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Avalanche no Himalaia indiano mata ao menos 7 turistas e deixa 8 em estado grave

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma avalanche na cordilheira do Himalaia nesta terça-feira (4) matou ao menos sete turistas, e as autoridades temem que ainda mais pessoas tenham sido soterradas pela neve. A informação é do Exército indiano, que declarou que 23 indivíduos já foram resgatados da região.

Destes, oito estão em estado grave e foram levados a instalações militares próximas para receber tratamento.

A avalanche atingiu uma estrada movimentada que liga Gangtok -capital do estado de Sikkim, no nordeste da Índia- a Nathu La, área turística localizada perto da fronteira com o Tibete.

De acordo com as autoridades, entre 20 e 30 visitantes a bordo de cinco a seis veículos fotografavam a paisagem no momento do incidente, às 11h30 do horário local (3h no horário de Brasília). Não há indícios de que houvesse estrangeiros no grupo.

As operações de emergência ainda estavam em andamento por volta das 16h da tarde (7h30 no horário de Brasília), com socorristas tentando retirar a neve da rodovia e procurando mais vítimas com o auxílio de pás e maquinário próprio.

Além do grupo atingido diretamente pela avalanche, outros 350 visitantes e 80 veículos foram resgatados na região depois que a neve foi retirada das estradas.

Milhares de turistas visitam anualmente Sikkim, também conhecida como “Terra do Esplendor Místico”. Ela fica aos pés da montanha de Kanchenjunga -a terceira maior do mundo, atrás apenas do Everest e do K2, também no Himalaia.

Muitos religiosos também vão o local, uma vez que Nathu La fica em uma rota de peregrinação em direção ao monte Kailash, no Tibete, considerada uma das mais sagradas do hinduísmo.

Estendendo-se por 3.500 quilômetros, a fronteira entre a Índia e a China é uma área de disputa entre as nações desde os anos 1950. Ambos os países têm competido para melhorar rodovias e ferrovias em suas regiões remotas nos últimos anos.

Avalanches e inundações súbitas são comuns no Himalaia no verão e nos períodos de monções em geral, quando chuvas fortes se combinam à neve derretida.

Em junho de 2013, chuvas de monções recordes no estado indiano de Uttarakhand, no norte do Himalaia, causaram enchentes que provocaram 6.000 mortes, em um dos piores desastres naturais a atingirem a Índia.

Cientistas apontam que o aumento dos eventos naturais extremos está diretamente ligado à emergência climática, causada pela ação humana.

Polícia Civil prende homem por homicídios praticados em Macaé

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Foto: Reprodução

Policiais civis da 123ª DP (Macaé) prenderam, nesta terça-feira (04/04), um homem pelos crimes de homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificada e associação para o tráfico de drogas. Ele foi capturado na Comunidade do Lagomar, em Macaé, no Norte Fluminense, após trabalho de inteligência e monitoramento.

Contra o criminoso, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, decorrentes de investigações da distrital sobre crimes contra a vida, praticados por integrantes de facções criminosas. O motivo seria a rivalidade entre grupos de narcotraficantes que disputam áreas para a venda de drogas.

Após o cumprimento das formalidades de praxe, o acusado foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Destruição da Amazônia é fruto de organização criminosa, diz delegado Saraiva

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Uma imersão no combate ao crime ambiental e nas suas ramificações pela máquina estatal. Assim é “Selva: Madeireiros, Garimpeiros e Corruptos na Amazônia Sem Lei”, livro que reconstitui a trajetória do delegado Alexandre Saraiva nos dez anos em que foi superintendente da Polícia Federal em Roraima, Maranhão e Amazonas.

“Coloquei no livro aquilo que eu posso provar por A mais B. Evitei ilações. Deixei isso para o leitor”, afirma Saraiva em entrevista à Folha sobre a publicação, que chegas às livrarias nesta primeira semana de abril.

Organizada na forma de um thriller, a narrativa percorre 17 operações da PF, acompanhando o raciocínio de quem persegue o bandido. O relato, no entanto, começa pelo desfecho, o embate de Saraiva com o então ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, em 2021, que levou ambos a perderem os seus cargos.

No meio da divergência estavam 226 mil m3 de madeira ilegal, reunidos na operação Handroanthus. Foi a maior apreensão do gênero na história, com volume suficiente de toras para encher 7.500 caminhões.

Salles insistia que se tratava de produto legal. Saraiva reuniu provas para denunciar o ministro por ser suspeito de fazer parte de uma organização criminosa. Entre os detalhes do livro está o bastidor de como, no meio daquela queda de braço, os militares abandonaram a operação repentinamente.
“O que as Forças Armadas fizeram ali, eu, com dez anos de Amazônia, não tinha visto”, diz o delegado, que foi transferido para Volta Redonda (RJ) após o episódio. Nas últimas eleições, tentou eleger-se deputado federal pelo PSB do Rio de Janeiro.

O inesperado para leitores, no entanto, está nas sutilezas dos relatos que vão interligando, ao longo dos capítulos, a destruição ambiental, não com o vilão de sempre, o agronegócio, mas com o crime organizado, em suas piores facetas.

“A destruição da Amazônia não acontece da forma e pelos motivos que o senso comum nos faz acreditar”, diz Saraiva. “Há bastante tempo, ela é promovida por uma organização criminosa sofisticadíssima, com tentáculos no governos estaduais e federal e até no exterior. Tem máfia italiana.” Leia a seguir os principais trechos da entrevista.

PERGUNTA – O livro traz detalhes novos de alguns fatos já conhecidos. Falo, por exemplo, do caso do Exército na Operação Handroanthus, que primeiro tentou puxar para si o mérito da maior apreensão de madeira da história, e depois disse que não tinha como remover as toras e ainda chamou de volta o efetivo que fazia a segurança da carga. Mas as razões não estão no livro. O sr. nunca descobriu quais foram?

ALEXANDRE SARAIVA – Eu coloquei no livro aquilo que eu posso provar por A mais B. Evitei ilações. Deixei isso para o leitor. Eu acho que as pessoas inteligentes que se interessam pela leitura vão ver que tem um momento em que a chave vira.

O filho que era bonito, de repente se tornou indesejado, e todo mundo queria sair o mais rápido possível de perto daquela apreensão.

Eu já tinha trabalhado com as Forças Armadas e tive excelentes experiências com o Exército. O que as Forças Armadas fizeram ali, eu, com dez anos de Amazônia, não tinha visto. Abandonaram a Polícia Federal no meio de um ambiente extremamente hostil, seja do ponto de vista da floresta, seja do ponto de vista do tipo de criminoso que estava ali.

Houve uma reunião no Conselho da Amazônia. Me perguntaram o que faríamos com a madeira e eu falei que tinha uma solução bonita e uma feia. Eu preferia retirar a madeira e utilizar em obras de infraestrutura para a população carente.

Só quem tinha estrutura para retirar era o Exército. Todo mundo concordou. Saí de lá achando que o problema estava resolvido. Eu estou acostumado a lidar com pessoas que cumprem com a palavra dada.

Mas veio uma reunião do Comando Militar da Amazônia, e falaram que, depois de uns cálculos, viram que, para tirar toda a madeira, levariam dez anos. Eu não aguentei. Virei e falei: “Os senhores perdoem a franqueza, mas não é possível que aqueles criminosos semianalfabetos façam isso em dois meses e o Exército leve dez anos”.

P – Ninguém pensou em recorrer ao vice-presidente Mourão, que era coordenador do Conselho Nacional da Amazônia Legal?

AS – Mourão estava na reunião que decidiu. Se dependesse dele, acontecia. Numa ligação para o Comando do Norte, eu lembrei que tinha sido combinado com o general Mourão, e a resposta foi que o Conselho da Amazônia era um canal político. Pela via hierárquica não tinham nenhuma ordem.

P – No fim, prevaleceu a solução feia, a madeira foi abandonada, mas vocês inseriram hastes de metal nas toras, na tentativa de impedir o processamento. Chegou a saber o destino final daquela apreensão gigante?

AS – Olha, eu queria ser uma mosquinha para ver quando colocaram a madeira na serra. Todos os testes de fizemos mostraram que serra quebrava.
Mas por que eu cheguei nesse ponto? Porque eu senti que ia perder a parada. Era o Exército pulando fora, era a entrevista do Ricardo Salles n’O Estado de S.Paulo [dizendo que a PF estaria criando uma situação de instabilidade jurídica e que as madeireiras iriam quebrar]. Você começa a ver que está ficando abandonado. Então, eu pensei: “Posso até perder, mas eles não vão ganhar”.

P – Na questão da entrevista, o sr. reagiu respondendo na Folha de S.Paulo. No livro, o sr. menciona que sempre tentou falar com todos e ser um técnico, porque isso lhe garantia o cargo para fazer as operações que combatiam o crime. Nessa resposta pela imprensa o sr. foi técnico ou emocional?

AS – Fui ambos. O Salles questionou uma operação policial em andamento, e eu tinha 50 homens e mulheres no meio da selva trabalhando duro, em um ambiente precário. Perderia toda a liderança se eu não desse uma resposta contundente. Esse foi o primeiro ponto.

O segundo ponto foi mostrar que existia resistência dentro da burocracia estatal.

Enquanto Salles estava dando entrevistas absolutamente inconvenientes, para dizer o mínimo, eu não tinha materialidade, especialmente se tratando de um ministro. Mas quando ele vai no local da apreensão, se reúne com os criminosos, organiza uma estratégia para burlar a fiscalização, ultrapassou a linha, e eu fiz o que tinha que ser feito.

Mandei a notícia crime [contra Ricardo Salles] para o STF. Eu fui muito conservador. Se voltasse no tempo, tinha colocado mais gente. Aconteceram coisas depois e dúvidas se tornaram certezas.

P – O sr. não diz no livro, mas a gente fica com a sensação, no conjunto da obra, que o Estado, no governo Bolsonaro, estava facilitando o crime ambiental na Amazônia. Isso é impressão de leitora ou havia algo estranho?

AS – Havia, sim. Me trocar como superintendente, naquele momento [abril de 2021], já foi estranho. Na sequência, tiraram o delegado Franco Perazzoni de outra operação, o delegado Rubens Lopes, que também trabalhou na operação, e Thiago Leão, que ficou no meu lugar no inquérito.

Chegamos a nos perguntar em quem a gente tinha esbarrado nesse esquema de madeira para ter essa reação. Nunca tinha visto uma organização criminosa derrubar um superintendente da PF. Isso não tem precedente. Como não tem precedente a virulência, o ódio, o rancor persecutório que existem até hoje.

Vou dizer uma coisa que não falei publicamente antes: tem ainda um bolsão, uma célula bolsonarista, na Polícia Federal, e numa posição estratégica.

O corregedor-geral foi indicado pelo governo Bolsonaro e tem mandato. Isso, de certa forma, mantém o controle disciplinar sob boa parte do efetivo. Isso é um problema na Polícia Federal -pelo menos é um grande problema para mim. Meus procedimentos disciplinares ainda estão lá. Não se encerram nunca. Criaram um tribunal de exceção inédito. Foram dezenas de procedimentos.

Na corregedoria do Rio de Janeiro, estado em eu trabalho hoje, os pareceres foram unânimes pelo arquivamento, por inexistência de falta disciplinar.

P – O governo Bolsonaro elevou as deficiências na questão ambiental a um ápice, mas os problemas são anteriores, não? O livro detalha que a política, o Judiciário, a economia e a estrutura dos órgãos ambientais estão entrelaçados com o crime comum.

AS – É exatamente isso. A destruição da Amazônia não acontece da forma e pelos motivos que o senso comum nos faz acreditar. A gente ainda está com a mentalidade da década de 1980. Desmatamento, soja. Desmatamento, gado. Não é mais assim. Eu repito isso, mas as pessoas querem botar a culpa no agronegócio de qualquer jeito.

Eu não acho o agronegócio inocente, mas a gente tem que saber onde está a questão. Depois das operações que a gente fazia para combater extração de madeira, ocorria redução drástica de desmatamento no monitoramento do Inpe [Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais]. A relação entre negócio com a madeira e desmatamento fica claro quando a gente faz análise científica.

Essa madeira está financiando políticos em Brasília. Eu vi. Entrei na prestação de contas. Tinha investigado meu doando para político que o defendia no Ministério da Justiça. Um governador de Roraima fez lei proibindo a destruição de balsas de garimpo, que só serve para o crime. É como fazer uma lei proibindo a destruição de laboratório de cocaína. Isso era motivo para afastamento automático, mas na nossa cultura, crime ambiental ainda é um crime menor.

P – O sr. fala sobre várias operações de madeira, mas a violência escala no livro quando fala do ouro. Inclusive é o capítulo que mostra a importância do indigenista Bruno Pereira. O crime de garimpo é mais violento ou é aquela região em particular, o Vale do Javari?

AS – Tem violência na madeira, mas o ouro é como se fosse dinheiro vivo. É difícil alguém assaltar uma balsa de madeira para roubar a madeira do ladrão de madeira. Com o ouro é diferente. Se conseguir pegar, o lucro é muito alto e rápido.

O Bruno alertou sobre a invasão das balsas dos garimpeiros e para um desastre ambiental terrível, com o derrame de mercúrio na região. Não sei como vão resolver aquilo.

O ponto é que quando falam em organização criminosa, a gente tende a pensar em armas de fogo e drogas, mas elas atuam fortemente no crime ambiental. Organização criminosa vai aonde tem dinheiro fácil. Há bastante tempo, a destruição da Amazônia é promovida por uma organização criminosa sofisticadíssima, com tentáculos no governos estaduais e federal e até no exterior. Tem máfia italiana.

Aqui no Brasil, só o Supremo Tribunal Federal tem estatura institucional para encarar essa organização criminosa. A sociedade precisa ter consciência do que está acontecendo. O desafio da geração atual, e eu diria, o legado da nossa geração, é a preservação da Amazônia.

SELVA: MADEIREIROS, GARIMPEIROS E CORRUPTOS NA AMAZÔNIA SEM LEI

Preço R$ 59,90 (256 págs.); R$ 29,90 (e-book)
Autor Alexandre Saraiva; Manoela Sawitzki
Editora História RealRAIO-X Alexandre Saraiva, 53

Nascido em São Gonçalo (RJ), é formado em direito pela UFF (Universidade Federal Fluminense), com doutorado em ciências do ambiente e sustentabilidade na Amazônia pela Ufam (Universidade Federal do Amazonas). É delegado da Polícia Federal há 19 anos. De 2011 a 2021, foi superintendente regional em três estados da Amazônia Legal (Roraima, Maranhão e Amazonas).

Jovem que diz ser Maddie é ‘100% polonesa’, segundo teste genealógico

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Julia Faustyna, a jovem polonesa que acredita ser Madeleine McCann, a menina britânica desaparecida desde 2007 na Praia da Luz, em Portugal, submeteu-se a um teste genealógico de DNA, de modo a determinar a sua ascendência.

Na noite de terça-feira, a porta-voz da jovem de 21 anos revelou que ela é “100% polonesa”, não tendo quaisquer raízes britânicas ou alemãs. “É 100% polonesa. Tem uma pequena percentagem de raízes lituanas e russas, mas o teste mostra que é polonesa”, disse Fia Johansson, a detetive particular e médium que acompanha o caso, ao RadarOnline.

Através da rede social Instagram, a médium apontou ainda que o teste “não mostrou quaisquer raízes britânicas ou alemãs”.

Perante estes resultados, a jovem, que se encontrava nos Estados Unidos, após ter sido alvo de ameaças de morte, decidiu regressar à casa do pai, de acordo com Johansson.

Contudo, a responsável destacou que a história de Julia vai muito além “de uma simples menina de uma aldeia na Polônia, à procura de atenção.

“Ela acreditava realmente no que dizia, e com tantas questões sobre a sua infância, é fácil compreender o seu ponto de vista”, considerou.

Vale destacar que a porta-voz revelou, no mês passado, que a jovem submeteu três amostras de DNA para análise forense, bem como um teste genético para determinar a sua ascendência.

Na ocasião, Johansson indicou que, se os resultados mostrassem que Julia “é britânica ou daquela área”, a investigação continuaria e os dados seriam comunicados aos detetives portugueses.

Além disso, a detetive privada considerou ser possível que Julia poderia ser outra pessoa desaparecida, uma vez que existem lacunas na história da jovem.

“Diz que foi abusada quando era criança e encontrámos evidências no tribunal de que ela realmente foi abusada entre 2011 e 2012. Também tem muitas questões sobre seu passado e pediu ajuda. Pedimos à sua família um teste de DNA, mas a mãe recusou-se a atender as nossas chamadas”, disse, na época.

Contudo, a família de Julia nega que a jovem seja outra pessoa e alega que sofre de problemas psicológicos. Por sua vez, a família McCann não se pronunciou sobre o caso.

Campos mantém serviços essenciais de Saúde no feriado da Semana Santa

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Hospital Ferreira Machado, em Campos dos Goytacazes
Hospital Ferreira Machado, em Campos dos Goytacazes/Foto: ClickCampos

Durante o feriado da Semana Santa, entre quinta-feira (06) e domingo (09), todas as unidades de urgência e emergência do município estarão funcionando normalmente. Nesta quinta-feira será ponto facultativo nas repartições públicas municipais, conforme decreto publicado pelo prefeito Wladimir Garotinho, no último dia 03. Os demais serviços da Secretaria Municipal da Saúde retornarão com os atendimentos na próxima segunda-feira (10).

Durante o feriado, a Secretaria de Saúde manterá a vacinação contra a Covid-19 e de rotina na Unidade Pré-Hospitalar (UPH) da Saldanha Marinho e na Clínica da Criança (antiga UPH de Guarus), das 8h às 17h.

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) não vão funcionar entre os dias 06 e 09. Estarão abertas as UPHs 24h, assim como o Hemocentro Regional de Campos, que funciona todos os dias, inclusive, nos finais de semana e feriados, das 7h às 18h.

O município conta com seis unidades que funcionam 24h. São elas: a Clínica da Criança, UPH de Ururaí, de Travessão, Santo Eduardo, Saldanha Marinho e Hospital São José. A UPH de Santo Eduardo e de Travessão serão transformadas em Clínicas da Família, após reforma e ampliação do espaço físico.

Fonte: Ascom

Trump vai a tribunal para se entregar à Justiça e se tornar 1º ex-presidente dos EUA réu

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WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Donald Trump adiciona mais um aspecto de ineditismo à sua carreira política nesta terça-feira (4), quando se torna o primeiro ex-presidente dos Estados Unidos réu por uma acusação criminal, feito que soma à lista de ter sido a primeira pessoa eleita à cadeira máxima do país sem experiência anterior em cargo público e o primeiro a sofrer impeachment na Câmara duas vezes.

No mais recente ato de sua pré-campanha para a Casa Branca no ano que vem, o republicano deixou a Trump Tower e foi por volta das 13h no horário local à corte no sul da ilha de Manhattan abarrotada por jornalistas e apoiadores. No jargão americano, para ser detido após “se entregar” à Justiça, o que significa que será fichado pela polícia e ouvirá as acusações de que é alvo no caso que envolve a compra do silêncio da atriz pornô Stormy Daniels durante a eleição de 2016. Ela recebeu US$ 130 mil (R$ 659 mil) de advogados do então candidato para não revelar um suposto affair com ele, e os gastos foram lançados como “despesas jurídicas”, no que seria uma maquiagem de gastos de campanha, segundo investigações.

Ainda não se sabe exatamente quais são as acusações. Elas devem vir a público por volta das 15h (no horário de Brasília), quando o próprio ex-presidente vai ouvi-las na corte e deve se declarar inocente. Reportagem do Yahoo na noite de terça afirmou com base em fontes no tribunal que Trump será alvo de 34 acusações criminais envolvendo falsificação de registros comerciais. Como não envolve um caso com violência, Trump não ficará preso e deve ser liberado antes das 16h, quando voltará para a Flórida. Ele planeja discursar a sua base de apoiadores por volta das 21h em Mar-a-Lago.

Os trâmites no tribunal não serão transmitidos ao vivo, mas o juiz Juan Merchan permitiu que fotógrafos façam algumas imagens do processo. Uma outra imagem deve entrar para a história, se for de fato feita: sua foto de frente e de perfil como suspeito. Nova York não divulga mais essas “mugshots” desde 2019, mas a equipe de Trump deve ter acesso às imagens para usar como melhor entender na campanha presidencial.

Trump já arrecadou US$ 8 milhões (R$ 40,6 milhões) em doações de apoiadores desde que o indiciamento veio a público na última semana, diz sua equipe. Trump passou parte da segunda-feira compartilhando em sua rede social, a Truth, pesquisar que o apontavam como favorito à indicação republicana, com mais de 20 pontos à frente do governador da Flórida, Ron DeSantis.

A dúvida é se a acusação a um ano e meio da próxima eleição vai se fato ajudar Trump na campanha, como o republicano quer. Pesquisa da CNN americana divulgada na segunda (4) apontou que 60% dos americanos aprovam o indiciamento. Apesar disso, 76% afirmam que a decisão da Justiça teve algum componente político –sendo que, para 52%, a política ocupou um espaço central.

Para Thomas Whalen, professor da Universidade de Boston, o processo legal impulsiona Trump dentro do Partido Republicano no curto prazo e pode levá-lo mais facilmanete à indicação da legenda para a Presidência.

“Mas será bom o suficiente para fazê-lo ganhar a eleição geral? Provavelmente não. Não acredito que eleitores independentes vão ter um olhar gentil a esses processos que lançam dúvidas sobre Trump, e eleitores democratas obviamente também não. Então os processos podem ajudá-lo a receber a indicação do partido, mas não vejo como o ajudariam no caminho para a Presidência”, diz.

Do lado de fora do tribunal, trumpistas conhecidos foram prestar apoio ao ex-presidente, como a deputada da ultradireita Marjorie Taylor-Greene e George Santos, filho de brasileiros investigado após mentir sobre diferentes aspectos de sua vida e sua carreira durante a campanha.

Escândalos sexuais não são novidade na política americana, muito menos no Salão Oval. O democrata Bill Clinton chegou a mentir sob juramento ao negar ter tido relações sexuais com uma estagiária da Casa Branca e, embora tenha sofrido um impeachment na Câmara (barrado no Senado), deixou o mandato com 66% de aprovação, quase o dobro dos 34% de Trump ao fim de seu governo.

O ex-senador John Edwards, vice de John Kerry nas eleições que os democratas perderam para George W. Bush em 2004, foi alvo de um processo similar ao de Trump, quando foi acusado em 2012 de desviar US$ 725 mil de sua campanha ao esconder pagamentos para encobrir um caso extraconjugal, com detalhes que iam da existência de uma “sex tape” a uma filha fora do casamento. Na época, ele afirmou que era “um pecador, não um criminoso”, e foi absolvido das acusações.

Tudo isso faz com que o escândalo sexual não seja o caso que mais preocupa a equipe de Trump, como evidenciado pelo ex-procurador-geral Bill Barr em entrevista à Fox News.

Depois de classificar o processo atual como perseguição política, ele afirmou que acredita que “o caso dos documentos seja o mais sério”, referindo-se à investigação sobre os documentos secretos que ele manteve de maneira irregular em sua casa na Flórida após deixar a Presidência.

Eu não acho que eles estavam atrás daqueles documentos para pegar Trump. Acho que eles queriam na verdade os documentos de volta”, afirmou. O processo tem avançado e o Departamento de Justiça e o FBI reuniram evidências de que Trump praticou obstrução da Justiça. Trump se irritou com as declarações de Barr e na manhã desta terça chamou Barr de “um completo covarde”.

Trump também batalha contra o andamento de outro processo, na Geórgia, que pode levá-lo ao banco dos réus, por tentativa de interferência na eleição que perdeu para Biden no estado em 2020.

O que pode causar mais dor de cabeça e ser usado para tirá-lo da corrida presidencial, porém, seria a investigação sobre sua participação no ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. A 14ª Emenda da Constituição americana proíbe que ocupem cargos públicos pessoas que participaram de insurreições ou rebeliões.

O Comitê da Câmara recomendou que o Departamento de Justiça indicie Trump por insurreição, o que pode proibi-lo de disputar eleições, mas ainda não está claro que isso deve acontecer, disse à Folha de S.Paulo na última semana o professor de direito constitucional Josh Blackman. Mesmo membros da milícia de ultradireita Proud Boys não foram acusados de insurreição, mas de conspiração sediciosa, um grau abaixo.

Para o ex-procurador Barr, condená-lo pelo 6 de janeiro “é um caso difícil de provar”, disse argumentando que envolve a liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda da Constituição. “Onde você vai traçar a linha entre atividades legítimas da Primeira Emenda, protestar contra uma eleição e realmente conspirar para desfazer uma eleição?”

Há receio de protestos nesta terça, convocados por Trump e apoiadores em rede social, mas autoridades não preveem grandes manifestações em massa em Nova York ou Washington. Na segunda, o prefeito de Nova York, o democrata Eric Adams, desencorajou manifestantes e afirmou que quem cometer atos de violência “será preso e responsabilizado, não importa quem seja”. A Casa Branca tem evitado se manifestar, mas John Kirby, do Conselho de Segurança Nacional, afirmou que o governo estará “preparado se houver necessidade”. Biden falou rapidamente a jornalistas nesta segunda que confia na polícia de Nova York e no sistema Judiciário americano.

Lula sanciona lei que determina funcionamento 24 horas de delegacias da mulher

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que determina o funcionamento ininterrupto das delegacias especializadas de atendimento à mulher, incluindo em fins de semana e feriados.

Lula também sancionou um conjunto de outras legislações referentes à proteção e direitos das mulheres, que haviam sido aprovados pelo Congresso Nacional na semana do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

Os textos sancionados foram publicados na edição desta terça-feira (4) do Diário Oficial da União.

A nova lei que disciplina o funcionamento das delegacias especializadas de atendimento à mulher determina que elas funcionarão ininterruptamente, não podendo ser fechadas em fins de semana e feriados.

Além de garantir que as unidades devem ficar abertas todos os dias, o texto determina ainda que o atendimento de mulheres vítimas de qualquer tipo de violência ocorrerá em sala reservada e, preferencialmente, por policiais do sexo feminino.

O texto também prevê que as mulheres vítimas de violência deverão receber assistência psicológica e jurídica do poder público, por meio dessas delegacias e também mediante convênios com a Defensoria Pública e órgãos do Sistema Único de Assistência Social e os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher ou varas criminais competentes.

As delegacias especializadas disponibilizarão número de telefone ou outro mensageiro eletrônico destinado ao acionamento imediato da polícia em casos de violência contra a mulher.

Segundo a legislação, nos municípios onde não houver essas unidades, a delegacia existente deverá priorizar o atendimento da mulher vítima de violência por agente feminina especializada.

Lula também sancionou uma lei que cria programa para prevenir e enfrentar o assédio sexual e a violência sexual no âmbito da administração pública, direta e indireta, federal, estadual e municipal.

O texto atinge órgãos públicos e entidades privadas que prestem serviços ao poder público.

Nas duas primeiras etapas da educação básica, o programa vai se restringir à formação continuada dos profissionais de educação. Os objetivos do programa são prevenir e enfrentar o assédio sexual, capacitar agentes públicos e implementar e disseminar campanhas educativas sobre condutas e os comportamentos que caracterizam o assédio sexual, de modo a possibilitar a identificação de crimes.

Outra lei sancionada estabelece a prioridade de mulheres vítimas de violência doméstica pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) -hoje essa prerrogativa é apenas prevista a trabalhadores resgatados de situação análoga à escravidão.
A medida estabelece que essas mulheres terão direito a 10% das vagas ofertadas pelo sistema. Se não houver preenchimento, os postos serão ofertados a mulheres e, depois, ao público geral.

Moto roubada é recuperada pela PM no KM 14, em Campos

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na tarde desta segunda-feira (3), uma moto que havia sido roubada no dia anterior foi recuperada pela Polícia Militar na Rua Projetada B, no KM 14, na região de Guarus, em Campos. Ninguém foi preso durante a ação.

Durante patrulhamento por um local de tráfico, ao visualizaram a chegada da guarnição, vários homens fugiram tomando um rumo desconhecido. Após buscas pelo local, os agentes observaram atrás de um barraco a motocicleta Honda de cor preta, sendo constatado que a cor original da motocicleta era outra e ainda foi observado que o motor e o chassi encontravam-se com a numeração suprimida.

No quadro da motocicleta, foi observado uma etiqueta contendo o número do chassi. Após consulta no sistema, foi constatado que se tratava de uma motocicleta Honda vermelha 2009 e não possuía registro de roubo/furto.

Posteriormente os agentes tomaram conhecimento por meio das redes sociais que a motocicleta havia sido roubada no domingo (2), na localidade de Funil, onde os autores foram dois homens, sendo um armado.

De acordo com a polícia, foi realizado contato com a proprietária da moto que informou que a vítima tinha sido um dos seus primos, que inclusive sofreu coronhadas no momento do roubo.

Diante dos fatos, a moto foi encaminhada para a 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, onde o caso foi registrado.

Mais de 399 mil veículos devem passar na BR-101 durante o feriado de Páscoa

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Foto: Divulgação Arteris Fluminense

As equipes da Arteris Fluminense estão mobilizadas para garantir um pronto atendimento aos usuários em caso de emergência na BR-101/RJ durante o feriado prolongado de Páscoa. Entre os dias 6 e 10 de abril, a concessionária estima que cerca de 399 mil de veículos devem passar pelos 322 quilômetros de rodovia entre Campos dos Goytacazes e Niterói, com destino à região dos Lagos, região Serrana, Norte Fluminense e ao litoral sul Capixaba. O pico previsto na saída será na quinta-feira (6), com 93 mil veículos. No retorno, mais de 96 mil veículos são esperados durante o domingo (9).

O aumento no fluxo da rodovia deve ocorrer a partir das 14h desta quinta. A expectativa é que o fluxo seja mais intenso no trecho de 60 quilômetros entre as cidades de Niterói e Rio Bonito, além dos trechos urbanos de Campos dos Goytacazes e Casimiro de Abreu. No período, as obras de manutenção serão executadas somente em caráter emergencial. Os locais com obras fixas, como a duplicação em Silva Jardim e a ampliação e melhoria do trecho urbano de Campos dos Goytacazes, permanecerão com os canteiros sinalizados, mas sem impactar a movimentação de veículos na via.

Centro de Controle Operacional

Toda a operação da Arteris Fluminense é coordenada a partir do Centro de Controle Operacional em São Gonçalo. De lá, os operadores controlam o tráfego 24h com suporte de 107 câmeras de monitoramento e recursos alocados em nove bases, sendo duas avançadas, como ambulâncias, guinchos, veículos de apoio e viaturas de inspeção. Todo o trecho é interligado por fibra ótica, facilitando a comunicação e o acionamento de painéis de mensagens eletrônicos.

Mantenha-se informado sobre as condições da via

Para acompanhar o movimento na rodovia atualizado 24 horas, os usuários podem acessar o perfil da concessionária no Twitter (@Arteris_AFL) e conferir os melhores horários para viajar. Ao longo do trecho sob concessão, a concessionária disponibiliza bases SOS Usuários, com local adequado para pausa na viagem, banheiros, fraldários e água. Priorize pegar a rodovia nos primeiros horários do dia, quando a temperatura ainda estiver amena. Caso ocorram imprevistos durante a viagem, o usuário deve seguir sinalizar a parada em local seguro e comunicar imediatamente a concessionária através do telefone de emergência 0800 282 0101.

  • Serviço

Central de Atendimento: 0800 282 0101

Twitter 24h: @Arteris_AFL

Principais destinos: Região dos Lagos, Serrana, Norte Fluminense, região Metropolitana, Rio de Janeiro e Litoral Sul Capixaba.

Pagamento da tarifa por aproximação: É possível pagar a tarifa de pedágio na Arteris Fluminense pelo método de aproximação. Ao passar pelas cabines manuais, basta o usuário aproximar o seu cartão habilitado da máquina de débito para que o pagamento seja efetuado. Smartphones e smartwatches adaptados à tecnologia de comunicação por proximidade, conhecida como NFC, também podem ser utilizados. A tarifa básica para automóveis é de R$6,60. Motos pagam R$3,30. Veículos comerciais pagam conforme o número de eixos.

A Arteris Fluminense também disponibiliza os sistemas automáticos Conectar, Taggy, Sem Parar e Veloe para agilizar a passagem dos usuários nas praças de pedágio.

  • Horários e dias de maior movimento

Quinta-feira (6/4) – das 16h às 22h

Sexta-feira (7/4) – das 7h às 11h

Domingo (9/4) – das 16h às 22h

Segunda-feira (10/4) – das 6h às 11h

  • SOS Usuário

Km 40 Norte – Campos dos Goytacazes

Km 123 Sul – Campos dos Goytacazes

Km 163 Norte – Macaé

Km 236 Sul – Silva Jardim

Km 283 Norte – Itaboraí

Km 299 Sul – São Gonçalo

Km 318 Norte – São Gonçalo

  • Praças de Pedágio

Km 40 – Campos dos Goytacazes

Km 123 – Campos dos Goytacazes

Km 192 – Casimiro de Abreu

Km 252 – Rio Bonito

Km 299 – São Gonçalo (cobrança unidirecional, sentido Niterói)

Fonte: Arteris Fluminense

Homem mata namorada grávida com 40 golpes de tesoura

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Um homem, de 37 anos, admitiu em tribunal ter matado a namorada grávida com uma tesoura, em dezembro do ano passado, na casa dela, em Londres, no Reino Unido.

De acordo com a Sky News, a autópsia ao corpo de Ailish Walsh revelou que a jovem, de 28 anos, foi golpeada 40 vezes. 

O corpo foi encontrado pelo pai, coberto por um casaco com um cartão de banco do suspeito, Liam Taylor. No mesmo local estava uma tesoura ensanguentada e dois halteres também com vestígios de sangue.

Apesar de ter negado a autoria do crime na época que foi detido, as câmeras de vigilância mostram que Liam entrou na habitação, na noite do ataque, pelas 20h36 e saiu, cerca de uma hora depois, às 21h14.

Nesse intervalo de tempo, um amigo de Ailish ligou para a jovem e ouviu gritos e sons próprios de uma luta.

Segundo a acusação, o homicídio teria ocorrido depois de Ailish ter tentado colocar um ponto final no relacionamento, devido ao fato de o namorado ser um frequente consumidor de drogas.

Liam acabou preso no dia seguinte ao homicídio. Análises ao sangue revelaram que tinha ingerido álcool, assim como consumido canábis e cocaína. Ontem, declarou-se culpado do assassinato de Ailish. Em 10 de maio será lida a sentença.

Ministério Público pede que a União pague R$ 128 milhões por morte de Genivaldo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O MPF (Ministério Público Federal) emitiu parecer favorável à condenação da União pelo assassinato de Genivaldo de Jesus Santos, asfixiado em uma viatura da PRF (Polícia Rodoviária Federal) em maio de 2022, no município de Umbaúba, em Sergipe.

No parecer, o MPF pede que a União seja condenada a pagar uma indenização de 128 milhões. O valor tem como parâmetro o caso de George Floyd, morto aos 46 anos depois de ter sido algemado e ter o pescoço prensado contra o chão pelo joelho de um policial em Minnesota, nos Estados Unidos, em maio de 2020.

No caso de Sergipe, três policiais rodoviários federais foram denunciados pela morte de Genivaldo, um homem negro, de 38 anos, diagnosticado com esquizofrenia e que deixou mãe, mulher, 11 irmãos, um filho e um enteado.

O MPF concordou com o valor do pedido de indenização proposto na ação civil pública apresentada pela Educafro e pelo Centro Santo Dias de Direitos Humanos. Para isso, levou em conta aspectos como a gravidade e repercussão dos fatos, o caráter punitivo e pedagógico da condenação em danos morais.

O valor corresponde ao que foi pago pela cidade de Minneapolis à família de George Floyd, por meio de acordo extrajudicial.

O advogado Marlon Reis, que representa a Educafro e o Centro Santo Dias, afirma que a intenção é destinar os recursos para o Fundo Nacional dos Direitos Difusos para que eles sejam usados na promoção da igualdade racial.

O parecer do MPF também pede à União uma série de medidas, como a submissão de todos os policiais rodoviários federais a cursos sobre uso progressivo e proporcional da força e letramento racial e a implantação de câmeras no fardamento.

“A União manifestou o propósito de discutir com as entidades da sociedade civil a celebração de um acordo para por fim ao processo”, informa Marlon Reis. “As entidades estão abertas ao diálogo. O maior propósito é o que a Polícia Rodoviária Federal passe por um profundo processo de reestruturação a partir desse trágico crime”.

O advogado lembra que a família de Genivaldo tem direitos autônomos em relação a esse processo. “A ação proposta pelas entidades tem o objetivo de assegurar os direitos coletivos da população brasileira em relação à PRF, a fim de que fatos como esse não venham a se repetir”, explica.

Em janeiro deste ano, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, determinou ao secretário nacional de Acesso à Justiça, Marivaldo Pereira, que adote as providências para a indenização da família.

Polícia Militar apreende drogas em pontos distintos de Campos

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Nesta quarta-feira (4), drogas foram apreendidas em postos distintos de Campos. O primeiro caso ocorreu no Parque Aurora.

Por volta de 10h30, crack e cocaína foram apreendidos na Rua Cedro, na Chatuba do Parque Aurora. Ninguém foi preso.

Durante incursão pela comunidade, os agentes observaram um suspeito empreendendo fuga com a chegada da guarnição. Durante a fuga, o mesmo dispensou uma sacola. Nela, foi encontrada 150 pedras de crack e 46 pinos de cocaína.

Diante dos fatos, o material foi apreendido e encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde o caso foi registrado.

Guarus

Já na Avenida Eduardo Lourenço, no Parque Aeroporto, por volta de 12h, a Polícia Militar apreendeu buchas  de maconha, pinos de cocaína e dinheiro.

Durante patrulhamento, os policiais avistaram 4 homens que empreenderam fuga não sendo possível alcançá-los. Durante a fuga, os suspeitos dispensaram uma bolsa com 4 pedaços grandes de maconha, 27 buchas também de maconha, 11 pinos de cocaína e R$ 40.

Todo o material foi apreendido e encaminhado para a 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, onde o caso foi registrado.

Foto: Divulgação Polícia Militar

SP: Padre Júlio pede ‘trégua na Semana Santa’ na retirada de barracas de moradores de rua

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O padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua de São Paulo, aguarda uma resposta do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, a um pedido de trégua na retirada de barracas de moradores de rua durante a Semana Santa. A solicitação foi enviada por mensagem nesta segunda-feira, 3,, no dia em que a Prefeitura retomou a remoção das barracas após autorização judicial. “Nós pedimos uma trégua na Semana Santa e a disponibilização de locais adequados para essas pessoas. Queremos conversar”, afirmou o religioso nesta terça-feira, 5, durante entrevista à Rádio Eldorado.

Segundo o padre Júlio, a remoção está sendo feita “de forma truculenta, indiscriminada e violenta”. Ele ainda ressaltou que os atingidos não recebem o contralacre e não sabem para onde os materiais são levados. Entre os itens apreendidos, de acordo com o padre, estão alimentos e medicamentos, o que é proibido por um decreto de 2020 da própria administração municipal. O padre é um dos autores da ação judicial que obteve em fevereiro a suspensão da remoção das barracas, decisão liminar que foi derrubada agora. Ele anunciou a intenção de recorrer.

Bandeira finlandesa "levantada na sede da OTAN pela primeira vez hoje"

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O secretário-geral da OTAN, em uma coletiva de imprensa ao lado do primeiro-ministro finlandês Pekka Haavisto, saudou a Finlândia como novo membro da organização, declarando que “o presidente Putin queria fechar as portas da OTAN, mas hoje mostramos ao mundo que ele falhou, que a agressão e intimidação não funcionam”.

“Em vez de menos OTAN, conseguimos o oposto: mais OTAN”, acrescentou, destacando que “a porta da Aliança permanece firmemente aberta”.

Stoltenberg enfatizou que “em tempos como estes, amigos e aliados são mais importantes do que nunca. A Finlândia agora tem os amigos e aliados mais fortes do mundo”.

A bandeira finlandesa será “levantada pela primeira vez hoje na sede da OTAN – 31 bandeiras serão erguidas juntas, simbolizando nossa unidade e solidariedade”, completou.

Nesta terça-feira, a Finlândia se tornou oficialmente o 31º Estado-membro da OTAN, após o primeiro-ministro finlandês Pekka Haavisto completar o processo entregando o documento oficial ao Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, na sede da OTAN em Bruxelas.

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Mulher é morta por bala perdida durante videochamada

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Uma mulher de 32 anos faleceu em Ariano Polesine, Itália, após ser atingida por um disparo na cabeça enquanto realizava uma videochamada com a mãe, que mora em Marrocos.

De acordo com a imprensa local, o principal suspeito do homicídio é seu filho de 8 anos. A arma do crime seria de um vizinho e foi encontrada enterrada no jardim.

Segundo o Today, quando a mulher foi baleada, o menino aproximou-se do telefone e disse à avó: “A mãe caiu”. Em seguida, correu para alertar o irmão mais velho, de 11 anos, que estava no jardim com uma vizinha idosa.

Essa é, pelo menos, a versão contada pelo marido da vítima às autoridades italianas. Ele afirmou que estava trabalhando no momento do suposto acidente e que não sabia como o filho conseguiu a arma.

As autoridades agora investigam as causas do crime para determinar o responsável e não descartam a hipótese de a criança ter puxado o gatilho.

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NF-Transplantes faz 2ª captação de órgãos do ano em Campos

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NF Transplantes/ Foto: Reprodução Ascom

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Programa Estadual de Transplante (PET) e o NF-Transplantes, realizou mais uma captação de órgãos. O procedimento aconteceu na madrugada desta terça-feira (4), no Hospital Ferreira Machado (HFM). Essa foi a segunda captação do ano.

Foram retirados fígado e rins de uma paciente, identificada pelas iniciais A.S.L., de 48 anos, que residia no Parque Prazeres, em Campos. Ela foi vítima de Acidente Vascular Encefálico (AVE).

A autorização foi referendada pelo filho, irmãs e o companheiro da paciente. Eles colocaram todos os órgãos à disposição para doação aos receptores da fila estadual.

Uma equipe da Organização de Procura de Órgãos (OPO), que coordena os processos de doação no Norte e Noroeste Fluminense, com base em Itaperuna, veio a Campos para a captação.

“A gente continua trabalhando para alcançar cada vez mais o nosso objetivo, que é salvar vidas, mas sempre com ética e respeito, por isso, temos uma preocupação muito grande em humanizar e capacitar nossa equipe”, informou o psicólogo Luís Cosmelli, integrante da equipe do NF-Transplantes.

A primeira captação desse ano ocorreu em 06 de janeiro, quando foram retirados fígado e rins do paciente J.M.P.S., de 32 anos. Ele residia em Praça João Pessoa, em São Francisco de Itabapoana e foi vítima de Traumatismo Crânio Encefálico (TCE) grave, em um acidente de trânsito. A autorização foi referendada pelo pai, irmã e prima do doador.

A captação beneficiou três receptores, que estavam aguardando na fila estadual à espera de um órgão para transplante.

AUMENTO DE CAPTAÇÃO

Em 2022, o programa contabilizou um total de 13 doações de múltiplos órgãos, superando os números do ano anterior, quando foram registradas 9 doações, ou seja, 44,5% a mais, se comparado a 2021.

As doações efetivadas em 2022 possibilitaram que fossem realizados 13 transplantes de córnea; 12 de fígado; 8 de rins; duas peles; dois ossos e dois tendões, beneficiando 36 pessoas. Já em 2021, foram nove doações, que ajudaram a salvar a vida de 32 pessoas, que receberam 10 córneas, 6 fígados e 16 rins.

O Norte Fluminense Transplante é pioneiro nas ações e procedimentos pró-transplantes no interior do estado do Rio de Janeiro, junto ao Programa Rio Transplantes. Para doar, a pessoa deve autorizar, ainda em vida, e anunciar a decisão aos seus familiares ou por autorização da própria família.

Fonte: Ascom

Sabe quando uma nota é falsa? Aproveite estes conselhos

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Você sabe como identificar uma nota de dinheiro falsa? Caso não saiba, a Guardia Civil da Espanha pode ajudar com algumas dicas úteis. Eles recentemente compartilharam a imagem de uma nota falsa facilmente identificável, lembrando que algumas falsificações são menos óbvias.

Para identificar uma nota falsa, é importante prestar atenção em detalhes como a impressão em relevo, a banda holográfica e a nota contra a luz. A impressão em relevo é um método de impressão que cria uma textura perceptível ao toque, o que não é possível de ser replicado em notas falsas. Já a banda holográfica é uma faixa que reflete a luz de maneira específica e apresenta desenhos que podem variar conforme o ângulo de visualização.

Outro método para identificar uma nota falsa é verificar a nitidez e a qualidade da impressão. Notas falsas geralmente apresentam erros de impressão, como linhas irregulares e desalinhadas, cores desbotadas ou manchas visíveis. Além disso, vale lembrar que as notas de dinheiro legítimas geralmente apresentam marcas de segurança adicionais, como fios de segurança e marcas d’água.

Portanto, ao seguir essas dicas, você pode evitar ter notas falsas em sua posse e evitar prejuízos financeiros. Em caso de dúvidas, é importante entrar em contato com as autoridades locais para receber orientações adicionais.

Puede parecerte gracioso y evidente, pero algunas falsificaciones no son tan garbanceras como esta
Consejo:
Toca la impresión en relieve
Gira para ver la banda holográfica
Mira al trasluz
Evitarás que tu “dinero” no valga nada pic.twitter.com/AVlzR2cmar

— Guardia Civil ?? (@guardiacivil) April 3, 2023

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Homem que ganhou R$ 55 milhões volta a ganhar loteria… 6 meses depois

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Kursat Yildirim ficou mundialmente conhecido em setembro do ano passado, quando a sorte lhe sorriu e ele ganhou na loteria, conquistando um prêmio generoso de 55 milhões de reais. E para surpresa de todos, apenas seis meses depois, a sorte voltou a bater em sua porta e ele ganhou novamente na loteria.

Esse homem de 41 anos, residente em Dortmund, na Alemanha, deixou seu trabalho em uma fábrica após ganhar o prêmio, decidindo perseguir o sonho de se tornar um influenciador e encontrar o amor, algo que o dinheiro não poderia comprar.

Embora ainda não tenha encontrado uma parceira para compartilhar sua fortuna, Kursat Yildirim vive uma vida luxuosa, com uma garagem repleta de carros de luxo. Mas mesmo assim, a sorte não o abandonou, e ele acabou ganhando um prêmio de mais de R$ 14 mil na loteria.

Mas o mais surpreendente de tudo é que, apesar do prêmio ser bem menor do que o anterior, Yildirim decidiu doá-lo, o que lhe rendeu muitos elogios nas redes sociais. Embora não saibamos para quem o dinheiro foi destinado, essa atitude mostra a generosidade e a bondade de seu coração.

Além disso, apesar de ostentar uma vida de luxo, Kursat Yildirim não se esquece de suas raízes humildes e está envolvido em projetos humanitários. Ele gravou um documentário na África e afirmou que adoraria ir para lá para cavar poços e dar presentes às crianças da região.

“Acreditem em mim, nunca vou esquecer de onde venho. Sou da classe trabalhadora e nunca me tornarei uma pessoa arrogante”, acrescentou Yildirim, que possui apartamentos não só na Alemanha, mas também em Istambul.

Embora ainda não tenha encontrado uma namorada, Kursat Yildirim parece ter alcançado sucesso como influenciador, tendo mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. Ele é uma inspiração para todos nós, mostrando que o dinheiro pode ser usado para o bem e que a verdadeira felicidade vem da generosidade e do amor ao próximo.

 

Criança de 4 anos morre em incêndio dentro de casa no Rio de Janeiro

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A Polícia Civil está investigando a morte de um menino de quatro anos em um incêndio que ocorreu no último fim de semana em uma casa na zona norte do Rio de Janeiro. De acordo com informações iniciais, o fogo teria sido causado por um curto-circuito no ventilador do quarto onde a criança dormia.

Testemunhas relataram que os pais tentaram combater as chamas com a ajuda dos vizinhos antes da chegada dos bombeiros, mas infelizmente o menino foi encontrado sem vida.

As autoridades ouviram os pais e testemunhas e estão investigando o caso para determinar as causas do incêndio.

Homem é preso após roubar celular no Centro de Campos

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Foto: Divulgação Polícia Militar

No final da tarde desta segunda-feira (3) um homem foi preso após roubar um celular na Rua Santos Dumont, no Centro de Campos.

De acordo com informações da Polícia Militar,  durante a folga um policial que estava passando pela galeria do Edifício Ninho das Águias, o agente visualizou um homem correndo, fugindo de um motociclista. Imediatamente, o policial realizou uma abordagem ao suspeito e localizou com ele, 1 simulacro de pistola e 1 celular que havia sido roubado.

Logo em seguida, a vítima compareceu ao local e informou que o roubo havia ocorrido na Avenida 15 de Novembro, próximo à Rua do Ouvidor.

Diante dos fatos, com o apoio dos agentes da Operação Segurança Presente, todos os envolvidos foram encaminhados para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde o suspeito foi autuado e permaneceu preso.