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Drogas são apreendidas pela Polícia Militar às margens do rio Ururaí

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na manhã desta sexta-feira (31) a Polícia Militar apreendeu maconha, cocaína, maconha e materiais do tráfico, às margens do rio Ururaí, em Campos.

De acordo com a PM, durante buscas por um local usado para guardar entorpecentes no bairro Ururaí, os policiais encontraram um tonel de 50 litros enterrado em uma área de mata. Dentro do tonel foi encontrada dois quilos de maconha, 281 pinos de cocaína, 56 buchas de maconha e 4 mil pinos vazios.

Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro. Ninguém foi preso.

Casa fica parcialmente destruída após incêndio em Travessão

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Na madrugada desta sexta-feira (31) uma casa ficou parcialmente destruída após pegar fogo, na localidade conhecida como Km 15, no distrito de Travessão, em Campos.

Os Bombeiros foram acionados por volta das 02h. Imediatamente as equipes foram até o local e conseguiram conter as chamas.

Ninguém ficou ferido. Ainda não há informações sobre o que teria ocasionado o incêndio.

Reprodução Redes Sociais

Os pastores mais bem pagos do mundo (e do Brasil)

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Embora a maioria das pessoas saiba que as igrejas são bastante ricas, há uma tipo de pregador que arrecada dezenas de milhões de dólares por meio de doações e vendas de mercadorias. Normalmente, esses pastores realizam sermões, em igrejas enormes, que são transmitidos em canais de TV específicos. As fortunas passam de 700 milhões de dólares.

Pastores brasileiros também entram nessa lista. Os últimos dados sobre o Brasil foram divulgados pela Forbes em 2013. Esses números com certeza mudaram, porém a tendência é que essas fortunas tenham crescido de lá para cá. Os dados dos pastores internacionais são de 2023.

Clique na galeria e veja os milhões de dólares em Patrimônio Líquido dos pastores mais ricos do mundo. O Brasil lidera a lista.

MP investiga se esposa de ex-prefeito de Itaperuna ocupou cargo fantasma em Niterói

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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) segue investigando o possível uso político de cargos comissionados na EMUSA, órgão pertencente a Prefeitura de Niterói.

É que a autarquia de Moradia, Urbanismo e Saneamento do município da Região Metropolitana do Rio está sendo usada para acomodar parentes de políticos da cidade e de outros municípios. O número de comissionados dobrou nos últimos dois anos. Mas falta transparência nas contratações e nos gastos da empresa.

Um dos políticos que acomodou parentes na EMUSA é o ex-prefeito de Itaperuna, Marcus Vinicius. Sua esposa, Camila Andrade Pires, foi nomeada na EMUSA em 2022, ano eleitoral. Acontece que não há registros de que Camila tenha trabalhado de fato.

O inquérito ainda está em investigação pelo MPRJ e novos desdobramentos devem acontecer nos próximos dias.

PROMOTORA AMEAÇADA DE MORTE
A promotora do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) Renata Scarpa, que investiga a falta de transparência e improbidade administrativa dentro da Empresa Municipal de Moradia Urbanização e Saneamento (Emusa), recebeu uma denúncia de ameaça de morte, encaminhada ao Disque-Denúncia. A veracidade da informação foi confirmada pelo portal. O teor da intimidação veio à tona durante a última sessão no plenário da Câmara dos vereadores de Niterói, na noite da última quinta-feira (30). Por questões de segurança, o MP não irá se pronunciar sobre o caso.

Homem sofre tentativa de homicídio em SFI

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147ª DP/Foto: Reprodução

Na noite desta quinta-feira (30) um homem 36 anos sofreu uma tentativa de homicídio em Pingo D´Água, no município de São Francisco de Itabapoana.

De acordo com a polícia, o homem informou que saiu de uma fazenda na qual trabalhava, pegou a moto e quando estava em uma estrada vicinal começou a ser seguido por um carro, modelo Fox preto e uma moto. Logo em seguida, os suspeitos atiraram contra ele, que foi atingido nas costas. Para fugir da situação e se esconder dos criminosos, o homem largou a moto e entrou a pé para uma área de mata. Os suspeitos fugiram tomando um rumo desconhecido.

Ele foi socorrido pela Guarnição da Patrulha Rural para o Hospital Manoel Carola e depois foi transferido para o Hospital Ferreira Machado, em Campos. Ao ser questionado, o homem contou que reconheceu os suspeitos.

Buscas foram realizadas, mas nenhum suspeito foi localizado pela polícia. O caso foi registrado e está sendo investigado na 147ª Delegacia de Polícia de SFI.

Turquia aprova adesão da Finlândia à Otan e mantém Suécia na geladeira

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BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – O Parlamento da Turquia aprovou nesta quinta-feira (30) um projeto de lei para permitir que a Finlândia se torne o mais novo país membro da Otan, aliança militar ocidental liderada pelos EUA.

Como os demais países ratificaram a filiação -inclusive a Hungria, que aprovou projeto semelhante no início da semana- o caminho está livre para que o país do norte da Europa se junte ao clube ocidental.

“A associação à Otan fortalecerá a segurança da Finlândia e melhorará a estabilidade e a segurança na região do Mar Báltico e no norte da Europa”, disse o governo finlandês em comunicado após a votação no Parlamento turco.

No início de março, o presidente Recep Tayyip Erdogan disse que a Finlândia garantiu a bênção da Turquia após tomar medidas concretas para liberar exportações de defesa e reprimir grupos vistos por Ancara como terroristas -em geral, opositores e críticos do próprio Erdogan.

O mesmo ainda não aconteceu com a Suécia, que pediu pela filiação junto à Finlândia no ano passado, temendo ataques russos em seus territórios após a invasão da Ucrânia. O processo continua retido pela Turquia e pela Hungria, por motivos semelhantes. Parlamentos de todos os países-membros devem ratificar os recém-chegados.

Após a votação turca, a primeira-ministra finlandesa, Sanna Marin, disse que está com a Suécia “agora e no futuro”, reforçando que apoia sua adesão à Otan. Jens Stoltenberg, secretário-geral da aliança, afirmou ter pedido à Turquia e à Hungria que ratifiquem ambos os pedidos. A votação da proposta da Suécia ainda não foi agendada no país de Viktor Orbán.

O último país a ingressar na Otan foi a Macedônia do Norte, por meio de um processo concluído em 2020. Como a Finlândia já completou o processo de ratificação legal de sua parte, o presidente Sauli Niinistö agora precisa assinar a lei que estabelece a adesão após a publicação da decisão turca em Diário Oficial.

Os EUA e demais membros da aliança esperam que os dois países nórdicos se tornem membros da Otan em uma cúpula marcada para 11 de julho na capital da Lituânia, Vilnius. Num momento em que a Guerra da Ucrânia se arrasta em solo europeu, a adesão dos dois países significaria um apoio concreto em situações de defesa contra uma possível expansão dos ataques russos.

Segurança de deputado é atingido por disparo acidental em gabinete da Alerj

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Um segurança do deputado estadual Marcelo Dino (União Brasil) ficou ferido após a própria arma disparar acidentalmente dentro da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), na tarde desta quinta-feira (30). Ronaldo Castro, 46, que é policial militar, foi atingido na perna direita.

De acordo com a assessoria da Alerj, o agente foi atendido no departamento médico da assembleia e depois acabou transferido para o Hospital da PM, no bairro do Estácio, na região central do Rio de Janeiro. O quadro de saúde dele é estável.

Testemunhas afirmam que o disparo teria sido feito após o segurança sentar na arma, que estaria engatilhada.

O incidente ocorreu dentro do gabinete do deputado Marcelo Dino, segundo informou a Alerj. O Regimento Interno da Casa, no entanto, proíbe o porte de arma dentro das dependências prédio exceto para servidores do Departamento de Segurança, quando em serviço. Caso desrespeite a proibição, a pessoa pode receber uma infração disciplinar, além de responder por contravenção.

O PM baleado nesta quinta cuida da segurança particular de Dino, ou seja, não faz parte do departamento e não poderia circular armado dentro da Assembleia.

Procurado pela reportagem, o deputado não se posicionou sobre o incidente. Ele entrou para a reserva em 2010 depois de ser eleito vereador em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Está em seu segundo mandato na Alerj.

Segundo a Polícia Civil, agentes da delegacia estiveram no prédio da Alerj para verificar o fato e, em seguida, foram até o hospital para ouvir o segurança. As diligências estão em andamento para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

A Polícia Militar confirmou, em nota, que “um segurança particular do gabinete de um deputado estadual foi ferido na perna por um disparo acidental”, e que o Corpo de Bombeiros foi acionado.

Prefeita de SJB propõe reajuste de 10% para o funcionalismo

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Foto: Divulgação Ascom SJB

A prefeita Carla Caputi anunciou proposta de reajuste de 10% para os servidores municipais de São João da Barra, dentro da revisão geral anual na remuneração, e aumento de R$ 400 para R$ 550 no Cartão do Servidor e de R$ 350 para R$ 600 no Cartão Cidadão que atende cerca de 4.500 famílias.

Os projetos de lei, que tratam da política de valorização por parte o Executivo em relação ao funcionalismo e de auxílio às famílias em vulnerabilidade social, foram enviados à Câmara Municipal para apreciação e votação em sessão extraordinária nesta quinta-feira, 30.

Aprovado pelo Legislativo, o reajuste já estará na folha salarial de março, que será paga pela Prefeitura na sexta-feira, 31. O novo valor do Cartão do Servidor e do Cartão Cidadão será creditado a partir de 1° de maio, pois é necessário todo trâmite burocrático para o crédito dos valores.

“Nossos servidores merecem, pois são os responsáveis por fazer a máquina pública funcionar de forma eficiente para ajudar nossa população”, disse a prefeita, ressaltando que o Cartão Cidadão, que atende famílias em situação de vulnerabilidade, recebeu um aumento maior justamente para garantir uma proteção social aos cidadãos cadastrados na assistência social.

Fonte: Ascom SJB

Foragido da justiça é preso em São Fidélis

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Foto: 141ª DP/São Fidélis
Foto: 141ª DP/São Fidélis

Na manhã desta quinta-feira (30) um homem foragido da justiça foi preso pela Polícia Militar na Avenida Teodoro Gouveia de Abreu, em Ipuca, em São Fidélis.

Durante patrulhamento, os agentes observaram um homem identificado pelas inicias M.R.G.L que demostrou nervosismo ao avistar os policiais. Uma abordagem foi realizada e nada de ilícito foi encontrado, porém, após consulta no sistema, foi constatado em desfavor do mesmo, um mandado de prisão.

Diante dos fatos, o homem foi encaminhado para a 141ª Delegacia de Polícia de São Fidélis, onde permaneceu preso e o caso foi registrado.

Moto adulterada é apreendida pela PM no Parque Bela Vista

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na tarde desta quinta-feira (30) a Polícia Militar apreendeu uma motocicleta adulterada na Rua Felismindo Peçanha, no Parque Bela Vista, em Campos.

Durante patrulhamento, os agentes tiveram a atenção voltada para um homem que estava na motocicleta Honda CG Titan. Uma abordagem foi realizada e durante a revista, foi constatado que o número do motor encontrava-se com sinais de adulteração, não sendo possível descobrir a numeração original.

Diante dos fatos, a motocicleta foi apreendida e o homem foi encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde foi autuado e liberado.

Dino volta a visitar comunidade após ataques de bolsonaristas por ida à Maré

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, voltou a visitar comunidade após ataques de bolsonaristas por ida ao Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (30), ele foi até a Vila Nova União, zona leste de São Paulo.

Na ocasião, o ministro fez encontro com entidades do movimento social e movimento negro. A agenda foi acompanhada pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Tadeu Alencar, a coordenadora do Pronasci, Tamires Sampaio, e a presidenta do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), Sheila Carvalho.

“Essa tarde foi com o ministro @FlavioDino ouvindo as demandas dos movimentos negros e periféricos sobre justiça e segurança pública no país. Junto com ele as queridas @she_carvalho e @soutamires_sp”, disse postagem, que foi compartilhada pelo ministro.

Dino esteve no dia 13 no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, onde se reuniu com líderes comunitários.

Segundo o ministro, a visita ocorreu a convite da ONG Redes da Maré. O encontro foi realizado no chamado Galpão Ritma, uma das sedes da ONG, e na ocasião foi divulgada a 7ª edição do Boletim Direito à Segurança Pública da Maré.

A agenda do ministro na Maré passou a ser alvo de críticas de parlamentares da oposição.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), por exemplo, publicou nas redes sociais um vídeo que mostra a visita do ministro. Na postagem, Eduardo afirma que Flávio Dino entrou no “complexo de favelas mais armado do Rio com apenas dois carros e sem trocar tiros”, o que, segundo ele, mostraria um suposto envolvimento do ministro com o crime.

Em audiência na Câmara dos Deputados nesta semana o ministro acusou bolsonaristas de disseminarem fake news sobre sua visita ao Complexo da Maré.

O secretário de Acesso à Justiça, Marivaldo Pereira, da pasta de Flávio Dino disse à Folha de S.Paulo que a visita feita pelo ministro ao Complexo da Maré é só a primeira de várias que ocorrerão ao longo do mandato a locais como esse.

Segundo Pereira, a pasta terá como uma de suas diretrizes a aproximação entre governo e comunidades.

Marivaldo Pereira, que esteve ao lado do ministro no Complexo da Maré afirma que a prioridade da nova gestão é se fazer presente para a população que mais precisa.

“A função da nossa secretaria é esse diálogo com a sociedade civil, e nós iremos a todos os lugares que formos convidados para fazer esse diálogo. Nosso foco é a na população historicamente excluída e que, na gestão anterior, foi a mais prejudicada pela omissão e por ataques odiosos como os que estão sendo reverberados”, diz.

Na visão de Marivaldo Pereira, o movimento nas redes sociais é feito por parlamentares da extrema direita e é baseado em preconceito.

“Isso é um grave preconceito contra as comunidades e favelas. É um preconceito que tem consequências muito drásticas para essa população, porque acaba fazendo com que essa população seja cada vez mais privada do acesso a serviços públicos”, disse.

Papa deverá ter alta neste sábado

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O Vaticano informou que o papa Francisco poderá ter alta neste sábado (1º) e participar das comemorações de Páscoa, mas sem presidir a cerimônia.

Ainda internado na Clínica Gemelli, em Roma, ele reage bem ao tratamento de uma infecção pulmonar.

De acordo com o Vaticano, Francisco passou a tarde de ontem se dedicando ao repouso, à oração e às obrigações de trabalho. Os médicos que o acompanham diagnosticaram bronquite infecciosa que exigiu a administração de uma terapia antibiótica.

O papa foi internado na quarta-feira (29), após a audiência geral. Ele reclamou de uma pressão no peito, que provocou dificuldade de respirar. 

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Indiciamento no caso de atriz pornô não impedirá Trump de concorrer nos EUA

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THIAGO AMÂNCIOWASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – O indiciamento de Donald Trump pelo escândalo da compra do silêncio de uma atriz pornô com quem supostamente teve um caso e mesmo sua possível condenação não impedem o republicano de concorrer novamente à Casa Branca.

Os Estados Unidos não têm uma lei equivalente à Ficha Limpa, que impede no Brasil a candidatura de pessoas que foram condenadas por um órgão colegiado (mais de um juiz), tiveram o mandato cassado ou renunciaram para evitar a cassação.

“Você pode estar preso por homicídio e ainda concorrer”, explica Mark A. Graber, professor de direito constitucional da Universidade de Maryland. “Já tivemos candidato na prisão que recebeu 1 milhão de votos.” O professor se refere a Eugene Debs, líder sindicalista que se candidatou cinco vezes à Casa Branca no começo do século passado, as quatro primeiras em liberdade.

Em 1918, porém, Debs foi preso por sedição ao condenar a participação dos EUA na Primeira Guerra Mundial e concorreu à Presidência pelo Partido Socialista da América em 1920 da prisão. Curiosamente foi nessa ocasião que ele teve seu maior número de votos, 914 mil, o que o deixou em terceiro lugar na disputa –deixou a cadeia no Natal de 1921 e foi recebido na Casa Branca um dia depois.

Nos Parlamentos locais isso ainda acontece. O hoje senador da Virgínia Joe Morrissey, do Partido Democrata, foi reeleito deputado estadual em 2015 enquanto passava as noites na prisão, em liberdade condicional, após condenação por manter relações sexuais com uma adolescente de 17 anos.
Isso significa que Trump pode não ser impedido mesmo no caso de avançarem processos considerados mais graves, como tentar fraudar a eleição na Geórgia em 2020 ou manter caixas de documentos secretos em sua casa na Flórida após deixar a Presidência.

A Constituição dos EUA exige apenas que, para se eleger presidente, a pessoa tenha ao menos 35 anos, seja americana nata e esteja no país há pelo menos 14 anos.

Em 1868, porém, três anos após a Guerra Civil Americana, a 14ª Emenda Constitucional foi aprovada proibindo que ocupe qualquer cargo civil ou militar em governos federal ou estadual quem “tiver se envolvido em uma insurreição ou rebelião” contra o governo.

Está aí a brecha para que Trump, já em pré-campanha, seja impedido de concorrer no ano que vem, diz Graber e parte dos constitucionalistas americanos.

O comitê da Câmara dos EUA que investigou o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 recomendou, em dezembro no ano passado, que o Departamento de Justiça indicie Trump, entre outras coisas, por “incitar, assistir ou auxiliar uma insurreição”, e recomendou que ele seja proibido de ocupar cargos públicos com base na 14ª Emenda. O comitê, porém, não tem poder para indiciar ou condenar o ex-presidente.

Não há sinais até agora de que o conselheiro especial Jack Smith, responsável por supervisionar os casos envolvendo Trump no Departamento de Justiça, vá indiciar o ex-presidente por insurreição, avalia Josh Blackman, professor de direito constitucional do South Texas College of Law Houston e pesquisador do Cato Institute.

“Mesmo os membros da milícia de extrema direita Proud Boys não foram indiciados por insurreição, mas por conspiração sediciosa, um grau abaixo. Portanto é improvável que algum tribunal federal condene Trump por isso”, diz Blackman.

Caso isso aconteça, porém, a previsão do especialista é de um cenário de caos jurídico porque os EUA não têm um órgão equivalente ao brasileiro Tribunal Superior Eleitoral, que supervisiona as eleições em âmbito federal. Ou seja, seriam os funcionários de órgãos estaduais os responsáveis por decidir se Trump deveria ou não estar nas cédulas de votação.

“Teríamos cédulas diferentes pelo país, algumas com o nome de Trump e outras não, um caos completo. Nesse caso, [o imbróglio] deveria subir rapidamente para a Suprema Corte, que resolveria o litígio”, diz.

Compra do silêncio

A decisão sobre o indiciamento de Trump no episódio que envolve a compra do silêncio da atriz pornô Stormy Daniels foi revelada nesta quinta-feira (30) pela imprensa americana e deve ser anunciada nos próximos dias.

Na eleição de 2016, ela recebeu um cheque do advogado de Trump de US$ 130 mil para não levar a público a afirmação de que teve um relacionamento com o então candidato anos antes. Já na Casa Branca, Trump reembolsou o advogado e registrou o pagamento nas contas de sua empresa como despesa jurídica.

O episódio já havia sido analisado por procuradores federais em 2018, quando todo o escândalo veio à tona, bem como o de outra modelo que teria recebido US$ 150 mil para não revelar uma relação com Trump.

Os investigadores consideraram o caso uma violação das regras de financiamento de campanha, e o advogado Michael Cohen se declarou culpado. Procuradores chegaram a escrever que Cohen “agiu em coordenação e sob direção” do então presidente, mas Trump nunca foi processado na esfera federal. Agora, o promotor de Manhattan Alvin L. Bragg retomou as investigações.

O assessor sênior de Trump Jason Miller afirmou à Folha que o caso “é uma caça às bruxas política e Trump é completamente inocente”. Em comício no Texas no sábado (25), o republicano afirmou que é investigado “por algo que não é crime, não é contravenção, não é um affair”.

O indiciamento tende a esquentar a corrida eleitoral, uma vez que Trump é o favorito para obter a indicação do Partido Republicano na eleição à Casa Branca do ano que vem. Ele já disse a aliados que quer transformar o indiciamento em um “espetáculo” e que pretende usar algemas em uma possível detenção, em uma tentativa de obter apoio político. O caso, porém, é considerado mais banal do que as outras investigações de que o ex-presidente é alvo e que têm avançado na Justiça.

Em agosto, uma operação de busca e apreensão do FBI, a polícia federal americana, na casa de Trump na Flórida encontrou caixas com mais de 11 mil documentos e fotografias, incluindo 18 classificados de ultrassecretos, 54 secretos e 31 confidenciais, com informações de inteligência sobre países adversários dos EUA como Irã e China.

Trump passou a ser investigado, e o caso tem avançado. Segundo o canal ABC, procuradores de Washington apresentaram à Justiça provas com anotações, recibos e transcrições de áudio de que o ex-presidente cometeu crimes e deliberadamente passou informações falsas a seus advogados sobre o episódio. Ele chamou a reportagem da ABC de desinformação a partir de um vazamento ilegal.

Outra investigação criminal que avança contra Trump é a que apura a tentativa de fraude na Geórgia em 2020, estado onde Biden venceu por margem estreita.

Trump ligou para o secretário de Estado local, responsável pelo controle do pleito, e o pressionou expressamente: “Tudo o que quero é isso: encontrar 11.780 votos, um a mais do que temos [de diferença]. Porque nós ganhamos a Geórgia”. Houve três contagens de votos que confirmaram a vitória de Biden no estado. No ano passado, um juiz afirmou que as alegações eram não só falsas, como Trump sabia que eram falsas e mesmo assim decidiu mantê-las.

No último dia 20, advogados de Trump pediram à Justiça na Geórgia para anular o relatório final do júri que analisa se as provas são suficientes ou não para indiciar alguém. Os advogados argumentaram que os processos são “confusos, falsos e descaradamente inconstitucionais”, e pediram que o promotor do distrito de Fulton, onde fica a capital Atlanta, seja removido do caso.

Jovem brasileiro é esfaqueado e morre em estação de metrô de Toronto, no Canadá

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Um brasileiro de 16 anos morreu no último sábado, 25, após ser esfaqueado dentro da estação de metrô Keele, em Toronto, no Canadá. A vítima, Gabriel Magalhães, chegou a ser socorrida, mas não sobreviveu aos ferimentos e morreu no hospital.

De acordo com a polícia local, o autor do ataque é um homem de 22 anos, morador de rua, identificado por Jordan O’Brien-Tobin. O suspeito não teria sido provocado e, conforme as autoridades de segurança informaram à imprensa do Canadá, o golpe foi desferido de maneira “aleatória”.

O’Brien-Tobin, que estava em liberdade condicional e já tinha outras passagens pela policia, foi preso e acusado de homicídio.

Colegas que estavam com Gabriel no momento do ataque relataram que o agressor focou no brasileiro e esfaqueou o jovem na altura do coração por três vezes, informou a imprensa canadense. O jovem, de acordo com os amigos, não teve chance de se defender.

Para a imprensa local, a mãe de Gabriel, Andrea Magalhães, contou que chegou a ver a notícia do crime, mas não desconfiou de início que o filho fosse a vítima. Mas, por saber que o jovem tinha saído com os amigos e estava demorando para voltar, passou a ficar mais apreensiva.

Por volta das 3 horas da manhã, os policiais foram à residência de Andrea e informaram à família que Gabriel tinha sido assassinado.

A mãe contou também que o Gabriel ia praticar snowboading no sábado, mas que o filho optou por sair com amigos que não via há um tempo. O ataque que vitimou jovem aconteceu após o brasileiro voltar do shopping com os colegas.

Segundo ela, toda família se mudou para o Canadá em busca de uma melhor qualidade de vida. “Eu achava que não havia lugar melhor no mundo do que Toronto para educar os meus filhos”, disse ela ao veículo CBC (sigla para Canadian Broadcasting Corporation).

Ela descreveu o filho como um jovem esforçado, estudioso, amável e que estava se preparando para estudar astrofísica na faculdade. “Eu simplesmente não consigo acreditar que a vida dele foi interrompida.” lamentou Andrea.

No domingo, amigos da vítima se dirigiram à estação Keele, onde aconteceu o ataque, e levaram cartazes, velas e rosas para homenagear o adolescente. Uma caminhada pela cidade em memória de Gabriel também chegou a ser organizada.

O episódio chocou Toronto. Moradores e políticos cobraram por mais segurança no sistema de trânsito da cidade, que chegou a registrar 1.068 incidentes violentos contra passageiros em 2022 – um aumento de 46% em comparação com 2021.

De acordo com a imprensa local, a polícia de Toronto anunciou recentemente que encerraria as patrulhas extras no trânsito da cidade, que foi reforçada justamente depois do aumento dos casos de violência.

A decisão foi tomada após o anúncio de que 80 policiais, que estavam trabalhando em turnos extras, passariam a patrulhar vários pontos do transporte público de Toronto.

Para os jornais canadenses, Andrea não culpa o responsável pelo ataque e diz que é necessário as gestões aumentem os investimentos em políticas sociais de moradia e de saúde mental para a população. “Sinto que, com as coisas indo do jeito que estão indo agora, muitas pessoas vão sofrer dores horríveis que estou passando agora.”

Procurado, o Itamaraty respondeu que Ministério das Relações Exteriores, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Toronto, foi informado pelas autoridades locais sobre a morte de Gabriel e que está “em contato com a família da vítima”.

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Fugini admite uso de matéria-prima vencida e anuncia recall de maionese; confira os lotes

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Em comunicado publicado na tarde desta quinta-feira, 30, a empresa Fugini admitiu que usou ingredientes vencidos na produção de maionese e, por esse motivo, está fazendo o recall (recolhimento) dos itens impróprios para consumo. Na quarta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já havia anunciado a suspensão da fabricação, distribuição, venda e uso dos produtos da marca.

O recall vale apenas para os produtos do tipo maionese que têm prazo de validade até dezembro de 2023 e que seja do lote que se inicia com o número 354, e qualquer lote de maionese que tenha o vencimento previsto para janeiro, fevereiro ou março de 2024.

Por meio de nota, a empresa afirma que, “por um erro operacional”, os itens que devem ser recolhidos foram fabricados com urucum fora da data de validade. O ingrediente é usado para dar cor ao produto e, segundo a Fugini, a quantidade usada “representa 0,003% da formulação” da maionese.

“Estamos providenciando um RECALL do produto MAIONESE com marca FUGINI produzida na planta de Monte Alto/SP no período de 20/12/2022 a 21/03/2023, ou seja, cujo prazo de validade seja dezembro de 2023, com número de lote iniciando-se a partir do número 354, e qualquer lote com prazo de validade em janeiro, fevereiro ou março de 2024?, informou a Fugini em nota.

Lotes que vão fazer parte do recall

– Lotes com vencimento em dez/2023 e iniciados com a numeração 354

– Todos lotes com vencimento para janeiro, fevereiro, março de 2024

“Por um erro operacional, esse lote de produtos foi fabricado com adição do ingrediente urucum (agente natural para dar cor ao produto) que representa 0,003% da formulação que estava fora da sua data de validade”, completou a empresa.

A marca informou que a toda a linha de produtos da Fugini, que também produz molhos de tomates, mostardas, ketchups e alimentos em conserva, “segue sendo comercializadas normalmente nos pontos de varejo.”

Suspensão da Anvisa

Na quarta-feira, a Anvisa já havia anunciado a suspensão da fabricação, distribuição, venda e uso dos produtos da Fugini, depois de constatar falhas consideradas graves no processo de confecção dos produtos da marca.

Em inspeção feita na sede da empresa alimentícia, a agência identificou problemas de boas práticas de fabricação – regras que empresas do setor de alimentos devem seguir – relacionados à higiene dos produtos, controle de qualidade e segurança das matérias-primas, controle de pragas, rastreabilidade, entre outras falhas.

“Essas falhas podem impactar na qualidade e segurança do produto final”, informou a Anvisa por meio de nota. A medida, segundo a agência, é preventiva e a suspensão da produção e comércio dos produtos da marca ficará válida até que a empresa adeque o processo de confecção às regras das boas práticas de fabricação.

Logo após o anúncio, também na quarta, a Fugini publicou uma nota desmentindo o recall e avisando os problemas identificados pela Anvisa já haviam sido resolvidos. No comunicado desta quinta, porém, a empresa voltou atrás, admitiu o uso da matéria-prima vencida e anunciou a necessidade de fazer o recolhimento da maionese.

Grande júri decide indiciar Donald Trump criminalmente, diz NYT

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Justiça de Manhattan, nos EUA, aprovou nesta quinta-feira (30) o indiciamento do ex-presidente Donald Trump por um caso de pagamento de suborno a uma atriz pornô, segundo o The New York Times.

O republicano, assim, deve se tornar o primeiro ex-presidente dos EUA a ser indiciado. O caso também mexe no xadrez da corrida eleitoral para a Casa Branca em 2024, que Trump pretende disputar.

De acordo com o jornal, o indiciamento será anunciado já nos próximos dias, e as acusações ainda estão pouco claras.
No caso em questão, Trump teria pago pelo silêncio da atriz pornô Stormy Daniels. O montante, no entanto, teria sido maquiado por meio de transações feitas por um dos advogados do ex-chefe da Casa Branca.

O episódio chamou a atenção por ser, em comparação com as demais investigações judiciais que envolvem Trump, um dos mais banais. Diferentes instâncias nos EUA, afinal, investigam se ele teria tentado anular o resultado das eleições de 2020, quando perdeu para Joe Biden, e possíveis fraudes nas Organizações Trump, de sua família.

Ozempic: Entidades médicas alertam sobre uso de remédio de diabete para emagrecer

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Relatos de uso da semaglutida para o tratamento da obesidade e para emagrecimento – com ou sem orientação médica, inclusive por celebridades – vêm se multiplicando nas redes sociais. Preocupadas com a disseminação do tratamento não previsto em bula, a Associação Brasileira para o estudo da Obesidade (ABESO) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) publicaram uma nota conjunta sobre o uso do fármaco na quarta-feira, 29, com “orientações à população”.

Também são cada vez mais comuns relatos de dificuldades de pacientes que utilizam o medicamento Ozempic, nome comercial do remédio que tem como princípio ativo a semaglutida, para o tratamento de diabete tipo 2 não controlada, para encontrar o remédio nas farmácias brasileiras.

No início de fevereiro, a Novo Nordisk, fabricante do remédio, disse que o desabastecimento é resultado de uma procura muito maior do que a prevista. “Cabe ressaltar que não há problemas de qualidade ou regulatórios com o medicamento.” No mesmo mês, a fabricante informou que o reabastecimento de distribuidores, atacadistas e farmácias no País deve ser normalizado durante o segundo trimestre de 2023, com o aumento da capacidade de produção anual da empresa.

Estilo de vida

Por meio do comunicado, as entidades médicas esclarecem que a obesidade é uma doença crônica, complexa, multicausal e de difícil tratamento. Desta forma, nenhuma medicação deve ser usada sem prescrição e acompanhamento médico.

“O tratamento medicamentoso da obesidade, sempre em conjunto com estratégias de estilo de vida, é recomendado em diversas diretrizes de tratamento ao redor do mundo por aumentar a eficácia dessas estratégias. Como qualquer outra doença crônica, a manutenção da eficácia dependerá da manutenção do tratamento e é esperado que a recuperação de peso ocorra caso o tratamento medicamentoso seja abandonado”, diz o comunicado.

“A indicação de um tratamento medicamentoso deve ser feita por médico capacitado, levando em conta indicações, contraindicações, tolerabilidade e expectativas do paciente, não se baseando apenas no IMC, mas sim em uma ampla gama de aspectos que devem ser tratados em consulta.”

A semaglutida é uma medicação aprovada para obesidade em diversos países no mundo na dose de 2,4 mg/semana, de acordo com as entidades. No Brasil, apesar de aprovada desde 2 de janeiro, a dose de 2,4 mg ainda não está sendo comercializada. No momento, apenas a formulação para diabete tipo 2, com dose máxima de 1,0 mg, está disponível no País.

“Assim, embora, a priori, o uso da dose de 1,0 mg seria considerado ‘off-label’, o princípio ativo está atualmente aprovado para obesidade. Infelizmente, o alto custo da medicação impede que seja usado pela maior parcela de nossa população, que não tem acesso a medicamentos para obesidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, diz ainda o comunicado.

Ainda de acordo com a ABESO e a SBEM, vêm sendo dissiminadas informações que confundem e misturam o que é o tratamento sério da obesidade e o que significa o “desejo social de emagrecer”.

“O uso de curto prazo de medicações para fins estéticos (e muitas vezes sem prescrição médica) deve ser tratado de forma muito distinta do que o tratamento sério da obesidade, que tem como objetivo a melhora de saúde e qualidade de vida”, acrescentou.

Não obstante, como qualquer outra medicação, dizem, a comercialização deve ser feita somente sob prescrição médica. A venda sem prescrição, destacam as entidades, deve ser desencorajada e vetada, e é função do profissional farmacêutico que preste atenção à receita e siga os protocolos padrões da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Vejas o esclarecimento divulgado pelas entidades:

– Medicamentos para obesidade aprovados pela Anvisa têm sua eficácia e segurança demonstradas e não devem ser condenados, mas sim selecionados individualmente dentro de uma consulta médica e serem vendidos unicamente sob prescrição médica. É função do médico prescritor acompanhar o paciente e reavaliar periodicamente sua eficácia, tolerabilidade e segurança.

– O mau uso, uso estético ou inadequado de medicações antiobesidade, além de expor pessoas a risco sem indicação de uso, aumenta o estigma do tratamento de quem já sofre com diversos preconceitos em nossa sociedade. Matérias que pioram esse estigma podem levar pessoas a abandonarem tratamentos bem-sucedidos ou evitar buscar ajuda médica.

– Como adendo, lembramos que a ABESO e SBEM buscam melhorar o acesso a tratamentos da obesidade para a população geral, seja trabalhando para reduzir o preconceito com terapias para obesidade (medicamentosas ou não), como por buscar, junto ao poder público, que tenhamos opções terapêuticas acessíveis a maior parte da população, ou disponibilizadas pelo SUS, o que ainda não é uma realidade.

O comunicado foi assinado por Bruno Halpern, presidente da ABESO, e por Paulo Augusto Carvalho Miranda, presidente da SBEM.

Entenda mais sobre os medicamentos Ozempic (semaglutida), Saxenda (liraglutida) e Wegovy (semaglutida):

Ozempic (semaglutida)

O Ozempic é usado, em conjunto com dieta e exercícios, para tratar pacientes adultos com diabete tipo 2 não satisfatoriamente controlada (quando o nível de açúcar no sangue permanece muito alto), de acordo com a Novo Nordisk.

“É importante ressaltar que a companhia não endossa ou apoia a promoção de informações de caráter off label, ou seja, em desacordo com a bula de seus produtos. O Ozempic, aprovado e comercializado no Brasil para diabetes tipo 2 e cujo princípio ativo é o mesmo do Wegovy (semaglutida), não possui indicação aprovada pelas agências regulatórias nacionais e internacionais para obesidade”, afirma a fabricante.

Saxenda (liraglutida)

Atualmente, o único medicamento da Novo Nordisk comercializado no Brasil para o tratamento da obesidade é Saxenda (liraglutida), lançado no País em 2016.

Em 2020, a medicação foi aprovada para prescrição também em adolescentes de 12 a 18 anos, tornando-se o único tratamento para obesidade aprovado para faixa etária no País.

“Cabe ressaltar que, no fim do ano passado, a Novo Nordisk submeteu o Saxenda (liraglutida), para análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). A análise está em andamento.”

Wegovy (semaglutida)

O Wegovy (semaglutida) foi aprovado para o tratamento da obesidade pela Anvisa, em 2 de janeiro, com base nos estudos de segurança e eficácia do programa Semaglutide Treatment Effect in People with Obesity (Efeito do tratamento com semaglutida em pessoas com obesidade, em tradução livre). Tem previsão de chegada ao mercado brasileiro no segundo semestre deste ano.

“O medicamento é indicado como coadjuvante à redução de calorias e aumento da atividade física em adultos com Índice de Massa Corporal (IMC) inicial maior ou igual a 30 kg/m2 (obesidade) ou maior ou igual a 27 kg/m2 (excesso de peso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada com o peso”, disse a fabricante.

De acordo com a empresa, todos os medicamentos necessitam de prescrição médica. Não há retenção de receita.

Compra de Viagra pelas Forças Armadas foi superfaturada, aponta TCU

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O Tribunal de Contas da União (TCU) considerou que houve superfaturamento na compra de Viagra pelas Forças Armadas e determinou a devolução de R$ 32,9 mil aos cofres públicos.

O Ministério da Defesa abriu, entre 2020 e 2021, oito pregões para comprar 35.320 comprimidos de citrato de sildenafila – princípio ativo da Viagra. O remédio é usado para tratamento de disfunção erétil e hipertensão arterial pulmonar.

A Secretaria de Controle Externo de Aquisições Logísticas (Selog) do TCU não viu desvio de finalidade nas aquisições, mas apontou sobrepreço em um contrato da Marinha.

O Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, comprou 15.120 comprimidos, com preço unitário de R$ 3,65, em abril de 2021. O valor médio do medicamento indicado no painel de preços do governo federal era de R$ 1,81 e o valor máximo previsto inicialmente no edital era de R$ 1,47.

O TCU levou em consideração outro pregão, do Comando do Exército, também homologado em abril de 2021, que conseguiu pagar R$ 1,50 por comprimido.

“O que se tem comprovado, segundo bem discorreu o diretor da secretaria, é a aquisição do medicamento em questão por preço manifestamente superior (R$ 3,65) ao preço máximo aceitável (R$ 1,47)”, defendeu o ministro Weder de Oliveira, relator do caso.

A decisão afirma que, como a ‘materialidade do débito’ é ‘baixa’, o ressarcimento é suficiente. O valor precisa ser devolvido em até 90 dias.

O caso chegou ao TCU a partir de uma representação do ex-deputado federal Elias Vaz (PSB) e do senador Jorge Kajuru (PSB).