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Jornalista ucraniana foi torturada antes de morrer sob custódia russa

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A jornalista ucraniana Viktoria Roshchina, de 27 anos, morreu sob custódia das autoridades russas em setembro de 2023, e exames recentes confirmaram que ela foi brutalmente torturada durante o período em que esteve presa.

 

Segundo o chefe do departamento de crimes de guerra da Procuradoria-Geral da Ucrânia, Yurii Bielousov, o corpo da jornalista apresentava escoriações, hematomas em várias partes e uma costela fraturada. “Esses sinais são consistentes com tortura e maus-tratos em cativeiro”, afirmou Bielousov em vídeo divulgado pelo portal Ukrainska Pravda.

O caso foi investigado por jornalistas de seis países, com apoio de veículos como The Washington Post, The Guardian e Ukrainska Pravda. O corpo de Viktoria foi devolvido à Ucrânia em fevereiro de 2024, identificado inicialmente como sendo de “um homem não identificado”. Somente após testes de DNA foi confirmada sua identidade, com probabilidade superior a 99%. Segundo o Ministério Público ucraniano, uma etiqueta com o sobrenome “Roshchina” foi encontrada entre os pertences enviados com o corpo.

De acordo com o site investigativo IStories, o corpo da jornalista chegou à cidade ucraniana de Vinnytsia em estado congelado, com sinais de desnutrição severa. Ainda segundo os investigadores, seus olhos, cérebro e parte da laringe haviam sido removidos antes da devolução, e o osso hióide estava quebrado. Uma fonte da polícia ucraniana suspeita que esses procedimentos tenham sido uma tentativa de ocultar as evidências de tortura. A Rússia, por outro lado, alegou que a remoção dos órgãos poderia estar relacionada a práticas de embalsamamento.

Viktoria havia sido detida em agosto de 2023, enquanto cobria o conflito no leste da Ucrânia. Após ser capturada nas cidades de Enerhodar e Melitopol, foi transferida para um centro de detenção do Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia, em Taganrog, já em estado crítico. Segundo testemunhas, recusou uma proposta de cooperação feita por um militar russo, reafirmando sua lealdade aos princípios jornalísticos.

A jornalista conseguiu fazer um único telefonema ao pai, em agosto, no qual afirmou que estaria incluída em uma troca de prisioneiros prevista para setembro. No entanto, apesar de 49 ucranianos terem sido libertados naquela ocasião, ela não estava entre eles. A morte de Viktoria foi oficialmente registrada em 19 de setembro de 2023.

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Reino Unido e EUA bombardeiam instalação de drones dos houthis no Iêmen

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O Reino Unido anunciou nesta quarta-feira (30) que realizou, em parceria com os Estados Unidos, um ataque aéreo contra uma instalação usada pelos rebeldes houthis para produção de drones no Iêmen. Segundo o Ministério da Defesa britânico, a operação ocorreu a cerca de 25 quilômetros ao sul da capital Sanaa, durante a noite — horário escolhido para minimizar o risco de atingir civis.

 

De acordo com o comunicado oficial, caças britânicos Typhoon foram responsáveis por atingir um conjunto de edifícios utilizados pelos houthis para fabricar drones semelhantes aos empregados em ataques recentes contra navios comerciais no Mar Vermelho e no Golfo de Áden.

Os houthis, grupo rebelde que controla parte significativa do território iemenita, têm realizado ofensivas contra embarcações desde o final de 2023, em solidariedade aos palestinos na Faixa de Gaza, diante da guerra entre o Hamas e Israel.

Embora os Estados Unidos tenham iniciado bombardeios regulares a posições houthis no início de 2024, esta é a primeira vez que o governo britânico confirma publicamente sua participação em uma operação desde o relançamento da campanha, em março.

Além dos ataques a navios, os houthis também reivindicaram, em diversas ocasiões, ofensivas diretamente contra Israel. Nesta quarta-feira, o Exército israelense informou, por meio da rede social X (antigo Twitter), que interceptou um drone lançado do Iêmen, em pleno Yom HaZikaron — Dia da Memória dos Soldados Mortos. Segundo os militares, o artefato não chegou a entrar no espaço aéreo israelense e, por isso, os alertas de sirene não foram acionados.

Dois dias antes, outro ataque com míssil balístico lançado pelos houthis foi interceptado por Israel, tendo como alvo uma base militar no deserto de Negev. Até o momento, os rebeldes iemenitas não reivindicaram responsabilidade pelo ataque desta madrugada.

Segundo o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Sean Parnell, as forças americanas atingiram mais de mil alvos houthis desde meados de março, matando combatentes e líderes do grupo e enfraquecendo sua capacidade operacional.

Atualmente, os houthis são considerados um dos principais integrantes do chamado “Eixo da Resistência”, liderado pelo Irã, que também inclui milícias como o Hezbollah, no Líbano. O grupo ganhou força após o enfraquecimento do regime sírio e a perda de influência de outras facções aliadas a Teerã.

A guerra civil no Iêmen teve início em 2014, e desde 2015 conta com intervenção da Arábia Saudita e seus aliados em apoio ao governo reconhecido internacionalmente. Já os houthis, de orientação xiita, são apoiados pelo Irã e controlam amplas regiões do país.

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EUA pressionam Rússia e Ucrânia por acordo de paz no Conselho da ONU

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Durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, realizada na terça-feira (29), os Estados Unidos pediram que Rússia e Ucrânia aceitem sua proposta de paz. A sessão foi marcada por acusações mútuas entre Moscou e Kiev sobre a responsabilidade pela continuidade da guerra.

 

O representante norte-americano, John Kelley, instou os dois países a aceitarem a proposta apresentada por Washington. Ele também destacou que o presidente Donald Trump – que vem enfrentando crescente desgaste como mediador – apelou à Rússia para interromper os ataques e “encerrar imediatamente a guerra”.

“Se ambos os lados estiverem dispostos a pôr fim ao conflito, os Estados Unidos apoiarão integralmente um caminho para uma paz duradoura”, afirmou Kelley. A declaração ocorre em meio à frustração de Trump pela ausência de um acordo antes da marca de 100 dias de seu mandato.

Em resposta, a vice-ministra das Relações Exteriores da Ucrânia, Mariana Betsa, afirmou que Moscou lançou 8.500 bombas contra o país desde março, quando os EUA propuseram um cessar-fogo total. Segundo ela, esse deveria ser o ponto de partida para qualquer avanço diplomático.

“Se a Rússia quer mesmo acabar com a guerra, por que não começamos um cessar-fogo hoje, sem esperar até 8 de maio?”, provocou Betsa, referindo-se à trégua unilateral de três dias anunciada por Moscou para marcar o 80º aniversário da vitória soviética na Segunda Guerra Mundial.

A diplomata reiterou que Kiev deseja a paz, mas “não a qualquer custo”. Ela deixou claro que a Ucrânia não reconhecerá os territórios ocupados como parte da Rússia, nem aceitará interferência externa em suas forças armadas ou políticas de alianças.

Por sua vez, o embaixador russo na ONU, Vasily Nebenzya, acusou a Ucrânia de sabotar a proposta de moratória de 30 dias e de rejeitar os esforços dos EUA. Segundo ele, a convocação da reunião pelos países europeus foi motivada pelo “medo de ficarem à margem diante da nova postura da administração norte-americana”.

Nebenzya afirmou ainda que Moscou continua negociando os contornos de um possível plano de paz.

O encontro foi convocado pela França e presidido pelo ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Noel Barrot, que pediu um cessar-fogo abrangente. Ele condenou ainda o ataque russo de 24 de abril contra Kiev, um dos mais violentos desde o início da guerra, que matou 13 pessoas e feriu cerca de 90.

A secretária-geral adjunta da ONU para Assuntos Humanitários, Joyce Msuya, acrescentou que “não houve um único dia este ano sem civis mortos ou feridos em ataques”. Nos primeiros três meses de 2025, a ONU registrou 2.641 vítimas civis – quase 900 a mais que no mesmo período de 2024.

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Turista grava ataque terrorista em Caxemira sem perceber o perigo; veja

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Um vídeo gravado por um turista durante um passeio na cidade de Pahalgam, em Caxemira, acabou registrando o início de um dos ataques mais letais na região em mais de duas décadas. O ataque, ocorrido no dia 22 de abril, deixou pelo menos 26 mortos.

 

As imagens, que viralizaram nas redes sociais, mostram Rishi Bhatt sorridente enquanto deslizava em uma tirolesa. Ele não percebia que, ao fundo, já era possível ouvir os primeiros disparos. Pouco depois, homens armados abriram fogo contra civis em uma área turística da parte de Caxemira administrada pela Índia.

“Sou muito grato ao Exército indiano, que chegou ao local cerca de 20 minutos depois”, disse Bhatt à imprensa internacional.

As autoridades indianas culparam o Paquistão pelo atentado, acusando o país vizinho de apoiar grupos extremistas. O governo paquistanês negou qualquer envolvimento e pediu a abertura de uma investigação neutra.

Caxemira é uma região historicamente disputada entre Índia e Paquistão desde a independência dos dois países, em 1947. A parte controlada pela Índia tem sido cenário de uma violenta insurreição separatista desde 1989, que já causou dezenas de milhares de mortes.

Veja as imagens na galeria acima.

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Homem contrai infecção viral após usar roupa de brechó sem lavar

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Um jovem usou as redes sociais para relatar um problema de saúde que enfrentou após comprar roupas em uma loja de segunda mão. Em um vídeo publicado no TikTok, ele contou que foi diagnosticado com molusco contagioso, uma infecção viral de pele caracterizada por pequenas saliências semelhantes a verrugas.

 

Segundo o relato, a infecção teria sido causada pelo uso direto das peças adquiridas, sem lavá-las previamente. Embora o quadro possa causar preocupação visual, o molusco contagioso costuma ser considerado clinicamente leve e autolimitado, ou seja, tende a desaparecer sem necessidade de tratamento específico, conforme destacou o portal NeedToKnow.

O jovem disse ter feito a publicação como forma de alertar outras pessoas sobre os riscos de utilizar roupas de brechó ou segunda mão sem a devida higienização, reforçando a importância de cuidados básicos para evitar infecções cutâneas.

 

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Tragédias climáticas como a do RS serão cinco vezes mais frequentes, aponta estudo

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(FOLHAPRESS) – Enchentes como as que devastaram o Rio Grande do Sul há cerca de um ano devem ser tornar um fenômeno cinco vezes mais frequente no país. Reflexo das mudanças climáticas aceleradas pela ação humana, essas tragédias, que ocorriam em intervalos médios de 50 anos, tendem a acontecer a cada dez anos, e de forma ainda mais intensa.

 

O diagnóstico faz parte de um estudo da ANA (Agência Nacional de Águas), realizado em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade de Brasília, do Serviço Geológico do Brasil, entre outras instituições.

A reportagem teve acesso ao relatório, denominado “As enchentes no Rio Grande do Sul: lições, desafios e caminhos para um futuro resiliente”.

Os modelos matemáticos e monitoramentos históricos aplicados pelos pesquisadores indicam que as vazões dos rios gaúchos tendem a aumentar em cerca de 20% sobre as máximas atuais. Na prática, isso significa que as cidades, principalmente as mais vulneráveis, precisam se adaptar rapidamente ao novo cenário, com planejamento urbano, construção de infraestruturas e gestão de riscos.

O Rio Grande do Sul, conforme o relatório, tende a ser a região do Brasil com o maior aumento na frequência e severidade das cheias. Isso se deve tanto às mudanças climáticas -2024 foi o ano mais quente da história-, quanto à vulnerabilidade natural do estado, marcado por bacias hidrográficas de rápido impacto.

As projeções indicam que cidades como Porto Alegre, Guaíba, Eldorado do Sul, Pelotas e Rio Grande terão de enfrentar níveis de água até um metro mais altos do que o limite máximo de proteção atual. Nos vales e áreas serranas, rios como o Taquari e o Jacuí podem subir até três metros a mais que o limite atual, em eventos extremos.

Durante as enchentes de 2024, o nível do rio Guaíba em Porto Alegre atingiu a marca histórica de 5,35 metros, superando o recorde anterior de 4,76 metros de 1941. Esse aumento de mais de 2 metros acima da cota de inundação (de 3 metros) resultou em alagamentos de diversos bairros da capital gaúcha.

O que os novos parâmetros indicam, portanto, é que essa cota teria de ser alterada para até 4 metros.

Essa mudança significa que há necessidade urgente de redimensionar as obras de proteção, com atualização de diques, comportas e barragens. O estudo lembra que locais como Reino Unido, Bélgica e Austrália já ampliaram seus parâmetros de projetos de infraestrutura entre 20% e 30% para incorporar o risco climático.

“A reavaliação destes parâmetros não é opcional, mas uma necessidade imediata para dimensionar obras hidráulicas, criar sistemas de alerta eficazes contra inundações e garantir a viabilidade de projetos em um cenário onde os extremos climáticos se tornam mais frequentes e intensos”, afirma o relatório.

Na tragédia de 2024, o nível do rio Taquari, em Lajeado, chegou a 33,67 metros, derrubando bairros inteiros. Ao todo, 478 dos 497 municípios gaúchos foram afetados, com 2,4 milhões de pessoas atingidas.

As enchentes deixaram 184 mortos, 27 desaparecidos e mais de 800 feridos. Mais de 146 mil pessoas ficaram desalojadas, além de 50 mil desabrigadas. Houve perda de R$ 35,6 bilhões na produção estadual, com 152 mil empregos perdidos.

Na contramão do que é necessário, o Congresso Nacional aprovou, para 2025, uma redução nos recursos destinados à gestão de riscos e desastres urbanos.
O valor proposto pelo governo Lula (PT) para essas ações, de R$ 1,75 bilhão, foi reduzido para R$ 1,37 bilhão na versão final da Lei Orçamentária Anual. Um corte de R$ 380 milhões, conforme relatório do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos).

O governo precisou liberar R$ 5 bilhões em créditos extraordinários para lidar com os impactos das tragédias climáticas no ano passado. Quase três vezes mais que o orçamento inicialmente previsto para a área, ainda segundo o instituto.

“O corte de R$ 380 milhões é alarmante, principalmente após os eventos climáticos extremos de 2024 e com a COP30 [a conferência da ONU sobre mudanças climáticas] no horizonte. É possível perceber um esforço do governo em construir políticas para a adaptação climática que estão referidas a outros programas orçamentários, mas falta articulação entre elas e investimentos robustos”, diz Sheilla Dourado, assessora política do Inesc.

“A atuação reativa através desses créditos não é a melhor solução para lidar com situações de emergência”, completa.

Embora o investimento no programa de gestão de riscos e desastres tenha caído, houve aumento de recursos para outra ação voltada à melhoria da infraestrutura urbana, que inclui prevenção. O Cidades Melhores teve valor ampliado de R$ 141 milhões em 2024 para R$ 490 milhões neste ano.

Procurado pela reportagem, o governo do Rio Grande do Sul declarou que, “no momento, estão sendo atualizados todos os projetos de sistemas de proteção contra as cheias” do estado. “Os mais avançados são os de Eldorado do Sul (Bacia do Jacuí) e o de Porto Alegre e Alvorada (Arroio Feijó)”, afirmou.

Nesta segunda-feira (28), foi publicado um edital para atualização do sistema de proteção contra as cheias de Eldorado do Sul. “Dentro da estratégia do governo, foi criado o Plano Rio Grande, um programa de Estado, que tem o objetivo de reconstruir o Rio Grande do Sul e torná-lo ainda mais forte e resiliente, preparado para o futuro”, afirmou a gestão Eduardo Leite (PSDB).

Até o momento, segundo o governo gaúcho, foram investidos R$ 6,9 bilhões em diversos projetos. O plano conta com um Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática, órgão colegiado formado por 41 especialistas e pesquisadores.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional disse que o programa de gestão de riscos e desastres abarca diversas pastas, e que o Congresso agiu “no exercício de suas prerrogativas constitucionais”, ao reduzir a proposta orçamentária encaminhada.

“Vale salientar que o exercício de 2024 foi marcado por eventos climáticos de proporções extremas, como as chuvas registradas no primeiro semestre no RS e a seca acentuada e os incêndios na amazônia e no pantanal, o que explica a utilização de créditos extraordinários para atender a essas situações excepcionais”, afirmou a pasta.

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Camila Queiroz revela que mãe ainda trabalha como manicure e se emociona

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Conhecida por sua trajetória de mais de uma década na televisão, a atriz Camila Queiroz, 31 anos, revelou que toda a sua família continua ativa no mercado de trabalho. Em participação no podcast PodDelas, Camila contou que empregou suas duas irmãs, mas sua mãe, Eliane, segue trabalhando como manicure, embora em ritmo mais lento.

 

“Não tenho preguiça de trabalhar, não sou herdeira. As duas [minhas irmãs] trabalham comigo hoje. Isso é muito importante, ter minha família até nesses momentos, é seguro para mim. Minha mãe é manicure, trabalha até hoje, mas menos do que antes. Agora, as pessoas querem fazer a unha [com Eliane] só para saber de mim”, compartilhou a atriz.

Camila também relembrou sua época como modelo, antes da fama nacional, descrevendo a experiência como “uma vida fria, longe de casa, sem saber se comunicar tão bem”, e expressou a falta de ter com quem compartilhar momentos.

Na conversa, a atriz também abordou a importância de preservar a privacidade de sua família, revelando que possui um perfil privado nas redes sociais, inacessível a seus milhões de seguidores. “Quero preservar minha família. Ainda hoje não entendo esse interesse das pessoas [em famosos]”, confessou.

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Botafogo, Grêmio e Bahia iniciam terceira fase da Copa do Brasil

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Times da elite nacional, Botafogo, Grêmio e Bahia iniciam nesta quarta-feira a terceira fase da Copa do Brasil. Por estarem na Copa Libertadores, cariocas e baianos estão estreando na competição, enquanto os gaúchos já passaram por duas fases anteriores.

 

Apenas o Botafogo fará o primeiro jogo dentro de casa. Às 19h, entra em campo no Engenhão, no Rio, diante do Capital-DF, que surpreendeu ao chegar à terceira fase logo em sua primeira participação.

Os cariocas, que conquistaram a Libertadores pela primeira vez em 2024, tentam outro título inédito. Na Copa do Brasil, sua melhor campanha foi em 1999, quando foi vice-campeão diante do Juventude.

Já o Bahia jogará fora de casa, no Mangueirão, em Belém (PA), diante do tradicional Paysandu. O time baiano chegou às quartas de final nove vezes, sendo a última em 2024, quando foi eliminado pelo Flamengo. Já o adversário paraense chegou às oitavas de final em seis oportunidades e também estreia nesta edição direto na terceira fase por ter sido campeão da Copa Verde em 2024.

Por fim, o Grêmio pega o CSA, às 21h30, no Rei Pelé, em Maceió (AL). Na primeira fase, passou sufoco diante do São Raimundo-RR, ao empatar por 1 a 1, mas venceu os pênaltis por 4 a 1. Na segunda fase, também empatou por 3 a 3, mas eliminou o Athletic-MG nos pênaltis por 8 a 7. O CSA passou por Boavista-RJ (2 a 0) e Tuna Luso-PA (5 a 0).

O Grêmio é o segundo maior vencedor da Copa do Brasil, ao lado do Flamengo, com cinco títulos, ficando atrás apenas do Cruzeiro, com seis taças.

A quarta-feira ainda contará com a dupla paulista Corinthians e Palmeiras, que também entram direto na terceira fase. O Corinthians faz duelo paulista com o Novorizontino, às 21h30, no Ismael Biasi, em Novo Horizonte (SP). Já o Palmeiras entra em campo às 19h30, diante do Ceará, Castelão, em Fortaleza (CE). Os alvinegros já foram campeões três vezes, sendo a última em 2009, enquanto o rival alviverde tem quatro títulos, o último conquistado em 2020.

A partir da terceira fase, a Copa do Brasil passa a ser decidida em dois jogos e os duelos serão definidos por sorteio. Além disso, todos os clubes garantem R$ 2,31 milhões e, se avançarem às oitavas de final, outros R$ 3,638 milhões, independente da divisão que pertencem.

Confira os jogos de ida da 3ª fase da Copa do Brasil:

QUARTA-FEIRA

19h

Botafogo x Capital-DF

19h30

Ceará x Palmeiras

21h30

Paysandu-PA x Bahia

Novorizontino x Corinthians

21h30

CSA-AL x Grêmio

QUINTA-FEIRA

16h

Operário-PR x Vasco

Brusque-SC x Athletico

18h

Santos x CRB

18h30

Criciúma x Red Bull Bragantino

20h

Botafogo-PB x Flamengo

21h30

Cruzeiro x Vila Nova

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Polícia prende cardiologista flagrado com cães congelados no freezer de casa

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Foto: Divulgação

A Polícia Civil prendeu um cardiologista que foi flagrado com cães mortos e congelados no freezer de casa em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio.

A ação ocorreu na manhã desta terça-feira (29) no bairro Canaã. Segundo a polícia, os agentes encontraram uma “verdadeira cena de horror”. Eram cães adultos e filhotes acondicionados em sacos pretos.

Segundo o delegado da 132ª Delegacia de Polícia, Renato Perez, o médico Walter Rau da Silva Oliveira foi preso em flagrante e vai responder por maus-tratos majorado, por causa da morte de animais, e passará por audiência de custódia nesta quarta-feira (30).

A defesa do suspeito disse que esperaria o final do trabalho da perícia para acessar o imóvel e obter mais detalhes. Informou ainda que o médico disse que levou uma cachorra prenha ao veterinário, mas que ela e os filhotes morreram, e ele acabou optando por colocar os animais na geladeira.

“Essa situação começou com uma denúncia recebida via WhatsApp da delegacia. No domingo, imediatamente tomamos as providências para a instauração de inquérito e requerimento de busca e apreensão na residência, com o objetivo de comprovar os delitos elencados: maus-tratos, animais mortos dentro de freezer, de geladeira, dentre outras coisas. A atuação do Ministério Público e do juiz da comarca foi urgente. Existem outros delitos menores também elencados, mas o mais importante é que a delegacia atuou de imediato. O juiz e o Ministério Público também agiram com rapidez”, disse o delegado.

Animais encontrados vivos

Na residência, outros animais também foram encontrados em situação de extrema negligência. Dez estavam vivos, sendo seis cães e quatro gatos. Ainda de acordo com a polícia, na suíte do imóvel, na área do banheiro, foram encontrados quatro gatos trancados em meio a fezes e comida estragada.

A ação, chamada de Operação Liberandum, ocorreu em parceria com a equipe de fiscalização da Secretaria do Ambiente e Saneamento do município. Os agentes chegaram ao local após denúncias de maus-tratos.

As imagens enviadas às autoridades apontavam para a prática de procedimentos clandestinos envolvendo animais, em um ambiente insalubre e de extrema negligência.

No imóvel também foram encontrados anestésicos usados comumente por cirurgiões dentistas, além de uma quantidade de erva seca, parecida com maconha.

Na segunda-feira (28), agentes à paisana tentaram uma abordagem de forma discreta, mas sem sucesso. Mas, com a emissão de mandado judicial, foi possível entrar no imóvel e constatar o flagrante.

A perícia técnica da 132ª Delegacia de Polícia foi acionada e o imóvel interditado para uma investigação detalhada.

Além da Polícia Civil e da Secretaria do Ambiente e Saneamento, também participaram da operação um veterinário, o Grupamento Operacional Ambiental e Marítimo (GOPAM) e a Secretaria de Segurança Pública, por meio do Proeis.

A Prefeitura de Arraial do Cabo reforça que denúncias de crimes ambientais podem ser feitas pelo WhatsApp (22) 99936-1255.

Além disso, a população pode registrar Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima. Em Arraial do Cabo, o atendimento também pode ser feito por meio do número WhatsApp (22) 98113-6585. Além disso, a população também pode procurar a Promotoria de Justiça do Meio Ambiente no Ministério Público.

Atuação na Saúde Pública

O homem exercia a função de médico cardiologista no Posto de Saúde do Sobradinho, na cidade de Araruama, e se preparava para ir ao trabalho no momento em que a polícia chegou.

A Prefeitura de Araruama, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, disse que o médico envolvido no caso foi admitido em 2021 e é vinculado ao programa “Mais Médicos”, do Governo Federal, coordenado pelo Ministério da Saúde, que distribui os profissionais conforme a demanda dos municípios contemplados.

“A Secretaria de Saúde já comunicou formalmente o Ministério da Saúde sobre o ocorrido e aguarda retorno para que as medidas cabíveis sejam adotadas o quanto antes”, disse o município.

Fonte: g1

Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima chega à Campos no próximo sábado

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Foto: Reprodução Rickardo Marques/G1 AM

A imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, vinda diretamente do Santuário de Fátima, em Portugal, chega em Campos no próximo sábado.

A chegada é considerada um momento histórico para os fiéis da cidade e faz parte de uma programação organizada pela Comunidade Aliança Eterna em parceria com a Diocese de Campos.

A agenda começa às 8h da manhã, com uma carreata que sairá da Avenida Dr. Nilo Peçanha, e percorrerá as principais vias do município. Às 9h30, haverá uma cerimônia de acolhida na Catedral Diocesana do Santíssimo Salvador, com missa presidida pelo bispo Dom Roberto Francisco.

De acordo com o diácono Alex Caetano, representante da Comunidade Aliança Eterna, a imagem foi confeccionada conforme a descrição feita por irmã Lúcia, uma das videntes de Fátima.

Desde 1972, ela tem peregrinado por diversos países levando a mensagem de fé e esperança de Nossa Senhora.

Em Campos, a imagem deve visitar todas as paróquias da cidade, além de locais como hospitais e presídios. “Vamos levar esperança aos lugares que mais precisam. O objetivo é alcançar até aqueles que não podem ir até a igreja”, afirmou o diácono.

As instituições e comunidades interessadas em receber a visita da imagem podem fazer o agendamento pelo WhatsApp (22) 99982-7975, diretamente com o diácono Alex Caetano.

Fonte: g1

“Vou te encher de porrada”: homem é preso por ameaçar ex-companheira em Campos

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Foto: Divulgação Deam

Policiais civis da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Campos prenderam em flagrante, na manhã da última segunda-feira (28), um homem de 55 anos acusado de ameaçar a ex-companheira, de 40 anos. A ação foi coordenada pela delegada titular da unidade, Juliana Oliveira.

De acordo com o relato da vítima, o relacionamento com o acusado durou cinco anos e chegou ao fim em janeiro deste ano. Desde então, ela afirma ter passado a sofrer ameaças. No último dia 24, o suspeito teria enviado áudios pelo WhatsApp, afirmando que ela sofreria represálias caso se envolvesse com outro homem.

Na segunda-feira (28), ao procurar o ex-companheiro em seu local de trabalho para lhe dar um recado, a vítima foi ameaçada verbalmente. Segundo seu depoimento, ele afirmou: “Some daqui senão vou te encher de porrada”. Temendo por sua segurança, ela procurou imediatamente a DEAM, onde solicitou medidas protetivas.

Diante das informações, os agentes localizaram o acusado no Centro, onde ele foi preso sem oferecer resistência e conduzido à delegacia. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de ameaça, com base na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006).

Mãe da suposta namorada do técnico Artur Jorge desabafa: “Vergonha”

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A polêmica envolvendo o ex-técnico do Botafogo, Artur Jorge, e Hanna Santos, neta do ídolo Nilton Santos, ganhou um novo desdobramento. A mãe de Hanna, Claudia Sette, usou as redes sociais para manifestar publicamente sua indignação com o relacionamento da filha e revelou conflitos familiares intensos.

 

“Eu me sinto envergonhada por ser mãe. Além de tudo o que ela fez comigo, não admiro mulheres que se envolvem com homens comprometidos”, desabafou Claudia, referindo-se ao romance de Hanna com Artur Jorge, que recentemente se separou após mais de 30 anos de casamento.

Claudia comparou sua relação com a filha à da novela “Vale Tudo”, exibida pela TV Globo, destacando a semelhança com os conflitos entre as personagens Maria de Fátima e Raquel. “A diferença é que, na novela, a casa que Maria de Fátima vendeu estava no nome dela. No meu caso, tudo é meu. Ela se uniu a uma prima minha, planejaram esse golpe durante uns três ou quatro anos e tomaram tudo. Estou há quatro anos na Justiça tentando anular um segundo testamento fraudulento baseado no meu”, afirmou.

Visivelmente abalada, Claudia também comentou a repercussão do envolvimento de Hanna com Artur Jorge. Para ela, a filha agiu de forma egoísta e causou sofrimento a outras pessoas.

“Esse caso mexeu muito comigo, me desestabilizou. Tenho vergonha. Ter um caso com um homem casado, pra mim, é algo que não entra na minha cabeça. Não quero destruir a vida de ninguém pra conseguir algo à força”, declarou.

Até o momento, Hanna Santos e Artur Jorge não se manifestaram sobre as declarações.

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Manchester United prepara demissão de 200 funcionários para cortar custos

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O Manchester United está prestes a iniciar uma nova rodada de demissões em seu quadro de funcionários, como parte de uma política de contenção de custos que visa equilibrar as finanças do clube e garantir recursos para reforçar o elenco comandado pelo técnico português Rúben Amorim.

 

Segundo informações do jornal britânico Daily Mail, cerca de 200 funcionários foram informados nos últimos dias de que correm risco de serem dispensados. A medida é atribuída à reestruturação liderada por Sir Jim Ratcliffe, novo coproprietário do clube e principal nome da empresa INEOS, que passou a integrar a administração dos Red Devils.

Entre os possíveis demitidos estão profissionais com décadas de trabalho no clube, incluindo nomes respeitados dentro da estrutura de futebol, mas que não estariam alinhados ao novo projeto esportivo.

Com os cortes, o número total de demissões desde a entrada de Ratcliffe pode chegar a 450, considerando que, na época da mudança de gestão, o clube contava com aproximadamente 1.140 funcionários.

A expectativa é que, com a redução de despesas operacionais, o Manchester United possa direcionar mais investimentos para fortalecer o elenco e buscar resultados expressivos nas próximas temporadas.
 

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Ancelotti volta atrás e deve trocar Seleção por clube saudita

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A longa novela sobre a possível chegada de Carlo Ancelotti ao comando da Seleção Brasileira teve, segundo o jornal espanhol Marca, um revés inesperado para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O técnico italiano, que tinha um acordo verbal para assumir a Canarinho, teria voltado atrás nas negociações, seduzido por uma proposta financeira significativa da Arábia Saudita.

 

De acordo com o Marca, Ancelotti chegou a viajar para Londres na última segunda-feira (28) para formalizar o acordo com a CBF. No entanto, o treinador teria comunicado à confederação sua decisão de rejeitar a proposta em última instância, agradecendo o interesse do presidente Ednaldo Rodrigues em contato pessoal. Fontes próximas às negociações consideram agora remotas as chances de Ancelotti assumir a Seleção, a menos que ocorra alguma reviravolta. O jornal espanhol também aponta que, por trás da recusa, estaria uma proposta milionária para o técnico assumir um clube da Arábia Saudita, cujos valores não foram divulgados.

Com as negociações com Ancelotti praticamente encerradas, a CBF volta sua atenção para Jorge Jesus, atualmente no Al-Hilal. O técnico português já havia mencionado a possibilidade de deixar o clube saudita para comandar a Seleção Brasileira, afirmando ter conversado sobre o assunto com a presidência e o clube.

Outro fator que teria pesado na decisão de Ancelotti é a participação do Real Madrid no Mundial de Clubes, que será disputado entre junho e julho deste ano. O italiano teria voltado a insistir que só poderia assumir a Seleção Brasileira em agosto, indicando a possibilidade de permanecer à frente do clube merengue para a disputa do torneio, o que não atendia às expectativas da CBF, que desejava contar com o treinador já em junho, antes da próxima Data Fifa.

Cantor Arlindo Cruz é internado em CTI no Rio de Janeiro

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O cantor e compositor Arlindo Cruz, de 66 anos, está internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro. A hospitalização se deu devido a um quadro de pneumonia, e o músico passará por uma série de exames para avaliação detalhada de sua condição.

 

A informação foi confirmada pela equipe do artista em um comunicado divulgado nas redes sociais na noite desta terça-feira (29). “Devido à sua condição de saúde já delicada, o caso inspira cuidados redobrados, sendo acompanhado de perto por sua equipe médica”, informou a assessoria.

Apesar da internação, o quadro de Arlindo Cruz é considerado clinicamente estável, com sinais vitais preservados e sob os cuidados médicos necessários.

O cantor enfrenta sequelas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido em 2017 e tem um histórico de diversas internações nos últimos anos.

Leia Também: Autópsia da esposa de Gene Hackman revela novos detalhes de sua morte

Maradona foi sedado por 24h contra orientação médica, diz anestesista

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Durante o julgamento que apura a responsabilidade pela morte de Diego Maradona, o anestesista Fernando Villarejo afirmou nesta terça-feira (30) que o ex-jogador foi sedado por 24 horas contra sua orientação profissional. Segundo ele, a decisão foi imposta pelos médicos Leopoldo Luque e Agustina Cosachov, que lideravam a equipe responsável pelo tratamento do ídolo argentino.

 

Villarejo, que atuava como chefe da terapia intensiva na Clínica Olivos — onde Maradona foi operado antes de morrer — prestou depoimento ao tribunal nos arredores de Buenos Aires. Ele classificou a sedação como “totalmente inadequada” e disse ter sido forçado a administrá-la, mesmo contra sua opinião médica. “Sabemos que, quando se trata de reverter um quadro de abstinência, é necessário um tratamento mais estruturado e contínuo”, destacou.

Segundo o anestesista, a sedação foi feita por via venosa central e houve resistência por parte de Maradona. Passadas 24 horas, ele decidiu reduzir a medicação devido à ausência de um plano de tratamento adequado e à complexidade do quadro clínico, que exigiria, segundo ele, uma equipe multidisciplinar. “O paciente estava agitado e era difícil de manejar”, relatou.

Villarejo também declarou ter recomendado que Maradona fosse transferido para um centro de reabilitação para continuar o processo de desintoxicação, mas sua sugestão foi rejeitada por Luque, um dos principais réus.

Leopoldo Luque e Agustina Cosachov estão entre os sete profissionais de saúde que respondem por possível negligência com dolo na morte de Maradona, em 25 de novembro de 2020. Caso condenados, podem pegar entre oito e 25 anos de prisão. O julgamento, iniciado em 11 de março, deve se estender até julho e conta com cerca de 120 testemunhas. Os acusados negam qualquer responsabilidade.

Maradona, ícone do futebol argentino e campeão mundial em 1986, morreu aos 60 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória, em uma casa na cidade de Tigre, nos arredores de Buenos Aires. Na ocasião, ele se recuperava de uma cirurgia para retirada de um hematoma no cérebro.

Leia Também: Possível camisa vermelha divide opiniões e reacende debate político na seleção

Autópsia da esposa de Gene Hackman revela novos detalhes de sua morte

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Dias após a autópsia de Gene Hackman ser divulgada, um relatório forneceu novos detalhes sobre a morte de Betsy Arakawa.

 

A autópsia obtida pelo Associated Press confirmou que a pianista morreu de síndrome pulmonar por hantavírus (HPS). A doença é viral, considerada grave e, até mesmo, rara, causando edema pulmonar, hipóxia e hipotensão.

O novo relatório ainda apontou que seus pulmões estavam pesados e congestionados no momento de sua morte, o que indica que a doença já estava avançada. A pianista contava com o acúmulo de líquido no peito e endurecimento leve dos vasos que forneciam sangue ao coração e ao corpo.

Dias antes de morrer, Betsy chegou a pesquisar sobre os sintomas da COVID-19, no entanto, testou negativo para a doença. Arakawa ainda teve negativo para gripe, álcool e drogas intoxicantes, seu corpo não mostrou sinais de trauma, e seus níveis de monóxido de carbono estavam dentro da faixa normal.

Já Gene Hackman apresentava um “histórico de insuficiência cardíaca congestiva”. O ator também apresentava “graves alterações hipertensivas crônicas nos rins”, de acordo com a Fox New Digital.

Características neurodegenerativas consistentes com a Doença de Alzheimer também foram observadas na autópsia. Um jejum antes do ator vir a óbito também foi apontado.

O casal foi encontrado morto em 26 de fevereiro. Eles estavam em sua casa em Santa Fé, no Novo México, nos Estados Unidos. Fotos da cena, imagens de câmeras corporais dos policiais e entrevistas com testemunhas indicam como foram os últimos dias dos dois.

Leia Também: Hotel lamenta caso de racismo contra Gloria Maria há 45 anos

Autópsia da esposa de Gene Hackman revela novos detalhes de sua morte

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Dias após a autópsia de Gene Hackman ser divulgada, um relatório forneceu novos detalhes sobre a morte de Betsy Arakawa.

 

A autópsia obtida pelo Associated Press confirmou que a pianista morreu de síndrome pulmonar por hantavírus (HPS). A doença é viral, considerada grave e, até mesmo, rara, causando edema pulmonar, hipóxia e hipotensão.

O novo relatório ainda apontou que seus pulmões estavam pesados e congestionados no momento de sua morte, o que indica que a doença já estava avançada. A pianista contava com o acúmulo de líquido no peito e endurecimento leve dos vasos que forneciam sangue ao coração e ao corpo.

Dias antes de morrer, Betsy chegou a pesquisar sobre os sintomas da COVID-19, no entanto, testou negativo para a doença. Arakawa ainda teve negativo para gripe, álcool e drogas intoxicantes, seu corpo não mostrou sinais de trauma, e seus níveis de monóxido de carbono estavam dentro da faixa normal.

Já Gene Hackman apresentava um “histórico de insuficiência cardíaca congestiva”. O ator também apresentava “graves alterações hipertensivas crônicas nos rins”, de acordo com a Fox New Digital.

Características neurodegenerativas consistentes com a Doença de Alzheimer também foram observadas na autópsia. Um jejum antes do ator vir a óbito também foi apontado.

O casal foi encontrado morto em 26 de fevereiro. Eles estavam em sua casa em Santa Fé, no Novo México, nos Estados Unidos. Fotos da cena, imagens de câmeras corporais dos policiais e entrevistas com testemunhas indicam como foram os últimos dias dos dois.

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Possível camisa vermelha divide opiniões e reacende debate político na seleção

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SÃO PAULO, SP E SANTOS, SP (FOLHAPRESS) – A possibilidade de a seleção brasileira ter uma camisa vermelha como seu segundo uniforme na Copa do Mundo de 2026 desagradou ex-jogadores, reacendeu o debate político sobre a simbologia do manto, além de criar uma polêmica em um momento no qual a conexão com a torcida está fragilizada.

 

A ideia não é uma unanimidade na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não só pela tradição de usar o azul como segunda camisa, mas principalmente pela possibilidade de dividir os torcedores pela escolha de uma cor que não está presente na bandeira do Brasil, o que abriria uma brecha para os críticos fazerem associações políticas.

Desde que o site Footy Headlines informou sobre a mudança, políticos de direita se uniram para criticar a possível mudança. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou que a troca precisa ser “repudiada veementemente” e repetiu uma frase que seu pai costuma usar em discursos: “Nossa bandeira não é vermelha, e nunca será”.

Edu, ex-ponta-esquerda do Santos e da seleção brasileira nas Copas de 1966, 1970 e 1974, ecoou a crítica. “Nada a ver, não somos um país comunista. E lógico que a intenção disso é totalmente política, mas não tem nada a ver com a história da nossa seleção. Seleção brasileira é verde, amarelo, azul e branco”, disse ele à reportagem.

“Fomos campeões do mundo com a amarelinha. A coisa já está muito feia dentro de campo, já temos uma seleção fraca moralmente e psicologicamente. Não precisamos de mais essa”, acrescentou.

Paulo Sergio, ex-atacante da seleção brasileira, campeão do mundo em 1994, disse que não trocaria o azul pelo vermelho, mas que poderia mudar de ideia caso entendesse o conceito. “A azul representa a nossa bandeira desde que me conheço por gente. Em dez anos de Europa sempre nos reconheceram por essas cores”, afirmou.

Na política, o vermelho é tradicionalmente associado aos partidos de esquerda, como o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nos últimos anos, a direita passou a criar uma forte conexão com a cor amarela, diretamente ligada à camisa da seleção brasileira, dividindo os torcedores país afora.

“Para alguns grupos, [a mudança] pode ser considerada uma afronta, sobretudo para esses grupos mais polarizados, à direita, que veem o fantasma do comunismo em tudo”, afirmou o professor Marco Antonio Carvalho Teixeira, da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo).

A Nike, com a qual a CBF renovou seu contrato no ano passado, estendendo o vínculo até 2038, pelo valor de US$ 100 milhões (R$ 563 milhões) até o fim do compromisso, foi alertada sobre isso. A fornecedora de materiais esportivos, no entanto, resolveu seguir em frente com sua estratégia de marketing, que além da cor vermelha levará o símbolo da Jordan, marca controlada pela Nike.
Publicamente, contudo, nem a Nike nem a CBF confirmam a confecção da camisa vermelha.

Cássio Brandão, colecionador de camisas de futebol, detentor de um recorde registrado pelo Guiness pelo maior acervo do mundo, disse que a confederação poderá seguir um “caminho perigoso”.

“Em se concretizando essa história entramos em um caminho que não gosto, e considero até perigoso. Do quanto se cuida da própria história e do quanto não consegue frear esses movimentos mercadológicos”, afirmou.

“Precisamos ser cuidadosos ainda, a camisa não foi lançada, mas tem uma questão que é um fato: a camisa de uma nação representa muito e a da seleção brasileira muito mais”, acrescentou Brandão.

Nas conversas com a Nike, a CBF teria sugerido lançar a vermelha com um terceiro uniforme para evitar as críticas, mas a empresa não costuma fazer três camisas para seleções por entender que os modelos dois e três poderiam concorrer nas vendas.

Segundo Brandão, na Europa, esse tipo de mudança mais radical não é tão incomum. Ele destaca, porém, que sempre há um propósito além do mercadológico.

“Quando a Alemanha vem para o Brasil jogar a Copa do Mundo com uma segunda camisa que faz uma referência ao Flamengo, time de maior torcida do país, ela fazia um aceno claro. Um cartão de boas-vindas para ser bem recebido no país. Ali tinha um propósito claro. Nessa do Brasil qual o propósito?”, questiona.

Ao longo de sua história, a seleção brasileira já utilizou uniformes com cores alternativas, que não estão presentes na bandeira do Brasil. Em duas ocasiões, usou inclusive camisas vermelhas, ambas em jogos pelo Campeonato Sul-Americano, competição que em 1975 seria rebatizada como Copa América.

A última vez que a equipe canarinho utilizou um manto sem suas cores tradicionais foi em 2023, quando atuou todo de preto no amistoso contra a Guiné. Na ocasião, o uniforme foi usado como uma forma de protesto contra o racismo no futebol.

Embora a “amarelinha” seja a mais famosa, a camisa azul também traz boas recordações para torcedores da seleção brasileira. Foi o modelo com o qual o Brasil ganhou seu primeiro título mundial, em 1958, na Suécia. Ao todo, a cor já foi usada em 12 oportunidades durante Copas do Mundo, com oito vitórias para o Brasil, três derrotas e um empate.

Possível camisa vermelha divide opiniões e reacende debate político na seleção

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SÃO PAULO, SP E SANTOS, SP (FOLHAPRESS) – A possibilidade de a seleção brasileira ter uma camisa vermelha como seu segundo uniforme na Copa do Mundo de 2026 desagradou ex-jogadores, reacendeu o debate político sobre a simbologia do manto, além de criar uma polêmica em um momento no qual a conexão com a torcida está fragilizada.

 

A ideia não é uma unanimidade na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não só pela tradição de usar o azul como segunda camisa, mas principalmente pela possibilidade de dividir os torcedores pela escolha de uma cor que não está presente na bandeira do Brasil, o que abriria uma brecha para os críticos fazerem associações políticas.

Desde que o site Footy Headlines informou sobre a mudança, políticos de direita se uniram para criticar a possível mudança. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou que a troca precisa ser “repudiada veementemente” e repetiu uma frase que seu pai costuma usar em discursos: “Nossa bandeira não é vermelha, e nunca será”.

Edu, ex-ponta-esquerda do Santos e da seleção brasileira nas Copas de 1966, 1970 e 1974, ecoou a crítica. “Nada a ver, não somos um país comunista. E lógico que a intenção disso é totalmente política, mas não tem nada a ver com a história da nossa seleção. Seleção brasileira é verde, amarelo, azul e branco”, disse ele à reportagem.

“Fomos campeões do mundo com a amarelinha. A coisa já está muito feia dentro de campo, já temos uma seleção fraca moralmente e psicologicamente. Não precisamos de mais essa”, acrescentou.

Paulo Sergio, ex-atacante da seleção brasileira, campeão do mundo em 1994, disse que não trocaria o azul pelo vermelho, mas que poderia mudar de ideia caso entendesse o conceito. “A azul representa a nossa bandeira desde que me conheço por gente. Em dez anos de Europa sempre nos reconheceram por essas cores”, afirmou.

Na política, o vermelho é tradicionalmente associado aos partidos de esquerda, como o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nos últimos anos, a direita passou a criar uma forte conexão com a cor amarela, diretamente ligada à camisa da seleção brasileira, dividindo os torcedores país afora.

“Para alguns grupos, [a mudança] pode ser considerada uma afronta, sobretudo para esses grupos mais polarizados, à direita, que veem o fantasma do comunismo em tudo”, afirmou o professor Marco Antonio Carvalho Teixeira, da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo).

A Nike, com a qual a CBF renovou seu contrato no ano passado, estendendo o vínculo até 2038, pelo valor de US$ 100 milhões (R$ 563 milhões) até o fim do compromisso, foi alertada sobre isso. A fornecedora de materiais esportivos, no entanto, resolveu seguir em frente com sua estratégia de marketing, que além da cor vermelha levará o símbolo da Jordan, marca controlada pela Nike.
Publicamente, contudo, nem a Nike nem a CBF confirmam a confecção da camisa vermelha.

Cássio Brandão, colecionador de camisas de futebol, detentor de um recorde registrado pelo Guiness pelo maior acervo do mundo, disse que a confederação poderá seguir um “caminho perigoso”.

“Em se concretizando essa história entramos em um caminho que não gosto, e considero até perigoso. Do quanto se cuida da própria história e do quanto não consegue frear esses movimentos mercadológicos”, afirmou.

“Precisamos ser cuidadosos ainda, a camisa não foi lançada, mas tem uma questão que é um fato: a camisa de uma nação representa muito e a da seleção brasileira muito mais”, acrescentou Brandão.

Nas conversas com a Nike, a CBF teria sugerido lançar a vermelha com um terceiro uniforme para evitar as críticas, mas a empresa não costuma fazer três camisas para seleções por entender que os modelos dois e três poderiam concorrer nas vendas.

Segundo Brandão, na Europa, esse tipo de mudança mais radical não é tão incomum. Ele destaca, porém, que sempre há um propósito além do mercadológico.

“Quando a Alemanha vem para o Brasil jogar a Copa do Mundo com uma segunda camisa que faz uma referência ao Flamengo, time de maior torcida do país, ela fazia um aceno claro. Um cartão de boas-vindas para ser bem recebido no país. Ali tinha um propósito claro. Nessa do Brasil qual o propósito?”, questiona.

Ao longo de sua história, a seleção brasileira já utilizou uniformes com cores alternativas, que não estão presentes na bandeira do Brasil. Em duas ocasiões, usou inclusive camisas vermelhas, ambas em jogos pelo Campeonato Sul-Americano, competição que em 1975 seria rebatizada como Copa América.

A última vez que a equipe canarinho utilizou um manto sem suas cores tradicionais foi em 2023, quando atuou todo de preto no amistoso contra a Guiné. Na ocasião, o uniforme foi usado como uma forma de protesto contra o racismo no futebol.

Embora a “amarelinha” seja a mais famosa, a camisa azul também traz boas recordações para torcedores da seleção brasileira. Foi o modelo com o qual o Brasil ganhou seu primeiro título mundial, em 1958, na Suécia. Ao todo, a cor já foi usada em 12 oportunidades durante Copas do Mundo, com oito vitórias para o Brasil, três derrotas e um empate.