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Governo Bolsonaro pagou R$ 47 milhões à JBS em compras, diz revista

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A JBS recebeu R$ 47 milhões do governo Jair Bolsonaro (sem partido) para fornecer carne aos militares, segundo a revista Crusoé. De acordo com a publicação, o cardápio contratado inclui peças de picanha, maminha e filé mignon.

Segundo a Crusoé, desde a posse de Bolsonaro, no início de 2019, o frigorífico dos irmãos Joesley e Wesley Batista fechou 30 negócios com o Ministério da Defesa para fornecer alimentos congelados aos militares do Exército e da Marinha.

Na última semana, a Crusoé também revelou que a JBS pagou R$ 9 milhões a Frederick Wassef, ex-advogado do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), nos últimos cinco anos.

Os repasses foram identificados pelo MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) por meio de um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

Os promotores do MP investigam a relação de Wassef com Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e suspeito de envolvimento em um esquema de “rachadinha” na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), quando o filho do presidente era deputado. Queiroz foi encontrado e preso em uma casa de Wassef em junho, em Atibaia (SP).

Na quinta-feira (20), a PGR (Procuradoria-Geral da República) informou que vai pedir informações ao MP sobre os supostos pagamentos.

O objetivo da PGR é descobrir se esses repasses tiveram alguma influência no acordo de colaboração premiada firmado pelo órgão com os donos da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista. Se forem verificadas irregularidades, esses pagamentos poderão reforçar os indícios de omissão nos acordos de delação.

Flordelis é denunciada como mandante de morte do marido

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Na manhã desta segunda-feira (24), a Polícia Civil cumpriu 11 mandados de prisão e outros de busca e apreensão contra  Flordelis (PSD-RJ) e familiares da deputada.

A parlamentar foi denunciada pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) e a Polícia Civil como a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, morto em 2019. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Criminal de Niterói.

Os mandados foram cumpridos na casa onde mora a deputada, em São Gonçalo, Rio de Janeiro e Brasília, onde ela possui um apartamento funcional. Os filhos de Flordelis e uma neta foram presos.

Como tem foro privilegiado, a parlamentar não será presa agora.

Gilberto Kassab, presidente do PSD, já comentou sobre o assunto informou que irá suspender a filiação de Flordelis e que o partido poderá expulsar a deputada.

Bolsonaro ameaça repórter após pergunta sobre Queiroz: ‘Vontade de encher sua boca de porrada’

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O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo, ter “vontade de encher de porrada” um jornalista do jornal O Globo em frente à Catedral Metropolitana de Brasília.

Durante uma visita a feirinha de artesanato no local, ao descer do carro, Bolsonaro foi questionado pelo jornalista sobre repasses de R$ 89 mil feitos por Fabrício Queiroz, ex-assessor de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, feitos à primeira-dama Michelle Bolsonaro.
“Vontade de encher tua boca de porrada”, respondeu Bolsonaro ao repórter. Jornalistas que acompanhavam a visita questionaram se a declaração era uma ameaça, mas o chefe do Executivo não respondeu mais e seguiu com a visita. Depois, voltou ao Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. O Palácio do Planalto foi questionado pelo Estadão sobre o teor da frase, mas não se manifestou.
Movimentações do extrato bancário de Márcia de Oliveira Aguiar, anexados à investigação sobre suposto esquema de ‘rachadinha’ no gabinete do senador Flávio Bolsonaro enquanto era deputado estadual no Rio, registram que seis cheques da mulher do ex-assessor Fabrício Queiroz foram compensados em favor da mulher do presidente Jair Bolsonaro em 2011, totalizando R$ 17 mil. Somados aos depósitos feitos por Fabrício tempos depois, o total chega a R$ 89 mil.

“O pai ta off”: PSG de Neymar perde final da Champions League para o Bayern

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OBayern de Munique conquistou o título da Liga dos Campeões neste domingo (23), no estádio da Luz, em Lisboa (Portugal), após derrotar o PSG por 1 a 0. As expectativas neste jogo se concentravam no brasileiro Neymar e no polonês Lewandowski, principais candidatos a heróis do jogo. Porém, quem definiu o confronto a favor do time da Alemanha foi um jogador formado na equipe francesa, o atacante Coman.

Com a conquista deste domingo, em um grande jogo de bola, o Bayern alcança seu sexto título na principal competição de clubes do Velho Continente, após as conquistas nas temporadas 1973-1974, 1974-1975, 1975-1976, 2000-2001 e 2012-2013.

O Bayern começou a partida mantendo mais a posse de bola, pressionando a defesa do PSG. Mas a equipe francesa demonstrou que também queria a vitória, e também adiantou suas linhas para dificultar o jogo do time alemão.

Em um confronto que se mostrava tão parelho desde os primeiros minutos, as expectativas se concentravam nos jogadores que podiam desequilibrar, Lewandowski e Neymar.

E a primeira boa chance de Neymar surge aos 17 minutos, quando o brasileiro recebe do francês Mbappé e bate cruzado para defesa parcial de Neuer. A bola acaba sobrando com o camisa 10 do PSG, que tenta passe para o meio da área, mas o goleiro alemão volta a defender com os pés. Grande lance.

E o Bayern responde quatro minutos depois. O polonês Lewandowski recebe lançamento na área, domina com categoria, gira e finaliza para acertar a trave do gol defendido por Navas.

Aos 23 Neymar volta a criar nova chance, quando puxa contra-ataque e toca para Di Maria, que tabela com Herrera para depois finalizar por cima do gol do time alemão.

Com o passar do tempo o Bayern conseguiu se livrar da marcação sob pressão do PSG, e passou a dominar as ações e a criar boas chances de abrir o marcador. Uma delas vem aos 31, quando Lewandowski cabeceia com perigo de dentro da área, e obriga Navas a fazer difícil defesa.

O time francês passa a ter dificuldades de criar boas oportunidades, e passa a apelar para lançamentos longos, o que dificulta o trabalho de Neymar, Di Maria e Mbappé.

Mas o PSG consegue chegar com perigo aos 45 minutos, quando Alaba vacila na saída de bola, e Mbappé rouba a bola e tabela com Ander Herrera antes de finalizar, fraco, para defesa de Neuer.

Um minuto depois o Bayern pede pênalti, quando Coman cai na área em lance em que disputa a bola com Kehrer. Porém, o juiz fala que não é nada.

Final de um primeiro tempo muito movimentado e equilibrado, mas sem gols, com o Bayern tendo 62% de posse de bola e alcançando cinco finalizações, enquanto o time francês ficou apenas 32% do tempo com a bola, chutando a gol em seis oportunidades.

A etapa final começa com o Bayern valorizando a posse de bola, enquanto o PSG fica mais na defesa aguardando uma oportunidade de partir em velocidade para o ataque.

E foi justamente após um contra-ataque do PSG que nasce o gol do Bayern de Munique. Aproveitando o espaço dado pela equipe francesa, o time da Alemanha puxa rápido contra-ataque, que termina em cruzamento de Kimmich para Coman, que cabeceia colocado para vencer Navas aos 14 minutos.

A ironia deste gol é que o atacante francês Kingsley Coman foi formado justamente pelo PSG, sua primeira equipe profissional. É a lei do ex entrando em ação.

Três minutos depois o Bayern quase chega ao segundo, em jogada muito parecida, que culminou em nova cabeçada de Coman, mas desta vez o brasileiro Thiago Silva consegue afastar a bola.

Com desvantagem no marcador o time francês tem que se arriscar no ataque. E as chances começam a aparecer, primeiro com o brasileiro Marquinhos aos 24 minutos, que chuta para defesa de Neuer, e depois com Neymar, aos 28, com chute de fora da área que vai por cima do gol da equipe alemã.

Mas, com a vantagem no placar, o Bayern é eficiente e consegue controlar as ações até o apito final.

Morre aos 73 anos o despachante Adão Faria

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Morreu na tarde deste domingo (23), o despachante e ex-presidente da ACIC, Adão Faria, vítima de um infarto. Familiares chegaram a prestar socorro, mas ele não resistiu e veio á óbito.

O corpo de Adão está sendo velado no Cemitério Campo da Paz, e seu enterro está marcado para às 11h30 desta segunda-feira (24).

Criminosos roubam grande quantidade de dinamite em pedreira de Campos

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Criminosos roubaram na madrugada deste sábado (22), 21 caixas de dinamite que seriam utilizadas em uma pedreira no interior de Campos, na RJ-190, entre as localidades de Itereré e Morangaba.

Segundo a Polícia, os criminosos utilizaram um maçarico para arrombar o local. As câmeras de segurança do local estão sendo trocadas, o que facilitou o furto.

O crime foi registrado na 134DP/Centro, onde segue sob investigação.

Imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida chega a Campos

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Católicos e devotos de Nossa Senhora Aparecida em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, estão contando as horas para a chegada da imagem peregrina, que vem direto da Basílica de Nossa Senhora, em Aparecida, no interior paulista.

A celebração de recepção vai acontecer no Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que fica no Parque Rosário em Campos, neste domingo (23). A imagem vai ficar na região por 1 ano e vai percorrer outras paróquias.

Durante uma semana, os fiéis vão poder fazer a visitação e participar de missas, mas tudo seguindo o decreto municipal, que autoriza 30% de público na igreja, o que no Santuário equivale a cerca de 200 pessoas. Vai ser preciso tirar uma senha na secretaria para participar.

A visita estava programada desde o ano passado, mas ninguém contava com a pandemia e as mudanças trazidas por ela. Por isso, ainda é difícil estabelecer a programação para os outros meses na cidade, já que a Diocese de Campos tem 66 paróquias, sem contar as 792 capelas e 10 foranias.

A região compreende além de Campos, outras cidades do Norte e Noroeste Fluminense.

“A proposta é ir em todas as paróquias da Diocese, uma realidade que não era esperada porque chegou a pandemia, exatamente por isso, algumas paroquias não conseguiram se adequar e estão fechadas. Precisamos nos cuidar e muitos ficarem em casa, nesse sentido, temos os meios de comunicação da igreja que vão transmitir ao vivo todas as missas”, conta o reitor do Santuário, Luis Carlos de Carvalho.

A informação da igreja é que, saindo do Santuário, a imagem vai seguir para o Farol de São Thomé, para atender nove foranias e as igrejas do distrito.

Muitos devotos de Nossa Senhora Aparecida já se preparam para esse momento, principalmente quem tem milagres atribuídos à Santa.

A doceira Maria Lúcia Linhares, conta que há 25 anos, a filha sofreu um acidente em casa, a criança ficou por muito tempo hospitalizada e a graça da cura, ela atribui à Padroeira do Brasil.

“Foi um tempo de jejum e oração, muito joelho no chão. Minha filha tinha dois anos, quando um pedaço de ferro pesando 50 Kg caiu em cima dela. Acreditando no milagre e na intercessão de Nossa Senhora, me entreguei à fé. Os médicos falaram que não tinha jeito, mas pela Nossa Senhora ela viveu. Hoje, ela se forma em Direito e também serve à igreja”, afirma Lúcia.

Muitas são as curas atribuídas à Nossa Senhora Aparecida.

Tânia Maria Ferreira, servidora pública, também se viu diante de uma situação que só a fé poderia trazer as notícias boas. A afilhada sofreu um acidente de carro e passou quase um ano hospitalizada, mas todo o sofrimento foi entregue à Santa. Nesses momentos tristes da pandemia, Tânia conta, que só o colo da “Mãe” de Jesus pode nos acalentar.

“A vinda de Nossa Senhora nesse momento é como Maria dizendo ‘não temas, eu estou aqui, levo sua dor e seu sofrimento. Tenho conhecimento do que está vivendo e o colo de Nossa Senhora vai transformar essa situação se mantivermos a nossa fé'”, afirmou Tânia.

Fonte: G1

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 47 milhões

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Ninguém acertou as seis dezenas da Mega-Sena sorteadas nesse sábado (22) à noite no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. Os números sorteados no Concurso 2.292 foram 06, 16, 18, 33, 42 e 57.

A quina teve 94 acertadores e cada um vai receber o prêmio de R$ 36,3 mil. Os 5.865 ganhadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 831,43. A estimativa de prêmio do próximo concurso, na quarta-feira (26), é de R$ 47 milhões.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50. A probabilidade de ganhar o prêmio milionário, com a aposta simples, é de 1 em 50.063.860, de acordo com a Caixa.

Covid-19: Brasil tem mais 1.054 mortes e 30.355 casos confirmados

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Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 1.054 mortes por covid-19 e 30.355 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Os dados foram apresentados no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta sexta-feira(21).

Com isso, o total de óbitos chegou a 113.358. O resultado marcou um aumento de 1% sobre ontem, quando o painel trazia 112.304 falecimentos.

Ainda conforme a atualização do Ministério da Saúde, o total de casos confirmados acumulados chegou a 3.532.330. A soma representou crescimento de 0,8% sobre ontem, quando o número de pessoas infectadas desde o início da pandemia estava em 3.501.975.

A atualização do Ministério registrou ainda 748.217 pessoas em acompanhamento e outras 2.670.755 que já se recuperaram.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,2%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 53,9. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1680,9.

Os estados com mais mortes são:1- São Paulo (28.155)2 – Rio de Janeiro (15.202)3 – Ceará (8.268),4 – Pernambuco (7.335)5 – Pará (6.037).As unidades da federação com menos óbitos:1 – Tocantins (556)2 – Roraima (576)3 – Acre (598)4 – Amapá (627)5 – Mato Grosso do Sul (696)

Os estados com maior presença da pandemia são:1 –  São Paulo (735.960)2 – Bahia (229.743)3 – Rio de Janeiro (207.036)4 – Ceará (202.999)5 –  Pará (186.646).

As Unidades da Federação com menos infectados até o momento são:1 –  Acre (23.337)2 – Mato Grosso do Sul (40.711)3 – Tocantins (41.848)4 – Amapá (40.875)5 – Roraima (41.191)

Testes rápidos do Ministério da Saúde têm nova data em Campos

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O quarto ciclo do mapeamento do Ministério da Saúde que estima o real número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no Brasil tem nova data para Campos. Pesquisadores do Ibope Inteligência estarão no município para coletaram testes entre os dias 27 e 30 de agosto.
O novo ciclo segue a mesma metodologia das três anteriores. Cerca de dois mil entrevistadores do IBOPE Inteligência voltam às ruas para visitar residências e realizar testes rápidos e entrevistas com 250 moradores em cada município incluído no estudo, totalizando amostra nacional de 33.250 participantes somente nesta etapa da pesquisa.
Para a pesquisa em cada domicílio é escolhido um morador para participar do inquérito. Durante a visita será aplicado um questionário sobre a existência de doenças preexistentes e possíveis sintomas de Covid-19 nos últimos 30 dias, além da realização de um teste sanguíneo rápido que utiliza metodologia por punção digital.
Em caso de dúvidas, os participantes podem entrar em contato para informações sobre as visitas às casas pelos telefones 0800-800-5000, (11) 3335-8583, (11) 3335-8606; (11) 3335-8610, ou pelos e-mails [email protected] e [email protected].
– Ascom Campos

Hemocentro Regional mantém apelo por doações

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Com estoques muito baixos, principalmente depois da pandemia do novo coronavírus, o Hemocentro Regional do Hospital Ferreira Machado reforça o apelo por doações urgentes de sangue. Com o atual quadro, estão sendo atendidos apenas os casos de urgência e emergência. As cirurgias eletivas seguem suspensas.
– Precisamos de uma média de 70 bolsas de sangue todos os dias, mas as doações estão oscilando entre 10 e 20. Mesmo com as doações feitas na nossa unidade móvel, elas não têm sido suficientes para suprir a necessidade – explica Rosângela Soares, assistente social do Hemocentro, lembrando que a unidade é responsável por abastecer todo o Norte e Noroeste Fluminense.
A assistente social informa que todos os cuidados foram redobrados após a pandemia, o que não justifica o receio. “Além dos cuidados como álcool em gel à vontade e distanciamento na sala de espera, lembramos que a entrada do Hemocentro é separada da entrada do Hospital Ferreira Machado, o que dá total segurança ao doador”, acrescenta, lembrando que o Hemocentro funciona todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados, das 7h às 18h.
Para doar, basta ter entre 16 e 60 anos, ou até 69 (caso tenham doado antes dos 60), e peso acima de 50 kg, bastando apresentar documento original com foto. É necessário estar descansado e não ter praticado atividades físicas intensas pelo menos cinco horas antes. É preciso estar bem nutrido e não ter consumido alimentos gordurosos nas três horas anteriores à doação.
– Ascom – Prefeitura de Campos

Campos: Décima sétima edição do Informe Epidemiológico está disponível

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Foi disponibilizada nesta terça-feira (18) a 17ª edição do Informe Epidemiológico da Covid-19 em Campos. A análise é feita pela Vigilância em Saúde do município com dados de casos registrados até 14 de agosto.

Acesse AQUI o Informe.

  • Ascom – Prefeitura de Campos

Junta Militar de Campos atende em novo endereço

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A Junta de Serviço Militar 041, em Campos, está funcionando em novas instalações: no segundo piso da Rodoviária Roberto Silveira, na Avenida José Alves de Azevedo, s/nº, no Centro.
O secretário da Junta 041, Fabiano Silva, destaca que o atendimento presencial acontece de segunda a sexta, das 8h às 12h, em horário reduzido enquanto durar a pandemia do novo coronavírus.
De acordo ainda com o secretário da Junta, Fabiano Silva, a readequação do espaço permite também maior segurança no atendimento, considerando os protocolos em tempos de pandemia do novo coronavírus, principalmente quanto à ventilação e o distanciamento na fila de atendimento.
O alistamento também pode ser feito online (AQUI) até 30 de setembro. Fabiano Silva orienta ainda que apenas se dirija à Junta o cidadão que está resolvendo a vida militar. “Para evitar aglomeração, pedimos que não venham com acompanhantes. Com exceção para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”,disse.
Mais informações através do telefone (22) 981688086, ligação e WhatsApp.

Caixa paga auxílio emergencial para beneficiários do Bolsa Família

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A Caixa continua pagando hoje (20) a quinta parcela do auxílio emergencial para os beneficiários do programa Bolsa Família. A cada dia, o saque é liberado a um novo grupo conforme o final do Número de Identificação Social (NIS). Ao todo, 19,2 milhões de pessoas cadastradas no programa receberão o dinheiro até 31 de agosto.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19.

Nesta quinta-feira (18), é a vez dos beneficiários com NIS final 3 que podem realizar o saque em espécie. Os primeiros a receber foram os beneficiários com NIS final 1, na última terça-feira (18). Ontem (19), foi a vez daqueles com NIS final 2. O pagamento segue em ordem crescente até chegar ao NIS 9 no dia 28 e termina com o NIS 0, no dia 31. Não há pagamentos nos finais de semana.

Como é

O recebimento do auxílio emergencial por este público é feito da mesma forma que o benefício regular do Bolsa Família, utilizando o cartão nos canais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui ou por crédito na conta Caixa Fácil.

O auxílio emergencial já beneficiou 66,4 milhões de pessoas. Destes, 19,2 milhões são do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e 36,7 milhões se cadastraram pela primeira vez para receber recursos do governo federal.

Governo do Estado estabelece retomada das aulas presenciais a partir do dia 14 de setembro

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O governo do Rio estabeleceu que as aulas presenciais na rede de ensino privada poderão ser retomadas a partir do dia 14 de setembro, e na pública, inclusive nas unidades de ensino superior, no dia 5 de outubro. Decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial desta quarta-feira. A medida vale apenas para regiões que permaneçam em baixo risco de contaminação pela covid-19 por, no mínimo, duas semanas seguidas antes da data prevista para a abertura.
Ainda de acordo com o decreto, estão autorizados, a partir desta quinta-feira (20), o funcionamento e a reabertura de estabelecimentos culturais somente para as regiões da Baía da Ilha Grande, Baixada Litorânea, Metropolitana I, Metropolitana II, Noroeste, Norte e Serrana (bandeira amarela).
Para as salas de cinema, está prevista a retomada parcial com 40% das ocupações ou 2 metros de distanciamento, além do cumprimento de todos os protocolos sanitários desenvolvidos pela Federação Nacional Das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), e aprovado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Secretaria de Estado de Saúde.
Já as salas de teatro, de concertos e centros culturais poderão abrir com 1/3 das ocupações dos espaços, desde que respeitadas as orientações e as normativas segundo o Protocolo de Segurança Sanitária elaborado pela Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (FUNARJ).
Transporte de detentos
O decreto também prevê que, a partir de 1° de setembro, o transporte de detentos para audiências estará liberado, de forma gradativa e observando os protocolos definidos pelas autoridades sanitárias.
Restrições mantidas
Até o dia 4 de setembro seguem suspensas a realização de eventos com a presença de público, como evento desportivo com público, show, feira, evento científico, comício, passeata, além da permanência, pela população, nas praias, lagoas, rios e piscinas públicas.
Também é obrigatório o uso de máscaras de proteção respiratória em espaços públicos, transportes públicos, estabelecimentos comerciais e repartições públicas estaduais.
Funcionamento mantidos
O decreto mantém a recomendação às prefeituras fluminenses de reabertura gradual de setores do comércio e da indústria, de acordo com as especificidades de cada cidade, em horários específicos para evitar aglomerações. Os municípios têm autonomia para manter suas determinações e regras.

Preso principal suspeito de estuprar criança de 10 anos no ES; prisão aconteceu em MG

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A equipe da Polícia Civil de São Mateus confirmou a prisão, realizada na madrugada dessa terça-feira (18), na região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A equipe está em deslocamento para o Espírito Santo. Mais detalhes serão divulgados assim que possível.

O Governador Renato Casagrande usou as redes sociais para falar sobre o caso. “A nossa polícia efetuou nesta madrugada a prisão do estuprador da menina violentada no interior do ES. Que sirva de lição para quem insiste em praticar um crime brutal, cruel e inaceitável dessa natureza. Detalhes da operação serão repassada pela equipe segurança ainda hoje”.

O homem de 33 anos suspeito de estuprar e engravidar a própria sobrinha, uma menina de 10 anos, em São Mateus, no norte do Estado, já foi preso por tráfico de drogas e cumpriu pena entre 2011 e 2018. As informações são da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).

Ainda de acordo com a Sejus, o suspeito deu entrada no sistema prisional do Estado em maio de 2011 e, em março de 2017, foi beneficiado com a progressão da pena para o regime semiaberto, quando o detento pode trabalhar durante o dia e voltar para a prisão para passar a noite.

A Sejus informou ainda que o suspeito saiu da cadeia um ano depois da conversão da pena, em março de 2018. De acordo com a secretaria, o homem cumpriu pena em unidades de regime fechado e semiaberto, sendo a última na Penitenciária Regional de Linhares, também no norte do estado.

Bolsonaro cobra de Guedes controle menos rígido dos gastos públicos

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Animado com o aumento da popularidade, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem cobrado do ministro Paulo Guedes (Economia) postura menos resistente ao aumento de gastos públicos. O foco são obras e benefícios sociais.

Segundo relatos feitos ao jornal Folha de S.Paulo, o presidente se queixou na semana passada a deputados aliados de que o ministro precisa ser menos inflexível e intransigente em relação aos recursos orçamentários.

Guedes teria de entender que a política econômica precisa estar em sintonia com o projeto de governo.A principal reclamação do presidente, de acordo com assessores palacianos, é que o ministro é mais propenso a negociar a liberação de recursos solicitados por deputados e senadores, mas adota uma posição mais rígida quando o pedido é feito por integrantes da equipe ministerial.

A discussão gira em torno do respeito ao teto de gastos. A regra limita o aumento das despesas à inflação do ano anterior.

Há pressão para a inclusão de obras no chamado Orçamento de guerra que, dentro do estado de calamidade durante a pandemia, flexibiliza os gastos para ações de combate ao novo coronavírus.Economistas especializados em contas públicas veem os gastos extras com obras, neste momento, como uma manobra para contornar o teto e angariar votos em redutos políticos, mesma percepção de Guedes.

Pessoas próximas à equipe econômica, porém, contam que Guedes tem ponderado com Bolsonaro que ele, na posição de presidente, tem autonomia para decidir como sua gestão vai usa os recursos. Porém, o presidente precisa ficar atento ao fato de que os limites do teto são definidos em norma constitucional.

O ministro tem dito também que os gastos de mais de R$ 700 bilhões adicionais para o combate à pandemia é amparado pelo estado de calamidade, mas que a regra não permite ampliar despesa com obras que não têm relação com a pandemia.

O ministro estaria ainda, contam os interlocutores, alertando Bolsonaro que insistir nesses gastos seria seguir os passos da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e abrir espaço para que opositores entrem com um processo de impeachment.

Guedes também, contam, teria feito ponderações políticas e explicado ao presidente que não precisa se arriscar e gastar com obras agora. Pode esperar até o ano que, quando a situação econômica e fiscal tende a melhorar e as obras poderão ser incluídas formalmente no Orçamento.

O chefe da Economia teria dito ainda que, pensando pelo aspecto político, o auxílio emergencial, concedido dentro do permitido pela legislação, já teve um efeito positivo para sua popularidade.

Na semana passada, o impasse sobre o dinheiro extra para obras neste ano parecia ter sido solucionado e haveria como atender as demandas, particularmente as dos ministros Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

Haviam sido identificadas sobras de recursos definidos nas MPs (Medidas Provisórias) 909 e 938 para o socorro aos estados -cerca de R$ 7 bilhões em uma e outros R$ 8 bilhões na outra.

Os R$15 bilhões seriam redistribuídos. Ficariam para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), R$ 5 bilhões para emendas; para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), outros R$ 5 bilhões; e o restante seria, como crédito extraordinário, para o Executivo destinar a obras.

Ocorre que Maia, na sequência, disse que o uso dos R$ 5 bilhões das MPs para obras do Executivo era inconstitucional. Não poderiam ser considerados recursos extraordinários, mas ordinários.

A discussão sobre dinheiro para obras, então, voltou à estaca zero, e também o bombardeio sobre a postura de Guedes.

A integrantes da equipe econômica, o ministro da Economia conta que se sente amparado pelo presidente. Porém, seu posicionamento tem incomodado auxiliares de Bolsonaro no núcleo militar, no setor de infraestrutura e congressistas do bloco do centrão.

O grupo de deputados já começou no fim de semana a até aventar uma saída do “Posto Ipiranga”. Eles defendem o nome do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, como possível substituto.

O presidente disse a dois assessores próximos, no entanto, que não pretende abrir mão de Guedes neste momento. Bolsonaro avalia que ele representa um ativo importante, sobretudo para ampliar a credibilidade do governo junto ao setor empresarial, um dos pilares de sustentação da atual gestão.

De acordo com deputados bolsonaristas, no entanto, o presidente tem lembrado que ninguém é insubstituível. Apesar de respeitar a posição dos integrantes de sua equipe, ele diz que quem toma a decisão é ele.

Para validar essa leitura, Bolsonaro lembra de outros dois nomes que eram tidos como indemissíveis. Cita então os ex-ministros Luiz Henrique Madetta (Saúde) e Sergio Moro (Justiça).

Apesar da comoção e do desgaste provocados no curto prazo, a avaliação é que as saídas não causaram fortes danos à imagem do Executivo.

Em mais de uma ocasião, Bolsonaro reafirmou ser favorável à estratégia de Marinho e Tarcísio de tentar encontrar uma brecha para investimentos públicos.

Porém, a repercussão negativa de um eventual desrespeito ao teto fez com que Bolsonaro recuasse.

Com isso, ele adiou pontos estratégicos do Plano Pró-Brasil, que deve avançar em obras públicas apenas em 2021.

A iniciativa deve se resumir neste ano a decretos regulatórios e recursos privados.

O presidente, segundo assessores palacianos, já pediu a Guedes e a Marinho que cheguem a um meio-termo. Um acerto lhe permitira cumprir uma agenda de inaugurações sem que desvirtue por completo o ajuste fiscal.

O assunto deve ser discutido entre o presidente e Guedes nesta segunda-feira (17), após retorno de Bolsonaro de Sergipe para inauguração de uma usina termelétrica. O ministro Braga Netto (da Casa Civil) participará do encontro.

Aliados de Bolsonaro argumentam que uma brecha para ampliar as obras sem descumprir o teto de gastos estaria na emenda constitucional do Orçamento de guerra. Ela foi aprovada para dar ao Executivo ferramentas para ajudar no combate à pandemia.

O texto autoriza que, no contexto do estado de calamidade e dos efeitos sociais e econômicos decorrentes da pandemia do coronavírus, o Executivo poderia contratar obras e serviços em caráter emergencial e temporário.

O texto, argumentam, traria segurança jurídica ao governo para aplicar recursos em obras durante a pandemia. No entanto, mesmo que a emenda dê ao Executivo essa prerrogativa, Guedes descarta essa possibilidade por causa do impacto nas contas do país.

A IFI (Instituição Fiscal Independente, órgão vinculado ao Senado) estima o déficit no país fique em R$ 877 bilhões, por causa da pandemia.

Mesmo que os gastos estejam amparados pela emenda constitucional, o governo federal terá de lidar com esse aumento do déficit para colocar o país novamente em uma trajetória de dívida sustentável.

Na semana passada, durou menos de 24 horas a defesa de Bolsonaro à manutenção do teto de gastos. Na quarta-feira (12), ele disse respeitá-lo. No dia seguinte, reconheceu que havia discussões para burlar a regra.

No sábado (15), em mensagem nas redes sociais, o presidente ressaltou de novo que tem compromisso com a responsabilidade fiscal. Ele ponderou, no entanto, o dever de implementar projetos que aumentem a segurança hídrica no país.

Na publicação, fez um aceno a Marinho, que vive em embates com Guedes, reproduzindo uma entrevista concedida pelo ministro do Desenvolvimento Regional. Em outro gesto de apoio ao ministro, Bolsonaro deve viajar na próxima sexta-feira (21) ao Rio Grande do Norte, reduto eleitoral do ex-deputado federal.

No Palácio do Planalto, assessores presidenciais dizem que a relação de Guedes e Marinho, que já era conturbada, piorou.

O estopim foi a entrevista do ministro da Economia anunciando uma debandada na pasta. Deixaram o governo os secretários Salim Mattar (Desestatização) e Paulo Uebel (Desburocratização).

Na entrevista, na terça-feira (11), Guedes criticou assessores presidenciais que aconselham Bolsonaro a furar o teto de gastos. O discurso expôs o racha na equipe ministerial.

O tom do ministro irritou até mesmo o presidente. Segundo ele, o “Posto Ipiranga” adotou uma posição agressiva.

Após o episódio, em reunião no Palácio da Alvorada, na quarta, o presidente pediu à equipe ministerial que entre em sintonia e evite discursos públicos que gerem ruídos. O recado, segundo presentes, foi para os dois ministros.

Em um projeto para aumentar as chances de ser reeleito em 2022, Bolsonaro montou um cronograma de inaugurações pelo país até o fim do ano. Ele ainda lançará medidas de impacto social na tentativa de diminuir a rejeição ao seu nome nas classes D e E.

O presidente disse a um deputado aliado que a meta a partir de agora é visitar pelo menos dois estados por semana. Nesta semana, ele deve desembarcar em Sergipe, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.

Segundo a mais recente pesquisa Datafolha, Bolsonaro apresentou a melhor avaliação de governo desde o início do mandato. O levantamento mostrou que 37% dos brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom, ante 32% da pesquisa anterior, feita em junho.

Datafolha: 47% acreditam que Bolsonaro não tem culpa pelas 100 mil mortes no Brasil

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Para 47% das pessoas, o presidente, Jair Bolsonaro, não têm culpa pelas 100 mil mortes nos Brasil causadas pelo novo coronavírus. É o que aponta a pesquisa Datafolha, divulgada na noite de sexta-feira. Uma semana depois do país bater a marca de óbitos pela Covid-19, o levantamento indica que 41% veem Bolsonaro como um dos culpados pela tragédia, mas não o principal. Já 11% acha que o presidente é o principal responsável; 2% não sabe.

A pesquisa foi feita nos dias 11 e 12 de agosto e foram entrevistados 2.065 brasileiros adultos, de todas as regiões e estados do país, que possuem telefone celular. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O Datafolha também perguntou aos entrevistados se Bolsonaro é responsável pelo avanço da pandemia no país. Os que discordam da afirmação somaram 49% — um aumento de quatro pontos percentuais em relação à última pesquisa, feita nos dias 25 e 26 de maio.

O que veem o presidente como muito responsável são 33%, mesma porcentagem do último levantamento, e 16% acreditam que Bolsonaro tem pouca responsabilidade pelo avanço do coronavírus do país — quatro pontos percentuais a menos em comparação a última pesquisa, cujo grupo somava 20%. O que responderam que não sabem ou não opinaram são 2%.

49% afirmam que Brasil não fez o necessário para evitar mortes

O instituto também sondou a opinião sobre se o Brasil fez o necessário para evitar as mais de 100 mil mortes pela pandemia: 49% disseram que não, enquanto 24% respondeu que a população fez, sim, o que era preciso; 22% afirmaram que nada que fosse feito evitaria o número de vítimas, e 6% não souberam responder.

Em comparação a pesquisa feita pelo Datafolha nos dias 23 e 24 de junho, a mesma pergunta teve as seguintes respostas: 54% acharam que o país não fez o necessário para evitar as mortes, enquanto 23% afirmaram o oposto; 19% respondeu que nada poderia ser feito e 5% não souberam.

A pesquisa divulgada na última sexta-feira perguntou ainda se o governador do estado do entrevistado tem responsabilidade pelo avanço da Covid-19 no território brasileiro. Os que responderam que não somam 55%, enquanto os que acham que é muito responsável, 24%; um pouco responsável, 18%, e não sabem, 3%.

Analítico:Nova pesquisa dá força à turma do deixa-disso de Bolsonaro

A mesma pergunta foi feita pelo Datafolha em um levantamento realizado em 25 e 26 de maio. Na época, 58% acharam que o governador não era responsável, 18% que era muito responsável, 20% que era um pouco responsável, e 3% não souberam ou não opinaram.

Por fim, o instituto também perguntou se os entrevistados saberiam dizer o nome do ministro da Saúde: 88% afirmaram não saber quem estar no cargo; 10% afirmaram que sabiam o nome do comandante da pasta, e 2% disseram outro nome.

Após ser reintegrado à PM, Gabriel Monteiro se despede da corporação para ser candidato

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Após ser reintegrado a PM, Gabriel Monteiro anunciou nas redes sociais que está se despedindo da corporação. Em um vídeo divulgado no Youtube, o policial diz que ou ele sai de cabeça erguida, ou não terá outra opção. “Eu vou ser destruído pelo sistema”, afirma. Entretanto, a “saída” na verdade é relacionada às eleições, pois ele é pré-candidato a vereador. Policiais militares deveriam pedir a desincompatibilização do cargo até a última quarta-feira para concorrerem no pleito.

Em uma parte do conteúdo, o agora ex-policial militar revela que saiu para ser pré-candidato a vereador no município do Rio. “A blindagem vai ser maior. Nós vamos colocar cada vez mais o dedo na ferida”, diz.
No dia 4 de agosto, Gabriel foi informado que tinha sido expulso da PM por deserção. De acordo com uma nota enviada a corporação disse que ele tinha sido excluído por não ter se apresentado ao 34º BPM (Magé) desde o dia 22 de julho.
“O comando da unidade enviou viatura ao endereço do policial, diariamente, a partir do segundo dia de ausência, repetindo o procedimento até completar o prazo. Em nenhuma dessas visitas o policial foi localizado”, dizia a nota.
Além disso, a corporação informou que por faltar ao serviço 52 vezes durante o período em que trabalhou efetivamente como militar e de cometer outras transgressões, o soldado recebeu conceito “mau” em sua ficha disciplinar, a pior das cinco classificações previstas no regulamento da corporação: excepcional, ótimo, bom, insuficiente e mau.
No dia seguinte, a PM informou que Gabriel poderia ser reintegrado à corporação, porém, ainda responderia pelo crime de deserção. Já no dia 7, ele foi encaminhado para ser avaliado por uma Junta Ordinária de Inspeção de Saúde, composta por três médicos. Os profissionais de Saúde consideraram o youtuber apto e o laudo foi encaminhado ao 34º BPM para dar prosseguimento à reintegração.
Nesta sexta-feira a reportagem tentou contato com a Polícia Militar para falar sobre a saída de Gabriel da corporação, mas ainda não obteve retorno.

Gilmar Mendes decide manter Queiroz e Márcia em prisão domiciliar

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta sexta-feira um habeas corpus para restaurar a prisão domiciliar de Fabrício Queiroz e de sua mulher, Márcia Aguiar. No início da noite, o Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) havia expedido os mandados de prisão preventiva do casal. Com a nova decisão, eles seguem em casa.
Queiroz foi inicialmente detido em 18 de junho na casa de Frederick Wassef, então advogado do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), em Atibaia (SP). O ex-assessor é suspeito de operar um esquema de “rachadinhas” – apropriação de salários de funcionários – no antigo gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O nome de Queiroz veio à tona em dezembro de 2018, quando o Estadão revelou que ele fez movimentações financeiras “atípicas”.
Menos de um mês após Queiroz ser preso, o presidente do STJ, João Otávio de Noronha, aceitou, no dia 9 de julho, um pedido da defesa do ex-assessor. No habeas corpus, os advogados de Queiroz pediram a conversão da prisão preventiva em domiciliar. Como argumento, citaram o estado de saúde do ex-assessor e o contexto de pandemia, além de criticarem fundamentos da medida autorizada pela Justiça.
Na ocasião, Noronha estendeu a prisão domiciliar para Márcia, que estava foragida. “Por se presumir que sua presença ao lado dele (Queiroz) seja recomendável para lhe dispensar as atenções necessárias”, argumentou o presidente do STJ. O presidente do STJ decidiu sobre o caso durante o plantão do Judiciário, sendo responsável pela análise de casos considerados urgentes.
A decisão de Noronha foi derrubada na última quinta-feira pelo relator do habeas corpus, Felix Fischer, que retornou às atividades do tribunal nesta semana. Ao derrubar a prisão domiciliar do casal, Fischer apontou que o casal já supostamente articulava e trabalhava “arduamente” para impedir a produção de provas ou até mesmo a destruição e adulteração delas nas investigações de um esquema de rachadinha. Na avaliação de Fischer, as manobras de Queiroz e Márcia para impedir a localização pela polícia “saltam aos olhos”.