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Homem é baleado enquanto jogava bola em Guarus

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Um homem de 31 anos foi baleado na manhã deste domingo (24) enquanto jogava futebol no Campo do Bangu, em Guarus, em Campos.

Segundo informações da Polícia Militar, dois homens chegaram em uma moto e efetuaram diversos disparos contra a vítima.

Ainda de acordo com a PM, o homem foi atingido no braço direito, na lombar e também na coxa esquerda. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Ferreira Machado (HFM). O estado de saúde da vítima não foi divulgado.

O caso foi registrado na 146DP/Guarus, onde está sendo investigado.

Acidente envolvendo carro e moto deixa três feridos na BR-101

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Uma colisão entre um carro e uma moto deixou três pessoas feridas no km 71 da BR-101, na madrugada deste domingo (24), em Campos.

Segundo informações da Autopista Fluminense, o condutor do veículo de passeio teve ferimentos leves. Já os dois ocupantes da moto tiveram ferimentos moderados.

As vítimas foram socorridas para o Hospital Ferreira Machado (HFM) e não tiveram o estado de saúde revelados.

Justiça manda prender DJ Rennan da Penha, idealizador do ‘Baile da Gaiola’, por associação para o tráfico

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A Justiça do Rio determinou que seja expedido um mandado de prisão contra Rennan da Silva Santos, de 25 anos, conhecido como DJ Rennan da Penha. Após ser inocentado em primeira instância, o artista acabou condenado, em segunda instância, após recurso do Ministério Público do Rio (MP-RJ), por associação para o tráfico de drogas. Ele deverá cumprir, de acordo com a decisão, 6 anos e 8 meses em regime fechado. Rennan é DJ residente e idealizador do “Baile da Gaiola”, baile funk promovido na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio.

O evento chegou a reunir 25 mil pessoas em julho do ano passado, em uma edição comemorativa que durou 16 horas e gerou críticas de moradores. Considerado uma referência na nova geração do funk carioca, Rennan já gravou canções com Nego do Borel e foi um dos convidados da cantora Ludmilla no bloco Fervo da Lud.

A produção do DJ Rennan da Penha informou que iria entrar em contato com o advogado do artista. Até a publicação desta reportagem, nenhum posicionamento foi obtido.

A decisão, publicada na última segunta-feira, decretou a prisão de outros dez denunciados além de Rennan. No acórdão que confirmou a condenação de primeira instância, o desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado, da Terceira Câmara Criminal, afirma que o DJ atuava como “olheiro” do tráfico, além de organizar bailes e produzir músicas que enalteciam traficantes: “O 35º denunciado Rennan, vulgo ‘DJ Rennan’, e o 36º denunciado Lucas exercem a função de ‘atividade’ ou ‘olheiro’, eis que relatam a movimentação dos policiais. Ademais, destaca-se que o 35º denunciado Rennan, vulgo ‘DJ Rennan’, e o 36º denunciado Lucas atuam organizando bailes clandestinos nas comunidades e produzindo músicas (‘funks’) enaltecendo o tráfico de drogas”, diz o texto.

Delegado fala em foto com arma “de grosso calibre”

Ainda segundo a decisão, a polícia chegou até o nome de Rennan a partir de declarações de uma testemunha. “O adolescente disse que Rennan ‘é conhecido como DJ dos bandidos, sendo responsável pela organização de bailes funks proibidos nas comunidades do Comando Vermelho, para atrair maior quantidade de pessoas e aumentar as vendas'”, diz o documento. Ainda de acordo com a testemunha, a atuação de Rennan nos bailes funks seria “deliberadamente orientada ao incremento do tráfico de entorpecentes, em associação ao Comando Vermelho”.

Outra testemunha afirmou que o DJ atuava “na área de vigilância” e destacou que sua atuação dentro da organização criminosa consistia em “informar a movimentação dos policiais através de redes sociais e contatos no aplicativo ‘Whatsapp'”. De acordo com esse relato, o teor das informações eram frases como “o Caveirão está subindo pela Rua X” ou “a equipe está perto do ponto tal”. Já um delegado da Polícia Civil testemunhou que constavam nos autos fotos do DJ ostentando armas “de grosso calibre”.

Dois policiais militares que atuavam na UPP da comunidade à época não citaram Rennan em seus depoimentos. Um deles disse que a UPP sempre recebia reclamações sobre drogas e armas nos bailes, mas não conseguia verificá-las porque era recebida a tiros e não era possível chegar ao local. O agente declarou não conhecer Renan, nem ter informações de sua atuação na organização dos eventos.

Rennan da Penha também postou foto em um trio elétrico no carnaval de Salvador Foto: Reprodução/Facebook

Versão da defesa

As testemunhas de defesa, um ativista e um empresário do DJ, argumentaram que alertas sobre a movimentação policial são comuns entre moradores de comunidades, na tentativa de se proteger de possíveis tiroteios ou de danos aos carros causados pela entrada do caveirão em ruas estreitas. O empresário ressaltou que as músicas tocadas pelo DJ nos bailes retratam a realidade das favelas e não enaltecem os criminosos.

Ao ser interrogado, o próprio Rennan declarou que “não tem tempo disponível nem necessidade financeira de exercer a atividade de ‘olheiro'”, pois realiza em média 15 (quinze) bailes por semana”. Ele negou que financiasse os bailes ou que já houvesse recebido dinheiro do tráfico, explicando que quem custeia os eventos são os comerciantes da região, que instalam barracas para venda de bebida e reúnem dinheiro para pagar os músicos e o equipamento de som. Sobre a foto com a arma, alegou que havia sido tirada no carnaval e que a réplica era feita de madeira e fita isolante.

Na primeira instância, o músico acabou inocentado das acusações por insuficiência de provas. “Na ausência de comprovação de se tratar efetivamente arma de fogo, constituindo as demais publicações manifestações da cultura cotidiana de quem reside um comunidade onde há tráfico de drogas, esses elementos são insuficientes à sustentação de um decreto condenatório”, afirma a sentença.

Recurso do MP-RJ

O MP-RJ recorreu da decisão e foi atendido pela Terceira Câmara Criminal, que considerou que há referências em fotos publicadas por Renan a outros réus no processo, condenados por tráfico. A sentença também destaca que, em alertas sobre a entrada de policiais publicados por Rennan, não há “qualquer chamada ou referência aos moradores para proteção dos seus veículos”, e que os avisos também beneficiam o tráfico. E que há registro nos autos de fotos publicadas pelo músico de possíveis pessoas mortas, com referências de afeto e saudades, sem explicação que não seja “uma possível exaltação à morte durante a repressão ao tráfico”.

“Consequentemente, levando em conta o depoimento do delegado e do adolescente, e a confirmação pela testemunha da existência de bailes funk na comunidade com venda de entorpecente, a confissão do próprio Rennan de que os organiza e recebe rendimentos através desta atividade, bem como a exibição das postagens em redes sociais nitidamente indicativas do seu envolvimento com o tráfico de drogas, vejo como suficiente a prova colhida de forma a permitir a procedência do pleito ministerial de reforma da sentença absolutória”, afirma o desembargador.

Ao negar os embargos da defesa, o Tribunal reitera ainda que o DJ “utilizava de sua atuação em bailes funk para promover o tráfico de drogas”.

Polícia apreende adolescente que tirou foto com arma em sala de aula em Guarus

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Um dia após a Polícia Civil de Campos apreender um menor que ameaçou cometer um atentado na escola Olga Linhares, em Guarus, mais um adolescente foi apreendido em Campos. Dessa vez, o responsável pela autoria de uma foto com um revólver em sala de aula.

O menor foi encontrado no Parque São Matheus, mesmo bairro onde está a escola onde a foto foi tirada, também em Guarus. Com ele, policiais encontraram a arma do crime.

O adolescente foi encaminhado para a 146ªDP/Guarus, onde o caso foi registrado e o menor foi autuado no artigo 12 do código penal.

Michel Temer é preso pela Polícia Federal

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Com base na delação do operador do PMDB Lúcio Funaro, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a força-tarefa da Lava-Jato está nas ruas do Rio, São Paulo, Brasília e Porto Alegre, prendeu na manhã desta quinta-feira o ex-presidente Michel Temer. Agentes da Polícia Federal ainda buscam o ex-ministro da Casa CivilEliseu Padilha e Moreira Franco. A ordem dos mandados de prisão é do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A delação de Funaro foi homologada no dia 5 de setembro de 2017.

A colaboração de Funaro, homologada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no STF, à qual o GLOBO teve acesso, tem 29 anexos que narram em detalhes como teria funcionado o esquema de corrupção no Congresso, chefiada por caciques do antigo PMDB como os ex-presidentes da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, preso em Curitiba, e Henrique Eduardo Alves, além dos ex-ministros Geddel Vieira Lima (preso há 6 meses), Moreira Franco e do ex-vice governador do Distrito Federal Tadeu Filippeli, que foi assessor especial do gabinete de Temer.

Investigadores cruzaram informações e documentos fornecidos por Funaro com planilhas entregues à Justiça pelos doleiros Vinícius Claret, o Juca Bala, e Claudio Barbosa, o Toni, apontados pela força-tarefa como responsáveis por mandar valores para o exterior para políticos e empresários. Nessas planilhas aparecem trasferências para Altair Alves Pinto, apontado como operador de Cunha. Altair foi apontado pelos doleiros como “o homem da mala” que repassava dinheiro para Eduardo Cunha e para o presidente Michel Temer.

Entre os anexos estão informações do doleiro sobre como funcionava o monitoramento para evitar que outros alvos da Lava-Jato fizessem delação premiada, as relações do Congresso com a Grupo JBS, além do Grupo Bertin, de operações de fundos de investimento da Caixa Econômica Federal (CEF), da campanha do ex-deputado Gabriel Chalita, da LLX de Eike Batista, da CPI dos Fundos de Pensão e de medidas provisória irregulares.

A delação de Funaro também atinge o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) Jorge Picciani e o empresário de ônibus Jacob Barata.

Funaro conta ainda que após romper com o governo Dilma, Cunha “pautou e liderou” a votação do impeachment da ex-presidente Dilma e que teria enviado uma mensagem a Funaro perguntando se ele teria disponibilidade de recursos para poder comprar os votos necessários dos deputados para aceitarem o impeachment. Funaro não cita valores, mas diz que disponibilizou recursos para Cunha. E acusa Cunha de tramar diariamente a aprovação do impedimento da petista.

Policia Civil apreende menor que ameaçou cometer atentado em escola de Campos

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Após notícias alarmantes de que um adolescente estaria realizando postagens ameaçadoras quanto a um possível ataque à Escola Municipal Olga Corrêa, Policiais Civis da 146ª/DP – Guarus, coordenados pelo Delegado Titular Pedro Emílio Braga, localizaram e apreenderam nesta quarta-feira(20), o adolescente R.L.A.L, de 16 anos.

Nos últimos dias, o menor vinha propagando postagens por meio do Whatsapp, onde exaltava os jovens responsáveis pelo massacre de Suzano, em São Paulo, a quem chamava de heróis.

Numa das postagens, onde aparecia mascarado, o adolescente afirmava que a escola seria o alvo do próximo ataque a ser por ele realizado.

Já na delegacia, o adolescente confessou a autoria das postagens, além de demonstrar uma distorcida concepção da realidade, entendendo como banais e pouco reprováveis as ameaças, bem como respondendo de forma fria a todos os questionamentos acerca da gravidade de seus atos.

Após ter acesso a conversas em seu celular, foi possível atestar se tratar de um indivíduo portador de distúrbios de personalidade e tendências suicidas, adepto de jogos virtuais de violência.

A equipe se dirigiu até a sua casa, onde foram apreendidos um soco inglês e um artefato conhecido como estrela ninja, armas brancas de considerável poder lesivo.

Com base nestes indícios, formalizada a instrução, a autoridade policial representou pela apreensão do menor, cautelar deferida no início desta noite pela Vara da Infância e da Juventude de Campos dos Goytacazes.

Suposta atividade anti-Bolsonaro aplicada no Liceu gera revolta nas redes sociais

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Uma atividade dada por um professor do Liceu de Humanidades de Campos gerou revolta nas redes sociais nesta quarta-feira (20). Os estudantes deveriam comentar uma charge onde o presidente Jair Bolsonaro aparecia prestando continência para a bandeira americana, ao lado de Donald Trump. Além disso, a charge vinha acompanhada dos dizeres “O Patriota”.

Apesar do Liceu não ter confirmado que a atividade foi dada na instituição, o caso já vem recebendo desdobramentos. Segundo informações não oficiais, o secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Pedro Fernandes, jâ teve acesso ao conteúdo e informou que o professor será afastado de suas funções e uma sindicância será aberta.

A escola preferiu não se manifestar sobre o caso

MP pede que Uber suspenda cadastro de novos motoristas após caso de estupro

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O Ministério Público estadual (MPRJ) pediu à Justiça que a Uber suspenda o cadastro de novos motoristas na plataforma até que o aplicativo adote mecanismos eficazes de proteção aos passageiros, com regularização dos protocolos de segurança. O pedido foi feito após o caso do motorista C.E.S.A, preso acusado de estuprar uma menina de 15 anos em Realengo, na Zona Oeste do Rio, no início de janeiro. Na ação, o MPRJ também pede a prisão preventiva do motorista. Ele foi preso no dia 14 de fevereiro.

No momento da prisão, foi constatado que o motorista não tem carteira de habilitação, estava cadastrado na empresa com dados de outra pessoa e usava um carro alugado. Para se cadastrar na plataforma, ele substituiu a foto da carteira de habilitação de Leonardo Silva Fernandes de Oliveira para ser aceito no aplicativo.

Por isso, além de estupro, o motorista foi denunciado por falsificação de documento público e uso de documento falso. Leonardo é acusado de participação no crime, já que emprestou sua CNH no caso.

De acordo com a investigações, no dia do crime, a vítima entrou no carro, após um parente pedir a corrida, e fez a viagem normalmente. No fim do trajeto, o motorista a impediu de descer do veículo. Ele, então, a levou para um matagal, onde a violentou.

Segundo o MPRJ, o pedido de prisão preventiva do motorista se baseou na demonstração da periculosidade social da liberdade dele, sendo o único meio eficaz de assegurar a integridade física da vítima, seus familiares e testemunhas para que sejam evitados abalos à futura instrução processual.

Se condenado pelo crime de estupro de menor, ele pode pegar de 8 a 12 anos de prisão; já pelos crimes de falsificação de documento público e uso de documento falso a pena é de 2 a 6 anos de prisão.

Procurada sobre o pedido do MPRJ, até o momento, a Uber manteve a posição divulgada em fevereiro, quando lamentou o episódio e disse se colocar à disposição para colaborar com a investigação.

“A empresa repudia qualquer tipo de comportamento abusivo contra mulheres e acredita na importância de combater, coibir e denunciar casos de assédio e violência”, disse, na época.

Pai de sobrevivente do massacre de Suzano morre em assalto em shopping

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A Justiça decretou a prisão de três suspeitos de envolvimento no latrocínio de um segurança do Shopping Metrô Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, na última sexta-feira (15).

Maurício Martins dos Santos, de 38 anos, era pai de uma sobrevivente do massacre na escola Raul Brasil, ocorrido há uma semana em Suzano, na Grande São Paulo. Ele tinha saído mais cedo do trabalho para levar a filha ao psicólogo.

Segundo a polícia, Gustavo Santos da Silva, de 22 anos, Marcos Henrique Nakamura, de 24, e Wesley Lima, de 20, abordaram o segurança por volta das 17h30 no estacionamento aberto do shopping quando ele pegava sua moto.

Eles roubaram a arma do segurança e atiraram. Depois, fugiram para uma favela. A vítima chegou a ser levada para o Pronto-Socorro Planalto, mas não resistiu.

Ainda de acordo a Polícia Civil, a identificação dos suspeitos foi feita por meio de câmeras de segurança. O caso está sendo investigado pelo 65º Distrito Policial, em Artur Alvim.

Em nota, o shopping informou que “transmite sua solidariedade aos familiares do prestador de serviço”, e que “colabora com as autoridades locais”.

Prefeitura de Campos vai retomar revitalização da Orla II

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Vem aí a nova Orla II, na Avenida Rui Barbosa, no trecho entre as Ruas Saturnino Braga e Marechal Floriano (Ouvidor), nos altos do Cais da Lapa. O prefeito Rafael Diniz autorizou a retomada do projeto de revitalização da orla. A montagem do canteiro de obras começou nesta semana e as obras serão iniciadas ainda neste mês de março. Por sua localização e vista do pôr do sol, a área tem grande potencial para despontar como um novo ponto turístico e de badalação de Campos.

Serão, ao todo, 1.600m² de área construída, sendo 860m² nesta nova fase da obra. Serão erguidos mais seis quiosques, totalizando 10 pontos, somados aos quatro construídos na primeira fase. Um quiosque será destinado à Guarda Civil Municipal, pois a segurança terá atenção no local.

O presidente da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca), Vinicius Viana, explica que será necessária a demolição dos quiosques construídos há décadas e que devido à falta de manutenção não apresentam condições de serem recuperados. O projeto teve que ser revisto, para atender à demanda de permissionários e contará ainda com paisagismo, banheiros masculino e feminino, ambos com acessibilidade.

“A nova Orla II terá um playground para as crianças, devidamente cercado para garantir a segurança, e palco para shows musicais e apresentações culturais. É um espaço que se firmará como um ambiente familiar”, frisou o presidente da Codemca.

Monitoramento do CISP pode crescer com parceria da população

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Quem possui câmera de segurança externa instalada na fachada de residências ou comércio pode, através do Projeto Campos+ Segura, integrar seu equipamento à rede de videomonitoramento da Prefeitura de Campos. O projeto foi lançado pelo prefeito Rafael Diniz na última quinta-feira (15), na ocasião da inauguração do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) do município. O espaço conta com 90 câmeras de tecnologia avançada. As inscrições poderão ser realizadas por meio eletrônico através do endereço https://maissegura.campos.rj.gov.br.
O Projeto “Campos + Segura” é desenvolvido pela Superintendência de Paz e Defesa Social visando ao monitoramento eletrônico de imagens por toda a cidade. O programa faz parte de um dos eixos do Plano Municipal de Segurança Pública e tem o objetivo de prevenir, detectar e reagir a situações emergenciais e na preservação do espaço público. Com a participação consciente e colaborativa da comunidade, o objetivo é alcançar o maior número de câmeras externas possível nos próximos anos, como comenta o superintendente Darcileu Amaral.
— A proposta é ampliar, através da parceria da comunidade, a rede de monitoramento. O CISP já nos primeiros dias mostrou que é extremamente importante para a Segurança Pública do município. Foi fundamental para a localização de uma jovem desaparecida e ainda na recuperação de um caminhão roubado. O CISP/Campos não fica atrás das centrais de monitoramento de grandes cidades, para implantação conhecemos as experiências exitosas de Curitiba, Belo Horizonte, Goiânia e Niterói — enfatizou Amaral.
Toda residência ou empresa que aderir ao monitoramento colaborativo, contribuindo para a segurança da comunidade, será identificada em sua fachada com uma placa. Os que aderirem terão também acesso, pelo seu próprio computador e celular, às imagens ao vivo de todas as câmeras do município integradas.

CIEP de Campos tem aula suspensa por boato de ataque na instituição

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Alunos e funcionários do CIEP Nina Arueira, localizado no bairro da Penha, em Campos, foram liberados de suas atividades nesta quarta-feira (20). O motivo, seria um alerta sobre um possível ataque contra a instituição na manhã de hoje.

Segundo informações fornecidas pela direção da instituição, inicialmente o assunto foi tratado como boato, porém, pelo fato da escola não possuir sistema de segurança, optou-se pela suspensão das aulas para evitar qualquer tipo de risco.

Homem é detido com drogas dentro de casa no Centro de Campos

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Policiais militares detiveram um homem de 40 anos dentro de uma casa na noite desta terça-feira (19) no Centro de Campos, e apreenderam drogas.

Foram encontrados 4 kg de maconha, 706 pinos de cocaína, 1 kg de haxixe, 50 gramas de crack e nove comprimidos de êxtase. A policia ainda apreendeu duas balanças de precisão, R$ 616, um caderno de anotações de atividades do tráfico e material para embalar drogas.

A equipe da PM foi acionada após denúncias que o local, na Rua Coronel Francisco Manhães, seria um esconderijo de drogas.

O homem e o material apreendido foram encaminhados para 134ª Delegacia de Polícia do Centro da cidade.

Com informações do G1.

Três pessoas baleadas em bar de Guarus na noite de terça

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Três jovens foram baleados na noite desta terça-feira (19) em frente a um bar no Parque Guarus, em Campos. Nenhum suspeito foi encontrado.

Os jovens foram atingidos na perna, no braço e um deles levou um tiro no peito e no braço direito.

Segundo a Polícia Militar, os jovens informaram que quatro homens chegaram de carro e fizeram os disparos na direção deles. O crime foi na Rua Macaé.

A equipe foi acionada quando as vítimas já estavam no Hospital Ferreira Machado (HFM). Elas foram atendidas e liberadas.

O caso foi registrado na 146ª Delegacia de Polícia de Guarus.

Presidente do Americano levanta suspeita de arbitragens manipuladas: “O Madureira é imexível”

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O presidente do Americano, Carlos Abreu, soltou o verbo. À Rádio Difusora, em entrevista que foi ao ar nesta segunda-feira (18), dia seguinte a derrota por 1 a 0 para o Boavista, o mandatário alvinegro levantou suspeita de manipulação de resultados no Campeonato Carioca, citando nominalmente Luis Antônio Silva Santos e Lenílton Rodrigues Gomes Júnior como árbitros que teriam prejudicado o clube e apontando o Madureira, principal concorrente na disputa contra a Seletiva, como beneficiado. Nas palavras do dirigente, o Tricolor Suburbano seria “imexível” na FERJ (Federação de Futebol do Rio de Janeiro) e “não poderia cair”.

Entre as declarações mais fortes, Abreu disse que “o futebol do Rio de Janeiro não é para gente séria” e que o campeonato estaria em cheque. O estopim teria sido justamente o jogo contra o Boavista, onde o presidente afirma que ouviu da equipe de arbitragem que “não tem jeito” e que o Americano não poderia ganhar. O presidente também diz ter conversado com jogadores do Boavista que, ainda de acordo com Abreu, estariam “envergonhados”. O principal questionamento do Alvinegro seria a expulsão do zagueiro Espinho, no primeiro tempo – o zagueiro deu uma cabeçada em Dija Baiano, atacante adversário, após uma falta. Abreu garante, ainda na entrevista à Difusora, que houve uma farsa na comunicação dos árbitros do jogo, que estariam com o equipamento desligado.
– A gente nem dorme (depois do jogo com o Boavista). É um sentimento de frustração, indignação, de impotência, diante do que a gente tem visto. O que eu vou falar aqui pode até parecer meio pesado, porque o time também não tem rendido em campo. Mas é muito difícil você ir para uma competição, um evento esportivo, e você ouvir da equipe de arbitragem que “infelizmente não tem jeito”. O Americano não poderia ganhar, porque o resultado não poderia ser favorável ao Americano. É muito difícil você ter até controle emocional para continuar a jogar a partida, que para a gente era decisiva, depois de ouvir uma situação dessas – afirmou, completando em sequência.
– Infelizmente essa é a realidade do futebol do Rio de Janeiro. Infelizmente faz com que a gente chegue à conclusão que o futebol do Rio de Janeiro não é para gente séria. É muito difícil você quer implantar um futebol ou uma administração com ética, com responsabilidade, com respeito à legislação esportiva. Porque, a partir do momento que a gente ouve isso da equipe de arbitragem, você coloca em cheque qualquer coisa e a gente coloca em cheque o próprio campeonato. Se isso não é manipulação de resultados, eu não sei o que pode ser.
A equipe tem apenas cinco pontos somados e precisa de dois resultados positivos para evitar a queda à Seletiva do Estadual no próximo ano. Confira outros pontos da entrevista do presidente Carlos Abreu à Rádio Difusora, de Campos dos Goytacazes, nesta segunda-feira (18), em que ele acusa árbitros de manipulação de resultados, a FERJ de favorecer o Madureira e de outros esquemas no futebol do Rio de Janeiro.
CONVERSA COM JOGADORES DO BOAVISTA
– O que eu posso dizer é o seguinte, os jogadores do Boavista, o treinador (Eduardo Àllax), eu falei com eles, eles estavam envergonhados. Foi a expressão que eles usaram. Envergonhados com o que acontece lá. Eu estive com o goleiro Rafael (atleta do Boavista) e eu falei exatamente essas palavras: “Vocês não mereciam ter uma vitória desse jeito. Vocês não precisavam de uma vitória assim. Eu saio daqui envergonhado” e ele falou: “Eu também estou”. O Àllax, o treinador, estava, depois do jogo, conversando com o Josué, eu cheguei para falar também, e demonstrar minha indignação, e ele estava constrangido com a situação. Então, é difícil falar nesse momento. Temos mais duas partidas e não esperamos nada diferente do que tem acontecido não.
SUPOSTA FARSA NA COMUNICAÇÃO DOS ÁRBITROS
– Outro fato estarrecedor, que a gente conseguiu apurar ontem, a equipe de arbitragem fingiu que estava se comunicando e a a comunicação estava desligada por orientação do árbitro da partida, o Rodrigo Nunes de Sá (NR: na verdade, o jogo era comandado por Rafael Martins de Sá). Então, depois do primeiro tempo todo, eu fui no campo, fui falar que estava revoltado com aquela situação e aí eles ligaram. Eles voltaram. Ou seja, é um faz de conta que quem está na televisão quem olha por lá, parece que o jogo foi normal. (no fim, o entrevistador corrige e relembra que não foi Rodrigo Nunes de Sá que apitou o jogo, mas sim outro árbitro não nominado antes do prosseguimento do relato do presidente Carlos Abreu).
– É um que já apitou um jogo contra a gente e deixou de dar um pênalti absurdo lá contra o America. Eu confesso que não sou ligado nesta questão de arbitragem. Eu acho que nem deveria ser. Então, até aí pessoa desculpas à pessoa que eu citei aí. Eu nem sei quem foi.
OUTROS JOGOS EM QUE O TIME FOI PREJUDICADO
– Se você pegar jogo a jogo, nos jogos que a gente não foi prejudicado, a gente venceu ou empatou. Isso aí fica claro. Evidentemente eu vou tirar os jogos dos grandes. Mas contra os demais. Ai eu posso falar de um a um. O jogo contra o Volta Redonda (1×2), que o senhor Índio (Luís Antônio Silva dos Santos) deu um pênalti absurdo. O próprio jogo que o senhor Lenílton (Rodrigues Gomes Júnior) apitou, contra a Cabofriense (1×4). O que ele fez durante a partida, desestabilizou o nosso grupo, a ponto do grupo abandonar o jogo praticamente. Só para lembrar, a gente saiu na frente contra a Cabofriense. Quando não teve problema de arbitragem, o jogo foi jogado. Como contra o Resende. Um jogo bem jogado, a gente tomou um gol no final. Mas não teve nada. Pode ver até o jogo, que a gente empatou lá dentro contra o Madureira, que a gente sabia que seria de todas as formas, o time se portou bem, soube jogar, eles tiveram várias oportunidades para fazer gol também, mas enfim.
ACUSAÇÃO AOS ÁRBITROS EM JOGOS PASSADOS
– São pessoas que estão aí arbitrando, fazendo o trabalho delas e de outras. Tem pessoas que têm que ser proibidas no futebol. Tem árbitros como o senhor Índio (Luís Antônio Silva dos Santos), e o senhor Lenílton (Rodrigues Gomes Júnior)… essas pessoas não podem estar no futebol. Não é possível que isso continue assim. Eu não sei se vou ter forças para ver, mas algumas coisas vão acontecer. Pode demorar mais um pouco, mas, realmente, para o bem do futebol do Rio de Janeiro, alguma coisa tem que acontecer e tem que ser urgentemente porque afasta as pessoas de bem.
FAVORECIMENTO AO MADUREIRA
– A verdade é que o Madureira é imexível na FERJ, não pode cair e infelizmente esse é o futebol do Rio de Janeiro que a gente quis se meter.
MEDIDAS PARA O FUTURO
– Na verdade, eu já conversei com a minha diretoria e infelizmente vigora no futebol do Rio a lei da mordaça. Quanto mais você fala, mais punido você é. A partir do momento que a gente não vai ter provas disso…

Mariana Ferrão não renova contrato com a Globo e deixa o ‘Bem Estar’

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Mariana Ferrão não renovou seu contrato com a Globo e deixou o comando do “Bem Estar” menos de um mês após a saída de Fernando Rocha.

Segundo o site Notícias da TV, a apresentação do programa ficará com Michelle Loreto, que está à frente da atração nos últimos dias por conta do afastamento de Mariana.

A Globo também confirmou a saída da apresentadora: “A jornalista Michelle Loreto seguirá à frente do ‘Bem Estar’, já que Mariana Ferrão, cujo contrato vence no fim do mês, optou pela não renovação e está de saída da Globo”.

Mariana Ferrão estava no “Bem Estar” desde a estreia, em 2011, mas trabalhava na emissora há 11 anos

Terceiro suspeito de massacre em escola de Suzano é apreendido

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Policiais apreenderam na manhã desta terça-feira (19) o adolescente apontado como terceiro suspeito de ajudar a planejar o massacre que deixou oito alunos e funcionárias mortos na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano.

O jovem de 17 anos foi apreendido em casa e levado ao IML de Suzano. Na sequência, irá para o Fórum da cidade, onde passará por audiência de apresentação. A juíza Erica Marcelina Cruz, da Vara da Infância e da Juventude, determinou nesta segunda (18) a internação por 45 dias.

Durante a investigação foram analisados os celulares dele e dos dois atiradores -entre os 11 celulares apreendidos pelos policiais no dia do ataque, um pertence ao jovem suspeito.

Nesta segunda (18), a polícia apresentou ao Ministério Público um novo relatório com os resultados das buscas feitas na casa do menor. Entre os itens encontrados estavam ao menos anotações, desenhos e bota militar muito semelhantes às achadas na casa dos dois atiradores.

Na sexta-feira (15), o adolescente de 17 anos chegou a se apresentar, mas negou a participação durante uma oitiva com o Ministério Público e foi liberado –a promotoria não encontrou indícios suficientes para apresentar denúncia.

O jovem apreendido é ex-aluno da Raul Brasil e estudou na sala de Guilherme Taucci Monteiro, 17, tido pela polícia como líder do ataque a tiros.

A princípio, o envolvimento do terceiro suspeito ocorreu no planejamento do crime, segundo o delegado Ruy Fontes. O dono do estacionamento onde Guilherme Taucci e Luiz Henrique de Castro, 25, guardaram o carro usado no ataque teria informado à polícia sobre a participação de outro adolescente.

O empresário Eder Alves, 36, disse que viu uma terceira pessoa com a dupla duas vezes, entre os dias 21 e 25 de fevereiro.

Alves foi à Delegacia Sede de Suzano nesta sexta (15) para reconhecer a foto do adolescente. Porém, afirmou que não reconheceu a fisionomia da foto mostrada pela polícia, apesar “do biotipo da imagem ser igual” a do jovem acusado de incitar o massacre.

No estabelecimento, segundo o empresário, há uma câmera de monitoramento na área de atendimento, local onde o terceiro suspeito não chegou a ir. “Mesmo que a polícia quisesse as imagens, não seria possível, pois o sistema mantém as imagens salvas por apenas sete dias”, explicou.

Alves já havia sido chamado na quinta-feira para reconhecer uma foto do terceiro suspeito. “Mas me chamaram de novo na delegacia, pois a foto que me mostraram era mais antiga.”

Assassino monitorou encontro de Marielle com ex dois dias antes do crime

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Um encontro entre Marielle Franco e seu ex-marido foi monitorado pelo policial militar reformado Ronnie Lessa, preso junto com o ex-PM Élcio Queiroz, sob acusação de matar a vereadora e o motorista Anderson Gomes, em 14 março de 2018.

De acordo com informações do jornal Estado de S. Paulo, o relatório final do inquérito sobre o crime aponta que, dois antes do assassinato, Marielle foi à casa do cientista social e economista Eduardo Alves, com quem fora casada durante sete anos. Lá, ela permaneceu por cerca de três horas, enquanto toda a ação era acompanhada por Lessa, segundo a polícia.

O fato levantou suspeitas sobre como o acusado conseguiu informações a respeito de compromissos privados da vereadora. O ex-marido dela, em depoimento, contou aos investigadores que o encontro entre ambos havia sido marcado por um aplicativo de celular.

“Não sei se ele rastreou nossa conversa ou não”, disse Alves. “Mas ela morou lá naquele endereço durante sete anos.”

As apurações levantadas pela polícia indicam ainda que, no dia 12 de março, quando Marielle esteve com o ex-marido, Lessa pesquisou no Google Maps um endereço na zona norte do Rio. Além disso, descobriu-se que no sistema de dados da inteligência estadual, chamado Portal de Segurança, o endereço ainda consta como residência de Marielle. O acesso é restrito a agentes. O uso dessa informação reservada por Lessa, que não é mais da ativa há anos, levantou dúvidas sobre como teria chegado a ela, completa o Estadão.

Bolsonaro diz não ter nada contra LGBT: ‘Mas quero minha casa em ordem’

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Em entrevista ao canal de TV americano Fox News, transmitida na madrugada desta terça-feira (19) no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro foi apresentado pela jornalista Shannon Bream, entre outras características, como alguém que já fez “comentários incompatíveis com os valores americanos”, sobretudo os dirigidos à comunidade LGBT.

O presidente se defendeu e disse se tratarem de comentários “tirados de contexto”. “Se eu fosse tudo isso, eu não seria eleito presidente. Há um grande número de notícias falsas, mas a população aprendeu a usar redes sociais e pessoas não mais acreditam nem confiam na imprensa tradicional”, afirmou.

Ele também defendeu o modelo de família “da Bíblia”. “Não tenho nada contra homossexuais nem contra mulheres e não sou xenófobo, mas quero ter minha casa em ordem. A definição de família para mim é uma só, aquela da Bíblia. Se você quer se envolver numa relação homossexual, vá adiante, mas não podemos deixar governo levar isso para a sala de aula e ensinar isso para crianças de cinco anos”, completou.

Policlínica do Servidor com marcação de consultas aberta para o mês de abril

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Teve início nesta segunda-feira (18), o agendamento para consultas em nutrição e endocrinologia para o mês de abril na Policlínica do Servidor. Na quarta-feira (20), o cronograma segue com marcações para ortopedia e no dia 21, para gastroenterologista.

A Policlínica do Servidor foi inaugurada em maio de 2017 pelo prefeito Rafael Diniz e oferece aos funcionários da Prefeitura de Campos uma equipe de assistência multidisciplinar em saúde com consultas de especialidades médicas e odontológicas, cirúrgicas e clínicas, como ginecologia/obstetrícia, cardiologia, clínica médica, dermatologia, ortopedia, psiquiatria, neurologia, cirurgia pediátrica e pediatria, além de enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos e outros profissionais.

Marcação – No dia 22, as marcações serão para fonoaudiólogo e clínico geral, no dia 25, para ginecologia, dia 26, para dermatologia e 27, para pediatria e cardiologista. Já o pré-agendamento para serviço social continua sendo toda quarta-feira e quinta-feira, das 8h às 17h.

Para fazer o agendamento, os servidores devem levar o contracheque, comprovante de residência, cartão do SUS e um documento de identificação. Servidores efetivos, dependentes, contratados e também os inativos podem receber atendimento médico e ambulatorial e realizar exames. Para esclarecimentos e dúvidas, o telefone de contato é o 98168 1081.