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Famosos que foram acusados de serem hipócritas

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“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”… Bem, algumas celebridades já se envolveram em polêmicas por se posicionarem de uma maneira e fazerem exatamente o oposto… Hipócritas? Pois, certas personalidades já foram flagradas e denunciadas por ações contraditórias.

 

Clique na galeria e relembre quando os famosos foram acusados de hipocrisia.

Leia Também: Revelada causa da morte da cadela de Gene Hackman e Betsy Arakawa

Em meio a preocupação dos fãs Justin Bieber surge abraçado aos irmãos

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Justin Bieber tem sido o centro das atenções nos últimos dias, principalmente por causa de sua aparência, o que tem gerado preocupação entre os fãs. No entanto, uma nova imagem do cantor trouxe um pouco de tranquilidade.

 

Na sexta-feira, 14 de março, o pai do artista, Jeremy Bieber, publicou uma foto adorável onde Justin aparece relaxado no sofá ao lado de seus quatro irmãos mais novos: Allie Bieber (17 anos), Jazmyn (16 anos), Jaxon (15 anos) e Bay (6 anos).

A imagem rapidamente se espalhou pela imprensa internacional.

Leia Também: Belo defende Gracyanne após desabafo sobre fome

Bruna Biancardi curte post sobre suposta traição de Neymar

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Bruna Biancardi, influenciadora e noiva de Neymar, não comentou publicamente sobre os rumores de uma nova traição do jogador, mas chamou atenção ao curtir uma publicação no Instagram. O texto, assinado pela criadora de conteúdo Morgana Klein, traz uma análise sobre as reações ao caso. “O que me intriga não é a fofoca. É a torcida”, escreveu Morgana, destacando que o foco parece estar mais nos erros do que nos acertos de pessoas públicas.

 

O texto também aborda os julgamentos direcionados a Bruna Biancardi por supostamente perdoar Neymar. Morgana critica a falta de apoio entre mulheres. “As mesmas que gritam sororidade são as que querem ver outra mulher se arrebentar. Porque uma mulher que perdoa destrói a narrativa da mulher que se vinga”, pontuou.

A publicação reflete sobre a pressão social em casos de perdão após traições e levanta questionamentos. “Elas não odeiam traição, odeiam o fato de que ela perdoou. Porque se ela seguir em frente, o que impede você? Se ela pode construir algo novo, o que te prende no passado?”, finalizou Morgana. Veja o post abaixo:

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Revelada causa da morte da cadela de Gene Hackman e Betsy Arakawa

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Há uma nova atualização na investigação sobre o caso de Gene Hackman e Betsy Arakawa, que foram encontrados sem vida na casa onde moravam no mês passado.

 

A cadela do ator, Zinna, de 12 anos, também foi encontrada morta na residência, e agora se sabe a possível causa de seu falecimento.

Os exames realizados no animal mostraram desidratação e fome, sendo essas as prováveis causas da morte.

Segundo a Associated Press, que teve acesso ao relatório veterinário, o estado de decomposição do corpo da cadela pode ter dificultado a identificação de mudanças nos órgãos. No entanto, não foram encontradas evidências de doenças infecciosas, traumas ou envenenamento que pudessem ter causado sua morte. O relatório indica que o estômago do animal estava praticamente vazio.

Zinna era um dos três cães do casal e foi encontrada morta dentro de uma caixa, dentro de um armário no banheiro, perto do corpo de Betsy Arakawa. Os outros dois animais sobreviveram.

Na semana passada, foi confirmado que Gene Hackman faleceu devido a uma doença cardiovascular, enquanto sua esposa, Betsy Arakawa, morreu por complicações do hantavírus, uma infecção transmitida por roedores.

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Jogador de 15 anos sofre ataque cardíaco durante jogo

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Um jogador de apenas 15 anos sofreu uma parada cardíaca neste sábado, durante uma partida de rugby entre Bastia e Brignoles.

 

Segundo informações da emissora francesa France 3, o jovem caiu inconsciente no gramado após um choque com um adversário, causando imediatamente uma grande comoção.

O atleta recebeu atendimento no local por duas jogadoras do Ponettes (clube de rugby feminino), além de uma enfermeira e um bombeiro, antes da chegada dos serviços de emergência.

A publicação acrescenta que o jogador foi posteriormente levado para um hospital, onde continua sob acompanhamento médico, em estado considerado “muito preocupante”.

Leia Também: Chelsea coloca o goleiro mais caro da história à venda

Chelsea coloca o goleiro mais caro da história à venda

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O mercado de transferências de verão só abre dentro de aproximadamente dois meses e meio, mas o Chelsea já é um dos clubes mais ativos, graças às contratações de Geovany Quenda e Dário Essugo, do Sporting, por 51 e 22 milhões de euros, respectivamente.

 

Os Blues planejam investir ainda mais, especialmente na contratação de um novo atacante. No entanto, antes disso, precisarão vender jogadores. Segundo o jornalista italiano Fabrizio Romano, especializado no mercado de transferências, algumas saídas já estão previstas.

Uma delas é Kepa Arrizabalaga, goleiro que o Chelsea tornou o mais caro da história do futebol mundial em 2018, ao pagar 80 milhões de euros ao Athletic Bilbao – valor que ainda não foi superado para um goleiro.

Atualmente emprestado ao Bournemouth, o espanhol já sabe que não está nos planos do técnico Enzo Maresca para a próxima temporada e precisará encontrar um novo clube.

Outro nome na lista de possíveis saídas é Axel Disasi, zagueiro contratado do Monaco em 2023 por 45 milhões de euros. Sem conseguir se firmar em Stamford Bridge, ele acabou sendo emprestado ao Aston Villa em janeiro.

Leia Também: Hamilton critica Ferrari após estreia frustrante na Austrália: ‘Grato por não ter batido’

Ex-jogador da Premiere League é detido por suspeitas de cinco crimes

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John Fashanu, ex-jogador que se destacou em clubes como Aston Villa, Crystal Palace e Norwich City, foi detido na Nigéria em dezembro passado, segundo informações divulgadas neste domingo pelo jornal britânico Mirror.

 

O ex-internacional inglês é suspeito de ter cometido um total de cinco crimes, incluindo conspiração criminosa, ameaça à vida, intimidação, invasão de propriedade e obtenção de bens sob falsos pretextos. Por isso, foi colocado sob custódia policial junto com sua esposa, Vivian, e sua advogada, Chinyere Chigbu.

No entanto, segundo a publicação, Fashanu nega qualquer irregularidade e, além disso, entrou com um processo contra as autoridades nigerianas, exigindo uma indenização de 100 mil libras (cerca de 118,5 mil euros).

A origem desse conflito seria, de acordo com ele, uma disputa com um grupo de investidores, que teria prometido pagar 500 mil libras por um terreno de 22 hectares.

Fashanu, de 62 anos, teria ficado indignado ao descobrir que o grupo construiu uma cerca em torno da propriedade. Ele então decidiu ir até o local, onde afirma ter sido alvo de “tratamento desumano” por parte dos policiais que o prenderam.

Leia Também: Ex-Manchester City sente-se mal e obriga avião a aterrar de emergência

Trump faz aliados desistirem de comprar caças dos EUA

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IGOR GIELOW
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A diplomacia agressiva de Donald Trump começou a causar efeitos negativos para a poderosa indústria de defesa dos Estados Unidos, com aliados históricos de Washington decidindo cancelar a compra de aviões de combate americanos de última geração.

 

Canadá e Portugal anunciaram nos últimos dias estar atrás de opções à aquisição do caça F-35, modelo da americana Lockheed Martin que vinha se tornando o padrão das forças da Otan, a aliança militar liderada pelos EUA, com uma série de vendas na esteira da invasão russa da Ucrânia, em 2022.

A concorrência já sentiu o cheiro de sangue. Neste sábado (15), o presidente francês, Emmanuel Macron, vestiu o figurino de lobista da indústria de seu país e ofereceu o caça Dassault Rafale àqueles que estão com dúvidas acerca da compra do F-35 -e não só.

“Aqueles que compram sistemas Patriot devem receber oferta da nova geração franco-italiana SAMP/T. Aqueles que compram F-35 devem receber ofertas de Rafale”, disse, colocando no pacote uma alternativa ainda não testada às famosas baterias antiaéreas americanas.

Ele mirava especificamente canandenses e portugueses, agastados com Trump por motivos diferentes. Até aqui, foram empresas americanas as que mais lucraram com o aumento do gasto militar europeu devido à percepção de risco vindo de Moscou com a guerra.

No caso do país norte-americano, a questão é a posição do presidente desde o começo de seu mandato, repetindo diversas vezes que seria adequado anexar o Canadá e colocando o vizinho na primeira fila de sua guerra tarifária.

Em 2022, os canadenses anunciaram a compra de 88 F-35, um avião da chamada quinta geração, termo arbitrário para aparelhos furtivos ao radar, com alto poder de fusão de dados e características como o voo suspersônico sustentado sem pós-combustão, que gasta muito combustível.

Estimada em quase R$ 80 bilhões, a compra era uma das mais suculentas do mercado, e o F-35 derrotou o Rafale e o sueco Saab Gripen E/F, modelo comprado e operado pelo Brasil.

Reconduzido ao cargo após a troca de premiê do país, o ministro Bill Blair (Defesa) disse que o F-35 “foi apontado pela nossa Força Aérea como a plataforma que ela precisava, mas estamos examinando outras alternativas”.
O tom deixa aberta a porta para negociar termos com os americanos, mas o fato é que o azedume na relação entre os países pode de fato zerar o jogo. Hoje, Ottawa voa 89 antigos caças americanos F-18 Hornet.

Já o caso português reflete o mal-estar com a política de Trump em relação aos aliados europeus da Otan. Desde antes da posse, o americano cobrava maior gasto do continente com defesa, algo que já havia feito no mandato anterior, de 2017 a 2021.

No cargo, Trump deu um cavalo de pau na política até então de ordem unida contra a Rússia sobre a Ucrânia e alinhou-se à visão de Vladimir Putin sobre a origem do conflito, isolando Kiev e deixando europeus de fora das negociações de paz que abriu.

Isso levou a uma reação liderada por Macron e o premiê britânico, Keir Starmer. A UE (União Europeia) anunciou um plano mirabolante de gastos militares que chegaria ao longo dos anos a R$ 5 trilhões, o dobro do que todos os países da Otan fora os EUA gastam anualmente com defesa.

Na quinta (13), o ministro da Defesa português, Nuno Melo, disse que seu país já não considera a compra do F-35, o que seria o caminho natural para um operador do F-16, o venerando caça da mesma Lockheed Martin que era o padrão da Otan na geração passada. “O mundo mudou”, disse.

Lisboa opera 34 F-16 antigos, que segundo Melo chegaram ao fim de sua vida útil. Novamente, os franceses irão fazer lobby pelo Rafale, mas as características do país e o menor orçamento militar abrem uma janela de oportunidade para o Gripen -um caça mais barato de operar que o modelo de Paris.

O Rafale é um caça da chamada geração 4,5, ou seja, não tem as capacidades furtivas de um F-35, mas diversos recursos avançados. Já foram feitos 286 deles, 141 dos quais operados pelos franceses e os restantes, por Croácia, Grécia, Índia, Egito, Qatar e Emirados Árabes Unidos. Os sérvios deverão receber o modelo em breve.

O avião demorou para engatar como produto externo. Perdeu concorrências importantes, como para o Gripen no Brasil em 2013 ou no Canadá e na Finlândia mais recentemente, mas vive uma fase de renovado interesse do mercado.

O pulo do gato agora é o interesse alemão. Assim que estourou a guerra, Berlim anunciou aumento de gastos militares e a compra não só dos modelos europeus Eurofighter, mas também a aquisição de 35 F-35 para substituir os antigos Panavia Tornado na função de emprego de bombas nucleares táticas americanas.

Agora, há uma pressão para a europeização dos arsenais do continente, o que pode mudar a lista de desejos alemã.

Macron também tem oferecido a ampliação de seu guarda-chuva nuclear para outros países europeus, dado que seu comando de armas atômicas é independente do da Otan, que reúne bombas táticas lançadas por caças americanas e ogivas estratégicas britânicas disparadas de submarinos.

O arranjo, contudo, é difícil e o cobertor, curto. A França poderia postar alguns de seus Rafale com mísseis de cruzeiro nucleares na Alemanha ou na Polônia, mas isso serviria mais para provocar os russos do que para gerar uma dissuasão efetiva, que ainda depende dos EUA.

Trump faz aliados desistirem de comprar caças dos EUA

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IGOR GIELOW
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A diplomacia agressiva de Donald Trump começou a causar efeitos negativos para a poderosa indústria de defesa dos Estados Unidos, com aliados históricos de Washington decidindo cancelar a compra de aviões de combate americanos de última geração.

 

Canadá e Portugal anunciaram nos últimos dias estar atrás de opções à aquisição do caça F-35, modelo da americana Lockheed Martin que vinha se tornando o padrão das forças da Otan, a aliança militar liderada pelos EUA, com uma série de vendas na esteira da invasão russa da Ucrânia, em 2022.

A concorrência já sentiu o cheiro de sangue. Neste sábado (15), o presidente francês, Emmanuel Macron, vestiu o figurino de lobista da indústria de seu país e ofereceu o caça Dassault Rafale àqueles que estão com dúvidas acerca da compra do F-35 -e não só.

“Aqueles que compram sistemas Patriot devem receber oferta da nova geração franco-italiana SAMP/T. Aqueles que compram F-35 devem receber ofertas de Rafale”, disse, colocando no pacote uma alternativa ainda não testada às famosas baterias antiaéreas americanas.

Ele mirava especificamente canandenses e portugueses, agastados com Trump por motivos diferentes. Até aqui, foram empresas americanas as que mais lucraram com o aumento do gasto militar europeu devido à percepção de risco vindo de Moscou com a guerra.

No caso do país norte-americano, a questão é a posição do presidente desde o começo de seu mandato, repetindo diversas vezes que seria adequado anexar o Canadá e colocando o vizinho na primeira fila de sua guerra tarifária.

Em 2022, os canadenses anunciaram a compra de 88 F-35, um avião da chamada quinta geração, termo arbitrário para aparelhos furtivos ao radar, com alto poder de fusão de dados e características como o voo suspersônico sustentado sem pós-combustão, que gasta muito combustível.

Estimada em quase R$ 80 bilhões, a compra era uma das mais suculentas do mercado, e o F-35 derrotou o Rafale e o sueco Saab Gripen E/F, modelo comprado e operado pelo Brasil.

Reconduzido ao cargo após a troca de premiê do país, o ministro Bill Blair (Defesa) disse que o F-35 “foi apontado pela nossa Força Aérea como a plataforma que ela precisava, mas estamos examinando outras alternativas”.
O tom deixa aberta a porta para negociar termos com os americanos, mas o fato é que o azedume na relação entre os países pode de fato zerar o jogo. Hoje, Ottawa voa 89 antigos caças americanos F-18 Hornet.

Já o caso português reflete o mal-estar com a política de Trump em relação aos aliados europeus da Otan. Desde antes da posse, o americano cobrava maior gasto do continente com defesa, algo que já havia feito no mandato anterior, de 2017 a 2021.

No cargo, Trump deu um cavalo de pau na política até então de ordem unida contra a Rússia sobre a Ucrânia e alinhou-se à visão de Vladimir Putin sobre a origem do conflito, isolando Kiev e deixando europeus de fora das negociações de paz que abriu.

Isso levou a uma reação liderada por Macron e o premiê britânico, Keir Starmer. A UE (União Europeia) anunciou um plano mirabolante de gastos militares que chegaria ao longo dos anos a R$ 5 trilhões, o dobro do que todos os países da Otan fora os EUA gastam anualmente com defesa.

Na quinta (13), o ministro da Defesa português, Nuno Melo, disse que seu país já não considera a compra do F-35, o que seria o caminho natural para um operador do F-16, o venerando caça da mesma Lockheed Martin que era o padrão da Otan na geração passada. “O mundo mudou”, disse.

Lisboa opera 34 F-16 antigos, que segundo Melo chegaram ao fim de sua vida útil. Novamente, os franceses irão fazer lobby pelo Rafale, mas as características do país e o menor orçamento militar abrem uma janela de oportunidade para o Gripen -um caça mais barato de operar que o modelo de Paris.

O Rafale é um caça da chamada geração 4,5, ou seja, não tem as capacidades furtivas de um F-35, mas diversos recursos avançados. Já foram feitos 286 deles, 141 dos quais operados pelos franceses e os restantes, por Croácia, Grécia, Índia, Egito, Qatar e Emirados Árabes Unidos. Os sérvios deverão receber o modelo em breve.

O avião demorou para engatar como produto externo. Perdeu concorrências importantes, como para o Gripen no Brasil em 2013 ou no Canadá e na Finlândia mais recentemente, mas vive uma fase de renovado interesse do mercado.

O pulo do gato agora é o interesse alemão. Assim que estourou a guerra, Berlim anunciou aumento de gastos militares e a compra não só dos modelos europeus Eurofighter, mas também a aquisição de 35 F-35 para substituir os antigos Panavia Tornado na função de emprego de bombas nucleares táticas americanas.

Agora, há uma pressão para a europeização dos arsenais do continente, o que pode mudar a lista de desejos alemã.

Macron também tem oferecido a ampliação de seu guarda-chuva nuclear para outros países europeus, dado que seu comando de armas atômicas é independente do da Otan, que reúne bombas táticas lançadas por caças americanas e ogivas estratégicas britânicas disparadas de submarinos.

O arranjo, contudo, é difícil e o cobertor, curto. A França poderia postar alguns de seus Rafale com mísseis de cruzeiro nucleares na Alemanha ou na Polônia, mas isso serviria mais para provocar os russos do que para gerar uma dissuasão efetiva, que ainda depende dos EUA.

Inmet emite alerta amarelo de chuvas intensas e ventos de até 60 km/h no Brasil; veja onde

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) atualizou o alerta amarelo para o perigo potencial de chuvas e ventos intensos de até 60 quilômetros por hora em grande parte do Brasil. O aviso afeta Estados do Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Há inclusive riscos para trechos do Estado de São Paulo.

 

 

Veja Estados afetados:

 

Acre

Amazonas

Roraima

Maoto Grosso

Amapá

Pará

Mato Grosso do Sul

Goiás

Tocantins

Maranhão

São Paulo

Minas Gerais

Rio de Janeiro

Espírito Santo

 

Ainda conforme o Inmet, há alerta laranja para trechos do Amazonas, Acre, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba também válido ao menos até esta segunda-feira, 17.

 

 

Cidade de São Paulo

 

Neste domingo, 16, a capital paulista amanheceu com muita nebulosidade e chuviscos em alguns pontos da cidade. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a próxima semana começa com sol entre nuvens, temperaturas em elevação e chuvas na forma de pancadas concentradas no fim das tardes.

 

Segunda-feira: entre 20ºC e 24ºC;

Terça-feira: entre 19ºC e 26ºC;

Quarta-feira: entre 20ºC e 28ºC.

“As chuvas retornam na forma de pancadas isoladas que podem apresentar de moderada a forte intensidade, principalmente entre o meio da tarde e o início da noite”, alerta o CGE.

 

Veja as recomendações:

 

Em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas;

Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda;

Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada;

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Leia Também: Aposta de MG acerta Mega-Sena e ganha R$ 21,4 milhões; confira dezenas

 

Inmet emite alerta amarelo de chuvas intensas e ventos de até 60 km/h no Brasil; veja onde

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) atualizou o alerta amarelo para o perigo potencial de chuvas e ventos intensos de até 60 quilômetros por hora em grande parte do Brasil. O aviso afeta Estados do Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Há inclusive riscos para trechos do Estado de São Paulo.

 

 

Veja Estados afetados:

 

Acre

Amazonas

Roraima

Maoto Grosso

Amapá

Pará

Mato Grosso do Sul

Goiás

Tocantins

Maranhão

São Paulo

Minas Gerais

Rio de Janeiro

Espírito Santo

 

Ainda conforme o Inmet, há alerta laranja para trechos do Amazonas, Acre, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba também válido ao menos até esta segunda-feira, 17.

 

 

Cidade de São Paulo

 

Neste domingo, 16, a capital paulista amanheceu com muita nebulosidade e chuviscos em alguns pontos da cidade. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a próxima semana começa com sol entre nuvens, temperaturas em elevação e chuvas na forma de pancadas concentradas no fim das tardes.

 

Segunda-feira: entre 20ºC e 24ºC;

Terça-feira: entre 19ºC e 26ºC;

Quarta-feira: entre 20ºC e 28ºC.

“As chuvas retornam na forma de pancadas isoladas que podem apresentar de moderada a forte intensidade, principalmente entre o meio da tarde e o início da noite”, alerta o CGE.

 

Veja as recomendações:

 

Em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas;

Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda;

Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada;

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Leia Também: Aposta de MG acerta Mega-Sena e ganha R$ 21,4 milhões; confira dezenas

 

Simply Red mostra que segue flamejante em show repleto de hits

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IVAN FINOTTI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com o cabelo ainda flamejante aos 64 anos, Mick Hucknall gritou “oi, paulistas”, às 21h, na noite deste sábado, para um Allianz Park lotado. Era um público de mais de 40 anos ardentemente apaixonado pelo Simply Red.

 

O show de duas horas não teve pista, mas sim cadeiras colocadas sobre as placas que protegiam o gramado -19 horas após a apresentação, o estádio receberia a primeira partida da final do campeonato paulista, entre Palmeiras e Corinthians.

Com um jaquetão quadriculado, de tecido bem escuro, e camisa negra brilhante com motivos psicodélicos, Hucknall desfilou 22 canções, quase todas acompanhadas em coro pela plateia. E com uma voz ainda incrível, alcançando as notas como se ainda estivesse nos anos 1980.

Ainda que Mick Hucknall seja o único remanescente da banda de Manchester que lançou o álbum de estreia em 1985 -o saxofonista Ian Kirkham entrou no ano seguinte; os outros, bem depois–, ele sempre foi a cara e a voz inconfundível que marcou o Simply Red.

“Money’s Too Tight (to Mention)”, “Stars”, “If You Don’t Know Me by Now”, “The Air That I Breathe”, “Something Got Me Started” e a derradeira “Holding Back the Years” fizeram milhares se levantar, dançar e beijar as caras-metades num show que foi ensolarado, apesar de noturno. .

Muitas dessas músicas do Simply Red, com metais e ritmos bebidos no soul e no jazz, foram trilhas sonoras de novelas da Globo, como “Roda de Fogo”, de 1986, e “De Corpo e Alma”, de 1992.

No caso de “You Make Me Feel Brand New”, a música não apenas apareceu em “Celebridade”, de 2003, como Hucknall veio ao Brasil e gravou uma participação na casa de shows da personagem Maria Clara Diniz, interpretada por Malu Mader.

Bregas foram alguns dos vídeos exibidos nos telões atrás da banda. Oceanos, pores do sol, campos, flores, trigais, um verdadeiro compilado de descansos de tela. Em outras músicas, porém, as imagens melhoraram, com desenhos, animações, grafismos e psicodelia.

Além da idade do público, quarenta também era o mote da festa. O show de sábado fez parte da turnê de quatro décadas do lançamento do primeiro álbum do Simply Red, “Picture Book”, de 1985, quando a banda estourou imediatamente no Reino Unido e no mundo.

A tour de 40° aniversário começou em fevereiro no México e seguiu para o Chile e Rio de Janeiro. Após São Paulo, eles devem tocar em mais 50 estádios, incluindo o Wembley, em Londres, em outubro.

O grupo foi criado em Manchester em 1985 e vendeu mais de 60 milhões de álbuns em todo o mundo e colocou cinco de seus treze álbuns no número 1 em vendas no Reino Unido -os oito restantes estiveram no top 10.

Apontado como obra-prima do grupo, “Stars”, de 1991, manteve o título de álbum mais vendido da Grã-Bretanha e da Europa por dois anos consecutivos. O Simply Red já teve cerca de 2 bilhões de audições em plataformas de streaming e possui mais de 1,3 milhão de assinantes no YouTube.

Hucknall começou sua carreira em 1976, quando, aos 16 anos, montou uma banda punk com uns caras que conheceu num show dos Sex Pistols em Manchester. Esse grupo, Frantic Elevators, lançaria alguns singles, sendo o último deles “Holding Back the Years”, em 1982. A canção se tornaria famosa no álbum de estreia do Simply Red, três anos depois.

Seu último álbum, “Time”, é de 2023. Recentemente, Hucknall e sua banda têm se dedicado a um projeto de regravação de seus maiores sucessos, com roupagens mais modernas.

Leia Também: Casamento de Isis Valverde vai custar R$ 5 mi e terá aeroporto fechado

Simply Red mostra que segue flamejante em show repleto de hits

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IVAN FINOTTI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com o cabelo ainda flamejante aos 64 anos, Mick Hucknall gritou “oi, paulistas”, às 21h, na noite deste sábado, para um Allianz Park lotado. Era um público de mais de 40 anos ardentemente apaixonado pelo Simply Red.

 

O show de duas horas não teve pista, mas sim cadeiras colocadas sobre as placas que protegiam o gramado -19 horas após a apresentação, o estádio receberia a primeira partida da final do campeonato paulista, entre Palmeiras e Corinthians.

Com um jaquetão quadriculado, de tecido bem escuro, e camisa negra brilhante com motivos psicodélicos, Hucknall desfilou 22 canções, quase todas acompanhadas em coro pela plateia. E com uma voz ainda incrível, alcançando as notas como se ainda estivesse nos anos 1980.

Ainda que Mick Hucknall seja o único remanescente da banda de Manchester que lançou o álbum de estreia em 1985 -o saxofonista Ian Kirkham entrou no ano seguinte; os outros, bem depois–, ele sempre foi a cara e a voz inconfundível que marcou o Simply Red.

“Money’s Too Tight (to Mention)”, “Stars”, “If You Don’t Know Me by Now”, “The Air That I Breathe”, “Something Got Me Started” e a derradeira “Holding Back the Years” fizeram milhares se levantar, dançar e beijar as caras-metades num show que foi ensolarado, apesar de noturno. .

Muitas dessas músicas do Simply Red, com metais e ritmos bebidos no soul e no jazz, foram trilhas sonoras de novelas da Globo, como “Roda de Fogo”, de 1986, e “De Corpo e Alma”, de 1992.

No caso de “You Make Me Feel Brand New”, a música não apenas apareceu em “Celebridade”, de 2003, como Hucknall veio ao Brasil e gravou uma participação na casa de shows da personagem Maria Clara Diniz, interpretada por Malu Mader.

Bregas foram alguns dos vídeos exibidos nos telões atrás da banda. Oceanos, pores do sol, campos, flores, trigais, um verdadeiro compilado de descansos de tela. Em outras músicas, porém, as imagens melhoraram, com desenhos, animações, grafismos e psicodelia.

Além da idade do público, quarenta também era o mote da festa. O show de sábado fez parte da turnê de quatro décadas do lançamento do primeiro álbum do Simply Red, “Picture Book”, de 1985, quando a banda estourou imediatamente no Reino Unido e no mundo.

A tour de 40° aniversário começou em fevereiro no México e seguiu para o Chile e Rio de Janeiro. Após São Paulo, eles devem tocar em mais 50 estádios, incluindo o Wembley, em Londres, em outubro.

O grupo foi criado em Manchester em 1985 e vendeu mais de 60 milhões de álbuns em todo o mundo e colocou cinco de seus treze álbuns no número 1 em vendas no Reino Unido -os oito restantes estiveram no top 10.

Apontado como obra-prima do grupo, “Stars”, de 1991, manteve o título de álbum mais vendido da Grã-Bretanha e da Europa por dois anos consecutivos. O Simply Red já teve cerca de 2 bilhões de audições em plataformas de streaming e possui mais de 1,3 milhão de assinantes no YouTube.

Hucknall começou sua carreira em 1976, quando, aos 16 anos, montou uma banda punk com uns caras que conheceu num show dos Sex Pistols em Manchester. Esse grupo, Frantic Elevators, lançaria alguns singles, sendo o último deles “Holding Back the Years”, em 1982. A canção se tornaria famosa no álbum de estreia do Simply Red, três anos depois.

Seu último álbum, “Time”, é de 2023. Recentemente, Hucknall e sua banda têm se dedicado a um projeto de regravação de seus maiores sucessos, com roupagens mais modernas.

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‘Elis Regina defenderia o andar de baixo hoje’, diz o filho João Marcello Bôscoli

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NADINE NASCIMENTO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma repórter da TV Cultura pergunta a Elis Regina, em 1981, enquanto ela rodava o país com o show “Trem Azul”, se ela se sentia realizada como mulher e profissional. A artista respondeu de forma direta: “De jeito nenhum, nem num ponto, nem no outro. Tenho três filhos que não estão totalmente criados. E tem tanta coisa para acontecer na minha vida de cidadã comum. Na minha vida profissional, eu não cheguei nem na metade do que pretendia”. A cantora morreria meses depois, em janeiro de 1982, em sua casa.

 

Elis completaria 80 anos neste dia 17 de março. Para celebrar seu legado, seu filho mais velho, João Marcello Bôscoli produz o show “Elis 80”, com João Bosco, Fagner, Ivan Lins -alguns dos principais compositores interpretados pela cantora-, e seu irmão, Pedro Mariano. Quase sem ingressos disponíveis, o evento afasta a chance da artista, morta há 43 anos, ser esquecida -possibilidade que assombrava Bôscoli.
“Era um medo infantil, que logo se transformou em ações. Era uma preocupação porque antes, quando colocava a mão na cama dela, eu sentia o calor, e o calor foi se perdendo. As roupas, o cheiro dela, foram se perdendo.”

O produtor cita outras grandes cantoras contemporâneas à Elis que, segundo ele, foram esquecidas com o tempo de forma “dolorosa e estranha”, o que reforçava seu temor. Entre elas, Ângela Maria, Dalva de Oliveira, Elizeth Cardoso, Nara Leão e Sylvia Telles.

O tributo à artista, que ocorrerá no próximo dia 28 no Espaço Unimed, em São Paulo, conta com o auxílio da inteligência artificial, que permitiu extrair a voz original de Elis de gravações de estúdio de forma limpa para ser acompanhada por uma banda ao vivo.

“Quando você está lá dentro, se fechar os olhos, é como se ela estivesse ali. O som sai das caixas exatamente como saía, com a energia que ela sempre transmitiu”, diz Bôscoli. A seleção do repertório também faz uma homenagem à forte ligação que Elis tinha com os compositores. No setlist, canções como “Cartomante”, de Ivan Lins, “O Bêbado e a Equilibrista”, “O Mestre-Sala dos Mares” e “Dois pra Lá e Dois pra Cá”, de João Bosco, “Mucuripe” e “Noves Fora”, de Fagner.

Além do carisma e do talento de Elis, Bôscoli acredita hoje que a artista não será esquecida devido às ações feitas, tanto pela família quanto por outros, para manter sua obra viva. Ele cita a cinebiografia “Elis”, a biografia “Elis Regina – Nada Será Como Antes” e o espetáculo “Elis, a Musical”.

O produtor lembra também da campanha da Volkswagen, de 2023, com sua irmã, a cantora Maria Rita, na qual o rosto de Elis é recriado por inteligência artificial enquanto uma atriz a interpreta. Mãe e filha cantam “Como Nossos Pais” e dirigem cada uma uma Kombi.

O comercial passa de 33 milhões de visualizações no YouTube da Volkswagen e gerou intensa repercussão nas redes sociais a respeito de possíveis regras para uso de inteligência artificial em peças publicitárias. O produtor, que não participou diretamente do projeto, viu com bons olhos a homenagem. “Se eu tivesse um arrependimento, falaria aqui, mas muito pelo contrário, foi excelente para a Elis, aumentou as buscas por ela e o seu número de ouvintes”.
Apesar de não terem participado do projeto, Bôscoli e Mariano tiveram de aprová-lo. “Chegou para mim que a Maria ia fazer uma campanha para a Volkswagen com uma interação com Elis. Na hora eu falei ‘pô, que legal, deve ser emocionante para ela’. E já assinei.”

O produtor diz que ele e seus irmãos compartilham um respeito mútuo quando o assunto é preservar a memória de Elis. “O que um faz, os outros dois apoiam. Nunca dissemos não um para o outro.”

Bôscoli também é autor de outra grande homenagem à artista. Seu livro “Elis e Eu”, de 2019, responde a uma pergunta que ouviu muito ao longo da vida, “você se lembra da sua mãe?”, e narra com afeto os 11 anos, seis meses e 19 nos quais conviveram.

Nesse livro, a grande estrela da música está presente, mas principalmente a mãe dedicada. Em um dos trechos, o produtor, ainda criança, parece descobrir a fama da mãe, quando vão à feira juntos e são assediados pelas pessoas. Enciumado, ele percebe que a mãe era dele, “mas Elis era do mundo”. “Ela nunca deixou de fazer feira, de encapar caderno, de cuidar de nós três”, conta à Folha.

Para separar a dimensão materna da artista, Bôscoli até hoje se refere a ela como Elis. “Acho que a Elis é uma parte da minha mãe. É a face pública da minha mãe. Então assim, eu entendo que essa Elis não é minha. Essa Elis é uma personalidade coletiva que só está onde está por causa das pessoas. A minha mãe já é uma outra coisa.”

O livro começa com a morte da artista, quando o então namorado Samuel Mac Dowell entra na casa para tirá-la desacordada do seu quarto em direção ao hospital. Na correria, o filho mais velho tem tempo só para esticar o braço e sentir pela última vez o calor do seu corpo ainda vivo.

A partir daí, a narrativa se desenvolve avançando no tempo, quando revela a solidão na qual se encontrou João Marcello após seus irmãos serem levados pelo pai deles, César Mariano, enquanto ele tinha dificuldades em se vincular o próprio genitor, Ronaldo Bôscoli.

Depois, o livro volta no tempo para revelar muitas das traquinagens feitas por Bôscoli, e a reação de Elis a elas. Também conta como a artista equilibrava a maternidade, com seu trabalho, suas relações amorosas e a posição diante da ditadura militar.

Alguns dos pontos altos de “Elis e Eu” são os castigos que Elis dá em Bôscoli. Como quando ele compra materiais escolares e diz que a mãe pagaria depois, sem que ela soubesse, e ele é obrigado a devolver, depois de ouvir “sua mãe é rica, mas a minha não”. Ou quando ele vai à casa de um colega, filho de um político supostamente corrupto, e Elis o expulsa de casa.
Em outro momento, Elis coloca o filho em uma escola pública para ele “conhecer o Brasil de verdade”. Preocupação que revela também a consciência política da artista.

Se estivesse viva hoje, acredita Bôscoli, “ela estaria do lado que a gente imagina que ela estaria, defendendo o ser humano, a classe artística, o andar de baixo, como sempre, que é de onde ela veio e onde ela se sentia bem. Não é possível imaginar a Elis com alguma postura anti-humana”.

Em uma carta para Elis, escrita logo depois de sua morte, o cartunista Henfil diz que a artista foi “morta” pelos homens ao seu redor. “Nós, homens, te matamos, mulher. Você dobrou tua voz e venceu. Dobrou teus negócios e venceu. Dobrou tua consciência política e venceu. Quis ser mulher livre e perdeu”.

“Estou com Henfil nesse caso. Ela vivia um momento de tristeza, insegurança, exploração e crueldade”, diz Bôscoli, que é categórico ao afirmar que a mãe não morreu de overdose. Ele então corrobora a entrevista dada pela cantora à TV Cultura. “Ela não faria isso com três filhos em casa, cheia de planos.”

‘Elis Regina defenderia o andar de baixo hoje’, diz o filho João Marcello Bôscoli

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NADINE NASCIMENTO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma repórter da TV Cultura pergunta a Elis Regina, em 1981, enquanto ela rodava o país com o show “Trem Azul”, se ela se sentia realizada como mulher e profissional. A artista respondeu de forma direta: “De jeito nenhum, nem num ponto, nem no outro. Tenho três filhos que não estão totalmente criados. E tem tanta coisa para acontecer na minha vida de cidadã comum. Na minha vida profissional, eu não cheguei nem na metade do que pretendia”. A cantora morreria meses depois, em janeiro de 1982, em sua casa.

 

Elis completaria 80 anos neste dia 17 de março. Para celebrar seu legado, seu filho mais velho, João Marcello Bôscoli produz o show “Elis 80”, com João Bosco, Fagner, Ivan Lins -alguns dos principais compositores interpretados pela cantora-, e seu irmão, Pedro Mariano. Quase sem ingressos disponíveis, o evento afasta a chance da artista, morta há 43 anos, ser esquecida -possibilidade que assombrava Bôscoli.
“Era um medo infantil, que logo se transformou em ações. Era uma preocupação porque antes, quando colocava a mão na cama dela, eu sentia o calor, e o calor foi se perdendo. As roupas, o cheiro dela, foram se perdendo.”

O produtor cita outras grandes cantoras contemporâneas à Elis que, segundo ele, foram esquecidas com o tempo de forma “dolorosa e estranha”, o que reforçava seu temor. Entre elas, Ângela Maria, Dalva de Oliveira, Elizeth Cardoso, Nara Leão e Sylvia Telles.

O tributo à artista, que ocorrerá no próximo dia 28 no Espaço Unimed, em São Paulo, conta com o auxílio da inteligência artificial, que permitiu extrair a voz original de Elis de gravações de estúdio de forma limpa para ser acompanhada por uma banda ao vivo.

“Quando você está lá dentro, se fechar os olhos, é como se ela estivesse ali. O som sai das caixas exatamente como saía, com a energia que ela sempre transmitiu”, diz Bôscoli. A seleção do repertório também faz uma homenagem à forte ligação que Elis tinha com os compositores. No setlist, canções como “Cartomante”, de Ivan Lins, “O Bêbado e a Equilibrista”, “O Mestre-Sala dos Mares” e “Dois pra Lá e Dois pra Cá”, de João Bosco, “Mucuripe” e “Noves Fora”, de Fagner.

Além do carisma e do talento de Elis, Bôscoli acredita hoje que a artista não será esquecida devido às ações feitas, tanto pela família quanto por outros, para manter sua obra viva. Ele cita a cinebiografia “Elis”, a biografia “Elis Regina – Nada Será Como Antes” e o espetáculo “Elis, a Musical”.

O produtor lembra também da campanha da Volkswagen, de 2023, com sua irmã, a cantora Maria Rita, na qual o rosto de Elis é recriado por inteligência artificial enquanto uma atriz a interpreta. Mãe e filha cantam “Como Nossos Pais” e dirigem cada uma uma Kombi.

O comercial passa de 33 milhões de visualizações no YouTube da Volkswagen e gerou intensa repercussão nas redes sociais a respeito de possíveis regras para uso de inteligência artificial em peças publicitárias. O produtor, que não participou diretamente do projeto, viu com bons olhos a homenagem. “Se eu tivesse um arrependimento, falaria aqui, mas muito pelo contrário, foi excelente para a Elis, aumentou as buscas por ela e o seu número de ouvintes”.
Apesar de não terem participado do projeto, Bôscoli e Mariano tiveram de aprová-lo. “Chegou para mim que a Maria ia fazer uma campanha para a Volkswagen com uma interação com Elis. Na hora eu falei ‘pô, que legal, deve ser emocionante para ela’. E já assinei.”

O produtor diz que ele e seus irmãos compartilham um respeito mútuo quando o assunto é preservar a memória de Elis. “O que um faz, os outros dois apoiam. Nunca dissemos não um para o outro.”

Bôscoli também é autor de outra grande homenagem à artista. Seu livro “Elis e Eu”, de 2019, responde a uma pergunta que ouviu muito ao longo da vida, “você se lembra da sua mãe?”, e narra com afeto os 11 anos, seis meses e 19 nos quais conviveram.

Nesse livro, a grande estrela da música está presente, mas principalmente a mãe dedicada. Em um dos trechos, o produtor, ainda criança, parece descobrir a fama da mãe, quando vão à feira juntos e são assediados pelas pessoas. Enciumado, ele percebe que a mãe era dele, “mas Elis era do mundo”. “Ela nunca deixou de fazer feira, de encapar caderno, de cuidar de nós três”, conta à Folha.

Para separar a dimensão materna da artista, Bôscoli até hoje se refere a ela como Elis. “Acho que a Elis é uma parte da minha mãe. É a face pública da minha mãe. Então assim, eu entendo que essa Elis não é minha. Essa Elis é uma personalidade coletiva que só está onde está por causa das pessoas. A minha mãe já é uma outra coisa.”

O livro começa com a morte da artista, quando o então namorado Samuel Mac Dowell entra na casa para tirá-la desacordada do seu quarto em direção ao hospital. Na correria, o filho mais velho tem tempo só para esticar o braço e sentir pela última vez o calor do seu corpo ainda vivo.

A partir daí, a narrativa se desenvolve avançando no tempo, quando revela a solidão na qual se encontrou João Marcello após seus irmãos serem levados pelo pai deles, César Mariano, enquanto ele tinha dificuldades em se vincular o próprio genitor, Ronaldo Bôscoli.

Depois, o livro volta no tempo para revelar muitas das traquinagens feitas por Bôscoli, e a reação de Elis a elas. Também conta como a artista equilibrava a maternidade, com seu trabalho, suas relações amorosas e a posição diante da ditadura militar.

Alguns dos pontos altos de “Elis e Eu” são os castigos que Elis dá em Bôscoli. Como quando ele compra materiais escolares e diz que a mãe pagaria depois, sem que ela soubesse, e ele é obrigado a devolver, depois de ouvir “sua mãe é rica, mas a minha não”. Ou quando ele vai à casa de um colega, filho de um político supostamente corrupto, e Elis o expulsa de casa.
Em outro momento, Elis coloca o filho em uma escola pública para ele “conhecer o Brasil de verdade”. Preocupação que revela também a consciência política da artista.

Se estivesse viva hoje, acredita Bôscoli, “ela estaria do lado que a gente imagina que ela estaria, defendendo o ser humano, a classe artística, o andar de baixo, como sempre, que é de onde ela veio e onde ela se sentia bem. Não é possível imaginar a Elis com alguma postura anti-humana”.

Em uma carta para Elis, escrita logo depois de sua morte, o cartunista Henfil diz que a artista foi “morta” pelos homens ao seu redor. “Nós, homens, te matamos, mulher. Você dobrou tua voz e venceu. Dobrou teus negócios e venceu. Dobrou tua consciência política e venceu. Quis ser mulher livre e perdeu”.

“Estou com Henfil nesse caso. Ela vivia um momento de tristeza, insegurança, exploração e crueldade”, diz Bôscoli, que é categórico ao afirmar que a mãe não morreu de overdose. Ele então corrobora a entrevista dada pela cantora à TV Cultura. “Ela não faria isso com três filhos em casa, cheia de planos.”

Belo defende Gracyanne após desabafo sobre fome

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ANAHI MARTINHO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Belo usou suas redes sociais para defender a ex-mulher Gracyanne Barbosa, que admitiu ter roubado comida dos colegas no BBB 25.

 

No sábado (15), a fisiculturista revelou em rede nacional que já passou fome e comeu do lixo. Disse que, por causa do trauma, acabou se descontrolando e furtando alimentos no BBB. “Não é sobre comer, é sobre pensar na insegurança de não ter”, explicou, abalada.

Belo, que foi casado com Gracyanne entre 2011 e 2024, afirmou conhecer detalhes do passado sofrido da ex.

“Eu conheço a Gracyanne como poucos. Durante 17 anos, estive ao lado dela, vi sua força, suas batalhas e tudo o que ela superou para se tornar a mulher incrível que o Brasil não conhece. Mas os muitos não sabem -e, talvez, ela nunca tenha tido coragem de contar antes- é o que realmente ficou marcado em sua trajetória”, escreveu o cantor.

“Quando a Gra chegou ao Rio de Janeiro, ela não tinha nada. Nada além de um sonho e a vontade de vencer. Teve dias em que não teve o que comer, noites em que não tinha onde dormir. Ela passou dificuldades. Fome. Parte disso ela já tinha conseguido contar publicamente, parte não”, continuou.

“Eu sei de praticamente tudo, porque o assunto ficou guardado entre nós durante os 16 anos em que estivemos juntos. Isso não é algo fácil de dizer, nem para mim, nem para ela. Mas é uma verdade que agora veio à tona e que explica muito sobre as reações dela dentro da casa do BBB 25. [Ela] Tem a dificuldade com a comida, que ela expôs hoje. E também a desconfiança em relação a tudo e a todos, muito compreensível, quando se observa todo o passado”, prosseguiu Belo.

“O medo de passar por tudo aquilo de novo deixa marcas que ninguém vê, mas que influenciam até as pequenas escolhas. Eu não estou aqui para justificar nada, mas para pedir respeito por alguém que já passou por mais do que muita gente pode imaginar. A Gra sempre teve uma relação distante com sua família, e só quando já era independente financeiramente conseguiu se aproximar. Tudo o que ela conquistou foi com suor, dedicação e sacrifício”, completou.

O cantor terminou sua postagem manifestando seu apoio incondicional por Gracyanne. “Nada do que vivemos juntos será apagado e eu sei da grandeza do coração dela. Que ela possa sair dessa experiência mais forte do que entrou. E que a gente aprenda a olhar as pessoas além do que a TV nos mostra”, concluiu.

Belo defende Gracyanne após desabafo sobre fome

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ANAHI MARTINHO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Belo usou suas redes sociais para defender a ex-mulher Gracyanne Barbosa, que admitiu ter roubado comida dos colegas no BBB 25.

 

No sábado (15), a fisiculturista revelou em rede nacional que já passou fome e comeu do lixo. Disse que, por causa do trauma, acabou se descontrolando e furtando alimentos no BBB. “Não é sobre comer, é sobre pensar na insegurança de não ter”, explicou, abalada.

Belo, que foi casado com Gracyanne entre 2011 e 2024, afirmou conhecer detalhes do passado sofrido da ex.

“Eu conheço a Gracyanne como poucos. Durante 17 anos, estive ao lado dela, vi sua força, suas batalhas e tudo o que ela superou para se tornar a mulher incrível que o Brasil não conhece. Mas os muitos não sabem -e, talvez, ela nunca tenha tido coragem de contar antes- é o que realmente ficou marcado em sua trajetória”, escreveu o cantor.

“Quando a Gra chegou ao Rio de Janeiro, ela não tinha nada. Nada além de um sonho e a vontade de vencer. Teve dias em que não teve o que comer, noites em que não tinha onde dormir. Ela passou dificuldades. Fome. Parte disso ela já tinha conseguido contar publicamente, parte não”, continuou.

“Eu sei de praticamente tudo, porque o assunto ficou guardado entre nós durante os 16 anos em que estivemos juntos. Isso não é algo fácil de dizer, nem para mim, nem para ela. Mas é uma verdade que agora veio à tona e que explica muito sobre as reações dela dentro da casa do BBB 25. [Ela] Tem a dificuldade com a comida, que ela expôs hoje. E também a desconfiança em relação a tudo e a todos, muito compreensível, quando se observa todo o passado”, prosseguiu Belo.

“O medo de passar por tudo aquilo de novo deixa marcas que ninguém vê, mas que influenciam até as pequenas escolhas. Eu não estou aqui para justificar nada, mas para pedir respeito por alguém que já passou por mais do que muita gente pode imaginar. A Gra sempre teve uma relação distante com sua família, e só quando já era independente financeiramente conseguiu se aproximar. Tudo o que ela conquistou foi com suor, dedicação e sacrifício”, completou.

O cantor terminou sua postagem manifestando seu apoio incondicional por Gracyanne. “Nada do que vivemos juntos será apagado e eu sei da grandeza do coração dela. Que ela possa sair dessa experiência mais forte do que entrou. E que a gente aprenda a olhar as pessoas além do que a TV nos mostra”, concluiu.

Curry lidera Warriors contra os Knicks e Kerr se torna o técnico mais vitorioso da franquia

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Após se tornar o primeiro jogador da NBA a superar a marca de 4.000 cestas de três pontos, Stephen Curry liderou o Golden State Warriors na vitória por 97 a 94 sobre o New York Knicks, na noite de sábado, em San Francisco. O astro de 37 anos anotou 28 pontos, distribuiu cinco assistências e pegou sete rebotes, sendo decisivo para confirmar a sétima vitória seguida da equipe – 12 em 13 partidas.

Jimmy Butler novamente fez um pouco de tudo com 11 pontos, sete assistências e seis rebotes. Desde sua estreia, após uma saída conturbada do Miami Heat, os Warriors venceram 14 partidas e só perderam uma com a estrela em quadra. O brasileiro Gui Santos foi novamente titular e contribuiu para o triunfo da equipe.

O triunfo foi especial para Steve Kerr, que se tornou o técnico recordista de vitórias na temporada regular dos Warriors, passando o falecido membro do Hall da Fama Al Attles com sua 558ª vitória em sua 11ª temporada à frente da franquia. Ele foi homenageado no placar após o apito final e recebeu os parabéns de alguns de seus colegas treinadores.

Em uma cerimônia especial no vestiário, Wilhelmina Attles, esposa de Al Attles, presenteou Steve Kerr com a bola do jogo depois que ele ultrapassou seu marido e se tornou o treinador mais vitorioso de todos os tempos do Warriors.

“Foi um grande momento receber a bola do jogo da família Attles, foi realmente lindo ser homenageado pela presença deles”, disse Kerr. “Obviamente, Al Attles é o ‘Senhor Guerreiro’ para sempre e o recorde é meio surreal até mesmo pensar que isso poderia acontecer. É um reflexo da nossa força e estabilidade organizacional e do nível de talento nos últimos 11 anos, então sou incrivelmente sortudo por fazer parte desta organização e desta cidade. Muito honrado pela grandeza de Al e o que ele significa para a franquia.”

Kerr, 59 anos, levou o Golden State Warriors ao seu primeiro campeonato em 40 anos durante sua primeira temporada, em 2014/15. Ele repetiu as conquistas em 2017, 2018 e 2022 a agora soma 558 vitória e 302 derrotas à frente da franquia em 860 partidas – Attles, que passou mais de seis décadas a serviço dos Warriors como jogador, treinador, gerente geral e embaixador – levou 1.075 para atingir a marca anterior.

“Ele mudou tudo”, elogiou Draymond Green. “Ele foi tão importante quanto qualquer um no que esta organização se tornou. As coisas que ele me ensinou sobre vencer, não apenas a mim, mas tentei aprender pequenas coisas. Há uma coisa que ele me ensinou sobre vencer, especialmente quando se trata de playoffs, que não compartilharei até terminar de jogar porque me recuso a revelar seu segredo, mas é um segredo incrível.”

Do lado do conjunto de Nova York, Karl-Anthony Towns marcou 29 pontos e pegou 12 rebotes, mas não conseguiu levar a equipe à terceira vitória consecutiva na NBA.

VITÓRIA SUADA

Em Denver, o Washington Wizards contou com uma cesta de três pontos de Jordan Poole a 2 segundos do fim da partida para derrotar o anfitrião Denver Nuggets por 126 a 123. Poole terminou o confronto com 19 pontos, mas Alex Sarr liderou os Wizards com um recorde pessoal de 34 pontos, seis rebotes e cinco assistências.

O resultado surpreendeu a torcida de Denver, já que a equipe tem a segunda melhor campanha da Conferência Oeste, com 43 vitórias e 25 derrotas – ao lado do Houston Rockets e do Memphis Grizzlies -, sendo apenas superado pelo Oklahoma City Thunder (55 a 12). Por outro lado, os Wizards tinham a pior campanha da temporada da NBA, mas ultrapassaram o Utah Jazz com o 15º triunfo – e 51 derrotas.

Nem mesmo o “double-double” de Nikola Jokic foi suficiente para impedir o fiasco levar os Nuggets à vitória. O sérvio anotou 40 pontos e pegou 13 rebotes.

Confira os resultados da noite deste sábado:

Brooklyn Nets 113 x 115 Boston Celtics

Detroit Pistons 107 x 113 Oklahoma City Thunder

Houston Rockets 117 x 114 Chicago Bulls

Milwaukee Bucks 126 x 119 Indiana Pacers

Memphis Grizzlies 125 x 91 Miami Heat

San Antonio Spurs 119 x 115 New Orleans Pelicans

Golden State Warriors 97 x 94 New York Knicks

Denver Nuggets 123 x 126 Washington Wizards

Acompanhe os jogos deste domingo:

Cleveland Cavaliers x Orlando Magic

Dallas Mavericks x Philadelphia 76ers

Los Angeles Lakers x Phoenix Suns

Brooklyn Nets x Atlanta Hawks

Portland Trail Blazers x Toronto Raptors

Los Angeles Clippers x Charlotte Hornets

Minnesota Timberwolves x Utah Jazz

Milwaukee Bucks x Oklahoma City Thunder

Curry lidera Warriors contra os Knicks e Kerr se torna o técnico mais vitorioso da franquia

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Após se tornar o primeiro jogador da NBA a superar a marca de 4.000 cestas de três pontos, Stephen Curry liderou o Golden State Warriors na vitória por 97 a 94 sobre o New York Knicks, na noite de sábado, em San Francisco. O astro de 37 anos anotou 28 pontos, distribuiu cinco assistências e pegou sete rebotes, sendo decisivo para confirmar a sétima vitória seguida da equipe – 12 em 13 partidas.

Jimmy Butler novamente fez um pouco de tudo com 11 pontos, sete assistências e seis rebotes. Desde sua estreia, após uma saída conturbada do Miami Heat, os Warriors venceram 14 partidas e só perderam uma com a estrela em quadra. O brasileiro Gui Santos foi novamente titular e contribuiu para o triunfo da equipe.

O triunfo foi especial para Steve Kerr, que se tornou o técnico recordista de vitórias na temporada regular dos Warriors, passando o falecido membro do Hall da Fama Al Attles com sua 558ª vitória em sua 11ª temporada à frente da franquia. Ele foi homenageado no placar após o apito final e recebeu os parabéns de alguns de seus colegas treinadores.

Em uma cerimônia especial no vestiário, Wilhelmina Attles, esposa de Al Attles, presenteou Steve Kerr com a bola do jogo depois que ele ultrapassou seu marido e se tornou o treinador mais vitorioso de todos os tempos do Warriors.

“Foi um grande momento receber a bola do jogo da família Attles, foi realmente lindo ser homenageado pela presença deles”, disse Kerr. “Obviamente, Al Attles é o ‘Senhor Guerreiro’ para sempre e o recorde é meio surreal até mesmo pensar que isso poderia acontecer. É um reflexo da nossa força e estabilidade organizacional e do nível de talento nos últimos 11 anos, então sou incrivelmente sortudo por fazer parte desta organização e desta cidade. Muito honrado pela grandeza de Al e o que ele significa para a franquia.”

Kerr, 59 anos, levou o Golden State Warriors ao seu primeiro campeonato em 40 anos durante sua primeira temporada, em 2014/15. Ele repetiu as conquistas em 2017, 2018 e 2022 a agora soma 558 vitória e 302 derrotas à frente da franquia em 860 partidas – Attles, que passou mais de seis décadas a serviço dos Warriors como jogador, treinador, gerente geral e embaixador – levou 1.075 para atingir a marca anterior.

“Ele mudou tudo”, elogiou Draymond Green. “Ele foi tão importante quanto qualquer um no que esta organização se tornou. As coisas que ele me ensinou sobre vencer, não apenas a mim, mas tentei aprender pequenas coisas. Há uma coisa que ele me ensinou sobre vencer, especialmente quando se trata de playoffs, que não compartilharei até terminar de jogar porque me recuso a revelar seu segredo, mas é um segredo incrível.”

Do lado do conjunto de Nova York, Karl-Anthony Towns marcou 29 pontos e pegou 12 rebotes, mas não conseguiu levar a equipe à terceira vitória consecutiva na NBA.

VITÓRIA SUADA

Em Denver, o Washington Wizards contou com uma cesta de três pontos de Jordan Poole a 2 segundos do fim da partida para derrotar o anfitrião Denver Nuggets por 126 a 123. Poole terminou o confronto com 19 pontos, mas Alex Sarr liderou os Wizards com um recorde pessoal de 34 pontos, seis rebotes e cinco assistências.

O resultado surpreendeu a torcida de Denver, já que a equipe tem a segunda melhor campanha da Conferência Oeste, com 43 vitórias e 25 derrotas – ao lado do Houston Rockets e do Memphis Grizzlies -, sendo apenas superado pelo Oklahoma City Thunder (55 a 12). Por outro lado, os Wizards tinham a pior campanha da temporada da NBA, mas ultrapassaram o Utah Jazz com o 15º triunfo – e 51 derrotas.

Nem mesmo o “double-double” de Nikola Jokic foi suficiente para impedir o fiasco levar os Nuggets à vitória. O sérvio anotou 40 pontos e pegou 13 rebotes.

Confira os resultados da noite deste sábado:

Brooklyn Nets 113 x 115 Boston Celtics

Detroit Pistons 107 x 113 Oklahoma City Thunder

Houston Rockets 117 x 114 Chicago Bulls

Milwaukee Bucks 126 x 119 Indiana Pacers

Memphis Grizzlies 125 x 91 Miami Heat

San Antonio Spurs 119 x 115 New Orleans Pelicans

Golden State Warriors 97 x 94 New York Knicks

Denver Nuggets 123 x 126 Washington Wizards

Acompanhe os jogos deste domingo:

Cleveland Cavaliers x Orlando Magic

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Brooklyn Nets x Atlanta Hawks

Portland Trail Blazers x Toronto Raptors

Los Angeles Clippers x Charlotte Hornets

Minnesota Timberwolves x Utah Jazz

Milwaukee Bucks x Oklahoma City Thunder

Dono do United ameaça deixar o clube em caso de pressão dos torcedores

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Jim Ratcliffe, bilionário dono do Manchester United, vem sofrendo críticas pela sua gestão à frente do clube e ameaçou deixar o comando caso sofra pressão e tenha sua família ‘abusada’.
O bilionário britânico, que comprou o clube em 2024, vem causando polêmica com declarações criticando jogadores e com decisões de gestão do clube.

 

Em mais uma fala controversa, Ratcliffe afirmou que pode deixar o clube caso sofra uma pressão exagerada dos torcedores e sinta sua família afetada.
A família Glazer estava à frente da administração do Manchester United há quase 20 anos, quando Ratcliffe comprou 25% das ações do clube e assumiu.

Ratcliffe entrou em polêmicas logo no início da gestão, quando fez mais de 200 cortes entre os funcionários do clube e limitou refeições gratuitas apenas aos jogadores, deixando os demais colaboradores apenas com pão e sopa.

Entrou em rota de colisão com os jogadores, ao afirmar que ‘alguns não eram bons o suficiente para jogar no United’. O capitão Bruno Fernandes rebateu a fala do chefe.

A ideia de construir uma nova arena, ao lado do Old Trafford, para mais de 100 mil torcedores, também não agradou. O projeto vai custar 2 bilhões de euros – cerca de R$ 12,8 bilhões – aos cofres do clube, e o United deixaria de usar seu tradicional estádio.

Leia Também: Curry lidera Warriors contra os Knicks e Kerr se torna o técnico mais vitorioso da franquia