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Startup de professores campistas é selecionada para apresentação em evento internacional

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A startup campista Skiuhub, criada pelos professores Alber Neto e Alexandre Azeredo, dos Institutos Superiores de Ensino do Censa (Isecensa), integra um grupo seleto de 160 empresas de todo o mundo que serão apresentadas no Global Matching 2020, evento online que terá Hong Kong como sede, no mês de julho. Os idealizadores da startup também garantiram uma vaga no Collision from Home 2020, feira organizada pela realizadora dos maiores encontros de tecnologia do mundo, a Web Summit, que começou hoje e segue até quinta-feira (25/06).

O Global Matching 2020 acontecerá entre os dias 16 e 23 de julho e vai oferecer o caminho para empresas do setor de tecnologia e investidores globais fecharem futuros negócios. No evento, Alber e Alexandre terão um stand virtual, com visitas agendadas, para apresentar a Skiuhub e ainda contarão com uma agenda extensa de atividades e palestras online. Já no Collision from Home 2020 serão mais de 100 horas de conteúdo, tendo entre os presentes Tedros Adhanom Ghebreyesus (diretor geral da Organização Mundial da Saúde), Justin Trudeau (primeiro ministro do Canadá), Shaquille O’Neal (ex-jogador de basquete norte-americano e investidor) e Brad Smith (presidente da Microsoft).

A plataforma virtual Skiuhub é uma rede profissional e um marketplace de cursos. “Para escapar da impessoalidade das aulas online, a nossa startup tem como objetivo ser um sinônimo de ensino presencial e de aula virtual 1 a 1 ao vivo, focando na experiência, prática e humanização das relações”, explicou Alber Neto. Hoje, de acordo com o docente, a Skiuhub é composta por uma equipe de 15 profissionais, de diferentes áreas, e mesmo durante a pandemia da Covid-19 continuam trabalhando de forma remota para que possam planejar, em breve, o lançamento oficial.

“Temos um time envolvido diretamente no desenvolvimento da tecnologia e dos aplicativos, de fato. Além disso, contamos com três bolsistas, sendo que dois são alunos do Isecensa, e um colaborador que mora na Alemanha, fazendo a gestão da qualidade do código. E ainda temos dois advogados campistas, que residem em São Paulo, para nos amparar nessa questão legal, muito importante para a evolução do modelo de negócio, a adequação para termos de uso e participação em editais de inovação”, disse Alber.

Essa não é a primeira vez que os docentes do Isecensa participam de iniciativas internacionais representando a Skiuhub. Em 2019, foi a única startup brasileira presente no bootcamp (termo utilizado para definir centros de treinamento para empresas de tecnologia) promovido pela BootUp Ventures, aceleradora de negócios localizada no Vale do Silício, na Califórnia (EUA). Por lá, inclusive, já passou a Bytedance, empresa criadora da rede social TikTok. “Foi uma semana de um trabalho árduo, a fim de colocar nosso modelo de negócio à prova”, acrescentou professor Alexandre Azeredo.

Através das experiências em eventos renomados sobre tecnologia, os docentes, com a chancela da instituição de ensino, desenvolvem a cada período estratégias para aproximar os estudantes do empreendedorismo associado à inovação. No ano passado, o Isecensa lançou o Desafio EmpreendedorISE, que tem como objetivo convidar os alunos de todos os cursos a formar grupos, identificar problemas que atingem a população de Campos e, posteriormente, criar algo novo como solução. Além disso, a instituição oferece suporte aos alunos que tenham interesse em participar de editais de inovação, sendo que, neste ano, o professor Alber orientou 12 projetos que foram submetidos à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), por meio do Programa Startup Rio. A divulgação dos 100 projetos selecionados deverá sair em meados de agosto e cada um receberá R$ 60 mil para auxiliar no desenvolvimento da iniciativa.

Deputado Jair Bittencourt busca, junto ao estado, solução para os problemas de pagamento e destinação de recursos ao Hospital São José do Avaí

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Neste ano, o município de Itaperuna perdeu a gestão plena dos recursos da Saúde, com os poderes transferidos para o Estado, que ficou responsável por toda região. Com isso, ocorreram problemas que precisam ser sanados em relação aos pagamentos, como acerto de contas e identificação de faturas. O impasse vem se arrastando há algum tempo e o deputado estadual Jair Bittencourt (PP) tem intercedido diretamente em favor do Noroeste Fluminense.
“Estamos mantendo contato constante com o diretor do Hospital São José do Avaí, Dr. Eugênio Carlos Tinoco, e com sua direção administrativa. Temos marcado reuniões, inclusive, com os secretários estaduais de Saúde que já passaram pela pasta como Edmar Santos e Fernando Ferry. Nesta quarta-feira (24), já estivemos com o novo secretário, Alex Bousquet, para tratar do pagamento e destinação de recursos para o São José do Avaí, visto que a ausência deles prejudica não só Itaperuna, mas toda região”, explicou Jair Bittencourt.
Segundo o deputado, há faturas prontas para pagar. “Temos ajudado a desburocratizar o processo. Com a prisão do responsável pelos pagamentos, a situação se complicou e temos cobrado ao Governo do Estado uma ação positiva nesse sentido. Conseguimos hoje um compromisso do secretário em priorizar a análise da situação do Hospital São José do Avaí, em caráter de urgência, bem como a destinação de recursos para o tratamento da Covid-19, que vem aumentando no interior”, afirmou Jair Bittencourt.
O deputado ainda tem buscado auxílio para o hospital de Bom Jesus do Itabapoana, São Vicente de Paula, com recursos para o tratamento da Covid-19, credenciamento de leitos de UTI e enfermaria.

Itaperuna tem em dois dias 91,6% do total de casos de Covid-19 da última semana inteira

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A interiorização do novo coronavírus tem atingido em cheio Itaperuna. Somente na segunda (22) e na terça-feira (23), o município registrou 91,6% do total de casos confirmados na última semana inteira, que já foi a pior desde o início da pandemia. Os dados fazem parte de um levantamento do Painel Covid-19 Norte e Noroeste Fluminense.

Referência no Noroeste, Itaperuna tem sua situação agravada desde o início da flexibilização das atividades comerciais, em 5 de junho. Na última semana, entre os dias 14 e 20 de junho, o município contabilizou 154 novos casos da doença. Foi o maior aumento semanal desde 5 de abril, quando a cidade contabilizou os primeiros pacientes.

No entanto, apenas nos dois últimos dias, Itaperuna registrou 141 novos casos, o que representa, em 48 horas, 91,6% do total da pior semana desde o começo da pandemia. Na segunda-feira, foram contabilizados 55 diagnósticos positivos para Covid-19. Já na terça, o número de novos pacientes disparou para 86, batendo o recorde negativo de crescimento diário, que era de 73, em 16 de junho.

Mesmo com uma população 4,9 vezes menor, o município do Noroeste Fluminense também superou Campos pelo segundo dia seguido. A maior cidade do interior fluminense registrou 15 e 53 novos casos de coronavírus, respectivamente, na segunda e terça.

Operação faz buscas em endereços de parentes de Queiroz em Belo Horizonte

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O Ministério Público de Minas Gerais cumpre com a Polícia Militar mineira quatro mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, Minas Gerais, em apoio às investigações do MP-RJ de supostas rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A operação na manhã desta terça-feira é uma parceria dos MPs do Rio e de Minas. Os agentes estão em uma casa no bairro São Bernardo, Zona Norte de Belo Horizonte.
O objetivo, segundo o programa ‘Bom Dia Rio’, da TV Globo, é encontrar a mulher de Queiroz, Márcia Oliveira de Aguiar, que está foragida desde quinta-feira, dia em que mandados foram expedidos contra ela e o marido, preso.

Queiroz foi preso no começo da manhã de quinta-feira em Atibaia, interior de São Paulo, na casa do então advogado de Flavio Bolsonaro Frederick Wassef.

Novo decreto libera reabertura de espaços religiosos em Italva

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A Prefeitura de Italva, no Norte Fluminense, liberou nesta segunda-feira (22) a reabertura de espaços religiosos da cidade. O decreto foi publicado em Diário Oficial.

De acordo com medida, os locais poderão receber apenas 30% da capacidade e deve ser respeitado o distanciamento de um metro entre os fiéis, que devem usar máscara e álcool gel.

A realização de eventos, aulas, feiras e o funcionamento do comércio não essencial permanecem suspensos.

O município de Italva tem 143 casos confirmados da Covid-19, com 4 mortes causadas pela doença, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura, nesta segunda.

Fonte:G1/Norte-Fluminense

Mulher é presa transportando drogas em carro de carona por aplicativo na BR-101, em Campos

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Uma mulher foi presa transportando drogas em uma bolsa na noite desta segunda-feira (22) em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. A suspeita foi encontrada durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal a um carro no km 40 da BR-101, na altura de Travessão, por volta das 23h.

O carro tinha quatro ocupantes e, segundo a PRF, um dos passageiros informou que tinha antecedentes criminais por tráfico. Os policiais revistaram os pertences dos ocupantes e encontraram na bolsa da mulher três tabletes de maconha, 128 pinos de cocaína, além de material para embalar as drogas.

De acordo com a PRF, a mulher informou que comprou as drogas em Niterói para revender em Marataízes, no Espírito Santo.

Ela disse ainda que embarcou no carro por um aplicativo de carona. O motorista do carro confirmou e a polícia comprovou que se tratava de um carro de carona por aplicativo.

A mulher foi presa e encaminhada, junto com os demais ocupantes do veículo, para a 146ª DP, onde a ocorrência foi registrada e a droga apreendida.

Fonte: G1/Norte-Fluminense

Faixa em solidariedade a vítimas do COVID-19 é colocada na Campos X Farol

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Uma faixa, em solidariedade as mais de 50 mil mortes de pessoas infectadas pelo novo coronavírus (COVID-19), foi colocada na manhã desta segunda (22) na RJ-216, no trecho que passa pelo Parque Imperial.

Em tom de manifestação, a faixa faz referência a uma frase do presidente Jair Bolsonaro, com a mensagem “50.000 BRASILEIROS MORTOS. NÃO É UMA GRIPEZINHA!”.

Diversas faixas, com a mesma mensagem, tem sido colocadas em diversas cidades do Brasil. A manifestação é atribuída ao movimento estudantil.

Asilo do Carmo desmente Prefeitura: “Queremos impedir um genocídio”

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A história envolvendo o Asilo do Carmo e a Prefeitura de Campos ganhou um novo capítulo.  Em nova nota, encaminhada para a nossa redação, a diretoria do Asilo do Carmo reforçou todas as informações dadas anteriormente, reafirmando inclusive a falta de pagamento da Prefeitura. A versão do Asilo do Carmo pode ser confirmada em consulta ao portal da transparência da prefeitura, onde não consta nenhum pagamento a instituição no período citado pela Prefeitura de Campos.

A Diretoria do Asilo sobe o tom e ataca o município, afirmando que o poder público está se recusando a realizar uma série de exames nos idosos antes de serem encaminhados para a instituição, o que pode causar uma tragédia, segundo eles. O que a prefeitura classifica como “medida discriminatória”, a instituição define como “medida sanitária”, que visa a garantia da saúde e do bem estar dos idosos já abrigados no Asilo do Carmo.

“O que a instituição está tentando coibir, principalmente em um período de pandemia é um GENOCÍDIO, uma vez que a população do asilo devido a idade avançada, em geral tem uma saúde debilitada, e uma eventual contaminação poderá decretar a morte dos idosos.” – Afirma um trecho da nota.

A nota ainda afirma que a instituição está em dia com a prestação de contas em relação ao período do convênio que foi pago, referente a 2019 e reforça que a prefeitura, além de não cumprir regularmente com o pactuado, ainda retirou do asilo os profissionais de Fisioterapia, Odontologia e Nutrição.

Leia a nota na íntegra:

“O Asilo do Carmo vem informar que das 60 (sessenta) vagas cofinanciadas pelo Município de Campos, atualmente somente 44 (quarenta e quatro), vagas estão ocupadas, pelo motivo do município estar se recusando a encaminhar os idosos com os seguintes exames:
a) Exame de Sangue – para decretar comorbidades prévias, assim como se tem algum quadro infeccioso ou anemia no momento;

b) Raio X de tórax – para avaliação de tuberculose prévia ou DPOC;

c) Urina – avaliar alguma probabilidade de insuficiência renal;

d) DST – para precaução a manipulação dos técnicos e cuidadores, além do contato entre os idosos;
Dessa forma não se trata de nenhuma medida discriminatória perpetuada pela instituição, e sim medidas sanitárias visando a saúde e o bem estar dos idosos já abrigados no Asilo do Carmo, inclusive dos 44 (quarenta e quatro) cofinanciados pelo município de Campos.
O que a instituição está tentando coibir, principalmente em um período de pandemia é um GENOCÍDIO, uma vez que a população do asilo devido a idade avançada, em geral tem uma saúde debilitada, e uma eventual contaminação poderá decretar a morte dos idosos.
Importante deixar claro que o Asilo do Carmo, em momento algum se nega a receber os 16 (dezesseis) idosos faltantes para complementação das vagas cofinanciadas pelo município, apenas pede que os idosos sejam encaminhados com os exames acima descritos, como forma de evitar uma contaminação generalizada.
Esclarecemos também que até a presente data o município de campos não efetuou nenhum pagamento referente o ano de 2020, apesar do Asilo estar em dia com a prestação de contas referente a ultima parcela paga, qual seja dezembro de 2019, uma vez que o Asilo presta contas imediatamente após o recebimento da verba.
Outro fato importante de ressaltar é que o município, além de não cumprir regularmente com o pactuado, ainda retirou do Asilo, os profissionais de Fisioterapia, Odontologia e Nutrição.”

A nota é assinada por Marcelo da Silva Azevedo, presidente da instituição.

Babu Santana é internado em hospital da Barra da Tijuca após passar mal

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O ator e ex-BBB Babu Santana, de 40 anos, foi internado no Hospital Barra D’or, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, após se sentir mal. Ele permanece internado na tarde desta sexta-feira (19) para realizar exames de rotina.

De acordo com a assessoria do artista, ele está bem e, segundo o boletim médico, a suspeita de Covid-19 foi descartada.

“Os médicos pediram para ele ficar de observação e fazer exames de rotina. Sobre a internação do Babu, não foi por Covid. Isso está descartado”, afirmou a assessoria.

Nas redes sociais, o perfil do ator reforçou que ele está bem e fez um pedido para os fãs e seguidores de Babu.

“Aos fãs e amigos do Babu, gostaríamos de informar que paizão está bem. Só o que a família pede a vocês neste momento é que emanem energias positivas para que ele volte para casa o mais rápido possível”, diz a mensagem.

O Hospital Barra D’or não deu detalhes sobre a internação.

Prefeitura nega falta de repasse ao Asilo do Carmo e diz que instituição descumpre acordo

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A Prefeitura de Campos enviou uma nota para a redação do ClickCampos, onde respondeu a versão dada pelo Asilo do Carmo durante a semana, negando que tenha qualquer atraso no pagamento com a instituição. Segundo a nota, a Prefeitura segue realizando o repasse mensal de mais de R$ 54 mil/mês para a instituição.

Entretanto, segundo a prefeitura, o Asilo insiste em descumprir o acordo pactuado com o município. A situação teria sido agravada durante o período de calamidade pública provocada pela pandemia, a partir de quando a entidade passou a exigir medidas discriminatórias para acolher novos idosos no local, diz a Prefeitura.

A nota ainda diz que o município já repassou para a instituição quase R$ 1,5 milhão desde o ano de 2017 através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social, cofinanciando 60 vagas públicas para idosos, atendentes aos critérios da Política Pública de Assistência Social.

No entanto, a Prefeitura não responde na nota sobre o não fornecimento de exames necessários para a internação de idosos do banco de vagas da Prefeitura e sobre o corte de funcionários que eram cedidos para a instituição e foram retirados sem aviso prévio.

Apesar das afirmações da prefeitura, não consta pagamento feito a instituição no portal da transparência.

Secretário de Saúde do Rio diz que dívida da pasta já está em R$ 168 milhões

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O secretário estadual de Saúde do Rio, Fernando Ferry, afirmou ontem que a dívida da secretaria é de R$ 168 milhões. Há pouco mais de um mês no cargo, ao substituir o secretário Edmar Santos em meio à pandemia do cronavírus, Ferry disse, em entrevista ao RJ2, da Globo, que herdou dívidas da gestão anterior.

— A dívida completa da Secretaria estadual de Saúde (SES) é de R$ 168 milhões. Estão atrasados (os pagamentos) porque tem erros contratuais que eu estou herdando da gestão passada — afirmou Fernando Ferry.

A secretaria submeteu todos os seus contratos, firmados durante a pandemia de Covid-19, a uma análise de auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ferry afirmou que mais de 40 unidades de saúde estão com pagamentos atrasados.

— São muitas (com problema de pagamentos), são mais de 40. O dinheiro tem que estar no caixa e, para eu pagar, eu tenho um rito legal. Para pagar as UPAs, as OSs, os hospitais, dívidas com as prefeituras. Esse dinheiro já está em caixa — disse.

Questionado pela reportagem da TV Globo se acredita que há muita lama nos contratos da gestão passada, ele respondeu:

— Isso aí eu não posso julgar para dizer… Mas, se falar como cidadão, não como secretário, acho que tem — afirmou Ferry.

Supremo quebrou sigilo de Temer e parlamentares

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Antes de quebrar o sigilo bancário de um senador e dez deputados bolsonaristas, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia adotado a mesma medida contra parlamentares em exercício de mandato e contra o ex-presidente Michel Temer. Ao falar com apoiadores, nesta quarta-feira, na saída do Palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro disse que a quebra de sigilo de parlamentares “não tem história nenhuma vista em uma democracia, por mais frágil que ela seja.”

Entre as autoridades que já tiveram os dados bancários vasculhados por decisão da Corte estão os senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Fernando Collor (Pros-AL) e Jader Barbalho (MDB-PA), além dos deputados Aécio Neves (PSDB-MG) e Gleisi Hoffmann (PT-PR).

A decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes pela quebra do sigilo bancário dos parlamentares bolsonaristas, atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral da República, é a “diligência mais natural possível” para pessoas públicas, diz o procurador regional da República Blal Dalloul. “Diligências desse porte não constituem, de forma alguma, novidades numa democracia fortalecida”, afirmou.

Em fevereiro de 2018, o ministro Luís Roberto Barroso autorizou a quebra do sigilo bancário do então presidente Michel Temer no inquérito que investigava irregularidades na edição do decreto dos portos. A medida havia sido pedida pelo delegado da Polícia Federal Cleyber Malta. Na época, Temer divulgou uma nota informando que solicitaria ao Banco Central os extratos de suas contas bancárias e que não tinha “nenhuma preocupação com as informações”.

Em 2016, o ministro Teori Zavascki determinou a quebra do sigilo bancário do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, na Lava Jato. Teori também adotou a medida contra Collor na apuração sobre supostos desvios da Petrobrás.

Já o então senador Aécio Neves teve o sigilo quebrado por determinação do ministro Marco Aurélio Mello em dezembro de 2017. Na época, o ministro considerou indispensável o acesso às informações, para rastrear a origem e o destino de recursos supostamente ilícitos nas investigações em torno da delação da JBS. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PM revoga porte de arma e abre processo para expulsar cabo que espancou a mulher

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A Polícia Militar do Rio revogou o porte de arma e abriu processo administrativo que pode culminar com a expulsão do cabo Tarcísio de Assis Nunes, flagrado por uma câmera de segurança dando socos, chutes, chineladas e até um golpe de judô em sua companheira.  Uma câmera de segurança da casa onde o casal morava com a filha de seis anos, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, registrou as agressões.

A abertura do processo administrativo foi motivada por uma investigação da Corregedoria da PM, que apreendeu as imagens e ouviu o depoimento da vítima. O vídeo foi gravado na manhã do dia 13 de abril. As imagens mostram o policial se aproximando da mulher, que estava sentada no jardim da casa. Eles começam a discutir e, subitamente, Nunes dá um soco no rosto da companheira. Em seguida, ele chuta a mulher, a puxa e a joga no chão com uma banda. De acordo com um relatório de análise das imagens, feito pela Corregedoria, Nunes “tem conhecimentos de técnicas de artes marciais, uma vez que a banda que aplicou se asselha com o golpe de judô ‘de-ashi-barai'”.

O agente, lotado no 22º BPM (Maré), chegou a ser preso em 17 de abril, quatro dias após as agressões. No entanto, menos de duas semanas depois, Nunes foi posto em liberdade por decisão da Justiça. Segundo a decisão que determinou a abertura do procedimento administrativo, o cabo “pautou seu comportamento em dissonância com os ordenamentos inerentes à condição de policial militar, praticando atos que afetam a honra pessoal, o pundonor policial militar e ao decoro da classe”.

A investigação da Corregedoria ainda descobriu que o cabo trabalhou simultaneamente, por dois anos, na PM e na Prefeitura de Belford Roxo. O agente não foi liberado pela corporação para ocupar um cargo comissionado. O agente, então, tirou seguidas licenças psiquiátricas da PM para poder trabalhar no órgão municipal, entre 2017 e 2019.

Em depoimento à Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Belford Roxo, a mulher relatou que as agressões não pararam após o casal entrar em casa — onde a ação não é mais flagrada pela câmera. Segundo a mulher, Nunes passou a ameaçar a mulher e a filha, “dizendo que iria matar as duas, transtornado, ao mesmo tempo em que pegou o seu revólver e efetuou um disparo para o alto”.

Ainda segundo o relato, o cabo, em seguida, “apontou a arma para a cabeça da comunicante proferindo os seguintes dizeres: ‘Eu vou te matar e matar tua filha'”. Por fim, Nunes ainda teria dito que colocaria fogo na casa, “mesmo com os apelos da filha, pedindo para o pai não matar a mãe”. O PM teria respondido à menina: “Vou pensar se não mato você, mas sua mãe vai morrer”. De acordo com a mulher, o policial possui mais de uma arma em casa. A vítima escondeu as armas após as agressões.

No dia 16 de abril, diante do relato, a juíza Maria Izabel Pena Pieranti, do Plantão Judiciário, decretou medidas protetivas a favor da mulher. O cabo não poderia se aproximar dela e nem manter mais nenhum tipo de contato. No dia segunte, o juiz Glauber Bitencourt Soares da Costa, do 1º Juizado Especial Criminal de Belford Roxo, decretou a prisão do PM.

No dia 29, entretanto, a prisão foi revogada pelo mesmo magistrado, que levou em conta uma “declaração prestada pela vítima de forma escrita, na qual afirma não se sentir ameaçada pelo marido e de não possuir receio em sua soltura”. Na mesma decisão, o juiz não concedeu nenhuma medida protetiva.

O agente tem um histórico de violência doméstica. Em 2015, ele já havia sido preso por agredir a companheira. Tarcísio permaneceu um mês na cadeia e foi solto porque, segundo a decisão judicial que revogou a prisão à época, “a vítima e o réu se reconciliaram e a vítima não tem mais interesse na prisão do acusado”. Após a soltura, o processo contra o PM foi suspenso desde que Nunes cumprisse uma série de condições — entre elas, “participar do grupo de reflexão para homens, frequentando dez sessões”.

Na época, a PM decidiu que o cabo ainda tinha condições de seguir patrulhando as ruas do estado. No processo administrativo aberto pela corporação para avaliar a conduta do agente após o episódio, a PM concluiu que ele cometeu uma “transgressão leve”: o cabo sofreu uma repreensão — segunda punição mais branda possível na corporação.

Bolsonaro:’Está chegando a hora de colocar tudo no seu devido lugar’

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Após afirmar na noite de terça-feira que tomará “medidas legais” para proteger a Constituição, o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer nesta quarta-feira, 17, que considera ter havido “abusos” na ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para quebrar o sigilo bancário de dez deputados e um senador aliados ao seu governo. Em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, pela manhã, ele afirmou que está “fazendo o que deve ser feito” e “não será o primeiro a chutar o pau da barraca”. Em seguida, acrescentou que em breve tudo será colocado “no seu devido lugar”. Uma das apoiadoras se queixou ao presidente dizendo que corre risco de ser presa.

“Tem gente que nasceu 40 anos depois do que eu vivi e quer dizer como eu devo governar o Brasil. Estou fazendo exatamente o que tem que ser feito. Eu não vou ser o primeiro a chutar o pau da barraca. Eles estão abusando, isso está a olhos vistos. O ocorrido no dia de ontem, quebrar sigilo de parlamentar, não tem história vista numa democracia por mais frágil que seja. Está chegando a hora de colocar tudo em seu devido lugar”, disse o mandatário na saída do Palácio da Alvorada.

Bolsonaro destacou que todos, sem exceção, devem entender o que é democracia, e que isso não é apenas “o que um poder quer”. “Não devo nada a ninguém do que estou fazendo. Está chegado a hora de acertarmos o Brasil no rumo da prosperidade e todos entenderem o que é democracia. Democracia não é o que eu quero, nem você, nem o que um poder quer, o que outro poder quer. Está chegando a hora, fique tranquila”, declarou.

O presidente conversou com uma apoiadora que afirmou ser uma ativista conservadora e que ela estava correndo risco de ser presa. “Eles já estão com mandado (de prisão). Três amigos nossos foram presos ontem sem fazer nada, não temos um estilingue para se defender. Não pedimos intervenção”, contou a mulher ao presidente.

Na sequência, Bolsonaro falou que estilingue é ação, o que seria outra coisa, mas não pensamentos e palavras. “Terrorismo não é o que alguns estão achando por aí. Terrorismo é meter carro bomba em guarita do Exército”, disse a apoiadora.

Núcleo de filiados do PSOL responde nota de dirigentes do Movimento Negro Unificado

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O Núcleo José do Patrocínio, composto por militantes filiados ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), publicou uma nota na tarde da última terça (16) respondendo declarações de dirigentes do Movimento Negro Unificado de Campos (MNU). Na nota, os integrantes do núcleo se dizem surpreendidos com a divulgação de prints de conversas “internas e restritas aos membros do Núcleo”, que segundo ele foi retiradas de contexto, “como tentativa de embasar desonestas acusações de racismo”.

A nota expõe um desentendimento durante a elaboração de um manifesto, durante a organização de um ato antirracista realizado na praça São Salvador na última semana, o que teria originado uma discussão interna dentro do Núcleo Jose do Patrocínio, onde foi questionada pelos membros do NPJ a proximidade dos dirigentes do MNU com um grupo político da cidade e foi afirmado por um dos membros do NPJ, de nome Guilherme, que “há denúncias muito sérias” contra o o dirigente do MNU, “por agressão a companheira”. A Afirmação de Guilherme resultou em uma nota do MNU e do casal citado, negando a acusação e exigindo um posicionamento do PSOL.

Procurado pelo Portal ClickCampos, Guilherme deu sua versão dos fatos: “É lamentável que o fragmento de uma conversa restrita tenha sido usado e publicizado de forma distorcida e ilícita na contramão dos meus ideais e luta por justiça, igualdade e equidade. Todos os fatos estão esclarecidos na nota elaborada pelo Núcleo José do Patrocínio.” – Afirmou.

Na nota o NPJ nega que tenha sido feita qualquer afirmação caluniosa por parte de seus membros, critica politicamente o dirigente do MNU citado e reforça a “admiração pelo Movimento Negro Unificado”.

Confira a nota na íntegra abaixo:

 

Asilo do Carmo: Prefeitura deixa de fornecer exames, atrasa pagamento de convênio e retira funcionários

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O Asilo do Carmo publicou uma nota em suas redes sociais informando uma série de problemas que a instituição vem enfrentando devido a inadimplência da Prefeitura de Campos.

A prefeitura, que tem convênio assinado com o asilo, deixou de repassar, há pelo menos seis meses, a verba que deveria ser destinada a instituição. Além disso, exames, que deveriam ser fornecidos pelo poder público, não estão sendo oferecidos, colocando os idosos em risco, principalmente diante da pandemia do novo coronavírus.

O valor que a prefeitura deixou de repassar para o asilo, referente ao ano de 2020, hoje gira em torno de R$ 326.400,00. Uma informação que deve ser deixada clara é em relação à natureza do convênio. Não se trata de um favor ou uma bondade do poder público, já que a instituição abriga 44 idosos provenientes da Central de Regulação de vagas do município.

Outra questão enfrentada é o fato de terem sido retirados da instituição alguns profissionais que eram cedidos pela prefeitura, como fisioterapeutas, o que já tem gerado pioras significativas no quadro de saúde de alguns pacientes, e nutricionistas, necessários para regular a alimentação dos idosos, principalmente os que possuem algum tipo de restrição alimentar, como diabéticos e intolerantes a determinados alimentos.

Apesar da falta de assistência dada pela prefeitura, o poder público municipal ainda quer enviar mais 16 idosos para o asilo, sem realizar os exames prévios necessários para mapear doenças infectocontagiosas, necessários no sentido de evitar a disseminação de doenças nos idosos abrigados. A Prefeitura também não irá fornecer o teste da Covid, nem materiais de EPI, além de ter negado a cessão de alguns funcionários para auxiliar temporariamente no período de pandemia.

Prefeitura adia pagamento de novas parcelas de empréstimos no Fundecam

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O prefeito Rafael Diniz assinou decreto suspendendo a exigibilidade das parcelas dos meses de junho e julho de 2020, dos contratos de crédito do Fundo de Desenvolvimento do Município de Campos (Fundecam). A medida é em função das quedas de arrecadação na maioria dos setores da Economia, por causa da necessidade de isolamento social imposto pela pandemia do novo Coronavírus.
– A exigibilidade de pagamento das parcelas de março, abril e maio já havíamos suspendido. No entanto, como existe a necessidade de ampliação da quarentena e essa medida afeta os empreendimentos de maneira geral, resolvemos suspender também as parcelas de junho e julho para dar um fôlego financeiro aos pequenos empresários que possuem financiamento com o Fundecam. Essa medida, que já está em vigor, é válida para todas as modalidades de financiamento do programa Fundecam Crédito Certo – explica o superintendente do órgão, Rodrigo Lira.
De acordo com o Decreto, o Comitê Gestor do Fundecam vai estabelecer os procedimentos necessários para a renegociação das parcelas referentes a estes meses. O órgão de fomento já realizou, desde 2017, mais de 600 financiamentos num valor total que ultrapassa a R$ 3 milhões, gerando e mantendo mais de mil empregos em Campos.
– Esses recursos foram recuperados de dívidas herdadas das gestões municipais passadas, de várias empresas que se beneficiaram com empréstimos milionários e não honraram seus compromisso com o Fundecam – conclui Rodrigo Lira.

Movimento Negro Unificado cobra posicionamento do PSOL por disseminação de Fake News

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O Movimento Negro Unificado (MNU), através do seu núcleo em Campos dos Goytacazes, publicou uma nota de repúdio após a divulgação de informações caluniosas a respeito de um dos seus dirigentes, Gilberto Coutinho, conhecido popularmente como Totinho Capoeira. As informações falsas foram repassadas a partir de um grupo de whatsapp de militantes de um grupo independente do PSOL, denominado “Núcleo José do Patrocínio”.

Nos prints da conversa, Guilherme Vasconcelos, um dos membros do Núcleo José do Patrocínio,  afirma que: “há denúncias muito sérias contra o Totinho por agressão a companheira”. A companheira citada seria a assistente social Mannu Ramos, que hoje atua como presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (Comdim). O MNU exige um posicionamento do partido em relação a conduta do filiado.

Segundo o Movimento, as afirmações tinham como objetivo descredibilizar os dirigentes do MNU em relação a organização de um ato antirracista realizado na última semana, além de reforçar esteriótipos preconceituosos. Vale lembrar que acusar falsamente alguém de cometido um crime, configura calúnia, crime com pena de até dois anos de prisão e multa. Além disso, divulgar conteúdo com informações falsas, em redes sociais, se configura como Fake News, o que possui legislação própria.

Procurados pelos Portal ClickCampos, o casal citado de manifestou. “Enquanto mulher negra, jovem, recém mãe e feminista negra, considero esta “fake news” uma covarde tentativa de nos descredibilizar, utilizando de estereótipos racistas, uma vez que somos um casal atuante na luta antirracista na cidade. Me senti aviltada, temi pela integridade física do meu companheiro e da minha família, pois na internet as informações podem tomar grandes proporções.” desbafou Mannu. Já Totinho Capoeira enviou uma nota pedindo providências do PSOL.

Conforme consulta, não existe nenhuma investigação em curso, acusação que tramite na justiça ou inquérito policial contra Gilberto Coutinho, o que comprova a tese de Fake News. Confira a nota de Totinho e do MNU na íntegra abaixo:

“Bom, na condição de estar presidente do fórum municipal de religiões afro brasileira, do Conselho Municipal de promoção da igualdade racial e coordenador estadual do movimento negro unificado do estado do Rio, entidades essas de posicionamento ideológico de esquerda, lamento muito que tal Fake News tenha saído de uma rede social composta por pessoas supostamente posicionadas ideologicamente como de esquerda. Penso que no mínimo o grupo de whatsapp José do Patrocínio ligado ao PSOL em Campos dos Goytacazes, deveriam fazer um pedido publico de desculpas e expulsão de GUILHERME…. por ter divulgado uma Fake News numa pagina de whatsapp, pois esse sim deve ser um posicionamento de um grupo partidário de esquerda.” – Gilberto Coutinho (Totinho Capoeira)

Nota MNU

O Núcleo José do Patrocínio ainda não se manifestou de forma oficial sobre o ocorrido.

Descoberto o primeiro remédio contra a covid-19 que pode salvar vidas

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Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, aponta a dexametasona, um esteroide barato e amplamente usado, como um “grande avanço” no combate à doença respiratória provocada pelo novo coronavírus.

Resultados de testes anunciados nesta terça-feira (16) mostraram que a dexametasona, que é usada para diminuir inflamações de outras doenças, reduziu as taxas de mortalidade em cerca de um terço entre pacientes de Covid-19 hospitalizados em estado grave.

“Este é um resultado que mostra que, se pacientes que têm Covid-19 e estão ligados a ventiladores ou no oxigênio recebem dexametasona, isso salvará vidas, e o fará a um custo notavelmente baixo”, disse Martin Landray, professor da Universidade de Oxford e co-líder do teste conhecido como Recovery.

Entre os pacientes de Covid-19 que não precisavam de auxílio respiratório, não houve benefício com o tratamento de dexametasona.

“Será muito difícil qualquer remédio substituir este, dado que, por menos de 50 libras esterlinas (cerca de 325 reais), você pode tratar oito pacientes e salvar uma vida”, disse.

Peter Horby, pesquisador e co-líder do teste, disse que a dexametasona é “o único remédio até agora que reduziu a mortalidade — e a reduz significativamente”.

“É um grande avanço”, afirmou. “A dexametasona não é cara na prateleira e pode ser usada imediatamente para salvar vidas em todo o mundo.”

Atualmente, não existem tratamentos ou vacinas aprovados contra Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, que já matou mais de 431 mil pessoas globalmente.

O teste Recovery comparou as reações de cerca de 2.100 pacientes, que foram designados de forma aleatória para receber o esteroide, com cerca de 4.300 pacientes que não receberam o medicamento.

Homem é morto a tiros em Guarus na noite de sábado

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Um homem foi executado na noite deste sábado (13), na Avenida Nazário Pereira Gomes, no Parque Guarus, em Guarus, em Campos.

A identidade da vítima não foi divulgada, mas segundo a Polícia Militar, ele estava em regime semiaberto e utilizava uma tornozeleira eletrônica. Não há informações de quem cometeu o crime.

O caso foi registrado na 146DP/Guarus, onde está sendo investigado. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos.