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Viúva e filho de Gal Costa chegam a acordo sobre herança e venda de casa

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Quase dois anos após a morte de Gal Costa, em novembro de 2022, sua viúva, Wilma Petrillo, e seu filho, Gabriel Costa, finalmente chegaram a um acordo sobre a divisão da herança deixada pela cantora. Conforme apurado pela Folha de S.Paulo, o entendimento entre eles também definiu o futuro da casa onde a família residia, localizada no Jardim Europa, em São Paulo.

 

Ficou decidido que o imóvel será colocado à venda, e o valor obtido será repartido igualmente entre Wilma e Gabriel. Caso a casa não seja vendida, Wilma terá o direito de continuar morando no local. O preço mínimo estabelecido para a venda foi fixado em R$ 8 milhões.

Outro ponto do acordo envolve os royalties das músicas gravadas por Gal Costa. O dinheiro acumulado em uma conta judicial será igualmente dividido entre ambos. Já os futuros rendimentos da obra da cantora, após a venda do imóvel, ficarão inteiramente para Gabriel.

Além disso, Gabriel concordou em retirar os processos que havia movido contra Wilma, nos quais questionava a localização do patrimônio de Gal e tentava invalidar o reconhecimento da união estável entre a cantora e Wilma. O jovem chegou a afirmar que elas não formavam um casal, o que, em sua visão, tiraria de Wilma o direito à metade dos bens.

 

Com filha internada, Letícia Cazarré reflete sobre a luta de Guilhermina

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Letícia Cazarré, esposa do ator Juliano Cazarré, usou suas redes sociais nesta quarta-feira (18) para compartilhar uma reflexão profunda sobre a luta de sua filha, Maria Guilhermina, de apenas 2 anos, que está internada. A pequena nasceu com Anomalia de Ebstein, uma condição rara no coração, e já passou por três cirurgias. Para os pais, sua sobrevivência é vista como um verdadeiro milagre.

 

Letícia destacou que, pela gravidade da doença, a expectativa inicial era que Guilhermina não sobrevivesse. “A maioria dos bebês com essa condição não chega a nascer, morrem ainda na barriga. Mas ela sobreviveu, passou por três cirurgias cardíacas, uma traqueostomia e enfrentou infecções graves na UTI. Ela tem uma história de vida marcada por sacrifícios e lutas”, relatou a mãe.

Além das cirurgias no coração, Maria Guilhermina desenvolveu outras complicações ao longo de sua trajetória. Letícia listou algumas delas: “Ela tem neuropatia causada por lesões neurológicas, pneumopatia, que surgiu pela dificuldade respiratória após as cirurgias, e isso gera altos e baixos, o que é natural para pais de crianças doentes”. Letícia revelou que frequentemente busca apoio de amigos, diretores espirituais e sacerdotes para enfrentar os desafios da jornada.

A stylist ainda refletiu sobre o futuro incerto da filha, sem saber ao certo até que ponto as limitações de Guilhermina irão ou se ela conseguirá superá-las. Nesse contexto, lembrou-se de palavras de conforto que ouviu de um sacerdote: “Ele me disse: ‘No céu, ela não terá essas limitações. Ela terá um corpo glorioso e poderá te abraçar, agradecendo por tudo que fez por ela’”. Esse pensamento, segundo Letícia, tem sido uma fonte de esperança e consolo nos momentos difíceis.

Ao olhar para a filha e suas limitações, Letícia tenta se lembrar da promessa de um futuro livre de sofrimento e expressou seu desejo de um dia poder reencontrá-la em um momento de paz e gratidão eterna.

Encerrando sua mensagem, Letícia aconselhou outros pais que enfrentam situações semelhantes: “Seus filhos doentes são uma bênção. Sim, é pesado e doloroso vê-los sofrer, mas é também um sacrifício de amor”. Ela acrescentou que, sendo mãe de seis filhos, não tem tempo para dedicar-se a obras sociais, mas vê em sua filha uma oportunidade de praticar “caridade” e “sacrifícios” em um ato de amor incondicional.

CR7 lança champagne exclusivo em celebração aos 777 gols por 10 mil

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Cristiano Ronaldo, aos 39 anos e jogando pelo Al Nassr, expandiu seus negócios para além do futebol ao lançar sua própria marca de champagne, a The 777 Goals, em colaboração com sua irmã, Elma Aveiro.

 

A edição é limitada e exclusiva, com apenas 777 garrafas disponíveis. Para adquirir uma unidade, o valor é de 1.777 euros (cerca de R$ 10,7 mil). No entanto, além do alto preço, é necessário rapidez para garantir a compra, já que a coleção é restrita e pode ser adquirida tanto para consumo quanto como item de coleção.

[Legenda]© Divulgação  

A inspiração para a criação do champagne veio quando Ronaldo alcançou 777 gols em sua carreira, em 2021. Atualmente, ele já superou os 900 gols e segue em busca de atingir a impressionante marca de mil tentos.

A produção do champagne é feita em parceria com a vinícola Clement Victor, localizada em Janvry, na França, e a distribuição está a cargo de Dylan Rodrigues.

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Aluna de 10 anos passa mal em escola no Paraná e morre após ser socorrida

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Uma aluna da Escola Municipal Erasmo Pilotto, em Rebouças, Paraná, sofreu um mal-estar inesperado durante as aulas e, apesar dos esforços de socorro, não resistiu. Alyce Tesluki, de 10 anos, foi levada ao hospital, mas já chegou sem vida. O caso aconteceu na segunda-feira.

 

Os primeiros relatos sugerem que a menina pode ter sido vítima de um mal súbito. Professoras que estavam presentes informaram que Alyce reclamou de fortes dores de cabeça, além de sentir náuseas e apresentar vômitos.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está investigando o caso e aguarda laudos complementares para esclarecer o que levou à morte da aluna. “Esses laudos serão essenciais para o avanço da investigação”, afirmou a PCPR.

O Hospital de Caridade Dona Darcy Vargas, que atendeu Alyce, informou que a Defesa Civil foi acionada assim que os sintomas foram percebidos. “Quando chegamos, a menor já não apresentava sinais vitais, com suspeita de parada cardiorrespiratória (PCR)”, explicou o hospital.

Nas redes sociais, a escola expressou condolências à família e prestou uma homenagem à aluna, ressaltando a dor de sua perda: “Nossa Escola Municipal Erasmo Pilotto está de luto. Nossa querida Alyce agora está com Deus. Ficam as boas lembranças e momentos felizes que vivemos com nossa aluna. Que Deus conforte familiares e amigos”.
 

Leia Também: Governo de Minas Gerais suspende ‘lei seca’ durante as eleições de 2024

 

Me chamam de alcoólatra e cúmplice, diz mulher dopada e estuprada quase cem vezes na França

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em mais um dia de julgamento do caso que vem provocando ojeriza em todo o mundo, a mulher que foi dopada pelo marido ao longo de uma década para que fosse estuprada por desconhecidos na França disse nesta quarta-feira (18) que tem sido humilhada pelos advogados que representam os 51 réus.

 

“Me tacharam de alcoólatra. Disseram que eu estava embriagada e que eu fui cúmplice”, disse Gisèle Pélicot, 72, no tribunal de Avignon, cidade onde ocorre o julgamento. “É tão humilhante e degradante ouvir isso. Eu estava em estado de coma, e os vídeos atestam. Os peritos se chocaram. E eles são homens.”

Gisèle sofreu ao menos 92 estupros de 2011 a 2020, segundo os investigadores. Ela era dopada com ansiolíticos pelo marido, que procurava outros homens para violentá-la. Para estimular que outras mulheres denunciem os agressores, a vítima abriu mão de um julgamento a portas fechadas.

O caso ganhou projeção e vem estimulando debates sobre a violência contra a mulher. Nos últimos dias, milhares de pessoas foram às ruas em várias cidades francesas para demonstrar apoio à vítima.

“Quando viram uma mulher dormindo, [os réus] não questionaram? Eles não têm cérebro?”, disse ela, descrevendo-os como “homens degenerados”. Para Gisèle, o “perdão não existe” em crimes dessa magnitude.

As declarações ocorreram após o primeiro depoimento de Dominique Pélicot, 71, o principal réu do caso. Ele admitiu os crimes contra ele e pediu perdão, “mesmo que [o caso] não seja perdoável”. Também afirmou que os outros acusados sabiam que estavam cometendo estupros.

Além de Pélicot, outros 50 homens, com idades de 26 anos a 74 anos, são réus. Todos são acusados de estupro de vulnerável e podem receber penas de até 20 anos de prisão. No caso de Pélicot, também pesa a denúncia de violação de privacidade, uma vez que ele filmava os abusos.

O tribunal pediu aos presentes que não vaiassem os envolvidos sob o argumento de que eles são inocentes até que se prove o contrário. Ainda assim, as tensões aumentaram na audiência desta quarta.

Causando as discussões mais acaloradas do dia, dois dos advogados que representam homens instruídos por Pélicot pediram ao tribunal para exibir fotos que, segundo eles, levantam dúvidas sobre se a vítima estava inconsciente -o juiz permitiu a exibição das imagens.

Gisele Pélicot rejeitou veementemente as insinuações de que as relações sexuais foram consentidas. “Eles estão tentando me prender com essas fotos”, disse ela. “No estado em que eu estava, eu absolutamente não podia responder. Eu estava em um estado de coma, e as imagens mostram isso.”

O caso veio à tona depois da captura de Pélicot em 2020. Ele foi flagrado em um shopping filmando as partes íntimas de uma mulher, por baixo de sua saia. Nos dias que se seguiram à prisão, os investigadores encontraram em seus computadores cerca de 4.000 fotos e vídeos de sua esposa inconsciente e sendo estuprada por dezenas de homens.

O julgamento deu visibilidade ao uso de drogas para cometer agressões sexuais, uma prática conhecida como submissão química, e vem motivando debates em toda a França sobre o tema.

Desde o início do processo, ativistas e associações que atuam pelos direitos das mulheres reiteram pedidos a todos os homens que “assumam, por fim, sua responsabilidade” na luta contra a violência de gênero e “parem de ficar em silêncio”.

Governo de Minas Gerais suspende ‘lei seca’ durante as eleições de 2024

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O Governo de Minas Gerais acatou um pedido da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e suspendeu a proibição de venda de bebidas alcoólicas durantes as eleições, conhecida como “lei seca”. A medida vale para ambos os turnos, é o segundo pleito seguido em que o governo mineiro não edita regra para vedação de venda de acoólicos. O anúncio foi feito pela Abrasel.

 

Segundo a Associação a decisão mostra respeito pelo direito de escolha do cidadão. “A possibilidade de as pessoas se reunirem em família ou com amigos para um almoço, ou encontro social após a votação é parte da nossa cultura, e impedir isso não faz sentido. A decisão do governo mineiro é uma vitória para o bom senso e para os direitos individuais”, declarou Karla Rocha, presidente da Abrasel, no estado.

Em nota, a Abrasel também ressalta a importância do domingo para o setor de bares e restaurantes e reafirma que o foco das campanhas deve ser na educação e responsabilidade,” ao invés de medidas restritivas que, muitas vezes, não atingem os objetivos pretendidos”.

O que é a Lei Seca

A “Lei Seca” durante as eleições é uma medida que proíbe a venda e consumo de bebidas alcoólicas em períodos eleitorais, mas não é uma regra obrigatória do Código Eleitoral. A aplicação da regra é decidida localmente pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) de cada estado. Se adotada, uma portaria é emitida para oficializar a proibição, e a população deve obedecer sob pena de cometer crime de desobediência.

Quem desrespeitar a Lei Seca, seja por vender ou consumindo álcool, pode enfrentar consequências legais. Isso inclui ser acusado de contravenção penal e de promover desordem que atrapalhe os processos eleitorais, conforme estabelecido pelo artigo 296 do Código Eleitoral. A medida, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, visa garantir a ordem e a tranquilidade no dia da votação.

 

Cacau Protásio anuncia fim do casamento de 12 anos

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Cacau Protásio anunciou, nesta quarta-feira (18), o fim de seu casamento com Janderson Pires, após 12 anos de união.
Protásio explicou que a decisão de encerrar o matrimônio não se deu de forma repentina, mas após eles perceberem que o brilho de antes se apagou.

 

“Após 12 anos de uma união cheia de amor, companheirismo e tantas histórias, eu e Janderson decidimos encerrar nosso casamento. Essa decisão, como vocês podem imaginar, não foi tomada de forma repentina. Há algum tempo, percebemos que aquele brilho especial do nosso relacionamento havia começado a se apagar”, escreveu em publicação no Instagram.

Atriz contou que os dois tentaram reacender o brilho da relação. “Ainda assim, nós acreditamos, com todas as nossas forças, que valia a pena lutar. Fizemos questão de estar um ao lado do outro, em cada passo, tanto nos momentos profissionais quanto nos pessoais, tentando, com todo o nosso amor, reacender a chama que nos uniu por tantos anos. Cada instante foi uma tentativa sincera de resgatar o que tínhamos de mais bonito”.

Ela ressaltou que, após as tentativas de ambas as partes, o agora ex-casal aceitou que o melhor era se separar. “Mesmo com todo o nosso esforço e dedicação, chegou o momento doloroso de aceitar que nossos caminhos, agora, precisam seguir em direções diferentes. Nossa separação foi decidida com muito amor, respeito e cuidado, porque, acima de tudo, queremos honrar a história que construímos juntos”.

Por fim, ela enfatizou que o amor que um sente pelo outro apenas se transformou em amizade. “O amor entre nós mudou, mas ele ainda existe, agora transformado em uma amizade profunda, aquela que nos uniu no início e que queremos preservar até o fim. Agradeço, de coração, todo o carinho e apoio que vocês sempre nos deram. Vocês foram parte dessa história, e é por isso que peço que compreendam e respeitem este momento tão difícil para nós. Apesar da dor, acreditamos que isso faz parte da jornada de cada um, um passo necessário para nosso crescimento e evolução”.

Cacau Protásio e Janderson Pires chegaram a ter as alianças de casamento abençoadas pelo papa Francisco, em junho deste ano, durante visita ao Vaticano.

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ONU aprova resolução que exige fim da ocupação da Cisjordânia por Israel

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) aprovou uma resolução nesta quarta-feira (18) que exige o fim da ocupação do território palestino da Cisjordânia por Israel em até 12 meses. A medida teve o apoio de 124 países, incluindo o Brasil, com 14 votos contrários e 43 abstenções.

 

O texto se debruçou sobre a decisão e as recomendações da CIJ (Corte Internacional de Justiça) em Haia emitidas durante julgamento do órgão sobre o tema em julho deste ano. Na época, a CIJ disse que a presença de tropas e assentamentos israelenses na Cisjordânia é ilegal e precisa terminar “o mais rápido possível”.

Nesta quarta, a Assembleia-Geral endossou essa conclusão e aprovou o prazo de um ano para o fim da ocupação. A medida é adotada dias antes dos discursos de líderes mundiais na ONU, que acontecem entre 24 e 30 de setembro –o presidente Lula fala na abertura dos trabalhos, no dia 24, e o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, bem como o líder da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, discursam no dia 26.

Nem a ONU nem a CIJ em Haia têm poder de fazer cumprir suas resoluções e decisões. Ainda assim, a medida aprovada na quarta deve aumentar a pressão internacional sobre Israel em um momento em que as negociações para um cessar-fogo na guerra com o Hamas na Faixa de Gaza parecem mais distantes após ataques israelenses contra o Hezbollah no Líbano.

O texto da Assembleia-Geral pede também que os membros da ONU “interrompam a importação de produtos com origem em assentamentos israelenses e a transferência de armas, munições ou equipamento militar para Israel quando houver suspeita de que eles serão usados nos territórios ocupados”.

Os assentamentos israelenses na Cisjordânia, considerados ilegais por grande parte da comunidade internacional, vêm sendo expandidos ao longo dos anos com a anuência e, em alguns casos, apoio direto do governo de Israel. Ataques de colonos judeus contra palestinos são comuns -quase sempre tolerados ou encorajados pelas Forças Armadas israelenses.

Uma vez que a Cisjordânia está sob administração militar de Tel Aviv, mas os cidadãos israelenses nos assentamentos são regidos pela lei civil, a existência desses povoados é um dos argumentos utilizados por ativistas e especialistas que acusam Tel Aviv de apartheid contra a população palestina.

Além do Brasil, a resolução contou com o apoio de países como França, China, Colômbia, Japão, Irlanda, México e Portugal. A maior parte dos países da Europa ocidental se abstiveram, como Reino Unido, Itália, Alemanha e Suíça. Votaram contra a resolução Israel, Hungria, Paraguai, Argentina e Estados Unidos, entre outros. Não existe poder de veto em votações na Assembleia-Geral.

A embaixadora dos EUA à ONU, Linda Thomas-Greenfield, pediu que países rejeitassem o texto -Washington é o principal aliado de Israel e o maior exportador de armas ao país. A diplomata argumentou que medidas como essa prejudicam uma solução de dois Estados para o conflito na região.

Israel, por sua vez, disse que a resolução é um estímulo ao terrorismo e contrária ao processo de paz. “É uma decisão vergonhosa”, disse o embaixador de Tel Aviv à ONU, Danny Danon. “Ao invés de marcar o aniversário do massacre de 7 de outubro com uma condenação do Hamas e pedir a libertação dos reféns, [a ONU] continua a dar palco para a Autoridade Palestina, que apoia os assassinos do Hamas”, afirmou.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, a delegação do Egito, país importante para as negociações na região, se disse frustrada com os esforços dos EUA de convencer aliados a votar contra a resolução. Um diplomata egípcio disse que Washington protege Israel do julgamento jurídico de cortes internacionais e das consequências políticas de suas ações.

Filho de Marília Gabriela perde celular em assalto em São Paulo

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Filho mais novo da apresentadora Marília Gabriela, Theodoro Cochrane, 45, usou as redes sociais para contar que foi mais uma vítima de assalto em São Paulo. Ele contou que teve o celular levado por criminosos e lamentou que o episódio já não é uma novidade. “Olha a cara da pessoa que foi assaltada, mais uma vez, nesta cidade”, começou o ator

 

Theodoro disse que ficou sem o aparelho de celular por causa de um assalto e pede para amigos e familiares entrarem em contato pelas redes sociais. “Se você está tentando se comunicar comigo, manda uma mensagem no meu Instagram”, explicou o também apresentador, que avisou ter esquecido a senha do e-mail e, por isso, não tem como acessar a caixa postal.

Ele ainda pediu ajuda aos seguidores para recuperar suas contas logadas no celular. “Não lembro a senha, minha memória foi para os infernos. Se você conhece alguém, ou é alguém que consegue quebrar o e-mail para conseguir voltar a acessar seu próprio e-mail, eu agradeço”, finalizou Theodoro, que não contou o local do assalto nem se já tinha registrado um boletim de ocorrência.

Quem foi Bobby Charlton? Entenda como Endrick ganhou apelido ao chegar no Real Madrid

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Endrick marcou seu primeiro gol na Liga dos Campeões em sua estreia pelo Real Madrid na competição na terça-feira. Em apenas cinco jogos e 20 minutos em campo, já tem dois gols com a camisa merengue. Coadjuvante do ataque estrelado por Vinícius Júnior, Rodrygo, Kylian Mbappé e Jude Bellingham, o brasileiro ganhou seu espaço no elenco espanhol, mas com um nome pouco usual: Bobby, em referência ao lendário atacante inglês Bobby Charlton, campeão mundial em 1966.

 

“O nome dele não é Endrick, é Bobby”, afirmou Antonio Rüdiger, zagueiro do Real Madrid, após a vitória sobre o Stuttgart, por 3 a 1. Nas redes sociais, boa parte dos companheiros chama o jovem brasileiro pelo apelido, ao invés de seu nome real – ou variações destes. O motivo é simples: antes de chegar à Espanha, Endrick disse, em diversas oportunidades, que tem Bobby Charlton como um ídolo no futebol.

“Sou um fã do Bobby Charlton, é um cara que jogou bastante neste estádio (Wembley) e é inglês também. Poder jogar no estádio onde ele atuou e fez bastantes gols, e poder marcar aqui também, é muito importante pra mim”, afirmou o brasileiro, em abril, após marcar seu primeiro gol com a camisa da seleção brasileira. O perfil do Manchester United, clube que Charlton defendeu ao longo de sua carreira, exaltou a declaração do jovem. “O legado de Sir Bobby é eterno”, escreveu.

Em outra oportunidade, Endrick também colocou Bobby Charlton na lista dos seus cinco atacantes favoritos, ao lado de Cristiano Ronaldo, Puskás, Vinícius Júnior e Bellingham. À exceção do inglês, os demais defenderam o Real Madrid ao longo de sua carreira. “Meu nome é Endrick. Como todos sabem, a equipe é muito importante para nós, a nossa união. A gente brinca, ri um com o outro. Sempre que é para brincar, a gente brinca”, afirmou à TNT Sports após o jogo contra o Stuttgart.

Bobby Charlton é tido como um dos maiores jogadores da história da seleção inglesa. Pelo Manchester United, conquistou quatro vezes o Campeonato Inglês e a Liga dos Campeões, em 1967/1968. Pela seleção nacional, a Copa do Mundo de 1966 lhe rendeu a Bola de Ouro da revista France Football.

Morto em 2023, aos 86 anos, Bobby Charlton é eternizado com uma estátua à frente do estádio de Old Trafford, em Manchester. Além do tradicional time inglês, defendeu o Preston North End e encerrou sua carreira no Waterford United, da Irlanda.

Antes disso, em 1958, o jogador sofreu um acidente de avião com a delegação do United em 1958, que voltava de Belgrado, então Iugoslávia, após duelo com o Estrela Vermelha. Após escala em Munique, na Alemanha, o avião teve problemas para decolar e atingiu uma casa próximo ao aeroporto.

Oito jogadores do elenco morreram e Bobby Charlton, aos 20 anos, ficou gravemente ferido. Mesmo assim, conseguiu se recuperar para disputar a final da Copa da Inglaterra no mesmo ano e ser convocado para representar a seleção inglesa na Copa do Mundo de 1958.

Oito em cada dez municípios têm risco alto ou muito alto para sarampo

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Ao menos 4.587 municípios foram classificados como em alto risco para sarampo, enquanto 225 foram categorizados como em risco muito alto, totalizando 86% das cidades em todo o país com risco elevado para a doença. Há ainda 751 municípios listados com risco médio e apenas quatro com baixo risco. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (18) durante a 26ª Jornada Nacional de Imunizações, em Recife.

 

Ao comentar o cenário, a coordenadora de Imunização da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Flávia Cardoso, lembrou que o Brasil chegou a ser certificado como país livre do sarampo em 2016, mas perdeu o status em 2019 após voltar a registrar a circulação do vírus por um período superior a 12 meses. “Em 2022, o Brasil estava endêmico para sarampo e, em 2023, passou para o status de país pendente de reverificação”, explicou. 

Segundo Flávia, em maio deste ano, a Comissão Regional de Monitoramento e Reverificação do Sarampo, da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita nas Américas esteve no país e fez uma série de recomendações, incluindo ampliar a sensibilidade na definição de casos suspeitos de sarampo. A entidade pede que o país apresente o número de amostras recebidas de pacientes com febre e exantema e quais foram os diagnósticos de descarte.

De acordo com a coordenadora, a comissão destacou que, embora a cobertura vacinal tenha melhorado tanto para o sarampo quanto para a rubéola, por meio da tríplice viral, em alguns estados o progresso foi mínimo ou mesmo negativo. A situação no Rio de Janeiro, no Amapá, no Pará e em Roraima foi classificada pela entidade como muito preocupante para a manutenção da eliminação do sarampo e da rubéola no país. 

Também foi recomendado que o Brasil padronize um fluxograma de resposta rápida a casos suspeitos, tomando como base o caso recente de sarampo detectado no Rio Grande do Sul, importado do Paquistão. Por fim, a comissão sugere articular junto ao Ministério do Esporte e ligas esportivas a vacinação de atletas brasileiros, a exemplo do que foi feito previamente aos Jogos Olímpicos de Paris este ano. 

“Foi feita ainda a recomendação de buscas ativas integradas de casos de sarampo e rubéola com poliomielite e paralisia flácida em menores de 15 anos”, disse Flávia, ao citar que as ações servem para fortalecer a vigilância a nível municipal. 

Em junho deste ano, o país completou dois anos sem casos autóctones, ou seja, com transmissão em território nacional, do sarampo. Com isso, o país espera retomar a certificação de ‘livre de sarampo’. 

 

Claudia Raia relata perrengue em convite para suruba

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Claudia Raia, 57, relatou que passou perrengue ao ser convidada para uma suruba em que ficou apenas de voyeur, ou seja, se contentou apenas em observar, sem participar diretamente da orgia.

 

Raia contou que esse episódio ocorreu já faz tempo, quando recebeu convite para uma orgia sexual. “Anos 1980, fui convidada para fazer uma suruba e eu nunca fiz suruba porque sempre tive problema com negócio de grupo, gosto mais individual, mas eu fui para o rolê, só que disse que não ia participar”, iniciou durante participação no programa Foquinha Entrevista.

Sem revelar o número de participantes, a atriz destacou que estava uma “confusão”, com vários corpos em profusão. “Amor, quando cheguei lá, era uma confusão, todo mundo já se aprontando, e eu ‘mas cadê fulano?’ E achava um pé, porque eu reconheço as pessoas pelo pé, nesse dia foi bem surpreendente”.

Claudia Raia também contou que, embora tenha fama de “ser surubenta”, prefere sexo a dois. “A suruba rolando e só eu de fora, analisando, procurando as pessoas. Fiquei vendo, mas achei tão confuso tudo, uma loucura. Eu gosto da coisa única, nem o ménage [eu curto]. As pessoas acham que eu sou a surubenta, mas gosto da coisa a dois”.

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Brasil garante suas seis representantes nas quartas de final do Mundial de Skate Park

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Com duas skatistas entre as cinco melhores, o Brasil fechou o primeiro dia de disputas no Mundial de Skate Park em Roma, na Itália, com 100% de aproveitamento e suas seis representantes garantidas nas quartas de final, agendadas para sexta-feira.

 

O regulamento permite duas voltas de 45 segundos, com a melhor nota valendo nesta primeira fase, e Raicca Ventura deu show. Ela largou com incríveis 78,34 pontos que já garantiria o segundo lugar no geral. Mesmo assim, ela voltou à pista e melhorou ainda mais sua volta, terminando em segundo no geral com 81,08.

Yndiara Asp, dona do quarto melhor desempenho do dia, foi outra brasileira a garantir a maior pontuação na segunda apresentação, com 76,21. Sofia Godoy (14ª), Fernanda Tonissi (16ª), Helena Laurino (18ª) e Dora Varella (23ª) foram as outras representantes nacionais garantidas.

Sofia Godoy avançou com 53,13 pontos da segunda volta, assim como Helena Laurino, com 48,52 e Dora Varella, com 46,46 Diferentemente das compatriotas, Fernanda Tonissi recebeu 50,00 logo na primeira apresentação e já ficou tranquila com a vaga.

O País volta à pista nesta quinta-feira para as classificatórias do masculino, a partir das 4h15 (de Brasília), com oito representantes. Augusto Akio (o Japinha, medalha de prata nos Jogos de Paris-2024) é a grande esperança, com Kalani Konig, Luigi Cini, Luiz Francisco, Murilo Peres, Pedro Barros (prata em Tóquio, disputado em 2021), Pedro Carvalho e Pedro Quintas também na busca por vaga às quartas de final de sexta-feira.

Nas quartas, semifinal e final, serão três voltas de 45 segundos por skatista, valendo a de maior pontuação. As semifinais estão agendadas para sábado, com o feminino na pista às 10h35 e com o masculino fechando a disputa às 13h35. As finais serão disputadas no domingo, às 13h15 com o feminino e às 14h20 com o masculino.

Venezuela inicia investigação e deve pedir prisão de Milei e de duas de suas ministras

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BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – O chavismo aposta em um novo inimigo internacional e, nesta quarta-feira (18), anunciou que a Justiça da Venezuela deve pedir a prisão do presidente da Argentina, Javier Milei, e de suas ministras Karina Milei (Secretaria-Geral) e Patricia Bullrich (Segurança).

 

O anúncio foi feito pelo procurador-geral venezuelano, Tarek William Saab, aliado próximo de Nicolás Maduro. Em um pronunciamento, ele disse que designou procuradores para investigar o que chama de roubo de um avião do país por Buenos Aires, além de graves violações de direitos humanos no governo do ultraliberal Milei.

Saab afirmou que nas próximas horas um tribunal caraquenho deve começar a análise da matéria; a Justiça venezuelana também está dominada pelo chavismo. A medida, no entanto, tem pouco efeito prático, mas um lastro simbólico relevante.

O timing, porém, não é nada surpreendente: os anúncios chavistas ocorrem na mesma semana em que avança na Justiça da Argentina uma ação que poderia, no mesmo sentido, pedir a prisão do ditador Nicolás Maduro, de seu agora ministro do Interior e número 2 do chavismo, Diosdado Cabello, além de outras dezenas de figuras.

O argumento é o de que essas figuras, por meio da repressão, ergueram a pior ditadura cívico-militar da região hoje. Ex-presos políticos e ex-deputados venezuelanos asilados na Argentina têm prestado depoimento em um tribunal de Buenos Aires para compor as denúncias.

Tanto a ação que se desenrola na Argentina com apoio de figuras como Patricia Bullrich quanto a que agora é sinalizada por Caracas têm como base o princípio da jurisdição universal, parte do direito internacional segundo a qual Estados e organizações podem reivindicar jurisdição criminal contra alguém independentemente de onde o crime tenha sido cometido e também da nacionalidade do acusado.

São ações, em geral, de peso argumentativo e principalmente ligadas a crimes de genocídio ou de guerra, contra a humanidade, execuções extrajudiciais, tortura ou desaparecimentos forçados, normalmente difíceis de serem avaliados de forma independente em sistemas de Justiça ligados a autocracias.

Nicolás Maduro e seu regime já são alvos de uma investigação no TPI, o Tribunal Penal Internacional, baseado na holandesa Haia. A Argentina é um dos países que apoia essa investigação; o governo local havia se dissociado das acusações, mas, quando Milei assumiu a Casa Rosada, juntou-se novamente ao caso.

Tarek Saab disse que parte da investigação contra o presidente argentino e suas ministras se deve à apreensão de um avião cargueiro venezuelano na Argentina, a pedido dos Estados Unidos, devido às sanções internacionais. O veículo foi enviado aos EUA e, segundo Caracas, completamente desmontado.
A aeronave em questão, um Boeing 747 de carga, pertencia à Emtrasur –filial da companhia aérea estatal venezuelana Conviasa– e havia sido vendida para a ditadura por uma empresa do Irã, a Mahan Air.

Mas Saab também entrou na política doméstica argentina e afirmou ter designado outros procuradores para investigarem potenciais violações de direitos humanos no governo Milei, que em sua narrativa poderiam constituir crimes contra a humanidade.

Mencionou especificamente a repressão contra aposentados que têm protestado contra o veto do presidente a uma recomposição do valor das aposentadorias em cenas que, no mais, também comoveram a própria Argentina nas últimas semanas.

“O senhor representa um projeto de ultradireita dos mais retrógrados da política internacional”, disse o procurador-geral referindo-se a Milei. “O senhor renunciou à soberania do seu próprio país.”

Cinco dos seis filhos de Juliano e Letícia Cazarré estão doentes

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Juliano e Letícia Cazarré compartilham constantemente a rotina doméstica com seis crianças, cada uma com suas demandas. Contudo, na última terça-feira (17), a stylist fez uma postagem compartilhando que cinco de seus filhos estão doentes.

 

Letícia compartilhou no Instagram que Maria Guilhermina, de 2 anos, está internada; Vicente, de 14, está com amidalite e sinusite; Gaspar, de 5, apresenta dores no ouvido; Maria Madalena, de 3 anos, marcou 38 graus de febre e Estêvão, de apenas seis meses, está febril e congestionado. Somente Inácio, 12, está saudável.

Maria Guilhermina, que está internada desde junho, nasceu em junho de 2022 com uma cardiopatia congênita rara e ficou internada por sete meses após o nascimento, mas desde então enfrenta problemas cardíacos.

Juliano também compartilhou os cuidados com os outros filhos: “Ontem eu cheguei em casa dez e meia da noite. Fui com o Vicente para o hospital, pois ele está com amigdalite e sinusite. Tava cansado, acordei cedo só pra fazer as orações da Consagração de Nossa Senhora”, relatou.

Na legenda do Instagram, Letícia escreveu uma passagem bíblica: “Tudo o que agora te preocupa cabe dentro de um sorriso, esboçado por amor de Deus”. O casal segue linha mais conservadora do catolicismo e constantemente declara que não usam método contraceptivo e terão “todos os bebês que Deus mandar”.

Jovem que encantou Zubeldía deve desbancar Luciano contra Botafogo

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Líder no quesito número de jogos na temporada pelo São Paulo, o atacante Luciano deve perder a vaga de titular contra o Botafogo, na noite desta quarta (18) pela Libertadores, para um jovem que, aos poucos, encantou o técnico Luis Zubeldía: William Gomes.

 

O ponta de 18 anos estreou nos profissionais em 2023 e, após ganhar alguns minutos ainda sob comando de Thiago Carpini, recebeu sua primeira chance na Era Zubeldía em um duelo da Copa do Brasil.

Em meio a um período de dois meses no banco de reservas, William Gomes “recuou” e defendeu o sub-20, atuando pelo Tricolor em uma rodada do Brasileirão da categoria diante do Cuiabá.

A chance, de fato, veio no final de agosto: ele foi titular na partida contra o Vitória e conquistou de vez o comandante: jogando ao lado de nomes como Calleri e Lucas, o atleta marcou um golaço que abriu caminho para a vitória paulista por 2 a 1 em casa e se destacou também, segundo Zubeldía, pelo poder de decisão.

“Hoje em dia, o extremo tem duas funções. Uma é com a bola, e a primeira coisa é fazer o arco para chutar, ainda mais porque ele tem um bom chute, ou controlar a bola para frente com o objetivo de ir para a linha de fundo. O que peço aos jovens é decisão, é pensar e saber que errar não faz mal. Outra coisa é sem a bola: com uma boa organização tática, é saber onde se posicionar. É um bom início para esse garoto, que jogou pela primeira vez como titular”, destacou Zubeldía.

O jovem voltou a agradar na derrota polêmica para o Fluminense e na vitória recente do Tricolor sobre o Cruzeiro -diante dos mineiros, inclusive, o cria de Cotia fez o único gol da partida em Belo Horizonte.

Diante da surpresa positiva e da recente eliminação na Copa do Brasil com “medalhões”, o técnico do São Paulo deve dar nova chance a William. Na última atividade do elenco antes do duelo contra o Botafogo, o ponta treinou na vaga de Luciano, que vive um jejum de quatro jogos sem gols -Rato, Lucas e Calleri formaram o restante do ataque.

O jogo entre paulistas e cariocas é válido pela ida das quartas de final da Libertadores. O estádio Nilton Santos receberá o embate a partir das 21h30 (de Brasília).

Pandemia da Covid e guerras deixam pacientes de câncer sem tratamento, diz estudo

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GENEBRA, SUÍÇA (FOLHAPRESS) – A pandemia de Covid e as guerras em Gaza, Sudão e Ucrânia deixaram incontáveis pacientes sem acesso a tratamento de câncer em vários países, cenário que deve ser ainda mais agravado pelos desastres naturais causados pelas mudanças climáticas.

 

A situação foi discutida no Congresso Mundial de Câncer, que acontece em Genebra (Suíça). Segundo pesquisadores, há enormes lacunas em pesquisas e de investimentos nessas regiões, e só mesmo uma iniciativa continental e global será capaz de enfrentá-las.

Uma análise do Portsmouth Hospital University NHS Trust mostra, por exemplo, que só a guerra entre Rússia e Ucrânia já provocou um aumento de 3.600 mortes relacionadas ao câncer desde o início do conflito.

O Banco Mundial estima que cerca de 1,2 bilhão de pessoas vivem em países definidos como frágeis ou em conflito.

“Em Gaza, temos 10 mil pacientes com câncer sem acesso a cuidados porque os hospitais foram destruídos”, disse Rana Ghafary, diretora de advocacia e assuntos governamentais da King Hussein Cancer Foundation em Amã, na Jordânia. Segundo ela, mais de cem pacientes de Gaza foram transferidos para tratamento na Jordânia.

O mesmo cenário tem se repetido em outras áreas de conflitos onde, segundo os especialistas, há atrasos de diagnóstico, de tratamento e falta de acesso aos serviços de saúde.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem conseguido organizar coordenações regionais para o monitoramento de pacientes mais vulneráveis desde o início dos conflitos.

Na guerra da Ucrânia, por exemplo, oncologistas puderam rastrear alguns dos pacientes e acompanhá-los à distância no Egito e nos Emirados Árabes, onde mil doentes foram recebidos em julho.

Entre as nações africanas, onde há cerca de 40 milhões de refugiados, também poderia haver uma coordenação regional com impacto semelhante, mas as dificuldades são ainda maiores.

“A África normalizou os conflitos e o que vimos, infelizmente, nos últimos dois anos, é que os sistemas de saúde não funcionam de forma eficaz, onde os pacientes vão consultar com seis profissionais de saúde antes de ter um diagnóstico de câncer”, afirmou Miriam Mutebi, professora assistente na Faculdade de Medicina da Universidade Aga Khan em Nairóbi, Quênia.

“Agora, temos uma crise climática piorando, crises geopolíticas e conflitos, dívida e pobreza afetando quase todos os países, incluindo países de alta renda que foram relativamente poupados até recentemente”, disse Richard Sullivan, do King’s College de Londres.

Segundo a mastologista Maira Caleffi, presidente da Femama (federação das instituições filantrópicas de apoio à saúde da mama), as enchentes no Rio Grande do Sul, por exemplo, causaram impactos na jornada de pacientes com câncer que ainda estão sendo medidos.

De acordo com os pesquisadores, há lições sendo aprendidas que merecem ser replicadas. Na guerra da Ucrânia, por exemplo, o monitoramento de um grupo de pacientes de câncer desde o início do conflito permitiu que os oncologistas os rastreassem e continuassem seus cuidados no vizinho Egito e nos Emirados Árabes Unidos, onde mil pacientes foram recebidos em julho.

Uma coordenação semelhante entre as nações africanas, um continente com cerca de 40 milhões de refugiados, poderia ter um impacto semelhante no fornecimento de tratamento urgente contra o câncer, disseram os especialistas.

“A África normalizou os conflitos e o que vimos infelizmente nos últimos dois anos é que os sistemas de saúde não funcionam de forma eficaz, onde os pacientes verão seis profissionais de saúde antes de um diagnóstico de câncer”, afirmou Miriam Mutebi, consultora e oncologista cirúrgica de mama e professora assistente na Faculdade de Medicina da Universidade Aga Khan em Nairóbi, Quênia.

“Isso é agravado por barreiras sociais e culturais que já diminuem intrinsecamente o acesso. Quando você adiciona uma camada de conflito, isso praticamente vira fumaça.”

Em conferência para a imprensa, organizada pelo UICC (União Internacional para o Controle do Câncer), pesquisadores também discutiram sobre o impacto da Covid na queda de diagnósticos de câncer.

“Todos nós lemos, falamos e experimentamos a Covid. Agora estamos quantificando muitos dos medos que tínhamos sobre diagnósticos errados e doenças em estágio avançado como consequência da pandemia”, disse Jeff Dunn, presidente do UICC.

Estudo preliminar da Parceria Internacional para Referência em Câncer comparou dados sobre a ocorrência e o estágio do diagnóstico de câncer na Austrália, Canadá, Dinamarca, Irlanda, Nova Zelândia, Noruega e Reino Unido, antes e durante a pandemia.

Os resultados mostram que o Reino Unido teve as maiores e mais sustentadas quedas no diagnóstico de câncer de pulmão, mama, colorretal e pele durante 2020, em relação a outros países.

Para Isabelle Soerjomataram, do Iarc (Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer), o que torna o estudo realmente único é o fato de haver dados comparáveis de bancos de dados de alta qualidade, que incluem todas as fontes de informações do país.

Embora sejam todos países de alta renda, a pesquisadora reforça que a ideia não é falar sobre a renda. “A ideia é ter os dados da melhor qualidade.”

Segundo ela, a experiência mostra que mesmo países desenvolvidos responderam de forma muito diferente no que diz respeito aos cuidados de pacientes com câncer durante a pandemia.

Na Irlanda do Norte e no País de Gales, por exemplo, houve queda de 30% no diagnóstico de câncer de pulmão. Na Nova Zelândia, foi de 11%.

Embora o estudo não tenha incluído dados da América Latina, a pesquisadora disse que alguns trabalhos realizados no Brasil mostram que o impacto foi grande tanto em diagnóstico quanto em tratamentos. Porém, não há dados nacionais sistematizados.

Uma das pesquisas, da Fiocruz Pernambuco, por exemplo, analisou o impacto na atenção do câncer de mama no primeiro ano de pandemia na rede de saúde pernambucana. Houve queda de consultas com a mastologia (46,3%), de ultrassonografias (41,5%), biopsias (49,6%), casos novos (34,8%) e cirurgia (34,6%).

Segundo Caleffi, da Femama, em muitos locais o impacto da pandemia ainda persiste. “O rastreio [do câncer] ainda não pegou de volta, as pessoas não retomaram o nível de antes da pandemia.”

Desmatamento do Cerrado soma 1,97 milhão de campos de futebol e emite 135 mi t de CO2

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O desmatamento do bioma Cerrado, no Brasil, foi responsável pela emissão de mais de 135 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2) entre janeiro de 2023 e julho de 2024. Este volume corresponde a 1,5 vez as emissões anuais do setor industrial do Brasil. Em área, houve o desflorestamento de 1,4 milhão de hectares, ou o equivalente a 1,97 milhão de campos de futebol.

 

As informações foram divulgadas nesta quarta-feira, 18, pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), que desenvolveu o SAD Cerrado (Sistema de Alerta de Desmatamento do Cerrado).

Conforme nota do Ipam, as savanas, que constituem 62% da vegetação remanescente do bioma, concentraram 65% do total de emissões associadas ao desmatamento do Cerrado desde o início de 2023. Esta vegetação foi a que mais concentrou emissões decorrentes do desmatamento, ou seja, 88 milhões de toneladas de CO2 no período analisado.

Este desmatamento, provavelmente, tem ocorrido em áreas particulares. Segundo o Ipam, “mais de 60% da vegetação remanescente do Cerrado está dentro de áreas privadas”. E, pelo Código Florestal, “essas propriedades podem legalmente desmatar até 80% da vegetação nativa em seus terrenos”.

“É um cenário sensível para a proteção do bioma, que expõe a lacuna de políticas de incentivo para evitar o desmatamento, ainda que legal, e demanda também, mais fiscalização para averiguar o desmate ilegal”, avalia a pesquisadora do Ipam responsável pelo SAD Cerrado, Fernanda Ribeiro. Ela defende, por isso, políticas de incentivo para conservar, “enquanto é tempo”, os remanescentes de vegetação nativa em áreas privadas para além do que exige o Código Florestal, “antes que essas ‘ilhas de Cerrado nativo’ sejam convertidas ou degradadas”, adverte, na nota.

O Ipam alerta que a maior parte das emissões decorrentes do desmatamento no Cerrado se concentram no Matopiba (sigla para Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), considerada a nova fronteira agrícola do País. “Ao todo, 80% das emissões vieram da perda de vegetação na região, um total de 108 milhões de toneladas – o equivalente a 50% das emissões totais do setor de transportes, segundo dados da SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa)”, diz o Ipam.

Só no Maranhão, líder do desmatamento no bioma entre janeiro de 2023 e julho de 2024, foram emitidas 35 milhões de toneladas de CO2 como resultado dos mais de 301 mil hectares de vegetação nativa desmatada. “Além de líder nas emissões no bioma, o Estado também lidera as emissões em formações campestres, que corresponderam a 6 milhões de toneladas”, diz.

No Tocantins, segundo colocado no ranking, os 273 mil hectares desmatados resultaram em 39 milhões de toneladas de CO2 emitidos. “Tanto em 2023 quanto em 2024, o Estado liderou a lista de emissões decorrentes de formações savânicas e florestais, que totalizaram, juntas, 38 milhões de toneladas emitidas – 98% do total do Estado”, cita o Ipam na nota.

O desmate no Cerrado da Bahia, que ocupa a terceira posição na lista de maiores desmatadores do bioma no período, foi responsável pela emissão de 24 milhões de toneladas de CO2. O Piauí, por sua vez, completa a lista de Estados do Matopiba que ocupam as quatro primeiras posições do ranking de desmatamento e emissões, com 11 milhões de toneladas emitidas.

 

‘Hoje a gente é mais comentada na sala de jantar’, diz Nany People sobre trans nas artes

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESSS) – Nany People coleciona casos engraçados -e às vezes escatológicos- sobre a vida a dois. Eles são reunidos nas apresentações de “Como Salvar um Casamento”, monólogo em cartaz em São Paulo, com meia-entrada para todos. A atriz abre espaço para o público contar histórias ou fazer perguntas, e aí surgem as bizarrices às quais ela reage com humor.

 

Em um desses casos, a mulher contou que o marido a chamou para um beijo carinhoso no banheiro, após terminar de fazer o número 2, em plena lua de mel. Em outro, o homem usou um sabonete íntimo para lavar o rosto. Há também as típicas disputas de atenção com o futebol e as pequenas implicâncias do dia a dia.

No espetáculo, Nany ri com o público dos altos e baixos da vida a dois. Porém, mantém a crença no amor -e no humor.

“São duas coisas que não saem de moda”, diz. “Ou você paga boleto porque está amando alguém, ou paga boleto para o terapeuta porque não está amando ninguém. Já que é para pagar mesmo, que pague tendo”, afirma, e acrescenta um palavrão.

“Como Salvar um Casamento” estreou há 16 anos e marcou a volta de Nany ao teatro, após anos de apresentações em casas noturnas LGBTQIA+. Ela encomendou o texto ao comediante Bruno Motta depois de desistir dos espetáculos em boates.

“Quando a droga química entrou na noite, eu vi as pessoas pararem de prestar atenção no show”, explica. “Vi que alguma coisa estava acontecendo e não era mais pertinente eu estar ali.”

Muita coisa mudou na sociedade entre as primeiras apresentações, há quase duas décadas, e a remontagem, em 2024. A peça foi escrita para um casal heteronormativo e virou monólogo. Nany acrescentou pronomes neutros e, agora, aborda o amor levando em conta as múltiplas possibilidades de relacionamento.

A artista falou com a reportagem em Goiânia, horas depois da apresentação de “Como Salvar um Casamento” no Teatro Gazeta, em São Paulo. Viajou sem dormir e teve que arrumar a mala no escuro -em noite de apagão na Bela Vista, região central da capital. No dia seguinte, iria para Brasília para mais uma apresentação.

Ela percorre o país com quatro espetáculos solos -além de “Como Salvar um Casamento”, apresenta “Deu no que Deu”, “Sob Medida – Nany canta Fafá” e “Nany É Pop”. Na TV, participa do Caldeirão do Mion e acabou de gravar mais uma temporada do “Vai que Cola”. Também faz cinema e terá apresentações teatrais fora do Brasil.

É dura a vida da bailarina, porém, vale a pena, diz. A atriz conta ser perita em “fazer do limão, uma limonada” e, quando estrelava shows em casas noturnas, chegou a comprar três apartamentos. Na época, realizava até sete apresentações por noite.

Nany é do tipo que faz acontecer. Para viabilizar “Como Salvar um Casamento”, por exemplo, conta com o patrocínio de produtos para emagrecer, que divulga no palco. Também vende leques temáticos no saguão dos teatros.
“Não vou esperar a Avon, a Natura, um musical, uma novela me chamar. Amor, se for assim eu não faço nada.”

Ela cita um conselho que ouviu de Paulo Gustavo sobre garantir as próprias produções para ter trabalho. E conta ter três grandes inspirações de atrizes-produtoras: Dercy Gonçalves, Bibi Ferreira e Fernanda Montenegro.

Na linha de shows da TV brasileira há 30 anos, Nany foi repórter do Comando da Madrugada, de Goulart de Andrade, na Manchete; trabalhou como Amaury Jr. no programa Flash; e atuou ao lado de Hebe Camargo, também como repórter, no SBT. Além disso, participou da terceira edição de A Fazenda, na Record, e do programa da Xuxa, na mesma emissora, entre outros programas.

Marcos Paulo, personagem na novela “O Sétimo Guardião”, da Globo, em 2018, contribuiu para o reconhecimento como atriz. “O fato de ter feito a primeira novela aos 54 anos veio em um momento de reconhecimento de trabalho”, destaca. “Eu cheguei sabendo quanto vale o meu passe.”

Nany cita artistas como Divina Valéria e Rogéria para falar sobre a presença histórica de mulheres trans na cena artística. Mas admite que, atualmente, a visibilidade é maior. “Hoje a gente é mais comentada na sala de jantar”, diz. “Hebe Camargo é uma das responsáveis por isso. Ela me apresentou para a sociedade brasileira”, afirma Nany.

Casada há oito anos, ela faz acontecer também no casamento. “Já fiz o boy viajar 300 km para me encontrar em Goiânia”, conta. “A pele está em dia, muito obrigada. Sou uma mulher apaixonada.”

COMO SALVAR UM CASAMENTO

Quando Até 26 de setembro, no Teatro Gazeta. E de 17 de outubro a 14 de novembro, no Teatro Fernando Torres
Onde Teatro Gazeta e Teatro Fernando Torres
Preço R$ 50 – temporada popular
Autoria Bruno Motta e Daniel Alves
Elenco Nany People
Direção Bruno Motta

Judoca sérvio é suspenso por 5 meses por fazer sinal da cruz antes de luta em Paris-2024

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O judoca sérvio Nemanja Majdov foi suspenso pela Federação Internacional de Judô (IJF, na sigla em inglês) por um período de cinco meses por fazer o sinal da cruz antes de sua luta contra o grego Theodoros Tselidis, pelas oitavas de final na categoria até 90 kg nos Jogos de Paris.

 

O gesto do judoca é vetado pelo Artigo 3º do código de ética da IJF. No período, Majdov não poderá participar de nenhuma competição e nem participar de camps de treinamento.

Durante as Olimpíadas, o tenista sérvio Novak Djokovic também fez o sinal da cruz após sua vitória na final contra o espanhol Carlos Alcaraz.

“A verdade é que, na minha carta de defesa para o processo disciplinar, não queria me desculpar por ter me benzido e, claro, não o fiz, nem nunca o farei, embora não soubesse o quão severa a punição poderia ser”, declarou Majdov em comunicado divulgado na segunda-feira (17), no qual disse ter sido informado sobre a suspensão há cerca de 15 dias.

“O Senhor me deu tudo, tanto pessoalmente quanto para minha carreira, e Ele é o número um para mim, e tenho orgulho disso. E isso não mudará em nenhuma circunstância”, acrescentou o lutador.

O judoca sérvio acabou derrotado na disputa contra Tselidis após receber uma punição do árbitro por falta de combatividade, em uma edição dos Jogos em que o intervencionismo dos juízes foi bastante criticado pelos atletas.

Inconformado com o resultado, Majdov se recusou a sair o tatame, deixando a área de luta alguns minutos depois bastante irritado.

“Lixo satânico. A arbitragem está envenenada. Me desclassificam em dois minutos e não me dão a chance de mostrar nada. Esses valores de vocês, esportes e Olimpíadas, são lixo. O judô é um esporte perdido. 100% do resultado da luta é controlado pelos árbitros. Aqueles que se curvam avançam. Vocês nunca conseguirão isso de mim. Não preciso de uma medalha dessa forma”, escreveu Majdov em uma publicação -posteriormente apagada- nas redes sociais após sua participação em Paris-2024.

O judoca de 28 anos foi campeão mundial em 2017, em Budapeste, na Hungria. Em 2023, venceu o campeonato europeu, em Montpellier, na França, e em 2024, ficou com a prata no mundial disputado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

O tema religião permeou os Jogos de Paris. Durante o evento, o Comitê Olímpico Internacional (COI) informou que repreendeu o Comitê Olímpico do Brasil (COB) pela manifestação religiosa da skatista Rayssa Leal, na prova em que conquistou a medalha de bronze.

“Estamos em contato com o comitê olímpico nacional [brasileiro] e relembramos as Diretrizes de Expressão dos Atletas”, explicou na ocasião a assessoria de comunicação do COI. Trata-se de um documento que detalha o que pode ou não ser feito em termos de manifestação política ou religiosa.

Usando a linguagem de sinais Libras, a “fadinha” fez referência, diante das câmeras de TV, a um trecho de um versículo da Bíblia (João 14:6), que define Jesus Cristo como “o caminho, a verdade e a vida”.

A regra 50 da Carta Olímpica, documento do Comitê Olímpico Internacional (COI), afirma que “nenhum tipo de manifestação ou propaganda política, religiosa ou racial é permitida em quaisquer locais, sedes ou outras áreas olímpicas.”

A Comissão de Atletas do COI emitiu diretrizes em relação à aplicação da regra 50. No documento, esclarecem que é proibido manifestar-se política ou religiosamente no campo de competição, na Vila Olímpica, no pódio das medalhas e nas cerimônias de abertura e encerramento. Porém, é permitido expressar-se em entrevistas coletivas e nas “mídias digitais ou tradicionais”.