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Esportes promovidos pela prefeitura movimentam a manhã das praias de SFI neste sábado (25)

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Esportes promovidos pela prefeitura movimentam a manhã das praias de SFI neste sábado (25)

Aulas de aeroboxe, funcional e vôlei de praia movimentaram a manhã deste sábado (25), nas praias de Manguinhos e Clara. A ação faz parte da programação de verão da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Esportes. Mais de 50 pessoas aderiram aos eventos, que têm como objetivo levar mais qualidade de vida e entretenimento aos moradores e veranistas.

O professor responsável pelo evento itinerante, Deilson Júnior, disse que a população está aderindo ao projeto. “A procura está sendo muito boa, mas tem sempre mais espaço para novos interessados”, destacou. Segundo ele, a Secretaria de Esportes vem demonstrando que esporte é qualidade de vida e saúde. “Quem quiser participar não precisa agendar, é só chegar no domingo às 8h na praia de Manguinhos, que poderá fazer as aulas”, avisou o professor.

Funcional Manguinho personagem

Betina Mothé é moradora de Campos dos Goytacazes e veranista em Manguinhos desde que nasceu. Para ela, esta ação é importantíssima para movimentar a cidade. “É a primeira vez que participo, e é uma experiência muito top! Trazendo saúde, animando e movimentando Manguinhos”, considerou.

O secretário municipal de Esportes, Luiz Eduardo (Luizinho), ressaltou a importância do projeto de verão nas praias.

-Esta é uma ação que a Prefeitura vem fazendo, por meio das Secretarias de Esporte, Turismo e Ação Social, para resgatar a família, fazer as pessoas voltarem a se exercitar ou começarem a praticar um esporte – disse Luizinho.

Esporte Santa Clara 3
Em Santa Clara, foi a vez do vôlei de praia, que movimentou os veranistas e moradores da localidade.

galleryMANGUINHOS/gallery

Incêndio atinge shopping popular no Brás, em São Paulo

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um incêndio atinge um shopping popular de roupas na noite desta sexta-feira (24) na rua João Teodoro, no Brás, centro popular de compras na região central de São Paulo.

 

Bombeiros informaram que oito viaturas foram deslocadas para atendimento da ocorrência. Inicialmente, quatro viaturas foram encaminhadas, mas o número precisou ser aumentado em razão das condições das chamas.

Há “muito fogo” no local, segundo a última atualização da corporação. As equipes trabalham no combate as chamas.

No local, funciona uma galeria de lojas, que vende roupas no atacado e no varejo. A reportagem tenta contato com o estabelecimento.

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Juliana Silveira investe do próprio bolso para produzir ‘Floribella’

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ANA CORA LIMA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Existem personagens que marcam a carreira de um ator, e Juliana Silveira, 44, sabe muito bem disso. Vinte anos depois de interpretar a protagonista da novela “Floribella”, exibida na Band, a atriz ainda tem seu nome atrelado à mocinha. “Não tem um lugar que eu vá em que as pessoas não me chamem de Maria Flor. É incrível”, diz.

 

E foi justamente por causa dessa memória afetiva do público que Juliana decidiu criar um espetáculo para reviver a personagem. A atriz escreveu o roteiro, reuniu alguns amigos e montou o espetáculo. Patrocínio? Não há. Ela está bancando a produção do próprio bolso. Sabe investir num sonho? Pois é.

“Tenho alguns apoios, mas a grana é toda minha. Investi nesses primeiros quatro shows (o último, no Studio Stage, em São Paulo, neste sábado (25), já está com os ingressos esgotados) para ver que era possível”, diz. A equipe conta com 15 pessoas, “é um projeto grandinho”, segundo ela. “A intenção é ir para outras cidades, palcos maiores. O que não me falta é amor, coragem e vontade de empreender”.

Juliana começou como assistente de palco de Angélica no Clube da Criança, na extinta TV Manchete, e depois fez a Oficina de Atores da Globo. Na emissora carioca, atuou em produções como “Malhação”(1999 e 2002), “Laços de Família” (2000), “Brava Gente” (2001), entre outras, até que foi chamada pela Band para protagonizar “Floribella”, em 2005.

A atriz teve a chance de retornar à Globo dois anos depois, mas recusou o convite. “Quando fui conversar com os diretores, me ofereceram uma prostituta no horário nobre. Não pude aceitar por uma questão contratual ainda vigente de 12 meses, por causa da imagem da Maria Flor. Não me chamaram mais”, lembra.

Ela foi para a Record e acabou ficando 11 anos. “Amadureci na emissora. Peguei a minha primeira protagonista de uma novela madura, “Chamas da Vida”, de 2008, um sucesso de audiência até hoje. Todo mundo também adora a Carolina. Depois fui fazendo outros e mais outros trabalhos na casa”, diz ela, que atualmente está na série Estranho Amor, do AXN, baseada em casos reais de feminicídio no Brasil.

“Também estou com alguns testes para fazer. Mas minha cabeça está muito voltada para esse projeto da ‘Floribella’. Estou torcendo para que dê certo, mas não posso parar. Tenho que continuar correndo atrás dos trabalhos, e é isso que me move”.

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Lívian Aragão usa ‘comunicado de luto’ de Renato Aragão para fazer marketing e é cancelada

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LEONARDO VOLPATO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A atriz Lívian Aragão tem sido criticada nas redes sociais após publicar um “comunicado de luto” com a imagem de Renato Aragão para poder fazer marketing.

 

Tanto no feed de seu perfil no Instagram quanto nas stories, ela publicou a imagem. Porém, ao clicar nela, a atriz diz que todos em sua família estão bem, mas que se trata de uma estratégia para ter a atenção das pessoas.

Na sequência, mostra um recurso para poder ganhar uma renda extra por meio de investimentos e aplicações bancárias.

Procurada, a atriz não respondeu se foi hackeada ou se fez a publicação por livre e espontânea vontade. Já Renato Aragão usou sua conta para dizer que a filha foi hackeada. “Por favr, não respondam mensagens nem cliquem em links ou interajam”, escreveu.

Na internet muita gente achou uma publicação de extremo mau gosto. “Eu estou chocada que a Lívian Aragão postou um comunicado de luto como se tivesse morrido, e no intuito de fazer marketing, inacreditável. Ela até bloqueou os comentários do post, pois sabia que iria dar ruim. Muito decepcionante”, escreveu uma seguidora.

Em 2023, ela já havia sido criticada nas redes sociais por um vídeo em que falava sobre produtividade.

Lívian, que atua como coach motivacional, disse que “todo mundo tem 24 horas no dia” e questionou o motivo de algumas pessoas conseguirem “fazer tantas coisas” enquanto outras “parecem não sair do lugar”.

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Paul George lidera, Philadelphia 76ers supera os Cavaliers e encerra jejum de 7 jogos na NBA

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Com 30 pontos de Paul George e 29 de Tyrese Maxey, o Philadelphia 76ers derrotou o Cleveland Cavaliers por 132 a 129, na noite de sexta-feira, para encerrar uma sequência de sete derrotas consecutivas na NBA. A equipe da casa triunfou mesmo sem sua estrela, Joel Embiid, que ficou fora da décima partida seguida por causa de uma lesão no joelho esquerdo.

 

 

O conjunto de Cleveland sofreu seu segundo revés consecutivo e deixou o Oklahoma City Thunder igualar a melhor campanha da competição. Ambos somam 36 vitórias e oito derrotas até aqui. Donovan Mitchell marcou 37 pontos para o Cleveland e Ty Jerome fez outros 33, seu recorde da carreira, acertando todas as oito tentativas de três pontos.

 

Os Cavaliers venciam por 116 a 110 restando 6min17 para o encerramento da partida, mas os 76ers marcaram 13 pontos consecutivos e abriram sete de vantagem. Jerome até teve a chance de igualar o placar, mas desperdiçou e viu sua equipe ser derrotada.

 

Em Memphis, Jaren Jackson Jr., com 29 pontos, e Luke Kennard, com 27, lideraram o triunfo do Memphis Grizzlies sobre o New Orleans Pelicans por 139 a 126. Desmond Bane contribuiu para a quinta vitória consecutiva da equipe com um “double-double” ao anotar 20 pontos e distribuir 14 assistências.

 

O sistema defensivo dos Pelicans funcionou no início e os visitantes foram para o intervalo com uma vantagem de 71 a 62, mas o rendimento da franquia caiu nos quartos finais. Dejounte Murray anotou 26 pontos, enquanto Trey Murphy III e CJ McCollum fizeram 22 cada um. Ja Morant desfalcou a equipe.

 

Com uma defesa sólida, o Portland Trail Blazers bateu o Charlotte Hornets por 102 a 97, fora de casa, e embalou com sua quarta vitória consecutiva. Anfernee Simons, com 27 pontos, e Jerami Grant, com 22, foram os destaques da equipe.

 

Os anfitriões, por sua vez, começaram o último quarto à frente no placar, por 75 a 73, mas sentiram falta de LaMelo Ball, Miles Bridges e Brandon Miller e demonstraram pouco poder de fogo no ataque, com um aproveitamento de apenas 41% nos arremessos. Deni Avdija fez 18 pontos e Nick Smith Jr., 17.

 

Confira os resultados da noite desta sexta-feira:

 

Charlotte Hornets 97 x 102 Portland Trail Blazers

Philadelphia 76ers 132 x 129 Cleveland Cavaliers

Memphis Grizzlies 139 x 126 New Orleans Pelicans

 

Acompanhe os jogos deste sábado:

 

Indiana Pacers x San Antonio Spurs

Minnesota Timberwolves x Denver Nuggets

Dallas Mavericks x Boston Celtics

Brooklyn Nets x Miami Heat

Orlando Magic x Detroit Pistons

Charlotte Hornets x New Orleans Pelicans

Cleveland Cavaliers x Houston Rockets

New York Knicks x Sacramento Kings

Atlanta Hawks x Toronto Raptors

Chicago Bulls x Philadelphia 76ers

Memphis Grizzlies x Utah Jazz

Golden State Warriors x Los Angeles Lakers

Phoenix Suns x Washington Wizards

Los Angeles Clippers x Milwaukee Bucks

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Madison Keys desbanca Sabalenka e vence 1º Grand Slam da carreira na Austrália

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BEATRIZ GATTI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Aberto da Austrália tem uma campeã inédita. A americana Madison Keys desbancou a número um do mundo, a belarussa Aryna Sabalenka, para conquistar seu primeiro Grand Slam (série que reúne os quatro principais torneios do tênis) em Melbourne.

 

Com a vitória, ela sobe sete posições no ranking da WTA (Associação de Tênis Feminino) para se tornar a número sete do mundo, igualando sua melhor colocação na carreira.

Keys venceu a final por 2 a 1 (6/3, 2/6 e 7/5) e chegou ao décimo título da carreira. Já em 2025, ela havia conquistado o WTA 500 de Adelaide, também na Austrália.

Aos 29 anos, Keys disputava sua segunda final de Grand Slam -a primeira foi no Aberto dos Estados Unidos de 2017. Até então, as melhores campanhas no Australian Open haviam sido em 2015 e 2022, anos em que chegou até a semifinal.

Para alcançar a decisão, a tenista deixou pelo caminho quatro cabeças de chave, incluindo a número 7 do ranking, a cazaque Elena Rybakina, de quem venceu por 2 sets a 1 (6/3, 1/6 e 6/3), e a polonesa Iga Swiatek, número 2, na semifinal. Iga chegou a ter o match point, mas Keys controlou e virou o jogo, que terminou 2 a 1 (5/7, 6/1 e 7/6), com um tiebreak fechado em 10 a 8.

Com a vitória sobre Sabalenka, a americana é a primeira tenista a superar a 1ª e a 2ª colocadas do ranking para conquistar um Grand Slam desde a russa Maria Sharapova, em 2006, no Aberto dos Estados Unidos.

O caminho da belarussa até a final foi mais tranquilo. Ela derrotou as russas Mirra Andreeva (6/1 e 6/2) e Anastasia Pavlyuchenkova (6/2, 2/6 e 6/3) e a espanhola Paula Badosa (6/4 e 6/2).

A belarussa tentava o tricampeonato em Melbourne, o que também seria seu segundo título do ano. Ela foi campeã do WTA 500 em Brisbane no dia 5 de janeiro.

Madison Keys entrou em quadra para a decisão deste sábado bem agressiva e focada, quebrando o saque de Sabalenka logo no primeiro game. Com golpes fortes de direita e de esquerda e baixa margem de erro, a americana chegou a ter o set point aos 23 minutos de partida após confirmar seus serviços e quebrar o saque da adversária pela segunda vez.

Com um início abaixo do esperado, Sabalenka esboçou uma reação depois de salvar o set point de Keys e devolver uma das quebras, mas a número 14 do ranking fechou o primeiro set em 6/4 com uma paralela à direita da belarussa.
No segundo set, os games foram bem mais disputados. Keys teve dificuldade para confirmar seus serviços diante de uma número um do mundo que aos poucos foi voltando para a partida. Tampouco conseguiu a americana superar o saque da rival, que não cedeu nenhuma quebra e fez 6 a 2 para empatar o jogo.

O terceiro e último set foi mais sóbrio mas não menos emocionante. Ambas confirmaram seus saques sem qualquer chance de quebra para a adversária até o último game, em que Keys teve dois match points. No primeiro, a bola saiu. O segundo ela aproveitou com uma batida de direita indefensável para sagrar-se campeã.

Pelo título, Keys leva o prêmio de 3,5 milhões de dólares australianos (o equivalente a R$ 13,1 milhões). Sabalenka, como vice-campeã, recebe 1,9 milhão de dólares australianos (R$ 7,1 milhões).

“Desejei isso por muito tempo, já estive em uma final de Grand Slam antes que não saiu como eu queria e não sabia se eu seria capaz de chegar aqui novamente. E meu time acreditou em mim em cada passo que eu dei, então muito obrigada”, disse a americana após a cerimônia de premiação.

“Eles acreditaram em mim até quando eu mesma não acreditava. O ano passado foi muito difícil, com muitas lesões. Mas mal posso esperar para vê-los novamente ano que vem.”

A brasileira Bia Haddad Maia, número 17 do ranking, parou na terceira rodada do torneio -sua melhor marca no Aberto da Austrália-, em que perdeu para a russa Veronika Kudermetova, por 2 sets a 0 (6/4 e 6/2).

Na categoria júnior, o Brasil levantou três taças nos torneios disputados em cadeira de rodas. Luiz Calixto, 17, foi campeão de duplas ao lado americano Charlie Cooper. Eles superaram o belga Alexander Lantermann e o australiano Benjamin Wenzel por 2 sets a 0 (6/3 e 6/0).

Vitória Miranda, 17, conquistou dois títulos em Melbourne. Nas duplas, ao lado da belga Luna Gryp, ela derrotou a letã Ailina Mosko e a americana Sabina Czauz por sets diretos (duplo 6/1). Na disputa de simples, ela saiu de um 6/0 contra para virar o jogo no tiebreak e fazer 2 a 1 (0/6, 6/3 e 7/6). A adversária também foi Czauz, que ficou com dois vice-campeonatos.

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Casa Branca retoma hambúrguer, pizza e refrigerante com volta de Trump à Presidência

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TATIANA CAVALCANTI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Na festa após a posse de Donald Trump, na segunda (20), o cardápio era repleto de pratos sofisticados: lagosta de Maine e camarões do golfo como entrada, seguido de carne de angus grelhada com chocolate amargo e batatas gratinadas no prato principal, além de sobremesas finas. No entanto, se pudesse, o anfitrião ilustre teria trocado todo esse banquete por hambúrgueres, batata frita e milk-shake.

 

Trump também adora refrigerante e, como era de se esperar, levou sua obsessão alimentar pobre em nutrientes para a Casa Branca. O Salão Oval instalou de volta seu “botão da Coca-Cola Diet”, segundo o Wall Street Journal. Durante seu primeiro governo, o republicano foi questionado por um jornalista se o botão vermelho em sua mesa lançaria ogivas nucleares. Ele respondeu que não, mas que todos pensavam isso, antes de apertá-lo e receber sua bebida favorita das mãos de um funcionário que surgiu de repente.

O presidente não esconde seu amor pelos lanches do McDonald´s. Com frequência é visto em compromissos ou até mesmo em redes sociais consumindo comida de alto teor de gordura, açúcar e sódio, e baixa quantidade de nutrientes e fibras, fatores prejudiciais à saúde.

O genro de Trump, Jared Kushner, escreveu em seu livro de memórias de 2022 que uma das refeições favoritas do pai de sua mulher, Ivanka, era “um Big Mac do McDonald’s, filé de peixe, batatas fritas e um milk-shake de baunilha”. Um pedido semelhante feito por Trump foi mencionado no livro “Let Trump Be Trump” (deixe Trump ser Trump), de 2017, escrito pelos ex-funcionários da campanha do republicano Corey Lewandowski e David Bossie.

Newsletter Lá Fora Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo * Trump frequentemente pula o café da manhã, mas quando decide fazer a refeição, costuma optar por bacon e ovos fritos. No almoço, consome petiscos, como batatas chips. Ele também é conhecido por beber grandes quantidades de coca diet, chegando a 12 latas por dia. No jantar, sua dieta é composta por alimentos processados, como lanches, pizza, frango empanado ou carne grelhada bem passada.

Em 2017, Gareth Davies seguiu a dieta do presidente americano por uma semana, relatando ao jornal britânico The Telegraph como sua saúde piorou. Assim como Trump, ele pulou refeições e consumiu coca diet, Doritos, McDonald’s, KFC e pizza.

Ele perdeu 2,6 kg por desidratação, sentiu falta de energia e dificuldades para se exercitar. O jornalista concluiu que a dieta é insustentável, insípida e prejudicial, repleta de alimentos processados e bebidas açucaradas, questionando sua viabilidade a longo prazo.

Até aliados já criticaram publicamente os péssimos hábitos alimentares de Trump, como o advogado Robert Kennedy Jr., indicado pelo republicano para o cargo de secretário de Saúde e Serviços Humanos em seu segundo governo.
“O que ele come é realmente, tipo, ruim”, disse o filho do ex-senador Robert F. Kennedy (1925-1968) em entrevista a um podcast no fim do ano passado, relembrando as opções disponíveis no avião de Trump. “A comida de campanha é sempre ruim, mas a que vai para aquele avião é veneno. Você não tem a escolha, ou te dão KFC ou Big Mac. Isso é quando você tem sorte, e o resto das coisas eu considero meio intragável.”

Nem para assistir a longas horas de lutas ele bebe água, nem um copo, segundo Dana White, o diretor executivo do UFC, afirmou a Kennedy durante um voo.

Durante a campanha de 2016, Trump aparece em uma postagem do então Twitter comendo KFC dentro de seu avião particular. A foto foi muito comentada principalmente pelo contraste do frango frito -popularmente comido com as mãos- sendo cortado com garfo e faca em um jatinho com as fivelas dos cintos folheadas a ouro.

Em fevereiro de 2019, Trump foi examinado pelo médico da Casa Branca. Ele atestou que o presidente de 1,90 m de altura, então com 74 anos, estava com “muito boa saúde no geral”, embora estivesse ligeiramente acima do peso, com 110 kg, e índice de massa corporal (IMC) de 30,5, o que o fez ser considerado obeso. Não foram divulgados exames posteriores do presidente.
A falta de prática regular de atividades físicas -ainda que ele seja um ávido jogador de golfe, exercício de intensidade moderada- também são apontados como um hábito saudável que Trump dispensa.

Os hábitos alimentares irregulares de Trump destacam a urgência de combater a má alimentação nos EUA, onde 40,3% da população estava obesa entre agosto de 2021 e agosto de 2023, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

Esse cenário alarmante reforça a importância de políticas públicas focadas no incentivo de hábitos saudáveis, na educação nutricional e no incentivo ao consumo de alimentos frescos, para combater doenças crônicas como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardíacos.

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Brumadinho: atingidos cobram transparência de programa gerido pela FGV

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Exatos seis anos após o rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG), a execução do Programa de Transferência de Renda (PTR) estabelecido pelo acordo de reparação e gerido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) se tornou alvo de críticas do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB). A entidade aponta falta de transparência e vê como um equívoco o corte previsto para março deste ano, quando todos os beneficiários passarão a receber metade os valores que eram pagos até então. Além disso, cobra explicações envolvendo uma cláusula que destina à FGV uma fatia do rendimento dos recursos destinados ao programa.

O rompimento da barragem em 25 de janeiro de 2019 liberou uma avalanche de rejeitos que gerou grandes impactos nos municípios da bacia do Rio Paraopeba. Ao todo, foram perdidas 272 vidas, incluindo dois bebês de mulheres que estavam grávidas. Impactos ambientais e socioeconômicos afetaram milhares de pessoas em diferentes municípios mineiros da bacia do Rio Paraopeba. Assim como ocorre todos os anos, diferentes entidades que representam os atingidos organizaram uma série de atividades para marcar a data.

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“É um absurdo o corte no PTR porque a reparação está longe de estar concluída. A Vale não limpou o rio, não tirou os rejeitos. Ninguém pode pescar, não dá pra usar a água para irrigar, para consumo, enfim, pra fazer qualquer uso. Os atingidos não podem retomar a sua atividade econômica”, diz o integrante da coordenação do MAB Guilherme Camponez. Segundo ele, sem suas fontes de sustento, as famílias dependem desses recursos para comprar o básico, como como água potável e medicamentos. O alongamento do programa foi uma das principais reivindicações levantadas pelo MAB em uma marcha realizada em Belo Horizonte nesta sexta-feira (24).

O PTR foi uma das medidas previstas no acordo global para reparação dos danos firmado entre a mineradora, o governo de Minas Gerais, Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG). Ao todo, foram destinados R$ 37,68 bilhões  para uma série de medidas pactuadas. O montante que cabe ao PTR foi fixado em R$ 4,4 bilhões.

 

Casa destruída após o rompimento de barragem de rejeitos de minério de ferro de propriedade da mineradora Vale, em Brumadinho (MG). Casa destruída após o rompimento de barragem de rejeitos de minério de ferro de propriedade da mineradora Vale, em Brumadinho (MG).
Casa destruída após o rompimento de barragem da mineradora Vale em Brumadinho – Reuters/Adriano Machado/Direitos Reservados

O acordo global estabeleceu o programa como substituto do auxílio emergencial que começou a ser pago pela mineradora logo após a tragédia. Na época, o benefício foi estabelecido com um valor variável a depender da faixa etária de cada atingido: um salário mínimo por adulto, a metade dessa quantia por adolescente e um quarto para cada criança.

Inicialmente, faziam jus ao benefício todos os moradores de Brumadinho, sem distinção. Nos demais municípios atingidos, o auxílio foi concedido a pessoas que residiam a até 1 quilômetro (km) de distância da calha do Rio Paraopeba. Ainda no fim de 2019, ocorreu uma alteração: o critério para acesso ao benefício foi mantido, mas o valor foi reduzido pela metade para quem não residisse em comunidades diretamente afetadas pelos rejeitos.

Com a implantação do PTR, foram feitos alguns ajustes nos critérios. Os valores, no entanto, foram mantidos. O MPF e a DPMG estabeleceram as poligonais, pelas quais se delimitou as comunidades que têm parte do seu território dentro do critério de 1 km da margem do Rio Paraopeba. Isso significa que, se um povoado tivesse algum ponto situado a essa distância, todos os seus moradores deveriam ser enquadrados como beneficiários.

A aprovação gradativa de novas poligonais e também a identificação de comunidades tradicionais afetadas geraram uma inclusão de mais de 50 mil atingidos. Somando aqueles que já recebiam os repasses desde a implantação do auxílio emergencial pago inicialmente pela Vale, há atualmente 154.964 receptores de recursos do programa.

As bases para a criação do PTR foram estabelecidas com a assinatura do acordo global em 2021, sendo a FGV escolhida como gestora por meio de um edital público lançado pelo MPMG, pelo MPF e pelo DPMG. A contratação de uma entidade independente foi uma solução apresentada pelas três instituições – que formam o colegiado responsável por fiscalizar o programa – no curso das negociações do acordo global. Elas levaram em conta as críticas dos atingidos, que se queixavam do poder que tinha a Vale para decidir quem teria direito ao benefício.

 

General view from above of a dam owned by Brazilian miner Vale SA that burst, in Brumadinho, Brazil January 25, 2019. REUTERS/Washington Alves General view from above of a dam owned by Brazilian miner Vale SA that burst, in Brumadinho, Brazil January 25, 2019. REUTERS/Washington Alves
Rompimento da barragem da mineradora Vale completa seis anos neste sábado (25) – Reuters/Washington Alves/Direitos Reservados

No entanto, Guilherme Camponez afirma que o contrato com a FGV costurado com as instituições de Justiça não foi precedido de nenhuma divulgação. Os atingidos não teriam sido nem consultados nem informados dos seus termos. Na cláusula sexta, ficou definido que a FGV receberia R$ 109,5 milhões para o custeio da execução do PTR. Além disso, os recursos destinados ao programa seriam depositados em um fundo. A FGV obteve o direito a 12% de todo o rendimento que superar a caderneta de poupança. A estimativa de economistas consultados pelo MAB é de que esse valor já chega a R$ 40 milhões.

“Faltou transparência. Os atingidos não participaram de nada, nem ficaram sabendo na época da assinatura do contrato. Isso nunca havia sido dito pra gente e também não há nada no acordo global sobre isso. Hoje ninguém sabe qual é o valor exato e em que ele será usado”, reclama. A FGV mantém no ar um site com informações do PTR. Lá está registrado que, até dezembro de 2024, o fundo rendeu R$ 1,158 bilhão. Mas não há discriminação do montante específico que ficaria para a FGV.

Procurada pela Agência Brasil, a FGV afirmou em nota que já repassou mais de R$ 3,6 bilhões aos atingidos no âmbito do PTR, classificado como “o maior programa de transferência de renda privado da América Latina”. Segundo o texto, a aplicação dos recursos gerou rendimentos que permitiram dilatar o prazo do programa, que inicialmente se encerraria em outubro de 2025.

A FGV afirma ainda que realizou uma pesquisa no último ano em que foram avaliados os efeitos do PTR para a região. “Entre os indicadores que mostram o impacto socioambiental positivo estão a melhoria de 20% em saúde, 15% em infraestrutura (urbanização e saneamento) e 25% em assistência social na região após a tragédia, impulsionando o desenvolvimento sustentável e o bem-estar das comunidades afetadas”, registra a nota.

Camponez entende não ser razoável que a FGV receba um percentual sobre o rendimento dos recursos. Ele também cobra mais transparência. “É uma instituição sem fins lucrativos. Então o que ela faz com esse dinheiro? Ela destina para alguma atividade interna? Pode ser. Mas nem isso é informado. Eu penso que esse é um recurso da reparação. É um recurso que devia estar sendo aplicado na reparação”, defende Camponez. Ele lembra também que o acordo global previu a contratação de uma auditoria externa independente para acompanhar a gestão do PTR, o que até hoje não se concretizou.

Procurado pela Agência Brasil, o MPF afirmou em nota que todos os custos da contratação da FGV estão cobertos dentro dos R$ 4,4 bilhões destinados ao PTR. O texto acrescenta ainda que o programa é atualmente submetido a uma auditoria interna. “A auditoria externa está em fase de contratação”, finaliza a nota.

 

Brumadinho (MG), 25/01/2024 - Ato em memória das 272 vítimas da barragem da Vale em Brumadinho, na praça Saudade das Joias. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil Brumadinho (MG), 25/01/2024 - Ato em memória das 272 vítimas da barragem da Vale em Brumadinho, na praça Saudade das Joias. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Tragédia em Brumadinho deixou 272 mortos – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fim em 2026

Ao mesmo tempo em que se preocupa com o corte anunciado para março deste ano, o MAB teme os efeitos do encerramento definitivo do PTR, que está previsto para abril de 2026. Camponez não crê que, no próximo ano, a situação será muito diferente da atual. Em sua visão, o processo reparatório tem se dado em um ritmo bastante lento.

“Sem o PTR, as famílias vão ficar numa situação de insegurança alimentar. Vão ter a sua renda muito deprimida e isso vai afetar inclusive toda a região, porque terão os efeitos indiretos. Vai ter menos recurso circulando nas comunidades, então isso tende a gerar desemprego. É um grande equívoco acabar com o PTR, além de ser uma violação do direito das populações atingidas. A Vale tem que colocar mais recurso para mantê-lo enquanto for necessário”.

Camponez afirma que o encerramento do PTR contraria os princípios da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB), como ficou conhecida a Lei Federal 14.755/2023. Sancionada em 2023 pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, sua aprovação no Congresso  se deu após mobilizações do MAB. Em seu Artigo 3º, fica garantido um “auxílio emergencial nos casos de acidentes ou desastres, que assegure a manutenção dos níveis de vida até que as famílias e indivíduos alcancem condições pelo menos equivalentes às precedentes”.

Em nota, a Vale destaca que o PTR foi estabelecido no acordo global como uma solução definitiva para os pagamentos emergenciais. A mineradora considera que cumpriu sua parte, já que transferiu o valor fixado. “A Vale faz o pagamento e não participa da gestão dos recursos nem da execução do programa. Em outubro de 2021, a empresa realizou o depósito de R$ 4,4 bilhões previstos para esta obrigação e, desde novembro de 2021, o programa foi implementado e é gerido pelas instituições de Justiça, e gerenciado pela Fundação Getulio Vargas. Com o depósito em juízo do valor correspondente ao PTR, foi encerrada a obrigação da Vale referente ao tema”, registra o texto.

Exatos seis anos após o rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG), a execução do Programa de Transferência de Renda (PTR) estabelecido pelo acordo de reparação e gerido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) se tornou alvo de críticas do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB). A entidade aponta falta de transparência e vê como um equívoco o corte previsto para março deste ano, quando todos os beneficiários passarão a receber metade os valores que eram pagos até então. Além disso, cobra explicações envolvendo uma cláusula que destina à FGV uma fatia do rendimento dos recursos destinados ao programa.

O rompimento da barragem em 25 de janeiro de 2019 liberou uma avalanche de rejeitos que gerou grandes impactos nos municípios da bacia do Rio Paraopeba. Ao todo, foram perdidas 272 vidas, incluindo dois bebês de mulheres que estavam grávidas. Impactos ambientais e socioeconômicos afetaram milhares de pessoas em diferentes municípios mineiros da bacia do Rio Paraopeba. Assim como ocorre todos os anos, diferentes entidades que representam os atingidos organizaram uma série de atividades para marcar a data.

“É um absurdo o corte no PTR porque a reparação está longe de estar concluída. A Vale não limpou o rio, não tirou os rejeitos. Ninguém pode pescar, não dá pra usar a água para irrigar, para consumo, enfim, pra fazer qualquer uso. Os atingidos não podem retomar a sua atividade econômica”, diz o integrante da coordenação do MAB Guilherme Camponez. Segundo ele, sem suas fontes de sustento, as famílias dependem desses recursos para comprar o básico, como como água potável e medicamentos. O alongamento do programa foi uma das principais reivindicações levantadas pelo MAB em uma marcha realizada em Belo Horizonte nesta sexta-feira (24).

O PTR foi uma das medidas previstas no acordo global para reparação dos danos firmado entre a mineradora, o governo de Minas Gerais, Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG). Ao todo, foram destinados R$ 37,68 bilhões  para uma série de medidas pactuadas. O montante que cabe ao PTR foi fixado em R$ 4,4 bilhões.

 

O acordo global estabeleceu o programa como substituto do auxílio emergencial que começou a ser pago pela mineradora logo após a tragédia. Na época, o benefício foi estabelecido com um valor variável a depender da faixa etária de cada atingido: um salário mínimo por adulto, a metade dessa quantia por adolescente e um quarto para cada criança.

Inicialmente, faziam jus ao benefício todos os moradores de Brumadinho, sem distinção. Nos demais municípios atingidos, o auxílio foi concedido a pessoas que residiam a até 1 quilômetro (km) de distância da calha do Rio Paraopeba. Ainda no fim de 2019, ocorreu uma alteração: o critério para acesso ao benefício foi mantido, mas o valor foi reduzido pela metade para quem não residisse em comunidades diretamente afetadas pelos rejeitos.

Com a implantação do PTR, foram feitos alguns ajustes nos critérios. Os valores, no entanto, foram mantidos. O MPF e a DPMG estabeleceram as poligonais, pelas quais se delimitou as comunidades que têm parte do seu território dentro do critério de 1 km da margem do Rio Paraopeba. Isso significa que, se um povoado tivesse algum ponto situado a essa distância, todos os seus moradores deveriam ser enquadrados como beneficiários.

A aprovação gradativa de novas poligonais e também a identificação de comunidades tradicionais afetadas geraram uma inclusão de mais de 50 mil atingidos. Somando aqueles que já recebiam os repasses desde a implantação do auxílio emergencial pago inicialmente pela Vale, há atualmente 154.964 receptores de recursos do programa.

As bases para a criação do PTR foram estabelecidas com a assinatura do acordo global em 2021, sendo a FGV escolhida como gestora por meio de um edital público lançado pelo MPMG, pelo MPF e pelo DPMG. A contratação de uma entidade independente foi uma solução apresentada pelas três instituições – que formam o colegiado responsável por fiscalizar o programa – no curso das negociações do acordo global. Elas levaram em conta as críticas dos atingidos, que se queixavam do poder que tinha a Vale para decidir quem teria direito ao benefício.

 

No entanto, Guilherme Camponez afirma que o contrato com a FGV costurado com as instituições de Justiça não foi precedido de nenhuma divulgação. Os atingidos não teriam sido nem consultados nem informados dos seus termos. Na cláusula sexta, ficou definido que a FGV receberia R$ 109,5 milhões para o custeio da execução do PTR. Além disso, os recursos destinados ao programa seriam depositados em um fundo. A FGV obteve o direito a 12% de todo o rendimento que superar a caderneta de poupança. A estimativa de economistas consultados pelo MAB é de que esse valor já chega a R$ 40 milhões.

“Faltou transparência. Os atingidos não participaram de nada, nem ficaram sabendo na época da assinatura do contrato. Isso nunca havia sido dito pra gente e também não há nada no acordo global sobre isso. Hoje ninguém sabe qual é o valor exato e em que ele será usado”, reclama. A FGV mantém no ar um site com informações do PTR. Lá está registrado que, até dezembro de 2024, o fundo rendeu R$ 1,158 bilhão. Mas não há discriminação do montante específico que ficaria para a FGV.

Procurada pela Agência Brasil, a FGV afirmou em nota que já repassou mais de R$ 3,6 bilhões aos atingidos no âmbito do PTR, classificado como “o maior programa de transferência de renda privado da América Latina”. Segundo o texto, a aplicação dos recursos gerou rendimentos que permitiram dilatar o prazo do programa, que inicialmente se encerraria em outubro de 2025.

A FGV afirma ainda que realizou uma pesquisa no último ano em que foram avaliados os efeitos do PTR para a região. “Entre os indicadores que mostram o impacto socioambiental positivo estão a melhoria de 20% em saúde, 15% em infraestrutura (urbanização e saneamento) e 25% em assistência social na região após a tragédia, impulsionando o desenvolvimento sustentável e o bem-estar das comunidades afetadas”, registra a nota.

Camponez entende não ser razoável que a FGV receba um percentual sobre o rendimento dos recursos. Ele também cobra mais transparência. “É uma instituição sem fins lucrativos. Então o que ela faz com esse dinheiro? Ela destina para alguma atividade interna? Pode ser. Mas nem isso é informado. Eu penso que esse é um recurso da reparação. É um recurso que devia estar sendo aplicado na reparação”, defende Camponez. Ele lembra também que o acordo global previu a contratação de uma auditoria externa independente para acompanhar a gestão do PTR, o que até hoje não se concretizou.

Procurado pela Agência Brasil, o MPF afirmou em nota que todos os custos da contratação da FGV estão cobertos dentro dos R$ 4,4 bilhões destinados ao PTR. O texto acrescenta ainda que o programa é atualmente submetido a uma auditoria interna. “A auditoria externa está em fase de contratação”, finaliza a nota.

 

Ao mesmo tempo em que se preocupa com o corte anunciado para março deste ano, o MAB teme os efeitos do encerramento definitivo do PTR, que está previsto para abril de 2026. Camponez não crê que, no próximo ano, a situação será muito diferente da atual. Em sua visão, o processo reparatório tem se dado em um ritmo bastante lento.

“Sem o PTR, as famílias vão ficar numa situação de insegurança alimentar. Vão ter a sua renda muito deprimida e isso vai afetar inclusive toda a região, porque terão os efeitos indiretos. Vai ter menos recurso circulando nas comunidades, então isso tende a gerar desemprego. É um grande equívoco acabar com o PTR, além de ser uma violação do direito das populações atingidas. A Vale tem que colocar mais recurso para mantê-lo enquanto for necessário”.

Camponez afirma que o encerramento do PTR contraria os princípios da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB), como ficou conhecida a Lei Federal 14.755/2023. Sancionada em 2023 pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, sua aprovação no Congresso  se deu após mobilizações do MAB. Em seu Artigo 3º, fica garantido um “auxílio emergencial nos casos de acidentes ou desastres, que assegure a manutenção dos níveis de vida até que as famílias e indivíduos alcancem condições pelo menos equivalentes às precedentes”.

Em nota, a Vale destaca que o PTR foi estabelecido no acordo global como uma solução definitiva para os pagamentos emergenciais. A mineradora considera que cumpriu sua parte, já que transferiu o valor fixado. “A Vale faz o pagamento e não participa da gestão dos recursos nem da execução do programa. Em outubro de 2021, a empresa realizou o depósito de R$ 4,4 bilhões previstos para esta obrigação e, desde novembro de 2021, o programa foi implementado e é gerido pelas instituições de Justiça, e gerenciado pela Fundação Getulio Vargas. Com o depósito em juízo do valor correspondente ao PTR, foi encerrada a obrigação da Vale referente ao tema”, registra o texto.

 

Empresas vendem publicação de artigos para candidatos à residência médica por até R$ 500

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MARCOS CANDIDO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Assinaturas de artigos científicos têm sido vendidas na internet para candidatos a programas de residência médica de grandes universidades, como a USP (Universidade de São Paulo) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

 

Os vendedores prometem a avaliação em até 2 horas e publicação em até dez dias a partir de R$ 500.

A suspeita, enviada ao Ministério Público de São Paulo (MPSP), é que os médicos estejam pagando pela inclusão em pesquisas das quais não participaram para aumentar as chances de aprovação nos programas de residência. Em alguns casos, em coautoria com médicos de outras instituições e estados. A AMB (Associação Médica Brasileira) tachou o esquema como “fraudulento”.

Os PRMs (Programas de Residência Médica) são destinados a médicos em busca de especialização. Para serem selecionados, eles são submetidos a provas, entrevistas e análise de currículo. Um autor de um artigo científico não garante uma vaga, mas pontua mais do que os demais.

Na lista que chegou ao MPSP, médicos de áreas como psiquiatria e cardiologia em busca de vagas na USP e na Unicamp assinam estudos na “Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences”, uma revista de odontologia.

Apesar do nome em inglês, a empresa mantém sede em Macapá (AP). A publicação de um artigo custa R$ 395, por pix, ou R$ 435, no cartão de crédito, e pode ser assinada por 12 pessoas com acesso a um modelo pronto, com descrições de como cada capítulo deve ser escrito.

Na mesma revista de odontologia, um artigo sobre anestesia e doenças musculares foi assinado por 12 médicos de universidades distintas, que vão de Aracaju, Florianópolis a Franca e Taubaté, no interior de São Paulo.

Em dezembro, ao menos dois dos autores deste estudo foram convocados para a segunda etapa do processo seletivo da Faculdade de Medicina da USP. Os 376 aprovados serão anunciados no dia 10 de fevereiro pela universidade.

O editor-chefe da publicação, o cirurgião-dentista Eber Coelho Paraguassu, do Amapá, enviou uma nota à reportagem em que chama de “infundados os questionamentos ou supostas acusações” de que a revista estaria “facilitando a publicação de médicos candidatos à residência médica”.

O texto da empresa também defende que a revista é voltada à área de ciências da saúde, mantendo uma revisão “célere e um processo editorial de publicação também muito ágil”, o que a torna atraente para médicos interessados em atuar em residências médicas pelo país.

“Não há motivos para rejeitarmos artigos que estejam dentro das normas do jornal, que tenham sido revisados e aprovados por nossos pareceristas e que estejam dentro do escopo e do interesse do jornal em publicá-los”, diz a nota. “Reiteramos nosso total e irrestrito compromisso com a ciência e com a seriedade nas publicações acadêmicas.”

Já na Revista FT, um artigo sobre a qualidade de vida de mães de crianças com TEA (transtorno do espectro autista) é assinado por 13 autores de áreas como medicina, enfermagem e psicologia de Goiânia, Rio de Janeiro, Natal, Recife, Manaus e Florianópolis.

A FT tem sede no Leblon, no Rio de Janeiro, e promete uma avaliação em 2 horas, publicação em até 10 dias ou até mesmo em um dia mediante negociação feita por WhatsApp. Tudo por R$ 500.

Em nota, a FT afirma que utiliza “revisão por pares, que é um processo no qual os artigos científicos são avaliados por especialistas antes de serem publicados. Existem alguns tipos de revisão por pares e aqui em nossa revista autores e revisores não se conhecem”.

“A forma de obtenção de pontos para quais concursos, sejam eles para ingresso em um programa de residência médica ou concursos, é uma forma fraudulenta, portanto, ilegal”, diz o médico César Eduardo Fernandes, presidente da AMB (Associação Médica Brasileira).
Prática já era realizada

Em outubro, reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que um acadêmico de Goiânia cobrava R$ 100, parcelado em até três vezes, para inclusão de autores que não participaram de estudos científicos.

À época, o pesquisador afirmou se motivar pela demora de até um ano para a publicação em revistas científicas de maior renome na comunidade científica.
Nos casos de revistas de prestígio, os estudos são submetidos a uma banca avaliadora independente, com correções e recusa de projetos que não têm, por exemplo, um orientador reconhecido ou que tenha dados insuficientes.
Além do MPSP, a lista de autorias suspeitas foi compartilhada entre professores da USP, com a sugestão de um comitê para avaliar individualmente os currículos e até anular pontos de artigos vindos de determinadas revistas.

O MPSP afirma ter aberto uma investigação preliminar sobre o tema. Procurada, a Unicamp não respondeu aos questionamentos da reportagem até a publicação desta reportagem.

A Faculdade de Medicina da USP afirma que “repudia veemente qualquer prática que envolva o uso de métodos fraudulentos para obtenção de vantagens acadêmicas, incluindo a compra de coautorias em artigos científicos ou utilização da plataformas que promovam publicações sem mérito legítimo” e que reforça a “importância de uma produção científica autêntica, autoral e fundamentada no esforço e dedicação de seus pesquisadores”.

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EUA prenderam 538 imigrantes desde posse de Trump, diz Casa Branca

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo dos Estados Unidos afirmou nesta quinta-feira (23) que a gestão de Donald Trump já prendeu 538 imigrantes em situação irregular desde a sua posse, no início desta semana.

 

O anúncio foi feito por meio do perfil da Casa Branca na rede social X. Na publicação, o órgão diz que os presos eram criminosos e que centenas deles foram deportados em aviões militares. As primeiras imagens das deportações foram compartilhadas nesta sexta-feira (24) na mesma plataforma.

Não está claro se todos os detidos tinham sido condenados por crimes ou se havia acusados entre os presos. Os nomes citados pelo governo no texto são de homens julgados culpados por variados tipos de crimes sexuais -há menções a um dominicano condenado por abuso sexual de menor e a um equatoriano condenado por estupro, por exemplo.

O republicano fez da anti-imigração uma das principais bandeiras de sua campanha. Já nos primeiros dias após assumir, ele pôs em ação vários dos planos que havia proposto nesse sentido, suspendendo a concessão automática de cidadania a filhos de imigrantes em situação irregular ou temporária nascidos nos EUA e declarando “emergência nacional” na fronteira com o México.

Ambas as medidas a princípio contrariam a legislação americana. A primeira seria incompatível com a 14ª emenda, que diz que “todas as pessoas nascidas ou naturalizadas nos EUA” são cidadãs do país. A segunda impede a entrada de refugiados, o que fere a determinação do Código Federal de que qualquer estrangeiro que chegue ao território americano tem o direito de pedir asilo independentemente de seu status de imigração.

A ONU criticou a suspensão da entrada de refugiados nos EUA nesta sexta e lembrou que o direito ao asilo é “universalmente reconhecido”. “Todos os Estados têm o direito de exercer sua jurisdição em suas fronteiras internacionais, [mas] devem fazê-lo em conformidade com suas obrigações”, afirmou a porta-voz da agência do organismo para os direitos humanos, Ravina Shamdasani, em Genebra.

Antes, na quinta, o jornal The New York Times revelou um memorando interno que indica que o governo do republicano concedeu a oficiais do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega o poder de deportar rapidamente imigrantes que tinham obtidos vistos temporários sob dois programas instituídos pelo governo Joe Biden que buscavam diminuir o número de entradas ilegais no território oferecendo mais vias legais para pedir asilo.

Um desses programas permitia que migrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela residissem nos EUA por até dois anos. O outro, um aplicativo chamado CBP One, obrigava eventuais solicitantes de asilo a formalizarem seus pedidos antes de atravessarem a fronteira, agendando hora e local para se apresentarem em um posto de alfândega.

No total, cerca de 1,4 milhão de migrantes entraram nos EUA por meio das duas iniciativas desde 2023. Um funcionário do governo afirmou ao jornal de forma anônima que Trump acredita que elas nunca foram legais.

As determinações do presidente já foram desafiadas na Justiça, em um processo apresentado pela ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis). A ação argumenta que as medidas violam a legislação federal.

Em paralelo a isso, ainda na quinta, Ras Baraka, prefeito de Newark, Nova Jersey, denunciou que agentes do ICE (Serviço de Imigração e de Alfândega) “invadiram um estabelecimento local […] detendo moradores e cidadãos sem documentos sem apresentar uma ordem judicial” e acusou o órgão de violar a lei.

Segundo Baraka, um dos detidos era um veterano militar que teve a legitimidade de seus documentos pessoais questionada. Em comunicado, um porta-voz do ICE disse que o incidente estava sendo investigado, mas acrescentou que os agentes do serviço têm direito de solicitar a identificação de indivíduos quando trabalham em campo.

No início desta semana, o Congresso, que tem maioria republicana, aprovou uma lei que prorroga a prisão preventiva de estrangeiros suspeitos de crimes.

Leia Também: Quem são as 4 reféns libertadas pelo Hamas

Luau da SMECT agita Gargaú com música e cultura

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Luau da SMECT agita Gargaú com música e cultura

O Luau da SMECT, promovido pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia, iniciou sua edição de 2025 na praia de Gargaú, nesta sexta-feira (24), como parte da programação do Verão do Seu Jeito. O evento reuniu moradores e turistas em uma noite de música e integração à beira-mar.

A prefeita Yara Cinthia destacou a importância do evento para o turismo e valorização dos talentos locais. “O Luau reforça nosso compromisso com a cultura, a economia local e o lazer. Estamos felizes com o sucesso dessa edição em Gargaú”, afirmou.

A noite contou com apresentações do DJ Dudu Porto, que animou o público, e do cantor Luciano Botinelly, que encantou com sucessos da MPB.

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Denise Beraldi, moradora de Travessão de Campos, elogiou a organização do evento: “É maravilhoso ter um evento bem estruturado na nossa praia, que noite agradável, a prefeitura está de parabéns” – disse.

O secretário Gustavo Terra ressaltou que Gargaú foi apenas o começo e que o Luau passará por outras praias, como Manguinhos, Santa Clara e Guaxindiba, garantindo um verão especial para todos.

A programação completa do Verão do Seu Jeito pode ser conferida nos canais oficiais da Prefeitura.

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São Francisco inicia convocação dos aprovados no concurso público para a educação.

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São Francisco inicia convocação dos aprovados no concurso público para a educação.

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI) deu início à convocação dos aprovados no concurso público, com a chamada dos primeiros aprovados para a área da educação. Serão, inicialmente, 198 vagas disponibilizadas, reforçando o compromisso da administração municipal com a melhoria da qualidade educacional do município.

Os nomes dos convocados foram publicados na edição especial do Diário Oficial do município, nesta sexta-feira (24), e os selecionados começam a ser chamados para assumir suas funções nas próximas semanas. A convocação contempla tanto educadores quanto profissionais de apoio, com a previsão de fortalecer ainda mais a rede de ensino da cidade.

A prefeita Yara Cinthia se mostrou muito feliz com esse avanço e destacou a importância do concurso para o desenvolvimento de São Francisco de Itabapoana. “Estou extremamente contente em dar esse passo tão importante para o nosso município.” A educação é a base para o nosso futuro, e garantir que mais profissionais possam ingressar no serviço público é um grande avanço para todos nós. Parabéns aos aprovados! Fiquem tranquilos, pois os demais nomes também serão chamados em breve”, afirmou a prefeita.

A convocação dos aprovados na educação é o primeiro passo, e os outros setores do concurso também terão seus convocados em breve. O município segue em processo de fortalecimento da sua infraestrutura educacional, visando um atendimento de qualidade para toda a população.

O concurso público foi realizado para preencher diversas vagas nas mais diversas áreas, e a convocação das próximas turmas está prevista para acontecer de forma gradual. A administração municipal continuará acompanhando de perto o processo e dando total suporte aos convocados.

Trump fecha fronteira com México e deixa imigrantes sem destino

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O governo Trump mobilizou mais 5.000 soldados para a fronteira com o México, como parte de uma estratégia inédita de militarização da região sul dos Estados Unidos. Segundo a Casa Branca, 2.500 homens já estavam posicionados no local e outros 1.500 estão sendo deslocados. Na última quarta-feira (22), o presidente também ordenou o fechamento da fronteira, suspendendo o atendimento a imigrantes e refugiados, o que deixou milhares de pessoas sem destino.

 

Em uma reportagem publicada no site UOL nesta sábado (25), imigrantes como o cubano Lazaro afirmaram que enfrentam incertezas diante das mudanças. Ele e sua família deixaram Cuba em 2024 por perseguições políticas, gastando mais de US$ 3.000 para atravessar a América Central até chegar à fronteira com o Texas. Lazaro aguardava atendimento para pedir status de refugiado, mas recebeu uma notificação de que os serviços haviam sido suspensos após a posse de Trump. Agora, ele está em um abrigo improvisado no lado mexicano, sem perspectiva de atravessar a fronteira ou voltar para seu país de origem.

A suspensão de atendimentos afeta cerca de 50 mil refugiados, muitos já aprovados no processo. Além disso, a equipe de Trump buscou justificar o fechamento da fronteira alegando riscos de doenças infecciosas vindas da América Latina, mas não encontrou evidências. Mesmo assim, o governo manteve a decisão, alegando que os EUA enfrentam uma “invasão” e classificando os imigrantes como “criminosos”.

O hondurenho Elder Noe Delcid Quintero, que percorreu 3.000 quilômetros para chegar à fronteira, relatou os desafios enfrentados no trajeto, incluindo sequestros e perda de recursos financeiros. Ele afirmou que a política de Trump é uma “humilhação” para os imigrantes latinos e destacou a dependência dos Estados Unidos do trabalho desses estrangeiros. “Sem os imigrantes, os EUA não seriam o que são”, disse.

As caravanas de migrantes, frequentemente criticadas por Trump, trazem à memória episódios históricos de migração de norte-americanos rumo ao território mexicano no século 19, culminando na anexação de grande parte do México. Essa história, reinterpretada por imigrantes latinos, simboliza a exploração vivida por quem busca uma vida melhor nos EUA, enquanto o atual governo adota medidas cada vez mais restritivas contra eles.

Leia Também: Mais quatro reféns israelenses são libertadas pelo Hamas

Quem são as 4 reféns libertadas pelo Hamas

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Após mais um momento tenso entre Israel e o Hamas, foram identificadas as quatro reféns libertadas na manhã deste sábado (25), na segunda rodada de libertações desde o acordo de cessar-fogo assinado entre as partes neste mês.

 

Na sexta-feira, o grupo islâmico enviou uma lista com as identificações das reféns. Inicialmente, Tel Aviv pediu aos meios de comunicação que não divulgassem os nomes até que as famílias fossem informadas. Agora, com a liberação, os nomes foram divulgados: Karina Ariev, Daniella Gilboa, Naama Levy e Liri Albag. As famílias haviam sido alertadas de que a lista poderia sofrer alterações de última hora.

Também foi publicada uma lista dos prisioneiros palestinos libertados por Israel. De acordo com o acordo, Israel libertaria 50 prisioneiros palestinos para cada mulher soldado israelense libertada. No total, pelo menos 200 prisioneiros palestinos foram soltos.

As quatro mulheres militares estavam em cativeiro há 477 dias, desde o ataque do Hamas à base militar de Nahal Oz em 7 de outubro. Outras duas mulheres estavam na mesma base; uma foi resgatada por Israel, enquanto o corpo da outra foi recuperado durante uma operação.

Entre as militares capturadas, Agam Berger, de 21 anos, não estava na lista entregue pelo Hamas. Tel Aviv havia solicitado que civis fossem incluídos na libertação, mas decidiu aceitar os quatro nomes propostos. Duas civis – Arbel Yehud, 29 anos, e Shiri Silberman Bibas, 33 anos – ainda permanecem em cativeiro.

Notícias ao Minuto [Legenda]© ShmuelReichman
 
 
 

Quem são as reféns libertadas?

Karina Ariev, de Jerusalém, falou com os pais na manhã do ataque, descrevendo os tiros e barricadas antes de perder contato. Ela é bisneta de sobreviventes do Holocausto.

Daniella Gilboa, de Petah Tikva, foi identificada em vídeos divulgados pelo Hamas. Em janeiro do ano passado, foi filmada para um vídeo de propaganda.

Naama Levy, de Ra’anana, também bisneta de sobreviventes do Holocausto, participou de um projeto de paz nos Estados Unidos. Foi filmada pelo Hamas sendo puxada pelos cabelos e colocada em uma van.

Liri Albag, de Moshav Yeruhav, a mais jovem entre as reféns, foi identificada pela família em vídeos publicados pelo Hamas. A mãe relatou o impacto emocional do cativeiro nas condições físicas e mentais da filha.

Já foram libertados três reféns numa primeira fase 

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Sertanejo Hugo, da dupla com Tiago, surge bem diferente após harmonização

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O cantor Hugo, da dupla sertaneja com Tiago, compartilhou nas redes sociais seu novo visual após realizar procedimentos estéticos. Aos 42 anos, o artista passou por uma harmonização facial, fez mudanças no rosto e na boca, além de uma lipoaspiração. Ele já havia mostrado sua evolução em março do ano passado, comemorando o peso de 66 kg após os procedimentos. “Vai ficar ainda melhor”, celebrou na ocasião.

 

Hugo ganhou notoriedade em 2004, ao participar da terceira edição do reality musical “Fama”, da Globo, onde formou sua parceria com Tiago Piquilo. Desde então, a dupla construiu carreira no sertanejo e chegou a apresentar o programa “Festival Sertanejo”, no SBT, em 2013. As mudanças marcam uma nova fase para o cantor, que segue compartilhando sua jornada com os fãs.

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“Devia ter sido com mais força”, diz Cantona 30 anos após agressão

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O tempo voa e não perdoa. Há exatos 30 anos, Eric Cantona entrou para a história do futebol mundial pelos piores motivos. Naquela ocasião, o Manchester United, comandado pelo lendário Sir Alex Ferguson, visitava o Crystal Palace. Tudo parecia seguir normalmente até que o jogador francês recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. O caos se instaurou quando, ao ouvir uma enxurrada de insultos vindos das arquibancadas do Selhurst Park, Cantona decidiu reagir com um chute que atingiu Matthew Simmons, um torcedor que teria descido próximo ao gramado para insultá-lo, dizendo que ele deveria “voltar para sua terra”.

 

O caso chocou o mundo. Cantona foi suspenso pelo Manchester United e teve que enfrentar a justiça, sendo condenado a 120 horas de trabalho comunitário.

Matthew Simmons também foi responsabilizado por provocar Cantona. Ele foi condenado a pagar uma multa de 500 mil libras, perdeu seu assento cativo no estádio do Crystal Palace e foi banido de entrar em qualquer recinto esportivo.

Muitos acreditam que a carreira de Cantona perdeu força após o incidente, que o afastou dos gramados por nove meses. Naquela temporada, o Manchester United acabou perdendo o título da Premier League para o Blackburn.

Na época, a diretoria do Manchester United chegou a cogitar demitir Cantona, mas Alex Ferguson interveio e optou por avaliar as imagens do ocorrido no dia seguinte, com mais calma.

Apesar de toda a repercussão, Cantona nunca demonstrou arrependimento. Cerca de dois anos atrás, em entrevista à renomada revista FourFourTwo, o ex-jogador afirmou que apenas se arrepende de não ter chutado o torcedor com mais força.

“Não chutei com força suficiente. Devia ter dado um chute mais forte. Nunca assisti às imagens porque eu sabia o que tinha feito. Minha casa estava cercada por jornalistas, eles até bloqueavam a luz. Faço as coisas sem me levar a sério. Até naquele chute, eu não me levei a sério. Não achei que precisava ser responsável pelo que era. Não. Eu era um jogador e um homem. Só queria fazer o que quisesse. Se eu quisesse bater em um torcedor, eu batia. Não sou um modelo a ser seguido, nem um professor para ensinar como devemos nos comportar. Acho que, quanto mais observamos a vida, mais entendemos que ela é um circo”, disse Cantona, no seu estilo característico.

Reviva o famoso chute de Cantona explorando a galeria de fotos.

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“Nada heroico”. Neto de JFK fala sobre desclassificação dos documentos

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A desclassificação de arquivos sobre os assassinatos de John F. Kennedy (JFK), Robert F. Kennedy (RFK) e Martin Luther King Jr. continua sendo assunto de destaque, embora, por enquanto, nenhuma informação tenha sido divulgada.

 

Além da família do ativista pelos direitos civis Martin Luther King Jr., a possibilidade de acesso a detalhes sobre esses homicídios também afeta a família Kennedy.

Por um lado, Robert F. Kennedy Jr., filho do ex-procurador-geral dos Estados Unidos Robert F. Kennedy e sobrinho de JFK, ficou satisfeito com a decisão. No entanto, outros membros da família não tiveram a mesma reação.

Enquanto a família de Martin Luther King Jr. aguarda que Trump lhes conceda acesso às informações antes de “revelar tudo”, como ele mesmo prometeu ao anunciar a desclassificação, há quem na família Kennedy critique o ex-presidente, acusando-o de usar os assassinatos para obter “vantagens políticas” – mesmo envolvendo quem já não está vivo.

“A verdade é muito mais triste do que o mito – uma tragédia que não precisava ter acontecido. Não faz parte de um grande esquema inevitável”, escreveu Jack Schlossberg, neto de JFK, na rede social X (antigo Twitter). “A desclassificação está usando JFK como uma ferramenta política, quando ele não está aqui para se defender. Não há nada de heroico nisso”, afirmou.

Por outro lado, Robert F. Kennedy Jr., que desistiu de sua candidatura à Casa Branca em apoio a Trump, elogiou o atual presidente por essa iniciativa. “Estou muito grato ao presidente Trump”, disse RFK Jr. aos jornalistas, acrescentando: “Acho que essa é uma grande medida, porque precisamos de mais transparência no nosso governo, e ele está cumprindo sua promessa de que o governo dirá a verdade ao povo americano sobre tudo”.

O ex-presidente norte-americano John F. Kennedy foi assassinado em 1963, e seu irmão, Robert F. Kennedy, em 1968.

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Mais quatro reféns israelenses são libertadas pelo Hamas

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Quatro mulheres militares foram libertadas neste sábado, na segunda troca de reféns realizada pelo Hamas em troca de prisioneiros palestinos, após a assinatura de um acordo de cessar-fogo com Israel.

 

As reféns, que estavam em cativeiro havia quase 500 dias, são Karina Ariev, Daniella Gilboa, Naama Levy e Liri Albag. Todas têm 20 anos, exceto a última, que tem 19. Elas apareceram fardadas e sorridentes antes de serem entregues ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que irá transportá-las para Israel, onde passarão por uma avaliação médica inicial.

Por alguns segundos, elas foram exibidas em um palco em Gaza, montado para a ocasião pelo Hamas, diante de dezenas de combatentes armados do Hamas e da Jihad Islâmica, além de centenas de moradores locais.

A libertação ocorreu pouco depois das 11h (horário local, 9h em Lisboa).

Essas quatro mulheres pertencem ao Exército de Israel. Elas foram capturadas durante o ataque do Hamas em outubro de 2023, que deu início à guerra. Na ocasião, foram levadas da base de Nahal Oz, perto da fronteira com Gaza, quando militantes palestinos invadiram o local, matando mais de 60 militares.

As mulheres sequestradas faziam parte de uma unidade de vigilância responsável por monitorar ameaças ao longo da fronteira. Uma quinta soldado da mesma unidade, Agam Berger, de 20 anos, foi sequestrada junto com as outras quatro, mas não foi incluída na lista de liberação.

Na Praça dos Reféns, em Tel Aviv, um telão exibia os rostos das quatro mulheres militares que seriam libertadas. Na multidão, algumas pessoas seguravam bandeiras israelenses, enquanto outras exibiam cartazes com os rostos dos reféns.

“Estou extremamente emocionado, eufórico. Em um piscar de olhos, em uma fração de segundo, as vidas delas vão mudar completamente novamente, mas agora para um lado positivo e bom”, disse Gili Roman, cujo irmão foi libertado no único outro cessar-fogo, em novembro, embora outro parente tenha morrido em cativeiro.

Agora, Israel deve libertar 200 prisioneiros palestinos. De acordo com a Al Jazeera, 121 desses prisioneiros estão cumprindo penas de prisão perpétua. O prisioneiro mais velho a ser libertado tem 69 anos, enquanto o mais jovem tem 15.

O Serviço Prisional Israelense declarou, em comunicado, que os prisioneiros palestinos serão levados inicialmente para as prisões de Ofer (perto de Jerusalém) e Ktziot (ao sul de Gaza), onde serão identificados por representantes do CICV e aguardarão a liberação dos reféns israelenses.

Posteriormente, os prisioneiros palestinos serão transferidos da prisão de Ofer para dois locais: uma praça na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, e a passagem de Kerem Shalom, na Faixa de Gaza.

A primeira fase da trégua, que deve durar seis semanas, prevê a libertação de 33 reféns mantidos em Gaza, em troca de um número muito maior de prisioneiros palestinos detidos por Israel.

No primeiro dia da trégua, em 19 de janeiro, três reféns israelenses e 90 prisioneiros palestinos foram libertados.

De acordo com os termos do acordo de cessar-fogo com o Hamas, Israel deve libertar 50 prisioneiros palestinos para cada mulher soldado israelense, o que significa que, pelo menos, 200 prisioneiros devem ser liberados.

Embora os combates tenham cessado em Gaza, Israel continua realizando operações militares na Cisjordânia ocupada, que já resultaram na morte de pelo menos 14 pessoas, segundo as autoridades de saúde locais.

Israel e o Hamas se envolveram em uma guerra em outubro de 2023, após um ataque sem precedentes do grupo extremista palestino no sul do território israelense, que deixou cerca de 1.200 mortos e mais de duas centenas de reféns. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva devastadora na Faixa de Gaza, que resultou na morte de mais de 47 mil pessoas.

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Voo com 88 brasileiros deportados dos EUA chega ao Brasil

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Um avião com 88 brasileiros deportados pelos Estados Unidos era esperado para chegar nesta sexta-feira (24) ao aeroporto de Confins, em Minas Gerais, em meio à postura anti-imigração do governo de Donald Trump. Até as 21h (de Brasília), a aeronave não havia pousado no Brasil.

 

Trata-se, no entanto, de voo relativo a acordo firmado com Washington em 2017, ainda sob o governo de Michel Temer. O pacto visa facilitar o retorno ao Brasil de pessoas processadas nos EUA por entrar no país de forma ilegal e que já não tenham direito a recurso. No Brasil, eles não cumprem qualquer tipo de pena.

Integrantes do governo Lula ouvidos sob a condição anonimato afirmaram que o voo ainda não pode ser creditado à nova política migratória de Trump, uma vez que são necessários dias para organizar a logística desse tipo de viagem.

O presidente Trump promete fazer a maior deportação da história americana. Nesta sexta, o governo do republicano informou já ter prendido 538 imigrantes em situação irregular desde a posse do republicano, na última segunda (20).
A média diária de prisões do ICE, o serviço de migração e alfândega americano, foi de 311 no ano fiscal que terminou em setembro de 2024. No ano anterior, foi de 467.

A Casa Branca publicou as primeiras imagens de imigrantes irregulares detidos e deportados também nesta sexta. Na plataforma X, o governo escreveu que os alvos eram criminosos e que centenas deles foram deportados em aviões militares.

Não está claro se todos os detidos tinham sido condenados por crimes ou se existiam acusações, porém sem condenações. Os nomes mencionados pelo governo no texto são de homens considerados culpados por variados tipos de crimes sexuais -há menções a um dominicano condenado por abuso sexual de menor e a um equatoriano condenado por estupro, por exemplo.

O Pentágono afirmou ainda que as Forças Armadas americanas forneceriam voos para a deportação de mais de 5.000 imigrantes detidos por autoridades em El Paso, no Texas, e em San Diego, na Califórnia.

No início da semana, o governo Trump anunciou que enviaria 1.500 soldados adicionais para a fronteira com o México.

Segundo um memorando do Departamento de Segurança Interno revelado nesta sexta, a agência tenta também facilitar a designação de autoridades estaduais e municipais para auxiliar no trabalho de detenção de imigrantes.
Trump carrega a bandeira anti-imigratória desde sua primeira campanha à Casa Branca, na qual alardeou a construção de um muro na fronteira sul, e o tema é o principal de seu novo mandato.

Diferentemente de áreas em que as bravatas de campanha foram logo amenizadas, como a questão tarifária, o republicano assinou nos primeiros dias no cargo decretos com repercussões imediatas sobre imigrantes no país.
Além de iniciar os planos de deportação, Trump declarou emergência nacional na fronteira sul e suspendeu a entrada de imigrantes por lá, autorizou a prisão de estrangeiros em situação irregular em escolas, igrejas e hospitais e restringiu drasticamente o direito à cidadania a nascidos no país de pais estrangeiros em situação irregular.

Esta última medida foi contestada por uma série de estados liderados por democratas. Nesta quinta (23), o juiz federal John Coughenour, de Seattle, concedeu decisão liminar (provisória) bloqueando o decreto sob o argumento de que o texto fere a Constituição e a jurisprudência da Suprema Corte do país -o direito é garantido pela 14ª Emenda da Carta.

A ONU criticou a suspensão da entrada de refugiados nos EUA nesta sexta, lembrando que o direito ao refúgio é “universalmente reconhecido”. “Todos os Estados têm o direito de exercer sua jurisdição em suas fronteiras internacionais, [mas] devem fazê-lo em conformidade com suas obrigações”, afirmou a porta-voz da agência da ONU para os direitos humanos, Ravina Shamdasani, em Genebra.

O memorando interno revelado nesta sexta indica ainda que o governo do republicano concedeu a oficiais do ICE o poder de acelerar a deportação de imigrantes que tinham obtidos vistos temporários sob dois programas instituídos pelo governo Biden. Os programas buscavam diminuir o número de entradas ilegais no território oferecendo mais vias legais para pedir refúgio.

Um desses programas permitia que migrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela residissem nos EUA por até dois anos. O outro, um aplicativo chamado CBP One, obrigava eventuais solicitantes de asilo a formalizarem seus pedidos antes de atravessarem a fronteira, agendando hora e local para se apresentarem em um posto de alfândega.

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‘Django’. Leonardo DiCaprio teve “dificuldade” em fazer insultos racistas

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Leonardo DiCaprio teve certa “dificuldade” em fazer insultos racistas para o filme Django Livre, mas contou com a ajuda de Jamie Foxx e Samuel L. Jackson.

 

Foxx revelou, em uma entrevista à Vanity Fair enquanto relembrava seus filmes de sucesso, que, apesar do elenco repleto de estrelas, os atores de Django Livre tiveram que se esforçar bastante para gravar as cenas mais dramáticas do filme de Quentin Tarantino. DiCaprio foi o ator que mais sentiu esse impacto.

“O tema, a palavra com ‘N’ (referente a nigga), especificamente… Leo teve dificuldade em dizer essa palavra”, relembrou Jamie Foxx. “Estávamos gravando, o Leo diz [a palavra] e depois pede para cortar, dizendo: ‘Pessoal, parem. Eu simplesmente não consigo fazer isso. Isso não sou eu’.”

Foi aí que Samuel L. Jackson interveio: “Diz logo essa m****, c***. É só mais uma terça-feira”, teria dito o ator.

Foxx também revelou que deu algumas dicas para ajudar a estrela de O Lobo de Wall Street a criar sua personagem – um cruel proprietário de escravos no filme. DiCaprio levou os conselhos a sério e usou as sugestões para melhorar sua atuação.

“Eu disse a ele: ‘Leo, nos tempos da escravidão, nós não conversávamos uns com os outros. Então, eu não sou seu amigo. Eu não sou o Jamie Foxx. Eu sou, você sabe, o Django. Você não será capaz de interpretar esse personagem a menos que realmente entenda o que foi a escravidão. Foi difícil. Foi horrível'”, explicou Foxx.

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