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Bolsonaro diz que vai retirar cálculo alojado há 5 anos na bexiga

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presidente Jair Bolsonaro afirmou a apoiadores, na noite desta terça-feira, 1º, que vai se submeter a uma cirurgia para retirar um cálculo na bexiga. Ele, porém, não especificou a data do procedimento nem por qual método vai remover o cálculo. “Não estou com cálculo renal, não. Esse cálculo aqui é de estimação. Eu tenho há mais de cinco anos, está na bexiga. É maior que um grão de feijão. Resolvi tirar porque deve estar aí ferindo internamente a bexiga”, disse o presidente a apoiadores que o aguardavam em frente ao Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.

Cálculos renais são massas sólidas que surgem nos rins ou em algum outro órgão do sistema urinário. Pode ou não provocar sintomas como dores, náuseas e vômitos.

O presidente comentou sobre a própria saúde após uma apoiadora perguntar se ele vinha consumindo mais água. O presidente Jair Bolsonaro, de 65 anos, foi diagnosticado com covid-19 em julho, após apresentar sintomas da doença, como febre. Após permanecer isolamento e alterar a agenda de compromissos, retomou as atividades sem complicações.

Na segunda-feira, 31, ao final do expediente no Palácio do Planalto, Bolsonaro foi ao serviço médico da Presidência da República. A assessoria da Presidência não informou o motivo.

Gianecchini agora diz ser pansexual: ‘Todo mundo tem muitos lados’

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Reynaldo Gianecchini, 47, voltou a falar sobre suas preferências sexuais. Após assumir pela primeira vez que já teve romances com homens e depois negar que era gay, ele agora explicou que é pansexual.

“Dizem que sou gay, mas não me considero assim”, contou em entrevista à agência de notícias EFE. “Eu me considero tudo ao mesmo tempo. Se existir uma palavra para mim, então é ‘pan’ [pansexual], porque ‘pan’ é tudo’.”

O ator, que interpretou o Régis de “A Dona do Pedaço (2019), disse que evita os rótulos porque não gosta de se limitar. “Eu não me encaixo em nenhuma definição”, avaliou.

“Acredito na liberdade de ser o que cada um quiser ser”, defendeu. “Todo mundo tem muitos lados dentro de si mesmo e a sexualidade reflete muito isso.”

Em 2019, o ator falou ao jornal “O Globo” sobre o assunto. “Já tive, sim, romances com homens. Mas a sexualidade é muito mais ampla”, admitiu. “Demorei para falar porque isso esbarra sempre no tamanho do preconceito no Brasil. Mas agora é importante reafirmar a liberdade, por mim e por quem enfrenta repressão.”

A sexualidade do ator já havia sido muitas vezes alvo de polêmica, mesmo durante o casamento com Marília Gabriela, 72. Discreto a respeito de sua vida pessoal, o ator está sem assumir nenhum relacionamento desde o término do casamento, em 2006.

A partir de 7 de setembro, ele poderá ser visto em sua estreia na televisão com a reprise da novela “Laços de Família” na sessão Vale À Pena Ver de Novo, da Globo.

Witzel utilizou servidores públicos em obra de reforma na sua residência, diz PGR

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Investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal encontraram servidores públicos supervisionando uma obra na residência do governador afastado Wilson Witzel (PSC), de acordo com as investigações. A Procuradoria-Geral da República (PGR) aponta que há indícios de que o governador tenha usado recursos públicos para fins particulares neste caso.

A constatação foi realizada durante o cumprimento de busca e apreensão na Operação Placebo, deflagrada no fim de maio e que mirou pela primeira vez o governador. Um procurador, Sérgio Pinel, registrou nos autos a constatação.

“Certifico que, no dia 26/05/2020, durante o acompanhamento do cumprimento da medida de busca e apreensão, deferida nos autos do pedido de busca e apreensão criminal n. 27/DF, no endereço da residência particular do Governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson José Witzel, local em que supostamente também é endereço do escritório de advocacia de sua esposa, Helena Alves Brandão Witzel, na Rua (…), Rio de Janeiro, constatei que o imóvel estava em obras de reforma, com material de construção depositado na área externa. Identifiquei, ainda, que a obra possivelmente vem sendo acompanhada por servidores do Estado do Rio de Janeiro, sendo o possível coordenador da obra o servidor (…), e a possível arquiteta a servidora (…)”, diz o procurador.

A PGR escreveu que, “caso comprovada a utilização de servidores e bens públicos para custeio de obra privada do governador, além dos crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro, também estaremos diante do crime de peculato”.

Os servidores deverão ainda ser ouvidos pelos investigadores para esclarecer o assunto.

‘Há interesses poderosos contra mim’

O governador afastado Wilson Witzel fez um pronunciamento nesta sexta-feira, horas depois da determinação do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) (PGR pediu prisão de Witzel, mas ministro do STJ só autorizou afastamento). Ele negou irregularidades em sua gestão e disse não haver provas de atos ilícitos contra ele. Witzel afirmou que “está sendo massacrado” porque há interesses poderosos contra ele. E, ao se defender, disse que a decisão da Justiça foi induzida pela subprocuradora-geral da Procuradoria Geral da Republica (PGR), Lindôra Araújo, que, segundo ele, tem um relacionamento próximo com a família do presidente Jair Bolsonaro.

— Essa é minha indignação. Ela é indignação de um cidadão que veio governar o Estado do Rio de Janeiro e que está sendo massacrado politicamente porque há interesses que não me querem governando o estado. Há interesses poderosos contra mim. E querem destruir o Estado do Rio de Janeiro, atingindo a mim, o presidente da Assembleia Legislativa (André Ceciliano), o vice-governador (Cláudio Castro), que vai ficar em exercício agora, com uma busca e apreensão que foi feita na casa dele. Fragilizado. Porque a mim ninguém fragiliza, não. Pode fazer o que quiser — afirmou.

‘Não tenho olho grande em nada dos outros’, defende-se presidente da Alerj em primeira sessão após acusações da PGR

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RIO — A primeira sessão na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) após o afastamento do governador Wilson Witzel, por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e também depois da operação Tries In Idem, da Polícia Federal, foi marcada nesta terça-feira por um discurso de mais de 30 minutos do presidente da Casa, André Ceciliano (PT). Alvo dos mandados de busca e apreensão na última sexta-feira, ele foi citado na delação premiada do ex-secretário de Saúde Edmar Santos e acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por ter montado, ao lado do vice de Witzel e atual governador interino do estado, Cláudio Castro (PSC), um esquema de desvio de dinheiro na Alerj. Ambos negam.

— Eu queria chamar a atenção dos senhores parlamentares e pedir um minuto de atenção. O assunto, logicamente, é o ocorrido na última sexta-feira, quando por volta de 6h40m tive a notícia de que tinha um grupo de policiais querendo entrar na Alfândega. Prontamente, eu pedi que os recebessem e, em seguida, estiveram em minha casa. Depois, deixei à disposição também meu gabinete aqui no Tiradentes, fiz uma autorização por escrito, mas a delegada disse que não poderia vir porque não tinha autorização — introduziu.

Deputado afirma que não houve repasse à Saúde em 2019

Em seu discurso, Ceciliano chegou a quase chorar em dado momento. Ele apresentou ofícios e deu sua versão sobre os R$ 106 milhões que foram repassados pela Alerj aos cofres estaduais no ano passado e, de acordo com a PGR, foram posteriormente encaminhados a municípios sem fiscalização e sem critérios objetivos, supostamente escolhidos por deputados estaduais aliados. Na denúncia, os procuradores afirmam ainda que Witzel não apresentou prestação de conta destes repasses, e que o esquema se beneficiaria com as sobras dos duodécimos.

A delação dá conta de uma negociação para repasse em 2019 para a Saúde, ano em que não foi feito qualquer repasse à pasta pela Casa, de acordo com Ceciliano. Em sua defesa em plenário, Ceciliano afirmou que os repasses citados na delação referem-se ao pagamento por parte da Casa de débitos com a Secretaria estadual de Educação (R$ 50 milhões), e às secretarias de Administração Penitenciária, Bombeiros, Polícia Civil, Militar e Degase (R$ 56 milhões). Ele garante que toda a verba foi encaminhada ao tesouro estadual, e que o único repasse à pasta de Saúde foi feita este ano, entre março e abril, quando foi aprovada ajuda de R$ 100 milhões aos municípios em função da pandemia do coronavírus.

— Depois de olhar do que se tratava, tomamos ciência de que aquilo corria da delação do ex-secretário Edmar, quando ele fez ilações em relação à Assembleia Especial e ao meu nome, dizendo inclusive que eu estive, foi assim que entendi, com ele numa reunião com o vice e alguns deputados para tratar de recursos de duodécimos. Primeiro, que eu nunca tratei de recursos de duodécimos nem com o governador. A única pessoa com quem tratei desde sempre foi com o vice-governador Cláudio —  disse —  Fizemos pagar o que devíamos. Estou muito tranquilo em relação aos duodécimos. Porque uma virtude não pode ser considerada um defeito. Nós estamos aqui desde 19 de fevereiro fazendo mudanças de procedimento, adotando algumas mudanças, economizando, todo dia eu falo aqui de uma licitação que nós contratamos por um valor muito menor.

‘Nunca enquadrei ninguém’

O presidente da Alerj também negou que tenha agido para manipular politicamente deputados dentro da Casa. Ele ainda citou a suspensão no processo de impeachment de Witzel, que voltou a correr nesta terça-feira, ao falar sobre sua tranquilidade em relação à Justiça.

— A gente acompanha várias delações que depois não se confirmam. Não quero aqui falar de excessos de ninguém, nem do Ministério Público, nem do STJ. Decisão judicial se cumpre, se não gostou, se recorre. E foi assim agora há pouco quando o ministro do STF suspendeu nosso rito e a gente com muita tranquilidade tinha garantido que tudo que a gente fez em relação ao rito estava de acordo.

Sobre uma possível interferência na votação por 69 a 0 que decidiu abrir o processo contra Witzel, ele também negou qualquer participação, e revelou ter falado apenas com uma deputada.

— A ilação dessa delação não trata só do recurso que foi para os municípios, mas que pode ter sido usado para outras coisas. Mas fala também de poder político, de se perpetuar no poder. Eu lembro da votação daquele 69 a 0, só liguei para uma deputada pela manhã, e foi para pedir que ela não fizesse um discurso raivoso porque nós iamos votar uma coisa importante. Nunca pedi voto para ninguém votar assim ou assado.

Neste momento, Ceciliano se emocionou ao falar sobre “não envergonhar” sua família ou seus amigos, e concluiu sua fala afirmando que, se não fosse a Alerj, o estado estaria fora do Ajuste Fiscal, citando o governador.

— Nunca enquadrei ninguém. Então, não há possibilidade alguma de me perpertuar no poder. Não quero aqui ser melhor que ninguém, mas eu não tenho olho grande em nada dos outros. Trabalho desde os nove anos de idade, na poítica eu perdi patrimônio, não ganhei patrimônio. Tenho uma vida que tento levar da forma mais simples possível, com o que eu gosto de fazer, e mais que isso, não estou aqui para envergonhar a minha família e nem os meus amigos — disse, emocionando-se. — Quero deixar claro aqui que não faço da presidência trampolim para nada, porque eu não quero ser nada além de deputado estadual. E a gente faz um trabalho aqui, que se a gente não senta em junho, o estado já estava fora do Regime (de Recuperação Fiscal), porque o governador queria judicializar naquele momento as contrapartidas, como até agora, até semana passada.

‘Político não pode ter medo de investigação, tem que ter medo de covardia’

Ainda falando sobre Witzel, André Ceciliano voltou a afirmar que nunca propôs nada errado ao governador afastado, nem recebeu qualquer pedido desta natureza.

—  Eu tenho a cabeça erguida, não tenho medo de investigação. Político não pode ter medo de investigação. Tem que ter medo de covardia, essas investigações serem usadas para covardia. Eu tenho tranquilidade de tudo que eu fiz. O que tentam botar é que todo mundo é farinha do mesmo saco, para dizer que não tem jeito. A democracia tem muitos defeitos, mas tem uma virutde que a cada dois anos tem eleição. Se o seu representante não foi aquele que você votou, que deu exemplo, que vote em outro. A nova política está aí. O governador foi eleito como nova política. Pergunte a ele se um dia eu tive conversa com ele que não possa ser pronunciada aqui no microfone. Nunca. Nunca propus nada a ele errado e ele nunca me propôs nada também.

Encontro com Witzel antes do afastamento

Ceciliano também comentou sobre um convite que teria sido feito por Witzel para que ele fosse visitá-lo no Palácio Guanabara, às vésperas do afastamento do governador e da operação com mandados de busca e apreensão contra ele acontecerem. Ele afirmou que foi, mas acompanhado do deputado estadual Márcio Pacheco (PSC), líder do governo na Alerj, e André Moura, secretário estadual de Casa Civil — também investigado e alvo de mandado de busca e apreensão na sexta. O presidente da Alerj não revelou o teor da conversa.

— Eu cheguei depois das 10 horas e saí às 11h. Antes, conversei como Luiz Paulo, disse que fui chamado, mas que iria com o Márcio Pacheco e o André Moura. Disse que não ficaria sozinho com o governador. Não tenho que esconder nada dos outros. Aqui pode tudo, menos deixar de conversar. Isso não impediu nada. Não tem nenhum parlamentar aqui que possa dizer que eu pedi isso ou aquilo.

‘Precisamos resguardar o Cláudio’

Por fim, o presidente da Alerj afirmou que a Casa precisa ajudar o governador interino Cláudio Castro a governar, como fez com  Witzel.

— O Rio vive uma situação muito, muito difícil. A quem interessa generalizar: Nós precisamos resguardar o Cláudio (Castro, governador interino). Se assim definir o STJ e a Casa, e ele for o governador, precisamos ajudá-lo a governar, como fizemos com o governador Witzel — afirmou. — Não sou melhor que ninguém, mas a gente tem que manter a cabeça erguida. Estamos aqui pelos votos, não a favor. Não tenho medo de ser investigado, mas, agora, não pode, e não estou dizendo que seja o caso, ser uma investigaçao tendenciosa. Nada vai tirar o foco nosso aqui, de tirar o estado da inércia, crescer e ajudar o governador Cláudio ou Witzel, como sempre fizemos aqui.

Em seguida, alguns deputados se manifestaram a favor do presidente André Ceciliano, durante pautas que foram votadas no dia.

— Dizia eu na sexta-feira passada que desde que vossa excelência foi eleito por esta Casa, o senhor tem tido uma conduta totalmente republicana e democrática. Republicana na ascenção da palavra, derivada de república, de respeito — disse Luiz Paulo (PSDB).

— Queria dizer aqui que vossa excelência é do meu partido, temos divergências dentro do partido, o que é democrático, mas aqui na Alerj você tem o meu apoio e minha confiança — disse Waldeck Carneiro (PT).

— O que está acontecendo é a falência do governo Witzel, e não da Assembleia Legislativa, que se colocou ao lado da população, votou matérias polêmicas, projetos importantes deixando parte dos recursos que foram economizados para a área da Saúde — disse a deputada Lucinha (PSDB).

Impeachment

Nesta terça-feira, voltou a correr também o prazo para que Witzel entregue sua defesa na Alerj. O governador agora tem até quinta-feira para se manifestar na Casa.

Fonte: O Globo

‘Estou sendo condenada sem nem ter direito a julgamento’, afirma Flordelis

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A deputada federal Flordelis, 56 anos, afirmou nesta terça-feira que tem sido atacada e não tem chances de defesa. “Estou sendo condenada, sem nem ter direito a julgamento”, escreveu ela em postagem no Facebook. Ela vai responder na Justiça como a mandante do assassinato do próprio marido, o pastor Anderson do Carmo, 42, em junho do ano passado. Além de ser apontada como a responsável pelo crime, a parlamentar e a família foram alvos de uma operação do Ministério Público estadual (MPRJ) e a Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) no mês de agosto.
Seis familiares da deputada foram presos e 14 mandados de busca e apreensão sobre a morte do líder religioso foram cumpridos na casa da parlamentar, em Niterói, e em outros endereços ligados à ela, em São Gonçalo, na capital, e até mesmo Brasília. Também houve apreensão de celulares e computadores.
Na postagem na rede social, a pastora ainda afirmou que não irá se “esconder” e que não mandou matar o marido. Flordelis também afirmou que é “serva de Deus”.
“Eu não tenho o que esconder, eu não mandei matar o meu marido. Se alguém perdeu com a morte dele, fui eu, ele era tudo pra mim, meu companheiro que me ajudava e me guiava, inclusive em todos os aspectos práticos da vida. Olhem para a minha trajetória até agora, não há nada do que possam me acusar, sempre fui uma serva de Deus, vivendo o caminho que Ele traçou para mim”, escreveu ela.
Ainda segundo a parlamentar, a “verdade irá prevalecer”.
O CRIME
O pastor Anderson do Carmo morreu na madrugada do dia 16 de junho do ano passado, quando havia acabado de chegar com a esposa, em Pendotiba. Ele foi alvo de vários tiros, na garagem da residência. O laudo da necrópsia apontou que o corpo do líder religioso tinha 30 perfurações de bala.
Na ocasião, Flordelis afirmou que o marido tinha sido morto durante um assalto. Ela disse que os dois estavam sendo seguidos por suspeitos em uma moto quando voltavam para casa.
Dois filhos do casal, Flávio dos Santos Rodrigues, 38, filho biológico da deputada, e Lucas Cézar dos Santos de Souza, 18, adotado por ambos, vão ser julgados como executores do crime. Eles estão presos desde a época do assassinato.
“Flordelis é responsabilizada por arquitetar o homicídio, arregimentar e convencer o executor direto e demais acusados a participarem do crime sob a simulação de ter ocorrido um latrocínio. A deputada também financiou a compra da arma e avisou da chegada da vítima no local em que foi executada, segundo a denúncia”, afirma o MPRJ.

Sorteio define confrontos da quarta fase da Copa do Brasil 2020

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Em sorteio realizado na sede da CBF nesta terça-feira, foram definidos os confrontos da quarta fase da Copa Continental do Brasil 2020. Esta é a última etapa antes da entrada dos times da Libertadores e dos campeões da Série B, da Copa do Nordeste e da Copa Verde.

O destaque do sorteio ficou para o duelo entre Botafogo e Vasco, um clássico estadual que promete agitar o futebol do Rio de Janeiro. Outro carioca nesta fase, o Fluminense medirá forças com o Atlético-GO. O Dragão e o Gigante da Colina decidem os duelos em casa.

Depois de eliminar o Cruzeiro, o CRB enfrentará outro campeão da Copa do Brasil: o Juventude, que conquistou a taça em 1999. Por fim, o sorteio ainda definiu os encontros entre América-MG e Ponte Preta e Brusque e Ceará. Os mandos de campo foram definidos em sorteio na sequência.

Assim ficaram os confrontos:

América-MG* x Ponte Preta

Atlético-GO* x Fluminense

Ceará* x Brusque

CRB* x Juventude

Vasco* x Botafogo

*decidem o confronto como mandante

Bolsonaro diz que auxílio emergencial será de R$ 300 por mais 4 meses

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O presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (1º) que o auxílio emergencial será de R$ 300 por mais 4 meses.

O valor do benefício, criado para anteder trabalhadores informais que perderam renda em razão da pandemia do novo coronavírus, foi anunciado após reunião do presidente com ministros e parlamentares aliados no Palácio da Alvorada.

A criação do auxílio, em abril, teve como objetivo ajudar trabalhadores informais afetados pela pandemia. Inicialmente, seria pago em três parcelas de R$ 600, e iria até julho.

O auxílio foi prorrogado uma primeira vez por mais duas parcelas de R$ 600 e, nas últimas semanas, as alas política e econômica do governo discutiram o novo valor do benefício.

Reforma administrativa

O presidente também informou que a reforma administrativa vai ser enviada ao Congresso na quinta-feira (3).

“Encaminhar na quinta feira a reforma administrativa que fique bem claro, não atingirá nenhum dos atuais servidores. Ela se aplicará apena aos futuros servidores concursados”, afirmou Bolsonaro.

Pastor Everaldo é preso pela Polícia Federal

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O presidente do PSC, pastor Everaldo, foi preso na manhã dessa sexta (28) em decorrência das investigações da Operação Favorito, da Operação Placebo e da delação premiada de Edmar Santos, ex-secretário de Saúde do estado do Rio de Janeiro.

Everaldo foi preso em sua casa, uma cobertura no Recreio, por agentes da Polícia Federal. Segundo as investigações, os esquemas no governo Witzel eram divididos em eixos comandados principalmente por Pastor Everaldo e por Mário Peixoto.

Witzel é afastado pelo STJ e justiça tenta prender Tristão e Pastor Everaldo

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, nesta sexta-feira (28), o afastamento imediato, do governador Wilson Witzel (PSC) do cargo por irregularidades em contratos na saúde. O afastamento inicialmente seria por pelo menos 180 dias.

O STJ também expediu mandados de prisão contra:
– Pastor Everaldo, presidente do PSC;
– Lucas Tristão, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico;
– Sebastião Gothardo Netto, médico e ex-prefeito de Volta Redonda.

A ordem de afastamento e os mandados de prisão é decorrência das investigações da Operação Favorito e da Operação Placebo — ambas em maio, e da delação premiada de Edmar Santos, ex-secretário de Saúde.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que o governo do RJ estabeleceu um esquema de propina para a contratação emergencial e para liberação de pagamentos a organizações sociais (OSs) que prestam serviços ao governo, especialmente nas áreas de saúde e educação.

A PGR sustenta que Witzel usou o escritório de advocacia da mulher, Helena, para receber dinheiro desviado por intermédio de quatro contratos simulados no valor aproximado de R$ 500 mil – cerca de R$ 15 mil mensais de cada uma das quatro.

A decisão do ministro Benedito Gonçalves levou em conta as investigações de outras duas ações: a Favorito, que prendeu o empresário Mário Peixoto, e a Placebo, sobre desvios de dinheiro público destinado à montagem de seis hospitais de campanha do estado para o tratamento da Covid-19.

João Peixoto é internado com Covid-19

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O deputado estadual João Peixoto (DC) está internado no Hospital Dr. Beda com covid-19. O parlamentar começou a sentir os primeiros sintomas na segunda (24) e nesta quinta (27), testou positivo.

O deputado, que atualmente ocupa o seu sétimo mandato na assembleia legislativa, apresenta fortes sintomas da doença e está isolado na ala de pacientes de Covid-19 do hospital. Seu estado é considerado estável.

 

Jovem é morto a tiros na manhã desta quarta em Guarus

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Um jovem identificado como Felipe Pinto Gomes, de 22 anos, foi morto a tiros na manhã desta quarta-feira (26), no Sapo I, no Novo Eldorado, em Guarus, Campos.

Segundo as primeiras informações, o crime aconteceu por volta das 8h, e Felipe chegou a ser socorrido por populares, sendo encaminhado para o Hospital Ferreira Machado (HFM), mas já chegou na unidade hospitalar sem vida.

O caso está sendo registrado na 146ªDP/Guarus, onde segue sob investigação. Equipes da Polícia Militar realizam buscas pela região onde o crime aconteceu, mas até o momento ninguém foi preso.

Flávio Bolsonaro diz não ter sintomas da Covid-19 e que está isolado

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O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) está com Covid-19, mas sem sintomas da doença causada pelo novo coronavírus, segundo a assessoria do parlamentar. Em isolamento em sua residência em Brasília, o senador afirmou estar utilizando hidroxicloroquina e azitromicina, embora ainda não haja comprovação médica para os medicamentos no tratamento da Covid-19.

O resultado do teste para a doença, segundo a assessoria de Flávio, saiu nesta segunda-feira (24).

Flávio Bolsonaro é investigado sob suspeita dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa pela prática da “rachadinha” durante o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro. Ele nega as acusações.

O esquema consiste na devolução do salário de assessores ao parlamentar e teria como operador financeiro o ex-assessor e amigo da família Bolsonaro Fabrício Queiroz.

Flávio também é investigado pelo Ministério Público Federal sob a suspeita de falsidade ideológica eleitoral, por ter supostamente omitido bens e atribuído valores distintos a um mesmo imóvel em declarações de bens entregues à Justiça Eleitoral em 2014 e 2016.

O senador é o quarto da família Bolsonaro a ser infectado pelo vírus, com confirmação pública. Antes dele, já foram infectados seu pai e presidente da República, Jair Bolsonaro, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e seu meio-irmão, Jair Renan.

Segundo o presidente e a primeira-dama, ambos não estão mais com o vírus. A mãe de Jair Renan e ex-mulher de Jair Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle, também publicou nas redes sociais que o filho está curado.

Bolsonaro acumulou declarações que minimizaram a pandemia, colocou preocupações com a economia acima da gravidade da doença e desaconselhou a quarentena como forma de reduzir o contágio.

O presidente também insistiu na cloroquina como remédio para a Covid-19, embora não haja evidências científicas de que o medicamento tenha efeito para a doença. Nesta segunda-feira (24), Bolsonaro participou de um evento no Palácio do Planalto para fazer apologia do tratamento com a hidroxicloroquina.

Na ocasião, o presidente disse que jornalista, se infectado pelo coronavírus, tem mais chance de morrer por ser “bundão”.

Dados de pesquisa Datafolha divulgada após o país chegar a 100 mil mortes, no entanto, mostram que os brasileiros ficam divididos em relação à responsabilidade do presidente por essa marca.

Quase metade deles, 47%, dizem acreditar que o presidente não tem culpa nenhuma pelos óbitos. Os que acham que Bolsonaro tem responsabilidade somam 52% -são 11% os que o veem como principal culpado e 41% os que dizem que ele é um dos culpados, mas não o principal.

A pesquisa foi feita por telefone com 2.065 brasileiros adultos que têm celular, nos dias 11 e 12 de agosto. A marca das 100 mil mortes pela Covid-19 foi atingida no dia 8 de agosto, menos de cinco meses após o registro da primeira morte decorrente da doença no país.

Filha de Flordelis fez buscas por matador na web, aponta investigação

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Marzy Teixeira da Silva, filha da deputada federal Flordelis, ganhou da mãe uma missão: contratar alguém para matar o pastor Anderson do Carmo. Segundo os investigadores, a deputada entendia que isso seria melhor do que se divorciar de Anderson do Carmo.

Policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, da Polícia Civil do Rio de Janeiro, descobriram que Marzy pesquisou no Google por termos que a levassem a alguém para executar o serviço:

  • “Assassino onde achar”
  • “Alguém da barra pesada”
  • “Barra pesada online”

Marzy também fez buscas por venenos – o pastor foi hospitalizado ao menos cinco vezes com sintomas de envenenamento, segundo a polícia:

  • “Veneno para matar pessoa que seja letal e fácil de comprar”
  • “Cianeto de cobre”

Em depoimento, a própria Marzy confessou que procurou Lucas César dos Santos para contratá-lo para o assassinato do pastor Anderson. Lucas é um dos filhos adotivos do casal e assim como Marzy está preso pelo crime.

O depoimento de uma testemunha nas investigações relata que Lucas deixou a casa por não ser bem tratado, indo morar sozinho e passando a integrar uma facção criminosa.

De acordo com os relatos, esse novo perfil do rapaz teria agradado a Flordelis para a execução do plano. Para matar o pastor foi oferecido a Lucas a quantia de R$ 10 mil.

O pagamento estaria na mochila do pastor Anderson, que, segundo depoimentos, sempre carregava ao menos R$ 5 mil em dinheiro. Relógios também foram prometidos ao rapaz para a execução do crime. Entretanto, Lucas divulgou o plano a outras pessoas.

Os relatos, em mensagens de texto, chegaram ao Ipad do pastor Anderson, que foi perguntar a outros filhos do casal o que estava acontecendo.

A investigação aponta que, na madrugada de 16 de junho de 2019, horas antes do crime, Marzy recebeu uma mensagem de texto, sem sentido para os policiais, de Flordelis, por volta de meia-noite.

Às 3h da madrugada, meia hora antes do crime, Marzy estava fora da casa onde Anderson foi executado com mais de 30 tiros. Os policiais descobriram que ela ainda estava acordada e circulando. Às 3h30, o pastor Anderson do Carmo foi assassinado.

Agência da Receita Federal é fechada após 21 funcionários testarem positivo para a Covid-19 em Campos

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A agência da Receita Federal em Campos foi fechada nesta terça-feira (25) após 21 funcionários testarem positivo para a Covid-19. De acordo com a unidade, 36 colaboradores passaram pelo exame, realizado por profissionais do Hospital Plantadores de Cana.

Ainda segundo a Receita, após o resultado, os funcionários foram dispensados imediatamente e aqueles que testaram positivo foram orientados a cumprir a quarentena de 15 dias.

O prédio da Receita Federal em Campos ficará fechado até sexta-feira (28), para a realização do procedimento de desinfecção.

Todos os servidores da unidade repetirão o teste, segundo a Receita Federal, pois há casos em que as retestagens não confirmam os resultados positivos do primeiro exame, “uma vez que as técnicas de aplicação podem variar, a depender do tipo de kit usado no procedimento”, afirma em nota.

A unidade é a única do município e é responsável por atender diversas cidades do entorno.

Com informações do G1.

Hacker que extorquiu padre Robson vivia romance com o pároco, apontam documentos

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As investigações que apuram lavagem de dinheiro envolvendo o padre Robson de Oliveira Pereira começaram depois que o pároco foi vítima de extorsão. Um dos responsáveis pelo episódio, que aconteceu em 2017, é um hacker que mantinha um relacionamento amoroso com o padre Robson, apontam documentos da Justiça. As informações são do G1.

De acordo com o juiz Ricardo Prata, o hacker que mantinha um romance com o padre Robson seria Welton Ferreira Nunes Júnior. Ele e mais quatro envolvidos na invasão dos celulares e dos e-mails do padre foram condenados.
“Observa-se que os acusados foram responsáveis por transmitir as ameaças à pessoa da vítima [Robson], por meio de mensagens em aplicativos e e-mails. Nessas, disseram os acusados que a vítima possuiria relacionamento amoroso com diversas pessoas, inclusive com o próprio Welton”, revela documento referente à investigação do caso.
Os chantagistas teriam intimidado padre Robson, fazendo com que ele efetuasse pagamentos para que os conteúdos encontrados não fossem divulgados para a imprensa ou para o Vaticano.
Um desses valores levantou suspeitas por parte do Ministério Público e foi a partir desse ponto que começaram as investigações dos gastos da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), entidade presidida pelo padre.
Ao todo, em troca do arquivamento das mídias, padre Robson pagou R$ 2,9 milhões para os chantagistas com dinheiro da Afipe. O pároco afirma que ele tinha receio de prejudicar a própria imagem e a Afipe caso os conteúdos encontrados pelo hacker fossem divulgados.
Além disso, os promotores apuram se R$ 120 milhões doados por fiéis à Afipe foram utilizados por padre Robson para comprar uma casa na praia, fazendas e outros itens.

Covid-19: Brasil registra 1.271 novas mortes em 24h, total vai a 116.580

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O Brasil registrou 1.271 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos pela doença a 116 580, segundo dados divulgados, nesta terça-feira, pelo Ministério da Saúde.
Com 47.134 novos registros da doença, o número total de confirmações de covid-19 no País chegou a 3.669.995. Desses, 2 848.395 (77,6%) correspondem aos que se recuperaram da infecção e 705.020 (19,2%) estão ainda em acompanhamento.
O dado do ministério não significa que todas as mortes ocorreram nas últimas 24h. Os casos, no entanto, estavam em investigação e foram confirmados neste período. Há cerca de 2.868 mortes em investigação.
O Estado de São Paulo tem um total de 765.670 casos confirmados da doença e 28.912 óbitos. A Bahia tem 240.939 registros da covid-19 e 5.051 mortes. O Rio de Janeiro registra 214.003 casos de covid-19 e 15.560 mortes.

Criminosos roubam cerca de R$ 40 mil de supermercado em Guarus

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Bandidos armados renderam um funcionário e levaram cerca de R$ 40 mil de um supermercado localizado na Avenida Zuza Mota, no Parque Alvorada, em Guarus. O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira (24).

O funcionário estava levando a quantia para ser depositada em um banco quando foi rendido por dois criminosos que estavam em uma moto CB-300. O condutor da moto estava com uma jaqueta da empresa ENEL. Os criminosos levaram a mochila da vítima com toda a quantia.

O caso foi registrado na 146ªDP/Guarus, onde segue sob investigação. 

Ronaldinho Gaúcho e irmão podem deixar a prisão no Paraguai hoje

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Ofuturo do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão e empresário Roberto de Assis Moreira, presos em Assunção há cinco meses, será definido nesta segunda-feira. A Justiça do Paraguai marcou para essa data, às 14 horas locais (15 horas de Brasília), uma audiência que vai julgar o caso dos dois ex-atletas brasileiros. Nela, um juiz analisará se concederá a ambos a liberdade de retornar ao Brasil.

Ronaldinho Gaúcho e Assis são acusados de usarem passaportes falsos para entrar no Paraguai. Os dois foram presos em 6 de março e ficarem por cerca de um mês em um presídio de segurança máxima no país. Em abril, a Justiça do Paraguai aceitou a transferência para prisão domiciliar, em um hotel de Assunção, após fiança de US$ 1,6 milhão (o equivalente a cerca de R$ 8,5 milhões).

No último dia 7, os promotores pediram ao juiz a suspensão condicional do procedimento para que o ídolo do Barcelona e seu irmão possam retornar ao seu país. Com a audiência preliminar “termina basicamente uma das etapas do processo… é onde se analisa o requerimento conclusivo do Ministério Público e se cede a palavra à defesa”, explicou o juiz Gustavo Amarilla à rádio paraguaia Primero de Marzo.

O magistrado disse que na audiência, que será presencial e será realizada na sede do Poder Judiciário do Paraguai, perguntará aos acusados se estão de acordo com a proposta apresentada pelo Ministério Público.

Os promotores investigavam ainda suposta participação de Ronaldinho Gaúcho e o irmão em uma organização criminosa especializada em falsificação de documentos e lavagem de dinheiro no país sul-americano. Desde o início das investigações, a defesa dos ex-atletas brasileiros alega que os dois foram enganados e não sabiam que os passaportes tinham sido adulterados.

O caso envolvendo o ex-jogador brasileiro virou um escândalo no Paraguai e atingiu vários funcionários da Diretoria de Migração e do Departamento de Identificação, que emitem passaportes e cartões de identidade, além de fiscais do Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção. Dezoito pessoas foram detidas por envolvimento no caso.

Em março, a Justiça havia determinado que Ronaldinho Gaúcho e o irmão precisavam permanecer detidos durante a investigação. O inquérito poderia durar até seis meses para ser concluído, de acordo com as leis paraguaias.

Igreja católica afasta padre Robson das funções religiosas

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Aarquidiocese de Goiânia suspendeu temporariamente o direito do padre Robson de Oliveira de realizar celebrações. Em decisão tomada no domingo, 23, a arquidiocese definiu que o padre, que é investigado pelo Ministério Público de Goiás por supostos desvios de doações de fiéis em valores que podem superar R$ 120 milhões, está proibido de qualquer ato de ministério sacerdotal, como a absolvição de pecados e pregação, assim como “participar, realizar e protagonizar programas de televisão, rádio ou internet”. Segundo o decreto, o religioso está afastado de suas funções religiosas até janeiro de 2022.

A nota sobre a revogação foi assinada pelo Arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, e pelo chanceler Dom Levi Bonatto e tem como justificativa “a necessidade de prevenir escândalos, garantir o curso da justiça e tutelar a fé, bem como investigar as acusações realizadas contra o padre Robson de Oliveira”.

O padre já havia se afastado da reitoria do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, de Trindade (GO), e da presidência da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), entidade que recebe e administra os recursos recebidos em doação.

De acordo com o decreto, padre André Ricardo assumiu o cargo de padre Robson na Basílica de Trindade.

Em vídeo divulgado no sábado, 22, padre Robson havia manifestado o interesse em continuar com as orações transmitidas diariamente pela TV Divino Pai Eterno, o terço e a novena, logo após se afastar das atividades administrativas da igreja e da associação.

Em nota encaminhada à imprensa na noite de domingo, 23, pela assessoria, o religioso afirma que “recebe com humildade a revogação temporária do uso de ordens. Trata-se de um procedimento previsto no direito canônico” e que ele seria “o maior interessado no esclarecimento de todas as questões e na total transparência de todas as suas ações”.

Operação Vendilhões

Padre Robson é investigado pela Operação Vendilhões, deflagrada na sexta-feira, 21, por suposta apropriação indébita, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos e sonegação fiscal.

Acatando o pedido do MP, a juíza Placidina Pires, da Vara de Feitos Relativos a Organizações Criminosas e Lavagem de Capitais, determinou a busca e apreensão em 16 endereços ligados ao padre Robson, inclusive na TV Pai Eterno. Ela não atendeu ao pedido de prisão do padre.

Na decisão, a juíza afirma que, “além da suposta utilização das doações dos fiéis para a aquisição de imóveis de elevado valor econômico, infere-se que investigados estariam envolvidos em um articulado esquema criminoso voltado ao desvio de verbas das Afipe e à consequente lavagem, dissimulação e ocultação dos recursos, por meio de ‘laranjas’ e empresas de ‘fachada’ – com vistas a dificultar o rastreamento do dinheiro e posterior ressarcimento dos danos suportados pela entidade religiosa”.

O advogado Pedro Paulo Medeiros afirma que os imóveis citados na denúncia do MP fazem parte das aplicações da Afipe, cujo lucros foram destinados à construção da nova Basílica, à compra da TV Pai Eterno e rádios e à construção de igrejas.

A investigação teve início em 2018, quando padre Robson foi vítima de extorsão e teria pago R$ 2 milhões para não ter vídeos expostos na internet. O advogado admite o pagamento da chantagem com recursos da Afipe, mas afirma que os pagamentos foram feitos de forma simulada sobre a orientação da polícia que investigava o caso.

Esposa é suspeita de matar agente penitenciário durante briga

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O agente penitenciário Misael Almeida Carvalho, de 44 anos, foi assassinado na madrugada desta segunda-feira (24), durante uma discussão com a sua esposa, identificada como F. R. M., de 37 anos. 

Segundo informações da Polícia, F. alegou que Misael a ameaçou com uma arma, dando um tiro na sala de casa que atingiu a parede, foi quando ela reagiu, pegando a arma da vítima e atirando contra ele, atingindo no peito de Misael.

Após perícia na casa onde aconteceu o crime, foi constatado que houve ocultação de provas e o corpo da vítima foi arrastado. Vizinhos chegaram a encaminhar Misael para o Hospital Ferreira Machado (HFM), mas ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. F. foi presa em flagrante e encaminhada para a 134ªDP/Guarus, onde o caso foi registrado.