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Secretário defende prefeito e rebate Wladimir

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A novela goitacá pandemia da vaidade ganha seu mais novo capítulo. Agora é a vez do secretário de governo do prefeito Rafael Diniz Alexandre Bastos, rebater o deputado federal Wladimir Garotinho. Além de admitir “diálogo com todas as esferas, seja de forças simpáticas ou não” ao seu grupo político, Bastos aproveitou para cutucar o deputado, aconselhando-o a “crescer”.

— É até difícil de acreditar. Mas o deputado Wladimir Garotinho, em meio a essa pandemia, gastou seu precioso tempo para atacar o prefeito Rafael Diniz, que vem trabalhando de forma incansável. Mas ao contrário dos megalomaníacos da família Garotinho, que isolaram nosso estado e nossa cidade quando estiveram no poder, o prefeito Rafael Diniz tem tido maturidade e serenidade para dialogar com todas as correntes políticas neste momento que pede união. O diálogo com todas as esferas tem sido permanente, seja de forças simpáticas ou não ao nosso grupo político. Isso é sinal de maturidade. O garotinho Wladimir deveria aproveitar este momento para crescer e se desamarrar da velha política do “eu fiz”, “eu sou o pai” -, criticou Bastos.

Rafael Diniz faz vistoria em higienização sanitária no Centro da cidade

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Nesta quarta-feira (25), a Prefeitura de Campos começou o trabalho de higienização sanitária no calçadão e Praça São Salvador, em mais uma ação de combate ao novo coronavírus. O prefeito Rafael Diniz acompanhou o trabalho junto com o secretário de Desenvolvimento Ambiental (SMDA) Leonardo Barreto, e equipe.
A ação acontece com aplicação diurnas e noturnas com dois caminhões-pipa lavando as ruas com hipoclorito de sódio e desinfetante, além de 30 profissionais com bombas desinfectando corrimões, postes, pneus, sarjetas, pneus de veículos e locais menores em que o caminhão-pipa não alcança.
– Essa é mais uma frente para enfrentamento do covid-19. Estaremos com equipes nos principais pontos da cidade: centro, terminais rodoviários e unidades de saúde, garantindo higienização e mais segurança à nossa população – destacou o prefeito Rafael Diniz.
Durante a ação, fachadas de comércios também foram higienizadas. Ainda nesta quarta (25), o terminal rodoviário também receberá a limpeza. Os equipamentos e produtos utilizados minimizam os riscos de contaminação. “Os produtos são eficientes pela ação imediata. Estaremos com equipes atuando nos locais com maior fluxo de pessoas e, apesar dos locais definidos, outros podem ser inseridos. E os trabalhadores estão atuando devidamente equipados”, informou o Secretário de Desenvolvimento Ambiental, Leonardo Barreto.
Também vão passar pelo procedimento: 
* Hospitais Ferreira Machado, Geral de Guarus, Beneficência Portuguesa, além de unidades particulares.
* Unidades Pré-Hospitalares (UPHs) Guarus, Travessão e São José.
* Unidade Pronto-atendimento (UPA) Guarus – BR-101.
* Terminais Rodoviários: Centro (Beira Rio); Terminal A – Final da 28 de março; Terminal C – Ceasa; Terminal F – Furnas; Shopping Estrada; Rodoviária Beira Valão.

Bolsonaro diz que vai pedir mudanças em orientações do Ministério da Saúde e quer ‘isolamento vertical’

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou que pedirá ao Ministério da Saúde mudança na orientação de isolamento da população durante a pandemia do novo coronavírus. Ao deixar o Palácio da Alvorada nesta quarta-feira, Bolsonaro relatou que vai conversar com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sobre a decisão.

Após fazer um pronunciamento criticando o confinamento e defendendo a abertura de comércios e escolas, o chefe do Planalto pediu a adoção do que chamou de “isolamento vertical”, ou seja, somente para idosos e portadores de comorbidades.

“Conversei por alto com o Mandetta ontem (terça). Hoje vamos definir essa situação. Tem que ser, não tem outra alternativa”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada. “A orientação vai ser vertical daqui para frente. Eu vou conversar com ele e tomar a decisão. Não escreva que já decidi, não. Vou conversar com o Mandetta sobre essa orientação.”
O pronunciamento do presidente na noite desta terça-feira contraria medidas defendidas por especialistas para o combate à doença. Em cadeia nacional de rádio e TV, o presidente disse que o país não pode parar, atacou a imprensa, acusando-a de provocar “histeria” entre a população, defendeu o fim do isolamento e voltou a chamar a doença de “gripezinha”.
A reação de autoridades e personalidades foi imediata e diversas delas se manifestaram contra a fala de Bolsonaro. O governador do Rio, Wilson Witzel, divulgou um vídeo dizendo que a fala de Bolsonaro contraria recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse que a pandemia da Covid-19 exige solidariedade e co-responsabilidade. “A experiência internacional e as orientações da OMS na luta contra o vírus devem ser rigorosamente seguidas por nós. As agruras da crise, por mais árduas que sejam, não sustentam o luxo da insensatez”, escreveu.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre defendeu que o país precisa de uma liderança “firme”. “Neste momento grave, o país precisa de uma liderança séria, responsável e comprometida com a vida e a saúde da sua população. Consideramos grave a posição externada pelo presidente da República hoje, em cadeia nacional, de ataque às medidas de contenção à Covid-19. Posição que está na contramão das ações adotadas em outros países e sugeridas pela própria Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

Já o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que o presidente foi equivocado em atacar a imprensa. “Desde o início desta crise venho pedindo sensatez, equilíbrio e união. O pronunciamento do presidente foi equivocado ao atacar a imprensa, os governadores e especialistas em saúde pública”, escreveu.

‘Não há espaço para abertura do confinamento’, diz Witzel após reunião com Bolsonaro

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O governador Wilson Witzel (PSC) disse, no início da tarde desta quarta-feira, que as medidas adotadas para evitar a propagação do novo coronavírus (Covid-19) no Rio estão mantidas. A declaração de Witzel foi dada durante uma coletiva de imprensa no Palácio Guanabara, após uma reunião virtual entre governadores do Sudeste e o presidente Jair Bolsonaro.
Em pronunciamento na noite desta terça, Bolsonaro, aliás, minimizou os efeitos da Covid-19, pedindo para que a população volte às ruas. As palavras do presidente geraram uma onda de críticas de vários setores da sociedade.
“No momento não há espaço para abertura do confinamento e muito menos afrouxamento das medidas que tomamos. Estamos preservando vidas”, Witzel reforçou. “Peço às pessoas que fiquem em casa, continuem observando as medidas restritivas de circulação”.
O governador abriu a coletiva contando como foi a conversa entre os governadores e o presidente. A reunião teve bate-boca entre Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
“Sempre busquei o diálogo com o presidente e saio otimista de ver que esse diálogo retomou, para o bem do Brasil e do Estado do Rio de Janeiro. Estou acostumado a um ambiente onde as divergências decrescem e melhoram as decisões. O pronunciamento ontem do presidente não encontra eco nas opiniões técnicas”, defendeu Witzel.
Logo após a fala de Bolsonaro em rede nacional de rádio e TV, Witzel divulgou um vídeo ao lado do secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, reforçando as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de isolamento para o combate da doença.
“Não convergi com aquilo que o presidente falou ontem e fui tratado de forma respeitosa, assim como espero ser tratado sempre. Espero que o presidente continue mantendo o diálogo”, disse. “Tudo aquilo que fazemos será avaliado e julgado pelas instâncias adequadas. Quem deve julgar se as medidas tomadas até o presente momento estão corretas ou não são os órgãos técnicos”.
1 MILHÃO DE CESTAS BÁSICAS
Na coletiva, o governador também anunciou um mutirão para a distribuição de 1 milhão de cestas básicas para famílias carentes que estão sendo prejudicadas com o confinamento por causa do coronavírus. Witzel disse que inicialmente, as cestas serão distribuídas para moradores da capital, Baixada Fluminense, São Gonçalo e Itaboraí.
“São famílias essencialmente chefiadas por mulheres, que têm renda per capita de R$ 89, na pobreza extrema, a meio salário minimo, na baixa renda. É uma cesta para alimentar uma família durante um mês. Não esqueceremos e não deixaremos de anteder a todo o o estado”, reforçou.
O governador afirmou que a distribuição das cestas será feita com cautela pelos municípios para evitar aglomerações.
“A logística e os detalhes serão divulgados nos próximos dias”, avisou.

Reunião de Bolsonaro com governadores do Sudeste acaba em bate-boca

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que ele deveria “dar exemplo ao País, e não dividir a nação em tempos de pandemia”. A declaração aconteceu durante reunião virtual do presidente com governadores do Sudeste, além de alguns ministros, na manhã desta quarta-feira. Segundo pessoas que participaram da reunião, Bolsonaro se exaltou com a declaração do governador de São Paulo e chegou a chamá-lo de “leviano” e “demagogo”.

Bolsonaro também reclamou que Doria teria se apoderado do nome dele nas eleições de 2018 e depois “virou as costas” como fez todo mundo. “Se você não atrapalhar, o Brasil vai decolar e conseguir sair da crise. Saia do palanque”, disse Bolsonaro a João Doria.

A fala de Doria durou cerca de 5 minutos. “Sem diálogo não venceremos a pior crise de saúde pública da história de nosso País. Bolsonaro, início na condição de cidadão, de Brasileiro, Lamentando seu pronunciamento de ontem à noite à nação. Nós estamos aqui, os quatro governadores do Sudeste, em respeito ao Brasil e aos brasileiros, e em respeito também ao diálogo e ao entendimento. O senhor, como presidente da República, tinha que dar o exemplo. Tem que ser um mandatário para comandar, para dirigir e para liderar o País e não para dividir”, disse o governador paulista.

Ainda segundo Doria, o objetivo principal do governo seria salvar vidas. “A nossa prioridade é salvar vidas, presidente. Estamos preocupados com as vidas de brasileiros em nossos Estados. Preservando também empregos e o mínimo que a economia possa se manter ativa. Os Estados estão conscientes disso e governadores também”.

Pouco depois da reunião, o governador de São Paulo voltou a criticar Bolsonaro, desta vez publicamente, em postagem no Twitter.  Doria acusou o presidente de falar sobre política e eleições ao invés de tratar de medidas contra o coronavírus, e pediu serenidade.
“Decepcionante a postura do presidente Jair Bolsonaro na reunião que tivemos há pouco com governadores do Sudeste. Levamos as solicitações do governo de São Paulo e nosso posicionamento sobre a forma como a crise deve ser enfrentada. Recebi como resposta um ataque descontrolado. Preferiu falar sobre política e eleições. Lamentável e preocupante. Mais do que nunca precisamos de união, serenidade e equilíbrio para proteger vidas e preservar empregos. Presidente, no nosso estado temos 40 mortos por Covid-19 dos 46 em todo o Brasil. São pessoas que tinham RG, CPF, e familiares Não são mortos de mentirinha. E essa não é apenas uma “gripezinha””, escreveu Doria.
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, também cobrou liderança e responsabilidade do presidente da República.

Na pandemia da vaidade, Wladimir reafirma paternidade e ataca Rafael

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Após a matéria de ontem, intitulada “Hospital de Campanha: A pandemia da vaidade”, o deputado federal Wladimir Garotinho entrou em contato com o blog afirmando que foi procurado pelo secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, que lhe incumbiu com a missão de “achar um local apropriado para o Hospital, já que Uenf fica longe do Centro e hospitais”. Wladimir ainda se colocou à disposição do governo Municipal e rechaçou qualquer possibilidade de vaidade e politização do debate ao Covid-19.

— Eu recebi um pedido direto do secretário para que arrumasse uma área, com ao mínimo 7.000m². Eu perguntei a ele se não seria na UENF, como já havia sido divulgado por parte da imprensa, inclusive por esse site, mas ele alegou não ser central como necessário. Disse também ter recebido outras opções, mas que nenhuma atendia as opções de melhor logística -, explicou Wladimir

Quanto a usar a crise do coronavírus como palanque político, Wladimir negou que isso venha sendo feito de sua parte.

— Não existe a mínima hipótese de se politizar um assunto como esse, mas já que alguns tentam, eu deixo uma pergunta: Porque o prefeito não procura todas as forças políticas da cidade para ajudar? É tempo de unidade pelo bem da população. Como disse no vídeo que postei nas redes sociais, liguei diversas vezes para o secretário de saúde me colocando á disposição, mas é de praxe do atual prefeito não ouvir os diferentes. Por isso seu governo e a tragédia que é -, finalizou o deputado.

Hospital de Campanha: A pandemia da vaidade

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Até mesmo, ou sobretudo, em tempos de crise e pandemia as pessoas não deixam a vaidade e ganância de lado. Ao invés da compaixão e empatia, primam pelo oportunismo. Empresários mandando funcionários embora sem respeitar os seus direitos, fabricantes aumentando os preços de produtos essenciais e hackers criando vírus pra roubar dados dos internautas de quarentena. Infelizmente na política não vem sendo diferente. Ao invés de união e trabalho em conjunto neste momento difícil, a quem ainda priorize seu ego e projetos pessoais, o problema é que esta fome por holofotes pode prejudicar e muito as pessoas do nosso município.

Depois de uma articulação conduzida pelo prefeito Rafael Diniz com o deputado estadual Rodrigo Bacellar, tentando viabilizar um hospital de campanha contra o Covid-19 no Parque de Exposição Agropecuária, localizado há pouco mais de 1km do Hospital Ferreira Machado, o deputado federal Wladimir Garotinho resolve “atravessar” a negociação, induzindo inclusive tanto o secretário de Saúde Estadual Edmar Santos quanto o Governador Wilson Witzel ao erro. Wladimir, na fome de ser o pai do hospital, “costurou” o terreno em frente ao Shopping 28 para atender aos infectados, sem levar em consideração o tráfego de pessoas naquela área, poluição sonora, onde além do shopping há hotéis, localizado numa importante avenida da cidade. Uma medida que serviria para previnir pode acabar tendo o efeito contrário. Trocar uma área como a da Fundação Rural, mais isolada, fechada, com certa estrutura como banheiros e tapagem por uma área central, residencial, com muitos hotéis e condomínios não me parece uma ideia de quem está pensando no melhor pra população.

O momento é de união, de política apartidária e resolução. A exemplo do que se propôs a fazer o deputado Bacellar, viabilizando junto ao prefeito, um adversário político, sem propaganda ou autopromoção sobre o caso.

O ClickCampos é exemplo disso. Apesar das divergências e convergências se atém aquilo que faz melhor, retratar com fidelidade os fatos aos campistas. Seguimos assim, com a verdade como linha editorial.

Empatia, meus senhores. Por menos vaidade e mais humanidade. Por mais grandes homens e menos garotinhos na política.

Secretário estadual de Saúde anuncia telefone para tirar dúvidas sobre o coronavírus

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O secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, anunciou, na manhã desta segunda-feira, o número de telefone 160 para quem quiser tirar dúvidas sobre o novo coronavírus (Covid-19). A central telefônica vai passar a funcionar a partir das 14h de hoje, com profissionais de saúde atendendo às ligações.

“O número 160 terá profissionais de saúde na retaguarda, dando orientações de quem precisa ou não procurar uma unidade de saúde… quem ficar em dúvida ainda, apesar de todo esclarecimento que nós já fizemos, e qual a melhor melhor unidade próxima da casa dele”, o secretário destacou, em entrevista à TV Globo.

Sobre os casos de infectados pela doença em todo o estado, Edmar acredita que o número tanto de confirmados quanto de mortes devem aumentar nas próximas semanas. De acordo com o último balanço da pasta, divulgado ontem,

“Nas duas próximas semanas, seguirão aumentando o número de casos e o número de óbitos, conforme a curva inicial. Demora-se duas semanas para que a gente comece a desacelerar a curva. Por isso, é importante o que nós fizemos aqui no Estado do Rio de Janeiro, de sair na frente em termos de restrições”, o secretário defendeu.

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Hospitais privados de Campos na mira do MP

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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Campos, instaurou neste sábado (21/03) inquérito civil para monitorar a capacidade instalada dos hospitais privados da região, devido à crise do coronavírus (Covid-19). O inquérito civil foi instaurado tendo em vista a previsão feita pelo ministro da Saúde de um colapso do sistema público de saúde em todo o Brasil por conta do previsível aumento de demanda por tratamento da doença, que deve atingir seu pico epidemiológico em abril ou maio.

Considerando que os hospitais privados, sobretudo quando conveniados a planos de saúde, se obrigam a fornecer tratamento adequado a seus pacientes, o que inclui pronta resposta a eventual agravamento do quadro clínico, com a disponibilidade de leitos de terapia intensiva quando necessário, na proporção da oferta de serviços; levando em conta, finalmente, a pandemia obriga as unidades hospitalares a se prepararem previamente para receber esse aumento de demanda.

Dessa forma, sob pena de virem a ser responsabilizados pela falta do serviço, em especial o Hospital Geral Dr. Beda, Hospital ProntoCardio e Hospital da UNIMED Campos devem fomentar o aumento de sua capacidade de atendimento, preservando o sistema público de saúde da eventual pressão que será provocada pela doença. Os hospitais têm um prazo de cinco dias para informar que medidas adotarão e, caso não haja resposta ou previsão do aumento da capacidade instalada para absorver e tratar adequadamente seus pacientes, será ajuizada ação civil pública com esta finalidade

Estado do Rio suspende cobrança de dívidas por 60 dias

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Em edição extraordinária do Diário Oficial, decreto prorroga, por 60 dias corridos, o prazo de vencimento para o pagamento de parcelamentos de créditos tributários e não tributários inscritos em Dívida Ativa vencidos a partir do dia 20 de março.

O objetivo da Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) é minimizar o impacto econômico decorrente da epidemia do novo coronavírus (Covid-19).

Norte e Noroeste Fluminense com pelo menos 57 casos suspeitos e 145 pacientes isolados

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A Defesa Civil estadual divulgou um levantamento neste sábado informando o número de casos suspeitos do coronavírus nas regiões Norte e Noroeste Fluminense. Em toda a região são pelos menos 145 pacientes em isolamento domiciliar, onde 57 desses já constam como casos suspeitos. A cidade com maior número é Itaperuna, com 26.

Confira abaixo a tabela completa:

 

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Dados da Defesa Civil em todo o Norte e Noroeste Fluminense. Felizmente a região não tem nenhum caso confirmado até o momento

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Witzel propõe que TJ e Alerj banquem pagamento de seus aposentados

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Para tentar amenizar o impacto que a pandemia do coronavírus provocará nas finanças do estado, o governador Wilson Witzel propôs ontem aos chefes do Judiciário, Legislativo e dos órgãos independentes, como Ministério Público e Tribunal de Contas e Defensoria, que as próprias instituições passem a bancar a folha de seus aposentados e pensionistas. A equipe do governo listou 30 medidas com foco na economia, e essa foi considerada a mais polêmica por todos os representantes das instituições. Nenhum deles decidiu aceitar essa sugestão de pronto. Todos decidiram estudar a proposta.

Esse pagamento, como se sabe, é feito pelo Rioprevidência (autarquia estadual), que recebe a receita das contribuições previdenciárias de servidores ativos e inativos de todos os Poderes, além da contribuição patronal.

Na reunião, que ocorreu no Palácio Guanabara, o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), André Ceciliano (PT), chegou a declarar que, para isso, o Rioprevidência deveria devolver todos os anos de contribuição que já foi feita pelos atuais funcionários e aposentados da Casa.

À coluna, Ceciliano fez a mesma ponderação. E reforçou que, agora, não há como a Alerj e outros órgãos baterem o martelo sobre essa.

Salário também

Mas não só essa sugestão foi apresentada. O governador propôs ainda que cada Poder e órgão pague os salários de seus funcionários da ativa usando recursos de seus fundos especiais, o que, hoje, é proibido pelas leis de criação dos fundos.

Itália registra 793 mortes por coronavírus em apenas um dia

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O número de mortos em decorrência do coronavírus na Itália aumentou em 793 em um dia, chegando a 4.825, disseram autoridades neste sábado, um aumento de 19,6%, o maior crescimento diário em termos absolutos desde o surgimento da epidemia um mês atrás.

Na quinta-feira, a Itália ultrapassou a China no número de mortes em decorrência do vírus altamente contagioso.

O número total de casos na Itália subiu para 53.578 em relação aos 47.021 anteriores, um aumento de 13,9%, informou a Agência de Proteção Civil.

A região norte da Lombardia, a mais atingida, permanece em situação crítica, com 3.095 mortes e 25.515 casos.

Das pessoas originalmente infectadas em todo o país, 6.072 haviam se recuperado totalmente até sábado, em comparação com 5.129 no dia anterior.

Havia 2.857 pessoas em terapia intensiva contra as anteriores 2.655.

Campos tem 13 casos suspeitos de coronavírus e nenhum confirmado

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A Prefeitura de Campos informa que não há casos confirmados de coronavírus em Campos. Até o momento, há 13 casos suspeitos que estão sendo investigados no município. Destes, quatro pacientes encontram-se internados em estado grave e os demais em isolamento domiciliar. Outros três casos suspeitos no município já foram descartados.

Novas atualizações devem ser feitas ao longo do dia.

#FakeNews: Informação de que funcionário de empresa de Cardoso Moreira está com Coronavírus é falsa

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Se o mundo vive momentos de apreensão com o novo coronavírus, em Cardoso Moreira tem gente com tempo livre para criar boatos e espalhar, mesmo que prejudique a própria cidade. Durante a última semana, circulou um boato na pacata cidade de Cardoso Moreira de que um funcionário da empresa distribuidora de medicamentos SogaMax estaria infectado com o coronavírus. A informação preocupou moradores, já que a empresa é a maior empregadora do município no setor privado, com 180 funcionários, o que liga a empresa diretamente á 720 pessoas no município.

A empresa precisou divulgar uma nota negando que tenha algum trabalhador atuando com sintomas do coronavírus, e alertando que a informação não prejudica apenas a empresa, mas sim todo o município de Cardoso Moreira. “Esse tipo de mensagem destrutiva e mentirosa pode acarretar sérios danos a todo município de Cardoso Moreira. São pessoas irresponsáveis que criam essas fake news”.

A empresa tem mais de 5.500 clientes em todo o estado do RJ, somados aos 4.500 em São Paulo, 500 em Minas Gerais, 330 em Goiás, 1.200 no Espírito Santo, e outras centenas na Bahia, Ceará, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. A contribuição financeira que a empresa faz com todo o município é de grande importância, portanto os maiores prejudicados com este tipo de informação é o município de Cardoso Moreira e os seus moradores.

Cabe lembrar que fake news é crime e o autor pode ser condenado até mesmo a cumprir pena em regime fechado.

Secretaria de Saúde confirma terceira morte por coronavírus no Estado do Rio

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A Secretaria estadual de Saúde confirmou, na manhã deste sábado, a terceira morte coronavírus no Estado do Rio. Conforme noticiado pelo DIA, a vítima é um morador de Petrópolis e idoso, que fazia parte do grupo de risco para a Covid-19.

Os dois primeiros óbitos no estado foram registrados esta semana em Miguel Pereira (1) e Niterói (1).

Casos confirmados

Até o momento, o estado do Rio registra 110 casos de coronavírus, distribuídos nas seguintes cidades: Rio de Janeiro (89), Niterói (10), Petrópolis (3), Barra Mansa (1), Guapimirim (1) e Miguel Pereira (1). Há ainda três (3) estrangeiros confirmados para a Covid-19, além de dois (2) casos com o local de residência em investigação.

Coronavírus: 627 mortos em 24 horas; total passa de 4.000 na Itália

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A pandemia de coronavírus matou 627 pessoas na Itália nas últimas 24 horas, um novo recorde que eleva a 4.000 o número de mortes na península, o país mais afetado do mundo, anunciou a proteção civil nesta sexta-feira.

Ainda é a região de Milão, Lombardia, onde os hospitais estão sobrecarregados, que paga o preço mais alto, com 381 mortes adicionais (2.549 no total).

No país, quase 6.000 novos casos foram detectados, novamente um número nunca alcançado até agora.

Coronavírus: Estado de Rio passa de 63 para 109 casos confirmados

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O governo do estado do Rio de Janeiro acaba de divulgar o número oficial de casos confirmados do coronavírus. De 63 casos confirmados nesta quinta-feira, o número quase dobrou e chegou a 109 casos confirmados nesta sexta-feira.

O Rio de Janeiro é o estado que vem adotando as medidas mais drásticas em todo o país, como fechamento de fronteiras e paralisação da ponte aérea Rio x São Paulo.

Mais informações em instantes.

“Em abril o sistema de saúde entrará em colapso”, diz Mandetta

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O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), participa de uma videoconferência com empresários para debater medidas de enfrentamento ao coronavírus. Ao lado do chefe do Executivo está o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que afirmou que até o final de abril o sistema de saúde brasileiro entrará em colapso. O ministro disse, entretanto, que pretende atuar para tentar evitar esse provável cenário.

O presidente voltou a criticar os governos estaduais que estão tomando medidas mais severas para impedir a propagação do vírus. Fechamento de rodovias, para Bolsonaro, não é de responsabilidade dos governadores. “Não adianta um estado produzir, se outro estado fechar as rodovias”, disse.

O presidente também afirmou que as medidas, se forem tomadas “com histeria” aprofundarão a crise econômica. Desde o início do contágio do coronavírus no Brasil, o presidente, ao contrário do que tem sido feito pelas maiores lideranças mundiais, está chamando de “histeria” ou de “exagero da mídia”, a pandemia do coronavírus.

Porém, na contramão desse discurso, o próprio presidente encaminhou para o Congresso Nacional um pedido de decretação de estado de calamidade pública. O projeto foi aprovado nesta semana na Câmara e no Senado.

Coronavírus aumenta crise política entre Bolsonaro e Witzel

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O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta sexta-feira, 20. Em entrevista à TV Globo, Witzel reclamou das dificuldades de conseguir apoio para combater a pandemia do coronavírus. Sem citar Bolsonaro, o ex-juiz federal afirmou que ele não pode fazer política diante da crise da doença no país. Segundo Witzel, falta diálogo não apenas com o estado, mas também com outros governadores. Ex-aliados, os dois são possíveis adversários na eleição presidencial de 2022.

“Estamos fazendo a nossa parte. Estamos regulamentando aquilo que entendemos que é fundamental para salvar vidas. O governo federal precisa fazer a sua parte. Nós não temos diálogo com o governo federal. Não só apenas eu. Os governadores, para se comunicarem com o governo federal, precisam mandar uma carta. Não há diálogo com os governadores. Estamos trabalhando a mil por hora tentando ajudar a população. As pessoas estão perdendo emprego, desesperadas, querem saber como vão comer. O governo federal precisa entender isso, precisa entender que é para ontem. Enquanto estamos tomando medidas aqui, o governo federal fica fazendo política. Não queremos ser uma Itália. Então, pelo amor de Deus! Precisamos parar com isso. Vamos trabalhar!”, atacou Witzel.

Na noite da última quinta-feira, Wilson Witzel divulgou, no Diário Oficial, um decreto determinando uma série de proibições a partir da meia-noite deste sábado por causa do coronavírus. Entre elas, o governador fechará as divisas do estado, e os aeroportos, inclusive a ponte-aérea Rio-São Paulo. No entanto, essas medidas ainda dependem do aval de agências reguladoras. À GloboNews, o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse que o decreto de Witzel referente a essas suspensões não é válido. O governador rebateu:

“Temos que discutir como vamos proteger a nossa população. Recebemos, recentemente, um avião da Espanha sem nenhum controle, sem saber de onde vinham as pessoas e para onde iam. Agora, é hora de ter responsabilidade. O decreto, se tem validade ou se não tem validade… o que temos que fazer é ajudar as pessoas. O governo federal tem que assumir a sua responsabilidade”.