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Cantor Arlindo Cruz é internado em CTI no Rio de Janeiro

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O cantor e compositor Arlindo Cruz, de 66 anos, está internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro. A hospitalização se deu devido a um quadro de pneumonia, e o músico passará por uma série de exames para avaliação detalhada de sua condição.

 

A informação foi confirmada pela equipe do artista em um comunicado divulgado nas redes sociais na noite desta terça-feira (29). “Devido à sua condição de saúde já delicada, o caso inspira cuidados redobrados, sendo acompanhado de perto por sua equipe médica”, informou a assessoria.

Apesar da internação, o quadro de Arlindo Cruz é considerado clinicamente estável, com sinais vitais preservados e sob os cuidados médicos necessários.

O cantor enfrenta sequelas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido em 2017 e tem um histórico de diversas internações nos últimos anos.

Leia Também: Autópsia da esposa de Gene Hackman revela novos detalhes de sua morte

Maradona foi sedado por 24h contra orientação médica, diz anestesista

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Durante o julgamento que apura a responsabilidade pela morte de Diego Maradona, o anestesista Fernando Villarejo afirmou nesta terça-feira (30) que o ex-jogador foi sedado por 24 horas contra sua orientação profissional. Segundo ele, a decisão foi imposta pelos médicos Leopoldo Luque e Agustina Cosachov, que lideravam a equipe responsável pelo tratamento do ídolo argentino.

 

Villarejo, que atuava como chefe da terapia intensiva na Clínica Olivos — onde Maradona foi operado antes de morrer — prestou depoimento ao tribunal nos arredores de Buenos Aires. Ele classificou a sedação como “totalmente inadequada” e disse ter sido forçado a administrá-la, mesmo contra sua opinião médica. “Sabemos que, quando se trata de reverter um quadro de abstinência, é necessário um tratamento mais estruturado e contínuo”, destacou.

Segundo o anestesista, a sedação foi feita por via venosa central e houve resistência por parte de Maradona. Passadas 24 horas, ele decidiu reduzir a medicação devido à ausência de um plano de tratamento adequado e à complexidade do quadro clínico, que exigiria, segundo ele, uma equipe multidisciplinar. “O paciente estava agitado e era difícil de manejar”, relatou.

Villarejo também declarou ter recomendado que Maradona fosse transferido para um centro de reabilitação para continuar o processo de desintoxicação, mas sua sugestão foi rejeitada por Luque, um dos principais réus.

Leopoldo Luque e Agustina Cosachov estão entre os sete profissionais de saúde que respondem por possível negligência com dolo na morte de Maradona, em 25 de novembro de 2020. Caso condenados, podem pegar entre oito e 25 anos de prisão. O julgamento, iniciado em 11 de março, deve se estender até julho e conta com cerca de 120 testemunhas. Os acusados negam qualquer responsabilidade.

Maradona, ícone do futebol argentino e campeão mundial em 1986, morreu aos 60 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória, em uma casa na cidade de Tigre, nos arredores de Buenos Aires. Na ocasião, ele se recuperava de uma cirurgia para retirada de um hematoma no cérebro.

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Autópsia da esposa de Gene Hackman revela novos detalhes de sua morte

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Dias após a autópsia de Gene Hackman ser divulgada, um relatório forneceu novos detalhes sobre a morte de Betsy Arakawa.

 

A autópsia obtida pelo Associated Press confirmou que a pianista morreu de síndrome pulmonar por hantavírus (HPS). A doença é viral, considerada grave e, até mesmo, rara, causando edema pulmonar, hipóxia e hipotensão.

O novo relatório ainda apontou que seus pulmões estavam pesados e congestionados no momento de sua morte, o que indica que a doença já estava avançada. A pianista contava com o acúmulo de líquido no peito e endurecimento leve dos vasos que forneciam sangue ao coração e ao corpo.

Dias antes de morrer, Betsy chegou a pesquisar sobre os sintomas da COVID-19, no entanto, testou negativo para a doença. Arakawa ainda teve negativo para gripe, álcool e drogas intoxicantes, seu corpo não mostrou sinais de trauma, e seus níveis de monóxido de carbono estavam dentro da faixa normal.

Já Gene Hackman apresentava um “histórico de insuficiência cardíaca congestiva”. O ator também apresentava “graves alterações hipertensivas crônicas nos rins”, de acordo com a Fox New Digital.

Características neurodegenerativas consistentes com a Doença de Alzheimer também foram observadas na autópsia. Um jejum antes do ator vir a óbito também foi apontado.

O casal foi encontrado morto em 26 de fevereiro. Eles estavam em sua casa em Santa Fé, no Novo México, nos Estados Unidos. Fotos da cena, imagens de câmeras corporais dos policiais e entrevistas com testemunhas indicam como foram os últimos dias dos dois.

Leia Também: Hotel lamenta caso de racismo contra Gloria Maria há 45 anos

Autópsia da esposa de Gene Hackman revela novos detalhes de sua morte

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Dias após a autópsia de Gene Hackman ser divulgada, um relatório forneceu novos detalhes sobre a morte de Betsy Arakawa.

 

A autópsia obtida pelo Associated Press confirmou que a pianista morreu de síndrome pulmonar por hantavírus (HPS). A doença é viral, considerada grave e, até mesmo, rara, causando edema pulmonar, hipóxia e hipotensão.

O novo relatório ainda apontou que seus pulmões estavam pesados e congestionados no momento de sua morte, o que indica que a doença já estava avançada. A pianista contava com o acúmulo de líquido no peito e endurecimento leve dos vasos que forneciam sangue ao coração e ao corpo.

Dias antes de morrer, Betsy chegou a pesquisar sobre os sintomas da COVID-19, no entanto, testou negativo para a doença. Arakawa ainda teve negativo para gripe, álcool e drogas intoxicantes, seu corpo não mostrou sinais de trauma, e seus níveis de monóxido de carbono estavam dentro da faixa normal.

Já Gene Hackman apresentava um “histórico de insuficiência cardíaca congestiva”. O ator também apresentava “graves alterações hipertensivas crônicas nos rins”, de acordo com a Fox New Digital.

Características neurodegenerativas consistentes com a Doença de Alzheimer também foram observadas na autópsia. Um jejum antes do ator vir a óbito também foi apontado.

O casal foi encontrado morto em 26 de fevereiro. Eles estavam em sua casa em Santa Fé, no Novo México, nos Estados Unidos. Fotos da cena, imagens de câmeras corporais dos policiais e entrevistas com testemunhas indicam como foram os últimos dias dos dois.

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Possível camisa vermelha divide opiniões e reacende debate político na seleção

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SÃO PAULO, SP E SANTOS, SP (FOLHAPRESS) – A possibilidade de a seleção brasileira ter uma camisa vermelha como seu segundo uniforme na Copa do Mundo de 2026 desagradou ex-jogadores, reacendeu o debate político sobre a simbologia do manto, além de criar uma polêmica em um momento no qual a conexão com a torcida está fragilizada.

 

A ideia não é uma unanimidade na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não só pela tradição de usar o azul como segunda camisa, mas principalmente pela possibilidade de dividir os torcedores pela escolha de uma cor que não está presente na bandeira do Brasil, o que abriria uma brecha para os críticos fazerem associações políticas.

Desde que o site Footy Headlines informou sobre a mudança, políticos de direita se uniram para criticar a possível mudança. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou que a troca precisa ser “repudiada veementemente” e repetiu uma frase que seu pai costuma usar em discursos: “Nossa bandeira não é vermelha, e nunca será”.

Edu, ex-ponta-esquerda do Santos e da seleção brasileira nas Copas de 1966, 1970 e 1974, ecoou a crítica. “Nada a ver, não somos um país comunista. E lógico que a intenção disso é totalmente política, mas não tem nada a ver com a história da nossa seleção. Seleção brasileira é verde, amarelo, azul e branco”, disse ele à reportagem.

“Fomos campeões do mundo com a amarelinha. A coisa já está muito feia dentro de campo, já temos uma seleção fraca moralmente e psicologicamente. Não precisamos de mais essa”, acrescentou.

Paulo Sergio, ex-atacante da seleção brasileira, campeão do mundo em 1994, disse que não trocaria o azul pelo vermelho, mas que poderia mudar de ideia caso entendesse o conceito. “A azul representa a nossa bandeira desde que me conheço por gente. Em dez anos de Europa sempre nos reconheceram por essas cores”, afirmou.

Na política, o vermelho é tradicionalmente associado aos partidos de esquerda, como o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nos últimos anos, a direita passou a criar uma forte conexão com a cor amarela, diretamente ligada à camisa da seleção brasileira, dividindo os torcedores país afora.

“Para alguns grupos, [a mudança] pode ser considerada uma afronta, sobretudo para esses grupos mais polarizados, à direita, que veem o fantasma do comunismo em tudo”, afirmou o professor Marco Antonio Carvalho Teixeira, da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo).

A Nike, com a qual a CBF renovou seu contrato no ano passado, estendendo o vínculo até 2038, pelo valor de US$ 100 milhões (R$ 563 milhões) até o fim do compromisso, foi alertada sobre isso. A fornecedora de materiais esportivos, no entanto, resolveu seguir em frente com sua estratégia de marketing, que além da cor vermelha levará o símbolo da Jordan, marca controlada pela Nike.
Publicamente, contudo, nem a Nike nem a CBF confirmam a confecção da camisa vermelha.

Cássio Brandão, colecionador de camisas de futebol, detentor de um recorde registrado pelo Guiness pelo maior acervo do mundo, disse que a confederação poderá seguir um “caminho perigoso”.

“Em se concretizando essa história entramos em um caminho que não gosto, e considero até perigoso. Do quanto se cuida da própria história e do quanto não consegue frear esses movimentos mercadológicos”, afirmou.

“Precisamos ser cuidadosos ainda, a camisa não foi lançada, mas tem uma questão que é um fato: a camisa de uma nação representa muito e a da seleção brasileira muito mais”, acrescentou Brandão.

Nas conversas com a Nike, a CBF teria sugerido lançar a vermelha com um terceiro uniforme para evitar as críticas, mas a empresa não costuma fazer três camisas para seleções por entender que os modelos dois e três poderiam concorrer nas vendas.

Segundo Brandão, na Europa, esse tipo de mudança mais radical não é tão incomum. Ele destaca, porém, que sempre há um propósito além do mercadológico.

“Quando a Alemanha vem para o Brasil jogar a Copa do Mundo com uma segunda camisa que faz uma referência ao Flamengo, time de maior torcida do país, ela fazia um aceno claro. Um cartão de boas-vindas para ser bem recebido no país. Ali tinha um propósito claro. Nessa do Brasil qual o propósito?”, questiona.

Ao longo de sua história, a seleção brasileira já utilizou uniformes com cores alternativas, que não estão presentes na bandeira do Brasil. Em duas ocasiões, usou inclusive camisas vermelhas, ambas em jogos pelo Campeonato Sul-Americano, competição que em 1975 seria rebatizada como Copa América.

A última vez que a equipe canarinho utilizou um manto sem suas cores tradicionais foi em 2023, quando atuou todo de preto no amistoso contra a Guiné. Na ocasião, o uniforme foi usado como uma forma de protesto contra o racismo no futebol.

Embora a “amarelinha” seja a mais famosa, a camisa azul também traz boas recordações para torcedores da seleção brasileira. Foi o modelo com o qual o Brasil ganhou seu primeiro título mundial, em 1958, na Suécia. Ao todo, a cor já foi usada em 12 oportunidades durante Copas do Mundo, com oito vitórias para o Brasil, três derrotas e um empate.

Possível camisa vermelha divide opiniões e reacende debate político na seleção

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SÃO PAULO, SP E SANTOS, SP (FOLHAPRESS) – A possibilidade de a seleção brasileira ter uma camisa vermelha como seu segundo uniforme na Copa do Mundo de 2026 desagradou ex-jogadores, reacendeu o debate político sobre a simbologia do manto, além de criar uma polêmica em um momento no qual a conexão com a torcida está fragilizada.

 

A ideia não é uma unanimidade na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não só pela tradição de usar o azul como segunda camisa, mas principalmente pela possibilidade de dividir os torcedores pela escolha de uma cor que não está presente na bandeira do Brasil, o que abriria uma brecha para os críticos fazerem associações políticas.

Desde que o site Footy Headlines informou sobre a mudança, políticos de direita se uniram para criticar a possível mudança. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou que a troca precisa ser “repudiada veementemente” e repetiu uma frase que seu pai costuma usar em discursos: “Nossa bandeira não é vermelha, e nunca será”.

Edu, ex-ponta-esquerda do Santos e da seleção brasileira nas Copas de 1966, 1970 e 1974, ecoou a crítica. “Nada a ver, não somos um país comunista. E lógico que a intenção disso é totalmente política, mas não tem nada a ver com a história da nossa seleção. Seleção brasileira é verde, amarelo, azul e branco”, disse ele à reportagem.

“Fomos campeões do mundo com a amarelinha. A coisa já está muito feia dentro de campo, já temos uma seleção fraca moralmente e psicologicamente. Não precisamos de mais essa”, acrescentou.

Paulo Sergio, ex-atacante da seleção brasileira, campeão do mundo em 1994, disse que não trocaria o azul pelo vermelho, mas que poderia mudar de ideia caso entendesse o conceito. “A azul representa a nossa bandeira desde que me conheço por gente. Em dez anos de Europa sempre nos reconheceram por essas cores”, afirmou.

Na política, o vermelho é tradicionalmente associado aos partidos de esquerda, como o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nos últimos anos, a direita passou a criar uma forte conexão com a cor amarela, diretamente ligada à camisa da seleção brasileira, dividindo os torcedores país afora.

“Para alguns grupos, [a mudança] pode ser considerada uma afronta, sobretudo para esses grupos mais polarizados, à direita, que veem o fantasma do comunismo em tudo”, afirmou o professor Marco Antonio Carvalho Teixeira, da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo).

A Nike, com a qual a CBF renovou seu contrato no ano passado, estendendo o vínculo até 2038, pelo valor de US$ 100 milhões (R$ 563 milhões) até o fim do compromisso, foi alertada sobre isso. A fornecedora de materiais esportivos, no entanto, resolveu seguir em frente com sua estratégia de marketing, que além da cor vermelha levará o símbolo da Jordan, marca controlada pela Nike.
Publicamente, contudo, nem a Nike nem a CBF confirmam a confecção da camisa vermelha.

Cássio Brandão, colecionador de camisas de futebol, detentor de um recorde registrado pelo Guiness pelo maior acervo do mundo, disse que a confederação poderá seguir um “caminho perigoso”.

“Em se concretizando essa história entramos em um caminho que não gosto, e considero até perigoso. Do quanto se cuida da própria história e do quanto não consegue frear esses movimentos mercadológicos”, afirmou.

“Precisamos ser cuidadosos ainda, a camisa não foi lançada, mas tem uma questão que é um fato: a camisa de uma nação representa muito e a da seleção brasileira muito mais”, acrescentou Brandão.

Nas conversas com a Nike, a CBF teria sugerido lançar a vermelha com um terceiro uniforme para evitar as críticas, mas a empresa não costuma fazer três camisas para seleções por entender que os modelos dois e três poderiam concorrer nas vendas.

Segundo Brandão, na Europa, esse tipo de mudança mais radical não é tão incomum. Ele destaca, porém, que sempre há um propósito além do mercadológico.

“Quando a Alemanha vem para o Brasil jogar a Copa do Mundo com uma segunda camisa que faz uma referência ao Flamengo, time de maior torcida do país, ela fazia um aceno claro. Um cartão de boas-vindas para ser bem recebido no país. Ali tinha um propósito claro. Nessa do Brasil qual o propósito?”, questiona.

Ao longo de sua história, a seleção brasileira já utilizou uniformes com cores alternativas, que não estão presentes na bandeira do Brasil. Em duas ocasiões, usou inclusive camisas vermelhas, ambas em jogos pelo Campeonato Sul-Americano, competição que em 1975 seria rebatizada como Copa América.

A última vez que a equipe canarinho utilizou um manto sem suas cores tradicionais foi em 2023, quando atuou todo de preto no amistoso contra a Guiné. Na ocasião, o uniforme foi usado como uma forma de protesto contra o racismo no futebol.

Embora a “amarelinha” seja a mais famosa, a camisa azul também traz boas recordações para torcedores da seleção brasileira. Foi o modelo com o qual o Brasil ganhou seu primeiro título mundial, em 1958, na Suécia. Ao todo, a cor já foi usada em 12 oportunidades durante Copas do Mundo, com oito vitórias para o Brasil, três derrotas e um empate.

CCJ da Câmara nega recurso contra cassação do mandato de Glauber Braga

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A Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados rejeitou, nesta terça-feira (29), o recurso apresentado pelo deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) contra o parecer do Conselho de Ética que recomendou a cassação do mandato do parlamentar fluminense.  

 

Por 44 votos favoráveis a 22 contrários, os parlamentares da CCJ aprovaram o parecer do deputado Alex Manente (Cidadania-SP), que não reconheceu os apelos da defesa de Glauber para nulidade da decisão do Conselho de Ética.

Agora, o processo deve ir ao plenário da Câmara em 60 dias, segundo acordo com o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). O acordo foi firmado depois de nove dias de greve de fome de Glauber contra a cassação. 

Glauber responde por ter agredido um provocador do Movimento Brasil Livre (MBL) nos corredores da Câmara, que ofendeu a mãe do deputado que estava em estágio avançado de Alzheimer e veio a falecer menos de um mês depois do incidente.

Apesar da representação contra o deputado ser por agressão, Glauber sustentou, em sua defesa, que está sendo cassado por outros motivos.

“De que eu estou sendo acusado? É a resposta a esse provocador? ‘Ah, Glauber, não cite mais o ex-presidente da Câmara’. Mas a minha pergunta é: a inicial tem especificamente as discussões com o ex-presidente da Câmara? Em relação ao que eu tenho que me defender?”, perguntou.
Glauber sustenta que está sendo cassado devido a uma articulação do ex-presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), devido às denúncias que faz do chamado orçamento secreto. Lira nega as acusações.

O orçamento secreto é o nome dado ao mecanismo de execução de recursos públicos pelo Congresso que viria a ser suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por falta de transparência no uso de bilhões do orçamento da União.

Ainda em sua defesa, o deputado do PSOL questionou o que os deputados da CCJ fariam se a mãe deles estivesse em uma situação de Alzheimer avançado.

“Em um momento em que a comoção, o nervosismo, a tensão na sua família é plena, e um sujeito, pela quinta vez, vem ao seu encontro falando e exercendo todo tipo de ataque à sua mãe, se você, deputado ou deputada, teria uma atitude diferente da que eu tive naquele dia?”, questionou novamente.
 
Debate
Foram quase oito horas de debate com 18 inscritos para defender o deputado Glauber e outros seis para falar contra o parlamentar fluminense.

O primeiro a justificar a rejeição do recurso foi o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), que é oriundo do MBL.

“Não bastasse essa atitude de agredir um cidadão a pontapés e expulsá-lo da Câmara dos Deputados, depois o deputado Glauber Braga parte para cima de mim, e eu nem sequer tinha dirigido a palavra a ele”, criticou, pedindo para o recurso ser negado.
A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) defendeu o parecer do relator da CCJ, alegando que não há vício para anular decisão do Conselho de Ética.

“Cabe a esta CCJ anular vícios, nulidades do processo no Conselho de Ética, e isso não foi verificado. O restante vai ser verificado no plenário, quando, sim, todos nós teremos a oportunidade de analisar o mérito e veremos qual será, então, a pena que nós achamos mais adequada”, destacou.

Por outro lado, a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ) justificou que a pena imposta pelo Conselho de Ética é desproporcional. “Glauber é oposição a mim no Rio de Janeiro, mas estou aqui hoje para pedir para repensarmos a cassação do deputado Glauber”, disse a parlamentar.

Carneiro ainda completou que a mãe de Glauber era uma idosa com Alzheimer.

“E, naquele momento, utilizaram a vulnerabilidade do deputado Glauber para provocá-lo. Se fosse minha mãe, não era uma porrada, era um porradaço! Porque ninguém tem o direito de esquecer que nós parlamentares também somos gente. Ele não pode ser cassado porque defendeu a sua mãe”, finalizou. 

O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), apelou para o discurso da oposição da desproporcionalidade das penas, como alegam no caso dos condenados por tentativa de golpe de Estado.“Quero apelar para o discurso da dosimetria. Não é o discurso do país hoje que vocês falam? Da proporcionalidade? De que há exageros? É com ele que vamos cassar? Tantos casos que existiram. Ninguém foi cassado. O próprio Chiquinho Brazão [acusado de mandar matar vereadora Marielle Franco] foi cassado por faltas. E vamos fazer isso com esse jovem?”, apelou o líder petista.

Justiça condena Nikolas por discurso transfóbico na Câmara

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A Justiça do Distrito Federal condenou nesta terça-feira (29) o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao pagamento de R$ 200 mil em danos morais em função das acusações de transfobia durante discurso proferido da tribuna da Câmara dos Deputados no Dia Internacional da Mulher, em 2023.  

 

A ação foi movida por associações representativas da comunidade LGBTQIA+, que acusaram o parlamentar de promover discurso de ódio ao vestir uma peruca amarela e disse que “se sentia uma mulher” e que “as mulheres estão perdendo seu espaço para homens que se sentem mulheres”.

Na sentença, a juíza Priscila Faria da Silva, da 12ª Vara Cível de Brasília, entendeu que o discurso do deputado não se enquadra na liberdade de expressão.

“A conclusão a que se chega é a de que os dizeres proferidos pelo réu no púlpito da tribuna da Câmara dos Deputados na data de 8/3/2023 desbordam dos limites do direito à livre manifestação do pensamento e constituem verdadeiro discurso de ódio, na medida em que descredibilizam a identidade de gênero assumida pela população transexual e insuflam a sociedade a fazer o mesmo”, disse a magistrada.

Cabe recurso contra a decisão, que foi proferida na esfera cível.

No ano passado, na esfera criminal, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça arquivou notícias-crime protocoladas contra o deputado pela mesma acusação.

Ao analisar o caso, Mendonça entendeu que as falas de Nikolas estão cobertas pela imunidade parlamentar, prevista na Constituição,  e que cabe à Câmara dos Deputados avaliar eventual quebra de decoro pelo parlamentar.

A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria do deputado e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação.

Energia é restabelecida em Espanha e Portugal, mas causas do apagão ainda são incertas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Espanha e Portugal amanheceram com energia nesta terça-feira (29) após um dia de caos devido ao pior apagão da história desses dois países. No início da madrugada, quase todos os portugueses estavam com eletricidade novamente, enquanto mais de três quartos da demanda elétrica espanhola haviam sido restabelecidos.

 

Nas ruas de Madri, o retorno da energia elétrica foi acompanhado de aplausos e gritos de alegria dos moradores. Às 7h30 locais (2h30 no Brasil), 19 horas após o início do corte de energia, 99% do fornecimento elétrico estava garantido na nação, segundo a operadora REE (Rede Elétrica da Espanha). Por volta do mesmo horário em Portugal, 6,2 milhões dos 6,5 milhões de clientes da REN (Redes Energéticas Nacionais) já estavam com energia.

Houve relatos de problemas nas redes de energia em outros países também, porém em menor proporção. França, Bélgica e Andorra, por exemplo, registraram interrupções, e a falha não ficou restrita à Europa -durante a noite, a Groenlândia sofreu uma queda em suas telecomunicações, parcialmente controladas pela Espanha.

Apesar do alívio, a população ainda não tem respostas sobre o que causou a queda de energia. Ao longo da segunda, diversas hipóteses foram levantadas pelas autoridades, incluindo um ciberataque e um fenômeno atmosférico produzido por variações extremas de temperatura.

Essas possibilidades, no entanto, não se confirmaram e vinham perdendo força após a REE e o governo de Portugal descartarem uma sabotagem. O primeiro-ministro interino de Portugal, Luís Montenegro, anunciou nesta terça-feira que o seu governo solicitou formalmente à Agência da União Europeia para a Cooperação dos Reguladores da Energia (ACER) a realização de uma auditoria independente sobre o apagão que afetou a Península Ibérica.

Em entrevista coletiva, Montenegro enfatizou a urgência da situação. “Queremos uma investigação completa sobre as causas da falha. Precisamos de respostas rápidas e urgentes.”

Já o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou também nesta terça a criação de uma comissão que investigará as circunstâncias do apagão, enquanto um tribunal afirmou que vai apurar se houve “sabotagem informática”. Em um discurso na segunda à noite, Sánchez já havia admitido que as causas ainda não eram conhecidas e que não era possível descartar “nenhuma hipótese”.

Segundo o jornal El Pais, autoridades já tinham feito alertas para a possibilidade de um apagão generalizado. Há dois meses, a REE avisou investidores sobre o risco de interrupções graves com o aumento de energias renováveis. Na ocasião, a empresa argumentou que o fechamento de usinas convencionais, que utilizam carvão, implicaria em menor resiliência do sistema diante de imprevistos.

A falta de respostas já respinga na política, com partidos de oposição previsivelmente lançando dúvidas sobre o governo. A porta-voz do ultradireitista Vox, Pepa Millán, por exemplo, afirmou que o governo e a REE “estão plenamente cientes do que aconteceu e se recusam a nos contar”. “Eles não querem dizer porque o governo é o único responsável”, afirmou.

Já o conservador PP fala em criar uma comissão de inquérito no Congresso. “O governo precisa dar algum tipo de explicação. Anunciaram uma investigação interna; parece piada. Terá que haver uma comissão no Parlamento”, afirmou à emissora TVE.

Apesar das incertezas, o retorno da eletricidade foi comemorado nos dois países. Na Espanha, o tráfego ferroviário foi retomado em vários eixos, entre eles os movimentados Madri-Barcelona e Madri-Sevilha, segundo a companhia nacional Renfe.

A circulação continua, no entanto, suspensa em outras linhas importantes, já que as autoridades priorizaram a recuperação dos eixos suburbanos. Três trens ainda permaneciam bloqueados nesta terça de manhã na Espanha, segundo indicou o ministro dos Transportes, Óscar Puente. Além disso, o premiê aconselhou os trabalhadores não essenciais a não irem trabalhar nesta terça.

Em Portugal, o governo disse que os hospitais estavam funcionando novamente, os aeroportos estavam operacionais, embora com atrasos em Lisboa, enquanto o metrô da capital estava reiniciando as operações e os trens estavam circulando.

Entre os eventos públicos e privados que os portugueses tiveram de adiar por causa do apagão, um deles se destaca: o debate final entre os dois principais candidatos à vaga de primeiro-ministro. A contenda entre o social-democrata Luís Montenegro, atual ocupante do cargo, e o socialista Pedro Nuno Santos ficou para esta quarta-feira (30). As eleições estão marcadas para 18 de maio.

A falta de luz acabou se tornando tema eleitoral. “O mais grave é que também tivemos um apagão no governo central”, disse Santos. “Uma ausência de liderança, de orientação e apoio quando o país mais precisava. É nas dificuldades que se avalia a liderança e ontem não a tivemos.”

Montenegro rebateu: “O país teve uma resposta altamente positiva e forte face a circunstância grave, inédita e inesperada”.

Uma sondagem feita pela Universidade Católica para a Rádio e Televisão Portuguesa, o jornal O Público e a Rádio Antena 1 aponta que a Aliança Democrática, coligação que apoia o premiê, tem 32% das intenções de voto, contra 26% do Partido Socialista de Santos. A margem de erro é de 2,8%.

Em terceiro lugar, com 15% das intenções de voto, está o Chega, partido de ultradireita. Seu líder, André Ventura, também criticou Montenegro publicamente.

Onde assistir ao megashow de Lady Gaga que acontece no Rio de Janeiro

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Sobre as areias da praia da Copacabana, o próximo show da cantora Lady Gaga acontece neste sábado (3), no Rio de Janeiro.

 

Previsto como o maior show da carreira da artista americana, o evento deve começar às 21h45. A transmissão acontece, ao vivo, na televisão paga, pelo Multishow, no streaming, pelo Globoplay, e no G1 e gshow, a partir das 21h15.

Na televisão aberta, a Globo exibe o show da cantora com um atraso de 8 a 10 minutos, logo após a exibição da novela “Vale Tudo”, segundo o F5.

O motivo é requisito da própria Gaga e foi acordado com a Globo e a organização do evento. A diferença de tempo permite planejar melhor a exibição de intervalos comerciais e evitar imprevistos técnicos.

Lady Gaga tem fibromialgia e lúpus e cancelou show em 2017 durante uma crise

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Lady Gaga já chegou ao Rio de Janeiro para show gratuito que fará no próximo sábado (3), na praia de Copacabana. A cantora já esteve na cidade em 2012. Em 2017, sua vinda ao país precisou ser cancelada devido a uma forte crise de fibromialgia.

 

Na época, Gaga se manifestou por meio das redes sociais para anunciar aos fãs brasileiros que uma crise de dores musculares, causada por sua doença, a impediriam de comparecer ao show: “Brasil, estou devastada. Não estou bem o suficiente para ir ao Rock in Rio. Eu faria qualquer coisa por vocês, mas preciso cuidar do meu corpo agora”. A primeira parte do pronunciamento -Brazil, I’m devastated- acabou virando meme.

Fibromialgia é uma síndrome que provoca dor generalizada, especialmente em músculos e tendões, além de causar fadiga intensa, distúrbios do sono, alterações de memória e atenção, ansiedade e até depressão. Pacientes relatam redução significativa na qualidade de vida e na capacidade de realizar atividades comuns do dia a dia, segundo o Ministério da Saúde.

Suspeita-se que a síndrome seja provocada por fatores genéticos, neurológicos, psicológicos ou imunológicos, mas ainda não há consenso na medicina sobre as causas. Pode aparecer após eventos graves como um trauma físico, psicológico ou mesmo uma infecção.

Não existe exame para identificar a fibromialgia, assim como também não há cura. O diagnóstico é dado pelo médico reumatologista, que prescreve o tratamento adequado para controlar os sintomas.

Um método para detectar a doença é baseado nos chamados pontos sensíveis, no qual 18 pontos no corpo são pressionados. Se o paciente sentir dor em 11 deles, é provável que o diagnóstico seja fechado. A fadiga extrema, que não melhora mesmo com longos períodos de sono, também pode ser um alerta para a fibromialgia.

O tratamento envolve tanto o uso de medicamentos quanto a prática de terapias, como fisioterapia e acupuntura, e a atividade física. “Com o acompanhamento fisioterapêutico adequado e tratamento individualizado, é possível controlar os sintomas, aliviar dores e, consequentemente, dar mais conforto ao paciente”, diz o fisioterapeuta da Universidade Guarulhos (UNG) Felix Neto.

Em 2017, Gaga fez uma pausa na carreira para se concentrar nos cuidados à saúde. Em 2020, em entrevista à Oprah Winfrey, ela contou que adotou a prática da terapia comportamental dialética (DBT, na sigla em inglês) como tratamento, aliada ao uso de medicamentos. A DBT é um tipo de terapia da fala baseada na terapia cognitivo-comportamental (TCC), mas especialmente adaptada para pessoas que vivem emoções muito intensas, segundo a Cleveland Clinic.

A cantora, no entanto, também convive com o lúpus, uma doença inflamatória autoimune, em que o sistema imunológico “ataca” múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro. Em casos mais graves, se não for tratada adequadamente, pode matar. Atinge em sua maioria mulheres jovens, de 15 a 45 anos, segundo dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

A maioria das doenças autoimunes são crônicas e muitas delas podem ser controladas com tratamento. Além disso, os sintomas podem aparecer e desaparecer continuamente, sem causa aparente, segundo o Ministério da Saúde.

Não há um consenso sobre o que causa o lúpus. No entanto, os estudos da literatura médica apontam que as doenças autoimunes, o que inclui o lúpus, podem ser uma combinação de fatores, como os hormonais, os infecciosos, os genéticos e os ambientais. A exposição à luz solar, infecções ou o uso de determinados antibióticos podem desencadear o desenvolvimento da doença.

Algumas das recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia a pacientes com lúpus são evitar exposição ao sol, uso de cigarro e fazer atividade física regularmente.

PSG desarma Arsenal e vence com ensurdecedor Dembélé e gigante Donnarumma

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O PSG não se intimidou diante de um Emirates Stadium lotado, desarmou o Arsenal com vitória ensurdecedora por 1 a 0 e saiu em vantagem na briga por uma vaga na final da Champions League.

 

Dembélé marcou o único gol da partida da ida da semifinal, que também ficou marcada por dois milagres de Donnarumma. O atacante infernizou os rivais ao lado de Kvaratskhelia, enquanto o goleiro parou os atacantes adversários com defesas providenciais.

Os times decidem a vaga na final já na semana que vem. O Parque dos Príncipes, em Paris, vai receber o duelo entre franceses e ingleses na quarta-feira (7), a partir das 16h (de Brasília). O ganhador no placar agregado brigará pelo título com o vencedor de Inter de Milão x Barcelona.

COMO FOI O JOGO

O 1° tempo foi quase todo do PSG, que abriu o placar cedo com Dembélé e, calando os donos da casa, controlou grande parte dos 45 minutos. Desarmado, o Arsenal só conseguiu reagir pouco antes do intervalo com o protagonista Martinelli, que errou o alvo na primeira oportunidade e, já nos acréscimos, foi bloqueado por um inspirado Donnarumma.

Na etapa final, os ingleses ensaiaram uma pressão, mas ficaram no quase diante de nova intervenção do goleiro rival. Aos poucos, os visitantes neutralizaram e, por pouco, não levaram uma vantagem ainda maior para Paris -o problema é que Barcola e Gonçalo Ramos, que haviam saído do banco, erraram o alvo.

GOLS E DESTAQUES

A empolgação da maior parte dos torcedores em Londres durou apenas três minutos, já que o PSG não cedeu à pressão e abriu o placar rapidamente: Dembélé acelerou pela esquerda e acionou Kvaratskhelia, que encarou a marcação e rolou para o companheiro. Com liberdade, o camisa 10 acertou de primeira a trave e contou com uma dose de sorte para balançar as redes: 1 a 0.

Os donos da casa tentaram se reorganizar depois do baque, mas não conseguiram responder à altura e, em meio às investidas frustradas, acabaram contra-atacados. Foi assim que Trossard, por exemplo, inaugurou a exibição de cartões amarelos por parte da arbitragem ao matar uma jogada. Os franceses, por outro lado, chegaram a assustar com Marquinhos e Kvaratskhelia.

O PSG continuou controlando o embate e, aos 30 minutos, quase ampliou a vantagem. Dembélé, desta vez pela direita, ameaçou driblar o marcador, mas recuou e encontrou Doué em passe desviado que atravessou a área. O atacante ajeitou e bateu antes de Raya se esticar e protagonizar linda defesa -Kvaratskhelia acertou a trave no rebote, mas estava em posição irregular.

O Arsenal só conseguiu, de fato, agredir à meta adversária pouco antes do intervalo em duas chances de Martinelli. Primeiro, o brasileiro errou a mira ao se esticar em cruzamento da esquerda e, já nos acréscimos, parou em um gigante Donnarumma já dentro da área.

O Arsenal voltou do intervalo e, em menos de dois minutos, chegou a balançar as redes em um lance de bola parada. Em cobrança de falta, Rice levantou o braço e “regeu” o movimento de uma linha de atacantes que estava bem à frente da defesa francesa. No cruzamento, Merino até marcou de cabeça, mas o gol foi invalidado pelo VAR por impedimento -dele e de ao menos outros dois atletas.

Depois de brilhar e ir para o intervalo com vitória de sua equipe, o goleiro do PSG voltou e fazer milagre. Após lindo passe de Rice, Trossard arrancou pela ponta esquerda, invadiu a área e caprichou no chute cruzado. O problema para o atacante é que o camisa 1 fez uso de seus 1,96m de altura, se esticou e desviou para escanteio.

Substitutos de Dembélé e Doué, respectivamente, os atacantes Barcola e Gonçalo Ramos perderam duas oportunidades claríssimas já nos minutos finais. O primeiro errou o alvo em chute cruzado, enquanto o segundo, de bico, carimbou o travessão de Raya.

ARSENAL

David Raya; Timber (Ben White), Saliba, Kiwior e Lewis-Skelly; Rice, Merino e Odegaard (Nwaneri); Saka, Trossad e Martinelli. Técnico: Mikel Arteta. Técnico: Renato Paiva

PSG

Donnarumma; Hakimi, Marquinhos, Pacho e Nuno Mendes; Fabián Ruiz, João Neves (Zaire-Emery) e Vitinha; Doué (Gonçalo Ramos), Dembélé (Barcola) e Kvaratskhelia. Técnico: Luis Enrique

Local: Emirates Stadium, em Londres (ING)
Árbitro: Slavko Vincic (SLN)
Assistentes: Tomaz Klancnik (SVN) e Andraz Kovacic (SVN)
VAR: Alen Borosak (SVN)
Cartões amarelos: Trossard (ARS); Hakimi (PSG)
Gols: Dembélé (PSG), aos 3 min do 1° tempo

Bolsonaro mantém melhora, mas segue sem previsão de alta da UTI

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Jair Bolsonaro (PL) permanece internado sem previsão de alta da UTI, está clinicamente estável, sem dor ou febre e com pressão arterial controlada, segundo informou nesta terça-feira (29) o Hospital DF Star. Segue também com restrições a visitas.

 

De acordo com o boletim médico, o ex-presidente “aceitou bem a oferta de água, chá e gelatina”, iniciada nesta segunda (28).

“[Bolsonaro] Mantém sinais de movimentos intestinais espontâneos. Continua recebendo suporte calórico e nutricional por via parenteral (endovenosa), realizando fisioterapia motora e recebendo as medidas de prevenção de trombose venosa”, diz o comunicado.

Internado desde 11 de abril, ele foi submetido a cirurgia abdominal no último dia 13 -a sexta intervenção cirúrgica desde a facada que levou em 2018. Desde então, deu uma entrevista, fez uma live e recebeu uma intimação dentro da UTI.

Leia Também: CPI das Bets prende empresário por falso testemunho no Senado

Moraes pede que defesa de Collor explique ausência de exames de Parkinson

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes pediu nesta terça-feira (29) que os advogados do ex-presidente Fernando Collor expliquem a falta de exames relacionados ao diagnóstico de Parkinson do ex-presidente.

 

Moraes deu prazo de 48 horas para que a defesa apresente íntegra dos exames de Collor, inclusive os de imagem. O ministro quer analisar os documentos para decidir sobre o pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente feito pelos advogados.

O ministro já havia determinado na segunda-feira (28) que os advogados comprovassem em até 48 horas que o ex-presidente tem Parkinson, bipolaridade e apneia do sono grave, como afirmaram. Os documentos médicos foram apresentados, mas Moraes pediu hoje a íntegra dos exames.

O ministro citou nesta terça a inexistência de exames realizados sobre o diagnóstico de Parkinson de Collor e pediu explicações. “Esclareça a inexistência de exames realizados no período de 2019 a 2022, indicativos e relacionados a doença de Parkinson”, escreveu.

Collor está preso desde sexta-feira da semana passada, por decisão de Moraes. Ele determinou que o ex-presidente cumpra a pena de 8 anos e 10 meses por corrupção e lavagem de dinheiro em um esquema na BR Distribuidora entre 2010 e 2014.

Nesta segunda, o STF concluiu o julgamento para endossar a decisão, mantendo a prisão do ex-presidente por 6 votos a 4.

Votaram com Moraes os ministros Flávio Dino, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Dias Toffoli. Já André Mendonça, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Nunes Marques votaram pela soltura. Cristiano Zanin se declarou impedido, como costuma fazer em processos ligados à Lava Jato.

Anistia Internacional: efeito Trump coloca em risco bilhões de pessoas

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Em meio às celebrações dos 100 dias de governo do presidente Trump, nos Estados Unidos, a Anistia Internacional divulgou, nesta terça-feira (29), o relatório anual O Estado dos Direitos Humanos no Mundo, que destaca que as ações e campanhas promovidas pelo presidente norte-americano estão sendo responsáveis pela violação de direitos humanos, colocando em risco bilhões de pessoas em todo o mundo.  

 

De acordo com o documento, o chamado “Efeito Trump” influenciou também outros líderes mundiais ao longo de 2024, o que acelerou a difusão de práticas autoritárias e fez com que o mundo retrocedesse na promoção de direitos a todas as pessoas. 

“Com a eleição de Donald Trump e a forte captura corporativa de seu governo, estamos sendo empurrados para uma era brutal em que o poder militar e econômico supera os direitos humanos e a diplomacia; em que as hierarquias raciais e de gênero e o pensamento de soma zero moldam as políticas, em que o nacionalismo niilista conduz as relações internacionais”, afirma o relatório. 

Entre os impactos do governo Trump, a Anistia Internacional destaca a disseminação da repressão contra dissidências políticas; a escalada de conflitos armados; esforços insuficientes para lidar com o colapso climático e crescente reação contra os direitos de migrantes, refugiados, mulheres, meninas e pessoas LGBTQIA+.  

“Precisamos encarar as falhas sistêmicas do sistema internacional na defesa dos direitos humanos. Mas, hoje, enfrentamos forças reenergizadas que estão trabalhando para impor um novo sistema: não um sistema mais bem equipado para a igualdade e a justiça, mas um sistema sem proteções aos direitos humanos; não um sistema que sirva melhor ao Estado de Direito, mas um sistema projetado para servir ao império do lucro em detrimento da justiça”, afirma a secretária-geral da Anistia Internacional, Agnès Callamard, na publicação.

Genocídio transmitido ao vivo

No relatório constam também análises sobre as guerras e conflitos armados no mundo. Entre os conflitos foi analisada a guerra em Gaza. A Anistia Internacional acusa Israel de promover um genocídio de palestinos que é assistido ao vivo pelo restante do mundo.  

“Desde 7 de outubro de 2023, quando o Hamas cometeu crimes terríveis contra cidadãos israelenses e outros, capturando mais de 250 reféns, o mundo foi transformado em plateia para um genocídio transmitido ao vivo”, diz o texto. Segundo a publicação, as ações de Israel em Gaza tiveram “um impacto catastrófico sobre os civis palestinos e configuram genocídio. Enquanto isso, o sistema de apartheid e a ocupação ilegal de Israel tornaram-se cada vez mais violentos na Cisjordânia ocupada, marcados por um aumento acentuado de detenções arbitrárias, homicídios ilegais e ataques de colonos israelenses apoiados pelo Estado contra civis palestinos”. 

Os Estados Unidos também têm responsabilidade nessa guerra, de acordo com a Anistia Internacional. “Como se nada pudessem fazer, os Estados [Unidos] assistiram Israel matar milhares após milhares de palestinos, exterminando famílias inteiras de várias gerações, destruindo casas, meios de subsistência, hospitais e escolas”, defende no relatório.

Brasil entre os mais perigosos

O relatório também traz dados do Brasil e destaca que o país foi classificado, em 2023, de acordo com a organização Global Witness, como o segundo mais perigoso do mundo para pessoas que defendem os direitos à terra e território, especialmente aquelas que pertencem a povos indígenas.   

Segundo a organização, a Colômbia teve o maior número de assassinatos de defensores da terra e do meio ambiente em todo o mundo – com um recorde de 79 defensores mortos, seguida pelo Brasil, com 25, México, 18, e Honduras, 18.

A publicação mostra também que no Brasil persiste a impunidade em relação às violações dos direitos humanos cometidas por agentes do Estado. Segundo informações divulgadas em 2024 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, de 2013 a 2023 houve aumento de 188,9% nos homicídios cometidos pela polícia, com 6.393 mortes em 2023. A maioria das vítimas era de pessoas negras, sendo 82,7% dos casos, e de jovens, 71,7% dos casos.

A Anistia Internacional destaca os assassinatos dos jovens Johnatha Oliveira, em 2014, e João Pedro Mattos, em 2020, no Rio de Janeiro, como exemplos da falta de responsabilização de agentes do Estado por graves violações de direitos humanos.

Relatório Global

A edição de 2025 do relatório anual da Anistia Internacional, O Estado dos Direitos Humanos no Mundo, analisa acontecimentos em âmbito nacional, regional e internacional e mapeia padrões globais de violações de direitos humanos. O relatório documenta preocupações com os direitos humanos ao longo de 2024 em 150 países. O documento pode ser acesso na íntegra na internet. 

A Anistia Internacional é um movimento global presente em mais de 150 países, que conta com 10 milhões de pessoas, em prol do reconhecimento, respeito e proteção de direitos humanos.

Governo vai ampliar vacinação e acelerar atendimento geral no SUS

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Após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira, 29 de abril, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou dois eixos prioritários para o Governo Federal: a ampliação da cobertura vacinal no país e a redução do tempo de espera por atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

“Trouxemos várias propostas para o presidente Lula que nos autorizou, junto com a Casa Civil, a tratar com os demais ministérios, para que a gente possa impulsionar novas parcerias com hospitais privados e planos de saúde, para atender pelo SUS”, disse Alexandre Padilha, Ministro da Saúde.

O ministro anunciou que está sendo desenvolvido um novo modelo de gestão para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias no SUS. A proposta prevê a ampliação de parcerias com hospitais privados, operadoras de planos de saúde e estruturas da medicina suplementar, com o objetivo de acelerar o acesso da população a consultas especializadas, exames e cirurgias.

“Trouxemos várias propostas para o presidente Lula que nos autorizou, junto com a Casa Civil, a tratar com os demais ministérios, para que a gente possa impulsionar novas parcerias com hospitais privados e planos de saúde, para atender pelo SUS e, com isso, garantir o tempo adequado no atendimento, em especial em relação ao câncer”, afirmou Padilha. “É fundamental novas parcerias com o setor privado para aproveitar a capacidade ociosa que muitos desses serviços têm”, destacou.

DIAGNÓSTICO — A medida visa garantir o cumprimento dos prazos legais de atendimento, como o diagnóstico de câncer em até 30 dias e o início do tratamento em até 60 dias. Segundo Padilha, a integração com o setor privado é fundamental para enfrentar esse passivo com eficiência e agilidade.

VACINAÇÃO — De acordo com o ministro, a mobilização nacional de vacinação nas escolas bateu recorde de adesão, com mais de 110 mil instituições de ensino participantes. É a maior adesão da história do programa desde sua criação em 2007. A campanha vacinou estudantes, crianças e adolescentes menores de 15 anos, que recebem, conforme a faixa etária, as vacinas indicadas contra febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), DTP (tríplice bacteriana), meningocócica ACWY e HPV.

“Vamos continuar fazendo a campanha de vacinação na escola ao longo do mês de maio. A campanha vai nos ajudar a aumentar ainda mais a cobertura vacinal. A cobertura da vacina do HPV já passou o índice de mais de 80% da vacinação entre o público feminino. A gente acredita que vai subir ainda mais com essa ação de saúde nas escolas”, destacou o ministro.

DIA D — Padilha também anunciou o retorno do “Dia D” de vacinação contra a gripe, marcado para o dia 10 de maio, véspera do Dia das Mães. A data será dedicada à imunização contra a gripe (influenza) e marca a retomada de mobilizações nacionais. “O Brasil vai voltar a ter dias D nacionais de campanha de vacinação que haviam sido interrompido pelo governo anterior. Mobilização em todo o país para reforçar a importância da campanha contra a influenza”, disse o ministro.

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Hotel lamenta caso de racismo contra Gloria Maria há 45 anos

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Após a série documental “Glória” (Globo) recordar o episódio de racismo contra a repórter no Rio Othon Palace em 1980, o hotel publicou uma nota de repúdio.

 

O QUE ACONTECEU

O Rio Othon Palace reafirmou “total repúdio” a “qualquer ato de discriminação” e argumentou que o colaborador racista foi demitido na época. “Lamentamos profundamente o ocorrido há 45 anos e lembramos que, na ocasião, o colaborador envolvido no caso foi imediatamente desligado, uma vez que sua atitude jamais representou os valores de nossa empresa”, diz o texto enviado à reportagem.

O hotel ressaltou que implementou “uma série de ações” que reforçam “o compromisso com a diversidade, a equidade e a inclusão”. Entre as práticas adotadas, são citados programas estruturados de diversidade, com presença de lideranças negras e femininas na gestão e projetos que ampliam oportunidades para talentos de grupos historicamente subrepresentados.

A nota afirma que, na última pesquisa de clima, quase 100% dos nossos colaboradores concordam que a empresa apoia e pratica o conceito de diversidade. Segundo a pesquisa, o Rio Otho Palace seria considerado um ótimo ambiente para se trabalhar.

“Reconhecemos o papel histórico de Glória Maria na luta contra o preconceito, o racismo e reiteramos nosso compromisso permanente em oferecer aos nossos colaboradores, hóspedes, clientes, visitantes, fornecedores e parceiros um ambiente acolhedor, respeitoso e igualitário”, afirma o Rio Othon Palace.

LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA:

Rio de Janeiro, 28 de abril de 2025

O Rio Othon Palace vem a público se manifestar sobre o episódio de discriminação, ocorrido em 1980, em nosso hotel, relatado pela muito querida jornalista Glória Maria, relembrado, nesta segunda-feira (28), em documentário exibido na noite de domingo (27) pela TV Globo. Em face do apresentado, reafirmamos, de forma contundente, nosso total repúdio a qualquer ato de discriminação.

Lamentamos profundamente o ocorrido há 45 anos e lembramos que, na ocasião, o colaborador envolvido no caso foi imediatamente desligado, uma vez que sua atitude jamais representou os valores de nossa empresa.

É importante ressaltar que, nas últimas décadas, implementamos uma série de ações que reforçam nosso compromisso com a diversidade, a equidade e a inclusão. Atualmente, o Rio Othon Palace adota políticas sólidas que se refletem em diversas ações práticas, como:Programas estruturados de diversidade, com presença de lideranças negras e femininas em nossa gestão;Projetos como o Pretonomia e Diamantes na Cozinha que ampliam oportunidades para talentos de grupos historicamente subrepresentados;

Treinamentos contínuos para todos os colaboradores sobre Direitos Humanos, respeito à diversidade e combate ao racismo;Em nossa última pesquisa de clima, quase 100% dos nossos colaboradores concordam que a empresa apoia e pratica o conceito de diversidade, considerado um ótimo ambiente para se trabalhar.

Reconhecemos o papel histórico de Glória Maria na luta contra o preconceito, o racismo e reiteramos nosso compromisso permanente em oferecer aos nossos colaboradores, hóspedes, clientes, visitantes, fornecedores e parceiros um ambiente acolhedor, respeitoso e igualitário.

SÉRIE DOCUMENTAL

A série traça um retrato multifacetado de Gloria. A profissional corajosa: relembra coberturas históricas, como a queda do Elevado Paulo de Frontin (1971), e entrevistas polêmicas, como a com um traficante carioca nos anos 1980. A mulher negra pioneira: reproduz o emocionante relato de quando foi barrada em um hotel no Rio em 1980 pela cor de sua pele -denúncia feita em rede nacional. A mãe dedicada: mostra cartas íntimas para as filhas, Maria e Laura, com relatos sobre a adoção. “Quem é essa menina?”, pergunta Gloria ao descrever o primeiro encontro com uma delas.

Com quatro episódios exibidos aos domingos, a produção integra as comemorações pelos 60 anos da emissora. Também revisita os 52 anos de carreira de Gloria, destacando sua importância para a televisão brasileira.

A série conta com depoimentos de personalidades como Djavan, Maria Bethânia, Roberto Carlos, Pedro Bial, Mano Brown, Emicida, Maju Coutinho e Muniz Sodré, além das filhas de Gloria, Maria e Laura. A produção aborda desde sua primeira transmissão ao vivo em 1971 até suas reportagens em mais de 100 países, incluindo coberturas históricas, como a Guerra das Malvinas, e entrevistas com celebridades internacionais como Michael Jackson e Madonna.

Novo técnico do Santos já contestou Neymar

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SANTOS, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Novo técnico do Santos, Cleber Xavier contestou Neymar em entrevista recente. Ele disse que o jogador não tem os cuidados que deveria ter. O agora treinador do Santos o comparou com Messi e Cristiano Ronaldo.

 

Cleber falou que Neymar tem postura semelhante em relação a Ronaldinho Gaúcho. O “Bruxo” também tinha vida agitada fora dos campos.

A reportagem apurou que, apesar dessa contestação de Cleber Xavier, Neymar não tem nenhum problema com a nova comissão técnica do Santos. O craque gostou da chegada dos ex-companheiros de Tite: Cleber, Matheus Bachi e Fabio Mahseredjian.

Neymar é craque. Não apareceu jogador como ele nos últimos 15 anos. Mas os cuidados que ele deveria ter ele não tem. Opção dele. Ele não quis ser Messi nem Cristiano Ronaldo. Mesma coisa o Ronaldinho Gaúcho Cleber Xavier, em entrevista de março ao “O Globo”.

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PF conclui que homem que se explodiu no STF agiu sozinho durante atentado

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Polícia Federal concluiu que Francisco Wanderley Luiz agiu sozinho quando se explodiu em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal), em 13 de novembro de 2024, na praça dos Três Poderes, em Brasília.

 

Em nota divulgada nesta terça-feira (29), a PF informou que não houve participação ou financiamento de terceiros e que a motivação do crime foi o extremismo político.

Também disse que, durante as investigações, foram utilizados diversos meios de prova, com destaque para a análise das comunicações e dos dados bancários e fiscais.

Houve exames periciais em todos os locais vinculados aos fatos, reconstituição cronológica das ações do autor antes e durante o atentado e oitiva de mais de uma dezena de testemunhas.

Segundo a PF, as conclusões da investigação foram encaminhadas ao STF.

“A Polícia Federal reafirma seu compromisso com a defesa da sociedade e com a preservação do Estado Democrático de Direito e de suas instituições e segue vigilante e preparada para responder, com rigor técnico, imparcialidade e eficácia a quaisquer ameaças à ordem constitucional do país”, disse a PF.

Anitta enfrenta farmacêutica por uso de seu nome em produtos cosméticos

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Anitta, uma das maiores representantes da música pop brasileira, está envolvida em uma disputa judicial contra uma farmacêutica.

 

O QUE ACONTECEU

A farmacêutica FQM Farmoquímica detém desde 2004 o registro da marca “Annita”, com dois “N” e um “T”. O nome é uilizado na comercialização de um vermífugo. Embora a grafia seja diferente da usada pela artista, a semelhança gerou incômodo. Segundo a assessoria da cantora, o nome não corresponde exatamente ao seu nome artístico, mas ainda assim, a situação culminou em uma disputa judicial iniciada em 2022.

O impasse se intensificou recentemente, quando a farmacêutica solicitou a grafia “Anitta”, idêntica a da cantora. O objetivo da empresa é aplicar o nome em produtos da área de cosméticos.

A equipe jurídica da artista iniciou medidas para impedir o avanço do pedido. A principal preocupação da cantora é evitar que sua imagem e identidade de marca sejam associadas a produtos que ela não tenha vínculo, o que poderia gerar confusão entre o público e prejudicar sua presença no mercado.

O que diz a nota. “Em dezembro de 2022, a farmacêutica pediu para registrar a marca Anitta – agora com a mesma grafia usada pela artista – para produtos na área de cosméticos. Como a cantora já tinha feito anteriormente esse registro para cosméticos, sua equipe jurídica recebeu uma oposição ao pedido da farmacêutica no INPI, para evitar que duas marcas iguais fossem usadas na mesma área de produtos, o que poderia gerar confusão. O pedido está sob análise do INPI”, diz o documento.

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