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Felipe Neto critica André Valadão por fala sobre universidades: ‘Temos que fazer o contrário’

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GABRIEL VAQUER
RIO DE JANEIRO, RJ, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ao lado de seguranças e tietado majoritamente por crianças, Felipe Neto chegou ao evento que a Globo promove no Rio de Janeiro. Sem dar entrevistas a jornalistas que acompanhavam a palestra, o youtuber aproveitou para criticar o pastor André Valadão, da igreja Lagoinha.

Na última semana, o fiel utilizou o púlpito para aconselhar pais a não deixarem que filhos frequentem universidades. “Pessoas como ele servem para vermos tudo o que temos que fazer ao contrário, sinto pena que a gente tenha que ter esse tipo de discurso validado nas redes sociais. Alguém falar abertamente isso, ofender e nada acontecer. É liberdade de expressão que chama, né, influenciar pais a não mandarem filhos para a faculdade”, falou ele durante o festival LED, que o F5 acompanhou.

Na ocasião, Valadão afirmou que a faculdade vai acabar com a vida do filho. “Vai vender picolé na garagem. Criou o seu filho para ir para o inferno? Criou a sua filha para virar uma vagabunda?”.

Neto disse que os influenciadores digitais têm que entender a responsabilidade de suas posições e que mostrar o cotidiano e fazer rir não é tudo.

“Anitta aprendeu isso quando decidiu se pronunciar em 2018, [que] a sua posição de cantora traz consigo responsabilidades que, ou você admite, ou não toca em determinados temas nas suas músicas. Não pode tocar só para lucrar, tem que tocar para falar. Ser influenciador não é só ter milhões de seguidores e ser engraçado, tem que carregar essa responsa”, completou.

Ele falou que seu Instituto Vero vai promover, no ano que vem, aulas de educação midiática e digital em escolas do Brasil, principalmente públicas.

Dengue: Vacinas a vencer devem ir a outras cidades ou dadas para público de 4 a 59 anos

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O Ministério da Saúde informou que as doses da vacina da dengue com o prazo próximo ao vencimento entre junho e julho devem ser remanejadas para cidades ou usadas para ampliar a faixa etária atendida. De acordo com nota técnica da pasta, trata-se de uma “estratégia temporária”.

As orientações são as seguintes:

Estados que tenham municípios que ainda não foram contemplados com a vacina devem, preferencialmente, remanejar doses próximas ao vencimento para esses territórios;

Em Estados nos quais todas as cidade tenham sido contempladas, as doses podem ser aplicadas em todos as pessoas de 6 a 16 anos – essa é faixa etária recomendada da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a vacina Qdenga, da Takeda, que é aplicada no País;

Caso necessário, ampliar a faixa etária vacinada de dos 4 aos 59 anos de idade, conforme a bula da vacina no Brasil.

A pasta destaca que a estratégia definida pelos entes federativos precisa ser informada, para a garantia da segunda dose dessas pessoas.

A pasta afirma que comprou todas as doses oferecidas pela farmacêutica japonesa, mas como há limitação, foi definido que, neste ano, apenas seriam vacinadas crianças de 10 a 14 anos de 521 municípios. Segundo o ministério, dentro da faixa orientada pela OMS, esse grupo concentra o maior número de hospitalizações.

Não é a primeira vez neste ano que a pasta faz uma recomendação do tipo. As doses com vencimento em abril também passaram por remanejamento, conforme mostrou o Estadão.

O País enfrenta a pior epidemia de dengue da história. Já são mais de 6 milhões de casos prováveis registrados e mais de 4 mil mortes, segundo o painel de dados da pasta da Saúde. Números preliminares que tendem a ser atualizados para cima conforme chegam as notificações dos municípios.

 

Seleção feminina perde da Polônia e fica fora do pódio na Liga das Nações de vôlei

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Após uma campanha histórica com 13 vitórias em 13 jogos na Liga das Nações, a seleção feminina de vôlei encerrou sua participação na competição com uma derrota para a Polônia por 3 sets a 2 (25/21, 26/28, 25/21, 19/25 e 15/9) na disputa da medalha de bronze neste domingo em Bangcoc, na Tailândia. Foi o segundo revés seguido do time dirigido pelo técnico José Roberto Guimarães.

Assim como o título, a medalha de bronze seria inédita para a seleção feminina, que foi vice-campeã três vezes da competição. A partida contra as polonesas foi decidida no tie-break como já havia acontecido contra as japonesas, na semifinal da competição no sábado

“Faltaram detalhes. A gente lutou ontem e lutou hoje de novo, mas é um campeonato longo e cansativo”, afirmou Júlia Bergmann ao Sportv após a nova derrota. No sábado, Rosamaria e o técnico Zé Roberto também citaram “detalhes” ao comentar a derrota diante das asiáticas.

Japão e Polônia estão grupo do Brasil na primeira fase dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. A seleção de Quênia completa o conjunto de quatro seleções no torneio olímpico. “São seleções que vamos enfrentar Paris e temos que ver o que erramos”, afirmou Júlia Bergmann, a segunda maior pontuadora do Brasil, com 20 pontos. A capitã Gabi foi responsável por 22 pontos.

Contra as polonesas, o Brasil repetiram o roteiro da partida da semifinal contra o Japão. As brasileiras viram as rivais começarem melhor e tiveram que buscar a desvantagem no placar por duas vezes para levar o jogo para o quinto set. No tie-break, a vantagem aberta pelas polonesas no início foi crucial para garantir a vitória.

Seleção masculina perde da França e aguarda rival da fase final da Liga das Nações de vôlei

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A seleção brasileira masculina foi derrotada pela França por 3 sets a 2 (25/23, 27/29, 13/25, 25/19 e 18/16) neste domingo, nas Filipinas, na última rodada da primeira fase da Liga das Nações de vôlei. Foi a terceira derrota do Brasil em quatro partidas na semana 3, a última da fase inicial da competição.

O Brasil entrou em quadra em Manila já classificado para a próxima fase do torneio, que acontece entre 27 e 30 de junho, na Polônia. A equipe dirigida por Bernardinho terminou em sétimo lugar na classificação e agora aguarda a definição do próximo adversário.

O jogo com os franceses, atuais campeões olímpicos, foi bastante disputado. A França venceu o primeiro set, que foi equilibrado, por 25 a 23. O equilíbrio se manteve no segundo set, vencido pelo Brasil por 29 a 27.

Na terceira parcial, o ataque brasileiro não deu chance aos franceses. Com um placar folgado de 25 a 13, o Brasil virou a partida e fez 2 sets a 1. Precisando vencer o quarto set para se manter no jogo, o técnico da França, o italiano Andrea Giani, pediu atenção aos ataques em diagonal dos brasileiros.

Forçando o saque, os franceses conseguiram três aces e dificultaram muito a recepção do Brasil. Os europeus venceram 25 a 19 e levaram a decisão para o tie-break. O Brasil chegou a abrir dois pontos no quinto set, mas a França virou o placar e fechou o jogo com um ace de Jouffroy.

O ponto final ilustra bem como o saque foi uma arma dos franceses. Além de dificultar a recepção brasileira, a França conseguiu 9 pontos com saques indefensáveis, contra apenas 3 dos rivais. O destaque da partida foi o oposto francês Théo Faure, de 24 anos, que marcou 29 pontos.

“Contra a França é sempre um jogo longo. Acho que podemos aprender muito com a partida de hoje”, comentou Lucarelli, principal pontuador do Brasil com 18 acertos, ainda em quadra.

Ultradireita segue na frente e marca 35% das intenções de voto na França, diz pesquisa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma pesquisa divulgada neste domingo (23) medindo as intenções de voto para as eleições gerais da França convocadas para o próximo dia 30, com segundo turno dia 7, mostra que o partido de ultradireita RN (Reunião Nacional) segue na liderança e deve conquistar 35,5% do eleitorado.

Embora a projeção indique vitória do partido de Marine Le Pen, a ultradireita não deve conquistar maioria no parlamento, afastando a possibilidade de que o bloco eleja um primeiro-ministro. O nome do campo para o cargo, Jordan Bardella, já disse que não vai buscar o posto se não tiver maioria na Assembleia Nacional.

O levantamento foi realizado pelo instituto Ipsos, pelo jornal Le Parisien e pela Radio France entre os dias 19 e 20, e mostrou a aliança de esquerda Nova Frente Popular em segundo lugar, com 29,5% dos votos, seguida pelo grupo governista de centro do presidente Emmanuel Macron, que marca 19,5%.

Os números apontam uma mudança drástica em relação ao resultado das últimas eleições legislativas, em junho de 2022 –na época, a coalizão de Macron venceu com 38% dos votos, seguida da aliança de esquerda com 31%. A ultradireita conquistou 17% do eleitorado.

No último dia 13, os partidos de esquerda mais importantes da França anunciaram a formação de uma Nova Frente Popular para concorrer às eleições em conjunto, contrariando expectativas de especialistas e do próprio Macron, que apostava na divisão do campo para conseguir construir uma nova coalizão com a esquerda e a direita moderadas no Legislativo.

As eleições na França foram convocadas de surpresa por Macron depois que a ultradireita venceu os governistas na eleição ao Parlamento Europeu no útlimo dia 9. A medida não afeta o cargo de presidente, que continua no cargo até o fim do mandato em 2027, e Macron já indicou que não deve renunciar seja qual for o resultado.

Até aqui, o presidente tenta apresentar seu partido aos eleitores como uma escolha segura frente a incertezas e ameaças de extremos à direita e à esquerda. Sua campanha tem dito que tanto a RN quanto a Frente Popular seriam péssimos na gestão da economia francesa.

Entretanto, outra pesquisa do Ipsos publicada pelo Financial Times indica que o eleitorado tem mais confiança na ultradireita quando a questão é a economia –25% confiam mais na RN para tomar as decisões certas em questões econômicas, comparado com 22% que confiam mais na Frente Popular e apenas 20% que preferem a aliança de Macron.

A possibilidade de que a ultradireita aumente seu poder na França tem levado a reações da sociedade civil. Manifestações contra o partido de Le Pen levaram milhares de pessoas às ruas, e o jogador Kylian Mbappé, astro da seleção de futebol masculina da França, convocou os eleitores a votar contra “extremos às portas do poder” em entrevista coletiva.

Neste domingo, um grupo de 170 diplomatas e ex-diplomatas publicou um apelo no jornal Le Monde contra a vitória da ultradireita, dizendo que esse resultado “enfraqueceria a França e a Europa”, e citaram o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro como exemplo a ser evitado.

O artigo diz que, onde a ultradireita governa, as consequêncas são graves, como “a perda de influência internacional do Brasil com Jair Bolsonaro”, os “ataques às instituições na Hungria sob Viktor Orbán e nos Estados Unidos sob Donald Trump”, ou “o Reino Unido depois do brexit”.

“Nossos adversários entenderão uma vitória da ultradireita como um enfraquecimento da França e um convite para interferir em nossa política interna, para atacar a Europa, inclusive militarmente”, alertaram os signatários, mencionado a Rússia de Vladimir Putin e a Guerra da Ucrânia.

“Não podemos nos resignar a isso em um momento em que a guerra está aqui na Europa e que o nacionalismo desfaz alianças e desconstrói sociedade”, acrescentaram.

Enfermeira de 23 anos, que desapareceu em SP, é encontrada: ‘Psicologicamente abalada’, diz mãe

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A enfermeira Gabriely Sabino, que estava desaparecida havia uma semana, entrou em contato com a família e foi encontrada na sexta-feira, 21, de acordo com informações da mãe dela, Cristiane Sabino. “Na medida do possível, (ela) está bem, embora psicologicamente bastante abalada, com indícios de depressão. Mas, graças a Deus, ela está bem, com vida, fisicamente bem”, disse ao Estadão.

Segundo Cristiane, a filha ainda não conseguiu “se abrir direito”. Ela pretende prestar esclarecimentos à polícia na segunda-feira, 24. A família não deu detalhes sobre como e onde ela foi encontrada.

A jovem estava desaparecida havia cerca de uma semana após deixar a casa dos pais, em Piracicaba, interior de São Paulo. Gabriely, que também trabalhava como motorista de aplicativo, deixou o carro em um estacionamento e teria tomado um ônibus com destino ao Terminal Tietê, na capital. A família temia algum desfecho violento.

“(Agora,) Estamos muito aliviados. Foram dias de pesadelo”, afirmou.

À polícia, o pai da jovem, Luís Sabino, disse que a filha estaria conversando com um desconhecido pelo celular. Após o desaparecimento, a família descobriu que ela tinha dívidas que podem chegar a R$ 20 mil. Parte desse montante foi obtida por empréstimo de dois amigos da família.

A enfermeira teria contraído dívidas porque estaria viciada no “jogo do tigrinho”. O jogo é uma espécie de caça-níquel virtual, em que os jogadores apostam dinheiro com o objetivo de alinhar três figuras iguais em três fileiras, o que dá prêmios financeiros.

Cristiane contou ao Estadão, na sexta, que, depois do sumiço da filha, várias pessoas contaram que viram a jovem ao celular, jogando de forma insistente o ‘jogo do tigrinho’. A mãe acredita que isso pode ter contribuído para seu endividamento.

Como a jovem não tinha gastos fixos, pois os pais mantinham a casa, eles acreditam que ela estava sendo extorquida por alguém e tenha recorrido a agiotas para obter dinheiro. Segundo a mãe, ela tinha seu próprio dinheiro e não precisaria recorrer a empréstimos.

Embora trabalhasse e nunca tivesse relatado problemas financeiros, nas semanas anteriores ao desaparecimento, Gabriely pediu dinheiro emprestado a pessoas conhecidas da família.

Imagens de câmeras de segurança obtidas pela investigação mostram quando Gabriely deixa o carro em um estacionamento, sai com uma bolsa e uma sacola e se dirige em direção ao terminal rodoviário de Piracicaba. Moradora do Parque Orlanda I, Gabriely é solteira e não tem filhos.

Segundo a mãe, a família desconhecia o vício no jogo. “A gente não sabia que ela tinha essas dívidas. Fomos procurar entender e algumas coisas vieram à tona, como a de que ela estava viciada no jogo do tigrinho, estava devendo para muita gente, inclusive agiotas. Por isso ficou com medo e fugiu. Ela sempre foi uma menina trabalhadora, nunca dependeu de ninguém, até surgir esse problema do vício.”

Morre Ronald Antonucci, da dupla Os Vips, sucesso da Jovem Guarda, aos 82 anos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cantor Reynaldo Antonucci, conhecido como Ronald Antonucci, morreu neste sábado (22), aos 82 anos. Ele integrou a dupla Os Vips, sucesso da Jovem Guarda, com o irmão caçula Márcio Augusto Antonucci, que morreu há dez anos.

Nas redes sociais, o sobrinho, Bruno Antonucci, publicou uma foto da dupla feita em 2012. “Saber que meu tio Ronald nos deixou é triste, mas quero pensar que ele e meu pai estão juntos cantando em outros palcos, lá do outro lado”, escreveu.

A família compartilhou nota de pesar, mas não revelou a causa da morte. O velório aconteceu na manhã deste domingo (23), no Cemitério da Consolação, e o sepultamento será às 14h no mesmo local.

A carreira começou quando a dupla, influenciada pelos Beatles, gravou em 1965 o sucesso “Menina Linda”, uma versão de “I Should Have Known Better”, do quarteto de Liverpool. Com ela, participaram do programa “Jovem Guarda”, apresentado por Roberto, Erasmo e Wanderléa.

A dupla, criada em 1964, tem como maiores sucessos músicas lançadas na segunda metade da década. Entre elas estão “A Volta”, de 1966, “Faça Alguma Coisa Pelo Nosso Amor”, de 1967, e “Largo Tudo e Venho te Buscar”, de 1968, todas composições exclusivas de Roberto e Erasmo Carlos para eles.

Também ficou conhecida com a música “É Preciso Saber Viver”, de 1968, outra composição da dupla que em 1974 foi regravada por Roberto Carlos. Depois, em 1998, também ganhou versão dos Titãs.

As lutas dos famosos contra o Câncer (e quem venceu a doença)!

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Estima-se que 10 milhões de pessoas morram de câncer todos os anos e quase o dobro de pessoas são diagnosticadas com a doença. É uma condição incrivelmente comum e muitas vezes devastadora que afetou a maioria de nós de uma forma ou de outra.

Mesmo assim, é surpreendente saber quantas celebridades lutaram contra o câncer. Felizmente, muitos deles sobreviveram para contar a história e nos inspirar com sua perseverança diante de tamanha adversidade.

Na galeria, relembre as lutas de famosos brasileiros e internacionais contra o câncer.

Tatá Werneck vai levar humoristas em nova temporada do Lady Night no Multishow

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GABRIEL VAQUER
ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – Tatá Werneck segue em gravações para a nova temporada do Lady Night, que será exibida no Multishow neste ano e também na TV aberta pela Globo em 2025. Em alguns dias, Tatá vai receber alguns nomes importantes da comédia brasileira.

O F5 teve acesso a uma lista com esses nomes. Luis Miranda, Sergio Mallandro, Fabiana Karla e Paulo Vieira são alguns dos convidados que vão marcar presença na oitava temporada do talk-show.

A humorista pretende manter o perfil do programa que fez sucesso nos últimos anos, indo de entrevistas com especialistas às tiradas rápidas da apresentadora.

As gravações já começaram neste mês e a estreia está prevista para o segundo semestre deste ano, em data ainda para ser definida. A nova temporada deve continuar com 15 episódios.

O Lady Night não foi exibido em 2023 devido a participação de Tatá Werneck no elenco da novela “Terra e Paixão” (2023), atendendo um convite de Walcyr Carrasco para voltar para às novelas.

Na trama, Tatá interpretou Anely do Carmo, uma mulher aparentemente de família e casada com Odilon (Jonathan Azevedo), mas secretamente faz stripper virtual para ganhar uma renda extra, sendo, posteriormente, chantageada por seu cunhado.

Influenciador morre em acidente de carro aos 22 anos

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Lucas Alexandre Barros de Sousa, influenciador de 22 anos, faleceu na madrugada deste sábado (22) após um acidente de trânsito em Goiânia.

De acordo com a TV Anhanguera, Lucas perdeu o controle do carro em uma curva enquanto retornava de um evento a trabalho. A mãe do influenciador confirmou essas informações durante uma live no Instagram.

Lucas era estudante de medicina veterinária e tinha mais de 450 mil seguidores no Instagram, onde compartilhava vídeos humorísticos e detalhes de sua rotina como estudante de veterinária.

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Atriz conta que teve "obsessão sexual" após morte do companheiro

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A atriz britânica Jill Halfpenny, de 48 anos, revelou que passou por uma obsessão sexual durante o período de luto pela morte de seu companheiro.

Jill, conhecida por suas participações nas séries “EastEnders” e “Coronation Street”, além de ter vencido a versão britânica da Dança dos Famosos, compartilhou essa experiência em uma entrevista ao podcast Mid Point. Ela mencionou que após a morte de Matt Janes em 2017, sentiu um intenso e chocante desejo sexual. “Foi muito chocante para mim. Depois que Matt morreu, tive quase essa obsessão, esse apetite voraz de fazer sexo”, confessou.

Halfpenny também falou sobre a culpa que sentiu devido a esses desejos, chegando a se considerar uma pessoa terrível. No entanto, ao pesquisar online, descobriu que muitas outras mulheres relataram sentir o mesmo. Ela explicou que, apesar dos impulsos, não agiu de acordo com eles e acabou perdendo o interesse sexual completamente. “Felizmente para mim, não agi de acordo. E então fui para o outro lado e fiquei tipo, não interessada, nem mesmo um vislumbre”, afirmou.

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Verstappen segura embalado Norris e vence o GP da Espanha de Fórmula 1

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Max Verstappen foi o vencedor do Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1, disputado neste domingo (23), no Circuito da Catalunha, em Montmeló, na província de Barcelona. Perseguido por Lando Norris (McLaren) nas voltas finais, o tricampeão mundial mostrou toda a sua experiência para levar a prova. Lewis Hamilton (Mercedes) completou o pódio.

Verstappen assumiu a primeira colocação logo na terceira volta e disparou. O holandês largou na segunda colocação e não demorou para ultrapassar George Russell (Mercedes). O pole position Lando Norris (McLaren) perdeu a ponta logo na largada.

O holandês, porém, foi “perseguido” por Norris nas últimas 15 voltas. O britânico da McLaren se recuperou na prova, fez a volta mais rápida, diminuiu a distância para o tricampeão mundial a cada volta, mas não conseguiu se aproximar o suficiente para tentar uma ultrapassagem.

A diferença entre Verstappen e Lando Norris terminou em apenas 2.219. Durante a corrida, Max chegou a ter nove segundos de vantagem para o segundo colocado -na ocasião George Russell.

Já Lewis Hamilton conquistou seu primeiro pódio na temporada. Em temporada de despedida da Mercedes, o britânico superou o companheiro Russell para ser o terceiro colocado e conquistar seus 198º pódio na carreira.
O próximo Grande Prêmio acontece na Áustria. A corrida será no próximo domingo (30), às 10h (de Brasília)

A CORRIDA
Russell aproveitou a briga entre Norris e Verstappen para assumir a primeira colocação na largada. O piloto da Mercedes “contornou” a dupla Norris e Verstappen -que estavam lado a lado- para assumir a ponta da corrida nos primeiros minutos da prova. O piloto da McLarren, que foi o pole position, caiu para a terceira posição.

Verstappen, porém, virou o líder da prova na terceira volta. O holandês da Red Bull foi para cima de George Russell, tomou a ponta e, de quebra, conseguiu a volta mais rápida. Norris permaneceu em terceiro, seguido por Lewis Hamilton (Mercedes) e a dupla da Ferrari -Carlos Sainz e Charles Leclerc.

O tricampeão mundial disparou, e Lando Norris deixou as duas Mercedes para trás. Enquanto Verstappen corria sozinho, Norris -então na quarta colocação- ultrapassou Lewis Hamilton e, na volta 35, protagonizou uma emocionante briga com Russell para assumir a vice-liderança.

Norris flertou com a ponta após parada de Verstappen, mas seguiu em segundo e tentando se aproximar da Red Bull. O britânico assumiu a ponta após ida do holandês da Red Bull para os boxes, e viveu um dilema sobre quando fazer a sua troca de pneus. Norris foi para os boxes na 48ª volta, mas a parada não foi boa e ele voltou atrás de Max. Ele perseguiu o holandês até a última volta, mas não conseguiu a ultrapassagem.

Exército israelense amarra palestino a capô de jipe na Cisjordânia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As Forças Armadas de Israel amarraram um homem palestino ferido ao capô de um jipe e o conduziram pelas ruas da cidade de Jenin, na Cisjordânia, revela um vídeo que viralizou nas redes neste sábado (22) e causou indignação. A autenticidade do vídeo foi confirmada pela agência de notícias Reuters.

O homem, Mujahed Azmi, foi baleado e preso por soldados israelenses durante uma operação que buscava apreender suspeitos de terrorismo no território ocupado, de acordo com Israel. “O suspeito foi levado pelas Forças Armadas em cima de um veículo, violando protocolos militares”, disse o Exército israelense em nota.

“A conduta dos soldados no vídeo do incidente não representa nossos valores”, continua o comunicado, que diz que a ocorrência será investigada e resolvida. Israel disse ainda que Azmi foi encaminhado a cuidados médicos do Crescente Vermelho, o braço da Cruz Vermelha em países de maioria muçulmana.

Segundo a família de Azmi, ele foi ferido durante a operação, e quando tentaram chamar uma ambulância, os soldados israelenses o amarraram ao capô do jipe e foram embora. No vídeo, é possível ver que os veículos militares passam por duas ambulâncias sem parar.

As imagens causaram indignação nas redes sociais, onde usuários acusaram Israel de cometer crimes de guerra e de utilizar o homem como um escudo humano durante a operação.

No início do mês, uma reportagem do jornal americano The New York Times revelou que palestinos detidos na base militar de Sde Teiman disseram ter sofrido tortura por parte das Forças Armadas de Israel. Eles foram mantidos em condições humilhantes sem contato com o mundo exterior por semanas.
Oito ex-detentos, todos os quais o Exército confirmou terem sido detidos no local e que falaram sob condição de anonimato ao veículo dos EUA, disseram ter sido socados, chutados e espancados com cassetetes, coronhas de rifles e um detector de metal portátil enquanto sob custódia. Sete disseram ter sido obrigados a usar apenas uma fralda durante o interrogatório. Três disseram ter recebido choques elétricos.

Segundo a reportagem, dos 4.000 detidos alojados em Sde Teiman desde outubro, 35 morreram no local ou após serem levados para hospitais civis próximos. Autoridades da base disseram que alguns deles morreram por causa de ferimentos ou doenças contraídas antes de sua prisão e negaram que tenham morrido em decorrência de abusos. Promotores militares estão investigando as mortes.

Desde o início do conflito atual na Faixa de Gaza entre Israel e o grupo terrorista Hamas, mais de 500 palestinos foram mortos em operações israelenses na Cisjordânia, um território ocupado militarmente por Tel Aviv e onde vivem mais de 2,7 milhões de palestinos.

Mulher gravemente ferida após ser atacada por lobos num zoo em França

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Uma mulher, de 45 anos, ficou gravemente ferida, após ser atacada por lobos no Thoiry ZooSafari, na França, na manhã deste domingo. 

De acordo com o Le Parisien, a mulher entrou, por engano, num recinto reservado aos animais. A vítima, visitante daquele jardim zoológico, tinha passado a noite num alojamento do parque e decidiu fazer uma corrida matinal, acabando por entrar numa zona interdita aos visitantes.

A mulher acabou por se ver encurralada pelos animais e foi atacada, sofrendo vários ferimentos graves.

Os trabalhadores agiram rapidamente para salvar a mulher, que teve de ser levada com urgência para o hospital. 

Foi aberto um inquérito para esclarecer o incidente.

Leia Também: Piloto morre, copiloto desvia voo e pousa na Arábia Saudita

Cientistas "caçam" microplásticos em ostras e mexilhões pelo Brasil

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Uma expedição científica formada por quatro mulheres saiu de Itajaí, em Santa Catarina, em 11 de maio, com destino a Belém, no Pará, onde deve chegar em julho. O objetivo é investigar se os frutos do mar consumidos ao longo do litoral brasileiro contêm microplásticos. A iniciativa pretende descobrir como a contaminação se distribui ao longo da costa e os riscos ambientais e à segurança alimentar humana.

Lambretas, mexilhões, ostras, sururus e vieiras são adquiridos em mercados públicos e feiras locais pela equipe formada com apoio da Voz dos Oceanos, projeto liderado pela família Schurmann, e enviados ao laboratório do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP).

Durante 70 dias, as pesquisadoras devem percorrer mais de 6.000 km de estrada ao longo de 20 cidades litorâneas. A parada mais recente foi na Bahia e a previsão é de que a expedição termine em 14 de julho.

BIVALVES. Formados por uma concha de duas partes, chamadas de valvas, os animais bivalves “filtram” materiais poluentes do oceano, incluindo microplásticos. E quem se alimenta deles também ingere o material. Um dos motivos para a escolha por esses animais é que o seu consumo ocorre de forma integral. Dos peixes, por exemplo, descartamos as vísceras, o que diminui a concentração de microplásticos.

Um total de 410 bivalves foi adquirido durante a expedição até o momento. Os organismos são processados, congelados e enviados a análise laboratorial. Até 12 de junho, foram enviadas ao IOUSP as primeiras amostras coletadas: 32 mexilhões e 30 ostras em Itajaí; 30 ostras em Paranaguá; 30 mexilhões e 19 ostras em Santos; 30 mexilhões em São Sebastião; 30 mexilhões e 29 ostras em Angra dos Reis; 31 mexilhões no Rio; 30 mexilhões e 30 sururus em Vitória; 31 ostras em caravelas; e 28 lambretas e 30 sururus em Salvador. Os próximos destinos são: Aracaju (SE); Maceió (AL); Recife (PE); João Pessoa (PB); Natal (RN); Fortaleza (CE); São Luiz (MA) e Belém (PA).

O tempo médio de processamento das amostras é de quatro a seis horas, dependendo do tipo e da quantidade de bivalves, diz a bióloga marinha Marília Nagata, doutoranda em Oceanografia pelo IOUSP e uma das tripulantes da expedição. “Esse projeto é o mais amplo e mais ambicioso, do ponto de vista de abrangência geográfica, para se estudar os microplásticos em animais consumidos por nós”, diz o líder do estudo, professor Alexander Turra, do IOUSP, coordenador da Cátedra da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) de Sustentabilidade Oceânica.

Ao investigar as diferentes características dos microplásticos, a iniciativa também deve rastrear a origem desse material, o que pode abranger fibras e derivados de apetrechos de pesca. “Com isso, poderemos propor sugestões específicas para combater as diversas fontes de poluição marinha no País”, diz Turra.

A partir da padronização internacional das coletas e métodos de análise, será possível comparar os dados não só entre as cidades brasileiras, mas entre outras partes do globo. “Isso vai ajudar a indicar como o Brasil está em relação a outros países e regiões do planeta, nas quais temos uma quantidade variável e diferentes tipos de poluição”, observa o pesquisador. Uma das hipóteses é de uma maior concentração de poluentes em áreas mais urbanizadas.

LABORATÓRIO. O projeto prevê ainda a criação de um laboratório de quantificação e tipificação de microplástico no IOUSP, com o apoio do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e a Shimadzu, empresa de instrumentos analíticos e de medição. A ideia é de que alunos da USP e de outras universidades sejam capacitados no local, onde poderão analisar amostras de microplástico, fomentando a produção científica sobre o tema e sua aplicação prática. “Num futuro não muito distante, esse tipo de análise vai acabar se tornando rotineira na análise de água, nas estações de tratamento de água e de esgoto, e no selo de inspeção federal para comercialização segura de alimentos”, diz Turra.

Segundo David Schurmann, CEO da Voz dos Oceanos, em expedições marítimas nos últimos dois anos, a iniciativa registrou a presença de plástico e microplástico em cerca de 100 destinos de mais de 10 países das Américas e da Oceania. Esta é a primeira expedição terrestre realizada pelo projeto.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Lil Nas X conta como foi de ‘amável caubói’ a ‘gay satânico e controverso’

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LUCAS BRÊDA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – “Um dos homofóbicos era bem gostoso”, diz Lil Nas X no documentário “Long Live Montero”, que chega às plataformas digitais no dia 4 de julho. O cantor foi ao encontro de um grupo de fanáticos religiosos protestando do lado de fora de um de seus shows.

Um retrato da turnê “Montero”, o filme acompanha a estrela da música pop americana lidando com a fama, os shows e o impacto de sua arte provocativa na sociedade. Mostra também sua relação complexa com a família, a primeira instância conservadora com a qual o rapper, que é gay, teve de lidar.

Lil Nas X despontou em 2019, quando tinha 20 anos e lançou “Old Town Road”, uma bem-humorada incursão pelo country com uma batida de trap e um sample do Nine Inch Nails. Feita de maneira caseira, por um então anônimo, a canção de refrão chiclete bateu o recorde de mais tempo no topo do ranking de mais ouvidas nos Estados Unidos.

Dois anos depois, ele entrou na mira dos conservadores com o clipe de “Montero (Call Me By Your Name)”, em que rebola para o Diabo e celebra pessoas LGBTQIA+ em sua versão fabulosa do inferno e do paraíso. Foi, em suas palavras, de “caubói amável e amigável” a “gay controverso e satânico” na percepção das pessoas.

“É a percepção das pessoas”, ele diz à Folha. “Tem gente que genuinamente me vê desse jeito. Não chega a ser algo muito maluco na vida real, tirando as pessoas que vêm até mim dizer ‘Deus te ama’ ou ‘não mexa com Deus’.”

Um provocador desbocado nas redes sociais, e conhecido como o rei dos memes, Lil Nas X é retratado como uma pessoa de carne e osso no filme. Em certa altura do documentário, sobe ao palco para dizer à plateia que vai atrasar a apresentação porque havia acabado de vomitar no camarim.

De certa forma, a turnê “Montero”, sua primeira grande excursão, representa um momento de conexão de Lil Nas X com o mundo real. Isso significa lidar com haters humanos, não só arrobas numa rede social.

“Acho que quando você já está tendo episódios de surto mental –seja depressão ou algo ruim–, sua mente procura tudo de negativo que disseram sobre você, diz que isso está certo e joga contra você –mesmo que você não acredite nelas”, diz. “É como me senti.”

Em um dos shows retratados em “Long Live Montero”, Lil Nas X encontra Madonna no camarim. Não há muita interação entre eles nas câmeras, mas é interessante notar a conexão entre artistas de gerações diferentes que exploram temáticas LGBT+ em sua obra e são alvos de católicos e conservadores.

Ele afirma que lida com a sexualidade através da arte. “Penso nisso de maneira não intencional quando me vejo compondo.”

Dá como exemplo a criação de “Montero (Call Me By Your Name)”. “A primeira vez que escrevi sobre um cara e sobre cavalgar um cara, coisas diferentes assim, senti uma ansiedade tomando conta de mim. Cantar essas coisas no estúdio, ou perto de pessoas que me conhecem, foi tipo, ‘espera lá, não estou confortável com isso ainda’. Lançar isso no mundo foi como se libertar de correntes.”

O documentário mostra como essas tensões têm origem na infância de Lil Nas X, em Atlanta. Sua relação com a família é fundamental para entender sua arte –e talvez seja o ponto alto do filme.

O rapper diz em “Long Live Montero” que, aos 16 anos, parou de acreditar no cristianismo. Conta que sua família é bastante católica e que seu pai foi a primeira pessoa para quem ele saiu do armário, mas suas “experiências com rapazes” sempre foram “elefantes na sala”.

“Meu pai diz que posso contar essas coisas, mas continua sendo uma luta botar isso para fora”, ele afirma no filme. “Amo meu pai até a morte, mas me sinto desconectado dele.”

Lil Nas X também diz que tudo que ele faz é para “chacoalhar o jeito que minha família e o mundo em geral enxergam essas coisas”. Admite ainda, no filme, que é muito mais fácil se expressar com o corpo na gravação de um clipe do que na frente da família.

“Acho que tenho essa natureza rebelde que às vezes não consigo entender direito”, diz à reportagem. “Minha família me ver fazendo tudo isso para o mundo todo meio que mudou a percepção deles de mim, de ser um cara recluso.”

Hoje, é difícil imaginar Lil Nas X como um recluso, dado o despudor que ele apresenta no palco ou nas redes sociais. Mas, antes do sucesso, o rapper de 25 anos se abria basicamente na internet.

“A turnê me ajudou a entender o apoio que tenho para além das conexões na internet”, diz. “Ver como as pessoas de verdade, não números ou estatísticas, reagem a mim foi tipo, ‘caramba, você realmente existe e me apoia’. Esses dias, quando fiz check-in num hotel, tinha um cara dizendo que me amava. Pensei, ‘meu Deus, você me vê como uma pessoa real, e não uma persona da internet.”

O documentário ainda mostra como Lil Nas X buscou referências de artistas negros e queer do passado –como Little Richard, o pioneiro libertino do rock americano– para entender que não estava sozinho nesse universo.

A passagem pelo Brasil, quando cantou no Lollapalooza do ano passado, e conheceu Pabllo Vittar, também foi marcante para Lil Nas X. O cantor conta que se apaixonou pela energia dos brasileiros.

“Acho que Brasil e Argentina foram meus lugares favoritos da turnê”, afirma. “Me apaixonei pelo jeito que vocês não estão nem aí e só querem amar qualquer coisa que vocês amam e fazem isso de um jeito barulhento e celebrativo. O pandemônio que vocês fazem por essas coisas, isso é humano. E eu amo.”

Três anos depois de seu primeiro e mais recente álbum, e de rodar o mundo com shows solo ou encabeçando grandes festivais americanos e europeus, ele se prepara para dar o próximo passo da carreira. Lançou um single em que imita Jesus Cristo crucificado e indicou que sua próxima fase deve ser cristã.
Lil Nas X diz que sabe das armadilhas de um mundo pop em que ascensão e queda muitas vezes acontecem com a mesma velocidade e intensidade. “É preciso encontrar o que você pode trazer para o mundo sem se vender ou abrir mão do que você acredita”, diz. “E não quero que as mesmas ideias que me levaram ao último lugar me levem ao próximo.”

LIL NAS X: LONG LIVE MONTERO
Quando: 4 de julho
Onde: Disponível para aluguel e compra nas plataformas Amazon Prime Video, Claro, Google Play, Apple TV+ e Vubiquity
Classificação: Não divulgada
Elenco: Lil Nas X
Produção: Estados Unidos, 2023
Direção: Carlos Lopez Estrada e Zac Manueldocume

Cláudia Abreu posa ao lado da filha mais velha

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Cláudia Abreu, 53, apareceu ao lado de sua filha mais velha, Maria Maud, 23, em um teatro no Rio de Janeiro. Mãe e filha prestigiaram a reestreia da peça “Pluft, o Fantasminha” no Teatro Tablado, na zona sul da cidade, posando juntas para os fotógrafos antes da sessão.

Maria é a filha mais velha de Cláudia e do cineasta José Henrique Fonseca, 60. O casal, que foi casado por 25 anos, tem outros três filhos: Felipa, 16, Joaquim, 13, e Pedro Henrique, 11.

Assim como os pais, Maria também é artista e seguiu a carreira de cantora. A jovem toca violão desde os 8 anos e faz aulas de canto desde os 11.

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Fernanda Montenegro magnetiza a plateia em peça em que lê Beauvoir

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CRISTINA CAMARGO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Fernanda Montenegro vira uma página de texto e o gesto, aparentemente simples, se transforma em um ato teatral denso, cheio de significados e emoções no palco ocupado pela atriz de 94 anos no espetáculo em que lê trechos de obras de Simone de Beauvoir (1908-1986).
A leitura dramática, que celebra os 80 anos de carreira da artista, estreou em São Paulo na quinta-feira (20), no Sesc 14 Bis, após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro.

“Fernanda Montenegro lê Simone de Beauvoir” é um manifesto feminista e amoroso, uma celebração da longevidade e das vidas saborosas das duas mulheres que estão em cena, a escritora e a atriz –a grande companheira do filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980) e a mulher que compreende na pele essa relação persistente, sobrevivente inclusive à existência de outros amores.

Um silêncio cheio de expectativas precede a abertura das cortinas e a visão de Montenegro, vestida de preto e usando óculos, sentada em uma cadeira diante de uma mesa ocupada por um copo de água e pelas páginas com o compilado dos pensamentos de Beauvoir.

A atriz lê, com a conhecida voz capaz de ocupar todos os espaços, e o público entra em contato direto com a trajetória da escritora, repleta de reflexões ainda atuais sobre a condição feminina, na visão libertária e revolucionária da filósofa existencialista.

Os trechos selecionados pela atriz falam, entre outros temas, do direito das mulheres serem ou não mães, da descolonização da existência feminina e da crítica ao homem como centro do mundo, cabendo historicamente à mulher ser a outra.

“Ao ler, no palco, Simone de Beauvoir, nós nos conscientizamos da liberdade que essa mulher impôs e propôs a todas as gerações que a sucederam”, diz Fernanda sobre o espetáculo.

Ela se aproximou dos escritos da intelectual aos 20 anos e ressalta que Beauvoir foi uma referência para a sua geração. Em 2007, o ator e diretor Sérgio Britto (1923-2011), companheiro da atriz no Teatro dos Sete, propôs a ela uma montagem sobre a filósofa, que foi concretizada dois anos depois no espetáculo “Viver Sem Tempos Mortos”, com encenação de Felipe Hirsch e direção de arte de Daniela Thomas.

Em março de 2023, Fernanda retomou o trabalho, com acréscimo de outros trechos, ao realizar uma apresentação na Academia Brasileira de Letras, onde ocupa a cadeira 17 desde março de 2022.

A intimidade de Montenegro com o texto chega ao público de forma prazerosa, na medida em que a leitura avança ao longo dos 75 minutos de espetáculo. É um prazer que passa por revelações feitas pela escritora sobre a convivência intelectual com uma amiga, a relação igualitária com Sartre e o sexo com o filósofo e com outros homens e mulheres.

Há também as dores –a amiga de juventude morreu devastada pelos preconceitos burgueses, Beauvoir lidou com incompreensões sobre a sua vida libertária, enfrentou a guerra, a distância de seu amor, experimentou a rejeição sexual por parte de Sartre, após longos anos de relacionamento e, por fim, esteve ao lado do companheiro quando ele vivia seus últimos momentos.

Montenegro não interpreta a filósofa, mas usa sua expressividade e concentração teatral para magnetizar a plateia e transmitir o impacto dos pensamentos de Beauvoir, voltados a uma mulher que não tenha o homem como referência absoluta. Concentração, aliás, que não foi abalada sequer por um celular que tocou na plateia duas vezes na noite da estreia.

Há uma comoção em torno da temporada da leitura dramática em São Paulo. A procura por ingressos online travou o sistema de vendas do Sesc e as tentativas para conseguir ver a atriz no palco viraram assunto nas redes sociais e nas conversas entre amigos. Os que conseguiram, comemoraram.
Montenegro foi aplaudida longamente antes e depois da estreia -aplausos que são para a encenação do momento, mas também para a longa e reconhecida carreira da veterana no teatro, no cinema e na TV.

Ao público, ela dedica um abraço simbólico e avisa que não pode receber todos que gostariam de se aproximar, devido aos quase 95 anos. Nas palavras da atriz, eles parecem irreais, mas existem e pesam.

“O que me surpreende é a impressão de não ter envelhecido, embora eu esteja instalada na velhice”, escreveu Beavouir, em texto que ecoa na voz imortal da atriz brasileira.

FERNANDA MONTENEGRO LÊ SIMONE DE BEAUVOIR
Quando: Até 21/7; de quinta a sábado, às 20h, domingo, às 18h. Ingressos esgotados.
Onde: Sesc 14 Bis
Autoria: Simone de Beauvoir
Elenco: Fernanda Montenegro
Direção: Fernanda Montenegro
Avaliação: Ótimo

Marisa Monte defende mais cotas para estudantes em show de 90 anos da USP

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em show na USP neste sábado (22), em comemoração aos 90 anos da universidade, Marisa Monte emocionou o público com seus maiores sucessos e defendeu mais cotas para estudantes.

Ela se apresentou na praça do Relógio, que ficou lotada, no campus Butantã da Universidade de São Paulo, ao lado da Orquestra Sinfônica da USP.

“É uma honra participar de um projeto da USP para colocar mais alunos cotistas na universidade”, disse a cantora, que é embaixadora do programa de doações USP Diversa, de bolsas de permanência estudantil para alunos em condições de vulnerabilidade socioeconômica.

Na apresentação, Marisa cantou seus maiores sucessos como “Bem Que Se Quis” “Amor I Love You”, “Ainda Bem”, “Beija Eu”, “Infinito Particular”, “Carnavália” e “Feliz, Alegre e Forte”. Arnaldo Antunes fez uma participação surpresa em “Amor I Love You”.

Em suas redes sociais, Marisa agradeceu o carinho do público. “Que privilégio unir música, cidadania e educação. Viva a USP e a Orquestra Sinfônica da USP! Viva a cultura brasileira”, escreveu a cantora carioca, que em 2023 recebeu o título de doutora honoris causa pela instituição.

Juliette liga para neto de Luiz Gonzaga após saia justa com versão não autorizada por familiares

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Juliette Freire preferiu resolver pessoalmente a situação chata que ficou entre ela e a família Gonzaga. A cantora, que lançou recentemente “Vem Galopar”, uma versão de “Pagode Russo”, de Luiz Gonzaga, chegou a afirmar que tinha autorização da família do compositor, mas foi desmentida pelo neto dele.

Segundo o herdeiro, Daniel Gonzaga, os direitos da canção não pertencem à família, e sim à Universal Music. “Parem de dizer que a família autorizou, eu e minha família não autorizamos nada”, disse o músico em um vídeo em suas redes sociais. Após a repercussão do vídeo, Juliette entrou em contato com Daniel e os dois se entenderam.

“As autorizações foram trocadas entre editoras”, explicou Daniel após a conversa com a ex-BBB. “Não é sobre a Juliette. É sobre um mercado que nos mastiga e engole. Ela não mentiu em momento algum e foi muito mulher de ligar no meu telefone e elucidar a questão comigo. Meus respeitos e minha defesa à amiga Juliette”, continuou.
“Esse jogo é muito maior do que a gente”, desabafou Daniel, 49, que é filho de Gonzaguinha. “Ela sabe bem disso. Assim como eu, é amante da nossa cultura. Sua ajuda é fundamental.”

Juliette não deu muita continuidade ao assunto: “A exaltação da cultura nordestina é uma das coisas mais importantes da minha vida”, resumiu.
A Universal Music Brasil foi procurada pela reportagem para comentar o caso, mas ainda não respondeu.