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Motociclista fica ferido após colidir em poste na 28 de Março, em Campos

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Na manhã desta quarta-feira (11) um motociclista identificado pelas iniciais L.H.V.M, ficou ferido após colidir em um poste, no cruzamento entre a Rua Doutor Felipe Uebe com Avenida 28 de Março, no Parque California, em Campos.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o homem perdeu o controle da direção da moto e atingiu o poste. A vítima foi socorrida com fraturas para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

Segundo apuração da Redação ClickCampos, a vítima de 22 anos, teve escoriações pelo corpo, possível fratura na bacia e na perna direita. Fez exames de raio-x e tomografia e em seguida foi encaminhado para o repouso do politrauma, onde segue em observação.

O caso chamou atenção por quem passava pelo local e o trânsito registrou lentidão, mas logo foi normalizado.

Defesa Civil de Campos veda galeria para evitar que Muriaé alague Três Vendas

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Foto: Reprodução Ascom

Equipes da Secretaria de Defesa Civil atuaram em Três Vendas nesta terça-feira (10), fazendo a vedação da galeria celular sob a BR-356 (Campos-Itaperuna), em função do aumento do nível do Rio Muriaé. A medida é emergencial e preventiva, diante o risco do rio, que já transbordou em Cardoso Moreira, alagar a localidade de Campos. A ação foi iniciada na última quarta-feira (4), quando a Defesa Civil fez a medição da “boca” da galeria celular construída no local pelo governo federal e iniciou a aquisição de chapa de aço para a vedação e pedras para a contenção das águas do Muriaé.

“O rio Muriaé já transbordou em Cardoso Moreira, município mais próximo de Campos, e água vem direto para Três Vendas, podendo atingir as casas de cerca de quatro mil pessoas. O ideal seria termos, no local, uma comporta Flap, que poderia ser fechada em casos de elevação do nível do rio em Três Vendas. Isso, inclusive, vem sendo solicitado há anos pela Prefeitura. Como medida emergencial e com o apoio da Coagro, que cedeu a chapa de aço, e da Secretaria de Obras, com as máquinas, realizamos o trabalho e seguimos acompanhando a situação do Muriaé”, explicou o subsecretário de Defesa Civil, Edison Pessanha.

Fonte: Ascom

Peru impõe toque de recolher em região onde protestos provocaram 18 mortes

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo do Peru decretou nesta terça-feira (10) um toque de recolher noturno na cidade de Puno, novo epicentro dos protestos contra a presidente Dina Boluarte. Grandes manifestações voltaram a ganhar corpo nos últimos dias, agravando a crise estrutural do país, em convulsão social desde a destituição de Pedro Castillo da Presidência, há pouco mais de um mês.

A medida foi anunciada horas após o dia mais letal desde o início dos protestos. Na segunda-feira (9), 18 pessoas morreram em confrontos entre manifestantes e policiais na região de Juliaca, a 60 km de Puno. A conta não inclui um bebê recém-nascido que também morreu depois de não ter podido chegar a um hospital devido a bloqueios nas rodovias.
A maior parte dos óbitos foi registrada em um embate na região do aeroporto de Juliaca, que os manifestantes tentavam tomar -14 pessoas teriam morrido no local, segundo a Defensoria do Peru. Numa tentativa de enfraquecer o governo Dina, apoiadores de Castillo têm bloqueado estradas e infraestruturas importantes para o país.
Outras três pessoas morreram em um shopping center. Segundo as autoridades, elas teriam atacado o estabelecimento. O corpo de um policial foi encontrado carbonizado em um veículo. Jorge Angulo, porta-voz do Ministério do Interior, afirmou que o agente foi “vítima de criminosos” ainda não identificados. A autópsia deverá esclarecer as circunstâncias da morte.
Em tentativa de frear os atos, o primeiro-ministro peruano, Alberto Otárola, anunciou o toque de recolher em Puno, que deveria entrar em vigor ainda nesta terça, às 20h pelo horário local (22h de Brasília), e perdurar até as 4h. A medida, a princípio válida por três dias, pode ser prorrogada.
O premiê ainda apresentou ao Parlamento o pedido de voto de confiança de investidura, um requisito constitucional para que o gabinete se mantenha no cargo.
Ao menos 40 pessoas morreram desde o início das manifestações em dezembro, mas os casos de violência não têm coibido a organização de novos atos. Ao menos 53 trechos de rodovias foram bloqueados nesta terça, segundo as autoridades peruanas. Piquetes que impedem a circulação de veículos foram registrados nas regiões de Puno, Cusco, Apurímac, Arequipa, Madre de Dios e Amazonas.
Em Puno, onde os protestos se concentram, autoridades relataram novos ataques contra estabelecimentos comerciais e veículos da polícia.
Os protestos voltaram a ganhar adesão depois de uma trégua de duas semanas durante as festas de fim de ano. Os manifestantes exigem a renúncia da atual chefe do Executivo, a dissolução do Congresso, mudanças na Constituição e a libertação de Castillo -preso em dezembro depois de ser destituído após uma tentativa fracassada de golpe de Estado.
Antes vice de Castillo, Dina é chamada de traidora pelos manifestantes contrários ao seu governo. No mês passado ela declarou estado de emergência e assinou decreto para que as Forças Armadas se juntem à polícia na repressão dos atos.
A forte repressão contra os manifestantes, contudo, tem aumentado a pressão sobre a presidente. Nesta terça, o governo regional de Puno decretou três dias de luto devido às mortes nas últimas horas e pediu a renúncia da presidente. O arcebispo de Huancayo, Pedro Barreto, afirmou que a crise no Peru se assemelha a uma zona de guerra. “A verdade é que estamos nas mãos da barbárie”, disse à rádio RPP.
Outras lideranças e organizações pedem a investigação das mortes. Nesta quarta, o Peru deve receber uma missão da CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos), que pretende monitorar o cenário dos direitos humanos no país.
O premiê Otárola afirmou nesta terça que criminosos financiados por “dinheiro obscuro” foram responsáveis pelas mortes ocorridas nesta segunda. Ele acrescentou que ao menos 143 pessoas -68 manifestantes e 75 policiais ficaram feridos só na segunda-feira.
Em meio à crise, o Peru proibiu, nesta segunda, a entrada do ex-presidente boliviano Evo Morales em seu território. Ele é acusado pela gestão de Dina de interferir nos assuntos da política interna.
Presidente da Bolívia de 2006 a 2019, Evo tem expressado apoio aos manifestantes contrários ao governo Dina. O líder teve presença ativa na política peruana desde que Castillo assumiu a Presidência, em julho de 2021, até sua destituição, no início de dezembro.
Na semana passada, Dina pediu ao líder da Bolívia que parasse de interferir em assuntos peruanos. Já o ministro da Defesa, Jorge Chávez, afirmou que cinco bolivianos que estariam incentivando os protestos no país foram identificados.
O ex-presidente Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva enquanto é investigado pelos crimes de rebelião e conspiração depois de tentar fechar o Congresso ilegalmente -ele nega as acusações.

Peru impõe toque de recolher em região onde protestos provocaram 18 mortes em um dia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo do Peru decretou nesta terça-feira (10) um toque de recolher noturno na cidade de Puno, novo epicentro dos protestos contra a presidente Dina Boluarte. Grandes manifestações voltaram a ganhar corpo nos últimos dias, agravando a crise estrutural do país, em convulsão social desde a destituição de Pedro Castillo da Presidência, há pouco mais de um mês.

A medida foi anunciada horas após o dia mais letal desde o início dos protestos. Na segunda-feira (9), 18 pessoas morreram em confrontos entre manifestantes e policiais na região de Juliaca, a 60 km de Puno. A conta não inclui um bebê recém-nascido que também morreu depois de não ter podido chegar a um hospital devido a bloqueios nas rodovias.
A maior parte dos óbitos foi registrada em um embate na região do aeroporto de Juliaca, que os manifestantes tentavam tomar -14 pessoas teriam morrido no local, segundo a Defensoria do Peru. Numa tentativa de enfraquecer o governo Dina, apoiadores de Castillo têm bloqueado estradas e infraestruturas importantes para o país.
Outras três pessoas morreram em um shopping center. Segundo as autoridades, elas teriam atacado o estabelecimento. O corpo de um policial foi encontrado carbonizado em um veículo. Jorge Angulo, porta-voz do Ministério do Interior, afirmou que o agente foi “vítima de criminosos” ainda não identificados. A autópsia deverá esclarecer as circunstâncias da morte.
Em tentativa de frear os atos, o primeiro-ministro peruano, Alberto Otárola, anunciou o toque de recolher em Puno, que deveria entrar em vigor ainda nesta terça, às 20h pelo horário local (22h de Brasília), e perdurar até as 4h. A medida, a princípio válida por três dias, pode ser prorrogada.
O premiê ainda apresentou ao Parlamento o pedido de voto de confiança de investidura, um requisito constitucional para que o gabinete se mantenha no cargo.
Ao menos 40 pessoas morreram desde o início das manifestações em dezembro, mas os casos de violência não têm coibido a organização de novos atos. Ao menos 53 trechos de rodovias foram bloqueados nesta terça, segundo as autoridades peruanas. Piquetes que impedem a circulação de veículos foram registrados nas regiões de Puno, Cusco, Apurímac, Arequipa, Madre de Dios e Amazonas.
Em Puno, onde os protestos se concentram, autoridades relataram novos ataques contra estabelecimentos comerciais e veículos da polícia.
Os protestos voltaram a ganhar adesão depois de uma trégua de duas semanas durante as festas de fim de ano. Os manifestantes exigem a renúncia da atual chefe do Executivo, a dissolução do Congresso, mudanças na Constituição e a libertação de Castillo -preso em dezembro depois de ser destituído após uma tentativa fracassada de golpe de Estado.
Antes vice de Castillo, Dina é chamada de traidora pelos manifestantes contrários ao seu governo. No mês passado ela declarou estado de emergência e assinou decreto para que as Forças Armadas se juntem à polícia na repressão dos atos.
A forte repressão contra os manifestantes, contudo, tem aumentado a pressão sobre a presidente. Nesta terça, o governo regional de Puno decretou três dias de luto devido às mortes nas últimas horas e pediu a renúncia da presidente. O arcebispo de Huancayo, Pedro Barreto, afirmou que a crise no Peru se assemelha a uma zona de guerra. “A verdade é que estamos nas mãos da barbárie”, disse à rádio RPP.
Outras lideranças e organizações pedem a investigação das mortes. Nesta quarta, o Peru deve receber uma missão da CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos), que pretende monitorar o cenário dos direitos humanos no país.
O premiê Otárola afirmou nesta terça que criminosos financiados por “dinheiro obscuro” foram responsáveis pelas mortes ocorridas nesta segunda. Ele acrescentou que ao menos 143 pessoas -68 manifestantes e 75 policiais ficaram feridos só na segunda-feira.
Em meio à crise, o Peru proibiu, nesta segunda, a entrada do ex-presidente boliviano Evo Morales em seu território. Ele é acusado pela gestão de Dina de interferir nos assuntos da política interna.
Presidente da Bolívia de 2006 a 2019, Evo tem expressado apoio aos manifestantes contrários ao governo Dina. O líder teve presença ativa na política peruana desde que Castillo assumiu a Presidência, em julho de 2021, até sua destituição, no início de dezembro.
Na semana passada, Dina pediu ao líder da Bolívia que parasse de interferir em assuntos peruanos. Já o ministro da Defesa, Jorge Chávez, afirmou que cinco bolivianos que estariam incentivando os protestos no país foram identificados.
O ex-presidente Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva enquanto é investigado pelos crimes de rebelião e conspiração depois de tentar fechar o Congresso ilegalmente -ele nega as acusações.

Rússia avança no leste da Ucrânia após meses de impasse

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após meses de impasse em torno da estratégica cidade de Bakhmut, em Donetsk, no leste da Ucrânia, forças russas mudaram sua tática e conseguiram avançar para uma posição que pode lhes permitir romper as defesas ucranianas na região.

De acordo com blogueiros militares russos e avaliação do Ministério da Defesa do Reino Unido, tropas do grupo mercenário russo Wagner controlam quase toda Soledar, uma cidadezinha de 10 mil habitantes famosa por sua mina de sal, que fica 15 km a nordeste de Bakhmut.

Desde outubro, russos e ucranianos transformam a região numa terra arrasada, um moedor de carne humana na definição das Forças Armadas de Kiev. Bakhmut é hoje mais ruína, ao estilo do que ocorreu em Mariupol, tomada pelos russos no mais sangrento cerco da guerra iniciada em fevereiro de 2022.

As linhas de suprimento para as forças da Ucrânia em Bakhmut foram interrompidas. Na segunda (9), o presidente Volodimir Zelenski disse que, “graças à resistência em Soledar, ganhamos tempo”, sem especificar para quê. Donetsk é, das quatro regiões anexadas por Vladimir Putin em setembro, a menos controlada pelos russos -talvez algo mais do que 50% dela esteja em mãos de Moscou. Há ações ofensivas também em Liman, cidade de onde os russos se retiraram em outubro, e Adviika.

A situação difícil consolida o fim da onda de otimismo exagerado acerca do momento pró-Kiev da guerra, que se mostrava evidente pela sequência de boas notícias para Zelenski: a retomada de territórios em Kharkiv, no nordeste do país e a retirada de forças russas da margem oeste do rio Dnieper em Kherson, abandonando a capital regional homônima, maior cidade que haviam conquistado.

Houve lances mais simbólicos, como os ataques com drones a bases aéreas no interior da Rússia e um ataque mortífero contra uma base com recrutas em Donetsk, mas o fato é que do fim do ano para cá o impasse voltou a dominar a cena -com um viés favorável aos russos, que têm tido tempo para se reorganizar e empregar os 320 mil reservistas que mobilizaram para os moedores de carne a oeste.

“Os soldados são feridos e morrem de frio ou de perda de sangue, sem que ninguém os colete”, afirmou o analista militar ucraniano Oleh Jdanov no YouTube, pintando um quadro mais cruel do lado do adversário.

No sul do país, os ucranianos não conseguiram avançar além das linhas defensivas mais elaboradas dos russos na margem leste do Dnieper, e Moscou segue impondo uma campanha punitiva contra civis, mirando com mísseis e drones suicidas a infraestrutura energética do país em pleno inverno.

Na semana passada, após grande protelação, países ocidentais anunciaram o envio de blindados para a Ucrânia, exatamente o tipo de armamento necessário para a campanha no leste -que pressupõe seu emprego para romper linhas, no que de resto é uma grande batalha de artilharia.

Os números, contudo, ainda são modestos, e não há sinais de tanques de guerra, uma demanda de Kiev. Os EUA enviarão 50 blindados de combate de infantaria Bradley, a Alemanha, 40 similares Marder e a França, um número incerto de tanques leves AMX.

Se ficar nisso, não deve ser suficiente para mudar o rumo da guerra, assim como as complexas baterias antiaéreas Patriot americanas, que serão cedidas por países da Otan, a aliança militar liderada pelos EUA, como a Alemanha -representantes do Pentágono confirmaram à imprensa americana nesta terça que receberão em breve soldados ucranianos para treiná-los a operar o sistema. Se o influxo aumentar, como no caso dos lançadores de foguetes Himars, o impacto pode ser significativo.

Zelenski quer ao menos 300 novos tanques ocidentais. Da sua frota de 987 veículos pré-guerra, acrescida de 230 modelos soviéticos T-72 da Polônia, ao menos 444 foram destruídos, de acordo com o site de monitoramento militar holandês Oryx. O Reino Unido, segundo a imprensa local, estuda enviar alguns modelos pesados Challenger-2, buscando assim incentivar a Alemanha a fazer o mesmo movimento com seus modernos Leopard-2. Um ex-comandante da Otan, o general britânico Richard Shirreff, disse à rádio londrina LBC que “o Ocidente deveria ter enviado tanques muito antes”.

Putin já sinalizou que, ao menos neste momento, estaria satisfeito em negociar uma paz que o deixasse com os nacos que anexou da Ucrânia, cerca de 20% dos territórios do país, incluindo a Crimeia, que absorveu em 2014. Kiev não aceita, por óbvio, tal posição.

No Ocidente, o momento russo não passou despercebido. Após semanas falando sobre o que considerava derrota certa de Moscou, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, afirmou nesta terça (10) que “não se deve subestimar a Rússia”. Assim, além de fazer um “hedge” acerca da situação em campo, abre espaço para o aumento no envio de armas para Kiev, algo que tem sido ajustado ao longo do conflito pelo temor de que os russos considerassem o fornecimento de caças, por exemplo, um envolvimento direto demais da aliança no conflito -arriscando uma Terceira Guerra Mundial.

Chuva em Minas: Mortes no Estado chegam a 20

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A chuva que castiga Minas Gerais nas últimas semanas provocou novas mortes no Estado. Na madrugada desta terça-feira, um casal de idosos foi soterrado em Caldas. Um barranco desabou sobre a casa em que moravam, na zona rural do município que fica no sul de Minas, e parte da residência cedeu com o volume de terra.

Identificados como Antônio Messias do Amaral, de 70 anos, e Maria de Lourdes Amaral, de 66, eles foram retirados dos escombros por vizinhos. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, um jovem que seria neto do casal também estava no imóvel e conseguiu escapar da tragédia com ferimentos leves. O local foi interditado, pois há riscos de novos deslizamentos.

Os dois óbitos aumentam a triste estatística do período chuvoso em Minas, iniciado em setembro. Desde então, 20 pessoas já perderam vida – 6 apenas nos últimos quatro dias.

A Defesa Civil de Minas Gerais alerta que, diante das previsões de que as chuvas devem seguir intensas no Estado, podem ocorrer deslizamentos de encostas, aumento gradativo e/ou repentino do nível de rios, cachoeiras e reservatórios, levando perigo à população.

Imunização contra covid entrará no calendário regular de vacinação, diz ministra

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A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou nesta terça-feira, 10, que a imunização contra covid-19 vai entrar no calendário regular de vacinações do Brasil, algo que não ocorre atualmente. A medida faz parte de um plano do governo federal de iniciar, em fevereiro, uma campanha nacional de reforço nacional de imunização contra diversas doenças, principalmente de crianças.

“Já adquirimos vacinas do Instituto Butantan, estamos trabalhando com a Pfizer, garantindo que haja vacina. Além da vacina, tem que ter toda estratégia da vacinação, como a comunicação. Estamos falando não só de vacinação contra covid. Temos tarefa de recuperar altas coberturas vacinais no Brasil”, disse a ministra em entrevista coletiva no período da tarde desta terça-feira.

Ainda segundo Nísia, o governo fará um plano emergencial para reduzir filas de cirurgias e consultas em todo o País, além de trabalhar na recuperação do programa Farmácia Popular.

Why you ought to Use a VPN

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A VPN, or virtual private network, is an online protection tool that encrypts all visitors and from the device. It has the used for various purposes, which include accessing clogged sites and evading censorship.

The main aim of a VPN is to defend your privacy. Your Internet service provider (ISP) may snoop on your internet activities promote your data to third parties. But , with the use of a VPN, you can reroute your computer data through a VPN server with your own Internet protocol address. This makes it harder for ISPs to track you and helps prevent your bandwidth out of being throttled.

Some VPNs also enable you to bypass geo-restricted streaming content material, such as the available on Netflix. However , even a good VPN won’t assurance total anonymity. For example , the BBC iPlayer top 5 minecraft errors and ways to fix them comes with invested in technology to detect VPN users. If that they catch you utilizing it, you could be blocked from enjoying the program.

Another reason to use a VPN is to hide your Internet protocol address. Your ISP also can monitor your location.

Many websites can also use your IP address to target advertisements. If you need to avoid this kind of, you should change your IP address. You can do this with a VPN or having a simple proxy.

A good VPN should provide a no-logs insurance plan. This means that the provider won’t store any information about your actions. In addition , it might be wise to opt for a hosting company that offers superb support.

NordVPN is one of the the majority of popular VPNs around. It is also one of the most protect.

Avast Antivirus Assessment

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Avast ant-virus software is probably the most popular anti-malware programs about. It helps take care of your PC from spyware, spyware and adware, and other viruses. You can download it in the Avast webpage.

While really not the very best antivirus method out there, Avast has plenty of great features. The free version provides standard protection against network worms, and anti-phishing and browser cleansing. But for more comprehensive safety, the paid out variant is a great alternative.

With a straightforward interface, the Avast anti-virus software is a piece of cake to use. Users amazon business strategy latest trends can easily configure that to their personal preferences. There are several on/off toggles available, such as if to scan specific files.

However , users should also be aware that Avast provides a history of selling user data to third get-togethers. According to a report from where? magazine, this sold info relating to customer browsing actions. This is not really a huge major setback, and it’s really not a deal breaker.

Avast offers two types of antivirus application. The Advanced Security plan includes a solid firewall and a sandbox feature. In addition , you’ll get protection from ransomware, phishing, and email scams.

Another option is the Full Virus Diagnostic scan, which can take up to two hours in slower machines. This check is more comprehensive and helps to detect lurking threats.

Avast offers a totally free version of its application, which assists you to manage the passwords and remove destructive browser addons. It also contains a browser extension for Chrome and Stainless.

China reage a restrições de viagens de vizinhos na Ásia em meio a surto de Covid

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PETRÓPOLIS, RJ (FOLHAPRESS) – A China interrompeu parcialmente a emissão de vistos para cidadãos da Coreia do Sul nesta terça-feira (10) –dias depois de reabrir suas fronteiras após três anos de isolamento. A ação é vista como uma resposta ao anúncio de Seul de que passaria a exigir testes negativos de Covid-19 de viajantes de Pequim em meio ao surto de coronavírus vivido pela ditadura desde que ela relaxou sua política de Covid zero, no final do ano passado.

Embora a China tenha imposto a recém-chegados exigências de testagem similares àquelas agora requisitadas pela Coreia do Sul, o porta-voz da chancelaria chinesa, Wang Wenbin, afirmou que a medida sul-coreana é discriminatória e que seu país agiria de maneira recíproca. O primeiro destes atos foi implementado já nesta terça, quando a embaixada chinesa em Seul suspendeu a emissão de vistos sul-coreanos para viagens de curta duração à China.

Algo semelhante ocorreu no Japão depois que este estabeleceu restrições à entrada de chineses. De acordo com a agência de notícias Kyodo, a China teria alertado uma série de agências de viagem locais que pararia de emitir novos vistos para japoneses. Questionada pela Reuters, a embaixada chinesa em Tóquio não confirmou nem desmentiu a informação.

Coreia do Sul e Japão não foram as únicas nações a impor restrições à passageiros vindos da China desde que ela comunicou a retomada de viagens internacionais. A lista inclui mais de dez outros países, entre eles Estados Unidos, Reino Unido e Itália, que expressaram preocupação com a chance de que a alta transmissão de Covid observada no gigante asiático agora dê origem a novas variantes, capazes de escapar às vacinas atuais. Sanitaristas afirmam que a medida adotada por esses países –exigir testes negativos antes de embarcar ou na chegada ao aeroporto– não é o suficiente para conter novas infecções.

O cenário é agravado pelo fato de que o regime deixou de publicar números oficiais sobre infecções e mortes em decorrência do coronavírus. O apagão foi criticado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que afirmou que os números atuais sub-representam o impacto real da doença –a empresa de dados britânica Airfinity Daily estima que hoje o país registre, diariamente, cerca de 3 milhões de casos e 18,900 mortes.

As autoridades chinesas negam que a decisão de deixar de publicar dados tenha motivação política. “Desde o surto, a China tem tem tido uma atitude aberta e transparente”, afirmou Wang. A mídia estatal também tem afirmado que o pico da Covid já passou, com infecções diminuindo na capital e em várias províncias pelo país.

O princípio de reciprocidade já tinha sido evocado pela China quando os primeiros países anunciaram restrições a viajantes oriundos do país. Na ocasião, um porta-voz da diplomacia afirmou que a nação estava disposta a melhorar a comunicação com o mundo, mas se opunha firmemente a tentativas de “manipular as medidas de prevenção e controle da epidemia para fins políticos” e que tomaria “as ações correspondentes”.

Cabe notar, no entanto, que determinações como aquelas impostas pela China à Coreia do Sul e ao Japão não foram foram aplicadas a nenhum país ocidental. Pesquisadora da Universidade Fudan, em Xangai, Karin Vazquez, lembra que o vínculo do regime com Seul é muito distinta daquela mantida, por exemplo, com os Estados Unidos –tanto em termos econômicos quanto políticos. Agir de forma semelhante em relação aos americanos não seria percebido como reciprocidade, mas como uma afronta.

Além disso, criar mais dificuldades para a entrada de estrangeiros não só representaria uma espécie de retomada da política da Covid zero –flexibilizada de forma um tanto abrupta, depois de uma onda de protestos com poucos precedentes–, como contrariaria o que Vazquez descreve como uma tentativa do regime de propor uma agenda positiva ao se reconectar com o mundo.

“Toda a onda positiva da abertura da economia e das fronteiras iria por água abaixo, assim como o quanto o partido e Xi Jinping podem capitalizar em cima dela”, diz a pesquisadora.

Ela alerta que, mesmo assim, é possível que seja só uma questão de tempo até que a China use o princípio de reciprocidade para barrar visitantes de países impuseram restrições a cidadãos vindos de seu país. Mas isso representaria um enorme custo político –e os desgastes nessa área, que incluem mas não se limitam à pandemia, já tiveram grandes impactos na economia chinesa nos últimos anos.

O estremecimento das relações diplomáticas da China com Coreia do Sul e Japão não parece ter diminuído o otimismo dos mercados asiáticos quanto à reabertura das fronteiras. Antes da pandemia, chineses costumavam gastar cerca de US$ 250 bilhões por ano no exterior.

Escolhido para combate ao HIV: ‘Pensar em eliminar a Aids no Brasil’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O médico Draurio Barreira, gerente da tuberculose na Unitaid (Central Internacional para a Compra de Medicamentos contra a Aids, malária e tuberculose), agência global ligada à OMS (Organização Mundial da Saúde), foi convidado para assumir o novo Departamento de Vigilância de IST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

“Desejo voltar ao Brasil e contribuir com o processo de reconstrução”, afirma o médico, que atuou em programas de vigilância de doenças sexualmente transmissíveis no país na década de 1990.

“Penso na articulação de uma agenda interministerial que possa elevar a agenda de eliminação da Aids e das hepatites virais nas prioridades de governo”, acrescenta.

Para Barreira, “eliminação” é um termo possível e alcançável até 2030, conforme a meta proposta pela OMS. “Podemos ser o primeiro país em desenvolvimento a eliminar a tuberculose. Tenho muita clareza da factibilidade dessa meta de eliminação da doença como problema de saúde pública e da mesma maneira podemos pensar nas hepatites virais e na Aids”.

Ele sabe que as ações dos próximos anos podem devolver ao Brasil o papel de protagonista no enfrentamento à Aids e espera que o posto seja reconquistado.

“O Brasil tem condições como poucos de liderar o movimento sanitário de forma muito ousada porque, diferentemente de quase todos os países, tem um sistema de saúde que provê o acesso universal. Isso é muito raro”, finaliza.

O médico Fábio Mesquita chegou a ser cogitado para o cargo, mas no fim o escolhido foi Barreira.

Coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose até 2016, Barreira pediu afastamento do Ministério da Saúde para assumir o posto na agência em Genebra (Suíça), focada na inovação em saúde e no fornecimento de novas ferramentas para prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, principalmente Aids, tuberculose e malária.

“Meu ciclo agora, voltando do global para o nacional, tem foco no indivíduo afetado, em prover acesso à inovação para as populações mais vulneráveis e necessitadas”, afirma.

Um dos desafios, diz ele, é garantir o acesso às novas tecnologias da área. Cita como exemplo os testes rápidos para HIV que podem ser feitos pela própria pessoa -que no Brasil não avançam porque o diagnóstico no país é baseado no médico. “É preciso descentralizar, dentro dos protocolos de saúde, para que não só os profissionais mas a população que precisa possa fazer o seu próprio diagnóstico”, defende.

“Quando a prevenção for factível, é melhor prevenir do que tratar. Quando o tratamento for a solução, que seja acessível a todos. Hoje, há estratégias de teste como melhor forma de prevenção, no sentido de testar e prover tratamentos. Há profilaxia pré e pós-exposição. Temos um arsenal, agora precisamos impactar especialmente as populações mais vulneráveis”, diz

Barreira reconhece, porém, que não basta oferecer opções. É preciso saber o que as pessoas precisam e o que melhor se adapta à sua realidade.

“O primeiro passo de qualquer resposta nacional a uma doença é ter como interlocutor aquele que vai ser beneficiado pelas ações, então ouvir a sociedade civil, as comunidades afetadas e a academia de modo a oferecer o que as pessoas precisam, não o que imaginamos ser necessário. As balas mágicas não existem”.

Outro desafio é a necessidade de garantir mais recursos. Nesse sentido, uma das ações vislumbradas por Barreira é propor o enfrentamento a essas doenças como uma agenda intersetorial, mobilizando recursos financeiros e humanos de outras áreas.

“Tenho muita convicção de que é possível criar essa agenda. Para isso, há necessidade de recriar os órgãos de gestão participativa como tradicionalmente havia e que cada comissão possa transcender o campo específico de um departamento, de um ministério, para que seja uma agenda realmente transversal e de governo”, comenta o médico.

Campos: BR-356 registra pontos de alagamentos

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Foto: Arquivo/Ilustrativo

A BR-356, entre as localidades de Três Vendas e Sapucaia em Campos, registra pontos de alagamentos por conta cheia do rio Muriaé.

Apesar do alagamento, a estrada segue com tráfego livre nesta terça-feira (10).

Em nota, a Prefeitura de Campos informou que “A Secretaria Municipal de Defesa Civil informa que já tem ciência da informação e que uma equipe já está na localidade tomando as devidas providências”. 

Saiba como funciona a segurança de prédios do governo em capitais pelo mundo

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MILÃO, ITÁLIA (FOLHAPRESS) – A resposta do Distrito Federal aos ataques empreendidos contra os Três Poderes por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em Brasília, neste domingo (8), esteve no centro das discussões sobre o episódio.

Capitais pelo mundo enfrentam desafios por lidar com a concentração territorial do aparato do Poder Executivo, de casas legislativas e instâncias do Judiciário, sem contar órgãos internacionais e embaixadas. Não raro, essas cidades possuem status administrativos distintos e, em alguns casos, força policial própria.

Algumas sedes de governo têm ainda a dimensão de metrópole e são, ao mesmo tempo, importantes destinos turísticos. É o caso de Paris, que possui força policial única, subordinada ao gabinete do presidente -hoje, Emmanuel Macron. Roma também tem uma situação especial, com mais autonomia em relação a outras grandes cidades italianas, por ter, além de instituições nacionais e estrangeiras, o Vaticano dentro do seu perímetro urbano.

Nos EUA, a polícia de Washington mistura atribuições locais, distritais e federais. Quando o Capitólio foi atacado, em janeiro de 2021, por apoiadores do então presidente Donald Trump, ela passou a atuar quando a invasão já estava em andamento, uma vez que outra força de ordem é responsável pelo complexo.

PARIS (FRANÇA)

Na capital francesa, que tem pouco mais de 2 milhões de habitantes, mas faz parte de uma região metropolitana de 11 milhões, a segurança é realizada por um órgão específico, a Prefeitura de Polícia de Paris, criada em 1800.

Subordinada ao Ministério do Interior, “la PP” é responsável pela segurança da população e de prédios públicos, além de serviços de emergência e emissão de documentos. Também tem uma subdivisão de inteligência, para prevenção do terrorismo e de riscos em protestos e grandes eventos. Sua atuação se estende, além de Paris, às três áreas periféricas de Hauts-de-Seine, Seine-Saint-Denis e Val-de-Marne.

Um dos momentos mais críticos da atuação policial em Paris foi o auge dos protestos dos Coletes Amarelos, que no fim de 2018 envolveram atos de vandalismo contra prédios de patrimônio público, como o Arco do Triunfo. Primeiro acusada de falhar no policiamento, a corporação depois foi criticada pela reação violenta, que incluiu o uso de balas de borracha que teriam causado ferimentos graves, como a perda dos olhos, em dezenas de pessoas.

LONDRES (REINO UNIDO)

A capital da Inglaterra e do Reino Unido tem a própria força de segurança, o Metropolitan Police Service (serviço de polícia metropolitana). Também conhecido como Scotland Yard, foi criado em 1829 e tem como área de atuação a Grande Londres, com mais de 9 milhões de habitantes.

Além das atribuições corriqueiras de prevenção e repressão a crimes, é responsável por medidas nacionais de combate ao terrorismo e pela proteção de integrantes da família real e do governo, além de autoridades estrangeiras. Também faz a segurança do Palácio de Westminster, a sede do Parlamento.

Seu comandante responde tanto ao prefeito de Londres, encarregado de organizar a estratégia de policiamento, quanto ao ministro do Interior, devido às funções antiterrorismo. Há uma área, porém, de que o Met Police não cuida -a do centro financeiro, a City, jurisdição de uma força policial específica, especializada no combate a fraudes econômicas.

ROMA (ITÁLIA)

Além dos prédios do governo italiano, da Câmara e do Senado, da terceira instância do Judiciário e de embaixadas, a capital italiana, com quase 3 milhões de moradores, ainda abriga a cidade-Estado do Vaticano, sede da Igreja Católica. Tudo isso serviu de justificativa para que, em 2010, o status administrativo da cidade fosse modificado.

Chamada de Roma Capitale, a instituição conta com autonomia em temas administrativos e financeiros. A cidade conta com uma força policial própria, o Corpo de Polícia Local de Roma Capitale. Além da manutenção da segurança urbana, tem como atribuição a preservação do patrimônio histórico-artístico, com agentes subordinados ao prefeito.

Além disso, a área metropolitana, com 4,3 milhões de pessoas, conta com um órgão ligado ao Ministério do Interior, chamado de “prefettura”, responsável pela segurança pública. Foi esse órgão que, por exemplo, comandou o esquema de segurança do funeral do papa emérito Bento 16, que teve a participação de agentes policiais e militares.

WASHINGTON (EUA)

A capital americana, também o distrito federal de Columbia, tem desde 1861 um departamento policial com atribuições únicas. Além da segurança para uma cidade de menos de 700 mil pessoas, o DCPD, como é chamado, está subordinado a uma autoridade distrital, tem atribuições federais e subdivisões altamente especializadas. É um dos mais antigos do país.

Embora o DCPD possa investigar crimes em qualquer lugar da cidade, a segurança da sede do Congresso é responsabilidade de outra força de ordem, a United States Capitol Police. Cabe à Polícia do Capitólio, primariamente, zelar pelas instalações, pelos parlamentares e visitantes. No 6 de Janeiro, só quando apoiadores de Trump invadiram o local a polícia distrital foi chamada e se dirigiu ao prédio.

Em 1973, uma lei deu mais autonomia para o distrito de Columbia, retirando o Congresso de algumas decisões. Além de passar a ter um prefeito e uma câmara eleitos, Washington viveu uma fase de expansão e de fortalecimento de seus serviços. No entanto, o presidente dos EUA pode requerer, em situações de emergência, que a polícia metropolitana atue como agência federal de segurança por tempo limitado.

BUENOS AIRES (ARGENTINA)

A capital argentina é um distrito autônomo, federalizado e separado da província de mesmo nome (cuja capital é La Plata). Com 13 milhões de habitantes, a cidade recentemente viu a polícia metropolitana juntar forças com a seção local da polícia federal. Em 2017, passou a operar a Polícia da Cidade de Buenos Aires, responsável pela segurança urbana. Seu comandante é necessariamente um civil, nomeado pelo governo municipal.

Além dessa força, o país tem, desde 1991, o Sistema de Segurança Interior, que reúne presidente, governadores, integrantes do Legislativo, ministros do Interior, da Defesa e da Justiça e representantes das polícias e do Exército. Seu objetivo é determinar as políticas de segurança, controlar e apoiar as forças policiais para o seu cumprimento.

Homem é preso após abusar sexualmente de égua no Centro de Campos

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134ª DP/Foto: ClickCampos

Na tarde desta terça-feira (10) um homem foi preso após ter relações sexuais com uma égua. O caso aconteceu no interior de um terreno baldio na Rua Marechal Floriano, no Centro de Campos.

De acordo com a Polícia Militar, moradores de um prédio ao lado do terreno flagraram toda ação. Um dos moradores chamou a polícia, que foi até o local e encontrou o homem.

Ao chegar no local e ser questionado, o homem não confessou o crime, porém foi encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro e na unidade, o mesmo informou que estava tendo relações sexuais com o animal.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, o homem já possui passagens pela polícia pelo crime de tráfico de drogas, ficando oito anos na cadeia.

O homem foi enquadrado pelo crime de Zoofilia. Já a égua foi recolhida pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e está recebendo os cuidados necessários.

Nível de água começa a baixar nas ruas de Itaperuna

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Foto: Reprodução g1

O volume de água começou a baixar nos rios e nas ruas de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, nesta terça-feira (10).

De acordo com a Defesa Civil, o nível de água do Rio Muriaé está em estabilidade desde a noite desta segunda e que a previsão é que o volume de água nas ruas comece a baixar de 4 a 5 centímetros por hora ao longo desta terça.

No distrito de Retiro do Muriaé, ainda há diversas ruas completamente inundadas. Moradores fizeram fotos e vídeos que mostram a situação ainda pela manhã. Marcas nas paredes e muros mostram a altura que a água chegou.

Foto: Reprodução g1

Na área central da cidade, a situação já está mais tranquila. A água já baixou e a Defesa Civil alerta para que motoristas e motociclistas tenham atenção no trânsito por conta das ruas poças de água, estrada molhada e possíveis buracos que podem não ficar visíveis por conta da água.

Na manhã desta terça, um caminhão que quebrou na Avenida Cardoso Moreira, no Centro de Itaperuna, às 18h30 da segunda-feira, ainda estava no local aguardando a manutenção da empresa, que é de outra cidade.

Fonte: g1

Bolsonaro não solicitou cidadania italiana, diz chanceler

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, negou nesta terça-feira (10) que Jair Bolsonaro tenha solicitado cidadania italiana e afirmou que a obtenção do documento é pouco provável para o ex-presidente.

“Ele [Bolsonaro] não pediu [a cidadania], e não acredito que ele possa tê-la, no que me diz respeito”, disse Tajani em entrevista a uma rádio italiana.

O chanceler vinha sendo questionado no Parlamento por deputados de esquerda a respeito de uma possível solicitação do ex-líder brasileiro, mas ainda não tinha se posicionado sobre o assunto.

Em novembro, poucos dias após o segundo turno das eleições presidenciais, dois filhos de Bolsonaro, Flávio e Eduardo, solicitaram à embaixada italiana em Brasília a abertura do processo para obtenção da cidadania.

Questionados pela imprensa na ocasião, eles negaram a intenção de deixar o Brasil.

O agora ex-presidente, no entanto, saiu do país às vésperas do fim de seu mandato e foi para os Estados Unidos. Seu status em território americano tornou-se um motivo de atenção depois que milhares de bolsonaristas invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília.

Parlamentares do Partido Democrata, o mesmo do presidente Joe Biden, solicitaram publicamente a expulsão de Bolsonaro do país. À Folha, o deputado Raúl Grijalva disse que parte da bancada democrata vai se reunir para solicitar à Casa Branca o primeiro passo dos procedimentos para a deportação do líder de extrema direita. “O ex-presidente do Brasil não deveria ter o luxo de estar de férias nos EUA, tirando fotos da Flórida e fingindo que não está envolvido nos ataques à democracia. Ele precisa ser responsabilizado”, afirmou.

Tecnicamente, o visto de chefe de Estado que permite a permanência de Bolsonaro nos EUA perde a validade no final deste mês, dado que ele não ocupa cargo oficial no governo brasileiro desde 1º de janeiro, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o Executivo. A informação é de Ned Price, porta-voz do Departamento de Estado, órgão responsável pela diplomacia no governo americano –ainda que com a ressalva de que não poderia falar especificamente do caso de Bolsonaro, uma vez que a situação dos vistos de indivíduos é uma informação confidencial.

“De forma geral, se alguém entra nos EUA com um visto A, que é essencialmente um visto diplomático para diplomatas estrangeiros ou chefes de Estado, e não está mais envolvido em assuntos oficiais relacionados aos seus governos, cabe ao portador do visto sair dos EUA ou pedir uma mudança para outro tipo de autorização migratória em até 30 dias”, disse.

“Se não tem motivo para estar nos EUA, qualquer indivíduo está sujeito a ser retirado pelo Departamento de Segurança Interna.”

Na segunda-feira (9), o assessor de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, afirmou que a Casa Branca não recebeu nenhuma solicitação formal do governo Lula acerca do status de Bolsonaro.

Uma solicitação formal do governo brasileiro seria o primeiro passo para uma possível extradição de Bolsonaro, segundo analista ouvido pela Folha de S.Paulo. O pedido precisaria ser feito pelo Judiciário e, então, encaminhado ao governo americano –que poderia ou não aceitá-lo.

O processo só pode acontecer caso exista um acordo específico entre os dois países envolvidos, o que é o caso de Brasil e EUA, e depende de fatores como reciprocidade de penas, explicou Gustavo Ferraz de Campos Monaco, professor titular de direito internacional privado da Universidade de São Paulo (USP).

Outra possibilidade para uma eventual expulsão de Bolsonaro nos EUA seria a deportação, um mecanismo mais rápido que dependeria exclusivamente da vontade de Washington. Nesse caso, a decisão não dependeria de nenhuma premissa ou pressuposto, segundo Monaco.

No domingo, o ex-presidente se manifestou nas redes sociais e, isentando-se de responsabilidade, criticou as depredações associando-as à esquerda. “Manifestações pacíficas, na forma da lei, fazem parte da democracia. Contudo, depredações e invasões de prédios públicos como ocorridos no dia de hoje, assim como os praticados pela esquerda em 2013 e 2017, fogem à regra”, escreveu.

O ex-presidente está na Flórida desde o fim de dezembro e pouco tem dado declarações públicas. Ele vem se mantendo recluso desde a derrota no segundo turno, em outubro. Na manhã de segunda, fez novas publicações exaltando feitos de seu mandato -sem qualquer menção aos ataques orquestrados por seus apoiadores e às operações policiais que desmontaram acampamentos bolsonaristas em Brasília.

No início da tarde, o ex-presidente deu entrada em um hospital na Flórida, com dores abdominais. Em entrevista à CNN horas mais tarde, ele afirmou que está bem e pretende antecipar seu retorno ao Brasil.

Nível do rio Paraíba do Sul começa a baixar em Campos

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Foto: Divulgação Ascom

O Rio Paraíba do Sul em Campos, desde as primeiras horas desta terça-feira (10), apresenta queda de nível de cerca 1cm por hora. Às 12h a cota registrada foi de 9,72 metros. Este cenário é dado, principalmente, pela diminuição no volume de água recebido na região, tanto da calha principal do Paraíba, como de seus principais afluentes, como Muriaé, Pomba, Paraibuna e Piabanha.

De acordo com o Coordenador do Centro de Monitoramento de Desastres Naturais da Secretaria Municipal de Defesa Civil, Leandro Freitas, durante a última segunda-feira (09) houve registro de chuvas em algumas regiões de influência hídrica da Bacia do Rio Paraíba do Sul, porém, os volumes registrados foram abaixo do esperado, o que trouxe um cenário de queda do rio no município.

“Para os próximos momentos o quadro é de tendência de redução de nível, tendo a expectativa de queda entre 2 e 3cm por hora. Porém, com a possibilidade de novas ocorrências de chuvas na área da Bacia do Rio Paraíba, se torna possível novas mudanças do panorama atual”, relatou.

O Setor de Monitoramento da Secretaria da Defesa Civil segue realizando o monitoramento hídrico de forma ininterrupta e atualizando as informações em tempo real nas redes sociais do órgão. Em caso de emergência, é possível entrar em contato com o Corpo de Bombeiros pelo 193 e a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone (22) 98175-2512 ou 199.

ASSISTÊNCIA SOCIAL

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social, em parceria com a Secretaria Municipal de Defesa Civil, nesta segunda-feira (9) visitou famílias atingidas pelas chuvas e a cheia do Rio Paraíba. Foram 25 famílias atendidas nas localidades da Coroa, Ilha do Cunha e KM 10, que receberam água mineral e cesta básica.

Anvisa proíbe venda de pomada para trança

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou na sexta-feira passada, 6, a proibição do uso, produção, distribuição e comercialização da Cassu Braids, uma pomada capilar usada para modelar e fixar penteados, como tranças. O cosmético está sendo barrado por conta de efeitos indesejáveis provocados nos olhos e também por irregularidades da empresa fabricante.

A agência explicou que a medida foi tomada porque a Microfarma, que fabrica a Cassu Braids, não está regularizada para produzir a pomada. Além disso, a empresa também está com o CNPJ inapto junto à Receita Federal e com a licença sanitária cancelada desde 2018.

Outro motivo apontado pela agência foi a alta quantidade de pessoas que relataram ardência nos olhos e dificuldades para enxergar após a aplicação do produto no cabelo.

A distribuidora da Cassu Braids, a Cassulinha Cabelos, afirma que o ocorrido diz respeito somente a Microfarma. A reportagem tentou entrar em contato com a fabricante, mas não conseguiu contato com a empresa.

“Os consumidores que usaram o produto relataram irritação ocular, pálpebras inchadas e dor nos olhos, além de dificuldade de enxergar, o que ocorreu ao lavarem o cabelo, após o uso do produto. Os casos seguem em investigação”, informou a Anvisa por meio de nota.

A agência avisa os consumidores que compraram a pomada para não usá-la, e pede que entrem em contato com a Microfarma para devolução.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rússia avança no leste da Ucrânia após meses de impasse

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IGOR GIELOW (FOLHAPRESS) – Após meses de impasse em torno da estratégica cidade de Bakhmut, em Donetsk (leste da Ucrânia), forças russas mudaram sua tática e conseguiram avançar para uma posição que pode lhes permitir romper as defesas ucranianas na região.

Segundo blogueiros militares russos e avaliação do Ministério da Defesa do Reino Unido, tropas do grupo mercenário russo Wagner controlam quase toda Soledar, uma cidadezinha de 10 mil habitantes famosa por sua mina de sal, que fica 15 km a nordeste de Bakhmut.

Desde outubro, russos e ucranianos transformam a região numa terra arrasada, um moedor de carne humana na definição das Forças Armadas de Kiev. Bakhmut em si hoje é mais uma ruína, ao estilo do que ocorreu em Mariupol (sul), tomada pelos russos no mais sangrento cerco da guerra iniciada em fevereiro do ano passado.

As linhas de suprimento para as forças da Ucrânia em Bakhmut foram interrompidas. Na segunda (9), o presidente Volodimir Zelenski disse que “graças à resistência em Soledar, nós ganhamos tempo”, sem especificar para quê.

Donetsk é, das quatro regiões anexadas por Vladimir Putin em setembro, a menos controlada pelos russos –talvez algo mais do que 50% dela esteja em mãos de Moscou. Há ações ofensivas também em Liman, cidade de onde os russos se retiraram em outubro, e Adviika.

A situação difícil consolida o fim da onda de otimismo exagerado acerca do momento pró-Kiev da guerra, que se mostrava evidente pela sequência de boas notícias para Zelenski: a retomada de territórios em Kharkiv (nordeste) e a retirada de forças russas da margem oeste do rio Dnieper em Kherson, abandonando a capital regional homômina, maior cidade que haviam conquistado.

Houve lances mais simbólicos, como os ataques com drones a bases aéreas no interior da Rússia e um ataque mortífero contra uma base com recrutas em Donetsk, mas o fato é que do fim do ano para cá o impasse voltou a dominar a cena -com um viés favorável aos russos, que têm tido tempo para se reorganizar e empregar os 320 mil reservistas que mobilizaram para os moedores de carne a oeste.

“Os soldados são feridos e morrem ou de frio ou de perda de sangue, sem que ninguém os colete”, afirmou o analista militar ucraniano Oleh Jdanov no Youtube, pintando naturalmente um quadro mais cruel do lado do adversário.

No sul do país, os ucranianos não conseguiram avançar além das linhas defensivas mais elaboradas dos russos na margem leste do Dnieper, e Moscou segue impondo uma campanha punitiva contra civis, mirando com mísseis e drones suicidas a infraestrutura energética do país em pleno inverno.

Na semana passada, após grande protelação, países ocidentais anunciaram o envio de blindados para a Ucrânia, exatamente o tipo de armamento necessário para a campanha no leste -que pressupõe seu emprego para romper linhas, no que de resto é uma grande batalha de artilharia.

Os números, contudo, ainda são modestos, e não há sinais de tanques de guerra, uma demanda de Kiev. Os EUA enviarão 50 blindados de combate de infantaria Bradley, a Alemanha, 40 similares Marder e a França, um número incerto de tanques leves AMX.

Se ficar nisso, não deve ser suficiente para mudar o rumo da guerra, assim como as complexas baterias antiaéreas Patriot americanas, que serão cedidas por países da Otan (aliança militar liderada pelos EUA), como a Alemanha. Se o influxo aumentar, como no caso do lançadores de foguetes Himars, o impacto pode ser significativo.

Zelenski quer pelo menos 300 novos tanques ocidentais. Da sua frota de 987 veículos pré-guerra, acrescida de 230 modelos soviéticos T-72 da Polônia, ao menos 444 foram destruídos segundo o site de monitoramento militar holandês Oryx.

O Reino Unido, segundo a imprensa local, estuda enviar alguns modelos pesados Challenger-2, buscando assim incentivar a Alemanha a fazer o mesmo com seus modernos Leopard-2. Um ex-comandante da Otan, o general britânico Richard Shirreff, disse à rádio londrina LBC que “o Ocidente deveria ter enviado tanques muito antes”.

Putin já sinalizou que, ao menos neste momento, estaria satisfeito em negociar uma paz que o deixasse com os nacos que anexou da Ucrânia, cerca de 20% dos território do país incluindo a Crimeia, que absorveu em 2014. Kiev não aceita, por óbvio, tal posição.

No Ocidente, o momento russo não passou despercebido. Após semanas falando sobre o que considerava derrota certa de Moscou, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, afirmou nesta terça (10) que “não se deve subestimar a Rússia”.

Com isso, além de fazer um “hedge” acerca da situação em campo, abre espaço para o aumento no envio de armas para Kiev, algo que tem sido ajustado ao longo do conflito pelo temor de que os russos considerassem o fornecimento por exemplo de caças como um envolvimento direto demais da aliança no conflito -arriscando uma Terceira Guerra Mundial.

Drogas são apreendidas pela PM no Novo Jockey

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Maconha e cocaína foram apreendidos pela Polícia Militar, nesta segunda-feira (9) na Rua 19, no Bairro Novo Jockey, em Campos. Ninguém foi preso durante a ação.

Apos informações sobre um local de guarda de entorpecentes, os agentes foram até as casinhas do Novo Jockey e após buscas, conseguiram apreender 400 buchas de maconha e 170 pinos de cocaína.

Todo o material foi apreendido e encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde o caso foi registrado.