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Livia Andrade se irrita com o SBT e critica Fofocalizando

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ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – No elenco do Domingão com Huck, da Globo, desde 2022, a apresentadora Lívia Andrade reclamou publicamente de sua antiga emissora, o SBT, e o Fofocalizando, programa que fez parte entre 2017 e 2020, na madrugada deste sábado (29).

O incomodo de Lívia surgiu devido a uma notícia dada pelo programa sobre um procedimento que fez durante a semana, chamada de “inteligência vaginal”, que fez para melhorar sua saúde íntima devido a preocupações com o histórico familiar de câncer.

O Fofocalizando falou sobre a situação e tratou como algo menos sério do que parecia. Livia, irritada, criticou o programa que ela própria trabalhou publicamente e disse que Silvio Santos faz falta no dia a dia do SBT.

“Eu não fiz cirurgia íntima! Me dediquei com anos com muito carinho, profissionalismo e dedicação a esse programa, e hoje eles não têm nenhum pingo de consideração. O que esperar, né? Silvio, você faz muita falta mesmo. Tudo está perdido. Além da audiência, perderam o respeito também”, afirma.

Lívia Andrade também mandou um recado específico para Gaby Cabrini, uma das apresentadoras do programa. A apresentadora se irritou especialmente com a fala de Cabrini sobre ela ter feito harmonização em local íntimo.

“O que eu fiz foi uma vídeo-histeroscopia cirúrgica para retirada de um mioma e pólipos. Vocês como jornalistas deveriam saber disso. Muitas mulheres sofrem com isso. Isso é um problema de saúde e não um procedimento estético”, afirmou.

Tereza Seiblitz diz que fama a assustou nos anos 1990 e que gosta de ser ‘invisível’ às vezes

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LEONARDO VOLPATO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Nos anos 1990, só dava Tereza Seiblitz. A atriz, à época na faixa dos 30 anos, emendou dois dos maiores sucessos na Globo: fez Joana, em “Renascer” (1993), e a cigana Dara, em “Explode Coração” (1995). Foi Bom? Foi. Mas Tereza não esconde que a fama em tão larga escala a deixou um pouco assustada.

“A gente lida com a fama quando escolhe essa área, mas confesso que naquele tempo, eu não sabia direito o que era. Tinha em casa uma mãe professora e um pai médico. E, de repente, o susto de você estar no liquidificador da casa das pessoas”, diz ela à reportagem.

A artista completa 60 anos neste sábado (29), e tem um motivo a mais para comemorar: ela vai interpretar um papel fixo numa novela do canal após mais de 20 anos afastada. O último foi em “Malhação” (2002). Em “Volta por Cima”, próxima trama das 19h como nome que vem bem a calhar, Tereza será Doralice, uma costureira que sofre com a saúde frágil.

O retorno acontece após alguns anos longe do audiovisual, período em que pôde ficar ‘invisível’ e preferiu trocar os holofotes televisivos pelos palcos e pela vida em família. “Foi importante para me tornar a mãe que fui e que continuo sendo. Não existia celular, WhatsApp, Instagram. Eu tinha de ser presente.”
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PERGUNTA – Você comemora 60 anos neste sábado (29). Que balanço faz?
TEREZA SEIBLITZ – Não penso nisso, sou uma pessoa que não marca tempo desde criança. A vida, para mim, é todo dia, de gestos e esforços diários. Não penso nesses marcos, no passar das décadas e dos anos.

P – Atualmente, você pode ser vista em ‘Justiça 2’ (Globoplay). Já se sentiu injustiçada?
TS – Ali na série são histórias e já faz um ano que gravamos. Quando penso em justiça não penso em mim, mas, por exemplo, nas populações ribeirinhas retiradas de suas casas, na subsistência, no planeta perdendo qualidade de vida. Tenho me movido nessas direções.

P – A Globo exibe o remake de ‘Renascer’, 30 anos após você atuar como Joana. Tem gostado?
TS – Acho lindo a personagem sendo refeita agora [pela atriz Alice Carvalho]. Percebo um jeito diferente de conduzir, uma linguagem diferente e isso é bom. Não teria sentido fazer da mesma forma como já foi feito.

P – Considera que seu grande momento tenha sido na pele da cigana Dara em “Explode Coração” (1995)?
TS – Sou sortuda por ter feito novelas tão fortes. A cigana Dara me traz coisas boas, mesmo 28 anos depois. Esse ano, fui a uma festa de 40 anos de um grupo de ciganos e o carinho deles por mim foi muito grande. De pessoas que vivem a dança e a cultura, que assistiram à novela. Muitos vieram falar comigo de forma especial.

P – O que essas pessoas te falaram?
TS – Eram meninas que tinham cabelo enrolado como o meu e viram uma protagonista de cabelo assim naquela época, o que era difícil. Se sentiam representadas por mim. Eu era uma criança que queria ter cabelo liso, pois não tinha ninguém de referência com cabelo enrolado, então é bonito ver isso. Gratificante fazer personagem que liberta as pessoas, a vontade delas de dançar.

P – Era a primeira novela do ator Ricardo Macchi. A atuação dele como cigano Igor ficou marcada de forma pejorativa. Isso te chateia?
TS – Não sei como responder. Todo mundo ajudava ele, todo o elenco, mas… Não me chateia, mas é uma pena que falem isso.

P – Nos anos 1990 e 2000 você fez muita na TV. Sente falta?
TS – Sou uma mulher que anda para frente. Não penso no sucesso, vivo o presente e o que me interessa são os personagens bons, não importa em qual plataforma. Depois da Dara, fiquei seis meses na França fazendo teatro, me formei em mímica, entrei na maternidade. Não foquei no fato de estar fora das novelas, mas no que eu ainda queria realizar. Sou movida assim, não olho para trás.

P – Como lidou com a fama naquela época?
TS – A gente lida com a fama quando escolhe essa área, mas confesso que naquele tempo, eu não sabia direito o que era fama. Tinha em casa uma mãe professora e um pai médico, ninguém famoso. E, de repente, tem aquele o susto de você ser reconhecida aonde quer que vá.

P – Já teve problemas por ser famosa?
TS – A fama pode ser super invasiva. Meu pai estava para operar uma safena e uma pessoa no hospital me pedia autógrafo. E eu a entendo, eu era importante para ela na ocasião. Fui aprendendo. Agora, acho interessante que às vezes consigo ficar invisível durante minha vida. Anos atrás, fui entrar na ala das baianas da Mangueira e a chefe dessa ala não me reconheceu de cara e achei isso incrível.

P – É bom poder circular como uma pessoa ‘comum’, não?
TS – É o princípio básico do ator, mudar, ficar invisível, por vezes desaparecer. De alguma maneira, eu consigo ir à feira, à praia. A fama é uma coisa para você lidar. Nos meus momentos de recolhimento, tinha horas que não queria ouvir ninguém me chamar de Dara.

P – Imagino que esta pausa tenha tido um lado positivo para você.
TS – Sim, foi muito importante para me tornar a mãe que eu fui e que continuo sendo. Não existia celular, WhatsApp, Instagram. Eu tinha de ser presente. Como fui feliz na maternidade das crianças, no puerpério, porque não tinha essa demanda toda de trabalho e pude me dedicar a eles. A mãe estar presente, ouvindo, criando com prazer, é fundamental. O trabalho no teatro é um pouco mais contínuo nessa energia. Com TV o nível de exposição e expansão é muito grande. Deu para ter uma vida mais orgânica. O mais novo está com 18 anos (Juliano). [Além dele, Tereza tem Vittório, 23, e Manuela, 25]

P – Como tem sido a preparação para a próxima novela das 19h, ‘Volta por Cima’?
TS – Tenho tido essa preparação com workshops com costureiras, e olha que sou péssima em trabalhos manuais. Mas tenho achado incrível esse trabalho especial e delicado da personagem, que é uma costureira. Metade da renda dela vem dessa forma. É a Doralice, uma mulher que tem uma doença no coração e algumas fragilidades.

P – O que mais você pode falar sobre a personagem?
TS – Ela tem um irmão vivido pelo Milhem Cortaz que é o esteio dela. É casada com um motorista de ônibus e tem uma filha batalhadora que teve de parar os estudos para vender as roupas que ela faz em casa. É uma família bem brasileira, bem carioca. Tudo é retratado num universo localizado em Madureira (Zona Norte do Rio).

Klara Castanho volta às novelas da Globo após nove anos e fará próxima trama das seis

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GABRIEL VAQUER
ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – Fora das novelas da Globo desde “Além do Tempo” (2015), a atriz Klara Castanho está de volta para as produções da emissora após nove anos. Klara está confirmada em “A Garota do Momento”, próxima novela das seis.

Klara já tem papel definido. Ela será melhor amiga da vilã da produção, que será realizada por Maisa Silva em sua estreia na Globo. Curiosamente, elas irão repetir uma parceria que já existe na série da Netflix “De Volta aos 15”, que terá sua temporada final lançada neste ano.

A atriz vinha se reaproximando da Globo nos últimos tempos e sempre falava do desejo de voltar a fazer novela. Ela participa da atual temporada da Dança dos Famosos, dentro do Domingão com Huck, nas tardes de domingo da emissora.

Klara estreou na TV aberta em 2008, na novela “Revelação” do SBT, como Daniela, uma menina humorada que constantemente fazia os pais passarem vergonha por não ter modos e viver suja. Em 2009, ganhou destaque em “Viver a Vida”, onde viveu a primeira vilã-mirim da história das novelas da Globo, Rafaela, filha de Dora (Giovanna Antonelli).

Em 2011 interpretou a esperta caipira Tonica, filha de Abner (Marcos Pasquim) na telenovela “Morde & Assopra”. Em 2012 interpretou Clara, uma jovem menina que vê espíritos e comunica-se com eles em “Amor Eterno Amor”, trama das seis da Globo.

Em 2013, fez Paulinha, uma das personagens centrais de “Amor à Vida”, a filha perdida da protagonista Paloma (Paolla Oliveira). Em 2015, fez sua última novela, em “Além do Tempo”, interpretando a personagem Alice Ventura.

“A Garota do Momento” é escrita por Alessandra Poggi, a mesma autora de “Além do Tempo” (2022), um sucesso na faixa das seis. O elenco será encabeçado Duda Santos, que ganhou projeção como a Santinha de “Renascer”.

Técnico do Paraguai critica Vini Jr. após derrota: ‘Árbitro precisa impor limites’

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A eliminação na Copa América, após a derrota para a seleção brasileira por 4 a 1, ainda não foi muito bem digerida pelo técnico do Paraguai, Daniel Garnero. Na coletiva de imprensa, ainda em Las Vegas, o argentino criticou o comportamento do atacante Vinícius Júnior, escolhido pela Conmebol como o melhor jogador do duelo. O atacante do Real Madrid abriu o caminho para a goleada.

“Ele tem um jeito de jogar que obviamente não é muito confortável para os rivais aceitarem, mas é para isso que serve o árbitro. O árbitro tem que impor limites. Ele joga como acha que deve jogar”, disse o treinador, criticando a desenvoltura do atleta, que colecionou dribles de efeito e chegou a discutir com alguns jogadores da seleção paraguaia.

Vinícius Júnior recebeu duras faltas do adversário e acabou recebendo um cartão amarelo por reclamação. No final da partida, elogiou o seu próprio nível de atuação. “Não jogo por mim, jogo pela minha equipe e quando jogo pelo Brasil jogo pelo meu país. Sempre tento fazer as melhores coisas, mas nem sempre é possível. Hoje consegui fazer uma grande partida, do nível de jogador que eu sou e sei que posso fazer mais para ajudar a seleção brasileira.”

Já Garnero não descontou apenas em Vinícius Júnior. Ele chegou a bater boca com alguns jornalistas e assumiu a culpa pela eliminação precoce na Copa América. “Hoje não estamos no nosso melhor, isso sem dúvida. A responsabilidade da Copa América é totalmente minha. Quando você não sai, você não sai e hoje estamos passando por um momento muito complicado”, afirmou.

Apesar de toda irritação, o treinador elogiou o nível de Brasil e Colômbia, seus dois primeiros adversários na Copa América. “Jogamos contra duas das melhores seleções, não apenas sul-americanas, mas mundiais. O resultado é péssimo. Foi um golpe muito duro, não era o que esperávamos”, completou.

O Paraguai encerra sua participação no torneio na terça-feira, às 11h, pelo horário de Brasília, quando enfrenta a Costa Rica, em Austin, no Texas.

Dorival se rende a Vini Jr. após goleada

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EDER TRASKINI
LAS VEGAS, EUA (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico Dorival Jr elogiou o atacante Vini Jr. pela atuação na goleada por 4 a 1 sobre o Paraguai. O camisa 7 marcou dois gols e distribuiu dribles em cima da defesa paraguaia.

Partida de Vini. “Fez uma partida plasticamente perfeita com a criação de grandes lances. Sempre muito efetivo, direto e participativo. É isso que queremos dele sempre”.

Diferença do jogo anterior. “Ele estava muito bem marcado, três jogadores muito bem posicionados dos dois lados. Ele procurou a maioria das jogadas mesmo assim. A maneira como a equipe adversária se comportou neste sábado (29) foi diferente. Isso foi fundamental. Nós não tivemos a posse de bola da partida anterior, mas fomos mais efetivos. A maneira como atuamos criou dificuldade para a equipe adversária e proporcionou pra nós o um contra um nas laterais”.

Mudança tática dentro do jogo. “Estávamos tendo uma dificuldade com a flutuação do Enciso e o Paquetá estava ficando muito preso por causa disso. Mudamos para o João acompanhá-lo e ficar um pouco mais, demos mais liberdade ao Bruno para chegar ao ataque. Depois, colocamos também o Rodrygo pela direita para aproximar do Savinho porque ele estava muito isolado”

CONFIRA OUTRAS RESPOSTAS DO TÉCNICO DORIVAL JR EM ENTREVISTA COLETIVA

Savinho
Savinho foi uma opção. Todos estão muito bem preparados. Teremos uma ou outra mexida sempre. Vou tentar colocar todos jogando. São jogadores de alto nível e precisam estar sempre estimulados. O que têm trabalhado e dedicado para honrar essa camisa é digno de elogios

Sem batucada no vestiário
Não tivemos, mas é uma coisa natural. Já ganhei e perdi jogos com música ou sem. Não vejo como problema. A partir do momento que falamos 5 minutos para o aquecimento param todas as máquinas. Jogador cada um tem sua particularidade, uns ouvem música, cânticos ou mensagem. Isso é respeitado porque eles sabem os momentos. É assim que temos conduzido.

Confusões com paraguaios
Paciência já existiu em praticamente todas as partidas. Natural que não saindo gol contra a Costa Rica, criou-se uma expectativa e um fato natural de uma pseudo decepção de não termos tido o resultado. São apenas 20 dias de trabalho, quatro jogos com quatro partidas diferentes. Estamos muito adiantados em relação aos poucos dias, mas excelentes porque jamais teremos 20 dias de trabalho para estar juntos em outra competição, a exceção da Copa do Mundo. Estamos encontrando um caminho importante que tem sido mostrado em treinamentos. Falei: a equipe está no caminho, tenham paciência. Diminuiremos as sessões de treinamento, mas teremos os jogos para que os encaixes aconteçam.

Colômbia
Tem mostrado resultados importantes e chamado atenção no nosso continente. Existe uma evolução muito grande, estamos presenciando isso com várias equipes. Ordem do futebol mundial está mudando. As equipes são mais difíceis de serem batidas, existem surpresas em todos os lados.

Grande favorito da Copa América
Temos três equipes que chamam muita atenção nesse momento: Argentina, Colômbia, que vem crescendo assustadoramente, e Uruguai, que vem fazendo bom trabalho e com base muito forte já renovada ao longo dos anos. Paralelo a tudo isso, equipes que vem despontando e já não são mais surpresas, talvez não tenhamos dado atenção que mereciam. Temos que ter muito cuidado. Qualquer partida neste sábado (29) precisa de um nível de concentração muito alto. Brasil vai entrando nesse mesmo hall, sempre foi muito respeitada. Comentei que talvez fosse a primeira vez que não entraria como favorito. É uma realidade e temos que aceitar pelos resultados.Tendência de mudar time de novo?
Vamos ver a recuperação de todos. Estamos em final de temporada, jogos sucessivos. É perceptível que em determinado momento os jogadores caem um pouco, a exceção de quem está em um processo diferente como quem atua no Brasil. Vamos ver a reação de cada um e tomar a decisão. Provavelmente uma ou duas alterações, sim, mas ainda não sei o setor, nem as funções.

 

Biden precisa desistir da candidatura, defende The New York Times em editorial

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O jornal americano The New York Times, um dos mais importantes e influentes do país, pediu em editorial nesta sexta-feira (28) que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, abandone sua campanha à reeleição depois do desempenho desastroso no debate contra Donald Trump na quinta (27).

Um editorial é um texto de opinião que representa as visões do jornal enquanto instituição. Nos EUA, é comum que jornais apoiem abertamente um candidato a presidente por meio de um editorial, como fez o New York Times quando declarou apoio à candidatura de Biden em 2020.

No texto, os editorialistas do Times dizem que Biden, 81, faz uma “aposta irresponsável” ao insistir com sua candidatura à Presidência, e que é pedir demais dos eleitores americanos que eles “ignorem ou descartem a idade e a debilidade do presidente Biden que eles puderam ver com seus próprios olhos” durante o debate.

O desempenho do democrata no confronto direto com Donald Trump, marcado por falas vacilantes, confusas e incoerentes, foi catastrófico para o presidente e para seu partido, causando pânico e dando início a uma pressão nos bastidores sobre a possibilidade de substituir Biden como candidato -até aqui, entretanto, nenhum nome forte da sigla se posicionou publicamente nesse sentido.

Dessa forma, o editorial do New York Times tem a chance de dar mais argumentos aos democratas que vem dizendo à imprensa americana, sob condição de anonimato, que Biden não tem chance de vencer a eleição contra Trump, como afirmou um estrategista ouvido pela NBC News, e que é preciso pensar seriamente em alternativas, como disse um doador ao próprio Times.

O texto elogia a Presidência de Biden e reconhece que desistir seria contrário aos seus instintos políticos -em um comício nesta sexta, o democrata disse a apoiadores que não estaria concorrendo se não acreditasse que pudesse fazer um bom trabalho e derrotar Trump. Entretanto, afirma o jornal americano, “democratas que até aqui respeitaram as decisões do presidente precisam encontrar a coragem para dizer verdades claras ao líder do partido”.

“No debate desta quinta, o presidente precisou convencer a população de que ele está à altura das exigências formidáveis do cargo que busca. Não há como imaginar, entretanto, que os eleitores vão ignorar o que está claro: Biden não é o homem que era quatro anos atrás”, prossegue o texto.

O editorial descreve o presidente americano como “uma sombra” de um grande estadista, e diz que, durante o debate, ele teve dificuldade em explicar suas propostas, confrontar Trump, e, inclusive, em completar frases.
Ao longo dessa sexta, os democratas optaram por minimizar o desempenho de Biden e dizer que ele continua sendo a melhor alternativa para impedir que Trump volte à Casa Branca.

O ex-presidente Barack Obama disse que “debates ruins acontecem”, mas que as eleições deste ano são “uma escolha entre alguém que lutou por pessoas comuns toda a sua vida e alguém que só se importa consigo mesmo”, e que isso não mudou.

Nomes cotados para substituir Biden em uma eventual desistência também apoiaram o presidente. A vice Kamala Harris disse que o democrata teve um começo difícil, mas que terminou bem, e o governador da Califórnia, Gavin Newsom, havia dito ainda na quinta que jamais viraria as costas para Biden.
O caminho para uma substituição é tortuoso. Como as primárias já acabaram, e Biden obteve com folga o número de delegados necessários para ser nomeado na convenção partidária, em agosto, na prática a única forma de reabrir a disputa seria se o presidente desistisse.

Nesse caso, as centenas de delegados partidários ficariam livres para escolher um outro nome, abrindo caminho para uma disputa interna entre os pré-candidatos a ser decidida na convenção.
Leia a seguir a íntegra do editorial do New York Times.

PARA SERVIR A SEU PAÍS, BIDEN DEVE ABANDONAR A CORRIDA ELEITORAL
“O presidente Joe Biden vem dizendo repetida e corretamente que o que está em jogo na eleição presidencial de novembro é nada menos do que o futuro da democracia americana.

Donald Trump provou ser uma ameaça significativa para essa democracia -uma figura errática e interessada apenas em si mesma, indigna da confiança pública. Ele sistematicamente tentou minar a integridade das eleições. Seus apoiadores descreveram publicamente uma agenda para 2025 que lhe daria o poder de cumprir as promessas e ameaças mais extremas. Se ele for reeleito, prometeu ser um tipo diferente de presidente, sem restrições pelos controles de poder incorporados ao sistema político americano.

Biden disse que é o candidato com a melhor chance de enfrentar essa ameaça de tirania e derrotá-la. Seu argumento se baseia principalmente no fato de ter derrotado Trump em 2020. Isso não é mais uma justificativa suficiente para que Biden seja o candidato democrata este ano.

No debate de quinta-feira, o presidente precisava convencer o público americano de que estava à altura das exigências formidáveis do cargo que busca ocupar por mais um mandato. Não há como imaginar, entretanto, que os eleitores vão ignorar o que está claro: Biden não é mais o homem que era há quatro anos.

O presidente apareceu na noite de quinta-feira como a sombra de um grande estadista. Ele teve dificuldade em explicar o que realizaria em um segundo mandato. Ele teve dificuldade em responder às provocações de Trump. Ele teve dificuldade em responsabilizar Trump por suas mentiras, seus fracassos e seus planos alarmantes. Mais de uma vez, ele teve dificuldade em terminar uma frase.

Biden tem sido um presidente admirável. Sob sua liderança, a nação prosperou e começou a enfrentar uma série de desafios de longo prazo, e as feridas abertas por Trump começaram a cicatrizar. Mas o maior serviço público que Biden pode realizar agora é anunciar que não continuará concorrendo à reeleição.

Com a situação atual, o presidente faz uma aposta irresponsável. Existem líderes democratas mais bem preparados para apresentar alternativas claras, convincentes e enérgicas a um segundo mandato de Trump. Não há motivo para o partido arriscar a estabilidade e segurança do país forçando os eleitores a escolher entre as deficiências de Trump e as de Biden. É um risco muito grande esperar que os americanos ignorem ou desconsiderem a idade e a debilidade de Biden que veem com seus próprios olhos.

Se a corrida se resumir a uma escolha entre Trump e Biden, o presidente em exercício seria a escolha inequívoca deste conselho editorial. Isso mostra o quanto Trump representa um perigo. Mas dado esse perigo, os riscos para o país e as capacidades incertas de Biden, os Estados Unidos precisam de um oponente mais forte para o candidato republicano. Fazer um apelo por um novo candidato democrata tão tarde em uma campanha é uma decisão que não é tomada levianamente, mas reflete a escala e a seriedade do desafio de Trump aos valores e instituições deste país e a inadequação de Biden para enfrentá-lo.

Encerrar sua candidatura seria contra todos os instintos pessoais e políticos de Biden. Ele se reergueu de tragédias e contratempos no passado e claramente acredita que pode fazer isso novamente. Os apoiadores do presidente já estão explicando o debate de quinta-feira como um único episódio em comparação com três anos de realizações. Mas o desempenho do presidente não pode ser ignorado como uma noite ruim ou culpado por um suposto resfriado, porque confirmou preocupações que vêm se acumulando há meses ou até anos. Mesmo quando Biden tentou apresentar suas propostas políticas, ele vacilou. Isso não pode ser superado por outras aparições públicas porque ele limitou e controlou cuidadosamente suas aparições públicas.

Deve-se lembrar que Biden desafiou Trump para este duelo verbal. Ele estabeleceu as regras e insistiu em uma data meses antes de qualquer debate de eleições anteriores. Ele entendeu que precisava abordar preocupações públicas de longa data sobre sua acuidade mental e que precisava fazer isso o mais rápido possível.

A verdade que Biden precisa enfrentar agora é que ele falhou em seu próprio teste.

Em pesquisas e entrevistas, os eleitores dizem que estão buscando vozes novas para enfrentar Trump. E o consolo para Biden e seus apoiadores é que ainda há tempo para se unir atrás de um candidato diferente. Enquanto os americanos estão acostumados à longa jornada das eleições presidenciais, em muitas democracias, as campanhas são realizadas no espaço de alguns meses.

É uma tragédia que os republicanos não estejam envolvidos em dilemas parecidos após o debate de quinta-feira. O desempenho de Trump deveria ser considerado desqualificante. Ele mentiu descaradamente e repetidamente sobre suas próprias ações, seu histórico como presidente e seu oponente. Ele descreveu planos que prejudicariam a economia americana, minariam as liberdades civis e desgastariam os relacionamentos da América com outras nações. Ele se recusou a prometer que aceitaria a derrota, voltando em vez disso ao tipo de retórica que incitou o ataque ao Congresso em 6 de janeiro.

No entanto, o Partido Republicano foi cooptado pelas ambições de Trump. O ônus recai sobre o Partido Democrata de colocar os interesses da nação acima das ambições de um único homem.

Os democratas que têm apoiado Biden devem agora encontrar a coragem de falar verdades claras ao líder do partido. Os confidentes e assessores que encorajaram a candidatura do presidente e o protegeram de aparições não roteirizadas em público devem reconhecer o dano à reputação de Biden e a improbabilidade de que ele possa repará-lo.

Biden respondeu a uma pergunta urgente na noite de quinta-feira. Não foi a resposta que ele e seus apoiadores esperavam. Mas se o risco de um segundo mandato de Trump é tão grande quanto ele diz que é, e concordamos com ele que o perigo é enorme, então sua dedicação a este país deixa a ele e a seu partido apenas uma escolha.

O caminho mais claro para os democratas derrotarem um candidato definido por suas mentiras é lidar honestamente com o público americano: reconhecer que Biden não pode continuar sua corrida e criar um processo para selecionar alguém mais capaz para ocupar seu lugar e derrotar Trump em novembro.

É a melhor chance de proteger a alma da nação -a causa que levou Biden a concorrer à presidência em 2019- da distorção maligna de Trump. E é o melhor serviço que Biden pode prestar a um país que ele serviu nobremente por tanto tempo.”

Aos 80 anos, Zezé Motta segue em turnê por todo o Brasil

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A atriz e cantora Zezé Motta chega aos 80 anos como uma referência nacional. 

Talento, beleza e ativismo negro marcam quase seis décadas da carreira da artista, que é reconhecida também internacionalmente. 

Nascida em Campos de Goytacazes, no interior fluminense, Zezé Motta fez história como mulher negra que conquistou seu espaço na televisão e no cinema.

Estreou como atriz na peça “Roda Viva”, de Chico Buarque, em 1968, mesmo ano em que ela aparece na TV pela primeira vez, como parte do elenco de “Beto Rockfeller”.

Entre os inúmeros papéis marcantes, se destacou como protagonista de Xica da Silva, em 1976, no filme de mesmo nome, dirigido por Cacá Diegues. Aos 32 anos, Zezé ganhou o mundo interpretando a personagem de uma negra escravizada que enriquece após se envolver com um representante da corte portuguesa.

Xica da Silva lhe daria projeção internacional e se tornaria um divisor de águas para a atriz na luta contra o racismo.

Artista múltipla, Zezé Motta fez seu nome nos palcos, nas telonas e também na música brasileira.

O primeiro disco chamado “Muito Prazer, Zezé”, de 1978, já trazia composições de grandes nomes como Rita Lee, Roberto de Carvalho, Luiz Melodia, Gilberto Gil e Chico Buarque.

Aos 80 anos, a artista segue na ativa.

A atriz e cantora não têm planos de parar. Até o fim deste ano, ela segue em turnê por todo o Brasil com o show “Zezé canta Caetano”.

Um viva os 80 anos da nossa Zezé Motta!

Demitida derrama 60 mil litros de vinho e dá prejuízo de R$ 15 mi

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A mulher detida pela Guardia Civil como responsável pela sabotagem à adega Cepa 21, na Espanha, na madrugada de 18 de fevereiro, é uma ex-funcionária que tinha sido demitida dias antes. 

A mulher entrou nas instalações e derramou no chão três depósitos com 60.000 litros do vinho top de linha da marca, avaliados em 2,5 milhões de euros (cerca de 15 milhões de reais na cotação atual).

Segundo o El Mundo, nas primeiras horas da manhã de quinta-feira, um grande grupo de agentes cercou a casa da mulher acusada. A sabotagem causou muitas incógnitas na investigação, uma vez que as imagens das câmeras de segurança mostravam a figura de uma mulher que conhecia muito bem o espaço. 

A mulher detida é uma antiga funcionária da empresa, acusada após se ter recusado a prestar declarações à Guardia Civil. O juiz considerou que não havia risco de fuga. Além disso, foi efetuada uma busca à sua casa na localidade de Villaescusa de Roa, onde foi detida, ao mesmo tempo que o seu companheiro foi investigado por uma possível ligação ao caso. Também ele foi liberado.

O crime foi registrado pelas câmaras de segurança da adega, e ocorreu às 03h30 da madrugada, quando a mulher teria entrado no local e esvaziado três depósitos das marcas Horcajo e Malabrigo, cujas vendas tinham crescido 15% no último ano.

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‘Me considero curada’, diz Fabiana Justus ao comemorar remissão do câncer

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ANAHI MARTINHO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS0 – Cerca de três meses após receber o transplante de medula, Fabiana Justus comemorou a nova etapa de seu tratamento contra leucemia: os exames indicaram que a doença está em remissão.

A influenciadora comemorou o resultado nas redes sociais. “Estou em remissão. Me considero curada!”, escreveu. “Os exames de hoje vieram zerados, assim como os de antes. Mas hoje eu estava mais ansiosa porque estou chegando nos tão esperados cem dias pós transplante”, contou Fabiana.

A influenciadora explicou que os cem primeiros dias após o transplante são os de maior risco. “O próximo marco no tratamento são os 180 dias (seis meses pós transplante), que é quando eu tomo grande parte das vacinas e paro de tomar os imunossupressores”, relatou.

“A vida vai voltando ao ‘normal’. Vamos que vamos! Que eu tô vencendo a maior batalha da minha vida! E o que vai ficar depois de tudo isso é um grande aprendizado. A vida com mais cor, mais alegria e muita, mas muita gratidão”, concluiu a filha de Roberto Justus.

Fabiana, de 37 anos, descobriu a leucemia em janeiro deste ano. Mãe de um bebê de dez meses, ela precisou interromper a amamentação por causa da quimioterapia. A influenciadora tem outras duas filhas, gêmeas de quatro anos.

Verstappen faz valer favoritismo e fatura a corrida sprint do GP da Áustria

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Na Fórmula 1, mais uma vez, deu a lógica. Nas primeira horas da manhã deste sábado, dia 29, foi realizada a corrida sprint para o GP da Áustria, que acontece no domingo. Max Verstappen, que largou na pole position, liderou a prova do começo ao fim e não teve grandes problemas para terminar na primeira colocação. O piloto da Red Bull foi seguido de perto pela dupla da McLaren, Oscar Piastri e Lando Norris.

A ‘prévia’ para o GP da Áustria, em teoria, não vale de muita coisa, visto que não há contagem de pontos. É como uma exibição. Ainda neste sábado acontecem os treinos tradicionais, incluindo o classificatório.

A sprint deste sábado estava prevista para ter 24 voltas – a prova oficial tem 71. Contudo, quando os pilotos estavam perfilados esperando as luzes vermelhas se apagarem, a largada foi cancelada e eles tiveram de fazer uma volta de exibição, reduzindo a prova para 23. Isso ocorreu pois um fotógrafo estava em uma posição irregular, de risco, ainda na primeira curva.

Passado o ‘susto’, Verstappen puxou a fila de pilotos, seguido pelas duas McLaren, de Norris e Piastri, assim como foi durante todo o tempo. Um momento emocionante tomou conta da volta 5, quando Norris assumiu a ponta e Piastri também chegou para brigar pela liderança. Mas, logo Verstappen conseguiu retomar a posição inicial.

Por falar em boa manobra, na volta 8, George Russel ultrapassou Carlos Sainz para assumir a 4ª colocação. Hamilton, também da Mercedes, ficou atrás do rival da Ferrari. Leclerc veio logo depois do heptacampeão. A sequência Mercedes-Ferrari-Mercedes-Ferrari seguiu até o fim. Perez, Magnussen e Stroll completaram o top 10, respectivamente.

Por fim, Max Verstappen ganhou sua 10ª corrida sprint da carreira. É o maior vencedor da história. É válido ressaltar que estas provas, entretanto, não contabilizam oficialmente na carreira dos pilotos.

A largada para o GP da Áustria de Fórmula 1 está previsto para acontecer neste domingo, dia 30, às 10 horas (horário de Brasília).

Confira o resultado da corrida sprint do GP da Áustria de F-1:

1º- Max Verstappen (HOL/Red Bull), em 26min41s389.

2º- Oscar Piastri (AUS/McLaren), a 4s616.

3º- Lando Norris (ING/McLaren), a 5s348.

4º- George Russel (ING/Mercedes), a 8s354.

5º- Carlos Sainz (ESP/Ferrari), a 9s989.

6º- Lewis Hamilton (ING/Mercedes), a 11s207.

7º- Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 13s424.

8º- Sergio Perez (MEX/Red Bull), a 17s409.

9º- Kevin Magnussen (DIN/Haas), a 24s067.

10º- Lance Stroll (CAN/Aston Martin), a 30s175.

11º- Esteban Ocon (FRA/Alpine), a 30s839.

12º- Pierre Gasly (FRA/Alpine), a 31s308.

13º- Yuki Tsunoda (JAP/Honda), a 35s452.

14º- Nico Hulkenberg (ALE/Haas), a 38s423.

15º- Daniel Ricciardo (AUS/Honda), a 39s397.

16º- Fernando Alonso (ESP/Aston Martin), a 43s155.

17º- Logan Sargeant (EUA/Williams), a 44s076.

18º- Alexander Albon (TAI/Williams), a 44s673.

19º- Valtteri Bottas (FIN/Sauber), a 46s511.

20º- Guanyu Zhou (CHI/Sauber), a 53s143.

Inter confirma retorno ao Beira-Rio para duelo com o Vasco no Brasileirão

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O Internacional confirmou que voltará ao estádio Beira-Rio contra o Vasco, no dia 7 de julho, domingo, às 20h30, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube gaúcho conseguiu antecipar o retorno, que estava previsto para acontecer no dia 10 de julho, diante do Juventude, pela Copa do Brasil.

“A saudade já tem data para chegar ao fim. Após mais de dois meses longe de casa em virtude das enchentes no Rio Grande do Sul, o clube retornará ao Beira-Rio no domingo da próxima semana (dia 7), diante do Vasco… Juntos, time e torcida se superaram para transformar diversos estádios do Sul do Brasil em extensões do Beira-Rio ao longo do mês de junho. Lado a lado, retornaremos para a nossa casa ainda mais fortes para lutar por cada objetivo traçado”, afirmou o clube em nota.

Em seu site oficial, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já confirmou a alteração. Com isso, o Inter se despede de Santa Catarina, onde mandou os seus últimos três jogos do Brasileirão como mandante, dois no Heriberto Hülse, em Criciúma, e um no Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

O time gaúcho, que voltará ao Beira-Rio após exatos 70 dias de ausência, também mandou jogos no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, e na Arena Barueri. Ambos foram pela Copa Sul-Americana, competição na qual o Inter está classificado para as oitavas de final.

O último jogo que o Internacional mandou no Beira-Rio foi em 28 de abril, um empate por 1 a 1 contra o Atlético-GO pelo Brasileirão. Dois dias depois, o confronto contra o Juventude, pela Copa do Brasil, foi adiado pela CBF. A equipe de Caxias do Sul sequer conseguiu chegar a Porto Alegre devido a deslizamentos em uma rodovia provocados pelas fortes chuvas.

No começo de maio, todos os jogos envolvendo equipes gaúchas nas competições nacionais foram suspensos. Em seguida, a Conmebol também adiou os compromissos de Grêmio e Internacional, pela Libertadores e pela Sul-Americana, respectivamente. Houve discussão sobre a paralisação do Campeonato Brasileiro. Duas rodadas aconteceram sem os clubes gaúchos. Outras duas foram adiadas para todas as equipes. A retomada do time colorado aos gramados ocorreu no dia 28 de maio, na derrota para o Belgrano-ARG por 2 a 1.

Desde a retomada, o Internacional disputou oito jogos, com quatro vitórias, três derrotas e um empate. No Brasileirão, o time colorado é o nono colocado, com 17 pontos. O líder é o Flamengo, com 24 e dois jogos a mais.

As regras e tradições mais estranhas que a Família Real britânica é obrigada a seguir

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Todas as famílias reais têm regras para garantir que vivam de acordo como peso das suas funções. Dignidade e privacidade são de extrema importância para a realeza, e há muitos protocolos que os novos membros precisam aprender. Deve ter sido difícil e um verdadeiro choque cultural para Kate Middleton e Meghan Markle, hein?

Após o falecimento da Rainha Elizabeth II, em 8 de setembro de 2022, Príncipe Charles se tornou Rei do Reino Unido, agora chamado de Rei Charles III. O reinado de Elizabeth começou em 1952 e durou 70 anos, então, naturalmente, a coroa continuou a operar como no século XX de muitas maneiras. Será que o novo Rei Charles vai seguir as regras em vigor ou agitar as coisas?

Muitas das tradições reais até fazem todo o sentido, mas algumas são bizarras e arcaicas. Na galeria, conheça os costumes mais peculiares da monarquia britânica.

Dudu, ídolo do Palmeiras e tio de Dorival Júnior, morre aos 84 anos

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Dudu, ídolo do Palmeiras e eterno parceiro de Ademir da Guia, morreu na tarde desta sexta-feira, aos 84 anos. O ex-jogador estava internado havia cerca de um mês, após sofrer fissura na bacia, e morreu por consequência de uma infecção abdominal. Ele era tio de Dorival Júnior, técnico da seleção brasileira.

 

O ex-atleta, que se chamava Olegário Tolói de Oliveira, atuou como volante durante a década de 60 e 70 e fez parte das duas Primeiras Academias. Foram 615 jogos, 345 vitórias e 29 gols marcados. Dudu foi o quarto jogador que mais atuou pela equipe. Ao todo, ganhou 5 Campeonatos Brasileiros e três Campeonatos Paulistas.

 

Em suas redes sociais, o Palmeiras lamentou a morte de quem chamou de “um dos maiores ídolos de nossa gloriosa história”. “Em respeito à memória de um dos maiores craques do Alviverde em todos os tempos, a presidente Leila Pereira decreta luto oficial por sete dias. Durante esse período, as bandeiras do Palmeiras, do Brasil e do estado de São Paulo, localizadas em nossa sede social, permanecerão hasteadas a meio-mastro”, afirmou o clube.

 

Nascido na cidade de Araraquara, em São Paulo, no ano de 1939, o ex-volante começou sua carreira na Ferroviária em 1959. Foi contratado pelo Palmeiras em 1964 e encaixou perfeitamente no time que seria conhecido como a Primeira Academia posteriormente.

 

Ao longo dos anos, se tornou peça fundamental do meio-campo alviverde e foi mantido no time após a reformulação do elenco que formou a Segunda Academia. Ao lado de Ademir da Guia, se tornou um dos maiores ídolos da torcida palmeirense.

 

Encerrou sua carreira no Palmeiras, em 1976, aos 36 anos. Logo em seguida, foi convidado a assumir o comando técnico do time alviverde e conquistou mais um Campeonato Paulista. Como treinador, atuou pela Ferroviária, América-RJ e teve outras duas passagens pelo Palmeiras.

 

Três militares estão em prisão preventiva por tentativa de golpe

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Além de Zuñiga, também o ex-comandante da Marinha Juan Arnez e o ex-chefe da divisão mecanizada Viacha, Edison Irahola, foram acusados na sexta-feira de terrorismo e levantamento armado contra o Governo do Presidente Luis Arce, anunciou o procurador Cesar Siles.

A medida “vai, sem dúvida, ser um precedente e um bom sinal para que esta investigação possa continuar a avançar”, disse o procurador à televisão pública peruana TV Perú.

Cesar Siles disse que o Ministério Público provou “a probabilidade de autoria” dos crimes de terrorismo e de levantamento armado, assim como estabeleceu o risco de fuga dos três ex-militares.

Após uma audiência judicial, realizada de forma virtual e que durou quatro horas, os três detidos deverão ser transferidos para a prisão de segurança máxima de Chonchocoro, na região da capital, La Paz.

O ministro do Interior boliviano, Eduardo del Castillo, disse na sexta-feira que as autoridades capturaram mais quatro soldados, elevando para 21 o número de militares detidos pela alegada tentativa de golpe de Estado.

A nação de 12 milhões de habitantes assistiu na quarta-feira a uma aparente sublevação de um grupo de militares liderado por Zuñiga, que tomaram o controle da praça principal da capital com veículos blindados, tentaram arrombar com um tanque um dos portões do palácio presidencial e lançaram gás lacrimogêneo sobre manifestantes.

Ao ser detido, Zuñiga acusou o Presidente Luis Arce de ter ordenado a operação militar.

“No domingo, na escola La Salle, encontrei-me com o Presidente [Luis Arce] e o Presidente disse-me que a situação está muito complicada, que esta semana seria crítica e que ‘algo é necessário para aumentar a minha popularidade'”, disse Zuñiga ao ser detido.

O comandante disse que perguntou ao Presidente da Bolívia se deveria “tirar os veículos blindados” dos quartéis e que Arce respondeu: “Tire-os”.

Alegações que foram rejeitadas pelo Presidente da Bolívia na quinta-feira.

“Não sou um político que vai ganhar popularidade através do sangue do povo”, disse Arce, na primeira aparição perante a imprensa desde o aparente golpe falhado.

O governante acrescentou que 14 pessoas foram feridas pelos golpistas e que algumas tiveram de ser operadas. “Vimos as pessoas a mobilizarem-se sem armas e foram baleadas”, disse Arce.

O Presidente disse acreditar que a tentativa de golpe de Estado se deveu a ter demitido Zúñiga, na terça-feira, por ter “violado a constituição política do Estado” com declarações numa entrevista que não estava autorizado a conceder.

Nessa entrevista, Zuñiga ameaçou deter o ex-Presidente da Bolívia Evo Morales (2006-2019) caso tentasse voltar a candidatar-se à presidência.

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IBGE faz mapeamento dos tipos de bioma encontrados em todos os municípios brasileiros

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Quase metade do território brasileiro é composto pelo bioma Amazônia, mas a Mata Atlântica é o mais recorrente entre todos os municípios do País. É o que mostra um levantamento divulgado nesta sexta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que pela primeira vez mapeou o tipo de bioma em que se encontram todos os 5.570 municípios brasileiros.

Mais da metade das cidades está em áreas de Mata Atlântica, ainda que esse bioma represente apenas 13% do território nacional – em extensão, fica atrás da Amazônia (49,5%) e Cerrado (23,3%).

No total, 3.082 municípios estão em áreas de Mata Atlântica, sendo que em 2.741 ele é predominante. Esse tipo de vegetação é o único encontrado nos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Santa Catarina.

Os dados do IBGE mostram que 83% dos municípios estão localizados em um único bioma, enquanto que os demais ficam em regiões com dois ou mais – os chamados interbiomas. Ao todo, 963 municípios apresentam essa variação.

Quatro cidades do País registram a presença de três tipos de vegetação: Piripá e Tremedal, na Bahia; São João do Paraíso, em Minas Gerais; e Cáceres, no Mato Grosso.

Com vegetação de Mata Atlântica e de Cerrado, o Estado de São Paulo tem o maior número de cidades com mais de um bioma. Ao todo, 220 municípios paulistas estão em áreas interbiomas. Em termos proporcionais, São Paulo é o terceiro do País, com 34% de seus municípios nessa condição. Mato Grosso (45%) e Mato Grosso do Sul (41%) lideram.

Dos seis biomas que compõem o território brasileiro, o Pantanal é o menor deles e ocupa uma área equivalente a 1,8% do País. O bioma, que vem sofrendo com as queimadas, está presente em 22 municípios, mas é predominante em apenas nove deles.

A Caatinga, com uma área equivalente a 10,1% do território, é o quarto maior bioma brasileiro, e o Pampa vem em seguida, com 2,3% do espaço.

Pantanal registra recorde de queimadas

Esta semana, o Estadão mostrou que o Pantanal registrou recorde de incêndios em junho após novas falhas de prevenção de queimadas pela gestão Luiz Inácio Lula da Silva, que já havia sido alvo de críticas em 2023 por causa do avanço de queimadas nesse bioma e na Amazônia.

O número de focos de fogo chegou a 2.363 até 24 de junho. O total é quase seis vezes maior do que os 406 focos registrados em todo o mês de junho de 2020, pior ano em incêndios para a região, que ficou devastada.

Um levantamento do MapBiomas mostrou que uma área equivalente a 23% do território nacional queimou pelo menos uma vez nos últimos 39 anos. Os incêndios atingiram 199 milhões de hectares entre 1985 e 2023, e dois terços da área afetada foi de vegetação nativa.

 

Michael Jackson tinha dívida de R$ 2,7 bilhões quando morreu

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Michael Jackson deixou uma dívida de US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 2,7 bilhões) quando morreu, em 2009. A informação consta de um processo judicial sobre o espólio do artista.
Ele devia cerca de US$ 40 milhões à empresa A.E.G., responsável por promover a turnê This is It.

Ele morreu aos 50 anos, quando estava prestes a fazer uma série de shows para celebrar sua carreira após 12 anos longe dos palcos.

Segundo o processo, obtido pela revista People, 65 credores fizeram reclamações contra o cantor após sua morte, algumas das quais resultaram em ações judiciais. As dívidas estariam, inclusive, acumulando juros a taxas extremamente altas.

Os administradores do espólio do artista apresentou os documentos judiciais como um pedido para autorizar o pagamento de cerca de US$ 3,5 milhões a vários escritórios de advocacia por seu trabalho no segundo semestre de 2018.
No processo judicial, os executores do espolio dizem que eliminaram a dívida do patrimônio e que quase todas as reivindicações e litígios dos credores foram resolvidos em 2018.

Jackson ganhou centenas de milhões de dólares durante as décadas de 1980 e 1990 graças ao sucesso comercial de seus discos. Apesar disso, ele contraiu dívidas para manter seu estilo de vida luxuoso e era conhecido pelos grandes gastos financeiros.

Morre o ator e comediante Martin Mull, aos 80 anos

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Morreu o ator e comediante Martin Mull, aos 80 anos. A filha, Maggie Mull, confirmou a notícia numa publicação que fez no Instagram, esta sexta-feira, dia 28 de junho. 

“Estou de coração partido por compartilhar que o meu pai morreu em casa no dia 27 de junho após uma valente luta contra uma doença prolongada”, comunicou.

“[…] O meu pai vai fazer muita falta à sua mulher e filha, aos amigos e colegas de trabalho, aos outros artistas, comediantes e músicos, e – o sinal de uma pessoa verdadeiramente excecional – a muitos, muitos cães. Eu amava-o muito”, pode ainda ler-se na publicação. 

Martin Mull, recorda a People, alcançou a fama na década de 1970 depois de participar em ‘Mary Hartman, Mary Hartman’, ‘Fernwood 2 Night’ e ‘America 2 Night’. 

Também fez carreira no mundo da música, tendo escrito temas como ‘A Girl Named Johnny Cash’, cantada por Jane Morgan. 

Na década de 1990, foram projetos como ‘Sabrina’ e ‘Roseanne’ que o deixaram em destaque. 

Ao longo da sua carreira, Martin Mull fez parte de muitos outros projetos de entretenimento, entre eles ‘Two and a Half Men’ (‘Dois Homens e Meio’) ou ‘Arrested Development’. Em 2016, o artista foi nomeado ao Emmy pelo seu papel em ‘Veep’. 

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Santos economiza quase R$ 5 milhões com rescisão de meia argentino

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FELIPE SILVA
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Santos chegou a um acordo para rescindir o contrato do meio-campista argentino Gabriel Carabajal, de 32 anos.
O clube espera, em breve, anunciar a oficialização da rescisão do vínculo que iria até junho de 2026. O jogador estava emprestado ao Puebla, do México, e retornaria ao Peixe em julho, mas estava fora dos planos.

Com a saída do jogador, o Santos terá uma economia de R$ 4,8 milhões nos cofres referentes a salário e direito de imagem do atleta argentino. Especula-se que o próximo destino de Carabajal seja o Newell’s Old Boys, da Argentina.

Gabriel Carabajal chegou ao Santos em 2022, após ser comprado por R$ 8 milhões junto ao Argentinos Juniors. O meio-campista, porém, não conseguir se firmar no alvinegro praiano e disputou apenas 12 jogos, com um gol marcado.

Vinícius Júnior festeja ‘grande’ atuação, mas critica postura da Conmebol contra seleção

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Autor de dois gols na goleada por 4 a 1 da seleção brasileira sobre o Paraguai, nesta sexta-feira, em Las Vegas, pela segunda rodada do Grupo D da Copa América, o atacante Vinícius Júnior festejou sua ‘grande’ atuação, mas aproveitou para criticar a postura da Conmebol contra a equipe nacional.

“Não jogo por mim, jogo pela minha equipe e quando jogo pelo Brasil jogo pelo meu país. Sempre tento fazer as melhores coisas, mas nem sempre é possível. Hoje consegui fazer uma grande partida, do nível de jogador que eu sou e sei que posso fazer mais para ajudar a seleção brasileira”, disse o jogador do Real Madrid.

“Essa equipe trabalha muito todos os dias para poder colocar o Brasil onde merece. Vamos seguir firmes para conseguir atingir o objetivo que é a conquista da Copa América”, afirmou o jogador apontado para ser eleito o melhor do mundo.

Sempre polêmico em suas opiniões, Vinícius Júnior aproveitou para criticar a postura da direção da Conmebol. “Copa América é sempre complicada. Pelos campo, pelos árbitros, que sempre são contrários. Pela forma que a Conmebol trata a gente é sempre muito complicado, mas a gente tem que ser firme. Só ganhando a gente pode falar porque a Conmebol diz que a gente fala demais.”

PSG disposto a ‘loucura’ por Yamal; Barcelona disse não

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Com apenas 16 anos, Lamine Yamal já integra o lote de jogadores mais desejados por toda a Europa. O jovem atacante encontra-se ao serviço da seleção espanhola no Euro’2024, mas o PSG não quer perder tempo no pós-Mbappé e estava disposto 250 milhões de euros em cima da mesa, montante que, porém, não convence o Barcelona, segundo revela o Mundo Deportivo este sábado. 

A mesma publicação explica que a direção liderada por Joan Laporte já informou o clube francês que não vai entrar em negociações e que Yamal não está à venda. 

Com uma cláusula de rescisão de 1 bilhão de euros, Yamal tem contrato com o Barcelona por mais dois anos, mas já teria assumido o compromisso de renovar até 2031, algo que apenas poderá fazer quando for maior de idade. 

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