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Surfista francesa corta testa após queda e volta de capacete

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A surfista francesa Johanne Defay tomou um susto no primeiro dia de competições em Teahupo’o, no Taiti, onde é disputado o surfe nas Olimpíadas-2024. Ao sofrer uma violenta queda, ela acabou cortando a testa e saiu da água sangrando.

 

Defay foi rapidamente atendida e logo depois voltou à água para competir. Mas dessa vez de capacete. No fim, a francesa acabou em último na bateria com Brisa Hennessy, da Costa Rica, e Candelaria Resano, da Nicarágua, e terá que disputar a repescagem.

De acordo com O Globo, o uso do capacete não é obrigatório na competição, mas é indicado em razão de se tratar uma praia repleta de corais. E foi possivelmente em um coral que Johane Defay se machucou.

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Seleção de handebol controla jogo contra húngaras, mas sofre derrota no último minuto em Paris

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A seleção brasileira feminina de handebol tomou um banho de água fria neste domingo, na segunda rodada da Olimpíada de Paris. Depois de derrotar a Espanha, o time fez jogo duro contra a Hungria e conseguiu ficar a frente durante toda partida, mas sofreu a derrota por 25 a 24 no último minuto.

A seleção húngara de handebol é uma pedreira, mesmo tendo perdido na estreia, para a França. A equipe tem seis participações em Olimpíadas e já conquistou uma prata, em Sidney-2000. Além disso, tem dois bronzes: Montreal-1976 e Atlanta-1996 e um título mundial em 1965.

A partida teve equilíbrio no começo, com o placar tendo, no máximo, dois gols de diferença. As húngaras tiveram bons chutes, quase sempre em direção ao gol, mas a goleira Gabi Moreschi, sensação da estreia contra a Espanha, conseguiu conter o ataque das adversárias. O grande problema desta segunda rodada foram as chances desperdiçadas no ataque.

As pontas brasileiras tinham liberdade para finalizar, mas estavam sem precisão no começo do jogo. O problema foi apontado em tempo pedido pela comissão técnica. O time absorveu as orientações e passou a aproveitar melhor os ataques, chegando a abrir três gols de diferença.

A primeira etapa acabou 15 a 12 para o Brasil. A vantagem, entretanto, não dava conforto. No começo do segundo tempo, as húngaras já descontaram. A resposta brasileira veio rápido. O time ampliou ainda mais e chegou 18 a 14, ainda que logo a Hungria tenha marcado 18 a 15. Na defesa, Gabi Moreschi continuou demonstrando serviço.

Adriana Cardoso assustou torcedores e comissão técnica quando teve que sair após um choque. Ela ficou um tempo fora, mas conseguiu retornar à quadra e não deve ser desfalque nos próximos compromissos.

Um momento chave do jogo foi quando Giulia Guarieiro sofreu punição, ficando dois minutos fora, aos 42 minutos de partida. A Hungria, que também tinha seis atletas, conseguiu buscar um gol com Petra Simon, de apenas 19 anos. A garota mostrou gosto e voltou a marcar, diminuindo a vantagem para 19 a 17.

O alívio veio quando a punição brasileira acabou. Mariane Fernandes logo reanimou as brasileiras com o vigésimo gol. A Hugria parecia complicar e chegou a encostar no placar (20 a 19), mas Mariane novamente mostrou ímpeto em abrir espaço na defesa adversária e aumentar a vantagem novamente, com mais dois gols.

Faltando dez minutos para o fim do jogo, o placar voltou a ficar apertado, com 23 a 22 para o Brasil. As Leoas ainda perderam um tiro de sete metros e viram a Hungria empatar. A pontaria voltou a falhar, como no começo do jogo.

No minuto final, com 24 a 24 no placar, Petra Simon fez o gol derradeiro, confirmando a primeira derrota brasileira.

Com o resultado, o Brasil ainda lidera o Grupo B, mas pode perder a posição a depender dos outros jogos da rodada. As brasileiras voltam à quadra na terça-feira, às 14h, contra a França. Já a Hungria encara Angola, também na terça-feira, às 11h.

Marjorie Estiano e Emilio Dantas fazem parte do elenco de série sobre assassinato de Ângela Diniz

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MARIA PAULA GIACOMELLI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A nova produção que vai contar a história, vida e assassinato de Ângela Diniz já tem parte do elenco definido. A morte da socialite há quase 50 anos se tornou um dos casos mais emblemáticos de feminicídio no país.

 

Marjorie Estiano e Emilio Dantas vão interpretar Ângela e Doca Street na série ainda sem título definido. Foi ele quem a matou com quatro tiros na Praia dos Ossos, em Búzios, Rio de Janeiro, em 1976.

O elenco ainda conta com Antonio Fagundes como o advogado Evandro Lins e Silva, advogado de Street e ex-ministro do Supremo Tribunal Federal. Thiago Lacerda vai ser o jornalista e colunista social Ibrahim Sued.

O anúncio foi feito por meio do Instagram da Conspiração Filmes, produtora responsável pela obra. Segundo a publicação, as gravações começam em agosto. Atuam também Renata Gaspar, Thelmo Fernandes, Joaquim Lopes e Pedro Nercessian.

A produção vai ser dividida e é escrita por Elena Soárez e dirigida por Andrucha Waddington.

Famosos que não têm uma parte do corpo (e quase ninguém sabe)

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Quando uma pessoa perde um membro, seja por trauma ou por doença, o impacto na vida é imenso. A amputação, porém, é mais comum do que imaginamos. Inclusive entre os famosos. O problema é que as pessoas não falam muito sobre isso. Claro que sempre existem as exceções. A amputação por cirurgia é frequentemente usada para controlar a dor ou para conter ou prevenir doenças.

Clique na galeria e veja quem são os famosos que passaram por amputações e os motivos que levaram a isso.

Os atiradores mais temidos da história

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Snipers são treinados para atirar em alvos de uma posição oculta, em um local onde eles não podem ser detectados por esses alvos. Isso significa que a maioria dos atiradores de elite é capaz de acertar um alvo de uma distância muito longa. Os franco-atiradores militares, em particular, são habilidosos em uma série de técnicas de operações especiais, tornando-os cruciais durante as guerras. Muitos deles desempenharam papéis vitais em grandes batalhas, desde a Primeira Guerra Mundial até o atual conflito na Ucrânia.

De fato, há muitos snipers que fizeram história e nesta galeria destacamos alguns dos homens e mulheres mais famosos nessa posição. Clique e conheça os atiradores de elite mais notórios do mundo.

Famosos que são super religiosos (e das mais diferentes crenças)

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O culto às celebridades é uma realidade, mas quão religiosos são os famosos? Enquanto alguns falam abertamente sobre sua fé, outros são mais discretos e preferem manter suas crenças de forma privada. Seja qual for o estilo dessas estrelas, fato é que elas conseguem equilibrar a fé e fama e oram para Deus em busca de força e salvação.

Na galeria, conheça as personalidades que são extremamente religiosas (e das mais diferentes crenças) e que talvez você não sabia.

Morre a corredora Luisa Giampaoli aos 29 anos

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Luisa Giampaoli morreu aos 29 anos de idade nesta sexta (26). O marido dela, Eduardo Schmit, deu a notícia via Instagram aos prantos. A corredora estava internada no Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP), em Pelotas (RS). Ela deu entrada na unidade de saúde no começo de junho, pois enfrentava fortes dores de cabeça e perda de memória.

 

“Pessoal, quero dizer que a minha mulher acabou de falecer. Dói demais. Muito! Eu não aguento”, lamentou ele.

Durante o vídeo, Schmit voltou a falar sobre a negligência médica, já que quando a atleta procurou assistência médica, foi enviada de volta para casa, mesmo com fortes dores na cabeça. Ele acusou os médicos de ignorarem os sintomas.

“Quero justiça. O Brasil todo sabe que negligenciaram com ela, não fizeram o que tinha que ser feito. Cansei de falar. É um absurdo. Os médicos falaram que ela não tinha nada. Ela era uma menina linda. Isso não pode ficar impune. É uma vergonha a saúde de Pelotas”, pediu.

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Dois anos após cirurgia, mulher descobre pano de 20cm deixado na barriga

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Uma mulher descobriu que tinha sido deixado um pano na sua barriga, durante uma cirurgia para retirar um tumor no intestino, dois anos após a operação. 

 

Segundo informou o G1, na segunda-feira (22), o pano, de 20 centímetros, saiu pela abertura da barriga da mulher, onde se encontra o saco de colostomia, colocado em 2022. 

Atualmente, a mulher, de 58 anos, de Cubatão, São Paulo, está internada, recebendo os cuidados necessários após a descoberta. Os médicos avaliam se será necessária uma nova cirurgia.

A mulher já tinha sido internada no final do ano passado, quando apresentou os mesmos sintomas que tinha quando descobriu que tinha câncer em 2022. Realizou exames, com receio de que a doença tivesse voltado, mas não foi encontrado nada estranho.

Na semana passada, um material começou a sair pelo saco de colostomia e a mulher voltou a procurar ajuda médica. Inicialmente, pensaram que seria outro problema, tendo a mulher sido internada, mas uma médica acabou por desconfiar do sucedido.

“Ela viu, achou estranho e começou a puxar, daí viu que era um pano. Então ela chamou o supervisor dela, o cirurgião. Ele avaliou e colocou a mão, daí começou a puxar e era um pano bem grande, por sinal”, disse Stefany Vidal, filha da paciente. 

O Hospital Municipal de Cubatão, onde a mulher realizou o procedimento, lamentou o caso e colocou-se à disposição para prestar a assistência necessária. A instituição diz ainda ter mudado de gestão desde essa altura e que o cirurgião médico responsável pelo procedimento também já não faz parte do corpo clínico.

A família pretende pretende avançar com o caso na Justiça. 

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Casal e cão morrem em incêndio em hotel em Fortaleza

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Um casal e sua cadela de estimação morreram em um incêndio ocorrido em um dos apartamentos de um hotel na Avenida Almirante Barroso, na Praia de Iracema, em Fortaleza. O incidente ocorreu na madrugada deste sábado (27), por volta das 2 horas.

 

De acordo com o site G1, as vítimas foram identificadas como Tarcisio Pires Silva e Karina Carla Silveira Sposito, ambos de João Pessoa, na Paraíba, além do animal de estimação do casal.

Segundo uma testemunha, por volta das 2h45, os gritos de socorro das vítimas começaram a ser ouvidos. Moradores de prédios próximos saíram para a rua e foram até o hotel para alertar sobre o incêndio. Enquanto aguardava o resgate, Tarcisio se desesperou e pulou do 10º andar para tentar escapar das chamas, mas morreu ao atingir as grades. Karina e o cão morreram dentro do apartamento. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as vítimas já estavam mortas quando os agentes chegaram ao local.

 

Beyoncé celebra atletas como Simone Biles em comercial para as Olimpíadas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A cantora Beyoncé declarou torcida para os atletas americanos das Olimpíadas que começaram nesta sexta-feira em Paris.

 

Ela publicou nas redes sociais um comercial em que celebra competidores dos Estados Unidos. Vestida com um body e chapéu estampados com a bandeira do país, a cantora menciona o nome dos atletas e celebra suas qualidades, enquanto toca a música “Ya Ya”, do disco “Cowboy Carter”, que lançou em março.

“Olhem para a América. As esperanças e os sonhos, essas superestrelas que nos representam”, Beyoncé diz no vídeo.

“Pessoas desta nação grande, ousada, bonita e complicada, todos torcendo juntos por eles. Vamos lá, vocês têm que amar Noah e Sha’Carri”, diz depois, mencionando os corredores Noah Lyles e Sha’Carri Richardson. “Eles correm pelo mundo a qualquer hora, em qualquer lugar.”

Beyoncé ainda celebra os nadadores Caeleb Dressel e Katie Ledecky, além da ginasta Simone Biles, que a cantora chama de “minha menina”. “Temos lendas, sonhadores que desistiram de tudo por uma chance e conseguiram chegar lá”, ela diz.

A abertura das Olimpíadas teve apresentações das cantoras Lady Gaga e Céline Dion.

 

Taylor Swift sobre Ryan Reynolds: "Doador de esperma dos meus afilhados"

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Taylor Swift recorreu às stories da sua página de Instagram, esta quinta-feira, dia 25 de julho, para destacar o filme ‘Deadpool & Wolverine’. 

 

A artista, de 34 anos, mostrou uma fotografia em que aparece junto do diretor Shawn Levy e das estrelas do filme Hugh Jackman e Ryan Reynolds, assim como da mulher de Ryan e sua amiga próxima, a também atriz Blake Lively. 

Junto da imagem, escreveu: “Nos últimos anos, vi um dos meus melhores amigos deste planeta colocar cada pedaço do seu coração, alma, suor, tempo, energia, piadas, dor, alegria e magia neste filme. Ele criou o melhor trabalho da sua vida, e este filme parece um portal de alegria real, uma fuga da realidade. […] Não sei como é que ele fez isso”. 

“Mas isto é só o Hugh para vocês”, acrescentou, destacando a amizade de longa data com o ator. “Estes outros invadiram a foto e fomos demasiado educados para pedir-lhes que fossem embora”, brincou de seguida, referindo ao casal amigo Ryan Reynolds e Blake Lively. 

Depois de incentivar os fãs a verem ‘Deadpool & Wolverine’, brincou novamente com Ryan Reynolds: “‘Shout out’ para o Wade Wilson [personagem do ator], ‘aka’ dador de esperma dos meus afilhados”. 

© Instagram  

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Quem é Guilherme ‘Cachorrão’, o brasileiro que vai da piscina ao Rio Sena na Olimpíada

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Guilherme Costa, o Cachorrão, vai ser o primeiro brasileiro a competir na natação e nas águas abertas em uma edição de Olimpíada. As chances concretas de medalha estão nas piscinas, mas o carioca de 25 anos quer aproveitar ao máximo a oportunidade que terá de competir no Rio Sena. Há um pé atrás com toda a discussão sobre a qualidade das águas, mesmo depois de a prefeita de Paris nadar no local para assegurar que a promessa de limpeza foi cumprida. De qualquer forma, a empolgação do brasileiro continua intacta.

“É estranho estar próprio em um dia e em outro, não. Vi que tem um plano B, para fazer em outro local caso esteja impróprio. Mas muda um pouco, porque se trocar o local, muda do dia 9 para o dia 12. Para mim, não seria tão ruim mudar porque eu quero aproveitar os dias entre a piscina e a maratona (aquática) para subir meu volume de treino de novo, para chegar melhor à maratona”, contou Cachorrão ao Estadão, em entrevista antes de embarcar para Paris.

A oportunidade de disputar os 10 km das águas abertas veio por causa de uma regra extraordinária estabelecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Se um país não tiver um representante na prova, permite-se que nadadores com índices nos 800 metros e 1.500 metros na piscina se inscrevam. É o caso de Guilherme Costa, que mal teve como se preparar para a prova adicional.

“Não tive praticamente nada de treino. Eu sei que eu aguento nadar a prova, eu vou conseguir. A única preparação que eu faço um pouquinho é tentar observar um pouco. Minha maior dificuldade é me posicionar melhor na prova. Eu nadei uma Copa do Mundo e senti isso. Eu liderei quase a prova inteira e no final acabei sentindo muito, acho que por acabar me posicionando mal. Sempre tinha gente do meu lado, se aproveitando do meu vácuo, e eu fui cansando. O principal é saber me posicionar bem, porque é uma prova muito imprevisível. Se eu estiver no pelotão da frente no final, tudo pode acontecer”, avalia.

O que acontecer no Rio Sena é bônus. Subir ao pódio em sua especialidade é o foco de Cachorrão, que disputou os 400 metros livre neste sábado e avançou à final. No Mundial deste ano, bateu na trave e ficou em quarto lugar, como aconteceu no Mundial de 2023. Na edição de 2022, foi bronze. Em termos de disputas sul-americanas, tem sido soberano, como mostrou com quatro ouros nos Jogos Pan-Americanos (400m, 800m, 4x200m e 1500m).

O nadador acredita que chega mais preparado para brigar pelo pódio em Paris do que estava em Tóquio, disputa à qual chegou com grandes expectativas e se frustrou, pois parou nas semifinais. No Japão, seu melhor resultado foi o oitavo lugar nos 800 metros.

“Acho que por ser minha primeira Olimpíada, eu demorei para entrar na competição. Demorei para entender onde eu estava e acabei dando mole na minha principal prova. Rapidamente, eu consegui passar por cima, porque nos 800 metros eu fui melhor e cheguei à final, mesmo não estando tão bem naquele momento. Acho que foi mais isso de não entrar ligado na competição”, diz.

“Meu ciclo como um todo foi mil vezes melhores que o de Tóquio, em que eu tive uma crescente no ano da Olimpíada. No atual ciclo, eu fui em finais em todos os Mundiais. Foi um ciclo muito melhor. Eu não tenho medo da frustração. Estou pensando em vencer sempre isso, não mudou, mas vejo que fui crescendo a cada competição, a cada Mundial, sabendo que ali não era o ponto final. Estou muito satisfeito com o caminho até aqui. Tudo foi pensando em Olimpíada”, completa.

Cachorrão vai competir, ainda, em outras três provas: os 200 metros livre, os 800 metros livre e o revezamento. No cenário ideal, ele se vê subindo em dois pódios, embora saiba que as chances não sejam tão grandes.

“400 é o principal, mas me vejo bem no 800 também. É uma prova que fui finalista em Tóquio e tenho muito controle, apesar de não focar muito nela. E o 200 é muito novo para mim. É uma prova que eu tenho que evoluir muito ainda e acredito que no próximo ciclo posso brigar por medalha. Quero me testar em Paris porque sei que posso evoluir muito. Sobre o revezamento, este ano não foi, mas é uma prova muito imprevisível”, afirma.

Conheça Darlan, o fã de Naruto que é destaque da seleção de vôlei em Paris-2024

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Depois de perder os dois primeiros sets para a Itália, o Brasil se recuperou e teve possibilidades de virar na estreia do vôlei na Olimpíada de Paris-2024 muito por causa de um nome: Darlan Souza, conhecido simplesmente pelo primeiro nome, garantiu a vitória da seleção no terceiro set – levando à loucura narradores e a torcida brasileira no estádio. A cada ponto marcado, mostrava a língua, comemorava com os companheiros e vibrava como se fosse o último – e o mais importante de sua carreira. Não foi o suficiente – derrota por 3 sets a 1 -, mas mostrou o cartão de visitas do oposto na capital francesa.

Pelo lado direito da rede, os ataques de Darlan ajudaram a ampliar as possibilidades de chegada de Lucarelli e Leal, ameaçando a defesa italiana. A partir dele, o Brasil conseguiu se recuperar na partida, depois de ser surpreendido pelos europeus nos dois primeiros sets. Campeão dos Jogos Pan-Americanos em Lima, no Peru, ele chegou como destaque, em meio a outros nomes mais experientes, como Lucão e Bruninho, para ajudar na seleção liderada por Bernardinho em Paris.

“Só fui (eu mesmo). O pessoal do time me deixa muito à vontade. Não adianta dar esporro, ganhando ou perdendo esse sou. É o meu jeito”, afirmou Darlan, na zona mista, logo após a derrota.

O oposto já havia ganhado notoriedade no Pré-Olímpico de vôlei, em 2023. Justamente neste torneio o Brasil venceu a Itália para garantir a vaga em Paris. A cada ponto marcado e antes dos saques, o jovem de 21 anos fazia gestos que parecem estranhos aos desavisados, mas que são mundialmente conhecidos entre os fãs de animes, gênero de desenho animado típico do Japão.

Os movimentos feitos por Darlan com as mãos são “jutsus”, uma técnica ninja utilizada pelos personagens de “Naruto”, anime muito popular no Brasil e um dos favoritos do atleta, que é completamente fascinado pela cultura japonesa. O fascínio é manifestado também em seu braço direito, onde tem uma tatuagem enorme de Kyojuro Rengoku, personagem da série de mangá e anime “Demon Slayer”.

Em julho de 2022, quando foi chamado para a Liga das Nações, disputada no Japão, Darlan ficou extasiado. “Quando eu soube que iria ao Japão com a seleção masculina de vôlei foi uma alegria imensa. Contei para os meus irmãos e meus pais na hora. Fiquei animado e um pouco ansioso. O foco era a Liga das Nações, os treinamentos e os jogos, mas vivenciar um pouco a cultura japonesa já era uma experiência incrível”, disse na ocasião, já em solo japonês.

A celebração em forma de “jutsus” já é marca registrada de Darlan, tanto na seleção quanto no Sesi-Bauru, há algum tempo, a ponto de virar assunto entre os dubladores de Naruto no Brasil. Úrsula Bezerra, Tati Keplmair e Robson Kumode divulgaram um vídeo, antes do Mundial de Vôlei de 2022, interpretando seus respectivos personagens, para desejar sorte ao oposto da seleção do time de Renan.

DISPUTA COM O IRMÃO

Para ter a oportunidade de exibir sua carismática celebração, Darlan vive uma disputa de posição com seu irmão mais velho, Alan Souza, de 29 anos, campeão do Mundial e da Liga das Nações em 2019 e 2021, respectivamente. Ambos são opostos.

Alan exaltou a atuação do irmão caçula após jogos da Liga das Nações, em junho. “O coletivo foi muito importante. Muitas peças entrando e saindo do lugar. O Darlan entrou e fez um jogo extraordinário. Não tem como contestar. A seleção brasileira é coletivo. A gente ainda tem muito que melhorar, algumas coisas precisam melhorar, mas é esse o espírito. O que importa é a vitória, independentemente do placar”.

A primeira convocação de Darlan para a seleção adulta foi aos 19 anos, para as etapas da Bulgária e do Japão da Liga das Nações de 2022, ocasião em que ganhou oportunidade como titular por causa de uma lesão do irmão, que rompeu o tendão de Aquiles. Hoje, a disputa entre os dois é das mais acirradas.

Os irmãos foram criados em Nilópolis, cidade da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Por isso a disputa do Pré-Olímpico na capital fluminense facilitou a presença de familiares na arquibancada. Dona Aparecida, a mãe da dupla, acompanhou aos jogos no Maracanãzinho.

Internações por infarto aumentam no inverno, dizem especialistas

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De acordo com dados do Observatório de Saúde Cardiovascular do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), baseado em informações do Datasus, do Ministério da Saúde, que abrangem o período de 2008 a 2023, a estação do inverno propicia aumento de internações por infarto. Esse aumento alcança até 12%, no Brasil, em pessoas que apresentam fatores de risco, disse nesta sexta-feira (26) à Agência Brasil a diretora do INC, Aurora Issa. Em nível mundial, o índice chega a 30%.

Alguns aspectos fisiopatológicos colaboram para o aumento de infartos nessa época do ano, destacou a doutora Aurora.

“Uma das situações é que o frio faz os vasos sanguíneos se contraírem em resposta ao frio. Com isso, em alguns casos, pode ter aumento da pressão arterial e isso acaba criando uma resistência ao bombeamento de sangue do coração, o que pode sobrecarregar um pouco o coração. É um dos mecanismos”.

Outra fator é o número de internações por infecções respiratórias que ocorrem no inverno.

“A infecção respiratória tem potencial de, nos pacientes que têm placa de gordura nas artérias coronárias, principal substrato para a ocorrência de infarto, instabilizar as placas e formar trombos”. O trombo impede a passagem do sangue no vaso e isso acontece com frequência significativa em pacientes com infecção respiratória no inverno, diz a especialista.

Alguns sintomas podem alertar que a pessoa está tendo um infarto. “O sintoma clássico é a dor no peito prolongada, em geral uma dor a que o paciente não está acostumado e que não passa com medicações usuais”.

Também podem ocorrer apresentações atípicas. Algumas vezes, o paciente pode ter apenas um desconforto, falta de ar, cansaço. “Se tiver sintomas diferentes do habitual, a pessoa deve procurar auxílio para. Sem dúvida, o mais frequente é a dor no peito prolongada, que pode irradiar para o braço esquerdo.

Arecomendação é procurar imediatamente o serviço médico. “Quanto mais tempo a pessoa que está infartando demora para receber assistência, mais vai perdendo músculo cardíaco e o dano pode chegar à necrose, que é a morte celular.” O atendimento tem que ser rápido para a desobstrução da artéria, o que pode ser feito por meio de medicação ou do procedimento de angioplastia”, explicou.

O cardiologista Flavio Cure, responsável pelo serviço de Cardio-oncologia da Rede D’Or, afirmou que as pessoas com maior propensão a doenças cardiovasculares, como cardiopatas, idosos e portadores de outras doenças crônicas devem adotar medidas preventivas ao infarto no inverno.

“Quando está frio, para manter a temperatura, o organismo diminui o calibre dos vasos e libera adrenalina, então o coração trabalha mais”. Ele recomenda que as pessoas controlem a pressão, o peso, a glicose e o colesterol. “Devem tentar manter os fatores de risco sob controle.”

Outra coisa é que no frio, costuma-se beber menos água, o que faz o sangue ficar mais espesso. Daí, recomendou que se beba uma maior quantidade de líquidos nessa época do ano. O médico deixa claro que qualquer pessoa pode ter infarto, embora para quem tiver alteração na circulação do coração, a chance seja maior. “Muitas vezes, a pessoa nem sabe. Então, todo mundo deve se proteger do frio.”

O infarto é mais frequente nos homens do que nas mulheres. segundo a diretora do INC, Aurora Issa.

Segundo o cardiologista Flavio Cure nos homens, a ocorrência de infarto aumenta mais a partir dos 50 anos de idade e, na mulher, acima de 60 anos. Pode acontecer com jovens, mas é mais raro, porque a circulação do jovem é maior, desde que ele não tenha nenhuma doença de base. 

 

Cantor Belo é visto com morena misteriosa em shopping

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Belo foi fotografado nesta sexta-feira (26) na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, enquanto passeava por um shopping. 

 

O cantor foi visto caminhando de mãos dadas com uma morena, que o abraçou em frente a uma vitrine. Durante as compras, ele também tirou selfies com um grupo de fãs que o abordou no local.

Leia Também: Milton Cunha solta palavrão no ar em transmissão de abertura das Olimpíadas

 
 

Diogo Soares encaminha vaga à final do individual geral na ginástica artística

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No primeiro dia da ginástica artística nos Jogos de Paris, o Brasil teve boas notícias com Diogo Soares, que deixou bem encaminhada sua vaga na final do individual geral, mas viu Arthur Nory ser eliminado após um erro em sua apresentação na barra fixa.

 

Soares, de 22 anos, alcançou na fase eliminatória uma nota 81.999 na somatória dos seis aparelhos -argolas, salto, barras paralelas, barra fixa, solo e salto- e está provisoriamente em sexto na classificação geral.

Ele ainda precisa aguardar as apresentações dos demais atletas que vão acontecer no período da tarde para confirmar a vaga na final, mas as chances são altas, já que são 24 atletas que seguem para a briga por medalhas.
A melhor nota que o ginasta natural de Piracicaba alcançou foi no salto, com 14.200, seguido pela barra fixa (14.133) e pelas barras paralelas (13.933).

Já Arthur Nory, que competia apenas na barra fixa em Paris, cometeu um erro em sua apresentação e não tem mais chances de final.

Campeão mundial em 2019 na prova, Nory arriscou uma série de dificuldade mais elevada na fase eliminatória, mas se complicou logo no início, ao não conseguir completar uma acrobacia no ar.

Terminou com uma nota 12.900 e ficou momentaneamente na 10ª colocação. Como apenas os oito melhores passam para a final, o brasileiro, bronze no solo na Rio-2016, não tem mais chances e está fora dos Jogos.

Algoz de brasileiro, japonês ignora rival e não aceita derrota no judô

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O judoca japonês Ruyju Nagayama, que eliminou o brasileiro Michel Augusto, ficou inconformado com sua derrota nas quartas de final do judô 60kg nas Olimpíadas de Paris.

 

Nagayama perdeu para o espanhol Francisco Garrigos por ippon. O japonês, número seis do mundo, caiu para o quinto colocado no ranking internacional.

No entanto, o combate teve final um tanto quanto complicado. Garrigos aplicou um estrangulamento faltando cerca de um minuto para o fim da luta e os dois travaram embate no solo até serem separados. Só que a árbitra mexicana Elizabeth Gonzalez não abriu contagem de 20 segundos na imobilização e o japonês também não desistiu nem perdeu a consciência -embora tenha dado a impressão.

A decisão do resultado ficou confusa e confundiu a transmissão do Sportv. Os dois se arrumaram após se levantarem e parecia que eles retomariam a ação, mas a árbitra indicou a vitória do espanhol depois de aproximadamente 40 segundos.

Nagayama discordou da derrota e se recusou a cumprimentar o adversário, que caminhou até ele com a mão estendida. Ele fez uma leve referência após ter deixado o espanhol no vácuo e seguiu no tatame enquanto contestava a decisão.

A organização dos Jogos precisou mandar o japonês e sua equipe deixarem o local. Vaias foram ouvidas das arquibancadas enquanto ele se recusava a sair do tatame.

Seleção masculina de vôlei perde da Itália em estreia na Olimpíada de Paris-2024

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A seleção brasileira masculina de vôlei estreou com derrota na Olimpíada de Paris-2024. O time de Bernardinho foi superado pela tradicional Itália, atual campeã mundial, por 3 sets 1, com parciais de 25/23, 27/25, 18/25 e 25/21, neste sábado. Apesar do placar, o clássico do vôlei mundial foi marcado pelo equilíbrio, com muitas chances desperdiçadas pelo time brasileiro, que apresentou limitações defensivas, principalmente nos bloqueios.

Darlan foi o maior pontuador da partida, com 25, equivalente a um set inteiro, desbancando Romanò, a grande estrela italiana, que anotou 20. Leal e Lucarelli também se destacaram, com 15 e 14 pontos, respectivamente.

O revés já coloca pressão sobre a seleção, que está no chamado “grupo da morte” em Paris-2024. A chave B tem ainda o Egito e a forte equipe da Polônia, bicampeã mundial (2014 e 2018). Pelo formato de disputa, os dois primeiros colocados de cada grupo e os dois melhores terceiro colocados avançam às quartas de final.

A seleção volta à quadra na quarta-feira, dia 31, para encarar a poderosa Polônia, algoz do Brasil nas quartas de final da última edição da Liga das Nações, no fim de junho. Na sequência, os brasileiros encerram a fase de grupos diante do Egito, no dia 2 de agosto.

Com Leal recuperado de lesão, Bernardinho não precisou fazer mudanças na equipe titular da seleção neste sábado. E mandou à quadra Bruninho, Darlan, Lucarelli, Lucão, Flávio e o líbero Thales, além do cubano naturalizado brasileiro. Do outro lado, as referências eram Romanò e Michieletto.

Mas o início do jogo foi todo de Leal, que brilhou no ataque e até no saque, com o primeiro ace brasileiro na partida. O Brasil abriu 10/6, mas a Itália não demorou para equilibrar o confronto. Romanò, no ataque e também nos bloqueios, liderava a equipe italiana.

A seleção, contudo, perdia ritmo ao longo do set. E, após ter vantagem de 18/15, permitiu o empate em 22/22. A Itália aproveitou a oscilação do Brasil e buscou a virada no placar, com 24/23. Na sequência, fecharam o primeiro set.

A reação italiana abateu o time brasileiro, que começou em marcha lenta na segunda parcial. Com facilidade, a Itália fez 5/1. Mesmo com Leal, Lucarelli e Flávio abaixo do esperado, a seleção passou a reagir de forma lenta, encostando no placar. Erros isolados da Itália também contribuíram para o Brasil alcançar o empate em 24/24, em momento decisivo da partida.

Os comandados de Bernardinho chegaram a ter um set point, com 25/24 no placar. Mas os seguidos erros na defesa, principalmente com o bloqueio, praticamente inoperante, custaram caro. A Itália buscou a reviravolta novamente e não desperdiçou seu set point, abrindo 2 a 0 na partida.

Depois de dois set muito disputados, o jogo caiu de ritmo na terceira parcial. Tranquila na liderança do placar, a Itália relaxou em quadra e passou a cometer erros em sequência. O Brasil aproveitou o momento favorável, abriu 13/9, depois 22/15 e não teve dificuldades para vencer seu primeiro set no confronto e na Olimpíada.

A quarta parcial retomou a tensão das duas primeiras. O Brasil manteve o ritmo do set anterior, porém a Itália elevou seu nível de jogo. E o duelo foi parelho até 7/7. A partir daí, a equipe italiana voltou a exibir concentração e eficiência em todos os fundamentos, abrindo 10/8. E, depois, 19/15. Mesmo se arriscando mais nos bloqueios, algo que não fez nos demais sets, o Brasil não conseguiu parar o poderoso ataque italiano.

Endrick é apresentado no Real Madrid no Santiago Bernabéu cheio

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O dia 27 de julho vai ficar na memória de Endrick. Diante de um grande público no Santiago Bernabéu, o atacante brasileiro foi apresentado como reforço do Real Madrid. Sem conseguir esconder a emoção, o jogador disse que defender o clube merengue é realizar um sonho de criança. E, assim como Kylian Mbappé, fez em sua apresentação, o atacante gritou o tradicional “Hala Madrid” com os torcedores.

“Quero agradecer a todos por virem ao Santiago Bernabéu. Não vou mentir. Não esperava tudo isso, tanta gente assim. A felicidade é muito grande. Estou muito feliz, porque sou fã do Madrid desde pequeno e agora vou jogar pelo Madrid. Estou muito feliz, minha família também”, destacou Endrick.

“É uma loucura isso. Não tenho palavras para descrever o que estou sentindo. Sempre quis estar aqui, queria jogar pelo Madrid, era um sonho. E agora vamos todos juntos cantar uma canção: 3, 2, 1! Hala Madrid”, completou.

Antes de ser apresentado aos torcedores, Endrick se encontrou com o presidente Florentino Pérez para a assinatura do contrato, que se encerra em junho de 2030. “Suas jogadas incríveis e seus gols já emocionam os amantes do bom futebol. E todos os madridistas estão muito contentes de que faça parte, desde hoje, desta grande família que vai te dar tudo”, afirmou Florentino Pérez.

Endrick, de 18 anos, vai usar a camisa 16 no Real Madrid. Esse foi o primeiro número que utilizou quando foi promovido ao profissional do Palmeiras. O Real Madrid acertou a contratação de Endrick junto ao Palmeiras em dezembro de 2022, quando o atacante ainda tinha 16 anos. O clube merengue desembolsou cerca de 70 milhões de euros (R$ 393 milhões na época).

Atleta promissora e mãe: quem era a corredora do RS que morreu aos 29 anos

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O atletismo perdeu uma das mais promissoras corredoras do Rio Grande do Sul. Luisa Giampaoli, de 29 anos, morreu na sexta-feira (26), informou o Hospital Universitário São Francisco de Paula, em Pelotas, onde estava internada havia cerca de uma semana.

A atleta, natural pelotense, além de se destacar em competições de grande importância, assumia multifunções e responsabilidades.

O hospital não divulgou a causa da morte de Luisa. De acordo com o marido, ela apresentou sintomas como dor de cabeça e problemas de memória, que surgiram no final de junho, quando foi internada no Hospital de Pronto Socorro (HPS).

Um exame deu positivo para leptospirose. E seis dias após a hospitalização, ela foi diagnosticada com pneumonia.

No dia 14 de julho, Luísa chegou a ter alta do HPS para seguir o tratamento em casa, mas piorou. A última suspeita, segundo o marido, era de edema cerebral.