Home Blog Page 2151

Criança é atropelada por caminhão na Baixada Campista

0
HFM/Foto: ClickCampos
HFM/Foto: ClickCampos

No final da tarde desta segunda-feira (8), uma criança de 11 anos foi atropelada por um caminhão baú na RJ-216, em frente à Casa de Cultura em Goitacazes, na Baixada Campista.

A menina, não identificada, foi socorrida com ferimentos moderados, incluindo fraturas nas pernas e nos braços, sendo encaminhada para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

Equipes do Segurança Presente prestaram auxílio no local até a chegada dos Bombeiros e do Comando da Polícia Rodoviária Estadual. Não há informações sobre o motorista do caminhão envolvido no acidente.

Enem 2024: disponível resultado de pedidos de atendimento especial

0
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Os resultados dos recursos de candidatos que fizeram solicitações de atendimento especializado durante o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os inscritos devem conferir se a solicitação foi aceita na Página do Participante do Enem, com login único do portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

Em 2024, as provas ocorrerão nos dias 3 e 10 de novembro. Pelo cronograma do exame, a divulgação do resultado final está agendada para de 13 de janeiro de 2025.

O Ministério da Educação (MEC) ainda avalia a necessidade de aplicação das provas em nova data para os participantes do Rio Grande do Sul, devido à situação de calamidade pública causada pelas chuvas volumosas que atingiram o estado nos meses de abril e maio.

Atendimento especializado

A Política de Acessibilidade e Inclusão do Inep garante atendimento especializado, além de diversos recursos de acessibilidade a participantes que os requeiram, desde que comprovem a necessidade.

Conforme o edital do Enem 2024, no ato da inscrição, os participantes que necessitam de atendimento especializado tiveram que informar a condição que motivou a solicitação, como baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual (mental), surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, transtorno do espectro autista, discalculia, estar gestante, ser lactante, pessoa idosa, estudante em classe hospitalar (na condição de internado para tratamento de saúde).

A situação não contempla o participante do Enem que, nas datas de aplicação das provas, estiver internado para realização de partos, cirurgias ou tratamentos esporádicos.

No caso da solicitação de atendimento especializado com solicitação confirmada pelo Inep, o participante com cegueira, surdocegueira, baixa visão, visão monocular e/ou outra condição específica e tiver poderá ser acompanhado por cão-guia e será permitido o uso de material próprio, como máquina de escrever em braile, óculos especiais, lupa, luminária, tábuas de apoio, entre outros. Os recursos serão vistoriados pelo chefe de sala onde será aplicada a prova do Enem.

O participante que solicitar atendimento para deficiência auditiva, surdez ou surdocegueira deverá indicar o uso do aparelho auditivo ou implante coclear na inscrição.

Já as lactantes, nos dois dias de realização do exame, deverão levar um acompanhante adulto que ficará responsável pela guarda da criança que será amamentada durante as provas.

A organização do exame não permitirá a entrada do acompanhante e da criança após o fechamento dos portões. Ambos terão que entrar na instituição de ensino no horário regular dos demais candidatos, nos dois domingos de aplicação das provas do Enem.

O Inep esclarece ainda que a participante lactante não poderá ter acesso à sala de provas acompanhada da criança. Da mesma forma que o acompanhante da participante e a criança não terão acesso à sala de provas. Todos eles deverão cumprir os procedimentos de segurança, como ser submetido à revista eletrônica por meio do uso do detector de metais.

O edital prevê que, durante a aplicação das provas, qualquer contato entre a participante lactante e o respectivo acompanhante deverá ser presenciado por um fiscal.

Emprego formal, estágio e jovem aprendiz: 3.963 oportunidades estão disponíveis no Estado do Rio esta semana

0
Foto: Reprodução

A segunda semana de julho começa com a oferta de 3.963 oportunidades de emprego formal, estágio e jovem aprendiz no Estado do Rio, captadas pela Secretaria de Trabalho e Renda. Por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine), são oferecidas 1.849 vagas com carteira assinada, distribuídas pelas regiões Metropolitana, Norte, Serrana e Médio Paraíba. Para quem está buscando estágio ou uma chance como jovem aprendiz, há 2.114 vagas, ofertadas pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e pela Fundação Mudes.

Os maiores salários, que variam de cinco a sete mínimos (R$ 7.060 a R$ 9.884), são oferecidos na Região Metropolitana, para as posições de marinheiro operador de máquinas, exclusivas para PcDs, e movimentador de máquinas (ampla concorrência), todas com regime de trabalho embarcado. Essas vagas exigem experiência anterior comprovada e certificados relativos às funções. Na mesma região, existem 100 oportunidades para motorista de ônibus, em Anchieta, 60 para babá, em Ipanema, Jardim Botânico, Leblon e Botafogo, 15 para gerente comercial, em Madureira, Méier e Vila da Penha. Todas as vagas têm remuneração de até R$ 4.236. As oportunidades destinadas a pessoas com deficiência somam 178, para diferentes funções e salários.

No Norte Fluminense, a equipe de captação de vagas da secretaria reuniu 144 oportunidades para a cidade de Macaé, como as de soldador, pintor e montador de andaimes, que exigem o Ensino Médio completo e experiência anterior.

Na Serra, as 203 ofertas de emprego estão distribuídas em diferentes bairros da cidade de Teresópolis. A remuneração média varia de um a dois salários mínimos, para funções como as de almoxarife, agente funerário e analista fiscal. Para quem não possui escolaridade, mas tem experiência, existem chances para ajudante de cozinha, ladrilheiro, serralheiro e pedreiro.

Já no Médio Paraíba, são oferecidas 145 oportunidades, como garçom, lavador de veículos, operador de empilhadeira e motorista de caminhão, com diferentes níveis de escolaridade e salários. Para quem tem experiência e habilitação como técnico em segurança do trabalho, há vagas em Barra Mansa, com salários de R$ 4.236.

De acordo com o Observatório do Trabalho da Secretaria de Trabalho e Renda do estado, a maioria (64%) das vagas captadas são do setor de Serviços e 36% do Comércio. Por nível de escolaridade, 47,4% pedem o Ensino Médio completo e 36,1% o Ensino Fundamental completo. A maior parte das vagas (80%) exige experiência. É importante manter cadastro e currículos atualizados no Sistema Nacional de Emprego, que analisa o perfil do candidato e a vaga cadastrada pelo empregador.

Para se inscrever ou atualizar o cadastro, é necessário ir a uma unidade do Sine com os documentos de identificação civil, carteira de trabalho, PIS/PASEP/NIT/NIS e CPF. O endereço das unidades e os detalhes de todas as vagas oferecidas podem ser encontrados no Painel Interativo de Vagas, disponível no site www.rj.gov.br/trabalho.

Uma parceria entre o Governo do Estado do Rio e as instituições Fundação Mudes e CIEE resultou na oferta de estágios para diferentes níveis de escolaridade, além de oportunidades para jovem aprendiz. A Fundação Mudes oferece 797 vagas de estágio nos níveis Superior, Médio e Técnico. Para se candidatar, basta acessar o portal www.mudes.org.br. Já o CIEE oferece 1.317 vagas de estágio para diferentes níveis de escolaridade e oportunidades para jovem aprendiz. Informações mais detalhadas podem ser obtidas em www.ciee.org.br.

Homem morre ao sofrer choque elétrico no Tribunal Superior do Trabalho

0
CBMDF/Divulgação
CBMDF/Divulgação

Na manhã desta terça-feira (9), um homem de 39 anos sofreu um choque elétrico e morreu enquanto realizava a manutenção de painéis de energia solar na cobertura da sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), localizada no Setor de Administração Federal Sul (SAFS), em Brasília (DF).

O incidente ocorreu por volta das 9h30, quando a vítima, um funcionário terceirizado do TST, estava trabalhando no topo do prédio. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado e encontrou o homem em parada cardiorrespiratória.

Os bombeiros iniciaram os protocolos de reanimação cardiopulmonar imediatamente, realizando os procedimentos por cerca de 50 minutos. No entanto, a vítima não resistiu aos ferimentos causados pela descarga elétrica.

Uma médica da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que prestava apoio à ocorrência, confirmou o óbito. O caso será investigado pela Polícia Civil (PCDF).

As circunstâncias do acidente ainda estão sendo apuradas pelas autoridades competentes. O incidente ressalta a importância das medidas de segurança em trabalhos que envolvem energia elétrica, especialmente em instalações de energia solar.

Fonte: Metrópole

Mulher desaparece após sair de casa para entrevista de emprego

0
Foto: Divulgação

A Polícia Civil investiga o desaparecimento de uma mulher de 21 anos que mora em Anchieta, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com a família, ela disse que estava indo para uma entrevista de emprego na Central do Brasil e desapareceu. Camille Vitória Monteiro foi vista pela última vez na sexta-feira (5).

Cerca de duas horas após sair, a jovem mandou uma mensagem para uma tia dizendo que tinha encontrado uma amiga e precisava resolver um assunto em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade. Desde então, os familiares ligam para o celular, mas o telefone permanece desligado.

A família conta que Camille trabalhava como garçonete em clubes de Anchieta. O funcionário de um deles esteve várias vezes na casa da família procurando pela jovem. Ela chegou a dizer para a avó que ele estava intermediando uma proposta de emprego.

Os parentes de Camille registraram o caso na 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e iniciaram uma campanha nas redes sociais.

No fim de semana, a família foi até o clube onde mora o homem que teria intermediado o contato de emprego. Os parentes foram acompanhados da polícia. No quarto dele, foram encontradas roupas íntimas femininas, preservativos e medicamentos. O funcionário teria desaparecido após a repercussão do caso.

A investigação foi transferida para a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).

Quem souber o paradeiro da jovem pode entrar em contato com o Disque Denúncia, pelo telefone (21) 2253-1177. O anonimato é garantido.

Fonte: G1

Homem morre ao sofrer choque elétrico no Tribunal Superior do Trabalho

0

Na manhã desta terça-feira (9), um homem de 39 anos sofreu um choque elétrico e morreu enquanto realizava a manutenção de painéis de energia solar na cobertura da sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), localizada no Setor de Administração Federal Sul (SAFS), em Brasília (DF).

O incidente ocorreu por volta das 9h30, quando a vítima, um funcionário terceirizado do TST, estava trabalhando no topo do prédio. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado e encontrou o homem em parada cardiorrespiratória.

Os bombeiros iniciaram os protocolos de reanimação cardiopulmonar imediatamente, realizando os procedimentos por cerca de 50 minutos. No entanto, a vítima não resistiu aos ferimentos causados pela descarga elétrica.

Uma médica da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que prestava apoio à ocorrência, confirmou o óbito. O caso será investigado pela Polícia Civil (PCDF).

As circunstâncias do acidente ainda estão sendo apuradas pelas autoridades competentes. O incidente ressalta a importância das medidas de segurança em trabalhos que envolvem energia elétrica, especialmente em instalações de energia solar.

Fonte: Metrópole

PF apreende R$ 360 mil na casa de alvo de operação contra desvio de verba de merenda

0
Foto: Divulgação

A Polícia Federal (PF) encontrou R$ 360 mil em espécie escondidos na casa de um servidor público da Secretaria Municipal de Belford Roxo, na manhã desta terça-feira (9), na Baixada Fluminense, durante uma ação contra desvio de merenda que prendeu o secretário da pasta, Denis de Souza Macedo.

Segundo a PF, pelos menos R$ 6 milhões foram desviados do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e embolsados pelos criminosos.

Os investigadores da PF estiveram na sede da Secretaria de Educação para apreender documentos e computadores.

Os policiais federais que atuam na Operação Fames descobriram um galpão sucateado da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Os agentes classificaram a cena como “descaso com o dinheiro público”.

No galpão de merenda, os policiais acharam mesas e cadeiras amontoadas, além de alimentos e outros insumos armazenados em meio aos objetos, em condições inadequadas.

Horas antes de ser alvo da PF, durante um evento político no bairro Xavantes — para lançamento de candidatos a vereadores em Belford Roxo —, o prefeito Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, do Republicanos, se referiu a Denis como o “melhor secretário de Educação de todos os tempos”. Em seguida, o secretário foi ovacionado pelos presentes.

O mandado de prisão contra Denis foi expedido 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Agentes também saíram para cumprir 21 mandados de busca e apreensão, “de forma a coletar mais elementos que possam estabelecer o montante total dos valores desviados”.

Denis foi preso em casa, em um condomínio de luxo no bairro da Luz, em Nova Iguaçu, também na Baixada Fluminense.

Na casa de outro alvo, um empresário, na Barra da Tijuca, policiais apreenderam 300 mil euros em espécie, o equivalente a R$ 1,8 milhão.

Fonte: G1

Sem provas, Rússia diz que armas ucranianas atingiram hospital infantil de Kiev

0

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Nesta terça-feira (9), a Rússia negou ter atacado um hospital infantil em Kiev e disse, sem apresentar provas, que o fogo antiaéreo ucraniano teria sido o responsável pelo bombardeio de segunda (8). A ofensiva aérea lançada sobre a capital e outras cidades da Ucrânia deixou ao menos 41 mortos, e foi a mais letal feita por Moscou em meses.

Questionado em entrevista coletiva, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, repetiu o discurso de que a Rússia não ataca civis.

“Estamos falando de um sistema antiaéreo em queda. Continuamos a insistir que não atacamos alvos civis. Os ataques são realizados contra instalações de infraestrutura crítica, contra alvos militares que estão de alguma forma relacionados ao potencial militar do regime.”

As autoridades ucranianas afirmam, no entanto, que o principal hospital infantil de Kiev foi atingido com um míssil de cruzeiro russo Kh-101, artefato que pode carregar uma ogiva explosiva de 450 kg. Segundo o serviço de segurança da Ucrânia, fragmentos da parte traseira do míssil foram recuperados no local, bem como parte do sistema de orientação.

“As conclusões dos especialistas são inequívocas -foi um ataque direto”, disse o serviço de segurança estatal da Ucrânia em comunicado no Telegram. Imagens do bombardeio mostram um míssil voando em uma trajetória íngreme, em alta velocidade, em direção ao terreno do hospital.

“A análise das imagens de vídeo e uma avaliação feita no local do incidente indicam uma alta probabilidade de que o hospital infantil tenha sofrido um impacto direto em vez de receber danos devido a um sistema de armas interceptado”, afirmou Danielle Bell, chefe da missão de monitoramento de direitos humanos da ONU na Ucrânia, em uma entrevista coletiva em Genebra nesta terça.

O papa Francisco reagiu, também nesta terça, aos ataques em Kiev e na Faixa de Gaza -onde uma ofensiva israelense contra uma escola que servia de abrigo deixou 16 mortos no sábado (6).

“O Santo Padre soube com grande tristeza das notícias sobre os ataques contra dois centros médicos em Kiev, incluindo o maior hospital infantil da Ucrânia, bem como contra uma escola em Gaza. O papa expressa sua profunda angústia pelo aumento da violência”, disse o Vaticano em um comunicado.

Após o ataque, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, afirmou que o país responderá aos bombardeios russos, cobrou posicionamento de aliados e pediu uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). 

O órgão atendeu ao requerimento após Reino Unido, França, Equador, Eslovênia e Estados Unidos o reforçarem, e se reunirá também nesta terça.

Ainda na segunda, o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou os ataques russos por meio de seu porta-voz, e afirmou que o bombardeio a hospitais é “particularmente chocante”. “Direcionar ataques contra civis é proibido pelo direito internacional humanitário. Tais ataques são inaceitáveis e devem cessar imediatamente”, disse.

O ministro italiano das Relações Exteriores, Antonio Tajani, manifestou apoio à Ucrânia em publicação no X. “Fico chocado com as imagens dos bombardeios em Kiev, que também atingiram um hospital infantil. Crimes de guerra devem ser condenados por toda a comunidade internacional”, escreveu.

Os bombardeios foram classificados pela França como “atos bárbaros”; pelo Reino Unido, como um “ataque atroz”; e pelo primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, como um ato odioso.

Ao todo, 27 pessoas foram mortas, incluindo três crianças, e 82 ficaram feridas em Kiev, somando a ofensiva principal e o bombardeio realizado duas horas depois, cujos destroços atingiram um segundo hospital da capital, de acordo com os serviços de emergência.

Em Krivii Rih, cidade localizada no centro do território onde nasceu o presidente Volodimir Zelenski, a ofensiva deixou 11 mortos e 68 feridos. No leste do país, os mísseis atingiram uma área industrial na cidade de Pokrovsk e mataram três pessoas, segundo o governador da região de Donetsk.

Leia Também: Ucrânia acusa Rússia de ataque que matou ao menos 36 e atingiu hospital infantil

Mulher de Gordon Ramsay recorda aborto: "Ainda sinto culpa"

0

Durante uma conversa no podcast ‘Postcards from Midlife’, com Lorraine Candy e Trish Halpin, Tana Ramsay, esposa de Gordon Ramsay, relembrou uma fase difícil que ainda a assombra.

Aos 49 anos, Tana sofreu um aborto espontâneo em 2016, quando estava grávida de 20 semanas. Esse evento aconteceu antes de ela e Gordon terem os filhos Oscar, de cinco anos, e Jesse, de oito meses.

Tana confessou que “ainda sente culpa” e que “sofre muito”, acrescentando que há dias em que está “bem”, mas nem sempre.

“Em alguns dias, por algum motivo, seja porque estou muito cansada ou porque algo me deixa nervosa, posso me sentir muito emotiva”, desabafou. “Nunca esperamos segurar um bebê sabendo que ele não vai durar mais do que uma hora. Isso é algo que nunca vou conseguir superar”, disse ela, citada pelo Daily Mail.

O casal tem cinco filhos: Megan, de 26 anos; os gêmeos Holly e Jack, de 24; Matilda, de 22; Oscar e Jesse. Rocky, o filho que perderam, teria oito anos hoje.

“Até o Oscar, agora ele fala sobre o Rocky, o irmão que está no céu ou a sua estrela. E ele diz coisas como: ‘Não gosto de ele estar lá. Por que ele não pode vir para cá?'”, contou Tana.

“Um dos momentos mais difíceis foi depois de ter tido o Oscar, ele tinha cerca de três semanas. Tive um dia em que me senti muito emocionada. Acho que me sentia culpada por estar tão feliz com o novo bebê”, recordou Tana.

Leia Também: Gordon Ramsay sofre acidente de bicicleta. Ferimentos são impressionantes

Famosos com o coração partido: histórias de amor não correspondido

0

Muitos de nós tivemos que superar nossos crushes em celebridades, mas as coisas são um pouco diferentes quando se trata de celebridades realmente sendo rejeitadas por outras celebridades. Sim, pessoas famosas são rejeitadas e algumas de maneiras bastante brutais também! As razões para a rejeição variam, mas algumas são realmente bastante estranhas. Teve até famosa que rejeitou o outro por não saber quem ele era – mesmo sendo famoso também!

Clique na galeria a seguir e descubra quem rejeitou quem e por quê!

Leia Também: Homenagem ou gafe? Famosos acusados de apropriação cultural

Mirassol e CRB encerram rodada por objetivos diferentes na Série B

0

No encerramento da 14ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, Mirassol e CRB se enfrentam por objetivos diferentes nesta terça-feira, às 21 horas, no estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol (SP).

Depois de ter conseguido entrar no G-4, o grupo de acesso à primeira divisão, pela primeira vez, o Mirassol empacou e está sem vencer há quatro partidas. A sequência fez o time do interior paulista cair para o nono lugar, com 19 pontos.

Para não perder o grupo de acesso de vista, o time comandado por Mozart aposta no fator casa, onde conquistou 16 dos 19 pontos. São cinco vitórias e um empate em seis partidas em seu estádio.

Do outro lado está um adversário que tem como primeiro objetivo escapar da zona do rebaixamento antes da virada do turno. Com duas partidas atrasadas devido sua participação na Copa do Nordeste, o CRB está na 17ª colocação, com 13 pontos.

Invicto há três partidas, o time do técnico Daniel Paulista vem de um empate com o Brusque, por 1 a 1, em casa, e busca a sua primeira vitória como visitante. Longe de Maceió (AL), o CRB tem dois empates e quatro derrotas.

Leia Também: Thiago Alcântara tem convite para ser auxiliar do Barcelona após anunciar aposentadoria

Carreta carregada de sucata tomba na BR-101 em Campos

0
Foto: Reprodução

Na manhã desta terça-feira (9), por volta das 8h22, a concessionária que administra a rodovia, a Arteris Fluminense foi acionada para atender a um tombamento de uma carreta no km 83 da BR-101, sentido Espírito Santo, próximo de Ibitioca, em Campos.

O veículo, que transportava sucata, causou interdição parcial no trecho em reta da pista da rodovia. O trânsito está fluindo com desvio sinalizado na área afetada.

O condutor da carreta foi atendido pela equipe médica da Arteris e não apresentou ferimentos, sendo liberado no local.

Filho do cantor Zé Vaqueiro morre aos 11 meses, bebê tinha síndrome rara

0
Zé Vaqueiro publica foto do filho com síndrome rara — Foto: Redes Sociais/Reprodução
Zé Vaqueiro publica foto do filho com síndrome rara — Foto: Redes Sociais/Reprodução

Arthur, filho do cantor Zé Vaqueiro com Ingra Soares, morreu aos 11 meses de idade. A informação foi confirmada pela equipe do artista nas redes sociais, na madrugada desta terça-feira (9).

bebê nasceu no fim de julho de 2023 e foi diagnosticado com uma malformação congênita decorrente da síndrome da trissomia do cromossomo 13 — também conhecida como síndrome de Patau.

Após o nascimento, Arthur ficou hospitalizado por quase dez meses, até que recebeu alta. No entanto, um dia depois de deixar o hospital, o menino sofreu uma parada cardíaca e voltou a ser internado.

“Deus sabe de todas as coisas, e decidiu que era hora do nosso Arthur se juntar a Ele e descansar. Agradecemos do fundo de nossos corações o amor e as orações que nosso menino recebeu enquanto estava entre nós”, publicaram Zé Vaqueiro e Ingra nas redes sociais.

Arthur era o filho caçula de Zé Vaqueiro. Ele e a esposa têm outros dois filhos: Daniel e Nicole.

Fonte: g1

Presidente do IBGE quer lei para garantir “soberania de dados” no país

0

O presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Márcio Pochmann, planeja para o final deste mês dar o primeiro passo para um projeto de lei que garanta a soberania dos dados no país. Na prática, ele quer criar o Sistema Nacional de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed), tanto para integrar cadastros dos mais variados setores (como saúde, educação e benefícios sociais), como também ter acesso e controlar informações que atualmente somente as gigantes de tecnologia possuem (conhecidas como big techs).

As discussões sobre o projeto devem ocorrer de 29 de julho a 2 de agosto, durante a Conferência Nacional dos Agentes, Produtores e Usuários de Dados. Em entrevista à Agência Brasil, Pochmann, que recebeu a equipe na sede do IBGE em Brasília, diz que espera que o sistema esteja implementado até 2026. Essa efetivação da proposta, segundo o economista, reduziria custos ao país, além de proporcionar possibilidades de mais planejamento tanto ao setor público quanto privado. Confira abaixo a entrevista.

Agência Brasil –  O senhor pretende que exista um sistema para garantir a soberania dos dados dos brasileiros? O que é isso?

Márcio Pochmann – Nós partimos do entendimento de que o Brasil vive a terceira dimensão da soberania. Há 200 anos, o tema da soberania era de natureza política. O Brasil era uma colônia e a independência nacional foi aquele procedimento que permitiu que as decisões passassem a ser tomadas internamente, feitas por brasileiros. 

Praticamente 100 anos depois, no início do século 20, emergiu a questão da soberania econômica. As decisões econômicas dependiam dos importadores dos produtos brasileiros. Nós não produzíamos para atender o mercado interno, mas sim para o mercado externo. Então, essa produção era determinada, em geral, pelas condições externas.

 Nesse início do século 21, a questão que emerge é justamente a soberania de dados, porque, na realidade, pela transformação digital, os nossos dados pessoais e também de empresas e instituições passaram a servir de modelo de negócio para um oligopólio mundial que controla esses dados pessoais, individuais e utiliza, de acordo com os seus interesses, que não são interesses necessariamente nacionais. 

O Brasil tem hoje uma diversidade de dados muito importante, mas são dados setoriais que não são cruzados. Há metodologias diferentes porque foram construídos com objetivos específicos. A ideia que nós estamos trabalhando é a de recolocar o tema da coordenação dos dados oficiais do Brasil interconectando esses diferentes bancos de dados, registros administrativos, que permitiria aos gestores públicos e à sociedade conhecer melhor a realidade a partir do território. Essa é a ideia do IBGE: voltar a ser o grande coordenador das informações estatísticas, dos dados oficiais. 

Agência Brasil – Integrar dados reduz custos também, certo?

Márcio Pochmann – Sim. Isso reduziria custos porque há uma fragmentação de bancos de dados, e daria agilidade para quem toma decisão, seja no setor público ou no setor privado. 

Ao mesmo tempo, com a construção dessa coordenação a gente teria o que denominamos como Sistema Nacional de Geociência, Estatísticas e Dados (o Singed). 

Seria, então, não apenas a integração dessas informações já existentes em bancos de dados oficiais, mas também informações a que hoje não temos acesso, que são as pessoais a partir das redes sociais.

Por isso, a gente entrou em contato com o sistema de telefonia brasileira, com o objetivo de fazer essa aproximação. O Brasil constituiria um sistema que teria essa gama de informações e dados que a era digital possibilita. 

Agência Brasil – De que forma pode ser gerado um projeto de lei?

Márcio Pochmann – Teremos agora, do dia 29 de julho a 2 de agosto, a Conferência Nacional dos Agentes, Produtores e Usuários de Dados. Ou seja, um encontro do IBGE com a comunidade acadêmica, científica e ofertante de dados públicos e privados, com a ideia de dialogar a respeito desse sistema.

Se a gente tiver sucesso nessa convergência, a ideia é que se possa oferecer ao Parlamento a possibilidade de ter um projeto de lei. 

Essa é a questão formal que precisamos buscar. Nós temos dialogado tanto com o Legislativo quanto com o Poder Executivo para ver a melhor maneira de que isso possa ser uma discussão dentro do próprio Parlamento. Esperamos que, no segundo semestre, possamos ter novidade nesse sentido. Uma vez concluída a conferência, a gente vai ver qual o melhor instrumento para trabalhar o projeto.

Agência Brasil – Outros países também estão caminhando nesse sentido?

Márcio Pochmann – A própria ONU também está nesse movimento. Eles têm também diversos bancos de dados. Tem o banco de dados do Banco Mundial, tem do FMI, tem da Unesco, Unicef. Eles têm que ter uma fragmentação. E isso pode ser integrado num banco de dados que permitiria o diálogo entre as diferentes informações.

Agência Brasil – O senhor entende que os países em desenvolvimento estão mais vulneráveis a esse oligopólio das grandes corporações?

Márcio Pochmann – Há um processo de subdesenvolvimento que decorre dessa efervescência que a era digital permite. O que acontece é que o IBGE leva dez anos para fazer um censo. Depois, leva um ou dois anos para posicionar todos os dados e disponibilizar, enquanto que hoje a política de privacidade das grandes big data, para se ter acesso às redes sociais, é preciso aceitar a política de privacidade. E aceitar significa dizer que os seus dados não lhe pertencem. 

Então são dados brutos de decisões que foram feitas em relação à escolha de um determinado aplicativo para se deslocar, as compras realizadas, as formas de pagamento, músicas que a pessoa ouve.

São dados brutos, mas que essas grandes corporações têm condições de trabalhar por meio de uma sofisticação de algoritmos ou mesmo inteligência artificial. A partir desse processamento, transforma-se em um modelo de negócio. 

Mas o que eu entendo, na verdade, em relação às informações, é que o IBGE faz um censo (a cada dez anos), enquanto que as big techs fazem um censo diário.

Agência Brasil – E são empresas que não estão aqui no Brasil.

Márcio Pochmann – Essas grandes corporações praticamente não têm os seus bancos de dados no Brasil. Elas praticamente não empregam ninguém, não pagam tributos. Ao mesmo tempo, esses dados brutos depois voltam na forma de um modelo de negócios, de alta lucratividade. 

Das dez maiores empresas que operam na Bolsa de Valores dos Estados Unidos, sete são essas de tecnologia. Há maior regulação em geral nos países do Hemisfério Norte. No Sul Global, ainda estão faltando iniciativas nesse sentido. Isso é, inclusive, algo que a gente tem discutido no âmbito do Brics (parceria entre economias emergentes do mundo, da qual o Brasil faz parte), uma proposta de organização em bases mais civilizadas.

Agência Brasil – Quais são, na sua avaliação, os dados em que estamos mais vulneráveis e que essas empresas têm acesso?

Márcio Pochmann – Para começar, a cada dia, essas empresas têm uma espécie de censo do país. Elas têm todos que usaram internet, as decisões de compras que fizeram, para onde viajaram, ou seja, informações absolutamente necessárias para quem quer fazer planejamento. 

Por exemplo, agora, durante a tragédia no Rio Grande do Sul, quantas pessoas foram atingidas, o que elas fizeram e como se deslocaram? É possível saber isso pelo movimento do celular. 

É um prejuízo para o país porque não dispõe dessas informações que permitiriam atuar de forma mais rápida diante de circunstâncias pelas quais ainda operamos de forma analógica e não digital. 

Por outro lado, a questão que se coloca é que você tem hoje empresas estrangeiras sabendo mais do país do que os próprios governantes. Essas empresas têm interesses econômicos. Essa questão da soberania é fundamental. Eu diria assim, do ponto de vista da autonomia, de quem governa o país.

Agência Brasil – Pelo sistema prever algum tipo de controle também, o projeto não pode ser criticado em relação a isso?

Márcio Pochmann –  No nosso caso, o que a gente tem a dizer é que o IBGE opera com a Lei de Sigilo. Nós vamos às casas dos brasileiros, a 90 milhões de residências e ninguém tem acesso às informações nomeadas.

O acesso que pretendemos ter é desnomeado. Não será possível identificar quem são as pessoas que estão usando o celular, por exemplo. 

Essa é uma regra básica para poder trabalhar as informações do ponto de vista estatístico. A ideia do controle é muito mais, na verdade, do entendimento da sustentação democrática. O que acontece é que o uso do algoritmo foi comprovado em situações anteriores, inclusive no uso eleitoral.

Agência Brasil – Os dados podem ter benefícios para o sistema público e privado também, correto?

Márcio Pochmann – Veja um caso simples: os estrangeiros vêm para o Brasil acompanhando pelos chips do telefone. É possível saber onde embarcaram e para que cidades vão. Tudo isso, do ponto de vista da organização de uma política de turismo, é muito mais eficiente nesse sentido. 

Você acompanhar também o deslocamento das pessoas: em que velocidade, em que quantidade, quais os horários. São informações que, obviamente, para quem está à frente de tomar decisão, podem ser absolutamente fundamentais, seja no setor público, seja no privado.

Onde é que vai localizar uma loja? Onde tem fluxo de pessoas? São informações que, para o setor privado, certamente ajudariam em relação às atitudes a tomar. Isso não significa expor pessoas porque há o sigilo estatístico.

Agência Brasil – E esse sistema ficaria sob coordenação do IBGE?

Márcio Pochmann – Isso.  É a instituição que tem credibilidade que vai à casa das pessoas. As pessoas informam porque acreditam que aquelas informações não serão publicizadas. 

A gente não tem a mesma segurança com essas empresas privadas. Há casos já divulgados no Brasil de uma rede que oferece um produto mais barato e o cidadão tem que dar o CPF. Depois, teria havido a venda desses cadastros. Não é o caso do IBGE. Não temos nenhuma denúncia nesse sentido.

Agência Brasil – O senhor entende que estamos em prejuízo financeiro para o nosso país em relação a isso?

Márcio Pochmann  – Sim, porque tem uma transferência de valores, a gente paga royalties. No caso da coordenação desse novo sistema nacional de geociência, seriam reduzidos custos porque você tem hoje uma diversidade de bancos de dados, inclusive empresas privadas que operam esse sistema. O que estamos pretendendo é algo que permitiria uma redução de custos considerável.

Agência Brasil – O senhor tem ideia de quanto tempo será preciso para implementação desse sistema?

Márcio Pochmann – Esperamos ter o sistema em 2026, quando o IBGE completará 90 anos.

Leia Também: Pesquisa na UFF desenvolve IA capaz de detectar notícias falsas

 

Corinthians avança em negociações com o técnico Ramón Díaz

0

O Corinthians está cada vez mais perto de ter um novo treinador. O time do Parque São Jorge avançou nas negociações com o técnico argentino Ramón Díaz nesta segunda-feira. Existe a expectativa de que profissional de 64 anos assine com o clube em breve e o anúncio deve ocorrer antes da partida com o Vasco, na quarta-feira, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.

As conversas entre o Corinthians e Ramón Díaz avançaram após o clube paulista se envolver em uma novela pela contratação de Fábio Carille. Atualmente no Santos, o treinador era o “Plano A” da diretoria corintiana, mas a necessidade do pagamento da multa rescisória de R$ 2,5 milhões e a intervenção do presidente santista Marcelo Teixeira fizeram o técnico permanecer na Baixada Santista.

Ramón Díaz está livre no mercado desde o fim de abril, quando foi demitido pelo Vasco após a goleada por 4 a 0 sofrida para o Criciúma, em São Januário. Apesar da saída, o time carioca estudava um eventual retorno do treinador argentino, mas as conversas não foram para frente. A equipe cruzmaltina está sendo treinada pelo interino Rafael Paiva.

O argentino foi o responsável por salvar os cariocas do rebaixamento em 2023, situação parecida com a que vive o Corinthians no Brasileirão. O time paulista é abre a zona de rebaixamento, na 17ª colocação, com 12 pontos. A equipe venceu apenas duas vezes na competição e vem de um 3 a 0 fora de casa para o Cruzeiro.

Além do Vasco, Ramón Díaz acumula passagem pelo Botafogo. O treinador foi contratado pelo alvinegro carioca em 2020 também na tentativa de salvar o clube da degola. Ele não chegou a ficar à beira do campo por cauda de um problema de saúde, sendo representado pelo filho e auxiliar Emiliano Díaz, e foi demitido antes de estrear. Ele também treinou times importantes da Arábia Saudita, como Al-Nassr, Al-Hilal e Al-Ittihad, além de Libertad, San Lorenzo e a seleção do Paraguai.

Ramón Díaz tem história atrelada ao River Plate, clube em que é ídolo desde os tempos de jogador. Como treinador, é multicampeão pela equipe argentina, incluindo o título da Copa Libertadores de 1996.

Leia Também: Carille diz que Santos tem lista de reforços definida para a Série B: ‘Até cinco jogadores’

Caminhão capota e pega fogo em São Fidélis

0
Foto: Reprodução

Na madrugada desta terça-feira (09), um caminhoneiro de 41 anos sobreviveu a um grave acidente em São Fidélis. O caminhão que ele conduzia saiu da pista, capotou em uma ribanceira e pegou fogo na cabeceira da ponte da localidade de Dois Rios.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e rapidamente socorreu o caminhoneiro, que foi encaminhado ao Hospital Armando Vidal. Segundo informações, ele já recebeu alta.

O caminhão transportava uma carga de argamassa. A Polícia Rodoviária Estadual foi chamada para registrar a ocorrência.

 

*Matéria com informações do site SFNOTICIAS*

Frente fria derruba temperaturas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste

0
Pedestre agasalhada enfrenta o frio. — Foto: BRUNO ESCOLASTICO/E.FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
Pedestre agasalhada enfrenta o frio. — Foto: BRUNO ESCOLASTICO/E.FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

A frente fria que chegou ao país no final de semana deve derrubar as temperaturas nos estados do Centro-Sul nesta terça-feira (9).

A previsão do tempo indica uma queda significativa nas temperaturas em todos os estados da região Sul e em partes do Sudeste e Centro-Oeste, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e trechos de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e até o sul de Mato Grosso.

Uma mudança mais expressiva deve vir somente na quinta-feira (11) em São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

No entanto, na sexta-feira (12), as temperaturas voltarão a cair, e o próximo fim de semana também será gelado por causa da influência de uma nova frente fria.

Chuva forte

Além do frio, essa frente fria deve trazer condições de bastante nebulosidade para diversos estados. Com o reforço da baixa pressão, é provável que chova forte no norte de Santa Catarina, em partes do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Também pode chover bastante no litoral paulista e paranaense, incluindo Santos e Paranaguá, assim como em Joinville, em Santa Catarina, e Dourados, no Mato Grosso do Sul. Uma chuva pode ajudar no combate às queimadas.

Já em outras áreas de Mato Grosso e Goiás, o tempo ficará estável e a chuva deve ser isolada no sul de Minas Gerais e em partes do Rio de Janeiro, Espírito Santo até Rio Grande do Norte, e do Acre até o litoral do Ceará.

Fonte: g1

Escolas criam estratégias para tentar tirar os alunos do celular

0

(FOLHAPRESS) – Escolas particulares têm quebrado a cabeça bolando estratégias para tentar tirar as crianças e os jovens do celular. Entre as tentativas de colégios de São Paulo estão projetos culturais nos intervalos, como apresentações de músicas, e campeonatos esportivos. Além disso, inspetores circulam por corredores e pátios incentivando alunos que não saem dos smartphones a participarem das atividades.

Alguns desses colégios acreditam que, com essas estratégias e com um trabalho de conscientização, não haja necessidade de proibir o uso do celular, como vem acontecendo em várias escolas do Brasil, do Canadá, dos EUA e de países da Europa. Já outros admitem que, mesmo com projetos assim, não tem sido fácil lidar com o vício de crianças e adolescentes nos smartphones e já cogitam aderir ao banimento.

No colégio Rio Branco, há nos intervalos atividades de música, poesia e jogos. “Também deixamos disponíveis, por exemplo, violão e livros, mas os jovens têm dificuldade de olhar para essas coisas”, diz a diretora, Esther Carvalho.

“Não adianta a gente achar que eles vão deixar o celular para ler um livro porque não estão habituados. Fora do horário regular das aulas, quando os alunos ficam na escola para outras atividades, é muito difícil que se desconectem. O ônus de liberar o celular na escola tem sido grande.”

Esther é pesquisadora da tecnologia aplicada à educação, mestre e doutoranda da PUC-SP, e tem visitado países que são referência em processos educacionais, como Finlândia, Suécia e Irlanda, a fim de conhecer as melhores práticas de ensino.

Ela lembra que, originalmente, o smartphone foi visto como um recurso para uso pedagógico de muita potência.

“Mas a vida mudou, especialmente após a pandemia, e as escolas se depararam com um nível preocupante de uso do celular que, entre outros prejuízos, deixa o foco comprometido”, diz.

“Um dia, vi alunos usando o celular para entrevistar pessoas e fazer um trabalho, e isso é uma beleza, não gostaríamos de perder isso. Mas temos que pensar em outros dispositivos, porque 80% do uso do celular acaba sendo fora do pedagógico, do que faz sentido para a escola.”

A diretora conta que muitas famílias querem a proibição do celular na escola e que, em reuniões, o assunto tem sido discutido. Um dos encontros teve como tema o best-seller “A Geração Ansiosa”, do psicólogo Jonathan Haidt, que trata do colapso da saúde mental entre crianças e jovens no mundo em razão do uso dos smartphones. Ele defende que as crianças e adolescentes não tenham smartphones até os 14 anos, e que as escolas sejam ambientes livres de celulares.

Esther acha “o termo banimento pesado”, mas admite que “a regra de utilizar o celular apenas para o uso pedagógico não tem sido suficiente” e que “deixar para a criança e o jovem decidirem se vão usar o celular na escola é muita responsabilidade diante do apego que todos temos à tecnologia”.

Para ela, seria preciso repensar inclusive a utilização do celular pelos professores e funcionários. “Precisamos dar o exemplo, e não basta a escola proibir, é preciso formar uma rede com as famílias. Mas, sim, temos que tomar medidas. Do jeito que está não dá para continuar.”

No colégio Visconde de Porto Seguro, o projeto para tirar os estudantes do celular se chama Porto Disconnect. Nos intervalos, há jogos de vôlei, basquete, futebol, de futmesa (algo como o tênis de mesa, mas com bola de futebol), além de jogos de tabuleiro.

“Temos funcionários que ficam no intervalo incentivando os alunos a deixarem o celular no armário e a participarem das atividades”, conta Joice Leite, diretora de educação digital. “O mantra do Disconnect é deixar o celular.”

Além disso, as salas de aula são trancadas no recreio, para que os alunos não possam ficar lá usando o celular. E, nos corredores, inspetores passam tentando convencer os grupos que estão nos smartphones a participarem das atividades presenciais.

Outra decisão da escola foi a de não colocar o celular como ferramenta pedagógica. “Essa é nossa primeira regra, entendendo tudo o que envolve o uso dos smartphones por crianças e jovens. Para a tecnologia na educação, há computadores. A formação dos professor parte da ideia de que celular não é instrumento de aprendizagem.”

Já no Bandeirantes, os celulares são usados para atividades em sala de aula. Segundo a diretora pedagógica do colégio, Mayra Ivanoff, o tablet é que é o material pedagógico obrigatório, desde o 5º ano, mas muitos estudantes preferem utilizar o smartphone.

“O celular tem elementos que distraem a atenção? Sim, mas até o computador tem. Faz parte da estratégia da aula envolver os alunos no aprendizado”, afirma a diretora.

“Claro que a gente se preocupa com os alunos que ficam muito no celular e tenta desenvolver estratégias para tirá-los do aparelho”, diz. Entre essas estratégias, segundo ela, estão musicais, práticas de ioga e jogos esportivos nos intervalos.

“Além disso, as equipes de ajuda do Band, que são formadas pelos próprios alunos com apoio da escola, estão treinadas para observar se há estudantes isolados, que ficam só no celular, e para buscar ajuda nesses casos”, conta.

“Sabemos que os celulares são feitos para viciar, mas acreditamos que é mais importante dar opções de atividades para combater esse vício do que simplesmente proibir o uso”, defende.

No Vera Cruz, o debate sobre o banimento está intenso, embora o colégio também invista em projetos para que os alunos se desconectem do celular. Entre as atividades nos intervalos, há musicais, exposições, campeonatos esportivos organizados pelos professores de educação física e a saída para uma praça em frente à escola.

“Mesmo com tudo isso, temos um ou outro aluno que estão em um processo mais complicado de vício e ficam sozinhos com o celular. A gente intervém, puxa amigos para conversas, mas temos uns 20% que ficam no celular, e isso nos preocupa”, afirma o coordenador do fundamental 2 (6º a 9º ano), Daniel Helene.

Segundo ele, 93% dos estudantes dessas séries têm smartphones. No 6º ano, quando eles têm por volta de 11 anos, já são 79%.

No começo do ano, a diretoria recebeu um carta com mais de 800 assinaturas de pais pedindo pela proibição. “A nossa posição é nunca fazer os processos à revelia dos alunos. Para chegarmos a uma decisão sobre o banimento, precisamos construir esse caminho com os estudantes”, afirmou o coordenador. “Mas eu acho que é muito possível, sim, que a gente caminhe para proibir o celular.”

O colégio, neste ano, vetou os celulares nas viagens de estudo. “Eles ficaram cinco dias sem o celular. Alguns nos agradeceram pela oportunidade de vivenciar a viagem de um jeito diferente”, conta. “Outros reclamaram e alguns burlaram a regra. E houve famílias que se engajaram para que eles burlassem.”

No mês passado, o colégio convidou a deputada estadual Marina Helou (Rede) para debater com alunos, pais e professores o seu projeto de lei para o banimento dos celulares no ambiente escolar. O coordenador disse achar interessante a proposta, porque “uma legislação pode nos ajudar a tomar decisões e medidas”.

Daniel pondera que o banimento “não pode negligenciar o direito que os alunos têm de aprender sobre o uso consciente do celular”. “Não se pode confundir, achar que não devemos falar disso. Temos que formar os alunos para o uso das telas”, afirmou.

Ele também lembra que o banimento na escola “não significa resolver integralmente o problema, porque eles utilizam o celular em casa e precisam da supervisão dos pais”.

Por fim, ressalta que “o correto seria regular as big techs”. “Com o forte lobby das big techs contra a regulação, a gente talvez tenha que passar por esse tipo de solução, como proibir o celular nas escolas”, afirma. “Que isso seja só uma etapa. Não podemos perder de vista que a regulação das big techs é luta que precisamos travar.”

Leia Também: Pesquisa na UFF desenvolve IA capaz de detectar notícias falsas

 

Quem é Sydney Sweeney, atriz que vem se tornando a nova namoradinha de Hollywood

0

(FOLHAPRESS) – Após se destacar em “Euphoria” e faturar na comédia romântica “Todos Menos Você”, Sydney Sweeney, 26, se tornou uma das mais novas namoradinhas de Hollywood. Do drama ao terror, passando por comédia e suspense, a atriz parece estar em (quase) todas.

Mas como ela chegou até esse nível de prestígio na meca do cinema? Nascida em Spokane, no estado americano de Washington, mas criada em Idaho, Sydney não vem de uma família de artistas. Sua mãe, Lisa, é uma ex-advogada criminal, enquanto seu pai, Steven, trabalha no setor hoteleiro. Ela é a irmã mais velha de Trent.

Ainda criança, a atriz deixou claro aos pais o interesse pela atuação e fez uma apresentação em slides com os motivos para eles a deixarem seguir a carreira artística. Segundo disse em uma entrevista à revista americana Variety, o primeiro teste que fez foi aos 12 anos.

“Meus pais me apoiaram muito. Eu ia a 5, 10 audições por semana e não recebia uma única ligação de retorno. Eu senti a responsabilidade de mostrar a eles que valeu a pena”, contou.

O primeiro papel de destaque de Sydney foi na série “Everything Sucks” (2018), da Netflix. Depois, ela atuou na segunda temporada de “The Handmaid’s Tale”, na série “Objetos Cortantes”, ao lado de Amy Adams, e na primeira temporada de “The White Lotus”.

Mas é mesmo a partir de “Euphoria” que sua carreira começa a mudar de patamar. Na série, ela dá vida à desesperada Cassie Howard (é na pele da personagem que ela protagonizou a conhecida cena de vômito na piscina, enquanto grita aos prantos). E, de lá para cá, ela aparece com cada vez mais frequência em produções de peso.

PRODUTORA

Em 2020, Sydney fundou a própria produtora, a Fifty-Fifty Films, pela qual levou às telas a comédia romântica “Todos Menos Você”, em 2023. No filme, ela foi Bea, interesse amoroso de Ben (Glen Powell). Porém, antes mesmo de estrear, os intérpretes se tornaram notícia pelos boatos de um possível envolvimento fora das câmeras.

Vídeos dos dois bem próximos em eventos por aí, trocando olhares acompanhados de risinhos e mãozinhas na cintura, foram o suficiente para agitar os fãs. Durante a produção, o ator terminou o relacionamento de três anos com a modelo Gigi Paris, o que contribuiu ainda mais para o frisson do público.

Depois do lançamento, a atriz negou os rumores, mas admitiu que eles foram bons para o sucesso da produção, que arrecadou cerca de US$ 200 milhões no mundo todo (cerca de R$ 1,9 bilhão), segundo a Variety. “As duas coisas que você tem que vender em uma comédia romântica são diversão e química. Sydney e eu nos divertimos muito juntos, e temos muita química sem esforço”, justificou Powell em uma entrevista.

Foi nesse filme também que a artista atuou pela primeira vez como produtora executiva –ao lado de seu noivo, Jonathan Davino, que foi o produtor executivo. Os dois começaram a namorar em 2018.

Depois, ela foi vista em “Madame Teia”, filme baseado em uma história de quadrinhos derivada do Homem-Aranha. Em seguida, foi a vez do terror “Imaculada”, no qual Sydney interpreta uma freira que vive em um convento no interior da Itália que engravida mesmo sendo virgem (o roteiro deste último estava esquecido na indústria fazia anos).

CRÍTICAS

Mesmo não aparentando destoar muito do padrão de beleza hollywoodiano, a atriz diz sofrer críticas pela aparência. Tem quem a sexualize pelos seus fartos seios (“desculpe por ter ótimos peitos”, alertou ela certa vez com uma camiseta bem-humorada) e tem quem ouse defini-la como feia.

Ela já chegou a chorar em uma live ao falar sobre os comentários. “Acho muito importante que as pessoas vejam como as palavras afetam as pessoas. As pessoas precisam ser mais legais nas redes sociais, porque isso é realmente doentio.”

Outra controvérsia relacionada à atriz ocorreu em 2022, durante a festa de aniversário de 60 anos de sua mãe. Chapéus usados pelos convidados com a escrita “make sixty great again” faziam alusão ao slogan de Donald Trump e, em uma das fotos, aparecia um homem usava uma camiseta do movimento Blue Lives Matter, que defende tratar a morte de policiais como crime de ódio e foi criado em resposta ao Black Lives Matter.

“Pessoal, isso é uma loucura. Uma comemoração inocente se transformou em uma declaração política absurda, o que não era a intenção. Por favor, parem de fazer suposições”, pediu ela no X (antigo Twitter).

Leia Também: Jenna Dewan celebra nova fase com a chegada do terceiro filho; veja

Vini Jr. quebra silêncio após eliminação do Brasil na Copa América: ‘Voltaremos ao topo’

0

O atacante Vinícius Júnior quebrou o silêncio após a amarga eliminação da seleção brasileira na Copa América e comentou sobre a inesperada queda na fase de quartas de final do torneio de seleções na disputa de pênaltis para o Uruguai.

Em meio às lamentações de ficar pelo caminho na busca por um título com a camisa amarela, o jogador fez uma mea-culpa por sua ausência no duelo com os uruguaios, já que estava suspenso.

“Fim de Copa América e hora de refletir, saber lidar com a derrota. O sentimento de frustração toma conta outra vez. Novamente nos pênaltis. Falhei ao tomar dois cartões evitáveis. Novamente assisti à eliminação do lado de fora. Mas dessa vez foi por minha culpa. Peço desculpas por isso”, lamentou em suas redes sociais.

Em tom resignado, o camisa sete disse estar ciente das suas responsabilidades como um dos principais nomes do elenco e afirmou que o episódio serviu como aprendizado. “Sei ouvir críticas e, as mais duras, acreditem, vêm de dentro de casa”, diz outra parte da postagem.

No entanto, apesar da tristeza evidente pela queda precoce, o jogador revelado pelo Flamengo encerrou sua mensagem com um tom de otimismo e esperança em relação ao futuro da seleção brasileira.

“Minha trajetória na seleção, felizmente, está só começando. Ao lado dos meus companheiros terei a chance de recolocar nossa “Seleção” no lugar que merece. Em letras maiúsculas, ele enfatizou a volta por cima do time nacional. “NÓS VOLTAREMOS AO TOPO!EU AMO VOCÊS E VAMOS JUNTOS!.

Leia Também: Dorival diz que ‘nunca entra na roda’ e defende postura antes de pênaltis na Copa América