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Piloto morto foi advogado no caso Marília Mendonça

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O piloto Sérgio Roberto Alonso, de 74 anos, morreu neste sábado, após avião de pequeno porte que pilotava cair entre Lençóis Paulista e Areiópolis, no interior de São Paulo, pouco depois das 14h. 

Leia Também: Piloto morre após queda de avião de pequeno porte no interior de São Paulo

De acordo com O Globo, Sérgio era advogado, e chegou a atuar no caso Marília Mendonça, em 2021. Na ocasião, Sérgio atuou como advogado da família de Geraldo Martins de Medeiros, piloto da aeronave que levava a cantora Marília Mendonça e caiu em novembro de 2021, em Minas Gerais.

Os dois pilotos e todos os que estavam a bordo morreram: o produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho e o copiloto do avião, Tarciso Pessoa Viana.

Em outubro do último ano, ao concluir a investigação sobre o acidente aéreo, a Polícia Civil de Minas Gerais afirmou que os pilotos da aeronave agiram com “imprudência e negligência”.

Sérgio era advogado, e chegou a atuar no caso Marília Mendonça, em 2021. 

Piloto morre após queda de avião de pequeno porte no interior de São Paulo

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Um homem morreu após a queda de um avião de pequeno porte neste sábado, 6, em Lençóis Paulista, no interior de São Paulo. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta de 14h11 às margens da Rodovia Marechal Rondon. Quando o planador foi encontrado, o piloto estava morto.

Segundo a Defesa Civil do Estado de São Paulo, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) investiga as causas do acidente. Foi identificado que a aeronave era proveniente do Aeroclube de Bauru.

Em dezembro, a queda de outra aeronave de pequeno porte no interior de São Paulo deixou cinco mortos, entre elas, uma criança. Na ocasião, a Defesa Civil indicou que a queda poderia ter sido ocasionada pelas fortes chuvas no local. O avião caiu em uma praça de Jaboticabal.

As autoridades paulistas também buscam há uma semana um helicóptero desaparecido. As buscas ocorrem em uma área de cerca de 5 mil quilômetros quadrados. O helicóptero, com quatro pessoas a bordo, saiu da capital com destino a Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, em 31 de dezembro.

A Força Aérea Brasileira explicou que o relevo da região, o tempo chuvoso e as cores do helicóptero (cinza e preto) dificultam as buscas. A Polícia Militar confirmou que estavam a bordo Luciana Rodzewics, de 46 anos, e sua filha Letícia Rodzewics Sakumoto, de 20, além do piloto, identificado como Cassiano Teodoro, e um amigo da família Rodzewics, Rafael Torres.

Quando o planador foi encontrado, o piloto estava morto. 

Aéreas suspendem voos com aviões da Boeing após janela abrir em voo nos EUA

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BOA VISTA, RR (FOLHAPRESS) – Companhias aéreas ao redor do mundo, principalmente nos Estados Unidos, suspenderam o uso de aviões da Boeing modelo 737 Max 9 após a FFA, a agência americana do setor aéreo, ordenar novas inspeções em aeronaves do tipo produzidas pela fabricante nacional.

A medida, que provocou dezenas de cancelamentos de voo no país, ocorre depois que um painel de um avião da Alaska Airlines se abriu em pleno voo na sexta-feira (5), obrigando o piloto a fazer um pouso de emergência. Ninguém dos 171 passageiros e 6 tripulantes a bordo se feriu no incidente.

“Concordamos e apoiamos totalmente a decisão da FFA de exigir inspeções imediatas nos aviões 737-9 com a mesma configuração do avião afetado”, afirmou Jessica Kowal, porta-voz da Boeing, neste sábado (6). As inspeções devem durar de quatro a oito horas por aeronave.

Modelos da série Max do 737 estão entre os mais vendidos da história da fabricante americana. De acordo com dados citados pelo jornal The New York Times da Cirium, empresa especializada em dados sobre aviação, cerca de 5% dos quase 3 milhões de voos previstos para janeiro no mundo são com esse modelo, principalmente o Max 8.

A Alaska Airlines possui 65 aeronaves 737 Max 9 e a United Airlines conta com 79 aviões do modelo em sua frota. Ambas estão entre as empresas que removeram imediatamente de forma temporária o uso dos modelos e iniciaram as inspeções ordenadas pela FFA.

Outras companhias pelo mundo examinam suas aeronaves após o incidente desta sexta, casos da Turkish Airlines, que suspendeu o uso de nove aviões, e da Flydubai, cujos três 737 Max 9 não fariam parte da ordem do regulador americano, segundo a empresa. No sábado, a agência reguladora da Índia também ordenou inspeções para suas empresas aéreas nacionais.

O incidente no voo da Alaska Airlines ocorreu em um painel do lado esquerdo do avião onde poderia estar instalada uma saída de emergência, do meio para a parte traseira da fuselagem. Na configuração de assentos utilizada pela companhia para aquele voo, no entanto, a saída de emergência havia sido desativada, e o painel era uma janela com assento comum à frente –algo possível quando o modelo em questão é configurado com menos assentos.

“O problema é o que está acontecendo na Boeing”, afirmou ao New York Times John Goglia, consultor de segurança da aviação e membro aposentado do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes, que investiga acidentes aéreos.
A fabricante americana tem passado por intenso escrutínio nos últimos anos em meio a problemas na produção e de atrasos na entrega de aviões, além de acidentes envolvendo suas aeronaves.

No mês passado, a empresa pediu às companhias aéreas que inspecionassem os mais de 1.300 aviões Max entregues em busca de um possível parafuso solto no sistema de controle do leme.

Nos últimos meses, a Boeing informou que o fornecedor Spirit AeroSystems havia feito furos indevidos em um componente que ajuda a manter a pressão da cabine. Desde então, a Boeing tem investido e trabalhado mais de perto com a empresa para resolver problemas de produção.

“Estamos observando um aumento na estabilidade e na qualidade do desempenho em nossas próprias fábricas, mas trabalhamos para que a cadeia de suprimentos alcance os mesmos padrões”, afirmou o CEO da Boeing, Dave Calhoun, em conversa com analistas de investimento e jornalistas em outubro.

As entregas de mais um modelo da Boeing, o 787 Dreamliner de corredor duplo, praticamente pararam por mais de um ano, até o fim de 2022, enquanto a empresa trabalhava com a FFA para resolver preocupações de padrão de qualidade.

O próprio 737 Max ficou parado por 20 meses em todo o mundo após dois acidentes fatais em 2018 e 2019, ligados a um software mal projetado da cabine de pilotagem, que mataram um total de 346 pessoas na Etiópia e na Indonésia. A Boeing ainda aguarda a certificação de seu modelo menor, o 737 Max 7, e do maior, Max 10.

O China, cuja agência reguladora também anunciou a realização de uma reunião de emergência após o incidente nos EUA, também teve um acidente, em 2022, com um Boeing 737, mas de outro modelo, o 737-800, e não da série 737 Max.

A FAA examinou cuidadosamente o modelo por anos, afirmando em 2021 que rastreava todos os aviões 737 Max usando dados de satélite.

Idosa de 90 anos resgatada com vida 5 dias após terremoto no Japão

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Uma mulher na casa dos 90 anos foi resgatada com vida ao fim de cinco dias debaixo dos escombros provocados pelo terremoto que abalou o Japão no primeiro dia do ano.

A mulher passou cerca de 124 horas nos escombros quando as hipóteses de encontrar vítimas com vida diminui substancialmente após as primeiras 72 horas. 

Segundo a  televisão japonesa NHK,  a polícia afirma ter encontrado a mulher na cidade de Suzu, no sábado. A idosa foi levada para um hospital onde recebeu tratamento. 

A operação de resgate durou cerca de duas horas e durante a operação ouviam-se frases de incentivo por parte da equipe. “Mantenha-se firme! A senhora vai ficar bem!”, cita a NHK.

As operações de busca continuam, estando a cargo das Forças de Autodefesa do Japão. 

Lembrando que um terremoto de magnitude 7,5 atingiu a costa japonesa na última segunda-feira, provocando danos significativos. Pelo menos 126 pessoas morreram e mais 200 estão ainda desaparecidas.

Leia Também: Moradores fogem de deslizamento de terras após sismo no Japão; vídeo

Carregador de celular pega fogo e incendeia quarto de casa no Tocantins

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um carregador de celular que estava conectado à tomada pegou fogo e causou um incêndio no quarto de uma casa em Palmas (TO), na noite desta quinta-feira (4).

A informação sobre o início do incêndio foi dada pelo próprio morador do local ao Corpo de Bombeiros.

O incêndio atingiu apenas a suíte da casa e destruiu cama, guarda-roupa, itens pessoais do morador e o banheiro.
O Corpo de Bombeiros informou que uma investigação não foi aberta para confirmar a causa do acidente, já que não há suspeita de crime.

CARREGADOR PODE CAUSAR INCÊNDIO?
Especialistas entrevistados por Tilt em 2021 afirmaram que carregadores originais dificilmente causarão incêndios se forem mantidos na tomada, por isso o ideal é sempre optar por originais -ou ao menos homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

João Carlos Lopes Fernandes, professor de engenharia elétrica e de computação, disse que o “carregador original só fornece energia se está conectado [ao celular], os outros não têm nenhuma proteção”.

Em suma, alguns desses carregadores não entendem que não há um aparelho conectado e continuam consumindo corrente elétrica -algo que não ocorre nos originais, a não ser que haja uma luz LED no carregador.

Antonio Carlos Gianoto, professor do departamento de engenharia elétrica da FEI, também alerta contra possíveis problemas na rede elétrica da casa que possam ocasionar incêndios. “Precisa ver as condições, tem muita residência detonada. Mas a chance de entrar em curto é pequena. O carregador ligado na tomada sem celular conectado é como se você tivesse um interruptor sem a lâmpada”

A informação sobre o início do incêndio foi dada pelo próprio morador do local ao Corpo de Bombeiros… 

Governo Javier Milei demite 500 funcionários da Rádio Nacional Argentina

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BOA VISTA , RR (FOLHAPRESS) – O governo de Javier Milei demitiu cerca de 500 empregados da Rádio Nacional Argentina que tinham contrato até o fim de 2023. A medida seria parte de um plano de reestruturação da empresa estatal até sua privatização, de acordo com o jornal Clarín.

A nova gestão da Radio e Televisão Argentina (RTA), companhia pública que detém mais de 50 emissoras de radiodifusão por todo o país, decidiu manter cerca de 700 funcionários permanentes e pouco menos de 100 contratos renováveis.

A medida provocou a suspensão de programas, alguns com mais de cinco colunistas contratados, criados na gestão anterior de Rosario Lufrano. Indicada pelo ex-presidente Alberto Fernández, ela e seu vice, Osvaldo Santoro, renunciaram após a posse de Milei, no dia 10 de dezembro.

O conteúdo produzido para este início do ano será enxuto. “A programação é mantida muito bem com as pessoas que permanecem, com os funcionários históricos da rádio, que têm um compromisso muito grande com cada uma das emissoras do país”, disse ao Clarín uma pessoas próxima à gestão de Javier Monte, o novo presidente da RTA, designado nos últimos dias de dezembro.

Alguns dos jornalistas e artistas cujos contratos não foram renovados na semana passada são o jornalista e locutor esportivo Víctor Hugo Morales, que apresentava “Estación Piazzola”; Sandra Russo, que conduzia o programa “Calandrias”; Lautaro Maislin, que durante a semana comandava o “Rosca and Roll 937” e Mex Urtizberea, ambos contratados da FM Nacional Rock, entre outros.

Líderes sindicais se reuniram com autoridades da estatal na quarta-feira (3) e pediram que ao menos 150 contratos sejam renovados, dos 500 que foram rescindidos.

Em 2023, ainda de acordo com o Clarín, a RTA teve previsão de receitas publicitárias em 930 milhões de pesos (cerca de R$ 5,58 milhões) e despesas operacionais de 23,8 bilhões de pesos (cerca de R$ 143 milhões), totalizando um déficit operacional de aproximadamente 23 bilhões de pesos (R$ 138 milhões). Uma parte dessas perdas operacionais teria sido coberta com fundos da entidade nacional de comunicações, uma autarquia pública do setor.

Cumprindo promessa central de sua campanha à Presidência, Milei afirmara pouco depois de sua posse que levaria em frente a privatização empresas estatais em vários setores da economia, parte de um conjunto amplo de reformas de desregulação da economia contidas em seu “megadecreto”, com mais de 300 medidas, com objetivo de tentar superar a crise econômica e a inflação sem freio no país.

“Revogar as regras que impedem a privatização de empresas estatais”, disse o ultraliberal em uma mensagem televisiva no fim de dezembro, listando as reformas em tópicos. Na ocasião, ele acrescentou que todas as empresas estatais teriam sua estrutura jurídica alterada para abrir caminho para a privatização total.

Além das companhias de mídia públicas, Milei pretende privatizar redes ferroviárias, a empresa de água e esgoto AySA e a empresa aérea nacional Aerolíneas Argentinas, além de empresas do setor energético como a YPF SA, de perfuração e refino de petróleo, e a Enarsa.

EUA emitiram mais de 1 milhão de vistos para brasileiros em 2023

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A embaixada e os consulados dos Estados Unidos no Brasil anunciaram nesta sexta-feira (5) que emitiram 1,125 milhão de vistos para brasileiros em 2023. A cifra é uma “marca histórica”, segundo comunicado assinado pelos órgãos -o texto não fornece, porém, informações sobre a quantidade de documentos expedidos em anos anteriores.

O ano foi marcado por longas filas para obter vistos de turismo ou negócios para o país. Em junho, por exemplo, o tempo de espera para agendar uma entrevista em São Paulo chegou a 630 dias, um recorde de acordo com levantamento da AG Immigration. O período caiu pela metade no mês seguinte.

A espera se devia à demanda acumulada durante a pandemia de Covid-19, durante a qual os EUA chegaram a suspender a emissão de autorizações de entrada não emergenciais para estrangeiros.

Em compensação, o prazo para agendar uma entrevista no consulado paulistano previsto pelo portal do Departamento de Estado americano nesta sexta era de no máximo seis dias. Trata-se do resultado de esforços coordenados “de consulados em todo o país para reduzir os tempos de espera para entrevistas de visto e proporcionar um processo de solicitação simplificado”, afirma o comunicado assinado pela embaixada e pelos consulados americanos.

Ainda de acordo com a nota, o consulado de São Paulo foi o líder na emissão dos documentos, tendo concedido quase metade dos mais de 1 milhão de vistos para brasileiros expedidos em 2023. Em seguida, vêm as seções do Rio de Janeiro, com cerca de 25% do total; de Brasília, com 15%, e do Recife, com 10%.

A expectativa de uma cifra alta de emissões no Brasil já tinha sido adiantada à Folha por Julie Stufft, secretária-assistente do setor de vistos do Departamento de Estado americano. Em novembro, ela afirmou ao jornal que quase 1 milhão de vistos de turismo e negócios tinham sido aprovados no país no ano fiscal passado, que foi de outubro de 2022 a outubro de 2023. O número era quase o dobro do registrado no período anterior, quando 625 mil foram concedidas autorizações de viagem.

É possível consultar o tempo de espera para vários tipos de visto nos diferentes consulados dos EUA no país no site do Departamento de Estado americano. Os de turismo são os de classificação B1/B2.

Idoso morre ao cair em buraco de 40 m que cavou na cozinha em busca de ouro em MG

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um homem de 71 anos morreu ao cair em um buraco com cerca de 40 metros de profundidade que ele próprio havia cavado na cozinha da casa dele na cidade de Ipatinga, em Minas Gerais.

Testemunhas relataram a bombeiros que estiveram no local que a vítima iniciou a escavação após um sonho por meio do qual ele acreditava ter recebido a revelação de que haveria ouro abaixo da residência.

O corpo do idoso foi resgatado nesta quinta-feira (5) por homens da sede do 11º Batalhão dos Bombeiros de Minas Gerais.

Apesar de profundo, o buraco aberto no piso de cerâmica da cozinha era estreito, com apenas 90 centímetros de diâmetro.
Imagens divulgadas pela corporação mostram que somente uma pessoa conseguia descer por vez pela cavidade.

Com a ajuda de cordas e equipamentos apropriados, a vítima foi retirada. Ainda segundo os bombeiros, o corpo apresentava múltiplas fraturas.

Testemunhas relataram a bombeiros que estiveram no local que a vítima iniciou a escavação após um so… 

Suprema Corte aceita analisar recurso de Trump para se manter elegível

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GUILHERME BOTACINI
BOA VISTA, RR (FOLHAPRESS) – A Suprema Corte dos Estados Unidos aceitou o recurso de Donald Trump nesta sexta-feira (5) e vai deliberar a respeito da decisão do Supremo do Colorado que retira o nome do empresário das cédulas nas eleições primárias do estado.

A análise da ação, suspensa enquanto a apelação do republicano está em andamento, está marcada para o dia 8 de fevereiro -a defesa de Trump recorreu na quarta-feira (3).
O Supremo do Colorado decidiu no dia 19 de dezembro pela inelegibilidade do empresário no estado ao acatar uma ação cujos argumentos desqualificam Trump para participar no pleito por insurreição, com base na 14ª Emenda da Constituição dos EUA, devido a seu papel em instigar a invasão do Capitólio no dia 6 de janeiro de 2021.

O veredito da Suprema Corte do país pode servir de base para o exame de uma série de casos que usam de argumentos semelhantes e estão pendentes em pelo menos 17 estados, como Califórnia, New Hampshire, Oregon e Carolina do Norte.

A corte máxima do país, que vai julgar sobre a decisão do Colorado, é composta atualmente por uma maioria conservadora construída pelo próprio ex-presidente durante seu mandato.

Trump também recorreu em nível estadual, no Maine, contra uma ordem da secretária de Estado do local, Shenna Bellows, que acatou pedido de um grupo de eleitores com base nos mesmos argumentos e retirou o empresário das cédulas. A apelação neste caso ocorre em uma corte de recursos do estado.
As primárias no Maine e no Colorado ocorrem em 5 de março, a chamada Super Terça, quando eleitores de boa parte dos estados americanos votam em qual pré-candidato preferem como nome de seu partido na disputa presidencial.

Para além dos obstáculos eleitorais, Trump também precisará enfrentar seu calendário criminal. No dia 4 de março, um dia antes da Super Terça, o empresário começará a ser julgado em acusação de conspiração contra os EUA para reverter a derrota na eleição de 2020 -justamente os episódios em que se baseiam as ações para barrá-lo das primárias.

‘Fui duas vezes, no máximo’, diz padre Júlio Lancellotti sobre presença na cracolândia em 2023

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PAULO EDUARDO DIAS
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Associações e conselhos de segurança ligados ao centro e a bairros próximos já na zona leste de São Paulo divulgaram uma carta favorável à criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as ONGs que assistem moradores de rua e dependentes químicos.
O padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua, tem sido apontado como principal alvo da CPI, que tem o vereador Rubinho Nunes (União Brasil) à frente.

O religioso não é citado diretamente na carta, mas se tornou alvo principal da proposta por ser uma das principais lideranças em relação à questão dos sem-teto na cidade. Ele mantém um projeto social que distribui refeições e produtos de higiene e também dá assistência a moradores de rua na paróquia São Miguel Arcanjo, na Mooca, zona leste da cidade.

À Folha o padre, que considera a CPI uma perseguição, afirmou nesta sexta que no ano passado foi no máximo duas vezes à cracolândia.

“Estive algumas vezes no Jardim da Luz, em frente ao Museu da Língua Portuguesa. No fluxo [aglomeração dos usuários de drogas], poucas vezes, duas, no máximo.”

Conforme mostrou a Folha, nesta quinta (4) e nesta sexta-feira (5), sete vereadores da Câmara Municipal de São Paulo que assinaram o requerimento para abrir a investigação, retiraram seu apoio, após a polêmica de que a CPI teria o padre Júlio como um dos principais investigados.

Na carta, com data desta sexta-feira, oito entidades disseram “que convivem diariamente com o problema e possuem a exata dimensão dos efeitos colaterais causados pelos dependentes químicos que ficam jogados as ruas”.

E por isso, procuraram o vereador Rubinho Nunes “que prontamente atendeu para propor a abertura de uma CPI a fim de investigar as ONGs que atuam na região central de São Paulo”.

“A CPI das ONGs é um pedido da população diretamente afetada pelas mazelas do centro e o vereador está acatando um pedido tanto de moradores quanto de empresários e trabalhadores da região”, afirmou Charles Souza, presidente da Associação Geral do Centro de São Paulo, uma das signatárias da carta.

Nunes já havia dito à reportagem que a proposta de investigação foi uma sugestão dos moradores da região, principalmente os que vivem no entorno da cracolândia. Segundo ele, as organizações são acusadas de se beneficiar do aumento da população de rua por meio de repasses e doações, o que também é citado na carta.

As outras entidades que assinam o texto são a União Santa Ifigênia e a Câmara dos Dirigentes Lojistas do Bom Retiro, além dos Consegs (conselhos de segurança) Bom Retiro, Centro, Consolação Higienópolis Pacaembu, Brás-Mooca-Belenzinho e Alto da Mooca.

As entidades afirmam que ONGs recebem expressiva verba pública para amparar a população em estado de vulnerabilidade e que há falta de transparência por parte destas entidades
“Portanto, a necessidade de instalação desta CPI, pois um volume alto de verba pública é despejado para estas ONGs e em contrapartida apenas aumenta o número de frequentadores do fluxo da cracolândia. O resultado é insatisfatório, devido à falta de segurança aos moradores, comerciantes e frequentadores da região”, diz.

“A maneira em que há distribuição dos alimentos e que esses dependentes químicos estão sendo tratados apenas motiva eles a permanecerem nesta condição degradante e marginalizada”, afirma outro trecho do texto.

A carta das associações e conselhos de segurança também faz referência ao estado de abandono do centro paulistano.

“Por muito tempo, a população que habita, trabalha e frequenta a região central foi esquecida, como consequência veio a degradação e o aumento do número de dependentes químicos, que utilizam droga a céu aberto, sem qualquer pudor.”

O padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua, tem sido apontado como principal alvo da CPI,… 

Artista circense venezuelana é encontrada morta no Amazonas

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SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) – A Polícia Civil do Amazonas confirmou neste sábado (6) a morte da artista circense venezuelana Julieta Inés Hernández Martínez, 38. Ela estava desaparecida desde 23 de dezembro, quando percorria em uma bicicleta cidades do interior do Amazonas.

O corpo da artista foi encontrado por volta das 18h nesta sexta-feira (5), enterrado em uma área de mata na cidade de Presidente Figueiredo (117 km de Manaus).
O trabalho de identificação e autópsiaestá sendo realizado pelo

Departamento de Polícia Técnico-Científico, mas o delegado-geral adjunto da Polícia Civil do Amazonas, Guilherme Torres, confirmou à Folha que o corpo encontrado é de Julieta.
Um casal foi preso, também na sexta-feira, por suspeita de envolvimento na morte da artista, disse em nota a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados, nem detalhes sobre as circunstâncias da morte.

Em buscas pela região, os policiais localizaram inicialmente partes da bicicleta de Julieta Hernández -o equipamento estava nas proximidades de onde foi localizado o corpo. O local fica próximo do lugar em que a artista estava hospedada na cidade.
Julieta era artista circense e se apresentava com a personagem Palhaça Jujuba. Ela também era cicloviajante e estava percorrendo cidades do interior do Amazonas quando desapareceu no final do ano passado.

Amigos e colegas lamentaram a morte da artista. O grupo Circo de Só Ladies, do qual Julieta fez parte, exaltou a artista.

“Nossa grande Julieta, nossa palhaça Jujuba, carregava seus sonhos na bike e gerava sorrisos pelo Brasil todo. Ela se foi. Tiraram ela da gente. Sua vivacidade foi vítima de feminicídio e sua bike foi destroçada, assim como nossos corações.”

O grupo vinha se mobilizando em publicações nas redes sociais em busca de pistas e informações desde o desaparecimento de Julieta.

Ela estava desaparecida desde 23 de dezembro, quando percorria em uma bicicleta cidades do interior … 

Talibã prende mulheres por suposto uso incorreto de véu islâmico no Afeganistão

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BOA VISTA, RR (FOLHAPRESS) – O Talibã anunciou nesta quinta-feira (4) que mulheres foram presas nesta semana em Cabul por supostamente usar o véu islâmico de forma incorreta, de acordo com o porta-voz do Ministério da Propagação da Virtude e da Prevenção do Vício, Abdul Ghafar Farooq.

As detenções são a primeira confirmação oficial da repressão do regime fundamentalista quanto ao estrito código de conduta e vestimenta que impõe desde que retomou a capital e o controle do país, após a atribulada retirada das forças militares americanas em agosto de 2021.

O porta-voz, no entanto, não detalhou quantas mulheres foram presas e em que consistia a forma incorreta de uso do véu que justificaria as detenções segundo a norma do Talibã.

Em maio de 2022, o regime lançou decreto segundo o qual mulheres deveriam cobrir rosto e corpo, podendo deixar apenas os olhos à mostra em público, além de recomendar o uso da burca, véu que cobre da cabeça aos pés, inclusive os olhos, e já foi obrigatório na primeira passagem do grupo islâmico pelo poder, de 1996 a 2001.

“Estas são as poucas mulheres limitadas que propagam o mau uso do hijab na sociedade islâmica”, disse o porta-voz do ministério à agência Associated Press. “Elas violaram os valores e rituais islâmicos e encorajaram a sociedade e outras irmãs respeitadas a adotarem o mau uso do hijab.”

Newsletter Lá fora Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo * As prisões ocorrem menos de uma semana depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas requereu um enviado especial para se envolver com o Talibã, especialmente em assuntos relacionados a gênero e direitos humanos.

O regime, porém, criticou a ideia, dizendo que os enviados especiais da ONU têm “complicado ainda mais as situações por meio da imposição de soluções externas”.

As medidas do regime islâmico afegão ecoam ainda práticas do vizinho Irã, que há décadas impõe código de vestimenta para mulheres, com atuação de uma força policial específica para o assunto, resultante de interpretação radical do Islã.

A iraniana de origem curda Mahsa Amini, de 22 anos, morreu após detenção pela chamada “polícia moral”, responsável pela imposição das regras. Agentes alegaram que ela sofreu um ataque cardíaco após ser detida para que fosse “convencida e educada” e negaram agressões. Entretanto, ativistas afirmaram à época que as abordagens do tipo eram violentas, muitas vezes com espancamentos.

A morte de Amini foi a faísca para imensos protestos pelo Irã, cuja repressão levou a mortes e, posteriormente, a condenações à pena capital a manifestantes.

O regime de Teerã recrudesceu a perseguição a opositores da sociedade civil e à imprensa, com detenções de jornalistas, muitas, mulheres.

EUA ordenam manter em terra alguns aviões 737 Max 9 após incidente

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A Administração Federal da Aviação (FAA) emitiu uma ordem para manter em terra alguns aviões Boeing 737 Max 9, após um destes aviões, da Alaska Airlines, ter realizado um pouso de emergência em Portland, nos Estados Unidos, porque perdeu parte da sua fuselagem.

Segundo o The New York Times, a FAA emitiu a ordem neste sábado, pelo menos até que os aviões sejam inspecionados. Afetará 171 aeronaves, que têm de ser submetidos a uma “inspeção imediata” pelas companhias aéreas que os utilizam “antes de realizarem um novo voo”.

“A segurança continuará a orientar a nossa tomada de decisões”, disse o administrador da agência, Mike Whitaker, num comunicado.

A United Airlines é a companhia aérea com mais aviões deste modelo em utilização, com 79 Max 9 em serviço, de acordo com a Cirium, uma provedora de dados de aviação. A Alaska Airlines, por sua vez, tem 65.

A companhia aérea do estado norte-americano mais a Norte disse que alguns dos seus Max 9 regressariam ao serviço uma vez concluídas as inspeções de cerca de um quarto dos aviões da frota, relatando “nenhuma descoberta preocupante”.

Cada inspeção deverá ter entre quatro e oito horas, por avião.

O Boeing 737 Max 9 da Alaska Airlines estava a caminho da Califórnia quando, ao fim de 35 minutos de voo, teve de regressar a Portland porque uma seção externa do avião, incluindo uma janela, caíram. 

O piloto disse aos controladores de tráfego aéreo de Portland que o avião tinha tido uma emergência, estava despressurizado e precisava regressar ao aeroporto, de acordo com uma gravação feita pelo site LiveATC.net, citada pela AP.

A companhia aérea informou que o avião pousou em segurança com 174 passageiros e seis membros da tripulação. O buraco provocou a despressurização da cabine, mas a companhia não forneceu informações sobre se alguém ficou ferido ou sobre a possível causa.

A Alaska Airlines informou, horas depois, que decidiu imobilizar temporariamente todos os seus 65 aviões 737 Max 9 para efetuar inspeções.

A Boeing disse que estava “trabalhando para reunir mais informações” sobre o incidente, segundo a televisão britânica BBC.

“Uma equipe técnica da Boeing está pronta para apoiar a investigação”, declarou o fabricante norte-americano.

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Relatos de drones disparam e aeroportos têm de suspender pousos e decolagens de aviões

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FÁBIO PESCARINI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pousos e decolagens tiveram de ser suspensos por cerca de 30 minutos na noite do último 21 de novembro em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, porque quatro drones sobrevoavam ao mesmo tempo as proximidades do maior aeroporto do país.

Esse transtorno a passageiros e companhias aéreas, adotado como medida de segurança, passou a ser mais frequente. Segundo o Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), no ano passado foram reportados 59 casos de drones próximos de aeródromos, áreas destinadas a pousos, decolagens e movimentação de aeronaves –os aeroportos são aeródromos públicos.

O número é quase o dobro –84%- que o registrado durante 2022, quando 32 ocorrências acabaram reportadas ao órgão militar.
Os avisos são feitos por pilotos de aviões, agentes de aeroportos e operadores de voo, entre outros.
Uma regulamentação proíbe drones e outras aeronaves não tripuladas de voarem no espaço aéreo próximo de aeródromos –para isso é preciso de uma autorização especial da FAB (Força Aérea Brasileira).

De acordo com instrução do Comando da Aeronáutica, para voos de até 131 pés (aproximadamente 40 metros), a operação de drones deve ocorrer a ao menos três milhas náuticas de distância do aeródromo (cerca de 5,4 km).

Voos entre 131 e 400 pés (40 a 120 metros) não podem ocorrer a menos de 5 milhas náuticas de distância (cerca de 9 km).
A preocupação com o crescimento do problema fez o Decea emitir um alerta para pilotos terem cuidados especiais durante as festas de fim de ano, período considerado propício para fotos, inclusive com drones.

Gerente de navegação aérea do aeroporto em Guarulhos, Marilisa Mira Ramos afirma que o choque entre um drone e um avião pode provocar uma tragédia.

“Há o risco de acontecer o pior, como a queda, porque ele [drone] pode ser sugado pela turbina e provocar uma pane. Ele também pode bater no para-brisa [e quebrar] da aeronave”, diz.
Para Cyro Albuquerque, professor de engenharia mecânica da FEI (Fundação Educacional Inaciana), é difícil mensurar o impacto, já que ele depende de fatores como velocidade e estrutura da aeronave, local da colisão, massa e configuração do drone. “Mas, em um avião de pequeno porte, provavelmente a colisão resultará em um acidente sério”, diz o engenheiro.

“Aviões de maior porte podem resistir ao choque de pequenos objetos, dependendo do local da colisão, que pode ser séria se ocorrer em locais como o motor, superfícies de controle ou tanques de combustível, ou ainda causar descompressão da cabine se atingir a fuselagem.”

O fechamento do espaço aéreo em novembro não é inédito em Cumbica. A GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto, acionou seis vezes em 2023 os protocolos de segurança para casos de drones. Os procedimentos incluem desde varredura no entorno até chamar a polícia.

Em Congonhas, na zona sul de São Paulo, nenhum avião teve pouso autorizado das 13h15 às 13h31 do último dia 10 de novembro, pelo mesmo problema –em fevereiro de 2022, todas as operações já haviam sido suspensas por cerca de 1h20.

No dia 30 de novembro passado, um piloto da Azul chamou a torre de controle de Viracopos para avisar que havia passado por cima de um drone quando fazia a aproximação. A informação, que surpreendeu o controlador de voo, foi mostrada ao vivo pelo canal Golf Oscar Romeo, que têm câmeras para registrar pousos e decolagens em tempo real no aeroporto de Campinas.

Henrique Hacklaender, piloto de aviação comercial e presidente do SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas), alerta que a presença de drones ocorre nos momentos mais críticos de uma operação de voo, em áreas de aproximação para pouso “perto do chão” ou na decolagem “quando o avião está cheio de combustível”.

“O fechamento de um aeroporto não é exagero, porque, além da segurança, é uma forma de se mandar um recado para as pessoas se conscientizarem do perigo”, diz.

A localização das aeronaves não tripuladas costuma depender apenas do visual, já que o drone em geral não tem transponder, instrumento que permite a identificação em radares.

Guarulhos e outros aeroportos chegaram a testar uma tecnologia que alertava sobre a presença de drones, mas ela não está mais em uso. Questionada sobre a descontinuidade do dispositivo, a concessionária que faz a gestão do aeroporto de Guarulhos não respondeu.

A ABR (Aeroportos Brasil), associação que representa 59 aeroportos sob concessão, diz, sem especificar quais, que todos adotam procedimentos definidos pelos órgãos reguladores da aviação para que, mesmo com uma natural expansão do uso de drones, os aeródromos permaneçam seguros.

A Aeroportos Brasil, que administra Viracopos, avalia algumas opções de dispositivos tecnológicos para detectar drones, mas, por enquanto, além de olhares atentos, tem câmeras instaladas nas cabeceiras da pista.

Sobre esses mecanismos, o Decea diz estar desenvolvendo uma solução antidrones para que operadores possam se basear ao adquirirem sistemas.
Conforme a Aeronáutica, em 2023 fora solicitados aproximadamente 346 mil voos de drones no país.

CAMPANHAS
A popularização dos drones –com pouco mais de R$ 100 compra-se um aparelho pela internet ou em lojas de eletrônicos– dificulta a fiscalização, diz o presidente do Sindicato dos Aeronautas.

“Os usuários precisam entender que drones são uma aeronave e por isso, são normatizados por regras que devem ser cumpridas”, afirma a gerente da torre de Guarulhos, Marilisa Ramos.

O advogado Vitor Barbosa, presidente da Comissão Especial de Direito Aeronáutico da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo), afirma que a legislação prevê até cinco anos de prisão para “quem expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea”.

Especialistas ouvidos pela reportagem defendem a necessidade de constantes campanhas de conscientização em bairros próximos de aeroportos sobre os riscos de se operar drones nas imediações. Em Guarulhos, o trabalho foi levado para cinco escolas.

“Fazemos campanhas de conscientização não apenas do uso inseguro dos drones, mas também para os riscos de se soltar balões e pipas”, afirma Fábio Carvalho, CEO da ABR.

Esse transtorno a passageiros e companhias aéreas, adotado como medida de segurança, passou a ser ma… 

Mortes após terremoto no Japão vão a 126, e esperança por sobreviventes diminui

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O número de mortos em decorrência do terremoto ocorrido no Ano-Novo no Japão chegou a 126, e as buscas pelos mais de 200 desaparecidos continuam apesar dos obstáculos às equipes de resgate e o tempo passado desde o sismo.

A previsão de neve para o fim de semana na região da província de Ishikawa, epicentro do tremor na costa oeste do país insular, e as estradas destruídas dificultam o trabalho dos bombeiros. A previsão de autoridades é de que o balanço de óbitos continue a aumentar.
Duas idosas foram resgatadas com vida entre os escombros de suas casas na quinta-feira (4), mas desde então as equipes não tiveram novos sucessos.

Fortes tremores subsequentes têm abalado a região desde o sismo de segunda-feira (1º), que causou deslizamentos de terra, ao menos um grande incêndio e um tsunami com ondas de mais de um metro de altura.

“Estou plenamente consciente da extensão dos danos causados”, disse o primeiro-ministro Fumio Kishida diante da atualização do número de mortos. “Rezamos sinceramente pelo descanso das almas dos que morreram”, afirmou.

O balanço é o mais alto desde um total de 276 mortos em terremotos em 2016, na região sudoeste de Kumamoto.
Kishida pediu aos funcionários do governo que acelerem os esforços de emergência para restaurar as estradas principais destruídas pelo terremoto, com o objetivo de facilitar os trabalhos dos socorristas.

Na cidade de Suzu, as casas onde os mortos são encontrados são marcadas e os socorristas aguardam a chegada de um legista que possa identificar o corpo junto aos familiares.
No porto da cidade, barcos de pesca estão espalhados pela costa após o tsunami provocado pelo terremoto, e ao menos uma pessoa pode ter sido arrastada ao mar.

“Eu estava relaxando no Ano-Novo quando o tremor começou. Meus parentes estavam todos lá e estávamos nos divertindo”, contou à AFP Hiroyuki Hamatani, 53, em meio a veículos incendiados e postes caídos. “A casa ainda está de pé, mas não é habitável. Não tenho espaço na minha mente para pensar no futuro.”

Cerca de 24 mil moradias estão sem eletricidade na província de Ishikawa e mais de 66 mil, sem água potável. Os cortes de água e luz também afetaram hospitais e instalações de assistência para idosos e pessoas com deficiência.

Mais de 31 mil pessoas estão alojadas em 357 abrigos, e muitas comunidades ainda estão isoladas.

“Estamos fazendo o nosso melhor para realizar resgates nas cidades isoladas. No entanto, a realidade é que o isolamento não foi resolvido na medida em que gostaríamos”, admitiu o governador regional, Hiroshi Hase, nesta sexta-feira (5).

Mochizuki, 73, ficou em uma longa fila do lado de fora de um supermercado na cidade de Wajima, depois que ele reabriu na quinta-feira, à espera para comprar itens básicos.

“É uma grande ajuda que eles tenham conseguido reabrir”, afirmou à Reuters depois de comprar uma caixa de adesivos térmicos, lonas de plástico azul para cobrir janelas quebradas e um par de sapatos para se proteger contra cacos de vidro que estão espalhados pelo chão de sua casa. “Mas ainda não vejo o caminho para a reconstrução.”

Enquanto os deslocados têm lotado os abrigos de Wajima em busca de comida, água e outros itens básicos, alguns moradores optam por dormir em seus carros.

O terremoto destruiu a casa de madeira de Yutaka Obayashi, 75, e sua esposa Akiko, 73. Mas depois de passarem uma noite em um local improvisado em um centro comunitário, eles decidiram voltar para casa e dormir em seu pequeno veículo.
“Os olhares das pessoas me deixam muito nervoso”, disse Obayashi à Reuters, enquanto sua esposa descansava em um assento reclinável no carro. “Eu não gosto de viver com muitas pessoas ao meu redor.”

Situado no chamado “cinturão de fogo” do Pacífico, o Japão é um dos países do mundo onde os terremotos são mais frequentes. As normas de construção locais são rígidas, os edifícios costumam resistir a fortes tremores, e a população está habituada a situações do tipo. Muitas construções, porém, principalmente as casas de madeira, não resistiram ao sismo do Ano-Novo.

Acerto na previsão da temperatura vai de 100% a apenas 48% nas capitais

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LEONARDO DIEGUES, PAULA SOPRANA, CRISTIANO MARTINS E NICHOLAS PRETTO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – É sexta-feira, você está no Rio de Janeiro e confere a previsão do tempo para planejar o fim de semana. Dependendo do aplicativo, a programação sairá bem diferente: Weather Channel e AccuWeather dizem que a temperatura mínima no sábado será de 26°C, enquanto o Inmet indica 19°C. Já a máxima chega a 37°C, segundo o Climatempo, mas não passa de 31°C para o Inpe.

A incerteza pode parecer exagerada, mas essa foi uma situação real observada no dia 10 de novembro. Análise da Folha de S.Paulo com dados de quase 10 mil previsões coletadas ao longo daquele mês, marcado por ondas de calor, mostra que a taxa de acerto desses cinco serviços meteorológicos variou de 100% a 48% nas capitais brasileiras.

O cálculo considera correta uma estimativa com até dois graus para mais ou para menos em relação à medição do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), registro oficial no Brasil. Para cada data, são contabilizadas as previsões feitas nos três dias anteriores (24, 48 e 72 horas).

Os serviços mais assertivos no período foram o Climatempo e o próprio Inmet, que também divulga seus prognósticos, com taxas de 83,9% e 83,8%, respectivamente. O pior resultado foi o do Weather Channel, provedor dos dados presentes por padrão na maioria dos celulares Android e Iphone, com 80,4%.
Acertos acima de 80% são satisfatórios para três dias de antecedência, mas o levantamento detalhado revela que os índices variam muito conforme a localidade.

De modo geral, as projeções para o clima na região Nordeste e Norte foram melhores. Em São Luís (MA), os cinco serviços tiveram precisão de 98% a 99% cada um. Macapá (AP) e Teresina (PI) completam a lista de capitais nas quais todos acertaram acima de 90% das estimativas. João Pessoa (PB), por sua vez, foi a única cidade em que um dos provedores, o Inmet, alcançou 100% de eficiência.

No outro extremo, os moradores e turistas do Rio de Janeiro foram os mais surpreendidos pela imprevisibilidade das temperaturas, considerando o agregado de todos os serviços analisados. O Weather Channel só acertou metade das estimativas (50,6%), e o melhor desempenho na cidade foi o do Climatempo (80%).

Na sequência aparece Aracaju (SE). No período, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) teve uma precisão de apenas 48% na cidade, sendo este o pior resultado individual no levantamento. Os melhores provedores no município sergipano foram o Inmet e o Climatempo, empatados com 72% de eficiência.

A análise mostra ainda que foi mais difícil acertar as temperaturas máximas do que as mínimas. Em São Paulo, a imprevisibilidade foi tanta que nenhum serviço conseguiu antecipar o calor registrado em 4 dos 30 dias analisados, mesmo com a margem de dois graus para mais ou para menos.

Em 19 de novembro, por exemplo, o termômetro chegou aos 31°C na capital paulista, enquanto todas as estimativas para a temperatura máxima feitas nos três dias anteriores haviam ficado entre 23°C e 28°C, totalizando 15 previsões erradas.
Isso também aconteceu pelo menos uma vez no período nas cidades de Aracaju (SE), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Porto Velho (RO) e Vitória (ES).

A diferença de exatidão entre as empresas ocorre tanto por fatores computacionais quanto humanos, além, claro, do poder de investimento de cada uma em sistemas avançados.
Os serviços utilizam modelos matemáticos já processados em supercomputadores de grandes centros de meteorologia, em especial da Europa e dos Estados Unidos, que captam dados de todo o globo e estimam o comportamento das horas e dias seguintes. São centros governamentais ou organizações meteorológicas.

Esses modelos são, basicamente, softwares desenhados para simular a interação da atmosfera com outros tipos de superfície. As equações consideram registros atmosféricos em tempo real de todos os países (no Brasil, elas captam os dados do Inmet, por exemplo), além de dados de chuva, umidade, vento, pressão, insolação, entre outros. Todos esses sinais surgem a partir de variadas fontes –estações meteorológicas, satélites, boias oceânicas e radares.

Com a fotografia do momento de cada cidade, registros históricos, estatística e análise preditiva, os modelos emitem resultados numéricos, que são disponibilizados aos serviços de meteorologia, como Climatempo e Accuweather. Cabe às empresas, então, interpretar e analisar os dados, um trabalho humano. São os profissionais que corrigem e calibrar os números partir do conhecimento de cada região.

Algumas empresas também podem desenvolver modelos próprios e implementar seus radares para captar dados. “Além de utilizar aprendizado de máquina, usamos mais de 170 modelos de previsão numérica, incluindo modelagem proprietária e governamental, como do ECMWF [Centro Europeu de Previsões Meteorológicas a Médio Prazo, em inglês] e do Sistema Global de Previsão dos EUA”, diz a Accuweather, em nota.

As diferenças entre aplicativos dependem, então, da escolha entre as dezenas de modelos, da resolução espacial de cada um e de uma supervisão subjetiva.

“Existe às vezes uma dificuldade em cidades litorâneas, porque o ponto de referência fica muito próximo do oceano, ou mesmo no oceano, o que diminui a precisão da temperatura. Próximo de um corpo d’água muito grande, a temperatura vai variar menos. Mas se você andar um quilômetro para dentro da cidade, a temperatura varia muito mais”, diz Vinícius Lucyrio, meteorologista da Climatempo.

Outra dificuldade é que o Brasil tem menos estações meteorológicas do que Estados Unidos e Austrália, por exemplo, o que muda a condição inicial dos cálculos de previsão.
Apesar disso, os serviços têm avançado ao longo dos anos no Brasil e o no mundo, e a expectativa de especialistas é que se aperfeiçoem com o avanço da inteligência artificial e mais registros históricos.

“Diversos trabalhos e monitoramentos apontam para a melhora da qualidade nas previsões de tempo e de clima no mundo. Elas estão ganhando prazo de previsibilidade”, diz Saulo Ribeiro Freitas, doutor em física pela USP e diretor no Inpe. “Quando você olha para a década de 1980, a previsão para cinco dias não era confiável. A de três dias tinha uma qualidade na faixa de, no máximo, 60% de acurácia. Hoje, a previsão para cinco dias já está para a faixa acima da marca de 80%, ou seja, é confiável.”

Segundo ele, o supercomputador do Inpe –centro que faz o processamento no Brasil– está atrasado em relação à inovação, mas o instituto deve receber recursos do do Ministério de Ciências e Tecnologia para a compra de um novo equipamento, o que deve aumentar a exatidão de suas análises.

Além disso, um comitê científico de 30 instituições de pesquisa está desenvolvendo uma nova geração de modelos específicos para o Brasil, o Monan (sigla em inglês de Modelo para Previsão dos Oceanos, Superfícies Terrestres e Atmosfera). “Trata-se um esforço nacional para desenvolver um sistema ajustado para as nossas condições, da Amazônia, das montanhas dos Andes, da região tropical, para melhorar as informações”, diz Freitas.

METODOLOGIA
A Folha de S.Paulo coletou as previsões de temperatura mínima e máxima feitas por cinco serviços de referência e que disponibilizam os próprios dados via interfaces de programação para softwares e aplicativos (APIs). São eles: Accuweather, Climatempo, Inmet, Inpe e Weather Channel.

As estimativas foram então comparadas às temperaturas oficiais verificadas nas estações do Inmet. Para cada data de medição, a análise considerou as previsões feitas nos três dias anteriores (24, 48 e 72 horas). A taxa final corresponde ao percentual de acertos em relação ao total de prognósticos, considerando uma margem de dois graus celsius para mais ou para menos.

Esse modelo premia quem começa a acertar com maior antecedência e foi baseado na metodologia do Forecast Advisor, plataforma de avaliação dos canais meteorológicos dos Estados Unidos e do Canadá.

O levantamento foi realizado entre os dias 1° e 30 de novembro deste ano. Boa Vista (RR), Natal (RN), Maceió (AL) e Recife (PE) foram excluídas da análise porque não tiveram dados suficientes registrados pelas estações do Inmet no período.

Os serviços mais assertivos no período foram o Climatempo e o próprio Inmet, que também divulga seus… 

Buscas por helicóptero desaparecido no litoral de São Paulo entram no sexto dia

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Equipes da Força Aérea Brasileira (FAB) retomaram, na manhã deste sábado, 6, as buscas pelo helicóptero que desapareceu com quatro pessoas a bordo, quando se dirigia para Ilhabela, no Litoral Norte paulista, no dia 31 de dezembro, véspera do réveillon. Os trabalhos, que entraram no sexto dia, chegaram a ser interrompidos durante três horas, na sexta-feira, 5, em razão do mau tempo. Nesta manhã, o céu estava encoberto na região, mas sem chuva.

As buscas cobrem uma área de 5 mil quilômetros quadrados, entre o Planalto paulista, a Serra do Mar e o litoral. A varredura atinge os territórios de Caraguatatuba, Natividade da Serra, Paraibuna, Redenção da Serra, Salesópolis e São Luiz do Paraitinga. Neste sábado, as operações estão concentradas entre a Represa de Paraibuna e Caraguatatuba.

De acordo com a FAB, a região montanhosa, o céu com muitas nuvens e a cor da aeronave – cinza e preto – dificultam as buscas. Já são mais de 40 horas de operações, que contam com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Neste sábado, uma aeronave do 2º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Taubaté, se juntou às equipes de buscas. Segundo o Comando de Aviação do Exército (Cavex), o helicóptero Pantera K2 tem equipamentos de visão noturna e pode operar à noite.

O helicóptero, de prefixo PR-HDB, modelo Robinson 44, decolou às 13h15 do dia 31 de dezembro do Aeroporto Campo de Marte, na zona oeste da capital, mas não chegou a Ilhabela. O último contato com a aeronave ocorreu às 13h15. Cerca de nove horas depois foi gerado um alerta sobre o possível desaparecimento do helicóptero ao Comando de Aviação e ao Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

De acordo com informações confirmadas pela Polícia Militar, estavam a bordo Luciana Rodzewics, de 46 anos, e sua filha Letícia Rodzewics Sakumoto, de 20. O helicóptero levava também o piloto, identificado como Cassiano Teodoro, e um amigo da família Rodzewics, Rafael Torres.

Segundo a FAB, o Segundo Esquadrão do 10º Grupo de Aviação (Esquadrão Pelicano) foi acionado para realizar as buscas. A aeronave SC-10 Amazonas, mobilizada para a varredura, possui radar capaz de realizar buscas sobre terra e mar, com alcance de até 360 quilômetros. O avião dispõe também de um sistema eletro-óptico de busca por imagem e por espectro infravermelho, que detecta sinais de calor, podendo localizar uma pessoa encoberta pela mata ou sob as águas do mar.

Os trabalhos, que entraram no sexto dia, chegaram a ser interrompidos durante três horas, na sexta-f… 

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio estimado em R$ 6,5 milhões

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O Concurso 2.671 da Mega-Sena, cujo sorteio será neste sábado (6), pode pagar um prêmio de R$ 6,5 milhões para quem acertar as seis dezenas.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa Econômica Federal em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela C… 

Coreia do Norte faz mais 60 disparos no mar próximo a ilha da Coreia do Sul

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BOA VISTA, RR (FOLHAPRESS) – A Coreia do Norte realizou mais de 60 disparos de artilharia próximos da fronteira marítima com a Coreia do Sul neste sábado (6), informou o Exército sul-coreano. A ação ocorre um dia após a realização por Pyongyang de mais de 200 disparos semelhantes na mesma região, em momento de aumento de tensões entre as duas Coreias.

Os disparos foram novamente feitos ao redor da ilha de Yeonpyeong, segundo o Estado-maior conjunto da Coreia do Sul em comunicado. Seul “instou energicamente” a Coreia do Norte a parar com atos que ameacem a paz na península.

Os projéteis caíram ao norte da Linha de Limite do Norte (NLL), a fronteira marítima entre as duas Coreias, de acordo com a agência de notícias Yonhap, citando o Estado-maior sul-coreano.

Ao contrário das ações de sexta-feira, o Exército de Seul não planeja disparar no mar em resposta à provocação da Coreia do Norte, informou a Yonhap.

Nesta sexta, autoridades de Yeonpyeong e da ilha de Baengnyeong emitiram alertas para que moradores buscassem abrigo em razão de uma “situação não especificada”.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul não confirmou se a ordem para a retirada dos moradores foi motivada pelos disparos do Norte ou pelos exercícios militares que as forças de Seul realizaram em resposta.

Uma mensagem de texto enviada à população das ilhas de Yeonpyeong e de Baengnyeong mencionou que um “exercício de fogo naval” seria realizado por tropas a partir das 15h no horário local (3h em Brasília) desta sexta. Detalhes das atividades não foram divulgados.

Os disparos da Coreia do Norte não causaram danos civis ou militares no Sul, segundo um porta-voz do Exército sul-coreano. Ele advertiu, porém, para uma piora na relação entre os países. “Este é um ato de provocação que aumenta a tensão e ameaça a paz na península coreana”, afirmou Lee Sung-joon, do Estado-maior conjunto da Coreia do Sul.

Pyongyang disse após os disparos de sexta que a operação foi uma resposta às ações militares em larga escala do “gângster” sul-coreano, possível referência ao presidente conservador Yoon Suk-yeol, que mantém postura belicista em relação ao regime do Norte. Afirmou também que as ações não tiveram impacto sobre a segurança das ilhas sul-coreanas, segundo a agência de notícias estatal KCNA.

Yeonpyeong abriga pouco mais de 2.000 moradores e está localizada a cerca de 120 km a oeste de Seul. O local, acessado por balsas, também concentra tropas. Leif-Eric Easley, professor de estudos internacionais na Universidade Ewha, na capital sul-coreana, disse que os disparos do Norte como parte dos exercícios de inverno não são incomuns.

“O diferente este ano é que Kim Jong-un publicamente renunciou à reconciliação e unificação com o Sul”, afirmou ele à agência de notícias Reuters. O regime comandado pelo ditador está mudando a forma como lida com a Coreia do Sul por meio de mudanças na política e nas organizações governamentais que tratam o vizinho efetivamente como um Estado separado e inimigo.

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Avião da Alaska Airlines faz pouso de emergência após perder janela

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Um avião de passageiros da Alaska Airlines perdeu uma parte da fuselagem em pleno voo, forçando-o a fazer um pouso de emergência no estado americano do Oregon, na sexta-feira.

O Boeing 737 Max 9 da Alaska Airlines foi obrigado a voltar a Portland, 35 minutos após o início do seu voo para a Califórnia. A causa? Uma seção externa, incluindo uma janela, caíram. 

Na galeria acima pode ver vídeos captados no interior da aeronave. 

O piloto disse aos controladores de tráfego aéreo de Portland que o avião tinha uma emergência, estava despressurizado e precisava regressar ao aeroporto, de acordo com uma gravação feita pelo site LiveATC.net, citado pela AP.

A companhia aérea, citada pela BBC, já veio dizer que os 177 passageiros e tripulantes que estavam a bordo “pousaram em segurança”.

A Alaska Airlines acrescentou que iria parar “temporariamente” todas as 65 aeronaves 737 Max 9 para realizar inspeções. “Uma equipe técnica da Boeing está pronta para apoiar a investigação”, declarou o fabricante norte-americano.

Por sua vez, a Agência Federal de Aviação dos EUA disse que o avião “retornou em segurança depois de a tripulação relatar um problema de pressurização”.

A aeronave voava a mais de 16 mil pés (4.876 metros) de altitude quando iniciou a descida de emergência, de acordo com os dados de rastreamento do voo.
 
Ainda segundo a BBC, a seção da fuselagem que caiu parece ser uma área que pode ser usada como porta adicional de saída de emergência por alguns operadores da aeronave, mas não pela companhia aérea em questão.

O Boeing 737 Max foi descrito como “a aeronave de transporte mais examinada da história” após uma série de questões de segurança e investigações.

De recordar que este incidente ocorre após os trágicos acidentes com dois Max 8 em 2018 e 2019, que resultaram na morte de 346 pessoas e levaram a um quase dois anos de suspensão mundial de todos os aviões Max 8 e Max 9.

Os aviões só voltaram ao serviço após a Boeing realizar alterações num sistema de controle de voo automatizado implicado nos acidentes.

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