

Sexta-feira: entre 13ºC e 25ºC;

Sábado: entre 14ºC e 27ºC;

Domingo: entre 14ºC e 28ºC;

Segunda-feira: entre 16ºC e 28ºC.

No Rio de Janeiro, a temperatura também deve subir no começo de agosto. “As máximas passam de 30ºC no fim de semana e aquece ainda mais entre segunda e quinta-feira, 8, da semana que vem, inclusive com registros próximos ou acima dos 35ºC”, estima a MetSul.

Dias quentes no estado gaúcho

No Rio Grande do Sul, onde as temperaturas máximas ficam em torno de 10ºC nesta época do ano, a expectativa é de que os termômetros passem dos 30ºC, principalmente no oeste gaúcho. A partir desta quinta-feira, já começa a esquentar e as tardes serão marcadas por muito calor.

Risco para queimadas no Pantanal

A MetSul também alerta que o tempo muito seco e quente deve agravar o problema das queimadas no Pantanal. “Depois de um recuo no fogo em meados de julho, as queimadas voltaram a aumentar neste fim de julho e tendem a seguir com muitos focos de calor durante os primeiros dias de agosto”, acrescenta a empresa de meteorologia.

 

Por que brasileiros fazem shows no exterior, mesmo sem lucro ou gringos

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LISBOA, PORTUGAL E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os cantores brasileiros estão colecionando carimbos em seus passaportes. Nos últimos meses, Anitta atravessou os Estados Unidos, a Europa e a América Latina com uma turnê de funk, na mesma época em que as metrópoles europeias receberam as mesas de mixagem do DJ Pedro Sampaio, as laces -ou perucas- da drag queen Gloria Groove, os pandeiros de Zeca Pagodinho e o bate-cabelo de Joelma e a sofrência de Simone Mendes.

 

A mesma demanda reprimida que levou a um crescimento dos shows e festivais no Brasil nos anos passado e retrasado, fruto da pandemia de Covid, agora atinge o exterior. Os artistas, sobretudo os mais jovens, têm aproveitado as apresentações, que têm como público principal os brasileiros expatriados que não os veem há anos, para tentar lançar ou ampliar suas carreiras internacionais.

Sob custos de produção altos, com a viagem dos artistas e de suas equipes, o lucro desses shows é menor do que no Brasil e, às vezes, chega até a ser nulo. Mas eles não se importam.

Anitta é quem melhor exemplifica a tendência. Ela encerrou em julho uma turnê com shows apenas fora do Brasil, a “The Baile Funk Experience”, para divulgar o seu último disco, “Funk Generation”, no qual canta em inglês, espanhol e português.

Os shows estavam lotados, mas a artista cantou em casas menores do que no Brasil, com capacidade média para 2.500 pessoas, ante as 15 mil que foram até o Memorial da América Latina, em São Paulo, para vê-la no Carnaval, por exemplo.

Isso não significa que a cantora tenha atraído uma quantidade expressiva de estrangeiros. As plateias dos em Nova York e Paris, por exemplo, eram formadas majoritariamente por brasileiros, segundo relatos de fãs que estiveram no shows.

“A gente tem que ser franco. Os brasileiros na Europa se apresentam só para quem fala português. Às vezes alcançam os nativos de Portugal e os angolanos. Sendo otimista, alguns espanhóis”, diz Sandra Gomes, produtora que vive na Suíça e organiza shows de brasileiros na Europa há 15 anos.

Anitta e sua equipe não quiseram dar entrevista nem divulgar o balanço da turnê, mas parece estar sendo recompensada. Ela fechou o mês de julho tendo no México, e não mais no Brasil, a sua maior base de ouvintes no Spotify, segundo a Chartmetric, startup americana que reúne dados das plataformas de streaming para profissionais da indústria musical.

A cantora, que vem tentando ajudar seus colegas no exterior, convidou Pedro Sampaio para abrir cinco shows de sua turnê. O DJ acaba de voltar da Europa, após tocar no Rock in Rio Lisboa e aproveitar a viagem para fazer a sua primeira turnê no continente.

Ele diz que a empreitada não rendeu dinheiro, mas fez seu nome ser mais conhecido no exterior. “Foi uma construção de marca. Tenho que ser realista. Sou forte só no Brasil e em Portugal, mas em Zurique, Amsterdã e em Paris ainda quero conquistar público.”

A afirmação do DJ é corroborada, em partes, pelas paradas musicais. O Chartmetric aponta que, em Portugal e na França, de fato as reproduções de suas músicas cresceram no mês da turnê. Por outro lado, seus picos de audiência foram registrados em 2022. Não há dados sobre os demais países por onde ele passou, porque a plataforma considera os números baixos para registro.

Os cachês que Sampaio recebeu na Europa -exceto em Portugal- giraram em torno de € 40 mil, o equivalente a R$ 245 mil, segundo seu empresário, Felipe Almeida. No Brasil, o DJ cobra até 60% a mais. E no exterior ele ainda precisou pagar do próprio bolso alimentação, hospedagem, cenografia dos shows e transporte para sua equipe, formada por cerca de 15 pessoas.

“Não vejo como prejuízo”, diz o DJ. “Foi um investimento. A gente fez essa turnê para voltar ainda maior no ano que vem. Para dar um passo fora do Brasil, é preciso dar outros cinco para trás lá fora.”

Gloria Groove também quer levar sua música para o mundo. Fez dez shows na Europa em junho e julho, pela primeira vez contratada por uma empresa estrangeira de agenciamento artístico, a WME, o que ela diz ter otimizado seu avanço no exterior.

“É muito difícil uma turnê internacional ter lucro, ainda mais no meu caso, porque meu preço de produção é muito alto. Eu sou uma drag queen. Preciso levar figurino, cabelo e equipe de beleza”, conta.

Com exceção de Anitta, todo brasileiro que toca fora do Brasil enfrenta a mesma dificuldade, segundo a produtora Sandra Gomes, que fez shows recentes de Leo Santana e Wesley Safadão na Europa. Agora, ela planeja uma turnê do grupo Pixote. “O lucro não chega aos pés do que eles conseguem no Brasil. Mas o que não ganham em cachê, ganham em estrutura e em conteúdo para a carreira”, diz ela.

Gomes, que trabalhava com eventos no Brasil, conta que decidiu se mudar para trabalhar como produtora na Europa no fim dos anos 2010, após ter notado uma demanda dos brasileiros expatriados. À época, ela diz, a Europa só recebia shows de artistas de MPB, como Caetano Veloso e Gilberto Gil.

A exceção eram os metaleiros do Sepultura, a banda brasileira com maior expressividade no exterior até hoje -o grupo já tocou em quase 80 países e fez cerca de 2.000 shows internacionais, segundo levantamento do Deltafolha.

“Quando comecei a frequentar eventos daqui, na Europa, percebi que o ‘povão’ não tinha música comercial. Aí trouxe o grupo Revelação, e eles esgotaram os ingressos”, diz Gomes. Ela acrescenta que, hoje, o ritmo brasileiro que domina a Europa é o funk, porque as batidas envolventes conquistam os estrangeiros de tal forma que eles não se importam com o que é dito nas letras.

Mas, entre os artistas consagrados, há espaço para outros gêneros. Zeca Pagodinho se apresentou na Europa no ano passado, cinco anos depois da sua última turnê pelo continente. Sua empresária, Leninha Brandão, diz que ele gosta de se apresentar na Europa para rever os fãs que migraram e dar aos músicos de sua equipe a oportunidade de viajar para o exterior.

A diferença é que Zeca, diz Brandão, não tem objetivo de lucrar com esses shows. Ele quer relaxar, tanto que pede dias livres para descansar entre um show e outro e turistar. “Zeca ama igrejas. A gente chega e, se der tempo ainda no mesmo dia, vamos visitar igrejas. Ele reza, faz orações. Anda até de metrô, porque tem mais liberdade. Ele se deslumbrou com o metrô na Califórnia.”

Uma das apresentações internacionais mais marcantes da carreira de Zeca foi no festival Luminato, em Toronto, no Canadá, para 20 mil pessoas. É nesses eventos, aliás, onde os artistas têm mais chance de se apresentarem para quem não os conhece. O público vai ao evento para ver um astro internacional e, entre um show e outro, pode conhecer um brasileiro.

Os festivais brasileiros em Portugal, por exemplo, invertem a ordem dos shows e atraem mais portugueses do que brasileiros -cerca de 70% do público do último Rock in Rio Lisboa, em junho, era formado por portugueses, segundo a empresária Roberta Medina, que comanda a versão europeia do festival que seu pai, Roberto Medina, criou há quase 40 anos no Rio de Janeiro.
Em Portugal, a estrutura é menor. Enquanto a próxima edição do festival no Brasil, em setembro, custou cerca de R$ 1 bilhão para ser erguido, a versão portuguesa saiu por um quarto do valor. O controle de custos, dizem os organizadores, é essencial para evitar fracassos. Em Las Vegas, o Rock in Rio reuniu astros como Taylor Swift e Metallica, mas não deu lucro e foi cancelado.

O mercado e o público americano, diz Roberto Medina, não receberam bem um festival cheio de estandes de marcas, cujo patrocínio é essencial para viabilizar a empreitada. “A conversa com patrocinadores americanos é muito difícil. Os caras são soberbos. ‘Um latino não pode fazer o maior evento do mundo’, eles pensam. Então eu tirei o pé de lá.”

Essa foi uma dificuldade enfrentada também pelo Coala Festival, que fez seu primeiro evento no exterior, em Cascais, a 30 quilômetros de Lisboa, após nove edições em São Paulo. “O Coala era uma marca desconhecida em Portugal. Para captar patrocínio, a realidade é outra. Os investimentos são diferentes”, diz Fernanda Pereira, sócia e líder de operações do evento, que aconteceu em maio.

Organizar um festival ou um show fora do Brasil é caro principalmente por causa da estrutura dos eventos, que precisa ser alugada em euro, ante a desvalorização do real, diz Pereira, que não revela se o Coala deu lucro em Portugal nem o quanto gastou para erguer o festival no país.

E artistas que usam um figurino mais complexo enfrentam uma dificuldade à parte. É o caso de Gloria Groove, que levou maquiagem, figurino e suas laces na própria mala. “Tem que viajar de jeito muito esperto, porque a mala pode ser extraviada e não dá para ficar sem a roupa do show do dia seguinte.”

A saída, ela diz, é ter paciência. “Eu sei que é preciso plantar com calma uma carreira internacional. São pelo menos cinco anos para começar a colher alguma coisa de volta.”

Alcaraz vence americano e vai à semifinal em Paris-2024; Swiatek cai na semi

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Carlos Alcaraz enfrentou mais dificuldades do que o esperado, mas despachou o americano Tommy Paul por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/6 (9/7), nesta quinta-feira. O tenista espanhol, de 21 anos, se tornou o mais jovem a avançar à semifinal da chave de simples da Olimpíada desde os Jogos de Pequim-2008.

 

Na luta por uma vaga na disputa pela medalha de ouro, o número três do mundo vai enfrentar o vencedor do confronto entre o canadense Felix Auger-Aliassime e o norueguês Casper Ruud, duas vezes vice-campeão de Roland Garros – o tênis em Paris-2024 é disputado no complexo que sedia o Grand Slam francês.

Alcaraz disputa apenas a chave de simples após ser eliminado nas duplas, ao lado de Rafael Nadal, na quarta-feira. Eles eram fortes candidatos ao pódio nas duplas. Agora o espanhol tenta confirmar o favoritismo em simples, no embalo das conquistas de Wimbledon e Roland Garros nas últimas semanas.

Nesta quinta, o tenista da Espanha abriu 5/2 com tranquilidade no primeiro set e abriu vantagem no duelo. No segundo, contudo, ele caiu de produção e viu Tommy Paul, 13º do ranking, fazer 3/0. A reação do favorito veio com força na reta final do set. Ele devolveu a quebra com uma linda passada, forçando a disputa do tie-break na sequência. No desempate, Alcaraz levou a melhor.

Mais cedo, a chave feminina de simples sofreu uma baixa importante. A polonesa Iga Swiatek, atual número 1 do mundo, foi eliminada na semifinal no mesmo saibro onde se sagrou tricampeã de Roland Garros no início de junho. A favorita foi superada pela chinesa Qinwen Zheng, sétima do mundo, por 6/2 e 7/5.

O revés surpreendeu também pelo desempenho que Swiatek vinha apresentando no segundo set. A líder do ranking chegou a liderar o placar por 4 a 0 para encaminhar o empate. No entanto, sofreu dura e inesperada virada, se despedindo da chance de levar o ouro. Agora ela tentará o bronze na disputa do terceiro lugar, contra adversária ainda não definida.

Carlos Alberto de Nóbrega se emociona ao ouvir voz do pai recriada por IA

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Documentário sobre Carlos Alberto de Nóbrega, produção original do +SBT, recriou a voz de Manuel da Nóbrega, pai do humorista, por meio de inteligência artificial.

 

O primeiro episódio da série documental, intitulada “Cazalbé, O Herdeiro da Graça”, foi exibido nesta quinta-feira (1) no evento de lançamento do streaming do SBT, no qual o UOL esteve presente.

Produção reproduziu uma carta escrita por Manuel ao filho quando ele assinou o primeiro contrato com Rádio Nacional. Manuel era locutor, empresário e também comediante.

Carlos Alberto chorou na hora que exibiram a leitura da carta com a voz do pai, recriada com o uso de inteligência artificial. Em um dos trechos dela, Manuel escreveu: “Eu me orgulho de ti. Do papai, Manuel de Nóbrega”.

O humorista relembrou então a difícil época da morte do pai, ocorrida em 1976. “Eu tinha que ficar escrevendo humor com minha mãe com câncer generalizado em um quarto e o meu pai morrendo de outro. Eu não quis vê-lo morto.”

Carlos Alberto também comentou sobre as comparações feitas entre ele e o pai. “É uma covardia querer comparar um com o outro. Quando ele começou tinham duas câmeras. Ele fez de algo tão simples um sucesso. Dizem que eu sou muito centralizador: e eu sou mesmo. Aquela carta é a minha Bíblia. E eu sigo aquilo, por isso que eu fico tão emocionado. Em 1987, eu assinava o meu primeiro contrato. Eu devo muito ao Silvio Santos. Por uma coisa que eu não vou contar, é uma coisa minha e dele. Meu pai tinha adoração por ele [Silvio Santos].”

BRIGA COM SILVIO SANTOS

Ainda em Cazalbé – O Herdeiro da Graça, o comediante também comentou desavença que teve com Silvio Santos.

Começou na minha casa a ideia do Silvio ter uma TV. Eu nunca toquei nesse assunto. Eu fui trabalhar com o Silvio e não deu certo. Eu tenho uma personalidade forte, o Silvio é o Silvio, e começamos a não nos entender.

O humorista detalhou então a briga que teve com o dono do SBT. “Quando meu pai morreu, de câncer, minha mãe estava com câncer. Olha como eu estava. A minha insegurança… O Silvio no auge da carreira. Eu liguei e falei para ele: ‘tem que fazer o lance da herança do meu pai’. E o Silvio me explicou: ‘Quando fizemos o negócio da televisão ele ficou com 10%. Começaram a fazer a minha cabeça, falavam que o Silvio tirou a TV do meu pai. Eu briguei com o Silvio. Fiquei sem falar com ele”.

Eu fiquei 11 anos sem falar com o Silvio. Na minha casa era proibido assistir o Silvio.

O comunicador acusou Silvio Santos de roubo. A fala aconteceu após a morte do pai, Manuel Nóbrega (1913 — 1976), em entrevista à rádio Bandeirantes, na década de 1970.

“Ele me roubou 10% [do Baú da Felicidade]. Isso é uma safadeza, uma crueldade. Ele é um canalha, um ladrão, um safado. Nunca mais falei com ele. Só no enterro do meu pai e na morte da mulher dele? Essa é a história do Silvio Santos”, disse Carlos Alberto.

Os dois acabaram se reconciliando e Carlos Alberto foi contratado pelo SBT. O apresentador da Praça explicou, tempos depois, que foi levado a acreditar, por terceiros, que tinha direito a parte do Baú, mas se enganou. “Depois eu fui ver que estava errado. Me envenenaram”, contou ao Tricotando.

Italiana desiste de luta após rumores sobre a oponente ser trans

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A boxeadora italiana Angela Carini desistiu com apenas 46 segundos de sua luta as oitavas de final do boxe feminino até 66kg nas Olimpíadas de Paris. Sua adversária, a argelina Imane Khelif, foi reprovada em teste de gênero em campeonato mundial no ano passado, mas cumpriu os requisitos para os Jogos Olímpicos.

 

A italiana desistiu logo depois de ter levado um soco da adversária no nariz. O relógio ainda marcava 2min14s restantes no primeiro assalto. Assim que levou o golpe, a boxeadora de azul ergueu aos mãos e informou o abandono.

O COI afirmou que todas as atletas que disputam os Jogos de Paris cumprem os regulamentos de elegibilidade. A entidade ressaltou que todas apresentam as condições médicas aplicáveis de acordo com as regras da Unidade de Boxe de Paris, que regulamenta a competição. Em seu site, ela consta como atleta mulher.

Carini se recusou a cumprimentar a adversária após o anúncio do resultado e foi às lágrimas. Ela fugiu da tentativa de aproximação da rival e caiu de joelhos no ringue.

Após sofrer um primeiro golpe no rosto, segundos antes, a italiana já havia dito: “Não é justo, dói muito”. Segundo o jornal italiano Corriere Della Sera, o técnico Emanuele Renzini teria pedido para ela pelo menos terminar o primeiro round. O combate foi retomado, mas somente por mais dez segundos, até a desistência.

COMO COMEÇOU A POLÊMICA

Khelif foi reprovada em teste de gênero no Mundial feminino de boxe no ano passado. A atleta de 25 anos foi desclassificada pela IBA (Associação Internacional de Boxe) por não atender aos critérios de saúde de elegibilidade -a IBA não é regulamentada pelo COI.

A luta de Carini contra a argelina virou polêmica na Itália antes mesmo de começar. Na véspera do duelo, a ministra Eugenia Roccella deu declarações preconceituosas e acusou Khelif de ser “um homem que se identifica como mulher”. No entanto, não há confirmação que ela seja uma atleta trans.

Após a luta, o treinador de Carini disse que a italiana estava com dor de dente, tomando antibióticos, e que desistiu após sentir dor no nariz. O técnico acrescentou na sequência, de acordo com o Della Sera, que a “máquina das redes sociais” tinha entrado em ação, citando que a questão dos hormônios da adversária é controversa.

Carini eximiu Khelif de culpa e pediu desculpa à adversária. A italiana confirmou que disse “não é justo” durante o combate, mas ressaltou que não cabe a ela julgar a argelina e se desculpou por não tê-la cumprimentado após a desistência.

O QUE CARINI DISSE

Sim, eu disse que não é justo. Não é certo desistir de uma Olimpíadas, mas não cabe a mim julgar. Não sou ninguém para julgar Imane. A verdade é que não sabemos nada sobre minha oponente, exceto por uma coisa: ela não tem culpa. Ela é uma mulher que está aqui para fazer as Olimpíadas, como eu. Quem sou eu para julgá-la? Não depende de mim, cabe aos outros fazê-lo. Angela Carini, ao Corriere Della Sera

Não cumprimentar a adversária: “Eu estava errada. Saí do ringue cheia de raiva. Nunca terminei uma partida sem cumprimentar minha adversária. Peço desculpas a Imane por não me despedir dela”.

Desistência: “Estou com o coração partido, mas minha cabeça está erguida. Eu lutei. Eu tentei lutar. O ringue é minha vida, e nunca tive medo e não tive medo nesta quinta-feira (1). Mas sou uma boxeadora muito instintiva e disse a mim mesma imediatamente: ‘Algo está errado’. Eu senti aquele golpe, me machucou. Foi muito ruim, eu não conseguia mais respirar. Disse a mim mesma: ‘basta’. Eu nunca fui derrotada por nocaute e até nesta quinta-feira (1) eu nunca tinha saído de um ringue antes do final da luta. Eu sou uma guerreira, mas às vezes até as guerreiras, quando veem que a batalha está perdida, enfiam suas espadas na terra e se rendem”.

IBA SE MANIFESTA

A entidade internacional de boxe se pronunciou na última quarta (31) sobre a desclassificação de Khelif. A IBA afirmou que a argelina não foi submetida a um teste de testosterona, mas sim a um exame separado e reconhecido, cujas especificidades permanecem confidenciais. Tal teste indicou que não Khelif não atingiu os critérios necessários e que teria vantagens contra outras mulheres.

Segundo a entidade, Khelif inicialmente apelou da decisão ao CAS, mas depois retirou. A IBA também manifestou sua “preocupação com a aplicação inconsistente de elegibilidade” de outras organizações, mencionando o COI e as Olimpíadas. Por fim, a associação levantou questionamento sobre a “justiça competitiva e a segurança das atletas”.

Veja quais líderes do Hamas foram mortos e que posição ocupavam na facção

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Israel anunciou, nesta quinta-feira (1º), a morte de mais um importante membro do Hamas, facção palestina que o Estado judeu enfrenta há quase dez meses na Faixa de Gaza. De acordo com Tel Aviv, o chefe da ala militar do grupo terrorista, Mohammed Deif, foi morto em um ataque aéreo em Khan Yunis no dia 13 de julho de 2024.

 

A essa morte se somam outras nos últimos meses. A mais recente ocorreu nesta quarta-feira (31), no Irã. O chefe da cúpula política do Hamas, Ismail Haniyeh, estava no país persa para acompanhar a posse do novo presidente, Masoud Pezeshkian, quando foi alvo de um ataque aéreo atribuído a Tel Aviv, que não confirmou a autoria da ofensiva.

No começo do ano, os vices dos dois líderes também morreram. Em janeiro, Saleh al-Arouri, número dois de Haniyeh, foi morto em Beirute em um ataque de drone de Israel, segundo a agência de notícias Reuters. Dois meses depois, em março, Marwan Issa, vice do braço militar do Hamas, também conhecido como Brigadas al-Qassam, foi assassinado em um ataque aéreo israelense, de acordo com os Estados Unidos.

A aposta é que as baixas no núcleo do Hamas permitam que Tel Aviv cumpra o que diz ser seu objetivo desde o início do conflito -eliminar o grupo terrorista. Muitas dessas mortes, porém, podem abrir novas frentes de guerra e espalhar o combate para outras partes do Oriente Médio.

Nesta quinta, por exemplo, milhares de pessoas reunidas para o funeral de Haniyeh em Teerã pediram vingança. O Irã, que atualmente é o maior inimigo de Tel Aviv entre os países da região, já atacou diretamente Israel desde o início da guerra. Em abril, o país persa lançou dezenas de drones e mísseis em direção a Israel, em um ataque que não deixou mortos.

Mais recentemente, em julho, um ataque reivindicado pelos rebeldes houthis atingiu Tel Aviv, matando uma pessoa e ferindo levemente outras quatro. Embora fique baseado no Iêmen, o grupo é apoiado por Teerã. Na ocasião, o Exército de Israel disse que o drone provavelmente era um modelo Samad-3, fabricado no Irã.

As tentativas de assassinato de membros do Hamas por Israel remontam à fundação do grupo, em 1987, durante a primeira revolta palestina contra a ocupação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. Dois anos depois de ser criado, a facção realizou seus primeiros ataques a alvos militares israelenses, incluindo o sequestro e o assassinato de dois soldados.

Yahya Ayyash, apelidado de “O Engenheiro” e apontado como mentor de uma onda de atentados suicidas palestinos, foi morto em 5 de janeiro de 1996, quando seu telefone celular explodiu em suas mãos. Os palestinos culparam Israel, que nunca assumiu a autoria. Após o assassinato, o Hamas realizou quatro ataques suicidas que mataram 59 pessoas em três cidades israelenses ao longo de nove dias.

No ano seguinte, agentes israelenses injetaram veneno no ex-líder do Hamas Khaled Meshaal em uma rua fora de seu escritório em Amã, capital da Jordânia. A tentativa de assassinato, ordenada por Binyamin Netanyahu, que cumpria seu primeiro período como primeiro-ministro israelense, fracassou.

O ataque enfureceu tanto o então rei da Jordânia, Hussein, que ele falou em enforcar os assassinos e cancelar o tratado de paz de seu país com Israel, a menos que o antídoto fosse entregue, o que Tel Aviv acabou fazendo.

Brasil nas Olimpíadas de Paris 1924: Fotos incríveis e raras de 100 anos atrás

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Os Jogos Olímpicos de 2024 são a terceira vez que Paris sedia os Jogos. A primeira foi em 1900 e a última vez foi há cem anos, em 1924. Naquele ano, mais de 3.000 atletas de 44 nações se reuniram em Paris. A competição consistiu em 126 eventos de 23 disciplinas, com 17 locais olímpicos dentro e ao redor da Cidade Luz. E o Brasil também estava representado.

Em 1924, a equipe brasileira era formada por apenas 11 atletas, todos homens. Eles competiram em três esportes: atletismo, remo e tiro esportivo. Era a segunda edição dos Jogos Olímpicos que o Brasil participava. Nossa delegação não conquistou nenhuma medalha nessas Olimpíadas de Paris, mas os irmãos Edmundo e Carlos Castelo Branco chegaram perto. Eles terminaram na quarta colocação na classe skiff duplo do remo. Os dois remadores tinham se inscrito por conta própria, o que era permitido na época.

Clique para ver imagens incríveis dos muitos eventos, atletas e espectadores dos Jogos Olímpicos de 1924 em Paris.

Idoso morre após colisão entre motos em São Francisco de Itabapoana

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Foto: Reprodução VNoticias

Na tarde desta quinta-feira (1º), um idoso de 68 anos morreu após uma colisão entre motos enquanto atravessava a Rua Deputado Alair Ferreira na praia de Santa Clara, em São Francisco de Itabapoana. O acidente ocorreu por volta das 15h20, e a vítima bateu a cabeça no meio-fio.

O resgate municipal foi acionado, mas o idoso já estava sem vida quando chegaram ao local. O segundo motociclista, ainda não identificado, deixou o local antes da chegada da polícia e está sendo procurado. A Polícia Militar aguarda a perícia da Polícia Civil.

Doméstica tem compras do mês furtadas por motorista de aplicativo ao desembarcar na porta de casa

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Foto: Reprodução

Uma mulher de 41 anos, teve as compras do mês furtadas por um motorista de aplicativo na quarta-feira (31), em Uberlândia. Segundo a vítima, o crime ocorreu no momento em que ela foi descarregar os produtos ao chegar em casa.

A doméstica, que preferiu não se identificar, contou que estava com o filho de 14 anos e que o prejuízo foi de R$ 697,69 em produtos levados pelo motorista da Uber.

A vítima registou o Boletim de Ocorrência (BO) e informou que pegou a corrida no Bairro Planalto. Ao chegar em casa, o motorista esperou que eles descessem do veículo e fugiu com as compras dela.

“Eu pedi para ele esperar, pois eu iria abrir o portão, e foi nessa hora que ele fugiu. Sinceramente, não sei o que fazer. Moro sozinha com meu filho. Não sei como vou me manter até o próximo mês, eu havia acabado de receber, não tenho de onde tirar mais dinheiro. Tudo o que eu quero é que Deus toque no coração desse motorista para que ele devolva minhas compras”.

A doméstica ainda afirmou que não teve reação ao perceber que o motorista de aplicativo estava indo embora com as compras.

Golfinho-pintado-do-Atlântico é resgatado no litoral norte de SP

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Um golfinho-pintado-do-Atlântico que estava encalhado foi encontrado na praia de Itamambuca, em Ubatuba, no litoral paulista, no domingo, 28. Ele foi resgatado por uma equipe do Instituto Argonauta, instituição executora do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) no litoral norte de São Paulo, após acionamento feito pelo Corpo de Bombeiros.

 

“Imediatamente a equipe se deslocou até o local para avaliação e realização dos primeiros atendimentos clínicos do animal, identificado como filhote macho da espécie golfinho-pintado-do-atlântico (Stenella frontalis), medindo 135 cm e pesando cerca de 22 kg”, afirmou o instituto.

Bastante debilitado, ele não conseguia nadar sozinho e estava hipotérmico. O golfinho foi transferido para o Centro de Reabilitação e Despetrolização do Instituto Argonauta, em Ubatuba.

“O animal permanece em tratamento, em uma piscina apropriada para golfinhos, onde são realizados os exames necessários, sendo monitorado pela equipe 24h por dia, recebendo medicação, alimentação e todos os cuidados necessários”, acrescenta o instituto.

Animal sofre com a interferência humana

Conforme o Argonauta, não é possível afirmar o motivo pelo qual o filhote se perdeu de sua mãe. “Infelizmente, ao longo dos 26 anos de atuação do instituto, já foram atendidas outras ocorrências semelhantes.”

Esta espécie é endêmica do Oceano Atlântico, Golfo do México e Caribe, vivendo preferencialmente próximo à costa. No Brasil, há registros no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará.

“Mesmo com poucos dados sobre seu status de conservação, o golfinho-pintado-do Atlântico sofre muito com a interferência humana, devido a seus hábitos preferencialmente costeiros. Alguns exemplos de impactos antrópicos são: pesca acidental, aquecimento global, poluição marinha e perda de hábitat”, afirma o instituto.

Características da espécie

Os golfinhos-pintado-do-atlântico são animais de pequeno porte, podendo medir até 2,3m de comprimento. As fêmeas pesam entre 39 e 127 Kg e os machos entre 50 e 143 Kg.

Segundo o Instituto Argonauta, a dieta do golfinho é carnívora, alimentando-se de diversas espécies de peixes, lulas, e crustáceos.

A coloração corporal é cinza, de tonalidade clara, e dorso mais escuro. Sua pele possui aspecto todo pintado, de manchas escuras, onde é mais claro, e manchas claras onde é mais escuro. As pintas surgem à medida em que se tornam adultos.

 

Por que Harry e Meghan evitam mostrar o rosto dos filhos?

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O príncipe Harry e Meghan Markle não mostram o rosto dos filhos Archie, 5, e Lilibet, 3, há cerca de dois anos.

 

Harry evita mostrar o rosto dos filhos porque quer protegê-los. “Harry reluta em mostrar os filhos publicamente, não porque quer escondê-los, mas para proteger sua privacidade e segurança de ameaças em potencial”, disse um amigo do casal à revista People.

“Ele quer que os filhos levem a vida mais normal possível, sem temer sequestros ou agressões. Como pai e marido, ele está determinado a garantir que a história não se repita”, disse um amigo de Meghan e Harry, à revista People.

O rosto das crianças foi mostrado pela última vez no documentário “Harry & Meghan” (Netflix), lançado há mais de dois anos. O casal não faz aparições com os filhos e, desde então, as crianças não foram mais mostradas ao público.

HARRY VIVE BRIGA JUDICIAL POR SEGURANÇA HÁ QUATRO ANOS

Harry luta na Justiça há quatro anos para voltar a ter proteção policial quando no Reino Unido, e insiste que o pai poderia ajudá-lo a reavê-la. Segundo fontes próximas ao príncipe, nenhuma questão é mais importante que a segurança de sua família e, por isso, ele tem pedido repetidamente ajuda ao pai. Em abril deste ano, ele teve uma nova derrota no processo. As informações são da revista People.

O rei não atende mais as ligações de Harry nem responde às suas mensagens. “Dizem para ele que [o rei] está ‘indisponível’ agora. As ligações não são atendidas. Ele também tentou conversar com o rei sobre sua saúde, mas essas ligações também não são atendidas”, diz um amigo do príncipe.

Uma fonte do palácio diz que a ideia de que a segurança de Harry está nas mãos do rei é “completamente incorreta”. Do ponto de vista constitucional, o rei não pode interferir diretamente em questões governamentais. A segurança da realeza é gerida por um órgão governamental que tem em seu comitê a equipe do rei Charles. Harry, que já se ofereceu para pagar pela proteção policial, acredita que o pai pode intervir a seu favor e pedir para que essa segurança seja restabelecida.

Recentemente, Harry disse que não visita o Reino Unido com Meghan por medo de um ataque. “Ainda é perigoso, e basta um agente solitário, uma pessoa que lê essas coisas [negativas] para agir com base no que leu. Se é um ataque de faca ou ácido, o que quer que seja, essas coisas são uma preocupação verdadeira para mim. É um dos motivos pelos quais eu não trago minha mulher de volta para esse país”, disse, no documentário “Tabloids on Trial”.

Um dos traumas do príncipe causados pela vida pública é a morte da mãe, a princesa Diana. Lady Di morreu precocemente, aos 36 anos, em um acidente de carro em Paris. Ela era perseguida por paparazzi no momento da colisão.

Homem é baleado dentro de casa na frente da filha; ele foi retirado da cama pelos criminosos

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Foto: Reprodução

Um homem de 45 anos, foi morto a tiros dentro de casa na noite de quarta-feira (31), em uma fazenda de Governador Valadares. A filha dele, de 18 anos, estava no mesmo cômodo e presenciou o crime.

Segundo o boletim de ocorrência, Erli da Silva, estava no quarto deitado na cama, conversando com a filha quando, de repente, dois homens encapuzados entraram armados e perguntando quem era “Pacu”, apelido da vítima.

Ao confimar que se tratava da pessoa que procuravam, a dupla puxou a vítima pela camisa e atirou.

Nesse momento, a jovem contou que se levantou da cama onde estava sentada e ficou junto a parede com medo de ser atingida.

Após atirar em Erli, os dois homens fugiram da casa correndo pela BR-381.

A jovem contou ainda que não sabe como os homens entraram no imóvel, mas, disse que a porta da sala e as janelas estavam abertas.

O SAMU compareceu ao local e socorreu a vítima ao Hospital Municipal. Erli foi atingido na cabeça e coluna e não resistiu aos ferimentos.

A perícia da Polícia Civil compareceu e recolheu 10 estojos e quatro projéteis de munição calibre 380. A policia faz buscas para identificar os suspeitos e a motivação do crime.

Fonte: G1

Mulher é presa suspeita de fingir ter câncer terminal para aplicar golpes

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma mulher foi presa suspeita de fingir ter câncer terminal e lúpus para aplicar golpes e realizar procedimentos estéticos, em Aparecida de Goiânia. Segundo a Polícia Civil (PC), ela conseguiu doações em dinheiro, cessão de crédito e serviços de graça.

Kamilla Morgana, de 29 anos, foi presa na terça-feira (30). Em nota, a defesa disse que a cliente sofre de “severos problemas psicológicos” e faz uso de medicações controladas, “o que compromete sua consciência sobre seus próprios atos”.

O delegado contou que Kamilla aplicava os golpes em amigos, parentes e outras pessoas próximas, que desconfiaram das doenças e denunciaram o caso à polícia. Segundo Souza, até a escola da filha dela chegou a arrecadar doações em dinheiro e transferir para ela por Pix.

“São várias vítimas em valores diversos. Ela aplica golpe em prestador de serviços, professor e escola, tudo o que ela conseguia. Ele pagava cartão de crédito emprestado e não pagava. Os golpes eram contra amigos, familiares e pessoas próximas, ela não tinha problema com isso”, disse.

Segundo o delegado, Kamilla não tinha nenhuma doença, mas usava uma bandana na cabeça para sensibilizar as vítimas. Disse ainda que a investigada não trabalhava e ostentava uma vida de luxo com o dinheiro das doações. “Ela já chegou a morar em um apartamento de luxo”, finalizou.

Fonte: G1

Filha de Silvio Santos atualiza estado de saúde do pai após internação

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Silvio Santos recebe alta do hospital em São Paulo após internação com H1N1
Silvio Santos recebe alta do hospital em São Paulo após internação com H1N1

“Ele ainda está se recuperando da H1N1, e ele disse: ‘Quando eu ficar bom, quando eu melhorar, eu vou para as feiras e vou comprar filme para o S.’”, contou Daniela durante uma coletiva de imprensa, referindo-se à plataforma de streaming +SBT, lançada recentemente.

Ela também se emocionou ao falar sobre o pai: “Às vezes, eu olho para o Silvio Santos e não acredito que sou filha dele. Sou tão fã dele e da forma como ele trata as pessoas. É uma mistura de sentimentos. Uma responsabilidade gigante de dar continuidade a isso. Não só eu, mas minhas irmãs também queremos honrá-lo todos os dias. Queremos crescer sem perder a essência do que ele fez.”

Lula sanciona novo ensino médio, mas veta mudança no Enem

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Lula / Foto: Reprodução
Lula / Foto: Reprodução

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo federal sancionou nesta quinta-feira (1) as mudanças do ensino médio aprovadas pelo Congresso em julho deste ano, mas vetou o trecho que fazia mudanças no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

 

Na proposta do Legislativo, o estudante poderia optar por uma das áreas do conhecimento, independentemente do itinerário cursado no ensino médio para fazer a prova.

O objetivo era que a alteração já entrasse em vigor a partir de 2027, o que também foi vetado.

A gestão de Camilo Santana à frente do MEC já havia manifestado que não tinha intenção de fazer mudanças no formato do Enem.

Em novembro de 2023, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), responsável pelo exame, afirmou que a ideia era manter uma prova única, ancorada em uma nova matriz de conhecimentos alinhada à formação geral da Base Nacional Comum Curricular.

Está descartada, portanto, a ideia do governo Jair Bolsonaro (PL) de ter versões diferentes da prova como forma de se adequar à reforma do ensino médio.

As mudanças, publicadas no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (1) inclui as alterações discutidas pelo Congresso Nacional na LDB (Lei de Diretrizes e Bases).

Entre as principais mudanças, estão a alteração na carga-horária anual dos alunos, que prevê aumento de carga mínima comum ao longo dos três anos, de 1.800 horas para 2.400. O novo molde do ensino médio passa a ser implementado a partir de 2025.

Parte comum:

Nova lei prevê aumento de carga mínima comum ao longo dos três anos.
– Como é: esse bloco é menor, com 1.800 horas (60%)
– Como fica: alunos devem cursar 2.400 horas (80%) da parte comum
Exceção da parte comum para o ensino técnico:
Previsão menor da parte comum busca garantir oferta de ensino técnico com carga horária maior.
– Como é: no modelo atual, a parte comum para ensino técnico é a mesma para os outros itinerários, de 1.800 horas
– Como fica: Cai de 2.400 para 2.100 horas, sendo que 300 horas desse montante devem aliar a formação geral e o ensino técnico

 

Defesa de Nego Di se manifesta após áudio sobre ‘estornos estratégicos’

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A defesa de Nego Di se pronunciou após a divulgação de um áudio em que o influenciador sugere fazer “estornos estratégicos” para conter as reclamações sobre sua loja virtual. Defesa diz que intenção era “amenizar a situação”.

 

O áudio foi enviado antes da prisão do influenciador e integra a investigação sobre a suposta venda de produtos pela loja virtual, pela qual Nego Di foi indiciado. “Preciso fazer uns estornos estratégicos, tá? Porque acho que não é novidade pra ninguém que eu não vou conseguir ressarcir todas as pessoas, né?”, diz ele, no áudio. Não se sabe para quem o áudio foi enviado.

“Preciso fazer uns estornos estratégicos, assim, a fim de acabar com manifestação e incômodos. Então, queria ver se tu tinha mais ou menos uma relação de umas 10 [pessoas] mais, que tu acha, vai, ‘esses aqui pagando vai dar uma boa amenizada’, entendeu?”, disse Nego Di.

Em nota, a defesa do humorista afirma que a intenção era amenizar a situação. Veja a nota, na íntegra, abaixo:

Em relação ao áudio de Dilson Alves da Silva Neto, o Nego Di, a defesa esclarece que seu cliente iniciou o ressarcimento de pessoas que compraram na loja em que ele prestou serviço de divulgação. A intenção foi, sim, amenizar a situação, após uma série de perseguições, sendo que havia facilidade de localização, por se tratar de uma pessoa pública.

Com o aparecimento em massa de pessoas que não realizaram qualquer compra no site em questão, Dilson concentrou esforços na identificação dos clientes reais. Após tomar conhecimento dos valores necessários para atender os compradores, o cliente vendeu um veículo para dar início os pagamentos.

Fatos como o desconhecimento dos clientes e dos produtos vendidos, bem como toda a narrativa do processo, evidenciam a condição de Nego Di como vítima de um golpe, que resultou em danos irreversíveis para a sua imagem no Brasil. Mesmo nessa posição, o influenciador digital, com boa fé, tentou solucionar o problema enquanto esteve em liberdade.

A defesa lamenta, ainda, o constante vazamento de fragmentos do processo, que divulgados isoladamente, potencializam o pré-julgamento de seu cliente.

ENTENDA

Nego Di está preso desde o dia 14 de julho e, seu sócio, Anderson Boneti, também foi preso. Boneti foi preso pela Polícia Civil no dia 22, na cidade de Bombinhas (SC).

O empresário e influenciador são acusados de terem aplicado golpe em mais de 300 pessoas, causando prejuízo de R$ 5 milhões aos consumidores da loja virtual Tadezueira. Segundo a polícia, os mandados de prisões preventivas foram expedidos diante da possibilidade de fuga. Dentre os crimes, estão: estelionato, lavagem de dinheiro, fraude tributária e rifa eletrônica.

“No esquema criminoso, Boneti tinha a expertise digital e era responsável pelo funcionamento do site, enquanto Nego Di utilizava a sua imagem de figura pública. Agora entraremos numa segunda fase da investigação, com verificação de valores que entraram na conta e se há crimes de lavagem de dinheiro”, disse o delegado Fernando Sodré, chefe da Polícia Civil gaúcha.

O golpe consistia na venda de produtos por meio de uma loja virtual, de acordo com a Polícia Civil do RS. A investigação apontou que os produtos nunca foram entregues.

Os valores somam R$ 5 milhões. “Várias pessoas humildes foram vítimas dessa farsa. São pessoas humildes, que utilizam do seu trabalho, dinheiro, para fazerem a compra desse produto e acabam não recebendo”, declarou o delegado titular da 1ª DP de Canoas Marco Guns, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, em coletiva.

Rebeca Andrade é prata no individual geral na ginástica em Paris

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Foto: Reprodução

Rebeca Andrade conquistou a medalha de prata, em um embate na tarde desta quinta-feira (1º), com a norte-americana Simone Biles, que ficou com o ouro na final individual geral feminina da Ginástica Artística, nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. A medalha de bronze ficou com a também norte-americana Sunisa Lee, ouro na Olimpíada de Tóquio, em 2020.

A competição abrange quatro aparelhos: salto, paralela assimétrica, trave e solo; e a nota final é o somatório das notas obtidas pelas atletas em cada um deles.

Biles somou 59.131 pontos, seguida de Rebeca, com 57.932; e de Sunisa Lee, com 56.465.

Com a conquista, a ginasta se tornou a mulher brasileira com o maior número de medalhas olímpicas – quatro no total. A outra brasileira classificada para a final, Flávia Saraiva, ficou em 9º lugar, com 54.032 pontos. Esta foi sua primeira participação na final desta modalidade.

Judoca que venceu brasileiro sairá das Olimpíadas preso

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Akil Gjakova tem um mandado de prisão em aberto expedido pela polícia de Kosovo; ele é procurado desde abril, acusado de violência doméstica
Akil Gjakova tem um mandado de prisão em aberto expedido pela polícia de Kosovo; ele é procurado desde abril, acusado de violência doméstica

Vencedor na luta contra o brasileiro Daniel Cargnin nos Jogos Olímpicos de Paris na segunda-feira (29/7), o judoca Akil Gjakova pode sair preso das Olimpíadas. Isso porque ele tem um mandado de prisão em aberto expedido pela polícia de Kosovo, onde é procurado desde abril, acusado de violência doméstica.

A Federação de Judô de Kosovo afirmou, em nota, acreditar na inocência do atleta de 28 anos. Ainda segundo o órgão, o jovem irá se entregar às autoridades assim que voltar ao país.

“Acreditamos na inocência de Akil e desejamos que as autoridades judiciais esclareçam o caso o mais rapidamente possível”, disse a federação.

Akil Gjakova perdeu a disputa pelo bronze na última segunda-feira para o japonês Soichi Hashimoto, na categoria até 73kg.