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Al Ittihad, de Benzema, fecha com o técnico francês Laurent Blanc

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Time de Benzema, o Al Ittihad anunciou neste sábado a contratação do técnico francês Laurent Blanc. O time saudita tinha negociação avançada com Stefano Pioli, ex-treinador do Milan, mas Benzema não se mostrava satisfeito com a escolha, o que fez o presidente do clube, Laoy Nazer, abortar o negócio.

 

O atacante francês e estrela do time, de acordo com a mídia francesa, preferia o compatriota Christophe Galtier, que trabalhou no Paris Saint-Germain e Lille.

Laurent Blanc estava sem clube desde que saiu do Lyon, em setembro de 2023.

Será a segunda experiência do treinador de 58 anos no Médio Oriente, depois da passagem pelo Al Rayyan, do Catar, entre 2020 e 2022.

Ex-zagueiro que fez parte do elenco da seleção francesa campeã da Copa do Mundo de 1998, Blanc construiu sua carreira como técnico em seu país, a exceção é justamente o Al Rayyan. Conquistou quatro vezes o Campeonato Francês, três com o PSG e uma com o Bordeaux.

O Al Ittihad terminou o campeonato da Arábia Saudita na quinta posição, com apenas 52 pontos, muito atrás do campeão Al-Hilal, que conseguiu 96 pontos.

Temor nuclear se renova com EUA voltando a operar mísseis na Alemanha

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IGOR GIELOWSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Morto aos 89 anos em Belo Horizonte, na segunda-feira passada (8), o embaixador brasileiro Sergio Duarte foi um dos mais renomados especialistas em desarmamento nuclear da história.

 

Em mais de 50 anos de serviço, focou seu trabalho no tema, tendo presidido a revisão de 2005 do Tratado de Não Proliferação Nuclear e sendo o alto representante da área na ONU de 2007 a 2012.

De 2017 até maio deste ano, esteve à frente das Conferências Pugwash sobre Ciência e Assuntos Mundiais, entidade internacional que recebeu o Nobel da Paz por seu trabalho pelo fim das armas de destruição em massa, em especial as nucleares.

Nos últimos anos, em conversas com a Folha e artigos para o jornal, ele sempre demonstrou sua ansiedade ante o desmantelamento do sistema de controles de armas. Defensor do Zero Nuclear, o fim da bomba, ele via no ocaso dos tratados que encerraram a Guerra Fria a entrada numa era muito mais perigosa.

Dois dias depois de sua morte, seus temores ganharam maior concretude. Durante a cúpula da Otan, a aliança criada em 1949 para conter os soviéticas e reinventada em 2022 para combater a Rússia de Vladimir Putin, os Estados Unidos informaram que voltarão a operar mísseis na Alemanha.

Sob as brumas do conflito ucraniano e da celeuma sobre a capacidade cognitiva de Joe Biden, o tema quase passou meio batido –coube a Rússia chamar a atenção para a iniciativa, com uma reação que causou mais barulho do que o anúncio em si.

Não é uma medida casual. Sem detalhar muito, os americanos disseram que vão instalar periodicamente, a partir de 2026, ao menos três classes de armamentos ofensivos: mísseis SM-6, hipersônicos e Tomahawk.

Os primeiros são modelos antiaéreos de longa distância, que estão sendo testados na versão ar-ar. Os segundos, que não existem no inventário americano, são estrelas da propaganda belicista de Putin, com uso frequente na Ucrânia.

Já os terceiros estavam no centro das preocupações de Moscou em 1987, quando foi assinado um dos acordos basilares do fim da Guerra Fria, o INF (sigla inglesa para Forças Nucleares de Alcance Intermediário).

O tratado sucedeu o risco de guerra de 1983. Entre os vários elementos que quase levaram o mundo ao conflito naquele ano estava a instalação de mísseis balísticos Pershing-2 na Europa pelos americanos, fazendo par ao soviético SS-20 na mira inversa.

No mesmo ano, entraram em operação os Tomahawk, modelos de cruzeiro que voam rente ao solo, fugindo de radares. Foram um dos primeiros alvos do INF, e sua versão com fins nucleares foi desmantelada na Europa, com o modelo convencional ganhando fama a partir da Guerra do Golfo de 1991.

Apesar de truques de lado a lado para ludibriá-los, tanto o INF quanto os programas Novo Start (que limitava o número de ogivas estratégicas dedicadas a dizimar o país rival) e Céus Abertos (de vigilância mútua autorizada) eram respeitados por Rússia e EUA até a chegada de Donald Trump ao poder em 2017.

O americano deixou o INF em 2019 e o Céus Abertos, em 2020. No primeiro caso, acusava Moscou de ter desenvolvido mísseis que o violavam, uma verdade recíproca, porque o tratado era obsoleto ante novas tecnologias de ambos os rivais. No segundo, não havia justificativa.

O problema, como enfatizava Duarte, era sair sem negociar algo novo. A obsessão de Trump era incluir a China no debate, dado o crescimento do arsenal de Pequim: está em 520 ogivas, ainda assim dez vezes menos do que os de Moscou e Washington. De quebra, baixou a barra de emprego ao adotar armas nucleares menos potentes.

Com a invasão da Ucrânia em 2022, o caldo entornou. Putin suspendeu a sua participação no Novo Start em 2023, embora tanto russos quanto americanos tenham até o momento mantido os termos na prática. O russo deixou também acordos de forças convencionais.

A sequência de ameaças atômicas da Rússia no conflito, revisando sua doutrina nuclear ao que tudo indica para facilitar o emprego de armas do tipo em campo de batalha, fizeram Joe Biden comprar o blefe de Putin –que sempre poderá alegar ter reagido.

Ninguém disse que os Tomahawk voltarão a ser equipados com ogivas nucleares, ainda que a Otan fale em ter mais bombas. Mas sua futura presença em solo alemão, ao lado de outros mísseis poderosos, levou o Kremlin a prometer uma reação militar análoga, ao estilo Guerra Fria.

Como se vê, todos têm sua parcela de culpa na escalada. O caso ficou tão sério que levou à segunda conversa em um mês entre o ministro da Defesa russo, Andrei Belousov, e seu homólogo americano, Lloyd Austin, nesta sexta (12). Antes, as duas pastas haviam passado mais de um ano sem se falar.

Nesta semana, Sergio Duarte deixou sua viúva, Maria de Lourdes, seus filhos Luciana e Carlos, secretário de África e Oriente Médio do Itamaraty, e dois netos. E um mundo mais distante de seu sonho de um futuro de paz, sem armas nucleares.

Dunga, capitão do tetra, sofre acidente e capota carro no Paraná

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Ex-treinador da seleção brasileira, Dunga sofreu acidente e capotou carro neste sábado, 13, na BR-116, próximo a Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná. Capitão do tetra, o ex-jogador estava ao lado de sua mulher, Evanir Verri. Eles eram os únicos no veículo e foram atendidos ainda no local.

 

O acidente foi registrado próximo ao km 39 da rodovia. Tanto Dunga como Evanir tiveram ferimentos leves e estavam conscientes durante o atendimento. Eles foram levados ao Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, próximo ao local do acidente. O teste do etilômetro foi realizado nas vítimas, com o resultado negativo. O capotamento ocorreu no início desta tarde, às 12h30. As informações são do G1.

Dunga foi campeão mundial, como jogador e capitão, em 1994, nos Estados Unidos. A conquista do tetracampeonato completa 30 anos completa 30 anos no dia 17 de julho. Além disso, comandou a seleção brasileira entre 2006 e 2010, na primeira passagem, e 2015 e 2016.

Como técnico, conquistou a Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2009. Além disso, comandou a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, quando foi eliminado nas quartas de final pela Holanda. Desde 2016, quando foi demitido pela CBF, o treinador não assume outro trabalho como treinador em sua carreira.

Dunga, ex-técnico da Seleção Brasileira, e esposa ficam feridos após carro capotar no Paraná

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O ex-técnico da Seleção Brasileira, Dunga, e a esposa dele, Evanir Miller da Silva Verri, ficaram feridos após o carro em que estavam capotar neste sábado (13) na BR-116, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente foi registrado no km 39, perto de 12h30, após o veículo sair da rodovia.

A PRF informou que os dois tiveram ferimentos leves e estavam conscientes durante o atendimento.

Ainda conforme a PRF, o casal foi levado ao Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul. Os policiais fizeram teste de bafômetro nas vítimas e o resultado foi negativo.

De acordo com o porta-voz da PRF no Paraná, André Filgueira, Dunga e a esposa tinham saído de São Paulo e seguiam para Curitiba quando o carro capotou. Chovia na hora do acidente.

“O capotamento foi nas imediações da Represa do Capivari, um trecho bastante sinuoso, com muitas curvas. O condutor (Dunga) perdeu o controle, bateu na lateral da rodovia e capotou”, disse.

O hospital informou que não pode passar informações sobre o estado de saúde das vítimas.

Homem morre após capotar com carro na Baixada Campista

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Um homem, identificado como Wandeson dos Santos Silva, de 39 anos, morreu na manhã deste sábado (13), em um grave acidente de trânsito na RJ-216 em Goytacazes, na Baixada Campista.

O motorista estava em uma caminhonete e perdeu o controle do veículo. O corpo de bombeiros foi acionado às 10h30 para atender uma ocorrência de colisão entre o carro e um poste, e logo depois, o corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).

A pista ficou interditada e o trânsito lento. A Guarda Municipal e a Polícia Rodoviária Estadual estiveram no local até a liberação da estrada.

Ministério acompanha caso de aborto legal negado pela Justiça em Goiás

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A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, disse hoje (13), em uma rede social, que a pasta acompanha o caso da desembargadora e da juíza que negaram o aborto legal a uma menina de 13 anos vítima de estupro em Goiás.

 

Para a ministra, é preciso reforçar que casos como este sequer deveriam ter que passar pelo crivo da Justiça. Ela lembrou que a legislação brasileira é clara ao dizer que se a gravidez é decorrente de estupro, põe em risco a vida da gestante ou há anencefalia, a gestante tem o direito de interromper a gravidez.

“Exigências desnecessárias como autorizações judiciais transformam a busca pelo aborto legal em um calvário na vida de meninas e mulheres. Como falamos tantas vezes nas últimas semanas, criança não é mãe, estuprador não é pai e a vida de uma criança corre risco se mantida a gravidez. Não podemos admitir nenhum retrocesso nos direitos das meninas e mulheres”,  escreveu Cida Gonçalves.

Nessa sexta-feira (12), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu intimar as duas magistradas do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) a prestarem esclarecimentos sobre decisões judiciais que negaram a interrupção da gravidez à menina.

Em sua decisão, o Corregedor Nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, afirmou que “é inequívoca a urgência e a gravidade do caso”, razão pela qual determinou a intimação da juíza e da desembargadora.

A decisão pela intimação da desembargadora e da juíza foi tomada pelo corregedor-nacional a partir de matéria jornalística divulgada pelo site Intercept Brasil. De acordo com a publicação, o aborto legal foi negado por um hospital de Goiás e em duas decisões judiciais proferidas pela juíza Maria do Socorro de Sousa Afonso e Silva e a desembargadora Doraci Lamar Rosa da Silva Andrade.

A reportagem também informou que a vítima está na 28ª semana de gestação e tenta interromper a gravidez desde a 18ª semana. Segundo o corregedor, o caso, se comprovado, aponta para prática de falta funcional com repercussão disciplinar.

Procurado pela Agência Brasil, o Tribunal de Justiça de Goiás declarou que não vai se manifestar sobre o caso porque as decisões envolvendo a menor estão em segredo de Justiça. Sobre a intimação das magistradas, o tribunal informou que “todas as providências determinadas pelo CNJ são cumpridas imediatamente”.

 

Polícia investiga Leandro Marçal, do Casamento às Cegas, por abuso sexual

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para apurar as denúncias de abuso sexual contra Leandro Maçal, um dos participantes do reality show “Casamento às Cegas”.

 

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como estupro de vulnerável, violência psicológica contra a mulher e violência doméstica na Delegacia de Defesa da Mulher, em Osasco.

O caso veio à tona na última semana, quando Ingrid Santa Rita sugeriu em um episódio do programa ter sido abusada por Leandro Marçal, com quem se casou durante a atração. Um dia depois, ela publicou um vídeo do Instagram afirmando que teria sido estuprada quando eles moravam juntos.

Ela afirma que o personal trainer teria problemas de ereção e que recomendou a ele que fizesse terapia quando as tentativas do casal de fazer sexo ficaram insustentáveis.

A Folha entrou em contato com a assessoria de imprensa do participante, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. No programa, quando a arquiteta deu a entender que teria sido vítima de abuso, Marçal disse que teve “problemas sexuais” no casamento e pediu desculpas à ex-mulher, mas não respondeu diretamente às acusações.

“O estupro, essa é a palavra, começou a acontecer quando eu conversei com ele. O Leandro esperava eu dormir para tentar resolver o problema. Na cabeça dele, se ele conseguisse transar comigo, a gente não ia mais ter problema nenhum, só que ele esqueceu que precisava me avisar, precisava ser consentido”, disse ela.

Depois que Ingrid formalizou na denúncia da delegacia, nesta quarta-feira (10), a polícia solicitou exames ao Instituto Médico Legal e também uma medida protetiva para que Leandro não se aproxime da arquiteta.

Leia Também: Luana Piovani abre o jogo sobre motivo do fim do namoro com fotógrafo

Ídolo do Corinthians nos anos 1970, ex-goleiro Tobias morre aos 75 anos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Corinthians anunciou, na manhã deste sábado (13), a morte do ex-goleiro Tobias, aos 75 anos. A causa ainda não foi divulgada.

 

“Tobias era o goleiro alvinegro em duas grandes passagens da nossa história. A primeira delas foi a Invasão Corintiana no Maracanã, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976, contra o Fluminense, quando garantiu o empate por 1 a 1 no tempo normal e ainda defendeu duas cobranças na disputa de pênaltis, selando a vaga na final do torneio”, escreveu o Corinthians em nota oficial.

A outra passagem de Tobias pelo clube foi a conquista do título que deu fim ao jejum de 23 anos, o Paulistão de 1977, com a vitória sobre a Ponte Preta por 1 a 0. Ídolo corintiano nos anos 1970, o ex-atleta também teve passagem por clubes como Guarani e Athletico-PR.

Leia a nota na íntegra:

O Sport Club Corinthians Paulista lamenta, com imenso pesar, o falecimento de Tobias, goleiro campeão paulista com o Timão no histórico título de 1977.

Natural de Agudos, no interior de São Paulo, José Benedito Tobias atuou no Alvinegro entre 1975 e 1978. Sua estreia no time ocorreu em outubro de 75, quando ajudou o Coringão a vencer o Moto Club por 3 a 0, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Quando ascendeu ao time titular, não mais saiu, até a metade da temporada 1978.

Tobias era o goleiro alvinegro em duas grandes passagens da nossa história. A primeira delas foi a Invasão Corintiana no Maracanã, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976, contra o Fluminense, quando garantiu o empate por 1 a 1 no tempo normal e ainda defendeu duas cobranças na disputa de pênaltis, selando a vaga na final do torneio. A outra, foi a conquista do título que deu fim ao jejum de 23 anos, o Paulistão de 1977, com a vitória sobre a Ponte Preta por 1 a 0.

Tobias realizou 125 jogos pelo Timão. Sua última partida foi em maio de 1978, deixando o clube em sequência, rumo ao Athletico-PR.

O Corinthians se solidariza com a família, amigos e lamenta profundamente a morte de um dos ídolos da história do Timão.

Estados acumulam R$ 2,8 bi para segurança pública que não conseguem gastar

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Os estados brasileiros acumulam R$ 2,8 bilhões repassados pelo governo federal para investimentos na área da segurança pública e que não foram gastos.

 

O principal entrave para o uso dos recursos é a falta de equipes técnicas preparadas para lidar com a burocracia federal, de acordo com os envolvidos.

Alguns estados, como Santa Catarina e Tocantins, aplicaram apenas um terço do total de verbas recebidas desde 2019.

Com isso, R$ 370 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública poderiam voltar aos cofres federais no final do ano por não terem sido utilizados dentro do período estabelecido. Para evitar isso, o Ministério da Justiça vai prorrogar por mais dois anos o prazo dos recursos repassados em 2019 e 2020.

A pasta, sob o comando de Ricardo Lewandowski, elencou a segurança pública como prioridade.

Diante disso, a execução do Fundo Nacional de Segurança Pública entrou no foco do ministro. Assim que ele assumiu o cargo, foi realizado um raio-x orçamentário, que encontrou as verbas paradas. Com isso, foi feita uma força tarefa para tentar ajudar os estados a utilizar o dinheiro disponível.

O governo federal tem sido cobrado para atuar mais no combate à criminalidade, um tema hoje muito explorado pelo bolsonarismo e pela oposição a Lula (PT). O assunto é um dos que mais preocupa os brasileiros hoje.

A pasta também ampliou o leque de ações de segurança pública que são elegíveis para receberem esses recursos, o que pode facilitar o emprego do dinheiro repassado, no entendimento de técnicos do ministério.

O fundo foi instituído por lei em 2001, mas foi só em 2019 que começaram os repasses, com montantes anuais fixados para cada estado.

“No começo, eles [os estados] não pegaram muito bem essa lógica. E isso não é por culpa de ninguém, é simplesmente porque a dinâmica era nova, não havia equipes preparadas para lidar com essa transferência de recursos fundo a fundo em segurança”, disse Pintarelli .

Depois veio a pandemia e somente no ano passado é que houve o que Camila chamou de “estabilidade no aprendizado”. Ou seja: os estados aprenderam o caminho da burocracia para efetivamente usar os recursos do fundo.

Na busca de tentar aproximar o ministério das secretarias estaduais, foi criada uma rede do fundo, que se reúne uma vez por mês no ministério com as equipes dos estados para buscar desatar eventuais nós. Desde 5 de abril, quando essa tática foi implementada, as unidades federativas já empenharam R$ 800 milhões.

“No fim do dia, política pública de segurança pública é orçamento. Tendo orçamento, tendo dinheiro, a política sai. E não adianta nada a gente repassar esse valor vultoso de recurso se a equipe que está lá na ponta não tem formação técnica para fazer o arranjo orçamentário disso”, disse.

O objetivo do fundo nacional é apoiar projetos apresentados pelos estados. A lista inclui, por exemplo, a criação de uma delegacia da mulher, a compra de viaturas ou a implementação de câmeras corporais para policiais.

Estados como São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná –todos comandados por governadores de oposição a Lula– têm hoje os melhores índices de execução dos recursos do fundo.

Já Santa Catarina, também governado pela oposição, é o que apresenta o menor porcentual de recursos executados, com apenas 34% dos R$ 100 milhões recebidos. Os dados do Ministério da Justiça vão até 2022.

A Secretaria de Segurança Pública catarinense afirma que “dificuldades como a mudança na lei e licitações, onde todos os processos haviam ficado suspensos até readequação, já foram superadas e neste ano de 2024 os recursos referidos estão em vias de contratação e execução em sua totalidade”.

O governo de Tocantins afirma que “com relação às dificuldades, a SSP-TO esclarece que são de cunho processual, atinentes aos procedimentos licitatórios, como por exemplo: licitações desertas, fracassadas e atendimento de diligências”.

Goiás, governado por Ronaldo Caiado (União), é o sexto colocado no ranking dos estados que mais conseguem gastar os recursos repassados pela União. Desde 2019, ele já recebeu R$ 121 milhões e conseguiu executar cerca de 70%.

A segurança pública deve ser um dos principais temas da eleição municipal desse ano, o que deve se repetir na disputa presidencial em 2026 –o combate à criminalidade é uma das principais bandeiras de governadores de oposição postulantes ao Palácio do Planalto.

Caiado tem sido uma das principais vozes nesse setor para criticar a gestão Lula. Recentemente, ele disse que “existe acovardamento do governo federal em enfrentar as facções”.

No mesmo evento, Seminário Brasil Hoje 2024, em maio, ele também criticou a ideia de uma política nacional de segurança pública -medida que faz parte de uma PEC (proposta de emenda à Constituição) defendida por Lewandowski.

Caiado ainda se queixou de não ter “repasse nenhum do governo federal, dinheiro mínimo, irrisório”, apesar do valor recebido pelo estado do fundo nacional.

Em agosto do ano passado, o então ministro da Justiça Flávio Dino determinou alguns critérios para os estados receberem repasse. As exigências incluíam planos de ação para diversas áreas: redução de mortes violentas intencionais; enfrentamento da violência contra a mulher; e melhoria da qualidade de vida dos profissionais da segurança pública.

A avaliação na pasta, sob a gestão de Lewandowski, é de que o critério era muito restritivo e engessava os municípios na hora de apresentarem projetos para demandar recursos.

Então, neste ano, ele incluiu na lista duas novas áreas: enfrentamento ao crime organizado e proteção patrimonial -que incluiu projetos para atacar, por exemplo, o roubo de celulares.

O diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, defende que o ministério torne a capacitação de pessoas como um dos requisitos do repasse de recursos.

“Estruturação e capacitação do pessoal deveria ser um eixo do próprio fundo. Diz para o estado: você vai usar R$ 100 mil, R$ 150 mil para estruturar na sua secretaria um escritório de projetos qualificado para gerir dinheiro”, disse.

“O dinheiro é importante, mas ainda é muito aquém do que ele [governo federal] realmente poderia. Se governo quer ser indutor de política pública, não é com R$ 2 bilhões por ano, só vai apagar incêndio”, disse, mas sem arriscar uma cifra ideal.

Fundo Nacional de Segurança Pública

O que é: fundo no âmbito do Ministério da Justiça, que tem o objetivo de apoiar projetos na área de segurança pública e prevenção à violência, enquadrados nas diretrizes do plano de segurança pública do governo federal

Total repassado de 2019 a 2023 : R$ 4,3 bilhões

Valor ainda na conta dos estados em 2024: R$ 2,8 bilhões

Maiores repasses para estados (até 2022):
– São Paulo – R$ 168 milhões
– Rio de Janeiro – R$ 151 milhões
– Mato Grosso do Sul – R$ 145 milhões

Menores repasses para estados (exceto 2023):
– Santa Catarina – R$ 100 milhões
– Paraíba – R$ 98 milhões
– Tocantins – R$ 94 milhões

Estados que mais executaram os recursos (até 2022)
– São Paulo – 85%
– Rio Grande do Sul – R$ 85%
– Paraná – 71%

Estados que menos executarem os recursos (até 2022)
– Pará – 45%
– Tocantins – 36%
– Santa Catarina – 34%
Fonte: Ministério da Justiça

 

Rodrigo Faro recebe críticas por matricular filhas em escola de elite e falar em ‘humildade’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O apresentador Rodrigo Faro tem sido criticado nas redes sociais após viralizar trechos de sua participação no podcast Marçal Talks, do pré-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal.

 

No programa, afirmou que não quis matricular as duas filhas, de 12 e 15 anos, numa escola que forma líderes para ensinar a elas sobre humildade. Porém, o colégio onde as jovens estudam é o Mackenzie, cujas mensalidades giram em torno dos R$ 4.000. Procurado, Faro não quis comentar.

“Pessoal fala: ‘Ah, coloca seus filhos na escola que forma líderes’ Eu falei: ‘Não, de jeito nenhum’. Qual vai ser a conversa? ‘Qual helicóptero que o seu pai tem? Qual barco que seu pai tem?'”, começou Faro em sua explicação.

“Não, eu quero elas numa escola onde, na mesma sala, tenha crianças com bolsas de estudo, filhos de funcionários da escola. Porque são todos iguais. Então, é esse tipo de ensinamento. E o principal deles: a humildade”, disse o apresentador.

Ele ainda disse que a mais velha tem vergonha de dizer que é herdeira dele e que ela utiliza o sobrenome da mãe, Viel. “Ela estava dizendo: ‘Pai, eu não quero conquistar as coisas por ser sua filha, eu quero conquistar as coisas pelo meu talento, pelo que aprendi’. Eu falei: ‘Exatamente'”, emendou o apresentador em sua explicação.

Pelas redes sociais, várias páginas e perfis repercutiram o comentário, e Faro recebeu críticas. “R$ 4.000 para conviver com pessoas de todas as classes sociais?”, ironizou um seguidor. “Quem colocou essa mania fresca dos ricos sinalizarem virtude?”, perguntou outro. “Esse cara é completamente fora da realidade”, opinou outro.

Eleição gera saídas na cúpula do Flamengo e esquenta bastidores da Gávea

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A eleição presidencial do Flamengo vai acontecer em dezembro, mas os bastidores do clube já estão agitados. A cúpula da gestão de Rodolfo Landim perdeu integrantes que vão apoiar outros grupos no pleito e novas despedidas podem vir em breve. O grupo do atual mandatário, por outro lado, ainda calcula ter força.

 

Landim anunciou apoio a Rodrigo Dunshee na eleição. Dunshee é vice-Geral e Jurídico do clube, e acompanhou o atual presidente nos dois mandatos.

A diretoria viu cinco vice-presidentes deixarem os cargos nas últimas semanas. As despedidas foram para se aliar ao grupo de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, ou ao de Maurício Gomes de Mattos.

Foram três despedidas para apoiar Bap. Rodrigo Tostes, de Finanças, e Marcelo Conti, vice de Gabinete da Presidência, saíram na última semana, enquanto Paulo Cesar Pereira, vice de Secretaria, conversou com Landim na noite da última sexta-feira (12). O mandatário indicou que vai acumular a vice de Finanças e indicou Diogo Lemes para a vaga deixada por Conti.

As outras duas saídas foram para o grupo de Maurício Gomes de Mattos. Uma delas foi o próprio Maurício, que era vice de Embaixadas e Consulados, e saiu da diretoria para lançar candidatura própria. Adalberto Ribeiro, então vice de Relações Externas, deixou o cargo para apoiar Maurício.

As saídas não pegaram a diretoria de surpresa, segundo pessoas ouvidas pelo UOL. As movimentações já eram esperadas e outras despedidas são aguardadas. Entende-se que houve uma união de diferentes vertentes em torno da candidatura de Landim, mas essa aliança não se mostra mais necessária na atual conjuntura.

O cenário aponta para a primeira ruptura de maior volume desde quando Landim assumiu, em janeiro de 2019. Nos corredores, porém, há uma avaliação positiva. A leitura é que, mesmo com saídas e formações de alianças que virão a ser rivais na eleição, a maioria dos grupos políticos ainda apoia Dunshee — esse desenho traz confiança ao grupo de situação em outro pleito. Landim pode vir candidato a presidente do Deliberativo.

Os grupos que já faziam oposição à gestão ainda debatem as opções. Há uma visão que muitos movimentos podem acontecer nos bastidores, e estuda-se o cenário antes da decisão sobre qual rumo tomar. Eles avaliam a candidatura própria ou o apoio a alguma chapa, e calculam que podem levar consigo cerca de 500 votos.

A inscrição das chapas será entre 10 e 30 de setembro. A eleição acontecerá nos primeiros dez dias de dezembro. A identificação das chapas não será mais por cor, e, sim, por número.

‘Chegamos muito recentemente à Terra e vamos embora em breve’, diz editor da Nature

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A humanidade vai acabar daqui a alguns milhares de anos, aposta o cientista Henry Gee, mas isso não faz com que ele fique acordado à noite, aterrorizado.

 

“Nós só estivemos na Terra por um pequeno período de tempo em comparação com toda a sua história”, diz o paleontólogo, editor da revista científica britânica Nature. “Chegamos muito recentemente e vamos embora em breve.”

Em seu livro “Uma História (Muito) Curta da Vida na Terra”, publicado em 2021 e lançado no Brasil agora pela editora Fósforo, ele constrói com metáforas espirituosas –em pouco mais de 200 páginas– uma viagem veloz pelos 4,6 bilhões de anos de vida na Terra, dos primeiros vestígios unicelulares aos complexos seres humanos.

Sua intenção ao escrever o livro não era ser um cavaleiro do apocalipse. Ele sempre teve a curiosidade atiçada por fósseis, rastros de espécies tão estranhas quanto a Titanoboa cerrejonensis, uma cobra do tamanho de um ônibus que viveu há cerca de 60 milhões de anos nas florestas da América do Sul.

Mais que isso, seu interesse está no que cada uma delas ganhava ou perdia em seus organismos a ponto de permitir que prosperassem, ainda que por pouco tempo, em um planeta que sempre foi e sempre será absolutamente hostil, com eras do gelo, cataclismos tectônicos e chuvas ácidas.

Na organização dessa história das espécies, Gee afirma que os seres humanos eram parte incontornável. Então, espanta como é minúscula a parte que cabe à humanidade nessa linha do tempo –cada trecho dela, um capítulo diferente.
Em um deles, o autor apresenta um pastiche do livro de Liev Tolstói, que ele apelida de “princípio de Kariênina”: “Todas as espécies felizes e prósperas são iguais. Cada espécie, quando entra em extinção, o faz à sua maneira”.

O autor quer oferecer uma perspectiva do que é a vida humana na Terra ao descrever a resiliência de algumas espécies, como as tartarugas, cujos ancestrais surgiram no Triássico, há mais de 200 milhões de anos e antes até dos dinossauros.

Também conta episódios que desafiam o senso comum, como quando ocorreu uma extinção em massa há cerca de 2,5 bilhões de anos porque cianobactérias começaram a soltar oxigênio na atmosfera –gás que era tóxico para a maioria das formas de vida que se desenvolveram até então.

Então, afinal, o que faz uma espécie vingar e outra não? Podem ser eventos e fatores causados ou não por ela. Até um meteoro fez sua parte.

“Tenho uma camiseta que diz: ‘Pare a tectônica de placas agora'”, diz Gee ao confrontar o slogan ambientalista “salve a Terra”. “A Terra é uma velha senhora, e ela viu muitas coisas em sua longa vida, muito mais destrutivas que os seres humanos”, completa.

Isso não torna menos urgente ou desimportante, segundo o autor, que a humanidade queira manter a sua casa limpa e preservar o que tem. “Temos o dever de ajudar a moderar as mudanças climáticas e cuidar das outras espécies do planeta enquanto estamos aqui”, diz.

As mudanças climáticas não serão a única causa do desaparecimento da humanidade, ressalta Gee. A falha de renovação populacional, com a queda da taxa de natalidade, terá efeitos econômicos e impactará a produção intelectual como um todo. “Se vamos usar a inovação e tecnologia para o bem, temos que fazê-lo muito rapidamente”, frisa o paleontólogo.

Longe de conclusões fáceis, ele lembra que “a emancipação das mulheres, que em parte causou [a queda da natalidade], também garante que nosso declínio aconteça da forma mais civilizada possível”. Além disso, ressalta que outros fatores intercedem por nosso fim: variação genética insuficiente, por exemplo, e perda de habitat pelo consumo desenfreado de recursos.

Em um último recado no livro, transmite uma mensagem pacificadora: “Não se desespere. A Terra resiste, e a vida ainda está viva”.

UM HISTÓRIA (MUITO) CURTA DA VIDA NA TERRA

Preço: R$ 89,90 (280 págs.); R$ 62,90 (ebook)
Autoria: Henry Gee
Editora: Fósforo
Tradução: Gilberto Stam

Rainha Camilla surpreende e usa bolsa batizada em homenagem à Diana

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A rainha Camilla, 76, usou uma bolsa Lady Dior, batizada em homenagem à princesa Diana.

 

A rainha apareceu em alguns eventos usando o acessório. A bolsa bege é batizada de Small Lady Dior, em homenagem à princesa Diana.

A bolsa foi rebatizada com este nome devido a este ser um dos estilos de bolsa favoritos de Diana. A bolsa custa cerca de US$ 6.000.

Camilla usou a bolsa Dior pela primeira vez na quarta-feira (10). A rainha compareceu a um torneio de tênis em Wimbledon com o acessório.

Na quinta-feira (11), a rainha usou novamente a bolsa. Dessa vez, ela estava ao lado do rei Charles durante uma visita ao País de Gales.

De acordo com a People, o uso da bolsa pela rainha foi uma surpresa. O motivo é o fato de Camilla evitar usar itens que sejam associados a Diana, primeira esposa do rei Charles.

[Rainha Camilla surpreende e usa bolsa batizada em homenagem à Diana]© Getty Images  

Toto Wolff celebra o ressurgimento da Mercedes na temporada da F1: ‘Claramente de volta’

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Duas vitórias seguidas na temporada da Fórmula 1 e a direção da equipe Mercedes não consegue esconder a satisfação por, finalmente, ter ajustado o carro para voltar a ser competitiva com Red Bull, Ferrari e McLaren. Os triunfos de George Russell na Áustria e de Lewis Hamilton em Silverstone deixaram o diretor executivo Toto Wolff empolgado.

 

“Vocês podiam ver que cinco corridas atrás não éramos nem mesmo candidatos ao pódio, o que parecia o terceiro ano de baixa performance. De repente, tudo o que não fazia sentido, fez sentido, e os resultados da direção do desenvolvimento são como nos velhos tempos”, comemora o chefe da Mercedes. “Estamos encontrando desempenho, estamos colocando isso no carro, e isso se traduz em tempo de volta. Esse não foi o caso nos últimos dois anos”, admitiu Wolff.

A Mercedes fracassou em 2022 e 2023 e prometia fazer de tudo para voltar a ser competitiva neste ano. Mas o começo foi desanimador, com Hamilton e Russell para trás no grid. Agora, as coisas parecem ter se acertado e a ordem na equipe é ter cautela.

“A Mercedes não deve se deixar levar por sua forma recente, mas a equipe está claramente de volta à disputa”, admite, após a vitória em Silverstone. “Sim, agora parece que sim, porque na Áustria estávamos muito longe”, seguiu. “Se você olhar para a diferença que tínhamos antes de Verstappen e Norris baterem, era quase dois décimos por volta, um pouco mais.”

Ficar andando bem para trás das concorrentes vinha tirando o sono na Mercedes. E Wolff não escondeu esse desânimo. “Foi o mais perto que chegamos por muito tempo de uma pista que não gostávamos tanto no passado. Isso meio que nos deu dicas de que poderia estar ficando muito melhor”, explicou.

Pelos planos da Mercedes, ainda em quarto no Mundial de Construtores, a melhora na temporada era para ser demonstrada apenas nas duas próximas etapas. “Sinceramente, não achávamos que seria em Silverstone, porque mais coisas estávamos colocando no carro, estávamos esperando (a volta por cima) em Budapeste (próxima etapa, dia 21 de julho) ou Spa (Francorchamps, na Bélgica, marcado para 28 de julho), mas justificamos que o que fizemos é o certo no momento”, completou Wolff.

Mulher é presa e drogas são apreendidas em São Francisco de Itabapoana

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Agentes da Polícia Militar prenderam na noite dessa sexta-feira (12), uma mulher, por tráfico de drogas, na Carlos Gomes, em Santa Clara, em São Francisco de Itabapoana.

Os militares realizaram uma entrada estratégica no local conhecido por ser área do tráfico de drogas, e conseguiram prender uma suspeita que estava em prática de tráfico. Com a mulher haviam 15 pedras de crack, 10 buchas de maconha, 28 pinos de cocaína, e R$1.509,95 em espécie, proveniente do dinheiro do tráfico.

Os materiais foram encaminhados para a 146ª DP/ São Francisco de Itabapoana, onde o caso foi registrado.

Mais de 60 veículos de comunicação pedem que Israel permita acesso independente a Gaza

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Mais de 60 veículos de comunicação de vários países assinaram uma carta aberta pedindo ao governo de Israel o fim das restrições que impedem o acesso independente de jornalistas estrangeiros na Faixa de Gaza.

 

A carta é assinada por 64 veículos, como CNN, BBC, AFP, The New York Times e The Guardian. Segundo o documento, nove meses após o início da guerra, “repórteres internacionais ainda tem negado o acesso a Gaza, exceto por raras visitas guiadas pelo Exército israelense”.

“Essa proibição do trabalho de reportagem estrangeiro impôs um fardo impossível e desproporcional a jornalistas locais: o de cobrir uma guerra que vivem”, prossegue o documento, divulgado na quinta (11). “Mais de cem jornalistas foram mortos desde o começo da guerra, e aqueles que restaram trabalham sob condições de extrema privação.”

A divulgação da carta foi organizada pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas, que disse que o conflito Israel-Hamas é um dos mais mortais para a imprensa dos últimos tempos.

“Compreendemos completamente os riscos que envolvem o trabalho jornalístico em zonas de guerra. São riscos que muitas de nossas organizações correram ao longo de décadas para investigar e relatar acontecimentos que ajudam a entender o impacto de conflitos no mundo tudo”, escreveram os signatários.

“Uma imprensa livre e independente é a base da democracia. Pedimos que Israel cumpra seus compromissos com a liberdade de imprensa e garanta à mídia estrangeira acesso imediato e independente a Gaza, e que Israel obedeça suas organizações internacionais no que diz respeito à proteção de jornalistas como civis”, conclui o documento.

A ofensiva israelense em Gaza causou um desastre humanitário e até esta sexta-feira (11) havia matado 38.345 pessoas, a maioria civis, de acordo com o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

A guerra teve como estopim o ataque do grupo terrorista a Israel em 7 de outubro de 2023, que deixou 1.200 israelenses mortos.

É uma bênção, diz Tony Ramos em sua volta ao teatro, após passar por cirurgias na cabeça

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Após passar por duas cirurgias na cabeça há dois meses, Tony Ramos, 75, volta aos palcos nesta sexta-feira (12), em São Paulo, com “O Que Só Sabemos Juntos”, no teatro Tuca. É a retomada da temporada da peça, que acaba com um longo intervalo de 22 anos do ator longe das montagens teatrais.

 

Tony, que divide cena com Denise Fraga, havia estreado a peça duas semanas antes de passar mal, em meados de maio. O diagnóstico: acúmulo de sangue entre o cérebro e o revestimento externo.

Logo depois do ensaio na manhã desta sexta-feira, Tony conversou com o F5 por WhatsApp: “Estou alegre demais com o retorno. É uma bênção. A temporada segue em São Paulo até o dia 18 de agosto, quando iremos para a temporada do Rio de Janeiro”. E continuou: “Só posso agradecer a Deus por essa permissão. Em frente”.

Um pouco mais cedo, Denise Fraga compartilhou um vídeo dos bastidores do ensaio e escreveu na legenda: “A vida prega peças na gente. A vida é móvel e surpreendente. E não para de nos surpreender. E agora estamos em festa! Ele está de volta!”, exaltou. O diretor do espetáculo (e marido de Denise), Luiz Villaça, publicou uma foto dos dois atores.

No dia 26 de junho, Tony voltou aos Estúdios Globo para gravar as últimas cenas no filme “A Lista”. Na trama, ele interpreta Antenor, par romântico da protagonista Laurita, personagem de Lilia Cabral.O longa é uma adaptação para o cinema da peça de teatro homônima, escrita por Gustavo Pinheiro, e estrelada por Lilia e sua filha, Giulia Bertolli.

Ministra francesa dos Esportes nada no Sena antes da Olimpíada: ‘Cumprimos a promessa’

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A ministra francesa dos Esportes, Amélie Oudéa-Castéra, deu um mergulho simbólico no rio Sena neste sábado, numa tentativa de aliviar as preocupações sobre a qualidade da água antes do início dos Jogos Olímpicos de Paris.

 

A ex-tenista Oudéa-Castéra mergulhou no famoso rio após um escorregão inicial e nadou alguns metros próximo à ponte Alexandre III, onde será realizada a maratona aquática. A parte de natação do triatlo também será disputada no Sena.

“Cumprimos nossa promessa”, disse a ministra, referindo-se ao compromisso de nadar no Sena antes do início dos Jogos, em 26 de julho. Ela estava acompanhada por Alexis Hanquinquant, porta-bandeira paralímpica da França.

Desde que a natação no Sena foi proibida em 1923 devido aos níveis de poluição, os políticos franceses prometeram tornar o rio novamente navegável. Jacques Chirac, ex-prefeito de Paris e mais tarde presidente, prometeu em 1988 que o rio estaria limpo o suficiente para nadar até o final de seu mandato, o que não foi cumprido.

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, também planeja nadar no Sena para provar sua limpeza. Em fevereiro, o presidente francês, Emmanuel Macron, prometeu dar um mergulho também, mas não citou uma data.

Hanquinquant, paratriatleta, juntou-se a Oudéa-Castéra na natação de sábado, vivenciando em primeira mão as condições que enfrentará na competição do dia 1º de setembro. Se surgirem problemas de qualidade da água, os organizadores têm planos alternativos.

As provas de triatlo acontecem nos dias 30 e 31 de julho, e as da maratona aquática nos dias 8 e 9 de agosto. A brasileira Ana Marcela Cunha é a atual campeã olímpica da maratona aquática e uma das favoritas ao ouro.

Polícia Militar apreende cocaína e crack na Comunidade Portelinha II

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Agentes da Polícia Militar realizaram na madrugada deste sábado (13), uma apreensão de drogas, na Rua Adão Pereira Nunes, na Portelinha 2, em Campos.

Os militares realizaram uma entrada estratégica na Comunidade, e conseguiram apreender 79 pinos de cocaína, 49 sacolés de cocaína de aproximadamente 128g e 190 pedras de crack. Ninguém foi preso.

Os materiais foram encaminhados para a 134ª DP/ Centro, onde o caso foi registrado.

O destino da Família Real britânica, segundo Nostradamus

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Nostradamus, o enigmático astrólogo francês do século XVI, conquistou a imaginação do mundo com suas previsões enigmáticas, muitas vezes consideradas como vislumbres do futuro. Enquanto o ceticismo envolve suas profecias, sua capacidade de antecipar eventos que ocorreram no passado continua a cativar tanto os historiadores quanto o público em geral. Sua famosa obra ‘Les Prophéties’, escrita em 1555, contém versos que foram interpretados para prever acontecimentos globais significativas, incluindo a ascensão de Hitler, a bomba atômica e os ataques terroristas do 11 de setembro.

Um autor britânico, Mario Reading, dedicou sua vida a estudar os textos do misterioso vidente, oferecendo informações intrigantes sobre o destino da Família Real britânica e outros acontecimentos históricos. Curioso para saber o que disse Nostradamus sobre os membros da realeza moderna e o que vai acontecer no futuro? Clique na galeria e surpreenda-se.