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Após revelar câncer no pâncreas, Tony Bellotto se declara à Malu Mader

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Após revelar o diagnóstico de câncer no pâncreas, o músico Tony Bellotto usou as redes sociais para agradecer o apoio dos fãs e a dedicação da esposa, a atriz Malu Mader.

 

Em uma publicação no Instagram, Bellotto expressou sua gratidão pelas “mensagens de apoio e carinho” recebidas de amigos, familiares e fãs, destacando o papel fundamental de Malu em sua jornada. “Agradeço principalmente à Malu, minha amada, que está SEMPRE ao meu lado, com um sorriso no rosto”, escreveu.

O músico também prestou homenagem aos Titãs, banda da qual faz parte, elogiando a performance do grupo nos palcos e o orgulho que sente da trajetória da banda.

Bellotto anunciou o diagnóstico no dia 3 de março, informando que precisará passar por uma cirurgia e se afastar temporariamente dos palcos. A banda continuará em atividade com o apoio do músico Alexandre de Orio.

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Ucrânia faz maior ataque com drones a Moscou desde o início da guerra

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Pelo menos uma pessoa morreu e três ficaram feridas após um ataque em larga escala com drones realizado pela Ucrânia contra a região de Moscou na madrugada desta terça-feira (12), segundo autoridades russas. O Ministério da Defesa da Rússia informou que 337 drones ucranianos foram interceptados ou destruídos durante a noite.

 

De acordo com o comunicado oficial, 91 desses drones foram abatidos sobre a região de Moscou e 126 sobre Kursk, que faz fronteira com a Ucrânia. O ataque também atingiu as regiões de Bryansk, Belgorod, Ryazan, Kaluga, Voronezh e Nizhny Novgorod.

O governador da região de Moscou, Andrei Vorobiov, confirmou a morte de uma pessoa e ferimentos em três moradores de duas localidades nos arredores da capital russa. A vítima fatal trabalhava em um centro de distribuição da empresa agroindustrial russa Miratorg.

Além das baixas humanas, o ataque provocou danos em edifícios residenciais e um incêndio em um estacionamento. Jornalistas da agência France-Presse (AFP) relataram que janelas foram quebradas e uma varanda foi parcialmente destruída em um dos prédios atingidos.

A ofensiva forçou o fechamento temporário de quatro aeroportos em Moscou, incluindo o Aeroporto Internacional de Vnukovo. Os demais terminais da capital também tiveram restrições temporárias de voo, segundo a agência federal de aviação russa, Rosaviatsia.

O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou que este foi o “maior ataque de drones” contra a cidade desde o início do conflito. “Os especialistas dos serviços de emergência estão trabalhando nos locais onde os destroços caíram”, declarou Sobyanin no Telegram.

O ataque ocorre poucas horas antes da visita do secretário-geral da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), Feridun Hadi Sinirlioglu, a Moscou, onde deve se reunir com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, criticou a ofensiva ucraniana, afirmando que “não é a primeira vez que uma delegação internacional de alto nível chega a Moscou sob ataques de drones ucranianos”. Para ela, tais atos comprometem o propósito original da OSCE, que seria garantir a segurança e a cooperação na Europa.

A Ucrânia e a Rússia têm realizado ataques diários com drones, mas ofensivas contra Moscou são relativamente raras. No final de dezembro, um ataque ucraniano de grande escala danificou edifícios e forçou evacuações em Kazan, cidade no centro da Rússia.

O episódio acontece em meio a conversas entre representantes ucranianos e norte-americanos na Arábia Saudita. Segundo a AFP, a Ucrânia pretende apresentar aos Estados Unidos um plano de cessar-fogo parcial com a Rússia. O projeto inclui uma “trégua no ar e no mar”, que, segundo um representante ucraniano, poderia ser “facilmente implementada e monitorada”.

Essas negociações ocorrem após a visita do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky à Casa Branca, no final de fevereiro, marcada por tensões com o governo de Donald Trump, que tem adotado uma postura mais rígida sobre o apoio militar à Ucrânia.

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Mulher é assassinada a facadas pelo marido em Goianésia, Goiás

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Uma mulher de 51 anos foi brutalmente assassinada pelo marido na madrugada desta segunda-feira (11), em Goianésia, Goiás. Segundo as autoridades, Gilvan Pires, de 53 anos, desferiu mais de 20 facadas contra a esposa, Leila Portilho, e em seguida tirou a própria vida.

 

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta da 1h da manhã, após familiares do agressor pedirem socorro. Ao chegarem ao local, encontraram Gilvan já sem vida, enquanto Leila ainda apresentava sinais vitais. Ela foi socorrida e encaminhada a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e sofreu uma parada cardiorrespiratória.

O casal era conhecido na cidade por atuar no ramo de cosméticos e trabalhava junto no comércio local.

A Polícia Civil de Goiás investiga o caso e deve apurar se a vítima já havia registrado algum boletim de ocorrência contra o marido ou se havia histórico de violência doméstica.

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Juiz bloqueia deportação de ativista palestino detido nos EUA

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​Centenas de manifestantes reuniram-se nesta segunda-feira (10) em Nova York para exigir a libertação de Mahmoud Khalil, ativista palestino e ex-aluno da Universidade de Columbia, detido por agentes federais de imigração no sábado (8). Khalil, que possui residência permanente nos Estados Unidos, foi preso sob a acusação de envolvimento em atividades alinhadas ao Hamas, organização designada como terrorista pelo governo norte-americano. ​

 

Notícias ao Minuto [Legenda]© Getty  

De acordo com o jornal The Guardian, o juiz federal Jesse M. Furman bloqueou temporariamente a deportação de Khalil, argumentando que ele deve permanecer nos EUA “para preservar a jurisdição do tribunal”, que está analisando um processo contestando a detenção e a planejada deportação. Uma audiência foi marcada para quarta-feira no tribunal federal de Nova York. ​

Khalil destacou-se como líder de protestos estudantis pró-Palestina na Universidade de Columbia no ano passado, organizando manifestações contra as ações de Israel na Faixa de Gaza. Sua prisão ocorreu em meio a uma intensificação das medidas do governo Trump contra movimentos pró-Palestina nos campi universitários. O presidente Donald Trump anunciou recentemente a retirada de US$ 400 milhões em financiamento federal da Universidade de Columbia, alegando falha da instituição em controlar o antissemitismo em seu campus.

A advogada de Khalil, Amy Greer, afirmou que os agentes federais inicialmente alegaram estar agindo sob uma ordem do Departamento de Estado para revogar o visto de estudante de Khalil. No entanto, ao serem informados de que ele possuía um green card, os agentes declararam que revogariam essa autorização. Greer classificou a detenção como uma violação dos direitos de seu cliente, ressaltando que Khalil é casado com uma cidadã americana grávida de oito meses. ​

A prisão de Khalil gerou críticas de defensores da liberdade de expressão e líderes locais de Nova York, que consideram a ação inconstitucional e um uso indevido das leis de imigração. O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, condenou a prisão, afirmando que “a administração está tentando silenciar vozes dissidentes”. ​

Notícias ao Minuto [Legenda]© Getty  

 

 

Trump defende prisão de estudante pró-Palestina e promete mais ações

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a prisão de Mahmoud Khalil, ativista pró-Palestina e ex-aluno da Universidade de Columbia, foi “apenas a primeira de muitas” e que sua administração continuará tomando medidas contra manifestantes que considera “radicais”.

 

Segundo o The Wall Street Journal, Trump disse que sua administração não permitirá que “agitadores pagos” promovam o que chamou de “atividades pró-terroristas” em universidades americanas. “Estamos identificando essas pessoas e vamos detê-las e deportá-las para que nunca mais voltem”, declarou o presidente.

Trump reforçou que os Estados Unidos não podem ser um “santuário para simpatizantes do Hamas”, referindo-se a Khalil como um “estudante estrangeiro radical”. O Departamento de Segurança Interna confirmou que a prisão de Khalil ocorreu com base em ordens executivas assinadas por Trump que ampliam as medidas contra o antissemitismo.

Segundo a Fox News, a Casa Branca suspendeu US$ 400 milhões (cerca de R$ 2,34 bilhões) em financiamento federal para a Universidade de Columbia, alegando que a instituição “falhou em controlar o antissemitismo em seu campus”. A medida faz parte de um esforço maior do governo Trump para pressionar universidades a coibir protestos pró-Palestina.

A prisão de Khalil gerou forte reação em Nova York, onde centenas de manifestantes saíram às ruas nesta segunda-feira (10) para exigir sua libertação. De acordo com a agência de notícias Reuters, a manifestação foi organizada por grupos de direitos civis, que acusam o governo de criminalizar o ativismo político e restringir a liberdade de expressão.

Notícias ao Minuto [Legenda]© Getty  

A advogada de Khalil, Amy Greer, afirmou ao The Washington Post que a prisão de seu cliente foi baseada em acusações infundadas e que ele não foi formalmente acusado de nenhum crime. Greer também ressaltou que Khalil possui um “green card” e que agentes federais revogaram sua autorização de residência apenas após sua detenção.

A situação segue em debate nos tribunais. Segundo a CNN, um juiz federal bloqueou temporariamente a deportação de Khalil e marcou uma audiência para quarta-feira (12), onde seu caso será reavaliado.

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Wheesung, astro do K-pop, encontrado morto aos 43 anos

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O cantor sul-coreano Choi Wheesung, conhecido como Wheesung, faleceu aos 43 anos em sua residência em Seul, nesta segunda-feira (10). A notícia foi divulgada pela Yonhap News, e as autoridades estão investigando a causa da morte.

 

Wheesung desempenhou um papel significativo na expansão do k-pop no final dos anos 1990, introduzindo elementos de R&B e baladas coreanas tradicionais ao gênero. Seus primeiros álbuns, lançados pela YG Entertainment, como “Like a Movie” e “It’s Real”, foram sucessos que influenciaram outros artistas.

Por volta de 2010, sob o pseudônimo “Realslow”, Wheesung alcançou nova popularidade com músicas como “Special Love”, “Heartstore Story” e “They Are Coming”. Esses hits ganharam destaque durante a expansão global do k-pop, atraindo um novo público para seu trabalho.

Nos últimos anos, a carreira de Wheesung foi marcada por controvérsias relacionadas ao uso de drogas, principalmente o propofol, um analgésico que ele alegou usar devido a uma fratura nas costas. Em 2021, ele foi condenado a um ano de prisão por posse e uso de drogas.

Após cumprir a pena, Wheesung retomou as apresentações ao vivo. Ele tinha um show agendado para o próximo sábado (15), em Daegu, Coreia do Sul, ao lado do cantor KCM.

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Abel Ferreira diz que pênalti para o Palmeiras foi bem marcado: ‘Há uma obstrução clara’

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Abel Ferreira hesitou, disse que não gostaria de falar sobre a arbitragem, mas resolveu dar sua opinião sobre o controverso pênalti marcado em cima de Vitor Roque que foi determinante para o Palmeiras derrotar o São Paulo por 1 a 0 nesta segunda-feira, no Allianz Parque, e avançar à final do Paulistão. Para o treinador, foi correta a decisão do árbitro Flávio Rodrigues de Souza.

 

“Há uma obstrução clara, com a perna do Arboleda, se tem intensidade ou não é uma decisão do árbitro”, opinou o treinador sobre o lance que foi decisivo para a vitória palmeirense. Eles citou, sem se aprofundar, erros de arbitragem contra o Palmeiras em clássicos com o São Paulo no passado.

 

“Não queria dar exemplos do passados porque não acho que é justo. Prefiro falar do jogo., mas há um ou dois anos, fomos à CBF e as linhas apareceram”, afirmou, em referência ao duelo das oitavas de final da Copa do Brasil de 2022. Naquela partida, o São Paulo perdeu por 2 a 1, mas avançou nos pênaltis e seu gol foi fruto de uma penalidade em lance em que o VAR se esqueceu de traçar as linhas, erro admitido posteriormente pela CBF.

Abel não se estendeu sobre a atuação do árbitro e preferiu direcionar elogios ao desempenho do São Paulo, que dificultou a vida de seu time com uma formação de muita mobilidade, com três zagueiros e o meio-campista Oscar mais recuado.

“O São Paulo fez um belíssimo jogo, sobretudo na primeira parte. Já estou aqui há tempo suficiente para saber que o São Paulo faz belíssimos jogos contra a gente, e hoje fez mais um”, acrescentou.

Vitor Roque foi outro assunto na coletiva. Foi difícil escalá-lo, segundo o treinador, porque teve de deixar no banco Flaco López, que vinha de boas atuações. O novo camisa 9, contratação mais cara do futebol brasileiro, sofreu o pênalti e deixou Facundo Torres na cara do gol no segundo tempo, mas o atacante uruguaio parou em Rafael.

“Foi difícil porque o Flaco estava bem, ele tinha feito gol no último jogo, mas a verdade é que esse jogo pedia mais a mobilidade do Vitor Roque, que ataca a profundidade”, explicou. “Foi difícil deixar o Flaco fora porque estava em um momento bom. Foi menos difícil depois que fiz a pergunta: o que a equipe precisa para esse jogo?”

Na decisão, o Palmeiras faz o dérbi com o Corinthians, arquirrival que não encara numa final do Estadual desde 2020, quando sagrou-se campeão nos pênaltis. A final será disputada em dois jogos. O primeiro está marcado para o próximo domingo, 16, e o segundo está previsto para o dia 27, uma quinta-feira.

Mas há uma queda de braço entre Federação Paulista de Futebol (FPF) e Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que quer que a finalíssima seja disputada um dia antes, 26, por causa do início do Brasileirão, marcado para o dia 29, sábado. Se isso acontecer, os dois jogarão desfalcados de atletas importantes convocados para suas seleções, que têm compromissos na Data Fifa. Certo é que o Corinthians tem a prerrogativa de jogar a finalíssima em casa, na Neo Química Arena, já que tem a melhor campanha do torneio.

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Bolsonaro recorre de decisão que negou impedimento de Dino e Zanin

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro recorreu nesta segunda-feira (10) da decisão que negou os pedidos para declarar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e Cristiano Zanin impedidos para julgar a denúncia sobre a trama golpista.  

 

No recurso, os advogados de Bolsonaro pedem que o caso seja julgado pelo plenário da Corte, colegiado formados pelos 11 ministros, entre os quais, André Mendonça e Nunes Marques, nomeados para a Corte durante o governo Bolsonaro.

No mês passado, o pedido para afastar Dino e Zanin do julgamento foi rejeitado pelo presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, que entendeu que as situações citadas pela defesa de Bolsonaro não são impedimentos legais contra a atuação dos ministros. 

A defesa do ex-presidente alega que Flávio Dino entrou com uma queixa-crime contra Bolsonaro quando ocupou o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública nos primeiros meses do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No caso de Zanin, a defesa do ex-presidente diz que, antes de chegar à Corte, o ministro foi advogado da campanha de Lula e entrou com ações contra a chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022.

Julgamento

No mesmo recurso, a defesa de Bolsonaro pede que seja suscitada uma questão de ordem para que o plenário da Corte decida se deve julgar o caso.

As ações de impedimento foram direcionadas a Flávio Dino e Cristiano Zanin porque eles fazem parte da Primeira Turma do Supremo, colegiado que vai julgar a denúncia contra Bolsonaro.

A turma é composta pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação será julgada pelo colegiado.

Se maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF.

A data do julgamento ainda não foi definida. Considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025.

Irmãos Menendez devem admitir mentiras se quiserem apoio para liberdade, diz promotor

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O promotor distrital do condado de Los Angeles, Nathan Hochman, disse nesta segunda-feira (10) que Lyle e Erik Menendez têm de reconhecer as mentiras que contaram ao longo de décadas sobre o assassinato de seus pais, há 35 anos, caso eles queiram angariar seu apoio para a liberdade.

 

“Nós traçamos um caminho para que os irmãos Menendez possam sair da prisão. O plano exige que eles finalmente, depois de mais de 30 anos, reconheçam e aceitem a responsabilidade por toda a extensão dos crimes e por todas as mentiras que contaram”, disse Hochman em entrevista coletiva.

Os Menendez foram condenados por assassinato em 1996 e sentenciados à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional, por terem atirado em seus pais, Jose e Kitty, em uma luxuosa mansão na cidade de Beverly Hills, no estado americano da Califórnia. O crime ocorreu em 20 de agosto de 1989 e repercutiu em todo o mundo.

Na época, o Ministério Público os acusou de terem matado a sangue-frio tanto o pai, um imigrante cubano que se tornou um importante executivo da música, quanto a mãe, Mary Louise “Kitty”, para ficar com uma herança de US$ 14 milhões.

Mas a defesa apresentou os irmãos, que tinham 21 e 18 anos quando o crime ocorreu, como vítimas de abuso sexual e psicológico nas mãos de um pai extremamente controlador e de uma mãe negligente. Atualmente eles têm 57 e 54 anos e estão detidos em San Diego, também na Califórnia.

O caso voltou a ganhar notoriedade nos últimos meses em parte graças à minissérie “Monstros: A História de Lyle e Erik Menendez” e a um documentário sobre o caso, ambos da Netflix.

O advogado Mark Geragos, que atua pela liberdade dos irmãos, rebateu a declaração do promotor Hochman nesta segunda. “Eles foram interrogados durante semanas e já confessaram todas as mentiras”, disse ele ao site americano TMZ.

Ainda segundo Geragos, os promotores deveriam se concentrar nos esforços de reabilitação dos irmãos, não em estender as etapas do julgamento.

Os irmãos inicialmente negaram envolvimento no caso e tentaram fazer com que o tiroteio parecesse uma ação do crime organizado, mas depois admitiram ter matado seus pais sob a justificativa de legítima defesa. Um júri os condenou por homicídio em primeiro grau.

Alguns membros da família Menéndez apoiam a libertação dos irmãos, incluindo as irmãs de Jose e Kitty. Já o promotor Hochman disse que está se preparado para as audiências em que o pedido de libertação será examinado e que estão marcadas para 20 e 21 de março.

Hochman, nesta segunda, detalhou sua oposição à clemência, dizendo que os irmãos não demonstraram total percepção de seu crime e só reconheceram 4 das 20 mentiras que contaram em uma suposta tentativa de encobrir suas ações no crime.

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Vanessa Giácomo aceita convite para ser a vilã de nova novela portuguesa

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – No início de abril, Vanessa Giácomo embarca para Portugal, onde passará uma temporada trabalhando na capital, Lisboa. A atriz foi convidada para interpretar a vilã de uma novela portuguesa, ainda sem título, que será exibida pela SIC no segundo semestre. O convite partiu de Daniel Oliveira, diretor-geral de Entretenimento e diretor de Programas da emissora.

 

“Fiquei superlisonjeada com o convite. Depois, tive acesso à sinopse e a mais detalhes sobre a minha personagem. Foi quando me apaixonei e decidi aceitar essa oportunidade”, disse Vanessa, que está no ar com a novela “Beleza Fatal”. A primeira novela da streaming Max entra para a grade de programação da Band nesta segunda-feira (10). Na trama de Raphael Montes, a atriz interpreta a sofrida Cleo.

O anúncio com a confirmação do nome de Vanessa no elenco da nova produção da SIC aconteceu ao vivo no programa Casa Feliz, da emissora portuguesa. A atriz já adiantou que ficará no país apenas durante as gravações e seguirá com seus compromissos no Brasil após o término do projeto.

Vanessa Giácomo não tem mais contrato fixo com a Globo desde maio de 2023. Ela, que fez parte do elenco da novela “Travessia”, de Gloria Perez, deixou a empresa após 19 anos e, a partir de agora, o vínculo com a emissora será feito por obra.

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STF condena mais 63 réus pelo 8 de janeiro; total de sentenciados passa de 480

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O STF (Supremo Tribunal Federal) condenou mais 63 réus pelos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Com as novas decisões, estabelecidas em sessão encerrada no dia 28 de fevereiro, a corte soma ao menos 480 sentenciados pelos atos contra as sedes dos três Poderes.
Das ações concluídas em fevereiro, 47 foram analisadas pelo plenário e 16 pela Primeira Turma. As penas variam de um ano de detenção, substituído por medidas alternativas, a 17 de prisão.

 

No total, os atos golpistas resultaram em denúncias contra 1.687 envolvidos.
Neste ano, foram 109 condenações nas sessões de fevereiro. Há mais uma ação penal em julgamento a ser concluído nesta terça-feira (11).

Cada réu é julgado individualmente pelo STF. Todos os julgamentos ocorreram em plenário virtual, em sessões de 1 a 28 de fevereiro, ambiente remoto por meio do qual os ministros incluem os votos e não há discussão entre eles a respeito dos temas analisados.

No período, a corte também homologou um acordo de não persecução penal firmado com duas pessoas acusadas de crimes de associação criminosa.

Das condenações impostas pela Primeira Turma, nove foram por crimes mais graves. Nesses casos, os condenados receberam penas de 14 a 17 anos. Eles também deverão pagar indenização por danos morais coletivos de, no mínimo, R$ 30 milhões.

O valor corresponde aos prejuízos materiais causados, além dos danos a bens culturais e históricos, e deverá ser dividido por todos os condenados.

Aqueles com penas mais brandas deverão cumprir 225 horas de serviço comunitário, participar de curso sobre Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado com conteúdo elaborado pelo MPF (Ministério Público Federal) e pagar multas, além de estarem proibidas de deixar sem autorização a cidade onde vivem e de participarem de redes sociais até o cumprimento final da pena.

Todos tiveram os passaportes suspensos e eventual registro ou posse de arma revogado. Nesse caso, a multa solidária, a ser dividida por todos os condenados, foi fixada em R$ 5 milhões.

O voto do ministro Alexandre de Moraes, relator dos casos, prevaleceu e ele foi acompanhado por oito magistrados. Os ministros Nunes Marques e André Mendonça ficaram vencidos.

Para a corrente majoritária, os réus faziam parte de um grupo que tinha intenção de derrubar o governo democraticamente eleito em 2022.

De acordo com Moraes, ocorreu um crime de autoria coletiva em que, a partir de uma ação conjunta, todos contribuíram para o resultado.

Ao todo, segundo a PGR (Procuradoria-Geral da República), até 8 de janeiro deste ano, mais de 900 pessoas já haviam sido responsabilizadas, incluindo aquelas que firmaram acordo com a Justiça.

Segundo o órgão, a violência gerou um prejuízo ao patrimônio público estimado em R$ 24 milhões.

A maior parte dos invasores foi condenada por cinco crimes: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Ao todo, 155 réus estão presos. De acordo com informações do STF levantadas em janeiro, 78 deles provisoriamente, e 70, definitivamente. Sete estão em prisão domiciliar. Apenas quatro foram absolvidos.

Outros 527 réus optaram por assinar os chamados acordos de não persecução penal. Por meio desse instrumento, quem responde por crimes menos graves pode ter a ação penal encerrada sem condenação, desde que cumpra medidas alternativas.

Entre essas medidas, estão prestar 150 horas em serviços comunitários e participar de curso sobre democracia. Nesse período, os réus ficam com passaportes e porte de arma suspensos e não podem usar redes sociais. Após o cumprimento total, mantêm a condição de réus primários.

No total, há 1.552 ações penais em curso.

Vila Isabel anuncia quem vai substituir Paulo Barros após polêmica dos enredos afros

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A Vila Isabel anunciou na tarde desta segunda-feira (10) quem será o substituto de Paulo Barros, desligado após o oitavo lugar no Carnaval 2025, no Rio. Gabriel Haddad e Leonardo Bora, ex-carnavalescos da Grande Rio, foram contratados para a folia do próximo ano. Os dois posaram ao lado de Luiz Guimarães, presidente da escola, usando uma camisa do enredo campeão da Vila, “Kizomba”, de 1988.

 

Paulo Barros, que saiu da escola após três anos, se envolveu em uma das polêmicas da folia deste ano. O carnavalesco criticou os enredos afros na Avenida e afirmou não gostar também de temas indígenas. “Não gosto. Acho um saco porque é uma receita pronta”, disse à Folha de S.Paulo.

“Nós admiramos imensamente a trajetória da Unidos de Vila Isabel, escola que tem uma tradição no Carnaval carioca desde a década de 40, uma discografia incrível e o desenvolvimento de tantos enredos importantes para a gente pensar o Brasil – algo que nos interessa enquanto artistas e que já vem sendo feito na nossa trajetória carnavalesca”, destacou Leonardo Bora no Instagram.

“É um orgulho muito grande, principalmente pelo convite. A gente entende que a Vila tem uma história impressionante no Carnaval. A forma como tudo é contado e desenvolvido na Avenida e fora dela também são espetaculares. Já estou ansioso para os ensaios da 28 de Setembro, estar junto da comunidade, estar junto dos segmentos, que é assim que a gente gosta de viver a escola de samba”, completou Gabriel Haddad também na rede social.

Lewandowski está a um gol de superar recorde de Cristiano Ronaldo na Liga dos Campeões

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(UOL/FOLHAPRESS) – Robert Lewandowski está a apenas um gol de superar um dos recordes de Cristiano Ronaldo na Liga dos Campeões.

 

Lewandowski e Cristiano dividem a liderança com 19 cobranças na rede cada.

Lewa empatou com Cristiano em janeiro deste ano. Ele marcou dois gols de pênalti na histórica virada do Barcelona sobre o Benfica, por 5 a 4, ainda pela primeira fase da competição continental.

Dois brasileiros estão no top 10 de mais pênaltis convertidos na Champions. Jorginho, do Arsenal, naturalizado italiano, tem dez gols e divide com Luis Figo a sétima colocação. Rivaldo soma oito gols e aparece empatado com Haaland e Thomas Müller, em nono.

Lewa já pode quebrar o recorde nesta terça-feira (11). O Barça recebe o Benfica às 14h45 (de Brasília), pelo jogo de volta das oitavas de final da Liga dos Campeões, e joga pelo empate para avançar, uma vez que venceu a equipe portuguesa por 1 a 0 no duelo de ida, em pleno estádio da Luz.

Palmeiras une clubes em carta à Fifa e pede multa milionária por racismo

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Insatisfeito com as medidas da Conmebol após o caso Luighi, o Palmeiras enviou nesta segunda-feira (10) uma carta à Fifa pedindo maior rigor no combate aos crimes de injúria racial que vêm ocorrendo no futebol sul-americano. O documento, que teve endosso de outros clubes brasileiros, sugere multa de R$ 2 milhões e eliminação em caso de reincidência.

 

O Palmeiras solicitou a intervenção da entidade máxima do futebol mundial, criticando as punições aplicadas pela Conmebol. No documento enviado à Fifa, o clube lista o histórico dos episódios de racismo nas competições e diz que a Conmebol trata a questão “sem a devida seriedade”.

O clube teve o apoio da Libra e da LFU na ação de combate ao racismo em torneios da América do Sul. Com a adesão dos grupos, o movimento do Palmeiras recebeu endosso dos principais clubes do país.

O documento pede que Fifa e Conmebol criem novas regulamentações para que os clubes sejam responsabilizados em casos de racismo no futebol. Na semana passada, o atacante Luighi foi vítima de injúria racial de um torcedor do Cerro Porteño em partida da Libertadores sub-20.

A carta cita multa de 500 mil dólares (R$ 2,9 milhões) em caso de racismo e, se for reincidência, eliminação do torneio. A sugestão prevê a redução da multa a 100 mil dólares (R$ 580 mil) se o torcedor for identificado e punido criminalmente. Já em caso de episódios recorrentes, o clube punido deve ser sumariamente eliminado da competição, de acordo com o manifesto.

O valor indicado é 10 vezes maior do que o que foi de fato aplicado ao Cerro pela Conmebol. O clube paraguaio terá de pagar 50 mil dólares (R$ 288 mil), além de jogar as partidas restantes da competição com os portões fechados -mas cabe recurso.

A escolha do próximo papa já começou nas casas de apostas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Francisco ainda resiste no hospital, mas espera-se que o próximo papa seja anunciado ainda este ano, seja filipino e adote o nome de Francisco 2º. Essas são as principais apostas nos mercados de predição, que há semanas abriram especulações sobre a sucessão papal e já movimentaram quase R$ 6 milhões pelo mundo, segundo o serviço GamblingNews, especializado no tema.

 

Para quem torce o nariz diante da notícia e a percebe como símbolo da decadência moral de nossos tempos, sugiro olhar para a história. Apostas sobre a morte do papa e seu sucessor acontecem há pelo menos 500 anos.

Durante um conclave que começou em novembro de 1549, banqueiros de Roma não apenas apostavam, mas também usavam os assistentes dos cardeais eleitores como informantes privilegiados para aumentar suas chances de sucesso. Segundo registros históricos, alguns dias após o início do conclave, as apostas indicavam que o cardeal inglês Reginald Pole seria eleito e que os cardeais anunciariam sua decisão em janeiro. Pole não foi eleito, e o conclave terminou apenas em março.

Em Roma, apostava-se não apenas na sucessão papal, mas também em outros temas, como quais bispos seriam indicados para o posto de cardeal. Situações como essa geravam tanta confusão que, em 1591, o papa Gregório 14 emitiu um documento punindo com excomunhão aqueles que apostassem sobre a morte e a sucessão ao trono de Pedro, bem como os que especulassem sobre a escolha de cardeais.

A ameaça de excomunhão não impediu que as apostas continuassem -nem mesmo pelo Estado. Em 1903, a loteria oficial do governo italiano abriu apostas sobre quando o papa Leão 13 morreria. Se tivesse morrido uma semana antes, o governo teria perdido mais de um milhão de dólares para os apostadores.

A penalidade de excomunhão automática para os católicos que praticavam apostas foi revogada em 1917, com a publicação do Código de Direito Canônico.

A expansão do mercado de predição via novos serviços de apostas online promete transformar a sucessão de Francisco na que mais movimentará dinheiro na história.

Por enquanto, as apostas se dividem entre três nomes.

Favorito nas casas de apostas, o cardeal filipino Luis Antonio Tagle foi arcebispo de Manila e hoje coordena a evangelização católica na Cúria Romana. Quase tão bem cotado quanto Tagle, o cardeal italiano Pietro Parolin é chefe da Secretaria de Estado do Vaticano, cargo mais importante da Cúria depois do papa. Em terceiro lugar está o cardeal ganês Peter Turkson, atualmente responsável pelo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, criado por Francisco, que lida com questões relacionadas à justiça, paz, migração, saúde e vítimas de conflitos.

Todas essas apostas indicam a expectativa de alguma linha de continuidade com o papado de Francisco. Os três cardeais são membros do que poderíamos chamar de governo da Igreja.

A escolha por um cardeal filipino poderia ser um importante aceno para a Ásia, onde o catolicismo mostra alguma capacidade de crescimento. Da mesma forma, um papa negro, de Gana, dedicado às questões de justiça social, poderia atrair a atenção do mundo para o Vaticano. Já a eleição de Parolin representaria uma aposta no homem forte da política vaticana, aliado de Francisco, que ainda devolveria à Itália o trono de Pedro após quase 50 anos – a mais longa ausência de um papa italiano desde o século 16.

O estudo mais abrangente sobre o tema, conduzido pelos economistas Leighton Williams e David Paton, analisou 500 anos de apostas e demonstrou que, na maioria das vezes, essas especulações se equivocam. Enquanto as apostas sobre eleições políticas frequentemente demonstram alta precisão ao antecipar vencedores, no caso da sucessão papal, feita a portas fechadas, o resultado normalmente surpreende.

No último conclave, o cardeal Bergoglio, que terminou eleito, sequer estava entre os dez mais cotados nas casas de apostas. Sobre o próximo papa, história e estatística dizem o mesmo: o mais provável é que não seja o cardeal filipino.

Padilha toma posse na Saúde e cita ‘obsessão’ para reduzir espera para atendimento no SUS

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O médico e deputado federal Alexandre Padilha (PT) disse nesta segunda-feira (10), ao tomar posse no cargo de ministro da Saúde, que a obsessão de sua gestão será reduzir o tempo de espera para atendimentos especializados.

 

“Volto com mais energia, com uma obsessão. Reduzir o tempo de espera para quem precisa de atendimento especializado no nosso país”, disse Padilha em cerimônia realizada no Palácio do Planalto.

O petista afirmou que irá envolver o setor privado, universidades, estados e municípios nos debates sobre a redução da espera por consultas e procedimentos de média e alta complexidade.

O petista foi escolhido em 25 de fevereiro para substituir a socióloga Nísia Trindade na chefia do Ministério da Saúde. Antes, Padilha atuava como ministro da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), pasta que passa a ser chefiada por Gleisi Hoffmann (PT).

O discurso de posse sinaliza que Padilha deseja reforçar a aposta no Mais Acesso a Especialistas. O programa, que ainda ganha tração, promete encurtar o tempo para a realização de consultas e exames especializados nas áreas de oncologia, cardiologia, oftalmologia, otorrinolaringologia e ortopedia.

Lula tem cobrado que o Ministério da Saúde emplaque uma ação de maior visibilidade.

Padilha ainda afirmou que o governo deseja “enterrar” a tabela SUS e apresentar um modelo que pague mais a estados, municípios e prestadores de serviços da rede pública que ofereçam atendimentos em tempo mais curto.

A posse dos ministros formaliza as primeiras trocas da reforma ministerial que está sendo negociada por Lula. O presidente mexe na cúpula do seu governo no momento em que tenta reverter a queda de popularidade de sua gestão.

Padilha foi ministro da Saúde entre 2011 e 2014, durante o governo Dilma Rousseff (PT).

Nísia foi demitida por Lula após a Folha revelar que o presidente havia decidido trocar a chefia do ministério. No discurso de despedida, a sociólogo disse que atuou para “reconstruir o SUS e a capacidade de gestão do ministério”.

Nísia ainda destacou que foi a primeira mulher a comandar a Fiocruz e ocupar o cargo de ministra da Saúde. Ela afirmou que, à frente do ministério, foi alvo de uma “campanha sistemática e misógina” de desvalorização do seu trabalho e idoneidade.

À frente da Saúde, Padilha ainda terá de lidar com crises sanitárias, como a da dengue, além da cobiça do Congresso sobre o orçamento da Saúde.

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Preta Gil é internada com infecção urinária em Salvador

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RIO DE JANEIRO, RJ E SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A cantora Preta Gil foi internada com infecção urinária em um hospital particular de Salvador. A informação foi confirmada pela diretoria do hospital em comunicado.

 

“A paciente Preta Maria Gadelha Gil Moreira, Preta Gil, foi internada no dia 08 de março, em virtude de uma infecção urinária, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Aliança Star para monitoramento e cuidados médicos. A cantora permanece estável, sob os cuidados do coordenador da UTI, Dr. Diogo Azevedo, do urologista Dr. Frederico Mascarenhas, da equipe médica do Aliança Star e de seu médico particular, Dr. Roberto Kall Filho”, disse nota.

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Argentina começa julgar equipe médica acusada por morte de Maradona

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BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – A comoção que dominou a Argentina há quatro anos com a morte do astro Diego Maradona retorna, em escala reduzida, nesta terça-feira (11). É quando a Justiça local dá início ao julgamento de sete membros da equipe médica do ex-jogador acusados de sua morte.

 

Médicos, enfermeiros e psicólogos foram indiciados pela Justiça da província de Buenos Aires pelo crime de homicídio simples com dolo eventual, figura jurídica que aponta para casos em que os réus sabiam da possibilidade da morte da vítima devido a suas ações, ainda que não quisessem provocá-la. As penas variam de 8 a 25 anos de prisão.

Maradona morreu aos 60 anos após uma parada cardiorrespiratória, em sua casa, em Tigre, município na cidade vizinha de San Isidro. Uma investigação apontou que a morte poderia ter sido evitada se sua equipe médica mais próxima tivesse tomado outras ações.

O processo judicial afirma que as sete pessoas são responsáveis pela morte do astro devido a “uma assistência deficitária, ineficiente e indiferente e em um local inadequado” -a casa onde recebia cuidados domésticos. Diz ainda que apartou a família do ex-jogador, omitiu informações importantes e deixou seu destino “relegado à sorte”.

São acusados: o neurocirurgião e médico pessoal de Maradona Leopoldo Luque; a psiquiatra Agustina Cosachov; o enfermeiro Ricardo Almirón; a médica Nancy Forlino, do plano de saúde Swiss Medical; o chefe de enfermeiros Mariano Perroni; o psicólogo Carlos Díaz; e o médico clínico Pedro Di Spagna. Há ainda uma oitava acusada que será julgada separadamente por um júri popular a pedido de sua defesa.

Os acusados negam que foram negligentes. Luque, o neurocirurgião, já afirmou em declarações públicas que Maradona era um paciente difícil (“Quando estava chateado ou se sentia mal, afastada todos”) e que ele resistia a determinadas recomendações médicas. Disse ainda que a morte foi inesperada, súbita e sem sofrimento e que a internação domiciliar foi insistência do próprio ex-jogador.

O ex-camisa 10 havia sido submetido a uma cirurgia para eliminar um hematoma subdural, acúmulo de sangue que se forma entre o cérebro e o crânio, no início daquele mês.

A despeito de recomendações, foi levado pela equipe médica particular, com anuência dos parentes, para se recuperar em casa. Seu quadro de saúde era deteriorado pelo uso de drogas e consumo de álcool ao longo da vida. Na etapa final, ele também tratava ansiedade e depressão.

O processo judicial enumera o quadro clínico de Maradona: doença renal crônica, cirrose hepática, insuficiência cardíaca, deterioração neurológica crônica, dependência de álcool e drogas, prováveis doenças psiquiátricas, somadas ao quadro de abstinência alcoólica.

O processo afirma que Maradona não deveria ter sido autorizado pelo time a deixar a clínica médica onde recebia cuidados pós-cirurgia em 11 de novembro daquele ano, nove dias antes de morrer em casa.

Diz que os profissionais se “omitiram de fornecer a Maradona uma assistência adequada” e “impediram que ele recebesse a devida atenção médica que poderia ter evitado sua morte, particularmente aquela do campo cardiológico”.

O documento afirma também que não foram mantidos exames e controles cardiológicos necessários após a saída do hospital, nem o monitoramento do jogador por especialistas cardiológicos, hepáticos e renais, o que seria exigido por seu quadro clínico.

O poder público diz que a equipe “se aproveitou de uma esfera de poder sobre Maradona” para isolá-lo de sua família, manipulando-a e informando que tudo ocorria de acordo com a vontade do jogador, omitindo informações importantes sobre qual era o seu estado de saúde.

São acusações que fazem agora os seis profissionais sentarem no banco dos réus em um julgamento com expectativa de se estender até pelo menos meados de julho deste ano, com três audiências sendo realizadas a cada semana.

Mais de 190 testemunhas foram convocadas a depor, segundo apurou o canal local TN (Todo Notícias). Há uma grande quantidade de provas: resultados de exames, perícias em celulares e gravações de áudio.

A Justiça aponta que os sete infringiram os deveres que tinham em seus respectivos cargos, assim “colaborando para um conjunto de fatores e circunstâncias grosseiras que incrementaram os riscos fora da margem permitida e ocasionaram o fatal resultado para o paciente”.

O velório do ex-jogador, realizado um dia após sua morte na Casa Rosada, a sede do Poder Executivo argentino, em Buenos Aires, reuniu centenas de milhares de pessoas. Ele foi enterrado em um cemitério na região de Bella Vista, a 35 km da capital.

Síria anuncia fim de ofensiva militar contra apoiadores de Assad

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SÃO PAULO, SP – (FOLHAPRESS) – O Ministério da Defesa da Síria anunciou nesta segunda-feira (10) a conclusão das operações militares para combater os apoiadores remanescentes do ditador deposto Bashar al-Assad e, de acordo com o governo, eliminar ameaças futuras.

 

Segundo um balanço atualizado pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos, que tem uma ampla rede de fontes na Síria, mais de 1.000 pessoas morreram desde quinta (6), sendo 973 civis da minoria alauita, à qual pertence Assad, mortos pelas “forças de segurança e grupos aliados”.

Ao menos 481 membros das forças de segurança e combatentes pró-Assad morreram nos combates, de acordo com o OSDH. As autoridades não divulgaram um balanço.

O OSDH afirmou que esses civis foram assassinados por “motivos confessionais” por agentes de segurança e combatentes pró-governo, e que também houve “saque de casas e propriedades”.

Após cobranças da ONU (Organização das Nações Unidas) e do governo americano, o governo interino sírio anunciou no domingo (9) a formação de uma comissão para investigar as mais de mil mortes.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, afirmou que “nada justifica os ataques contra comunidades alauitas, cristãs, drusas e outras minorias, que provocaram um profundo choque entre a opinião pública, tanto na região quanto a nível internacional”.

Baqaei negou que o país persa esteja por trás dos atos de violência na Síria, que deixaram centenas de mortos.

“A acusação é completamente ridícula e rejeitada, e acreditamos que apontar o dedo acusador para o Irã e os amigos do Irã é uma ação equivocada, uma tendência para desviar e 100% enganosa”, disse o porta-voz em entrevista coletiva.

A violência explodiu após um ataque executado na quinta-feira passada (6) por partidários de Assad contra as forças de segurança perto de Latakia, cidade da região oeste do país e berço da minoria alauita.

As autoridades enviaram reforços para apoiar as operações das forças de segurança contra os combatentes pró-Assad.

A Síria é formada por diversas comunidades -sunita, curda, cristã, drusa-, e uma delas, os alauitas, estavam fortemente representados no aparato militar e de segurança nos mais de 50 anos em que a família Assad esteve no poder -primeiro com Hafez al-Assad e depois com Bashar.

Bashar foi deposto em dezembro do ano passado por uma coalizão liderada pelo grupo islamista radical sunita HTS (Organização para a Libertação do Levante, na sigla em árabe), ex-braço sírio do grupo terrorista Al Qaeda.

O líder rebelde Abu Mohammad al-Jolani, que agora atende pelo nome verdadeiro, Ahmed Hussein al-Sharaa, está a frente do governo provisório desde que Bashar deixou o país e se exilou na aliada Rússia.

Forças de Putin cercam ucranianos no sul da Rússia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Forças de Vladimir Putin começaram a fechar o círculo em torno de cerca de 10 mil militares de Kiev que ainda ocupam território em Kursk, no sul da Rússia, ameaçando anular uma das poucas cartas que Volodimir Zelenski tem em mãos para as negociações visando encerrar a Guerra da Ucrânia.

 

Em agosto passado, Zelenski surpreendeu Putin com o avanço na área, junto à região ucraniana de Sumi. Chegou a ocupar cerca de 1.300 km2, área um pouco maior do que a da cidade do Rio, e dominar a importante Sudja, ameaçando a própria capital regional, também chamada Kursk.

Além de ter uma ficha de barganha à mão, Kiev esperava retirar pressão da frente russa no leste de seu país. Putin, humilhado por ver botas estrangeiras pela primeira vez na Rússia desde que os nazistas invadiram a União Soviética em 1941, não desviou recursos para lá inicialmente.

A partir do acordo militar com a Coreia do Norte, direcionou segundo relatos forças de Pyongyang para Kursk, e aos poucos foi recuperando terreno. Desde a virada do ano, aumentou a pressão, já de olho na chegada de Trump ao poder -de forma mais incisiva que o esperado, o americano alinhou-se a Putin na guerra.

Agora, Kiev controla aproximadamente 500 km2, e os russos cercaram o saliente ucraniano por todos os lados, iniciando um movimento em pinça para o que no jargão militar se chama “fechar o caldeirão”.

Nesta segunda (10), a Guarda de Fronteira da Ucrânia confirmou que forças de Moscou invadiram a região de Sumi pela primeira vez desde 2022, buscando fechar o flanco oeste do caldeirão. A leste, o movimento ocorre em solo russo. O comandante das Forças Armadas ucranianas, Oleksandr Sirskii, buscou minimizar o risco de uma debacle, dizendo que não há um cerco completo.

Se a pressão funcionar, a operação visa deixar apenas duas alternativas: uma retirada pelo corredor ao sul da área invadida que ainda está aberto ou enfrentar um cerco sem linhas de suprimento, que já estão bastante degradadas segundo blogueiros militares russos e ucranianos.

Os combates em Kursk são considerados alguns dos mais violentos na guerra, mas paradoxalmente há pouquíssima informação sobre eles: Kiev quer manter suas posições em segredo, e Moscou baixou um blecaute informativo relativo sobre o que ocorre na região.

Segundo um observador em Moscou disse à Folha de S.Paulo, já não há suporte para novas operações ofensivas de Kiev no saliente. Ele disse acreditar que os ucranianos irão tentar evitar o recuo até o último momento, devido à questão das negociações, mas que sua posição já é praticamente insustentável.

Zelenski chegou nesta segunda (10) a Jeddah (Arábia Saudita) para preparar o terreno das conversas entre seu time negociador e outro enviado pelos Estados Unidos na terça (11), além de encontrar-se com príncipe herdeiro do reino, Mohammed bin Salman.

Há duas semanas, os americanos haviam se encontrado sozinhos com os russos na capital saudita, Riad, gerando protestos de Kiev. A reunião desta terça será em Jeddah, e o presidente ucraniano não estará presente, e sim o poderoso chefe de gabinete Andrii Iermak e os ministros da Defesa e das Relações Exteriores.

De lá para cá, Trump brigou com Zelenski ao vivo na Casa Branca, cortou a ajuda militar e o fornecimento de inteligência a Kiev.

A animosidade foi temperada com um recuo do ucraniano, que aceitou submeter-se à autoridade do americano, que por sua vez disse na noite de domingo (9) que estava perto de retomar o compartilhamento de dados como imagens de satélite com Kiev.

O fim de semana deu uma amostra do que a falta desse tipo de informação pode fazer, com ataques maciços da Rússia com mísseis balísticos, além dos usuais drones de mais fácil interceptação.

A Ucrânia montou uma engenhosa rede de sensores acústicos pelo país para detectar a passagem dos mísseis, mas o sensoriamento remoto de lançamentos em território russo só fica acurado se feito por satélites.

Também no domingo, Trump disse que esperava avanços nas conversas bilaterais com os ucranianos. “Temos de ouvir o que eles estão dispostos a fazer”, disse o secretário de Estado americano, Marco Rubio, que chefia a delegação americana.

Ele disse que Kiev pode voltar a receber ajuda americana. “Eu acho que a noção da pausa na ajuda, de forma geral, é algo que eu espero que possamos resolver. Obviamente, o que ocorrer amanhã será chave para isso”, disse Rubio no avião rumo à Arábia Saudita. Zelenski já sugeriu aceitar uma trégua parcial, de ataques aéreos e marítimos.

A Europa segue fora das negociações, com Washington fazendo o papel de intermediário entre Moscou e Kiev. Também nesta terça, uma reunião com cerca de 30 países irá discutir os planos de rearmamento do continente ante o desengajamento proposto por Trump.

No Kremlin, o porta-voz Dmitri Peskov disse nesta segunda que é preciso “esperar para ver se a Ucrânia quer a paz”, repetindo o mantra do chefe, Putin, que foi adotado por Trump também. Os russos já disseram que Kursk é inegociável à mesa.

De seu lado, antes de embarcar Zelenski apontou para os mortos do fim de semana em seu país para acusar o rival de ser o belicista.

Em solo ucraniano, resta também esta saber também se a presença russa em Sumi apenas visa a operação em Kursk ou irá tornar-se permanente, adicionando mais um pedacinho do vizinho na conta dos cerca de 20% que Putin controla do país. Na Rússia, duas refinarias foram atingidas no fim de semana por drones de Kiev.