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EUA se preparam para confronto prolongado com Irã em Hormuz

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Casa Branca se prepara para um confronto de vários dias ou até semanas com o Irã no Estreito de Hormuz. A inform…
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Edward Boggiss, de ‘Malhação’ e ‘Sandy & Junior’, morre aos 49 anos

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O ator Edward Boggiss, conhecido por seus papéis em “Malhação” e “Sandy & Junior”, morreu aos 49 anos.

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Fracasso na Copa reaviva fogo amigo contra Xaud e disputa por poder e grana na CBF

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Logo no início da Copa-2026, o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Samir Xaud, passou por sua prim…
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Trailers são removidos do Centro de Campos

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Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Segurança e Ordem Pública, realizou mais uma ação de ordenamento urbano, visando coibir irregularidades de instalações de equipamentos em calçadas e vias públicas, prejudicando a população. Na noite dessa quarta-feira (8), quatro trailers foram removidos pela equipe de fiscalização de Posturas. Além disso, os agentes também emitiram notificações. As ações fazem parte do projeto Centro+Seguro, lançado pelo prefeito Frederico Paes em junho, cujo objetivo é promover a sensação de segurança nas ruas de Campos e contribuir para o bem-estar da população campista.

“A Secretaria de Segurança e Ordem Pública reitera mais uma vez o compromisso com a população campista. E realizamos mais uma ação como essa de retirada de equipamentos irregulares, como trailers, que obstruem calçadas e vias públicas prejudicando o tráfego de veículos e pessoas”, explicou o secretário de Segurança e Ordem Pública, Rodrigo Ibiapina.

Dos quatro trailers, dois foram removidos da Avenida José Alves de Azevedo, um na Avenida Professora Carmem Carneiro e outro na Avenida Tancredo Neves.

“Essas ações irão continuar, é uma determinação do nosso prefeito Frederico Paes, buscando sempre mais conforto e segurança da população”, afirmou Ibiapina.

Futuro primeiro-ministro aposta em ‘manchesterismo’ para transformar Reino Unido

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BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – Keir Starmer renunciou, e Andy Burnham, ex-prefeito de Manchester, será seu substituto antes do fim do mês. Isso se…
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Acusado pela morte do ator Jeff Machado é condenado a mais de 22 anos de prisão no Rio

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um dos acusados pela morte do ator Jeff Machado, Jeander Vinícius da Silva Braga foi condenado a 22 anos e 9 meses de…
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Só 5 Copas tiveram artilheiros com mais gols que Messi em 2026

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Somente cinco edições de Copa tiveram artilheiros com mais gols marcados do que Messi na atual. Messi tem oito gol…
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CCJ da Alerj aprova projeto que cria tornozeleira rosa para agressores de mulheres

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Foto: Reprodução

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (8), parecer favorável ao Projeto de Lei 7.549/26, que cria a chamada “tornozeleira rosa” para agressores de mulheres submetidos a medidas protetivas ou cautelares. A proposta agora segue para votação em plenário, onde ainda poderá receber emendas.

O projeto prevê que os dispositivos de monitoramento eletrônico utilizados nesses casos tenham identificação visual padronizada na cor rosa. A medida poderá ser aplicada a investigados ou condenados por violência doméstica e familiar, violência vicária, violência de gênero em relações afetivas, sociais ou institucionais, além de crimes como violência sexual, assédio e perseguição.

De acordo com o texto, a utilização da tornozeleira será definida pelo juiz responsável pelo caso, que poderá determinar ou dispensar a medida conforme as circunstâncias. A implementação também dependerá da disponibilidade orçamentária e operacional do Governo do Estado.

Segundo a proposta, a identificação visual busca facilitar o reconhecimento do monitorado por agentes de segurança durante ocorrências, reforçar o cumprimento das medidas protetivas, inibir a reincidência e ampliar a proteção às vítimas.

O projeto também estabelece regras para preservar os direitos do monitorado. A divulgação da identidade do usuário da tornozeleira associada ao dispositivo fica proibida em meios de comunicação e redes sociais, salvo quando houver finalidade legítima de segurança pública. Além disso, o monitorado deverá receber orientações formais sobre seus direitos e os canais para apresentação de reclamações.

A iniciativa integra a Política Estadual de Proteção Integral da Mulher e deverá atuar em conjunto com programas de enfrentamento à violência de gênero, monitoramento eletrônico de agressores e ações de reeducação previstas na Lei Maria da Penha.

O texto ainda prevê a criação de um grupo de trabalho para elaborar normas técnicas sobre a identificação visual, acompanhar a eficácia da medida na redução da violência contra a mulher e propor eventuais ajustes. Caso a lei seja sancionada, o Governo do Estado deverá enviar anualmente à Alerj um relatório com o número de monitorados, além dos registros de descumprimento de medidas protetivas durante o uso do equipamento.

Na mesma reunião, a CCJ também aprovou o Projeto de Lei 3.143/24, originado da CPI da Violência Cibernética contra as Mulheres. A proposta determina que 2% dos recursos destinados à publicidade institucional do Estado sejam aplicados em campanhas de conscientização sobre crimes cibernéticos praticados contra mulheres e formas de prevenção.

Com informações da Alerj.

Condecorado por Obama e dono de marca de café: veja curiosidades sobre Tom Hanks

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um dos astros mais prestigiados de Hollywood, Tom Hanks completa 70 anos nesta quinta-feira (9). Ganhador de dois Osca…
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Ex-jogador de futebol Gabriel Muresan morre afogado aos 44 anos

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O ex-jogador de futebol Gabriel Muresan, de 44 anos, morreu afogado em um lago perto da cidade onde era prefeito, informou hoje a impressa da Romên…
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Sob onda de calor, Europa Ocidental vive junho mais quente da história, aponta Copernicus

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BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – O planeta experimentou o segundo mês de junho mais quente da história, mostra o último relatório do serviço Coperni…
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Famosos que foram um casal e alguns você já esqueceu

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Tem alguns relacionamentos que a gente prefere deixar no passado, né? E, com certeza, muitas celebridades pensam da mesma forma e evitam fazer come…
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Quem foi Érika Leal, jornalista da Record que morreu aos 47 anos após acidente doméstico

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A jornalista Érika Leal, repórter da Record Brasília e apresentadora do programa Interesse Público, da TV Justiça, mor…
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Trabalhadores denunciam desligamentos e temem redução de efetivo na Bacia de Campos

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O Sindipetro-NF recebeu denúncias da ocorrência de desligamentos em massa nos ativos de Roncador e Jubarte, bem como em unidades administrativas como o APES. Existem também rumores de que a companhia estaria orientando uma redução mínima de 30% no efetivo de todos os contratos renovados na Bacia de Campos. Se confirmada, a medida poderá provocar um forte impacto sobre os trabalhadores terceirizados, com estimativas que variam entre 180 e 500 demissões, embora ainda não exista um número oficial de pessoas atingidas.

A denúncia chegou ao movimento sindical por meio de trabalhadores e dirigentes que acompanham a gestão dos contratos. Segundo os relatos, a determinação partiria da alta administração da empresa e seria aplicada às renovações contratuais, independentemente das necessidades operacionais de cada unidade.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) já encaminhou ofício à Petrobrás repudiando as demissões em massa e solicitando esclarecimentos sobre a política de governança adotada pela empresa. No documento, a entidade questiona a fundamentação técnica para a redução dos efetivos, alerta para os impactos na segurança das operações e critica critérios que desconsiderariam as necessidades reais dos contratos.

Além da FUP, o Sindipetro-ES também formalizou questionamentos à companhia. Agora, o Sindipetro-NF fará o mesmo, cobrando transparência e explicações sobre uma medida que pode afetar centenas de famílias na região.

Para o coordenador-geral do Sindipetro-NF, Sérgio Borges, a denúncia revela uma profunda contradição entre os resultados alcançados pela Petrobrás e a possibilidade de redução dos postos de trabalho. “A primeira coisa que eu destaco é a incoerência absurda entre uma empresa que comemora recordes de produção e resultados operacionais expressivos, especialmente no offshore e na Bacia de Campos, apontar a necessidade de uma redução de contratos nessa dimensão, gerando um impacto significativo na vida de vários trabalhadores” – comentou Borges.

Segundo ele, os próprios indicadores da companhia demonstram que a Bacia de Campos atravessa um momento de excelente desempenho. “Temos informações de que a Bacia de Campos está produzindo acima de 20% das metas previstas para o período, com indicadores financeiros extremamente favoráveis à companhia. Essa conta não fecha.”

Sérgio Borges também criticou a postura da gestão regional, afirmando que os resultados econômicos não podem estar acima da valorização das pessoas. “Fazemos uma crítica específica ao gerente-geral da unidade, que é um gestor muito orientado a desempenho e deveria estar mais sensível aos impactos humanos. A Petrobrás fala em cuidar das pessoas, mas decisões como essa caminham na direção oposta” – disse.

Outro ponto levantado pelo coordenador é o risco que a redução dos efetivos representa para a segurança operacional das unidades. “Quando se reduz efetivo, aumenta-se a cobrança sobre quem permanece trabalhando. Principalmente no momento da implementação da NR-1, precisamos ter um cuidado especial com a exaustão, a pressão excessiva e as metas inalcançáveis, que podem configurar assédio corporativo.”

Segundo ele, o excesso de trabalho pode comprometer diretamente a segurança das operações. “A sobrecarga dos trabalhadores pode aumentar o risco de acidentes e de problemas operacionais graves. Essa preocupação é ainda maior porque as unidades da Bacia de Campos já convivem com déficit de efetivo.”

O Coordenador do NF lembrou ainda que a Petrobrás vem ampliando a terceirização de atividades estratégicas, inclusive em áreas relacionadas à segurança. “Recentemente a empresa passou a terceirizar técnicos de segurança, técnicos de inspeção e técnicos de enfermagem, inclusive descumprindo normas regulamentadoras que estão em vigor. Isso demonstra que o problema do efetivo já existe e tende a se agravar.”

Por fim, Sérgio Borges destacou que o sindicato não é contrário ao aumento da produtividade da companhia, mas rejeita que os ganhos financeiros sejam obtidos às custas dos trabalhadores. “Nós queremos uma Petrobrás cada vez mais forte, produzindo mais e apresentando resultados robustos. O que não aceitamos é que isso aconteça às custas do emprego ou da sobrecarga dos trabalhadores. A empresa precisa manter um quadro próprio e terceirizado compatível com a carga de trabalho necessária para continuar sendo a maior empresa do Brasil e uma das mais lucrativas do mundo” – cobrou.

O Sindipetro-NF afirma que acompanhará o caso de perto e cobrará respostas da Petrobrás. Para a entidade, qualquer política de redução de custos que comprometa empregos, aumente a sobrecarga das equipes e coloque em risco a segurança operacional é incompatível com o discurso de valorização das pessoas e de responsabilidade social que a companhia afirma defender.

Fonte: Ascom

Mulher é indiciada por homicídio após dizer que vacinas matou filhos

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Uma mãe norte-americana do estado do Idaho foi indiciada pela morte dos filhos gêmeos, de apenas 18 meses, após ter afirmado que os meninos tinham…
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GCM morre após disparo acidental em colisão de trânsito na rua Augusta, centro de SP

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um guarda-civil metropolitano de 33 anos morreu nesta quarta-feira (8) após ser atingido por um disparo acidental dent…
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Prefeitura de SP levanta suspeita sobre R$ 13 milhões de ONG ligada a produtora de ‘Dark Horse’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Prefeitura de São Paulo enviou ofício ao ICB (Instituto Conhecer Brasil), ONG presidida pela dona da produtora do fi…
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Fernanda Paes Leme diz que foi parar no hospital após usar Mounjaro

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A atriz Fernanda Paes Leme abriu o jogo e afirmou que tentou utilizar o medicamento Mounjaro após o nascimento da filha, Pilar, com o objetivo de e…
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Ex-babá dos Poncio diz que nunca vazou informações

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Dias após a prisão do pastor Márcio Poncio sob suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro, a e…
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Hemocentro Regional de Campos adota novas regras para doação de sangue

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Hemocentro/Foto: Divulgação Ascom

O Hemocentro Regional de Campos (HRC) já está seguindo as novas regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde para a doação de sangue. As alterações foram publicadas por meio da Portaria GM/MS nº 11.685/2026, que atualiza a Portaria de Consolidação nº 5, responsável por regulamentar os serviços de hemoterapia em todo o país. As mudanças tornam alguns critérios mais flexíveis e buscam ampliar o acesso de novos doadores, sem comprometer a segurança do processo transfusional.

Entre as principais alterações está a redução do período de inaptidão para pessoas que realizaram procedimentos como tatuagem, maquiagem definitiva e colocação de piercing. Quando realizados em condições consideradas seguras, o prazo para doação passou de 12 meses para quatro meses. Outra mudança importante diz respeito ao piercing em cavidade oral ou genital. Antes, o doador precisava aguardar 12 meses após a retirada do acessório para doar sangue. Agora, esse intervalo foi reduzido para quatro meses.

Os candidatos que realizaram procedimentos endoscópicos, como endoscopia, colonoscopia e broncoscopia, também passam a cumprir um período menor de inaptidão temporária, que caiu de seis para quatro meses.

A assistente social do Hemocentro Regional de Campos, Maria Gonçalves, explica que as alterações representam um avanço para a hemoterapia e facilitam o acesso de pessoas aptas à doação. “A portaria que regulamenta todo o processo de doação de sangue no país foi atualizada e já está em vigor. São mudanças importantes, que ampliam o número de pessoas aptas a doar, sempre mantendo a segurança do processo”, comunicou.

A portaria também trouxe mudanças na identificação dos candidatos à doação. Além da apresentação de um documento oficial com foto, passa a ser obrigatória a inclusão do número do CPF no cadastro do doador.

Outra novidade beneficia adolescentes entre 16 e 17 anos, que podem doar sangue mediante autorização do responsável legal. Antes, era necessário que o pai, a mãe ou o responsável acompanhasse o adolescente durante todo o processo de doação. Com a nova regulamentação, isso deixa de ser obrigatório.

De acordo com a nova norma, o adolescente poderá retirar o formulário de autorização no Hemocentro, levá-lo para assinatura do responsável e retornar à unidade apenas com a autorização preenchida e uma cópia simples do documento de identidade de quem assinou. Não é necessário reconhecimento de firma em cartório nem a presença do responsável no momento da doação.

Maria Gonçalves destaca que a medida torna o processo mais prático para as famílias. “Antes, o adolescente precisava vir acompanhado do pai ou da mãe, que assinava a autorização e permanecia no hemocentro durante a doação. Agora, isso mudou. O jovem pode retirar a autorização aqui, levar para casa, pedir que o responsável assine e retornar apenas com o formulário assinado e uma cópia simples do documento de identidade do pai, da mãe ou do responsável. Não precisa reconhecer firma em cartório e nem que o responsável esteja presente no dia da doação”, enfatizou.

A norma também mantém que pessoas entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias podem doar sangue, desde que atendam aos demais critérios técnicos previstos pelo Ministério da Saúde. Maria reforça que as mudanças já estão sendo aplicadas na unidade e orienta que, em caso de dúvidas, os interessados procurem a equipe técnica antes de comparecer para realizar a doação.