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Aprovação do Ministério da Saúde vai de 55% para 76%, aponta Datafolha

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Nova pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 3, mostra que a aprovação dos brasileiros ao Ministério da Saúde, liderado por Luiz Henrique Mandetta, subiu 21 pontos percentuais (p.p), de 55% na pesquisa anterior, feita entre 18 e 20 março, para 76% na divulgada hoje, cujas entrevistas aconteceram por telefone entre 1º e 3 de abril. O levantamento ouviu 1.511 pessoas e tem margem de erro de três pontos percentuais.


Também cresceu a reprovação à maneira como o presidente Jair Bolsonaro tem agido na crise causada pelo coronavírus. Na pesquisa anterior, 33% reprovavam o trabalho do presidente na crise, parcela que agora é de 39% dos entrevistados, variação no limite da margem de erro. A aprovação de Bolsonaro variou de 35% para 33%, e a avaliação de que o presidente é “regular” foi de 26% para 25%, ambas dentro da margem de erro, indicando estabilidade.

O presidente e o ministro têm se antagonizado em relação às medidas de isolamento social aplicadas por governadores e prefeitos. Nesta quinta-feira, dia 2, em entrevista à rádio Jovem Pan, Bolsonaro disse que “falta humildade” ao ministro da Saúde.

BBB20: Babu Santana ganha carro zero após derrota na prova do líder; entenda

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Embora tenha sido derrotado por Flayslane Raiane na prova do líder na noite de quinta-feira (2), no BBB20, Babu Santana acaba de ganhar um carro zero-quilômetro. A startup Easy Carros se solidarizou com o choro e frustração do ator em ficar em segundo lugar na disputa pela liderança do reality e prometeu presenteá-lo com um automóvel.

“Eu não aguentei! BabuSantana, nós, em parceria com o grupo Green Automóveis não queremos mais te ver chorando. Quando você sair da casa do BBB20, seu carro zero está te esperando. Um presente nosso para você”, escreveu o perfil da empresa no Twitter.

Muita gente não acreditou na publicação pelo fato de a empresa não ser tão conhecida pelo grande público. Para não gerar dúvidas quanto à promessa, o CEO e fundador da plataforma, Fernando Sadi, gravou um vídeo e reforçou que Babu terá seu presente assim que ele deixar o reality show da Globo.

“Estou aqui para dizer que é verdade. Estamos aqui nesta campanha, nos emocionamos com a situação do Babu, e estamos aqui pra dizer que vai ser um prazer presentear o Babu na saída dele. E quem sabe ele ainda saia como campeão do BBB?”, reforçou Sadi.

A prova do líder exigiu apenas sorte dos participantes. Dividida em três etapas, os borthers precisavam encontrar a chave correta que ligaria um dos carros dispostos na área externa do confinamento. Babu passou pelas duas primeiras fases e chegou à disputa final com Flayslane, que venceu a disputa e ainda faturou um exemplar do automóvel apresentado pelo reality show.

Assim que foi derrotado, Babu foi às lágrimas. Antes do início da prova, ele havia comentado na casa que nunca teve um carro zero-quilômetro e estava confiante de que se tornaria campeão.

A derrota foi um balde de água fria não somente no ator, como também em seus fãs. Nas redes sociais, a hashtag “#carrozeroprobabu” logo ficou entre os temas mais comentados no Twitter. O público pediu à patrocinadora da prova, uma das maiores montadoras de veículos do país, que presenteasse Babu com um exemplar do automóvel. Mesmo com todo o apelo e marcações, a empresa não se manifestou.

“Eu vou sair daqui e fazer uma campanha pra dar um carro desse pro Babu. Vou dar um jeito: rifa, nem que eu venda meu trabalho pra Fiat [empresa patrocinadora]. ‘Amor, faço o que vocês quiserem pra eu dar um carro pro Babu, uma permuta, é sério'”, enfatizou a influenciadora digital.

Homem é esfaqueado na manhã desta sexta-feira em Campos

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Um homem foi esfaqueado na manhã desta sexta-feira (03), na Rua Mata Canoa, na Chatuba do Parque Aurora, em Campos. A vítima não teve o seu nome divulgado até o momento, mas foi socorrida para o Hospital Ferreira Machado pelo Corpo de Bombeiros.

De acordo com as primeiras informações, o crime aconteceu após uma discussão entre a vítima e o autor do crime.

O caso está sendo registrado na 134ªDP/Centro. O estado de saúde do homem não foi divulgado.

Paredão do BBB 20 será triplo e terá formação já nesta sexta

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Para acelerar o jogo do BBB 20, o paredão será formado nesta sexta-feira (3). E o eliminado será conhecido já no domingo (5). A final da competição está marcada para acontecer no dia 23 de abril. Porém, há mais pessoas do que semanas.

O paredão, mais uma vez, será triplo. O líder indicará um, a casa, outro, e mais uma vez o mais votado pelos brothers poderá contra golpear e escolher quem irá com ele para a berlinda.

 

Não haverá prova Bate e Volta esta semana. A prova do Anjo acontecerá nesta sexta-feira na hora do almoço.

MP permite cortar salários em até 70%; simulações mostram quanto o trabalhador vai receber

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O governo federal publicou nesta quarta-feira (dia 1) no Diário Oficial da União a Medida Provisória 936, que regulamenta a possibilidade de redução na jornada dos trabalhadores, com cortes de 25%, 50% ou 70% nos salários. Porém, o governo vai pagar a esse trabalhador uma compensação, que será calculada de acordo com o seguro-desemprego. Com isso, na prática, quem ganha mais terá uma redução maior, já que o seguro-desemprego é limitado a R$ 1.813,03.

 

Para quem tem renda mensal de R$ 2 mil, por exemplo, a redução de 70% vai gerar, na prática, um corte de 18,20%. Já para quem tem renda mensal de R$ 10 mil, essa mesma redução de 70% vai representar uma redução de 57,3%.

 

O cálculo funciona assim: se o funcionário tiver um corte de 25%, receberá 75% do seu salário regular, pago pela empresa, e mais 25% do valor do seu seguro-desemprego. Se tiver um corte de 50%, receberá metade do salário e metade do seguro. E se tiver uma redução salarial de 70%, receberá 30% da empresa e 70% do seguro.

 

Como é o seguro-desemprego

 

Atualmente, o seguro-desemprego tem três faixas. Se a média dos três últimos salários for até R$ 1.599,61, o trabalhador receberá 80% dessa média.

Se a média salarial for entre R$ 1.599,62 e R$ 2.666,29, o que exceder R$ 1.599,62 será multipicado por 0,5, e depois somado a R$ 1.279,69.

E para quem tem média acima de R$ 2.666,29, o valor do seguro-desemprego é de R$ 1.813,03 invariavelmente.

Confira as simulações

Assim, o trabalhador que tem salário mensal de R$ 2 mil que tiver redução salarial de 70%, por exemplo, receberá 70% do seguro-desemprego, ou seja, R$ 1.035,91. Mais 30% do salário, que corresponde a R$ 600. Com isso, ficará com R$ 1.635,91, que equivale a um corte de 18,20% de sua renda habitual, de R$ 2 mil.

Já um trabalhador que recebe mensalmente o salário de R$ 10 mil, se tiver um corte de 70%, passará a ganhar R$ 3 mil. A esse valor, porém, serão somados 70% do seguro-desemprego, ou seja, R$ 1.269,10. No fim das contas, ele receberá o valor de R$ 4.269,10, que representa um corte de 57,3% de seu salário.

Como vai funcionar

De acordo com a MP, o empregado não precisará pedir o seguro-desemprego. O depósito do valor será feito automaticamente na conta do trabalhador, assim que o governo for notificado pela empresa sobre a negociação.

Vale lembrar ainda que a base de cálculo para o FGTS será a do salário reduzido, sem o acréscimo do seguro-desemprego. O trabalhador que entrar nesse regime temporário não vai poder sacar nada do FGTS nem terá direito a verba rescisória, porque não será configurada uma demissão.

Negociações

André Pessoa, sócio do escritório Pessoa & Pessoa Advogados, explica que para o trabalhador que recebe até três salários mínimos (R$ 3.147) ou a partir de dois tetos do INSS (R$ 12.202,12), neste caso com nível superior, a negociação para redução de jornada e salário pode ser individual.

Para os trabalhadores de qualquer nível de escolaridade que recebem acima de três salários mínimos, a jornada mais curta precisa ser negociada por de acordo coletivo.

— Para os funcionários que atualmente estão em esquema de teletrabalho, a empresa pode reduzir a jornada, mas terá que passar a fazer um controle das horas.

A MP prevê ainda a possibilidade de suspensão do contrato de trabalho pelo prazo máximo de 60 dias, que podem ser divididos em dois períodos de 30 dias.

Nesse caso, as negociações poderão ser feitas por meio de acordos individuais ou coletivos, e o trabalhador também terá direito ao seguro-desemprego, que será bancado total ou parcialmente pelo governo, dependendo do faturamento da empresa.

— No caso da suspensão, nosso entendimento é que esse período não contará como tempo de serviço, seja para fins de FGTS, férias, 13º salário ou mesmo contribuição previdenciária — avalia Pessoa.

Sócio do escritório Antunes & Mota Mendonça, Leandro Antunes afirma que durante a suspensão do contrato o trabalhador não poderá receber tarefas ou ser demandado pela empresa.

— A MP deixa claro que se o contrato estiver suspenso, a empresa não pode exigir do funcionário atividades mesmo que parciais ou por meio de teletrabalho. Caso isso ocorra, a empresa poderá sofrer sanções e terá que pagar o salário do funcionário, assim como os benefícios e os demais encargos.

Ronaldinho Gaúcho recebeu ligação de Puyol na prisão, diz jornal

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Preso há quase um mês no Paraguai, Ronaldinho Gaúcho recebeu uma ligação de um antigo parceiro dos gramados. De acordo com o jornal “El Mundo”, o ex-zagueiro Puyol foi um dos interessados em saber como estava o ex-companheiro de Barcelona, onde atuaram juntos de 2003 a 2008.

A reportagem destaca que Ronaldinho tem acesso privilegiado, por ligação ou mensagens de texto, a familiares e amigos. Antes de as visitas serem limitadas pela pandemia do coronavírus, o brasileiro também tinha vários “encontros”. O ex-capitão da seleção paraguaia Carlos Gamarra foi um dos que o visitaram atrás das grades.

Ronaldinho foi preso no dia 4 de marçoo por tentar entrar no Paraguai com um passaporte falso. Autoridades locais investigam se o movimento fazia parte de um esquema de lavagem de dinheiro do qual também participariam seu irmão Assis e uma empresária local, Dalia López.

Nas últimas semanas, veículos da imprensa local relataram que o ex-jogador tem passado parte do tempo entretido com partidas de futevôlei. No dia 21, ele passou o aniverário de 40 anos na prisão.

A aliados, Mandetta diz que ‘médico não abandona paciente’

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As críticas públicas do presidente Jair Bolsonaro de que estaria “faltando humildade” ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, não devem levá-lo a pedir demissão do cargo por enquanto. A aliados, o ministro tem garantido que seguirá a postura de “médico que não abandona o paciente”, permanecerá “trabalhando” para “salvar o maior números de vidas que conseguir” e só deixará o Ministério da Saúde se Bolsonaro o demitir. Já após a crise, Mandetta tem dito que deve rever seus rumos.

Mandetta não acompanhou a entrevista do presidente na noite de quinta-feira, porque participava de uma conferência de medicina. Ao ser questionado pelo GLOBO sobre os comentários de Bolsonaro, afirmou que não estava sabendo, poque que estava “trabalhando”.

— Vamos trabalhar. Lavoro, lavoro, lavoro (trabalho, em italiano).

Aliados de Mandetta viram na resposta simples do ministro, uma saída estratégica para permanecer no cargo enquanto for preciso “trabalhar”. Mandetta tem recebido conselhos para que consiga manter “a frieza de um médico” diante uma doença grave, sem se deixar abalar. Algumas pessoas mais próximas admitem que o ministro está “decepcionado” com o tratamento que tem recebido de Bolsonaro, mas que isso não o fará mudar sua concepção de que é importante insistir no isolamento social.

Bolsonaro tem repetido que o isolamento social pode trazer danos irreparáveis à economia e já chegou a pedir que as pessoas voltem ao trabalho. Mandetta, por outro lado, está preocupado em evitar o avanço descontrolado da propagação do vírus e pede que as pessoas fiquem em casa, não trabalhem, já que o sistema de saúde pode entrar em colapso.

Aliados de Mandetta tem associado ao ex-ministro da Cidadania Osmar Terra (MDB-RS) as orientações divergentes que o presidente tem recebido. Terra tem comparado o Covid-19 à gripe H1N1, que acometeu o país quando Terra era secretário de saúde. Foi Terra – sem a presença de Mandetta – que conduziu a reunião com médicos para tratar de cloroquina no Palácio do Planalto.

Na entrevista à rádio Jovem Pan, Bolsonaro afirmou que, embora nenhum ministro seja indemissível, não pretende tirar Mandetta no meio da crise.

— Olha, o Mandetta já sabe que a gente esta se bicando há algum tempo. Não pretendo demiti-lo no meio da guerra. Em algum momento, ele extrapolou. Respeitei todos os ministros, ele também. A gente espera que ele dê conta do recado. Tenho falado com ele. Ele está numa situação meio… Se ele se sair bem, sem problema. Nenhum ministro meu é indemissível — disse Bolsonaro, em entrevista a rádio Jovem Pan.

Bolsonaro também disse que, “em alguns momentos”, Mandetta teria que “ouvir um pouco mais o presidente da República”.

— Ele (ministro) tem responsabilidade, sim. Ele cuida da Saúde, o Paulo Guedes cuida da Economia, e eu entro aqui no meio para cuidar das duas áreas — disse.

Ao longo da quinta-feira, Bolsonaro se reuniu com pelo menos oito ministros no Palácio do Planalto e também no Alvorada. Nas reuniões, o presidente já havia dado vários sinais de que está incomodado com as decisões de Mandetta à frente da pasta. Bolsonaro não deixou claro nas conversas com os ministros se pretende trocar Mandetta, mas demostrou muito incômodo quando se referia ao subordinado, o que despertou atenção de alguns ministros.

Numa das reuniões, Bolsonaro recebeu o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, que ganhou respeito do presidente. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, acompanhou a conversa com Barra.

Com estoque zerado de insumos, ministério planeja busca no exterior

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Semanas antes do pico esperado do novo coronavírus no Brasil, o Ministério da Saúde está com estoque zero de equipamentos de proteção individual, como máscaras e luvas, para distribuir a profissionais de saúde. A pasta aguarda a chegada de compras já fechadas e resultado de negociação com fornecedores do exterior. O governo federal aposta em plano de logística para, se for necessário, enviar aviões à China para buscar os insumos.

Até agora, já foram distribuídos 40 milhões de itens de proteção aos Estados. A expectativa é conseguir outros 720 milhões de produto, sendo 200 milhões de máscaras. O ministério afirma que os itens devem chegar em até 60 dias. Segundo secretários estaduais ouvidos pela reportagem, há regiões com mais e menos estoques, mas o ministério tem feito entregas até agora de equipamentos de proteção. Uma reclamação, no entanto, é o abastecimento de máscaras N95, essencial para profissionais de saúde por filtrar até 95% das partículas. Um pedido dos gestores do Sistema Único de Saúde é para usar aviões, até da FAB, para acelerar o envio dos produtos.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, procurou ontem justificar a dificuldade para adquirir equipamentos de proteção individual (EPIs) contra o novo coronavírus, sob a justificativa de que os Estados Unidos estariam enfrentando o mesmo problema. A afirmação foi uma maneira de minimizar as declarações dadas anteontem, quando Mandetta disse que os americanos mandaram 23 aviões cargueiros para a China, para buscar o material que adquiriram, comprometendo todos os demais pedidos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, é aliado do presidente Jair Bolsonaro. “Eles têm muita carência lá, nós temos muita carência aqui. O Brasil pode colaborar com eles com algumas coisas. Podemos organizar uma ampliação. Trazendo matéria-prima da China, a gente pode produzir itens, como é o caso das máscaras N95.”

Como o jornal O Estado de S. Paulo mostrou, representantes da indústria dizem já ter alertado o governo federal a apresentar logo a sua proposta ao mercado – senão, pode ficar para trás na corrida global por produtos. A indústria brasileira tem tentado aproveitar a queda de casos na China para importar de lá produtos hospitalares. “Claro que vamos disputar isso com Europa, EUA e outros países”, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios, Franco Pallamolla.

Respiradores

O governo fechou a compra de 15 mil respiradores do tipo “pulmonar microprocessado com capacidade de ventilar pacientes adultos e pediátricos”, produto vital para tratar casos graves da covid-19. A aquisição custou R$ 1,014 bilhão e será fornecida pela empresa Santos-Produtos do Brasil (Macau). Mandetta ainda lembrou ontem que a China produz mais de 90% dos equipamentos de saúde do mundo, o que terá de ser reavaliado após a pandemia para garantir que haja maior distribuição. Epicentro inicial do novo coronavírus, ela ficou dois meses sem poder realizar as vendas.

“Há 15 dias atrás, a China falou que poderia voltar a vender para o mundo. Então, entrou demanda reprimida, excedente de países em situações epidêmicas e de outras países que precisaram adquirir. Por mais que (a China) produza, você tem momento muito intenso de ajuste de toda a produção e de toda logística. Às vezes você tem dinheiro para comprar, mas não tem avião para entregar. O mercado mudou”, afirmou o ministro. O governo brasileiro já até fez um apelo à Índia para a liberação de ao menos 31,6 toneladas de ingredientes usados na fabricação de medicamentos.

Em ofícios obtidos pela reportagem, assinados na última semana, o secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, disse compreender o momento “atípico”, mas pediu “atenção especial” do governo indiano para tentativas de importações de empresas brasileiras.

Endereçados ao ministro da Indústria e Comércio da Índia, Piyush Goyal, os ofícios são acompanhados por uma tabela com mais de 20 insumos farmacêuticos pedidos por empresas brasileiras desde setembro, que ainda estariam bloqueados.

No rol de produtos há o anti-inflamatório nimesulida e mais de 7,8 toneladas de pantoprazol, usado para reduzir acidez estomacal e contra sintomas de gastrite. O Brasil pede ainda liberação de produtos que estão sendo testados para a covid-19, como sulfato de hidroxicloroquina e a azitromicina – ainda sem eficácia comprovada.

Segundo integrantes da indústria, o volume de insumos farmacêuticos de que o Brasil pede a liberação é considerável, mas não chega a afetar a produção do País. A Índia restringiu a exportação de uma série de produtos em meio à pandemia da covid-19. No dia 25 o país proibiu a exportação da hidroxicloroquina Ao lado da China, trata-se de outro importante fornecedor de matéria-prima para fabricação de medicamentos no mundo.

Bolsonaro afirma que se trabalho não for retomado vai tomar medidas

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presidente Jair Bolsonaro reforçou que as questões do “vírus e desemprego não podem ser tratadas de forma dissociada” no Brasil e defendeu o afrouxamento das regras de quarentena. Segundo o presidente, se a partir da próxima semana “não começar a voltar o emprego, vou ter de tomar uma decisão”.

Entre as alternativas, Bolsonaro, em entrevista à rádio Jovem Pan sugeriu “numa canetada” autorizar o retorno às atividades dos comerciantes, que, segundo o presidente, “levaram uma paulada no meio da testa com as medidas tomadas por alguns governadores”. “Eu tenho um projeto de decreto pronto para ser assinado, se for preciso, que considera como atividade essencial toda aquela indispensável para levar o pão para casa todo dia”, afirmou o presidente.

 

Segundo o presidente, “enquanto o Supremo ou o Legislativo não suspender os efeitos do meu decreto, o comércio vai ser aberto. É assim que funciona”. Bolsonaro ainda disse que não montou um Ministério “colado” ao Legislativo e descartou que os militares possam atuar na reabertura do comércio.

 

O presidente voltou a pedir que os governadores e prefeitos revejam as posições sobre o isolamento. “Mais prudente seria abrir de forma paulatina o comércio a partir da próxima semana”, disse o presidente.

 

Bolsonaro defendeu que as políticas de isolamento podem levar ao aumento do número de mortes por causa das políticas de quarentena. “Quando você isola e leva ao desemprego, junto do desemprego vem a subnutrição, o organismo fica mais debilitado. Essa pessoa vai ficar mais propensa a contrair um vírus – esse próprio aí, o coronavírus -, que terá uma letalidade até maior”, defendeu o presidente. “Entre morrer de vírus e uma parcela maior que poderá morrer de fome, depressão e suicídio, há uma diferença muito grande”, disse.

Bolsonaro assume que está se bicando com Mandetta

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Em entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente Jair Bolsonaro confirmou especulações de que há algum tempo ele e o ministro da Saúde, Luis Henrique Mandetta, estão se estranhando. O motivo tem sido os posicionamentos do ministro no enfretamento da Covid-19. “Ele já sabe que a gente tá se bicando há muito tempo. Mas eu não pretendo demiti-lo no meio da guerra”, afirmou o presidente.

 

Mandetta e Bolsonaro frequentemente divergem sobre a necessidade e ampitude do isolamento social para conter o avanço do coronavírus, e isso tem irritado o presidente.

 

“Ele é uma pessoa que em algum momento extrapolou. Ele é uma pessoa que quer fazer muito a vontade dele. Pode ser que ele esteja certo, pode ser, mas tá faltando um pouco mais de humildade para conduzir o Brasil nesse momento difícil, e que precisamos dele para que a gente vença essa batalha com o menor número de mortes possível”, disse na entrevista.

 

Questionado se ele demitiria Mandetta da Saúde para colocar no lugar alguém que concordasse, por exemplo, com o isolamento vertical (apenas para pessoas do grupo de risco, como idosos) o presidente disse não ter a intenção de realizar uma demissão “no meio da guerra”.

 

“Ele sabe que tem uma hierarquia entre nós. Eu sempre respeitei todos os ministros, o Mandetta também, porque ele montou um ministério de acordo com a sua vontade. Agora, a gente espera que ele dê conta do recado”, disse.

 

Apesar de comentar que as suas palavras não eram uma “ameaça” para Mandetta, o presidente alertou que “nenhum ministro meu é indemissível”. “Ele (Mandetta) tá meio, numa situação de… No meio do combate, não tem problema. Não é uma ameaça pro Mandetta, não. Se ele se sair bem, sem problemas. Agora, ninguém, nenhum ministro meu é indemissível. Nenhum. Nenhum. Todo mundo pode ser demitido, como cinco já foram embora, infelizmente”, enfatizou.

Campos: aposentados recebem nesta sexta-feira e estatutários na terça

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Diante da pandemia mundial do coronavírus e a recomendação para que se evite aglomerações, a Prefeitura de Campos redefiniu para este mês o calendário de pagamento do salário referente a março. Aposentados e pensionistas do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Campos (PreviCampos), que recebem no quinto dia útil de cada mês, terão o pagamento antecipado para esta sexta-feira (03). Já os estatutários da ativa recebem normalmente na terça (7).
O valor da folha é de R$ 77 milhões, sendo R$ 15,5 milhões do PreviCampos.
– Decidimos junto à presidência do PreviCampos por essa antecipação tendo em vista que os aposentados são grupo de risco para a covid-19 e eles terão mais dias, até a data de pagamento dos servidores estatutários da ativa, para sacar o benefício e assim evitamos aglomerações nos caixas eletrônicos – explicou o prefeito Rafael Diniz.

Ibope: Globo tem melhor mês de março desde 2010

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A cobertura da pandemia do novo coronavírus, que fez o “Jornal Nacional” passar dos 40 pontos, o sucesso do “Big Brother Brasil” e a reta final de “Amor de Mãe” garantiram à TV Globo a maior média de audiência para um mês de março desde o ano de 2010.

 

Dados mostram que a emissora consolidou 14,7 pontos de média na faixa das 6h às 5h59 na Grande São Paulo, superando os resultados de 2010 a 2019 (confira a lista abaixo).

 

Sob o ponto de vista de participação de audiência, o share, a Globo também observou crescimento na comparação, variando de 31,6% (março/19) para 34,1% (março/20).

SBT e Record perderam audiência e participação. Estão, portanto, ainda mais distantes da liderança.

AUDIÊNCIA DA GLOBO EM MARÇO
2010: 14,3
2011: 13,3
2012: 11,9
2013: 11,5
2014: 11,1
2015: 11,8
2016: 13,1
2017: 13,3
2018: 13,6
2019: 12,8
2020: 14,7

Bolsonaro pede desculpas por compartilhar Fake News

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 O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu desculpas nesta quarta-feira (1º) por ter compartilhado mais cedo em suas redes sociais um vídeo em que um homem aparece no Ceasa (Central de Abastecimento) de Belo Horizonte e relata uma situação de desabastecimento.

“Quero me desculpar, não houve a devida checagem do evento. Pelo o que parece aquela central de abastecimento estava em manutenção. Quero me desculpar publicamente, foi retirado o vídeo rapidamente. Acontece, a gente erra na notícia. Eu tenho a humildade de me desculpar sobre isso”, declarou o presidente, em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, da TV Bandeirantes.

No final da manhã a assessoria de imprensa da Ceasa informou que não há desabastecimento e que o movimento está normal, mesmo durante a crise do coronavírus. Em um dia de grande circulação, passam pela central de abastecimento 70 mil pessoas, de acordo com a administração. No dia em que o homem do vídeo compartilhado por Bolsonaro afirma ter feito a gravação, a Ceasa disse que o movimento estava normal desde as 4h.

“A CeasaMinas esclarece que não há qualquer desabastecimento em seus entrepostos, em razão do coronavírus (Covid-19). A empresa reafirma que têm sido mantidas todas as atividades necessárias à comercialização das mercadorias nas suas seis unidades do estado (Contagem, Uberlândia, Juiz de Fora, Governador Valadares, Caratinga e Barbacena)”, informou a central em nota.

Depois que o desmentido começou a circular nas redes sociais, Bolsonaro apagou a publicação que havia feito no Twitter, no Instagram e Facebook.

Acompanhando o vídeo, Bolsonaro postou três frases. “Não é um desentendimento entre o Presidente e ALGUNS governadores e ALGUNS prefeitos..”, diz o presidente. “São fatos e realidades que devem ser mostradas”, prossegue. “Depois da destruição não interessa mostrar culpados”, conclui o presidente.

“Para você que falou, depois do discurso do presidente, que economia não tinha importância, que importante eram vidas, dá uma olhada nisso aí. Pois é, fome, desespero, caos também matam”, diz o homem no vídeo compartilhado por Bolsonaro.

“A culpa disso aqui é dos governadores porque o presidente da República está brigando incessantemente para que haja uma paralisação responsável. Não paralisar todos os setores, quem não é do grupo de risco voltar a trabalhar, ok?”, afirma o homem, que fala em “governadores querendo ganhar nome e projeção política a custa do sofrimento da população”.

No final da tarde, em entrevista à imprensa, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que não há hoje risco de desabastecimento de alimentos no país e afirmou não ter informação sobre uma eventual falta de produtos em feiras e mercados.

“Hoje temos abastecimento em todas as capitais do país. E não temos nenhuma notícia de que esteja faltando qualquer tipo de alimento nas prateleiras dos mercados”, afirmou.

Doria compartilha fala de Lula e diz que momento não é de ‘discordâncias’

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O governador de São Paulo, João Doria, compartilhou, na manhã desta quinta-feira, uma fala do ex-presidente Lula sobre o combate ao coronavírus.
“Temos muitas diferenças. Mas agora não é hora de expor discordâncias. O vírus não escolhe ideologia nem partidos. O momento é de foco, serenidade e trabalho para ajudar a salvar o Brasil e os brasileiros”, escreveu o governador.
A publicação de Lula, por sua vez, exaltava o “trabalho sério” dos governadores durante a crise, e mencionava o esforço de Doria para conseguir máscaras de proteção.
Após a troca de elogios entre os políticos na rede social, a hashtag #Luladoria rapidamente chegou aos trending topics (assuntos mais comentados) do Twitter no Brasil.

Rio tem 41 mortes e 992 casos confirmados do novo coronavírus

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O Ministério da Saúde informou, na tarde desta quinta-feira, que registra 41 mortes e 992 casos confirmados do novo coronavírus no Estado. São 46% de casos registrados a mais do que ontem em todo o Rio de Janeiro.
Em todo o país, o balanço do Ministério da Saúde aponta 299 mortes, com 7.910 casos confirmados. Na quarta-feira (1), o país tinha 6.836 casos confirmados e 241 mortes. A taxa de letalidade está em 3,8%.
Medidas de prevenção
– Proteger nariz e boca ao espirrar ou tossir;
– Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres e copos;
– Lavar frequentemente as mãos, especialmente após espirrar ou tossir;
– Utilizar álcool em gel nas mãos;
– Evitar tocar o rosto.
Dúvidas
Para mais informações, ligue gratuitamente para o número 160 ou acesse www.saude.rj.gov.br e www.coronavirus.rj.gov.br.

Pico da pandemia de coronavírus no Brasil deve ser entre 25 e 30 de abril

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O pico da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil deve acontecer entre os dias 25 e 30 de abril. Segundo o infectologista Fernando Bozza, da Fiocruz e do Instituto D’Or, é essencial que as medidas de isolamento no País sejam mantidas de forma rígida pelas próximas semanas.
O argumento do especialista é embasado em algumas projeções de curto prazo realizadas por um grupo de médicos da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-RJ), da Fiocruz e do Instituto D’Or. A intenção do projeto é identificar três cenários da Covid-19 no Brasil: otimista, mediano e pessimista.
“O isolamento funciona e está funcionando”, afirmou Bozza, um dos autores do levantamento. “O cenário era para ser pior, não há a menor dúvida. É agora que precisamos ter mais cuidado: o único trunfo que temos agora é o isolamento. Se afrouxarmos essas medidas, não haverá leitos para todos. O pior ainda está por vir”, completou ele sobre a pandemia de Covid-19.

Brasil tem 299 mortos e quase oito mil infectados por coronavírus

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O Ministério da Saúde informou, na tarde desta quinta-feira, que o Brasil já contabiliza 299 mortos pelo novo coronavírus, com 7.910 infectados em todo o país.
Mesmo com a escalada da pandemia no Brasil, o presidente da República, Jair Bolsonaro, segue favorável ao fim da quarentena e à reabertura do comércio. Pela manhã, Bolsonaro apoiou e compartilhou o vídeo de uma apoiadora que o aguardava em frente ao Palácio da Alvorada. A professora pediu, além da reabertura do comércio, o fim do auxílio emergencial do governo aos trabalhadores e a presença do Exército nas ruas.

Brasil tem 6.836 casos confirmados de coronavírus e 241 mortes

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O Brasil registrou, nesta quarta-feira, 6.836 casos confirmados da covid-19, transmitida pelo novo coronavírus. Os números foram divulgados pelo Ministério da Saúde. As mortes pela doença chegam a 241. No último balanço do governo, na terça-feira (31), o total de infectados chegava a 5.717 e 201 mortes confirmadas.
Para conter o avanço da pandemia, o Ministério da Saúde orienta que a população siga em isolamento social, diminuindo assim o ritmo de contágio do vírus e evitando que o sistema de saúde se sobrecarregue. A medida vai na mesma direção que o recomendado por especialistas e pela Organização Mundial da Saúde.
Estado de SP concentra 70% das mortes por coronavírus
O Estado de São Paulo segue como o mais afetado pelo novo coronavírus, concentrando 70% das mortes e 43,6% dos casos confirmados da doença no País. São 2.981 diagnósticos e 164 mortes dos 6.836 casos e 240 óbitos do Brasil. Os dados atualizados da pandemia foram divulgados nesta quarta-feira, 1º, na plataforma do Ministério da Saúde.
As outras unidades com mais casos são: Rio de Janeiro (832), Ceará (444), Distrito Federal (355), Minas Gerais (314) e Rio Grande do Sul (306). Em nível regional, o Sudeste representa 62% do total de casos, enquanto a região Norte é a menos afetada, com apenas 5% das pacientes.

Coronavírus: Campos tem 4 casos suspeitos com pacientes em estado grave

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A Prefeitura de Campos confirmou na tarde desta quarta-feira (01), que a cidade possui 12 casos suspeitos de coronavírus, sendo 4 desses em estado grave. Outros 6 pacientes estão internados.

Felizmente a cidade permanece com apenas 1 caso confirmado.

O material coletado dos pacientes com suspeita é encaminhado ao Laboratório Central do Estado (Lacen). O resultado retorna em um prazo de até 10 dias.

Caixa começa a pagar hoje saque-aniversário do FGTS

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Os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro que aderiram ao saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) podem ter acesso ao dinheiro a partir de hoje (1º). Essa modalidade permite a retirada de parte do saldo de qualquer conta ativa ou inativa do fundo a cada ano, no mês de aniversário, em troca de não receber parte do que tem direito em caso de demissão sem justa causa.

O dinheiro poderá ser retirado até 30 de junho. O valor a ser liberado varia conforme o saldo de cada conta em nome do trabalhador. Além de um percentual, ele receberá um adicional fixo, conforme o total na conta. O valor a ser sacado varia de 50% do saldo sem parcela adicional, para contas de até R$ 500, a 5% do saldo e adicional de R$ 2,9 mil para contas com mais de R$ 20 mil.

Ao retirar uma parcela do FGTS a cada ano, o trabalhador deixará de receber o valor depositado pela empresa caso seja demitido sem justa causa. O pagamento da multa de 40% nessas situações está mantido. As demais possibilidades de saque do FGTS – como compra de imóveis, aposentadoria e doenças graves – não são afetadas pelo saque-aniversário.

O prazo de adesão ao saque-aniversário começou em janeiro. Ao optar pela modalidade, o trabalhador teve de escolher a data em que o valor esteja disponível: 1º ou 10º dia do mês de aniversário. Quem escolheu o 10º dia retirará o dinheiro com juros e atualização monetária sobre o mês do saque.

Por causa da pandemia de coronavírus, a Caixa orienta o resgate por meio do aplicativo FGTS, disponível para tablets e smartphones dos sistemas Android e iOS. Nesse caso, o trabalhador pode programar a transferência do dinheiro para qualquer conta em seu nome, independentemente do banco. A operação não tem custo.

As retiradas podem ser feitas nas casas lotéricas, caso esses estabelecimentos estejam abertos, e terminais de autoatendimento para quem tem senha do Cartão Cidadão. Quem tem Cartão Cidadão e senha pode sacar nos correspondentes Caixa Aqui, caso esses estabelecimentos estejam autorizados a abrir. Basta apresentar documento de identificação.

Desde o último dia (24), as agências da Caixa estão funcionando em horário reduzido, das 10h às 14h. O atendimento está restrito a quem não puder resolver o problema por canais eletrônicos. As dúvidas sobre valores e a data do saque podem ser consultadas no aplicativo do FGTS, pelo site da Caixa ou pelo telefone de atendimento exclusivo 0800-724-2019, disponível 24 horas.

O saque-aniversário não está relacionado ao saque imediato, que previa a retirada de até R$ 998 do FGTS de todas as contas ativas e inativas. As retiradas nessa modalidade começaram em setembro do ano passado e acabaram ontem (31). O dinheiro de quem não fez o saque retornou para a conta do FGTS.