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Sem assistência, Yanomamis viram sem-teto em Boa Vista

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Longe da reserva no meio da Amazônia, onde a alta de casos de desnutrição e malária fez o governo federal decretar emergência em saúde, indígenas Yanomami que migram para Boa Vista sofrem com a falta de apoio. Uma parte deles vira morador de rua e se torna alvo de violência e preconceito. Sem falar português, eles têm dificuldade para conseguir trabalho e até para acessar auxílios do governo. Também é frequente o abuso de bebidas alcoólicas.

Um dos pontos de aglomeração é a área que fica sob o viaduto Peri Lago, no centro da capital roraimense, que já sofre a pressão de outro fluxo migratório ainda maior, o de venezuelanos que chegam em busca de vida melhor. “Morar na rua é ruim, mas não posso voltar para a comunidade, pois fui expulso”, diz Cauã Sanomã, de um dos subgrupos Yanomamis que vivem em Roraima. Segundo ele, muitas tribos diferentes foram viver em sua comunidade, a mais de 200 quilômetros da capital, o que provocou conflitos. Por trás desse processo, está ainda a invasão de garimpeiros na terra indígena. “Também não tem local para os Yanomamis em Boa Vista. Aqui nos trazem comida e trocamos por bebida”, contou ele na quinta, com a ajuda de um intérprete.

No dia anterior, outro grupo de três jovens, entre 20 e 25 anos, e um adolescente dormiam embrulhados em redes que foram transformadas em lençóis. Um deles, com o pouco que falava de Português, explicou que é do grupo Yauari da comunidade Xexena, um dos sub grupos Yanomami. Esse grupo chegou a ser levado de volta para o Território Yanomani, onde vivem 30,4 mil indígenas, mas voltou a pé, fugindo das condições precárias da reserva. “O acompanhamento desses indígenas é feito pela Hutukara (Associação Hutukara Yanomami) e pelo CIR (Conselho Indígena de Roraima). Mas não temos casa de apoio, nem abrigo, nem local para eles”, diz Nonato Cavalcante, voluntário que ajuda grupos indígenas em órgãos públicos. “Lá (na terra indígena) são vários povos e brigam entre si. Mas aqui na cidade tem muito preconceito e eles não estão seguros em nenhum lugar”, acrescenta Cavalcante.

Outro agravante é a presença crescente de garimpeiros na reserva – estima-se que haja 20 mil, uma invasão que ameaça a saúde dos indígenas, uma vez que o mercúrio usado contamina os rios e o barulho das máquinas afugenta a caça. Durante as entrevistas sob o viaduto, houve ameaças de índios à reportagem. A relação deles é tensa com comerciantes e feirantes. “Eles ingerem bebida alcoólica , brigam e andam despidos”, reclama o comerciante Frederico Barbosa.

Acidentes

Pouco habituados ao ambiente urbano, já foram vítimas de pelo menos dez acidentes no trecho que liga a área com a BR-174 (Manaus-Boa Vista), de acordo com a Hutukara. Em novembro, a jovem Ana Yanomami foi morta a tiros no local. Os atiradores não foram presos. A polícia diz investigar o crime.

A Prefeitura de Boa Vista informou que atende as crianças e que em 2022 foram 703 internações de indígenas Yanomami no Hospital da Criança Santo Antônio. Hoje, dos 62 indígenas internados, 46 são crianças. “Não é o Estado que é responsável. É muito difícil fazer o controle”, disse o governador Antonio Denarium (PP), que destacou a ajuda com 12 mil cestas básicas. O Ministério da Saúde disse ter enviado equipes médicas para Boa Vista e para a terra indígena, além de ter montado um hospital de campanha.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Marinha planeja afundar casco de porta-aviões barrado pela Turquia

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CATIA SEABRA E CÉZAR FEITOZA
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Sob protestos da ministra Marina Silva (Meio Ambiente), a Marinha planeja afundar o casco do porta-aviões São Paulo no mar brasileiro.

O chamado afundamento controlado vai ser feito por uma série de explosões para abrir rasgos no casco, o que levaria ao oceano também as mais de nove toneladas de amianto presentes na embarcação.

A decisão ainda não foi formalizada, segundo relatos feitos à Folha. Mas integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam ser a alternativa viável diante do avançado grau de degradação da embarcação de 266 metros de comprimento.

No dia 13 de janeiro, quando foi submetido a uma inspeção técnica, o porta-aviões navegava, sob reboque, a 20 milhas náuticas do Porto de Suape, em Pernambuco.

A inspeção constatou um novo rasgo na embarcação, aumento do nível de alagamento e corrosão em comparação à vistoria realizada quatro meses antes.

“Pode ser constatado o aumento crítico da degradação da segurança do casco, quer seja pela perda das condições de flutuabilidade, quer seja pela perda irreversível da estabilidade mínima em avaria para navegação em mar aberto, além do aumento da extensão da avaria do casco”, alerta.

Militares envolvidos no caso afirmam que não há muitas opções para o descarte do porta-aviões, abandonado pela empresa responsável, e o naufrágio é a única alternativa para dar fim a uma controvérsia de proporções internacionais que se estende desde agosto.

A proposta de afundamento fez as discussões sobre o porta-aviões chegarem ao primeiro escalão do governo. A seus pares, Marina Silva tem manifestado preocupação com os danos ambientais.

O principal problema, segundo auxiliares da ministra, está na presença do amianto, produto tóxico que causa câncer e outras doenças graves. O inventário feito antes da partida do navio, em 2022, contabilizou o material a bordo.

Marina chegou a procurar o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, para expor essa preocupação.

Mas a decisão cabe, exclusivamente, à Marinha. E o governo não estaria disposto a abrir um novo foco de tensão com as Forças Armadas em meio às investigações dos responsáveis pelas invasões das sedes dos Três Poderes, ocorridas no dia 8 de janeiro.
Na década de 1990, segundo a Marinha, 55 toneladas de amianto foram retiradas da embarcação. Mas o produto ainda está presente nas paredes do porta-aviões –a substância era usada como isolante térmico e acústico, para evitar que a tripulação convivesse com o barulho das decolagens das aeronaves.

O governo tem pressa para tomar uma decisão. Segundo relatório ao qual a Folha teve acesso, em setembro de 2022 já se observava uma degradação das condições de segurança da navegação.

Em janeiro, no entanto, foi observada “uma alteração do trim [alinhamento da embarcação em relação ao espelho d’água] e uma banda para bombordo, o que poderia aumentar os riscos de uma diminuição da reserva de flutuabilidade do navio”. A perícia aponta para o ritmo de entrada de água no porta-aviões e alerta para o risco de colapso estrutural em, no máximo, quatro semanas.

Segundo a perícia, de agosto de 2022 até agora, houve entrada de 2.787 litros de água. O limite para navegação em segurança é de 3.530,7 litros.

“É possível afirmar que se pode garantir a segurança da navegação até que se chegue ao limite ora estabelecido de embarque de mais 743 m³ de água, prevista para acontecer, nas melhores hipóteses, em, no máximo, quatro semanas”, adverte.

A perícia também destaca que, em outubro, dez compartimentos estavam comprometidos por algum tipo de alagamento. Hoje, são 23. O documento, por fim, conclui “a impossibilidade de salvamento do casco nesta situação”.
O porta-aviões São Paulo era o maior navio de guerra brasileiro, com 31 mil toneladas e capacidade para até 40 aeronaves. Seu armamento era composto por três lançadores duplos de mísseis e metralhadoras de grosso calibre.

Inutilizado há décadas, o navio passou por um desmanche na França. O casco voltou ao Brasil e foi colocado à venda pela Marinha Brasileira para um processo de reciclagem verde.

O porta-aviões foi vendido pela Marinha ao estaleiro turco Sök Denizcilik and Ticaret Limited, especializado em desmanche de navios. O veículo deixou o Brasil no dia 4 de agosto, em viagem que gerou protestos pelo mundo e foi monitorada em tempo real pelo Greenpeace.

A Marinha diz que, após a decisão de desmobilizar o porta-aviões, optou pela venda do casco para “desmanche verde”, um processo de reciclagem segura para o qual o estaleiro turco Sök é credenciado e certificado.

Mas, diante de denúncias sobre a exportação ilegal de amianto, o governo turco revogou autorização para entrada da embarcação no dia 26 de agosto, quando o navio se aproximava do Estreito de Gilbraltar, em viagem feita com o auxílio de um rebocador.

A decisão atendeu a denúncias de organizações como o Greenpeace e a ONG Shipbreaking Platform, que protestavam contra o recebimento do navio.

Análises feitas pela ONG Shipbreaking em um porta-aviões gêmeo ao São Paulo identificou 760 toneladas de amianto na embarcação. Diante disso, a organização passou a questionar se, de fato, o casco enviado pelo Brasil teria as 10 toneladas da substância tóxica como previsto no inventário.

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) suspendeu a licença de exportação e determinou o retorno do navio ao Brasil.

Zilan Costa e Silva, advogado da MSK (empresa aliada à turca na compra da embarcação), disse à Folha no sábado passado (21) que as compradoras decidiram renunciar do bem em favor da União, alegando que não têm mais condições financeiras de apoiar o navio, que deixou o Brasil no dia 4 de agosto de 2022 para uma viagem de 30 dias que se arrasta até hoje.

“Vivemos uma situação imprevisível”, disse. “A empresa tomou todos os cuidados, contratou o maior rebocador do mundo, fez previsão de viagem de 30 dias… E o rebocador ficou conectado ao navio todo esse tempo.”

Ele reclama que a empresa não obteve autorização nem para levar o navio para outro país nem para atracar no Brasil. “Isso é uma pena de morte”, compara, dizendo que as perdas financeiras nesse processo ainda estão sendo calculadas.

Desde setembro, com a volta do porta-aviões, diversos portos da costa brasileira conseguiram decisões judiciais para impedir que o casco pudesse se fundear em suas imediações.

A justificativa apresentada era que a embarcação tem dimensões enormes e poderia inviabilizar a rotina portuária. Por mais de quatro meses, o casco foi rebocado por navios turcos à procura de um destino, passando da costa carioca à pernambucana, sem sucesso.
O governo brasileiro planeja entrar na Justiça contra o estaleiro, alegando inclusive danos à imagem do Brasil no exterior.

Tiroteio na Califórnia deixa três mortos e quatro feridos, segundo Polícia

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Pelo menos três pessoas foram mortas e outras quatro ficaram feridas em um tiroteio na área da Califórnia no início da manhã de sábado, 28, segundo o sargento Frank Preciado, do Departamento de Polícia de Los Angeles. Este é o quarto tiroteio em massa na região que acontece neste mês.

O sargento confirmou que o tiroteio aconteceu pouco depois das 2h30 (horário local) em Beverly Crest, um bairro nobre de Los Angeles.

Das sete pessoas baleadas, quatro estavam do lado de fora. Os três mortos estavam em um veículo. Suas identidades, no entanto, não foram divulgadas. Os feridos foram levados para um hospital e estão em estado crítico.

Preciado disse ainda não ter informações sobre o que motivou o disparo, nem se ocorreu em uma residência.

Comentário sobre homossexualidade ser pecado se referia a regras católicas, diz papa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O papa Francisco tentou atenuar comentários recentes que reforçaram a posição doutrinária sobre homossexualidade ser considerada um pecado. O pontífice disse que se referia ao ensino moral católico oficial de que qualquer ato sexual fora do casamento é considerado sacrilégio.

Em nota divulgada nesta sexta (27), Francisco lembrou que mesmo esse ensino está sujeito a circunstâncias que podem eliminar o pecado. A manifestação ocorreu após o pontífice ser criticado por grupos que defendem os direitos LGBTQIA+ devido à declaração anterior.

Em entrevista à agência Associated Press publicada na quarta (25), o papa disse que a homossexualidade “não é crime, mas um pecado”. “Tudo bem, mas primeiro vamos distinguir um pecado de um crime. Também é pecado não ter caridade com o próximo.”

O Catecismo da Igreja Católica se refere à homossexualidade como “atos de grave depravação”, descritos como “intrinsecamente desordenados”. A igreja defende, porém, que homossexuais devem ser “aceitos com respeito, compaixão e sensibilidade” e diz que “todo sinal de discriminação injusta deve ser evitado”.

Diante da repercussão da entrevista, o padre americano James Martin, que apoia a aceitação de comportamento homossexual pela Igreja, pediu nesta sexta (27) esclarecimentos a Francisco.

Em 2013, seu primeiro ano à frente da Igreja Católica, Francisco se declarou inapto a rejeitar homossexuais que buscassem o conforto de Deus. “Quem sou eu para julgar?”, disse à época. A fala encheu católicos LGBTQIA+ com a esperança de serem acolhidos sem ressalvas no seio da instituição.

Oito anos depois, ele deu sinal verde para o Vaticano divulgar a diretriz para que clérigos não abençoem uniões entre pessoas do mesmo sexo. “Deus não pode abençoar o pecado”, diz o documento da Congregação para a Doutrina da Fé, que formula normas para os fiéis da maior vertente cristã do mundo.

Na entrevista, Francisco reconheceu que lideranças católicas em algumas partes do mundo ainda apoiam leis que criminalizam a homossexualidade ou discriminam a comunidade LGBTQIA+. “Esses bispos precisam ter um processo de conversão”, afirmou o pontífice, acrescentando que tais lideranças devem agir com ternura –”por favor, como Deus tem por cada um de nós”.

China compartilha crise demográfica com vizinhos do Leste Asiático

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CLARA BALBI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O anúncio do início do declínio da população da China na semana passada pegou muitos de surpresa –a previsão oficial da data em que o número de mortes superaria o de nascimentos era 2025.

Mais do que precoce, para alguns a notícia soou como um obstáculo para a corrida do gigante asiático pelo topo da economia mundial.
O pico de desenvolvimento de uma nação costuma ocorrer quando a maior fatia de sua população é adulta. Em idade economicamente ativa, ela não só tem potencial de produzir mais riquezas como, em geral, gera menos encargos para o Estado.

Ao envelhecer sem ter quem substitua sua força de trabalho, porém, essa mesma população passa a representar, em partes, um fardo para os governos. E, na China, lar de quase um quinto da população mundial, esse peso é, no mínimo, considerável.

De certa forma, porém, o país só encontrou o mesmo destino que seus vizinhos no Leste Asiático –e, em último caso, de todas as nações em desenvolvimento. Consequências do crescimento econômico como o aumento do custo de vida, a pressão do mercado de trabalho, e mudanças no modo como as pessoas se relacionam são todos fatores que levam muitos a postergar ou mesmo desistir de ter filhos.

A diferença, no caso de Pequim, é que seu declínio populacional foi em grande parte definido por sua controversa política do filho único vigente entre 1979 a 2015 (hoje, cada família pode ter até três filhos).
Dados da ONU indicam que o Japão foi o primeiro país da região a finalizar sua transição demográfica, em 2010. Desde então, tem convivido com taxas de fecundidade de cerca de 1,3 filhos por mulher –o necessário para garantir o crescimento da população é de 2,1.

Um recorde negativo no ano retrasado levou o em geral discreto premiê Fumio Kishida a fazer um pronunciamento dramático no início desta semana, durante a abertura oficial do Parlamento. “É agora ou nunca”, disse. “Nossa nação está no limite de saber se consegue manter suas funções sociais.”

A Coreia do Sul seguiu pelo mesmo caminho a partir de 2020. Desde então, o país mantém o recorde negativo de fecundidade do mundo, de 0,87. Não está sozinha –taxas abaixo da marca de 2,1 se repetem em toda a Ásia Oriental, incluindo os dados disponibilizados pela Coreia do Norte (1,79). A exceção é a Mongólia, cujo número é de 2,8.

Apesar desse panorama, pesquisadores dizem que, seja para a China como para os demais países, a situação está longe de ser catastrófica como alguns descrevem. Stuart Gietel-Basten, professor da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong e da Universidade de Khalifa, em Abu Dhabi, lembra que o contingente populacional de um país é um entre muitos fatores que influenciam a economia.

Mais do que isso, “ter mais bebês não vai consertar o sistema de aposentadoria se ele estiver quebrado”, argumenta o pesquisador. “Não me entenda mal: se a taxa de fecundidade no Japão, na Coreia ou na China fosse um pouco maior, seria mais simples para eles se adaptar aos desafios que virão pela frente. Mas não resolveria o problema.”

Mas, quando o assunto é só a demografia, esses países enfrentam sim grandes adversidades. Professor de relações internacionais da ESPM, Alexandre Uehara diz que essas nações não só são menos atrativas para estrangeiros em razão das barreiras da língua e da cultura, como os próprios governos da região são menos abertos à imigração.

O Japão, por exemplo, só recentemente começou a modificar suas leis para permitir mais imigrantes, embora registre taxas de fecundidade menores do que 2,1 desde 1975, segundo a ONU.

Outro problema é o fato de que estas são sociedades mais tradicionais em termos de papéis de gênero. Isso faz com que haja uma expectativa de que as mulheres assumam uma carga maior de trabalho doméstico do que seus parceiros –mesmo que tenham grau de escolaridade e inserção no mercado de trabalho semelhante ao deles. O resultado é que elas muitas vezes postergam ou desistem de engravidar.

As soluções apresentadas pelos governos locais, em geral centradas em incentivar a população a ter mais filhos, não parecem ter sido efetivas. Mesmo assim, eles seguem insistindo na via. No ano passado, o Japão anunciou que aumentaria a quantia que cada casal ganha ao ter seu primeiro filho de 420 mil ienes para 500 mil ienes.

A Coreia do Sul, por sua vez, prometeu uma mesada mensal de 700 mil wons a famílias com recém-nascidos e aumentar o período de licença-paternidade (válida para mães e pais) de 12 meses para 18 meses. Enquanto isso, a China tem realizado experimentos com pagamentos de subsídios mensais em âmbitos municipal e provincial.
“Acho que os dirigentes não entendem que maternidade não é uma coisa de seis meses, um ano”, diz Laura Wong, vice-presidente da União Internacional para Estudos Científicos da População e professora da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Ela afirma que o que se nota em políticas de Estado como as propostas por Japão e Coreia é que eles podem até impulsionar mulheres que já planejavam engravidar a concretizar seus planos. Mas não interferem na quantidade de filhos desejados, nem impactam a decisão de engravidar.

A pesquisadora pondera que, ao mesmo tempo que a desigualdade de gênero pode provocar uma queda da taxa de fecundidade, também é verdade que políticas que incentivam a equidade entre homens e mulheres porem levar a população a considerar ter mais filhos, como foi o caso de alguns países escandinavos –que, no mais, seguem com taxas abaixo do ideal.

Wong diz que a exceção a esse cenário de infertilidade da Ásia talvez seja justamente a China. Por ter um regime autoritário, o país acabando exercendo mais controle sobre os rumos da população.

De todo modo, momentos como o da transição demográfica que o país vivee agora podem servir como uma oportunidade para pensar no futuro e investir nas novas gerações, que sustentarão as demais, segue a pesquisadora. Algo que, ela sublinha, o Brasil não fez quando devia.
Uehara é outro que traça paralelos entre a situação dos países da região e a realidade brasileira, que deve enfrentar um declínio populacional por volta de 2040. “Nós sabemos que estamos no mesmo caminho. Temos que olhar bastante para essas economias para tentar antecipar as nossas respostas.”

Brasileiro morre na França e família tenta trazer corpo até MG

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BEATRIZ GOMES
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A família de Eduardo Fialho Martins, 32, luta para trazer o corpo do ex-estudante de direito para o Brasil após a morte do rapaz na última segunda-feira (23), na França. As despesas para o translado podem ultrapassar R$ 100 mil, segundo a família.

Eduardo foi diagnosticado com um quadro grave de pneumonia e toxoplasmose, infecção causada por protozoário encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se hospedar em humanos e outros animais.

À reportagem, o irmão mais velho do rapaz, o consultor de negócios Leandro Fialho, explicou que Eduardo tinha ido à Europa havia quase seis anos, em busca de uma vida melhor. Primeiro, o jovem ficou dois anos em Portugal e depois se mudou para a França.

Eduardo morava em Vénès, a 695 km de Paris, e trabalhava em um frigorífico, quando foi internado no dia 30 de dezembro, após relatos de estar debilitado de saúde. Os médicos identificaram um coágulo na cabeça do rapaz, mas apenas no dia 19 de janeiro saiu o diagnóstico de toxoplasmose.

Durante esse período no hospital, o homem foi acompanhado de amigos que moravam no país.

“O Eduardo falava que iria melhorar e queria vir embora para o Brasil. Hoje tem a opção de cremar e trazer as cinzas, mas pela situação de dor e saudade que meus pais sentem após quase seis anos sem vê-lo, queremos trazê-lo. Minha mãe está muito debilitada, triste, querendo fazer o enterro digno para ele. Ela quer muito o corpo dele aqui para enterrá-lo com uns parentes nossos no cemitério”, afirmou Leandro Fialho, irmão do falecido.

Segundo Leandro, amigos de Eduardo na França disseram que o rapaz teria entrado com um processo contra a empresa onde trabalhava, que não teve o nome divulgado, em razão das condições de trabalho. A família, porém, não tem mais informações e disse se preocupar apenas em trazer o corpo do rapaz a Minas Gerais.

APOIO
Leandro explicou que já conversou e tem contato com o consulado brasileiro na França, que auxilia nas burocracias para o envio do corpo, mas eles não arcam com a despesa da transferência. A cidade onde o rapaz estava internado já emitiu o atestado de óbito.

O consultor disse que a prefeitura de Tarumirim, onde mora a família de Eduardo, se colocou à disposição para ajudar a família e já contatou o Ministério das Relações Exteriores. A reportagem tenta contato com o órgão, mas não teve retorno até o momento.

Uma das preocupações da família é que o processo demore muito, inclusive pela falta de dinheiro para a transferência do corpo, e que o governo francês decida cremar Eduardo no país.

“Nós somos dois filhos, apenas. Então, eu fico aqui tendo que segurar o luto da gente para poder cuidar dos pais. É uma situação muito difícil.”
Os interessados em ajudar a família podem doar através do seguinte link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/vaquinha-solidaria-leandro-fialho-martins

Após vistoria, Corpo de Bombeiros veta ensaios técnicos no sambódromo do Rio

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O Corpo de Bombeiros realizou uma vistoria no Sambódromo do Rio, visando os ensaios técnicos, e, após verificar defeitos nos hidrantes, vetou o uso da estrutura. De acordo com a corporação, “a pista não apresenta as condições mínimas de segurança”.

A vistoria foi realizada nesta sexta-feira (27) à noite, e o Corpo de Bombeiros emitiu uma notificação que não autoriza os ensaios. Em nota, a corporação detalhou que encontrou defeitos nos volantes de acionamento dos hidrantes dos setores 5, 6 e 9. Além disso, não foram encontrados conectores e mangueiras em nenhum dos setores.

A vistoria acontece após a Justiça do Rio determinar que o Sambódromo apresente, em 24 horas, toda a documentação necessária para funcionar. A decisão atende pedido de liminar, em ação popular, ajuizada na tarde de ontem por um advogado.

A Justiça determinou que a prefeitura do Rio, o prefeito Eduardo Paes (PSD) e a Riotur informem e comprovem, no prazo de 24 horas contados a partir de sua intimação, o cumprimento das exigências do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar para a realização dos ensaios técnicos das escolas de samba no local. Estão previstos ensaios neste sábado, 28, e domingo, 29.

Veja a seguir a nota da corporação:

“O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro realizou, na noite desta sexta-feira (27/01), vistoria técnica nos equipamentos necessários para a liberação da pista do sambódromo para os ensaios técnicos. Após a inspeção, os Bombeiros emitiram notificação não autorizando a realização dos ensaios técnicos para o Carnaval 2023. O veto tem caráter imediato pois a pista não apresenta as condições mínimas de segurança.

Problemas encontrados na vistoria:

Defeitos nos volantes de acionamento dos hidrantes dos setores 5, 6 e 9;

Além disso, não foram encontrados conectores e mangueiras em nenhum dos setores..”

Mulher admite ter tentado envenenar Trump antes das eleições de 2020

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Uma mulher franco-canadense confessou, na quarta-feira (26), às autoridades norte-americanas que tentou envenenar e matar o antigo presidente norte-americano, Donald Trump, através do envio de cartas contendo ricina, uma substância mortífera.

A suspeita, Pascale Ferrier, uma cidadã com dupla nacionalidade francesa e canadense, está detida desde 2020, e assumiu a culpa pelo delito num acordo de redução de pena, anunciou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Segundo admitiu Ferrier, a mulher colocou veneno em cartas endereçadas a Trump, quando este ainda era presidente, e a oito elementos das autoridades Texas com ligações a prisões onde já tinha estado detida, nomeadamente em 2019.

Segundo explica o The Guardian, a ricina é um veneno que pode ser feito através de resíduos tóxicos produzidos durante o processamento de uma planta com um nome semelhante. A substância é letal e pode ser usada em formato líquido ou sólido, sob a forma de pó.

Nas cartas, a mulher, de 55 anos e oriunda da região do Quebeque, ameaçou de morte o então líder norte-americano e mostrou-se furiosa pela possibilidade de Trump ser reeleito.

“Estragaste os Estados Unidos e levaste-os ao desastre. Tenho primos norte-americanos e não quero que sejas presidente nos próximos quatro anos. Desiste e retira a tua candidatura nesta eleição”, apelou.

As cartas acabaram por ser intercetadas pelas autoridades e, segundo explica o Departamento de Justiça, foram realizadas análises laboratoriais às substâncias, e a presença de ricina obrigou a medidas de segurança extremamente complexas. O presidente foi, na altura, avisado para os envelopes.

Pouco depois das cartas serem intercetadas, Pascale Ferrier foi detida enquanto atravessava a fronteira estatal em Buffalo, no estado de Nova Iorque. Numa operação de fiscalização, mulher confessou logo que era procurada pelas autoridades federais e, na viatura, a polícia encontrou uma arma de fogo carregada, centenas de munições, duas facas, uma arma de atordoamento, gás-pimenta e identificação falsa.

Graças ao acordo com a justiça, Ferrier irá cumprir agora 262 meses (quase 22 anos) de prisão. A audiência em que saberá a sua sentença está marcada para dia 26 de abril.

Trump acabaria por perder as eleições presidenciais de novembro de 2020, contra Joe Biden. O antigo presidente continua defendendo que a sua derrota foi fruto de fraude eleitoral – algo que continua a ser desmentido por todas as entidades oficiais – e a elevada polarização que protagonizou, além da disseminação de teorias da conspiração, acabaram por culminar com o ataque ao Capitólio, a 6 de janeiro de 2021.

Ataque a tiros deixa mais 2 feridos em Israel, e cresce temor de escalada de conflito

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Duas pessoas ficaram gravemente feridas na Cidade Velha de Jerusalém neste sábado (28) em um ataque a tiros, informou a polícia de Israel. Segundo informações iniciais, as vítimas seriam pai e filho.

O ataque ocorre menos de um dia após outro episódio semelhante em uma sinagoga de Jerusalém Oriental deixar ao menos sete mortos e outros três feridos na noite de sexta-feira (27). Até o momento, cerca de 42 pessoas foram detidas para ser interrogadas sobre o caso.

As vítimas do ataque deste sábado teriam 20 e 59 anos. O filho era voluntário do serviço de emergência médica Magen David Adom, mas não estava trabalhando no momento, informou o Times of Israel. Ele e o pai estão em estado grave, mas estável.

A polícia local identificou o atirador como um menino palestino de 13 anos. Ele foi localizado pelos agentes e ferido e agora recebe tratamento em um hospital da região. Ainda segundo o Times of Israel, ele teria sido ferido por dois transeuntes que caminhavam armados.

O país ativou o nível de alerta nacional mais alto e reforçou a presença de agentes de segurança em Israel e na Cisjordânia após a sequência de ataques. O comissário de polícia Kobi Shabtai disse que uma equipe da unidade de contraterrorismo de elite Yamam foi enviada a Jerusalém.

Os ataques se dão em um momento de crescente tensão em Israel. A morte de ao menos dez palestinos na última quinta-feira (26) em ações do Exército de Israel, liderado pela coalizão política mais à direita que o país já viu, exacerbou a crise com a Palestina.

O último ano foi o mais violento em Israel e nos territórios palestinos desde 2004, com cerca de 250 mortes de palestinos na Cisjordânia e 30 mortes de israelenses. Outros 49 palestinos morreram na Faixa de Gaza, em uma ação de três dias de bombardeios israelenses em agosto. Desde o início de janeiro, 31 palestinos foram mortos.

Fuvest divulga lista de aprovados; matrículas começam na terça (31)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Fuvest divulgou nesta sexta-feira (27) a lista dos estudantes aprovados em primeira chamada do vestibular. As matrículas começam na próxima terça-feira (31).

A divulgação do resultado estava marcada para a próxima segunda (30), mas foi antecipada, segundo a Fuvest, para que os aprovados tenham mais tempo para realizar a matrícula na USP (Universidade de São Paulo), que começa às 8h do dia 31 e vai até as 16h de 6 de fevereiro. O processo será virtual.

A lista com todos os aprovados também pode ser conferida no site da Fuvest. A divulgação dos aprovados em segunda chamada está marcada para o dia 10 de fevereiro. O gabarito oficial da segunda fase também já está disponível aos estudantes.

No total, mais de 114 mil pessoas se inscreveram para o vestibular de entrada na USP. A primeira fase aconteceu em dezembro e a segunda foi realizada no início de janeiro.

Para o vestibular 2023, a USP vai oferecer 11.147 vagas. Dessas, 8.230 são disponibilizadas pela Fuvest, sendo 4.961 para candidatos da chamada ampla concorrência (os que não se inscrevem por cotas); 2.173 para candidatos de escola pública e 1.096 para alunos pretos, pardos e indígenas de escolas públicas.
As outras 2.917 vagas serão oferecidas a partir da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

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Duas mulheres ficam feridas após acidente entre carro e caminhão no Parque Califórnia

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Foto: Reprodução

Na tarde desta sexta-feira (27) duas mulheres ficaram feridas após um grave acidente entre carro e caminhão na Avenida Alberto Lamego (pista sentido Centro), próximo a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), no Parque Califórnia, em Campos. Um segundo carro de passeio também se envolveu no acidente, colidindo e prensando o primeiro carro.

As vítimas que estavam no carro da empresa, modelo Fiat Uno ficaram presas nas ferragens e foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e encaminhadas para o Hospital Ferreira Machado (HFM). De acordo com apuração da Redação ClickCampos, as vítimas estão sendo atendidas no politrauma do pronto socorro da unidade hospitalar. G.R.R de 36 anos teve uma lesão profunda na cabeça, fez tomografia e está sendo medicada. Já M.das.G.de.S.P de 46 anos teve escoriações pelo corpo e também fez exame de tomografia. Ambas estão estáveis, em observação.

Ainda não há informações de como ocorreu o acidente. O trânsito no local registra lentidão e congestionamento. A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal estão no local orientando o tráfego. No segundo carro e no caminhão ninguém ficou ferido.

Homem fica ferido após colisão entre moto e ônibus na BR-101 em Campos

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Arteris Fluminense/Foto:ClickCampos

Na manhã desta sexta-feira (27) um motociclista ficou ferido após um acidente com um ônibus, no KM 59 da BR-101, em Campos.

Segundo a concessionária que administra a rodovia, a Arteris Fluminense, o motociclista colidiu de maneira transversal contra um ônibus, sendo socorrido pelos Bombeiros ao Hospital Ferreira Machado (HFM).

De acordo com apuração da Redação ClickCampos, a vítima identificada pelas iniciais R.de.C.A sofreu fraturas e escoriações no rosto, fez tomografia do crânio e está estável, em observação na Unidade de Pacientes Graves (UPG).

Durante o atendimento, as faixas norte e sul foram bloqueadas, com desvio de tráfego pelo acostamento, mas o trânsito já foi normalizado no local.

Governo descumpriu ordens judiciais para proteger Yanomamis, diz Barroso

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O Supremo Tribunal Federal (STF) detectou descumprimento de decisões judiciais e indícios de prestação de informações falsas por parte da União sobre medidas tomadas para garantir a proteção dos Yanomamis em Roraima, diz o gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, relator de ação movida pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) que pede medidas do governo para proteger indígenas isolados ou de recente contato – caso dos Yanomamis.

Em medida cautelar, o ministro ordenou a execução de um plano anticovid para os indígenas e a criação de barreiras sanitárias nas reservas. Segundo a Corte, a União disse ter feito ações de vigilância alimentar, saúde e enfrentamento à malária junto aos Yanomamis, além de “operações de repressão ao garimpo ilegal”. Mas, conforme o gabinete de Barroso, “as operações, sobretudo as mais recentes, não seguiram o planejamento aprovado pelo STF e ocorreram com deficiência.

Além disso, diz, “o STF detectou descumprimento de determinações judiciais e indícios de prestação de informações falsas à Justiça, que serão apuradas”. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nas redes sociais, disse que a crise dos Yanamomi é “farsa da esquerda” e que a saúde indígena foi uma das prioridades do seu governo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mulher é presa em Campos por receptação de celular roubado

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134ª DP/Foto: ClickCampos

Policiais civis da 134ª DP (Campos) prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (26/01), uma mulher pelo crime de receptação. Ela foi localizada no bairro Jardim Carioca, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, após monitoramento e levantamento de inteligência.

Os agentes realizaram investigação para apurar a localização de um celular que havia sido roubado em outubro do ano passado, e conseguiram identificar a linha que estava sendo utilizada no aparelho. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram o telefone em posse da detida, que informou tê-lo adquirido através de um perfil em uma rede social, sem nota fiscal, caixa ou carregador original.

O celular foi apreendido e devolvido ao proprietário.

Trânsito interditado na entrada de Grussaí a partir das 18h

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Foto: Divulgação Secom

O Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) de São João da Barra vai interditar o trânsito de Grussaí nas imediações da Figueira, onde está a nova área de shows. Nesta sexta-feira, 27, e no sábado, 28, as duas faixas da Avenida Liberdade, da Figueira até a BR 356, e a via vicinal conhecida como Estrada da Sopa estarão fechadas das 18h até o fim dos eventos. A medida visa proteger munícipes e visitantes que prestigiam os eventos realizados pela Prefeitura na alta temporada.

De acordo com o Demutran, durante as interdições, o melhor acesso de Grussaí para a BR 356, e vice-versa, é pela Rua Antônio Gonçalves Carvalho, a rua do Sesc. Carros oficiais, dos prestadores de serviço do evento e ambulantes devidamente identificados poderão ter acesso aos locais interditados. No caso dos ambulantes, há limite de horário já estabelecido entre eles e o setor de Postura. Os veículos do transporte alternativo, também devidamente identificados, poderão utilizar o trecho interditado da Liberdade para manobra.

A instalação de uma nova área de show em Grussaí, por parte da Prefeitura, é em cumprimento a uma liminar do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que proíbe eventos na orla. Dentro da programação do Verão 2023, sobem ao palco do terceiro distrito Lorran Villaça, às 19h, Pedro Sampaio, às 21h, e Xote Carioca, às 23h. No sábado, tem show com a banda Delloreon, às 19h, Jorge Vercillo, às 21h, e o grupo Elas Sambam, às 23h.

Fonte: Secom

França: greve termina mais cedo em reatores e depósito de combustíveis

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Greves que tinham previsão de durar 48 horas em reatores nucleares e refinarias de combustível da França terminaram após um dia, disse o sindicato linha-dura CGT à Reuters nesta sexta-feira (27).

A França era vista como um exportador líquido de eletricidade durante o dia até o início da noite de sexta-feira, mostraram dados da operadora de rede RTE, depois de ser um importador líquido nas primeiras horas da manhã.

Mais greves contra os planos do governo de reforma previdenciária para fazer o francês se aposentar dois anos depois, aos 64 anos, estão programadas no setor de energia e outros na próxima terça-feira (31) em meio a um dia nacional de protestos.

Nos reatores nucleares, a greve terminou mais cedo porque a operadora de rede RTE solicitou que o fornecimento nuclear voltasse à rede devido ao frio, disse uma porta-voz do ramo de energia do sindicato FNME-CGT.

Embora não seja uma obrigação legal, os sindicatos tendem a atender a tais solicitações.

Além disso, após um acordo fechado com a operadora EDF em outubro, os trabalhadores têm “muita expectativa nas negociações salariais” e isso ajudou a trazê-los de volta ao trabalho, disse a porta-voz do FNME-CGT Virginie Neumayer à Reuters.

A greve, que começou ontem (26), teve apenas um efeito marginal no fornecimento de energia nuclear ao longo do dia e à noite em comparação com cerca de 10% do fornecimento total retirado da rede em 19 de janeiro, mostraram dados da EDF.

Homem é preso por tráfico de drogas em Campos

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Um homem foi preso por tráfico ilícito de drogas, nesta sexta-feira (26) na Avenida Guilherme Morison, na Boca do Magal, no Canto do Rio de Tocos, em Campos.

Após informações sobre tráfico de drogas que estaria ocorrendo no local, os policiais foram até o endereço citado. Ao perceberem a presença dos agentes, houve correria, mas um suspeito foi capturado.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, com o suspeito foi apreendido 16 pinos de cocaína, 28 buchas de maconha e R$ 172.

Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e o homem foi encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde foi autuado e permaneceu preso.

Os pastores mais bem pagos do mundo (e do Brasil)

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Embora a maioria das pessoas saiba que as igrejas são bastante ricas, há uma tipo de pregador que arrecada dezenas de milhões de dólares por meio de doações e vendas de mercadorias. Normalmente, esses pastores realizam sermões, em igrejas enormes, que são transmitidos em canais de TV específicos. As fortunas passam de 700 milhões de dólares.

Pastores brasileiros também entram nessa lista. Os últimos dados sobre o Brasil foram divulgados pela Forbes em 2013. Esses números com certeza mudaram, porém a tendência é que essas fortunas tenham crescido de lá para cá. Os dados dos pastores internacionais são de 2023.

Clique na galeria e veja os milhões de dólares em Patrimônio Líquido dos pastores mais ricos do mundo. O Brasil lidera a lista.

‘Vídeo repugnante’ de ação policial que matou negro preocupa autoridades nos EUA

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BAURU, SP (FOLHAPRESS) – Cinco policiais de Memphis, nos Estados Unidos, foram formalmente acusados de assassinato na quinta-feira (26) devido à morte de Tyre Nichols, um homem negro de 29 anos, que faleceu em decorrência de uma abordagem dos cinco agentes -todos negros- que vem sendo descrita como repugnante.

A abordagem com resultado de morte ocorreu no dia 7 de janeiro, e Nichols faleceu três dias depois. Ainda não há, no entanto, detalhes sobre o que de fato ocorreu na ação policial, em parte porque as autoridades de Memphis estão agindo com cautela e algum grau de preocupação com a divulgação das imagens das câmeras atreladas às fardas dos agentes. A expectativa é de que os vídeos sejam publicados nesta sexta-feira (27).

“Estamos aqui hoje por causa de uma tragédia que fere profundamente uma família, mas também fere a todos nós”, disse Steve Mulroy, o promotor distrital que apresentou as acusações.

Sem revelar detalhes, Mulroy disse que Nichols foi parado pelos policiais e que houve “uma altercação” na qual os agentes dispararam spray de pimenta na vítima. Nichols então tentou fugir a pé -e a descrição do promotor sobre o que se seguiu foi ainda mais imprecisa. “Houve outra altercação em um local próximo em que os ferimentos graves foram sofridos pelo sr. Nichols.”

Os cinco policiais foram identificados como Tadarrius Bean, Demetrius Haley, Emitt Martin 3º, Desmond Mills Jr. e Justin Smith. Suas idades variam de 24 a 32 anos e seus tempos de serviço em Memphis vão de dois anos e meio a cinco anos. Além das acusações de homicídio, os cinco responderão por agressão agravada, sequestro agravado, má conduta oficial e opressão oficial.

Todos foram demitidos no último sábado (21) depois que uma investigação interna no departamento concluiu que eles violaram os protocolos, usaram força excessiva, falharam na abordagem e não prestaram socorro à vítima. Os cinco também foram detidos na manhã de quinta, e seus advogados disseram que ainda estão montando suas defesas.