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ONU pede que Paquistão pare de expulsar afegãos durante inverno

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Acnur, a agência da ONU para refugiados, instou nesta quarta-feira (22) o governo do Paquistão a suspender durante o rigoroso inverno local a recém-implementada política migratória que determina a expulsão de milhares de pessoas, em especial afegãos, sem documentos. Segundo as Nações Unidas, várias vidas serão “ceifadas” caso as deportações continuem nos próximos meses.

A repressão aos imigrantes indocumentados aumentou no último dia 1º, quando acabou o prazo estipulado pelas autoridades paquistanesas para que as pessoas em situação irregular deixassem o país de forma voluntária. A nova política vem provocando um êxodo massivo forçado: mais de 370 mil afegãos já teriam fugido do Paquistão desde outubro, segundo organizações que atuam com direitos humanos.

“O Acnur está pedindo ao governo paquistanês que interrompa as deportações em massa durante o inverno porque o frio no Afeganistão é mortal e pode ceifar vidas. Estamos falando de mulheres, crianças e homens desesperados”, afirmou o porta-voz do Acnur, Babar Baloch, à Reuters TV. Nevascas são comuns no país asiático durante a estação, e a temperatura pode chegar a -30º C em regiões montanhosas.

O governo paquistanês justificou a implementação da política apontando que 4,4 milhões de afegãos viviam no Paquistão até o começo de outubro, sendo que 1,7 milhão sem documentação. Dados do Acnur, a agência de refugiados da ONU, por sua vez, indicavam que havia 3,7 milhões de afegãos no país.

Muitos dos imigrantes se deslocaram ao território paquistanês após a volta do Talibã ao poder no Afeganistão, em agosto de 2021. O grupo fundamentalista islâmico retomou práticas que atacam o direito de minorias, incluindo mulheres, mais uma vez proibidas de frequentarem universidades.

A polícia paquistanesa tem procurado de porta em porta, nos assentamentos de refugiados, aqueles que não partiram voluntariamente. A cidade portuária de Karachi, onde vivem centenas de milhares de afegãos, foi a primeira a ser vasculhada pelos agentes de segurança. Qualquer pessoa em situação irregular pode ser expulsa do país sem direito a recursos na Justiça.

Hamid, um afegão que vive nos arredores da capital com os filhos, a esposa, a mãe e as irmãs, relatou à Folha no mês passado que as extorsões por parte de policiais ficaram mais frequentes. No começo de novembro, ele conta que agentes bateram à porta de sua casa com “perguntas sem sentido”.

“Por que você não deixa nosso país? Você tem o país mais seguro agora, deveria voltar. Como tem sobrevivido aqui?”, questionaram eles, segundo Hamid.

Philippa Candler, representante do Acnur no Paquistão, disse na terça (21) que a campanha para deportação provoca um sentimento de angústia generalizada entre milhares de refugiados afegãos, mesmo entre aqueles que estão com a documentação em dia.

“O anúncio [da política] e as ações subsequentes, incluindo relatos de intimidação por parte das autoridades e despejos por parte dos proprietários, criaram uma sensação de pânico”, disse ela.

Diante da crise, o Acnur disse que o regresso de afegãos ao seu país deveria ser um ato voluntário e que as autoridades paquistanesas devem identificar indivíduos vulneráveis para que recebam proteção internacional. Mas até agora, dizem organizações, as autoridades de Islamabad têm se mostrado pouco receptivo aos apelos para que as deportações sejam suspensas.

Na quarta (21), por exemplo, a Suprema Corte do Paquistão reconheceu ter recebido uma petição apresentada por ativistas de direitos humanos que busca suspender as expulsões dos imigrantes. O documento, porém, sequer foi levado para análise.

Críticos afirmam que a nova política migratória no Paquistão tem caráter eleitoreiro. As medidas foram anunciada após uma série de ataques no Paquistão a poucos meses das eleições de janeiro. Os atentados são orquestrados por militantes islâmicos e se tornaram mais frequentes desde 2022, quando foi rompido um cessar-fogo entre o governo e o Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), o talibã paquistanês.

Os extremistas tentam pressionar as autoridades a implementarem um regime com base na sharia, a lei islâmica, espécie de marco moral com base no Alcorão.

Em setembro, dois atentados suicidas mataram mais de 60 pessoas durante uma celebração religiosa do aniversário do profeta Maomé. Na ação mais letal, em janeiro, mais de cem foram mortos em um atentado a uma mesquita em Peshawar -o local sagrado ficava em um complexo que abriga prédios oficiais.

O governo do Paquistão afirma que o assédio a refugiados com a documentação em dia é raro. Também afirmou que as autoridades estão tomando medidas para coibir eventuais abusos de poder.

EUA atacam veículo no Iraque e matam oito combatentes de grupo alinhado ao Irã

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma série de ataques noturnos dos Estados Unidos no Iraque matou oito combatentes do Kataib Hezbollah, grupo armado alinhado ao Irã, e levou Bagdá a condenar a ofensiva, chamada pelos americanos de “autodefesa”.

De acordo com o porta-voz do Pentágono, Pat Ryder, na última terça-feira (21), grupos apoiados pelo Irã usaram um míssil balístico de curto alcance contra as forças dos EUA na base aérea de Al-Asad, ferindo oito pessoas e causando danos à infraestrutura do local. Washington tem 900 soldados na Síria e 2.500 no Iraque em uma missão que afirma ter como objetivo evitar o ressurgimento do Estado Islâmico.

“Imediatamente após o ataque, um avião militar americano AC-130 que estava na região efetuou um bombardeio de autodefesa contra um veículo das milícias apoiadas pelo Irã”, afirmou Ryder. O Kataib Hezbollah relatou a morte de oito combatentes -um “crime”, nas palavras do grupo em um comunicado, que “não ficará impune”.

Os enfrentamentos são mais um capítulo das tensões na região. Nas últimas semanas, os EUA já haviam realizado três séries de ataques na Síria -segundo Washington, grupos bancados pelo Irã estavam lançando ataques com foguetes e drones em bases dos EUA na região em meio à guerra em Gaza, na qual os americanos apoiam Israel.

O governo iraquiano afirmou, nesta quarta-feira (22), que a ação americana é uma “flagrante violação da soberania”, já que não consultou as autoridades do país. Vários grupos da coalizão governista do Iraque dizem querer expulsar o Estado Islâmico da nação.

Hezbollah vai aderir à trégua com Israel, dizem relatos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Reportagens na imprensa libanesa e na rede qatari Al Jazeera informam que o Hezbollah deverá se unir ao Hamas na trégua de quatro dias com Israel a partir desta quinta (23).

O grupo fundamentalista que domina o sul do Líbano entrou de forma comedida no conflito iniciado pelos aliados palestinos com o ataque terrorista de 7 de outubro, iniciando uma campanha de atrito com forças israelenses na faixa fronteiriça entre os dois países. Bombardeios de lado a lado são diários, e já morreram 70 combatentes do Hezbollah, 13 civis libaneses, 7 soldados e 3 civis israelenses.

Nesta quarta (22), houve novos ataques aéreos de Israel contra posições do grupo, cuja entrada com toda força no conflito era um dos maiores temores estratégicos de Tel Aviv, dado que o Hezbollah é muito mais capaz do que o Hamas.

Isso não ocorreu por uma série de fatores, a começar pela ameaça dos EUA de intervir contra os libaneses a partir de seu grupo de porta-aviões no Mediterrâneo. O Líbano está em dificuldades econômicas, e o Hezbollah é ator político importante no país.

Além disso, o patrono dele e do Hamas, o Irã, também não tem interesse em uma escalada regional que envolva americanos e israelenses, então a agressividade por ora se limitou mais às escaramuças de fronteira e aos discursos.

Abastecimento de água será interrompido em alguns bairros de Campos nesta quinta-feira

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Águas do Paraíba/Foto: Divulgação

A Águas do Paraíba informou que o abastecimento nas localidades de Farol de São Thomé, Santo Amaro, Baixa Grande e Boa Vista será interrompido, nesta quinta-feira (23/11), devido a uma manutenção preventiva na Estação de Tratamento de Água (ETA) Boa Vista.

A concessionária solicita que a população faça uso consciente da água durante esse período.

Em caso de dúvida ou solicitação de caminhão-pipa, entre em contato pelos canais de relacionamento: WhatsApp (21) 97211-8064, aplicativo Cliente Águas, ou pelo 0800 772 0422.

Apresentações de fim de ano do Projeto de Ballet e Jiu-Jitsu em Gargaú

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A Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano (SMTDH) de São Francisco de Itabapoana (SFI), através do Projeto de Ballet e Jiu-Jitsu, promovido na comunidade de Gargaú, vai realizar apresentações de fim de ano. O evento acontecerá no Barracão, no próximo dia 2 de dezembro.

O Campeonato de Jiu-Jitsu terá início a partir das 17h, e as apresentações de Ballet com o tema “Princesas Disney”, a partir das 19h. O projeto visa ofertar às crianças e adolescentes alternativas de desenvolvimento motor e bem-estar, transmitindo valores como a persistência, a disciplina, a autoconfiança e o respeito.

“É muito gratificante podermos ofertar acesso a nossas crianças e adolescentes uma realidade transformadora através da dança e do esporte. Essas ações acabam refletindo na melhoria das condições das famílias e da própria comunidade”, destacou o secretário municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano, Fagner Azeredo.

As aulas do projeto acontecem no Barracão de Gargaú: Jiu-Jitsu toda segunda-feira, das 17h às 21h, e Ballet, terça e quinta-feira, das 16h30 às 19h30. Podem participar moradores do município, sendo que Jiu-Jitsu a partir de 5 anos de idade e no Ballet, a partir de 4 anos. Atualmente estão matriculadas 60 meninas no Ballet e 60 alunos no Jiu-Jitsu entre crianças, jovens e adultos.

Jovem morre após colocar a cabeça fora do ônibus e bater em poste

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Uma jovem de 19 anos morreu, na manhã de terça-feira (21), depois de colocar a cabeça fora da janela de um ônibus, no Grande Recife.

De acordo com testemunhas, a passageira, identificada como Nayane da Silva, morreu no local, revelou o ‘G1’.

Os outros passageiros acionaram os serviços de emergência médica. Contudo, à chegada, só foi possível atestar o óbito da jovem.

A publicação revelou ainda que a empresa de transportes teria enviado uma equipe para o local para dar apoio ao motorista e “colaborar com as investigações”.

A passageira, identificada como Nayane da Silva, morreu no local 

Homem morre no HFM após matar menina de 13 anos em Campos

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HFM/Foto: ClickCampos
HFM/Foto: ClickCampos

No início da tarde desta quarta-feira (22) uma menina, identificada como Maria Eduarda Gomes Santana de 13 anos foi assassinada a tiros pelo companheiro na Rua 8 do Conjunto Habitacional Tapera 3, em Campos. O autor do crime morreu no centro cirúrgico do Hospital Ferreira Machado (HFM).

De acordo com a Polícia Militar, o homem suspeito de assassinar a companheira, atirou contra si próprio. O Corpo de Bombeiros foi acionado e socorreu os dois até o HFM. De acordo com apuração da Redação ClickCampos, a menina de 13 anos foi atingida no crânio, costas e mão esquerda e veio a óbito às 13h50 na unidade hospitalar.

Já o homem identificado como Wellington da Silva Pinto de 47 anos, com um tiro no crânio, foi para o centro cirúrgico, mas não resistiu e morreu.

O caso deve ser registrado na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM).

Família busca contato com brasileira em Gaza que não dá notícias há 2 semanas

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WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Uma família busca informações sobre uma brasileira de 40 anos e seus sete filhos que vivem em Gaza. Os parentes, que moram em Goiás, perderam o contato com eles há mais de duas semanas. As autoridades brasileiras também não têm notícias.

O território está sob ofensiva israelense, com mais de 14 mil mortos, em resposta aos ataques terroristas cometidos pelo Hamas em 7 de outubro que deixaram 1.200 vítimas. Dada a delicadeza da situação, a brasileira aparece nesta reportagem apenas como Umm Abdo, que em árabe quer dizer “mãe do Abdo”. Revelar seu nome verdadeiro agora poderia colocá-la em risco. Ela era casada com o filho de um dos fundadores da facção terrorista, de quem se separou recentemente, alegando violência doméstica.

A família mantinha contato com Umm Abdo por meio das redes sociais e de um número de telefone palestino. A brasileira, porém, não dá notícias nem retorna mensagens desde o último dia 7. A publicação mais recente de uma de suas filhas foi feita no dia 5 de novembro.

Não é incomum passar algum tempo sem receber comunicação de alguém em Gaza. O acesso à eletricidade, à cobertura telefônica e à internet é irregular. Palestinos que moram no exterior relatam, desde o começo da guerra, uma rotina de desespero à espera de qualquer informação de seus familiares dentro do território.

O silêncio de Umm Abdo, porém, é mais longo do que o habitual. No último contato com a Folha de S.Paulo, ela seguia na Cidade de Gaza, em meio a frequentes bombardeios. Chegou a compartilhar vídeos do que seriam ataques aéreos israelenses, filmados de dentro da escada de um prédio. “É um pouquinho do que vivemos diariamente aqui”, escreveu.

Umm Abdo nasceu em Santa Catarina e cresceu no Rio Grande do Sul. De família católica, começou a ler sobre o islã quando era criança e se tornou muçulmana aos 18 anos, em Brasília. Foi quando conheceu o marido, Said Dukhan, pela internet.

A família brasileira diz que Umm Abdo não sabia naquele momento que Said era filho de um dos fundadores do Hamas. Não há indício de que ela tivesse contato direto com a facção ou que estivesse a par de suas operações.

Seu sogro, Abd al-Fattah, morreu aos 87 anos nos primeiros dias da atual guerra com Israel. Segundo os relatos de pessoas próximas à família, devido a causas naturais.

O anúncio em um canal oficial do Hamas ressaltou as contribuições de Abd al-Fattah à luta contra Israel. Outro de seus filhos, Tariq, foi membro da Brigada Izz al-Din al-Qassam, braço armado do Hamas. Ele morreu em 1992.

Umm Abdo se mudou para Gaza em 2005, onde teve sete filhos. A mais velha é uma menina de 17 anos. O mais novo, um menino de quatro. A família recentemente mostrou à reportagem uma fotografia de todos os filhos de Gabriela –exceto o caçula– sorrindo e mostrando o passaporte brasileiro para a câmera, ao lado de um diplomata.

Ela já testemunhou uma série de guerras nestas quase duas décadas em Gaza. Em 2014, quando recebeu a Folha de S.Paulo em sua casa, tinha inclusive acabado de sobreviver a um conflito entre o Hamas e Israel. Dizia que seguiria ali, apesar de tudo.

Em todos os contatos recentes, Umm Abdo se mostrou bastante receosa de dar qualquer informação pessoal. Disse diversas vezes que não queria ser famosa e que sua vida não merecia mais atenção do que a dos demais 2 milhões de pessoas que moram dentro da Faixa de Gaza.

A brasileira viveu também dificuldades domésticas. Deixou o marido e se abrigou em uma organização de caridade. Ficou, porém, sem a guarda dos filhos. Foi para cuidar deles que decidiu ficar em Gaza, em vez de se unir ao grupo de 32 resgatados neste mês. Mas, até onde se sabia, ela queria levá-los para o Brasil, longe das guerras que viu em sua vida em Gaza.

Hoje, só é possível sair do território palestino pela passagem de Rafah, rumo ao Egito, mas há diversos entraves. A retirada da primeira leva de brasileiros levou semanas e exigiu uma ação coordenada entre autoridades do Brasil, da Palestina, do Egito e de Israel. O governo brasileiro trabalha agora com uma segunda lista de repatriação, no momento com 86 nomes. O Itamaraty não deu detalhes, mas é provável que haja brasileiros e parentes palestinos nesta relação.

A família de Umm Abdo acompanha a guerra de longe, em Alto Paraíso (GO). Afirmam que já estão em contato com diplomatas brasileiros. Na hipótese de que algo tenha acontecido com Umm Abdo, os parentes gostariam de trazer os filhos dela para o Brasil. A guarda, porém, segue sendo um desafio já que, até onde a família sabe, eles vivem com o pai, Said, na Cidade de Gaza.

Teste para admissão na Universidade de Oxford poderá ser realizado no Brasil

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(FOLHAPRESS) – Brasileiros interessados em estudar na Universidade de Oxford, no Reino Unido, podem agora realizar processo seletivo em solo nacional. O Cefet-MG (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais) foi autorizado a realizar o processo seletivo no país. É a primeira instituição brasileira a aplicar testes de Oxford.

O pedido de credenciamento da instituição como posto aplicador foi protocolado em julho deste ano e aprovado em agosto. Para tal, foram avaliados critérios como estrutura física, laboratório de computadores adequado, pessoal capacitado para organização e condições de atendimentos a pessoas com deficiência.

“Tornar-se um centro aplicador de testes da Universidade de Oxford certamente impactará positivamente as nossas ações de internalização”, diz Liliane Neves, coordenadora do Cefet mineiro. “A instituição fica mais conhecida, amplia as suas competências internacionais, permite maior capacitação dos colaboradores envolvidos e abre oportunidade para o público interno realizar testes sem a necessidade de deslocamento a outras instituições”, continua.

Segundo última atualização do ranking QS World, publicada em junho deste ano, Oxford é a terceira melhor universidade do mundo, atrás de MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em livre tradução), nos Estados Unidos, e Cambridge, também em solo inglês. A primeira brasileira da lista é a USP (Universidade de São Paulo), 85ª colocada.

O Brasil possui uma filial de Oxford, instalada no Rio de Janeiro. Lá, é planejada oferta de cursos na área da saúde a partir de 2024. A iniciativa tem o apoio do governo britânico e o suporte acadêmico e científico da Universidade de Siena, na Itália, do Institute for Global Health, do Internacional Vaccines Institute e de outras entidades pelo mundo.

PASSO A PASSO

Para se candidatar a um dos 32 cursos oferecidos em Oxford– dentre eles linguística, biologia teologia e química–, interessados devem gerar um código da instituição europeia e preencher um formulário no site do Cefet-MG. Depois, uma taxa, com valor ainda não divulgado, deve ser paga.

As aplicações de testes seguem o calendário inglês. Normalmente, as inscrições são abertas no mês de maio de cada ano, e as provas ocorrem em seguida. Os candidatos podem acompanhar na página da secretaria de assuntos internacionais do Cefet.

1º passo: aplicação no sistema de registro da Universidade de Oxford
cursos de graduação: www.ucas.com cursos de pós-graduação: www.graduate.ox.ac.uk Anote o código UCAS (de 10 dígitos) que será gerado ao final do processo

2º passo: inscrição no centro aplicador Cefet-MG

No formulário que ficará disponível em questionarios.cefetmg.br/index.php/663819/lang-pt-BR

3º passo: contato do centro aplicador

Após receber a sua inscrição, o Cefet fará a sua inscrição no site da Universidade de Oxford e enviará a confirmação para o seu email

4º passo: pagamento da taxa de aplicação.

As orientações serão encaminhadas por email

5º passo: confirmação da aplicação do teste, com confirmação de endereço da prova em Belo Horizonte

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O Brasil possui uma filial de Oxford, instalada no Rio de Janeiro. Lá, é planejada oferta de cursos … 

Enchentes atingem 177 cidades e 28 mil estão desabrigados no RS

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Chuvas fortes voltam nesta quarta-feira (22) ao Rio Grande do Sul, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Metereologia).

A previsão para esta quarta indica temporais com ventos acima de 70 km/h com forte chuva. Elas podem ser acompanhadas de raios, rajados de ventos, trovoadas e granizo.

A partir de amanhã, o tempo volta a ficar seco no Rio Grande do Sul. A chuva e os temporais se deslocarão para o norte de Santa Catarina e Paraná.

O número de pessoas desabrigadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul passou de 28 mil, conforme informou a Defesa Civil do estado ontem. Destas, 24.963 estão desalojadas e 3.351 estão em abrigos públicos.

177 cidades foram atingidas no Estado e mais de 180 eventos adversos devido às chuvas foram registrados.

A previsão para esta quarta indica temporais com ventos acima de 70 km/h com forte chuva 

Atriz russa morre em ataque durante espetáculo para militares na Ucrânia

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Atriz russa morre durante ataque ucraniano a espetáculo para soldados russos

Uma atriz russa, Polina Menshikh, de 40 anos, morreu em 19 de novembro quando realizava um espetáculo para soldados russos na região ocupada de Donetsk, na Ucrânia. O teatro onde ela estava se apresentando foi atingido por um ataque ucraniano, que também matou cerca de 25 soldados russos.

A informação foi divulgada pela agência de notícias estatal russa TASS e pelo jornal The Moscow Times. O teatro Portal, onde Menshikh trabalhava, divulgou um comunicado lamentando a morte da atriz: “É com grande dor que informamos que Polina Menshikh… morreu ontem [19 de novembro] durante uma apresentação, como resultado de um bombardeamento”.

Menshikh estava se apresentando em um teatro com capacidade para cerca de 150 pessoas, em Donetsk. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento do ataque. No vídeo, pode-se ver uma mulher, aparentemente a atriz, a cantar e tocar guitarra, antes de uma explosão ser ouvida e as luzes do salão se apagarem.

Menshikh foi levada a um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos. O ataque atingiu a vila de Kumachove, a cerca de 60 quilômetros da linha de frente no leste da Ucrânia.

A morte de Menshikh é um lembrete da brutalidade da guerra na Ucrânia. A atriz foi morta enquanto desempenhava seu trabalho, levando alegria a soldados que estavam longe de casa. Seu caso é apenas um dos muitos exemplos de civis que foram mortos ou feridos no conflito.

Leia Também: Primeiros reféns devem ser libertados na quinta-feira, dizem Israel e Hamas

Jovens são detidos com drogas e dinheiro na área central de Campos

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Foto: Divulgação Operação Segurança Presente

Na manhã desta quarta-feira (22) um jovem de 18 anos e uma adolescente de 16 anos foram detidos com drogas e dinheiro na Rua dos Goytacazes, na área central de Campos.

Durante patrulhamento, os agentes da Operação Segurança Presente observaram dois jovens que ao avistaram os policiais, mostraram nervosismo. Diante da atitude suspeita, os agentes realizaram uma abordagem e durante a revista, encontraram uma sacola com a adolescente, 17 buchas de maconha, 04 sacoles de cocaina, 02 pinos de cocaina, 01 papel de seda e R$ 135.75 em espécie.

Diante dos fatos, os jovens foram conduzidos a 134º Delegacia de Polícia do Centro. Após apreciação, as duas foram enquadrados e autuados nos artigos 33 e 35 da lei 11.343/06 (tráfico de drogas e associação). Ficando o jovem preso e a adolescente apreendida à disposição da justiça.

Primeiros reféns devem ser libertados na quinta-feira, dizem Israel e Hamas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A libertação de reféns mantidos na Faixa de Gaza pelo Hamas acordada entre o grupo terrorista e Israel nesta terça-feira (21) ainda deve demorar pelo menos um dia para ser efetivada. A expectativa, assim, é que o primeiro grande tratado entre as partes rivais firmado desde o início no conflito, que por extensão ainda prevê uma trégua de quatro dias, entre em vigor apenas na manhã desta quinta-feira (23).

O acordo entre Israel e o Hamas deve permitir a liberação de cerca de 50 dos 240 sequestrados pelo grupo terrorista durante a sua incursão sangrenta de 7 de outubro em troca da soltura de 150 prisioneiros mulheres e menores de idade palestinos, além do cessar-fogo, o primeiro desde o início do conflito.

O governo de Israel divulgou nesta quarta-feira (22) uma lista com 300 nomes de prisioneiros considerados aptos a serem trocados pelos reféns mantidos pelo Hamas em Gaza. O número é o dobro do que havia acordado com o grupo terrorista em um primeiro momento, numa indicação de que mais libertações poderão ocorrer nos próximos dias, segundo a imprensa israelense.

A lista é formada principalmente por palestinos menores de 18 anos que foram presos sob a acusação de provocarem tumultos ou por lançarem pedras contra policiais na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, segundo o jornal The Times of Israel. O governo havia se negado a incluir no acordo a devolução de pessoas condenadas por homicídio, mas, segundo a publicação, também aparecem na relação alguns criminosos que tentaram esfaquear agentes das forças de segurança.

A população israelense terá um prazo de 24 horas para contestar os nomes na lista, de modo a permitir que os apelos contra a soltura de prisioneiros palestinos sejam submetidos à Suprema Corte. Por isso, espera-se que só na manhã da quinta haja a libertação do primeiro grupo de prisioneiros. De acordo com a liderança dos Hamas, os primeiros reféns devem ser soltos às 10h no horário local (5h em Brasília).

Do lado israelense, o ministro das Relações Exteriores, Eli Cohen, confirmou a expectativa de que o acordo entre em vigor nesta quinta, mas preferiu não estimar um horário para as primeiras libertações de reféns.

O tratado foi recebido com entusiasmo por parentes e amigos das vítimas sequestradas e por diversos líderes mundiais.

A principal associação de Israel que reúne familiares dos reféns mantidos em Gaza divulgou nota na qual informa que todos ficaram “muito felizes” com o avanço das negociações. “Mas ainda não sabemos exatamente quem será liberado nem quando”, diz no comunicado.

As negociações pela libertação de reféns têm sido foco de tensão para o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, em meio aos bombardeios intensos na Faixa de Gaza. Manifestantes pressionam o primeiro-ministro em atos quase diários que exigem mais esforços pela soltura das vítimas.

Sob pressão interna e externa, Netanyahu deu prosseguimento às negociações a despeito das críticas feitas pela ala mais radical do governo, o mais à direita da história de Israel, às conversas com o Hamas.

As negociações ocorreram durante semanas em Doha, no Qatar -país que faz a mediação ao lado dos Estados Unidos e do Egito entre o grupo terrorista e Israel. Em nota após a formalização do tratado, o Ministério das Relações Exteriores qatari disse que o acordo pode ser prorrogado. “E o número de libertados aumentará nas fases posteriores”, disse a pasta, sem entrar em detalhes.

Em tom mais otimista, a Jordânia, aliado crucial para Israel no Oriente Médio, disse esperar que os diálogos sejam um passo para o fim da guerra. A iniciativa ainda foi saudada por outros líderes árabes e de potências globais, incluindo o presidente dos EUA, Joe Biden, segundo o qual “mais reféns americanos devem voltar para casa”. “E não vou parar até que todos sejam libertados”, disse ele.

Quatro reféns haviam sido libertadas pelo Hamas antes do acordo mais recente, também após mediação do Qatar. Em 20 de outubro, duas mulheres americanas foram soltas. Depois, no dia 23, mais duas mulheres, as primeiras israelenses, foram liberadas.

Além de permitir a entrada de mais ajuda humanitária em Gaza, o acordo pode servir para desescalar a tensão no Oriente Médio. Reportagens na imprensa libanesa e na rede qatari Al Jazeera informam que o Hezbollah deverá se unir ao Hamas na trégua de quatro dias com Israel.

O grupo fundamentalista que domina o sul do Líbano entrou de forma comedida no conflito iniciado pelos aliados palestinos com o ataque terrorista de outubro, iniciando uma campanha de atrito com forças israelenses na faixa fronteiriça entre os dois países. Bombardeios de lado a lado são diários, e já morreram 70 combatentes do Hezbollah, 13 civis libaneses, 7 soldados e 3 civis israelenses.

Nesta quarta, houve novos ataques aéreos de Israel contra posições do grupo, cuja entrada com toda força no conflito era um dos maiores temores estratégicos de Tel Aviv, já que o Hezbollah é muito mais capaz do que o Hamas.

Isso não ocorreu por uma série de fatores, a começar pela ameaça dos EUA de intervir contra os libaneses a partir de seu grupo de porta-aviões no Mediterrâneo. O Líbano está em dificuldades econômicas, e o Hezbollah é ator político importante no país.

Na Faixa de Gaza, mais de 14 mil pessoas já morreram nas ofensivas israelenses, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas. As ações foram uma resposta aos ataques que provocaram a morte de ao menos 1.200 pessoas, a maioria civis, em solo israelense, segundo contagem de Tel Aviv.

Leia Também: Israel e Hamas selam acordo para trocar reféns por presos e trégua de 4 dias

Adolescente de 14 anos aciona Patrulha Maria da Penha e liberta mãe de cárcere privado

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Um adolescente de 14 anos acionou a Patrulha Maria da Penha em Búzios, na Região dos Lagos do Rio, na tarde do último domingo (19), denunciando que a própria mãe estava vivendo em cárcere privado e sofrendo maus-tratos. O suspeito seria o próprio marido da vítima.

Na sequência, a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal de Cabo Frio foi acionada para ir ao Alto da Rasa para checar a informação. Ao chegar à residência, os agentes puderam confirmar as informações recebidas.

A vítima, uma mulher de 31 anos, apresentava marcas das agressões no corpo e, de fato, ainda segundo a Patrulha, estava vivendo em cárcere privado.

Os agentes da Guarda Municipal, com o apoio da Polícia Militar, conduziram a vítima e o suspeito, um homem de 46 anos, para a 126ª Delegacia de Polícia de Cabo Frio, onde foi verificado que o agressor já tinha mais de 30 passagens por pequenos delitos.

O mesmo foi detido e o caso apresentado às autoridades policiais, que seguirão com a investigação.

Fonte: g1

Mulher é presa após furtar cervejas em estabelecimento no Jardim Carioca

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na manhã desta quarta-feira (22), uma mulher foi presa após furtar cervejas de um estabelecimento localizado na Av. Bartolomeu Lizandro, no Jardim Carioca, em Guarus.

As autoridades receberam informações via 190 sobre o caso e, ao chegarem ao local, contataram a testemunha, que relatou ter visto a acusada, mexendo na geladeira da cobertura do estabelecimento e furtando algumas garrafas de cerveja.

A suspeita fugiu a pé em direção à Ponte Barcelos Martins, porém foi detida pela polícia com cinco garrafas long neck da marca Heineken. O proprietário do estabelecimento, foi informado e confirmou o furto.

A acusada foi encaminhada à 146ª Delegacia de Polícia de Guarus e autuada pelo Artigo 155 do Código Penal, permanecendo sob custódia para as devidas providências judiciais.

Mulher morre ao ser atingida por tronco de árvore; ia se casar em janeiro

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Uma mulher de 41 anos faleceu após ser atingida por um tronco de árvore enquanto passava de carro pelo viaduto Oscar Brito, no Rio de Janeiro, Brasil, na segunda-feira.

Lígia Mello voltava com o marido do aniversário da sogra quando o tronco foi arremessado do alto do viaduto, atingindo o veículo do casal, conforme noticiado pelo G1. O noivo, Derlan Tavares, que dirigia o carro, lamentou: “Estávamos voltando de Sepetiba, do aniversário da minha mãe, quando chegamos ao Oscar Brito e atiraram um tronco de árvore grande, que caiu em cima da minha esposa, levando à sua morte. Naquele momento, chovia, e consegui desesperado levá-la até as urgências de Bangu, mas infelizmente ela não resistiu.”

Derlan elogiou o atendimento na unidade de saúde, destacando os esforços dos profissionais para salvar Lígia. No entanto, ela sofreu perfurações na costela e faleceu devido a uma hemorragia.

A família suspeita que o objeto tenha sido arremessado por assaltantes que buscavam interromper o trânsito para cometer roubos nos veículos. Lígia Mello e Derlan Tavares, de 42 anos, planejavam se casar em janeiro.

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Lígia Mello voltava com o marido do aniversário da sogra quando o tronco foi arremessado do alto do … 

Descobertas inacreditáveis nos lugares mais bizarros do mundo

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Muitas descobertas fascinantes foram feitas ao longo dos anos nos domínios da ciência, arqueologia e zoologia, mas algumas foram mais confusas do que outras, especialmente quando apareceram em lugares inesperados.

Explore esta galeria e descubra alguns objetos verdadeiramente bizarros descobertos nos locais mais improváveis.

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Policia Militar apreende materiais de jogos de azar em Campos

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Nesta terça-feira (21) a Polícia Militar realizou uma operação que resultou na apreensão de materiais relacionados à contravenção penal de jogos de azar. O local investigado foi na Rua São Jerônimo, no Parque Rosário, em Campos.

Durante a ação, o responsável pelo estabelecimento, e um homem envolvido com o jogo do bicho, que utilizava uma motocicleta Honda Bros, placa KRO-9A92, foram detidos.

No local, os policiais apreenderam uma máquina para realizar apostas de futebol, cinco talões de jogo do bicho, três “pulhas” feitas, uma tira de bobina contendo jogos de futebol realizados, encontrada no interior do bar, além de um celular, quatro anotações do “recolhe” do jogo do bicho, uma “pulha” e R$69,00 em espécie com o homem.

Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e os indivíduos foram encaminhados para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro para os procedimentos legais.

Pai de estudante denunciado por racismo dá voz de prisão à mãe da vítima em escola de Curitiba

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(FOLHAPRESS) – O pai de um aluno que estaria envolvido em um ato de racismo no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba, deu voz de prisão à mãe da aluna que teria sido a vítima do ataque. O pai do estudante é sargento da Polícia Militar. O caso é investigado pela Polícia Civil, e um procedimento administrativo também foi aberto na PM.

A direção do colégio, tradicional na capital paranaense, afirma que os pais dos alunos foram convocados para uma reunião pedagógica na tarde desta segunda (20) para tratar de um episódio de racismo envolvendo os estudantes.
De acordo com o colégio, porém, quando a reunião já se encaminhava para um desfecho, o pai do adolescente deu voz de prisão à mãe da aluna. A informação foi confirmada Seed (Secretaria de Estado da Educação).
Em um vídeo que circula nas redes sociais é possível ouvir o sargento dizer que a mulher seria algemada.
“Os pais foram convocados para resolver a questão em nível pedagógico, mas a situação escalou após a conclusão da reunião e da ata assinada pelos presentes, tendo o pai do estudante (que é também sargento e estava fardado e armado) dado voz de prisão à mãe de um dos estudantes”, disse o colégio, em nota.
A direção do colégio então acionou o Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária, que conduziu os pais à delegacia. A mãe da aluna registrou um boletim de ocorrência por abuso de autoridade, e o pai do estudante, por desacato.
O colégio afirma que está oferecendo “apoio às vítimas tanto de racismo quanto de abuso de autoridade”. Diz, ainda, estar “colaborando plenamente com as autoridades competentes para esclarecer e resolver o incidente”. Também afirma lamentar o episódio e ressalta que está “comprometida com as questões pedagógicas, frente à resolução do caso de racismo envolvendo os estudantes”.
Em nota, a Sesp (Secretaria de Estado da Segurança Pública) diz que os pais foram encaminhados pela PM à Central de Flagrantes da Polícia Civil, onde foram ouvidos e assinaram um termo circunstanciado.
O caso será encaminhado para o 1° Distrito da Polícia Civil em Curitiba para a realização de diligências complementares.

O caso é investigado pela Polícia Civil, e um procedimento administrativo também foi aberto na PM 

Polícia Militar desmantela laboratório do tráfico em operação na Chatuba do Parque Aurora

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na noite de terça-feira (21), a Polícia Militar desarticulou um laboratório do tráfico localizado na rua Jacarandá, na Chatuba do Parque Aurora, em Campos. A operação, desencadeada após informações recebidas pelos policiais, resultou na apreensão expressiva de drogas e equipamentos.

Ao chegarem ao local indicado, os agentes encontraram uma quantidade considerável de entorpecentes, incluindo 2.493 sacolés de cocaína, 610 gramas de pasta base, 603 gramas de crack, 207 gramas de maconha, além de 357 pinos de cocaína, 157 buchas de maconha, 109 pedras de crack. Junto às substâncias ilícitas, foram encontradas quatro balanças de precisão, uma balança convencional, um liquidificador industrial e 500 gramas de um pó não identificado.

Todo o material apreendido foi encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia no Centro, onde a ocorrência foi formalmente registrada, mesmo não resultando em prisões no momento da operação.