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Prefeito Rafael Diniz acompanha programação no Farol

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Mais um dia de programação diversificada no Alô Farol 2020. Este é o ultimo final de semana antes do carnaval e, com segurança, a população tem participado das atividades de esporte, diversão e arte, elaborada através da parceria entre a Prefeitura de Campos e o Sesc. E acompanhando de perto as atividades, o Prefeito Rafael Diniz esteve neste sábado (15) na Arena Esporte durante a Copa Farol de Beach Soccer sub 15, que segue também neste domingo (16). Também estiveram na Arena Esporte os vereadores José Carlos e Silvinho Martins.

– A gente chega em mais um final de semana nesta parceria Prefeitura e Sesc. Realizando este verão que marca a história na nossa querida praia de Farol de São Thomé. Desta vez, o último final de semana. Ontem teve “Vou pro Sereno”, hoje futebol de areia com toda a nossa garotada, de todos os nossos bairros e localidades, disputando campeonato de futebol de areia. Mais tarde tem Jota Quest, amanhã corrida rústica e a gente celebra esse final de semana com muito sucesso. Um verão para todas as famílias, gerando renda, receita, emprego, gerando diversão e oportunidade para todo mundo. Um verão para todas as famílias – pontuou o Prefeito Rafael Diniz.

A costureira, Solange Souza Santos veraneia no Farol e destaca a sensação de segurança que vem sentido este ano no Farol. “Este ano está tranquilo. Está mais tranquilo que os outros anos para trás. O verão  no Farol está muito bom, está muito bom mesmo”, enfatizou.

Ainda neste sábado (15), a praia campista contou com atividades esportivas como a Copa Kpaloa Eco Bodyboard (que segue neste domingo) e Festival de Standup Paddle e Caiaque. Às 15h, no Espaço para todos, a população pode conferir a animação do Grupo Ragha e, às 18h, no mesmo Espaço, é a vez do Verão com Cristo. O Xexé também recebe programação, às 18h, com o som da cantora Dani Soares. Às 20h, de volta à Arena Show, será a vez do DJ Douglas Leal e, às 22h, da banda Jota Quest encerrar a programação neste sábado.

No domingo (16), o cantor Apollo sobe ao palco do Lagamar às 12h. No mesmo dia, haverá a Corrida Rústica do Farol, com largada às 8h no Lagamar.

Contenção evita que água do Paraíba atinja estrada em SJB

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Quase 24 horas depois do rompimento do dique São João, próximo ao Bairro de Fátima, ainda há muita água nas áreas de pasto, mas a situação está sob controle. Não há famílias desabrigadas e desalojadas e as barreiras de contenção feitas pela Prefeitura impediram que a água atingisse a SB-02 e a Estrada do Poço. O nível do Rio Paraíba do Sul na sede do município permanece em 6,45 m e a tendência é começar a baixar nas próximas. A Defesa Civil Estadual divulgou no final da tarde deste domingo, 16, que os níveis estão baixando nos rios Pomba, Muriaé, Carangola, Itabapoana e Paraíba do Sul.

Desde o momento do rompimento do dique a Prefeitura atuou no auxílio aos moradores e na adoção das medidas emergenciais de contenção. Nas primeiras horas da manhã as equipes das secretarias municipais de Segurança Pública, Meio Ambiente e Serviços Públicos e Agricultura ampliaram a contenção em quatro pontos, entre Cajueiro e o Bairro de Fátima, usando máquinas e materiais para as barreiras. A SB-02 chegou a ser interditada para que o trabalho fosse realizado.

A Defesa Civil Municipal atuou em conjunto com o Corpo de Bombeiros e a Capitania dos Portos. A Defesa Civil Estadual também esteve na área do rompimento do dique acompanhando o trabalho e o monitoramento.

— A Defesa Civil Municipal fez o trabalho correto para que a água não chegasse à população, aos ribeirinhos. Agora a tendência é a situação normalizar em no máximo dois dias, já que está baixando o nível de todos os rios para cima — disse o capitão José Antônio Muniz, coordenador adjunto da Defesa Civil Estadual no Norte Fluminense.

Na manhã desta segunda-feira, 17, as equipes da Prefeitura voltam ao local para nova avaliação e prosseguir com as medidas de contenção da água.

Menina de 10 anos encontrada morta com sinais de violência sexual

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Ingridy Cristina Zacarias Borges, uma menina de 10 anos, foi encontrada morta este sábado, na região central de Minas Gerais, no Brasil, depois de ter desaparecido por volta do meio dia anterior quando saiu de casa para ir comprar leite. 

De acordo com o que escreve a imprensa brasileira, que cita fonte dos  bombeiros,  a criança foi encontrada numa zona de mato, no distrito de Furquim, a 25 km de Mariana. 

Ainda segundo a mesma fonte, Ingridy foi encontrada com sinais de violência sexual. 

As causas da morte vão ser investigadas pela Polícia Civil de Minas Gerais. 

Bolsonaro dribla convicções e usa tom eleitoral para afastar pressão

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“Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? A PM da Bahia, do PT. Precisa falar mais alguma coisa?” As primeiras palavras de Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a morte do ex-capitão da PM Adriano Nóbrega, em entrevista à imprensa neste sábado (15), deram o tom da estratégia que o presidente lançaria mão para proteger a si próprio e a sua família em torno da proximidade com o miliciano.Adriano foi morto no último domingo (9) no município de Esplanada (BA), ao ser alvo de operação que envolveu as polícias baiana e fluminense. Investigações apontam que ele atuava em diferentes atividades ilegais: milícia, jogo do bicho, máquinas caça-níqueis e homicídios profissionais.

O presidente se manteve em silêncio sobre o tema por quase uma semana. Ele seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), só se pronunciaram sobre o caso quando apareceram evidências de que pode ter havido “queima de arquivo” ou uma eventual acerto de contas de milícias.

As investigações que envolvem seu primogênito são a principal causa de preocupação do presidente. A aliados ele disse temer os desdobramentos das investigações e até a prisão do filho.

Desde a morte de Adriano, Bolsonaro tem evitado conceder entrevistas. Ele interrompeu a rotina de conversas diárias com jornalistas na porta do Palácio da Alvorada entre segunda e quinta-feira. Só voltou a falar na sexta (14), mas apenas no sábado entrou no assunto da morte do ex-PM.

Durante sua live semanal, na quinta (13), o presidente fez uma “vacina” ao falar lateralmente do caso. Usou um embate entre o ministro Sergio Moro (Justiça) na Câmara com deputados para dizer, em ambiente sem que pudesse ser confrontado, que o PSOL apoiava milícias.

As circunstâncias da morte do ex-capitão ainda não foram esclarecidas. Segundo a versão oficial da polícia baiana, subordinada ao governador Rui Costa (PT), Adriano foi morto após reagir com tiros à abordagem. Não tardou, no entanto, para que a hipótese de “queima de arquivo” fosse aventada.

O miliciano estava sozinho em um terreno cercado. Moradores disseram à Folha que a ação foi rápida, com barulho de tiros por pouco tempo. 

Com as redes sociais em polvorosa, militantes de oposição logo sugeriram que Adriano teria sido morto para que não pudesse esclarecer a suposta profundidade das relações da família Bolsonaro com a milícia e seus atos criminosos. 

Homenageado duas vezes na Assembleia Legislativa do Rio pelo senador Flávio Bolsonaro (sem partido), Adriano é citado na investigação que apura a prática de “rachadinha” (esquema de devolução de salários) no gabinete do então deputado estadual. O miliciano teve duas parentes nomeadas por Flávio.

Na primeira vez em que falou sobre o assunto, Jair Bolsonaro abriu duas frentes para se defender: driblou antigas convicções para colocar em xeque a gravidade da atuação criminosa do miliciano e adotou um tom eleitoral ao responsabilizar o PT pela morte de Adriano.

Neste sábado, Bolsonaro despontou como um defensor dos direitos humanos ao criticar a polícia da Bahia por não ter preservado a vida do ex-capitão durante a operação. Normalmente, o presidente é um forte apoiador das polícias, mesmo quando suas ações resultam em mortes.

Ele é crítico de defensores de direitos humanos, aos quais geralmente se refere com deboche.

Em outubro do ano passado, por exemplo, durante solenidade no Palácio do Planalto para lançamento de campanha do pacote anticrime, o presidente defendeu policiais que acumulam autos de resistência. 

“Muitas vezes a gente vê que um policial militar ser alçado para uma função e vem a imprensa dizer que ele tem 20 autos de resistência. Tinha que ter 50! É sinal que ele trabalha, que ele faz sua parte e que ele não morreu”, afirmou.

Em 2003, Bolsonaro chegou a usar os microfones da Câmara para parabenizar e defender a ação de grupos de extermínio no país. “Enquanto o Estado não tiver coragem de adotar a pena de morte, esses grupos de extermínio, no meu entender, são muito bem-vindos”, disse.

Neste sábado, Bolsonaro também ensaiou uma defesa da presunção de inocência, não replicada no passado diante de condenações de adversários. “Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando capitão Adriano por nada, sem querer defendê-lo”, afirmou.

Quando o ex-presidente Lula foi solto, em novembro do ano passado, Bolsonaro disse que o petista estava momentaneamente livre, mas carregado de culpa, e o chamou de criminoso. Assim como o capitão Adriano, Lula não tem sentença transitada em julgado. 

Em nota divulgada na noite de sábado, Bolsonaro se refere ao petista como um bandido condenado em segunda instância, ao mesmo tempo em que repete que nenhuma sentença condenatória transitou em julgado em desfavor de Adriano.

Além de modular suas convicções, Bolsonaro adotou um conhecido tom eleitoral e foi para o ataque contra os adversários, em especial, o PT.

Em entrevista à imprensa, não só responsabilizou o PT pela morte de Adriano, como também encaixou crítica ao PSOL, repetindo o tom da live. Após negar ter relações com a milícia, Bolsonaro acusou um líder do partido socialista, sem citar nomes, de ser amigo de traficantes e bandidos.

Para se defender, o presidente também usou discurso com tom de campanha: “Estão o tempo todo inventando mentiras contra mim. Não vão conseguir. A nossa luta contra a corrupção continuará sendo forte, fazendo o possível pelo Brasil melhor”.

O mesmo fez seu filho, Flávio Bolsonaro, ao afirmar que o questionamento sobre a relação da família com as milícias é o último recurso para criticar o governo. “Como não tem o que falar do governo que está dando certo, que está gerando emprego, inaugurando obras, beneficiando o estado do RJ…”

Na nota divulgada sábado, Bolsonaro manteve o tom eleitoral ao rebater crítica do governador da Bahia, Rui Costa (PT). Mais cedo, o petista havia dito que seu governo “luta contra e não vai tolerar nunca milícias nem bandidagem” e que “não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem procurados pela Justiça”.

No texto, o presidente diz que o caso de Adriano é semelhante “à queima de arquivo do ex-prefeito Celso Daniel, onde seu partido, o PT, nunca se preocupou em elucidá-lo, muito pelo contrário”.

O caso do ex-prefeito de Santo André é lembrado por Bolsonaro todas as vezes que ele é cobrado pela relação dos seus familiares com a milícia. Trata-se de uma velha fórmula eleitoral: apontar erros e incoerências de seus adversários em vez de prestar explicações.

Bolsonaro finaliza a nota afirmando que os brasileiros querem os nomes dos mandantes das mortes de Celso Daniel, da vereadora Marielle Franco (PSOL), do ex-capitão Adriano e da tentativa de homicídio contra o próprio presidente. 

O texto foi elaborado por Bolsonaro com a ajuda do secretário especial de comunicação social da Presidência, Fabio Wajngarten. Os dois redigiram a nota de dentro do carro presidencial, na porta do Alvorada na noite de sábado (15). Na sequência, ele entrou em casa sem falar com repórteres.

Ao lembrar da facada, um dos fatos que consolidaram sua vitória na corrida presidencial, Bolsonaro tenta se fortalecer no momento em que volta a ser pressionado pelo suposto envolvimento com as milícias do Rio de Janeiro.

LAÇOS”Vocês querem me associar a alguém por uma fotografia, uma moção há 15 anos atrás. As pessoas mudam, para o bem ou para o mal mudam”, disse Bolsonaro à imprensa neste sábado. 

O ex-capitão Adriano da Nóbrega foi homenageado por Flávio Bolsonaro em 2003, com uma moção de louvor, e em 2005, com a Medalha Tiradentes, mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Rio. Jair disse que ele próprio determinou que o filho condecorasse o ex-policial, que “era um herói”. 

Em 2005, Adriano estava preso preventivamente pelo assassinato de um guardador de carros. Naquele ano, ele chegou a ser defendido por Jair Bolsonaro, então deputado federal, em discurso na Câmara dos Deputados, por ocasião da condenação por homicídio. O ex-capitão seria absolvido depois em novo julgamento.

Neste sábado, Flávio seguiu a mesma linha de argumentação, repetindo que sua homenagem a Adriano havia ocorrido há mais de 15 anos. “Como posso adivinhar o que [Adriano] faz de certo ou errado hoje?”, questionou.

Pai e filho, ao longo da entrevista à imprensa, buscaram reduzir as relações com o ex-capitão às homenagens (prestadas também a centenas de outros policiais, como lembrado por eles), e sustentando que elas haviam sido realizadas há muito tempo.

O envolvimento com Adriano, no entanto, é mais profundo. A Folha de S.Paulo tentou questioná-los por duas vezes sobre as contratações no gabinete de Flávio na Alerj da mulher do ex-capitão, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, e da mãe, Raimunda Veras Magalhães. Na primeira tentativa, Jair Bolsonaro encerrou a conversa, e o filho assumiu o microfone. Na segunda, disse para a repórter ficar quieta.

Danielle foi contratada em 2007, enquanto Raimunda entrou no gabinete apenas em 2016. Nesta época, Adriano já tinha sido condenado por homicídio por um júri posteriormente anulado, acusado pelo atentado a um bicheiro e expulso da PM porque atuava na segurança de outro.

Ambas foram exoneradas somente em novembro de 2018, em meio às investigações do Ministério Público a respeito da possível prática de lavagem de dinheiro e “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro. Em dezembro, foi revelado relatório do Coaf que citava movimentações financeiras atípicas do ex-assessor Fabrício Queiroz. 

Os laços com Adriano podem ir além das contratações. Segundo o MP-RJ, contas do ex-capitão foram usadas para transferir dinheiro a Queiroz, suspeito de comandar o esquema de devolução de salários. De acordo com a investigação, tanto Danielle quanto Raimunda fizeram transferências para o ex-assessor. A mulher de Adriano teria devolvido, pelo menos, R$ 150 mil. Nota da defesa de Flávio, divulgada em janeiro, informava que Raimunda havia sido contratada no gabinete por indicação de Queiroz. Adriano e Fabrício Queiroz trabalharam juntos no 18º Batalhão da PM.

Dirigentes do Flamengo ganham direito de resposta no Faustão após críticas do apresentador

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Durante o Domingão do Faustão hoje, os dirigentes do Flamengo tiveram o direito de responder às críticas feitas pelo apresentador durante o programa exibido no último domingo (9).

Na declaração original, o apresentador afirmou ser “inadmissível, indecente o comportamento dos diretores do Flamengo no caso do incêndio” que vitimou 10 adolescentes no Ninho do Urubu, no começo do ano passado.

O problema não é dinheiro, até porque dinheiro algum vai trazer as vidas de volta. O problema é principalmente caráter, ter a sensibilidade, um tanto de humanismo. Como é que esses dirigentes conseguem chegar em casa e olhar os filhos e olhar os netos, sem nenhum respeito a quem perdeu as crianças? É revoltante em todos os aspectos”, declarou Faustão no domingo passado.

Hoje, ao encerrar um dos blocos, o apresentador relembrou o ocorrido, afirmando que “quando se faz uma crítica, há o risco de que as pessoas possam não aceitar e querer o direito de resposta”. Segundo ele, os dirigentes do time teriam acionado advogados para exigir o direito de resposta por se sentirem desrespeitados.

Durante a semana, o Flamengo já havia divulgado nota oficial para rebater as acusações de Faustão e insinuou que as críticas seriam resposta à dificuldade da Globo em fechar um acordo de transmissão com o clube no Campeonato Carioca.

Após anunciar o direito de resposta, Faustão chamou os comerciais. No comunicado exibido, os dirigentes ressaltam que é “lamentável que um apresentador de tamanho renome e representatividade na televisão brasileira venha a proferir insultos e acusações injustas, sem que tenha se informado minimamente sobre a realidade dos fatos”.

Prefeitura de SJB realiza contenção na área do dique que se rompeu

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A Prefeitura de São João da Barra está utilizando equipamentos e materiais em pontos estratégicos na área atingida pelo rompimento do dique São João. A Defesa Civil Municipal sobrevoou o local na manhã deste domingo, 16. Foram atingidas propriedades rurais entre Cajueiro e o Bairro de Fátima, na estrada do Poço. A maior parte é área de pasto. O nível do Rio Paraíba do Sul estve estabilizado em 6,45 por quase 24 horas até o início da manhã, na última medição, já marcava 6,40. A expectativa é que continue baixando. Toda a área e também o dique do Viana estão sendo monitorados, segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, Wellington Barreto.

O dique São João rompeu por volta das 19h deste sábado, 15. A Defesa Civil já estava no local vistoriando a estrutura e precisou voltar à sede para buscar os barcos. Junto com o Corpo de Bombeiros conseguiu resgatar um homem que buscou abrigo em uma árvore.

A área alagável, quase 100% de pasto, é de quatro mil metros quadrados. São 30 propriedades rurais e cerca de 1.200 cabeças de gado. Não há registro de animais mortos.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Joice Pedra e o subsecretário Marcos Sá, estão no local, junto com o secretário municipal de Segurança Pública, Anderson Campinho, e a secretária municipal de Agricultura, Marcela Toledo. A secretária municipal de Assistência Social, Michelle Pessanha, coordena as equipes que estão auxiliando as famílias no entorno do dique. Não há informações de desalojados ou desabrigados.

– A prioridade é o monitoramento permanente de toda a área e das famílias que residem próximo ao local – afirmou Campinho.

A SB-02, que liga o Bairro de Fátima a Degredo, foi interditada para que as equipes possam fazer o trabalho de contenção da água.

Candidata à presidente do SIPROSEP não responde perguntas feitas pelo ClickCampos

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Buscando a imparcialidade que é a principal característica do bom jornalismo, a equipe do ClickCampos entrou em contato durante toda a semana com os dois candidatos ao cargo de presidente do SIPROSEP, que vão disputar a eleição da próxima sexta-feira.  Recebemos apenas as respostas do candidato Alexandre Stoller. Ja a candidata à presidente do SIPROSEP, Elaine Leão, da Chapa 2, não respondeu aos questionamentos de nossa equipe.

Entendemos que o espaço seria uma ótima oportunidade para Elaine apresentar suas propostas, ideias e esclarecer algumas polêmicas, falando diretamente com o seu eleitor. Em respeito aos nossos leitores e mantendo a lisura do processo eleitoral do SIPROSEP, listaremos abaixo todas as perguntas que foram encaminhadas á candidata e não foram respondidas.

ClickCampos – Qual foi o seu critério na montagem da chapa, que caso eleita, dirigirá o sindicato junto com você?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Na visão da chapa, quais devem ser as principais bandeiras de luta da categoria no próximo mandato?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Quando você fala em renovar o SIPROSEP, você propõe mudanças no estatuto. Quais são? Como você viabilizaria?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Qual é o balanço que você faz sobre a atuação da atual gestão do sindicato, presidida por Sérgio Almeida?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Em 2019 os servidores pediam um reajuste de 12% no salário. O prefeito propôs 3,97% e vocês não aceitaram. Após isso, de forma irresponsável, Rafael Diniz voltou atrás e não concedeu o aumento que ele mesmo havia proposto. Se tratando de um governo que não vem cumprindo com o que promete, não seria melhor naquele momento ter garantido os 3,97% naquele momento?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Plano de Cargos e Salários. Como você avalia a política da prefeitura em relação a essa temática? O que pode ser feito?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Os servidores da área da saúde constantemente se manifestam em relação à insalubridade e más condições de trabalho. Através do sindicato, o que pode ser feito?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Você trabalha na área de Raio-X e um dos componentes da sua chapa é fiscal do contrato de uma empresa que presta serviço de Raio-X com a Prefeitura. Não existe nenhum conflito de interesses na sua chapa e no seu discurso?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Você faz muitas críticas ao atual presidente do SIPROSEP, Sérgio Almeida, afirmando que existe falta de transparência e honestidade no comando da instituição. Mas ao mesmo tempo, circula nas redes sociais uma gravação de áudio que foi atribuída a você, onde ensina como burlar o sistema de ponto eletrônico da Prefeitura. O áudio é seu? Você também não encara isso como uma atitude desonesta?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Você fez parte do movimento grevista dos servidores que em negociação com o governo Rafael Diniz, não conseguiu nenhum reajuste para a classe. Sendo presidente do SIPROSEP, qual seria a estratégia utilizada para obter o reajuste?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – A associação a qual você faz parte perdeu força durante todo o movimento grevista devido á informações de que você tem a intenção de se candidatar à vereadora, caso não consiga vencer a eleição do SIPROSEP na próxima sexta-feira. Você realmente quer ser candidata à vereadora?
Caso sim, o objetivo dos movimentos que liderou seria estratégia política para demonstrar força ao seu nome?
Elaine Leão – Não respondeu

ClickCampos – Você faz duras críticas ao prefeito Rafael Diniz, sobretudo ao comportamento do governo com o servidor. Também critica a atual gestão do SIPROSEP, onde em alguns momentos você afirmou que em 2019 o presidente Sérgio Almeida estaria lutando a favor do servidor “de fachada”, já que ele já apoiou Rafael Diniz durante o governo. No entanto, segundo as suas redes sociais, em 2016, você fez campanha para Marcão Gomes e para o próprio Rafael Diniz.
O seu discurso não é incoerente nesse sentido? Como o eleitor pode acreditar que você não está criticando o governo que tem alta rejeição apenas por conveniência política?
Elaine Leão – Não respondeu

Candidato à presidente do SIPROSEP critica gestão de Rafael Diniz e prega união de servidores

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Na próxima sexta-feira (21), servidores da Prefeitura de Campos vão ás urnas para escolherem entre duas chapas, quem irá representar a classe nos próximos quatro anos. Durante a semana realizamos contato representantes das duas chapas, que são capitaneadas pelo servidor Alexandre Stoller (Chapa 1) e Elaine Leão (Chapa 2).

Confira abaixo o nosso bate papo com Alexandre Stoller, servidor há 16 anos no município de Campos, atuando no Hospital Ferreira Machado (HFM).

ClickCampos – Qual foi o seu critério na montagem da chapa, que caso eleitos, dirigirão o sindicato junto com você?
ALEXANDRE STOLLER – Hoje temos um projeto sólido para renovação no SIPROSEP e procuramos ter pessoas com o mesmo pensamento. Busquei ter ao meu lado na formação da chapa, pessoas competentes, e principalmente, pessoas que assim como eu, tenham a vontade de fazer o melhor para o nosso servidor que vem sofrendo nos últimos anos com os desmandos da gestão municipal.

ClickCampos – Independente do resultado da eleição da próxima sexta-feira, quais devem ser as principais bandeiras de luta da categoria na próxima gestão?
ALEXANDRE STOLLER – São várias frentes de lutas que o SIPROSEP deve atuar. Caso nossa chapa saia vitoriosa do pleito da próxima semana, acredito que temos que lutar pela volta do plano de saúde do servidor, do plano de cargos e salários, um novo enquadramento de categorias, o auxílio previdenciário dos aposentados, incorporação das gratificações de várias categorias, reajustes e outras mais que irão aparecendo no decorrer do mandato.
O importante é que tenhamos uma luta em conjunto, em prol do nosso servidor.

ClickCampos – Você fez parte da gestão de Sérgio Almeida na presidência do sindicato. Ao mesmo tempo, você utiliza o discurso de renovação. Como você demonstra ser uma renovação? Não existe uma incoerência no seu discurso?
ALEXANDRE STOLLER – Fiz parte da gestão do Sérgio sim. No entanto, meu pensamento é diferente do dele e sempre destaquei isso ao longo desta caminhada.
Me sinto totalmente capaz de liderar o sindicato, mas para isso, temos que ter novos projetos, abrir o sindicato aos servidores, fazer um Sindicato itinerante, próximo ao servidor, ouvindo as demandas e buscando solucioná-las.
Acredito que devido á crise e cortes de direitos, falta de reajustes, entre outros problemas que o servidor vem enfrentando, chegou a hora de deixar o SIPROSEP cada vez mais próximo do nosso servidor, e ao mesmo tempo, nos tornarmos cada vez mais forte.

ClickCampos – Atualmente existem pessoas na atual gestão do SIPROSEP com ligação com o governo municipal. Como você avalia a relação da gestão de Rafael Diniz com os servidores e as suas reivindicações? 
ALEXANDRE STOLLER – A relação é péssima! Hoje em Campos, os governantes tratam os servidores como inimigos. Temos que mudar essa imagem. Os servidores não querem nada demais, querem apenas seus direitos. Não podemos ficar tanto tempo sem reajuste salarial e não buscarmos diálogos, como algumas pessoas pregam.
Infelizmente a atual gestão municipal preferiu ir ao embate com o servidor, o que fez com que não cumprisse nem com o aumento que propôs.
Mas acredito que chegou a hora de dar um basta nestas condições e retomar o diálogo, independente de quem seja o governante. O servidor tem que ser respeitado e valorizado, e isso não estamos vendo nos últimos anos.

ClickCampos – Plano de Cargos e Salários. Como você avalia a política da atual gestão da Prefeitura em relação a essa temática? O que pode ser feito?
ALEXANDRE STOLLER – A progressão desde 2015 e, tirando a educação, o restante dos servidores não tiveram ainda as suas progressões.
O tema já está na justiça e tentaremos negociar uma saída para esse problema com o governo, servidores e sindicato. O importante é que qualquer decisão que seja tomada em prol do servidor, seja feita de maneira rápida. A crise está cada vez mais grave em nosso município e não é justo que os nossos servidores, que dedicam suas vidas ao atendimento publico, sejam atingidos dessa forma como vem sendo feito.
Entendemos que existe crise, mas a crise é para todo mundo, inclusive para o servidor. Ninguém está pedindo algo que não é apenas o seu direito.

ClickCampos – Os servidores da área da saúde constantemente se manifestam em relação a insalubridade e más condições de trabalho. Através do sindicato, o que pode ser feito de imediato e como solucionar o problema?
ALEXANDRE STOLLER – Precisamos fazer um levantamento da situação de insalubridade dos setores. Não é aceitável que as emergências dos dois maiores hospitais públicos do município, que por sinal são os maiores da região, tenham a insalubridade o menor possível.
Como disse anteriormente, o servidor precisa ser respeitado e ter força para dialogar com os nossos governantes, para que assim, tenhamos poder de negociação e possamos ser respeitados novamente.

ClickCampos – Você é considerado por alguns como “candidato linha dura”, por prometer embates com a prefeitura. Como seriam esses enfrentamentos? Greve, ajuizamento da demandas, manifestações?
ALEXANDRE STOLLER – Primeiramente vamos tentar negociar, sempre prezando pelo diálogo. Caso não tenhamos sucesso, realizaríamos manifestações, posteriormente greve e depois ajuizamento das demandas. O que não podemos fazer é, se eleitos representantes dos servidores, cruzarmos os braços e deixar tudo como está.
Quando falamos em renovação do sindicato, é exatamente renovar as forças do servidor. Renovar o sentimento de que é possível termos dias melhores. E entendemos que a melhor opção de renovação dentro do atual cenário é com a Chapa 1.

ClickCampos – Uma das suas propostas é a criação de um sindicato itinerante. Como um sindicato itinerante atuaria? Qual a necessidade do servidor ter um sindicato itinerante? Quais benefícios reais ofereceria ao servidor?
ALEXANDRE STOLLER – Sindicato itinerante seria um Sindicato mais próximo aos servidores, um Sindicato dentro das próprias secretarias, ouvindo as demandas e necessidades dos nossos servidores. Com essa aproximação, tornaríamos o nosso sindicato mais humanizado e teríamos a possibilidade de resolver as demandas dos nossos servidores de maneira mais rápida e eficaz.

ClickCampos – Entre as propostas de vocês nesse período eleitoral, está a criação de um “Centro interativo do servidor”, que seria basicamente um clube com piscina, campo com grama sintética, entre outras coisas. Tendo em vista que a principal fonte de receita do sindicato, que era a contribuição obrigatória, teve fim após a reforma trabalhista, como você pretende viabilizar a construção de um local como este? Não é uma promessa irreal aos eleitores?
ALEXANDRE STOLLER – Não, não é! Conseguiríamos fazer com uma gestão mais enxuta, com gastos mais controlados. Além de parcerias que já estamos negociando e se eleitos, iremos começar a construção de maneira imediata, ainda em 2020.
Temos parcerias fechadas com alguns médicos, fisioterapeuta e outros profissionais que nos auxiliariam nesta demanda.
Além da construção do espaço, também temos o projeto de restauração de todo o patrimônio do sindicato, inclusive a sua sede principal.

ClickCampos – A gestão de Sérgio Almeida é contestada por algumas alas sindicalistas e você propõe mudanças no estatuto sindical junto aos servidores. Quais mudanças você encara como primordiais?
ALEXANDRE STOLLER – Temos a consciência que o nosso estatuto precisa de mudanças de maneira urgente. Deixo claro que sou favorável ao fim da reeleição ao cargo de presidente,  para que nem eu e nem ninguém se perpetue no poder. Também entendo a necessidade de conceder prazo para votações. Temos também como principal objetivo tornar o nosso sindicato mais enxuto financeiramente, entre outras mudanças que são necessárias nesta renovação.
O objetivo de qualquer medida que venhamos a tomar deve ser tornar o nosso sindicato mais forte e mais atuante, representando e respeitando a nossa classe que não pode mais sofrer com desmandos de nenhum gestor público, como vem sendo feito em Campos nos últimos anos.

Marcela está no paredão, e Guilherme é líder novamente do BBB 20

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Marcela está no paredão do Big Brother Brasil 20. Ela foi escolhida em uma prova de sorte, realizada na noite desta quinta-feira (13). Já Guilherme conquistou a liderança pela segunda vez. Ele foi escolhido por Gabi. 

Marcela pode escapar da berlinda se conseguir ganhar a dinâmica bate e volta no domingo (16), que será disputada com os dois brothers mais votados da casa.

A prova para a escolha do líder e de quem iria para paredão foi decidida na sorte. No gramado da casa, tinham bases com nomes de bichos e plantas. Quem no fim da dinâmica estivesse na base samambaia iria direto para o paredão, caso de Marcela, e quem estivesse na águia nomeava o novo líder, caso de Gabi.

Ela escolheu Guilherme -os dois estão tendo um relacionamento dentro do programa e, na semana anterior, ganharam a prova do líder juntos, sendo que ela ficou com o poder de indicar alguém para o paredão (ele ganhou R$ 20 mil em prêmios e dinheiro).Gui já tinha conquistado a liderança uma semana antes. 

Para determinar os lugares de cada brother nas bases, Gabi, líder até então, sorteava duas urnas, uma com a foto de cada participante e outra com bichos e plantas. 

O brother sorteado deveria indicar o nome de um outro participante para ficar na base referente ao bicho/planta sorteado. Depois que todos já estavam em sua base, quatro delas davam direito a trocas: samambaia, cobra, urubu e anta.

Quem estivesse nesses locais, poderia escolher trocar de lugar com alguém ou trocar dois brothers de bases. Victor Hugo, que estava na samambaia, pediu para trocar com Marcela. As outras trocas não influenciaram mais a prova.

Rafa Kalimann, que estava na cobra, trocou Thelma (touro) e Lucas (urubu) de lugar. Já Thelma, que foi para a base urubu, trocou Gizelly (tartaruga) e Mari (anta). 

E Gizelly, que foi para a base anta, trocou Felipe Prior (planta carnívora), e Lucas (touro). 

Com o resultado, Marcela ficou muito abalada, e Thelma chorou pela amiga no paredão. 

BIG FONE

Antes da prova, o apresentador Tiago Leifert anunciou que o Big Fone vai tocar novamente, no domingo pela manhã (16). Mas desta vez vai valer imunidade, e os participantes que estiverem no quarto do líder não vão poder correr para atender o telefone. Isso porque, o quarto será trancado. 

Guilherme escolheu para ficar no VIP com ele: Gabi, Bianca, Mari, Flayslane, Rafa e Pyong.

Nível do Rio Paraíba atinge a cota de 9,05m

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O nível do Rio Paraíba do Sul atingiu a cota de 9,05m na manhã desta sexta-feira (14). Um aumento de 1,89 metros nas últimas 24 horas. A água já interditou o Cais da Lapa

A situação do Paraíba do Sul está sendo monitorada pela Defesa Civil Municipal. O rio está recebendo grande volume de água devido às chuvas em São Paulo. De acordo com o coordenador da Defesa Civil, major Edison Pessanha, a alteração se deve ao aumento da vazão na Ilha dos Pombos para 1.400 m³/s.

PM morre durante operação em Arraial do Cabo

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Um PM morreu durante uma operação policial, na noite desta quarta-feira, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos. O sargento Ricardo Oliveira dos Santos, de 40 anos, foi baleado durante um confronto com criminosos na Rua Mar Azul, no bairro Figueira, por volta das 22h.

De acordo com a Polícia Militar, o agente, que era lotado no 25º BPM (Cabo Frio), foi socorrido no Pronto Socorro de Figueira. Ele, no entanto, não resistiu aos ferimentos.

A PM disse que o sargento estava na corporação desde 2002 e deixa um filho. “Até o momento, não há confirmação de horário e local de sepultamento”, a corporação acrescentou, em nota.

O caso é investigado pela 132ª DP (Arraial do Cabo).

Com a morte do sargento Oliveira, chega a nove o número de PMs assassinados no Rio somente em 2020. A média é de pelo menos um por semana.

Mion processa Theo Becker e ação cita 14 difamações e 43 injúrias

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O apresentador Marcos Mion entrou há 15 dias com um processo contra o ator Theo Becker por injúria, difamação e calúnia. De acordo com os advogados dele, os xingamentos e ofensas proferidos por Becker começaram há pelo menos cinco anos. Porém, após o filho Romeo, que tem autismo, entrar na história e ser citado por Becker, Mion decidiu levar o caso à Justiça.

Segundo seus advogados, foram abertos processos em duas frentes: cível e criminal. Na queixa-crime que já foi entregue às autoridades constam 14 difamações e 43 injúrias, números que os profissionais, com mais de 20 anos de experiência, dizem nunca terem visto em um caso só. 

A título de conhecimento, difamação é quando se imputa a alguém um fato que é desonroso à sua imagem. Já as injúrias, de forma didática, são os xingamentos. Cada vez que há um xingamento, há uma injúria. Cada postagem devidamente listada de Becker possuía por vezes quatro, cinco xingamentos. Dentre os nomes atribuídos por ele a Mion estão “traidor”, “covarde”, fingido” e “hipócrita”.

Marcos Mion preferiu fazer nessa listagem um recorte de outubro de 2019 até agora. “A gota d’água para o Mion querer levar o caso à Justiça foi quando Theo colocou o filho dele no meio e começou a sugerir que o apresentador não seria um bom pai por não tê-lo levado em uma viagem”, revela o advogado Ricardo Brajterman.

Ele revela que ficou pelo menos seis meses conversando com seu cliente para ver a possibilidade de acionar o ator judicialmente. Mion não queria briga, mas sua família ficou arrasada com o tanto de ofensas e ele acabou decidindo agir.

Para isso, também contratou a advogada Maíra Fernandes, a mesma que já cuidou de Neymar no caso Najila Trindade. Ambos falam em perseguição e obsessão de Theo por Mion, mas não sabem dizer o motivo das postagens ofensivas.

O pedido de indenização é de R$ 100 mil, mas de acordo com eles, Mion gostaria que Theo fizesse uma doação a uma instituição, além de apagar todas as postagens ofensivas, o que já aconteceu. O pedido é também por uma retratação.

“A ideia é conversar para que o advogado dele o conscientize a parar. Theo é um formador de opinião e tudo se agrava por ter sido veiculado nas redes sociais e na imprensa”, diz Maíra.

Os advogados não descartam um acordo nos próximos dias, mas falam que, caso Becker, que já foi intimado a se explicar na Justiça, bata o pé e decida brigar, levarão o caso às últimas consequências, já que dizem ter um dossiê de “páginas e mais páginas de ofensas e xingamentos”.

Chuva forte causa alagamentos e deslizamentos em Itaperuna

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A chuva forte que atinge Itaperuna (RJ) desde a noite desta quarta-feira (12) causou alagamentos e deslizamentos de encostas na cidade, uma das mais castigadas pelas enchentes de janeiro no Noroeste Fluminense. Ninguém ficou ferido.

Segundo a Defesa Civil, as áreas mais afetadas foram o bairro Vinhosa e os distritos Comendador Venâncio e Retiro do Muriaé. A BR-356 está com muita água e em meia pista.

Ainda de acordo com com a Defesa Civil, o Rio Muriaé está com 3,58 metros, um metro a menos da cota de transbordo.

A Prefeitura informou quer não recebeu informações sobre pessoas desabrigadas ou desalojadas por conta do temporal que começou na quarta, mas que ainda há gente fora de casa por causa da enchente do mês passado.

O município também divulgou que equipes da Defesa Civil estão nas ruas para verificar a situação desta quinta (13).

Weintraub vai a reunião com senadores escoltado por segurança

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Sob fogo cerrado de parlamentares, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi acompanhado de um segurança na audiência pública que participou nesta terça-feira, 11, no Senado. Durante as três horas que durou a sessão, o funcionário ficou sentado logo atrás da cadeira do ministro.

Segundo a assessoria de Weintraub, o segurança costuma o acompanhar em compromissos públicos. Policiais legislativos também foram mobilizados para a reunião e trabalharam para controlar o acesso à sala de reuniões e para monitorar representantes de entidades de estudantis que levaram cartazes e protestar.

O encontro foi convocado para que Weintraub explicasse falhas na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em alguns momentos, houve embates mais duros entre parlamentares e ministro.

As discussões mais acirradas entre eles com os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Fabiano Contarato (Rede-ES). O primeiro chegou a dizer que a “incompetência” é a marca da gestão de Weintraub. O outro disse que o ministro quebrou o decoro no exercício do cargo ao ofender adversários políticos e quem o critica nas redes sociais.

Após o fim da audiência, um agente chegou a discutir com um dos estudantes, mas não houve confrontos ou necessidade de outras providências.

Médicos de Campos entram em greve na próxima terça-feira

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Os médicos da rede pública municipal decidiram em assembleia na noite desta terça-feira (11), que vão entrar em greve na próxima terça-feira (18).  O presidente do sindicato, José Roberto Crespo, informou que o município será notificado nesta quarta.

A medida se dá em virtude de meses de atraso no pagamento dos profissionais e do não cumprimento de acordos por parte do prefeito Rafael Diniz.

Na última semana o Dr. Abdu Neme havia anunciado o pagamento de todos os servidores da Saúde que trabalham sob regime de RPA. A atitude do secretário causou desconforto em outras secretarias, já que trabalhadores da Saúde foram os únicos que receberam neste mês.

 

Polícia Civil investiga Pyong Lee por assédio sexual dentro do ‘BBB20’

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A delegada Catarina Noble, titular da Delegacia de atendimento à mulher (Deam – Jacarepaguá) instaurou um novo inquérito para investigar um possível assédio sexual cometido pelo hipnólogo Pyong Lee com as participantes Flayslane e Marcela Mc Gowan do “Big Brother Brasil 20”.

— Nós tomamos conhecimento por meio das redes sociais e da TV de que o Pyong teria tido atitudes durante a última festa que aconteceu dentro do reality que podem ser consideradas como assédio sexual. Não estou afirmando que isso aconteceu, mas vamos apurar tudo. Esse tipo de comportamento de alisar as moças sem o consentimento delas deve ser combatido dentro e fora do programa — diz a delegada.

inda de acordo com a delegada, todos os participantes envolvidos no caso do “BBB20” serão ouvidos assim que forem eliminados do jogo:

— Nós entendemos que essa espera para ouvir tanto o Pyong como as moças envolvidas não afetará a investigação. Imagino que no prazo de três meses, que é o tempo de terminar o programa, todos sejam ouvidos e a investigação seja concluída.

Catarina Noble aproveitou para fazer um alerta às mulheres:

— Quando um homem passa as mãos ou as partes íntimas dele em uma outra mulher, sem que ela tenha consentido, ele pode ser enquadrado na lei de assédio sexual. Com pena prevista de 1 a 5 anos de prisão.

Eleição do SIPROSEP deve movimentar servidores na próxima semana

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Acontece no próximo dia 21, a eleição da nova direção do Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos Municipais de Campos de Goytacazes (SIPROSEP). A disputa contará apenas com duas chapas, uma liderada pelo servidor Alexandre Crespo e a outra pela servidora Elaine Leão.

Tanto Alexandre quanto Elaine possuem um histórico de atividades em prol da categoria. Elaine atua à frente da Associação dos Servidores, de onde vem grande parte de sua chapa. Já Alexandre propõe uma linha de combate dura, prometendo caso seja eleito, pressionar o governo municipal em prol da garantia dos direitos dos servidores.

A eleição é a primeira nos últimos anos em que o atual presidente, Sérgio Almeida, não concorre. O que promete mudar a forma de atuação do SIPROSEP, tendo uma renovação administrativa e política dentro do sindicato na vitória de qualquer uma das duas chapas.

Nos próximos dias o ClickCampos fará uma cobertura especial do pleito, com entrevistas e notícias dos bastidores da disputa.

Haddad ataca e convoca petistas a ‘botar fascistas para correr’

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Em discurso na festa de 40 anos do PT, o ex-prefeito de São Paulo e candidato derrotado nas eleições presidenciais Fernando Haddad convocou os petistas para ir às ruas defender o legado do partido.

“É hora de ir para a rua defender esse partido, defender esse legado e botar esses fascistas para correr”, disse Haddad atacou neste sábado (8), em evento na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro.

“Se a gente ficar com medo de fake news, medo de rede social, medo de fascista, eles vão avançar. Se a gente mostrar a garra que a gente teve, eles vão recuar. E o país volta a ser governado por gente decente”, afirmou Haddad.

Em quase 13 minutos no palco, Haddad atacou Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, relembrando declarações polêmicas da dupla.

“Estão barbarizando a sociedade. Estamos nos tornando bárbaros sem perceber o que esses caras estão fazendo. Um presidente da República falar que o soropositivo custa para o país? Quem custa é ele! O maior custo que esse país tem é o Bolsonaro!”, discursou o ex-prefeito.

Fernando Haddad fez referência a uma afirmação do presidente na quarta (5), quando disse que uma pessoa com HIV –vírus da Aids– representa “uma despesa para todos no Brasil”.

“Todo dia tem alguém sendo ofendido. Uma hora é a mulher do presidente da França, que é mais velha que ele. Ele é democrático na ofensa, ofende todo mundo. Menos os seus correligionários covardes”, disse Haddad, lembrando também de entrevero de Bolsonaro com a primeira-dama da França, Brigitte Macron, ofendida pelo presidente do Brasil em agosto do ano passado.

O ex-prefeito de São Paulo ainda comentou episódio recente com o ministro Paulo Guedes, que nesta sexta (7), em defesa do projeto de emergência fiscal, comparou servidores públicos a parasitas, que estão matando o hospedeiro (o governo) ao receberem reajustes automáticos enquanto estados estão quebrados.

“Chamar servidor público de parasita? Um cara que ficou 28 anos na Câmara Federal e não aprovou um projeto? Um cara que rachava o dinheiro dos funcionários do gabinete para enriquecer às custas do dinheiro público e desviado? Esse cara tem coragem de chamar alguém de parasita? Um cara que vem do mercado financeiro e só lidou com especulação a vida inteira, nunca produziu um parafuso, vem chamar alguém de parasita?”, atacou Haddad.

O político pediu clareza aos seguidores do partido daqui em diante. Citou dados do IBGE divulgados no ano passado, de que hoje os negros são maioria nas universidades, falou do papel de maior protagonismo da mulher na sociedade e questionou sobre qual será o discurso do PT no Brasil atual.

“Eu fico preocupado quando as pessoas me perguntam qual é o discurso do PT. Será que nós vamos continuar falando de negros, mulheres, LGBT, ou temos que focar nosso discurso na agenda econômica?”, perguntou o candidato derrotado em 2018. “Esse partido nunca deixou nenhuma pauta importante para trás, pois sabe que democracia é tudo isso junto e acumulado. Quero ter todas essas discussões”, concluiu.

O PT comemora seus 40 anos em evento de três dias no Rio de Janeiro, que teve início na sexta. No sábado, além de Haddad, discursam Manuela D’Ávila, Marcelo Freixo, Gleisi Hoffman, Celso Amorim e outros.

O momento mais aguardado do dia pelos petistas presentes no evento deve começar às 18h, quando o ex-presidente Lula tem um diálogo marcado com o ex-presidente do Uruguai José Mujica.

Jornalista revela fotos do companheiro de Gugu em última viagem

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Leo Dias estreou na Rádio Metrópoles 104.1FM, do Grupo Metrópoles, com uma bomba do mundo dos famosos. O jornalista divulgou com exclusividade o nome do companheiro de Gugu Liberato. Segundo Leo, o apresentador, morto no ano passado, passou alguns dias em Singapura, Ásia, com o brasileiro Thiago Salvatico.

Ainda de acordo com o jornalista, Thiago, que mora na Alemanha, também mantinha a relação dos dois em sigilo. No entanto, durante essa viagem para Singapura, eles tiraram fotos idênticas, com legendas bem parecidas, mas, claro, sem aparecerem juntos.

Ao saber da morte de Gugu Liberato, o companheiro dele postou, pelo menos, duas fotos no Instagram (que já foi apagado) com as legendas: “Eternos serão nossos laços, Toninho. Descanse em paz @guguliberato #guguliberato #gugu” e “Sem palavras #guguliberato”.

Leo Dias, durante o programa Os Cabeças da Notícia da Rádio Metrópoles 104.1FM, disse que entrou em contato com Thiago em 23 de dezembro de 2019 por meio de um telefone comercial. Após o jornalista se identificar, ele ficou mudo e, em seguida, pediu para ligar mais tarde. Depois disso, não atendeu mais aos telefonemas e não respondeu as mensagens.

O jornalista afirmou ainda que tentou entrar em contato com outros dois homens com quem Gugu teria tido algum relacionamento, mas sem sucesso. A assessoria do apresentador não se pronunciou sobre o caso.

Rodrigo Bocardi é acusado de racismo por atitude no ‘Bom Dia SP’

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Rodrigo Bocardi cometeu uma gafe na manhã desta sexta-feira durante o “Bom Dia SP” e está sendo muito criticado nas redes sociais. Durante um link ao vivo, o jornalista foi conversar com um jovem que estava com uma camiseta do Esporte Clube Pinheiros, que fica no Jardim Europa, bairro nobre de São Paulo, e perguntou se ele estava indo pegar bolinhas de tênis. O rapaz respondeu que, na verdade, era atleta de polo aquático e ia treinar.

“Catar bolinha em Pinheiros???? Que gafe hein Rodrigo Bocardi”, comentou um telespectador no Twitter. “Bem racista seu comentário sobre o jogador de polo do pinheiros. Reflita”, acrescentou um pessoa. “Rodrigo Bocardi mandou mal agora achando que o garoto negro ia pegar bolinha no Pinheiros por conta da camiseta do garoto e o menino solta que é atleta do polo aquático”, escreveu outra. “Que comentário mais desnecessário do Rodrigo Bocardi. Depois falam que não existe racismo internalizado no Brasil”, analisou mais uma.

Retratação não convence

Com a rápida repercussão negativa, o jornalista precisou se posicionar ao vivo. Sem graça, ele disse que não falou nada na maldade e rebateu: “Não existe preconceito, não existe racismo. Quem fala e quem escreve é que é”.

A retratação não convenceu o telespectador. “A justificativa do Rodrigo Bocardi no #bdsp não convenceu. A piada e comentário, infelizes, mostraram sim grande racismo! Ele ficou super sem graça depois que percebeu a besteira que fez. Espero que a TV Globo se pronuncie e se desculpe com o rapaz publicamente”, comentou um seguidor.

“Ridículo o Rodrigo Bocardi depois de fazer uma brincadeira mais que preconceituosa, se recusa a pedir desculpas de fato, afronta o telespectador! Um desprazer ouvir isso pela manhã num Jornal de SP”, disparou mais um.