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‘Não atrapalhem quem quer ajudar’, diz Gusttavo Lima após críticas

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 O cantor Gusttavo Lima, 30, respondeu nesta quarta-feira (15), por meio do seu Twitter, às críticas que vem recebendo por causa das lives apresentadas por ele nas últimas semanas. “Àqueles que só criticam e não ajudam em nada, vai um conselho: não precisam ajudar, mas não atrapalhem quem está procurando ajudar nossos irmãos necessitados.”

Em seus tuítes, Lima disse que os artistas estão procurando uma forma de interagir com o público durante a quarentena provocada pela pandemia do novo coronavírus. “Estamos prestando um grande serviço social por meio dessas lives”, escreveu.

“Além de shows ao vivo, estamos arrecadando e fazendo doações para entidades e pessoas carentes que neste momento passam por extrema necessidade… Estamos dividindo as nossas intimidades, mostrando ao público como é nossa vida fora dos palcos, compartilhando momentos únicos!”, completou.

A representação no Conar foi aberta após dezenas de denúncias de internautas, envolvendo desde a falta de mecanismo para o acesso de menores de idade até o consumo excessivo de bebida alcoólica pelo músico, o que poderia ser considerado um estímulo ao consumo irresponsável do produto.

Em nota, o Conar afirmou que, apesar do formato inovador das apresentações online, elas devem seguir “princípios fundamentais da comunicação comercial do segmento, com a divulgação responsável de bebidas alcoólicas e com os cuidados para que não seja difundida a crianças e adolescentes”.

Procurado, Gusttavo Lima afirmou, por meio de sua assessoria, que “os esclarecimentos necessários serão prestados conforme determinado na referida citação”. “O departamento jurídico está acompanhando o caso, tratando-se, portanto, de uma citação de processo administrativo e não se trata de processo judicial.”

Já a Ambev afirmou que tem patrocinado algumas lives nesse momento de quarentena “sempre com o cuidado de assegurar as medidas de higiene e distanciamento social e com a devida orientação prévia aos artistas sobre as regras do Conar de publicidade de bebidas”. Mas destaca que “em algumas lives, de forma totalmente espontânea, algumas orientações não foram seguidas”.

“Estamos reforçando as regras dado esse novo contexto de entretenimento virtual e estamos mais do que nunca comprometidos com o consumo responsável de nossos produtos”, afirmou a Ambev em nota. “Vale lembrar que a live é de propriedade do artista, muitas vezes realizada em sua casa, o que representa um desafio.”

A mais recente live de Gusttavo Lima aconteceu no sábado (11) e teve palavrões, declarações de amor e ele bebendo de cerveja a tequila, mostrando estar alterado em algumas ocasiões. “Que ressaca, meu Deus. O que colocaram na minha bebida, gente?”, chegou a afirmar ele no dia seguinte nas redes sociais.

A live, que teve uma mensagem “a todos os cachaceiros desse mundo” em sua abertura, durou sete horas e meia e teve 5,5 milhões de acessos simultâneos. Uma semana antes, o cantor já tinha feito uma outra apresentação online que durou cinco horas e teve mais de 750 mil acessos simultâneos.

Esse formato de show ganhou força nas últimas semanas devido à quarentena do novo coronavírus, que cancelou apresentações em todo o país. Antes mais intimista, as lives passaram a ter produções elaboradas, câmeras em drones e patrocínio de marcas famosas, principalmente com os sertanejos.

As grandes lives também têm arrecadado fundos e equipamentos para hospitais e instituições de caridade, além de conscientizar sobre a necessidade de ficar em casa. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, chegou a fazer aparições pré-gravadas nas lives de Marília Mendonça e Jorge e Mateus.

O cantor e a Ambev terão agora 20 dias para apresentar defesa, se assim quiserem. Caso o Conar entenda que houve irregularidade, as penas podem ser a alteração da peça publicitária, neste caso alteração da live, e advertência aos responsáveis.

Medicamento testado no Brasil tem 94% de sucesso contra novo coronavírus

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Um medicamento testado no Brasil contra o novo coronavírus apresentou 94% de eficácia após 48 horas de estudos ‘in vitro’, disse hoje o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. “O medicamento teve 94% de sucesso, trabalhando no tecido real e eliminando, inibindo esta capacidade do vírus de reagir”, afirmou o ministro brasileiro numa coletiva com jornalistas, em Brasília.

Pontes explicou que o remédio não contém cloroquina, substância testada no combate à doença provocada pelo novo coronavírus, cujo uso é defendido pelo Presidente, Jair Bolsonaro.

O ministro da Ciência e Tecnologia explicou que este outro medicamento foi testado por cientistas do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais e tem efeitos colaterais menores do que a cloroquina.

“Este [remédio] especificamente tem uma vantagem muito grande porque tem pouco efeito colateral e pode ser empregado em uma grande faixa da população”, afirmou o ministro.

Pontes explicou que o Governo brasileiro aprovou um ensaio clínico da nova substância em 500 pacientes internados em sete hospitais do país e pontuou que não iria identificar o nome do remédio usado na pesquisa para evitar tumultos nas farmácias antes que os resultados sobre sua eficácia sejam comprovados.

“Isto [teste do medicamento] será feito de uma maneira extremamente científica, usando todo o formalismo científico (…) Não posso falar o nome do medicamento, fiz questão de não saber o nome do medicamento para evitar uma correria em torno dele enquanto ele não está ainda testado”, afirmou Pontes.

O ministro disse acreditar que existe uma grande probabilidade de que uma molécula presente neste novo remédio funcione para o tratamento do novo coronavírus, e estimou que o país estará bem preparado para combater a pandemia em maio.

“No meio do mês de maio, com tudo isto funcionando, considerando as quatro semanas de testes e o sistema de diagnóstico e testes funcionando aproximadamente no mês de maio teremos uma ferramenta para combater esta pandemia aqui no Brasil”, concluiu.

Na terça-feira, o Brasil registrou 204 mortes devido ao novo coronavírus e bateu um novo recorde diário, contabilizando 1.532 óbitos e 25.262 infectados desde o início da pandemia.

Foram 204 mortes (mais 99 que na segunda-feira), e 1.832 novos casos de pessoas infectadas (mais 571).

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou quase 127 mil mortos e infectou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 428 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Mandetta cita saída e desabafa: “São 60 dias nessa batalha. Isso cansa”

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, falou com a revista Veja sobre o degaste que tem vivido nos últimos meses com o presdiente Jair Bolsonaro em função do combate do novo coronavírus. “60 dias tendo de medir palavras. Você conversa hoje, a pessoa entende, diz que concorda, depois muda de ideia e fala tudo diferente. Você vai, conversa, parece que está tudo acertado e, em seguida, o camarada muda o discurso de novo. Já chega, né? Já ajudamos bastante”, ressaltou.

Mandetta afirmou que não há chance de ficar no governo. “São 60 dias nessa batalha. Isso cansa”, e que fica no cargo “até encontrarem uma pessoa para assumir meu lugar”, concluiu.

Mandetta também alertou sobre o desafio de quem vier a ocupar o seu lugar no Ministério da Saúde. “Não sei, mas acho que o vírus se impõe. A população se impõe. O vírus não negocia com ninguém. Não negociou com o (Donald) Trump, não vai negociar com nenhum governo”, disse.

O Brasil registrou nesta quarta-feira um volume recorde de contaminações pelo coronavírus. Foram 3.058 novas contaminações nas últimas 24 horas, chegando a um total de 28.320 casos no País. O número de mortes é de 1.736 em todo o Brasil. O índice de letalidade da doença está em 6,1%.

Bebê de 9 meses é diagnosticado com coronavírus no Rio

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Um bebê de apenas nove meses foi diagnosticado com o novo coronavírus (covid-19) em Teresópolis, na Região Serrana. Com o caso do recém-nascido, vai a 28 o número de crianças de até 10 anos infectados pela doença no estado, segundo a Secretaria estadual de Saúde.
A Prefeitura de Teresópolis informou que o bebê com a covid-19 no município não tem histórico de viagem internacional. Além dele, há outras duas crianças com a doença na cidade: uma menina de cinco e outra de 10 anos.
Somando todos os casos, o município da Região Serrana já soma 32 doentes. Quatorze deles estão internados, sendo um em estado grave.
Há ainda 97 casos suspeitos aguardando a confirmação do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ). Outros 109 moradores tiveram a infecção descartada.
MAIS DE 40 MORTES EM 24H
De acordo com o último boletim da Secretaria estadual de Saúde, divulgado ontem, o Rio teve em 24 horas 41 mortes pelo novo coronavírus. Ao todo, são 265 vítimas fatais e 3.766 casos confirmados da doença no estado. Há ainda 114 mortes sendo investigadas.
Veja a distribuição de casos por municípios
. Rio de Janeiro: 2.519 notificações
. Niterói: 167
. Nova Iguaçu: 150
. Duque de Caxias: 126
. Volta Redonda: 122
. São Gonçalo: 93
. São João de Meriti: 67
. Belford Roxo: 54
. Mesquita: 50
. Petrópolis: 42
. Maricá: 35
. Teresópolis: 32
. Itaboraí: 31
. Magé: 28
. Nilópolis: 24
. Nova Friburgo: 21
. Queimados: 15
. Barra Mansa: 13
. Barra do Piraí: 11
. Araruama: 10
. Angra dos Reis, Cabo Frio e Rio das Ostras: 8
. Macaé, Resende e São Pedro da Aldeia: 7
. Itaguaí: 6
. Campos dos Goytacazes, Casimiro de Abreu, Iguaba Grande, Itaguaí, Mangaratiba, Rio Bonito, Tanguá e Três Rios: 5
. Bom Jesus de Itabapoana, Japeri e Seropédica: 4
. Arraial do Cabo, Cachoeiras de Macacu, Guapimirim, Itaperuna, Paraíba do Sul, Paracambi, Paraty, São Fidelis e Sapucaia: 3
. Bom Jardim, Miguel Pereira, Paty do Alferes, Piraí, Porto Real, Quatis, Quissamã, Saquarema e Valença: 2
. Búzios, Cantagalo, Itatiaia, Mendes, Porciúncula, Rio das Flores, São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, Silva Jardim e Sumidouro: 1

Grupo da Uenf fabrica sabonetes para doar a moradores de rua e pessoas carentes

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Um grupo de alunos e uma professora da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) estão se dedicando durante a quarentena à fabricação de sabonetes para serem doados a moradores de rua e população carente de Campos.

De acordo com o grupo, a primeira doação, de 100 sabonetes, foi feita no último sábado (11) à professora Lidiane Nogueira, que tem uma ação social com moradores de rua.

A ideia da doação do item básico de higiene, segundo a universidade, partiu do estudante Filipi Chalita Guimarães, que já havia participado de arrecadação de alimentos para doação de cestas básicas com um grupo de amigos.

“Eles estavam fazendo sabão líquido e em barra para doação à comunidade. Aí ele me perguntou se eu não tinha uma receita de sabonete para que eles pudessem doar kits de higiene, junto com tudo que eles já estavam fazendo”, explicou o estudante.

Mas logo o projeto ganhou vida e não só o Filipe, mas também a professora Cibele Maria Stivanin de Almeida e os alunos do Laboratório de Ciências Químicas (LCQUI), Carlos Guilherme Tissi Batista, do Mestrado, João Vitor Pardo, Ana Flávia Loureiro Martins Nascimento, ambos da Iniciação Científica, e Mirna Lúcio, aluna da graduação do curso de Licenciatura em Química, começaram a ajudar com a receita e também abraçaram a causa.

Para tanto, eles criaram uma campanha de doação de dinheiro para a compra do material, com a qual arrecadaram cerca de R$ 400.

“Com o dinheiro que arrecadamos até agora esperamos produzir cerca de mil sabonetes no total. Até agora, já foram produzidos cerca de 600 sabonetes.”, comentou a professora.

Ainda de acordo com a professora, os sabonetes estão sendo produzidos no laboratório da universidade

“Como estamos em quarentena, falei com o reitor a respeito do projeto e perguntei se podíamos usar o laboratório, pois ali tínhamos um espaço mais equipado para a produção dos sabonetes. Ele prontamente disse que não haveria problema algum desde que tomássemos as medidas recomendadas, como evitar aglomeração, o que estamos fazendo”, conta.

A receita dos sabonetes, segundo a professora, é muito simples. Os ingredientes utilizados são basicamente sabão glicerinado, sabonete, álcool e bicarbonato de sódio.

“Não estamos criando um sabonete do zero, mas sim fazendo render mais os produtos que já encontramos no comércio”, explicou Cibele.

Segundo informações do grupo, a campanha de arrecadação vai continuar para que mais sabonetes possam ser produzidos. E quem quiser participar pode depositar qualquer quantia conforme explicado na matéria publicada pela instituição.

Fonte: G1

PMs são denunciados por orgia durante pandemia

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Em meios aos esforços para conter o avanço da Covid-19 – doença causada pelo coronavírus -, uma polêmica envolve diretamente quem está na linha de frente no combate à doença. Um grupo de policiais militares é acusado de driblar a ordem de isolamento social para receber visitas íntimas de uma jovem dentro de batalhões e bases de unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A denúncia foi encaminhada para a Corregedoria da corporação e os agentes envolvidos nas orgias podem ser presos ou expulsos do cargo.

A acusação é feita por esposas e namoradas de policiais militares suspeitos de participarem dos encontros. Patty UPP, como já é conhecida, teria sido filmada e fotografada mantendo relações sexuais com um grupo de PMs durante expediente. A mulher é acusada de ter frequentado pelo menos três UPPs e dois batalhões durante o período de isolamento por conta do novo coronavírus. Um dos encontros teria acontecido na quarta-feira da semana passada, dia 8 de abril.

“Se nós estamos respeitando a quarentena, porque a Patty e os Policiais não respeitam?”, revolta-se a esposa de um policial.

As imagens de Patty UPP com os policiais foram divulgadas em grupos de WhatsApp. Nas fotos, a mulher aparece usando uniformes dos PMs. Um uma imagem, o policial coloca uma pistola sobre o corpo da jovem.

Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar afirma que a corregedoria abriu inquérito para averiguar as denúncias, mas o caso segue sob sigilo. Caso sejam identificados e condenados, os PMs podem pegar de seis meses a um ano de prisão.

Em defesa, Patty UPP diz que os encontros com os PMs acontecem em hotéis quando os agentes estão em seus dias de folga.

Witzel sanciona lei que autoriza reposição salarial ao funcionalismo

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O governador do Rio, Wilson Witzel, sancionou ontem a Lei nº 8793/20, de autoria da Alerj, que permite o poder Executivo a promover as inclusões e modificações necessárias no orçamento de 2020. A publicação saiu no diário Oficial desta terça-feira (14 de abril). O texto autoriza o governador a conceder recomposição inflacionária aos servidores estaduais. Apesar do aval de Witzel, não há previsão de o governo implementar os reajustes tão cedo diante da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.
Pouco antes desse cenário, o secretário de Fazenda, Luiz Cláudio Carvalho, antecipou à coluna a possibilidade de a reposição salarial ser concedida a partir de 2021. No entanto, agora, com a queda na receita de ICMS e também de royalties de petróleo – devido à redução do valor do barril tipo Brent -, integrantes do Palácio Guanabara e deputados afirmam que isso está longe de acontecer.
Ainda assim, a sanção à lei, de autoria inicial dos deputados Luiz Paulo (PSDB), Flávio Serafini e Eliomar Coelho (ambos do Psol) e que teve coautoria de outros 11 parlamentares foi comemorada pelos servidores.
A proposta, aliás, foi apresentada pelos deputados após muita articulação do Fórum Permanente dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Fosperj). Integrantes do fórum bateram ponto diariamente na Alerj em defesa da pauta do reajuste.
“Para o Fosperj, a sanção representa um importante passo para as negociações com o Executivo, pois autoriza as alterações necessárias no orçamento. Aliada à ajuda que o Estado deverá receber com a derrota temporária do Plano Mansueto, ainda em tramitação no Congresso, o governo terá plenas condições de manter todos os compromissos com os servidores”, declarou o Fosperj, em nota.

Caio Vianna sobre contratos superfaturados: “A farra de Rafael Diniz tem que acabar”

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O presidente municipal do PDT e pré-candidato a prefeito de Campos, Caio Vianna, utilizou as suas redes sociais para comentar a decisão do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), que constatou o superfaturamento de mais de R$ 6,7 milhões na merenda escolar em Campos, responsabilizando o prefeito Rafael Diniz (Cidadania) e o ex-secretário de educação, Brand Arenari (PSB) pela ação.

“Esse superfaturamento interfere diretamente na alimentação das nossas crianças, que muitas vezes não tem o que comer em casa e dependem dessa alimentação. O prefeito tinha diversas outras coisas para fazer utilizando esse recurso, como concluir as obras do Hospital Geral de Guarus, ou do Shopping Popular e do Palácio da Cultura. Poderia ter realizado o pagamento de uma folha integral dos RPAs. Tinha a opção de comprar mais de 150 mil sacolões no comércio local, ou até mesmo distribuir mais de 3 mil coronavouchers para empresários e autônomos da nossa cidade. Infelizmente a escolha foi o benefício próprio, segundo a conclusão do relatório do Tribunal de Contas”. – Ponderou o pré-candidato.

Caio encerrou o vídeo em tom de indignação, criticando a forma como o atual prefeito segue gerindo a cidade. “Essa farra que você, Rafael Diniz, vem praticando nos últimos quatro anos tem que acabar”.

Sobre o relatório do TCE que aponta o superfaturamento, divulgado com exclusividade pelo ClickCampos no último sábado, a Prefeitura de Campos divulgou uma nota onde afirmou que ainda não foi intimada, mas que irá “apresentar defesa com os devidos esclarecimentos, a fim de demonstrar a regularidade dos atos praticados pelos agentes públicos responsáveis pela fiscalização do contrato”.

Prefeito de Duque de Caxias é internado com coronavírus

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O prefeito de Duque de Caxias (RJ), Washington Reis, testou positivo para a covid-19 neste domingo (12). Reis está internado desde a madrugada de sábado (11) no Hospital Pro-Cardíaco, na zona sul. Outros dois exames feitos tinham dado negativo.

Segundo a prefeitura de Duque de Caxias, o prefeito está na unidade de tratamento semi-intensiva, e apresenta evolução satisfatória. Reis é monitorado por um cardiologista e por um pneumologista.

Em um vídeo publicado no fim de março, o prefeito chegou a defender que as igrejas permanecessem abertas, mesmo após decreto do governador Wilson Witzel (PSC) suspender todos os eventos que envolvessem aglomeração de pessoas. “Duque de Caxias tem uma proteção de Deus para que escape dessa epidemia que vem ceifando milhares de vidas pelo mundo afora”, afirmava no vídeo.

A cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, já registrou 81 casos do novo coronavírus com 16 mortes confirmadas, maior número fora da capital. Em todo o Estado, até este domingo, foram registrados 2.885 casos da doença e 170 mortes.

Wilson Witzel (PSC), determinou o fechamento do comércio e outras medidas para prevenção do vírus no dia 17 de março, Washington Reis  só fez o mesmo em Caxias no dia 3 de abril, depois que foi confirmada primeira morte na cidade.

Namorado da mãe de Neymar já foi casado com outro homem

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Neste último final de semana, um dos assuntos mais comentados nas redes sociais foi o namoro de Nadine Gonçalves, de 53 anos, mãe do jogador Neymar, com o jovem Tiago Ramos, de 23 anos.

No Instagram, a empresária surgiu em clima de romance com o novo companheiro e se declarou. “O inexplicável não se explica, se vive…”, escreveu ela ao publicar uma imagem dos dois.

No entanto, não demorou para coisas do passado de Tiago começarem a circular na web, inclusive sobre antigos relacionamentos homoafetivos do rapaz.

De acordo com informações do colunista Leo Dias, do site ‘UOL’, Tiago Ramos já foi namorado de Mauro, que vem a ser o cozinheiro particular de Neymar. Além disso, o rapaz teria se relacionado também no passado com o youtuber Carlinhos Maia.

Segundo a colunista Fábia Oliveira, do jornal ‘O Dia’, Tiago também já foi casado no papel com o empresário Eduardo Pereira, de Salvador, na Bahia.

Após a repercussão do caso, Neymar decidiu usar as redes sociais para revelar que apoia o relacionamento da mãe com o novo namorado.

Bolsonaro: “Pessoal da imprensa, eu não assisto a Globo, tá ok?”

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Opresidente Jair Bolsonaro evitou comentar nesta segunda-feira, 13, sobre a entrevista concedida na véspera pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ao Fantástico, da TV Globo. Na saída do Palácio da Alvorada, o presidente disse para apoiadores e depois para jornalistas que não assistia à emissora. Desde o dia 2 de abril, Bolsonaro não dava declarações para a imprensa na frente da residência oficial.

“Eu não assisto a Globo. Pessoal da imprensa, eu não assisto a Globo, tá ok? Bom dia para vocês”, declarou. Antes, para apoiadores indagou quando perguntado: “vou perder tempo da minha vida assistindo a Globo agora?”.

No domingo, Mandetta cobrou em entrevista uma “fala única” do governo sobre as estratégias de enfrentamento ao novo coronavírus para não confundir a população. O ministro pediu para que as pessoas mantenham o isolamento social para conter o avanço da doença e afirmou que o cidadão não sabe se escuta ele ou o presidente Jair Bolsonaro.

Mandetta disse ainda que maio e junho serão os meses mais difíceis da crise. Enquanto Bolsonaro, em clara divergência, disse neste domingo, em videoconferência com lideranças religiosas, que a “questão do vírus está começando a ir embora”.

“Tenho dito desde o começo, há 40 dias. Temos dois problemas pela frente, o vírus e o desemprego. Quarenta dias depois, parece que está começando a ir embora a questão do vírus, mas está chegando e batendo forte o desemprego”, afirmou o presidente na chamada com religiosos.

O mandatário e o ministro travam uma guerra fria em meio ao enfrentamento da covid-19. Para Bolsonaro, o isolamento social deveria ser vertical, voltado apenas para grupos de risco da doença. Já Mandetta defende o distanciamento social mais amplo.

Ontem, durante a entrevista, Mandetta também criticou o comportamento de pessoas que têm quebrado o isolamento. “Quando você vê as pessoas entrando em padaria, supermercado, fazendo fila, piquenique isso é claramente uma coisa equivocada”, avaliou o ministro.

Na última quinta-feira, Bolsonaro ignorou orientações de distanciamento social e foi a uma padaria na Asa Norte, em Brasília. O chefe do Executivo provocou mais agrupamentos no dia seguinte quando foi a uma drogaria. Na ocasião ele fez questão de deixar claro: “ninguém vai tolher meu direito de ir e vir”.

O presidente e seu auxiliar participaram no sábado, 11, de uma visita ao hospital de campanha em construção na cidade de Águas Lindas, no Goiás. Na ocasião, o presidente foi ao encontro de apoiadores, que se aglomeraram para cumprimentá-lo. Questionado sobre o comportamento, o ministro respondeu: “Eu procuro seguir uma lógica de não aglomeração”, disse.

Coronavírus: mais de 70% dos leitos de UTI da rede estadual de saúde estão ocupados

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A Secretaria estadual de Saúde informou que 70,6% dos leitos de UTI da rede estão ocupados com pacientes infectados com o novo coronavírus (covid-19). Isso quer dizer que das atuais 217 vagas, pelo menos 153 estão sendo usadas.
Já na enfermaria, dos 2.499 leitos da rede, pelo menos 1.229 estão com pacientes. A taxa de ocupação dessa unidade é de 49,2%. Há uma semana, as taxas eram de 41% na enfermaria e 63% nas UTIS.
Dos 3.414 leitos previstos para o tratamento exclusivo da covid-19 no Rio, a Secretaria de Saúde disse que 548 já foram abertos. Do total de vagas, 2 mil serão oferecidas em oito hospitais de campanha que estão sendo montados pelo estado. A previsão de entrega de todos eles é para o fim do mês; são eles:
. Complexo do Maracanã: 400 leitos (80 de CTI)
. Batalhão da PM do Leblon (23º BPM): 200 leitos (100 de UTI)
. Hospital Estadual Alberto Torres (Heat), em São Gonçalo: 200 leitos (40 de CTI)
. Hospital Adão Pereira Nunes (Saracuruna), em Duque de Caxias: 200 leitos (40 de CTI)
. Parque dos Atletas, em Jacarepaguá: 200 leitos (40 de CTI)
. Aeroclube de Nova Iguaçu: 200 leitos (40 de CTI)
. Campos dos Goytacazes, no Centro, próximo ao shopping: 100 leitos (20 de CTI)
. Hospital Regional Gélio Alves Faria, em Casimiro de Abreu: 100 leitos (20 de CTI)

‘Brasileiro não sabe se escuta ministro ou presidente da República’, diz Mandetta

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Em entrevista exibida neste domingo, 12, pelo Fantástico, da TV Globo, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pediu para que as pessoas mantenham o isolamento social para conter o avanço do novo coronavírus e, em recado ao presidente Jair Bolsonaro, cobrou uma “fala única” sobre o problema para não confundir a população.

Para o ministro, os meses de maio e junho serão os mais duros no enfrentamento da covid-19 no País. A fala de Mandetta contraria a posição de Bolsonaro, que afirmou neste domingo, em videoconferência com lideranças religiosas, que a “questão do vírus está começando a ir embora”.

“Eu espero que essa validação dos diferentes modelos de enfrentamento dessa situação possa ser comum e que a gente possa ter uma fala única. Isso leva para o brasileiro uma dubiedade. Ele não sabe se escuta o ministro da Saúde, o presidente”, disse Mandetta.

“Isso preocupa, porque a população olha e fala assim ‘Será que o ministro da Saúde é contra o presidente’? Quem a gente tem de ter foco, esse aqui que é o nosso problema é o coronavírus. Ele é o principal inimigo. Se eu estou ministro da Saúde, por obra de nomeação do presidente. O presidente olha pro lado da economia. O Ministério da Saúde entende a economia, mas chama pelo lado de proteção à vida”, disse Mandetta.

Bolsonaro vem manifestando insatisfação com Mandetta por conta da maneira como o ministro lidera a crise. A insistência pelo distanciamento social é um dos pontos que provocaram desavenças entre os dois.

Bolsonaro defende um isolamento seletivo, restrito para pessoas dos grupos de risco, como forma de reduzir o impacto da pandemia sobre a economia.

Os dados atualizados até este domingo apontam 1.223 mortes no País em decorrência da covid-19. No mundo, o total de vítimas já ultrapassou 114 mil.

Pico. Na entrevista, Mandetta voltou a dizer que o período mais preocupante da crise da covid-19 ainda não chegou. “No mês de maio, junho, teremos os dias muito duros. Dias em que seremos tachados. ‘Ah, vocês não fizeram o que tinham de fazer, ‘deviam ser mais duros’, ‘menos duros, porque a economia está assim’. Sempre vai haver os engenheiros de obra pronta. Serão dois, três meses de muitos questionamentos das práticas.”

Indagado sobre uma projeção de infectados no País ao longo deste ano, Mandetta disse que não existe “absolutamente nada que influencie mais essa resposta do que como a sociedade brasileira vai se comportar nos próximos dias”.

Ele também criticou o comportamento de pessoas que têm furado o isolamento social. “Quando você vê as pessoas entrando em padaria, supermercado, fazendo fila, piquenique isso é claramente uma coisa equivocada”, avaliou o ministro. “Tem muita gente que gosta da internet. Que vê que é fake news dizendo que é invenção de países para ganhar vantagem econômica ou vê complô mundial.”

Em celebração com lideranças religiosas neste domingo, 12, Bolsonaro afirmou que “a questão do vírus está começando a ir embora”. O ministério prevê que o pico da doença, ao menos em São Paulo e no Rio de Janeiro, será no final de abril e no início de maio.

Obra. No último sábado, Bolsonaro e Mandetta visitaram obras de um hospital de campanha construído na cidade goiana de Águas Limpas, a 56 quilômetros de Brasília. Após o compromisso, o presidente foi ao encontro de apoiadores, que se aglomeraram para cumprimentá-lo.

Questionado sobre o motivo de não ter acompanhado Bolsonaro na ida aos populares, o ministro respondeu seguir orientações de distanciamento. “Eu procuro seguir uma lógica de não aglomeração”, disse.

O desentendimento entre ambos alcançou o ápice após Bolsonaro dizer, no domingo passado, que poderia usar sua caneta contra pessoas do governo que “de repente viraram estrelas”. No dia seguinte, sob expectativa de demissão, Mandetta disse que ficaria no cargo, pediu “paz” e reclamou de críticas que, em seu modo de ver, criam dificuldades em seu trabalho.

Prefeito Rafael Diniz entrega ambulância à Associação Irmãos da Solidariedade

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Com objetivo de qualificar ainda mais os serviços prestados à população, o Prefeito Rafael Diniz entregou neste sábado (11), a décima ambulância 0km tipo A da frota adquirida em dezembro do último ano.
Foram entregues ambulâncias tipo A 0km às UBSs de Lagoa de Cima, Serrinha, Vila Nova, Santo Amaro, Ponta da Lama, Jamil Ábido, Policlínica da Penha, Venda Nova e São Sebastião. Desta vez, o veículo foi entregue para assistidos da Associação Irmãos da Solidariedade.
– Entrega com um significado muito importante para nós. Estamos atendendo a mais uma demanda da associação, que realiza um trabalho fantástico para as pessoas que tanto precisam. Mais um passo no cuidado dessas pessoas. Agradecimento aos funcionários que atendem com tanto carinho e dedicação – destacou o Prefeito Rafael Diniz.
O veículo vai atuar 24 horas na assistência da casa de apoio a pacientes portadores de HIV/Aids do município.
– Essa ambulância é um sonho para todos da instituição. Agradecer mais uma vez ao Prefeito Rafael Diniz, que nunca nos negou nada. A ambulância vai nos ajudar bastante e a mais de 100 assistidos do município – disse a Presidente da Associação, Fátima Castro.
A renovação de parte da frota de ambulâncias da saúde vem acontecendo desde 2019. Em agosto, a SMS estregou três ambulâncias tipo A. Também foi entregue um Furgão 0KM para o Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF) para realizar rota de entrega de medicamentos para as UBSs. Os programas de Saúde do Trabalhador e Saúde na Escola também receberam veículos 0 KM. Quatro UTIs Móveis foram entregues ao Hospital Geral de Guarus (HGG) e para as UPHs de Santo Eduardo, Ururaí e Farol de São Thomé.
Na quarta-feira (8), o prefeito Rafael Diniz esteve na Secretaria Municipal de Saúde para vistoria e distribuição de mais seis ambulâncias.

TCE determina que Brand Arenari e Rafael Diniz devolvam R$ 6,7 milhões por superfaturamento em merenda escolar

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O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) realizou uma auditoria de inspeção nos contratos de merenda escolar, celebrados entre a Prefeitura Municipal de Campos e uma série de empresas. Na auditoria, o órgão estadual constatou uma série de irregularidades e superfaturamentos nos contratos, e determinou que o prefeito Rafael Diniz e o ex-secretário de Educação, Brand Arenari, devolvam aos cofres públicos uma quantia de quase R$ 7 milhões por superfaturamento em contrato.

As empresas Nutriplus Alimentação e Tecnologia Ltda, Casa de Farinha S/A e Verde Mar alimentação Ltda utilizaram a frequência diária dos alunos para o cálculo do valor de suas faturas, quando deveriam ter utilizado a quantidade de refeições servidas aos alunos. O TCE entende que dessa forma a empresa recebeu um valor muito acima do que deveria ter recebido. As três empresas também contrataram um número inferior de merendeiras, em relação à quantidade de profissionais que foram inseridas no cálculo do custo das refeições.

O Valor que deve ser devolvido aos cofres públicos pelo prefeito Rafael Diniz e pelo ex-secretário Brand Arenari é de R$ 6,7 Milhões O Ministério Público Especial, representado pelo Procurador-Geral Sergio Paulo de Abreu Martins Teixeira, manifesta-se no mesmo sentido, nada opondo à adoção das medidas adotadas pelo TCE.

NÃO É NOVIDADE
A decisão do TCE não é nenhuma novidade para quem já conhece o histórico das empresas envolvidas no esquema. Em maio de 2019, publicamos aqui no ClickCampos que a empresa CASA DE FARINHA tinha várias complicações na justiça por superfaturamento no fornecimento de merenda em diversos estados do Brasil. Em Pernambuco a empresa é proibida de atuar em qualquer município.

Quanto a qualidade da merenda, em julho de 2019 o jornalista Gustavo Matheus publicou  uma matéria em seu blog aqui no ClickCampos, intitulada como “Quem comeu a merenda?”, onde estudantes estavam reclamando da merenda que era servida no CEMEI, algo parecido como migalha de bolachas. Por sinal, o CEMEI era encarado como a escola com modelo de educação a ser seguido pela gestão de Brand Arenari.

TEM MAIS POLÊMICA
Na última semana vereadores de oposição e o deputado federal Wladimir Garotinho criticaram o kit alimentar servido pela secretaria de Educação aos seus estudantes. Segundo levantamento, um kit de cerca de R$ 40,00 foi adquirido pela Prefeitura de Campos por R$ 63,00 em uma licitação com valor global de R$ 10 milhões. Por coincidência, a empresa fornecedora do Kit Alimentar é do mesmo grupo empresarial da Nutriplus. De acordo com o município, o contrato de aquisição dos kits alimentares foi encaminhado ao Ministério Público para que seja mantido a lisura do processo e evitar qualquer desconfiança.

Tentamos contato com Brand Arenari, mas não obtivemos respostas até a publicação desta matéria. Já com o prefeito Rafael Diniz não conseguimos contato, já que existe uma determinação na superintendência de Comunicação para que não seja realizado nenhum contato com o ClickCampos.

Cabe recurso para a decisão, desde que a defesa seja apresentada dentro do prazo. Se o prazo para a defesa não for cumprido, o pagamento deve ser realizado nos moldes estipulados pelo TCE.

Confira as irregularidades:

Macaé registra segunda morte por coronavírus

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A Prefeitura de Macaé informa, oficialmente, o segundo óbito por coronovírus no município. Trata-se de um macaense, idoso, com mais de 60 anos. A cidade registra 20 casos de coronavírus confirmados e agora dois óbitos.

Entende-se por síndrome gripal, febre, associada a sinais e sintomas como tosse, dificuldade de respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, saturação de oxigênio menor de 95%, sinais de cianose (coloração azul-arroxeada da pele), batimento das asas do nariz, tiragem intercostal e dispneia. A síndrome gripal pode ser leve, moderada ou grave.

O paciente é encaminhado ao HPM quando apresenta síndrome respiratória grave, febre alta, tosse intensa, falta de ar importante.

MPT vai investigar contaminação de trabalhadores por coronavírus em plataforma de petróleo

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) irá investigar os motivos que levaram à contaminação de dezenas trabalhadores que estavam a bordo de uma plataforma de petróleo localizada entre o Sul do Espírito Santo e a região Norte do Rio de Janeiro. No momento, 29 deles encontram-se isolados em um hotel da Grande Vitória.

Por meio de nota enviada à imprensa, o MPT afirma que abriu um procedimento investigatório para apurar as circunstâncias que envolveram a transmissão do vírus e que tomará, no âmbito de suas atribuições, todas as medidas preventivas e reparatórias cabíveis.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), a informação passada pela Petrobras na tarde da última quarta-feira (8) era de que 53 trabalhadores testaram positivo para a doença. Entretanto, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) afirma que o número de casos confirmados é 34.

Segundo a ANP, 53 é o número total de pessoas que estavam a bordo, sendo que outros 15 testaram negativo e, para quatro, a testagem foi inconclusiva.

Procurada, a empresa SBM Offshore, que opera a plataforma, informou apenas que “um número significativo de tripulantes de um navio no Brasil” testou positivo para Covid-19.

Fonte: G1.

Nova York abre valas comuns para enterrar mortos por coronavírus

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Com o aumento do número de mortes em Nova York, a cidade mais afetada pelo novo coronavírus nos Estados Unidos, a prefeitura passou a usar valas comuns. Capturadas por drones, imagens mostram fileiras de caixões sendo enterrados por funcionários vestidos com roupas especiais de proteção e máscaras na Ilha de Hart Island, perto do Bronx.

O número confirmado de casos da Covid-19 no estado aumentou 10 mil na quinta-feira chegando a 159.937, dos quais 7 mil morreram — mais casos de contaminação registrados do que qualquer país no mundo. A Espanha, por exemplo, tem 157 mil casos e Itália tem 143 mil. Ao todo, os EUA registam neste momento mais de 16.500 mortos e 460 mil infetados.

Em épocas normais, são realizados 25 enterros por semana na Ilha Hart, uma tarefa antes delegada a detentos. Contudo, as autoridades reconhecem que, agora, são mais de 20  todos os dias. À medida que a pandemia vai causando mais vítimas em Nova York, os enterros ali passaram de um dia por semana para cinco dias por semana.

— Durante décadas, Hart Island foi usada para enterrar pessoas que não foram reclamadas pelas famílias. Vamos continuar a usar a ilha dessa forma durante esta crise e é provável que pessoas que morreram devido à Covid-19 e que se encaixem nesta descrição sejam enterradas na ilha nas próximas semanas —  explicou à CNN o porta-voz do prefeito da cidade, Fred Godstein. — São pessoas cujos corpos, durante duas semanas, não foram reclamados por ninguém.

Na quinta-feira, a prefeitura de Nova York anunciou que precisará contratar funcionários para conseguir enterrar todas as vítimas. Na Ilha de Hart, o trabalho de abrir as valas e enterrar os caixões costumava ser feito por presos da penitenciária de alta segurança de Rickers Island, mas o aumento do número de mortes obrigou as autoridades da cidade a contratar empresas especializadas.

Nesta quinta-feira, quando se completam 100 dias desde as primeiras notificações da Covid-19 à Organização Mundial da Saúde, os EUA superaram as 16 mil mortes no país, com a maior parte dos óbitos em Nova York (7 mil), Nova Jersey (1.700) e Michigan (1.000). O número de casos está perto dos 460 mil.

De acordo com um modelo usado pela Casa Branca, a estimativa de mortes provocadas pelo novo coronavírus foi atualizada para 60 mil, menos do que os 82 mil do início da semana e bem abaixo dos até 200 mil óbitos, primeira estimativa anunciada pelo governo. Os números são relativos até a primeira semana de agosto. O modelo é mantido pela Universidade de Washington.

Fábio Assunção vira réu por 4 crimes

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Três anos após se envolver em uma confusão em Arcoverde, no sertão de Pernambuco, o ator Fábio Assunção, 48, tornou-se réu por quatro crimes.Segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), ele responde por dano, resistência, desobediência e desacato.

“A denúncia do processo foi aceita no dia 2 de abril deste ano, na Vara Criminal de Arcoverde. Após ser citado, o acusado terá o prazo de dez dias para prestar esclarecimentos sobre a denúncia, ou seja, a contestação”, diz o TJPE em nota.

Em junho de 2017, Fábio Assunção foi preso em flagrante na cidade de Arcoverde (sertão de Pernambuco), sob acusação de dano qualificado ao patrimônio público, desacato a autoridade, desobediência e resistência à prisão.Em nota oficial, a polícia informou que o ator teria se envolvido em uma briga no Pátio de Eventos da cidade e ficado agressivo.

No caminho, os policiais foram informados de que Fábio estava ameaçando duas jovens.Ao tentarem conduzi-lo para a delegacia, novamente o ator ficou agressivo e se negou a entrar na viatura, sendo necessário o uso de algemas. Quando os policiais o colocaram na viatura, ele quebrou o vidro traseiro do carro.

Em um dos vídeos que circulou na internet, ele apareceu no chão, sendo ofendido por moradores, que o acusavam de “acabar com o São João” da cidade. Em outro vídeo, Assunção aparece pedindo para “chamar o sargento” porque quer “olhar no olho dele”.

Bolsonaro vai a hospital das Forças Armadas em Brasília

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, entrou na manhã desta sexta-feira no Hospital das Forças Armadas (HFA) em Brasília. Ele deixou o Palácio da Alvorada pouco depois das 9 horas. Na saída, a comitiva do presidente evitou passar pela portaria principal, onde tradicionalmente os jornalistas e apoiadores permanecem à espera de Bolsonaro.

Ainda não há informações oficiais sobre o motivo da visita ao HFA. Na agenda oficial do presidente não constava esse compromisso.

Na quinta-feira, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) publicou que Bolsonaro e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), ensaiam uma reaproximação, e devem visitar juntos um hospital de campanha montado em Águas Lindas (GO), região conhecida como entorno do Distrito Federal.

Segundo fonte do governo, o compromisso está previsto para o feriado e deve contar com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Aliado de Bolsonaro desde a campanha presidencial, Caiado, que é médico, rompeu com o presidente no fim do mês passado e anunciou que não seguiria as recomendações do mandatário sobre o afrouxamento das regras de saúde pública durante a crise do novo coronavírus.

O presidente defende flexibilizações das orientações de isolamento, enquanto Caiado foi um dos governadores que decretou o fechamento do comércio e escolas como forma de combate à doença.